AMORTERAPIA - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Amigos, rendamos graças a Jesus mais uma vez pela oportunidade do nosso encontro diário pelos canais da comunhão espírita de Brasília, quando damos uma pausa nas nossas atividades para podermos entrar em conexão com Jesus e pensar acerca do seu evangelho, das palavras que ele nos ofertou. Hoje o nosso a nossa reflexão passa por um tema que se faz muito necessário na atualidade, que é amorterapia. Olha que coisa linda. Eh, a partir de uma mensagem do livro Desperte e seja feliz. da Joana de Ângeles pela mediunidade do Divaldo Franco, onde Joana nos convida a ver o mundo com os olhos do amor e não com os olhos da revanche, da do ódio, do rancor. um convite certeiro e que vai exigir de nós uma decisão muito séria para seguir este novo caminho. Então, a primeira coisa que ela nos coloca e e que ela nos lembra é que no estágio evolutivo em que nós nos encontramos, ou seja, no planeta Terra, nós vamos ver que o mal prepondera, porque engateamos ainda quanto a conquista da nossa consciência. E em função disso, o processo de evolução desta consciência se dá de maneira muito lento. É normal, é natural que percebamos o quanto ainda a ignorância e consequentemente tudo aquilo que vai de encontro à proposta de Jesus, ao seu evangelho, toma conta da humanidade neste momento tão difícil. Então ela nos lembra que não desanimemos, porque faz parte mesmo deste planeta, do nosso estágio de evolução. Eh, este mundo ainda conturbado, difícil, onde todas nós andamos às turras. Depois ela nos diz que o erro e a criminalidade consequentemente permeiam a vida de todos nós. Não seria diferente? Como é que eu posso ter habitantes que transitam ainda no crime, no erro, no egoísmo, na ambição, na violência? Eh, como é que eu teria um planeta que fosse diferente se os seus habitantes ainda estão neste nível de moralidade? Então, ela diz: "Não nos eh aflijamos porque o processo é esse mesmo, mas ela vai mostrar que para que eu possa ser um elemento efetivo, efetivo, dinâmico da transformação deste planeta. Eu
oralidade? Então, ela diz: "Não nos eh aflijamos porque o processo é esse mesmo, mas ela vai mostrar que para que eu possa ser um elemento efetivo, efetivo, dinâmico da transformação deste planeta. Eu preciso fazer a escolha pelo amor. Depois ela nos diz que nós vivemos entre sentimentos que são contrários, não é? Então, nós vivemos, segundo ela, entre a virtude e o vício, entre a paz e o conflito, entre o equilíbrio e a violência, que são espelhos da moralidade dos espíritos que habitam o planeta Terra. Mas ela faz um alerta importantíssimo, que muitos espíritos que caminham conosco já estão mais avançados do ponto de vista moral e eles nos alavancam para o avanço espiritual a partir de suas ações, de suas atitudes, desta escolha muito certeira pela terapia do amor ou pelo amor terapia. Eh, isso serve como um não só um bálsamo para nós, porque encontramos pessoas que não estão embolidas por esta por este pessimismo. Isso faz com que nós percebamos que há probabil que há a oportunidade de nós fazermos diferente e de caminharmos, trilharmos caminhos diferentes. E aí ela nos lembra que como bons e maus espíritos caminham juntos, não é? Mesmo sendo todos aprendizes numa mesma faixa, olha que interessante, todos nós estamos submetidos aos mesmos processos de aprendizagem, mas caminhamos com espíritos que são bons, que vivem esse mesmo processo, mas que já conseguem vislumbrar o bem e vibrar ar com o bem e não vibrar com a vingança, com o ódio, não é? via de regra, nós, nós já até falamos sobre isso aqui, mas é sempre importantíssimo lembrar quando vemos alguma coisa que nos choca profundamente, né, alguma algum crime, alguma situação que eh muitas vezes nós nos indagamos onde é que está a presença da espiritualidade maior por ter permitido que aquilo acontecesse. E na verdade ela está lá, né? Não nos esqueçamos que somos detentores do livre arbítrio, que escolhemos os caminhos pelos quais transitamos e que responderemos pelas nossas escolhas segundo um preceito de Deus, né, divino, que o evangelho nos
eçamos que somos detentores do livre arbítrio, que escolhemos os caminhos pelos quais transitamos e que responderemos pelas nossas escolhas segundo um preceito de Deus, né, divino, que o evangelho nos mostra que é a semeiadora, é livre, mas a colheita é obrigatória. Então, a espiritualidade maior, espiritualidade de luz, ela está sempre presente em tudo que nos acontece. Mas imaginemos que a minha mãe está me dizendo para não ir a determinado evento, porque é uma coisa perigosa, é uma coisa que tradicionalmente causa confusão, não é? E eu digo a ela assim: "Olha, não, eu quero ir. E ess a minha mãe, eu sou adulto e a minha mãe diz: "Não vá, olha os riscos que você vai vai correr apenas por momentos de prazer, pequenos momentos. E eu decido que eu vou correndo todos os riscos." Então, eu fui alertada, mas eu escolho o quê? eu escolho correr o risco e a partir do momento que eu escolho correr o risco, eu estou pronta para o que der e vier, não é? Então é mais ou menos assim que funciona a espiritualidade. Ela nos intui para que nós não façamos aquilo. Ela nos acompanha, ela nos orienta, mas nós escolhemos o que nós queremos fazer. Então, por mais que o mal pareça predominante naquele evento, naquela eh ocasião, Deus ali está, a espiritualidade maior, Jesus, acompanhando tudo que diz respeito a todas aquelas pessoas envolvidas. Eh, Joana nos diz que esse processo de caminhada entre espíritos que já são bons, espíritos que ainda transitam no caminho do mal, é um processo contínuo de experiências, de aprendizagem, de conquistas. Sempre que pensarmos no mal, sempre que pensarmos no transgressor, naquele que violenta, naquele que eh ofende, naquele que tira a vida do outro, não nos esqueçamos de que provavelmente teremos sido nós ontem a viver aquela situação, não é? E não nos esqueçamos, Edivaldo nos alerta para isso, que todos nós condenamos o o o transgressor, não é? o assassino, o o que rouba, o que ofende, o que violenta. Mas quando essas pessoas, quando esses espíritos
squeçamos, Edivaldo nos alerta para isso, que todos nós condenamos o o o transgressor, não é? o assassino, o o que rouba, o que ofende, o que violenta. Mas quando essas pessoas, quando esses espíritos cumprem aquilo que eles cabe do ponto de vista da eh lei, das leis humanas, nós não queremos aquela pessoa por perto. Então, Divaldo diz: "Todos queremos que o o transgressor se recupere, mas nenhum de nós quer quer dar a ele a chance de se recuperar, não é?" Eu me lembro uma vez minha irmã fazendo uma construção enorme, construindo uma casa e ela contratou dois rapazes para furar uma cisterna, porque era uma uma área rural e não tinha água encanada. e ela fazendo aquilo ali e tal. E e um amigo dela que era advogado falou assim: "Você contratou essas pessoas sem sem verificar, não é qual é?" "Ah, não, ó, fulano me indicou e tal". Não, eu vou verificar para vocês, para você. E aí depois quando ele foi buscar essas informações, ele descobriu que um dos rapazes que estava lá trabalhando era um ex-deto, que já tinha cumprido a sua pena, né? pag lá aquilo que devia a sociedade e ele ficou aflitíssimo em relação a isso. Então é isso. Eu quero que ele pague, que ele responda. Ele responde, mas eu não quero dar chance a ele porque eu vou ter sempre o medo, não é? E nós não estamos estamos dizendo que não seja natural, mas eu preciso transpor essas condições para que eu eh possa realmente possibilitar que eu possibilite a recuperação daquela pessoa, a sua inserção ou reinserção na sociedade. Aí Joana continua falando: "E aí gente, como fazer diferente?" Ela diz o seguinte: "Diante da ação gritante do mal, somos tentados a reagir também espalhando o mal, confusos quanto a diferença entre justiça e vingança. Especialmente agora no mundo atual, nós somos, temos estado. Não, eu não vou dizer que somos porque somos, é um estado permanente, né? Estamos, é um estado transitório. Nós estamos muito reativos ao mal. Então, quando eu vejo alguém que cometeu um ato terrível, que cometeu uma
dizer que somos porque somos, é um estado permanente, né? Estamos, é um estado transitório. Nós estamos muito reativos ao mal. Então, quando eu vejo alguém que cometeu um ato terrível, que cometeu uma atrocidade, imediatamente eu já quero matar aquela pessoa, eu quero bater naquela pessoa, eu quero revidar. E Joano nos explica que isso acontece porque estamos ainda muito presos ao primitivismo de um espírito ainda muito infantil que reagia por instinto. Então, quando ele era agredido, por uma questão até de sobrevivência, prevalecia o uso da força. Ele revidava a fim de que vencesse quem? O mais forte, não é? Porque naquela dinâmica, o mais forte era aquele que deteria as possibilidades de avançar do ponto de vista da espécie. Mas, amigos, nós já passamos isso aí. Nós temos a razão, não é? Esse presente que Deus nos concede, que me permite distinguir o bem e o mal e me permite reagir de uma maneira diferente que não seja pela agressão. Mas quando nós nos deparamos com situações assim onde o mal é uma coisa terrível, o que que nós fazemos? Nós temos de imediato eh ativado este instinto de revide. E aí falar de amor neste momento para as pessoas é correr o risco de apanhar, não é? Só que nós nos esquecemos também que nós só muito severos quando quem agrediu não é alguém que nós amamos ou quando não somos nós. Porque se é alguém que tem valor para nós, nós temos inúmeros senãos, né? ou inúmeras atenuantes. E aí estar vigilante para este impulso do revide, ou seja, fazendo com que prevaleça a razão, entendendo que tudo acontece sob a tutela de Deus e que ninguém, absolutamente ninguém aqui no planeta Terra é encarnado, tem condições de fazer justiça. O máximo que nós podemos fazer é levar as leis, não é? Para que ele responda diante das leis para que aconteça o julgamento. E aí mei espírito nos lembra que o julgamento é dos homens, mas a justiça é de Deus. E nós precisamos tomar tomar as rédias da razão e dizer que esta pessoa, que este irmão, porque continua sendo o
o. E aí mei espírito nos lembra que o julgamento é dos homens, mas a justiça é de Deus. E nós precisamos tomar tomar as rédias da razão e dizer que esta pessoa, que este irmão, porque continua sendo o nosso irmão, responda perante as leis humanas. Mas a partir do momento que este irmão irá responder sobre eh as leis, né, a partir do cumprimento dessas leis, não me diz mais respeito. Me diz respeito na medida em que eu preciso olhar para este irmão de uma maneira compassiva. lembrando do evangelho que nos diz que são os doentes que precisam de médico, não são sãos. Joana, em momento nenhum propõe que estas pessoas sejam isentas da responsabilização penal. Ela não fala isso. Ela diz que respondamos todos. diante da justiça humana, das leis humanas, mas lembrando que justiça não é vingança. E quando eu desejo matar o outro ou eu desejo que o outro morra porque ele matou um ente querido meu, eu estou querendo vingança. Eu não quero justiça. E para nós espíritas, para todos aqueles que acreditam na imortalidade da alma, não cabe nunca uma sentença de morte. Primeiro, só quem tem a possibilidade de tirar a vida de alguém é Deus, que foi quem a concedeu. Segundo que nós vamos matar apenas o corpo. Nós não mataremos o espírito. E na medida, e quem nos lembra isso são os espíritos amigos, é a literatura espírita. Na medida em que eu tiro o corpo daquele espírito que praticou o mal, ele está livre para praticar o mal sem que ninguém veja, não é? No livro eh Eustáquio, né? 15 séculos de uma trajetória, a história de um espírito, eu já falei aqui várias vezes, mas vou vou repetir. São 15 anos da re da trajetória de um espírito entre encarnar, desencarnar, reencarnar. São 15 séculos. Então, há momentos ele ele adorava uma guerra. era um espírito que tinha, que comungava com as regiões inferiores. Então, ele está numa batalha entre inúmeras das quais ele participa, ele desencarna, ele não vai pro umbral, gente, ele não vai paraas regiões de sofrimento. Ele é imediatamente socorrido pelas regiões
ntão, ele está numa batalha entre inúmeras das quais ele participa, ele desencarna, ele não vai pro umbral, gente, ele não vai paraas regiões de sofrimento. Ele é imediatamente socorrido pelas regiões inferiores para que ele continue o trabalho dele como espírito desencarnado e depois ele vai ter a sua reencarnação promovida pelas sombras. Só depois quando chega um momento em que aí eu não tenho mais condições de escolher porque eu passo por uma encarnação obrigatória, né? Eu não tenho escolha. Os irmãos de luz começam a tutelá-lo para que ele caminhe de maneira diferente. Então, não resolve eu transitar, eu escolher o caminho do Revid. Porque nós estamos falando de espíritos imortais e sem contar que somos todos irmãos. Aqueles que agridem, que batem, que matam, que torturam, que fazem o que fazem. O sol nasce para eles todos os dias, como nasce para quem é bom. Olha só, o ato falha. Eu já ia dizer para mim, desconsiderem, tá? Porque somos todos eh aprendizes da bondade, não é? Estamos tentando fazer com que esta semente divina possa prevalecer sobre a minha animalidade. E é isso. Não adianta eu querer enveredar pelo caminho do revide. Então, estejamos atentos. Quais são os caminhos que eu escolho quando eu vejo o mal pululando? O que que o meu coração me indica? Porque não é essa a proposta de Jesus. Jesus condenou o pecado. Ele não condenou o pecador. Ele socorreu e ele disse: "Vá e não peque-se mais". Ele não disse: "Eu não vou te ajudar porque você já pecou não sei quantas vezes, você já errou e eu sei que não vai resolver nada". Ele se utiliza do amor para resgatar aquela ovelha que estava perdida do seu rebanho. E é esta a proposta que Joana nos faz nesta mensagem. Depois ela diz que nossos registros da animalidade gritam em nossos ouvidos. tentando abafar o impulso das experiências edificantes, como nós falamos agora a pouco. Então, no primeiro momento, é natural que eu sinta muita raiva quando eu vejo a maldade manifesta, né? É natural, mas é, ó, respiro
mpulso das experiências edificantes, como nós falamos agora a pouco. Então, no primeiro momento, é natural que eu sinta muita raiva quando eu vejo a maldade manifesta, né? É natural, mas é, ó, respiro e entreg entrego para quem? Para Deus. Oro por aquele transgressor e agradeço a Deus por não ser eu o agressor. Eh, devemos ter cuidado, sim. Devemos ser vigilantes, sim. Devemos seguir todas as orientações que nos chegam acerca de quando andamos de carro, quando estamos à noite sozinhos caminhando já tarde da noite. Tudo isso é lícito. Não tenhamos a ingenuidade de acreditar que porque estamos em consonância, em sintonia com mais alto, nada nos acontecerá. Não, não se processa desta forma, não é? É como querer estar numa estação de esquis esquiar estando num sol de 40º e um calor de 40º. Não funciona desta forma. Mas somando a minha conexão com mais alto, as minhas orações e o pedido que Deus afaste de mim todo e qualquer mal nos planos da vida, que eu esteja sob a sua proteção constantemente e mais aquilo que eu devo fazer como encarnado, tudo fica mais tranquilo quando a situação nos convidar a fazer com que o impulso das experiências edificantes seja superado pela nossa animalidade. Pensemos um segundo, basta um segundo para fazermos uma escolha diferente. E aí eu vou ler porque é exatamente como está no livro da Joana, somente o amor como medida terapêutica. Terapêutica por quê? Porque estamos doentes do espírito, da alma. Jesus é o nosso terapeuta, não é? O seu amor é o remédio que nos cura de todas essas experiências passadas que quiseram nos endurecer como espíritos amorosos que somos, criados à imagem e semelhança do Pai. Somente o amor como medida terapêutica, possui a solução para as agressões do mal, que temima e alastrar-se por toda parte. levando de roldão aqueles que se permitem carregar. Em momento nenhum ela diz que eu não sou responsável pela escolha que eu faço. Se eu vejo o mal e escolho seguir o mal, é escolha. E eu responderei segundo a minha escolha, não é? Por mais difícil que
Em momento nenhum ela diz que eu não sou responsável pela escolha que eu faço. Se eu vejo o mal e escolho seguir o mal, é escolha. E eu responderei segundo a minha escolha, não é? Por mais difícil que seja, no momento que nós nos deparamos com uma situação terrível de maldade humana em relação a a outros humanos, aos animais, a qualquer coisa que seja, ao planeta, que eu seja capaz de orar por aquele que está mais enfermo que eu. Jesus nos propõe o amor terapia. É isso que ele propõe, que nós sejamos capazes, senão de levantar o caído, mas de não pisar naquele que está caído, de não maldizer aquele que está caído, porque ninguém escolhe o mal o que está bem. Todos nós, em algum momento das nossas jornadas escolhemos o mal porque estávamos adoecidos. E quantos de nós continuam a escolher o mal? Não é porque estamos num centro espírita, numa igreja, num templo qualquer, que deixamos de escolher o mal. Nós continuamos escolhendo, mas podemos deixar de escolher com tanta frequência e podemos usar de caridade, de uma caridade com o outro, que gostaríamos de usar com nós mesmos. Eu vou partilhar com vocês uma situação muito pessoal. Na minha família, nós começamos a ver o erro de uma maneira diferente, quando um de nossos irmãos transgrediu e precisou de socorro. Aí você começa a ver de maneira diferente, às vezes não do tamanho que deveria ser, na medida que deveria ser, mas já é o início. Então, quando nós virmos o mal, que nós nos coloquemos não do lugar da vítima, mas no lugar do algós que está enfermo. Depois ela diz, Joana, sobre o amor, sobre esse prisma, ou seja, sob um olhar compassivo para aquele que erra, para o mal que permeia a nossa vida e que grita e que nos convida a reproduzi-lo, não é? Ela diz sobre esse prisma é justo a perdão, não perdi aqui. Assim, ela está dizendo sobre o aquele que erra, sobre o delinquente. Então, sobre esse prisma do amor terapia, da compaixão, do da solidariedade, ela nos alerta sob esse prisma, ou seja, de eu responder pelo que eu fiz. É justo afastar do meio
rra, sobre o delinquente. Então, sobre esse prisma do amor terapia, da compaixão, do da solidariedade, ela nos alerta sob esse prisma, ou seja, de eu responder pelo que eu fiz. É justo afastar do meio social o delinquente, o infrator, o portador de conduta irregular, a fim de que receba orientação e adquira os valores indispensáveis para a reparação do mal praticado no conjunto humano de onde se afastou. Então, não é aniquilar a pessoa, é fazer com que a pessoa responda perante as leis humanas, mas dando sempre a possibilidade da sua recuperação. E ela finaliza dizendo o seguinte: "O amor não acusa, corrige, não atemoriza, ajuda, não pune, educa, não execra, edifica, não destrói, salva. Escolhamos o caminho que nós queremos, nos lembrando que se hoje eu sou o acusador, amanhã eu poderei ser o acusado. E lembrando que o amor é modelo de ação, o julgamento é prisão, o julgamento humano. Que os nossos olhos sejam os olhos do Cristo, daquele que consola, daquele que que acolhe, daquele que recupera, não é? Daquele que vai buscar o que sofre, não o que está feliz, que vai buscar o que erra. Não, o que está na luz, não é? O momento é urgente. Então eu peço, meus amigos, meus irmãos, que todos nós juntos escolhamos o bem, escolhamos a luz. E essa escolha só se pode dar se eu vir o mundo com os olhos do espírito e não da carne. Que Jesus derrame sobre nós as suas bênçãos e que possa nos inspirar para que a nossa conexão se faça sempre com as forças do bem. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. E passemos agora ao passe virtual. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música] espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,
ica] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música] espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no [música] sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou.
desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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