Alessandro Viana – Para onde caminha a Humanidade?

Mansão do Caminho 15/03/2026 (há 1 semana) 1:04:00 854 visualizações 99 curtidas

Nesta conferência, Alessandro Viana propõe uma análise sobre o futuro moral e espiritual da humanidade, refletindo sobre os desafios contemporâneos e as transformações que conduzem ao progresso coletivo. Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/

Transcrição

Deixa aitar aqui. Bom dia a todos. O nosso grande desafio de manter essa ambiência espiritual e a elevação das lições, conforme o nosso querido Artur aqui nos trouxe nessa nesse início de manhã. estava ali impressionado com as belas palavras do Artur e ver que como a espiritualidade age, porque temos alguns pontos em comuns na nossa fala, sem que tivéssemos, como diz no ditado popular, não trocamos nenhuma figurinha, né? [risadas] A gente vê a mão da espiritualidade trabalhando essa temática tão importante. A obra de Leon de fato, nos suscita diversas questões do ser, da vida, do destino, da dor, para que em alguma medida desperte em nós, como foi dito, estas potências da alma. a fim de que possamos ter um melhor aproveitamento dessa concessão que a divindade nos dá de estarmos no corpo nestes tempos de transição planetária. A nossa proposta nesta manhã, dando seguimento, é falar do olhar da espiritualidade para este momento que passa a Terra. trabalharmos algumas características deste mundo regenerado que nós aguardamos às vezes até com alguma ansiedade, mas que temos que sair da teoria e colocarmos estes valores do mundo regenerado na pauta do nosso cotidiano. cada característica que será aqui tratada, que o Artur já trouxe algumas, porque falar de virtudes, de abnegação, de renúncia desses modelos de cristãos que ele citou, é estar trabalhando em nós estas potências da alma, potências estas que são norteadoras e construtoras deste mundo regenerado. Cada característica vai ser para nós uma oportunidade de nós avaliarmos como estou colaborando para esta transição, para este mundo melhor, para este mundo crístico, para a iluminação espiritual, individual e coletiva. Portanto, avaliar o papel de nós espíritas, individualidades inseridas na sociedade, em ambiências diversas, experimentando a dor, mais rude, menos rude, experimentando os desafios da vida e ali sendo, somos convidados a exercitar e testemunhar esses valores, primeiro por necessidade própria de iluminação, de crescimento, de

dor, mais rude, menos rude, experimentando os desafios da vida e ali sendo, somos convidados a exercitar e testemunhar esses valores, primeiro por necessidade própria de iluminação, de crescimento, de cristianização, para que também em alguma medida possamos deixar sementes de esperança para que outras pessoas possam de alguma forma se estimular com a nossa pequenina luz que vamos deixando ao longo do nosso dia. frase título da palestra, ela está de outra forma inserida na introdução de uma obra de nosso querido Divaldo, chamado No rumo do mundo de regeneração. Na introdução, o nobre benfeitor Manuel Filomeno de Miranda ali, num dado momento, ele propõe a seguinte frase: "Para onde caminha a sociedade nessa volúpia massificadora e desordenada?" É uma frase impactante. Sociedade na qual nós nos inserimos nessa volúpia, nesses desejos, impulsos, pulsões. O homem velho, ainda muito intenso em nós, produzindo esses comportamentos massificadores, onde passamos a agir dentro do que alguns chamam de normose. Todo mundo está fazendo, eu faço. E vamos pouco a pouco nos fragilizando espiritualmente. Volúpia, mas desordenada. Quando o evangelho nos pede o oposto, nos pede ordem, compromisso, fidelidade, agir diferente. Quando o Artur trouxe para nós o modelo do Cristo ali antes da crucificação com Pilatos, né, ele nos deu um exemplo incomum e singular de comportamento. E como o Artur bem falou, desdobrando isso para as nuances e as especificidades da nossa vida. A frase de Filomeno de Miranda, ela é, portanto, um pouco mais acomodada. Para onde caminha a humanidade? É uma das grandes perguntas da atualidade. Quantas mentes e corações não perdem a esperança, não se fragilizam, não adoecem, não entram nessa volupia massificadora e desordenada, porque não encontram respostas, não enxergam uma luz adiante para entender esses mecanismos divinos que estão agindo sem que muitas vezes nos apercebamos e está agindo. A doutrina espírita nos traz um legado impressionante para entender toda esta

ma luz adiante para entender esses mecanismos divinos que estão agindo sem que muitas vezes nos apercebamos e está agindo. A doutrina espírita nos traz um legado impressionante para entender toda esta metodologia divina, em especial, que é o foco do nosso tema, nesses tempos de transição planetária. Leão Dení suscita essa questão e para que possamos embasá-lo a nossa fala num texto dele, porque como o Artur fez aqui em alguns momentos, as palavras de Leão Denise são insubstituíveis. Se a gente quiser improvisar com as nossas palavras, nós perdemos alguma coisa nessa nessa tradução pessoal de algo que é muito nobre dentro do livro. Assistimos, de Deni, na primeira parte da obra, ao prelúdio de uma dessas renovações, maior e mais profunda que as precedentes. Já não tem somente homens por mandatários e intérpretes, o que tornaria a nova dispensação tão precárias como as outras. São os espíritos inspiradores, os gênios do espaço, que exercem ao mesmo tempo a sua ação em toda a superfície do globo, em todos os domínios do pensamento, sejam agindo lá no mundo espiritual, nos inspirando, seja quando estão aqui nos no corpo com testemunhos valiosíssimos, nos ensinando o caminho correto, o caminho do evangelho, o caminho crístico. A lei do progresso é universal. Potências universais agem nessa marcha ascensional. A evolução dos mundos e das almas é regida pela vontade divina. Isso para nós espíritas deságua em nossas almas como uma energia nova de esperança, de entusiasmo, de inspiração, para que não possamos desanimar nestes tempos. Os benfeitores espirituais, os mais variados na literatura espírita, tem essa característica de ter este olhar amoroso e bondoso para conosco, mas apontando aonde estão as nossas falhas, as nossas omissões, sem nos constranger, sem impor a nada, mas um convite para que nós possamos entender este momento da terra. Sem dúvida alguma, ao buscarmos no Evangelho algo que nos inspire para a nossa fala, não poderíamos deixar de trazer o sermão profético de Jesus, que é

que nós possamos entender este momento da terra. Sem dúvida alguma, ao buscarmos no Evangelho algo que nos inspire para a nossa fala, não poderíamos deixar de trazer o sermão profético de Jesus, que é aquele momento onde o Cristo vai avançar, diz a nobre benfeitora Amélia Rodriguez na obra Quando Voltar à primavera. O próprio título do livro já é inspirador, já é poético. quando voltar à primavera. O Cristo é essa primavera das nossas vidas. E ela vai trazer algo que eu acho assim especial, único. Porque nós quando aqui falamos do sermão profético, poderíamos, sem dúvida alguma, trazer o sermão na íntegra. Já fiz isso em outras oportunidades ao tratar do tema. O tema transição, ele é muito rico e ele ainda carece de nós muitas reflexões, porque ainda vemos muitos mitos e fantasias e interpretações equivocadas dentro do próprio movimento espírita a respeito desse tema, surgindo teses e teorias que não se coadunam com aquilo que Allan Kardec, o nobre codificador, nos trouxe em especial na obra A Gênese, na terceira parte e através de diversos textos, alguns, um ou dois traremos aqui da revista espírita, esse tesouro inestimável que não temos sabido aproveitar até então. Mas o que eu gostaria de trazer de Amélia Rodrigues, porque ela descreve aquele fato conhecido quando os discípulos saem do grande templo de Jerusalém com Jesus, uma tarde de terça-feira, o orgulho da raça judaica. E eles então falam ao Cristo, olha que beleza, mestre, vede que construção. Havia muito luxo, pedra, madeiras preciosas, ouro, prata. E o Cristo aproveitando aquele momento para tirar uma lição, dar-nos uma lição. Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada. E depois, logo após, no monte das oliveiras, os discípulos impactados com aquela fala do Cristo. Que queria o Cristo dizer? Não ficará pedra sobre pedra. Jesus ali diz Amélia, rompendo os limites, tempo e espaço. O que somente um espírito puro é capaz de fazer com este alcance, com essa precisão, ele iria trazer para nós o sermão

ará pedra sobre pedra. Jesus ali diz Amélia, rompendo os limites, tempo e espaço. O que somente um espírito puro é capaz de fazer com este alcance, com essa precisão, ele iria trazer para nós o sermão profético, que merece da nossa parte um estudo profundo e valioso. Mas eu gostaria de trazer nessa manhã algo que eu acho extraordinário, porque muitos de nós poderíamos nos perguntar o que foi que o Cristo anteviu para poder trazer o sermão profético? Claro que algumas questões são intuitivas. o nosso orgulho, o nosso egoísmo, a nossa revolta diante da dor, por não entendermos esta mestra, esta professora em nossas vidas, as paixões desequilibradas, mas ela traz ali quatro pontos que eu acho essencial e para que a gente possa até ter um olhar de atualidade e ver que são estas questões que hoje dificultam e muito a nossa marcha ascensional na direção do divido. E ela vai trazer uma característica que eu acho muito significativa. Ela diz assim: "Ao começar a resposta, Jesus daquele átimo de segundo, ele diz assim: "Uma tristeza profunda maca, marca o rosto do Cristo." E aqui eu acho muito belo, aproveitando a forma poética e profunda como o Artur sempre nos traz o evangelho, a tristeza do Cristo. Mas claro que quando nós falamos de uma tristeza de um espírito puro, nada tem a ver com a nossa tristeza. Tristeza que desanima, tristeza que revolta, tristeza que abate, tristeza que nos leva às depressões profundas, tristeza que abre portas para as ideiações suicidas. Nada tem a ver com isso. A tristeza de um espírito puro nos falta palavras. Nós não temos palavras na terra para expressar a tristeza de um espírito puro, porque nada tem a ver com a nossa. É a tristeza de um, digamos assim, de um pai, dos pais que vem aos filhos, crianças cometendo traquinagens, sabendo que o tempo as corrigirá, que esta criança vai crescer, vai amadurecer e logo mais deixará de lado aquelas traquidagens, aquelas escolhas infantis, bobas, típicas da infância, da juventude. Então ela diz que com essa tristeza o

ue esta criança vai crescer, vai amadurecer e logo mais deixará de lado aquelas traquidagens, aquelas escolhas infantis, bobas, típicas da infância, da juventude. Então ela diz que com essa tristeza o Cristo avança no tempo e ele leva em conta, primeiro ponto, a tecnologia sem alma. O Cristo já sabia da tecnologia. Espírito puro fez a sua evolução nas outras moradas da casa do pai. Ele sabia dessa tecnologia que viria sem alma. E aqui o que significa tecnologia sem alma? Sem ética. uma tecnologia quando ainda nos falece moralidade para melhor lidar com ela. Falávamos nos bastidores agora h pouco a respeito disso. A tecnologia em si mesmo é neutra. Ela ela é útil, ela é necessária, faz parte das concessões divinas ficar, perderíamos tempo valioso aqui falando dos acréscimos da tecnologia para o bem-estar individual e coletivo. Mas a tecnologia sem alma significa este uso inadequado que nos rouba tempos valiosos para a nossa espiritualização. Porque nesse uso inadequado, e há muitos estudos desse sentido, e o que nos chama atenção nessa volúia massificadora e desordenada é que semana a semana as estatísticas mostram que nós vamos cada vez mais perdendo tempo naquilo que a tecnologia nos oferece de descartável. As distrações das redes sociais. Você pega um celular, um tablet e você fica ali movimentando. É aquilo lá nos magnetiza. É feito para isso, os algoritmos. E às vezes hoje a média está se aproximando de praticamente 6 horas por dia. Não é não usar. Nós estamos falando do uso inadequado, daquelas informações, das distrações inadequadas que nos roubam tempo. Poderíamos ler um capítulo de Leão Deni, poderíamos ler um texto do Evangelho. O entretenimento faz parte da vida, mas nós temos que tomar cuidado com essa tecnologia sem alma que nos distrai. Porque se nós não temos este esta verdadeira identificação do propósito existencial dos tempos pelos quais a terra passa, onde a semelhança da cruz, vivemos um período de obsessão coletiva e pandêmica, como diz Filomeno de

s este esta verdadeira identificação do propósito existencial dos tempos pelos quais a terra passa, onde a semelhança da cruz, vivemos um período de obsessão coletiva e pandêmica, como diz Filomeno de Miranda na referida obra, virão espíritos nos anestesiar e nos potencializar essas fraquezas para que cada vez mais continuemos usando até Tecnologia sem alma. A tecnologia sem alma simboliza pessoas descompromissadas com a moralidade que as utilizam para aplicar golpes. Hoje nós temos medos de atender um aparelho celular, nós temos medos de abrir o e-mail, nós temos links que nos chegam, nós trabalhamos na área da justiça e as ações em razão de golpes virtuais cresceram muito. E há almas ainda que se comprazem na construção, na ideação destes golpes usando a tecnologia. Ela diz que o Cristo adiantou e viu a ciência sem Deus, esta ciência ainda predominantemente materialista, que tem como foco central o corpo, que é transitório, passageiro, como sabemos, desdenhando a nossa essência divina, a nossa imortalidade, a nossa destinação. E aí vem e também colabora para o nosso estacionamento espiritual, o estacionar espiritual, o parar. Aí vem a dor para nos movimentar. Esta ciência que nos propõe criogenia para que congelemos os nossos corpos com medo da morte, com medo do nada, querendo prolongar a vida física. torná-la eterna a aqueles que desejam tornar a vida no corpo eterna. ciência que no campo da medicina hoje nos oferece este endeusamento do corpo. Temos que cuidar deste vaso sagrado, mas o exagero, o excesso. Então, vemos hoje as pessoas se movimentando neste excesso. A revista espírita tem uma lição chamada paganismo moderno. esses novos deuses que nós vamos elegendo, Deus corpo, Deus dinheiro, Deus poder, Deus prazer. E esta ciência que de alguma forma vai fomentando, fortalecendo estas inclinações ainda doentias da alma. Jesus vai identificar, segundo Amélia Rodrigues, as religiões desfiguradas pela ausência do amor, do sentimento. Algumas que vão se desconectando da

talecendo estas inclinações ainda doentias da alma. Jesus vai identificar, segundo Amélia Rodrigues, as religiões desfiguradas pela ausência do amor, do sentimento. Algumas que vão se desconectando da origem da mensagem do Cristo e vão criando guetos. Só estão salvos aqueles que são deste círculo religioso, quando a proposta do Cristo é um só rebanho, um só pastor. O que não significa uma única religião, o que para nós aqui neste estágio da Terra seria algo impensável. Religiões que pautam-se mais pela prosperidade material do que pela prosperidade espiritual. falam da prosperidade espiritual, mas dão mais ênfase, mais destaque para a nossa prosperidade material, como se o reino de Deus fosse isto. E o Cristo diz que não tem aparências, não está lá, não está cá, está dentro de nós. E ele traz um quarto eixo as filosofias esdrúchulas da atualidade e vão crescendo, se multiplicando nas redes sociais esses influenciadores de opiniões, estes que fazem parte da ciência, às vezes alguns da psicologia, da medicina, da psiquiatria, mas principalmente esses terapeutas sem nenhum compromisso ético, trazendo para nós propostas filosóficas esdrúchulas despreocupados com moralidade e crescimento espiritual e criam frases de impacto: "Você merece ser feliz. Seja feliz a qualquer custo". E às vezes a gente faz uma análise dessa, algumas pessoas e falam: "Meu Deus, eu mereço ser feliz da perspectiva material. Olha a minha vida, olha meu casamento, olha a minha família, quanta infelicidade". E às vezes abandonam lares em nome de um prazer, de uma felicidade material. desconectam-se de tarefas que haviam abraçadas, nobres e falam: "Não, o tempo está passando, eu preciso ser feliz, mas o feliz dentro da perspectiva material". Então, veja o que o Cristo foi levando em conta. Filosofias que pregam a desvalorização da família, da instituição da família. Alguns que falam que o homem, a criatura humana, não foi feita para ser monogâmica e sim poligâmica, porque pauta-se pelo pelo excesso de

pregam a desvalorização da família, da instituição da família. Alguns que falam que o homem, a criatura humana, não foi feita para ser monogâmica e sim poligâmica, porque pauta-se pelo pelo excesso de prazeres e em especial. que ainda nos atormenta e nos aflige porque não aprendemos a sublimar a energia sexual. Mas nós sabemos que toda árvore que o Pai não plantou será arrancada. essas filosofias esdrúchulas, essas ideias desconectadas das lições do Cristo, pouco a pouco nesta era de transição. Mas eu fiquei fascinado com essas perspectivas, porque nós temos que nos avaliar nesses itens se de alguma forma eu não estou me fragilizando, eu não estou me complicando diante dessas tecnologias sem alma, a ciência sem Deus, religiões desfiguradas pela ausência do amor, do sentimento e por essas filosofias esdrúchulas que às vezes encontram em nosso campo íntimo alguma sintonia ainda com as velhas inclinações. Por isso, como disse o Artur, é muito difícil sacrificar o interesse pessoal, a abnegação. Então, o Cristo naturalmente nos apresenta depois do sermão profético, levando tudo isso em conta do sermão profético. E são trechos ali muito valiosos, muito significativos, alguns que nós poderíamos destacar aqui muito importantes paraa atualidade. Aquele que estiver no monte não volte à cidade. O que estiver no telhado, não desça. Significando para nós vigilância, cuidado para não fazermos escolhas equivocadas. Manter fidelidade, manter sintonia com o bem. O não descer aqui significa moralmente, significa sintonia. o esforço por mantermos a nossa sintonia com esses benfeitores espirituais que sob a tutela do Cristo sustentam este movimento regenerador da humanidade que começa com a vinda da doutrina espírita. Claro que a transição ela vem sendo trabalhada lentamente ao longo dos séculos, mas com a doutrina espírita vem um momento de ciclo evolutivo que Kardec trata na obra Gênese falando do duplo progresso, esse progresso mais lento, mais gradual ao longo dos tempos, o melhoramento individual das criaturas

írita vem um momento de ciclo evolutivo que Kardec trata na obra Gênese falando do duplo progresso, esse progresso mais lento, mais gradual ao longo dos tempos, o melhoramento individual das criaturas humanas, espíritos missionários que reencarnam e nos deixam inspirações para que possamos melhorar, mas há esse progresso mais rápido. E quando a Terra está pronta para estes ciclos, naturalmente que esses espíritos responsáveis por esse movimento regenerador agem. E a Terra está num destes ciclos. Para nós é interessante que um desses benfeitores citados pelo Raul Teixeira ontem, nessa ambiência espiritual em que estamos mergulhados nesta conferência, um deles que simboliza esse movimento regenerador, sem dúvida alguma, Dr. Bezerra de Menezes. Quantas vezes pela fala do Divaldo, pela psicofonia, ele em nome de muitos espíritos falava desse momento de transição, deste movimento regenerador, que, curiosamente, achamos um texto na revista espírita de maio de 1868, fazendo uma referência indireta ao Dr. Bezerra de Menezes, uma comunicação espiritual onde dizia: "Já está reencarnado na terra uma destas grandes almas responsáveis pelo movimento regenerador. Não podemos dizer em que país ela está e não podemos sequer nominar o seu nome porque ainda ela não se apresentou". E eu fiquei curioso, a data 1868, a gente já começa a fazer conta, naturalmente que não era o próprio codificador de quem a quem eles estavam se referindo. Pensei inicialmente até Leonheiros e e ali não foi uma conversa reservada, haviam outros com Divaldo, certa feita, eh perguntamos a outros e eles falavam: "A espiritualidade estava se referindo a Dr. Bezerra de Menezes, que já estava reencarnado no Brasil, ainda não havia se mostrado, não havia se tornado espírita e seria uma destas grandes almas de escol que num ambiente deste, com tantos espíritos reunidos, quantas e quantas conferências em quantos e às vezes outros locais, ele, Dr. Bezerra falava em nome de uma pleade de espíritos responsável por esse movimento

ente deste, com tantos espíritos reunidos, quantas e quantas conferências em quantos e às vezes outros locais, ele, Dr. Bezerra falava em nome de uma pleade de espíritos responsável por esse movimento regenerador, criando uma ambiência espiritual que deve nos suscitar este esforço, esse empenho para não atrapalharmos e ir além para que possamos colaborar. Então são tempos de vigilância e cuidado para que, como disse Cristo, o nosso amor não esfrie nestes momentos diante de tantas iniquidades, tantas e tantas iniquidades que vemos. A obra do nosso querido Raul Teixeira, O tempo de Deus, fala-nos desse tempo sem pressa, de Deus não tem pressa, mas esse tempo que Deus sempre nos aguarda para a nossa renovação. Mas ali o nobre benfeitor Camilo, que é uma destas almas também compromissadas com esse movimento regenerador, usando a mediunidade abençoada do nosso querido Raul para nos trazer instruções na obra. Ele tem este olhar. Eles trazem um olhar atual que às vezes nos alerta, às vezes nos entristece, mas ao mesmo tempo eles trazem um olhar de esperança e um convite para a melhoria, como Cristo no sermão profético, mas no final, por toda a nação será pregado o evangelho. Então, não é só mensagem pessimista, é um raio X, um diagnóstico e nos apresentando que o desfecho, o fim é de um mundo de regeneração. Não há como deterpinelli na obra No rumo do mundo de regeneração, o grande trabalhador do Rio Grande do Sul, ele dirá: "A mudança será radical. A ordem partiu do alto. E nós espíritas vamos podendo entender quais são essas metodologias que a divindade vem usando através desses benfeitores. Do escombro do mundo velho sairá o mundo novo. E Camilo, na obra O Tempo de Deus faz esse diagnóstico deste mundo velho que está sendo transformado, essas ações que estão acontecendo para essa melhoria. E ali ele tem vários capítulos onde nós temos que ali nos identificar, porque a proposta dessa manhã, ao falar das características, repito, nós temos que sair daqui autoavaliando-se,

ra essa melhoria. E ali ele tem vários capítulos onde nós temos que ali nos identificar, porque a proposta dessa manhã, ao falar das características, repito, nós temos que sair daqui autoavaliando-se, porque um evento como este, um evento espírita, um estudo espírita, nós não podemos sair daqui apenas falando: "Nossa, que evento bonito, que palavras inspiradoras." Só amanhã nós acordamos, seguimos a nossa semana como se absolutamente nada tivesse acontecido. Essa volúpia massificadora às vezes nos afeta às vezes até no evento espírita. Se nós tivéssemos na saída desse salão, desse teatro, você já vi no farmácia quando você é atendido no caixa, tem um painelzinho ali de avaliação do atendimento. Ruim, bom, excelente. Alguns são cinco, eu não lembro das n ruim, bom, né? Médio, excelente. Enfim, like, né? nas redes sociais de SL. Se cada um que saísse ali fosse convidado a dar o a sua opinião sobre os eventos, com certeza seria um like, seria um bom. Aí a pessoa sai da farmácia, sai do comércio, fez a avaliação, acabou. Para nós não pode acabar, não pode ser uma mera avaliação superficial e rápida. tem que introjetar em nós necessidades de mudança. Então, Camilo fala tempos de solidão. É um do capítulo. Quantas pessoas vivem na solidão solitárias e às vezes solitárias com outras pessoas à sua volta. Não é o solitário propriamente sozinho. Solitários num lar, solitários num ambiente de trabalho cheio de pessoas. Tempos de Camilo, tempos de violência, tempos de medo, medo, insegurança. Será que nós não estamos sintonizados em algum momento com essas faixas do medo e da insegurança? Quando o Artur vem nos falar aqui de coragem, que tá estampada em sua camiseta. Às vezes na casa espírita tarefas que necessitam de voluntários e nós estamos ali em tempos de medo porque eu não sou capaz, eu não dou conta, eu não tenho tempo. E e os benfeitores dizem que às vezes nós mascaramos medos e inseguranças com esta frase: "Não tenho tempo, quando na realidade estamos mascarando medos".

capaz, eu não dou conta, eu não tenho tempo. E e os benfeitores dizem que às vezes nós mascaramos medos e inseguranças com esta frase: "Não tenho tempo, quando na realidade estamos mascarando medos". Diz Camilo, tempos de sensualidade, tempos de descomprometimento. Às vezes queremos, mas temos dificuldade de nos comprometer com o bem, nos comprometer com a casa espírita que frequentamos. Eu sempre gosto de fazer essa este link com a casa espírita, porque aqui estamos num evento espírita e boa parte da nossa vida nós estamos na casa espírita. A casa espírita tem sido para nós esse santuário, este abrigo, este refúgio na mensagem que se tem na minha fala de ontem, à exposição da revista espírita, que às vezes somos almas a muitas reencarnações descompromissadas. Aí vem a o convite e dentro de nós se agita esse esta falta de de compromisso. Tempos de escândalo. Porque uma pergunta como essa, para onde caminha a humanidade exatamente nesse tempo atual de guerras? Que não é novidade, não é de hoje. Nunca passou um século na Terra sem que houvesse sem que não houvesse uma guerra. Mas hoje as pessoas procuram tempos de escândalo, onde o interesse pessoal se sobrepõe ao bem comum, ao interesse público. Então são tempos desafiadores, sem dúvida alguma. Daí Camilo propor, mas também são tempos de definições e que ele tem uma frase muito bela na obra Justiça e Amor, tempos difíceis e desafiadores definidores esses tempos atuais são oportunidades para que as almas encarnadas na terra escolham de que lado desejam estar, se na luz, se na treva. Então, nós olhamos a política, olhamos o cenário nacional, internacional, mas a doutrina espírita é para nós esse medicamento para as nossas almas, para que não possamos perder a esperança. E eu achei interessante quando o Artur trazia aqueles personagens da época do Cristo, da ambiência, da crucificação, porque eu tinha eh usado uma obra para preparar a nossa fala de Francisco Cândido Xavier, os mensageiros, onde tem ali André, Luís, Aniceto

rsonagens da época do Cristo, da ambiência, da crucificação, porque eu tinha eh usado uma obra para preparar a nossa fala de Francisco Cândido Xavier, os mensageiros, onde tem ali André, Luís, Aniceto mantendo o contato com Esmalia. Toda a obra que a gente vai ler tem uma mulher, né, que se destaca na obra. O humano vai fazer autobiografia. As mulheres se destacam na obra, né? os sentimentos da mulher, o devotamento e ali na obra que nos marque a esmalha, casada com Alfredo. E num dado momento, no capítulo 18, ela vai fazer essa comparação a Jerusalém de ontem e a humanidade de hoje. Porque quando Jesus falava a Jerusalém, falava é: "A Jerusalém simboliza toda a humanidade, a terra prometida é o mundo regenerado do porvir." São estes símbolos do evangelho que a doutrina espírita nos ensina a entender. E ela fala: "Nós somos ainda a Jerusalém de ontem, desdenhando a mensagem do Cristo e o crucificando todos os dias no madeiro da indiferença e do desdém." Olha que mensagem forte. Será que nós estamos em alguma medida todo dia? crucificando o Cristo, simbolicamente falando, no trânsito, na vida pública, na vida em sociedade, por conta do desdém à sua mensagem. Somos a Jerusalém de ontem ainda. Ela diz, ainda estamos repetindo a política dos Césares, onde o interesse pessoal se sobrepõe. Quantas vezes fazemos melindres na casa espírita por questões bobas e simples, porque queremos que o nossa opinião, o nosso interesse pessoal se sobreponha ao interesse da casa, ao interesse do local, ao interesse nobre do lar. A gente quer pôr o nosso interesse pessoal, quantas brigas, quantos melindres na casa espírita, no lar, no trabalho, porque queremos que o nosso interesse pessoal, muitas vezes desajustado e desarmonizado, se imponha. Às vezes recebemos notificações de multas de trânsito e aquilo viola o nosso interesse pessoal porque daqui a pouco vai suspender a minha habilitação e a gente começa ali a procurar parentes e amigos para poder transferir pontos de multa, né? É o nosso interesse pessoal

nosso interesse pessoal porque daqui a pouco vai suspender a minha habilitação e a gente começa ali a procurar parentes e amigos para poder transferir pontos de multa, né? É o nosso interesse pessoal em detrimento da ética, do interesse público. Isso é uma luta que eu converso. Quantos de nós não passamos por isto? Vejam como essa questão é trazer estas estas características, as negativas e as ideais, para que possamos nos avaliar em que pé estamos, como propõe o caminho, na luz ou na sombra. O interesse dos Césares, a justiça de Pilatos, diz ela. Isso que eu falei, a sintonia com a fala do Artur, a omissão, a indiferença e lidando com a culpa, né? Omisso, indiferente. Todas as vezes que nós permanecemos omissos e indiferentes, a oportunidade de crescer, servir e fazer o bem, nós somos, entre aspas, Pilatos. nessa simbologia que Esmalha e está aqui nos trazendo. Todas as vezes que nós estamos ali, a casa espírita nos oferece oportunidade de tarefas e nós ficamos omissos, indiferentes. Nós estamos pilados. Todas as vezes que na vida, em sociedade, surge uma oportunidade de servir e fazer o bem, o cristão é ativo na sociedade em que se movimenta. Diz Joana, nós estamos, entre aspas, Pilatos, como diz Desmon Tutu, Prêmio Nobel da Paz. Se diante das injustiças eu permaneço neutro, eu estou do lado do opressor. Quantas injustiças não passam às vezes por mim? justiças pequenas, mínimas, maiores e eu permaneço ali indiferente, passivo. São questões que o autoconhecimento sério nos propõe, porque nós somos fartos em apontar problemas na nossa sociedade, mas temos dificuldade de nos colocar que posso fazer para resolver isto? Às vezes não vamos resolver em tótum integralmente, mas vamos levar uma contribuição, minimizar. Eu tenho um um companheiro espírita já desencarnado, seu Alexandre Neri, foi um dos fundadores da casa espírita em que frequento, médium extraordinário, uma pessoa de bem. E às vezes os missionários, como o Artur nos falava, nos trazem exemplos assim impactantes e

re Neri, foi um dos fundadores da casa espírita em que frequento, médium extraordinário, uma pessoa de bem. E às vezes os missionários, como o Artur nos falava, nos trazem exemplos assim impactantes e chocantes para realmente despertar em nós esse compromisso com o bem. Por isso que às vezes falas fortes, o sermão profético tem essa característica de uma fala forte, um tom mais enérgico. Se o Alexandre Neri era motorista naquela 1980, foi à cidade de São Paulo a trabalho e naquela época ele foi assaltado, nem sei se usa mais essas expressões ainda. Aí usava na infância os trombadinhas, né? foi assaltado por alguns trombadinhas e aí ele voltou paraa Itaptininga, narrou lá na nossa casa espírita, não a mim, a a outros que depois nos contaram a notícia e ele disse: "Fi nossa, seu Alexandre, você foi assaltado lá por trombadinhas, foi? E daí você foi fei à delegacia fazer boletim de ocorrência?" Ele disse: "Não, não me senti em condições morais de fazer isso, porque nada tenho feito para tirar estes jovens delinquentes da rua. é forte. Quer dizer que se eu for assaltado, furtado, eu não posso fazer um boletim de ocorrência. Claro que eu posso. Claro que eu posso estar dentro daquilo que nós podemos fazer, acionar a justiça humana para agir. Mas vocês percebem a mensagem forte? Quantas vezes estamos omisso? Existem os conselhos municipais para nós podermos atuar, criarmos uma ONG. Então, muitas vezes estamos ainda hoje repetindo a justiça de Pilatos, a fé dos fariseus, diz ela, exterior, mais preocupado com aparência, essa fé, essa fé realmente frágil, como disse também aqui o Artur, né? Mede-se a grandeza da nossa fé diante dos desafios existenciais, diante da dor, dos obstáculos. Essa é uma frase de Joana. Mede-se a grandeza da nossa fé diante dos desafios existenciais. A nossa fé dos é a fé dos fariseus ou é a fé raciocinada? Essa fé que nos conecta com o divino que nós estamos exercitando, manejando no nosso cotidiano? É aquela fé que vem os problemas e a gente porque quantas vezes nos deparamos

eus ou é a fé raciocinada? Essa fé que nos conecta com o divino que nós estamos exercitando, manejando no nosso cotidiano? É aquela fé que vem os problemas e a gente porque quantas vezes nos deparamos com companheiros espíritas que diante da dor a fé se fragiliza e fala: "Mas eu dou passe na casa espírita, eu sou médium, eu sou dirigente de grupo de estudo, como é que me acontece estas coisas?" Preciso estudar novamente a doutrina espírita. porque não compreendeu que não há privilégio. Nós passamos pelos desafios, em especial com a fé espírita, para ali tirarmos as melhores lições e de alguma forma servirmos de um exemplo modesto, porque diante da treva ainda uma pequenina luz é referência para muitos muitos se situarem e caminharem adequadamente aqui na terra. E ela diz ainda os negócios com ANAS e Caifás, procuramos manter o status, o poder, a aparência nas redes sociais hoje. Então é uma cobrança, é uma pressão por isso, mantença de aparência, de poder, daquilo que verdadeiramente não somos. Às vezes a casa espírita nos oferece um um cargo, uma tarefa e a gente fica preso a esses cargos, a esses poderes que na casa espírita também são transitórios. Temos que ser ali mero instrumentos do alto para melhor nos conduzir diante dessas responsabilidades que assumimos na casa espírita. Ela cita ainda a crença de Jairo, o chefe da sinagoga, que ele oscila Cristo, né? Ele oscila. Ora o vê como Salvador, como Messias, ora não. É aquela oscilação, né, simbólica de Jar. E nós às vezes estamos assim. Então é muito interessante, mas sabemos que a espiritualidade vem agindo intensamente. Nós hoje temos na literatura espírita algo valioso. Nós temos obras extraordinárias a começar pelo evangelho, a nossa fonte primária, sermão profético, parábola dos vinhateiros homicidas. Há tantas mensagens que falo desta época. Temos Allan Kardec, o cristianismo red vivo, o espiritismo tratando dessa temática, em especial na obra Gênes a terceira parte. E temos algo que eu acho que vem em essas obras subsidiárias sérias, a

. Temos Allan Kardec, o cristianismo red vivo, o espiritismo tratando dessa temática, em especial na obra Gênes a terceira parte. E temos algo que eu acho que vem em essas obras subsidiárias sérias, a quadrilogia de Divaldo Pereira Franco, né, de Filomo, transição planetária, perturbações espirituais, amanhecer de uma nova era no rumo do mundo de regeneração, para que a gente possa realmente entender toda esta movimentação, como diz o espírito Mardoqueu na revista Este espírita de outubro de 61. A imagem que ele cria da terra destes tempos é: a terra está em trabalho de parto. Parto para nós aqui tem dois sentidos. Parto no sentido uma nova vida que surge, novos valores que estão sendo construídos. E parto também significa expulsão do feto, né, que está saindo ali para a vida extrauterina. Então, nós estamos construindo novos valores, uma nova vida e ao mesmo tempo, dentro dessas ações da espiritualidade, como conforme Kardec já havia dito, nós estamos, né, a divindade vem agindo, entre aspas, né, expulsando aqueles que não estão se ajustando a esta nova proposta. Isso já vem acontecendo há algumas décadas. Então nós vamos entendendo. Nós somos hoje aquele mal comparando, enxergando uma casa em obras, tudo derrubado, uma aparente bagunça. Porque quando falamos de planejamento divino, não há espaço para falta de planejamento. Tudo é ordem, tudo é responsabilidade, tudo é adequado, tudo é certo. Então, muitas pessoas olham a terra hoje, é como se eles tivessem no meio de uma casa em construção, aquela bagunça, cimento, pedra, funcionários correndo para lá e para cá. E a pessoa fala: "Nossa, que bagunça isso aqui". Aí você põe na mão da pessoa a planta da do que será aquela construção. Aí ela começa a olhar e entender o que virá logo mais e perceber que não há desordem, há ordem. O espiritismo para nós simboliza esta planta deste momento de transição planetária para entendermos o que está sendo feito pela espiritualidade. Muitas medidas estão sendo tomadas. A obra no rumo do mundo de regeneração.

ós simboliza esta planta deste momento de transição planetária para entendermos o que está sendo feito pela espiritualidade. Muitas medidas estão sendo tomadas. A obra no rumo do mundo de regeneração. Trouxe vários. Graças à autoridade moral do Edivaldo, a sua folha de serviço prestada à doutrina, a gente lê aquela obra de Filomeno e vê ele descrevendo: "Regiões do mundo espiritual inferior sendo transplantadas, retiradas através do que se assemelhariam a gruas, onde quando espíritos compromissados com a regeneração agindo transplantam pedaços dessa região trevosa inferior e já levando para esse no mundo onde eles irão. Porque a lei de Deus é tão perfeita que mesmo esses que estão saindo irão aonde estarão para cumprir uma missão. Eles não são expulsos, enchotados. Quando os exilados de capela vieram para cá, eh, auxiliaram no progresso da terra e foram recebidos pelo Cristo, que os conclamou a ajudar. Estes espíritos irão lá ajudar. Eu achei pitoresco. Vou pedir até o André Siqueira autorização que ele nos contou lá hoje com essa criatividade das redes sociais. Ele nos contou assim que eh a imagem que construíram na internet com inteligência artificial é uma pessoa assim orando em silêncio e aí aparece o seu benfeitor espiritual e fala com ele. Olá. Ele se assusta, né, porque não tinha mediunidade. E o benfeitor fala com ele, está em prece. Você está sendo convidado a ser o pai de uma nova civilização. Pessoa se assustou. Pai de uma nova civilização. Eu, mas eu não tenho condições. Eu ainda não sei nada. Como é que posso ser pai de uma civilização? Aí o benfeitor perguntou para ele: "Você sabe acender um fósforo? Por quê? você vai, eles nem conhecem o fogo ainda, né? O André Siqueira, né? Essa essa imagem daqueles que estão saindo levando o progresso para lá. Então isso vai nos enchendo de esperança e de entusiasmo para saber que os benfeitores estão agindo. Essas medidas, como disse na obra, estão sendo tomadas. Nós não a conhecemos todas, não temos de conhe, não temos

nos enchendo de esperança e de entusiasmo para saber que os benfeitores estão agindo. Essas medidas, como disse na obra, estão sendo tomadas. Nós não a conhecemos todas, não temos de conhe, não temos condições de conhecer todas as medidas que estão sendo tomadas, mas eles estão agindo. Vemos isso impactando até a rotina de algumas tarefas da casa espírita, a reunião mediúnica, a a nossa, a que frequentamos, teve há dois aproximadamente 2 tr anos, uma modificação em algumas comunicações, em algumas metodologias. E em respeito ao que Kardec nos ensina, a universalidade, fomos conversar com outros grupos mediúnicos. Conversamos, por exemplo, com a nossa Eulalha, também um grupo mediúnico na cidade de Santos. E nós ficamos impressionados pela similaridade do que nós narrávamos e do que não significa que tem que acontecer em todos os grupos mediúnicos, que aprendemos que cada grupo mediúnico tem a sua característica. mas espíritos trevosos, lideranças espirituais que outrora eram trazidas à reuniões mediúnicas e muitas vezes ali não aceitavam nenhum tipo de auxílio, não demoviam-se das ideias equivocadas e saíam e às vezes voltavam em outras reuniões. Hoje essas lideranças trevosas trazidas à reuniões mediúnicas não saem mais. Elas são adormecidas e preparadas conforme o critério da espiritualidade superior. Muitas já indo para o degredo e eu algumas poucas ainda conforme as as condições pessoais, tendo uma última oportunidade na Terra. Então mudou. E esses espíritos às vezes trazem diálogos impressionantes. Quem é dialogador de de reunião mediúnica realmente tem que ter um um manejo adequado da palavra e do sentimento, porque certa feita foi um alerta para nós, porque os espíritos estes às vezes querem flar desânimo. E ele falou assim: "Olha, vocês estão equivocados com essa transição planetária, porque veja a Terra como está. Olha o materialismo, olha a violência, olha a guerra, olha isto, olha aquilo, olha os indiferentes, que não não estão nem preocupados com o que

ssa transição planetária, porque veja a Terra como está. Olha o materialismo, olha a violência, olha a guerra, olha isto, olha aquilo, olha os indiferentes, que não não estão nem preocupados com o que vocês estão falando. Vocês que pretensamente querem mudar a Terra são minoria. Portanto, a transição planetária ela tem que ser invertida. Vocês saem, nós ficam, ficamos. E ali eu, como médium, a gente fica orando pela dialogadora, porque tem que ter uma um manejo. Vocês que estão, vocês é que tem que sair, vocês que são minoria, mas naturalmente que a espiritualidade. E aí enquanto médium, e a gente tem nessa tarefa abençoada de aprendizado e crescimento, nós sentimos a prepotência do espírito duelando contra aquele ambiente, achando que pode vencer. Vem os benfeitores, a energia de amor do grupo, a ambiência espiritual. E muitas vezes enquanto mede algumas comunicações por mim, a gente vai sentindo a decepção desse espírito, porque eles vão adormecendo, adormecendo, adormecendo, porque sabemos que o bem sempre vence o mal. Então, diante desse cenário, com essa certeza de que o bem sempre está acima do mal, nós vamos entendendo este processo de transição planetária, o nosso comprometimento. Porque quando vamos ao Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo terceiro, e ali trata da categoria dos mundos, e quando fala dos mundos regenerados, cada característica que o benfeitor, é uma comunicação espiritual traz ali, é aquela o que me falta para ter esta virtude? que tenho feito com essa característica do mundo regenerado no meu cotidiano? Porque a Liva fala que quando eles trazem as características, não é deste momento, é de um mundo regenerado, mais consolidado, porque como a Sandra, se não me falha a memória, a a Sandra comentou, interpenetram-se, né, o fim de um ciclo, mundo de provas e expiações, o início de um outro ciclo. Então, não tem uma linha, não tem uma data limite, não existe. Estes ciclos se interpenetram, né? E aí nós vemos isto. Então eles falam: "Não há mais orgulho".

e expiações, o início de um outro ciclo. Então, não tem uma linha, não tem uma data limite, não existe. Estes ciclos se interpenetram, né? E aí nós vemos isto. Então eles falam: "Não há mais orgulho". Então nós espíritas já temos que trabalhar para vencer o nosso orgulho, para que já possamos ser uma alma compromissada com este mundo regenerado, cujo começa primeiro na nossa morada íntima. Tenho orgulho ainda? Tenho conseguido identificar meus defeitos? Quero impor as minhas opiniões. Acho que sei mais que todo mundo. Acho que sou o melhor médium, o melhor passista da casa. Então nós vamos trabalhando. A inveja, Alessandra, inveja eu não tenho, não fico invejando as pessoas, mas eu já sou capaz de me felicitar com as conquistas dos outros. Eu já sou capaz de ficar feliz quando as pessoas prosperam, às vezes materialmente por mérito, prosperam espiritualmente. Eu já sou capaz de ficar feliz pela conquista do outro ou aquilo me traz um certo incômodo? Ainda é a inveja em outros níveis que talvez não tenhamos sabido identificar. quando fala ali que não haverá mais ódio. Será que eu ainda tenho ódio, antipatia? Será que ainda trago desejos de vingança? Ah, eu não sou capaz de vingar-me de ninguém, mas às vezes algo de ruim que acontece com aquela pessoa me traz um grau de contentamento interior. Ela merece, tá vendo? Então, vejam que talvez tenhamos até hoje alguns de nós não aproveitado, repito, uma expressão de Camilo, esse baú de joias doutrinárias, em especial nesse momento de transição planetária. Então, temos que estudar as características desse mundo regenerado, estudar a metodologia que a espiritualidade vem utilizando para que possamos ser um instrumento, um colaborador. Não porque estamos prestando um serviço a ele, porque estamos prestando um serviço a nós. São as nossas necessidades evolutivas. E isso exige estudo, comprometimento, vigilância, oração, não descer do campo para a cidade. Isso significa não enfraquecer o nosso compromisso com o bem, não deixar o amor apagar,

sidades evolutivas. E isso exige estudo, comprometimento, vigilância, oração, não descer do campo para a cidade. Isso significa não enfraquecer o nosso compromisso com o bem, não deixar o amor apagar, enfraquecer. Ah, cansei de ajudar as pessoas, a gente ajuda quando precisa, ela não nos ajudam. Eu ajudei fulano, veja o que ele fez a mim. Ah, cansei de ajudar. Quantas pessoas não estão fazendo essas leituras amargas nessas relações pessoais da atualidade, quando na verdade não temos nunca haja o que houver. Temos que sempre trilhar pelo caminho do amor, que não exige recompensa, aplausos, gratidão, nada. Fazemos porque sabemos que essa é a nossa destinação. Isso nos ilumina, nos planifica. A revista espírita vem em apoio a essas características. Já para finalizar, estamos nossos minutos finais. Eu gosto muito dessa comunicação que está em março de 68 com o título A regeneração. Então a gente vê a revista espírita, que Kardec diz que fazia parte também das suas obras doutrinárias, fazendo este link com as obras fundamentais. E transição planetária é um desses temas que nós, juntando o que nós falamos, evangelho, quadrilogia de Filomeno, outras obras, Camilo que nós aqui citamos, né, as obras fundamentais, revista espírita, nós vamos entendendo. E aqui ele diz assim: "Nestes tempos que virão de regeneração, não haverá mais gritos, nem luto e nem trabalho. Não haverá mais gritos, gritos de revolta diante da dor. Nós passaremos a entender que a dor é essa mestra. Quando surgirem as intemperes da vida, os desafios, os reveses, nós vamos entender. Então, não haverá mais no mundo regenerado gritos de revolta, de desesperança, porque passamos a entender o verdadeiro sentido da vida, as leis divinas, naturais, que regem a nossa existência. Não haverá mais luto. Hoje o luto ainda aflige tantas almas por conta de uma perda de um ente querido que o indivíduo às vezes acha que nunca mais vai encontrar. Então, no mundo regenerado, já não haverá mais o luto, porque teremos a certeza do reencontro do

s por conta de uma perda de um ente querido que o indivíduo às vezes acha que nunca mais vai encontrar. Então, no mundo regenerado, já não haverá mais o luto, porque teremos a certeza do reencontro do porvir. Não haverá mais esse trabalho, trabalho como nós enxergamos hoje, como mera remuneração econômica. Nós vamos passar a enxergar que trabalha é oportunidade de progresso, que trabalha toda ocupação útil no bem. E como eu ou cada um de nós enxergamos cada um desses itens, como eu enxergo o meu trabalho profissional, trabalho na casa espírita, como é que eu enxergo, como é que eu lido com o luto? Como é que eu lido com os desafios existenciais? Então, de fato, são momentos sugêneres estes que nós passamos, a fim de que nós possamos colocar na pauta das nossas vidas esses novos valores. Se já os temos porque trazemos de vida passada, potencializamos, fazemos crescer. Se não os temos, começamos a trabalhar para tê-los, compromissados com esse momento pelo qual passa a nossa humanidade. Como diz no capítulo 34 da obra dos mensageiros, nós temos que ser âncora. Cuidado com a palavra âncora, né, gente? que não é âncora que afunda, não. Nós temos que ser âncoriz ali porque Anissete e André visitavam um lar de Isidoro, Isabel, se eu não me falha a memória, e era um lar aqui na terra muito o marido já no mundo espiritual, a esposa aqui e o lar era um santuário, uma oficina de nosso lar. E ele fala, encontramos aqui trabalhadores que são âncoras no sentido, ela fala, um navio quando para no porto e lança a âncora, ele fica ali parado. A âncora para que quer? Para que ele fique estável, estável, parado, não se movimenta. Então, estabilidade, âncora, fidelidade, compromisso nesses tempos de hoje. Para onde caminha a humanidade? para o divino. A humanidade caminha para este mundo regenerado do porv. Não temos dúvida nenhuma disto. Ao ver esses espíritos, Dr. Bezerra, Euríp de citado, Ivone do Amaral Pereira, Divaldo, que representa uma falange espiritual imensa sob a tutela do espírito de verdade do

temos dúvida nenhuma disto. Ao ver esses espíritos, Dr. Bezerra, Euríp de citado, Ivone do Amaral Pereira, Divaldo, que representa uma falange espiritual imensa sob a tutela do espírito de verdade do Cristo para estes tempos tão valiosos. Aproveitemos para onde caminha a humanidade, a doutrina espírita denina, a obra nos aponta ao falar desta lei dos destinos coletivo, individual, dos planetas, das individualidades. Nós sabemos agora, sabemos, mas a grande pergunta é: onde eu caminho? Para onde eu caminho? E aí é este grande exercício de reconhecer no Cristo este grande mediador, o caminho, a verdade e a vida. São tempos onde temos que fortalecer este nosso compromisso com este movimento regenerador, cuidando-nos mais espiritualmente. Kardec falaria na obra Gênese, onde os alimentos já não são mais materiais, mas são espirituais. os alimentos espirituais, o estudo, o trabalho no bem, o exercício das virtudes, a caridade, a humildade, para que possamos de fato podermos ser um instrumento na mão da espiritualidade nestes tempos desafiadores. Não desanimemos, não percamos a esperança. Se de alguma forma nos sentimos abalados, fracos, em alguns momentos, oremos. Oremos pedindo ao Pai forças, inspiração à espiritualidade para que possamos seguir intimorados com coragem, sabendo que esse planeta escola, esta mãe terra, é este berço abençoado em nossa jornada evolutiva, que é uma honra poder estar reencarnado nestes tempos de transição. É uma honra poder conhecer a doutrina espírita. Nestes tempos onde muitos se perguntam para onde caminha a humanidade. E para que possamos fazer o fecho, nós trouxemos aqui, porque estamos, usamos a obra os mensageiros, uma melodia prece de esmalha, para que sirva de estímulo, deêmulo, para que possamos seguir com bom ânimo, fiel, para que não possamos ser mais aquele que de alguma forma colabora para, entre aspas, a tristeza do Cristo. Lembrei-me ontem quando Raul falava de Eurípides na ambiência espiritual, o choro do Cristo num sonho de Eurípides.

er mais aquele que de alguma forma colabora para, entre aspas, a tristeza do Cristo. Lembrei-me ontem quando Raul falava de Eurípides na ambiência espiritual, o choro do Cristo num sonho de Eurípides. Choras, mestre? Choras. Choras por aqueles que não conhecem a tua palavra, que desdenham a tua mensagem? Não. Eu choro por aqueles que conhecem a minha mensagem e não a vivem. Falo do bem e praticam o mal. Falo de dever e se afastam dele. E esmalha nos conduz o pensamento da seguinte forma. Ó Senhor supremo de todos os mundos e de todas os seres, recebe, Senhor, o nosso agradecimento de filhos devedores do teu amor. Dá-nos tua bênção, ampara-nos a esperança, ajuda-nos o ideal na estrada imensa da vida. Seja para o teu coração cada dia nosso primeiro pensamento de amor. Seja para a tua bondade nossa alegria de viver. Pai de amor infinito. Dá-nos tua mão generosa e santa. Longo é o caminho, grande é o nosso débito, mas inesgotável é a nossa esperança. Pai amado, somos as tuas criaturas, raios divinos de tua divina inteligência. Ensina-nos a descobrir os tesouros imensos que guardaste nas profundezas de nossa vida. Auxilia-nos a acender a lâmpada sublime da sublime procura. Senhor, caminhamos contigo na eternidade. Em ti movemos para sempre. Abençoa-nos a senda, indica-nos a sagrada realização e que a glória eterna seja em teu eterno trono. Resplandeça contigo a infinita luz. Mande em teu coração misericórdia, a soberana fonte do amor. Cante em tua criação infinita o sopro divino da eternidade. Seja a tua bênção, claridade aos nossos olhos, harmonia ao nosso ouvido, movimento de nossas mãos, impulso aos nossos pés, no amor sublime da terra e dos céus, na beleza de todas as vidas, no progresso de todas as coisas, na voz de todos os seres. Glorificado seja para sempre, Senhor. Que assim seja. Obrigado.

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