#66 • Jesus e Saúde Mental • Lei de Reprodução e Saúde Mental
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Episódio 66: Lei de Reprodução e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado e Sérgio Lopes
muito bem muito boa noite é um prazer nós estarmos começando mais um Jesus e saúde mental mas começando hoje um Bloco Eh de reflexões sobre as leis Morais que nós des conhecemos a partir do Evangelho do Livro dos Espíritos na terceira parte e vamos fazer conexões com a saúde mental especialmente inspirados a partir de reflexões que o nosso amigo Sérgio Lopes eh pôde escrever em alguns livros então fica conosco que a partir de hoje nas últimas terças-feiras em geral com alguma eventual mudança eu e o Sérgio lóes estaremos mais uma vez juntos ao longo desse ano mas dessa vez tentando nos debruçar sobre as leis Morais da vida e a saúde mental fica conosco mais uma vez muito boa noite Sérgio eu estava aqui apresentando que a partir de hoje né geralmente nas últimas terças-feiras como de certa forma nós fizemos em 2023 pegando o livro O código do monte e fazendo reflexões sobre o evangelho de Jesus especialmente a parte das bem-aventuranças e a saúde mental nós iremos eu e o Sérgio Lopes aqui uma conexão Recife Pelotas Pernambuco Rio Grande do Sul passando pela Bahia aí na mansão do Caminho com o nosso amigo Sérgio que tá nos Bastidores podemos fazer reflexões sobre as leis Morais da vida e a saúde mental e a gente vai pegar como eh base O Livro dos Espíritos como referência principal Ah mas reflexões que o Sérgio Lopes teve ocasião de lançar né primeiramente em um livro sobre lez Morais da vida e a saúde mental mas em um segundo momento ele pega essas reflexões e desdobra em uma análise né de um livro que ele escreveu junto com a d irvênia Prado e o dcio e ali e vou passar portanto Sérgio primeiro mais uma vez agradecendo de certa forma em nome da mansão do caminho da TV mansão do caminho porque esse conteúdo acaba também gerando eh uma uma ajuda do ponto de vista de manutenção dessa obra social que tão eh relevante no bairro do pul da Lima em Salvador mas que ganha uma relevância no sentido de aumentar a esperança das pessoas não só no Brasil mas pela expressão né do seu
ão dessa obra social que tão eh relevante no bairro do pul da Lima em Salvador mas que ganha uma relevância no sentido de aumentar a esperança das pessoas não só no Brasil mas pela expressão né do seu dos seus fundadores no mundo todo pela trajetória que os seus fundadores conseguiram eh desenvolver especialmente o nosso Divaldo Franco então Agradeço também Sérgio a tua disponibilidade porque é um tempo em que a gente vai estar juntos aí eh gerando também não só conteúdo eh que possa aprofundar um pouco a nós mesmos acho que tem um ganho Particularmente eu acho muito legal quando a gente pode compartilhar sim reflexões que não sejam só uma palestra em que você fala sozinho né e é muito bom você tem conexão com os benfeitores a gente espera que sim né espera que a conexão não seja com os espíritos perturbados para que a gente não seja porta-voz da perturbação mas que seja porta-voz de alguma eh aspecto iluminativo e a gente se ilumina ao falar mas essa troca aprofunda essa troca dialogada eh acaba sendo muito útil Eu gosto bastante acho que foi um ganho assim que a pandemia nos pôde trazer eh de de formas que nós não est Estávamos tão acostumados assim dentro das palestras espíritas que eram mais eh expositivas e menos dialogadas então Sérgio um prazer para mim um prazer a gente estar junto prazer é todo meu Leonardo meu amigo uma satisfação muito grande estar novamente aqui na TV mansão do caminho nesse espaço sobre que já abordamos temáticas no espaço Jesus e a saúde mental né e eu fico muito feliz de poder contribuir com esse trabalho gigantesco que o Divaldo dedicou a vida dele toda e dedica ainda da mansão do caminho e também porque pode ser um espaço de ampliação das nossas reflexões conforme fizemos o ano passado já com trabalho do código do Monte sobre as bem-aventuranças e este ano Eh vamos a a prolongar um pouco Esse estudo em torno de um outro livro que eu tive a oportunidade de escrever inicialmente lá no ano de 2007 foi leis Morais e a saúde mental e depois mais
s e este ano Eh vamos a a prolongar um pouco Esse estudo em torno de um outro livro que eu tive a oportunidade de escrever inicialmente lá no ano de 2007 foi leis Morais e a saúde mental e depois mais adiante 10 anos depois quando em 2017 junto com a herven e com o dcio a gente pode escrever o cérebro triúno e a minha parte a terceira parte do livro é exatamente sobre eh o cérebro eh superior né o andar superior eh da casament e as leis Morais Então acho que temos muito que a gente conversar Léo e tomara que seja bastante produtivo para nós e para quem está nos ouvindo ô sgio então vou aproveitar e compartilhar algo que é bastante interessante porque quando acabamos ano passado Eh eu então lancei a proposta pro S Olha foi tão proveitoso eh para ambos eh que de repente a gente podia fazer uma uma nova parceria em 2024 e e eu falei vamos pensar nos temas E aí chegamos nessa ideia eu que sugeri não foi n não foi o Sérgio que se autos sugeriu não foi eu que sugeri olha C tu tens aí um um um trabalho sobre as leis Morais eh mas realmente não estava conectado Sérgio com o livro o cérebro é o cérebro Trino ou cérebro triun CB triuno cérebro triúno é tá o cérebro triúno eu não tava ligado que dentro do cérebro triúno você tinha trazido essa contribuição de ampliação das leis Morais e compartilhei com com Sérgio que recentemente tive lá a presencialmente na mansão e conversando com nos Bastidores sem as pessoas saberem que a gente ia fazer sobre as leis Morais eh pessal me falou que estão estudando também esse livro lá no grupo de de estudos eh de psicólogos né de pessoal da Saúde Mental e o próprio Divaldo falou que táa lendo eh e achei interessante porque convivendo na proximidade com o com o Divaldo a gente vê algumas coisas interessantes Às vezes tem coisa que a gente tá pens que eu tô pensando que eu não compartilho e de forma assim meio que aleatória ele começa a conversar sobre o assunto eh e eu acho que não é coincidência não eu acho que tem alguma programação repete
s que eu tô pensando que eu não compartilho e de forma assim meio que aleatória ele começa a conversar sobre o assunto eh e eu acho que não é coincidência não eu acho que tem alguma programação repete muito né não é repete muito então acho que estamos conectados em termos de podermos falar um pouco sobre essa temática das leis Morais e se possível fala um pouco do livro né o cérebro triuno um pouco da da ideia de como é que surgiu vou deixar esse primeiro primeira etapa para você poder realmente nos conectar ao assunto interessante começarmos por aí né falando no trabalho da mansão do caminho trabalho do Divaldo e esse livro ele tem uma ligação da minha história pessoal com o movimento Espírita e quando a gente fala em movimento Espírita A gente lembra logo de do Divaldo né Eh eu sou de família Espírita né quando eu nasci minha família toda já tinha uma um trabalho na Siara Espírita particularmente a minha irmã Eloína Lopes já tinha um trabalho na área da evangelização junto com a Cecília Rocha pelo Brasil todo em torno da da evangelização e do trabalho de desenvolvimento da da infância e juventude dos conceitos Morais então eu cresci me familiarizando com estas abordagens conheci o Divaldo muito jovenzinho devia ter uns 7 anos de idade quando a primeira vez eu ouvi enfim já naquele momento teve um forte Impacto a nossa relação Ultimamente não temos verado pelo menos fisicamente Fico feliz de saber que provavelmente temos nos encontrado de outras formas né pelo que tu tá dizendo aí né L bom eh quando no ano de 2007 eu tive essa ideia de escrever eu já era psiquiatra nessa época já tinha já trabalhava e uma das experiências que eu tive no campo da psiquiatria ela foi muito anterior a ao trabalho dentro da academia quando eu era jovem na no trabalho da Juventude Espírita muito cedo eu ingressei no grupo de caravaneiros de visitação aos lares e me chamava muito atenção que as famílias que recebiam assistência espiritual as famílias que tinham aquela assistência do passe coisa singela da
essei no grupo de caravaneiros de visitação aos lares e me chamava muito atenção que as famílias que recebiam assistência espiritual as famílias que tinham aquela assistência do passe coisa singela da leitura do Evangelho tinham resultados muito interessantes no campo da harmonia mental né então eu acompanhei já desde criança e depois jovem que a espiritualidade tem de algum modo um impacto na saúde mental uma vez nós atendendo um rapazinho que tinha graves problemas mentais inclusive de na ordem de agressividade chamou muito atenção que à medida que nós íamos visitando depois nós vamos falar sobre ele mais adiante num dos temas eh ele melhorou muito basicamente com a abordagem espiritual porque o atendimento médico naquela época era muito precário então a melhora dele foi visível naquele contexo isso me marcou muito Poxa que engraçado isso tem uma uma importância muito grande na na saúde mental depois trabalho com a mediunidade e vendo a questão das obsessões eu fui entendendo melhor que no campo das enfermidades mentais existe um uma associação de mentes que enfermiços podem aumentar os sintomas e trazer pioras pros quadros mentais quando eu entrei na psiquiatria eu pude perceber isso dentro de um trabalho hospitalar e isso despertou a ideia de escrever um livro sobre isso porque quando eu estava lendo o Livro dos Espíritos me chamou a atenção que a terceira parte é um código né de vamos dizer de orientações de comportamento e de abordagens de vida de disciplinas que tem quem tem alguma implicação na questão da nossa vida emocional é curioso Léo que naquela época 2007 eh coincide com uma época em que houve um Boom no mundo todo de estudo sobre espiritualidade e saúde mental um dos livros que foi escrito dois dias dois anos antes no ano de 2005 foi do herold kenig espiritualidade no Cuidado com o paciente Eu não conhecia esse livro quando eu escrevi leis Moris saúde mental eu não tinha essa informação ainda alguns anos depois eu conheci o Dr Harold kenig num congresso da associação
idado com o paciente Eu não conhecia esse livro quando eu escrevi leis Moris saúde mental eu não tinha essa informação ainda alguns anos depois eu conheci o Dr Harold kenig num congresso da associação médico Espírita do Brasil em São Paulo e aí eu vi que o que ele tinha escrito já num campo da religiosidade de uma forma mais Ampla tinha minha convergência com o que eu havia pensado em escrever dentro dos capítulos da ligação da do das leis Morais com o a saúde mental então ali na Federação Espírita do Rio Grande do Sul encampou essa ideia e nós lançamos esse livro que teve uma aceitação muito grande porque ele fala de acontecimentos emocionais que são muito próximos a vida de todos nós e o que que isso pode se conectar se ligar com aquilo que Kardec estudou dentro da Lei natural desdobrando depois em 10 leis Morais e mais a lei mais a da perfeição moral então por aí começamos foi nesse período que toda essa ideia surgiu e veio de lá então esta ideia principal de ligar fazer um link da Saúde Mental com as leis Morais a ideia né Sérgio do das leis Morais como sendo de certa forma um código eh ético consequentemente um código prático e nesse aspecto eu acho muito interessante resgatar a filosofia antiga quando não dava para se fazer uma filosofia meramente especulativa sem uma Filosofia de vida e e me parece assim que essa terceira parte é uma aplicabilidade no dia a dia né a gente vai pegar a lei de reprodução ele vai perguntar coisas muito práticas e Kardec é muito interessante no sentido de ele não se contentar em geral com a primeira resposta muitas vezes ele desdobra ele faz novas perguntas então e é interessante porque no campo da psiquiatria e da psicoterapia ou esse próprio autor né Harold conen ele tem eh lançado artigos mostrando como é interessante no trabalho de psicoterapia você levar em consideração a bagagem religiosa cultural que o o paciente tem para poder eh desconstruir ou construir enfim dialogar eh sobre autoimagem sobre autov visões porque senão fica às vezes
ia você levar em consideração a bagagem religiosa cultural que o o paciente tem para poder eh desconstruir ou construir enfim dialogar eh sobre autoimagem sobre autov visões porque senão fica às vezes dicotômico tipo assim o paciente tá lá com algum adoecimento eh e o que o psicólogo o psicoterapeuta ou psicanalista ou o psiquiatra falam ele fala assim poxa é interessante mas o que é que o meu pastor falaria né ou o que é que o meu Padre falaria porque eventualmente é como se o profissional da Saúde Mental ficasse tão desconectado com o lado espiritual eh historicamente né ao longo do tempo a gente foi vendo uma desconexão pelo medo eh de pensar os os profissionais da área como sendo místicos no sentido ruim do termo né e a necessidade de dar uma biologia né portanto uma visão médica às vezes nos distanciou num primeiro momento de uma visão espiritual eh da vida então às vezes é como se o psiquiatra fosse até um portador do diabo é como como se fosse olha essa fala é sedutora mas ele tá na verdade me desconectando do eh do que eu acredito e eu me lembro de ontem uma coisa muito curiosa uma jovem de uma religião evangélica né bem praticante né que realmente pauta toda a sua conduta nas mínimas questões incluindo as questões da sexualidade e incluindo as questões da reprodução do matrimônio do casamento do celibato enfim todas ess ela pauta muito na Bíblia enfim e ela veio com uma questão de como lidar com a tristeza ela tava se sentindo triste e não era uma recaída da depressão era uma vivência de Uma emoção e eu poderia lançar mão de todo o conteúdo de psicoterapia todo o conteúdo de neurociência porque ela também é uma pessoa que eh tem uma uma formação na área eh mas eu quis conversar com ela a partir da Bíblia dela seja pegar o teu código oso e é muito interessante a gente pensar que hoje nós podemos fazer isso por cientificamente falando em basado do ponto de vista de estudos empíricos que mostram Olha é importante levar em consideração sair um pouco sabe Sérgio
gente pensar que hoje nós podemos fazer isso por cientificamente falando em basado do ponto de vista de estudos empíricos que mostram Olha é importante levar em consideração sair um pouco sabe Sérgio do nosso pedestal eh de de conhecimento eh acadêmico ou qualquer esfera acadêmica para entender que a pessoa que tá lá precisa entender como é que é esse conceito e a gente Às vezes tem um papel de ser um tradutor Então quando você tem um trabalho desse eh que o Sérgio se debruçou para fazer ou aqui a gente tá nesse espaço Jesus e saúde mental a gente não tá pegando uma a gente não tá reinventando a roda de certa forma Estamos pegando dois conteúdos que já existem aí e tentando lincar conhecimentos que de certa forma foi o que você fez provavelmente pelo menos virando um pouco por mim é o que eu tento fazer internamente costurar conhecimentos que eu adquiri em Pontos isso acaba sendo útil para mim e para as pessoas pess né interessante né L ex essa acho que essa é a ideia né poder ligar conhecimentos e e e aproximar essas áreas de de saberes né porque E assim a ciência tem uma linguagem própria de certo modo a ciência comum mais biológica ela não precisa da religião para poder estabelecer seus métodos a a religião por sua vez também não precisa da ciência não precisamos ter concretas ninguém para ter fé precisa da ciência né ninguém acredita em algo por causa da ciência a fé ela se dá muitas vezes por um caminho completamente diferente então a ciência não precisa da religião de certo modo da linguagem e a religião também não precisa da ciência mas o ser humano precisa dos dois nós precisamos dos dois né porque nós somos corpo espírito então é desta ligação desta União que nós vamos conseguindo formar nexo com esses com esses saberes com essas áreas uma coisa curiosa que aconteceu no no desdobrar desta obra foi que quando eu escrevi sobre leis Morais e saúde mental eu peguei o índice conforme Kardec tinha escrito as leis eh lá no Livro dos Espíritos na sua terceira parte mas mais adiante quando
esta obra foi que quando eu escrevi sobre leis Morais e saúde mental eu peguei o índice conforme Kardec tinha escrito as leis eh lá no Livro dos Espíritos na sua terceira parte mas mais adiante quando nós começamos a estudar o cérebro e sobretudo a obra do André Luiz particularmente no livro no Mundo Maior no terceiro e quarto capítulo que é estudando C e a casa mental o o instrutor caldear ele vai nos dizer que nós temos três andares da casa mental um primeiro andar que é correlacionado ao cérebro Inicial Depois nós podemos ver alguma coisa sobre isso um segundo andar que é o cérebro intermediário mais ligado ao córtex motor e um terceiro andar da casa mental relacionado aos lobos frontais que são seriam as instâncias mais nobres mais recentes na evolução do cérebro e ele situa e nos diz assim que o funcionamento mental ele ele tem uma hierarquia eh de de livre de livre fluxo né que vai desde da da da parte mais primitiva Nossa Onde tá o nosso passado onde estão as nossas funções mais biológicas uma área intermediária que diz respeito mais ao nosso presente está relacionada à nossa vida na Terra no presente e os lobos frontais que T Esta área superior relacionado ao vir a serer Aonde estão as eminências a ser atingidas do nosso cérebro das nossas potencialidades Morais E aí me ocorreu uma uma uma curiosidade dessas curiosidades que que por intuição inspiração a gente acaba eh tendo em alguns momentos e eu pensei será que nas leis Morais não existem leis que estão mais afinizar andares do cérebro e aí eu fui atrás e aí eu comecei a olhar e e vi que se a gente dividir as leis Morais em Três blocos nós podemos encontrar três leis Morais mais relacionadas mais relacionadas não apenas relacionadas mas mais relacionadas aos andares da o andar inferior como por exemplo a lei de conservação lei de reprodução e lei de destruição no andar intermediário que diz respeito à Vida presente seriam as leis da nossa vida da vida na Terra e quais seriam essas lei de sociedade lei de igualdade deber
lei de reprodução e lei de destruição no andar intermediário que diz respeito à Vida presente seriam as leis da nossa vida da vida na Terra e quais seriam essas lei de sociedade lei de igualdade deber de trabalho faltou uma mas agora a gente lembra igualdade cono Progresso Então essas leis são leis que a gente lida não apenas no nosso presente em todos mas nesse período da nossa vida aqui a gente tá permanentemente lidando com elas e quais são as leis Morais que estão relacionadas com o nível superior da nossa vida mental aquilo que diz respeito mais à nossa espiritualidade propriamente dita E aí encontraremos duas leis muito ligadas a isso que é a lei de adoração né e a lei de Justiça amor e caridade né e por fim por fim da perfeição moral que seria um poderíamos não diríamos que é uma lei Mas a lei que coroa cân a culminância então no livro cérebro triuno eu escrevi eh a partir da lei de reprodução conservação e Destruição e a proposta para nosso trabalho aqui no desdobramento dos próximos meses vai seguir esta ideia porque sobre isso a gente pode falar em que aspectos a nossa vida eh mais eh humana está relacionado com esses níveis de consciência né porque esses níveis iniciais eles estão ligados muito aos níveis do funcionamento da nossa vida eh da nossa vida na Terra o que nos assenta aqui porque a religião ela ela pode ser percebida de duas maneiras a grosso modo uma de uma forma externa de uma maneira extrínseca mas nós podemos vivenciar a religiosidade através da nossa vivência interna Então aí tem a ver com religiosidade tem a ver com o movimento de dentro para fora e por aí então a gente pode pensar amplamente nessa nesse assunto beleza Antes de a gente entrar na reprodução em si a gente vai ficar um pouquinho sobre esse geral por exemplo a essa teoria eu não conheci no livro de vocês eu conheci no livro essa questão das interfaces né no livro de neurociências a gente encontra a teoria do Paul mlin eh em que né Ele é é um médico e neurocientista que tem tem
onheci no livro de vocês eu conheci no livro essa questão das interfaces né no livro de neurociências a gente encontra a teoria do Paul mlin eh em que né Ele é é um médico e neurocientista que tem tem inclusive um livro que ele lança porque geralmente essas teorias eles nascem em artigos científicos para um nicho mais acadêmico e Especialmente nos Estados Unidos né Ele é eh ele é de lá geralmente há uma uma uma tendência dos pesquisadores tentarem popularizar os seus conhecimentos em livros paraa população em geral então ele tem um livro né que tenta popularizar E essas teorias dele Realmente você encontra em livros de neurociências que seria uma teoria chamada filogenética isso que tenta falar da evolução eh do nosso cérebro né A partir por exemplo da comparação dos embriões das partes que nós temos no nosso cérebro com partes que outros animais têm então ele divide eh em três três etapas três partes né um cérebro mais que ele chama primitivo e é interessante que a gente fale primitivo não como sendo algo ruim porque a gente o primitivo tem uma conotação de pejorativo de diminuição primitivo porque é Inicial é basal então ve primeiro né vem primeiro né a medula espinhal né o tronco cerebral eh que são coisas básicas inclusive pra gente se movimentar então Acho interessante essa ideia de você fazer um link entre a lei de reprodução a lei de conservação e a lei de destruição porque são coisas basilares que nos fazem nos m entar E aí e vamos vamos pensar o seguinte conservação e Destruição expressão da própria sexualidade com essa energia Vital né a gente pode ter uma força de vida vou pegar um pouco do termo da punção de vida né coisa construtiva e uma punção mais destrutiva uma punção de morte é a ideia do Prazer nos levando à construção ou o prazer nos char arcando na embriaguez né no sentido de destruir mesmo Ah e é interessante às vezes em destruição de uma auto-obsessão nós ficamos ali aprisionados dentro do nosso circuito do Prazer criando comportamentos dependentes Então acho
sentido de destruir mesmo Ah e é interessante às vezes em destruição de uma auto-obsessão nós ficamos ali aprisionados dentro do nosso circuito do Prazer criando comportamentos dependentes Então acho bem interessante essa conexão entre sexualidade conservação sexualidade destruição né E essa casa Inicial Eh aí seja eu vou ampliar um pouco tem um um médico ainda encarnado um grande pesquisador na psiquiatria chamado Robert cloner ele tem um modelo de personalidade mais digamos assim que ele chama de psicobiológico ele divide a nossa personalidade de temperamento que seria a parte mais genética e caráter que seria a parte mais moldada pelo ambiente e no caráter ele também bota três fatores que é autodirecionamento que é como nós nos relacionamos conosco então faria um aí com o que você colocou com esse cérebro Inicial e essas leis porque de certa forma conservação e Destruição e sexualidade é como nós lidamos com nossas energias né com essa energia Vital fundamental né como nós nos relacionamos conosco aí tem outro ponto que seria a cooperatividade que seria como nós nos relacionamos em sociedade que tem a ver com esse cérebro intermediário viu aí lei de sociedade lei de progresso lei de trabalho que tem a ver com o a parte do cérebro que a gente chama de sistema límbico que é muito amplo o sistema límbico mas tradicionalmente é em cima do corpo caloso tálamo hipotálamo tem uma série de regiões né Eh e o último ponto que ele chama no caráter é a autotranscendência que é como nós lidamos com o sagrado com eh O transcendente que teria a ver com digamos assim com uma parte mais nobre né inclusive nos correlatos cerebrais que ele faz Sérgio eh um uma das um dos córtex mais se acentua nessa relação primeiro o caráter são áreas corticais em geral mas é o córtex occipital que é o córtex da Visão E aí o Roberto clon faz uma ligação assim poxa interessante essa questão da visão autotranscendência e o terceiro olho que os orientais colocavam essa visão transcendente que os orientais colocavam
ão E aí o Roberto clon faz uma ligação assim poxa interessante essa questão da visão autotranscendência e o terceiro olho que os orientais colocavam essa visão transcendente que os orientais colocavam então é interessante a gente passear por essas teorias que não tão necessariamente no espiritismo né o cérebro eh Trino eh é uma teoria neurocientífica e o Roberto Clones também uma uma teoria neurocientífica e também são teorias é importante que se fala assim são teorias toda teoria científica não significa que seja a verdade absoluta né Precisa de reprodutibilidade mas eh ele ainda é citado Paul mclin pela por esse esforço de tentar encontrar uma questão evolutiva né da nossa do nosso cérebro ex ficar vale Vale ampliar L assim a acrescentar a tua colocação que tá excelente que deu um embasamento muito bom que quando o Paul mlin o Paul mlin ele escreveu o cérebro Trino né Nós nós fizemos um pouco diferente Nós escrevemos o cérebro triuno por que triúno porque o o a nossa ideia é de que o Trino dá uma ideia de de de de andares estanques né e no tri e dá uma ideia de de de comunicação de trans de transcomunicação Entre esses níveis que se comunicam que se conversam entre uns com os outros o mlin ele escreveu essa obra dele em 1968 nós precisamos saber que Chico Xavier em 1947 portanto 21 anos antes da ciência entrar nesse assunto Chico Xavier lá né da sua psicografia escreve no mundo maior e no terceiro e quarto capítulo Calderaro fala que nós temos três níveis de cérebro Vale a pena ler essa obra porque é óbvio que paulin não leu essa obra uma obra Espírita Nossa brasileira mas ali caldeiro já antecipa em 21 anos essa descoberta essa especulação científica que mlin vai fazer em 1968 e ali nós temos algumas contribuições que obviamente não existe na obra de mlin que é em relação a como que esse trânsito se dá seu ponto de vista do do do do do do aspecto espiritual como que estas áreas se comunicam dentro de uma energia dinâmica que se comunica desses três níveis E como tu dissestes muito bem esse nível
dá seu ponto de vista do do do do do do aspecto espiritual como que estas áreas se comunicam dentro de uma energia dinâmica que se comunica desses três níveis E como tu dissestes muito bem esse nível inferior ele não é inferior porque ele precisa ser superado e ele é abandonado com a evolução não ele continua existindo ele é apenas expandido e ele é completado com as outras áreas mas nós estamos sempre circulando dentro desses níveis Kardec em 185 7 Quando lança O Livro dos Espíritos obviamente que não tinha esse estudo então cardec como ele disse olha o espiritismo que tá aqui começando é o início Mas é uma doutrina progressiva que precisará de outras contribuições mais adiante para poder fazer sentido tudo isso que a gente está estudando então usarmos a lei natural porque quando Kardec estuda a lei natural ele ele torna o espiritismo a religião da natureza o espiritismo é uma religião natural o espiritismo é mais do que uma religião o espiritismo é uma cosmovisão uma cosmovisão ele nos traz uma noção científica filosófica Religiosa e nos dá o entendimento de que esses processos naturais estão permanentemente acontecendo no universo e no universo dentro de nós existe um universo interno e esse universo interno ele é regido por níveis de consciência então aí entramos dentro da Lei natural como algo assim reprodução quando Kardec fala em reprodução lá naquela época numa época Kardec não fala sobre a Sexualidade Kardec fala sobre reprodução Ele pergunta essa questão do da perpetuação da espécie né do que que aconteceria se nós não tivéssemos a reprodução e os espíritos dizem que é que a vida pereceria mas hoje nós sabemos que a Sexualidade é essa energia Vital que faz parte da natureza que faz parte das espécies e que sobretudo no ser humano tem um apogeu Fundamental e na lei de reprodução Léo nós vamos encontrar que e dentro da sexualidade um dos pontos principais que nós encontramos para a saúde mental é a questão do prazer que a libido ela responde pela pela permanência pelo interesse de todos nós
encontrar que e dentro da sexualidade um dos pontos principais que nós encontramos para a saúde mental é a questão do prazer que a libido ela responde pela pela permanência pelo interesse de todos nós na nossa própria vida a gente precisa de sexualidade em vários níveis sexualidade não é apenas sexo genital mas ele é também Então nesse sentido na na na na rotina dos atendimentos isso a tu pode também ampliar essa colocação que eu vou fazer mas nós vemos que a maior parte das pessoas que procuram atendimento eh psicológico acabam falando de relacionamentos de vínculos de decepções amorosas do desejo de encontrar alguém para se se se realizar como ser humano nós encontramos o ser humano interessado na sua vida assim as pessoas apaixonadas se sentem vivas pessoas que perdem a paixão se sentem não vivas e por aí nós vemos que o prazer que a a a libido ela faz parte deste contexto da Lei natural então quando a gente fala de instintos quando a gente fala de pulsões nós estamos falando de Deus porque foi Deus que proporcionou isso na natureza isso está impresso na nossa na nossa modalidade do nosso ser nós nascemos no mundo assim e nós vivemos a vida inteira assim existe uma obra muito interessante de uma psicanalista francesa que se chama François doon em que ela estuda a psicanálise a luz do evangelho ou o evangelho a luz da psicanálise e ela traz todo o entendimento da vida de Jesus Inclusive das curas que Jesus protagonizava como uma restituição da vida libidinal das pessoas quando ele devolvia aquela sexualidade a Sexualidade no sentido de fazer com que a pessoa tenha desejo de se sentir vivo vitalidade né a vitalidade né e e veja as religiões Principalmente as as religiões ocidentais tem muito prurido de falar nessa questão de sexualidade tem muito medo inclusive no nosso meio Espírita Às vezes a pessoa tem muita muito cuidado assim de uma coisa meio Demoníaca assim né falar sobre sexualidade parece é coisa do demônio né mas o demônio não é tão demônio assim o demónio são essas forças instintual
ssoa tem muita muito cuidado assim de uma coisa meio Demoníaca assim né falar sobre sexualidade parece é coisa do demônio né mas o demônio não é tão demônio assim o demónio são essas forças instintual dentro de nós e que são muito necessárias a vida uma pessoa que não tem essa força da sexualidade ela deprime ela deprime ela perde a graça ela fica cinza ela fica sem graça então nós vemos assim que estas leis Morais dizem respeito sim a esses assuntos que fazem parte do nosso cotidiano do nosso dia a dia e como tu dissestes muito bem se a gente não estudar essas bases lá do início é como criar um edifício sem base sem alicerce tem pessoas assim que ah eu gostaria de estudar o espiritismo apenas apenas no que ele tem assim de de sublime de falar dos Espíritos sim isso é tudo muito bom mas a gente não precisa ficar não pode ficar só rezando a gente também precisa se relacionar com as pessoas estar no mundo e lidar com essas questões que são da Ordem da nossa vida aonde ela se assenta no plano físico porque a religiosidade verdadeira é aquela que pode enfrentar a nossa vida aonde ela acontece aonde ela está que é na nossa existência no nosso mundo na nossa Encarnação a obra de Kardec ela acaba tendo uma continuidade até porque os autores daquela época eles eh escreviam com mais detalhes né eles tinham menos digamos assim necessidade de edição de quantidade de páginas as pessoas Liam mais e tal então por exemplo a gente encontra um rudimento eh em O Evangelho Segundo o Espiritismo qu Allan Kardec vai analisar sobre as muitas mor H muitas moradas na casa de meu pai e se a gente para para lelar ele vai falar prioritariamente dos estágios evolutivos dos Mundos mas ele vai colocar a questão da da das percepções internas as casas as casas do pai né as Moradas do pai também como esferas de percepção espiritual Por exemplo quando a gente diz encarna e a gente vai ter uma percepção espiritual x ou Y esse essa questão do céu e do inferno sendo também eh amplitudes ou eh finitud da
feras de percepção espiritual Por exemplo quando a gente diz encarna e a gente vai ter uma percepção espiritual x ou Y esse essa questão do céu e do inferno sendo também eh amplitudes ou eh finitud da nossa percepção então de certa forma ele traz ali com a linguagem que ele tinha né e fazendo um paralelo com o evangelho alguma noção eh de interioridade de subjetividade né dentro do do evangelho e aqui nesse Jesus saúde mental Sérgio a gente teve um dos Capítulos que a gente falou sobre as muitas moradas da casa do pai e trouxe um pouco dessa questão do Mundo Maior eh trazendo um paralelo eh porque curioso sabe que a primeira palestra uma das primeiras né A primeira palestra espírita que eu fiz foi com 17 anos e quando começaram a me convidar para fora do centro Aí eu a palestra que eu mais fiz foi a muitas moradas na casa do meu pai e E aí eu decorei aquela aquela palestra que era uma tava no início ali então no final eu pedi para mudar o tema porque já tava sendo 10 palestras repetidas e no início era mais para treinar ali a a oratória e eu tem um gosto muito grande por esse tema porque é um tema que nos fala não só da evolução dos Mundos mas da evolução íntima e quando a gente fala evolução esse passeio evolução mais do que uma escada que você sobe né mais uma um passeio um fluxo uhum mais uma vez no Livro dos Espíritos eh nessa lei de reprodução de fato ele vai usar mais uma uma um pragmatismo por exemplo sobre monogamia poligamia que são temas extremamente atuais quando a gente pensa em eh o poliamor né quando a gente pensa em casamento relacionamento aberto coisas extremamente atua Ach que Alan Kardec Teve muita coragem me parece e muito pioneirismo de colocar em um livro Inicial que é o Livro dos Espíritos né Essa temática tão pragmática eh da da como a gente se relaciona com a Sexualidade agora anteriormente na pergunta 200 a 202 ele vai questionar a questão mais do sexo né E vai dar a ideia da sexualidade enquanto energia aquela questão famosa os espíritos têm
aciona com a Sexualidade agora anteriormente na pergunta 200 a 202 ele vai questionar a questão mais do sexo né E vai dar a ideia da sexualidade enquanto energia aquela questão famosa os espíritos têm sexo e os benfeitores respondem não como entendeis por quê Porque a gente entende naquele momento e é bom sentar isso eh é uma é uma uma obra pré psicanálise né uma obra pré freudiana e os des benfeitores falaram não como entendeis por quê Porque a gente entendia e ainda entende muito quando fala sobre sexo a genitalidade né e o gênero né E ele fala não como Entendes porque os sexos dependem de uma constituição orgânica há entre eles amor e Simpatia mas baseados na afinidade dos Sentimentos é uma visão extremamente Pioneira que Kardec tem coragem de perguntar e os benfeitores falam eh o início né Eh e a gente vai ver um a lei de reprodução um desdobramento mais prático mais mais pragmático Acho interessante essa ideia do triuno SJ no sentido de unificação porque vamos pensar na casa mental Inicial né que o caldeiro coloca inclusive como sendo o nosso inconsciente e ele coloca até o termo Da Cas mental consciente e o superconsciente Né isso a gente geralmente pensa no inconsciente acho que muito influenciado também pela visão que predominou da psicanálise né é muito na questão da sexualidade reprimida e das coisas instintual reprimidas porque a gente pensa muito no recalque na repressão E aí esses termos ficaram populares é um recalcado né mas os termos jungianos também assim um cara é um complexado quando a gente quer diminuir só que todos nós somos recalcados porque temos Tod todos recalques temos todos eh repressões faz parte e todos nós somos complexados porque temos complexos Mas é interessante que a gente pensa assim nessa casa mental primitiva e aí pegando um diálogo com o Jung acho muito interessante um livro sgio uma seleção de texto da Bridget Dust que é espiritualidade e transcendência são vários textos de Jung só sobre essa temática que ele se debruçou um pouco
m o Jung acho muito interessante um livro sgio uma seleção de texto da Bridget Dust que é espiritualidade e transcendência são vários textos de Jung só sobre essa temática que ele se debruçou um pouco mais do que Freud em relação à transcendência e ele vai colocar que no consciente Nós também temos o Divino Então nesse nessa casa mental primitiva por isso que eu falei não é diminutiva nós temos um um impulso inconsciente Divino né ou seja de de de Deus de espiritualidade E aí ele vai falar das uma prova disso ele vai trazer o conceito de arquétipo e essa palavra arqué é a mesma palavra que tá na arquitetura Então arqué vem de uma ideia grega do logó que é é a base pela qual se ordena o mundo então mais do que uma coisa primitiva negativa é uma coisa primitiva arquetípica ou seja da base da arquitetura do ser tanto quanto a libido ora então a libido é uma coisa Divina a a Sexualidade uma coisa eh eh paraar um termo mais simples Santa né Que deve ser usada santamente quando o o médium tá num trans mediúnico a a a a área cerebral as áreas cerebrais que são envolvidas não são áreas totalmente diferentes de áreas cerebrais que a pessoa é envolvida quando tá sentindo um outro tipo de prazer né o circuito do Prazer ele é mais eh inespecífico Então acho é muito interessante essa eh essa perspectiva e e a gente poder pensar nesse aspecto né Sérgio enquanto enquanto tu falavas aqui eu tava buscando no Livro dos Espíritos lá parte dopio Vit pergun 7ec pergun pros espíritos espírito de verade ditivo interess né porque vees exist noio de medida que a gente vai evoluindo a gente vai superando os instintos como uma ideia assim errada errada de que a razão e a moral faz com que a instintividade com que a pulsional desapareça então Kardec inteligentemente já pergunta pros espíritos à medida que crescem as faculdades intelectuais essas faculdades mais subjetivas diminuem as faculdades instin Olha o que os espíritos respondem contrariando fao senso comum não o instinto existe sempre mas o homem o
scem as faculdades intelectuais essas faculdades mais subjetivas diminuem as faculdades instin Olha o que os espíritos respondem contrariando fao senso comum não o instinto existe sempre mas o homem o despreza o instinto também pode conduzir ao bem olha isso o instinto também pode conduzir ao bem ele quase sempre nos guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão nunca se transvia olha que interessante que interessante aquilo que você falou há pouco não não existe divinidade no na lei de adoração e menos divinidade na lei de reprodução não está este este triuno significa equilíbrio Trânsito Livre expansão de consciência mas a instintividade carrega em a força vital a força motriz então é muito interessante quando tu dizes le assim há muitas moradas na casa do pai aonde é a casa do pai também o nosso mundo interior se a se o reino de Deus está dentro de nós a morada do pai é a nossa vida interna e há muitas moradas na casa do pai ou seja Há muitos níveis aonde Deus habita inclusive na instintividade qual é o problema da sexualidade se é que podemos dizer que tem é a questão da sua manifestação do seu desequilíbrio quando Kardec fala na monogamia ele está supondo que existe um equilíbrio neste fluxo do triuno e a o indivíduo vai ter uma tendência a querer se abastecer de uma relação de qualidade com uma parceira ou com um parceiro só agora quando a se fala em poligamia se fala numa se tem uma ideia de que essa sexualidade é uma tentativa de resolver alguma coisa que está em conflito através da experiência sensorial E aí nós vemos assim aquele mesmo sexo que na lei de reprodução pode servir para a perpetuação da espécie Mas pode servir também para troca afetiva para troca energética sendo uma exão são de afeto entre casais que se amam e aqui hoje nós podemos ampliar essa questão para a questão das relações de vários tipos inclusive as relações homossexuais que é uma evolução nós pensarmos Nesse sentido porque lá Originalmente no espiritismo também a gente pensava esse assunto com
a questão das relações de vários tipos inclusive as relações homossexuais que é uma evolução nós pensarmos Nesse sentido porque lá Originalmente no espiritismo também a gente pensava esse assunto com muito Tabu hoje nós podemos dizer que a Sexualidade não tem a ver com o gênero ela tem que a ver com expressão afetiva então a Sexualidade ela pode se comunicar Em relacionamentos de principalmente aonde há a afinidade então ele serve para a procriação Mas serve para troca energética serve para o crescimento e ela pode atingir um nível de transcendência onde a própria sexualidade genital possa ser dispensada então a níveis evolutivos Aí talvez no no no quando o Jung estuda na questão da transcendência ele vai mais além do que Freud trouxe embora alguns autores psicanalíticos hoje eu me detenho mais no estudo da psicanálise porque eu tenho mais afinidade com essa disciplina como Bion por exemplo ele nos fala que esse caldeirão do inconsciente é o o Caldeirão da criatividade é onde estão os potenciais criativos aonde estão a nossa natureza mais Vital para o desenvolvimento dessas possibilidades então quando é que sexualidade é um problema voltando esse a esse ponto quando ela se torna tóxica então nós podemos falar hoje Léo que existem as obsessões por prazer existem obsessões por prazer sim são as mais comuns hoje dos nossos dias né quando pergunta para mim qual é a obsessão que é perigosa é aquela subjulgação que a pessoa se debate se atira no chão não essa aí a pessoa procura ajuda a mais perigosa é a por Fascinação quando a pessoa entra num processo de intoxicação de prazeres que ela não se dá conta então aí entra drogadição entra entram os relacionamentos tóxicos entra o alcoolismo entram as bom todos os fetiches da modernidade desde a questão do narcisismo Exagerado isso tudo é sexualidade transviada quando uma pessoa tem uma necessidade extrema de prazer o prazer pela compulsão do comer do beber do jogar tudo isso é sexualidade num nível tóxico e que significa que nós
udo é sexualidade transviada quando uma pessoa tem uma necessidade extrema de prazer o prazer pela compulsão do comer do beber do jogar tudo isso é sexualidade num nível tóxico e que significa que nós ultrapassamos um mí ou que nos desorganizam vamos dizer assim de um fluxo mais equilibrado que nos fala na direção oposta à saúde mental quanta coisa né É É às vezes é porque objetifica demais né Eh objetifica demais a essa Instância tão profunda E aí caímos em soluções muito hedônicas Auto obsessivas né as soluções da modernidade em uma ideia de libertação Eu Tenho pensado sobre isso né numa ideia de libertação a gente tem se aprisionado mais porque ficamos aprisionados em nós mesmos né ficamos aprisionados nessa E aí o conceito de auto-obsessão né que Allan Kardec também fala na obra traz no livro que colocaram né obras póstumas que nós somos geralmente obsessores de nós mesmos e aí essa auto-obsessão que acaba sendo a principal escravização é que abre portas para essas várias escravizações externas que seja objetificando com um personagem fisicamente nas relações tóxicas mas as várias relações tóxicas eh porque el a gente vê no espiritismo o próprio conceito de obsessão entre encarnados né a obsessão entre encarnados que seria E aí eu acho muito interessante a a o pioneirismo eu falei inclusive nesses últimos dias aqui no Jesus saúde mental esse pioneirismo do Espiritismo de trazer conceitos com outros nomes Mas com esse conceito de obsessão auto-obsessão obsessão entre encarnados a gente coloca muito termos atuais sobre autoboicote né o boicote que a pessoa acaba fazendo em relação a si mesmo e essa em nome de uma falsa Liberdade se esc avisando eh Porque como um uma água insaciável né acho que a ideia é que nós somos a gente tem muito uma insaciabilidade e as soluções eh para a felicidade que temos construído são soluções que mais nos afogam em muitas muitas vezes né você falou um ponto interessante sabe sgio da evolução das ideias eh eu tenho meditado muito a eu vou
para a felicidade que temos construído são soluções que mais nos afogam em muitas muitas vezes né você falou um ponto interessante sabe sgio da evolução das ideias eh eu tenho meditado muito a eu vou compartilhar reflexões pessoais que a gente pode também né enquanto pessoas compartilhar reflexões pessoais inspirados assim em análises mas são pessoais não é de por exemplo eh quando você lê o o velho testamento e lê a lei mosaica ou vários outros profetas ou o próprio Novo Testamento e lê ali a epístola de Pedro a as epístolas de Paulo você vê passagens muito pragmáticas de como as pessoas se relacionar entre si do ponto de vista eh do casamento eh ser a parte mais humana mas quando você pega o evangelho de Jesus eu já me debrucei várias vezes eh eu nunca consegui encontrar no evangelho de Jesus em si nas palavras dele é passagens que condenem por exemplo uma relação homoafetiva nunca consegui encontrar e eu fico pensando que a mensagem dele é é tão mais profunda exato que essa questão fica um pouco mais secundária uhum da das nossas eh querelas discussões debates brigas na verdade guerras na realidade em torno dessas temáticas que você realmente encontra passagens ali da epístola de Paulo né Eh e coloca assim talvez a a mulher o gênero feminino no oposição mais subalterna Eh mas ali são com o a própria lei mosaica ali alguma coisa parte do da Lei humana Allan Kardec faz Inclusive essa análise né da Lei divina e da Lei humana dentro da primeira Revelação mas o evangelho de Jesus É Tão Profundo que parece que ele é como se dissesse assim olha tem coisas que são muito mais transcendentes né Eh e a gente às vezes se pega em uma em questões assim pseudo cristãs Na minha percepção até me desculpe o termo pseudocisto né mas me parece que são pseudocistos Porque não são necessariamente embasadas em passagens ali que chegaram Até nós a gente tem que pensar o seguinte são passagens que chegaram Até nós de discípulos que escreveram não é uma passagem então acaba sendo um reflexo parcial dessa
as em passagens ali que chegaram Até nós a gente tem que pensar o seguinte são passagens que chegaram Até nós de discípulos que escreveram não é uma passagem então acaba sendo um reflexo parcial dessa mensagem profunda né uma reflexão S existe o Cristo e existe o cristianismo o cristianismo é o que veio depois de Cristo veio através atavés da da pena e da da da das obras dos cristãos né O que a gente pode extrair da do Evangelho de Jesus é o pensamento tentar se aproximar da ideia do entendimento realmente Jesus não normatizou Jesus não dizer assim faz isso não faz aquilo Isto é certo isto é errado isso é uma tendência Nossa para tentarmos nos sentir mais seguros diante das nossas incertezas então o ser humano é um ser angustiado por por não ter certezas então na busca das religiões há uma tendência de tentar achar o que que tá certo o que que é errado que é pra pessoa fazer só o que tá certo e aí mereceu o céu só que não é assim Jesus subverteu totalmente isso quando ele esteve no mundo porque ele mostrou que essa dinâmica da salvação é uma dinâmica interna então não há um julgador externo então ele próprio é quem primeiro derruba a ideia de alguma Norma ideal ele tá permanentemente fazendo isso por isso Jesus era tão fascinante Às vezes a gente quando fala sobre Jesus a gente tenta jogar colocar Jesus no nosso time Ah ele disse tal coisa não não disse tal coisa o que a pessoa gostaria que ele tivesse dito para justificar o que ela pensa Jesus tá sempre Além disso e acho que você diz e diz com muita coragem mesmo Léo o próprio Paulo não deixa de passar n em algumas das suas mensagens a sua própria humanidade porque ele teve problemas com as mulheres né ele teve um problema com uma noiva que morreu por causa dele a partir da ele não teve mais vida eh libidinal nenhuma ele precisou fazer a toque de caixa uma transmutação para transcender isso aí mas isso não quer dizer que ele não tenha ficado com alguns rudimentos que são próprios à época também temos que pensar que há
precisou fazer a toque de caixa uma transmutação para transcender isso aí mas isso não quer dizer que ele não tenha ficado com alguns rudimentos que são próprios à época também temos que pensar que há 2000 anos eh a cultura também não podia não conseguia pensar muito diferente disso a não ser Jesus a não ser Jesus porque quando Jesus tem uma mulher que sangra e toca nele uma mulher jamais poderia tocar num homem e uma mulher que sangrava eraa uma mulher impura se ela tocasse em qualquer veja sangue sangue da menstruação sangue genital estamos falando de de de de de de de de de de sexualidade estamos falando da uma coisa muito simbólica né uma coisa muito simbólica né não é não é a tua que entra nessa né Uhum exato E aí ela toca em Jesus e Jesus diz assim Quem tocou em mim porque de mim saiu uma virtude ou seja Olha o amor desse homem que acolhe a humanidade de uma mulher sangrando ou seja não tem diferença para ele o que existe ali é a pureza do afeto ele não caracteriza se ela é homem se ela é é mulher se ele é homossexual não é aquela pureza é aquela fé aquela devoção E aí ela com muita vergonha diz fui eu e aí ele e e naquele exato momento ela é curada e ele diz assim ele não toma o mérito para ele ele diz assim a tua fé te curou Olha que extraordinário isso ele devolve paraa Nossa humanidade o próprio poder ele não se outorga ser o causador da aquela virtude aquela virtude é intrínseca há muitas moradas na casa do pai da onde será que vem uma cura muitas vezes ela vem lá do do mais interno da gente do mais inferior de nós quando a gente liberta e faz as pazes com alguns impulsos primitivos e transita isso de uma forma mais harmônica nós ficamos mais saudáveis e talvez aí a gente possa entender que quando a gente estuda Jesus hoje nós precisamos nos a pegar um pouco destas desses critérios religiosos os critérios dogmáticos que infelizmente fazem parte da nossa mente porque inclusive no no nosso meio nós vamos ver muito isso então a gente precisa desapegar disso aí para
desses critérios religiosos os critérios dogmáticos que infelizmente fazem parte da nossa mente porque inclusive no no nosso meio nós vamos ver muito isso então a gente precisa desapegar disso aí para tentar nos aproximarmos do daquilo que Jesus propôs né porque lembrando mais uma vez Léo leis Morais e Saúde Mental é a terceira parte do Livro dos Espíritos terceira parte do Livro dos Espíritos Qual é a obra que Kardec dedica depois para poder estudar as leis Morais O Evangelho Segundo o Espiritismo Ele toma o evangelho como o livro base das suas leis Morais novamente Jesus ou seja Vou compartilhar nesse finalzinho eh uma história que eu acho que simboliza como a gente precisa ter profundidade acho que coragem também para pensar nessa temática além de uma questão normativa eh e também não querer fazer o Livro dos Espíritos ou a terceira parte né das lei de Morais ao nosso bel prazer e questionar por questionar eu me lembro quando como você também nasci Numa família Espírita e estava num determinado momento eu tava com 13 para 14 anos S E aí meus amigos foram sair Porque de fato eu nunca é curioso Eu sempre tive trabalhos espíritas mas eu nunca fui isolado do mundo sempre tive até hoje tenho muitos amigos que não são espíritas e isso até um pouco mais difícil porque coloca em caminhos de Exposição de convites que se você ficar isolado do mundo você não vai ter então é um caminho interessante a gente pensar eh Às vezes a gente tem a da expiação numa doença que nos coloca em algum caminho de restrição e às vezes a gente tem provas de de portas abertas que não é bem expiação mas é um teste porque ser assim Cristão ser Espírita nas bodas de canã é muito mais tranquilo do que ser eh espírita em alguns outros espaços mas ao mesmo tempo as bodas de canã traz uma aparente tranquilidade porque a gente sem viaga com prazer e AB e entra em portas mais fáceis assim né a ideia da Porta Estreita da porta larga então é uma aparente tranquilidade pois bem a gente ia seja para um uma festa e era um
a gente sem viaga com prazer e AB e entra em portas mais fáceis assim né a ideia da Porta Estreita da porta larga então é uma aparente tranquilidade pois bem a gente ia seja para um uma festa e era um show de Forró então íamos dançar quando chegou no caminho o mais velho que dirigia já tinha carteira tudo aí ele começou a falar vamos para tal aí falou o nome de um bordel E aí eu Puxa vida era de noite não tinha celular minto lá em em casa tinha um celular mas era um celular que era um telefone né aquele celular grande que era tão grande que você deixava em casa então não era muito prático então ah eu fiquei Puxa vida tá de noite como é que eu vou fazer e quanto mais eu rezava eu comecei a rezar para ver se minha prce contaminava assim e mudava o Pens quanto mais eu rezava mais o pessoal confirmava a ideia de sair do Forró e ir para um outro outro caminho dessa sexualidade eh mais desgovernada se a gente poder usar um termo assim e e curioso que eles todos sabiam que era Espírita que eu já era evangelizador já frequentava já trabalhava eu tinha esse caminho eles respeitavam mas foi a vez que mais insistiram vai Léo vamos Léo e a um falou assim você não vai para um brau não Léo que ele não era Espírita mas ele sabia do umbral aí eu não cara não tô pensando nisso não é porque realmente eu não quero e tal mas aí fiquei lado porque eu percebi que quando eu dizia que não mais ele se insisti e fiquei assim bem Se for eu vou eu vou chegar no local e não vou entrar e dou um jeito de ligar a cobrar porque na época se Ligava a cobrar no orelhão né mas em algum momento Sérgio eles pararam no posto de gasolina para abastecer o carro e aí eu falei bem Vai ser agora que eu vou pedir ajuda o help pro meu irmão mais velho que já dirigia né o do meio na verdade liguei para ele essa cobrar falei ó cara tem uma situação X diz eu não quero ir né aí tu pode não nem se preocupa fica aí que eu vou te pegar aí ele me pegou Eu e fui embora meus amigos foram pro que eles achavam que deveria ser e eu
ó cara tem uma situação X diz eu não quero ir né aí tu pode não nem se preocupa fica aí que eu vou te pegar aí ele me pegou Eu e fui embora meus amigos foram pro que eles achavam que deveria ser e eu fui para onde eu achei que deveria ir que era para casa porque eu achava que não dava para pois bem contei essa história na M cidade Espírita já algumas vezes e aí o o jovem Espírita me falou assim Ô Léo Mas por que você a título de ser estar no mundo sem ser do mundo né lei Mas por que você não foi e e e orou lá né E aí em vez de ser o Evangelho no Lar o Evangelho no bordel E aí eu brinquei assim mas cara veja é porque eu não sou Chico Xavier né a ponto de conseguir ir né para um um um um prostíbulo e contagiar o ambiente com a luz né que ele tem Ou seja a gente tem que ter mais saber dos nossos limites ter mais humildade ter mais pé no chão né e e não querer inverter aí eu falei mas mas tu rezava Léo aí eu falei olha só se eu fosse rezar de cabeça fez baixo porque era um show que tinha né então vou como é que vai ser isso eu não tenho não não dava não não fui e então eu fico pensando assim Sérgio Às vezes a gente se engana né Faz um auto engano e eu tô compartilhando isso pra gente ver de forma pra juventude que essas coisas estão postas essa sexo sexualidade mais de forma mais profunda eh ela se coloca no na juventude Especialmente nos campos atuais de tanta abertura né em que as portas não tão abertas Eu costumo dizer que na minha época estão estavam escancaradas na minha na época da Juventude hoje não tem mais porta nenhuma não tem mais divisória exatamente né então existem sim essas coisas pragmáticas que tá aí no Livro dos Espíritos coisas muito pragmáticas que a gente possa assim às vezes olha é meu caminho de unificação de trânsito é uma interdição é um não porque todos nós temos um passado né e acho que daí vem o medo eh da gente trabalhar essas temáticas porque nós objetificam demais a Sexualidade na genitalidade e na na pornografia dessa sexualidade e eventualmente temos dificuldade Pelas
acho que daí vem o medo eh da gente trabalhar essas temáticas porque nós objetificam demais a Sexualidade na genitalidade e na na pornografia dessa sexualidade e eventualmente temos dificuldade Pelas nossas próprias feridas né você falou das feridas talvez do do do do Paulo eu fiquei pensando nas nossas feridas enquanto homens enquanto gênero espíritos que estamos encarnados no gênero masculino as nossas feridas reencarnatório espíritos puros só porque a gente tá ali numa posição de palestrante de médium de trabalhador ao contrário vários E aí a gente tem ali os mensageiros do nosso lar o médium caindo pelas vi da dessa sexualidade que entrou no caminho destrutivo né no caminho da objetificação do Paraíso na terra quando na realidade nós temos apenas pequenos oases e eu acho que é interessante a gente eh enfim compartilhando esse finalzinho Sérgio sei rapidinho só para fazer um contraponto nessa nessa reflexão para quem tá nos ouvindo mesmo que você tivesse ido você tivesse entrado você esse tivesse participado daquela experiência como jovem ali isso não te levaria pro inferno a questão toda é como poder pensar isso depois se isso é algo que produz alguma coisa na sua vida se isso vai ter algum tipo de crescimento ou se isso vai se tornar algum tipo de sintoma porque hoje provel Possivelmente muitas muitos jovens estão nos ouvindo Léo e muitos deles vão e o bordel hoje Léo é todo fim de semana é todo fim de semana na na balada isso tá acontecendo todo fim de semana isso já é lugar comum para eles então não se trata de não entrar e ficar maculado se trata de saber onde se quer viver poder pensar sobre isso depois e usar isso se for o caso da pessoa se tivesse tido um lé que escorregou e foi lá junto usar poder usar isso como experiência os nossos pacientes chegam cheio de culpas também às vezes olha eu fui sim e aí foi mas continua sendo um ser humano que tem valor continua sendo uma pessoa que tem uma experiência para que também não se fique uma ideia assim de que aquilo que a gente experimenta
eu fui sim e aí foi mas continua sendo um ser humano que tem valor continua sendo uma pessoa que tem uma experiência para que também não se fique uma ideia assim de que aquilo que a gente experimenta também não possa servir como um objeto de crescimento para num outro momento servir como uma fonte de amadurecimento né É porque mas é o Curioso Sérgio é que a gente não pegue a priori o discurso da experiência a posterior porque o que que acontece contando com o jovem aí o jovem Às vezes pega o discurso E aí a questão da do autoengano né de se enganar não eu vou é tranquilo como temha um jovem que falava que me falou enfim ele Talvez tinha uma ele a gente quer tudo no final das contas nós queremos tudo nós queremos o bordel E nós queremos o paraíso nós queremos conciliar esse trânsito esse que eu quero esse trânsito não é conciliar a priori porque esse caminho a gente já fez na idade média da autopunição a gente ficava com carta dia do do Gregório de Matos né assim vamos aproveitar a vida ou salvar a alma e a gente às vezes quer tudo essa dicotomia ah né fica queremos tudo então A ideia é a posteriore não é ficar num culpa tóxica de se sentir um perturbado e inferior mas a anterior ou seja antes não vamos utilizar o nosso conhecimento a como a favor digamos assim de desculpas mentais né porque a gente às vezes aí eu venho o auto engano eh para essas desculpas mas obviamente que e mais ainda né porque as portas como eu falei não estão abertas elas estão sem portas é uma casa sem porta né Sem parede enfim é é por isso que eu quis dizer que nessa ideia isso já está escancarado né hoje em dia tem que ser feito um outro tipo de trabalho um tipo de trabalho de reflexão de ver o que que serve o que que nutre o que que acrescenta o que que abre quer não é que caminho a gente tá querendo o que é que como é que a gente fica depois né até porque a gente já como Tá muito exposto aquele aquela casa e aí o reflexo da parede né Eh em locais às vezes que não tem um recurso financeiro muito grande as casas
mo é que a gente fica depois né até porque a gente já como Tá muito exposto aquele aquela casa e aí o reflexo da parede né Eh em locais às vezes que não tem um recurso financeiro muito grande as casas não têm paredes e você tem ali eh as divisórias com com toalha com lençol né e a criança acaba sendo exposta rápida muito precocemente a uma sexualidade do do sexo mesmo dos Pais isso acaba se tornando muito precoce e essa ideia da não ter a as paredes divididas e não ter o time e não ter o tempo é um ponto muito importante de gente poder eh refletir e também pensar assim será que isso também não tem sido causa de tanto adoecimento psiquiátrico certeza de tantas você falou das obsessões pelo prazer então se a gente usa esse conhecimento todo para a priori anteriormente já se usar uma desculpa Talvez seja uma desculpa que vai te levar a uma a um quadro mesmo de auto-obsessão porque você vai ficar se punindo uma parte de você que é algo diferente então é esse caminho do Diálogo que é poder poder criar poder ter capacidade de pensar sobre isso né poder ter essa possibilidade mas eu concordo contigo que é um assunto em aberto pra gente poder alongar que esse tema da da lei de reprodução como tras coisas que a gente pode hoje desdobrar para para essa nossa época e tornar esse um assunto atrativo né sempre sempre atual da doutrina espírita e certamente Sérgio nas leis de conservação na lei de destruição Como estão nesse conjunto A gente vai desdobrando essa amplitude e e fica o convite pra gente poder se debruçar tanto no livro quanto nas leis Morais do Livro dos Espíritos né para que a gente possa estar junto Sérgio Muito obrigado acho que como a primeiro encontro a gente acaba passando um pouco do das 9 horas porque fica muita coisa para podermos falar mas em geral é que a gente começa de 8 e termine de 9 e aí fica todo o nosso convite para que você possa estar junto conosco em geral as últimas terças-feiras de cada mês em geral ao vivo mesmo eh mas eventualmente algumas datas
omeça de 8 e termine de 9 e aí fica todo o nosso convite para que você possa estar junto conosco em geral as últimas terças-feiras de cada mês em geral ao vivo mesmo eh mas eventualmente algumas datas diferentes de acordo com o calendário agenda de cada um de nós a gente vai divulgando pelo site da Moção do caminho Sérgio vou deixar para você fazer aí a sua despedida final um grande abraço muito obrigado até a próxima Sérgio fale aí a sua despedida final eu agradeço Léo como sempre eu acho que é importante nós estarmos aqui falando sobre essas questões em aberto não há verdades absolutas nós temos um uma tarefa um compromisso em trazermos reflexões foi muito agradável que bom e que a gente na próxima nosso próximo encontro tenha condições de poder desenvolver mais ainda as outras leis Morais que são tão interessantes Valeu muito obrigado até a próxima tchau Sérgio Tchau pessoal tchau tchau gente h
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