AUTO-OBSESSÃO - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/01/2026 (há 3 meses) 49:01 773 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando Amigos, amigas, sejam todos bem-vindos. Que estejamos sob a tutela de Jesus, com alegria de nos encontrarmos em seu nome. Eh, hoje não seria o dia da minha palestra, mas a Leila teve um problema e não pôde comparecer. Então eu peço que vocês tenham paciência comigo, [risadas] porque vocês terão uma overdose de Juliana e mas na próxima semana ela aqui estará trazendo a sua palavra também de reflexão e de conforto. Nós tivemos um problema com a frequência dos médiuns do grupo de passe de hoje. Então a casa pediu que avisasse a vocês que o passe será coletivo após a palestra. Então vocês eh permaneçam sentados e os médiuns que aí estão, com a ajuda de alguns outros que vão chegar, vão trabalhar no passe. A nossa reflexão de hoje passa por um assunto que se fala muito pouco nas casas espíritas, mas que é mais comum do que nós imaginamos. O que nos leva a procurar uma casa espírita é um fenômeno chamado obsessão, não é? Quando a minha vida vai se desenrolando de uma maneira muito atribulada e eu começo a desconfiar que não é apenas as questões desta vida encarnada, eu começo a suspeitar que pode haver alguma influência do mundo invisível e do mundo invisível ignorante, né, dos espíritos ignorantes no meu caminhar. Então, a obsessão é o que nos traz aqui e ela se dá de três maneiras, tá? Ela pode ser de desencarnado para encarnado, que é o mais comum. Então, aqueles que aqui vêm e que estão em tratamento, que são aquelas oito semanas, estão sob a influência de irmãos desencarnados que estão atrapalhando a vida desta

a encarnado, que é o mais comum. Então, aqueles que aqui vêm e que estão em tratamento, que são aquelas oito semanas, estão sob a influência de irmãos desencarnados que estão atrapalhando a vida desta pessoa. Essa questão de interferir, essa interferência, ela pode se dar ou por resgates passados, não é? Quando eu tenho desafetos com os quais eu não resolvi as minhas pendências, eu reencarno. Esses desafetos não reencarnam e eles vão atrás de mim, vão me procurar e vão me achar, tá? Porque eles têm a vantagem, perdão, de estarem invisíveis, temporariamente invisíveis. Então, este é o modo mais comum do processo obsessivo. Nós temos um outro tipo de obsessão que é a obsessão do encarnado para o para o desencarnado. Isso acontece demais. Eu perco uma pessoa que eu amo muito, a quem eu quero muito bem, não aceito a sua partida e começo a me alimentar desta presença que já não existe mais, a presença física. Então eu começo a obsediar aquela pessoa que retornou pra verdadeira vida. Eu não deixo que ela se vá, que ela siga o curso natural da imortalidade. Isso pode se dar também quando eu perco parentes, né, pai, mãe, e não consigo criar uma nova rotina, uma nova dinâmica de vida a partir desta ausência. Então eu fico presa àele espírito que retornou, o que é muito ruim para o espírito que retornou, porque ele precisa ter um prazo para se recuperar desta transição, não é, deixar o corpo físico e voltar paraa erraticidade ou pro mundo espiritual. E eu vou mandando para esses espíritos energias que não são boas. Aquela pessoa que tem 10 anos que perdeu alguém e continua chorando como se tivesse apenas um dia. Então vira um processo obsessivo de encarnado para desencarnado. Eu falei que eram três, mas na verdade são quatro. O outro terceiro pode ser de encarnado para encarnado. Também é muito comum. Eu vivo uma experiência, por exemplo, de ter uma pessoa que caminha comigo e nós não conseguimos nos entender. Pode ser família, pode ser emprego, pode ser colega de centro, pode ser, enfim, não é

um. Eu vivo uma experiência, por exemplo, de ter uma pessoa que caminha comigo e nós não conseguimos nos entender. Pode ser família, pode ser emprego, pode ser colega de centro, pode ser, enfim, não é simplesmente aquela falta de afinidade, é muito mais que isso. é aquele desprazer de sentir a pessoa próxima. E aí, como eu não estou aberta para trabalhar esse desprazer, eu começo a fixar o meu pensamento naquela pessoa encarnada. E aí vira um balaio de gato, porque eu penso que a outra pessoa é que está interferindo na minha vida quando na verdade eu estou interferindo na vida da outra pessoa. Então esses são os três. Mas tem um que também é muito comum e que nós comentamos muito pouco, de que nós falamos muito pouco, que é a autoobsessão, que é o nosso bate-papo de hoje. Alto vem de si mesmo, não é? Então, quando eu falo assim, olha, autocompaixão é eu cuidar de mim mesma sendo generosa comigo. Isso é autocompaixão. E quando é que eu vivo a autoobsessão? Ou seja, quando é que eu passo a me obsediar? É isso que nós vamos ver hoje. Como é que isso acontece? Quais são as os sintomas? Quais são as causas e qual é a terapêutica para a partir do momento que eu identificar a autoobsessão, eu posso começar a curar essa autoobsessão, tá? Lá no livro dos espíritos, na pergunta 459, na parte segunda, capítulo 9, da intervenção dos espíritos no mundo corporal, o item é influência oculta dos espíritos em nossos pensamentos e atos. Kardec pergunta ao espírito de verdade: "Influem os espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?" E o espírito de verdade responde: Muito mais do que imaginais, influem a tal ponto que de ordinário, são eles que vos dirigem. É só para que nós tenhamos uma ideia deste intercâmbio entre os mundos, não é? Então, o processo de interferência do mundo invisível no mundo visível, ele se dá de forma sistemática e não há uma linha divisória, é um uma mistura dos dois planos, de tal forma que essa diferenciação não é clara, não é perceptível. Então, considerando

no mundo visível, ele se dá de forma sistemática e não há uma linha divisória, é um uma mistura dos dois planos, de tal forma que essa diferenciação não é clara, não é perceptível. Então, considerando que o mundo invisível, o mundo espiritual interfere na nossa vida mais do que nós pensamos, imagine nós em relação à nossa própria vida, não é? Porque eu tenho consciência da minha existência porque estou encarnada. Óbvio que quem comanda o corpo é o espírito, mas digamos que eu seja até, não acredito em nada disso que a gente vive falando aqui. O que é o a a existência para mim é apenas biologia, não é? Acabou aquilo que alimenta este corpo aqui biológico, acabou a vida. Então, partamos deste princípio de que neste momento é apenas a Juliana consigo mesma. Aí o que que acontece? A vida vai acontecendo, vai passando e eu fico meio que parada na minha caminhada, na minha jornada. E aí eu começo a me alimentar. de ideias que não são formadas a partir da influência espiritual invisível, é a partir de mim mesma. Então, a autoobsessão ela se dá a partir do momento em que eu crio pensamentos eu mesma, sem nenhuma influência da espiritualidade sofredora. e vou me retroalimentando daqueles pensamentos e vou e vou e não consigo sair daquilo ali. Para ser autoobsessão não pode ser uma coisa boa, porque senão não seria obsessão, não é? Então, este campo mental que eu vou retroalimentando, que eu alimento por mim mesma, eu crio, eu alimento todos os dias, é forjado por mim neste processo de fixação mental. Lembrando que a mente, que o a mente, o espírito gera o pensamento e o pensamento se manifesta pela mente e o o pensamento é força criadora, tanto para o que é bom quanto para aquilo que não é. E aí eu começo a sentir determinadas coisas que o ambiente externo pode nem justificar. Aí eu entro num clima, numa energia de culpa exacerbada de autocrítica feroz. de sofrimentos que não foram trabalhados. E tudo isso vai me levar a um um sentimento mais paralisante que todos os outros,

í eu entro num clima, numa energia de culpa exacerbada de autocrítica feroz. de sofrimentos que não foram trabalhados. E tudo isso vai me levar a um um sentimento mais paralisante que todos os outros, que é a autocomiseração, que é eu acreditar que porque eu sou uma pessoa ruim, porque eu tive uma infância, sofri e parei ali naquela infância, naqueles sentimentos, naquela dor, não é? Os traumas. Eu não fui trabalhando ao longo da minha jornada, eu vou criando mais ou menos como espinhos que estão sempre prontos a me espetar. Então essa autoobsessão começa dessa maneira. E às vezes o gatilho é uma coisa boba. pode ser um fato do dia a dia, mas se eu tenho sentimentos, dores que não foram resolvidas, não foram trabalhadas, eu estou sempre no modo on, ou seja, tô sempre ligada para que qualquer situação dê início a minha autoobsessão. Eu me lembro há muitos anos aqui na comunhão. Antigamente nos grupos de passe de sábado à noite nós tínhamos tratamento também, não é só como hoje que é aqui embaixo, né, que é harmonização. E nós tivemos um fato, isso lá na década de 1990, de uma pessoa que estava passando por um processo de separação e começou a transformar o processo obsessivo, adivindo do luto de perder o marido, não é? Porque quando eu rompo qualquer relacionamento, quando eu perco um emprego, quando eu perco um amigo que muda de país, tudo isso é um processo de luto que precisa ser vivido e precisa ser trabalhado, não é? E aí, feito o tratamento de desobsessão daquelas entidades que se juntaram a ela porque queriam se vingar dela a partir daquele sofrimento da separação, porque ela ainda gostava muito do marido, ele já não gostava mais dela. Ela entra num processo de autoobsessão. Então, ela começa com frases repetitivas todas as vezes que vinha para o tratamento e vivia um círculo que a aprisionava de pensamentos. Então ela chegava, se sentava, nós conversávamos com ela que já não havia mais nenhum tipo de influência do invisível no processo de dor que ela estava vivendo, não é? e que, portanto,

de pensamentos. Então ela chegava, se sentava, nós conversávamos com ela que já não havia mais nenhum tipo de influência do invisível no processo de dor que ela estava vivendo, não é? e que, portanto, ela precisaria de ajuda terapêutica, além da terapêutica do passe, obviamente. E aí ela começou com a seguinte dinâmica. Quando a gente começava a falar, ela começava a chorar bastante, bastante e dizia assim: "Eu não mereço isso. Ele quer, ele quer acabar comigo. Como é que vai ser agora com o nosso filho? Eu não tenho condições de me manter financeiramente. Ele vai fazer tudo para me prejudicar. E eram sempre as mesmas frases. A dinâmica da pessoa da assistida era sempre a mesma. Então o que acontece? Ela entra numa autoobsessão. já não é mais nada que diga respeito ao marido, ao ex-marido, aos desafetos do passado, mas simplesmente uma paralisia diante da exigência da vida para que ela se transformasse, do convite que a vida fazia a ela para que ela se transformasse a partir daquele evento de dor, porque eles já eram casados há muito tempo. E aí nós começamos a ver que o quadro da autoobsessão ele é totalmente identificável. começa assim: "Olha, eu passo a ter uma postura diante da vida negativa." Então, eu fico muito reclamona, eu fico muito ranzinza, eu começo a dizer que nada tem saída, que o mundo é muito ruim, que não é possível que o bem vença, que a luz vença, porque afinal de contas nada presta. Não é? E eu vou me alimentando daquilo ali. É claro que não é intencional. Ninguém quer sofrer, não é? Ninguém quer ficar alimentando um sofrimento, mas é sempre responsabilidade de quem se autobsedia. Eu não posso delegar a ninguém. Aliás, o processo de obsessão, ele tem sempre a minha parcela de responsabilidade, porque há dois aliceces que dirigem a nossa vida imortal, escolha e sintonia. Então, o processo obsessivo só acontece por uma questão de escolha de sintonia. Se eu não me sintonizo com as esferas superiores, inferiores, perdão, eu não vou passar por pelo processo de

e sintonia. Então, o processo obsessivo só acontece por uma questão de escolha de sintonia. Se eu não me sintonizo com as esferas superiores, inferiores, perdão, eu não vou passar por pelo processo de obsessão. Ah, Juliana, e como é que a gente faz isso? Não sei. É um processo diário de burilamento, de educação do pensamento, de escolha pela luz, de higiene mental, de caminhar com Jesus todos os dias quando eu abro os meus olhos de manhã. é um processo que não tem fim, mas eu vou me fortalecendo de tal maneira neste processo que eu fico cada vez menos suscetível ao processo obsessivo. Então vamos lá. Quais são os sintomas? Vejam aí em quais deles vocês se encaixam, tá? Mas eu não quero que ninguém vá embora daqui dizendo que está autoobsediado. Pelo amor de Deus, é só paraa gente prestar atenção, ficar atento, não é? Até porque se estamos dentro desta casa de socorro espiritual, fizemos a escolha por nos modificar e aí já muda tudo. Então, o primeiro sintoma, como eu já disse anteriormente, culpa excessiva. Eu sou o pior filho da família. Ninguém no meu trabalho me respeita. Eu não sou uma boa profissional, eu não tenho amigos e tudo isso é culpa minha, porque eu não sou uma pessoa boa. Vejam que eu vou edificando, não é, esta casa mental. E mesmo que uma pessoa que goste muito de nós nos chegue e diga assim: "Não é nada disso. Há muitas pessoas que gostam muito de você. Ah, não, deve ser só por interesse. Então, não adianta, a gente não consegue ultrapassar aquela membrana que impermeabilizou a pessoa, que é esta autoobsessão. Depois, medo constante de falhar. Há muitas pessoas que não se movem. Há muitos de nós que não se movem. Porque tem medo de falhar, não é? A cobrança é tão grande que não quer nem correr riscos, porque nós vamos falhar inúmeras vezes, mas vamos também acertar inúmeras vezes. Na verdade, iremos acertar muito mais do que falhar. Mas se o meu olhar é apenas para o que é ruim, não é? Aí eu não vou conseguir ver mesmo nada que seja bom. Eu não sei se vocês conhecem alguém que

Na verdade, iremos acertar muito mais do que falhar. Mas se o meu olhar é apenas para o que é ruim, não é? Aí eu não vou conseguir ver mesmo nada que seja bom. Eu não sei se vocês conhecem alguém que se a pessoa chega perto de você, né, e você fala assim: "Nossa, você viu tal coisa aí? A descoberta, a nova descoberta, não é? Agora a o H o vírus HIV não passa mais de mãe para filho. Olha que descoberta maravilhosa. A ciência conseguiu bloquear essa transmissão. Ai, eu não acredito nisso não. Não acredito não. Isso aí para mim é só conversa. Mas como a ciência mostra? Eu não acredito não. Ó, fulano divulga isso aí porque quer. Tô dando um exemplo, né? Pode ser que qualquer outra coisa. Então eu me fecho fecho para aquilo que é bom, que diz assim para mim: "Ô guria, presta atenção, a vida é luz com algumas sombras, mas nós somos luz. Nós não somos sombras, nem aquele espírito encarnado que para nós se nos apresenta como o pior ser humano do mundo. Não é sombra, não é só sombra, é muito mais luz do que sombra. É porque neste momento as sombras estão gritando, não é? pensamentos repetitivos que drenam a energia, que acabam com a energia. Eu já comentei com vocês que eu tive um aluno uma época, faz muito tempo, e nós tivemos um arrancaco fraterno, muito arrancaco mesmo, menos fraterno e mais arranca. E eu fiquei com uma ideia fixa com aquele aluno e eu comecei a obsediá-lo. Eu não tinha a maturidade que eu tenho hoje, nem a vivência espiritual mediúnica que eu tenho. E aí eu saía da escola. Quando eu tinha que ir pra sala dar aula para ele, para mim era um sofrimento extremo, extremo. Ele tinha a habilidade de tirar o meu equilíbrio, mas ele não percebia, obviamente, né? E aí eu saía da escola e ficava nesta neste círculo de pensamento repetitivo, pensando, eu vou falar tal e tal coisa para ele, ele vai ver e não sei o quê. Aí eu ia dormir, não conseguia dormir e aí eu acordava, a primeira coisa que eu lembrava era dele. E foi um processo longo onde eu não só o obsediei,

e tal coisa para ele, ele vai ver e não sei o quê. Aí eu ia dormir, não conseguia dormir e aí eu acordava, a primeira coisa que eu lembrava era dele. E foi um processo longo onde eu não só o obsediei, como também me autoobsediei, porque permiti que estes esses pensamentos intrusivos encontrassem morada na minha mente. Foi difícil, não foi fácil não. Naquela época nós tínhamos conselho de classe e ele ia em todos os conselhos de classe porque o aluno podia participar. Então eu acredito que eu gastei aí um tiquinho, ganhei um pouquinho de bônus hora no sentido de ter que administrar e não ser uma pessoa autoritária com ele, considerando que eu era a professora e ele era o aluno, não é? Mas vencemos. Eu me lembro até hoje dele fisicamente, para vocês terem uma ideia, mas já não há aquela indisposição, né? Há pessoas que nós vamos reencornar, reencontrar e teremos essa indisposição, sim, todas as vezes que nós nos encontrarmos. Mas aí que que a gente fala e faz? Jesus me ajuda, por favor. Porque da mesma forma há pessoas que sentem isso por mim e a vida continua, não muda, não é? Então nós temos que nos preocupar conosco, vencer estes pensamentos intrusivos que ficam ali me martirizando, não é? Não, eu não quero separar. O meu marido vai ter que voltar ou a minha esposa vai ter que voltar porque se ela não voltar porque não sei o quê, porque eu não aceito, porque eu não aceito. Então este é um dos sintomas também. Depois, tristeza, ansiedade e sentimento de paralisia. Muitas vezes eu ouço aqui no atendimento fraterno o atendido dizer assim: "Eu rodo, rodo e não saio do lugar". Ou seja, se eu rodo, rodo e não saio do lugar, concordam comigo que eu não estou rodando? Eu tenho uma falsa impressão de que eu estou me movimentando, mas eu não estou. Eu estou paralisado. Depois, dificuldades de sentir paz. Claro, como é que eu vou sentir paz quando eu tô dormindo com o meu inimigo, que é a minha mente, que são meus pensamentos? Ah, Juliana, mas olha, eu faço prece, eu peço a Jesus para mudar os meus

az. Claro, como é que eu vou sentir paz quando eu tô dormindo com o meu inimigo, que é a minha mente, que são meus pensamentos? Ah, Juliana, mas olha, eu faço prece, eu peço a Jesus para mudar os meus pensamentos, mas criatura, não é Jesus que vai mudar, é você com a ajuda dele. Mas ele não vai entrar na sua cabeça e tirar esses pensamentos intrusivos. Nós vamos chegar já já lá na receita, que que nós podemos fazer para sair da autoobsessão. Então, esses sintomas somados indicam e tantos outros, né, indicam que eu estou num processo de autoobsessão. Juliana, e como é que eu sei que não é um um processo de obsessão de desencarnado para encarnado? Porque quando eu faço tratamento de desobsessão, este desencarnado, ele é temporariamente afastado enquanto eu estou ali no tratamento. Então eu sinto melhora. Na autoobsessão, eu não vou sentir melhora, porque depende de um movimento que parta de mim para mudar este campo mental. Agora vamos às causas. O que que pode desencadear a autoobsessão? Orgulho ferido. Olha, Juliana, fulano me distratou, disse um monte de mentira, não é? E ele não falou uma única coisa que seja compatível com o que eu sou. Você pelo menos analisou tudo que você ouviu, você parou para pensar? Não, não parei. Porque eu tenho certeza que o que ele falou não é certo, não é? Então, o orgulho ferido, ele nos fecha para o atendimento, para a assistência, para o socorro espiritual. autoexigência exagerada que está ligada ao medo de falhar. Só tem medo de falhar quem tem uma autoexigência fora do comum. E há pessoas que sofrem com isso, com essa autoexigência. Pode parecer que não, mas sofrem. Eu tenho uma amiga que todas as vezes que eu ia à casa dela, para mim era um sofrimento em alguma recepção, porque você não podia tomar água no copo de vinho, porque para ela é era um sofrimento extremo. E eu confesso a vocês que eu não sei qual é a diferença entre um e outro. Mal mal eu conheço o copo de champanhe de espumante. E uma vez no aniversário dela, nós fomos e começamos a a bagunçar lá os

. E eu confesso a vocês que eu não sei qual é a diferença entre um e outro. Mal mal eu conheço o copo de champanhe de espumante. E uma vez no aniversário dela, nós fomos e começamos a a bagunçar lá os copos e pegar e não sei o que. Ela arrumou tudo direitinho. Era assim matemática a distribuição dos copos. E ela ficou muito aborrecida, muito. E o que que aconteceu? Aconteceu que nós deixamos de ir à casa dela, não por nós, mas porque aquilo trazia sofrimento para ela. E aí, nas penúltimas vezes em que eu fui, eu já perguntava para ela, fulana, qual é o copo de água? Qual é o copo de Coca-Cola? Já que eu não bebo. Então, vejam a rigidez, a pessoa propensa à autoobsessão. Eu me cobro essa rigidez de ter que saber qual é o talher, qual é a disposição do talher, quais são os copos adequados. E nós criamos isso tudo aí apenas para nos aprisionar. Não é? Depois falta de autoaceitação. Quem é muito autocrítico não se aceita. Aí vai sofrer. Culpa não elaborada. Sabe aquela culpa que nos acompanha? Eu tenho 80 anos. A culpa aconteceu quando eu tinha 20. E a dor é a mesma de quando aconteceu. Olha que loucura. Então eu estou pedindo para eu me autoobsediar e vou plantando as sementes. Desequilíbrio entre razão, emoção e vontade. Não pode haver equilíbrio nessa situação quando eu estou completamente descompensada, não é? e falta de auto perdão. Porque assim como eu sou exigente com o meu com a minha visita, no sentido de que ele precisa saber qual é o copo de vinho, eu sou comigo mesma. Então eu não me permito errar. Eu tenho uma irmã que ela é tão exigente consigo mesma, tão exigente que a médica passou um dever de casa para ela, uma tarefa. Você vai passar uma semana acordando sem arrumar a cama. Foi um sofrimento terrível para ela, porque como é que eu levanto e não arrumo a cama? Então, olha, olhe, olhemos, olhem os aprisionamentos, tratamento, que é o mais importante, né? Vocês estão aqui, eu sempre tempo me ouvindo, querendo saber quais são os tratamentos. o mesmo para todo tipo de problema

e, olhemos, olhem os aprisionamentos, tratamento, que é o mais importante, né? Vocês estão aqui, eu sempre tempo me ouvindo, querendo saber quais são os tratamentos. o mesmo para todo tipo de problema espiritual que Jesus nos apresentou. Jesus que curou os obsedados, não é? Substituir a autocrítica por autoconhecimento. Em vez de eu ficar me criticando, eu passo a me conhecer. Por que que eu ajo assim? Por que que eu sou tão rígida com um copo de vinho? com a diferença entre o copo de vinho e um copo de água. Por quê? Por e eu começo a me conhecer. Por que que isso tem importância para mim? Ou seja, eu tiro o foco do principal em relação a mim mesma e jogo pros copos. Eu tô fugindo de uma coisa mal resolvida em mim mesma. não é trabalhar o perdão nas suas mais diversas dimensões, mas principalmente o autão. Porque se eu aprendo a me perdoar, eu me abro para o perdão do outro, para que eu possa perdoar o outro, aceitar os limites humanos, não é? Se nós não aceitamos os limites humanos, estamos nos dizendo que somos espíritos evoluídos e que não dá para administrar esses limites, quando também nós os temos e às vezes de uma maneira muito mais acentuada. Evangelho no lar, ter este encontro semanal com Jesus, com os mentores espirituais da sua casa. de tal forma que a o meu lar, a minha casa passa a ser um ponto de luz, onde a espiritualidade pode distribuir esta luz para tudo que está perto de mim, para todos que estão perto de mim. O evangelho no lar é imprescindível. Prece consciente. Ah, Juliana, o que que é uma prece inconsciente para nós que estáar no seu certificado? Seja vos assim seja. Pronto, orei. A prece consciente é aquela que brota do nosso coração, que pode ser tão somente Jesus. Cuida de mim durante a noite, me ajude a vencer as minhas próprias mazelas morais. Então esta é a prece consciente, aquela que carrega, que se funde com o nosso sentimento. Serviço ao próximo. Chico Xavier inúmeras vezes, assim como Divaldo, nos lembrou que nós curamos absolutamente tudo

esta é a prece consciente, aquela que carrega, que se funde com o nosso sentimento. Serviço ao próximo. Chico Xavier inúmeras vezes, assim como Divaldo, nos lembrou que nós curamos absolutamente tudo no serviço ao próximo. Tudo. Não há dor, não há tristeza, não há mal que nos alcance quando estamos trabalhando na seara de Jesus. Nada. E finalmente aquilo que vocês fazem, vão fazer agora todas as sextas-feiras, ou antes, ou durante ou depois da palestra de harmonização, que é o passe muito importante, mas não é aquele passe que eu tomo passe numa sala, saio, vou pra outra, saio, vou pra outra, saio, vou pra outra. Porque nesse tipo de conduta eu não recebi nada porque não me abri para o passe, para as energias. Porque se eu acredito que determinado grupo tem mais força que outro grupo, aí o trem desandou. É diferente de afinidade. Não, Juliana, eu tomo passe na sala tal porque eu tenho afinidade com os médiuns de lá. Beleza, sem problema nenhum. E acima de tudo, gente, acima de tudo, comunhão com as esferas superiores, vigilância ininterrupta e a certeza de que todos nós caminhamos inevitavelmente para o encontro com Jesus para retornarmos ao reino de Deus, nos abrir para a luz. abraçar a mudança que nos tornará pessoas melhores. Este é o caminho mais importante. Então, quando vocês sentirem porventura que estão vivendo um processo de autoobsessão, procurem ajuda e comecem a se observar. Eu rogo a Jesus que permaneça conosco como tem sido sempre, que possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira aqui estejamos como sempre tem sido, abraçando Jesus e abraçando a sua proposta que nos convida à reforma íntima todos os dias. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus, fiquem onde estão, porque o passo já vai ser aplicado. por favor. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a

quem com Deus, fiquem onde estão, porque o passo já vai ser aplicado. por favor. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, [música] mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que [música] cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se

também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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