DOR E SOFRIMENTO: CONHECENDO NOSSA FORÇA INTERIOR - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/06/2025 (há 9 meses) 48:41 948 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

buscando a ti, buscando a ti, amigos, que Jesus neste instante esteja conosco, como sempre esteve, para que comunguemos mais uma vez deste momento de luz e de comunhão com esfera superior. Eu gostaria de me desculpar porque na sexta-feira passada eu não pude vir, perdi um amigo e à tarde foi um o sepultamento exatamente no horário em que eu deveria estar aqui. Quer dizer, não perdi, né? Ele me antecedeu de retorno à verdadeira vida, que é o que acontecerá com todos nós. Muito se tem falado hoje sobre a questão da dor e do sofrimento. E muitas vezes, em muitas ocasiões, este assunto é algo que toma uma dimensão tão grande que passamos a falar apenas sobre isso, sem que os nossos olhos se voltem para as belezas que a vida encarnada pode nos ofertar. Mas hoje nós vamos falar desses dois aspectos da vida com uma condição diferente, que é a partir da dor e do sofrimento, eu descubro a minha força interior para que esta minha experiência diante da dor e do sofrimento tenha um propósito, como nos disse o apóstolo Paulo. Ele nos lembra que toda dor, todo sofrimento tem um propósito, porque senão não faria sentido, não é? Então, comecemos diferenciando o que é a dor e o que é o sofrimento. A dor, ela chega de uma maneira muito abrupta, muito rápida, muito instantânea, não é? Eu posso ter a dor física e eu posso ter a dor emocional e psicológica. Esta dor, ela passa rápido. Imaginemos quando nós temos um acidente qualquer, seja em casa, seja de carro, e nós temos um ferimento no corpo físico que naquele momento é traz para nós uma dor grande. Após aquele primeiro momento em que a dor se intensifica, ela passa e eu não registro mais aquela memória. Até porque se eu e registrasse todas as dores pelas quais eu passo, eu não sobreviveria. A vida ela é muito sábia porque nós aprendemos naquele momento com aquela dor, mas depois ela some da nossa vida e fica um registro sutil, não é, do que nós eh passamos. O sofrimento é diferente. O sofrimento ele vem como uma reflexão sobre a dor.

naquele momento com aquela dor, mas depois ela some da nossa vida e fica um registro sutil, não é, do que nós eh passamos. O sofrimento é diferente. O sofrimento ele vem como uma reflexão sobre a dor. A dor passa e o sofrimento dá uma dimensão para aquela dor, especialmente quando é a dor emocional ou psicológica. é a forma como eu elaboro aquela dor. Continua tendo o propósito, o convite de me fazer refletir sobre a minha existência como espírito imortal. E por que nós sofremos? Muitas vezes nós nos perguntamos, quando estamos diante de um sofrimento grande, nós costumamos nos perguntar, mas por que que eu estou passando por esse sofrimento? Não é um sofrimento que ainda atinge muito a nós, especialmente na nossa cultura, é o desencarne. Eu estive neste sepultamento na sexta-feira, a família muito resignada, muito tranquila. Então, nós tínhamos ali a dor daquele instante, mas nós não tínhamos o sofrimento. Por quê? Porque eles têm uma fé muito grande, a família tem uma fé muito grande, é uma família muito católica e que entendeu que naquele momento o padre foi muito feliz nas palavras dele, porque ele disse exatamente isso. Ele vai e nos aguarda para que quando chegar a nossa hora possamos todos nos encontrar. Só que uma coisa me chamou atenção, a dor daquela família não estava sendo compartilhada, que é o sentido maior de nós irmos a um sepultamento, não é? É eu me colocar à disposição daquele que eu amo, que está sofrendo, a fim que a fim de que eu seja um apoio para aquela pessoa, até que aquela dor seja dissipada. Durante a missa lá que estava sendo celebrada, as pessoas da própria família tiveram que chamar a atenção daqueles que estavam do lado de fora bem na porta, que não paravam de rir, de conversar, de falar ao telefone. Vira apenas uma formalidade. Não, eu vou, eu cumprimento aquele meu amigo que passa por essa dor, mas a partir deste cumprimento, eu me eximo da participação daquela dor. E aí quando nós perdemos a a pessoa amada, a dor ela vai embora. Depois que

umprimento aquele meu amigo que passa por essa dor, mas a partir deste cumprimento, eu me eximo da participação daquela dor. E aí quando nós perdemos a a pessoa amada, a dor ela vai embora. Depois que a gente sepulta, não é? a gente vai para casa naquele momento de reflexão, chora, porque é o que que a experiência nos traz, não é? E nós devemos chorar sim, porque faz parte deste processo de despedida. E aí eu vou ter que elaborar o sofrimento. E como é que eu faço isso? Eu faço vivendo aquele sofrimento, aquela ausência, aquela partida, refletindo sobre a dinâmica da vida encarnada. Para quem não é espírita, uma perspectiva diferente para nós que somos espíritas, entendendo que aquele espírito cumpriu a sua trajetória e já livre daquele corpo geralmente enfermo, volta à pátria espiritual para que a sua compreensão daquela experiência se amplie, que é o sentido. Por isso que o apóstolo Paulo nos diz que sofrer tem um propósito. Sofremos porque ainda não conseguimos amadurecer a ideia da dor, o viver a dor de uma maneira centrada, sem me perguntar por comigo. E se me perguntar para que não é, a morte para nós ainda é muito difícil. E tem uma fala que a gente ouve muito na ouve não, lê muito na internet, tem tanta coisa bonita na internet, mas a gente nunca sabe ou quase nunca sabe quem é o autor. E aí muito até o Google traz lá umas uns donos da fala e depois a gente vai descobrir que não é. Então, tem uma uma passagem que o Marcos Bulhões, que é um diretor artístico, que ele disse, ele dizia aqui numa entrevista que ele falou assim, uma pessoa perguntou para ele: "Mas por que que eu sofro dor? Por que que eu tenho que passar pela dor?" E ele falou que naquele momento é como se tivesse despertado alguma coisa maior nele. E ele falou algo extremamente profundo, sem que ele se desse conta. E ele revela que a partir do momento que ele falou aquela frase, teve uma ressonância tão grande nas pessoas que num em minutos tinha lá um monte de visualização daquela sua fala. E ele fala assim,

a. E ele revela que a partir do momento que ele falou aquela frase, teve uma ressonância tão grande nas pessoas que num em minutos tinha lá um monte de visualização daquela sua fala. E ele fala assim, olha, ele nos diz assim: "É preciso doer como nunca para não doer nunca mais. Então ele realmente foi inspirado porque ele falava sobre a dor e o sofrimento e consolou consolou uma série de pessoas que naquele momento passavam pela experiência da dor e do sofrimento. Então é preciso doer como nunca para não doer nunca mais. Quando eu internalizo a dor, transformando a dor em sofrimento e depois em aprendizagem, naquele momento em que a dor se transforma em sofrimento, é extremamente duro para nós, mas depois eu vou perceber que a minha resistência se tornou maior a partir daquela experiência. Então, o apóstolo Paulo nos revela que a dor não é sem propósito. Se Deus é pai, não é, que filho atribuiria a seu que pai atribuiria a seu filho ou a mãe uma dor sem propósito, que não fosse para elevar aquele filho do ponto de vista da experiência. Ele diz também que a dor é um meio de identificação com Cristo. Isso aqui, se a gente não conseguir entender muito bem, vai parecer um convite a ser masoquista. Como é que eu posso me identificar com o Cristo sofrendo? Por que que eu preciso passar por essa experiência? Nós já ouvimos muito, inclusive nas missas e na pregação de pastores e aqui na comunhão, que sofrer, não é, nos aproxima do Cristo, porque Cristo, que não tinha nada a resgatar sofreu. Então, imaginemos nós que temos uma escada enorme para para caminhar, para subir, se não tivéssemos sofrimento. E o maravilhoso é que Jesus sofre, mas ele sente a dor, mas ele não sofre, porque ele sabia que aqueles irmãos, não é, que eram toda a humanidade, sentiam a dor, sofriam, mas não alcançavam o propósito. Então ele nos traz a revelação da dor e do sofrimento como uma mola a nos impulsionar para o crescimento e dá o seu testemunho passando pelo seu martírio sem que em nenhum momento

ançavam o propósito. Então ele nos traz a revelação da dor e do sofrimento como uma mola a nos impulsionar para o crescimento e dá o seu testemunho passando pelo seu martírio sem que em nenhum momento ele atribuísse a nós a responsabilidade pelo seu desencarne. Quando nós ouvimos assim, Jesus veio e se deu em sacrifício por nós. Não, ele não fez isso. Ele não se deu em sacrifício. Começa por aí. Porque o que ele viveu, o que ele nos trouxe, foi acordado com o nosso pai. E o sofrimento ele passou à dor, mas o sofrimento foi dissipado. Imagine se Jesus leva para a espiritualidade aquele sofrimento. Pelo contrário, ele fala: "Pai, perdoai-os porque eles perdoai-vos porque ele não eles não sabem o que fazem". Ou seja, ele diz para nós: "Olha, vocês não têm nenhuma responsabilidade sobre a minha passagem. A minha passagem traz como mensagem a imortalidade da alma. Traz como mensagem que a dor passa, que o sofrimento fica um pouco mais. Mas depois este sofrimento se transforma em graça. Aí agora que o negócio pegou mesmo, né? Como é que Paulo pode nos dizer que sofrer não tem um tem um propósito perfeito? Nós entendemos isso, que sofrer é estar mais próximo do Cristo. Perfeito. Mas ele ainda nos revela que sofrer é uma graça que Deus nos oferta. E ele nos diz mais que quanto mais nós somos testados diante do sofrimento, mais a nossa identidade divina se manifesta. E faz todo sentido, porque quando eu sofro, sofro, eu me aproximo de Deus e eu preciso inclusive pedir a ele que o se utilize da sua misericórdia. E Deus, como um pai amoroso e bom, nos diz: "Não se preocupem, porque vocês passam por essa experiência. para se fortalecerem e receber as minhas graças, os meus dons. E a partir daquele momento que eu recebo aquela graça, eu passo a ser um exemplo para aqueles que ainda estão imersos na dor e no sofrimento. Se voltarmos o nosso olhar para as grandes figuras espirituais do nosso planeta, Buda, Krishna, Chico Xavier, irmã Dulce, que nós repetimos sempre aqui, não é? Madre Teresa de Calcutá,

no sofrimento. Se voltarmos o nosso olhar para as grandes figuras espirituais do nosso planeta, Buda, Krishna, Chico Xavier, irmã Dulce, que nós repetimos sempre aqui, não é? Madre Teresa de Calcutá, esses espíritos deixaram de deter? Não, não deixaram. Pelo contrário, foram chamados ao exercício da dor física, porque eles não tinham sofrimento. Então, aquele sofrimento ali, aquela dor ali, ela vinha e passava, né? Irmã Dulce, com um problema pulmonar gravíssimo, respirava com enorme dificuldade. Quando estava em crise, era uma dor. Saía da crise, não havia sofrimento. Chico, a mesma coisa. Quando vinha a dor no olho, que ele dizia que era lancinante, ela vinha, ele vivia aquela dor intensa e não havia sofrimento, porque espíritos superiores não sofrem mais porque já sofreram. Mas Juliana, então quando o espírito evoluído vem à terra e acompanha tudo que tem acontecido em relação à dor e ao sofrimento, ele não sofre por nós, não. Ele se compadece de nós. É diferente. E por que que eles não sofrem? porque eles sabem que é o nosso momento. Eu ouvi eh uma fala da Débora Morais, que sempre dá palestra aqui. Nós estávamos num grupo de passe e ela disse uma coisa que me tocou profundamente. Ela disse: "Os espíritos superiores não se preocupam com o tempo. Nós é que nos preocupamos. Então, nós queremos tempo rápido paraa dor, tempo rápido para o sofrimento, tempo rápido para a amargura. E por aí vai. Quando nós pegamos a vida do apóstolo Paulo, nós vamos ver que foi um testemunho duríssimo, duríssimo. Mas aquela dor que ele viveu, e foram inúmeras passagens, inclusive no seu desencarne, o fortaleceu de tal forma que ele dizia a todos aqueles que passaram a seguir Jesus, que haveria dores. Ele não aliviou para ninguém. Mas disse também para toda dor e para todo sofrimento, o remédio maior é Jesus. Porque se eu me fortaleço junto ao mestre, eu vou ter dor, eu vou sofrer, mas eu tenho cer, eu terei a certeza de que irá passar. Não é? E aí Paulo, ele nos diz o seguinte lá em Romanos,

aior é Jesus. Porque se eu me fortaleço junto ao mestre, eu vou ter dor, eu vou sofrer, mas eu tenho cer, eu terei a certeza de que irá passar. Não é? E aí Paulo, ele nos diz o seguinte lá em Romanos, no capítulo 18 8 versículo 18, a epístola aos Romanos, ela é uma exortação por parte de Paulo do amor de Jesus, do Messias. Mas ele não alivia, Paulo não alivia a dor. Aliviar no sentido de dizer: "Olha, se preocupem não, que Jesus vai cuidar de todos nós no sentido de tirar de nós a dor que nos cabe." Ele não falou isso. E aí ele fala lá, eh, porque para mim tenho, por certo que os sofrimentos do tempo presente, não é, da nossa experiência da carne, não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. Sempre falamos aqui, damos exemplo da escola, não é? Quando eu me esforço, me esforço na escola, estudo e não vou bem no exame, na prova, eu me frustro, eu tenho vontade de desistir, eu sofro. Mas como o momento pelo qual eu passo, que eu que me traz a não desistência do estudo, eu me esforço novamente, me preparo novamente e aí o que que acontece? Eu passo na prova e é um alívio enorme. Esta é a graça. Eu vivo com dignidade a dor, o sofrimento. E quando aquilo passa, eu vou usufruir da graça de que de que Jesus e Deus nos fala, não é? E ele diz mais que o sofrimento ele produz em nós uma perseverança e um caráter aprovado. Eu sofro, me fortaleço, não desisto, melhor o meu caráter. caráter é entendido como evolução, como minha percepção da divindade. E ele diz que o caráter aprovado, ou seja, essa perseverança, esta, este fortalecimento da minha alma traz esperança. Olha que coisa linda. Quem é que pode viver sem esperança? Ninguém. Absolutamente ninguém. A perseverança, ela mora em nós. Ela está íncita em nós, porque senão sucumbiríamos. E Jesus dá o quê aqueles que o seguiam? a esperança de dias melhores, que se não fosse na terra, seria em um lugar que ele chamava de reino do dos céus, onde não haveria este tipo de sofrimento, não é? Porque quando retornamos à verdadeira vida,

erança de dias melhores, que se não fosse na terra, seria em um lugar que ele chamava de reino do dos céus, onde não haveria este tipo de sofrimento, não é? Porque quando retornamos à verdadeira vida, temporariamente, enquanto estivermos na erraticidade, não sofreremos. No primeiro momento, sim, teremos vergonha dos equívocos que cometemos. Mas depois, tendo a consciência de aquele de que aqueles erros podem ser reparados, eu prossigo na espiritualidade. E a experiência que eu vivi aqui vai me fortalecendo para que numa nova existência eu já não corra mais tanto risco. E Paulo continua lá em Romanos 5:34, ele nos lembra, né, como eu disse, sabemos que o sofrimento produz perseverança, um caráter aprovado. E o caráter aprovado, esperança. Tá lá em Romanos, capítulo 5, versículos 3 e 4. Paulo nos diz que o sofrimento não é inútil, não é? Ele tem uma utilidade. E qual seria essa utilidade? Produzir frutos interiores. É mais ou menos como tomar aquele remédio amargo. Vocês devem conhecer duas plantinhas extremamente amargas. Jurubeba que nós temos muito em Minas Gerais e que meu pai adorava comer comida. Você morde aquele trem, chega trava, não é? E boldo, que não pode ser uma erva de Deus. Assim como o coentro não pode ser uma folhinha de Deus, não é? Então eu tomo aquele remédio amargo. Dizem que boldo é bom pro fígado. O meu fígado não aguentaria, ele desencarnaria com boldo. Então eu tomo aquele remédio amargo porque eu estou me sentindo muito mal e depois alivia. Assim, simples. Então, eu sofro, não é inútil, porque lá na frente, depois que o remédio fizer efeito, eu não vou ter mais sofrimento, vou ter mais dor, não é? E ele fala também que a dor nos traz paciência, fé e maturidade espiritual. Eu tenho certeza que todos vocês aqui, todos nós sairemos daqui muito mais fortalecidos para enfrentar a dor e o sofrimento. Porque se eu tenho este entendimento, eu não vou me desesperar. E aí nós vamos lá pra questão de a dor e o sofrimento trazer para mim revelar uma força interior.

s para enfrentar a dor e o sofrimento. Porque se eu tenho este entendimento, eu não vou me desesperar. E aí nós vamos lá pra questão de a dor e o sofrimento trazer para mim revelar uma força interior. Mas Juliana, que diabo é isso aí? Como é que eu posso sofrer, sentir dor e ter a partir desta experiência a construção de uma força interior que todos nós temos, não é? O que mais nós ouvimos é: você tem força interior, por que que você tá desistindo? Não, eu não tenho. Eu não dou conta, mas tem. Tem sim. Nós temos essa força interior. E o que é a força interior? é a capacidade de resistir ao sofrimento, de persistir apesar dele e de se manter firme diante das adversidades. Um exercício muito bom quando nós estamos em sofrimento, não é? Que a gente tá assim quase desistindo. Sabe quando nós temos uma cirurgia? Quando a gente tem uma cirurgia no dente que não tem nada pior, que que nós precisamos, em que que nós precisamos nos concentrar no depois? Gente, eu vou ficar lá na noite anterior imaginando aquela anestesia chata para caramba. Aí depois vem aquele trem barulhento que eu não entendo como é que a odontologia ainda é tão rude, não é? E aí depois vem, tem que cortar e aquele trem, não vou nem continuar, senão vocês vão todos embora. Só que se eu pensar que após aquele profundo desconforto, eu vou ter o alívio, eu sei que valeu a pena, não é? Hoje, graças a Deus, num país que não valoriza a saúde bucal como o Brasil, não é? Aliás, não é só aqui não, porque eu vi lá na nos Estados Unidos, eh, em outros países, os chineses, ninguém liga para dentro, gente. É uma coisa absurda. Eu depois que eu vi os chineses, eu achei que o os meus dentes são perfeitos e olha que não são, não é? Então eu me preocupar hoje em extrair um dente não tem a mesma dimensão que já teve quando eu era criança, que você não podia perder dente de jeito nenhum. É importante não perder, claro, é uma questão de saúde, mas eu não vou morrer e nem enterrar meu dente porque eu não consegui eh fazer com que ele ficasse ali, né?

podia perder dente de jeito nenhum. É importante não perder, claro, é uma questão de saúde, mas eu não vou morrer e nem enterrar meu dente porque eu não consegui eh fazer com que ele ficasse ali, né? salvar o meu dente. Hoje nós temos um implante que ainda que não seja acessível a todo mundo, mas trouxe para as pessoas dignidade. Não é quantas pessoas nós vemos que se aproximam de nós e que não têm coragem de sorrir porque não tem os dentes. Sem contar na questão da saúde, obviamente, né? que nós precisamos mastigar adequadamente para tudo por dentro funcionar. E quando a gente tá com muita raiva, o que que acontece? A gente trava os dentes, não é? Olha a importância de tudo isso aqui, inclusive para falar o que deve ser bom, né? E não o que é ruim. ficar firme diante das adversidades. Jesus, eu sei que isso me cabe porque Deus é meu pai e é misericordioso. Me sustente, por favor, me dê condições de passar por essa experiência com dignidade. Morear. Sim, não um hábito, né? Olá, reclamo, reclamo, porque quanto mais difícil o paciente, mais difícil a cura, o tratamento e por aí vai. Então, eu me mantenho firme. Posso desanimar? Sim. Posso desistir? Não. Então é ter uma visão prática do sofrimento. Eu não posso desistir. Então eu preciso tornar esta experiência o menos dolorosa possível. Esta experiência com a minha força interior, com a descoberta da minha força interior me faz ver que esta força interior é um poder silencioso e que vem de dentro. Os orientais trabalham muito com isso, muito, não é? Por quê? Porque eles sabem que pra roda da vida girar, e ela gira incessantemente, são inúmeras experiências, eu preciso ter força silenciosa para girar nesta roda até que eu não precise mais fazer parte dela, que é a encarnação. E a partir da fala de Paulo, nós temos alguns pontos que temos que devemos considerar para construir essa força interior. Resiliência, não é? Que no meu tempo se chamava resignação, mas hoje a resignação passou a ter o sentido de aceitar o sofrimento

os que temos que devemos considerar para construir essa força interior. Resiliência, não é? Que no meu tempo se chamava resignação, mas hoje a resignação passou a ter o sentido de aceitar o sofrimento sem uma atitude proativa, né? E a resiliência é, para mim, é tudo a mesma coisa, tá gente? Mas enfim, a resiliência é: eu aceito, mas eu continuo agindo para vencer o sofrimento. Autohecimento. Eu preciso saber qual é o potencial que eu tenho diante da vida, não é? O que que eu significo diante desta eternidade que eu percorro? O que que mora dentro de mim que é bom? Porque tudo é divino. Mas o que que é bom dentro de mim? Qual é a bondade que eu tenho dentro de mim que eu posso mensurar? Isto é a partir do autoconhecimento, coragem emocional, enfrentar dores emocionais, perdas, luto, é coragem. Muitas vezes nós vamos ao sepultamento, eu tô dizendo isso porque tive essa experiência na sexta-feira passada. E nós presenciamos aqui, não vai nenhum julgamento, é só para ilustrar a nossa conversa. Nós presenciamos pessoas completamente desesperadas. É como se aquele corpo encerrasse o amor que as pessoas sentem por aquele que tava estava ali naquele corpo. Então eu preciso ter coragem para enfrentar aquele momento de perda e não desistir, não é? Deus colocou isso aqui. Deus criou a morte. Não, porque não existe morte. Mas ele estabeleceu que o nosso corpo material chegaria ao fim. Sim. Então vamos lá. Ao ver aquele corpo ali inerte, sem vida, eu entendo que está encerrado ali um ciclo de aprendizagem promovida ainda pelo sofrimento. Promovida é o jeito. Fé ou sentido de propósito. A fé é a capacidade que nós temos de saber que existe algo além desta vida que nós podemos chamar de Deus, de invisível, de força estranha, não é? que me sustenta. Me sustenta verdadeiramente. A nossa fé, ela não pode ser vacilante, não pode. Não é, não deve, não. Não pode. Às vezes, quando eu me pego numa situação em que eu me sinto muito frágil, em momento nenhum a minha fé fica abalada. Mas aí eu já delego para Jesus,

cilante, não pode. Não é, não deve, não. Não pode. Às vezes, quando eu me pego numa situação em que eu me sinto muito frágil, em momento nenhum a minha fé fica abalada. Mas aí eu já delego para Jesus, eu falo para ele, olha, tô dando conta, não. Me ajuda aí, né? me dê forças para passar por isso e autocompaixão. Talvez hoje uma das coisas mais importantes diante de tanta cobrança do mundo para conosco seja a compaixão, não é? Autocompaixão. Autocompaixão não pressupõe eu desculpar o que eu faço, pressupõe eu entender que eu fiz porque ainda não me fortaleci moralmente, mas que eu posso me fortalecer moralmente. quando cometemos um erro ou quando cometermos um erro, que aquilo ali vai nos martirizar profundamente, porque teremos consciência da gravidade dele, sejamos autocompassivos. Eu pego este erro, esta dor que este erro me trouxe e transformo em alimento para o bem. Nada é perdido daquilo que vivenciamos no sofrimento. Mas para encerrar a nossa conversa, Deus não nos criou nem paraa infelicidade, nem pro sofrimento. Pelo amor de Deus, já fazendo um trocadilho, não é? Ele nos criou para felicidade, para a perfeição, para a alegria, para o amor. E vamos chegar lá. Quando aqui, não é, nos alimentamos da reciprocidade da fé, que é o que nós fazemos aqui, o que que nós estamos fazendo? é tornando as nossas fragilidades força, fé, coragem, resignação, autoconhecimento e, acima de tudo, força interior. Então, meus amigos, que naqueles momentos em que nós tivermos vontade de desistir, não é? Quando vemos tantos homens poderosos querendo arrancar do nosso coração a esperança e a crença em dias melhores e em Deus e em Jesus e na força da bondade, lembremo-nos de que cada um de nós pode modificar silenciosamente este mundo, que cada um de nós aqui seja um vagalume, de tal forma que quando nos unirmos sejamos um holofote. Holofote natural como o sol. E levemos o nosso pensamento até Jesus, esse amigo maravilhoso que percebe muito antes de passarmos pelo sofrimento e pela dor,

que quando nos unirmos sejamos um holofote. Holofote natural como o sol. E levemos o nosso pensamento até Jesus, esse amigo maravilhoso que percebe muito antes de passarmos pelo sofrimento e pela dor, a as nossas dificuldades, se coloca ao nosso lado e diz: "Venha comigo, você que está sofrendo, venha, porque eu vou te sustentar". Porque esse julgo é suave. O porque o fardo que você carrega é leve e que acima de tudo a minha palavra trazida há tanto tempo se transforma no seu coração em gotas de esperança e de fé. Que Jesus, o divino mestre, possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares. Que na próxima sexta que estejamos comungando desta fé que move montanhas e que a cada novo encontro nós nos sintamos fortalecidos para espalhar a paz por onde quer que nós passemos. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos

ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.

Vídeos relacionados