TEMA LIVRE - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/02/2026 (há 1 mês) 44:51 367 visualizações

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Transcrição

Doando amor, [música] vibrando luz. Irmãos e irmãs, rendamos graças a Jesus por mais uma oportunidade de nos encontrarmos aqui em seu nome, sempre com o coração aberto para a mensagem que Jesus nos oferta a partir do seu evangelho. Hoje a nossa conversa, o nosso bate-papo passa pela primeira epístola de de Paulo aos Tessalonicenses. É interessante como Paulo se esforçou sobre maneira para não só viver na sua integralidade a palavra de Jesus, mas para mostrar aos outros que aquele evangelho que começava a se edificar era algo transformador na vida de todos que o abraçavam. Então Paulo faz essa viagem a Tessalônica, que ficava na Macedônia, não é, na Grécia, ele vai junto com Timóteo e Silas ou Silvano, para a partir desta visita edificar um núcleo cristão na Tessalônica. Mas como Paulo vivia fugindo das perseguições, ele fica muito pouco tempo com Timóteo e Silas, porque eles precisam fugir, uma vez que os judeus da Tessalônica estavam querendo pegar Paulo literalmente. Mas Paulo via na pregação aos gentios uma um terreno fértil para a divulgação da palavra de Jesus. Por quê? Porque os gentios, eles eram considerado pagãos, não é? Eles cultuavam vários deuses, mas já estavam cansados daquele culto que talvez nem entendessem muito bem como é que se processava. eh esse culto e Paulo, tendo abraçado, se alimentado do evangelho de Jesus, mesmo contra a vontade de vários dos apóstolos, começa a buscar essas pessoas sofridas que estavam mais ou menos no limbo porque não eram judeus, mas também não eram romanos. não é? E aí, eh, sentiam falta de algo mais que pudesse sustentá-los na caminhada. Então, Paulo, a partir desta viagem, a Tessalônica, é que ele começa a divulgação do evangelho de Jesus na Europa a partir desta semente que é plantada ali e a partir também de todas as dificuldades eh enfrentadas por aqueles que queriam abraçar o cristianismo primitivo, Paulo tem que se fazer presente, não em corpo porque não podia, mas através das suas epístolas, que era um verdadeiro bálsamo para

enfrentadas por aqueles que queriam abraçar o cristianismo primitivo, Paulo tem que se fazer presente, não em corpo porque não podia, mas através das suas epístolas, que era um verdadeiro bálsamo para aqueles que lutavam arduamente para manter um núcleo não só de conforto espiritual para aquelas pessoas que sofriam, mas também de amparo material. Lembrando que a proposta de todos os os apóstolos e desses núcleos que foram construídos era que todos se autosustentassem. Então, ninguém escorava em ninguém. Todo mundo se esforçava para produzir e para sobreviver. Mas é interessante também nós pensarmos que os núcleos eram tão pobres e no entanto, conseguiam fazer caridade, conseguiam abraçar tantas pessoas necessitadas do pão material. Paulo já tinha vindo de Corintos, de Corinntios não, de Filipos, porque tinha sido perseguido lá. e depois vai caminhar, vai se dirigir a a a Corinto para levar a sua o seu consolo, não é? para aqueles que estavam em sofrimento. Eles não ficaram muito tempo, né, conforme eu disse lá em Tessalônica, mas foi tempo suficiente para criar esse pequeno núcleo e para que este núcleo ficasse sob a supervisão dos eh envolvidos na divulgação do Evangelho de Jesus. Quando a gente ouve dizer que Paulo é o apóstolo dos gentios, se nós trouxermos para o nosso dia a dia, para o hoje, o hoje, quem seriam esses gentios, não é? Provavelmente nós não nos colocaríamos entre esses gentios. abraçamos uma fé que é a fé eh espírita ou o cristianismo. Tentamos viver na medida das nossas possibilidades e das nossas forças a proposta do Evangelho de Jesus. Nos sentimos protegidos, sustentados, alimentados por esta fé e tentamos vivenciá-la nesta casa de socorro. espiritual. Porque viver o cristianismo, o evangelho de Jesus fora de um templo ainda requer muito de nós um desprendimento de registros antigos que nós ainda não temos, não é? Quando a espiritualidade nos diz, Kardec também nos fala, o evangelho nos lembra que nós estamos muito mais próximos da animalidade

desprendimento de registros antigos que nós ainda não temos, não é? Quando a espiritualidade nos diz, Kardec também nos fala, o evangelho nos lembra que nós estamos muito mais próximos da animalidade do que da angelitude. É para mostrar que esta essas tendências que nós trazemos de eras anteriores, tendências que ainda refletem o nosso estágio muito pequenininho do ponto de vista moral, essas tendências se manifestam de uma maneira muito acentuada na nossa caminhada atualmente, mas abrigados pelo evangelho de Jesus, por essa doutrina que propõe uma fé raciocinada, provavelmente nós que aqui nos encontramos, encarnados e desencarnados, não nos incluiríamos entre os gentios. Mas se ampliarmos a compreensão, nós vamos ver que não nos incluímos entre os gentil gentios, mas talvez nos consideremos fariseus. Basta vermos o que acontece hoje no mundo, não é? Hoje mais uma guerra entre Afeganistão e não vou me lembrar qual é o outro país agora. Qual? Paquistão surge a partir 10 destes registros da nossa animalidade e um registro muito forte que é o poder, não é? brigávamos lá pelo território quando não tínhamos o domínio da nossa razão e trazemos esse registro de acreditar que precisamos continuar brigando pelo nosso território. Esquecemos que Jesus nos disse que o reino de Deus não era neste mundo aqui. E aí eu endereço o meu olhar para o outro com uma posição, eu que já abracei uma fé de que estou salva, não é? Então, aquele que não abraçou ainda uma fé qualquer que seja ela, não está salvo ou não abraçou Jesus, está excluído do processo de regeneração. E nós sabemos que o fato de entrarmos na doutrina espírita, de abraçarmos o evangelho de Jesus, só mostra a nossa disposição de nos melhorar. Mas não mostra que já nos melhoramos, mas já é um primeiro passo, já é um pontapé inicial, não é? E esses gentinhos são todos aqueles hoje que não comungam das nossas ideias. Por isso o mundo, o planeta, a humanidade vive um momento crítico, porque cada um quer fazer prevalecer a sua visão de mundo.

esses gentinhos são todos aqueles hoje que não comungam das nossas ideias. Por isso o mundo, o planeta, a humanidade vive um momento crítico, porque cada um quer fazer prevalecer a sua visão de mundo. Quando Jesus nos diz que somos todos irmãos, ele não estava dizendo que nós éramos adotados. Somos irmãos verdadeiramente, não de sangue, mas de divindade. Até porque, irmão, de sangue muitas vezes é um enorme desafio. Há famílias que trazem no seu bojo profundos resgates. Quando falamos de família de sangue, estamos nos iludindo por esta vida que é a vida da carne. Não somos irmãos de sangue de Jesus, não é? Bom, não que eu saiba, eu não sei da minha árvore genealógica e, portanto, não posso dizer que eu tenha sido em algum momento das minhas encarnações parente de Jesus. E o que ele fala? Ele pergunta: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" Então Paulo vai atrás daqueles que estão à margem do caminho, que não alcançaram ainda um consolo que fosse além da visão dos olhos da carne. E hoje quando nós buscamos ajudar qualquer um, absolutamente qualquer um que sofre, nós estamos fazendo o percurso que Paulo fez com uma grande diferença. Paulo sofreu literalmente na própria pele a sua conversão. Nós não sofremos. Consideremos que viemos da fé católica. Quase todos nós viemos da fé católica, não é? E depois escolhemos caminhos diferentes. Alguns escolheram espiritismo, outros escolheram o protestantismo, outros escolheram a Umbanda, outros escolheram o candomblé ou o budismo, mas continuamos unidos pela semente da nossa divindade. E aí buscar o outro quer dizer, abra mão desses desses registros tão sérios ainda, mas que nos mantém presos no lugar em que nós estamos. Isso aí é ser alegre caminhando com Jesus, é a alegria com Cristo. Porque Jesus sai buscando aqueles menos favorecidos. Nós temos um trabalho aqui dia de sexta-feira, que é o projeto Mãos Estendidas, vocês já conhecem, que tem como objetivo, como alicerce o amparo a irmãos e irmãs em situação de rua. Quando nós vemos hoje o tamanho do

balho aqui dia de sexta-feira, que é o projeto Mãos Estendidas, vocês já conhecem, que tem como objetivo, como alicerce o amparo a irmãos e irmãs em situação de rua. Quando nós vemos hoje o tamanho do projeto, né, a dimensão que o projeto tomou, nós não temos ideia do que foi demandado para que se se chegasse ao que se tem hoje. E eu não estou falando só do ponto de vista material, porque é um projeto caro, mas é acima de tudo do ponto de vista da nossa moralidade. Porque por incrível que pareça, muitas pessoas não queriam esse projeto aqui. Não queriam. Ou seja, não vamos buscar os gentios, trabalhemos só com os fariseus. Os receios eram legítimos, eram, né? Não se sabia quais as pessoas que que viriam aqui à casa. O projeto tava engatinhando, mas apesar de todos os atropelos, de todas as dificuldades, assim como Paulo fez guardadas as devidas proporções, o projeto foi vivendo uma sexta-feira de cada vez para chegar ao que hoje nós temos na casa, que dá segurança não só para aqueles atendidos que aqui chegam, mas também para todos os trabalhadores. que se engajaram no projeto. Um outro centro espírita de Brasília não conseguiu levar adiante. E não conseguiu, não era por causa da questão financeira, porque a mas sim porque a maioria dos membros não quis correr nenhum risco do ponto de vista da sua integridade física. E aí, qual é o recado que nós passamos quando abrimos mão de trabalhar com os gentios, que a nossa fé ainda é frágil? Porque o trabalho não é nosso. O trabalho é do Cristo, é da espiritualidade. Se eu não confio na ação da espiritualidade, eu não posso encampar absolutamente nada aqui. Se eu não confio na alegria que eu terei por caminhar com Cristo, com Jesus, eu não vou ter confiança em nada. Paulo sempre nos lembra nessa primeira epístola aos Tessalonicenses que há três aliceces indispensáveis para servir ao Cristo. O amor, a fé e a esperança. Sem esse tripé, não há nenhum serviço que se sustente aqui no planeta encarnado, que possa socorrer aqueles que sofrem.

três aliceces indispensáveis para servir ao Cristo. O amor, a fé e a esperança. Sem esse tripé, não há nenhum serviço que se sustente aqui no planeta encarnado, que possa socorrer aqueles que sofrem. Amor para que eu possa vencer os próprios preconceitos, não é? fé para que eu saiba que a intercessão divina e a intercessão de Jesus se faz de maneira permanente e esperança para quando os casos, quando situações de sofrimento chegarem, eu ter a certeza de que essas situações são passageiras. Então, lembremo-nos sempre desse tripé quando estivermos desanimados, especialmente no trabalho ao bem, porque não iremos abrir mão do nosso trabalho. Paulo sempre lembra nas suas epístolas que as atribulações, que as tribulações iriam acontecer sempre. Naquela época, os apóstolos usavam um meio de transporte muito saudável, que era a caminhada. Às vezes caminhavam mais de 500 km e atravessava rio, ia pelo mar, tudo para levar a palavra de Jesus. Hoje nós estamos aqui ao vivo trazendo a palavra de Jesus para o mundo. E eu não preciso nem sair do lugar. Não só não preciso sair do lugar como ninguém imagina o quanto eu sou baixa. Porque eu me lembro que quando eu vim fazer uma palestra aqui, a minha preocupação era se as pessoas iriam me enxergar, não é? E mesmo assim a palavra de Jesus chegando a todos os lugares que nós possamos imaginar ou e não imaginar também, muitas vezes nós não queremos fazer esse trabalho, não é? Então, o que é a alegria para nós hoje no mundo atual? Como é quando eu penso, se eu chegasse aqui e dissesse para vocês, pensemos agora em algo que nos dá alegria. Aí nós poderíamos falar: "Ter saúde é verdade, não passar privações também é verdade. Ter uma família também é verdade. E aí nós vamos enumerando e vamos vendo o quanto Deus é generoso conosco. Mas afa tudo isso há uma alegria muito maior, que nem ter saúde, nem ter dinheiro, nem ter família é capaz de sobrepor, se sobrepor, que é servir em nome dele. E não é dar a vida no seu sentido estrito, não é? porque estamos longe dessa

to maior, que nem ter saúde, nem ter dinheiro, nem ter família é capaz de sobrepor, se sobrepor, que é servir em nome dele. E não é dar a vida no seu sentido estrito, não é? porque estamos longe dessa possibilidade. Mas mas é abrir o meu coração para entender que passamos por momentos de transformações profundas e que daqui a pouco todos os referenciais que nós temos de sociedade estabelecida precisarão ser repensados. Nós temos uma grande oradora, uma grande estudiosa da doutrina, que é a Ana Teresa Camasmi. Ela esteve recentemente aqui na comunhão e eu vendo uma palestra dela e ela dizendo o seguinte: "Nós, trabalhadores do atendimento fraterno, das casas espíritas, precisamos discutir como tratar pessoas que chegam às casas espíritas e você não consegue saber a que gênero ou com qual gênero ela se identifica. E é uma verdade. Esse aí é só um exemplo pequeno das transformações pelas quais nós estamos passando. Então eu recebo no atendimento fraterno. E se eu não estiver alegre com Jesus, com o trabalho que ele me convidou a fazer, eu não saberei e não estarei aberta para atender essas pessoas que chegam aqui, porque o meu preconceito ele se sobreporá à minha alegria de estar ali ofertando as minhas possibilidades para Jesus, não é? Então, nós vamos ter que saber como é que eu me dirijo aquela pessoa por ele, por ela ou você gostaria que eu me dirigisse a você como não é isso num primeiro momento pode parecer assim: "Meu Deus, o mundo está perdido". Não, o mundo está encontrado. Porque agora não condicionamos mais a nossa percepção de humão, de irmão, a nenhuma característica externa. Então, se chega alguém lá de fora que está sujo, que está em condições difíceis e diz assim: "Eu quero tomar um passe", que nós não viremos a nossa cara porque a pessoa tá suja ou que nós não tenhamos medo da pessoa, não é? Não dá para eu servir mais ou menos a Jesus. Não dá para eu ser mais ou menos feliz com Jesus. Então, todas essas tribulações, todas elas chegarão para nós em algum momento, se é

edo da pessoa, não é? Não dá para eu servir mais ou menos a Jesus. Não dá para eu ser mais ou menos feliz com Jesus. Então, todas essas tribulações, todas elas chegarão para nós em algum momento, se é que já não chegaram, mas temos uma condição que nos permite buscar todos esses irmãos sem nenhum tipo de condição. Nós temos em determinados momentos que pegar a nossa ideologia como espíritos imortais. Eu não estou falando de ideologia de partido político, pelo amor de Deus. Ideologia é aquilo que me caracteriza, que me formou em termos de ideia de sociedade nas minhas várias encarnações, não é? Então, por exemplo, se eu vi homem muitas encarnações, eu vou ter registros de condutas culturais que ainda revelam essa minha condição. Nós vemos muito isso na obra de Emanuel, muito um espírito altamente evoluído, não é? Então, eu me colocar aberto para este auxílio é mostrar para mim mesma, não é para ninguém que eu quero seguir a proposta do evangelho de Jesus. Paulo lá nessa mesma epístola, ele diz o seguinte: Exortamos, exortamos, irmãos, admoestai os indisciplinados. Reconfortai os pusilânimes, aqueles que erram, que caminham no erro. Sustentai os fracos. Sede paciente com todos. Vede que ninguém retribua o mal com o mal. Procurai sempre o bem uns dos outros e de todos. Então, não é só de quem eu gosto, não é só de quem professa a fé que eu professo, não é só de quem, não é? Escolhe o que eu escolho, que transita por onde eu transito. Eu estava ontem cortando meus cabelos que estavam enormes. Eu fui ontem ao salão e aí estamos lá conversando num ambiente super agradável, os rapazes são muito agradáveis. E entrou o senhor, perguntou pelo funcionário do salão que estava no seu horário de almoço. E aí o pessoal falou: "Olha, ele está no horário de almoço dele". Aí ele falou assim: "Como assim no horário de almoço já passavam das 2 horas? Mas isso não é mais horário de tá almoçando. Vão pegando, nós vamos pegando a nossa ideologia, a ideologia que abraça e a ideologia que exclui. A ideologia

o horário de almoço já passavam das 2 horas? Mas isso não é mais horário de tá almoçando. Vão pegando, nós vamos pegando a nossa ideologia, a ideologia que abraça e a ideologia que exclui. A ideologia que abraça, que é alegre com Cristo. ideologia que exclui que está doente do Cristo, não é? E aí ele começou a falar, reclamar, porque o rapaz estava no horário de almoço. Beleza? Não satisfeito, ele disse assim: "Vai ver." E aí criou-se um, né? quebrou a harmonia que estava lá e criou-se um desconforto. E aí ele começou a descrever este rapaz que eu não conheço almoçando como um pobre. Ele falou assim: "Eu imagino fulano de tal almoçando, almoçando como os pobres almoçam. E o pior é que o jeito que ele descreveu como o pobre almoça sou eu. Eu fiquei morta de vergonha. Ainda bem que ele não me conhece, não é? Aquela pessoa que come muito, que bota muita coisa no prato. E aí eu fiquei pensando que interessante, não é? Eu ter uma imagem de quem é pobre. pela forma como ele come. Então, vejam como nós precisamos caminhar com Jesus, trabalhar para Jesus, para que esse homem velho não prevaleça sobre o homem novo, para que eu quando vou buscar aquele que me atende com seu trabalho, eu diga: "Nossa, que bom que ele tá no horário do almoço". dele. Eu espero, não tem problema. Pelo menos ele tá dando uma descansada, não é? Para que eu não rotule, porque cada vez que eu coloco um rótulo no outro, eu o excluo. E Jesus não excluiu ninguém. Se Jesus chegasse aqui agora, tomasse o meu lugar aqui, ele poderia, a começar por mim mesma, pegar vários rótulos e colocar em nós. Mas ele não faz isso. Ele só diz assim: "Olha, venha e me siga." Só isso. Quando Jesus nos convida para trabalhar com ele, ele não pede o nosso currículum. Nós não temos currículum para isso. Ele só aproveita as nossas melhores possibilidades, aquilo que eu oferto de coração, não é? Quando o atendimento fraterno foi informatizado, nós da geração antiga ficamos desesperados porque a gente não sabia mexer direito com o computador.

ibilidades, aquilo que eu oferto de coração, não é? Quando o atendimento fraterno foi informatizado, nós da geração antiga ficamos desesperados porque a gente não sabia mexer direito com o computador. Mas Jesus é tão, tão camarada que ele escolheu a dedo o pessoal da TI. Pense ns meninos pacientes conosco, pacientes. E hoje tudo flui rapidamente. Eu chego lá na frente, eu sou cadastrada e eu já faço parte da casa a partir do meu CPF. Porque o sofrimento não espera. Sofrimento não espera eu aprender a usar o computador. Então nós temos que ser rápidos, não é? E lembrando que assim como eu rotulo alguém, alguém me rotula. E nem sempre aquele rótulo corresponde. Ouvia de regra não corresponde. Um dia desses eu atendi, renovei, na verdade, o encaminhamento de tratamento de uma pessoa transgênero que ficava aqui na frente da comunhão. Toda quarta-feira ela estava aqui. E quando eu a vi a primeira vez, nada tinha a ver com esta vez que eu a atendi. Era outra pessoa, tinha abraçado o evangelho, tinha se encontrado como criatura divina, tinha sido acolhida nas suas necessidades. Ninguém mais quis saber se era ele ou ela. Agora é ela. E ela é recebida aqui nesta casa de braços abertos e o olhos dela brilham e ela não sai do tratamento de obsessão e vive em situação de rua. E tá aqui. Olha que coisa maravilhosa. Se não tivesse sido abraçada, sabe, sabe Deus o que teria acontecido. Todos nós temos o que nós merecemos e vivemos o que plasmamos. É lei, não é? Então, que eu trabalhe cada vez mais para merecer a confiança de Jesus e que eu seja capaz de plasmar ideias edificantes de acolhimento, de amor, de irmandade, de esclarecimento, de abrigo moral. Quando Paulo diz assim: "O bem que eu quero eu não faço. O mal que eu não quero, esse eu o faço. Somos nós." E traduzindo isso, esta fala de Paulo é assim: "Olha, eu não quero mais ser o que eu sou, mas eu ainda não sou o que eu quero. Eu não quero mais ser o que eu sou, mas eu ainda não sou o que eu quero." Então, partindo do pressuposto, da

lo é assim: "Olha, eu não quero mais ser o que eu sou, mas eu ainda não sou o que eu quero. Eu não quero mais ser o que eu sou, mas eu ainda não sou o que eu quero." Então, partindo do pressuposto, da premissa de que eu ainda não sou o que eu quero ser, que é perfeita, todos nós, que conduzamos a nossa vida com Jesus, sempre tendo isto em mente. Porque quando eu direcionar o meu olhar para o outro, o meu olhar vai ser, ele também ainda não é o que ele quer ser. Portanto, estamos no mesmo patamar. Ninguém se sobrepõe a ninguém. Então, lembrando, pé, amor e esperança. Trabalhar cada vez mais com Jesus, pedir a ele que sejamos cada vez mais dignos da confiança que ele depositou em nós. Lembrando que todo sofrimento, toda tribulação que chega, chega porque me cabe. Mas que eu tenho a mão, o bálsamo para o meu coração, que é o Evangelho de Jesus, e que eu tenho um terapeuta sempre à minha disposição, que é Cristo, o maior terapeuta das nossas vidas. Então, que esse ser iluminado que não rotula, que oferta amor, compaixão, abrigo, possa nos aceitar, possa nos inspirar para que sejamos capazes de tratar todos com a mesma deferência que Jesus tem comigo, lembrando-nos que se hoje eu acolho aquele que precisa, amanhã poderei ser eu a precisar daquele que eu acolhi, não é? Ninguém sabe o que nos reserva. Então, que Jesus, em sua infinita misericórdia nos aceite, apesar das nossas dificuldades, apesar do homem velho que ainda nos habita, que ele não desista de nós e que essa alegria de caminhar com ele se sobreponha sempre às tristezas da vida carnal, porque o que nos espera não é um local idílico, perfeito. Porque esse local só existe dentro de nós. Portanto, se eu edifico em mim este reino que Jesus nos falou, de que Jesus nos falou, eu sou capaz de ofertá-lo a todos que se aproximam de mim. O meu muito obrigado a paciência de vocês. rogo a Jesus que possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos para juntos nesta energia, neste somatório de forças, nessas

igado a paciência de vocês. rogo a Jesus que possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos para juntos nesta energia, neste somatório de forças, nessas vibrações que são usadas como remédio nos hospitais da espiritualidade maior, possam estar conosco, porque nós aqui nos irmã Anamos a Jesus por escolha e podemos também escolher, auxiliar todos aqueles que sofrem. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Boa tarde. Nós vamosar um pouco. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da [música] misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério

enha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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