ACEITE-SE COMO É - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/12/2025 (há 3 meses) 45:45 744 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz. Amigas, rendamos graças a Jesus por mais esta oportunidade de nos reunirmos em seu nome, sob a sua tutela, sempre preenchidos da alegria do mestre, plenos desta alegria. Meu desejo é que vocês tenham passado o Natal num clima bem de Jesus, de muito amor, de muita união e de muitas energias boas endereçadas a todos aqueles que sofrem e que precisam muito mais que nós da presença de Jesus nesta encarnação. O nosso bate-papo hoje é sobre um assunto que movimenta muito eh a nossa atualidade, que é aceitar-se como se é. Pode parecer extremamente difícil, pode parecer apenas conversa desnecessária, porque nós sabemos que o processo de de autoaceitação é um processo de construção longa, não é? Mas se nós recorrermos às obras de Jesus, ao evangelho de Jesus e as obras de Kardec, nós vamos observar que não há nada que justifique nós não nos aceitarmos como nós somos. Porque nós vamos começar com o livro dos espíritos lá na pergunta 803 do capítulo 9. E olha que interessante, o capítulo é da lei de igualdade. A primeira pergunta deste capítulo é a seguinte: o item é igualdade natural. Perante Deus são iguais todos os homens? Aí a espiritualidade responde: Sim, todos tendem para o mesmo fim. E Deus fez suas leis para todos. Dizeis frequentemente: "O Sol, o sol luz para todos. E enunciais assim uma verdade maior e mais geral do que pensais". Aí Kardec faz uma pequena observação. Todos os homens estão submetidos às mesmas leis da natureza. Todos nascem igualmente fracos, acham-se sujeitos às mesmas dores e o corpo do rico se destrói como a do pobre. Como do pobre. Deus a nenhum homem concedeu superioridade natural, nem pelo nascimento, nem pela morte. Todos aos seus olhos são iguais. Partindo desse desta verdade que Kardec nos mostra, não há nenhuma justificativa para que eu me sinta inferior a qualquer outra pessoa, a qualquer outro ser vivente. Isso só vai acontecer se eu começar a enxergar a vida carnal

de que Kardec nos mostra, não há nenhuma justificativa para que eu me sinta inferior a qualquer outra pessoa, a qualquer outro ser vivente. Isso só vai acontecer se eu começar a enxergar a vida carnal com os olhos do corpo e não com os olhos da alma, não é? Porque como a espiritualidade nos disse aqui, o rico e o pobre, ou seja, uma comparação tão somente do ponto de vista da experiência material, terão o mesmo fim. E aí a pergunta que nos cabe é: que eu não me aceito? O que o que que há dentro de mim que me movimenta para que eu não me encaixe como criatura divina? Considerando que todos nós somos criaturas divinas, não é? Vamos voltar o nosso olhar lá para Jesus. Imaginem se Jesus, ao escolher os seus 12 discípulos, chegasse para cada um, fizesse ali uma sabatina e todos eles dissessem assim: "Senhor, eu não sou digno da confiança que você deposita em mim". Jesus sabia quais eram as conquistas morais daquele daqueles espíritos e quais eram aquelas que precisavam ainda ser forjada dentro da experiência da divulgação do evangelho. Eu peguei apenas dois exemplos dos 12 apóstolos para que nós entendamos que se aqueles espíritos que foram escolhidos a dedo por Jesus para caminhar com ele, para serem os seus alunos, tinham dificuldades, como é que nós não teremos que estamos ainda num patamar de construção moral inferior a decisão? espíritos que foram escolhidos. Então, se nós pegarmos Pedro, não é, ou Simão, porque era chamada de era chamado de Simão, depois vai ser chamado de Pedro. Então, ele tinha características que eram muito importantes para a divulgação do evangelho de Jesus. Ele era, ele tinha espírito de liderança. Ele era sempre muito sensato do ponto de vista das orientações que Jesus dava e tinha uma fé enorme, mas tinha suas dificuldades. Ele era muito impulsivo e muitas vezes Jesus precisava puxar os freios, não é? e dizer para ele: "Pedro, calma, não é assim não, tudo a seu tempo, porque ele já queria ir, já queria agir, já queria fazer". Então, se Jesus

vo e muitas vezes Jesus precisava puxar os freios, não é? e dizer para ele: "Pedro, calma, não é assim não, tudo a seu tempo, porque ele já queria ir, já queria agir, já queria fazer". Então, se Jesus não considerasse que Pedro, apesar de merecia a sua confiança, ele não teria sido escolhido. Pedro não se aceitasse com as suas dificuldades, sendo verdadeiro, genuíno no seu comportamento com Jesus, ele não teria contribuído de maneira tão especial e tão definitiva para a divulgação do Evangelho. E acontece com Pedro um problema que foi o temor diante da morte, quando o governo, o império romano começa a perseguir aqueles que conheciam Jesus, né? tanto que ele o nega e depois vai dar a sua vida, como nós sempre lembramos aqui, por Jesus, por amor a esse mestre maravilhoso na divulgação do seu evangelho, vivendo o evangelho, não era só falando do evangelho. E aí nós temos Mateus, não é? Que se chamava Levi e depois passa a se chamar Mateus. era um homem prático, bom de matemática, que tinha uma perspectiva muito funcional das coisas, escolarizado, porque ele mexia com a ele era responsável por coletar impostos, mas trazia consigo esta mancha perante os outros judeus de servir. ao governo romano de coletar os impostos dos judeus e e levar esses impostos para o império romano. Apesar de Jesus convida Levi para segui-lo e delega a ele o registro de tudo que Jesus falava com aquele grupo e das coisas que aconteciam a partir da reunião do encontrar-se de todos aqueles homens que ali estavam, aqueles 12 homens. que depois vão ter um papel papel importantíssimo. Dito isso, nós vamos observar que Jesus ele escolhe para o seu apostolado pessoas simples. Ele não escolhe ninguém que fosse, ele não escolheu ninguém que fosse assim uma sumidade do ponto de vista daquela sociedade. Pelo contrário, ele escolhe aqueles homens preparados pelo convívio com a sua gente para entender a dimensão da proposta de Jesus. Então, assim como aqueles homens, mesmo simples pescadores, a maioria sem ser alfabetizada, todos

aqueles homens preparados pelo convívio com a sua gente para entender a dimensão da proposta de Jesus. Então, assim como aqueles homens, mesmo simples pescadores, a maioria sem ser alfabetizada, todos eles se aceitavam como eram e aceitam o convite de Jesus para segui-lo. Por que que nós faremos diferente conosco nesta existência? É lógico que nós temos hoje, mas já tínhamos também naquele tempo, determinados padrões que a sociedade valida ou não, não é? Então, nós temos padrões de beleza, nós temos padrões de estética, nós temos padrões sociais e assim nós vamos nos aprisionando e tentando nos encaixar dentro desses padrões para sermos aceitos, para sermos validados. Só que tem um problema. Por mais que eu esteja dentro destes padrões, se eu não me aceito como eu sou, eu vou sempre olhar para o espelho e vou ver uma pessoa que não sou eu. Ou seja, externamente eu estou validada por todos esses padrões, mas quando eu me olho no espelho, eu vejo uma pessoa que não está inserida, encaixada nesses padrões. Vamos agora para uma uma outra figura importantíssima que se aceitava como era, apesar de é um processo de autoconhecimento e de superação das próprias mazelas morais. Vamos voltar o nosso olhar para o apóstolo Paulo. Um homem, um fariseu, não é? Os fariseus eram o grupo mais rigoroso do ponto de vista do cumprimento da lei, das leis mosaicas. Ele era fariseu, ele era rabino, ele era de uma casta, de uma condição social privilegiada. foi educado por Gamaliel, um grande, um importantíssimo judeu, não é? Que era respeitado no Sinédrio. Teve formação helenística, portanto, com todos os valores que a sociedade, que a cultura grega podia ofertar. Tudo isso levando Paulo a estar enquadrado dentro. Ah, e tem um outro detalhe, ainda era cidadão romano. Então, ele era aceito pelos judeus porque era um judeu, era um rabino, era fariseu, era escolarizado, não é? Conhecia as a as leis mosaicas de trás para frente, de frente para trás. e ainda assim cidadão romano aceito também pelo império romano.

um judeu, era um rabino, era fariseu, era escolarizado, não é? Conhecia as a as leis mosaicas de trás para frente, de frente para trás. e ainda assim cidadão romano aceito também pelo império romano. Diante de toda essa sua formação, ele não entende a mensagem de Jesus, ele não a aceita. E ele começa a perseguir aqueles que diziam ter encontrado o Messias que os antigos profetas haviam anunciado a vinda. E Paulo, depois que ele tem aquele encontro com Jesus, ele se converte e passa a trabalhar na luz as suas sombras. Só existe sombra onde há luz. Por quê? Porque se eu não tenho a luz, eu não sou capaz de ver as minhas sombras. é diretamente proporcional. Então, quando Paulo se depara com a luz imensa do mestre, ele cai em si e toma as rédeas das suas próprias sombras e se dispõe ali naquele momento a iluminar essas sombras. Ele não abriu mão de servir a Jesus, tendo enxergado tudo o de tudo de errado que ele havia feito. Ele não desiste, ele continua. E a sua decisão é: a partir de agora eu curarei essas minhas sombras edificando o amor que Jesus me apresentou. Então é isso que tem que acontecer conosco, que deve acontecer conosco. Eu reconheço as minhas fragilidades, as minhas dificuldades e começo a iluminar essas sombras que eu identifico. Como no trabalho, no bem. É assim que eu clareio, que eu curo as minhas sombras. É buscando o outro na sua luz e não nas suas sombras. Então eu me aceito, não é, e passo a partir dali aceitar o outro. Porque eu percebo que se Deus nos criou absolutamente iguais, não há nada que justifique ou o meu sentimento de superioridade ou o meu sentimento de inferioridade. Estas ondas que vão nos acompanhando fazem parte de uma infância espiritual que nós não queremos mais. Nós já somos crescidinhos espiritualmente. Estamos aqui abraçando a doutrina espírita que nos revela que não há morte, só há vida. e que, portanto, esta construção é ininterrupta, que o tempo não pertence a Deus. Este referencial de tempo não pertence aos espíritos superiores, pertence a nós

s revela que não há morte, só há vida. e que, portanto, esta construção é ininterrupta, que o tempo não pertence a Deus. Este referencial de tempo não pertence aos espíritos superiores, pertence a nós apenas. E eu começo a ter uma outra visão, um outro olhar nas comparações que eu faço com o outro, entre mim e o outro, até chegar um momento em que eu não farei mais comparações. Eu terei apenas um norte, que é a figura de Jesus para nós que moramos aqui neste planeta Terra, não é? Então ele passa a ser o meu norte. E aí não há comparação, porque eu não me comparo a Jesus, eu apenas o amo como ele me ama. E ele me ama apesar de, não é? Deus nos ama a todos, apesar de. Então, muitas vezes nós ficamos numa vibe de autopiedade para que não tenhamos que nos movimentar para iluminar as nossas sombras. ir construindo, edificando o reino de que Jesus nos falou. Nós temos que considerar também que além de Deus me amar como eu sou, ele nos ama a todos. E um detalhe muito interessante, ele me ama como eu sou, mas ele não me deixa como eu estou. Olha que coisa maravilhosa. Porque se ele me cria e de fato criou simples e ignorante, ele me ama em qualquer condição. Mas ele me criou, ele nos criou para que fôssemos impulsionados de turnurnamente para a mudança, para a melhoria. Por isso que nós não conseguimos ficar do jeito que estamos. Se nesta encarnação eu me contento em não construir coisas melhores, na outra eu terei que correr contra o tempo. Porque eu preciso a cada nova experiência num corpo de carne avançar na iluminação de mim mesmo. E isso só se dá com o autoamor, com o autoconhecimento. Mas quando nós falamos que eu preciso ter auto amor, eu não, nós não estamos falando daquele que se ama de tal maneira que acredita que o mundo deve servi-lo. Este é doente da alma. É um amor adoecido, não é? Porque o amor verdadeiro é aquele que cura e que, portanto, liberta. não nos deixa aprisionados ao homem velho. Quando nós estabelecemos a nossa relação com a divindade, quando nós escolhemos o caminho de

ue o amor verdadeiro é aquele que cura e que, portanto, liberta. não nos deixa aprisionados ao homem velho. Quando nós estabelecemos a nossa relação com a divindade, quando nós escolhemos o caminho de Jesus, Jesus acolhe, nos aceita e nos ama. Ele não ama os nossos erros. Ele nem traz as para si os nossos erros, porque ele nos ama nesta falta de condição. Ele não estabelece nenhuma condição para me amar. E como eu vou iluminando a mim mesmo, não é? Eu vou levando comigo aqueles erros. que eu ainda não conseguir consegui vencer. Então, Jesus me ama dentro desta concepção de amor e ele não estabelece condição. Portanto, ele não ama meus erros porque não há essa separação para ele nesta eh nesta escada, não é? sem fim da evolução. A primeira coisa que nós precisamos construir e também a mais necessária em relação a nós mesmos e ao outro é o acolhimento. Então, primeiro eu acolho, depois eu converto. Primeiro o acolhimento, depois a conversão. Então, eu me acolho como eu sou, eu me aceito como eu sou, mas eu me converto na proposta de me melhorar, porque sei que tem um longo caminho pela frente. Quando eu me melhoro, o meu olhar para aquele que ainda não conseguiu este avanço, primeiro também tem que ser de acolhimento. E depois de conversão pelo exemplo, não é de conversão pela palavra, porque o que falava por Jesus, além do seu verbo maravilhoso, do seu verbo cheio de magnetismo, era a sua vivência junto àquele povo. O que falava pelos discípulos e depois apóstolos. eram as atitudes diante daqueles que sofriam. Quando a casa do caminho começa a ser edificada e aqueles que ali estavam, né, Tiago, Pedro, Paulo em algumas visitas e outros, há um se estabelece um conflito enorme entre aqueles homens que lá estavam. Então, aquele que era responsável por administrar os parcos, recursos que a casa tinha, começa a controlar o que se gastava. Mas os outros que gastavam começavam a ver aquele que fazia a contabilidade como um sujeito que segurava demais o dinheiro. cada um com uma função

ue a casa tinha, começa a controlar o que se gastava. Mas os outros que gastavam começavam a ver aquele que fazia a contabilidade como um sujeito que segurava demais o dinheiro. cada um com uma função delegada naquele primeiro núcleo cristão, tentava fazer o melhor diante da sua proposta de renovação espiritual, mas os outros viam sempre com um porém. Era sempre uma visão meio milp de como o o irmão estava agindo. E como é que isso é superado? Quando Jesus, os conflitos tomam uma dimensão muito grande, eles começam a se unir com aqueles que eram mais afins e começam a falar uns dos outros. Isso tá lá no livro do irmão X, do Humberto de Campos. E Pedro, vendo que a coisa estava sem controle, faz a sua oração a Jesus, pedindo a ele que os inspirasse para que todos entendessem que viver o propósito de Jesus era viver num ambiente de comunhão, de diálogo fraterno, de respeito. tumulto. E aí uma vez eles estavam numa noite eles estavam reunidos, muito impacientes uns com os outros. Jesus aparece literalmente e com toda a amorosidade que lhe era peculiar, chama a atenção de todos eles, dizendo o seguinte: "Onde o verbo não edifica, a maledicência impera". Ou seja, onde o personalismo se impõe, o coletivo sucumbe. Então, não havia nenhum ali daqueles apóstolos menos ou mais importante que o outro. Todos eram fundamentais e eles precisavam ter esta noção, aceitando cada um como era e reconhecendo as suas dificuldades para a partir dali dali fazer diferente. O evangelho, a proposta do evangelho não é de autorejeição e nem é de autoaceitação absoluta, ou seja, nem eu sou aquele que não vale nada, não é? Ah, eu não sirvo para nada. Jesus não não pode confiar em mim. Eu não tenho condições morais para caminhar com Jesus ou para trabalhar na sua seara ou para servir ou daquela autoace aceitação tão plena que eu me acho o imprescindível. Ou seja, se eu não estiver aqui as sextas-feiras com vocês, esses encontros deixarão de existir. Esta é a autoaceitação descabida. Porque se eu me ausento,

o tão plena que eu me acho o imprescindível. Ou seja, se eu não estiver aqui as sextas-feiras com vocês, esses encontros deixarão de existir. Esta é a autoaceitação descabida. Porque se eu me ausento, a dinâmica espiritual encontra uma outra saída. Ou se todos os oradores da casa decidissem ir embora, a espiritualidade se encarregaria de providenciar um outro, uma outra maneira para que os esclarecimentos de Jesus chegassem até vocês que frequentam a casa, até nós, na verdade. Então, aceitar-se como é, é, eu me amo porque trago Deus em mim e amo o outro porque o outro traz Deus em si. E quando nós juntamos as nossas potencialidades, o amor toma forma e começa a circular. Então, quando porventura vocês estiverem nesta neste processo de ficarem se comparando nós, né, nos comparando com quem é muito rico, com quem é muito bonito, com quem fala super bem, com quem tem dinheiro sobrando, com quem tem poder, com todas essas ilusões desta vida, não é? ou até mesmo nos comparando com aqueles que já galgaram passos do ponto de vista da conquista espiritual maiores que os nossos, como Chico Xavier, por exemplo. Vejamos entendendo que a minha condição hoje certamente foi a daquele espírito ontem. Eu não vou me transformar na perfeição da noite para o dia. Eu tava estava um dia desses conversando com umas pessoas e a gente falando sobre um assunto muito delicado e sempre com um olhar muito crítico, não é? Porque quanto mais eu vejo o erro no outro, mais severa eu sou, né? Nós somos. Interessante. Quando eu é a passagem do evangelho, eu vejo o argueiro no olho do irmão, mas não vejo a trave no meu olho. E a pessoa, as pessoas falando: "Ah, porque fulano, ah, porque assim, porque aí de repente uma colega nossa, uma amiga nossa, virou e falou assim: "Quantas vezes não teremos sido nós esta pessoa? E é isso. Quantas vezes não teremos sido suicidas, assassinos, de lapidadores do patrimônio alheio, poderosos que usaram o seu poder de maneira inadequada, não é? Então hoje quando eu me proponho a me

E é isso. Quantas vezes não teremos sido suicidas, assassinos, de lapidadores do patrimônio alheio, poderosos que usaram o seu poder de maneira inadequada, não é? Então hoje quando eu me proponho a me aceitar como eu sou, é dizendo que eu sou uma construção de tudo que eu fui, mas há uma construção a caminho de tudo o que eu poderei ser acima de tudo. Já conhecemos um Jesus perfeito, mas em momento nenhum ele nos disse que se não fôssemos perfeitos naquele momento, que se não nos convertêssemos naquele momento, ele nos abandonaria. Pelo contrário, ele sabia que muitos de nós que lá estavam não iriam aceitá-lo. E hoje ele está aqui junto a nós, que abraçamos a doutrina espírita, que abraçamos o consolador prometido, com o mesmo sorriso, com as mesmas palavras amorosas, com o mesmo convite e nos lembrando que os erros que cometemos lá atrás são hoje gotas de luz que podem iluminar aqueles que ainda atravessam os abismos da ignorância. Então, aceitar Jesus é aceitar-se a si mesmo. Eu não tenho como aceitar Jesus sem me aceitar, porque senão ele não habitará em mim com toda a sua plenitude. Então, que neste novo ano que se aproxima, nós possamos dizer a nós mesmos: "Jesus, eu quero estar contigo apesar de todas as minhas dificuldades, porque se essas dificuldades lá atrás nortearam as minhas escolhas, hoje a minha escolha da luz. ilumina possíveis erros que eu ainda não trabalhei e que eu ainda não curei. Então, que no ano de 2026, Jesus permaneça conosco, que ele continue a nos inspirar, que continue a nos sustentar, a nosguer, mas acima de tudo, que a lição maior que nos habite neste novo ano seja o convite dele a não julgar. a amar incondicionalmente, a socorrer os aqueles que sofrem e a dizer para ele todos os dias quando acordarmos, Senhor, faz de mim um instrumento da tua paz. Permite que eu seja um multiplicador das suas bênçãos. Não nos dispenses jamais de teus trabalhos e ajuda-me a ser digno da confiança que tu me depositaste. Pois o que me move para caminhar contigo

z. Permite que eu seja um multiplicador das suas bênçãos. Não nos dispenses jamais de teus trabalhos e ajuda-me a ser digno da confiança que tu me depositaste. Pois o que me move para caminhar contigo é um desejo enorme de servir em nome do Pai que me criou para isso. Porque eu espero a ti, Jesus, todos os dias, para que juntos cada um de nós seja um dinamo de forças e de compaixão para aqueles que ainda não conheceram o mestre. Então eu desejo um 2026 repleto da luz de Jesus, da sua alegria, da sua compaixão, da sua misericórdia e que na próxima sexta-feira, já num novo ano, aqui estejamos alimentados por este amor inesgotável e, acima de tudo, fortalecidos no propósito de nos modificar. aceitando-nos como somos, mas sabendo que somos todos perfectíveis. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno a seus lares. Que possa estar com cada um, que a sua paz nos alcance e permaneça conosco. E que saiamos todos alimentados pelo seu amor. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos

presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no [música] sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos

E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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