VIVENDO A SOLIDÃO - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão [canto] espírita de Brasília. Senhor, [canto] estou aqui. para agradecer [canto] de [música] coração a paz [canto] dentro de mim que encontrei na [canto] comunhão. >> Amigos, amigas, damos graças a Jesus pela alegria de estarmos aqui novamente reunidos em seu nome, sob a sua tutela. sempre tentando trazer uma palavra de esperança, de estímulo, de fé para todos os nossos momentos de dificuldades e de vacilações. Hoje nós vamos falar sobre um tema que tem dominado praticamente a humanidade, que é vivendo a solidão. Por que que será que nós temos tanto medo da solidão? E por que será também que, apesar de termos tanto medo e de vivermos num mundo que tem como sua sustentação a agitação, o movimento, ainda assim nos sentimos sós. Recentemente foi feita uma pesquisa em 23 países, incluído incluindo o Brasil, e as pessoas foram perguntadas se elas se sentiam sós. A maioria diz que sim. No Brasil, especialmente, mais da metade disse que se sentia só. Quando nós temos hoje uma rapidez na convivência, que teoricamente poderia significar eu não me sentir só. Então, a grande pergunta é: qual é a nossa dificuldade com a solidão? Eu gostaria de começar lembrando uma fala de Emanuel. onde ele nos lembra que solidão é pausa de reajuste, então é processo terapêutico, por mais doloroso que seja. E quando nós falamos em solidão, nós não estamos falando em isolamento, porque são coisas distintas, não é? Eu posso viver completamente isolado, até sem propósito de vida. E geralmente, se eu não tenho propósito de vida, eu não me sinto solitário. É interessante isso. Mas eu posso também estar rodeado de pessoas e me sentir profundamente só. Mas como é possível eu me sentir só se eu tenho um pai amoroso que é onipresente? Ou seja, ele está sempre conosco. Ele está sempre, não é de vez em quando, nem quando eu tô sofrendo, nem quando eu oro, não. Ele está sempre conosco. Qual é a nossa relação com Deus? para que eu me sinta só. Qual é a minha dificuldade em me ligar a Deus
é de vez em quando, nem quando eu tô sofrendo, nem quando eu oro, não. Ele está sempre conosco. Qual é a nossa relação com Deus? para que eu me sinta só. Qual é a minha dificuldade em me ligar a Deus a ponto de eu ter crise de ansiedade porque eu estou sozinha em casa? Há pessoas que dizem que quando chegou em casa, pessoas que moram sozinhas, eu moro só. E as pessoas dizem assim: "A primeira coisa que eu faço quando eu chego em casa é ligar a televisão". Falei: "Uai". Só para eu ouvir o barulho. Olha só, para ouvir o barulho, para ter movimento, não é? Isso mostra como transitamos no campo energético da confusão, da agitação. Estar comigo é profundamente desagradável. Eu não sou uma boa companhia para mim, não é? Mas como isso é possível também? Se eu me entendo como filha de Deus e sempre em sua companhia, por que que eu não vou gostar de mim? Não é um processo simples, porque trazemos heranças antigas de muita confusão, mas eu preciso com urgência repensar como eu me relaciono com a divindade. na década na entre os anos de 1932, 1934, no Centro Espírita Luís Gonzaga, lá em Pedro Leopoldo, cinco médiuns, incluindo Chico Xavier, começam o trabalho neste Centro Espírita 1932. E aí as adversidades começam a surgir, porque onde o bem está, a sombra se sentirão incomodadas, não é? Os médiuns que lá trabalhavam começam a enfrentar dificuldades. Então, uma senhora vai embora de Pedro Leopoldo para São Paulo. O outro, outra senhora, o marido que também era participante, adoece, ela vai ter que cuidar. Um dos outros médiuns que era celeiro e devia um dinheiro grande para um fazendeiro. O fazendeiro exige que ele trabalhe à noite para pagar a sua dívida. Então ele vai trabalhar à noite e as reuniões eram às 8 horas da noite. Resumindo a história, sobra somente o Chico. Aí Chico animado, né? Segundo ele, eu tô falando segundo ele. Bom, agora também como é que eu vou fazer cumprir a tarefa? Eu tô liberado porque, afinal de contas não tem mais grupo. Aí Emanuel, que não o perdia de vista
é? Segundo ele, eu tô falando segundo ele. Bom, agora também como é que eu vou fazer cumprir a tarefa? Eu tô liberado porque, afinal de contas não tem mais grupo. Aí Emanuel, que não o perdia de vista nunca, chega para ele e diz assim: "Como é que é? Mas Emanuel, não tem mais ninguém. Eu tô aqui sozinho. Sozinho não. Olhe ao seu redor. A partir de hoje, às 8 horas em ponto, você vai abrir os trabalhos porque nós, ou seja, os desencarnados precisamos ouvir o evangelho. Você vai ler o evangelho e vai comentar o evangelho. E aí eu me lembrei de muitas pessoas que eu atendo aqui na casa. no atendimento fraterno que eu pergunto assim: "Você você faz eh evangelho do lá?" "Não, eu moro sozinha". Uai, qual o problema? Você mora sozinha encarnada? Então, para aqueles que moram sozinhos, o evangelho continua sendo terapêutico, não é? Eu tenho os mentores do meu lar, eu tenho todos os espíritos que são ali da cercania. E eu preciso ser a ter no meu lar uma base espiritual que também possa ajudar os espíritos, os prepó. Muitas vezes eles descansam quando vem fazer alguma tarefa no planeta Terra. Aqui entre os encarnados, eles descansam na nossa casa. A nossa casa é uma base onde eles recompõem as suas forças para poderem continuar. E aí durante 2 anos, Chico faz o trabalho sozinho e ele conta que foi o período em que a sua mediunidade mais se desenvolveu a partir daquelas tarefas. O apóstolo Paulo lá em Timóteo 2 também nos lembra do seu sofrimento por causa da solidão. Ele se encontra preso, se encontrava preso em Roma só esperando a decisão da sua sentença de morte, porque dali ele já não sairia mais, não é? era a sua última prisão. Ele seria depois decaptado e ele diz que tinha sido sido abandonado por todos os seus irmãos. Alguns porque precisavam continuar a divulgação do evangelho e, portanto, não podiam ficar ali junto a ele. Imagine se hoje nós temos presídios que são terríveis. Imagine naquela época que eram masmorras, tudo úmido, tudo frio, as o, enfim, não havia nenhuma condição de
to, não podiam ficar ali junto a ele. Imagine se hoje nós temos presídios que são terríveis. Imagine naquela época que eram masmorras, tudo úmido, tudo frio, as o, enfim, não havia nenhuma condição de você tratar alguém com dignidade e nem havia essa preocupação. Então, o único que o visitava era Lucas. E ele fala: "Eu fui abandonado por aqueles que precisaram partir para divulgar o evangelho e eu fui abandonado dolorosamente por aqueles que se deixaram levar pelo mundo e que já não acreditavam mais que Jesus era o Messias. Ele pede a Lucas que leve um agasalho para ele, porque era muito frio, ele já era idoso, e que leve os seus escritos, porque era a partir da leitura deles que ele se alimentava, porque havia o intercâmbio entre ele e Jesus. Mas em nenhum momento ele se sentiu abandonado em nenhum momento. Se alimenta desta companhia maravilhosa que é Jesus. Então, se Paulo passou por isso, se Chico passou por isso, por que que nós haveríamos de não passar também? por este sentimento que deve ser passageiro de abandono, né? Nossa, tô sozinha, que ruim, não é? Porque mesmo quem constitui família, casa, tem filhos, tem netos, vê que com a chegada da velice, a frequência desses irmãos amados, desses filhos, diminui drasticamente. E eu sou convidado, com o meu amadurecimento, a ficar comigo mesma. É o momento em que eu preciso mergulhar em mim para que eu possa retornar à verdadeira vida pleno, entendendo qual é a dinâmica. Quanto mais eu me elevo espiritualmente, mais eu vou ficando solitário. Ah, Juliana, então não quero não. Eu quero mais é ficar aqui nessa folia toda da terra, nessa agitação toda, porque eu não dou conta de ficar sozinha. Ontem atendi uma pessoa que tá passando por uma crise no casamento difícil. O marido dela foi e eh diagnosticado com, ai meu Deus, narcisismo, não é? Eu tenho me perguntado muito por que que atualmente nós temos tanto transtorno narcisista. Eu não sei se vocês já pensaram sobre isso, se vocês sabem, não é, quais são as características deste transtorno.
enho me perguntado muito por que que atualmente nós temos tanto transtorno narcisista. Eu não sei se vocês já pensaram sobre isso, se vocês sabem, não é, quais são as características deste transtorno. Então, ela não tem um companheiro, porque o companheiro para o narcisista, nós temos um valor utilitário. Ele só fica com quem tem alguma utilidade para ele. Não há sentimento. E não adianta querer dialogar, porque na cabeça dele ele está sempre certo. E ela muito sofrida porque ela já tem 14 anos de casamento, o quadro se agravou e ela me disse assim: "Eu não dou conta de sair desse casamento". E eu perguntei a ela: "O que que mais te assusta?" E ela respondeu: "Ficar sozinha". Mas ela já é sozinha. Percebem as artemanhas que nós criamos para nós fingindo que eu tenho alguém e que, portanto, eu não dou conta de caminhar só? Não, eu não tenho esse alguém. Porque se esse alguém me desqualifica, se esse alguém me distrata, se esse alguém diz que nunca vê a crise no casamento, se esse alguém não é companhia para ir comigo onde eu quero, se esse alguém não frequenta o meu círculo social, uai, gente, eu tô sozinha, não é? E aí nós percebemos que o ditado que dizia antes mal do antes só do que mal acompanhado virou antes mal acompanhado do que só. Porque eu não dou conta de lidar comigo. Eu não dou conta. E aí ela disse assim: "Às vezes eu tenho a sensação de que ele está mudando". Eu falei: "Mentira, isso aí é o seu lado infantil dizendo que ele tá mudando, porque a vida está te convidando agora a mudar a sua história, a mudar o seu caminho. Então, o seu cérebro, porque nós nos acostumamos com o sofrimento, por incrível que pareça, o seu cérebro tá te dizendo: "Não mexe, não mexa nisso, não. Deixa quieto. Olha, hoje ele até sorriu para você. Olha o ganho. Até sorriu para você. Então o nosso cérebro vai criando, não é, desculpas para a gente não sair daquela armadilha que nós nos encontramos e ficar só e viver a solidão como pausa de reajuste pressupõe primeiro eu ter uma relação
o nosso cérebro vai criando, não é, desculpas para a gente não sair daquela armadilha que nós nos encontramos e ficar só e viver a solidão como pausa de reajuste pressupõe primeiro eu ter uma relação profunda e sincera comigo mesma. Eu preciso gostar de mim. É a lógica. Eu preciso gostar de mim. Porque se somos todos filhos do mesmo pai, algum poderia ser melhor que outro? Não, eu posso não estar dentro de um padrão de beleza. Eu posso não estar dentro de um padrão de de aquisição material socialmente aceita. Eu posso não ter tido casamento nenhum. Eu posso, eu posso. Mas isso não pode fazer com que eu encontre. Com quem eu durmo todos os dias? Comigo. Eu durmo com meu marido também, Juliana, ou a minha esposa. Mas depois que ele dormiu, você tá sozinho ou ela? Portanto, eu estou comigo o tempo inteiro, assim como Deus está comigo. E gostar de mim quer dizer que eu preciso mergulhar naquilo que eu sou com as minhas dificuldades e as minhas conquistas e entender que o caminho é esse mesmo. Haverá dias da quarta-feira. Eu estava aqui, eu chego aqui, eu já disse a vocês, eu chego meio-dia e saio 7:30 da noite na quarta-feira. Eu estava péssima, péssima. Aí vocês vão perguntar: "Por que que você veio?" Porque eu estava péssima. Eu venho porque eu tô feliz e eu venho porque eu tô péssima, mas eu venho e tudo me parecia muito denso. Aí eu fui pro passe, parecia tudo tão fora de propósito, fui trabalhar num passe. Aí depois saí do passe e fui pro grupo de desobsessão trabalhar numa irritação profunda e falando: "Meu Deus do céu, que que é isso aqui? Olha só que que é isso aqui". Aí saí do passe, fui pro atendimento fraterno, já estava muito melhor, mas com uma vontade de chorar, de de que Deus dissesse o que que é isso aqui? Não é? Então, nós temos esses momentos, sim, estamos encarnados e estar encarnado é punk, gente. Mas ele não deixa sem resposta. Ele não deixa. E ao atender as pessoas, eu fui vendo que estar aqui era representar humildemente a tarefa de Jesus e que eu, como tendo tido
ar encarnado é punk, gente. Mas ele não deixa sem resposta. Ele não deixa. E ao atender as pessoas, eu fui vendo que estar aqui era representar humildemente a tarefa de Jesus e que eu, como tendo tido a confiança dele, podia ter dias ruins. Mas eu não podia ter trabalhos ruins, que é completamente diferente. E para piorar a situação, cheguei em casa, não tinha futebol. Que dia? Quarta-feira é o dia do futebol, não é? Então assim, eu vou vivendo essas aparando essas arestas, mas eu estou sempre de pé quando eu me percebo só. E eu confesso a vocês que eu adoro minha companhia, não é presunção, não. Eu aprendi a gostar de mim. Foi duro, não foi fácil não. Mas eu gosto da minha companhia, eu gosto da minha casa. Eu tenho dois filhos cachorros, dois filhos caninos, um demente, gente, pode um trem desse? Um cachorro com Alzheimer, igualzinho a minha mãe. Vocês não têm noção do que eu tô falando. O que eu vivi com a minha mãe, eu vivo agora com o cachorro. Ele já tá com 14 anos. Não sei qual foi a última noite que eu dormi, porque ele tem aquela síndrome do anoitecer que a minha mãe tinha. é anoitecer para ele ficar confuso. Aí ele chora e eu tenho que ficar falando para ele que ele tá em segurança, que eu não vou abandoná-lo, porque é isso que o cachorro sente. Lembrando que o cachorro e o gato e os animais domésticos já têm um estágio intermediário de razão, né, que a gente chama de sem ciência. Então ele tem sentimento, ele tem emoção. Eu estou aqui para quê? para caminhar, sozinha junto, para caminhar. E aí quando eu traço uma nova rota para encontrar Jesus e para encontrar Deus, eu percebo que eu nunca sofro sozinha, nunca. Ramed nos nos diz, o espírito Ramed ocupamos mais os nossos sentidos com as coisas externas do que com as realidades interiores. E enquanto eu estiver ocupada com as coisas externas, eu não estou em comunhão com Deus. Não estou. Lembrem lá do evangelho. Lembrem-se lá do evangelho. Senhor, ensina-nos a orar. E Jesus diz: Recolha-se no seu quarto em
r ocupada com as coisas externas, eu não estou em comunhão com Deus. Não estou. Lembrem lá do evangelho. Lembrem-se lá do evangelho. Senhor, ensina-nos a orar. E Jesus diz: Recolha-se no seu quarto em silêncio. Não é? Fale do fundo do seu coração. Não precisa usar palavras lindas, não. Apenas expresse o que você está sentindo. Converse com o Pai. Então, cada vez que eu aprimoro este intercâmbio com a divindade, menos eu me sinto só sem falar de Jesus, não é? É porque Jesus é nosso irmão, é nosso guia, é nosso mestre, mas Deus é nosso pai. E muitas vezes quando eu falo sobre isso, a as pessoas perguntam para mim assim: "Olha, mas você realmente vive isso ou você só fala?" Porque muitas coisas que nós falamos nas palestras, nós, aliás, a maioria, né? Nós não vivemos ainda, mas eu vivo. Eu vivo. E hoje eu entendo quando Jesus fala: "Eu e o Pai somos um só, porque eu sinto a divindade habitando em mim." Certa feita, eu estava, já tem tempo, tá gente? Tô bem melhor. Eu estava muito triste, muito. Mas assim, achava que a minha vida eu tava num processo de entristecimento profundo. E aí eu falava para Jesus: "Mas a, Senhor, é o seguinte, qual é o sentido de viver? Eu não, eu sei que eu tenho que agradecer a vida porque é um presente de Deus. Eu eu preciso honrar esta oportunidade aqui, mas eu não quero mais estar aqui. Eu não queria morrer, mas eu não queria mais estar aqui. Eu não via mais sentido. Eu não me sentia pertencente a este mundo. OK. Chorei, chorei, fui dormir. Chorei, chorei, dormi. [risadas] Aí eis que de madrugada eu acordo do nada. E vejo uma entidade sentada do meu lado, na minha cama. E este amigo espiritual vira para mim e falha, fala assim: "Meu grande amor de todas as vidas, acalme o seu coração. Eu estou te esperando." E aí eu chorei, chorei, chorei. E a partir deste evento, eu nunca mais sentir senti o desejo de não estar aqui. Claro que foi uma bênção que Deus me concedeu. E aí eu fico pensando todas as vezes que por um momento como eu estava na quarta-feira,
te evento, eu nunca mais sentir senti o desejo de não estar aqui. Claro que foi uma bênção que Deus me concedeu. E aí eu fico pensando todas as vezes que por um momento como eu estava na quarta-feira, eu quero ficar meio assim chata, ranzinza, reclamona. Eu penso, quantos grandes amores estão nos aguardando? Para que que eu vou me preocupar com um cabra aqui que é narcisista ou com quem não quer se melhorar, não é? Então, lembremo-nos que há grandes amores que nos aguardam na pátria espiritual e dos quais não nos lembramos, porque senão quereríamos morrer. Ah, Juliana, eu tenho um grande amor aqui também. Que bom, que bom, porque não há ciúmes entre desencarnados. Então você vai voltar já com amor assegurado aqui e com mais uma dúzia do lado de lado. E há pessoas que vêm para viver a solidão afetiva e precisam viver isso com dignidade, sem ficar lamurienta. Eu já disse a vocês que eu fui da Igreja Messiânica durante um tempo e lá eu aprendi uma coisa que para mim é um lema na minha vida. Lamúria atrai lamúria. Então quando eu percebo que eu tô muito reclamona e nós vamos envelhecendo, a gente vai ficando mais reclamão. Tem que ficar muito atento. Eu já dou um sacode. Credo. Sai. Tá bom. Teata esse trem. Porque não há nada pior do que a gente reclamou, né? Não é? Mas também não é aquele otimismo doento, tá tudo maravilhoso. Não, não está, mas vai ficar. Ninguém pode contra isso. O mundo tá em guerra, tá? As pessoas estão matando por nada. Estão. Tem um monte de gente no continente africano passando fome. Tem. Mas tudo vai melhorar porque é da lei, ninguém retrocede. Emanuel, ele nos diz o seguinte: "O isolamento não deve ser ou a solidão não deve ser motivo de desânimo, até porque qual é o antídoto para a solidão?" A solidariedade. Não existe solidão para quem se dispõe a ser solidário, porque o que não falta é gente sofrendo, é gente precisando da minha ação, não é? Ele diz ainda o trabalhador espiritual é semelhante uma rocha que sustenta a planície. A rocha está sozinha
solidário, porque o que não falta é gente sofrendo, é gente precisando da minha ação, não é? Ele diz ainda o trabalhador espiritual é semelhante uma rocha que sustenta a planície. A rocha está sozinha e é semelhante também a um sol que brilha sozinho, mas brilha. Emanuel prossegue dizendo que muitas vezes a a solidão traz a dor da incompreensão e a saudade de companhias passadas. Contudo, esse processo é como uma semente que precisa se dilacerar na terra para germinar. É renascimento que exige sacrifício. Olha que coisa maravilhosa. Imaginem se a semente dissesse: "Vou para esse escuro aí não. Escuro, úmido, abafado, vou nada. Eu eu vou me rebelar. Para que que eu vou? Mas esa aí semente, você traz dentro de você a vida. OK, mas eu não tenho nada a ver com isso. Eu não vou. É que nem nós quando não queremos reencarnar, né? Espiritualidade nos chama lá no ministério da reencarnação. Bora programar seu roteiro. Vou não. Mas meu irmão, não, não vou não. Não adianta que eu não vou. Tem certeza? Tenho. Aí quando a gente sai do ministério, dá um passo, a gente volta. Não, eu tenho certeza que eu quero reencarnar, que eu preciso reencarnar, que eu preciso ser a semente que se dcera dentro da terra para florescer em sacrifício, não é? E aí ele nos dá um conselho, Emanuel, em momentos de solidão, confi confiemos no bem infinito, que nada mais é que o Pai. Pois mesmo quando tudo pareça perdido e insuportável, o indivíduo traz consigo o tesouro máximo que é Deus. E ele finaliza, a solidão é uma ciência da elevação que deve ser aceita com serenidade e fé, servindo como ambiente para o amadurecimento da alma. Eu confesso a vocês do fundo do meu coração que nesta encarnação, sabendo que eu trago, como já me foi revelado espiritualmente, a solidão afetiva, eu vivo a solidão com a maior dignidade. Não é com alegria, mas é com satisfação por ter entendido que é um estágio para que esta semente, que é a Juliana, possa se abrir para novas conquistas. E para que isso aconteça, esta semente
gnidade. Não é com alegria, mas é com satisfação por ter entendido que é um estágio para que esta semente, que é a Juliana, possa se abrir para novas conquistas. E para que isso aconteça, esta semente precisa se sacrificar. para crescer. Então, meus amigos, minhas amigas, quando porventura a solidão chegar ao nosso coração e quiser nos convidar ao desânimo, a revolta, a tristeza profunda, lembremo-nos de que Deus habita em nós e de que Jesus também habita em nós e nunca nos deixa sozinhos. Nunca. Elevemos o nosso pensamento, então, a esse mestre maravilhoso que se encontra aqui conosco, não é? Que pega a nossa mão, que diz: "Ó, você não tá sozinho, não, pode ficar tranquilo que eu tô tô sempre com você." pedindo a ele que nos dê sempre condições de viver o que nos cabe dentro desta lima que dá forma ao ferro ou deste buril que dá forma ao mármore, sabendo que é a partir daquele atrito que sairemos como uma obra prima. da divindade. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que na próxima quarta-feira que estejamos de novo com alegria, não é? Sempre abertos para o convite que Jesus nos faz todos os dias, de nos renovarmos intimamente e de trabalharmos em sua seara. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando
música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como
tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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