FAZER TUDO PARA TODOS - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Amigos, é sempre uma alegria estarmos juntos nesta harmonização diária. Quando podemos tirar alguns minutos para refletirmos sobre as palavras de Jesus, sobre o seu evangelho, sempre com muita alegria, com muita leveza, com muito bom humor, porque a vida já nos convida a ficar ranzinzos, né? A ser ranzinzas. Então, não dá. a gente tem que est leve para falar sobre Jesus, porque Jesus era a alegria personificada. E hoje nós vamos eh tomar como norte uma passagem do Paulo lá na carta aos Romanos, no capítulo 13, versículo 7, quando ele diz assim: "Olha, dai a cada um que é lhe é devido, a quem tributo, tributo. A quem imposto, imposto. A quem temor, temor. A quem honra, honra. E o nosso comentário passa pela visão muito carinhosa e muito aprimorada do espírito Ramed no livro A busca do melhor pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto. É a mensagem fazer tudo para todos. A própria mensagem já nos convida, o próprio título já nos convida a uma reflexão. Como é possível fazer tudo para todos? Não é possível, não é? Então, nós temos que estar atentos quando nós nos dispomos a ajudar alguém, como é que vai ser este auxílio? Qual a medida desse auxílio? Então, a primeira coisa que o Ramed nos fala, nos alerta, é que ajudar alguém não é controlar-lhe a vida. Então, eu não posso condicionar o meu auxílio, a minha ajuda a decisões que não me pertencem. Eu não tenho que, como falando português bem bem popular, eu não tenho que dar pitaco na vida de quem eu tô ajudando, não é? Eu oferto o meu auxílio, me coloco à disposição da pessoa, mas sem interferir absolutamente em nada da sua vida. Quando eu tava estudando esta lição do Ramed, me veio muito à mente a relação de pais e filhos, porque geralmente o o sentimento materno e paterno é aquele de querer dar tudo para os filhos, de tomar a decisão sobre tudo para os filhos, de se antecipar aos fatos. E Ramed nos faz muitos alertas. sobre esta questão. Então, primeira, não é tomar as rédeas da vida do outro, não é controlar a vida do outro, é ajudar e
tudo para os filhos, de se antecipar aos fatos. E Ramed nos faz muitos alertas. sobre esta questão. Então, primeira, não é tomar as rédeas da vida do outro, não é controlar a vida do outro, é ajudar e tão somente ajudar, não é? O próprio André Luiz, ele sempre nos lembra que nossa ajuda deve ser o ter como lema ajuda e passa. Depois ele nos coloca que estender a mão ao outro não é fiscalizar-lhe ou espreitar-lhe a vida. Como nós fazemos isso, não é? Como nós no nos descuidamos nesta observação que deve estar sempre presente. Eu não posso fiscalizar, não devo fiscalizar a vida de ninguém, não posso e nem devo ficar espreitando a vida de ninguém, não é? Imagine-se no atendimento fraterno que a comunhão oferta a quem está em sofrimento, seja presencial ou online, eu fosse eu fosse especular, não é? Aí a pessoa chega lá, não, mas é porque eu tô numa crise do casamento. Ah, mas por que que você tá numa crise do casamento? Que que você fez? Que que seu marido fez? [risadas] Então, a ajuda se perde quando eu sou invasivo em relação ao outro. Porque pedir ajuda já é um processo difícil para nós. Nós que trazemos o orgulho ainda tão arraigado no nosso processo de aprimoramento. É algo que não é uma chaga, como nos lembra Paulo, o apóstolo Paulo. Eu tenho que Juliana, olha, eu tô te ligando porque eu tô precisando muito de uma ajuda. Você pode me dar? Posso. Que que você quer que eu faça? Só isso, não é? Então, não é não é possível fazer tudo para todos, mas é possível fazer muito para muitos, desde que eu saiba respeitar o limite do outro. Quando eu peço ajuda, eu não abro as portas da minha vida para a interferência de ninguém. Eu abro abro uma frinha que é o quê? que é o meu sofrimento que é muito, é muito, é significativo. Depois Ramed nos diz que a linha entre a caridade cristã e a capacidade e a intromissão na capacidade do outro de resolver seus próprios problemas é muito tênue. E aí eu me lembro de uma colocação, eu sou muito afoita nessa questão de ajudar, parece que eu que eu vou
dade e a intromissão na capacidade do outro de resolver seus próprios problemas é muito tênue. E aí eu me lembro de uma colocação, eu sou muito afoita nessa questão de ajudar, parece que eu que eu vou resolver tudo e tudo e para todos, não é? Eu costei a entender que a vida não comportava isso e que muitas vezes eu ultrapassava essa linha tênuei entre a ajuda cristã e a invasão, a maneira, uma atitude invasiva. E aí eu conversando sobre isso com a minha sobrinha, que me aconselha muito, que me ajuda muito e que me dá umas eh me faz assim umas uns alerta que alertas que funcionam perfeitamente para quando eu fico reflexiva, como eh quando eu li essa mensagem aqui do Ramed, eh quando eu tomo para mim o que é do outro, sofrimento do outro. Qual é a mensagem que eu estou passando para ele? Eu estou passando a mensagem de que ele não tem competência para resolver os seus próprios problemas. Então, quando eu me antecipo aos problemas do meu filho e já vou resolver e já tomo todas as as decisões e já eh eh boto em ação tudo que deve ser feito, eu tô dizendo a ele assim: "Olha, você não tem competência para resolver os seus problemas, então eu vou resolver." E muitas vezes a gente não percebe, a gente fala que é amor, né? Não, mas eu amo muito fulano, beltrano e então eu quero resolver. Sim, mas onde é que nós aprendemos as lições necessárias para o nosso adiantamento nestes desafios? é quando eu me deparo com situações de conflito que exigem da minha parte uma tomada de decisão. E essa tomada de decisão pode ser uma coisa muito simples, como meu filho ter tido um problema na escola, um problema com um colega ou uma decisão sobre seu mundo ou não de país, não é? Então, estejamos com olhar afiado para esta linha. Ajuda cristã, atitude invasiva. Quando eu me coloco à disposição do outro, eu preciso sempre deixar claro pelos meus gestos, pelas minhas atitudes, que eu confio na capacidade dele de resolver as suas questões. Mas que eu estou ali por quê? porque ele precisou, ele demandou a minha presença ou não,
claro pelos meus gestos, pelas minhas atitudes, que eu confio na capacidade dele de resolver as suas questões. Mas que eu estou ali por quê? porque ele precisou, ele demandou a minha presença ou não, mas eu confio na capacidade da pessoa. Então eu oferto o quê? Eu oferto a minha colaboração, eu oferto o meu amor, a minha caridade, sem que isso signifique eu ter uma atitude de mando sobre a vida e a decisão da pessoa. E tem uma outra coisa muito importante que via de regra nós não percebemos que é eu dou a minha sugestão, a pessoa me pede a sugestão, eu dou a minha sugestão, não é o meu conselho, mas a pessoa não tem que fazer aquilo que eu sugeri, muitas vezes a gente se zanga, não vou ajudar mais não, porque você fala, a pessoa não te ouve, a pessoa não te ouve significa ela não fez aquilo que sugerid, mas sugestão já pressupõe apenas uma alternativa a mais para aquela pessoa. Não pressupõe que ela tem que ela tenha que adotar aquilo que eu sugeri, porque até para fazer a caridade, meus amigos, nós precisamos ser muito humildes. Olha, talvez eu não tenha condições de te ofertar o que você tá me pedindo ou que você espera de mim, mas eu estou aqui. Conte comigo para tudo, em qualquer situação. Depois Ramédia continua a nos dizer que muitas vezes as nossas atitudes de ajuda, de auxílio, trazem consigo de uma maneira às vezes indireta, subliminar, mas em outras de uma maneira muito assertiva, muito clara. a minha postura de querer corrigir o outro e reprimir comportamentos, né? Eh, lendo essa mensagem, eu me vi em todos os itens [risadas] quando eu for ajudar alguém. Muitas vezes eu nem verbalizo o que eu tô pensando diante do auxílio, mas quando eu vou embora, aquilo fica fervilhando na minha cabeça. Poxa, mas a pessoa me pergunta o que que é bom para para sei lá, para pra gripe e eu indico lá um chá de limão com alho e a pessoa não toma e depois me liga e fica reclamando que não melhorou da gripe. Não tô falando que é para tomar chá de limão com alho, não, viu, gente? Foi só aqui
indico lá um chá de limão com alho e a pessoa não toma e depois me liga e fica reclamando que não melhorou da gripe. Não tô falando que é para tomar chá de limão com alho, não, viu, gente? Foi só aqui um trocadilho. Eh, mas eu não tô ali para exigir mudança de comportamento de ninguém. Nós não estamos. E ajudar desta forma tão desapegada é o sentido maior da caridade e de eu perceber que eu não posso dar tudo a todos. Eu não tenho essa condição. Da mesma forma como quando eu peço ajuda, eu também não vou encontrar em uma pessoa tudo aquilo de que eu preciso, não é? Nós crescemos na diversidade de opiniões, de perspectivas, de visões de vida que nos ofertam construir um mosaico de perspectivas que sejam boas. Porque eu posso, voltemos o nosso pensamento para Deus. Quem é que pode resolver tudo de uma hora para outra em qualquer tempo da nossa vida? Só Deus. E nem ele faz isso. Ele não faz porque ele respeita o nosso livre arbítrio. Mas se ele quiser, ele faz, não é? Ele vai lá e tira aquele conflito da minha vida porque ele é soberano, mas nós não temos essa capacidade. Então, fazer a caridade é também me desprender de qualquer condição para que a caridade seja feita. Não, eu não vou dar dinheiro pro menino que tá no estacionamento. Não, não vou dar porque eles fazem isso, fazem aquilo, faz aquele outro. Gente, é caridade. Caridade não não vem com um atestado de bons antecedentes para eu fazer a caridade. Eu faço e passo, não é? Então eu não tenho que ficar criticando nem exigindo mudança de conduta daquele que rogou auxílio. Por isso que o nosso lema lá no atendimento fraterno, na comunhão, é a escuta amorosa. É isso. é ouvir o que o outro quer dividir conosco, precisa dividir conosco e ser amoroso com o outro. Depois, Ramed nos fala que nós, apesar de todas as nossas limitações morais, nós queremos mudar quem amamos, especialmente membros da família. Olha, eu confesso que Ramed pegou pesado nessa mensagem. Pegou porque quem de nós não quer mudar o outro? Todos. Ou a grande maioria? Isso tá
remos mudar quem amamos, especialmente membros da família. Olha, eu confesso que Ramed pegou pesado nessa mensagem. Pegou porque quem de nós não quer mudar o outro? Todos. Ou a grande maioria? Isso tá certo? Não, eu não mudo ninguém. O outro só se modifica por um desejo interno, por um impulso interno. Não é porque eu disse a ele isso, aquilo ou que ele devia fazer isso ou aquilo. Então eu vou ajudar, eu vou me colocar à disposição, mas eu vou exigir mudança do outro. Não. E por isso nós sofremos. E muitas vezes deixamos de ajudar quem sofre. Eu estou falando isso primeiramente para mim, hein? Primeiramente para mim. Deixamos de ajudar aquele irmão que está limitado na sua compreensão naquele momento, porque queremos condicionar a nossa ajuda, a nossa presença, o nosso amor a uma transformação dele segundo a nossa perspectiva, segundo o nosso olhar da vida. E é isso, é ajudar na medida das nossas possibilidades sem por condição. Por quê? na medida das nossas possibilidades, porque nós trazemos ainda muitas dificuldades para o exercício da caridade. Paulo nos fala, o apóstolo, que a caridade é o amor em ação. Mas eu não tenho esse amor ainda, eu estou construindo. Então, eu faço a caridade no meu estágio de compreensão, porque me disseram que é bom para mim. Não é? Acima de tudo é bom para mim. Então não é porque eu sou movida por esse impulso do amor ao outro. Mas já é ótimo. Se eu saio da minha zona de conforto, do horário que eu tenho disponível para servir ao outro, mesmo que eu não tenha construído ainda esse amor de que Paulo nos fala, já é bom demais. Eu preciso é começar. Então, se eu ajudo ainda com crio de censura, de crítica, de julgamento, tá valendo. Eu posso melhorar, eu posso ir observando esse meu crio e trabalhando, não é? Porque a partir dessa percepção eu vou sacando que não dá. Eu não posso condicionar a caridade a nada, a não ser um desejo enorme de servir na seara de Jesus. Jesus não condicionou a sua ajuda a ninguém, a nada. Ele não exigiu que
o eu vou sacando que não dá. Eu não posso condicionar a caridade a nada, a não ser um desejo enorme de servir na seara de Jesus. Jesus não condicionou a sua ajuda a ninguém, a nada. Ele não exigiu que ninguém se reformasse intimamente porque ele sabia que não era possível. Ele não fez tudo para todos. Não fez. Porque ele sabia que cada um estava num momento diferente da sua evolução. E quando ele nos traz o seu evangelho, a coisa mais linda que nos chegou, ele fala de uma maneira ampla, profunda, mas ampla, convidando cada um a sua reforma, mas no seu tempo. Ele não disse para Pedro: "Olha, Pedro, se você não fizer o que eu tô falando, eu não te quero como o discípulo mais não." Ele não fez isso, pelo contrário, não é? Ele sabia que Pedro iria negá-lo e continuou amando aquele discípulo e entendeu as dificuldades daquele homem rude numa experiência carnal. Não condicionou. O que ele dizia para aqueles que ele curava era: "Vá e não peques mais". Ou seja, não persista no erro, porque se você persistir no erro, você não vai mudar seu campo. E se você não mudar seu campo, as mesmas coisas continuarão a acontecer. Ramed nos lembra também que querer ajudar a todos fazendo tudo é uma causa de depressão e de tristeza profunda. Porque eu esqueço de mim, não é? Eu não posso cuidar do outro se eu não cuidar de mim. Não posso. A caridade ela perpassa a minha experiência. Então, eu me ajudo, eu me torno uma pessoa melhor, eu me proponho a me tornar uma pessoa melhor e aí eu expando esta noção de ajuda, de caridade e ela vai para o outro. Porque senão cada vez que eu ajudar e que eu não perceber nenhum tipo de retorno, eu vou me frustrar. E aí eu não vou conseguir servir ao mestre Jesus. Não conseguirei. Depois Ramed fala que, e aí ele foi bem assertivo, ele diz o seguinte, que nós podemos oferecer o nosso braço para aquele que está sofrendo e que está se sentindo fragilizado, mas nós não podemos pegar o braço dele e levá-lo na direção que nós acreditamos ser a correta, ser a melhor para ele.
er o nosso braço para aquele que está sofrendo e que está se sentindo fragilizado, mas nós não podemos pegar o braço dele e levá-lo na direção que nós acreditamos ser a correta, ser a melhor para ele. E no nosso ritmo não posso. Imaginemos as casas que trabalham com socorro, não só espiritual, mas material, não é? Com trabalhos eh sociais. Se essas pessoas fossem atrelar a sua permanência no trabalho ao sucesso de trabalho. Não, olha, eu tô te pegando aqui, mas a partir de hoje você não vai mais fazer nada do que você faz. Está aqui o o estão aqui as regras e você para para ter a minha ajuda, você vai ter que seguir essas regras. E se você não seguir, eu vou te pegar pelo braço e vou te levar de jeito nenhum. Não é essa a proposta de Jesus, não é? Porque caridade pressupõe respeito, pressupõe eu ter um olhar para o outro de compaixão. Pressupõe eu me colocar no lugar dele. E quando nós estamos sofrendo ou quando nós erramos, nós não queremos ouvir nenhum tipo de censura, não é? O Edivaldo fala, e eu sempre repito aqui, que o problema do erro não é de quem observa, é de quem comete. Então eu ajudo, eu me coloco presente, mas eu não pego o braço e levo. Não, não é esse o meu papel, não é? Isso é desrespeitoso. O que o outro quer apenas é um ombro onde ele possa recostar a sua cabeça, uma palavra de consolo sem julgamento, sem aferição de valores, tá? Não, só olha, eu tô aqui com você. Porque quando nós erramos e dividimos o nosso equívoco com alguém e esse alguém nos ouve e apenas apenas nos diz: "Eu estou com você". Isso já nos cura da culpa que muitas vezes nos paralisa, já nos possibilita tomar a responsabilidade do erro. e prosseguir, que é o que nos cabe. Se nós formos ficar remoendo tudo que nós fazemos de errado, nós não vamos a, nós não iremos a lugar nenhum, porque a nossa vida é como uma onda do mar. Vai, volta, vai e volta. E a aprendizagem se dá neste ritmo, não é? Mas cada vez que vai, que volta, limpa, porque muda o meu desejo, me faz ver e viver algo que é, eu não quero mais cometer os
o mar. Vai, volta, vai e volta. E a aprendizagem se dá neste ritmo, não é? Mas cada vez que vai, que volta, limpa, porque muda o meu desejo, me faz ver e viver algo que é, eu não quero mais cometer os mesmos erros, os mesmos equívocos. Ramed também nos diz que muitas vezes nós queremos tomar a frente dos problemas dos outros porque queremos ser aceitos, queremos ser validados, queremos ser considerados bons. E aí nós invertemos a coisa, nós queremos passar pelo crio daquelas pessoas e isso não vai acontecer. Com ou sem sofrimento, eu não posso condicionar a minha caminhada a validação de ninguém, a não ser das leis de Deus. Não é por quê? Porque o outro tem um olhar para mim criado dos seus preconceitos, dos seus valores, dos seus equívocos, dos seus atrasos morais. da mesma forma que eu. Então, não entremos nesta armadilha de querer ser bom para ser validado pelo outro. Basta nos lembrarmos de Jesus que era bom. Ele não queria ser, ele era bom. Ele é bom. E ele não foi validado por nós em momento nenhum. Ele foi validado, não é? E ele continuou o seu apostolado com a mesma alegria, com a mesma certeza e com a mesma responsabilidade. E aí Ramed termina com uma coisa linda, linda, que ele diz assim: "Olha, a verdadeira liberdade, a verdadeira caridade, vou começar, a verdadeira caridade liberta. O excesso de ajuda aprisiona ambas as pessoas, aquele que dá e aquele que recebe. Olha que coisa linda. Eu não quero fazer a a caridade para tornar ninguém refém da minha caridade. Pelo contrário, a proposta do Cristo é: façamos o bem por onde passarmos e continuemos com a nossa caminhada. seguindo os nossos desafios, a nossa aprendizagem ou traduzindo tudo isso aí, voltando lá em André Luiz, serve e passa, que é o que deve nos nortear. Então, meus amigos, eu peço a Jesus, esse mestre tão querido, que serviu, mas não passou, porque ele continua conosco e continua a nos ajudar. Que ele derrame sobre todos nós as suas dúzidas vibrações, que restitua o nosso po ânimo, a nossa
e mestre tão querido, que serviu, mas não passou, porque ele continua conosco e continua a nos ajudar. Que ele derrame sobre todos nós as suas dúzidas vibrações, que restitua o nosso po ânimo, a nossa esperança, que abençoe os nossos esforços, não é? Isso é importante e que acima de tudo que ele permita que sejamos multiplicadores das bênçãos que ele nos dispensa hoje e sempre. Muito obrigada pela atenção de vocês e que ele permaneça, que Jesus permaneça conosco. Glória a Deus das alturas, paz da terra. a toda a humanidade. Fiquem com Deus e passemos agora ao passo virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do
e me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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