A Grande Transição e a Justiça Divina | Jorge Elarrat
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Jorge Elarrat reflete sobre os tempos de transição planetária, destacando a presença da justiça divina que orienta a humanidade rumo à regeneração e ao despertar de valores espirituais mais elevados. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #PalestraEspírita #GrandeTransição #JorgeElarrat #Regeneração #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita
Boa noite para todos nós. Antes de qualquer coisa, gostaria primeiro de render as minhas homenagens Adivaldo Pereira Franco, patrono deste ambiente onde nos encontramos e que por tantas décadas esteve presente fisicamente na nossa semana espírita de vitória da conquista e que no dia 13 de maio a sua lei áurea particular foi assinada, dando a ele a libertação do grande trabalho realizado ao longo de tantas décadas em prol do movimento espírita. Nossa gratidão, portanto, ao nosso querido Divaldo, professor José Raul Teixeira, muito obrigado pela sua bênção para poder falar em espiritismo na sua presença. Nenhum de nós que se aproxima da doutrina espírita ignora, evidentemente, que dentro daquilo que o Espiritismo nos oferece como verdades sobre as questões espirituais, que o homem está sujeito a um processo progressivo de evolução e que, portanto, todas as criaturas humanas estão sujeitas a uma natural marcha do progresso ascensional sem retorno. E não só o ser humano está sujeito a esse processo, mas todas as demais criaturas que foram criadas por Deus estão todas elas num grande processo de melhoria contínua. Isso nós travamos contato logo quando entramos na doutrina espírita e começamos ter as primeiras informações sobre as verdades espirituais. Mas depois desse primeiro momento de compreensão sobre a evolução do homem em si, do ser humano, nós vamos ter a notícia de que sim, além dos seres humanos, os mundos também experimentam um processo de progresso progressivo. Nós vamos observar dentro da literatura espírita uma série de informações muito preciosas sobre esta questão, desde o livro dos espíritos, quando nos fala sobre a progressão dos mundos, quando trata sobre a existência de mundos em que a vida orgânica sequer ainda se implantou, nas questões 234, 235 e 236 da obra básica, tratando dos mundos transitórios. Depois as discussões bastante detalhadas existentes no capítulo terceiro do livro o o espí Evangelho segundo, o Espiritismo, aonde um capítulo inteiro é
obra básica, tratando dos mundos transitórios. Depois as discussões bastante detalhadas existentes no capítulo terceiro do livro o o espí Evangelho segundo, o Espiritismo, aonde um capítulo inteiro é destinado para discutir sobre a progressão dos orbes e o processo de transformação que os planetas atravessam ao longo do seu grande processo de desenvolvimento. Mas nós teríamos efetivamente dentro da literatura espírita dois pontos, dois textos de uma magistral importância para o entendimento do processo de transformação da Terra. Um desses textos está na Gênese, no capítulo 18, e outro texto desses está no livro Obras Póstumas. aonde nós encontramos, não dá para dizer o capítulo porque obras póstumas é um livro que não tem os capítulos numerados. E aí eu quero deixar aqui um pedido pro Geraldo Campete para ver se a gente numera esses capítulos para ficar mais fácil de citar. Mas se a gente tiver paciência para contar, a gente vai descobrir que no capítulo 31, na segunda parte existe uma mensagem intitulada regeneração da humanidade, que na verdade é uma mensagem já meio antiga, né? Ela foi recebida no dia 26 de abril de 1866, mas ela traz um conteúdo incrível de atualidade com relação ao momento presente que nós estamos atravessando. Então, fundamentalmente na Gênese, no capítulo 18 e nessa mensagem que está contida no livro Obras Póstmas, nós encontramos um riquíssimo material para o entendimento desse processo da justiça divina. E evidentemente neste ano de 1000 de 2025, quando o livro O céu e o inferno completa seus 160 anos, nós temos ali uma possibilidade muito grande de analisar a lei de causa e efeito, ou seja, a justiça divina, todo esse mecanismo da lei que Deus ofereceu para todos nós, combinado ao que é apresentado. nessa literatura espírita sob o título de transição planetária. Às vezes nós nos aproximamos desse texto, desse conceito de transição planetária, mas nem sempre isso para nós fica muito claro. Às vezes, algumas questões ainda nos ficam um pouco
ansição planetária. Às vezes nós nos aproximamos desse texto, desse conceito de transição planetária, mas nem sempre isso para nós fica muito claro. Às vezes, algumas questões ainda nos ficam um pouco confusas com relação a como é que este processo se desenvolve. Então, hoje a gente vai fazer um passeio pela obra de Kardec, pegando inclusive algumas notas do capítulo 11 também do livro A Gênese, onde fala de gênese espiritual e, evidentemente, os processos de migração planetária que estão contidos ali dos itens 35 e seguintes para que a gente possa fazer um cotejo desses textos, encontrando uma leitura mais aproximada da visão daquilo que os espíritos nos legaram sobre o entendimento. do processo da transição em si. E é aí que a gente vai encontrar algumas informações bastante preciosas para todos nós. No livro A Gênese de Allan Kardec, aqui edição da Federação Espírita Brasileira, nós encontramos já no começo das nossas discussões um ponto muito interessante que é apresentado no capítulo 18, no item 2 do capítulo 18. quando fala sobre como é que acontece a transformação dos mundos, a evolução dos planetas. O que que está contido nesse item que Allan Kardec nos legou? Lá nos é informado que o processo de evolução dos mundos, ele tem duas marchas diferentes. Diz Kardec que segundo os espíritos, existem momentos em que a marcha dos mundos é lenta e gradual. Então, é um período no qual o ritmo da transformação do planeta ele é menos acelerado. E evidentemente no contraponto de tudo isso, Kardec comenta que em certos momentos especiais ocorre uma transformação muito mais ligeira do planeta. Ele aconteceria de forma mais rápida. Então, nós temos momentos em que essa transição ocorre, essa evolução ocorre mais lentamente e em outros momentos ela ocorre mais rapidamente. E aí a gente fica imaginando o que seriam essas condições especiais e o que estariam os espíritos nos contando sobre esse processo de eh evolução que os planetas experimentariam. Hum. Mas é no livro da a Gênese também,
imaginando o que seriam essas condições especiais e o que estariam os espíritos nos contando sobre esse processo de eh evolução que os planetas experimentariam. Hum. Mas é no livro da a Gênese também, só que no capítulo 11, no item 37, que nós iríamos encontrar um aprofundamento dessa questão, nos dizendo que no mecanismo de migração, não estou falando de transição, estou falando de migração, ou seja, saída de espíritos para outros orbes, o fenômeno de migração de espíritos da Terra também teria duas dinâmicas distintas. E lá é dito o seguinte, que nós temos um tipo de migração que acontece nas condições normais, que são as migrações individuais, migrações que ocorrem quando um espírito alcança um grau de adiantamento que está acima daquilo que o planeta poderia oferecer. Quando nesses períodos, que são chamados de períodos da normalidade, um espírito apresenta uma condição espiritual mais elevada do que o orb, ele então seria convidado a uma migração voluntária para uma condição espiritual superior. É o que nós vemos no livro Renúncia com a figura de Alion, que recebe um convite para um lugar mais elevado e ela aceita e vai habitar um planeta mais evoluído. É o que nós encontramos na história de Bezerra de Menezes, que recebe um convite, mas ele prefere declinar do convite. Então, essas migrações individuais, elas aconteceriam tipicamente, eu disse tipicamente, fora dos períodos de transição planetária, considerando o avanço que determinados indivíduos poderiam experimentar. Então, seria fora da transição, seria individual, seria facultativo e sempre para um mundo melhor do que aquele aonde o espírito se encontra. E no item 35 do mesmo capítulo 11 da Gênese, Allan Kardec coloca uma lupa no fenômeno contrário, que são as chamadas condições especiais. Ele diz: "Em determinadas condições especiais ocorre uma movimentação muito rápida, em que muitos espíritos em massa migram do planeta para uma nova realidade espiritual." Então nós experimentaríamos assim pela leitura que Allan Kardec nos oferece
corre uma movimentação muito rápida, em que muitos espíritos em massa migram do planeta para uma nova realidade espiritual." Então nós experimentaríamos assim pela leitura que Allan Kardec nos oferece nesse item 35 do capítulo 11, a informação de que na janela das transições planetárias ocorre também um fenômeno de migração espiritual, mas esta migração teria um perfil diferente do primeiro. O período das transições planetárias, as migrações que aconteceriam não seriam individuais, seriam de massa, não seriam facultativas, seriam compulsórias, não seria para mundos melhores, seria para mundos em condições de atraso em relação à aquele que estamos. Essas características de de dinâmica do processo das migrações nos ajudam a entender como que se dá este mecanismo de evolução. E eu percebo às vezes algumas pessoas analisando a Terra e dizendo que o nosso planeta parece que não evolui, parece que tá patinando, Julinho, há não sei quanto tempo do mesmo jeito. Parece que a gente nunca evolui, parece que a gente nunca vai pra frente. Ai o mundo, sei lá, tá sempre do mesmo jeito. E isso não é bem assim. Quem já cozinhou inhoque já deve ter visto como é que é feito. A gente prepara a massa de do nhoque e joga na panela com água quente, não é assim? Aí bota para ferver. Como é que a gente sabe que tá pronto? Quando ele boia, quem boiou a gente tira e os que não boiaram ficam na fervura. É mais ou menos isso. Nós estamos ao longo da história da humanidade numa fervura de inhoque. Só que parece que a gente é uma massa meio dura. Então, muitos espíritos que já se transformaram, eles são retirados do planeta e são conduzidos para sociedades melhores. Os que ainda não se alfabetizaram espiritualmente vão ficando mais tempo de cozimento para ver se realmente eles aprendem a boiar. Então, nós já tivemos ao longo da história muitas personalidades, muitos espíritos que migraram do planeta em tempos idos. Quando o Cristo esteve na terra, quando Jesus esteve entre nós, sua doutrina despertou tanta gente, mas tanta gente,
ria muitas personalidades, muitos espíritos que migraram do planeta em tempos idos. Quando o Cristo esteve na terra, quando Jesus esteve entre nós, sua doutrina despertou tanta gente, mas tanta gente, foi tanta gente embora que só sobrou nós. Então, nós entramos na idade média. Por que que nós entramos num período de tanto marasmo, de tanto afastamento do amor, tanta intolerância? Porque os grandes gênios, as grandes almas, elas alcançaram a condição de retirada nossa sociedade planetária e, evidentemente, h ficamos nós por aqui exercitando o nosso amadurecimento espiritual com a visita, é claro, de uma série de entidades evoluídas, impulsionando o progresso da humanidade, mas em uma realidade já bastante distante daquela que nós Nós encontrávamos no período clássico da nossa história, aonde uma quantidade enorme de grandes gênios estavam aqui migrados de outros orbes e que, como uma grande revoada de pássaros, retornaram aos seus mundos de origem quando alcançaram a condição mínima suficiente para retorno aos seus lugares. E nós então é, ficamos por aqui tentando entender como é que isso poderia se dar também conosco, como é que nós poderíamos desenvolver a nossa possibilidade de crescimento. Então nós atravessamos um longo período depois dessa vinda do Cristo e atravessamos a Idade Média, a Idade Moderna. Experimentamos muitas mudanças sociais a partir ali do final da idade moderna, ingresso na idade contemporânea. E hoje eh nós estamos abraços com uma nova realidade. Todos nós falamos de uma maneira muito efetiva eh que nós estamos sim numa transição planetária. Meu Deus, mas quando foi que isso começou? Alguns alegam que a transição planetária teria começado quando Jesus esteve entre nós, que ali ele deu início uma nova era. É um conceito, é uma ideia. Não deixa de ter razão, considerando o impacto desta mensagem para o nosso planeta. Mas, evidentemente nós podemos imaginar que eh o nosso processo de início da transição planetária poderia estar associado a outro fenômeno em particular. E nós
cto desta mensagem para o nosso planeta. Mas, evidentemente nós podemos imaginar que eh o nosso processo de início da transição planetária poderia estar associado a outro fenômeno em particular. E nós encontramos esta informação no livro a Gênese, no capítulo 18, também no item 9, aonde nós temos um texto que nos fala que a transição planetária teria começado há quase 100 anos. Há quase 100. Há quase um século eu fiz as contas para nós. E um menos de um século antes da publicação do livro A Gênese, nós vamos ter um episódio bastante marcante que é a Revolução Francesa. E realmente a Revolução Francesa ela é muito significativa, não só pelo fim do absolutismo francês, não, não por isso, não pelo advento da República na Europa, não, não por isso, mas pela mudança de concepção religiosa que o mundo ocidental experimentou a partir desse evento, porque foi a partir da Revolução Francesa que eclode no mundo o a bandeira do ateísmo que tenta de uma certa forma e apagar os valores da fé em virtude dos muitos séculos em que a fé perseguiu a religião e a filosofia. Então, nós estaríamos vivendo um período agora que é o troco da ciência e o troco da filosofia para os 1464 anos que a religião dominou a filosofia e a ciência no nosso ocidente. Então, agora nós vivemos um período que em que a ciência faz de tudo para menosprezar a fé, para tentar desconstruir os valores espirituais. E a filosofia tem um certo interesse por tudo aquilo que seja um pensamento ligado aos aspectos do materialismo. Por esta razão, então, é bastante razoável que este fenômeno citado no livro A Gênese, no capítulo 189, seja uma referência à Revolução Francesa, porque realmente é uma grande mudança que a gente experimenta na Terra desse momento. E a transição planetária, ela vai culminar com a migração. migração, que é a partida dos espíritos, ela é, na verdade, o último o último dos fenômenos, mas ela tem vários fenômenos por dentro dela que vão sinalizar eh as etapas ou identificações de determinados
gração, que é a partida dos espíritos, ela é, na verdade, o último o último dos fenômenos, mas ela tem vários fenômenos por dentro dela que vão sinalizar eh as etapas ou identificações de determinados atos ocorrem dentro dessa janela da transição planetária. E o que que a gente nota de tudo isso? que muitos de nós ficamos ávidos para que, de certa maneira eh nós encontremos apenas nos aspectos físicos os sinais da transição. Então, há muitos de nós que dizemos: "Foi a pandemia um sinal da transição". Olha, não deixa de ser. A pandemia da Covid-19 foi realmente bastante traumática, muito traumática. Mas nós tivemos uma pandemia 29 vezes mais gravosa, que é a gripe espanhola que aconteceu um século antes, de 1918 a 1920. E a gente estava dentro da transição planetária, é, já estava dentro da transição, mas ela não foi o indicativo de que sim, isso aconteceu para que se concluísse a transição. Ela se deu. E se nós recuarmos um pouco mais na história, nos anos de 1347 a 1352, nós encontraremos na Europa um fenômeno chamado peste negra, em que, segundo autores da época, teria desencarnado metade ou 1/3 da população da Europa e não era a transição planetária. Então, não dá pra gente amarrar com a COVID para dizer que isso é sinal de transição. Como também não dá pra gente dizer que são as guerras que a gente está vivendo hoje que são um indicativo de transição, porque guerra sempre teve. Nós enfrentamos no século XX mesmo duas grandes guerras e antes dessas duas grandes guerras, outras guerras bastante traumáticas nos séculos anteriores. Então, guerra também não é. sinal de transição planetária e nem furacão, nem tufão, nem maremoto, nem tsunami. A tsunami da Ásia de 26 de dezembro de 2004 foi a maior tsunami dos últimos 40 anos naquela época. Ora, se foi a maior dos últimos 40 anos, é porque antes teve uma maior. O problema é que a gente não tinha uma população tão grande no planeta, então as coisas aconteciam e não afetava um elenco de indivíduos tão numerosos. Hoje o planeta tá numa
que antes teve uma maior. O problema é que a gente não tinha uma população tão grande no planeta, então as coisas aconteciam e não afetava um elenco de indivíduos tão numerosos. Hoje o planeta tá numa população bastante elevada. Para vocês terem uma ideia, acreditem em mim. Em 1900, que não faz tanto tempo, 1900, nós tínhamos 2 bilhões de pessoas no planeta. 2 B. Isso em 1900, hoje tem 8 pi. Então veja que a gente ficou muito tempo com uma população pequena e neste último século a população se multiplicou de uma maneira assustadoramente veloz. Então hoje as coisas estão muito mais intensas. Quando ocorre um furacão, ele tem, evidentemente muito mais vítimas. Quando cai um avião, eles são muito maiores, né, Júlio? Quando você tem uma história de uma doença, ela tende a agredir um grupo grande de pessoas. Por quê? Porque a população da Terra, muito mais numerosa, está muito mais fragilizada nesse sentido. E o que diz a literatura espírita sobre os sinais da transição? Então, nós encontramos eh no livro Obras Póstumas, obras póstumas, nesta mensagem chamada regeneração da humanidade, aconselho que vocês não contem o número dos capítulos porque vocês vão se perder. Procurem na segunda parte, regeneração da humanidade. Vocês vão achar nesta mensagem, no no que tem 31 parágrafos, no parágrafo quarto delas dela você já vai encontrar uma informação muito interessante. Lá diz o seguinte: "Quais os sinais que a transição já começou?" E ele diz: "Não procureis o sinal da transição nos céus. Os sinais não estão nos céus. Os sinais estarão entre vós." Então, os sinais da transição planetária não são efetivamente coisas relacionadas com os aspectos físicos do planeta. No livro A Gênese, capítulo 18, no item 7, Allan Kardec dará um reforço nessa discussão, dizendo que a transição planetária não se caracterizará pel movimentação das entranhas do planeta. A gente quando assiste filme é só o que tem, né? É um é o planeta que vai rachar no meio, é um problema que vai congelar tudo, outra
ria não se caracterizará pel movimentação das entranhas do planeta. A gente quando assiste filme é só o que tem, né? É um é o planeta que vai rachar no meio, é um problema que vai congelar tudo, outra hora é um meteoro que vai bater na terra. Então, o que Kardec diz é: "Não são as entranhas do planeta que se movimentam, são as entranhas da sociedade. Não é um problema geológico, é um problema sociológico que indica efetivamente que nós estaríamos vivendo um processo da transição planetária." E Kardec ainda faz uma observação, o que não quer dizer que não exista maremoto, terremoto, tsunami, furacão, queda de avião, doenças, pandemias. Isso tudo pode acontecer, evidentemente, na janela da transição. Elas não, esses fenômenos, eles não estarão suspensos, mas mesmo não estando suspensos, não seriam eles, segundo Kardec, o grande indicador de que nós estaríamos vivendo um processo de transição em si. A transição seria indicada por nós, pela nossa conduta, pela maneira como nós nos relacionamos com os outros, a maneira como nós lidamos com o planeta, com a sociedade, com a nossa família, com o o mundo inteiro e com nós próprios, como é a nossa relação conosco mesmos. Então, esses seriam os indicadores efetivos do processo de transição que nós estaríamos enfrentando. E durante uma etapa bastante longa da história da Terra, o governador planetário foi permitindo com que nós encarnássemos, desencarnássemos, vivêsemos as experiências de diversas culturas, diversas religiões para o nosso despertamento. lei de causa e efeito agindo em nós, ou seja, a justiça divina nos gerenciando durante essa janela de aprendizagem larga que o planeta pôde nos conceder. Quando nós chegamos no período da transição planetária, bem, aí as coisas começam a ficar ã um pouquinho diferentes, porque como chegamos no período de amadurecimento do planeta, as religiões de maneira geral trazem essas notícias para nós. Não é só a doutrina espírita que fala de transição planetária. As religiões do Oriente falam desse
o período de amadurecimento do planeta, as religiões de maneira geral trazem essas notícias para nós. Não é só a doutrina espírita que fala de transição planetária. As religiões do Oriente falam desse período da transição, desse fenômeno de amadurecimento que a sociedade passaria. Isso está nas culturas orientais também. Isso está dentro do judaísmo quando fala do milênio messiânico que nós experimentaríamos com a chegada do Messias na leitura que o judaísmo possui. Dentro do cristianismo clássico, nós encontraremos as falas de Jesus no capítulo 24 e 25 do Evangelho de Mateus, mas que também aparece em Marcos e Lucas, mas fundamentalmente em Mateus, que é o mais largo desses discursos, no chamado sermão profético, onde Jesus iria apresentar detalhes sobre este fenômeno futuro que a Terra experimentaria e que João evangelista iria iria apresentar detalhadamente no seu texto do Apocalipse, que é, na verdade, a discussão sobre o período da transição planetária e o advento de uma terra nova. Inclusive, as pessoas quando falam de apocalipse gostam de falar que o apocalipse é uma coisa horrível, negócio ruim, cheio de dores. É porque largou o livro na metade, não chegou até o final. Porque o o apocalipse é uma mensagem extremamente consoladora, porque ela diz o seguinte: "Depois de muito sofrimento, o término da história é muito bom, o final da história é muito bom, que quem é bom vai ficar bem. Só que a gente começa a ler e começa a se assustar, larga pelo meio e não vê o final. É igual quem fosse ler o evangelho e quando viesse o Cristo crucificado, joga o evangelho, não quero ver mais." Aí não conhece a notícia da ressurreição. Então a ressurreição é a grande notícia da passagem de Jesus pelo planeta. Assim como o Apocalipse que fala de um período de muitas dores, no final nós temos uma notícia maravilhosa. A terra se renova, a nova Jerusalém acontece e os homens vivem em paz nesse novo lugar. Então, essas notícias elas convergem para esse mesmo ponto de que o planeta tem uma sinalização de melhora a
sa. A terra se renova, a nova Jerusalém acontece e os homens vivem em paz nesse novo lugar. Então, essas notícias elas convergem para esse mesmo ponto de que o planeta tem uma sinalização de melhora a partir do momento em que as criaturas se movimentam tentando identificar os processos de transformação que ocorrem em derredor de nós. E nesse grande mecanismo da chamada transição planetária, nós podemos identificar sete fenômenos dentro dela. Sete fenômenos. A gente fala assim, sete fica todo mundo já achando que é um número cabalístico, né? que sete são as cores do arco-íris, sete são as notas musicais, sete são os dias da semana, sete são os pecados capitais, sete são os anões da Branca de Neve, sete são as Orcruc do Harry Potter, tem muito set por aí, mas os sinais Eles também convergem para sete, porque quando você numera, ele passa de seis e não chega a oito. Então, sete. Vamos lá para os sete sinais que a gente tem desse processo da chamada transição planetária. O primeiro sinal que nós temos da Lila, o primeiro sinal que a gente tem é, na verdade, uma transformação muito profunda na história da humanidade com a eclosão do ateísmo na Terra. Sim, é ali que faz a ruptura com o modelo anterior e nós temos a primeira manifestação de que algo muito diferente aconteceu. É a eclosão que ocorre após a Revolução Francesa, com o advento de uma série de teóricos, de pensadores, eh defendendo a ideia da inexistência de Deus, do espírito e de tudo que seja nesse sentido. Joana deângeles, no livro A libertação do sofrimento, no capítulo 2o, diz o seguinte, que quando houve esta mudança na revolução francesa, os homens bem poderiam ter combatido o fanatismo religioso e estariam certos se fizessem isso, estariam certos, estariam errados. Mas os homens combateram sim o fanatismo religioso, mas combateram a religião também. O cristianismo foi afugentado da da França durante o período da revolução. Todos os bens da igreja foram confiscados. Catedral de Notredame mudou de nome,
religioso, mas combateram a religião também. O cristianismo foi afugentado da da França durante o período da revolução. Todos os bens da igreja foram confiscados. Catedral de Notredame mudou de nome, passou a ser a catedral do templo do do templo da razão. Então, muitas coisas mudaram, mas eles combateram a parte do chamado fanatismo, combateram também a religião e combateram algo que não deveriam ter combatido, que esse sim foi o grave problema. Combateram o fanatismo, combateram a religião e combateram a espiritualidade da criatura humana. Eles poderiam ter combatido o fanatismo, tava certo, poderiam até ter combatido a religião, porque sem religião a gente ainda vive, mas sem espiritualidade fica muito difícil. Então ali o ateísmo vem e destrói todo o edifício ã que havia sido construído de fé ao longo de milênios na história da humanidade. Então esse é o primeiro dos fenômenos. O segundo fenômeno que a gente identifica no período da chamada transição planetária é um reverso da medalha. Como houve uma movimentação numa direção que seria o desenvolvimento do ateísmo, ocorre um movimento contrário, que é dentro do ateísmo o advento das verdades espirituais. Se a gente bem perceber, a doutrina espírita, ela surge no seio dos cientistas ateus, exatamente como uma resposta do mundo espiritual à aquele falso movimento que se fazia de divórcio entre a sociedade humana do Ocidente e os conceitos religiosos que existiam. Então, para que nós não nos perdêsemos pelo afastamento nosso em relação às verdades espirituais que nós já tínhamos conhecimento, nós vamos descobrir sim uma mudança incrível, porque ao lado da desvinculação do planeta dos aspectos da fé, ocorre uma revelação espiritual tentando trazer espiritualidade ao homem, fazendo um contraponto, ou seja, a transição planetária, promovendo esse processo de pêndulo dentro da sociedade. Uma vez realizada essa revelação tão importante para o despertamento das criaturas e para impedir com que aquele período tormentoso de ateísmo se
omovendo esse processo de pêndulo dentro da sociedade. Uma vez realizada essa revelação tão importante para o despertamento das criaturas e para impedir com que aquele período tormentoso de ateísmo se espalhasse sobre o planeta sem nenhuma resposta espiritual, nós vamos encontrar a o advento da doutrina espírita como o grande momento de busca da espiritualidade humana. E aí nós vamos ter um terceiro movimento. E eu não estou dizendo que esses movimentos são sequenciais, tá? Não é assim. Esse é o primeiro, depois veio esse, depois veio esse. Tem coisas que acontecem simultaneamente. O terceiro movimento que a gente percebe dentro da transição planetária é o advento de uma série de espíritos profundamente perturbados. Existe no Apocalipse, no capítulo 19, uma citação que diz assim: "E então convém que Satanás seja solto por um pouco de tempo? Eu não quero assustar ninguém, mas o Satanás já tá solto. Então, dentro da janela da transição planetária ocorre uma uma mudança muito significativa em que uma quantidade muito grande de espíritos que seriam extremamente endurecidos precisariam ainda de oportunidades para verificar se eles poderiam se transformar, porque se um deles se transformar seria muito bom. Então, entidades muito complicadas, elas acabam encarnando no planeta, na janela da transição planetária. Esses espíritos, eles sempre estiveram aqui. Só que Jesus, o Cristo planetário, eh regrava a reencarnação desses espíritos com um contagotas. Então, esses espíritos estavam tudo dentro de um contagotas. E aí ele pingava um e deixava esse vir. Depois que ele vinha aqui, fazia um estrago danado e tinha a chance de se transformar, porque ele não vem para fazer o mal, mas ter a chance de mudar. OK, agora volta, vá sentar no cantinho do pensamento para você pensar no que você fez e eu vou mandar um outro. Aí pingava o segundo. Então isso sempre foi assim. Quando chega no período da transição planetária, o governador planetário pega o frasquinho que tem o contagotas, tira o contagotas assim, em
m outro. Aí pingava o segundo. Então isso sempre foi assim. Quando chega no período da transição planetária, o governador planetário pega o frasquinho que tem o contagotas, tira o contagotas assim, em vez de pingar, ele vira o vidro, né? E aí a gente teve uma quantidade muito grande de entidade perturbada numa janela de tempo muito estreita. É só olhar como a nossa sociedade está. nós nós experimentamos uma convulsão social durante o período da transição. E isso está relatado no livro A Gênese. Quando eh os espíritos analisam o fenômeno do que está acontecendo no planeta, eles falam no item nove, numa mensagem Dr. que existiria um período de profunda perturbação pelas entidades que renasceriam no planeta, trazendo ideologias profundamente perturbadoras. Então, sim, é verdade. Essas entidades, elas chegaram à Terra com que objetivo? Elas vieram na verdade por elas e por nós. Elas vieram por elas porque era uma chance dessas dessas entidades se transformarem. Porque se um deles se transformar, poxa, vai ser muito bom. Vai ser muito bom. E com certeza alguns de nós deve estar pensando, mas não tinha outra maneira, não. Tem que trazer justo para cá. Para nós, a gente é que vai ter que lidar com esse pessoal tão perturbado, que promovem tanta violência, tanta promiscuidade, tanto desamor, tanta loucura. O mundo virado de ponta cabeça. Meu Deus, isso também é por nós. Por eles é por um único motivo e por nós é por quatro quatro motivos. O primeiro dos motivos pelo qual essas entidades perturbadoras encarnam na Terra é para saber se nós nos apaixonamos pelas ideologias loucas. Eles trazem muita perturbação nas suas ideias. muita perturbação e os espíritos querem saber se nós estamos interessados na perturbação que eles trazem. Porque muitos de nós talvez não tivéssemos coragem de fazer determinadas coisas, mas diante de um cenário de tanta permissividade do mal na nossa sociedade atual, eu digo, por que não tá todo mundo fazendo fazer também? Então, eu me sinto eh com a permissão de fazer,
nadas coisas, mas diante de um cenário de tanta permissividade do mal na nossa sociedade atual, eu digo, por que não tá todo mundo fazendo fazer também? Então, eu me sinto eh com a permissão de fazer, porque tem muita gente fazendo também isso. E eu quero aproveitar para dizer para vocês o seguinte: vocês sabem o que que acontece na lei de Deus quando mais gente comete um equívoco e se afasta da lei de Deus? O que que acontece na lei de Deus quando muita gente comete um erro e tem muita gente indo na mesma direção do equívoco? O que que acontece na lei de Deus? Vocês sabem que acontece? Nada. Porque a lei de Deus é eterna imutável como o próprio Deus, conforme a questão 615 de O livro dos Espíritos. Então não adianta, se tiver mais gente fazendo coisa errada, é só mais gente fazendo coisa errada. Isso não valida de alterar a lei de Deus. Então a lei de Deus ela tá posta, Márcia, ela tá posta. Não não não não vai ter mudança, porque muita gente faz. Então a primeira razão pela nossa causa é para saber se nós nos sentimos atraídos pela perturbação e nos perfilamos com o mal. Porque muitos de nós nem somos entidade perturbada demais, um pouco, mas não muito. Só que diante dos cenários de tanta permissividade, eu eu acabo indo junto, eu acabo dizendo: "Ah, por que não? Ah, eu vou também". E quando você vê, você está no meio desse grupo de entidades que vieram à Terra exatamente para promover os processos de desequilíbrio. Então essa é a primeira razão para nos revelar quem nós somos. Segunda razão é para que nós também nos revelemos quando nós olhamos as ideologias loucas e dizemos: "Gente, mas esse pessoal tá louco? Mas isso é um absurdo". Esse povo não tem mais jeito, tem que colocar num paredão e tem que matar tudinho. Quando a minha ideia diante de quem pensa diferente de mim é ter que matar a pessoa que pensa, é porque eu também me revelo como uma alma infantil. Eu revelo a minha imaturidade espiritual quando eu acho que a solução para os conflitos humanos é matar, destruir quem pensa
ar a pessoa que pensa, é porque eu também me revelo como uma alma infantil. Eu revelo a minha imaturidade espiritual quando eu acho que a solução para os conflitos humanos é matar, destruir quem pensa diferente de mim. Essa é uma segunda razão pela qual esses movimentos chegam até nós. Terceira razão pela qual eles vêm é para testar a nossa persistência no bem. Evangelho de Mateus, capítulo 24, versículo 12, diz: "E por ser grande a perversidade do homem, o amor de muitos se esfriará". Então, tem um povo que fica cansadinho de fazer o bem, dis: "Ah, tem mais jeito não. Ah, é que vocês são novos, vocês não conhecem." Mas tem uma música sertaneja antiga, que dizia assim: "Mundo velho tá perdido, a vaca já foi pro brejo". Então, as pessoas desistindo, as perguntas, trabalha com quê? Ah, eu trabalho numa clínica de recuperação de drogado. Tá perdendo seu tempo. Tá perdendo seu tempo, porque você vai recuperar um, entra 10 amanhã. Então, você perdeu, tem que largar de mão. Isso aí é uma guerra perdida. Então isso também nos mede até onde nós temos persistência no bem. Ah, já fiz muito isso. Ih, já dei muita sopa, agora não quero mais. Ah, tô cansado. Então, até onde, até onde a nossa perseverança no bem vai? Isso nos mede, isso nos revela. Então, essas movimentações espirituais perturbadas, elas são, na verdade, eh, uma grande possibilidade de saber quem nós somos. E a quarta razão pela qual eles vêm é para saber se eu tenho uma atitude madura. Qual é a atitude madura? A minha atitude madura é conviver no mundo sem querer transformar o planeta. Quem tem que mudar o planeta é Jesus, não sou eu. O meu papel é transformar a mim mesmo através das experiências que eu tenho. Enquanto eu quero mudar o mundo, eu ainda não descobri o propósito da vida, porque o grande propósito da vida é eu conseguir mudar a mim mesmo. A hora que eu conseguir me transformar, que eu consegui entender o valor da minha família, que eu consegui entender o valor das ações aparentemente pequenas que eu faço, é que eu estarei habilitado
o. A hora que eu conseguir me transformar, que eu consegui entender o valor da minha família, que eu consegui entender o valor das ações aparentemente pequenas que eu faço, é que eu estarei habilitado para ter entendido o propósito superior da existência. Então, toda essa encarnação de entidades perturbadoras, elas vêm para revelar quem nós somos, para saber qual é a nossa realidade. Porque muitas pessoas, inclusive, elas ficam debruçadas na janela perguntando assim: "Que tal? Já já tá na Já acabou a transição? Que quando acabar eu vou mudar porque eu não quero ir embora. acabar, gente. Não, não é assim. Não é o planeta mudando que a gente vai ter que mudar também. Não é assim. É o contrário. É a nossa mudança que muda o planeta. É quando eu mudo que o planeta muda, porque o planeta, na verdade, se a gente pudesse ser assim bem preciso na colocação, ele não está numa transição planetária, está numa transição da humanidade planetária. Quem está em processo de transformação é o planeta, perdão, é a sociedade, não é o planeta. Chuva vai continuar caindo, vitória da conquista vai continuar fazendo frio. O que vai mudar é o comportamento das pessoas. Então, o que vai se transformar é o indivíduo e não eh e não a o planeta em si. Tá aqui o Alberto Almeida que não me deixa dizer isso sozinho. Muita gente acha que a floresta amazônica é verde, pois a floresta amazônica não é verde. Quem é verde são as folhas das árvores que compõem a floresta. Cada folhinha sendo verde, a floresta ficou verde. Mas a floresta mesmo ela não é verde. Do mesmo jeito é cada indivíduo que vai fazendo a sua transformação, vai alterando progressivamente o planeta dentro dessas condições. Então é a mudança dos indivíduos que mexe o planeta. Para ser mais claro no que eu estou dizendo, neste ambiente aqui onde nós estamos, tem gente que já é de regeneração, porque já tem uma proposta de vida alinhada com a espiritualidade. E tem um outro grupo que ainda está em processo de transição planetária, que tem um pezinho aqui, um
m gente que já é de regeneração, porque já tem uma proposta de vida alinhada com a espiritualidade. E tem um outro grupo que ainda está em processo de transição planetária, que tem um pezinho aqui, um pezinho lá, um pezinho aqui, um pezinho lá e tem uma outra turma que ainda está em provas expiações, ainda aquele modelo mais rígido do olho por olho, dente por dente, guardar mágoa, ter ódio, se vingar. Esse tá mais no grupo dos provas e expiações. Alguns já estão numa luta e outros já conseguiram fazer. E é assim que a coisa vai acontecer, Nina. É a mudança de cada indivíduo que vai promovendo o processo de transformação que o planeta vai experimentar. Mas esse era só o terceiro sinal. Ainda tem mais quatro. O quarto sinal que a gente tem na no nesse processo da transição planetária é o fenômeno da chegada de determinadas entidades que vêm para o planeta para ajudar. E tem um povo que tá louco para que essa galera chegue para fazer a mudança do planeta. Eh, não vai ser assim. Tem um pessoal que tá achando que vai descer bilhões de espíritos luminosos. Não é dessa forma, porque se for assim, a gente não vai mudar, porque eles vão acabar fazendo o trabalho. Eles virão e estão vindo, mas eles não são tão numerosos assim, a ponto de fazer com que nós estejamos isentos de fazer o trabalho no bem. Eles virão, mas não virão aos milhões. Eles podem vir aos milhares, né? Se a gente lembrar que um Paulo de Tarso mudou a história do cristianismo e queungia libertou a Índia, a gente talvez não precise de milhões e milhões de espíritos luminosos, porque senão nós não fazemos a mudança. Então, a resposta para esse processo de perturbação que nós vivemos da chegada dessa quantidade bem mais numerosa de entidades perturbadoras foi o contraponto feito com aquilo que nós poderíamos dizer que era, na verdade, a chegada dos espíritos que marcariam a chamada geração nova, que entrariam na economia terrestre, trazendo uma transformação para o nosso planeta. Eles vão chegar cada vez em for de forma mais
rdade, a chegada dos espíritos que marcariam a chamada geração nova, que entrariam na economia terrestre, trazendo uma transformação para o nosso planeta. Eles vão chegar cada vez em for de forma mais acentuada e terminada a transição, eles estarão ainda bem mais presentes no nosso planeta, com um contingente bem mais expressivo. O quinto sinal desses sete é, na verdade, mais um sinal ruim para quem já se perdeu. O primeiro foi a chegada ao ateísmo, a segunda foi o advento da revelação espírita. O terceiro, a chegada das entidades perturbadoras. O quarto, a chegada dos bons espíritos para colaborar. E o quinto, o quinto sinal foi a conjunção do ateísmo com as entidades perturbadoras, porque as entidades perturbadoras poderiam vir e não fazer eco. O ateísmo poderia vir e não fazer eco, mas não foi o que aconteceu. O ateísmo se juntou com as entidades perturbadas e gerou um quinto fenômeno chamado império das imperfeições, que é o que a gente tá vivendo hoje, um período de profunda perturbação espiritual de uma de uma quantidade imensa de sinais de desequilíbrio que a nossa sociedade possui. O livro Obras Póstumas, naquela mensagem chamada Regeneração da Humanidade. No seu parágrafo 21 é dito o seguinte lá dentro, que quatro sinais acontecerão na sociedade na janela da transição planetária. Primeiro sinal, o adoecimento mental alcançará Micael uma quantidade tão grande casos como nunca visto antes na história da humanidade. Nós já estamos vendo isso. Nós estamos vendo hoje um período de grave adoecimento. Grave adoecimento. Outro dia conversando com o amigo meu que é gastro, ele é gastro médico, gast gastroenterologista, ele dizendo que ele consulta pessoas que vão lá para tratar e tal. Ele disse: "Met dos meus pacientes tomam remédio controlado". Metade. Uma quantidade muito grande de pessoas hoje está profundamente adoecido. Ansiedade, depressão, síndrome do pânico, uma série de conflitos. Cada vez aparece novos transtornos. Nós somamos bem adoentados. Então, o primeiro dos sinais que eles
oje está profundamente adoecido. Ansiedade, depressão, síndrome do pânico, uma série de conflitos. Cada vez aparece novos transtornos. Nós somamos bem adoentados. Então, o primeiro dos sinais que eles dizem é que nós enfrentaríamos um crescimento significativo dos transtornos mentais. Está acontecendo. Sinal número dois, os suicídios alcançariam cifras nunca antes vistas. Nós estamos tendo um crescimento muito significativo dos suicídios. A mídia é orientada a não informar, porque quanto mais fala piora. Então, eh, nós não temos notícia do que acontece, mas a gente tá vivendo um período de uma verdadeira epidemia. E na Europa, nós já temos até o suicídio assistido, em que as pessoas programam o dia que querem se suicidar e vão ao hospital, agendam o seu suicídio, se despedem da família. Então, alguns países da Europa já estão com essa realidade. E esse terceiro sinal que a gente encontra fala de que, na verdade, no período da chamada transição planetária, os suicídios cresceriam tanto que as próprias crianças se suicidariam. Isso não era um fenômeno notável estatisticamente. Hoje já é notável dentro do quadro dos suicídios o percentual de crianças que estão cometendo suicídio. Então nós estamos realmente vivenciando exatamente esse fenômeno apontado lá atrás na literatura espírita. E o quarto e último dos sinais que está nesse capítulo do livro Obras Póstmas, parágrafo 21, diz assim: "E nesse tempo muitos, antes mesmo de encontrarem a morte estarão riscado do número dos vivos. São pessoas que ainda não desencarnaram, mas elas já não são contadas como vivos. O que seria isso? Uma das possibilidades seria o processo da drogadição, da alienação nas cracolândias, nos nos ambientes aonde as pessoas perderam completamente a noção do que é a vida, estão abandonadas de si mesmas e vivem como verdadeiros zumbis. Então, são indicativos de um período de profunda perturbação além dos excessos na área da sexualidade que tem acontecido nos últimos tempos, que são os grandes sinais da nossa perturbação.
ros zumbis. Então, são indicativos de um período de profunda perturbação além dos excessos na área da sexualidade que tem acontecido nos últimos tempos, que são os grandes sinais da nossa perturbação. Ao longo da história da humanidade, um dos sinais de que as civilizações estavam entrando no seu período de ocaso, de derrocada, era a promiscuidade. Então você olha uma sociedade quando ela entra num processo de degradação da sexualidade em pouco tempo aquela sociedade ela perecia, ela não suportava viver muito tempo pela degradação dos costumes. Então nós estamos vivendo hoje também um período de muita promiscuidade, muita, muita promiscuidade. Isso também é um indicativo do período do império das imperfeições que está acontecendo entre nós. E temos o sexto dos sinais. O sexto sinal é o sinal do testemunho. Nós temos um testemunho para dar nessa fase da transição, porque é exatamente nessa janela da transição que nós vamos ser convocados para trabalhar e aprender a como lidar com as verdades que a gente conhece. Se é verdade que o Brasil é o coração do mundo, a pátria do evangelho, é bastante razoável que este coração é um coração que pulsa. E todo o coração que pulsa joga para fora de si as emácias, os glóbulos vermelhos cheios de oxigênio para irem a todos os lugares do corpo para levar o oxigênio. Nós somos essas hemácias e o coração do mundo vai bombar esse sangue para que a gente leve esta mensagem para todos os lugares. Todos nós aqui sabemos que Deus é brasileiro. fato. Mas Jesus não é brasileiro, ele é o governador planetário. E se o governador planetário colocou esse conjunto de verdades espirituais concentradas aqui no nosso país, deve ter alguma razão. Tem muito sentido ficar tudo no Brasil e tão pouca coisa do lado de fora. Fica muito evidente que nós somos mais uma vez uma escola espiritual no planeta. Já teve várias, já foi a Índia, já foi o Egito, já foi a Grécia, já foi Israel e a árvore vai sendo transplantada. E agora nós somos a escola espiritual da
is uma vez uma escola espiritual no planeta. Já teve várias, já foi a Índia, já foi o Egito, já foi a Grécia, já foi Israel e a árvore vai sendo transplantada. E agora nós somos a escola espiritual da Terra. Não o espiritismo em si, mas o planeta da Igreja Protestante, Igreja Católica, também temos grandes exemplos incríveis de pessoas em todos esses ambientes e nós seremos convocados para em próximas existências movimentarmos-nos do Brasil para outros lugares, para fazerem, fazermos o grande processo de divulgação dessa mensagem, não somente como espíritas, mas nascer na ciência, na filosofia, na arte, na educação, na política, iluminando esses pensamentos ou até em outras religiões, nascermos como muçulmanos, como católicos, protestantes, para levar o perfume daquilo que nós aprendemos com a doutrina espírita na construção de uma sociedade melhor, enquanto que outros, evidentemente de nós, estaremos lidando com o alargamento das verdades espíritas nos diversos lugares da Terra. Este é o período do testemunho que nós, evidentemente estamos envolvidos em todos esse. Se nós estamos aqui recebendo essa informação, é porque estamos nessa escola espiritual para promover em breve período esse processo de mudança das condições do planeta para que a Terra possa se movimentar. E o último dos fenômenos da transição planetária é marcado, evidentemente pela migração dos espíritos. haverá, no término da transição planetária, uma migração significativa de espíritos compulsoriamente, marcando o encerramento de uma etapa, porque as almas mais difíceis seriam retiradas, ficando aqui somente aquelas que seriam mais adaptadas a essa nova realidade. Uma leitura atenciosa eh do livro A Gênese, no capítulo 18. dos itens 27 até o item 30 vai nos permitir ver nesses quatro itens informações muito interessantes sobre como é que vai ser o a a questão da transição planetária, quem é que migra e quem é que fica, quais são os espíritos que permanecem na Terra, quais são os que saem, como é a dinâmica do processo
sobre como é que vai ser o a a questão da transição planetária, quem é que migra e quem é que fica, quais são os espíritos que permanecem na Terra, quais são os que saem, como é a dinâmica do processo da migração. E aí a gente observa que existem sete grupos que estão ligados a esse fenômeno da transição, da migração planetária. O primeiro dos grupos está no item 27 do capítulo 18 da Gênese. E são chamados os maus não tocados pelo bem. O nome já diz tudo, né? Se eles são maus não tocados pelo bem, é porque eles são maus não tocados pelo bem. Ou seja, o bem não sensibiliza esses espíritos. Eles não se mobilizam neste momento, eles vão se transformar, é lógico, mas nesse momento eles estão quase que impermeáveis a um processo de educação. Então, no primeiro parágrafo do item 27 é dito que os maus não tocados pelo bem migrarão do planeta. Então, esses é os são os que saem da Terra, os que vão migrar para outro ambiente, para um local inóspito para reconstruir tudo, para começar uma história nova, ingressando como eles ingressaram na Terra no período do neolítico. As primeiras levas chegaram aqui no neolítico para ainda ajudar as nossas condições orgânicas de adaptação na última fase para a formação do Homo Sapiens. E depois vieram, evidentemente, em outras ondas migratórias, formando as grandes civilizações do passado, egípcios, gregos, hindus, romanos e tantos outros. Não somente esses, mas houve presença dessas entidades migradas, entre outros povos. Os fenícios, por exemplo, tiveram uma grande contribuição de entidades migratórias, formando a sua capital em Cartago, que foi uma coisa maravilhosa. E muitos outros hebreus também tiveram grande contributo. Chineses também tiveram contribuição de povos migrados, não necessariamente da leva que vieram os chamados egípcios, mas também tinha uma um grande conhecimento espiritual. Então, nós temos aí esses povos antigos com esses contributos e agora nós vamos ter a migração, não é? É o que se desenha daqueles que são maus
mas também tinha uma um grande conhecimento espiritual. Então, nós temos aí esses povos antigos com esses contributos e agora nós vamos ter a migração, não é? É o que se desenha daqueles que são maus não tocados pelo bem. E os maus tocados pelo bem, esse faria um segundo grupo. Os maus tocados pelo bem, aonde a gente tá bem colocado, nós somos maus, mas somos tocados pelo bem. Porque a gente faz, chora, se arrepende, aí depois faz de novo, aí chora de novo, mas a gente pelo menos já é mais sensível. Então lá é dito o seguinte, nesse mesmo parágrafo, que uns migrariam do planeta e outros migrariam dentro do planeta para povos mais atrasados para levar aquilo que sabe. Então nós teríamos uma possibilidade de migrar dentro da terra para culturas mais atrasadas. Então, quando a gente está hoje pensando do testemunho, é pela nossa possibilidade de ida para essas culturas mais distantes, aonde nós poderemos deixar o nosso contributo de transformação nesses lugares aí do nosso planeta. Culturas que a gente diz assim: "Poxa, mas ali é mais difícil, então deve ser para lá que que nós iremos". No Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, existe um texto que diz assim: "E para aqueles que não recuarem diante de suas tarefas, o Senhor lhes reservará os postos mais difíceis na grande obra de regeneração da humanidade." Ora, os postos mais difícil não é você renascer em jequé, em conquista, livramento, serrinha, é os postos mais difíceis. Então você dá uma olhada no planeta e pergunta onde que o negócio tá difícil, provavelmente é para lá que a gente vai. Então nós somos convocados para um processo migratório dentro do planeta para dar um contributo em outros lugares. Este é o segundo dos grupos que a gente tem dentro desse cenário. O terceiro grupo que a gente tem são os espíritos que se transformaram, mas que são da própria Terra. Sim, tem um pessoal bom do planeta, tem um pessoal que é bom, que está na Terra, mas que já é um um um já são espíritos de uma evolução bastante significativa.
sformaram, mas que são da própria Terra. Sim, tem um pessoal bom do planeta, tem um pessoal que é bom, que está na Terra, mas que já é um um um já são espíritos de uma evolução bastante significativa. Não é porque é da Terra que obrigatoriamente é ruim. Eu posso ter um espírito que já seja bom vivendo no planeta. Ele é daqui, mas ele se transformou e não migrou. Ele quis ficar. Ele quis ficar. ele decidiu permanecer. Então, nessas oportunidades, o espírito acaba ficando. E é bem típico quando a gente se transforma no período da transição planetária, de não ir embora, porque a terra já vai transformar mesmo. Por que que vai mandar o cara para daqui a 500 anos ter que voltar? Então já fica, dá uma contribuída aqui, fica mais duas encarnações vai mudar, tá bom? Então você já permanece neste lugar sem precisar migrar. Então, há um terceiro grupo de espíritos que são os bons do planeta, que permanecerão por aqui. Há um quarto grupo de espíritos. O quarto grupo são a chamada geração nova. A geração nova é o grupo de espíritos que se integrará ao nosso planeta vindo de outros lugares. Já começaram a chegar timidamente, mas estão se inserindo na nossa sociedade. E a medida que se configura a regeneração, quanto mais ela avança, maior a quantidade dessas entidades eh se sendo enxertadas na no nosso planeta para impulsionar o nosso progresso. É a chamada, é, é o quarto dos grupos, a geração nova. Aí nós temos um quinto grupo que pouca gente comenta sobre eles em doutrina espírita, mas eles estão lá. É só pegar o o item 29 de o livro dos espíritos, do capítulo, perdão, da Gênesis, no capítulo 18, que eles estão lá. Esses espíritos é o seguinte: "A dúvida se eles vão se transformar ou não." Temos dúvida. Então, como a lei de causa e efeito, como a justiça divina, não pode se exceder, ninguém sabe, puxa, será que ele pode se transformar? Será que ele deve migrar ou não deve migrar? Então, tenho dúvida se esse espírito deve ou não deve migrar. Ele tem características que poderiam dizer que
sabe, puxa, será que ele pode se transformar? Será que ele deve migrar ou não deve migrar? Então, tenho dúvida se esse espírito deve ou não deve migrar. Ele tem características que poderiam dizer que ele valeria a pena que ele migrasse, mas ele tem outras características que advogam a seu favor. parece que ele tem que ficar. Então, como existe essa dúvida, diz o direito que indúbio para o réu. Então, já que a dúvida, que que a gente faz? Não migra, deixa ele aí. Essas entidades, está lá no texto, elas não encarnam e ficam assistindo às movimentações espirituais, esperando que eles se transformem, esperando que a percepção do que acontece na Terra, do que acontece no mundo espiritual, das movimentações das equipes sensibilizem essas entidades. É como se você pegasse um adolescente que gosta de correr na cidade, um adolescente que gosta de de andar correndo no carro, diz assim: "Você vai ficar conosco um mês acompanhando o plantão no hospital do pronto socorro dos traumatizados. Você vai acompanhar quem é que chega, o que é que acontece. Ele vai assistir como que chegam as pessoas em função dos excessos de velocidade. E na medida em que ele vai acompanhando, ele não encarna, ele fica no mundo espiritual observando o que acontece. E essa observação do que acontece pode ser suficiente para que esses espíritos digam: "Eu entendi, eu decido mudar". Aí ele faz uma mudança. Então veja como a espiritualidade é misericordiosa. Havia dúvida se ele poderia ficar ou não. Então ele fica aguardando para ver se ele realmente eh pode se transformar vendo o trabalho que a espiritualidade realiza. E se ele ficar no mundo espiritual e não se sensibilizar. O sujeito era um espírito que eu tinha dúvida se ele ficaria ou não. Tinha dúvidas e eu digo, deixa ele ficar acompanhando as equipes. Pois ele ficou e não decidiu nada. Se isto acontecer, ele vai para o sexto tipo de espíritos que estão desenhados nesses itens de 27 a 30 do livro A Gênese. Isso tá no 29 também. lá diz assim: "Se eles não se transformarem nem
iu nada. Se isto acontecer, ele vai para o sexto tipo de espíritos que estão desenhados nesses itens de 27 a 30 do livro A Gênese. Isso tá no 29 também. lá diz assim: "Se eles não se transformarem nem assistindo o que acontece pela espiritualidade, então um último recurso será tentado para buscar de alguma forma, Silvio, fazer com que eles consigam despertar. A gente vai fazer o seguinte, nós vamos deixá-los no mundo espiritual durante todo o período da transição planetária e quando a transição terminar, eles vão reencarnar. E vamos observar se eles se adaptam na realidade nova, se eles ficaram aguardando o término da transição e quando encarnam eles dizem nós. Mas ficou muito bom. O mundo tá muito bom. Eu acho que assim é melhor do que como eu pensei. Eu me adapto nesse mundo, eles permanecem. eles vão ficar porque se adaptaram à nova realidade. Mas pode acontecer o contrário, esperar toda a transição acabar e esses espíritos dizerem: "Ah, gostei disso aqui não, muito organizado, é tudo muito limpo. Cadê a bagunça, né? Cadê a desordem? Ah, não gostei não. Aí eles vão experimentar a chamada migração tardia, que é uma migração que vai acontecer porque o período da transição já se deu, as grandes levas migratórias já foram, eles vão nas levas finais porque realmente essas entidades não se adaptaram à sociedade transformada. seria o sexto tipo e o sétimo tipo são aqueles que encarnarão na terra, mas que não necessariamente compõe a população terrena, mas eles virão, porque o amor tem dessas coisas. Muitos espíritos ficarão na terra, muitas almas se juntarão ainda à história do nosso planeta. E a geração nova que vem para cá e os amores dela que ficaram noutro lugar. Então, os amores da geração nova também encarnarão por aqui para vê-los, para conviver com eles, para estar com eles. Os outros espíritos jamais evoluídos encarnarão entre nós para nos impulsionar ao progresso, mesmo não sendo da condição típica do planeta. São as grandes almas que também encarnaram na Terra num padrão acima daquilo que o
mais evoluídos encarnarão entre nós para nos impulsionar ao progresso, mesmo não sendo da condição típica do planeta. São as grandes almas que também encarnaram na Terra num padrão acima daquilo que o nosso órbit terá. Mas para nós, o que que está reservado? O que está reservado para nós é uma grande convocação de serviço, uma grande convocação de mudança interior, de transformação verdadeira das nossas condições espirituais, para que o conhecimento espírita não seja apenas uma informação para os nossos cérebros, mas que ele verdadeiramente transforme os nossos corações. nos desarme no sentido do ódio, da mágoa, do desamor, dos desafios familiares e dos conflitos mais profundos que nós possamos ter conosco mesmos. Sim, nós precisamos quebrar as algemas que ainda nos prendem a um passado profundamente infeliz e que vem há tantos séculos nos atrasando. Neste período da janela da transição planetária, a convocação que é feita é uma convocação de testemunho íntimo, de tentarmos efetivamente darmos a nossa contribuição para que as nossas vidas sejam diferentes, não com grandiosos exemplos na sociedade, mas que nós consigamos no nosso ambiente silencioso do lar fazermos o grande trabalho de restauro de uma relação esgarçada de pedir e conceder perdão para quem a gente de repente nem lembra que precisa fazê-lo. Perdoar os nossos pais, perdoar os nossos filhos, perdoar os nossos cônjuges, ajudar a cicatrizar as nossas próprias feridas, desenvolver em nós o verdadeiro dommos o propósito superior da existência. Essa é a nossa grande convocação para esta existência, para que se nós fizermos este grande movimento interior de real aproveitamento da lição espírita, sim, nós estej estejamos aptos a nos perfilarmos entre aqueles que colaborão colaborarão no planeta nas próximas existências para a edificação do reino de Deus sobre a terra. A convocação está lançada. O Cristo convoca todos nós para esse grande trabalho. E a nossa meta não é mudarmos o mundo como um todo, mas é mudarmos o nosso
a edificação do reino de Deus sobre a terra. A convocação está lançada. O Cristo convoca todos nós para esse grande trabalho. E a nossa meta não é mudarmos o mundo como um todo, mas é mudarmos o nosso mundo interior. E ninguém, absolutamente ninguém poderá fazer isso por nós. Só nós que poderemos ser os artípsices da nossa própria felicidade. A convocação está feita. As trombetas do apocalipse já ressoam. E cabe a nós apenas nos levantarmos diante de nós próprios e dizermos: "Senhor, eu aceito o desafio porque quero ser contado entre os teus bem-aventurados. Que o Senhor nos abençoe nesta grande tarefa e que a justiça misericordiosa de Deus, trançada com a transição planetária, ofereça a todos nós a grande lição extraordinária de nos libertarmos das nossas imperfeições rumo à paz. Muito obrigado.
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