Jorge Godinho – Livre-arbítrio
Jorge Godinho examina o princípio do livre-arbítrio sob a perspectiva espírita, analisando a liberdade moral do Espírito e a responsabilidade pelas próprias escolhas. A reflexão destaca como as decisões individuais influenciam o destino e o progresso espiritual. Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/
Vamos agora à apresentação do nosso conferencista, Jorge Godinho Barreto Neri, assumiu em 21 de março de 2015 a presidência da Federação Espírita Brasileira, na qual tem atuado em várias funções há mais de 30 anos. É membro do Conselho Superior da Instituição. Nascido em Alagoinhas, Bahia. em família espírita, sempre teve em mente o objetivo da caminhada, tendo o evangelho como roteiro. Na década de 70, foi presidente do Centro Espírita Discípulos de Leon no Rio de Janeiro. é expositor e monitor espírita desde 1983, divulgando o espiritismo em diversos países. Participou do movimento espírita nos Estados Unidos nos anos de 1998 a 2000 em Washington e Baltimore. colaborou com a União dos Centros de Estudos Espíritas da Suíça no processo de unificação do movimento espírita daquele país, que culminou com a assinatura do pacto de unificação pelas instituições espíritas da Suíça em 2012. veio ao Paraná ofertar a sua palavra por primeira vez em 14 de março de 2017, participando em Cornélio Procópio como conferencista da 19ª Conferência Estadual Espírita do Interior, retornando desde então anualmente para brilhantar a Conferência Estadual Espírita. Aposentado como tenente brigadeiro do ar pela Força Aérea Brasileira, após percorrer todos os postos durante 48 anos de serviços prestados ao Brasil. Passamos agora a palavra para Jorge Godinho, que nos apresentará o tema livre arbítrio. Excelente palestra. Estimadas irmãs, estimados irmãos, envoltos nesse psiquismo que desde o dia de ontem nós estamos inseridos em especial nesta manhã que no seu final, tivemos a fala do Raul, que pelo menos para mim trouxe-me emoção muito grande e naturalmente na continuidade dos trabalhos, após o almoço, nós aqui nos encontramos e estamos diante de um desafio. O meu são dois, mas o nosso é um desafio. O nosso corpo, ele é tão perfeito que ele funciona de tal maneira que nos dá a condição do bem-estar. E todas as vezes que nós nos alimentamos, a ciência já identificou que as energias convergem para os plexos.
rpo, ele é tão perfeito que ele funciona de tal maneira que nos dá a condição do bem-estar. E todas as vezes que nós nos alimentamos, a ciência já identificou que as energias convergem para os plexos. que naturalmente ou o plexo gástrico que nos conduz todas as energias para que possamos ter uma digestão perfeita, adequada. E naturalmente acontece alguns efeitos colaterais que no Nordeste nós chamamos de leszeira. É quando nós sentimos o nosso organismo trabalhar para digestão e o cérebro, a oxigenação, ela fica menos densa e nós sentimos aquela vontade de ter um sono. Esse é o nosso desafio, o meu também. Eu estou aqui para vos falar com as mesmas condições de quem está sentado, com a expectativa de participar desse trabalho, nesse psiquismo que nós estamos sendo envolvidos. E desta forma eu me propus fazer o seguinte, já que eu estarei acordado, eu vou iniciar contando-lhes uma história, porque normalmente história faz a gente ficar atento o que é que vem depois, o que é que aconteceu e é o que nós pretendemos. secundino, ele estava para reencarnar e no seu propósito existencial, ele iria cuidar de crianças desamparadas, desabrigadas, órfãs. E para este propósito, o plano espiritual fez um grande programa para que ele pudesse assim cumprir o desiderato daquela existência. Ele teria uma fortuna, teria dinheiro e a fortuna geraria trabalho. O trabalho geraria recursos financeiros para que ele pudesse vestir, educar e dar as condições alimentares necessária a 2.000 crianças. Neste planejamento, como todos, nenhum de nós ficamos isolados sem a assistência do plano espiritual. E um benfeitor de nome Eliseu estaria junto a ele em todos os instantes para poder, nos momentos oportunos, soprar-lhe as inspirações para que ele pudesse cumprir o seu desiderato. Este é o planejamento, o planejamento para que Secundino pudesse cumprir aquele propósito ao qual ele inserido havia escolhido. Na fase de criança até adolescência, ele foi muito extravagante, como ninguém. Ele montava os cavalos
ejamento para que Secundino pudesse cumprir aquele propósito ao qual ele inserido havia escolhido. Na fase de criança até adolescência, ele foi muito extravagante, como ninguém. Ele montava os cavalos na as propriedades de seu pai. E depois de fazer tanto exercício suado, ele descia dos cavalos e imediatamente mergulhava nos sorvetes, como se o seu organismo não tivesse nenhum choque orgânico. As frutas ele nem as separa, comia do jeito que estava. às vezes frutas estragadas, como se o seu estômago fosse algo que não tivesse nenhuma dificuldade ou nenhum problema para vencer esse tipo de alimentação. Assim, ele estava vivendo. Mas desde cedo, Lisel, que era o espírito responsável para acompanhá-lo, aparecia-lhe em sonho, falando-lhes nas atividades oníricas a respeito do projeto das crianças, das crianças abandonadas e algumas oportunidades através de médiuns que, em sintonia com ele, trazia-lhes algumas informações. Mas de tanto Lisel frisar e mostrar para ele a necessidade de cuidar das crianças, ele resolveu então fazer o projeto. E assim ele começou a dedicar-se e diante da perspectiva de que era um grande projeto, ele começa a orar para que não faltasse recurso. E os recursos chegaram, chegaram em abundância para que ele pudesse realizar a tarefa. Ele então com esses recursos, ele adquiriu muitos bens, adquiriu imóveis para ganhar dinheiro. De imóveis ele adquiriu mais outras coisas como fazendas para poder aí através do plantil ele poder angarear recursos e cada vez que ele ia investindo mais recursos acontecia. Eliseu, né, diante da expectativa para que ele pudesse realizar a tarefa. Quando ele estava bastante satisfeito com a abundância dos recursos, ele resolveu então, antes de realizar o projeto de dar um bem-estar à sua família, proporcionar a sua esposa condições melhores, ao seu pai, ao gêno, a nora, à sogra, ao avô, aos netos, para deixar a família muito muito bem estruturada financeiramente, mas como o projeto estava demorando a ser executado, o plano espiritual
res, ao seu pai, ao gêno, a nora, à sogra, ao avô, aos netos, para deixar a família muito muito bem estruturada financeiramente, mas como o projeto estava demorando a ser executado, o plano espiritual resolveu deixar a sua própria conta para que ele realizasse, de acordo com o seu livre arbítrio, a sua vontade, o que ele iria fazer daqueles recursos. Eliseu, diante desta deliberação do alto, continuou com ele observando e ele então começou a cada vez mais a ganhar recursos porque fez negócios com maganês, vendendo, aumentando recursos e Liseu observando de perto para verificar o que realmente ele iria fazer. E ele então entrou nesta questão da ganância, porque Eliseu pensava nas crianças, mas ele pensava no ouro. E naturalmente a sintonia deixou de existir, mas mesmo assim o mentor espiritual permaneceu observando e ele foi adquirindo tantos recursos que teve um patrimônio muito alto e chegando à conclusão de que cuidar de crianças não era uma obrigação dele, mas sim uma obrigação das políticas públicas, dos governos. E ele foi cada vez mais enriquecendo-se. Certa feita, ele resolveu fazer uma visita um monopólio de leite que ele possuía e num carro luxuoso ele se deslocou ao local apropriado. Lá chegando, o veículo luxuoso estaciona e Lizé observa e observa que havia um perigo porque havia uma casca de banana muito bem assentado ao solo. E ele roga Liseu a ajuda dos benfeitores porque ele estava prevendo ali um acidente, um problema sério, mas foi arrogativo em vão, porque Secondino, ao abrir a porta do carro, sem observar, pisou em cheio naqueles patins praticamente improvisado. escorrega, cai, quebra a cabeça do fêmor e naturalmente é conduzido ao hospital melhor. E ali hospitalizado devido à idade, a questão do coração, veio a cardiopatia, veio a flebite, veio outros problemas consequentes até que ele tivesse questões mais sérias. E naquele momento que ele estava no hospital, a Iad, como ouvimos aqui na parte da manhã, que nos leva reflexões, ele lembrou então das crianças,
consequentes até que ele tivesse questões mais sérias. E naquele momento que ele estava no hospital, a Iad, como ouvimos aqui na parte da manhã, que nos leva reflexões, ele lembrou então das crianças, chorou e Lizel junto com ele chorava porque desde antes já havia chorado quando ele fez a escolha para cuidar mais dos bens materiais, da riqueza, do que do propósito existencial. Ele roga a Deus para que pudesse partir dali ter uma oportunidade mais para cuidar das crianças. Roga Alisel, seu anjo da guarda, o espírito mais próximo que estava com ele. Quando então esse espírito amigo dirige-se a ele e diz assim: "Meu amigo, meu amigo, não dar mais tempo para que você possa realizar o projeto. O teu projeto vai voltar vazio. Somente a misericórdia do Pai talvez lhe dará uma outra oportunidade. Este é uma fato, uma história que o espírito Humberto de Campos nos conta no livro Contos desta e de outra vida, no capítulo 19, que tem um título interessante que às vezes ou chama atenção ou não. de banana. éonde aquele patim improvisado levou continuador para que ele pudesse refletir e naturalmente voltar ao plano espiritual para as outras oportunidades. Após essa história que eu imagino que devamos estar um pouco mais esperto, nós sabemos que o livre arbítrio é um instrumento que o pai concede a todas as criaturas, mas ele concede por amor, o amor a todas as criaturas, para que o progresso, a evolução se faça de modo próprio pela meritocracia, pela conquista. E como ele faz por amor? Nós vamos observar que a lei de amor, quando o espírito Lázaro, no Evangelho Segundo Espiritismo, o capítulo 11, no item oito, ele vem nos falar da lei do amor, dizendo que a doutrina de Jesus, o amor sintetiza a doutrina toda de Jesus e de que o amor é o sentimento em excelência e que o sentimento são os instintos elevados à altura do progresso feito. No início, nós temos instinto. Avançados e corrompidos, nós temos sensações, mas instruídos e depurados, nós temos sentimentos. E o amor é o ponto mais delicado deste
ados à altura do progresso feito. No início, nós temos instinto. Avançados e corrompidos, nós temos sensações, mas instruídos e depurados, nós temos sentimentos. E o amor é o ponto mais delicado deste sentimento. Não é o amor comum, vulgar, que nós neste estado de perfectibilidade desenvolvemos. É este sol, este sol que brilha, é esta fonte que quanto mais se doa, mais ela enche. a este amor que envolve a todos com olhar que somos filhos do mesmo pai, com olhar de fraternidade, sem distinção, um amor sublime que estamos caminhando para que um dia, saindo deste estado de sensação para o estado de sentimento, também podermos sentir este amor e fazer com que aqueles que estejam em nossa volta também sejam beneficiados por este amor, porque ele irradia como Jesus o fez. Espírito puro, instruído, depurado, o mais perfeito entre nós, trazendo-nos o exemplo deste amor. Mas vamos analisar um pouco esta observação que o espírito Lázaro nos faz. Porque quando ele diz que no início somos instintos, ele está nos falando de que neste período, como Kardec, os espíritos nos explica que o espírito com é minúsculo, que é o princípio inteligente, ele ao passar por estes reinos, saindo da simplicidade, da ignorância que todos nós temos, ele vai conquistando experiências na preparação de no futuro, em reinos maiores ou mais elevados, ele adquirir a consciência de ser para que depois no reino nominal tenha consciência de si, desperte para o espírito com é maiúsculo e mortal que somos e que na passagem Neste período que é são os reinos que nós conhecemos, que antecede ao reino hominal, é o período em que o princípio inteligente ele cumpre com fidelidade perfeita a lei divina, porque o instinto não se equivoca. O instinto é o cumprimento da lei divina que vai dando a criatura neste período a condição de inscrevendo na própria consciência as experiências que ele vai tendo para ir adquirindo gradativamente a consciência de ser e ao mesmo tempo a formação de um corpo, um instrumento mais complexo no futuro. É por isso que
ria consciência as experiências que ele vai tendo para ir adquirindo gradativamente a consciência de ser e ao mesmo tempo a formação de um corpo, um instrumento mais complexo no futuro. É por isso que André Luiz vem nos dizer de que quando nós, esse princípio passa pelo reino vegetal, por exemplo, ali ele vai adquirir certas, vamos dizer assim, um átrio da consciência, o início de um processo que no futuro vai se representar como memória, como como tato. E ele vai nos dizer de que quando no reino vegetal a seiva, ela percorre desde a raiz na fotossíntese, chegando aos extremos das folhagem. E nesta circulação é o futuro da circulação sanguínea no reino ominal, que quando as folhas elas caem ou quando na primavera elas saem em exuberância, dando flores, dando frutos, seguindo as estações do ano, é o prenúncio da futura memória. como ele vem falar sobre outros aspectos. Então, observamos que neste período, que é o período da instintivo, o princípio inteligente, ele está cumprindo exatamente a lei divina. Tudo que acontece é a vontade do Pai que se faz para que este princípio vá adquirindo ao longo da passagem. por estes reinos e na transição de um para o outro. Quando chega no reino ominal, ele já tem a consciência de ser. Mas o reino ominal lhe é dado condições para que ele desperte, para a consciência de si. Sou o espírito. É o primeiro despertar da consciência e que naturalmente neste despertar o pai concede à criatura o livre arbítrio, um instrumento. Porque no universo nós temos dois princípios que fazem mistéri ressaltarmos neste instante. O primeiro princípio é a determinação divina. Por ser divino, é perene, é eterno, está aí para ajudar pela própria lei de amor a todos nós. E toda a criatura está submetida a este princípio do determinismo divino, que é a lei do progresso. Todos nós estamos submetidos a ela. Iramos ou não, o progresso nos atinge mais cedo ou mais tarde. Mas há um outro princípio que é o da livre determinação individual, que nós chamamos de livre
gresso. Todos nós estamos submetidos a ela. Iramos ou não, o progresso nos atinge mais cedo ou mais tarde. Mas há um outro princípio que é o da livre determinação individual, que nós chamamos de livre arbítrio. É o princípio que o pai dá a criatura para que ela possa utilizar-se deste instrumento que é o livre arbítrio para poder progredir. Por isto que este outro princípio nada mais é do que um complemento do princípio da determinação divina, que é a lei do progresso. Porque o livre arbítrio é o instrumento para que o espírito progrida. Mas ao invés de chamar de livre arbítrio, vamos denominá-lo pelo seu sinônimo. Livre arbítrio é livre determinação individual. Que quer dizer isto? é que a liberdade que nós temos e o determinismo consequência das escolhas faz parte da mesma equação. Nós não podemos falar de liberdade sem raciocinar com determinismo, que é a consequência da escolha que nós fazemos. Por isto que o problema do ser, do destino e da dor tem a sua gênese nesta liberdade, na liberdade de escolha que o Pai nos dá. Porque dependendo da escolha que nós façamos, a consequência naturalmente ela é um determinismo. Porque escolhido fazer alguma coisa de forma livre, eu estou ao mesmo tempo determinando a consequência da escolha. Por isso que o plantil é livre, a escolha é obrigatória, faz parte da mesma equação, não dá para separar. Por isso a lei de causa efeito, como nós chamamos de outra forma, livre, mas a colheita é obrigatória. Então, a livre determinação individual é o instrumento que nos possibilita o autocrescimento, possibilita-nos o progresso. é o instrumento que o Pai coloca para que o seu determinismo, a lei do progresso, se faça pela meritocracia da criatura, para que a criatura possa, diante da liberdade, depois, é claro, do instante, como falamos anteriormente, do despertar da consciência que já tem a consciência de ser, mas agora de ser e de si, ao receber o instrumento O amor do Pai ensina a utilizar o instrumento, porque é ilógico nós recebermos o instrumento
espertar da consciência que já tem a consciência de ser, mas agora de ser e de si, ao receber o instrumento O amor do Pai ensina a utilizar o instrumento, porque é ilógico nós recebermos o instrumento para utilizarmos sem saber usar. Assim, Deus não seria bom, amoroso para conosco, porque nos estaria dando um instrumento muito perigoso e a gente ia fazer por tentativa e até descobrir, mas não é assim. A literatura espírita já nos diz que este instrumento ao nos ser concedido, os espíritos benfeitores superiores nos instruem primeiro, falando-nos a respeito da sua utilização, do propósito, para que nós o utilizemos sempre na prática do bem. E depois de aprendermos e demonstrarmos, aí nos é dado as oportunidades. Sim. Agora você está livre e eu vou te dar as oportunidades para que você possa usar esse instrumento. Aquele que é obediente ao bem e fazer as suas escolhas para o bem, a determinação que ele está fazendo é uma consequência do bem. Este progride. Progride de uma forma mais rápida, porque ele é obediente. Ele é obediente à lei divina. E a livre determinação individual ou livre arbítrio tem três liberdades. Olha como o Pai é bom. Tem a liberdade de tempo, tem a liberdade de moda e tem a liberdade de vontade. A lei divina já inscrita nas nossas consciências, no despertar de ser e de si, ela já está em nós. E o Pai nos dá este instrumento com estas três liberdades para que nós apliquemos a lei divina. no tempo, da maneira que quisermos e de acordo com a nossa vontade. É por isto que quando nós desobedecemos a lei divina, o espírito Lázaro vem nos dizer que depois do instinto, quando já temos o instrumento da escolha, avançados e corrompidos, temos sensações. É porque nós avançamos sem que a lei de amor, a lei maior que nos diz o que fazer e o que não fazer, é quem nos conduz à felicidade. E toda vez que nós nos afastamos dela, o determinismo pela escolha feita, dor e sofrimento, está exarado na pergunta 614, que inicia a terceira parte do livro dos espíritos, as leis morais, quando Kardec
oda vez que nós nos afastamos dela, o determinismo pela escolha feita, dor e sofrimento, está exarado na pergunta 614, que inicia a terceira parte do livro dos espíritos, as leis morais, quando Kardec pergunta se as leis naturais elas são divinas e eles respondem que sim, são eternas. perenes são elas que nos dizem o que fazer, o que não fazer. E toda vez que nós nos afastamos dela, só temos como consequência dor e sofrimento. Por isto que a gênese dos problemas do ser, do destino e da dor está na livre determinação individual que nós fazemos. Porque quem faz escolha sempre no bem não vai ter sofrimento, não vai ter dor, vai ter sempre a felicidade da consciência tranquila do dever cumprido. Por isto que quando Kardec pergunta qual é o objetivo da reencarnação, os espíritos já respondem: expiação. E como vimos pela manhã, todas as vezes que nós transgredimos a lei divina ou que nos afastamos dela, o primeiro passo é arrepender-se, mas não é suficiente apenas. É necessário que espiemos a falta cometida porque fizemos uma escolha equivocada para depois ter a reparação. E é desta forma que nós precisamos repetir a lição que não aprendemos porque fizemos escolhas equivocadas. Porque o pai é bom e amoroso e ele não faz alguém repetir uma coisa que a pessoa já fez, sabe fazer. Um exemplo singelo, suponhamos que o pai nos dá uma missão de tirar uma cadeira desta posição e colocar naquela posição no tempo previsto e nós aceitamos. Vamos fazer isso aí. Pegamos a cadeira conforme prometemos. Mas nós somos livre para fazer isto no tempo, da maneira que quisermos e de acordo com a nossa vontade. Aquele que pega a cadeira no tempo certo, no modo certo, e que tem boa vontade para fazer, ele pega a cadeira, coloca. Será que quem solicitou para colocar a cadeira no outro lugar vai pedir para repetir? Porque assim não tem lógica que aceite. Agora era para colocar a cadeira neste prazo, mas eu sou livre para fazer as leis divinas no meu tempo, no tempo que eu quiser. E aí aquele tempo que era previsto, eu
assim não tem lógica que aceite. Agora era para colocar a cadeira neste prazo, mas eu sou livre para fazer as leis divinas no meu tempo, no tempo que eu quiser. E aí aquele tempo que era previsto, eu escolhi fazer depois no outro tempo. ou era para fazer de tal modo, mas o meu modo não é esse, eu quero fazer de outro modo, tá tudo bem. Só que as responsabilidades, ela é coerente com esta livre determinação individual. Nós somos livres, mas somos responsáveis pelos nossos atos. E é assim que nós viemos progredindo ao longo do tempo, avançando, mas de forma corrompida, afastados da lei divina, porque o nosso livre arbítrio disse: "Eu deixo para depois". Secundino, na história que nós contamos, ele fez um planejamento espiritual, cuidar de 2000 crianças. naquele período que naturalmente o alto havia determinado. Ele nasceu, tudo lhe foi dado em abundância, porque ele precisava de uma orientação espiritual. Eliseu estava pronto para poder llhe soprar na hora exata as inspirações que naturalmente todos nós recebemos do alto, sejamos médiuns ostensivos ou não. Mas o espiritismo e os espíritos já disseram que todos nós somos em maior ou menor dose, porque em alguns instantes somos nós intermediários do alto na vida de relação que nós possuímos. Não lhe faltou o sopro das inspirações, mas ele demorou porque ele fez uma outra escolha, priorizou enriquecer a família do que aquelas 2000 crianças que ele havia colocado como prioritário na sua existência. O alto então resolveu, tá demorando muito e a caridade quando demora muito perde a sua finalidade. Aí o auto resolveu. Então a partir de agora ele vai ficar por conta própria. E naturalmente chamado pelo atavismo, pelas tendências passadas, ele resolveu cumprir a tarefa. num outro tempo, de um outro modo. E a bondade do Pai aceita, porque ele vai chegar no plano espiritual, conforme Lise naquele momento deu um sorriso porque sabia que ele ia à desencarnação e ia se libertar, porque se ele ficasse mais tempo, talvez ia complicar-se mais.
le vai chegar no plano espiritual, conforme Lise naquele momento deu um sorriso porque sabia que ele ia à desencarnação e ia se libertar, porque se ele ficasse mais tempo, talvez ia complicar-se mais. e apenas roga que a bondade do Pai certamente poderia dar-lhe uma outra oportunidade para que ele no futuro pudesse realizar. Assim somos nós. Todos nós temos este instrumento. Temos a livre determinação individual. Da mesma forma que secundino, nós também temos um propósito existencial. Ao nascer, antes, este propósito foi definido conforme foi para ele e nos é dado, como foi dado para ele, todos os recursos para que nós possamos cumprir o nosso propósito. E aí, qual é o nosso propósito? Faça esse silêncio para que nós pensemos. Aí alguém vai dizer: "Não, mas o meu propósito não é igual do meu irmão que tá sentado ao meu lado, não é igual do meu irmão que tá sentado à frente. Perfeito. Cada um temos um planejamento dedicado à nossa necessidade. Entretanto, existe algo que nós escolhemos fazer juntos. Vou lembrar-lhes e todos nós sabemos que cada país tem um governador espiritual. O nosso tem o nome de Ismael. Se alguém não sabe quem é Ismael e como observo-os na penumbra, eu vou considerar que todos consider. Se alguém não souber até oo final da noite, eu estou aqui, me procura. Eu posso até falar um pouco, mas Ismael, o governador espiritual do nosso país, no ano de 1873, ele trouxe a primeira mensagem aos espiritistas do Brasil num grupo chamado Confúcio. e na sua mensagem caracterizada naturalmente pela sua estatura espiritual, porque o poder de síntese é proporcional à evolução do espírito. Por isto que não há síntese maior do que a que Jesus nos trouxe. Amar ao próximo como a si mesmo. Porque a lei já dizia: "Amar a Deus de todo coração, de toda a tua alma. E todos sabiam, mas Deus uma abstração. Ele então digo, trago um outro que tem o mesmo sentido, mas esse que eu estou trazendo, ele é mais palpável. Agora não tem abstração. Ama teu próximo como a si mesmo. O
sabiam, mas Deus uma abstração. Ele então digo, trago um outro que tem o mesmo sentido, mas esse que eu estou trazendo, ele é mais palpável. Agora não tem abstração. Ama teu próximo como a si mesmo. O próximo, eu sei, tá aqui a Mária, a Cásia, a Ângela, vocês, a família. Esses são próximos, tão próximos até eu posso amar. Se eu amá-los, eu tô amando a Deus. Porque próprio João nos diz que quem diz amar a Deus e não ama as suas criaturas é um mentiroso. Ou quem diz amar as criaturas e não ama a Deus também mentirosos. Porque esta relação é uma relação de um criador para a criatura. Quem ama o criador ama a criatura. E nós estamos diante de um espírito que trouxe na sua mensagem sintética, aonde ele fala no primeiro parágrafo a respeito da missão do Brasil. No segundo diz o povo que este país abrigará. No terceiro, ele releva o nome de Jesus como sendo o gu modelo, como nós conhecemos que a doutrina espírita vem nos esclarecer. Mas no último parágrafo que eu vou trazer ao conhecimento, ele diz assim: "Abre aspas, a missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho em espírito e verdade aqueles que se obrigaram a cumprir este dever. ver antes de nascer. Deverão, pois reunirem-se debaixo deste páleo trinitário, Deus, Cristo e caridade. Onde estiver esta bandeira, eu aí estarei. E assinou Ismael. Este é o último parágrafo. Vamos olhar um pouco mais detidamente. Aqueles que se obrigaram a divulgar o espírito, o evangelho em espírito de verdade. Então nós temos algo em comum. Somos espíritas neste país e nós antes do nascimento nos obrigamos. Secundino teve um propósito e foi lhe dado tudo, mas nós não. Nós nos obrigamos. Que quer dizer isso? Nós rogamos. Pai, dá-me esta oportunidade para que eu possa nesta existência divulgar as lições luminíferas do Evangelho de Jesus. Porque há 2000 anos eu venho ouvindo a sua mensagem. Eu já tive a titularidade de cristão e muitas existências, mas eu não tinha Jesus. Porque nas existências eu participei das instituições religiosas
Porque há 2000 anos eu venho ouvindo a sua mensagem. Eu já tive a titularidade de cristão e muitas existências, mas eu não tinha Jesus. Porque nas existências eu participei das instituições religiosas que benziam armas, criaram guerras santas, fiz inquisição, participei de cruzadas. para conquistar uma cidade dita santa que tinha um túmulo vazio. Mas nesta, mestre, eu te rogo para que eu possa divulgar o teu evangelho em espírito e verdade. O que significa isto? é que nós vamos sair fazendo proselitismo. Vamos alugar um carro com altos falantes e sair pelas ruas falando de Jesus, gritando o seu nome. Por que falar de Jesus? É a minha concepção. Temos que ter embocadura. Falar de Jesus é falar de amor, de mansuetude. E nós não podemos falar de Jesus gritando, mesmo que o salvemos, com todo respeito, a quem se a quem assim faz. Nós estamos falando do espírito mais perfeito e divulgar o seu evangelho é dar o testemunho, é fazer como ele fez. Ele falou e ele fez. Falou da melhor maneira possível, de forma inigualável. Ele cantou as bem-aventuranças que pela primeira vez reverberou na atmosfera da Terra sua voz suave, uma melodia que jamais será ouvida, mas foi o suficiente para permanecer até os dias de hoje. Então, quando estamos falando de amor, estamos falando dele. E quando falamos de divulgar o seu evangelho em espírito e verdade, estamos falando que essa divulgação começa por nós, para que nós possamos divulgá-lo falando e fazendo. Se nós não falamos, nós ouvimos. E o que a gente ouve, a gente procura fazer. Se não ouvimos, nós temos o conhecimento pela literatura, pela mídia. E a partir de então ficamos no dever, na obrigação de divulgar pelo nosso exemplo, que é a maior divulgação que fazemos. Mas ele diz que para nós divulgarmos o evangelho em espírito e verdade, deveremos, é um dever, deverão, pois, reunirem-se. Então, há duas palavras que nos cham atenção. Eu me obriguei a divulgar o evangelho, mas nesta obrigação é para fazer reunido, não é para fazer de forma separada,
um dever, deverão, pois, reunirem-se. Então, há duas palavras que nos cham atenção. Eu me obriguei a divulgar o evangelho, mas nesta obrigação é para fazer reunido, não é para fazer de forma separada, é para estarmos unidos, para criarmos este ambiente de fraternidade, porque juntos nós somos um feixe de varas e um feixe de varas é forte desde que todas as varas não tenha nenhum garrancho. Porque um feixe de vara que tem varas fortes e um garrancho certamente com muita força ele pode quebrar, mas se todas as varas forem fortes, ele é inquebrantável. Então, nós estamos diante de uma livre determinação individual. O que é que nós estamos escolhendo de forma livre? Temos a denominação de espíritas, mas eu prefiro a denominação que Kardec coloca, porque ele não diz apenas que somos espíritas. Porque quando no livro dos médiuns, ele vem falar dizendo-nos de que tem pessoas que não são espíritas, mas tem um comportamento como se for espíritas, mas aqueles que se debruçam sobre o estudo da doutrina, ele vem dizer-nos que estes São espíritas experimentadores, espíritas imperfeitos, espíritas exaltados, verdadeiro espírita, vírgula, ou melhor, vírgula, espírita cristãos. Nós somos uns alguns desses. Ou nós somos experimentadores, ou somos imperfeitos, ou somos exaltados, ou somos espíritas cristãos. Vamos escolher o melhor. Porque ninguém quer dizer que é espírito imperfeito. Porque o imperfeito ele conhece, lê é um grande teórico, mas ele não aplica na vida nada daquilo que a doutrina nos traz. Ele é avaro, continua avaro, é orgulhoso, não faz nenhum esforço para diminuir o orgulho, assim o egoísmo, todas essas chagas que nos envolve dessas aquisições de pretéritos. O exaltado, ele diz que presta mais desserviço do que serviço à doutrina, porque não passa pelo crio da razão. Ouve, passa paraa frente. Se é verdade ou não, ele tá passando. E nessa época de facilidade, de apertar um dedo e espalhar uma mensagem, uma fala, é muito fácil. Agora, o verdadeiro espírita ou espírita
ve, passa paraa frente. Se é verdade ou não, ele tá passando. E nessa época de facilidade, de apertar um dedo e espalhar uma mensagem, uma fala, é muito fácil. Agora, o verdadeiro espírita ou espírita cristão, este sim, ele conhece, não se satisfaz com o conhecimento, ele medita, mas ainda também não se satisfaz. Ele raciocina para ter uma fé, mas ele tira do cognitivo e traz ao coração para sentir. E quando ele sente, ele está apto a praticar. É por isso que nós vamos encontrar no livro Renúncia ao Sion, lembrando do padre Damiano e dizendo que nós estudávamos o evangelho de Jesus versículo a versículo. Tinha versículo que nós demorávamos meses debruçando sobre a profundidade do ensinamento. E o padre Damiano nos ensinou que o evangelho de Jesus tem que ser conhecido, tem que ser meditado, tem que ser sentido e tem que ser vivido. Então nós não pulamos do conhecimento para vivência sem meditação, sem sentir. E é assim que nós devemos divulgar o evangelho de Jesus em espírito e verdade, recomendado pelo governador espiritual, que aguarda de cada um de nós exercervos a nossa liberdade, o nosso livre arbítrio, para que possamos agir no tempo, da maneira que quisermos, de acordo com a nossa vontade. Só que neste período de transição em que nós passamos, não há mais tempo para dar tempo a nós, como fez Secundim, para deixar para depois. É o agora ou fazemos agora. Se deixarmos para depois, teremos oportunidades. Mas será que é nesta casa deste pai? Será que é neste momento aonde estamos juntos, reunidos, para que juntos nós possamos fortalecidos pela união, pela unificação no propósito de Jesus? levarmos esta doutrina à humanidade. Porque na mensagem de Ismael, no primeiro parágrafo, quando ele fala da missão do Brasil, ele vem dizer que a missão do Brasil é cristianizar. O Brasil é a terra de todos. O Brasil é a terra da promissão. O Brasil é a terra do Evangelho. O Brasil é a terra de Jesus. Então, estamos diante de uma oportunidade que a nossa livre determinação individual não pode deixar para depois.
l é a terra da promissão. O Brasil é a terra do Evangelho. O Brasil é a terra de Jesus. Então, estamos diante de uma oportunidade que a nossa livre determinação individual não pode deixar para depois. Apesar de termos esse direito, quem assim achar o faça. Mas lembremos que o livre arbítrio é livre determinação individual e que não se separa a liberdade de agir do determinismo consequente. E nós estamos sendo convidados à regeneração, a regenerarmos intimamente os valores que estão na nossa intimidade para que eles venham a florescer na massa. Estamos sendo convidados para regenerar atitudes más que tivemos ao longo das existências, porque esta é a culminância de todas elas na solidariedade de um propósito existencial que estamos tendo para regenerar essas atitudes mais em atitude de amor. Nunca a humanidade necessitou de amor como nos dias atuais. Nunca a humanidade necessitou de Jesus não crucificado, mas o Jesus ativo, atuante, junto a nós como amigo, a nos consolar, nos esclarecer. Por isto hoje nós temos o outro consolador entre nós. É a sua doutrina dita de forma clara, direta, porque a linguagem dos espíritos na codificação é uma linguagem clara, não deixa dúvidas, é uma linguagem direta que atende as nossas necessidades filosóficas em termos de questionamento. Estamos vivendo este momento em que a convocação para todos nós é do testemunho. O espiritismo não precisa de defensores. Ele por si só é o seu advogado. Quando se estuda a argumentação lógica que o codificador nos faz através do seu bom senso, é de convencimento àqueles que debruçam sobre o seu estudo. O que a doutrina espírita espera é que os espíritas cristãos sejam seus testemunhaes. É por isto que o venerando Dr. Bezerra nos diz: "Diante do testemunho, não te tubieis". para que nós possamos dar esse testemunho de amor nesses dias tão graves que passamos, mas muito mais grave, é o compromisso que nós assumimos de divulgar o evangelho de Jesus em espírito e verdade. Por isto que nós precisamos ter a consciência
amor nesses dias tão graves que passamos, mas muito mais grave, é o compromisso que nós assumimos de divulgar o evangelho de Jesus em espírito e verdade. Por isto que nós precisamos ter a consciência tranquila, porque conhecimento não nos falta, literatura em abundância para que nós possamos debruçar sobre ela, tirar as nossas conclusões na meditação, trazer para o sentimento e a partir daí colocar em prática para que as nossas consciências fiquem tranquilas. E no testemunho é necessário que usemos de uma prática que não deixa de ser uma estratégia, a ausência do mal nas nossas vidas, porque estamos habituado à ausência do bem ao longo dos milênios, mas agora é hora da ausência do mal as nossas vidas. E como somos espíritos em estado de perfectibilidade, às vezes a nossa fé fica tíbia. Busquemos a fortaleza na prece. Por isto, para encerrar, trago-vos os quatro pilares que sempre tenho repetido. Evangelho de Jesus como roteiro. Consciência tranquila como consolo. A ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Muita paz. >> Agradecidos pela excelente contribuição do nosso Godinho. para as nossas reflexões.
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