#83 • Jesus e Saúde Mental • Lei de Trabalho e Saúde Mental

Mansão do Caminho 26/06/2024 (há 1 ano) 1:05:49 4,959 visualizações 839 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Sérgio Lopes » Episódio 83: Lei de Trabalho e Saúde Mental

Transcrição

Olá muito boa noite é para um prazer nós estarmos mais uma vez conectados em Jesus e Saúde Mental para começarmos eu queria trazer uma música que tem vindo muito hoje na minha cabeça chamada germinar de compositores aqui da minha terra Pernambuco desde mais ou menos assim nascemos imensidão perdemos a conexão pela ciência de ouvir a voz da falsa razão dentro de nós acumulamos pesos cruéis Sem esquecer da nossa alma esquecendo da nossa potência esquecendo da nossa alma a música vai ficando nessa entada de que nós escutamos as falsas razões e nos perdemos acumulando os pesos cruéis Em algum momento ela muda e traz uma perspectiva mais chamativa e diz assim tá na hora de reagir entender que somos gigantes acolher nossas almas nunca é tarde para replantar nosso amor é de uma força infinda a semente vai germinar é assim que a vida é é preciso diz a música ocupar o nosso lugar ocupar a nossa sede anímica no sentido de trazer uma nova força de trabalho uma nova forma de trabalhar uma mudança no mundo e uma mudança em nós e é por isso que hoje a gente vai retomar a ideia das leis Morais das leis Morais junto com a saúde mental com o nosso amigo Sérgio Lopes Para que a gente possa trabalhar a lei de trabalho esse trabalho que envolve uma germinação envolve um replantar conexões dentro de nós e com o mundo por isso eu peço para você ficar conosco mais uma vez depois do nosso da nossa vinheta Olá Sérgio muito boa muito bom estar com você aqui mais uma vez podendo retomar os nossos encontros falando hoje sobre a lei de trabalho na última vez nós tínhamos falado da lei de destruição inclusive e eu muito com essa música na cabeça que ela se chama germinar e toda germinação de certa forma envolve algum trabalho de luto né algum trabalho de destruição portanto de uma realidade que se foi e não volta mais para uma nova realidade Só que essa nova realidade às vezes é um é um retomar na Perspectiva Espírita eh retomar a nossa luminosidade em meio aos escombros em meio a um trabalho novo

e não volta mais para uma nova realidade Só que essa nova realidade às vezes é um é um retomar na Perspectiva Espírita eh retomar a nossa luminosidade em meio aos escombros em meio a um trabalho novo então muito interessante a gente poder falar hoje sobre a lei do trabalho passo para vocês é agradecendo a sua estadia conosco mais uma vez Leonardo satisfação estar aqui novamente depois de um tempo em que as coisas aqui no Rio Grande do Sul eh T sido bastante difíceis e foi curioso Léo que depois de falarmos sobre lei de destruição nós vivenciamos aqui uma experiência estamos vivenciando mas já foi mais dramático né um período de de destruição né uma destruição bastante significativa do nosso estado onde se perdeu vidas humanas Aonde se perdeu trabalho Aonde se perdeu boa parte das memórias da Aonde se afetou a materialmente Aonde se afetou emocionalmente afetivamente Imagino que também espiritualmente então foi curioso que após o nosso trabalho sobre lei de distribuição nós vivenciamos e ainda estamos né sobre essa ameaça das elevação das águas entrando nas casas entrando em aeroportos né então isso tudo está sendo muito importante porque agora quando vamos nos debruçar sobre a lei do trabalho nós estamos exatamente em cima deste outro momento em que o trabalho ele Exige uma uma uma posição de destaque na hora da construção na hora da retomada em que esta função da natureza e diria dessa função psíquica tão importante de todos nós é acharmos força e acharmos recursos e da onde tiramos isso da onde nós podemos tirar isso da onde nasce a nossa eh parte que ilumina o ser para termos forças de retomar da onde nós extraímos esse componente da força do trabalho Senão dentro da nossa própria natureza aquilo que Kardec quando traz dentro das leis Morais como uma lei da natureza nós vamos encontrar exatamente em momentos como esse e portanto nós vamos desdobrando a partir de agora aí essa temática livremente conforme o nosso a nossa tradição aqui né Pois é Sérgio bom você poder situarmos

contrar exatamente em momentos como esse e portanto nós vamos desdobrando a partir de agora aí essa temática livremente conforme o nosso a nossa tradição aqui né Pois é Sérgio bom você poder situarmos né Nós estamos aqui em dois extremos assim do Brasil estou aqui no Nordeste e você tá aí no sul do país Obviamente as pessoas perguntavam perguntando cadê o Sérgio e obviamente não trouxe notícias maiores porque as coisas estavam cambiando né n e Que bom que você está conosco Que bom que você está conosco do ponto de vista global não só na Live mas fisicamente porque é isso que a gente viu no Rio Grande do Sul né uma desencarna não só perdas materiais mas perdas emocionais de as pessoas poderem voltar paraas suas casas eh e não encontrarem de fato nada inclusive fotos memórias né de fato é um acho que é dentro do nosso país dentro do nosso da nossa nosso continente assim não me recordo pelo menos na minha existência de algo de tamanha magnitude eh isso traz um um empenho inclusive de estar aqui e eu obviamente preciso enaltecer obviamente que a humildade nos convida a a ser discretos né Sérgio mas a gratidão nos convida também a enaltecimento porque eh uma coisa é você está fazendo um trabalho uma live aqui onde eu estou hoje no meu estado que está na minha condição tranquila outra coisa O Sérgio está disponível e ele tava disponível até digamos assim próximo né assim segundafeira da tera-feira ele tava disponível mas realmente foram as coisas físicas né um impedimento limite físico de internet inclusive dessas coisas todas que nos impossibilitaram então há uma disposição que eu acredito Sérgio que eu tenho visto isso nas pessoas que a gente tem tido contato eh a partir da do Centro de Saúde Mental Jona De Angeles que a fé eh é essa conexão com o criador que nos nutre de vitalidade para enfrentar de uma maneira resignada algumas situações que outros recursos às vezes eh pic os psiquiátricos de teorias humanas não conseguem nos dar tanta Fortaleza e resignação Para conseguirmos

e para enfrentar de uma maneira resignada algumas situações que outros recursos às vezes eh pic os psiquiátricos de teorias humanas não conseguem nos dar tanta Fortaleza e resignação Para conseguirmos atravessar sem se desesperar né ou se angustiando que é normal mas ah o trabalho Exige uma reconexão com uma outra Esperança quando a gente fala de destruição a gente fala de um luto quando a gente fala de um processo de luto a gente tá falando numa linguagem por exemplo da chamada psicologia positiva de um processo de desesperançar ou seja mudar os objetivos mudar a meta fazer contato com uma outra realidade para poder esperançar de uma nova forma e aí esse novo esperançar envolve o não se desesperar e eu já começaria colocando isso o trabalho como sendo uma conexão com o Divino a a fé nos mobilizando a um trabalho profundo que não é só de reconstrução de casas Mas também de reconstrução de memórias reconstrução de uma individualidade né que acaba também sendo afetada por essas situações a gente tá falando também de um trabalho de diminuir o desespero porque quando eu estou fazendo algo Eu estou mais esperançoso porque Esperança significa fazer algo e quando eu estou fazendo algo a minha o meu desespero ele diminui porque eu consigo esperar algo ter paciência como sendo algo ativo Então eu queria começar com essa perspectiva né a lei do trabalho como uma necessidade né Alan Kardec questiona na pergunta 674 seria haveria uma necessidade né do trabalho ser uma lei natural uma lei da natureza e os espos falam o trabalho é uma lei natural Por isso mesmo é uma necessidade e a civilização obriga o homem a trabalhar mais porque aumenta suas necessidades e seus prazeres ele vai desdobrar né ele vai desdobrar por exemplo Já que é uma uma lei eh e eles os benfeitores tocaram na questão do Prazer ele vai falar assim será que a gente vai entender o trabalho apenas como as ocupações materiais e os benfeitores colocam que não o espírito trabalha como o corpo ele vai ampliar toda ocupação útil é o trabalho é um

assim será que a gente vai entender o trabalho apenas como as ocupações materiais e os benfeitores colocam que não o espírito trabalha como o corpo ele vai ampliar toda ocupação útil é o trabalho é um trabalho então n essa perspectiva que a gente tá começando Essa Ideia de um trabalho psíquico de um trabalho emocional Porque toda ocupação que nos dá utilidade nos conecta ao criador né ao propósito Divino maior e isso já é um trabalho fundamental tanto quanto o corpo trabalho o espírito ou seja nosso ser também trabalha passar para você Sérgio e enquanto você fala aí Léo eu tava pensando que esse processo que nós gaúchos Aqui estamos passando o povo gaúcho é um povo que tem algumas peculiaridades culturais né é um povo que tem uma uma certa afeição a desafios a paulada foi grande aqui aqui foi foi bastante forte e e dobrou e dobrou nos dobrou nos dobrou de joelhos aqui né porque quando quando falta casa quando falta alimento quando falta água quando falta fotos quando falta as memórias os as construções de uma vida toda quando toca e nos faz dobrar na no nosso orgulho porque o nós temos um orgulho característico Gaúcho ele é orgulhoso assim né ele inclusive é um orgulho muito importante nesse momento o orgulho também tem sua função que é para poder nesse momento encontrar algum tipo de força de reação não é aquele orgulho destrutivo o orgulho da ligado à vaidade mas o orgulho daquele da autoestima e quando isso acontece quando o processo destrutivo ele é tão grande e a gente precisa de ajuda porque aí sozinho a gente não se reergue quando um estado inteiro cai do jeito que a gente caiu a gente acaba precisando dos demais e aí a gente observa uma mobilização Nacional internacional mas mais nacional e quando a gente vê as pessoas do nordeste do centro-oeste do sudeste não podendo mais ficarem acomodados onde estavam e e se incomodam com o que está acontecendo com conosco aqui e a E aí se põe a trabalhar portanto então estamos no tema a trabalhar por nós que que que vocês

dendo mais ficarem acomodados onde estavam e e se incomodam com o que está acontecendo com conosco aqui e a E aí se põe a trabalhar portanto então estamos no tema a trabalhar por nós que que que vocês gaúchos estão precisando agora então nós vamos mandar nós vamos nós vamos nos amparar isso causa uma comoção aí a gente entende que o trabalho solidário e não mais o trabalho Solitário ele é uma outra dimensão da lei do trabalho quando o nosso trabalho nos faz ver que nós estemos um porquê para um alguém quando você L aí se coloca à disposição como psiquiatra para atender a a nós aqui que estamos fragilizados tu estás trabalhando por uma causa que é diferente daquela do trabalho que a gente acorda todos os dias para fazer numa espécie de uma repetição obrigatória Esse é um outro tipo de conceito de trabalho quando o trabalho ele é percebido por nós como uma Nobre ele tem uma outra dimensão ele alcança uma outra parte da área mental ele se aproxima daquilo que Jesus falava do trabalhar para o próximo né daquela ação na direção do outro porque quando eu faço desse jeito eu já não estou mais preocupado apenas comigo ali nesse momento a minha personalidade a minha pessoa ganha um lugar de segundo plano e a nossa grandeza se mostra desse jeito eu tenho certeza eu tenho certeza que nós gaúchos aqui vamos logo ali nós logo ali estaremos eh felizes de termos passado por alguma coisa que nos fez Crescer porque um um um um uma uma paulada como essa só tem duas possibilidades ou nos destrói ou nos fortalece né e ao nos fortalecer nós olharemos para o restante do país das pessoas e perceberemos a Nossa vocação aquilo que nós como espíritas sabemos que nós temos como um povo um germen que é abençoado por Jesus assim naquilo que temos de da Solidariedade da Fraternidade e parece que isso estava um pouco adormecido né porque o trabalho o dia a dia nesse conceito da repetição ele vai nos levando para uma monotonia vai nos levando para uma desvitalização quando a gente acorda e faz o mesmo sempre aquilo

adormecido né porque o trabalho o dia a dia nesse conceito da repetição ele vai nos levando para uma monotonia vai nos levando para uma desvitalização quando a gente acorda e faz o mesmo sempre aquilo desvitaliza e perde a sua chama mas quando o trabalho ele está a serviço de um de algo mais importante ele nos enobrece então então quando eu estou na posição daquele que recebe eu posso olhar para aquele que me deu e digo assim puxa vida eu eu eu te eu te descubro num lugar que antes eu não estava percebendo E aí para aquele que ajuda ele não faz isso com a finalidade de receber que aí novamente uma outra ação eu trabalho mas para doar para doar para erguer porque aquilo que tem de mais precioso no ser humano é quando nós somos sensibilizados na nossa possibilidade de nos sentirmos grandiosos de nos sentirmos melhores do que nós somos então eu colocaria também na sequência do que tu trazes o trabalho nessa perspectiva o trabalho quando a gente tem a consciência de que nós estamos agindo nós estamos trabalhando nós estamos tendo aquilo que no Livro dos Espíritos diz assim toda ocupação útil é trabalho Olha que interessante ocupação útil mas ocupação útil não é assim Ah isso aqui é útil que eu estou fazendo não é o sentimento de que isso tem uma função de que ten uma utilidade de que ten uma finalidade e eu faço parte disso portanto se eu estou fazendo algo útil eu sou importante é acionado fibras preciosas do meu mundo interno ligados a Minha autoestima então quando tu me ajuda trabalhando por mim nesse momento que não posso trabalhar isso te faz maior isso te faz melhor e eu que preciso me dobra mas numa direção positiva também porque para receber é preciso humildade né E às vezes a humildade não vem sozinha ela vem por força das circunstâncias mesmo Olha não tem saída agora eu preciso preciso de ajuda mesmo né Então aí temos um caminho um um modelo muito muito vivenciado agora estamos estamos em cima disso estamos vivendo aqui os dramas não passaram ainda aqui onde eu moro aqui onde eu

iso de ajuda mesmo né Então aí temos um caminho um um modelo muito muito vivenciado agora estamos estamos em cima disso estamos vivendo aqui os dramas não passaram ainda aqui onde eu moro aqui onde eu moro em Pelotas no Rio Grande do Sul mais no sul do Brasil do Rio Grande do Sul nós temos a o caminho aonde os rios e as A Lagoa dos Patos escoa para até chegar nooc ele passa por aqui como a lagoa ela é muito eh grande então a água se espalha então aqui Pelotas não chegou a ser atingido de uma forma tão contundente quanto foi lá em Porto Alegre e a e e a região ali que que que escou do Vale do Taquari aquela região toda onde foi as inundações mas lá a uma chuva a mais num solo que ainda está encharcado ele sobe muito rápido ontem hoje o o o lago Guaíba né ou conhecido por nós aqui como Rio Guaíba que não é um rio que é um lago ele subiu novamente começou a entrar em regiões ribeirinhas principalmente aqui em Pelotas área dos pescadores pessoas fora de casa né nós tivemos que sair de casa também aqui né portanto houve toda essa movimentação e concordo contigo nós ainda não tínhamos vivido talvez no Brasil na escala que foi aonde atingiu milhões de pessoas né direta ou indiretamente atingidos e num grau que que força a economia ter que ter um reajuste uma readaptação gigantesco Eu imagino que é a primeira vez sim é curioso queos passado pela pandemia acredito ainda Sérgio que os as consequências os resquícios as cicatrizes da pandemia ainda não foram todas embora sendo que aí os gaúchos ainda com essas cicatrizes que todo mundo ainda estava mesmo sem saber alguns que trabalham como Clínico como você como eu vê alguns casos eu tenho visto alguns casas que só esse ano começaram Às vezes a retomar um pouco a vida tamanho a marca que ficara etc uhum e aí você é atingido por uma outra situação is eh só que eu achei Curioso o seguinte sgio a a situação daí deu uma percepção de vulnerabilidade em todos eh diferente do que a pandemia Porque como foi algo da natureza porque quando é doença ainda dá

h só que eu achei Curioso o seguinte sgio a a situação daí deu uma percepção de vulnerabilidade em todos eh diferente do que a pandemia Porque como foi algo da natureza porque quando é doença ainda dá alguma chance de a gente pensar assim que a gente podia se proteger de que houve algum culpado é alguma coisa do tipo quando é uma coisa de uma força quer quera quer não uma força natural ou revolta-se contra Deus né lá uns lampejos de revolta contra eh governantes a forma como a atitude mas assim a gente eu percebi uma percepção de que poderia ser comigo poderia ser no meu estado poderia ser e essa sensação de vulnerabilidade eh pode ser muito útil se vem em nós uma se gera em nós uma força de humildade humildade a gente falava aqui num programa faz tempo eh de certa forma é um permeia a palavra humano né então humildade humano então a na humildade nós nos conectamos na compaixão existe uma sensação de humanidade compartilhada Eu costumo falar assim estamos todo mundo no mesmo barco né estamos todo mundo nessa situação então eu percebi uma percepção Geral de vulnerabilidade eh que acabou unificando unindo assim uma em esforços eu escutei menos assim escutei menos nos Bastidores menos revoltas do que eu escutei durante a pandemia isso não quer dizer que no do Povo Gaúcho eh não estão existindo e não existam coisas muito difíceis do comport humano porque aquilo que oio colocou ou as pessoas se revoltam eh às vezes também se dobra se dobra no sentido de humildade não dá para sair assim meio ileso de uma situação dessa se marca como um todo e obviamente que a reação assim como na pandemia não foi a reação não vai ser homogênea para todo mundo né porque trabalho anterior também que cada um já vinha fazendo no terreno do próprio coração como é que ocupando o próprio tempo eh como é que tava fazendo essa E aí eu acho interessante nessa Perspectiva da ocupação útil duas imagens uma imagem é do para mim genial Charlie Chaplin dos Tempos Modernos em que ele faz uma sátira né daquele trabalhador braçal que

aí eu acho interessante nessa Perspectiva da ocupação útil duas imagens uma imagem é do para mim genial Charlie Chaplin dos Tempos Modernos em que ele faz uma sátira né daquele trabalhador braçal que ficava apertando eh roscas e no final das contas ele ficava ele enlouqueceu né ficou num em sanidade ficava com esse mento que era o movimento que ele fazia na fábrica tamanha a repetição e ele não conseguia entender o todo que o trabalho dele estava sendo feito então ele faz uma uma crítica muito inteligente e de fato ele acaba enlouquecendo no final das contas ele vê que parece uma rosco ele sai fazendo esse movimento que era um movimento que ele ficava o dia todo na fábrica ele faz um um um uma crítica ali ao modelo de massificar as pessoas etc uhum uhum o próprio Charles Chaplin né quando vai fazer um dos primeiros filmes falando eh ele faz o grande ditador E aí ele vai e interpreta o hinkel que foi um dos primeiros que teve a percepção de que o Hitler era o Hitler e não um grande líder etc e um líder da destruição negativa digamos assim ele vai lá e faz o discurso e e fala de Lucas por exemplo né O Reino dos Céus está entre voz se levante soldados ele faz um discurso que é assim memorável vale a pena botar no Youtube uhum do grande ditador é de Charles Chaplin eh Por que tô trazendo ele porque na atualidade a gente vê eh essas mesmas reflexões eu tava lendo Começando a ler na verdade nunca li totalmente a série psicológica da Joana De Angeles do início ao fim tô começando a ler aprofundadamente e ela faz um pouco dessa ideia sobre o ocupação como desvitalizando o ser e é uma reflexão que um coreano um filósofo coreano chamado binan ele coloca na no livro Sociedade do cansaço o trabalho né pelo Trabalho massifica tanto que desvitaliza E aí a doença paradigmática dos nossos tempos e na pandemia ficou bem visível é a depressão e O esgotamento que a gente chama de a doença do esgotamento quando a gente perde a conexão do que a gente tá fazendo E aí se fala assim logicamente que não existe esse

ficou bem visível é a depressão e O esgotamento que a gente chama de a doença do esgotamento quando a gente perde a conexão do que a gente tá fazendo E aí se fala assim logicamente que não existe esse diagnóstico Burnout de vida mas eu já escutei muitas pessoas me perguntando D não existe Burnout de vida não porque eu tô esgotado Porque de fato quando nós ficamos num trabalho eh massificado sem entender o conjunto sem entender a utilidade nós nos achat emocionalmente falando e nos desvitalizando porque nos desconectamos de certa forma com essa criadora do univo né Essa é a palavra L criadora me ocorre agora na enquanto você fala que wiot Donald winot ele nos fala sobre as origens da criatividade Porque existe uma diferença entre o trabalho do fazer e o trabalho do ser o ser a criatividade ela é Ela tem origem no ser não no fazer então para que o trabalho seja um trabalho gratificante ele precisa ser criativo mas para que o trabalho seja criativo é importante que a pessoa seja criativa então nós estamos falando não de um trabalho criativo nós estamos falando de um ser criativo de um viver criativo então tem dois tipos de pessoas a grosso modo né pessoas que vivem de uma forma robótica que aí lembramos char Chaplin através desse trabalho mecânico São pessoas que vivem ou submetidas a um regime mecanizando ou vivem submetidos por si mesmos a uma forma mecanizando quer dizer acorda todo dia faz as mesmas coisas repete repete repete repete então o trabalho nessa perspectiva é um trabalho baseado no fazer e existe aquela pessoa está baseada no ser no ser criativo a aidade ela só é possível não diria só é possível mas ela é principalmente marcante quando nós temos coisas parecidas por exemplo nós acordamos todos os dias para fazer uma mesma coisa mas essa mesma coisa tem que ser uma coisa diferente todos os dias né Isso depende da criatividade uma pessoa que vai fazer uma comida trabalha um cozinheiro vai trabalhar oic te diz isso né pessoa pode fazer aquela mesma comida

ser uma coisa diferente todos os dias né Isso depende da criatividade uma pessoa que vai fazer uma comida trabalha um cozinheiro vai trabalhar oic te diz isso né pessoa pode fazer aquela mesma comida todos os dias de uma forma diferente porque ela pode colocar um tempero diferente ela pode fazer de uma maneira diferente ela pode fazer aquela comida ouvindo música Ela pode é é um trabalho interno Então essa posição da criatividade depende do ser isso nos aproxima muito ao conceito Espírita do ser antes do né do fazer a gente se sentir vivo se sentir autêntico nos tornarmos nós mesmos nos traz a condição de trabalhar de uma maneira melhor então a rotina não é um problema porque quando a rotina é um problema é quando eu sou o mesmo sempre mas quando eu sou um Eu diferente em cada momento em que eu me recrio nunca há uma rotina embora eu cumpra os mesmos horários eu vá para o mesmo lugar eu esteja as mesmas pessoas mas nunca é o mesmo é sempre uma situação diferente então o inicot quando ele nos fala sobre esse ser antes de fazer né quando a o self né ele está eh tendo a a a primazia do do da existência quando nós nos sentimos vivendo e existindo de verdade o trabalho ganha uma outra conotação então é assim que é muito interessante que o trabalho não se torne no nosso caso num num num foco mais específico da lei do trabalho um trabalho sufocante né quando nós estamos nos tornando sufocados por alguma eh condição então é importante evitar Essa maneira né e organizar as coisas de um outro jeito poder modificar esses momentos de uma rotina intediante transformar esta rotina massante numa rotina eh que possa ter um um um um oxigênio novo no sentido emocional né então estamos falando do viver criativo e aí eu fiz uma outra ligação Léo aproveitando a tua colocação na pandemia tem uma diferença do que houve na pandemia com o que houve agora aqui no sul né na pandemia a gente foi todo mundo para dentro de casa a gente foi obrigado a ficar dentro de casa e aqui foi todo mundo obrigado a

erença do que houve na pandemia com o que houve agora aqui no sul né na pandemia a gente foi todo mundo para dentro de casa a gente foi obrigado a ficar dentro de casa e aqui foi todo mundo obrigado a sair de casa então foi uma uma vamos dizer um movimento bem diferente na na na pandemia teve uma um processo assim ir pra casa muita gente se sentiu até meio em férias dependendo de como a pessoa ficou com relação à suas atividades foi até uma folga autorizada e obrigatória então deu um certo sentimento assim né especialmente Especialmente na primeira semana primeiras 15 issoo e de um sentimento Assim de a gente tá tendo chance de se proteger se eu tiver dentro de casa eu estou protegido de um inimigo externo né Então essa experiência nos convidou para olhar para valores o que que é importante o que que tá excessivo na nossa vida pelo que que a gente está correndo nos nos trouxe a possibilidade de olhar para nosso mundo interno para nossa experiência por uma determinada direção nesse momento agora é diferente a gente perde a casa e o inimigo já não é mais agora um inimigo que pode ser vencido ele precisa ser dominado ele a gente precisa ter praticamente não é um inimigo é na verdade é um um um um arranjo diferente das coisas e aí esta situação obriga a outras outras a outros movimentos internos Então é assim deu uma sensação que que naquela naquela primeira naquele primeiro momento da pandemia algumas lições deveriam ser aprendidas por exemplo nós poderíamos ter nos Tornado mais solidários nós poderíamos ter nos Tornado mais afetivos termos usado o nosso tempo né um pouco melhor mas parece que essa lição não foi muito bem aprendida né a gente tá um pouco tempo parece que pandemia parece que já nem existiu assim a gente já alguns hábitos bons que a gente pegou na pandemia de hiên a gente já meio que largou as pessoas já estão tossindo na cara dos outros novamente espirrando andando e assim essa noção do outro fo rapidamente ficou um pouco ofuscada E aí vem um acontecimento como

gente já meio que largou as pessoas já estão tossindo na cara dos outros novamente espirrando andando e assim essa noção do outro fo rapidamente ficou um pouco ofuscada E aí vem um acontecimento como esse que nos que nos que nos desacomoda nos desacomoda essa desacomodação obriga uma nova maneira de reorganização então a criatividade ela ela ela também se dá a partir de acontecimentos ela nos obriga o viver criativo também se dá por força das das circunstâncias porque ou a gente utiliza de uma ferramenta nova interna e cria soluções diferentes ou a gente acaba caindo novamente no mesmo Marasmo na repetição no processo de mortificação que é aquele conceito negativo né de uma vida sem vitalidade que nós falávamos há pouco ou sgio pegando ainda a pandemia a tragédia no Rio Grande do Sul saída de casa teve um movimento curioso também que vocês precisaram fazer eh que foi assim se realocar em alguma outra casa que não era a casa própria né a casa foi a casa de parentes outras pessoas foram para casas de pessoas que nunca conheci nunca nem sab Não não é nem meu parent não sei nem quem é mas me deixaram aqui ficar na casa quanto tempo e aí eu escutei alojamentos né os alojamentos coletivos além dos alojamentos coletivos eh mas eu escutei o seguinte Ah eu não queria incomodar As pessoas só que o que acontece é que no situação como essa todos ficamos incomodados né não teve como não um não incomodar o outro e esse encômodo que você trouxe por exemplo de outros Pado do país mobiliza uma ação uma ação criativa um rearranjo eh na pandemia no que tivemos que as pessoas tiveram que ficar em nas suas casas eh muitas as casas fraturar porque já estavam rachadas antes né na tragédia aí existem também famílias que já estavam fraturadas e tiveram que ficar juntas e aí tá uma situação muito eh por isso que são várias tragédias pessoais uma grande tragédia sempre traz uma tragédia pessoal que é inenarrável que é muito particular embora seja eh compartilhada né alguns pontos então é muito é muito e

so que são várias tragédias pessoais uma grande tragédia sempre traz uma tragédia pessoal que é inenarrável que é muito particular embora seja eh compartilhada né alguns pontos então é muito é muito e realmente assim os aprendizados é muito intenso a palavra que eu queria dizer é muito intenso a a experiência eh e e certamente os aprendizados do sentido de resiliência porque resiliência é uma palavra muito falada nos dias atuais Mas eu sempre coloco isso assim Sérgio quer seja nos meus espíritas quer seja nos meus profissionais resiliência é um processo por ser um processo ela precisa de um tempo para acontecer porque para acontecer a força que tava ali machucando o objeto e modificando a conformação do objeto ela precisa ceder diminuir para que no isso é a resiliência dos materiais né existe um objeto mais resiliente que é mais elástico também e um objeto mais duro que é mais resistente é menos resiliente na resiliência humana é preciso um tempo porque os aprendizados eles Vê com o tempo né a gente consegue fazer efeito agora reflexões certamente o sgio até como psiquiatra psicanalista ele vai futuramente fazer outras reflexões o Brasil enfim as reflexões elas vão vindo com o tempo né Eh mas se a gente tá aberto a não ficar massificado a sair a fazendo tudo ao mesmo tempo a gente fica mais aberto também às reflexões E aí eu digo sempre assim que a resiliência é um processo que vem com o tempo que precisa de um tempo de mat para as coisas eh virem como lições maiores embora ela já aconteça para alguns desde já no sentido menor e é maior com o tempo mas uma resistência né Sérgio sim l e tem uma uma coisa muito interessante no Livro dos Espíritos quando Kardec fala sobre lei do trabalho pergunta pros espíritos que ele ele aborda a questão da necessidade do repouso né e e os espíritos k chega a perguntar assim sendo o trabalho uma lei o repouso também não é uma lei e eles dizem sim o repouso é uma lei também né Poderia ter lei do repouso mas eles não quiseram colocar como lei porque o repouso tá

untar assim sendo o trabalho uma lei o repouso também não é uma lei e eles dizem sim o repouso é uma lei também né Poderia ter lei do repouso mas eles não quiseram colocar como lei porque o repouso tá dentro do do trabalho então mas se pensarmos ele tem esse esse essa marca também da de de algo natural da Lei natural a necessidade de parar né porque o fazer permanente ele ele ele tende a a a a a a perder em criatividade Quando é quando algo é contínuo ininterrupto ele perde em em criatividade Nós perdemos em criatividade quando a gente eh torna muito igual a gente desvitaliza dissemos perde o criativo então o repouso é esse momento em que se reacomodação o repouso não é simplesmente deitar e dormir né repouso significa uma interrupção naquilo queem que se estava né uma pessoa pode repousar trocando uma atividade para outra então É frequente assim uma pessoa que trabalhou o dia inteiro numa atividade mental numa atividade intelectual repousar daquela atividade indo para uma academia ou fazendo um esporte ou indo para uma aula de música ou para uma aula de dança e ela continua ativa Mas ela tá repousando daquela atividade anterior o repouso é uma mudança de aidade é uma é uma mudança do do do do modo do modos operand em daquilo em que você estava fazendo claro que o repouso envolve também o repouso físico envolve também o esvaziamento né porque no esvaziamento há um redimensionamento e uma reacomodação das coisas internas então é por isso que à noite quando a gente dorme é tão importante porque quando às vezes no outro dia a gente recomeça a gente recomeça eh Com mais vigor né e quando isso não acontece é bom da pessoa dar uma olhada para si pode estar com uma depressão pode estar com algum problema porque quando ela já recomeça cansada significa que algo no sistema já não tá funcionando bem então como nosso tema é saúde mental também a gente precisa chamar atenção Para isso o repouso precisa servir para a o a a dizer assim a o restabelecimento pro pro revigoramento não porque nesta neste

então como nosso tema é saúde mental também a gente precisa chamar atenção Para isso o repouso precisa servir para a o a a dizer assim a o restabelecimento pro pro revigoramento não porque nesta neste movimento é que há o né e o processo evolutivo então Eh eu pensei o seguinte que que esses acontecimentos que nos obrigam parar não é eh nos dá uma certa sensação de que a gente também eventualmente quando não faz por por conta própria esse movimento de de de parada de ação e de repouso a própria vida se encarrega disso de fazer-nos parar né fazer-nos paralisar naquele processo contínuo em que estávamos então tem este movimento também que gostaria de chamar muito atenção porque ele é de extrema importância e nós podemos desdobrar isso né le a gente sabe assim que as células precisam de repouso a a os movimentos da música Então aí é um assunto prato cheio para ti o repouso seria aquele tem um nome isso aí aí tu pode nos ensinar que é aquele momento em que o som dá um lugar a um a um intervalo para caber uma nova Um Novo Movimento musical né quer dizer a riqueza de uma arte também precisa destes destes instantes de vazio de intervalo e de diz aí o Léo a pausa entre um é um intervalo termo técnico Intervalo é isso mesmo são as paas né porque até mesmo a a a nome a nomenclatura das partituras eh você tem por exemplo a semínima a colcheia a semicolcheia que são formas que a gente escreve para indicar aquele que tá lendo a partitura tá lendo a paa quanto tempo deve durar aquele toque então às vezes é a mesma nota é o dó mas aquele dó de sem mínima dura mais tempo do que o dó de colcheia ou seja existe um ritmo a a vida tem um ritmo e o ritmo dentro dele tá eh embutido um repouso uma atividade mas um repouso né Sempre tem quando a gente fala na na a expressão da música a música é bonita quando ela consegue ser expressiva eh Quando consegue você interpretar e nessa expressividade você coloca mais força existe o forte existe o piano que é o Suave né ou seja há uma mudança Sérgio eu for colocava assim a

ue ser expressiva eh Quando consegue você interpretar e nessa expressividade você coloca mais força existe o forte existe o piano que é o Suave né ou seja há uma mudança Sérgio eu for colocava assim a mudança de peixe perspectiva né Eh essa mudança de olhar que a gente precisa ter e que o repouso possibilita quer seja repouso físico mesmo que a gente precisa a gente muda uma perspectiva a gente tem sonhos que são do nosso inconsciente sonhos que são restos da do nosso dia sonhos que são desdobramentos espirituais né sonhos que são contato é uma mudança de perspectiva o nosso corpo trabalha num estágio diferente a partir do sono e aí muito bom na pergunta até falar isso mesmo a pergunta 682 eh diz assim o repouso também não é uma lei natural né o repouso depois do trabalho sendo uma necessidade não é uma lei natural e os benfeitores falam Sem dúvida o repouso serve para reparar as forças do corpo então tem essa coisa mais pragmática e tem um outro ponto e também é necessário para deixar um pouco mais de liberdade a inteligência para se elevar acima da matéria Então essa a coisa que a gente tá colocando aqui a mudança de perspectiva ou seja uma liberdade paraa inteligência pensar de uma maneira criativa como resolver tal situação como resistir Em tal situação como enfim lidar com tal eh tal questão da vida então esse é um ponto importante Alan Kardec em alguma parte eu vou talvez lembrar aqui ele diz assim na codificação não há uma das coisas piores que pode alguém fazer é a eh voluntária inutilidade voluntária inutilidade voluntária ou seja voluntariamente a pessoa se tornar inútil para si sociedade por quê Porque a inutilidade vem essa ideia de de pausa que não traz uma mudança de perspectiva é apenas paralisia não é pausa é par não é pausa né então acho esse são esse jogo de palavras que a gente precisa porque palavras são limitadas né mas o que a gente quer colocar é que esse repouso não é uma eh inutilidade voluntária é uma é uma um respiro para uma mudança de perspectiva

lavras que a gente precisa porque palavras são limitadas né mas o que a gente quer colocar é que esse repouso não é uma eh inutilidade voluntária é uma é uma um respiro para uma mudança de perspectiva né Aí está o André Luiz no no Mundo Maior no terceiro e quarto capítulo Calderaro fala dos respiradouros El ele usa esse termo eu acho muito interessante os respiradores ele diz que a que a que a Encarnação é um respirador pros instintos por conta de que se a gente não encarasse nós não teríamos um intervalo entre uma existência e outra entre na vida espiritual Nós ficaríamos estacionados então a reencarnação à medida que a gente a gente reencarna e esquece das existências anteriores isso nos permite respirar o respirador é assim apagou aquele drama aquelas culpas aquele aquele aquela condensação de experiências emocionais dramáticas de outras existências tem uma hora que o espírito tá no no no plano espiritual e ele não suporta mais a própria consciência então ele precisa reencarnar quando reencarna entra pelo esquecimento né surge o esquecimento e isso lhe dá tu usasse muito muito bem a par um respiro Uma Nova Chance o respiro é uma nova oportunidade é uma é uma é uma ocasião que eu posso escrever uma nova história então o repouso ele tem esse sentido ele é um intervalo entre duas ações ele é um momento ele não pode ser o o contínuo assim como o trabalho não pode ser o contínuo porque ele levaria a um a um estado de de de esgoto esgotamento esgotamento o repouso prolongado leva a um estado de inércia né Deve ser um esgotamento por por por de outro modo assim né de de de desvitalização como nós já falamos no outro momento então o trabalho e o repouso eles precisam estar combinados né É claro que umas pessoas precisam trabalhar menos repousar menos isso varia isso é individual não tem como colocar uma regra aqui geral para todos mas as pessoas em geral variam conforme as suas próprias necessidades e uma outra coisa importante é assim a própria natureza ela nos dá esta

idual não tem como colocar uma regra aqui geral para todos mas as pessoas em geral variam conforme as suas próprias necessidades e uma outra coisa importante é assim a própria natureza ela nos dá esta obrigação ela ela obriga o repouso né na atividade sexual eh no homem principalmente no homem mas na mulher também mas no homem é mais é mais é mais estampado é mais declarado isso através da da excitação a excitação no homem ela vai até um pico e quando chega no no orgasmo da aquela da aquele declínio se se se se não tivesse esse declínio não haveria um um respiro entraria num estado de estabilidade infinita e levaria o colapso do sistema né então v a própria natureza na própria sexualidade tá muito claro isso aí né que são esses intervalos é pico excitação má repouso para depois retomar uma outra uma outra um outro ciclo que que obedece ess esse contínuo da da evolução né É se nós pensarmos inclusive que a Sexualidade é uma energia Vital uma energia vitalizadora a gente pode pensar nesse exemplo da da sexualidade em vários aspectos por exemplo a música eu falei do crescendo e do diminuindo várias músicas precisam ter um clímax que seria o semelhante ao orgasmo que seria essim O êxtase né É O êxtase as questões religiosas espirituais a gente US outro termo Êxtase né E esse veja que existem drogas hoje que tem esse nome Êxtase Porque existe esse pico né você vê às vezes eu vi uma uma pessoa mais aficionada ind pro estádio aí ele falou assim mas doutor quando faz um gol no estádio é uma situação tão boa porque a pessoa vai fica aquela guaria aquele xingamento com o zagueiro que não deix não pegou a bola até que faz o gol e ele aí eu primeira vez eu fiz essa reflexão talvez por isso que é tanto faz tanto sucesso porque se você parar para pensar o o voleibol por exemplo é uma é um esporte muito mais paradigmático da sociedade Norte Americana e é muito mais afado é sexta o tempo todo é sexta o tempo todo e de certa forma faz um paralelo com a sociedade norte-americana né que é

m esporte muito mais paradigmático da sociedade Norte Americana e é muito mais afado é sexta o tempo todo é sexta o tempo todo e de certa forma faz um paralelo com a sociedade norte-americana né que é sempre a produtividade é sempre a prod isso é Uhum E já a paixão nacional é o futebol e também virou uma paixão Mundial porque talvez tenha essas esses clímax que a pessoa fica esperando o tempo todo para ver dois gols um Gol né ou ver uma lavada assim então seria é interessante pensar n nessa perspectiva do do clímax que a gente nomes né clx Depois do repouso repouso isso tá dentro da lei do trabalho é interessante essa reflexão que a gente tá fazendo porque para quem tá nos ouvindo nesse momento pode dizer Poxa mas eles viajaram foram out foram lá pro orgasmo masculino e pro futebol né mas tá dentro desta ideia porque quando Kardec nos traz esses temas eh em leis Morais saúde mental ele também nos vida a nós alongarmos a nossa inteligência a nós vermos aonde que isso se expande aonde que isso se aplica aonde que isso está na natureza temos que lembrar que leis Morais estão dentro da Lei natural e se é lei natural é uma lei que se aplica em vários caminhos em várias direções porque senão não seria a lei não seria natural né seria alguma outra coisa então é muito interessante Acho que sim Acho que nós estamos dentro de uma de uma reflexão abrangente E que nos que nos dá uma consistência vamos dizer assim por isso que o Livro dos Espíritos a doutrina espírita quando Jesus disse assim ol o consolador vai ficar eternamente porque ele ele ele ele ele vai ser permanentemente conforme dizia Kardec progressivamente ser ser relido reinventado reentender né tem esta esse fluxo incessante né de entendimentos até porque Sérgio Vamos pensar agora biologicamente falando o nosso cérebro ele não é equipado para sentir áreas específicas determinado tipo de prazer climático o futebol o sexo a música é um grande circuito de recompensa que trabalha inclusive com E aí a palavra muito bem O êxtase

é equipado para sentir áreas específicas determinado tipo de prazer climático o futebol o sexo a música é um grande circuito de recompensa que trabalha inclusive com E aí a palavra muito bem O êxtase religioso é o mesmo circuito de recompensa por isso que a mudança de perspectiva abre a possibilidade para que a gente saia da repetição da busca de um prazer veja aqui na pergunta Alan Kardec traz a questão do trabalho e os benfeitores colocam assim olha Eh Às vezes a pessoa fica escrava né a civilização obriga o homem a trabalhar mais porque acaba aumentando as suas necessidades e os seus prazeres então a gente tá falando da lei de trabalho no sentido de que às vezes nós ficamos aprisionados pelas metas inalcançáveis que a gente coloca a né de uma de uma de um supérflu e a gente poderia pensar que trabalho e repouso uma reflexão entre o necessário e o supérflu para nossa vida às vezes a gente fica preso no supérfluo e consequentemente fica preso a um excesso de trabalho que esgota com certeza uma outra perspectiva que eu pensei sem ser cerebral ou psicológica Vamos pensar no nosso corpo músculo outro tipo de tecido se a pessoa é hoje em dia também é um paradigma de ficar grandão né Todo mundo quer ficar muito grande hipertrofiado hipertrofiado esse paradigma de ficar hipertrofiado grandão veja eh quando você faz o exercício físico extenuante você quebra fibras musculares e essa quebra da fibra muscular ela precisa de um repouso para Que ela possa se reconectar e crescer né Essa hipertrofia se for natural né porque se for do ponto de vista de substâncias externas hipertrofia coração e dá infarto hipertrofia outros pontos e dá problemas psiquiátricos etc mas se for natural o exercício físico é outro exemplo dessa necessidade do trabalho e do repouso né eu encontrei aqui Sérgio para ser exato já que eu citei eh não foi bem Kardec foram os benfeitores na questão 988 de livo dos Espíritos el L pergunta assim há pessoas cuja vida se escoa numa calma perfeita que não tendo necessidade

er exato já que eu citei eh não foi bem Kardec foram os benfeitores na questão 988 de livo dos Espíritos el L pergunta assim há pessoas cuja vida se escoa numa calma perfeita que não tendo necessidade de nada fazer para si mesmas estão isentas de cuidados essa existência feliz é uma prova de que eles nada têm a espiar de uma existência anterior hum seja tem pessoas que parece que não precisam já vem eh herdeiros deudo e aí os benfeitores terapeuticamente Falam assim conhece-as muito se o cres enganas-te frequentemente a calma é aparente podem ter escolhido esse existência mas quando a deixa percebe que ela não lhe serviu ao Progresso E então como pregressos lamentam o tempo perdido aí lá pelas estantes ele fala eh sabei bem também que cada um terá que prestar contas aí o termo é esse da inutilidade voluntária de sua existência Essa inutilidade é sempre fatal a felicidade futura e a felicidade presente né então esse esse outro outra perspectiva porque é outro sonho às vezes meu imaturo nosso que é o sonho por exemplo da aposentadoria às vezes não agora quando me aposentar eu vou ser feliz vou fazer tudo mas quanta quanto vazio pelo menos a gente eu atendo muito né a pessoa não sabia muito bem o que fazer com esse tempo exatamente né Então essa é outra Perspectiva da lei do trabalho que tá lá no outro ponto 988 quando el vai falar das penas futuros né eu fiquei pensando Léo nessa nessa direção de dois momentos dos hinos né existe no nosso hino nacional uma parte que diz assim deitado eternamente em berço esplêndido não é bem leg não é bem bom isso aí né porque seria mais ou menos essa a ideia né deitado eternamente em beço esplendido dá uma impressão de uma vagabundagem infinita né de uma inércia de uma né de uma preguiça que que significa muito mais um um um estado de morte de morte né do que qualquer outra coisa e no nosso hino aqui do Rio Grande do Sul Tem uma parte que diz tem várias partes do H que fala ao contrário disso você mostra bem a índole do gaúcho assim né assim

orte né do que qualquer outra coisa e no nosso hino aqui do Rio Grande do Sul Tem uma parte que diz tem várias partes do H que fala ao contrário disso você mostra bem a índole do gaúcho assim né assim povo que não tem virtude acaba por ser escravo Tem uma parte meio polêmica porque tem gente que achou que é preconceituoso Mas se a gente pegar por um pelo sentido do que a gente tá falando é assim o que que seria a virtude seria a capacidade de de não ficar deitado de não ficar parado né diz diante de uma situação como essa colocar as mãos no arado e adiante Para quê Para não ficar escravizado desse estado de inércia a escravidão seria o estado de inércia seria o estado de paralisia seria o estado de de derrota não é então e tem esses em vários momentos a gente pode ser conclamado né no hino nacional tem verás que o filho teu não foge a luta Opa aí já fala na direção da atividade né então é é muito interessante esses esses esses respiros que a gente tá falando na atividade física como você falou né os os os especialistas da área muscular dizem olha faz uma atividade muscular no outro dia repousa esse músculo até o nome do trabalho muscular tem o nome trabalho muscular e o repouso muscular né tem também esses mesmos termos na atividade muscular mental espiritual é muito interessante como a lei natural ela funciona nesses vários Campos no espiritual no emocional no no físico na na área Mental é muito é muito importante isso pessoas que não conseguem parar de trabalhar adoecem tem um adoecimento são os workaholic né né então a pessoa entra numa no livro do no no no Mundo Maior tem um caso desses no caso do que que foi escrito ali né que o cidadão que tava com uma culpa muito grande ele não conseguia parar de trabalhar ele entrou na área intermediária do cérebro e adoeceu porque ele a o trabalho passou a ser uma fuga para ele não entrar em contato com os seus sentimentos com a sua consciência ele trabalhava sem parar Então aquela pessoa que tem que trabalhar fim de semana que não tem

trabalho passou a ser uma fuga para ele não entrar em contato com os seus sentimentos com a sua consciência ele trabalhava sem parar Então aquela pessoa que tem que trabalhar fim de semana que não tem alguma coisa errada tá fugindo do quê tem algo dentro de si tá fugindo então é um sintoma e isso na nossa sociedade é muito aplaudido a pessoa que trabalha muito parece uma coisa assim de quem é mais evoluído não pode ser um sintoma pessoa que trabalha demais pode tá doente né assim como a pessoa que entraria no oposto que não que não tem motivação para nada pode ser um sintoma mental também pode estar com depressão provavelmente a pessoa que tem um estado depressivo ela se torna improdutiva por quê Porque ela não consegue ter força para trabalhar tem algo errado no seu sistema seja no seu estado biológico no estado emocional Provavelmente em todos né mas tem uma disfunção então trabalho repouso como dois momentos de um movimento necessário que precisa ter essas duas condições lembra o coração pulsando no trabalho assisto no repouso a diástole na sístole a produção na diástole o respiro Porque no momento da diástole os o músculo cardíaco é irrigado pelos pelas artérias coronárias pelas artérias que que pelas coronárias não pelos pelos vasos que trazem o sangue para o músculo cardíac Porque se o coração ficasse só em sistro ele entraria em fibrilação né então ve assim que no o próprio corpo nos mostra essa sabedoria né desses dois movimentos desses dois momentos lei do trabalho e a lei do descanso é Sérgio eu vou pegar um ponto pra gente finalizando eh eu me recordo que o hino Não sei se é do Rio Grande do Sul ou é da cidade de Porto Alegre eu acho que é do Rio Grande do Sul além dessa parte aí Tem uma parte que me chamou muita atenção eh que é assim sejais para o Brasil inteiro exemplo uma coisa mais ou menos que é só para nossas façanhas de modelo a toda a terra aí eu orgulho Gaúcho né assim noss façanhas de modelo a toda a terra né não é coisa pouca não eu achei muito curioso Sérgio porque

mais ou menos que é só para nossas façanhas de modelo a toda a terra aí eu orgulho Gaúcho né assim noss façanhas de modelo a toda a terra né não é coisa pouca não eu achei muito curioso Sérgio porque eu estava acho que no Congresso Espírita aí no Rio Grande do Sul e me chamou atenção esse essa essa parte do hino e me chamou atenção Outra coisa o gaúcho sabia o hino do do Rio Grande do Sul inteiro assim se levantou o hino do Brasil também o hino do Brasil também mas do Rio Grande do Sul sabia mais sabia mais mas assim essa é a característica também aqui em Pernambuco né Nós somos o Leão do Norte entendeu eh é a característica de enaltecer para que a gente possa ter como você falou o amor a Aquele local não do apego mas o amor do do do do restabelecimento da energia que consegue restabelecer eh e o exemplo às vezes não vem só pelas façanhas amorosas pelas façanhas que estão digamos assim escritas nos grandes feitos do livro mas é uma grande Façanha resistir diante de um desafio tão grande e aí nesse sentido brincando já casamente falando porque me sinto muito próximo eu tenho dois livros aí pelo Rio Grande do Sul gosto muito do Estado Visitei muitos lugares do interior do Rio Grande do Sul Acho até que tem um uma parecença né entre o narcisismo gaúcho e o narcisismo pernambucano no sentido de cada um ser eh todo estado é bom que tenha esse narcisismo primário que envolve um amor próprio né da gente ter por exemplo gratidão porque às vezes nós viemos de outras paragens e reencarnamos aqui nesse povo nesse Brasil e esse essa reencarnação é um respiro para uma nova etapa então nós nós temos que ter gratidão pelo local não a terra física mas pelo emblema paradigmático que é esse respiro reencarnatório que nós temos Então queria eh trazer essa gratidão assim né esse esse estímulo para que essas façanhas possam ser no campo da espiritualidade no campo da resignação no campo da Fé Para que o trabalho continue né do ponto de vista tão fértil como sempre foi sempre o será aí entre

para que essas façanhas possam ser no campo da espiritualidade no campo da resignação no campo da Fé Para que o trabalho continue né do ponto de vista tão fértil como sempre foi sempre o será aí entre os irmãos gaúchos falando pros espíritas estão numa TV Espírita eh mas certamente de outras paragens também que nós conhecemos e que tem essa pegada realmente de estudo de desenvolvimento de trabalho é um povo aguerrido né no sentido H sublimado do termo Sérgio uhum deixar para você as palavras finais pra gente poder sim sim acho que foi uma bela reflexão que a gente fez aqui com certeza há mais elementos que a gente não considerou mas eu quero deixar aqui a minha gratidão né o meu reconhecimento por todo o trabalho que comunidade Espírita do Brasil inteiro de fora do Brasil nós temos recebido eu tenho tido contato de pessoas que há muito tempo eu não via e não ouvia e tem chegado através da do WhatsApp através dos canais de comunicação das redes sociais aquele aqueles afetos que estavam um pouco guardados assim pela pela pela memória que a gente vai se ocupando com as coisas da gente pessoas amigas que surgiram e e que estão se mostrando né que estamos conectados pelos laços do afeto pelos laços do coração e tenho certeza que o trabalho que agora é tão importante para nós aqui no Rio Grande Do do Sul ele será uma uma ferramenta fundamental para que a nossa autoestima aquele narcisismo Positivo né que nos vivifica possa nos trazer esta grande recompensa que é nós nos sentirmos vencedores no bom sentido da palavra dessas etapas tão áridas tão difíceis que com certeza já estão passando então a minha gratidão Léo eu sei do teu trabalho do teu teu a tua compreensão teve um teve um um um um um espaço nosso que eu não pude comparecer aqui porque eu não estava eu estava exatamente naquele dia saindo de casa sem saber se as águas iam entrar para dentro de casa e tu foste muito empático quando tu percebesse porque eu ainda assim tava querendo trabalhar naquele dia né eu tava não mas eu dou um jeito eu acho uma

saber se as águas iam entrar para dentro de casa e tu foste muito empático quando tu percebesse porque eu ainda assim tava querendo trabalhar naquele dia né eu tava não mas eu dou um jeito eu acho uma internet em algum lugar aí e o Léo diz assim Sérgio a gente retoma depois esse momento aí eu digo alha com certeza com certeza a cabeça a cabeça tá tá num outra condição nesse momento então aí então eu agradeço essa essa esse amor né esse esse esse esse essa empatia esse laço que a gente já tem aí sabendo que é uma grande oportunidade da gente fazer essas trocas efetivas e afetivas que a gente tá vivenciando a palavra é amor cara amor amor também acho

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