O QUE TE FAZ FELIZ? - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/11/2025 (há 4 meses) 40:21 458 visualizações

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Transcrição

Rendamos graças a Jesus pela oportunidade de estarmos aqui mais uma vez reunidos em seu nome, sob a sua tutela, pedindo ao divino pastor que esteja conosco, que abra o nosso coração para o que nos for trazido hoje e acima de tudo que esteja conosco nesta caminhada que a eternidade nos reserva. Hoje eu tô me sentindo como aquele esqueceram de mim, [risadas] porque realmente esqueceram de mim aqui. Por isso que nós estamos atrasados, mas graças a Deus deu tudo certo. O que seria de nós sem o celular? Gente, eu fico impressionada como imaginar a vida hoje sem o celular. E é interessante que o nosso, a nossa reflexão hoje, o nosso bate-papo é o que te faz feliz no momento em que encontramos tantas pessoas que passam por provações, que passam por testemunhos e que procuram de uma maneira super agoniada, angustiada, a felicidade Se eu perguntasse para vocês neste instante o que os torna feliz, o que os faz feliz, a primeira coisa que nós teríamos que pensar é o que que é a felicidade, não é? Porque nós temos a felicidade do ponto de vista filosófico, nós temos a felicidade do ponto de vista teológico e nós temos a felicidade do ponto de vista de nós mesmos, não é? O que que é ser feliz para mim? Como é que eu entendo a felicidade? Ela caminha comigo no processo encarnatório ou não? Ela só caminha comigo quando eu estou na erraticidade, quando eu estou na espiritualidade, quando eu retorno paraa verdadeira vida, não é? Então nós vamos meio que navegando por esse mar bem calmo para sairmos daqui minimamente satisfeitos quanto ao que eu entendo como felicidade. Eu já vou começar de trás paraa frente. Felicidade para mim, Juliana, no auge dos meus quase 62, agora em dezembro farei 62 anos. É uma quarta-feira que tem futebol à noite. Pense numa pessoa que fica feliz. Eu passo o dia e dia de quarto, eu chego aqui meio-dia, saio 7:30 da noite correndo para casa para assistir futebol. E aí muitas pessoas quando me ouvem falar isso dizem assim: "Nossa, mas você tem uma visão mesmo de limitadinha de

eu chego aqui meio-dia, saio 7:30 da noite correndo para casa para assistir futebol. E aí muitas pessoas quando me ouvem falar isso dizem assim: "Nossa, mas você tem uma visão mesmo de limitadinha de felicidade, né? Para mim não é, é um dia especial mesmo. Para mim felicidade, e aí eu não sugiro que vocês façam isso, é tomar uma Coca-Cola gelada. Não façam isso porque não faz bem pra saúde. Mas me traz uma alegria enorme quando a gente tá ali na praia, naquele sol que é um sol para cada cabeça no Nordeste brasileiro, vem aquela coca que você enche o copo de gelo e toma. Gente, aquele é o paraíso, não é? Então, há momentos que trazem para nós uma enorme alegria, mesmo estando encarnados, mesmo tendo aprendido que o processo da encarnação seria um processo de dor. Antes de abraçarmos a doutrina espírita, antes de abraçarmos a certeza da imortalidade da alma e da reencarnação, nós fomos forjados em outros caminhos religiosos, não é, como ocidentais, dentro da nossa capacidade de entendimento, porque talvez não tivéssemos ainda amadurecimento para abraçar para a doutrina espírita. E nós fomos levados a acreditar que a felicidade não era deste mundo, não é? Mas esa aí, Juliana, Jesus falou isso, que a felicidade não era deste mundo, mas Jesus falou da felicidade plena, não é? da ser felicidade absoluta, aquela para a qual nós fomos criados. Então, é por isso que nós buscamos com tanta ansiedade a felicidade. Porque como filhos de um Deus, de um pai bondoso, perfeito, ele plantou em nós a busca por esta felicidade que nos acompanha quando estamos encarnados, não é? ficamos muito afoitos querendo buscar a tal da felicidade. E aí nós vamos começar com uma visão de Aristóteles. Eu peguei só alguns só pra gente dar uma pincelada, porque falar de felicidade do ponto de vista filosófico e teológico levariam muitas vidas. Então, a gente vai só dar uma uma introduzida aqui para que nós formemos a nossa ideia de felicidade ou não felicidade, né? Porque Paulo, o apóstolo Paulo, ele não fala em

ógico levariam muitas vidas. Então, a gente vai só dar uma uma introduzida aqui para que nós formemos a nossa ideia de felicidade ou não felicidade, né? Porque Paulo, o apóstolo Paulo, ele não fala em felicidade, ele fala em alegria. Ele diz que a felicidade não é possível ser vivida dada dado aos aos nossos as nossas limitações. Então, nós temos alegria. Mas Aristóteles diz assim: "Olha, que a felicidade ou a alegria ela só se dá pela prática das virtudes sempre de acordo com a razão." Então, a prática das virtudes, as leis de Deus, não é? Eu posso até nem acreditar em Deus, mas a vir a virtude pressupõe o quê? eu viver com o outro dentro de um campo de respeito, onde eu entenda que ele tem os seus direitos e eu tenho os meus direitos. E eles precisam caminhar em harmonia e norteada pela razão. Por quê? Por que que essa prática precisa ser norteada pela razão? Porque eu preciso compreender, eu não posso ser passional no que diz respeito à alegria, não é? Ou a felicidade. Porque passional pressupõe patológico. A origem da palavra passional vem de patológico, de doença. Por isso que quando nós falamos em paixão, nós estamos falando em doença, que aquela coisa que vem como um tsunami, né? arrasta tudo na nossa vida. E aí pode ser paixão amorosa, pode ser paixão pelo time de futebol, pode ser paixão pelo partido político, ou seja, vai ser sempre alguma coisa que não vai agregar se estiver desprovida da razão. Então, Aristóteles nos traz isso aí, nos dá essa dica, ó. Fiquem atentos. Vamos ser felizes praticando as virtudes e norteados pela razão. Depois nós vamos para dois pensadores, dois teólogos muito importantes na nossa formação, que é São Tomás de de Aquino e Santo Agostinho. Santo Agostinho, ele tem um livro muito importante que nos fala sobre o livre arbítrio, que é uma pedrinha no nosso sapato, não é? Porque ao mesmo tempo que é algo que nos traz enorme alegria, é algo que nos traz enorme responsabilidade, o livre arbítrio. Então, é um presente, mas é também um fardo para nós ainda,

sapato, não é? Porque ao mesmo tempo que é algo que nos traz enorme alegria, é algo que nos traz enorme responsabilidade, o livre arbítrio. Então, é um presente, mas é também um fardo para nós ainda, não é? Não para os espíritos de luz que já compreenderam tudo de uma maneira muito mais perfeita. Então, Santo Agostinho nos diz assim: "Olha, que a felicidade é a união com Deus. Perfeito. Se somos filhos dele, se trazemos a semente da divindade, se ele plantou em nosso coração a busca por essa felicidade, se eu estou em comunhão com ele, eu estou feliz. Mas ele acrescenta, o nosso coração é inquieto até que descanse em vós, ou seja, em Deus. Olha a responsabilidade que Santo Agostinho joga nas nossas costas. Porque se eu ainda me sinto infeliz, é porque eu não consegui descansar o meu espírito em Deus. O que não muda nada, porque Deus continua sendo nosso pai, não é? Isso não muda a nossa relação com ele, porque ele sabe que cada um tem o seu tempo, tem os a sua dinâmica e ele respeita porque somos criação desse pai. Então, estar em comunhão com as leis de Deus, e é isso aí vai ao encontro do que Aristóteles falou, é eu estar sempre em sintonia com as suas leis, no fiel cumprimento das suas leis. Vamos reduzir as leis de Deus a apenas duas, como Jesus nos propôs. Amar a ele sobre todas as coisas, ou seja, a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Já estamos em dissonância. Porque amar a Deus, muitos de nós conseguimos, não é? muitos sobre todas as coisas, mas quando chega o próximo aí o trem gastaia, porque já não é tão fácil assim. Ainda que eu saiba que o próximo é meu irmão, foi criado da mesma forma, tem as mesmas prerrogativas da divindade que eu tenho, mas nós queremos que o outro seja um espelho da nossa imagem. E quando nós ouvimos, tivemos a revelação de que somos a imagem e semelhança de Deus, tomamos para nós a ideia de que o outro tem que ser a minha imagem e semelhança. Só que a minha imagem e semelhança de Deus precisa ser construída.

evelação de que somos a imagem e semelhança de Deus, tomamos para nós a ideia de que o outro tem que ser a minha imagem e semelhança. Só que a minha imagem e semelhança de Deus precisa ser construída. Tudo que Deus colocou em nós, o colocou em forma de germe, para que crescesse, para que desse frutos como é a nossa vida encarnada. Nascemos completamente dependentes e vamos sendo orientados pelos nossos pais biológicos ou por uma outra pessoa, não é? Vamos falar de uma situação tradicional, porque há muitos espíritos que reencarnam e não vão viver a experiência de ter um pai e uma mãe, mas terão em algum momento a identificação da paternidade e da maternidade com alguém, não é? Porque nós precisamos desse referencial. Depois, São Tomás de Aquino, ele nos diz o seguinte: "A felicidade plena só se realiza na vida eterna. Aqui só temos felicidade imperfeita". É verdade. Mas quando ele fala infelicidade imperfeita, ele não está falando que não é possível ser feliz. Ele só tá dizendo para nós, galera, vocês não sabem nada sobre felicidade, porque se vocês tivessem a noção do que é a felicidade perfeita, uma Coca-Cola não seria felicidade. Mas nós não temos ainda, não é? Temos uma pequena dimensão de felicidade quando servimos a Jesus, quando arregaçamos a as mangas e vamos trabalhar em nome dele. Aí nós sabemos o que é uma felicidade que pode ser eterna, porque haverá sempre alguém precisando do auxílio de Jesus. Então, São Tomás diz isso. Olha, nós temos essa felicidade aqui que é imperfeita, mas vivamos esta felicidade imperfeita, não é? Eu brincava ontem na harmonização. Harmonização é quando nós ficamos lá em cima conversando enquanto as pessoas aguardam o tratamento de desobsessão. E aí tem uma senhora que é de um grupo, ela ela está sempre sorridente. Eu fico na quinta-feira à noite e ela abre a porta para chamar as pessoas como se estivesse esperando por essas pessoas lá dentro um bolo de chocolate. E aí eu disse para para as pessoas que aguardavam para os assistidos: "Vocês já

e ela abre a porta para chamar as pessoas como se estivesse esperando por essas pessoas lá dentro um bolo de chocolate. E aí eu disse para para as pessoas que aguardavam para os assistidos: "Vocês já viram alguém aqui servindo em nome de Jesus de cara feia?" Não, porque não é possível. São duas coisas incompatíveis, não é? Então ela chama e as pessoas vão conduzidas por aquele sorriso dela, porque quem está está por sofrimento, porque precisa se curar das suas mazelas, não é? que somos todos nós enfermos ainda dentro da divindade. E aí quando eu estou dentro desta possibilidade, trabalhando nesta possibilidade de me tornar melhor a serviço de Jesus, não tem como eu ficar triste aqui dentro, não é? lá fora, o campo já é de batalha das dos desafios da encarnação. E aí, finalmente, Paulo, ele nos diz o seguinte, que a felicidade que ele usa apenas como palavra alegria é uma condição espiritual, ou seja, eu posso estar encarnado ou desencarnado. Eu não condicionarei a minha alegria a nenhuma situação externa. Ah, eu tô triste porque eu não me casei. Ah, eu tô triste porque eu só sei ser feliz se tiver alguém comigo. Ou seja, eu vou condicionando a minha alegria a situações externas a mim. E aí ele continua: "Esta alegria é fruto de uma relação correta com Deus". sustentada mesmo em sofrimento. Este, esta é a grande lição que Paulo nos dá, que mesmo em sofrimento eu posso ter alegria. Ah, então eu tô feliz porque eu tô sofrendo. Não, eu estou feliz porque Jesus está comigo e me sustenta no processo de superação da doença ou não, porque eu posso desencarnar por ela, não é? E aí nós vamos avançando nessa busca incessante pela felicidade que nos caracteriza. Afastamo-nos um pouco das igrejas, das fés e caímos num campo minado chamado autoajuda. Por que que é o campo minato? Vamos pensar que um escritor irlandês radicado nos Estados Unidos, quem é meu contemporâneo já deve ter ouvido falar, já deve ter lido quando era jovem, que estava sofrendo, chamado Joseph Murphy, não é? Ele lançou

ue um escritor irlandês radicado nos Estados Unidos, quem é meu contemporâneo já deve ter ouvido falar, já deve ter lido quando era jovem, que estava sofrendo, chamado Joseph Murphy, não é? Ele lançou um livro chamado O poder do Subconsciente. Ele sistematiza a autoajuda. Já existia um alguns escritores que começavam a enveredar por este caminho, mas ele lança esse livro e o que que ele diz para nós? E ele conseguiu convencer muita gente que a mente cria a realidade. Ele tá mentindo. Não, não está. Mas para nós, espíritos medianos, isto não é vivência ainda. E o que que ele diz? Ele diz que se eu pensar, eu me lembro que tinha até uns exercícios mentais, gente, olha como eu era bobinha para ficar rica. E eu lali aquele trem fazia com a maior disciplina, não é? Porque eu acreditava que aquilo ia realmente dar certo. E nós hoje saímos. Bom, continuamos, não saímos porque tem assim, olha, eh, como enriquecer em c dias. Vocês já devem ter visto isso nas nas livrarias, nas pouquíssimas livrarias que nós ainda temos, não é? Como ser um chefe de sucesso? Há pessoas que ganham fortunas fazendo seminários ou encontros dizendo como é que você é feliz pra vida toda num piscar de olhos. E a autoajuda, ela vai ajudar algumas pessoas, muitas, sem dúvida nenhuma. Mas ela traz um grande perigo, que é eu acreditar que se eu não conseguir ser feliz lendo todos os livros de autoajuda, é porque eu não mereço e isso não é real. E outra coisa, muitos de nós que já lemos autoajuda, livros de autoajuda, que melhoramos em determinado momento e que depois caímos novamente num processo de tristeza, temos que ter claro que o processo de alegria, além de ser uma construção dessa Esta união com Deus, com o Pai, com a divindade, é também um processo de amadurecimento espiritual. Paulo fala que não existe sofrimento, existe amadurecimento espiritual que se dá também pelo sofrimento. Não necessariamente, mas se dá também pelo sofrimento. E eu me lembro que eu ainda trabalhava e eu tinha uma colega que vivia conflitos

iste amadurecimento espiritual que se dá também pelo sofrimento. Não necessariamente, mas se dá também pelo sofrimento. E eu me lembro que eu ainda trabalhava e eu tinha uma colega que vivia conflitos muito exacerbados, mas negava sempre a escolha de uma fé, o que é direito de qualquer pessoa, não é? Ela pagou R$ 5.000 na época, imaginem isso, lá no ano 2000, R$ 5.000 para dois dias de encontro com um cara chamado coach e que ele mostrava como você resolver todas as suas mazelas emocionais, psicológicas, financeiras, porque ele tinha a chave do sucesso. Nós cristãos procuramos a chave do autoconhecimento. E é uma chave que mesmo em posse em em posse das nossas mãos, a gente engata a chave e às vezes ela não rola, ela não roda, não é? Porque ela não está devidamente talhada para abrir a porta. E aí eu invisto um dinheiro que eu poderia usar de maneira diferente, fazendo a escolha do menor esforço. Não existe felicidade, alegria sem a disposição do esforço pessoal. Não existe. Hamed no livro Renovando Atitudes nos diz que a felicidade, que ser feliz é uma construção de inúmeras encarnações e pressupõe um trabalho lento e duro, mas não impossível. Então, quando eu saio na quarta-feira, vou vou ver o meu futebol feliz da vida, eu estou trabalhando estas pequenas alegrias para que o meu coração se abra para alegrias maiores, como é servir a Jesus, como é falar sobre Jesus, para Jesus, com Jesus, não é? E tem uma vantagem que eu conversava ontem com os assistidos. Quando a gente come um bolo de chocolate ou come um chocolate bom, mas naquele bom mesmo, a gente alimenta o corpo, mas tem o preço. Muito açúcar, muita gordura, muito não sei o quê, não é? Mas quando nós somos alimentados por Jesus, não há preço. Não há. Mas encarnados precisamos ainda destas ilusões. Chocolate, futebol, né? Que mais? Conhecer a neve, para quem não conhece, que é a coisa maravilhosa. Ver as belezas que Deus nos ofertou, dizendo: "Olha, você mora no Brasil, mas lá no outro país tem um trem diferente

l, né? Que mais? Conhecer a neve, para quem não conhece, que é a coisa maravilhosa. Ver as belezas que Deus nos ofertou, dizendo: "Olha, você mora no Brasil, mas lá no outro país tem um trem diferente de tudo que você possa imaginar, que é tão belo quanto as suas praias. só vai mexer com você de uma maneira diferente e aí você vai ter culturas diferentes. E essas pequenas alegrias nos alimentam para a felicidade eterna que encontraremos um dia. Imaginemos todos nós no processo de evolução sentados seiando com Jesus. O que eles chamam de ágape é isso, este alimento simbolicamente ofertado numa ceia, que é Jesus nos alimentando de toda a divindade do pai que ele veio revelar para nós, porque falava de um pai amoroso e bom. e não vingativo e cruel, não é? Então, Jesus inaugura, a sua presença entre nós, inaugura a alegria. Como imaginar Jesus triste, não é? Exceto em momentos muito pontuais. Como imaginar Jesus rude, mesmo que ele tenha sido severo em algumas situações? Como imaginar Jesus dizendo assim: "Olha, faz o seguinte, leia tal livro que sua vida vai mudar, tudo vai dar certo para você". Não, ele disse, haverá choro e ranger de dentes, mas eu estarei com todos vocês. E eu me vou para preparar o lugar para vocês. Ele é tão generoso, tão magnânimo, que ele vem, ele nos diz que ele não tinha vindo violar as leis, mas fazê-las cumprir, ou seja, ratificando o que os profetas haviam anunciado. vem nos dizer que o reino de Deus não era deste mundo, mas que ele estaria conosco e que viveríamos momentos inesquecíveis em seu nome. Então, em momento nenhum Jesus disse que nós teríamos que passar pelo crio do sofrimento. Ele não disse isso e nem disse que ele dava a nossa vida para nos redimir do nosso pecado. Ele não disse isso. Ele deu a sua vida para mostrar que o amor superaria tudo e que a morte não existia, que o sofrimento físico era temporário. Então, sigamos. com essas pequenas alegrias que são da vida encarnada, que cada um tem a sua, não é? Sigamos buscando a alegria com Jesus,

a morte não existia, que o sofrimento físico era temporário. Então, sigamos. com essas pequenas alegrias que são da vida encarnada, que cada um tem a sua, não é? Sigamos buscando a alegria com Jesus, com a espiritualidade maior, servindo. Fomos criados para servir. Cada vez que nós vimos a esta casa e saímos daqui renovados, o que que nós estamos dizendo para Jesus? Eu quero ser uma pessoa melhor para estar com você, mestre, para estar com você. Porque o que abre o caminho do meu encontro com Jesus, com a alegria é a minha reforma íntima, é eu me tornar uma pessoa melhor. Então, saiam daqui, amigos, pensando, respondendo a vocês. O que me faz feliz? muito dinheiro. Tem muita gente cheia de dinheiro infeliz. Saúde, sim, saúde é muito importante, mas tem muita gente cheia de saúde querendo muito dinheiro para ficar doente. Relações duradouras. Sim, tudo isso é legítimo, mas eu não encontrarei a alegria que Jesus me oferta, senão dentro de mim mesmo, não encontrarei. E ela não é condicionada a nada. E eu digo uma coisa a vocês, por experiência, o meu coração só se aquiietou. Pense num espírito rebelde. É a Juliana. O meu coração só se aquiietou quando eu percebi que além de eu estar com Jesus, que é algo que me faz profundamente feliz, eu precisava estar bem com a minha divindade, aceitando as minhas dificuldades, acolhendo as minhas dificuldades, mas traçando roteiros de melhora que fariam com que faria com que esta divindade se tornasse um sol permanente. Lembrando as palavras de Jesus lá em João. Minha paz vos deixo, minha paz vos dou. Não a paz do mundo, mas a paz de Deus que o mundo ainda não pode dar. Então, que busquemos essa paz, que ela seja edificada pelos tijolos das pequenas alegrias que a vida encarnada nos traz e que as pessoas que caminham conosco nos ajudam a construir. Sejam aquelas que validam o nosso bem. A nossa luz sejam aquelas que desafiam as sombras que eu ainda carrego. E Jesus, meus amigos, esteja com todos nós a nos inspirar, a nos orientar, a nos sustentar

ejam aquelas que validam o nosso bem. A nossa luz sejam aquelas que desafiam as sombras que eu ainda carrego. E Jesus, meus amigos, esteja com todos nós a nos inspirar, a nos orientar, a nos sustentar e a estar sempre conosco, apesar de nossas parquíssimas possibilidades de trabalho no bem, que o divino pastor possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos reunidos em seu nome e já dentro do clima da celebração de seu nascimento entre nós, que dividiu o mundo entre antes dele e depois dele. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do

e me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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