Diálogo Franco | Pensamento Positivo com Leonardo Machado e Lusiane Bahia
Você sabe como a qualidade dos seus pensamentos influencia a sua saúde mental e espiritual? 🧠✨ Neste episódio do programa Diálogo Franco, transmitido pela TV Mansão do Caminho, recebemos Leonardo Machado e Lusiane Bahia para um bate-papo profundo e esclarecedor sobre o tema: Pensamento Positivo. Não se trata apenas de otimismo ingênuo, mas de entender como construir uma mentalidade que favoreça o bem-estar, a superação de desafios e o equilíbrio emocional à luz da psicologia e da espiritualidade. 📅 Data da transmissão: Sábado, 31 de janeiro de 2026 🕗 Horário: 20h 📍 Transmissão: TV Mansão do Caminho Gostou do tema? Então não esqueça de: 👍 Deixar o seu Like (ajuda muito o vídeo a chegar a mais pessoas). 📝 Comentar abaixo: O que você faz para manter o pensamento positivo no dia a dia? 🔔 Inscrever-se no canal TV Mansão do Caminho e ativar o sininho para não perder as próximas lives. 🔗 Links Importantes Site Oficial Mansão do Caminho: https://mansaodocaminho.com.br/ Apoie nossas Obras Sociais: https://mansaodocaminho.com.br/doe-agora/ Siga-nos no Instagram: @mansaodocaminho #DiálogoFranco #PensamentoPositivo #SaúdeMental #Espiritismo #MansãoDoCaminho #LeonardoMachado #LusianeBahia #PsicologiaEEspiritualidade #DivaldoFranco #TVMansão *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Irmãs e irmãos queridos, sejam todos muito bem-vindos para o nosso primeiro diálogo franco de 2026. Nós cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente conosco, todos que nos acompanham conectados pela TV Mansão do Caminho. Também cumprimentamos a equipe da TV, a equipe da recepção, todos os trabalhadores de nossa casa, todos que aqui estão para juntos vibrarmos nesta energia boa. Cumprimentamos o nosso querido Leonardo e a nossa querida Maria Alva, para quem passamos a palavra, porque ela vai nos conduzir neste instante na prece inicial. Amorável Senhor Jesus, quando o convite vem da tua parte, Senhor, a alegria nos invade, pois sabemos que de ti só vem a boa nova, a mensagem [música] da esperança, do amor e da fratern Os teus convites, Senhor, nos conduzem por veredas claras, seguras e com o [música] destino certo, os braços paternais. Assim, querido amigo, nós te agradecemos, pois sabemos que tu estás conosco todos os dias da nossa existência, em todos os momentos, os desafiadores, aqueles que nos são alegres e compensadores para energias salutares. E assim nós te suplicamos que permaneças conosco, abraçando a cada um de nós que neste momento sintoniza com a nossa atividade doutrinária. aqueles que se encontram neste cenáculo, aquele outros que nos acompanham pelas vias virtuais, mas também abençoa os que estão na pátria espiritual [música] e que de lá vibram pelo sucesso da nossa casa, pelo êxito das nossas realizações, para que nós possamos nos sentir vitalizados e possamos proseguir, Senhor, contigo à frente, convidando-nos ao amor e com aqueles que nos amam, vibrando em [música] favor da paz da nossa casa, da paz da nossa cidade, do nosso país e deste planeta tão belo que nos acolhe. Fica, pois, amigo querido, conosco, inspirando os nossos palestrantes para que [música] eles possam trazer a nós as reflexões que toquem o nosso coração, mas não só tocar o coração para que as suas vibrações possam ser transformadas em ações. ações no bem, ações na fraternidade, [música]
eles possam trazer a nós as reflexões que toquem o nosso coração, mas não só tocar o coração para que as suas vibrações possam ser transformadas em ações. ações no bem, ações na fraternidade, [música] ações na perseverança, a fim de que nos tornemos cada vez mais instrumentos de Deus, instrumentos do teu amor. E que assim seja. Vamos iniciar trazendo alguns avisos para que a gente possa se agendar nesse período que vai se aproximando às atividades aqui de nossa casa. A gente quer começar falando sobre os grupos de estudo, que nós estamos com as inscrições sendo feitas no site e há muitas perguntas também sobre o curso básico que é online e a gente vai iniciá-lo. As aulas estão sendo gravadas e ele vai ser iniciado na segunda quinzena de fevereiro. Então vamos ficar atentos, mas aí no site mansãoocaminho.com.br/gruposdeestudo br/gruposdeestudo. Nós encontramos cada estudo realizado na nossa casa, os temas, os horários e logo abaixo tem o link para que a gente clique nesse link e a gente possa fazer as inscrições. Então fica aí a participação de vocês nessas inscrições dos nossos grupos de estudos, mas também na sequência nós trazemos o evento que a gente tem falado aqui sempre com esse tema lindo, Deus Cristo e Caridade, lema de Ismael, da Federação Espírita Brasileira. É um tema que nos traz a primeira revelação, a segunda, a terceira e nos coloca diante assim, ó, de Jesus, como está essa tela linda. Dos dias 14 e 17 de fevereiro, aqui em nossa instituição, nós teremos um evento, o 19º Encontro de Reflexões Espíritas, promovido pela Juventude Espíritanina Aroeira para o público em geral, para as crianças, os jovens, os adultos, para nós em todas as idades. vocês estão convidados, acessem o nosso site, observem a programação, observem todo o cuidado das temáticas e daqueles que vão estar aqui conosco. Vão ser momentos muito aprasíveis e é uma oportunidade da gente viver um momento bem especial entre irmãos nessa fraternidade que nos une. A gente encontra no site a
queles que vão estar aqui conosco. Vão ser momentos muito aprasíveis e é uma oportunidade da gente viver um momento bem especial entre irmãos nessa fraternidade que nos une. A gente encontra no site a oportunidade das inscrições e também toda a programação. A gente pode acessar e qualquer dúvida nós estamos à disposição. Lembrando que no domingo, no dia 15 de fevereiro, nós teremos aqui um encontro de juventudes. Então, dentro do evento Deus Cristo e Caridade, nós teremos o convite também paraa juventude, paraas juventudes espíritas. é uma parceria da Mansão do Caminho com a Federação Espírita do Estado da Bahia, onde nós vamos receber aqui a Mansão do Caminho, vai receber essas juventudes aqui, eh, perto de nós, Feira de Santana, nas regiões próximas a nós, para fazermos um domingo bem de juventude, bem juvenil também. Então, todos os detalhes a gente encontra no site e pode fazer parte desse momento muito especial. Mais um aviso que tá chegando também. É o último sábado do mês de fevereiro que nós teremos o seminário com o querido Severino Celestino. Severino Celestino é alguém de uma convivência muito saudável, de palavras muito assertivas, de orientações muito seguras. é um amigo querido e ele vai nos conduzir nesse seminário o mundo de regeneração no apocalipse. Olha que tema interessante, 28 de fevereiro, a o seminário começa às 16 horas verso até às 19 e a gente encontra toda a programação, a os intervalos, os momentos, o a oportunidade de inscrição, a gente encontra no site. Então vamos nos organizar porque tem muita coisa ofertada para que esses dias que costumam ser de muitos turbilhões em nossa cidade, no nosso planeta, em diversos pontos do nosso planeta, que a gente aproveite para ter reflexões aprasíveis e muito saudáveis. Hoje, como nós dissemos, nós estamos no primeiro diálogo franco de 2026. A gente tem sempre no diálogo franco a presença do Mário Sérgio. Hoje ele não poôde estar aqui, ele está em viagem, logo mais estará de volta à suas atividades habituais. Mas hoje estamos
nco de 2026. A gente tem sempre no diálogo franco a presença do Mário Sérgio. Hoje ele não poôde estar aqui, ele está em viagem, logo mais estará de volta à suas atividades habituais. Mas hoje estamos aqui pra gente conversar sobre um tema extremamente importante. O tema é pensamento positivo. Pensamento é importante, ser positivo é importante, pensamento positivo. Olha que tema interessante para nós dialogarmos, conversarmos e buscarmos mecanismos práticos eficazes para que a gente possa transformar o que está no nosso entorno. O diálogo franco ele costuma acontecer sempre com matemática e vocês já viram que o nome dá uma sonoridade muito parecida com com alguém que a gente conhece demais, né? Diálogo Franco parece com quê? >> Divaldo Franco, não é? Então a gente não pode fazer o diálogo franco sem a presença dele. Então o nosso tio Divaldo, a gente vai ter aqui em muitos momentos a presença dele, trazendo a sua reflexão acerca da temática. E assim que o diálogo franco se predispõe, sempre com a presença do nosso tio Divaldo. Nós vamos trazer aqui um trechinho que é o pensamento do André Luiz em libertação, que o pensamento é força criativa. Em um olhar espírita, o pensamento não é apenas um subproduto do cérebro, mas um atributo do espírito. O pensamento é matéria sutil. para que a gente reflita que a gente também convidou o Leonardo Machado. Ele é colaborador voluntário da nossa casa, é expositor, escritora espírita, médico, psiquiatra e coordenador do Centro de Saúde Mental Joana de Ângeles. Seja muito bem-vindo, querido irmão, ao nosso momento aqui de diálogo e de conversação. Suas palavras de cumprimento ao público, por favor. Inicialmente, apenas a gratidão e o desejo de que possamos desfrutar de bons momentos, especialmente porque estamos em um momento de muitas guerras. são as modernas guerras mundiais e o nosso pensamento positivo no bem acaba sendo a arma que pessoas comuns como eu e como você temos para guerrear essa guerra que estamos vivenciando. Então o nosso
. são as modernas guerras mundiais e o nosso pensamento positivo no bem acaba sendo a arma que pessoas comuns como eu e como você temos para guerrear essa guerra que estamos vivenciando. Então o nosso pensamento é uma arma, já que, como diz André Luiz, embasado na doutrina espírita como um todo, o nosso pensamento tem umaidade na medida em que nós estamos submersos no fluido cósmico, estamos conectados com Deus, o pensamento de Deus vibra em nós e nós devemos vibrar no pensamento de Deus para podermos dar a nossa parcela de contribuição para a paz. a paz diferente que Jesus nos ensina e nos convida. E de alguma forma, portanto, já que estamos aqui no exército, vamos exercitar o nosso pensamento no amor. >> Muito bom. E como a gente disse, diálogo franco é com Divaldo Franco. Então, vamos assistir um pouquinho do nosso tio. >> A criatura humana é constrangida a interrogar e o cérebro, afinal que é o cérebro? Será ele o autor do pensamento? Para o Dr. John Shirley, um dos mais modernos neurologistas americanos. O cérebo é o autor do pensamento. Ele estabelece uma tese materialista gêneres. Tudo aquilo que pode ser concebido torna-se matéria. E mesmo diante da colocação da luz que em determinado momento é constituída de ondas e noutro momento é constituída de partículas, o Dr. Shirley resolve aceitar a luz como matéria e a sua constituição linearmente material. a sua proposta materialista pretende nesse momento anular o espiritualismo e ele dizer que Deus e a alma são atavismos que nós trazemos graças a arquétipos que guardamos das gerações transatas com que não concordo Dr. Je changer que estabelece haver além do cérebro uma grande potência que se encarrega de manipulá-lo. Para changer, o cérebro pode parecer um grande computador com os seus inputs, com os seus outputs, as entradas e as saídas para as intercomunicações. Para o Dr. O cérebro não tem nenhuma semelheça com o computador, porque o computador foi feito pelo cérebro. É equivalido dizer que ele é portador de funções que o
as saídas para as intercomunicações. Para o Dr. O cérebro não tem nenhuma semelheça com o computador, porque o computador foi feito pelo cérebro. É equivalido dizer que ele é portador de funções que o computador não tem. O computador tem na sua memória dura aquilo que foi gravado e responde conforme os registros, toda vez que nós lhe acionamos a memória. para que o cérebro tem uma capacidade finita no que ele tem razão. Considerando-se que nós nos utilizemos apenas uma décima parte das nossas potências cerebrais, na hora que nós pudermos utilizar do cérebro, com toda a sua potencialidade, seremos verdadeiros semideusas. A discussão vem sendo tratada nas décadas de 70 e 80 deste século a respeito de é o cérebro que produz o pensamento ou foi o pensamento que elaborou o cérebro? Palmas para Tiivaldo, gente. Sempre tão lúcido, assertivo, sempre incisivo, sempre cativante. E o nosso Judifaldo trouxe esclarecimentos muito importantes acerca do cérebro, esse órgão, essa máquina que abriga tanto e que expressa também. E o nosso diálogo vai perpassar por isso, esses assuntos que vão se entrelaçando, cérebro, pensamento, vida. E aqui nós vamos trazendo a primeira pergunta pro Leonardo, que é exatamente tem um pouquinho dessa fala que o tio nos trouxe, onde nascem os pensamentos e como eles se manifestam. Se pensarmos numa visão espírita, os nossos pensamentos nascem, portanto, no nosso ser. Como a doutrina espírita é uma visão transcendente do ser, na medida que nós entendemos o ser como algo que transcende o nosso corpo, nós podemos localizar o nascimento do pensamento justamente na nossa alma ou no nosso ser espiritual que somos. Agora, naturalmente, enquanto estamos encarnados, a visão espírita nos coloca que estamos entrelaçados. E a palavra talvez seja bastante adequada, porque Ernesto Botsano vai dizer eh que os espaços interatômicos de alguma forma dão também a possibilidade dessa conexão. Então, quando vemos na atualidade os filmes, eh, traduzindo essa desconexão através da
nesto Botsano vai dizer eh que os espaços interatômicos de alguma forma dão também a possibilidade dessa conexão. Então, quando vemos na atualidade os filmes, eh, traduzindo essa desconexão através da desencarnação, por exemplo, pela morte, ou essa desconexão temporária do ser espiritual que somos com o corpo que nós estamos, nós vemos assim o espírito como que saindo do corpo e de alguma forma traduz muito bem, porque seria essa conexão célula a célula que o nosso ser efetua nesse entralaçamento com o nosso corpo. corpo a partir do que Allan Kardec chama de um envoltório semimaterial, uma constituição que é diferente da constituição do nosso ser, na nossa intimidade espiritual que somos, mas também não é igual à matéria que nós estamos acostumados. A palavra matéria, de alguma forma vem do latim madeira. E de alguma forma essa palavra vem quando Aristóteles vai tentar falar da substância das coisas. E quando ele no ele escreve um livro que é um livro tratadista que hoje coloca-se com o nome de metafísica, a metafísica da Aristóteles, ele tenta falar sobre qual é a substância das coisas. Então ele vai falar sobre a madeira, que seria essa substância amorfa. E dessa palavra veio a matéria, né? Então, matéria, como nós estamos acostumados, tem uma constituição bem diferente da constituição daquilo que chamamos na doutrina espírita de corpo e perespiritual ou perespírito. Por isso que Allan Kardec chama corpo semimaterial. Se pegarmos as epístolas de Paulo, vamos encontrar também ele tentando traduzir essa diferenciação nas palavras da época, chamando o corpo material de um corpo corruptível, ou seja, um corpo que se degrada com o processo da morte. E nós teríos um corpo incorruptível, um corpo, portanto, que transcende. É importante delimitarmos, então, que nós temos a convicção a partir de nossa, de várias revelações espíritas e diversos ah cientistas do primeiro tempo desse século XIX, que começava a descobrir o cérebro. Aristóteles falou da matéria da madeira e Aristóteles também influenciou
de várias revelações espíritas e diversos ah cientistas do primeiro tempo desse século XIX, que começava a descobrir o cérebro. Aristóteles falou da matéria da madeira e Aristóteles também influenciou muito a ciência. E para Aristóteles, a sede da alma era o coração. Então, até, digamos, o século XIX, quando Broca e outros neuropsiquiatras da época, neurologia e psiquiatria eram muito interligados, começam a descobrir o cérebro, a gente começa a perceber uma grande empolgação da ciência pelas neurociências que começavam a surgir. Mas as neurociências começam a surgir quase que assim, por um acaso, digamos, um jovem ferroviário ia pro trabalho, quando uma barra de ferro cai na sua cabeça e, curiosamente, ele não morre, ele não vem a desencarnar, mas além de não desencarnar, ele continua, deve ter tido algum tipo de encefalite, alguma menigite, alguma coisa de infecção por um tempo, né? Mas ele não morre. E ele continuou com as funções, digamos, intactas, como continuou andando, continuou tudo aparentemente normal. Seria assim neurologicamente normal se falássemos com as palavras de hoje. Mas do ponto de vista psiquiátrico, comportamental e emocional, esse jovem chamado Fineas Gage, ele mudou completamente. E a partir desse acidente dele, que foi redescoberto por um neurocientista atual, né? H, Damáo, Antoan Bechara, nós descobrimos que foi justamente a parte anterior do cérebro que foi destruída dele, uma parte desse dessa do cérebro. E essa parte não é motora, é uma parte muito mais vinculada ao comportamental. Então, como ele muda totalmente o comportamento a partir de um acidente cerebral, é muito tentador paraa ciência convencional imaginar que o cérebro é a sede, sim da alma na sua totalidade, ou seja, o pensamento é só uma substância do cérebro. No entanto, por mais que tentemos descobrir, por exemplo, hoje qual seria a a neurobiologia exata de quadros psiquiátricos graves, nós ainda não conseguimos reunir um exame diagnóstico, como nós temos em outras áreas da
s que tentemos descobrir, por exemplo, hoje qual seria a a neurobiologia exata de quadros psiquiátricos graves, nós ainda não conseguimos reunir um exame diagnóstico, como nós temos em outras áreas da medicina, justamente porque esses quadros comportamentais, emocionais que nós temos nos debruçado na psiquiatria, eles estão justamente nessa interface mais profunda entre o nosso pensamento espírito e o derivativo desse pensamento na matéria cerebral. Então, nós temos a percepção enquanto espiritistas que o sistema biológico do corpo como um todo é, digamos assim, um instrumento do nosso ser, é a nossa sede da alma. Mas o sistema nervoso central e especialmente essa parte mais anterior do cérebro, o cérebro como um todo, mas esse córtex pré-frontal tem um papel fundamental. E aí nós temos hoje vários filmes para poder fazer essa figura de linguagem, essa comparação. E um deles é o Divertidamente que tem lá a central de controle, né? É mais ou menos isso. Se pensarmos na central de controle dessa máquina que é o nosso corpo, o cérebro é a central de controle do pensamento, que aí como ficamos numa ciência ainda muito fisicalista, começam a perceber, e essa é a ideia do Antônio Damáio quando ele fala o erro de Descart, é que as emoções elas influenciam muito mais as nossas ações, mas temos ainda um bom caminho a percorrer. Mas graças a Deus que nós temos um caminho percorrido pelos pioneiros do Espiritismo à frente Allan Kardec a nos convidar a essa transcendência do nosso pensamento e não ficarmos perdidos apenas no nosso cérebro. Então nós começamos a perceber, tio Divaldo conversou isso, Leonardo reforçou e trouxe detalhamentos de que o pensamento ele está anterior à própria organicidade física e o cérebro como um órgão tem a responsabilidade de exteriorizar. O pensamento reside na mente e a mente é comandada pelo espírito. Então nós identificamos que o corpo está sob o comando do espírito. E obviamente esse pensamento vem do espírito exteriorizado através dessa organicidade nesse
nte e a mente é comandada pelo espírito. Então nós identificamos que o corpo está sob o comando do espírito. E obviamente esse pensamento vem do espírito exteriorizado através dessa organicidade nesse contexto material, exteriorizado pelo cérebro. E aí a gente começa a pensar na sequência se pensamento positivo é questão unicamente de otimismo, ou se existe algo mais além disso. Quando nós pensamos em otimismo, nós temos de ser otimistas, nós temos de pensar positivamente. Não é o ato único de pensarmos que temos de pensar positivamente que vai fazer com que assim façamos. Porque existem mecanismos que precisam vir dessa gênese. Esse pensamento positivo, se o pensamento ele é oriundo do espírito, para que ele seja positivo, nós espíritos, temos de estar conectados com a fonte causal de tudo. Nós temos de estar conectados com a inteligência suprima, a causa primária de todas as coisas. Nós precisamos nos aproximar mais das leis de Deus. Nós precisamos nos vincular mais aos seus ensinamentos, as suas lições que vieram através de Jesus como potência máxima da expressão desse querer divino aqui na materialidade física e para o nosso conhecimento. Então, esse pensar positivo, ele tem algo mais do que palavras que podem ser reproduzidas, para que de tanto eu reproduzir aquelas palavras, aquilo vai acontecer e eu vou conseguir ser alvo de um pensamento positivo. A gente se recorda de uma página do Evangelho que é um momento impactante porque os encontros de Jesus com as pessoas, as personagens, eles são sempre muito impactantes. E aí tem momento de uma mulher que já está em sangramento há mais de 12 anos. Ela buscava médicos, buscava profetas, buscava curadores, buscava várias pessoas que tinham proeminência na sociedade ou que tinham algum conhecimento que até mesmo fosse para essa questão mais transcendental e que lhe pudesse auxiliar. Vejamos que são mais de 12 anos sem desistir. Ela teve processos negativos? Sim. O sangramento não tinha parado. Ela movimentava-se em busca destas
stão mais transcendental e que lhe pudesse auxiliar. Vejamos que são mais de 12 anos sem desistir. Ela teve processos negativos? Sim. O sangramento não tinha parado. Ela movimentava-se em busca destas pessoas, mas o sangramento não tinha cessado. Eis que ela ouviu falar do Nazareno. E ela vai ao encontro dele. Ele estava se movimentando à casa de Jairo, porque Jairo tinha lhe solicitado a cura da sua filha. E nesse momento em que Jesus vai numa pequenina multidão e ela busca saber quem é Jesus, ela foi em Betânia, não encontrou com ele, foi nas regiões do mar da Galileia, não encontrou. E alguém disse: "Ele está caminhando. Onde você vira uma pequena multidão, ali vai estar esse profeta, esse Nazareno que você busca." e ela vai ao encontro dele. Quando ela se aproxima, havia uma multidão e as pessoas começavam a se aglutinar cada vez mais. E num determinado trajeto daquele caminho, o caminho ficou mais estreito. Então, as pessoas se aproximaram mais, ficaram mais juntinhas. Mais juntinhas, quem é que tava à frente dela? Jesus de costas. Ela ficou pensando e esperando outro momento. Aquele era o momento que ela tinha pedido tanto, que ela tinha querido tanto, que a sua vontade tinha lhe movimentado até aquele instante. E ela segura as vestes do mestre e o mestre para e diz: "De mim desprendeu-se uma virtude. Quem me tocou?" E ela diz: "Fui eu, Senhor, ajoelhada, baixada, tamanha sinceridade, porque ele é a emanação do amor e da cura. Aquele que se predispõe a agarrar Jesus ou agarrar-se a ele, sinceramente, aí sim vai ter o produto, vai ter aquilo que busca como resultado. Percebamos que foi muito esforço ao longo de mais de 12 anos, foi muita vontade, foi muito querer. Então, pensamento positivo não é apenas a emanação de palavras para nos forçar a modificar um pensamento que às vezes está pessimista, mas é movimento. Pensamento e ação se confundem. A ação nasce do pensamento e o pensamento origina a ação. As coisas estão embrincadas, correlacionadas. E a cada momento que agimos
es está pessimista, mas é movimento. Pensamento e ação se confundem. A ação nasce do pensamento e o pensamento origina a ação. As coisas estão embrincadas, correlacionadas. E a cada momento que agimos positivamente, vamos gerar bons pensamentos. E se geramos bons pensamentos, iremos gerar ações boas. E esses pensamentos positivos vão modificando a nossa conduta. Então, os espíritos nos trazem, Leonir, trazendo as potências da alma, dizendo que o pensamento é uma potência movimentada pela vontade, a maior das potências. Joana deângeles falando-nos desse querer, desse poder a partir da nossa vontade. Tudo isto vai corroborar esse pensamento construtivo na positividade, que é diferente de pensar teoricamente, mas é movimentar energia, é esforçar-se para que, independente do tempo, das consequências, nós nos mantenhamos firme. E isso é fé. É o que acontece com essa mulher e é o que Jesus diz. A tua fé é grandiosa, porque ela acreditou e imprimiu todos os comportamentos para atender o seu pensamento que era sim positivo, mas que precisava concretizar-se positivamente. E aí a gente agora vê mais um pouquinho do nosso personagem principal. Vamos lá, tio Divaldo. >> Nós somos atraídos pela lei de sintonia. O semelhante atrai o semelhante. >> Então, nós temos faixas vibratórias nas quais nós transitamos. De acordo com as minhas paixões positivas e negativas, eu [música] emito ondas eletromagnéticas para entrar em contacto, para trair, para repelir. E essas ondas vão sintonizar com aquelas do meu inimigo que está também me procurando. E automaticamente, em determinado momento, há uma sintonia, uma sincronização do meu com o pensamento do meu adversário, mas também das pessoas queridas. Quantas pessoas nos aparecem de repente e nós com certeza não é a primeira vez que nos encontramos e sintonizamos. E às vezes isso constitui até um problema na área da afetividade. A gente tem um compromisso doméstico, tem uma família e encontra alguém que nos sensibiliza profundamente, que pensa como nós pensamos. Daí o povo
sso constitui até um problema na área da afetividade. A gente tem um compromisso doméstico, tem uma família e encontra alguém que nos sensibiliza profundamente, que pensa como nós pensamos. Daí o povo dizer: "É minha alma gêmea". Não tem alma gêmea, é minha alma afim, porque não tem almas metades para completarem. Então, nós encontramos uma alma que nos ama e que chegou um pouquinho atrasado, porque a gente não merece a felicidade na terra por enquanto. Então, conduzamos a nossa cruz com quem estamos, transformemos essa atração em fraternidade e sejamos profundamente felizes. Esqueçamos do ego e então se torna muito mais fácil a nossa vida. Muito bom. Excelente. E nessa reflexão que o tio Divaldo nos traz, a gente quer perguntar pro Leonardo se ele pode nos explicar melhor essa relação. Pensamento, sentimento, atitude, consequência. >> Em geral, nós dividimos didaticamente o pensamento de sentimentos, né? Mas no final das contas, da intimidade do nosso cérebro e certamente da intimidade do nosso ser espiritual, essas coisas são muito imbrigadas, porque assim, quando nós pensamos, praticamente automaticamente nós sentimos alguma coisa. Da uma forma que quando nós sentimos, nós também pensamos. Porém, tem pessoas que são mais racionais, ou seja, elas estão acostumadas a ser muito mental, são muito acostumadas a pensar. Então elas identificam mais facilmente o pensamento do que a emoção. Já tem outras que são mais emocionais, são mais passionais às vezes e aí consegue identificar com mais facilidade o que estão sentindo. Mas na intimidade o pensamento e o sentimento eles estão muito relacionados. Só que do ponto de vista terapêutico, é mais fácil a gente trabalhar com os pensamentos, com o intelecto, do que trabalhar diretamente com as emoções. Então, os pensamentos são, digamos assim, janelas para as nossas emoções ou janelas para nossa alma, digamos assim. Mas temos algumas outras janelas para mudar o nosso estado emocional. E essa outra janela seria o nosso comportamento que a nossa Luziane
a as nossas emoções ou janelas para nossa alma, digamos assim. Mas temos algumas outras janelas para mudar o nosso estado emocional. E essa outra janela seria o nosso comportamento que a nossa Luziane traduziu na ação, lembrando da mulher. hemorroíça. Então, ela tinha um pensamento que era um desejo de cura. Isso mobilizou alguma esfera de fé, alguma esfera de otimismo, que é mais a esfera da emoção, mas ela precisou da ação, do comportamento de ir. Então, buscai e achareis. Nos lembra o Evangelho. E Kardec desdobra muito bem essa página. Pedi e abre-sevos. Ou seja, a ação, o ato. Esse ato tem uma relação também com a humildade. Olha, mas para que eu vou pedir se Deus é o pensamento universal e nós estamos conectados com Deus, então Deus sabe. Ele sabe. Mas nós precisamos também nos abrir para a humildade de estarmos receptivos. Então, quando nós pedimos na ação, nós estamos também pedindo com a o coração humilde. Estamos, portanto, a fazendo uma abertura interna para que a modificação seja mais inteira, seja mais completa. Então, o comportamento acaba sendo uma janela da alma, uma janela para mudar a nossa perspectiva interna. E de fato vai ser muito difícil nós mudarmos o nosso pensamento se ficarmos em casa sem fazermos nada. é muito difícil. E se pensarmos do ponto de vista obsessivo, da obsessão espiritual, eu vou ampliar um pouquinho pegando as palavras do Divaldo Franco, as obsessões materiais, as obsessões entreencarnadas, digamos assim, porque de fato essa tradução, essa transcrição que o Divaldo Franco fez é, digamos assim, literalmente exata. E nessa literalidade que ele descreveu eh com excelência, é muito difícil nós conseguirmos mudar o nosso pensamento só a partir de um pensamento, quando está num processo de conjugação obsessiva, fica como que conectado ali. E aí uma forma muito mais eficaz de mudar o pensamento que está absorvido, portanto, no pessimismo, na negatividade, nas emoções mais pesadas, é uma forma de distrair o pensamento com alguma outra atitude. Percebamos que
mais eficaz de mudar o pensamento que está absorvido, portanto, no pessimismo, na negatividade, nas emoções mais pesadas, é uma forma de distrair o pensamento com alguma outra atitude. Percebamos que isso é tão eficaz que as pessoas acabam para poder sair dos seus vícios mentais, do pessimismo, às vezes elas buscam outros comportamentos e às vezes esse comportamento também é viciante. E não é à toa que hoje estamos em outros vícios comportamentais, que a gente chama assim dependência comportamental. e com a internet, com a pornografia totalmente disseminada na internet, nós não precisamos nem sair de casa para poder mudar o pensamento. Então, a pessoa tem um engano e você fica ali eletrizado pelo Instagram, por exemplo, e aquilo mexe o pensamento com o dopamina. E aí tô falando de uma maneira em geral, com os vídeos que ficam infinitos, né? Se você não precisar fazer mais nada, fica sentado, coloca ali no YouTube ou no Instagram. e vai mudando o pensamento. E as pessoas ficam porque de alguma forma é eficaz para mudar o pensamento quando está nesse processo obsessivo. Porém, temos que ter cuidado e não mudar um problema para outro. E aí a ideia seria que aí vem as consequências, você muda, mas muda pra mesma coisa. Troca seis por meia dúzia. E aí, como dizia minha mãe, meu pai, eh, troca ali o sujo pelo mal lavado. Então, troca a mesma coisa, né? E mais tarde vai ficar angustiado também, né? Porque vai ficar encharcado em si. Então, a ideia é pensar, eu vou dar um exemplo rápido e realte isso, tentar fazer alguma coisa, mudar o comportamento, mas com coisas que sejam prazerosas e construtivas. Essa jovem tinha uma doença e tem uma doença psiquiátrica muito grave desde os 9 anos de idade. E quando ela é assolada pelas vozes, é muito difícil ela conseguir se desconectar dessas vozes que ficam na cabeça dela, xingando ou falando coisas contra ela, contra as pessoas. E interessante que ela já tava com a dose de um remédio alto e não se queria aumentar mais por conta de efeitos
ozes que ficam na cabeça dela, xingando ou falando coisas contra ela, contra as pessoas. E interessante que ela já tava com a dose de um remédio alto e não se queria aumentar mais por conta de efeitos colaterais. E também percebeu-se que não seria o caso. Talvez ela precisasse mudar mais, era o comportamento também tentando mudar o que a gente chama hoje de estilo de vida. Então foi proposto que ela pudesse começar a encontrar, digamos assim, atividades prazerosas. ela começou a pintar e se desenrolou uma pintora muito boa, porque com 9 anos de idade uma doença mental grave começar, acaba deixando uma sequela grave, quase com uma deficiência intelectual, com dificuldade de aprendizado. Então, foi uma surpresa de todos quando ela começou a pintar quadros, né, mostrando que se o cérebro fosse, digamos assim, a explicação do ser, não dava para explicar o caso dela. aprender uma habilidade com essa doença tão grave começar das 9 anos de idade, né, que deixava uma deficiência intelectual também. Então, uma pintora começou a ajudar vender quadro, daqui a pouco foi tocar música, começou a aprender a flauta. E interessante que ela falou assim: "Curioso, quando eu estou fazendo alguma coisa que me dá prazer, pintando os quadros, desenhando, estudando a música, as vozes somem sem mudar o o remédio." Então, não aumentou-se o remédio, mudou-se o comportamento, adicionando um prazer saudável para poder desviar os próprios pensamentos, a própria doença. E isso acontece não só com as vozes dessa doença mental, digamos, uma voz cerebral, como também as vozes, digamos assim, obsessivas, porque nós estamos conectados a partir de um movimento. Por isso que Jesus recomenda e fala: "O meu pai até hoje trabalha e eu também trabalharei". A movimentação literal é algo fundamental para que as consequências sejam mais salutares e são capazes de diminuir vozes, mesmo em doença mental grave, como eu estou descrevendo, mesmo que o remédio não tenha sido mudado. Então, é muito intenso e muito verdadeiro isso que nós
is salutares e são capazes de diminuir vozes, mesmo em doença mental grave, como eu estou descrevendo, mesmo que o remédio não tenha sido mudado. Então, é muito intenso e muito verdadeiro isso que nós aprendemos na doutrina espírita. Excelente. E a gente vai percebendo que em todo o mecanismo do pensamento nós temos conexões. O Leonardo trouxe muito bem a questão do processo obsessivo e das coisas que nos conduzem a essas autoobsessões, a essas fixações que vão originando aspectos de congregamento com ideias, com pensamentos. E aquilo que vai sendo tão inicial, vai tendo uma proporção maior. E aí a gente vai pensando nessa sintonia, nessa sintonia que estabelecemos. E à medida que nós vamos estabelecendo essas sintonias, é via de comunicação, é via de interação entre nós. Nós sabemos que mutuamente nos influenciamos. Aqui materialmente é muito natural influenciarmo-nos uns aos outros. O nosso gesto, o comportamento, as ações, as ideias concretizadas, os hábitos, vamos influenciando. E isso acontece também daqui entre encarnados para desencarnados e desencarnados para encarnados. Nós temos, nós espíritos temos uma linguagem que é o pensamento. A nossa linguagem é o pensamento. A linguagem que temos, a forma que temos de transmitir as nossas emoções, sentimentos, o nosso querer, aquilo que nós nos interessamos é o pensamento. que quando estamos no plano espiritual, percebemos mais esta evidência, mas aqui na matéria percebemos as influências a que estamos suscetíveis com aquilo que sintonizamos. Acerca do pensamento, nós temos algumas obras muito especiais na doutrina dos espíritos. Pensamento e vida de Emanuel, psicografia de Chico Xavier, roteiro também que nos traz a reflexão sobre sintonia, sobre afinidade. Mas nós temos essa obra aqui que para nós se destaca muito. O título dessa obra é Reencontro com a Vida. É um livro do Benfeitor Manuel Flamengo de Miranda, A psicografia do nosso tio Divaldo. É um livro da Leal. Esse livro ele está dividido em duas partes. A primeira parte são assuntos
ontro com a Vida. É um livro do Benfeitor Manuel Flamengo de Miranda, A psicografia do nosso tio Divaldo. É um livro da Leal. Esse livro ele está dividido em duas partes. A primeira parte são assuntos teóricos acerca de aspectos obsessivos, sintonia, conexão, pensamento, influências. E na segunda parte, o benfeitor tomou de exemplos concretos de reuniões mediúnicas da nossa casa para fazer como se fossem estudos de caso. Então, a partir daquele relato, daquele depoimento, uma reflexão suscita para que ele possa anotar e nos conduzir de forma mais efetiva a teoria e o exemplo, tornando esse conhecimento bem prático e bem palatável para que nós consigamos trazer para o nosso mundo íntimo. E aqui o benfeitor fala de sintonia. E o que ele deixa claro é que sintonia, como a gente sabe, é conexão. E sintonia ela é diferente de afinidade. Afinidade é algo mais laborado. Afinidade é construído. Nós temos afinidades por algumas coisas e isso faz parte de um depósito de ações nossas, de pensamentos nossos, de quereres nossos que se tornam hábitos. Então nós estabelecemos afinidades, por isso nós temos os grupos. Ah, esse grupo pensa dessa forma, esse grupo age dessa maneira e assim nós temos as afinidades. Sintonia é algo mais imediato, vem com o choque de uma emoção. E naquele instante, a depender do que venha de provocação do mundo exterior para o meu mundo íntimo, eu posso me sintonizar com espíritos infelizes ou com espíritos elevados, a depender de como esteja o meu coeficiente de emoção, de sentimento e o meu autocontrole em relação a isso. Querem ver um exemplo? Jesus com os discípulos. Conversando com os discípulos, perguntaram a eles: "Quem é que dizem? O que que dizem a respeito de mim?" "Ah, diz que o Senhor é Salvador, que o Senhor é o Messias". E Pedro é naquele instante sintonizado com o pensamento divino e naquele instante ele diz que ele é o filho do Deus vivo. E aí Jesus diz que não foi ele que falou, mas que foi Deus. a palavra divina através dele. Ora, ele foi um
intonizado com o pensamento divino e naquele instante ele diz que ele é o filho do Deus vivo. E aí Jesus diz que não foi ele que falou, mas que foi Deus. a palavra divina através dele. Ora, ele foi um instrumento, sintonizou-se, elevou a conexão, sintonizou-se positivamente. Foi mecanismo de interação com o positivo. Só que logo depois, na mesma conversa, Jesus começa a falar sobre o Calvário, a descrever que, na verdade, e naturalmente, ele vai caminhar para aquele instante do Calvário. Que que Pedro faz? começa a ficar com medo, baixa a vibração e conecta-se também, sintoniza também e diz que ele não vai permitir que isso aconteça. E o que é que Jesus fala? Afasta-te de mim, Satanás. E Pedro pergunta: "Ora, Senhor, eu sou o Satanás? Eu sou aquele que vejo o Senhor expulsar dos corpos? Sou eu que tento influenciar a o mecanismo da mensagem, da sua mensagem. trago embaraços à sua mensagem. E Jesus explica numa página linda trazida pelo espírito Amélia Rodriguez no livro Até o fim dos tempos. O título é mediunidade, vínculo de luz. E Jesus fala que todos nós somos pontes, todos nós estabelecemos conexões. E aquilo que estamos fazendo, que estamos pensando, que vai dizer da nossa sintonia. Leonardo trouxe aqui, ah, eu saio de uma coisa viciosa e vou lá para hotela e vou buscar outra coisa viciosa? O que que eu tô consumindo ali? Eu tô consumindo guerra. Então, eu vou ter sintonia com espíritos que estão no mesmo compasso. Eu tô buscando o que ali? Ah, é jocosidade. Mas é jocosidade desrespeitosa. Eu tô naquela sintonia. Só que pensamento cai. Ele é matéria. Ele é um é um tipo de matéria mais sutil. E isso exteriorizado pelo cérebro vai as a corrente sanguínea e as nossas células. O nosso pensamento, a sintonia que a gente estabelece rege a nossa saúde ou não? E é por isso que é importante vigiar. E Jesus diz o quê a Pedro? Vigia Pedro às nascentes do coração, de onde promana os bons e os maus pensamentos. Veja que não foi nascente do cérebro, foi das emoções, coração, emoção,
mportante vigiar. E Jesus diz o quê a Pedro? Vigia Pedro às nascentes do coração, de onde promana os bons e os maus pensamentos. Veja que não foi nascente do cérebro, foi das emoções, coração, emoção, sentimento, que é o que faz com que a gente ora, esteja bem, daqui a pouco a gente não está mais. E essas conexões se estabelecem e para que elas sejam diluídas, não há agressividade nem expulsão. Só há mudança de comportamento e amor. O processo desobcessivo é mudança de comportamento. Teve um tempo para obsessão se instaurar. Vai ser necessário um tempo para ela se dissolver. Mas não é tornando o outro inimigo e querendo que o outro esteja bem longe de nós. É trazendo para nós hábitos salutares, edificantes, que vão nos transformar, trazer a modificação pra gente e impacta aquele que está conectado conosco. E assim nós vamos estabelecendo sintonias positivas e enfechando afinidades que são muito especiais para o nosso crescimento. nós e deles, deles conosco. Mas agora vamos ver algumas palavras da nossa benfeitora Joana de Angeles. Ó o que ela nos diz. A mente é o campo onde se estabelecem as causas profundas da felicidade ou do sofrimento. E aí nós encontramos também essa reflexão que é originária da psicografia do nosso tio Divaldo. E aí a gente traz a pergunta pro Leonardo na sequência da nossa conversa. Bem, nessa reflexão em que a benfeitura coloca, a mente é o campo onde se estabelecem as causas profundas da felicidade ou do sofrimento. Na prática clínica, Leonardo, o que você tem observado sobre o impacto que os pensamentos exercem na saúde mental das pessoas? Quando falamos de causas profundas, indubitavelmente vamos pensar também em coisas que nós não percebemos, mas são. E coisas que nós não percebemos, mas são, nós costumamos chamar de coisas inconscientes ou coisas subconscientes. Então, esse subconsciente e esse inconsciente nós temos dentro de nós e nos influenciam muito mais do que nós imaginamos. E é interessante o exemplo de Pedro com a sua mediunidade trazido
conscientes. Então, esse subconsciente e esse inconsciente nós temos dentro de nós e nos influenciam muito mais do que nós imaginamos. E é interessante o exemplo de Pedro com a sua mediunidade trazido pela Luziane para não mostrar que ninguém é invulnerável e ninguém é, portanto, só médium de Deus sempre, porque é preciso trilhar uma trajetória. E nessa trajetória que nós nos encontramos, é muito comum que essa felicidade e esse sofrimento, elas estejam à espreita da nossa porta, esperando a abertura que o nosso coração vai dar e o nosso inconsciente influencia muito. Então, é interessante que nós temos gatilhos, né? Se nós pensarmos na doutrina espírita, nós vamos ver que nós temos um inconsciente ainda profundo, como colocaria a benfeitora Joana. Esse inconsciente profundo habita o inconsciente coletivo, que esse inconsciente coletivo de Jung tem uma conotação, mas na doutrina espírita também tem uma visão reencarnacionista. O que que vale dizer? que as nossas reencarnações elas também influenciam a nossa atualidade. Estamos falando de influência, mas as influências também são interesistência. Nós somos seres interexistenciais. Nós somos seres que existimos agora, mas nós também já existimos no ontem. E essas vidas às vezes elas nos atravessam e às vezes é um gatilho. É óbvio que a psicologia tradicional convencional ela desse um pouco o nosso psiquismo e falou dessas relações inconscientes que nós estabelecemos e que nos gera sofrimento ou felicidade a parte da nossa infância, das nossas feridas infantis, da nossa criança ferida, ou seja, lá dessa existência e tem muita razão. Só que para a visão espírita, essa criança ferida de hoje, ela também traz chagas, males de outras existências. Então é muito interessante que nós, para sairmos de um papel em que ficamos fixados num ciclo vicioso da roda de sansara, como falaria o budismo e a benfeitora relembra no livro Plenitude, é muito interessante que nós eh comecemos a pensar o seguinte, já que nós somos os autores do nosso destino, e
so da roda de sansara, como falaria o budismo e a benfeitora relembra no livro Plenitude, é muito interessante que nós eh comecemos a pensar o seguinte, já que nós somos os autores do nosso destino, e eu queria lembrar Leon Deni, só pra a gente poder abrir, né, a literatura o problema do ser, do destino e da dor. Então, nós não somos, digamos assim, eh autômico, nós somos autores do nosso destino. E nós não estamos aqui na na vinculação da Terra apenas para um passeio. E nessa obra, ele disseca muito bem a lei de causa e efeito, trazendo uma conotação psicológica, fala das potências da alma. Outra obra dele muito boa nessa perspectiva é O grande enigma. Ele vai falar inclusive dos ciclos da nossa existência. Então, para que a gente possa transcender a essa perspectiva e nos entendermos autores da nossa vida sem cair no culpiso. Por quê? Porque qual a ideia que eu tô colocando aqui? Às vezes nós saímos do vitimismo e vamos para o culpiso. Ou seja, ou nos vitimizamos demais e a culpa é dos outros, ou nos culpamos demais e a culpa do mundo todo é nossa. Então são dois extremos que às vezes dialogam de forma muito patética e, portanto, muito eh autoprofeticamente dolorosa. E a pessoa que se vitimiza muito, ela faz uma profecia realizável. ela acaba gerando comportamentos que de fato as pessoas ficam cansadas dela. Como aquele também que se culpabiliza, ela faz uma profecia autorrealizável e acaba às vezes, digamos assim, adotando o comportamento de ser a palmatória do mundo. Então, percebamos que a doutrina espírita nos convida a olhar assim: Se uma coisa ainda, uma coisa boa que eu queria ainda não aconteceu, certamente é porque ou eu mereço essa coisa que ainda coisa ruim que tá acontecendo, ou talvez eu não mereça ainda coisa boa. Mas não é a mesma questão, é, mas muda o olhar. Às vezes quando fez assim, eu não mereço a coisa boa, eu fico no punismo, na punição, eu posso pensar, eu ainda não mereço a felicidade completa. E veja que o Divaldo Franco resumiu muito bem aí
lhar. Às vezes quando fez assim, eu não mereço a coisa boa, eu fico no punismo, na punição, eu posso pensar, eu ainda não mereço a felicidade completa. E veja que o Divaldo Franco resumiu muito bem aí quando falou assim: "É, você é uma pessoa do bem, mas ainda não merece a felicidade toda na terra quando ele fala assim que chegou atrasado em relação ao casamento com um, com o outro." É interessante a gente perceber esses merecimentos, só que não com a visão punitiva, com a visão leve. Com a visão leve, porque se eu percebo que eu ainda não mereço o bem todo, porque eu ainda preciso aprender muitas coisas, quando uma coisa boa acontecer, eu também vou sair daquela postura de falsa humildade. Não quer isso, eu não mereço. Merece, merece o bom também, porque quem sabe é Deus. Então, se Deus está colocando algo bom na tua existência, ao invés de sair assim de uma postura de não aceitar, aceite, porque é um presente de Deus. E se ainda não ereceu até hoje e agora chegou, que coisa boa. Celebremos as vitórias, celebremos as autos conquistas, o comportamento que a gente conseguiu mudar, alguma coisa que a gente conseguiu fazer. E esse é um treino, porque se a gente tá colocando que na hora H de um processo obsessivo é difícil mudar, a gente precisa mudar não quando tá no fundo do poço, digamos assim, mas a gente precisa consolidar a mudança quando a gente sai e se levanta do fundo do poço e começa a andar. É nesse momento em que a gente está conseguindo andar nessa metáfora que a gente precisa consolidar a mudança. E uma estratégia que eu queria compartilhar é essa. Eu mereço. Eu mereço. Sem um culpiso. Porque quando vem uma coisa boa, eu mereço a coisa boa. Porque eu sou filho de Deus. Deus é quem a através da lei dele percebeu que eu já aprendi a lição ou percebeu que a lição não tá toda aprendida, mas já aprendi uma parte. Não deu para tirar 10 em tudo, mas eu vou ter um alíviozinho e esse alívio já é um alívio que Deus me traz. Então eu mereço as coisas boas que me chegam, não sentido prepotente, mas
aprendi uma parte. Não deu para tirar 10 em tudo, mas eu vou ter um alíviozinho e esse alívio já é um alívio que Deus me traz. Então eu mereço as coisas boas que me chegam, não sentido prepotente, mas no sentido grato, porque aí vem outro jogo fundamental para construirmos felicidade. Eu tenho gratidão a Deus por tudo que acontece. E aí eu preciso começar a ter gratidão pelas coisas boas, porque se nem pela coisa boa eu tenho gratidão, se nem pela coisa boa consigo verbalizar, aí tá começando a ficar difícil. Imagina coisa ruim, vai ficar mais difícil ainda. E por isso que a gente às vezes interpreta de forma rápida alguma fala nesse sentido de agradecer como sendo uma coisa meu culpista. Não, não é culpista, é na verdade uma coisa reencarnacionista, porque a gente entende que tudo que acontece acontece por um mecanismo divino de autoinfluência, né, que a lei nos convida a resgatar. Então, as coisas ruins que acontecem hoje na tua vida, na minha vida, são, na verdade uma oportunidade. Veja, não são boas de passar, mas são uma oportunidade. Não são gostosas, não são saborosas, mas são uma oportunidade para que eu possa transcender, que eu possa modificar. Se eu penso numa visão reencarnacionista, graças a Deus, se eu pudesse pagar logo tudo era bom, né? Começa a mudar a lógica. a gente começa a mudar intelectualmente a nossa lógica. Então, conterrâneo, na verdade paraibano, mas radicado lá em Pernambuco, ele arenano Suauna, ele conta ao seguinte, que as coisas boas de passar, elas são boas de passar, mas são ruins de contar. E as coisas ruins de passar, elas são ruins de passar, mas são boas de contar. E nessa lógica muito curiosa do Aran Suassuna, ele não tá falando de espiritismo, mas é interessante porque a coisa ruim de passar no final, quando você passou pode perceber que às vezes passa até com leveza que você ri daquela situação, né? E até bom também porque as pessoas não têm inveja de você. E a coisa boa de passar é ruim de contar, porque você conta coisa boa pro
que às vezes passa até com leveza que você ri daquela situação, né? E até bom também porque as pessoas não têm inveja de você. E a coisa boa de passar é ruim de contar, porque você conta coisa boa pro outro, a pessoa vai lá e dá uma salgada demais na coisa boa. Então é ruim de contar por isso, porque gera inveja, gera ciúme, etc, etc. Então, a estratégia, pegando o pouco de suauna é saborear as coisas boas, aceitar as coisas ruins, saborear as coisas boas, aceitando essas coisas boas como algo que seja um merecimento, graças a Deus, e contar para si mesmo. Não conta para todo mundo, porque pode salgar demais a coisa boa. Escola é uma pessoa do teu amor, uma pessoa que você sabe que vai comungar com você. E aí você compartilha e comecemos a compartilhar as vitórias da família. Comecemos a compartilhar as coisas boas que aconteceram conosco com os corações amigos que a gente sabe que vão potencializar, porque aí vai ser não uma obsessão, vai ser o quê? uma superação em conjunto, construindo essa felicidade mais profunda, mudando o nosso psiquismo tão viciado de dor, de uma sensação de indignidade, que são reflexos de outras vidas mal vividas, mas que, graças a Deus nós estamos tentando, estamos conseguindo passo a passo no nosso compasso, na nossa possibilidade. >> Excelente. E à medida que o Leonardo foi construindo essa percepção da fé raciocinada, ele trouxe a lógica para que a gente entenda a própria dor. E à medida que nós entendemos, esse passar é um trânsito, mas é um trânsito consciente. E aí nos vem naturalmente o pensamento quando a gente sai dessa condição nossa e vai ao outro. Então, como é que a gente pode lidar com a dificuldade do outro, a dor do outro, tendo um pensamento positivo, mas que isso não seja invalidar a dor do outro? Então, às vezes alguém nos conta algo, algum sofrimento, alguma dor, alguma dificuldade e a gente diz assim: "Ah, mas isso vai passar ou isso já passou ou então a gente diz: "Não, vai dar tudo certo". Se a gente fala essas expressões soltas,
gum sofrimento, alguma dor, alguma dificuldade e a gente diz assim: "Ah, mas isso vai passar ou isso já passou ou então a gente diz: "Não, vai dar tudo certo". Se a gente fala essas expressões soltas, a gente pode ser confundido com o pensamento da positividade tóxica. A gente pode ser confundido com essa ideia de que, ah, tá sempre otimista demais, mas não tá vendo a dificuldade, não tá vendo que eu tô sofrendo, não tá percebendo o quanto tá sendo difícil e tá e tudo vai dar certo e tudo vai passar, tudo vai ficar bem. acontece que é uma diferença de que quando a gente conversa ou dialoga em relação à dor do outro, trazendo para esse aspecto da fé raciocinada, para essa lógica, tudo vai passar porque passa mesmo. Por que passa? Aí a gente olha pro passado e vê que algumas coisas já passaram, que alguns sofrimentos grandiosos, imensos, dores intensas, elas passaram. Mas o que é que ficou? O aprendizado, a superação, a força, a coragem, a conquista. Essa validação das vitórias vai fazendo depósito otimista em nós. É o resultado das pequenas vitórias nas nossas vidas. que vão trazendo ânimo para que a gente consiga superar as outras dificuldades. Então, quando a gente está diante da dor do outro, a gente não pode invalidar, ah, eu sei o que a gente, o que é que você tá passando? Como assim? Cada um experimenta a sua própria, o seu próprio quinhão de dor e de sofrimento. Nós nos solidarizamos, nós criamos um movimento de compaixão, de empatia, de fraternidade. Mas a dor tem uma individualidade, a dor tem uma característica muito pessoal. E por isso, para o pensamento positivo estar mantido nessa relação para com o outro, é necessário muito respeito, não julgarmos, não minimizarmos a dor do outro. Ah, porque quando nós atravessamos uma dor equivalente, nós tivemos tais e tais posturas, então nós conseguimos, então o outro também vai conseguir. A gente pode estimular, conclamar. E como é que a gente conclama? Mas sem colocar como se fosse uma imposição. Ah, vai ser fácil,
s posturas, então nós conseguimos, então o outro também vai conseguir. A gente pode estimular, conclamar. E como é que a gente conclama? Mas sem colocar como se fosse uma imposição. Ah, vai ser fácil, foi simples para mim, então vai ser fácil para você também. Aí a gente volta de novo para Jesus. O que que Jesus fazia diante das dores? acolhia para cuidar. Todos os encontros promovidos por Jesus são encontros de cura e de cuidado, de respeito para com a dor. A mulher lá passado o horário do almoço, mais ou menos meio-dia, com o cântaro, vai buscar água no poço de Jacó. Para ela é só um momento como outro qualquer em que ela vai buscar água no poço. Quando ela chega, quem tá sentadinho do lado? Jesus. Ela não sabe, começa um diálogo. Ele começa porque não era possível uma mulher ter uma conversação em público com um homem, mesmo que fosse da sua família, quanto mais um homem estranho e quanto mais uma samaritana com o judeu. E ele inicia a conversa. O que que ele busca naquela conversa? acolher, cuidar e trazer para ela uma verdade que ela entendia, mas que estava ali escondido, que estava escamoteado e que não estava sendo enfrentado. Mas ele faz isso com muita amorosidade. Ele faz isso trazendo a consciência à tona, mas sem julgamento e sim com oportunidades. Se você soubesse quem eu sou, pediria a mim: "Dá-me de bebê". E aquela fonte que ele propõe a água é para jamais termos sede, que é esse evangelho. Então, quando tivermos diante de alguém que esteja com muito sofrimento e muita dor, digamos sim, isso vai passar, vai dar certo, mas nos fundamentemos na lei do progresso, nos fundamentemos no passado de todos nós, onde nada ficou ali constante para sempre. E foram escalonamentos, foram superações, foram desafios vencidos e tudo passa mesmo. Mas diz a benfeitura Joana de Angeles, só passa quando a lição foi apreendida. Porque quando não foi apreendida, a gente sai, vai para um atalho achando que aquilo ali passou e olha de novo a vida lá na frente nos colocando em
de Angeles, só passa quando a lição foi apreendida. Porque quando não foi apreendida, a gente sai, vai para um atalho achando que aquilo ali passou e olha de novo a vida lá na frente nos colocando em situações semelhantes. E nós vemos que realmente não passou. Por quê? Porque não apreendemos a lição. Então, diante da dor do outro, muito cuidado, respeito, amorosidade, acolhimento, mas também injeção de ânimo através dessa fé raciocinada, dessa lógica, para que entendamos que tudo que nos acomete na existência tem um propósito de nos engrandecer, é de para nos tornar melhores, é para sermos melhores do que antes da experiência. Mas vamos ouvir um pouquinho mais do nosso tio Divaldo. Eu >> quero fazer uma ligação entre o emocional e o material, o orgânico e o psíquico. Daí a psicossomática demonstra que nós somos muito o que pensamos, o que sofremos. Desejamos saúde, pensemos corretamente. Nós temos conflitos, é inevitável, mas procuremos solucionar o conflito. Eu cometi um erro agora, um erro grave. Vou sofrer as consequências do erro, mas vou não vou dar valor ao erro que os outros atribuem, porque é muito fácil tirar pedras quando erre dos outros. Na minha situação, talvez o outro fizesse pior. Então eu examino, de vou me reabilitar. Eu nasci sem falar, sem andar, sem pensar. Agora eu falo, ando, penso, me locomovo [música] e cada vez que eu quero, eu cresço mais. Então, quando nós começarmos a perceber determinadas fixações, mudemos, substituamos, substitua um pensamento ma por um pensamento bom. Essa que é a verdadeira filosofia espírita. Ah, mas a minha vida está desorganizada, eu não sei o que fazer. Pare. Já que não sabe o que fazer, não faça nada. Pare. Pense, pense na vantagem. Pense na desvantagem. Não tome atitude precipitada. Roma diz o ditado, não se fez em um dia. É o ditado de mais de 1000 anos, porque há 2000 anos Roma já tinha 600 anos. Desta forma, o Espiritismo veio dizer que a nossa existência é o resultado de experiências anteriores. E eu me lembrei
dia. É o ditado de mais de 1000 anos, porque há 2000 anos Roma já tinha 600 anos. Desta forma, o Espiritismo veio dizer que a nossa existência é o resultado de experiências anteriores. E eu me lembrei que devemos sempre sorrir, mesmo na dor, porque tudo vem de Deus e volta para Deus. >> Como é lindo escutar alguém que vive o que fala. As palavras têm uma força diferente. É muito especial escutar nosso tio Divaldo. E na dor ele sobre sorrir e sobre fazer todos nós também sorrirmos. Leonardo, a gente vai caminhando aqui para as reflexões finais desse nosso momento, mas pensamentos negativos constantes, eles podem contribuir pro desenvolvimento ou o agravamento de transtornos mentais. Eu me recordo de uma mãe, de uma filha e pedi autorização para contar, porque foi uma das situações mais emocionantes que eu pude viver nos últimos anos. Eu conheço as duas há mais de 10 anos, acho que quase 14 anos. E a filha tem e tinha um transtorno mental muito grave. com, portanto, vontade de morrer muito constante e tentativas também de morrer com muita frequência. uma falta de vontade de viver. Interessante porque as duas tinham uma visão espiritualista, às vezes espírita, às vezes o espiritualismo mais mesclado do nosso Brasil, mas o espiritualismo como um todo. E, portanto, isso segurava, né, a ideia de que não iria adiantar. Ela me dizia assim, não adianta, né, doutor, porque eu sei que a dor vai continuar. Então, nem tenho essa permissão cognitiva para imaginar que a dor vai passar. Então isso ia segurando mais numa vida muito acanhada do ponto de vista de plenitude. Interessantemente quando tava tudo bem, ela sentiu e aí vem a influência espiritual negativa que tem as suas artimanhas. Ela sentiam assim um êxtase e uma tranquilidade como que Deus a tivesse liberado do sofrimento. Passou, minha filha, agora você pode voltar. Então ela tentou sair desse sofrimento pela primeira vez de uma forma quase eficaz, quase conseguiu a morte. E então ela ficou espantada e conversando comigo sobre as artemanhas
gora você pode voltar. Então ela tentou sair desse sofrimento pela primeira vez de uma forma quase eficaz, quase conseguiu a morte. E então ela ficou espantada e conversando comigo sobre as artemanhas das trevas, eu lhe falava: "Pois é, muitas vezes eles não colocam uma sensação só de pessimismo, é uma sensação de libertação, só que precipitada. E a pessoa quando vai tentar algo desse tipo, ela sente como se fosse assim liberada. Já vi mais de uma vez. E me lembro que conversei com o Edivaldo Franco sobre a sua história, a história dele, e ele me falou exatamente isso. Quando eu estive, estava muito perturbado, muito jovem e estive lá no elevador Lacerda. Então eu me senti um, e eu senti bem, é como se eu tivesse E aí eu falei: "Pois é, é isso que eu vejo". Então, só se sentir bem não é, digamos assim, um sinalizador. Às vezes, esse bem é uma aparência de bem porque é um engodo. Se vem na precipitação, tudo tem um tempo para ocorrer, inclusive a libertação das nossas dores mais profundas. Isso aconteceu, digamos, em um ano. E ela então compreendeu mais ainda no ano seguinte. Espontaneamente, ela muito jovem, sofreu um AVC hemorrágico. E naquela ocasião, eu me recordo bem, porque meu pai tinha sofrido um infarto no coração e os dois ficaram internados no mesmo hospital. Então, além de ajudá-la, né, eu ia mais, porque eu ia ver meu pai também. Então, ia ver meu pai e havia na UTI. E ficava vendo a na UTI entubada, aquele corpo jovem e ficava pensando nos caprichos, digamos assim, nas nuances da lei divina, porque tão jovem com aquele AVC hemorrágico e ali a beira da morte, de fato, em uma UTI. Ela sobreviveu e eu pensei bem agora que o porque o cérebro dela teve um grande dano, ela fez neurocirurgias, teve complicações da neurocirurgia com ah hidrocefalia, ficou teve que fazer descompressões. Então teve um quadro muito grave e eu fiquei pensando se antes, sem uma alteração, digamos, eh visível aos exames estrutural do neurônio, ela já tinha essa doença grave da psiquiatria. agora
pressões. Então teve um quadro muito grave e eu fiquei pensando se antes, sem uma alteração, digamos, eh visível aos exames estrutural do neurônio, ela já tinha essa doença grave da psiquiatria. agora com alteração estrutural vai se somar e ela vai estar muito pior. E curiosamente estávamos eu, ela e a mãe, depois de um tempo, ela então conseguiu voltar a andar com dificuldade, mas andando. E ela falava assim: "Agora eu quero viver". E eu achei curioso porque ela falava: "Doutor, aquela dor enorme, aquela vontade de morrer que eu tinha tantos anos. sumiu. Aparentemente para um psiquiatra, se ele for materialista, fisicalista, ele vai pensar bem, ela agora tá eufórica, tá na euforia, tá na psicose, não tava, tava super bem. E ela então dizia: "Eu não sei o que aconteceu, mas eu me senti, me sinto bem agora e eu quero". E aí fazia toda a adesão ao tratamento que ela poucas vezes tinha com com antes, com corpo todo saudável, mas agora com o corpo danificado no seu cérebro, inclusive mais fortemente, ela estava com uma cura mais profunda e ela dizia: "Que coisa, doutor, eu mesmo não consigo entender, mas aquela dor se foi, aquela dor e ela ficou alguns meses na UTI. E a mãe então dizendo: "Pois é, eu nunca vi minha filha tão bem como agora". Veja que coisa paradoxal, eu nunca vi a minha filha tão bem como agora. Apesar do corpo dela estar totalmente danificado, mas a alma dela, o ser dela tá curado, doutor, não sei o que é. Eu então falava, isso. É a existência do espírito. Não temos como explicar do ponto de vista fisicalista, se pensarmos só na matéria, uma cura nesse nível. Porque é uma cura mais profunda e aquilo me tomou a emoção porque eu vi a mãe e vejo até hoje a mãe, veja que coisa curiosa, agradecida não pelo AVC, mas pela mudança, pela coisa que aconteceu, que é até difícil a gente conseguir explicar do ponto de vista das palavras, mas aconteceu uma libertação do ser. O ser entendendo a profundidade que é ter a oportunidade da reencarnação, o ser entendendo que,
difícil a gente conseguir explicar do ponto de vista das palavras, mas aconteceu uma libertação do ser. O ser entendendo a profundidade que é ter a oportunidade da reencarnação, o ser entendendo que, apesar de tudo, ele é digno e Deus nos dá essa dignidade da existência. Jesus, portanto, é esse farol que levanta a mulher hemorroíça, levanta a mulher samaritana, dando-lhes dignidade. E desde que ele esteve entre nós, nós estamos recuperando a nossa dignidade espiritual para podermos então ter convicção que, por mais equivocado que seja o nosso passado, ninguém foi condenado a um inferno eterno, quer seja no mundo espiritual, quer seja no mundo mental. Todos os infernos mentais são temporários, tem um tempo, mas é preciso ter a paciência para guardar o tempo das coisas, o tempo de Deus, o cairoz, o tempo oportuno para nós então podermos nos reabilitar e termos não mais migalhas de amor e migalhas de saúde. Temos sim uma saúde em plenitude e, portanto, um amor em plenitude. esse amor que transcende. Óbvio que é doloroso, óbvio que é difícil, mas ver o relato da família que com 14 anos acompanhava essa doença terrível que mata a esperança antes de matar o corpo, agora vê-las agradecidas e a própria pessoa agradecida porque com o corpo parcialmente mortificado, mas com a esperança viva, eu fico pensando na grandiosidade dessa doutrina espírita que nos faz transcender. e, portanto, aumentar as nossas ambições. Não se trata mais de migalhas de saúde, mas de uma saúde integral que o Espiritismo nos propõe. Portanto, o tempo não pode ser também parcial de uma existência. Temos que alargar a percepção do nosso tempo e entendermos que só a imortalidade consegue acalmar os nossos corações numa profundidade maior. Então, entendermos que nós somos espíritos, entendermos que nós somos transcendências, mesmo que ainda presos a uma imanência corporal mais ou menos danificada, mais ou menos adoecida, já é extremamente libertador para acalmarmos a nossa existência e podermos assim fazer uma nova etapa de
smo que ainda presos a uma imanência corporal mais ou menos danificada, mais ou menos adoecida, já é extremamente libertador para acalmarmos a nossa existência e podermos assim fazer uma nova etapa de vida. Com isso, eu queria fazer uma pequena propaganda para dizer que existe uma coisa chamada saúde mental positiva e existe uma abordagem que fala dessas coisas todas, não só de se livrar do sofrimento, mas apesar do sofrimento, podermos encontrar gratidão, encontrar esperança. Essa é a chamada saúde mental positiva. E em 2025 nós fizemos uma turma de formação aqui no Centro de Saúde Mental Joana de Ângeles, uma turma online de 100 pessoas, porque foi o máximo que a gente conseguiu colocar, mas tiveram 240 profissionais inscritos. Interessante porque dando esses cursos em outras universidades, como na USP, que é uma das principais universidades, quando a gente tinha uma turma de 35 pessoas, estava ótima. 240 240 profissionais buscando entender a positividade não tóxica. São 240 profissionais procurando entender o que é o amor na prática clínica, o que é a gratidão na prática clínica. Foi muito bonito ver essa turma e aí estamos com uma nova turma aberta às inscrições. É só entrar no site da mansão, no Instagram da Mansão, lá no meu Instagram também, lá no nos histories tem lá para quem for profissional. Inicialmente profissionais de saúde, mas também tem professores que acabam sendo um pouquinho de profissionais de saúde dos seus alunos. Então, a gente vai estar mais aberto esse ano, porque não se trata de um curso, digamos assim, que dá uma autorização de psicoterapia, mas é um curso que dá uma formação nessa abordagem do ponto de vista clínico. Não é uma abordagem espírita, porque é uma abordagem profissional, mas graças a Deus nós temos hoje na ciência a possibilidade de falar de esperança, gratidão, otimismo, perdão, compaixão, mesmo sem falar, digamos assim, necessariamente de Deus. Por quê? Porque nós temos hoje várias evidências de que essas coisas são eficazes, mesmo que não
erança, gratidão, otimismo, perdão, compaixão, mesmo sem falar, digamos assim, necessariamente de Deus. Por quê? Porque nós temos hoje várias evidências de que essas coisas são eficazes, mesmo que não estejam vinculadas diretamente a uma religião. É Deus disseminando o remédio para todo mundo, mesmo no materialismo temporário da ciência. E a saúde mental positiva é essa possibilidade real de podermos aprofundar. E é interessante porque eu encontro assim eh alunos que são psiquiatras, por exemplo, que falam: "Olha, eu procurei essa abordagem porque eu estava decepcionado com a psiquiatria, com a psicologia, psicólogos também. Eu estava decepcionada, então acaba sendo curador para essas esses alunos, porque só dá para, digamos, entre aspas, tá? curar o outro se a gente tá um pouquinho mais curado. Isso não quer dizer que só dá para atender o outro se a gente tiver totalmente atendido, não. A gente vai atendendo o outro, atendendo a nós mesmos, vai curando o outro, se curando. Mas é importante termos essa abertura e especialmente se estamos falando de uma transcendência. Então, agradeço e participar do diálogo franco, eh, com a lembrança do nosso Edivaldo Franco. Com você, Luziana. Vamos então escutar mais um pouquinho dele. Vamos ouvir tio Divaldo. >> Tudo começa no pensamento. [música] Não aceite uma indução de que está cansada da vida, de que vida deve estar cansada da monotonia, [música] da repetição determinados fatos, de uma imprensa que nos perturba mais do que nos ajuda. Mas substituía, lendo, por exemplo, Paulo Estevan, esta obra magnífica. Leia o evangelho de Jesus quando ele se levanta e fala ao sermão da montanha: [música] "Bem-aventurados os pobres de espírito. Bem-aventurados aqueles que têm sede de verdade. Olha que coisa linda. Bem-aventurados aqueles que sofrem, aqueles que experimentam perseguições, porque eles terão o reino dos céus. Isto é, a paz íntima. Se você se preocupa tanto com os valores do mundo, decepções, ele o disse: "No mundo somente tereis
em, aqueles que experimentam perseguições, porque eles terão o reino dos céus. Isto é, a paz íntima. Se você se preocupa tanto com os valores do mundo, decepções, ele o disse: "No mundo somente tereis sofrimentos, [música] mas lembrai-vos de mim que venci o mundo." Então, vença essa apatia, esse cansaço dos objetivos muito próximos, materiais, desgastantes da vida em família, da vida da sociedade e abra horizontes novos de espiritualidade no coração. E com este sol novo você vai duinar o caminho e vai sentindo uma alegria imensa de viver. >> O mundo atravessa um momento muito especial, o planeta. E todos nós estamos imersos nessa conjuntura, nesse contexto de transição, nessa regeneração que se inicia e que vai trazendo os seus anúncios para nós vivenciarmos, para nós nos comportarmos diante desse contexto. Emanuel diz que se tomarmos de um espelho grande e direcionarmos esse espelho ao sol e depois girarmos essa luz que reflete nesse espelho na direção do abismo, a gente vai ter um cenário de iluminação. E ele diz que isso é orar. Então, oremos mais. A oração é a canalização do pensamento na positividade. Oremos mais. Conectemo-nos com os bons espíritos, com Deus, com Jesus, com os benfeitores espirituais, com o nosso anjo guardião, para que a gente consiga ter serenidade, previdência, cuidado, atenção diante das nossas escolhas, diante da vivência das experiências, para que assim consigamos ter todo esse manancial. Olha quanta dica tio Divaldo falou. A leitura, as boas conversações, a oração. Tudo isso é instrumento para que a gente alcance esse pensamento positivo e com a vibração dos cristãos naturais, dos cristãos primitivos, conseguirmos seguir avante, adiante, tomando da charrua sem olharmos para trás. Nós gostaríamos de agradecer imensamente a todos vocês que estiveram aqui conosco, todos que nos acompanharam. colocaram suas mensagens, interagiram conosco em pensamento, em vibração, trouxeram tanto. Mas também agradecemos a equipe da TV Mansão do Caminho, a nossa equipe de recepção.
os que nos acompanharam. colocaram suas mensagens, interagiram conosco em pensamento, em vibração, trouxeram tanto. Mas também agradecemos a equipe da TV Mansão do Caminho, a nossa equipe de recepção. Agradecemos a nossa querida Mariva, o Leonardo que nos trouxe tanto, agradecemos e foi muito importante a parceria contigo nesse momento. E vamos orar, porque orando nós vamos lançar esse espelho ao sol para que reflita no abismo nosso e nos demais essa luminescência do amor e da bondade. Vamos orar. Senhor Jesus, gratidão te damos, mestre, por essa oportunidade. Nesse instante convidamos os companheiros responsáveis pela aplicação do passo em nossa casa para que possam se distribuir no salão doutrinário. Mestre amado, nesse instante de compartilhamento, de interação, de intercâmbio, com essa energia que vem de ti, dos benfeitores, desse alicerce no qual estamos inseridos, desfrutando, absorvendo. Nossa imensa gratidão estarmos aqui conectados, vinculados, pensamentos concentrados no teu evangelho, na vibração que exala da tua casa de amor, faz com que tenhamos ânimo a preencher as nossas lacunas íntimas. Às vezes o cansaço, o pessimismo, as ideias desencontradas, a apatia vão tomando campo nesses dias desafiadores que enfrentamos. Mas o teu evangelho tudo ilumina e como um sol grandioso traz a trajetória segura para que caminhemos com passos mais firmes sem titubearmos e diante das quedas permanecermos com a coragem, a fé, para nos erguermos e seguirmos em frente. Abençoa a todos nós, mestre, todos que aqui estamos, todos que estão conosco vinculados, entrelaçados pelo pensamento. E que essas vibrações de saúde, de paz alcance os nossos lares, os nossos familiares, amigos, mas também aqueles que não gostam de nós, que nos perseguem, que nos caluniam. Te pedimos pelos habitantes deste planeta encarnados e desencarnados nos diversos estágios de vibração do pensamento, no sofrimento, na desdita, na loucura de estarem perdidos, Senhor, em relação ao nosso próprio Pai. Fortalece a tua mensagem nos nossos
e desencarnados nos diversos estágios de vibração do pensamento, no sofrimento, na desdita, na loucura de estarem perdidos, Senhor, em relação ao nosso próprio Pai. Fortalece a tua mensagem nos nossos corações, permitindo que sigamos firmes e firmes até o fim, mantendo a mente conectada convosco, que nos conduz como bom pastor, como luz do mundo, como pão da vida. Fica conosco, mestre, permitindo que as lições do teu evangelho sejam hinos de louvor, de estímulo, de ânimo e de coragem, trazendo-nos fé e esperança para vencermos esta jornada luminosos, cativando cada vez mais o entorno e as oportunidades que nos advém. Permanece conosco sempre. Gratidão por tudo e sempre, Senhor. Assim seja. Encerrado está o nosso diálogo franco. Sigamos todos em paz.
Mais do canal
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Marco Antonio
1:06:33 · 5.3K views
Em Busca do Sagrado | #193 • A Alegria
🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: Sexualidade - Uma Visão Espírita
[EN FRANÇAIS] Nul ne meurt - Divaldo Franco
1:27:15 · 240 views
[EN FRANÇAIS] Pike et son fils toxicomane - Divaldo Franco
1:10:29 · 293 views
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E34 – Cap. 17: Terapia desobsessiva – Parte 2