NA EXPERIÊNCIA DIÁRIA - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER Você está em busca de harmonia, equilíbrio e paz interior? Então não pode deixar de conhecer o Grupo de Harmonização Chico Xavier, um projeto incrível da Comunhão Espírita de Brasília! Com o objetivo de harmonizar aqueles que estão em tratamento espiritual e todos que buscam equilíbrio, o Grupo trabalha com temáticas inspiradoras tiradas de mensagens enviadas por espíritos amigos. Em seguida, é realizado o passe virtual, um momento de muita energia positiva e cura espiritual. As edições do Grupo de Harmonização Chico Xavier vão ao ar diariamente, ao vivo, no Canal da Comunhão no Youtube, às 12h00. É a oportunidade perfeita para você se conectar com a espiritualidade e encontrar a paz que tanto busca. Não deixe de participar do Grupo de Harmonização Chico Xavier e transformar a sua vida com a energia positiva e as mensagens inspiradoras que são compartilhadas. Inscreva-se agora mesmo no canal da Comunhão Espírita e não perca nenhuma edição! #GrupoDeHarmonizacaoChicoXavier #ComunhaoEspirita #TVComunhao 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
de atingir a perfeição aqui. Amigos, bom dia, boa tarde. É sempre uma alegria nós estarmos juntos no horário do almoço para que nos para que tenhamos as nossas forças renovadas, para que passemos à tarde harmonizados, tranquilos. E acima de tudo sobre a ege de Jesus, que é a coisa mais importante, porque ele é nosso amigo de todas as horas. É muito bom falar do evangelho de Jesus, porque ele nos alimenta, ele eh nos sustenta, nos aproxima do mestre cada vez mais. Porque quando eu amplio a minha compreensão da proposta de Jesus, eu me sinto mais conectada com ele e mais eh em comunhão com as esferas superiores. Hoje a nossa reflexão passa por um pelo evangelho de João lá no capítulo 15 e no versículo 17. O evangelho de João é maravilhoso porque ele é sentimento puro. Ele tem uma uma proximidade tão grande de Jesus que quando ele nos fala do mestre é como se nós estivéssemos presentes na cena que ele narra. Este capítulo chama a videira e os ramos. Jesus nos diz que assim na passagem de João, isto vos mando, que vos ameis uns aos outros. Um mandamento maior que Jesus nos trouxe. E é lindo porque ele diz assim: "Eu sou a videira, meu pai, eu sou a verdadeira videira. Meu pai é o agricultor e os meus discípulos são os ramos. Então eu sugiro que vocês depois leiam este capítulo. Ele continua mostrando os momentos finais de Jesus quando ele se encontra com seus discípulos naquele último encontro, né, para mostrar para eles que a hora de sua partida se aproximava. e acima de tudo para deixá-los tranquilos em relação à sua ausência, porque ele estaria sempre presente na vida daqueles que dariam o seu testemunho que dentro desta, fazendo parte desta videira, esses ramos percorressem todos os lugares, mais distantes ou não, passariam por provações, porque Jesus os lembra disso, dizendo que assim como o mundo o odiou, eles também seriam odiados, mas que se eles permanecessem neste amor, eles não teriam o que temer. Vejam que Jesus, ele não nos faz uma proposta, ele nos manda
dizendo que assim como o mundo o odiou, eles também seriam odiados, mas que se eles permanecessem neste amor, eles não teriam o que temer. Vejam que Jesus, ele não nos faz uma proposta, ele nos manda amar uns aos outros. é a regra que ele nos impõe, porque ele nos diz: "Assim como o Pai me amou, eu vos amo e mando que vocês amem uns aos outros". E aí Jesus aproxima ou comunga, une o amor com a compaixão. Não é possível eu viver o amor na sua plenitude, segundo a proposta de Jesus, se eu não tiver a compaixão, que é onde este amor se realiza, a partir deste amor que Jesus nos revela e a partir da da comunhão com ele, né, eu permito, por meio da compaixão, que este amor chegue não só aqueles que amaram de uma maneira verdadeira, segundo o evangelho de Jesus, mas acima de tudo sobre aqueles que ainda não tinham compreendido a sua proposta. Então ele vai nos falando que eu preciso voltar o meu olhar para o ofensor. Eu preciso usar da minha compaixão por aqueles que o transgridem. Eu me lembro que é uma passagem de um livro de André Luiz, onde está acontecendo uma reunião na espiritualidade superior e Dr. Bezerra de Menezes quando se aproxima daquele encontro, as pessoas, os espíritos muito emocionados e ao término daquele encontro o Dr. Bezerra, começa a sua oração da seguinte forma: "Hoje eu me permito orar pelo ofensor." Então, pega todo mundo de surpresa, porque nós costumeiramente pedimos por aqueles que são vítimas ou que passam por alguma situação onde são eles que foram ofendidos. Divaldo Franco, que partiu recentemente, nos lembra que o problema do erro, do equívoco, não é de quem observa, é de quem comete. Então, que a minha compaixão se estenda sobre aqueles que transgridem. E aí, Emanuel vai nos lembrando que a compaixão precisa se deslocar do ambiente do amor para ir para o ambiente da transgressão, do equívoco, do erro. E ele vai nos colocando algumas questões da vida prática para que nós entendamos como é que este amor que Jesus nos propõe, nós que somos os
a ir para o ambiente da transgressão, do equívoco, do erro. E ele vai nos colocando algumas questões da vida prática para que nós entendamos como é que este amor que Jesus nos propõe, nós que somos os ramos, verdadeiramente tome corpo. nos lembra que aqueles que passam pela penúria, que passam pela privação material, são sempre objetos das nossas orações. Mas nós nos esquecemos daqueles que, engolidos, vitimados pelo supérfluo, tomados pela ilusão de que os bens materiais são os bens maiores que nós temos na nossa vida. não conseguem perceber aquele que passa pela privação. Então, que o nosso olhar também se dirija para esses irmãos que, imersos nesta fartura acabam se confundindo entre o que é essencial com o que é supérflo. Manuel também nos lembra de m, ainda que nós peçamos, enderecemos a nossa, as nossas orações para aquelas vítimas dos delinquentes, que nós também possamos pedir a Deus, pai de todos nós, que possa alcançar esses irmãos, considerando que todo o erro erro que nós cometemos exige reparação. E a reparação muitas vezes nos traz um processo muito doloroso que demandará muito tempo para que nós possamos reparar, retificar o nosso equívoco. Manuel continua que usemos também da nossa misericórdia, da nossa compaixão por todos aqueles que cometem o crime. Muitas vezes nós nos perguntamos como é que em alguns momentos o ser humano, nós, a humanidade podemos ser tão duros, tão equivocados, tão ignorantes quando promovemos a disensão. Quando nós voltamos, passamos o nosso olhar hoje pela humanidade, nós percebemos que este erro, esta sucessão de erros, de delinquência, de equívocos, permeia todo o nosso planeta. E ainda que eu perceba isso, é imprescindível que eu ore por aqueles que são responsáveis pelo mal. Entendendo que todos nós, espíritos imortais, espíritos em evolução, responderemos implacavelmente por tudo aquilo que nós fizermos de mal, de ruim e que pode prejudicar a vida do meu irmão. Como é difícil nós entendermos que temos o mesmo pai e que, portanto, somos irmãos.
nderemos implacavelmente por tudo aquilo que nós fizermos de mal, de ruim e que pode prejudicar a vida do meu irmão. Como é difícil nós entendermos que temos o mesmo pai e que, portanto, somos irmãos. Em verdade, não temos como negar isso. Então, quando eu tiro do outro aquilo que não me pertence, eu estou escrevendo no livro da minha existência essa transgressão que exigirá que eu a repare, é da lei, não é? E o evangelho nos lembra que a semeiadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Não que eu tenha que reparar os meus equívocos na mesma no mesmo assunto onde eu caí, mas eu terei que reparar porque eu preciso me colocar sempre no lugar daquele que eu ofendi, que eu magoei, que eu fui com quem eu fui desonesta. E aí, Emanuel continua nos lembrando que nós podemos e devemos enxugar as lágrimas daquele que foi ofendido moralmente, daquele que foi agredido moralmente. Mas eu preciso ter compaixão também com aquele que foi responsável por essas lágrimas. muitas vezes sem ter a noção da gravidade do seu ato. Você já perceber o quanto é difícil nós orarmos por quem nos magoa, por quem é profundamente desleal conosco? E às vezes é uma coisa não é boba, porque aquilo que nos atinge, que nos fere, tem uma dimensão maior para quem foi ofendido do que para quem ofende. Diz aí o ditado que aquele que bate esquece, mas o que apanha não esquece. Então, quando eu não sou capaz de esquecer aquilo que me foi feito, eu preciso usar da minha compaixão. Muitas pessoas perguntam assim: "Mas eu orar por aquele que me feriu não seria eh uma oração falsa? Considerando que eu não quero pedir por aquele?" Não, não é. No primeiro momento pode parecer completamente artificial. Mas conforme eu endereço ao meu ofensor, as minhas melhores vibrações, pedindo a Jesus que transforme aquilo que é ruim, que está morando no meu no meu coração, em coisas boas, eu vou me desvencilhando daquele que me ofendeu, porque aquele que me ofendeu responderá pelo seu ato. Mas se eu uso da compaixão, se eu uso desta
e está morando no meu no meu coração, em coisas boas, eu vou me desvencilhando daquele que me ofendeu, porque aquele que me ofendeu responderá pelo seu ato. Mas se eu uso da compaixão, se eu uso desta noção de que o amor é capaz de cobrir uma multidão de pecados, como nos lembra o Evangelho, eu vou exercitando a compreensão deste amor. A vivência do amor passa necessariamente pela compaixão. Sempre que nos depararmos com uma situação de transgressão das leis de Deus, usemos da compaixão. Quantas vezes não teremos sido nós a transgredir? Até hoje nós fazemos isso, não é? desde situações do cotidiano até situações grandes, quando não controlamos o nosso verbo e disferimos setas de dor para aquele que nos ouviu. Quantas vezes não fomos nós a fazer com que o outro derramasse as suas lágrimas? a fazer com aquele com que aquele outro se sentisse humilhado, porque levávamos alguma coisa material para ele sem que o nosso coração estivesse compassível. Emanuel continua nos lembrando que quando promovemos o desequilíbrio em qualquer caminho que tracemos, nós estamos escrevendo de próprio punho a nossa desarmonia, o nosso equilíbrio. É muito cômodo para nós, como espíritos ainda muito infantis, nos colocarmos sempre na posição da vítima. Quando ofendemos o outro, quando magoamos o outro, quando não usamos de compaixão com aquele que nos fere, nós revidamos o que ele fez conosco. Portanto, nos colocamos na mesma posição do ponto de vista espiritual, quando sou ferido profundamente para que esta dor possa se curar, eu preciso entender que ninguém, absolutamente ninguém, age porque é mal. O termo maldade ou a palavra mal é algo que nós encontramos para nos aproximar do sentido da ignorância. Porque se considerarmos que somos espíritos criados pelo próprio pai e que Deus é o único ser incriado, ele não teria criado o mal. Mas vamos caminhando e cometendo erros e pedimos da mesma forma a Deus que use de sua misericórdia com os nossos erros. Ou seja, eu sou compassível comigo e tenho que sê-lo, não é? Porque
riado o mal. Mas vamos caminhando e cometendo erros e pedimos da mesma forma a Deus que use de sua misericórdia com os nossos erros. Ou seja, eu sou compassível comigo e tenho que sê-lo, não é? Porque se eu mergulhar num sentimento de vitimismo, de derrotismo, de crítica exacerbada, eu não sairei do lugar. Então, eu sou compassível comigo. Devo ser compassível comigo, perceber o que eu fiz e seguir. Mas eu também, acima de tudo, preciso ser compassível com aquele que erra. Jesus nos lembra durante nos lembrou durante toda a sua passagem quando aqui esteve entre nós encarnado, que o amor seria capaz de mudar a nossa situação espiritual de maneira definitiva. amor que ainda não alcançamos, mas que temos noção da sua grandeza a partir de tudo que nos é revelado pelo evangelho de Jesus. Quantas passagens o evangelho nos traz onde Jesus se encontra com aqueles que erram, que erraram e ele não condena, ele não julga. Pelo contrário, ele sempre diz: "Vá e não peques mais". É esta a proposta que ele faz conosco, é que diante da tomada de consciência do meu erro ou do erro do meu irmão, que eu possa usar da compaixão, já que eu não consigo ainda usar do amor que ele nos com que ele nos presenteou. E Emanuel continua elencando, mostrando como é que no nosso dia a dia nós podemos fazer diferente. Só o bem é capaz de dissolver o mal. Só a luz é capaz de extinguir as trevas. Só o amor é capaz de dissolver, de afastar de nós as teias onde poderemos ficar presos muitas vezes por acreditarmos que sempre é o outro que nos ofende. Quando somos nós que magoamos, que ofendemos, que julgamos, temos nós temos uma frase chave, né, quase um monra, que é não, mas aí é diferente. Quando eu sou ofendido, magoado, eu sou extremamente criterioso na cobrança do outro para que ele concerte aquilo que ele fez comigo, para que ele me peça desculpas. Mas quando sou eu, eu tô sempre, estou sempre relevando na sua maior parte aquilo que eu fiz. A proposta que nós nos fazemos, né, espíritos encarnados ainda neste planeta de provas
me peça desculpas. Mas quando sou eu, eu tô sempre, estou sempre relevando na sua maior parte aquilo que eu fiz. A proposta que nós nos fazemos, né, espíritos encarnados ainda neste planeta de provas e expiações, não é da santificação, até porque estamos longe disso, mas é do desejo de renovação, do desejo de transformação. quem não professou quem eventualmente vai a um templo sem que pertença àquela congregação religiosa e e assiste uma palestra, assiste um culto, assiste a missa, sempre diz assim: "Ah, é muito fácil falar, eu quero ver é viver". É verdade. É muito fácil falar. Tudo isso que eu que eu trago aqui para nós a partir do evangelho de Jesus parece muito simples, não é? É como se eu estivesse aqui dando uma receita para para nós, né? Não é para vocês, é para nós. Olha, faça isso. Ore pelo o que eh foi aquele que delinquiu. Ore por aquele que me ofendeu moralmente. Ore ore por aquele que me julgou. Ore, ore por aquele que que eh levou os meus bens por uma algo que é ilegal. Eh, eh, ore por aquele que mata, por aquele que tortura, por aquele que está em poder, em situação de mando e que não pensa no que tem uma carência enorme, não só do ponto de vista material, mas também do ponto de vista de pertencimento da sociedade. É verdade, não é fácil, não é muito difícil. Mas se eu começar a ver de uma maneira diferente, primeiro não me sintonizando com essas forças, não é? Eu presencieio uma situação lá fora de uma pessoa enraivcida e distratando o outro. O que que eu posso fazer? Orar. Se a minha intercessão não for possível, porque hoje todos nós andamos, como diz o ditado, no fio da navalha, não é? A qualquer momento a pessoa pode perder o equilíbrio e nos agredir fisicamente, eu fico no campo efetivo, eficiente da prece. Então, eu não me sintonizo, eu vejo, oro e passo. Mas se eu aceito os convites de raiva, de revide, de vingança, eu não vou conseguir usar da compaixão. Não é desculpar o que o outro faz, o que ele fez está feito. Mas é entender que ele é que terá que
as se eu aceito os convites de raiva, de revide, de vingança, eu não vou conseguir usar da compaixão. Não é desculpar o que o outro faz, o que ele fez está feito. Mas é entender que ele é que terá que reparar aquilo que ele fez. Os meus erros falam de mim, falam sobre mim, não falam sobre o outro, assim como o erro do outro fala dele, diz sobre ele, não é? E cada vez que eu uso de compaixão, que é a nossa proposta, que é o tema proposto hoje, eu vou me aproximando, ainda que de uma maneira muito tênue do amor que Jesus nos apresentou. Quando pegamos o evangelho e vamos acompanhando a narrativa dos apóstolos, o nosso coração se enche de esperança, se enche de alegria, porque nos sentimos plenos da proposta de Jesus. Então, quando a vida diária, não é, nos convida ao desequilíbrio, que eu peça ao mestre que me sustente para que eu possa sair daquela zona de conflito, daquela energia baixa, né? Porque se eu me preocupo comigo, com meu equilíbrio, eu preciso orar por aqueles que tentam tirá-lo de mim. A oração, como sempre nos diz, a espiritualidade maior e como Jesus nos revelou, né? É um meio, é um remédio infalível para curar ainda, para curar as nossas mazelas espirituais. Cada vez que eu me coloco na posição do outro, que eu me abstenio do julgamento, que eu penso que ali, cometendo aquele erro poderia ser eu, eu passo a ter um olhar compassível quando desejamos que o outro pague na mesma moeda, aquilo que ele me fez. Eu estou saindo do campo da justiça e entrando no campo da vingança. Portanto, a compaixão ela se afasta e consequentemente o amor se afasta. E quando eu me distancio do amor, eu me aproximo da ignorância. Quando eu me distancio do amor, eu me aproximo do desequilíbrio. Quando eu me distancio daquele que erra, estou abrindo um campo enorme para que eu me sintonize também no erro. Quando eu faço a escolha de entender que ontem terei sido eu a ofender, a eh magoar, a delinquir, a ser desonesto, a ofender moralmente o meu irmão, a roubar-lhe aquilo que ele tem
ize também no erro. Quando eu faço a escolha de entender que ontem terei sido eu a ofender, a eh magoar, a delinquir, a ser desonesto, a ofender moralmente o meu irmão, a roubar-lhe aquilo que ele tem de material, a trazer-lhe sofrimento. Do ponto de vista da imortalidade do nosso espírito, eu estarei traçando para mim um caminho de grande sofrimento, de grande dor. Então, que eu possa entender que o equívoco do outro, o erro do outro só será dissipado assim como o meu, se a compaixão habitar o nosso coração, fazer morada nele, para que a partir dela eu seja capaz de seguir a proposta que Não é nenhuma proposta, né? É um mandamento da vida cristã que é: "Eu vos mando que vos ameis uns aos outros". Eu não consigo. Nós não conseguimos ainda amar, mas nós conseguimos endereçar aquele irmão as nossas orações. Cada vez que eu endereço as minhas orações, eu estou criando uma atmosfera de transformação. Posso e devo ser o instrumento da proposta de Jesus. Quando eu me afasto dessa proposta, que eu tenho consciência de que eu me afastei, porque há muitos que não têm essa consciência, o que que eu posso fazer? ser compassível comigo e me reaproximar da proposta dele. Jesus nos lembrou que ele era o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém chegaria ao Pai senão por ele. O caminho porque ele abriu as portas da compreensão da imortalidade. uma compreensão total, não de um céu onde os deuses habitavam e definiriam o nosso destino. Não, um caminho de redenção, que é a proposta. A verdade, porque ele nos revelou o o cristianismo redivo, o consolador prometido, porque ele nos disse que nos mandaria um consolador. Então, ele é a verdade. Ele é a verdade que nós suportamos como espíritos ainda muito rudes. E ele nos diz que ele é a vida, porque nos lembrou que aquele que o amasse teria a vida eterna. A vida eterna entendida como não ter mais morte, não é? Nós riscarmos do nosso dicionário à morte. esta vida eterna que o Pai nos concedeu e que escrita e passada borracha, escrita e
ia a vida eterna. A vida eterna entendida como não ter mais morte, não é? Nós riscarmos do nosso dicionário à morte. esta vida eterna que o Pai nos concedeu e que escrita e passada borracha, escrita e passada borracha, chegaria um momento em que não precisaríamos mais desta borracha, porque toda a nossa escrita, todo o nosso registro seria a partir deste amor. que teve a sua semente lá na compaixão. Portanto, que sejamos capazes de orar não só pelo que sofre, mas por aquele que causa o sofrimento, porque ainda estamos todos no campo maior do ofensor do que da vítima. Que Jesus em sua infinita misericórdia possa continuar acreditando em nós, possa continuar certo de que nós escolhemos estar com ele, que cada um de nós seja digno da confiança que ele nos depositou. Que a paz do Mestre nos envolva e permaneça com ele. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Finalidade, auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força
ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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