#102 • Jesus e Saúde Mental • Lei de Progresso

Mansão do Caminho 26/11/2024 (há 1 ano) 42:22 3,681 visualizações 758 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Sérgio Lopes » Episódio 102 - Lei de Progresso

Transcrição

Sejam muito bem-vindos ao nosso programa semanal Jesus e saúde mental aqui pela TV Mansão do Caminho no YouTube da Mansão. Uma vez por mês, nós temos nos dedicado junto com o amigo Sérgio Lopes, psiquiatra palestrante espírita de Pelotas, Rio Grande do Sul, a estudarmos o livro O cérebro triuno, do qual ele é um dos autores, junto com a Dra. Vênia e o Dr. D. Nós temos estudado uma vez por mês a terceira parte do livro que fala sobre as leis morais e fazendo uma interface das leis morais do livro dos espíritos com o cérebro nessa perspectiva que Calderaro no mundo maior nos apresenta. Hoje vamos continuar essa análise falando um pouco sobre a lei de progresso. E eu convido você para ficar conosco através depois da nossa vinheta. Olá, Sérgio. Seja muito bem-vindo mais uma vez. Mais uma vez, muito obrigado por estar conosco aqui na mansão, ajudando a produzir conteúdos que mantém o canal, fomentam o canal e consequentemente ajudam indiretamente a obra social Mansão do Caminho. Olá, Léo. Olá, amigos. É uma satisfação sempre renovada poder contribuir aqui com o trabalho da mansão do caminho e já também se sentindo um certo trabalhador, né, porque já faz um tempo que a gente também desenvolve alguma atividade de estudo, de reflexão em torno desses temas que fazem parte desses assuntos que a gente resolveu ligar à saúde mental, né, Jesus e a saúde mental. Então é uma satisfação, ô Sérgio, no livro Cérebro Triuno, a a perspectiva fundamental eh de certa forma dividir o cérebro em três em três patamares, né? o patamar, que seria o cérebro mais inconsciente, seria mais o sistema nervoso periférico, o cérebro consciente, que seria mais a parte do córtex, e o cérebro superconsciente, que é uma terminologia que nem existe, digamos assim, na terminologia psicanalítica nemunguiana superconsciente, mas é um termo que André Luiz nos apresenta a parte dos ensinamentos do seu orientador na perspectiva daquela parte do nosso da nossa do nosso cérebro. que corresponde à nossa mente, ou seja, ao nosso ser

é um termo que André Luiz nos apresenta a parte dos ensinamentos do seu orientador na perspectiva daquela parte do nosso da nossa do nosso cérebro. que corresponde à nossa mente, ou seja, ao nosso ser espiritual, que nos vincula mais com as coisas superiores, com o criador, seria a antevisão eh de um futuro, digamos, angelical. Mas no cérebro intermediário você situa eh de leis, né, que regem a nossa convivência muito em sociedade também. E aí o a lei do progresso seria a última lei que a gente tem aqui eh esmiuçado dentro desse cérebro intermediário. Eu queria que você começasse explicando essa ideia, relembrando um pouco essa ideia para os nossos amigos. Sim. Eh, sempre lembrando também que quando o André Luiz aborda a questão dos três andares do cérebro, ele quer trazer a ideia de três andares da casa mental. Porque somente com uma ideia de cérebro daria uma impressão de que é dentro do cérebro que estão estas funcionalidades que que ele traz no seu livro e que nós procuramos desenvolver. Além disso, em torno da questão das leis morais de Allan Kardec, do livro dos espíritos, terceira parte. Então, é preciso, quando a gente pensa esse assunto, eh, entender que é uma é uma é uma abordagem descritiva. Quando a gente traz essa linearidade da do entendimento de um primeiro andar, segundo andar e terceiro andar, nós estamos apenas fazendo uma alusão descritiva, porque de verdade esses são níveis que interagem entre si o tempo todo. Eles são concomitantes. Tanto que a primeira, o primeiro andar da casa mental, que equivaleria pelo processo filogenético, desenvolvimento da morfologia cerebral, ele seria o o residual do do desenvolvimento desde as espécies primitivas. Então, estaríamos estaria gravado ali, está gravado ali as primeiras marcas da sua ligação inconsciente do dos instintos, dos automatismos. E, portanto, esta é a ideia de que dali estaria mais radicado, né? teria uma força maior relacionada ao passado. O nível intermediário ou o segundo andar da casa mental, que teria mais ligação

tismos. E, portanto, esta é a ideia de que dali estaria mais radicado, né? teria uma força maior relacionada ao passado. O nível intermediário ou o segundo andar da casa mental, que teria mais ligação com a parte cortical do cérebro, com a parte motora do cérebro, se conversaria mais, né, com a os aspectos conscientes, que são a nossa vida do agora. É onde a nossa presença atual se estabelece. né? Se no primeiro nível temos o passado, no segundo agora temos o presente, aonde as coisas estão acontecendo. E também dentro destas considerações, as as a funcionalidade teria mais a ver com o que se dá no campo da vida presente, ão, lei de sociedade, lei de igualdade, lei de liberdade, do trabalho e do progresso, que é o nosso assunto de hoje. E depois nós vamos ver nos nossos próximos três encontros que o terceiro andar da casa mental ou o terceiro o cérebro superior que tá relacionado aos lobos frontais, essa área pré-frontal, ela se relaciona às nossas aptidões superiores. Então, seria aquilo que ainda nós não alcançamos, mas que já está ali, né? Já está ali em potencial. Então, assim como no primeiro teve o passado, o segundo o presente, agora então temos o futuro. No primeiro teríamos uma região mais inconsciente, no segundo já os estados de consciência, mas também o inconsciente participando desse segundo nível. E nesse terceiro seria um superconsciente. Superconsciente seria assim, eh, a nossa parte valiosa que a gente ainda não sabe que tem, mas já está ali. Então, é inconsciente também, né? Ela é inconsciente, só que a gente dá o nome de superconsciente, nós não, né? André Luiz, né? Ele traz essa ideia do superconsciente. Alguns outros autores já falavam nisso. Pietro Baldi falava no no superconsciente, né? Então, mas o Calderaro resgata essa ideia de superconsciente. Jorge Andréia, o Dr. Jorge André estudou muito nas suas obras o conceito de de de superconsciente, né? E então aí seria o seu o vira da humanidade. É aquele futuro que já está disponível e que a gente precisa

dréia, o Dr. Jorge André estudou muito nas suas obras o conceito de de de superconsciente, né? E então aí seria o seu o vira da humanidade. É aquele futuro que já está disponível e que a gente precisa alcançar em golpes de de progresso, de evolução. Então, como é que a gente faz isso? Através das coisas que a gente funciona aqui no no momento presente. E a lei do Progresso, Léo, me parece que já é uma lei que tá na fronteira do segundo pro terceiro andar, né? do segundo nível pro terceiro nível, porque em lei do progresso já existe uma inscrição no psíquico de uma força que está além do indivíduo. Por exemplo, tem coisas que dependem totalmente de nós, da nossa vontade, do nosso livre arbítrio. Se eu quero te tratar bem, se eu quero ser teu amigo, se eu vou inventar algum motivo para brigar contigo, isso tá dentro do meu livre arbítrio, eu que escolho. Olha, eu gosto do Léo por esse, por esse por aquele motivo. Ou não gosto do Léo por outras coisas e me torno um adversário teu. Então eu posso ir escolhendo até certo ponto também, até certa medida, né? se eu vou tomar café da manhã com leite ou um café preto, são escolhas do livre arbítrio, da lei de liberdade, né, dentro desse campo. Mas lei do progresso, ela é uma determinação natural. significa dizer assim: "Não tem como não progredir, está inscrito no psíquico. Nós vamos chegar à perfeição moral querendo ou não. [risadas] O que o o não querendo pode fazer o quê? Pode retardar a marcha. Que a gente pode fazer é é isso e eh demorar mais ou demorar menos. Mas nessas idas e vindas, lei do progresso já é uma determinação de de, vamos dizer assim, a Dra. Ervênia gosta muito de dizer uma usar uma expressão, ela usa assim: "Nós temos um vetor de progresso dentro de nós." Traz uma coisa muito curiosa que é assim que os animais tem, ela poderia dizer melhor do que eu isso aí, mas o que eu guardei da da da lição dela é assim, que os animais têm um vetor do pra frente e para cima. É por isso que do rastejar veio o andar de quatro, do de quatro, passar sobre

o que eu isso aí, mas o que eu guardei da da da lição dela é assim, que os animais têm um vetor do pra frente e para cima. É por isso que do rastejar veio o andar de quatro, do de quatro, passar sobre duas patas e ficar em pé. Quer dizer, tem algo que leva o ser a ficar em pé e a acender. Isso já é a lei do progresso. É um vetor de progresso. O paraa frente e para o alto. É algo inato. E daí então a a designação de de lei, lei do progresso. Bom, todas elas são leis. Todas elas são leis, né? Mas me parece que esta lei do progresso tá muito ligado já a esse ponto de nós podermos conversar sobre o que a gente já viu e o que nós veremos logo a seguir. O progresso dentro da visão espiritista, ele acaba sendo um conjunto eh de duas de dois desenvolvimentos, né? O desenvolvimento da intelectualidade do intelecto, e o desenvolvimento da nossa parte moral. Então, de certa forma, a gente tá falando de duas forças, uma força mais eh do cognitivo e uma força mais do instintivo, né? a emoção como sendo algo mais fisiológico e o intelecto como sendo algo mais eh elaborado. E aí, nessa perspectiva, essa junção dessas duas evoluções daria a a o progresso espiritual nesse contexto que você falou do vir a ser, né, nesse contexto de um eh de uma pessoa que vai se eh encontrando na sua individualidade em um processo, por exemplo, de individuação. E nessa perspectiva é como se nesse trânsito, né, que a lei moral coloca, que você lembra, como se o intelecto ele já tivesse nos dando acesso ao superconsciente, né, como se essa força eh cognitiva. E é interessante até pensar como é que a doutrina espírita eh conceitualiza Deus como sendo a inteligência suprema. E esse esse conceito, seja é muito parecido com o conceito que Sócrates traz sobre Deus, porque na época os deuses da Grécia eram vistos como sendo seres humanos praticamente. Eles tinham um isomorfismo. Esse isomorfismo, ou seja, era iguais aos seres humanos, quer seja na aparência, quer seja na na moralidade, na forma de ser. Então, eram

sendo seres humanos praticamente. Eles tinham um isomorfismo. Esse isomorfismo, ou seja, era iguais aos seres humanos, quer seja na aparência, quer seja na na moralidade, na forma de ser. Então, eram deuses com a nossa semelhança, mas também com as nossas nossos, digamos, nossos vícios, nossas mazelas todas. Então, eles invejavam, eles eh eram cruéis, eles se vingavam, né? Os gregos, por exemplo, tinham muito medo de ter felicidade, porque eles diziam: "Se você comemorar a felicidade, os deuses vão observar, vão ficar com inveja de você e vão lançar alguma tragédia". Então era muito, era para ser muito econômico na celebração da felicidade, não por uma contenção natural, e sim por uma estratégia de que os deuses não se vingassem. Então Sócrates, ele dá uma outra visão. Ele dá a visão de de um Deus que não dava para ser eh um isomórfico, né? um Deus isomórfico conosco. Ele dizia assim que, pelo menos ele escrevia, eh, nós escreveram, né, sobre ele, que ele falava que nós não temos como saber, né, a essência, nós não temos como, eh, igualar Deus, comparar Deus. Então, ele usava a ideia da inteligência ordenadora. Então, já dá uma questão abstrata. Quando eu conceitualizo Deus como uma inteligência, eu tô dando uma abstração, né, para essa força que não dá para comparar com coisas que a gente sabe do ponto de vista visível, porque a gente não vê a inteligência, a gente vê o derivativo da inteligência, que é o comportamento, que é a construção. A gente vê o derivativo dessa força na no comportamento ou nas consequências e ordenador, aquele que coloca uma ordem. Por isso o cosmos, né? Cóm seria o ordenamento. Então, de certa forma, essa intelectualidade nessa perspectiva, seria uma força nossa que vai nos igualando a Deus, né? Vai nos puxando, eh, nós nos puxando para Deus. E essa visão que a gente tá trazendo do emocional mais ligada ao fisiológico, a reação fisiológica, seria mais das casas mentais anteriores, né, que você tava falando. Então, a lei de progresso, que

. E essa visão que a gente tá trazendo do emocional mais ligada ao fisiológico, a reação fisiológica, seria mais das casas mentais anteriores, né, que você tava falando. Então, a lei de progresso, que seria uma lei que harmoniza a o inconsciente com o superconsciente, né, harmonizando um todo. E aí os benfeitores que questionam na pergunta 785, que você começa a parte do seu livro já citando essa pergunta, né? 785. Qual o maior obstáculo ao progresso? E os benfeitores falam: "O orgulho e o egoísmo." Refiro-me ao progresso moral, porquanto o intelectual se efetua sempre, porque o moral seria nessa perspectiva eh o ápice, né? A moralidade é quando eu consigo entender, né, o o o algo e consigo agir nesse algo. Então eu vou trazendo uma atitude que é, digamos assim, coerente com o meu pensamento e isso me harmoniza. Então o orgulho egoísmo, Sérgio, acho que a gente podia falar um pouco sobre isso, né? Que que é que você traz nesse no livro, nessa ideia? Fiquei pensando enquanto você inicia a tua o teu raciocínio, Léo, lembrando de Sócrates e dos gregos, tem muita coisa que daria pra gente desdobrar daí, né? Porque essa ideia de Deus e da nossa trajetória como progresso de de alguém de uma inteligência suprema, né, que nós fomos feitos à imagem semelhança, nos traz uma outra questão que me parece muito importante e que linca com isso que nós estamos estudando. Assim, nós não chegamos a Deus, nós não progredimos se nós não nos tornarmos humanos decentes. Porque Deus, esse Deus das estrelas, do universo para fora, ele está dentro de nós, do nosso universo interno. Ele faz parte do nosso mundo interno, ele está situado. Se ele está em toda parte, ele está dentro de nós também, né? Então, para nós alcançarmos Deus, a viagem ela precisa ser para dentro, ela precisa ser uma viagem interior. Muito bem. Como é que a gente faz uma viagem interior? Se se a gente não tem um modelo se a gente não tem um modelo de progresso, se eu faço uma viagem interior baseado apenas na minha biografia e nas minhas

em. Como é que a gente faz uma viagem interior? Se se a gente não tem um modelo se a gente não tem um modelo de progresso, se eu faço uma viagem interior baseado apenas na minha biografia e nas minhas condições evolutivas, eu só vou encontrar porcaria, só vou encontrar encrenca. com poucas, com algumas exceções, porque lá tem egoísmo, lá tem o orgulho, lá tem as misérias da minha no meu processo evolutivo. Mas nós temos um modelo e guia no universo que é Jesus. E como dizia Jesus, ninguém vai ao Pai senão por mim. que é motivo de briga em muitas religiões, porque muita gente entendeu que ele disse assim: "Se for budista não vai ao pai. Se for islâmico, maando, não vai o pai, porque só pode ser realmente convidado para ir para pra morada celeste junto de Deus se for cristão. Isso muitas guerras, muitas disputas surgiram daí porque entenderam que a palavra de Jesus era uma espécie de posse de de reivindicação, de posse exclusivo da da assim da da chave do céu com Deus, né? Então, ninguém vai a Deus senão por mim. É claro que Jesus não disse isso deste jeito. Jesus disse, talvez essa mesma coisa, mas no seguinte, da seguinte maneira. Ninguém chega a Deus se não passar por mim, no sentido de que Jesus naquele momento ele estava encarnado. Jesus era um humano. Jesus estava dizendo: "Ninguém vai a Deus se não passar pelo humano". Se quiser decolar e sair rápido, vai entrar em órbita e vai perder os pezinhos do chão, vai perder a ligação com os primeiros andares. Quando Jesus reencarna e ele vivencia todo o processo de humanidade dentro da sua grandeza, ele transita de uma maneira em que ele pode nos ensinar como é que a gente lida com o egoísmo, como é que a gente lida com orgulho, como é que a gente lida com o nosso narcisismo, como é que a gente lida com o nosso sofrimento. Ele nos ensina que o sofrimento faz parte, mas ele nos ensina que a fé também pode fazer parte. Ele nos ensina o perdão, nos ensina a indulgência, a resignação. Ele nos ensina a placar a tempestade,

. Ele nos ensina que o sofrimento faz parte, mas ele nos ensina que a fé também pode fazer parte. Ele nos ensina o perdão, nos ensina a indulgência, a resignação. Ele nos ensina a placar a tempestade, nos ficarmos mais tranquilos nas horas extremas, mostrando que o dia seguinte ele vem também, mostrando que a morte faz parte da vida, mas que ela não é o fim. Quer dizer, Jesus é o modelo e guia. Ninguém vai ao Pai se não passar por ele. Por ele o quê? por esses ensinamentos dele. Então, a questão ela é ela é muito bonita. Ela é muito bonita quando a gente entende que o o processo de crescimento e de progresso, ele se dá interiormente. Ele se dá por labuta interior. Lembrando que labuta vem de labor, labor é trabalho. Quando nós falamos em lei do trabalho, a gente lembrou muito lé no tripalho, no trabalho como uma uma origem do do do da tortura, né? Mas nós precisamos lembrar que trabalho, a origem do da palavra trabalho, é labor. Então, a nossa vida precisa ser laboriosa, trabalhosa no sentido do labor, do esforço prazeroso, do crescimento, do desenvolvimento. E aí então a gente olha para essas questões do orgulho e do egoísmo e encontramos na raiz delas situações ligadas ao nosso, às nossas falhas narcísicas, aos nossos aos nossas tropeços narcísicos. Na base disso existe baixa autoestima. Existem, existem dores, existem traumas, existem recalques, existem repressões, existem sofrimentos que vão constituindo o indivíduo na existência, gerando uma necessidade de que as coisas têm que ser mais para ele, de que ele tem que ser melhor do que os outros. E daí nasce aquilo que a gente chama de egoísmo, de orgulho, que vai retardando o processo de ascensão espiritual. Então, me parece muito interessante, eu tenho feito um trabalho atualmente muito de procurar vincular o que que Jesus estava dizendo que já o seu tempo que pode ser aproveitado nas nossas reflexões para com as contribuições do que a gente tem hoje do das ciências, da psicologia e dos assuntos da filosofia que podem nos agregar e do espiritismo,

tempo que pode ser aproveitado nas nossas reflexões para com as contribuições do que a gente tem hoje do das ciências, da psicologia e dos assuntos da filosofia que podem nos agregar e do espiritismo, que podem nos agregar novos saberes em torno disso, né? Ô Sérgio, porque acho interessante pensar assim, né, quando falamos de intelectualidade, eh, não é o o intelectualização como uma defesa para esconder as nossas falhas, eh, digamos, internas, né, as nossas dificuldades, assim, porque pode ser tudo pode ser uma defesa, eh, você se enche muito de algo, mas de forma muito eh de aparência, né? E muitas vezes o intelecto, quando fala intelectualidade no no coloquial, a gente pensa logo numa coisa pernóstica, uma pessoa arrogante, uma pessoa que fica vomitando conhecimento, mas o intelecto como sendo uma força ordenadora. o intelecto como sendo uma força de de transformação, né? E não o intelecto como sendo uma força de aparência, mas uma um intelecto como sendo uma força de transcendência. Porque às vezes assim, o progresso, a mudança vem justamente por um entendimento. Não que o entendimento ele consiga mudar tudo. Se fosse assim, eh, o preconceito seria radicalizado, né, da Terra, ou seja, retirado da Terra só pela questão de conhecimento. E tem muitas pessoas que conhecem, sabem, mas ao contrário pego esse conhecimento para reafirmar ainda mais as suas convicções, digamos assim, um pouco atravessadas, porque fala dessa insegurança. Então essa força do intelecto me lembra um pouco também sejo, do hinduísmo, quando o hinduísmo ele apresenta, é curioso, né? a gente tá falando três casas mentais: superconsciente, consciente, inconsciente. E o hinduísmo apresenta também uma força trinitária de Deus, né? a apresentação no hinduísmo de Deus seria Deus, né, que tem três forças ou três nuances ou três faces ou três manifestações. Então, tem o brah seria o Deus eh eh polipotente, assim, né, o Deus supremo, a plenitude. E esse Deus, né, eh, brah, essa face de Deus Brama, ela tá junto de outras duas faces que

três manifestações. Então, tem o brah seria o Deus eh eh polipotente, assim, né, o Deus supremo, a plenitude. E esse Deus, né, eh, brah, essa face de Deus Brama, ela tá junto de outras duas faces que eles chamam de víno, seria a parte conservadora, a parte que constrói, e, eh, Chiva, seria a parte que destrói, a parte destruidora. Então é curioso essas duas forças que de certa forma são ambivalentes, seria o víno que conserva e chiva que destrói, elas são harmonizadas pela força de brama, que seria, digamos, esse eu superior, esse deus superior. Então essa visão trinitária que de certa forma a gente encontra muito no modelo de nossas personalidades, assim, várias quando Freud conceitualiza o que é personalidade quando de Jung, enfim, vários teóricos que conceitualizam a personalidade, eles acabam dividindo. O próprio eh Caldeirar, o próprio André Luiz, aí quando ele coloca, ele divide em três partes. Essa trindade universal, né? Eu fico pensando nessa verdade universal que os hindus olhando assim a natureza, Deus, né? ou pensando nos atributos de Deus, deram essas três atribuições. Então, eu fico pensando no intelecto, como você coloca aqui, como a gente tá pensando no livro dos espíritos, como tá conversando, não essa força de aparência narcísica, mas essa força de conexão intrínseca com Deus, porque a gente vai conseguindo entender que, por exemplo, o primeiro puxo é mais inteligente a gente perdoar do que odiar. E, poxa, mais inteligente a gente ceder do que só reter. A gente vai entendendo que é um pouco mais inteligente e talvez vai eh abrindo mão, né? Então, é esse intelecto que podendo iluminar, mas não o intelecto da aparência. Eu acho que é importante porque muitas vezes a gente fica pensando que o intelecto dentro da visão espírita é só leitura, leitura, leitura, leitura. Mas a leitura ela é um caminho inicial, né? Eh, outro caminho mais importante é, por exemplo, quando eu leio e reflexiono sobre o que é que aquilo diz respeito a mim, quando eu escuto alguma fala, que é que isso diz

la é um caminho inicial, né? Eh, outro caminho mais importante é, por exemplo, quando eu leio e reflexiono sobre o que é que aquilo diz respeito a mim, quando eu escuto alguma fala, que é que isso diz respeito a mim e não fico vendo apenas o que diz respeito aos problemas do mundo, digamos assim, a gente começa a entrar em outro nível, talvez, né? É. Daí, então, qual é o o o o projeto, né? Se é olhar para fora ou olhar para dentro. Fiquei pensando enquanto tu dizias que existe um intelecto que pode estar voltado apenas para um conhecer, né? Eu posso conhecer muitas coisas, posso ter acesso teórico, posso fazer grandes discursos, posso me transformar numa pessoa de uma fala fluente, posso me tornar um grande político com grandes teorias e posso fazer esse desenvolvimento intelectual, fazer grandes saberes, fazer doutorado, fazer mestrado, pós-doutorado. posso criar toda uma uma um caminho de de intelectualização. Mas sabedoria é uma outra coisa. O saber ele envolve o o envolve o o aspecto emocional. É quando a pessoa naquilo que conhece está agregada uma experiência. Ela vivenciou algo, ela vivencia algo, ela sabe do que se trata, porque ela integra o trabalho de pensar a si mesmo. Então, existe o intelecto, existe o pensamento. Quer dizer, ela cria um pensamento, ela ela cria uma ideia, é uma produção dela. Isso está baseado em passar pela vida, pelas experiências e conseguir criar um espaço de subjetividade, né? Só cria uma parte de subjetividade e aí então ela harmoniza aquele saber, realmente ela é uma aquisição, né? Ela é um processo de construção. Então, me parece que quando eh Kardec traz essa divisão do juntar a emoção, o sentimento e a e a razão, ele está falando em numa linguagem de hoje eh a esta integração. Ele está falando de integração. E nesse sentido a gente vê que as pessoas não são boa parte das vezes, boa parte de pessoas muito brilhantes, mas não são integradas. Elas não são integradas, elas falam muito bem, elas causam impacto em multidões, mas não são

que as pessoas não são boa parte das vezes, boa parte de pessoas muito brilhantes, mas não são integradas. Elas não são integradas, elas falam muito bem, elas causam impacto em multidões, mas não são pessoas integradas. Como é que a gente sabe que uma pessoa é integrada? A gente olha pra vida dela. A gente olha pra vida dela, como é que estão as coisas na tua vida? Ela tão causas. Mas eu tenho uma solução para todo mundo aqui. Eu tenho curso, eu vou, né? Mas a mim eu não sei. Quer dizer, algo errado aí, né? Tem alguma coisa que não tá bem. Então são esses elementos que que estão presentes em várias vários saberes na nossa na nossa no que nos diz respeito, Léo, que é o estudo das leis morais, essas três forças elas são divididas nesses três níveis e também numa de uma outra maneira que me fez pensar aí quando você fala em em Brama, né, em Brama, eh instinto eh lei Lei de conservação, lei de destruição dentro de nós, né? E a lei de e a lei de de e a perfeição moral, né? As leis que estão de terceiro andar regulando isso, quer dizer, esse esse superconsciente como um ponto de equilíbrio destas duas forças. Então, criando novamente aí uma espécie de uma trindade. Realmente temos um em muitos é uma maneira de pensar, mas realmente é um achado que que se repete, que é coincidente em várias tradições. Pois é. E aí uma palavra interessante que você tá colocando, eh, que é sabedoria. Acho que essa palavra sabedoria ela sintetiza o que que a gente tá talvez dialogando aqui sobre essa lei de progresso, juntando o intelecto com moralidade, né? Porque a sabedoria é justamente isso, é a junção do do intelecto com a vivência. Vem dentro das ideias de de eh etimologia, né? Sabedoria vem vem junto com o mesmo radical de sabor, né? Então, eu só tenho sabedoria quando eu saboreio. Isso eu saboreio quando eu vivencio, porque quando eu saboreio, eu experimento. Eu não consigo ser um, sei lá, tem vários programas de culinária, você não consegue saber o gosto. Só ver no programa de culinária, você tem que

eu vivencio, porque quando eu saboreio, eu experimento. Eu não consigo ser um, sei lá, tem vários programas de culinária, você não consegue saber o gosto. Só ver no programa de culinária, você tem que fazer e sentir o gosto. Mesma coisa, não dá para você saber algo só lendo, né? Você precisa vivenciar. Então essa é a sabedoria. e dentre todas as tradições, eh, porque essa lei de progresso, de certa forma, sintetiza, né, ou seja, assim uma um caminho de junção das outras leis que a gente tá estudando. Então, a gente pode pensar nos filósofos, né, o a filosofia para Sócrates, para Platão era um instrumento para construir sabedoria, né? era a ferramenta principal para construir a sabedoria. No mito da caverna, a filosofia seria um instrumento que aquela pessoa que tava acorrentada no fundo da caverna conseguiu ter para quebrar as algemas e subir na caverna e vislumbrar uma um outro patamar de realidade. Então, o objetivo de Sócrates era ser sábio. E era curioso que ele saí vem a outra a outra lei, a lei, né, que a gente pensa assim, a outra bem-aventurança que a gente falou muito no passado, a bemaventurança da humildade. Porque o filósofo é aquele que sabe, né, que pela experiência amarga de viver uma vida a quem do que ele gostaria, que ele não vai ser sábio nunca nessa existência, mas mesmo assim ele procura. Então a filosofia seria um poro, né? Ele fala o amor como um poro que nos possibilita buscar essa meta. Então é a mesma coisa na visão espírita, né? Nós buscamos a sabedoria. Essa sabedoria plena, porém, ela tá muito vinculada a uma evolução maior. Então a gente sabe que não vai conseguir essa evolução total que a gente deseja nessa existência, nem na próxima, nem na próxima. demora, um processo lento de integração das nossas partes, porque essas partes que o Sérgio falou, elas, de certa forma são as nossas várias personalidades. E numa visão de Joana de Anes que eu acho muito bem posta, as nossas personalidades são as nossas reencarnações, né? Então, além dessa desintegração nessa vida que

são as nossas várias personalidades. E numa visão de Joana de Anes que eu acho muito bem posta, as nossas personalidades são as nossas reencarnações, né? Então, além dessa desintegração nessa vida que acontece quando a gente parece aparece sem uma uma um cuidado com uma essência, também tem nossas vidas passadas, né? às vezes um um um bloqueio, uma questão, um dilema fica muito focado no nosso psiquismo de forma latente e a gente precisa ampliar essa noção de personalidade na noção de individualidade. Então, acho que sabedoria é uma é um construto que resume bem, né, o que que seria o objetivo da lei de progresso, sabedoria, porque sabedoria integra, né, até para administrar, Léo, essa questão que muitas vezes ela é mal entendida. que quando se pergunta dentro do livro dos espíritos, qual é o maior obstáculo ao progresso do espírito que e os espíritos respondem o eg o egoísmo e o orgulho, muita gente entende que para não ser egoísta a pessoa não pode pensar em si. Ela entende assim que tudo que é um equívoco. Tem pessoas que entendem assim: "Ah, então eu não posso ser egoísta, então eu tenho que só pensar nos outros". que pensar nos outros é o caminho da evolução. E aí a pessoa se atira a fazer coisas exageradamente. No nosso meio a gente tem muitas vezes pessoas que se esquecem de si mesmas, né? É tão interessante porque os grandes exemplos morais que a gente encontra na humanidade são de espíritos muito evoluídos que fizeram isso naturalmente, que se dedicaram, a gente lembra de um Chico Xaviero, de um Francisco de Assis, né? que tinha mais, mas já tinham aquilo integrados dentro dele, já tinham dentro de um de um de uma satisfação quando faziam o bem. Eles faziam isso não por sacrifício, né? Fazer o trabalhar pelos outros foi quase como uma como uma um alimento para si mesmos, né? Tá? Aí muita gente olha isso e diz assim: "Ah, esse é assim que a pessoa tem que ser." E aí ela se atira a tentar copiar, fazer as mesmas coisas. Eu não quero ser egoísta, eu quero ser altruísta. e acha

? Aí muita gente olha isso e diz assim: "Ah, esse é assim que a pessoa tem que ser." E aí ela se atira a tentar copiar, fazer as mesmas coisas. Eu não quero ser egoísta, eu quero ser altruísta. e acha que tá sendo um Chico Xavier do assim, né? E deixa de ser ela mesma, não é? A gente não pode esquecer que na parábola dos talentos tem assim, que quando o homem foi fazer a viagem, um foi dar deixo o senhor deixou um talento para um, dois talentos para outro e e cinco talentos para outros, né? A distribuição dos talentos são de forma diferentes. Cada um de nós tem uma uma uma possibilidade. A parábola dos talentos nos fala sobre isso. Se a gente recebe dois talentos, se a gente recebe cinco talentos, o nosso papel é multiplicá-los, mas não fazer como o que ganhou um e que não multiplicou, não transformou em dois, ele enterrou. Isso é o egoísmo. Quer dizer, tinha uma possibilidade a mais, mas não fez. Mas também erraria aquele que recebeu dois e tenta multiplicar por seis, tenta fazer a mais do que pode, porque a capacidade dele é dois. Então assim, o não é egoísmo a pessoa cuidar de si, a pessoa saber dos seus próprios limites. Para isso é necessário essa sabedoria, para que o indivíduo, pessoa possa proporcionar coisas de desdobramento, de expansão, mas também no equilíbrio da sua ecologia interna, respeitando seus limites. Lembrando que também nós nascemos egoístas no mundo físico, né? Uma criança, ela é egoísta, não sentido, porque a palavra, a etimologia da palavra egoísmo é é olhar para voltar para dentro, é para dentro, né? Um bebê quando nasce, ele precisa ter esse olhar para ele, porque senão não tem, não seria alimentado, não se não atrairia a atenção. Mas à medida que vai crescendo, vai se esperando que nesse desenvolvimento vai acontecendo um desdobramento e uma expansão, que é exatamente o que nós estamos falando hoje, a lei de progresso. Sérgio, eu vou colocar uma última reflexão para nós encaminharmos pro final, que nossas reflexões sempre são, talvez inícios, nunca finais, né?

ente o que nós estamos falando hoje, a lei de progresso. Sérgio, eu vou colocar uma última reflexão para nós encaminharmos pro final, que nossas reflexões sempre são, talvez inícios, nunca finais, né? Nunca consegue finalizar, porque são temas eh que vão se correlacionando para o próximo. Mas você encerra essa parte do livro com uma mensagem de Emanuel, no livro Pensamento e Vida. Eh, é o capítulo, não é a 18ª edição, a página 10, diz assim, pensamento e vida, ninguém pode ultrapassar de improviso os recursos da própria mente, não muito além do círculo de trabalho em que estagia. Contudo, assinalamos todos nós os reflexos uns dos outros dentro da nossa relativa capacidade de assimilação. Ele, eu tô colocando aqui essa mensagem que acho que foi muito bem lembrada, porque de certa forma ele coloca o recurso do tempo, o recurso da paciência para não cair nesse falso self, né, nesse falso eu, nessa aparência que às vezes não é uma aparência, como você muito bem colocou, não é uma aparência assim que a pessoa está mentindo, é que ela quer chegar naquela meta, mas ela quer chegar rápido demais, né? Então ele fala, ninguém pode ultrapassar de improvisos rapidamente os recursos da própria mente, porque a mente liberta, mas a mente também aprisiona, porque a mente às vezes faz com que a gente se engane, né? E aí faço um mecanismo de enganar a nós mesmos para não ver a realidade fragmentada que nós ainda temos. Então a mente, ao mesmo tempo que pode nos libertar, ela também pode nos aprisionar e ela nos aprisiona além muito além do círculo de trabalho em que está agia. Ou seja, é como se a gente tivesse uma limite. E ele fala capacidade de assimilação. Ele tá o tempo todo aí, e acho que a gente é importante lembrar disso, o tempo todo lembrar dos nossos limites, eh, mas olhar as nossas superações, lembrar dos limites e olhar as superações nesse caminho de progresso, né? Queria terminar com essa parte para você possa falar tuas falas. Sim. e e e lembrar também, acho que é muito bem lembrado, Léo, acho que você

ites e olhar as superações nesse caminho de progresso, né? Queria terminar com essa parte para você possa falar tuas falas. Sim. e e e lembrar também, acho que é muito bem lembrado, Léo, acho que você pega muito bem esse ponto e que quando puxamos Emmanuel a gente puxa uma sabedoria ímpar e especial, né? Mas lembrarmos que também nós durante a nossa vida nós temos momentos de maior capacidade de doação e momentos que são necessários movimentos de introspecção. Tem fases da vida da gente que a gente está mais com recursos internos para oferecer coisas. E tem momentos da vida que a gente passa por coisas, por acontecimentos, porabores, por adoecimentos, por perdas, que são convites da vida para introspecção. São convites da vida pra pessoa entrar em contato com seu mundo interno. Quem olha de for, ah, ele não tá trabalhando não, ele tá trabalhando muito. Está trabalhando interiormente. tá trabalhando lá na fornalha onde as coisas se constituem para num outro momento, quando tudo está de uma maneira mais eh equilibrada na sua vida, ele ter condições de trazer algo para fora, porque esse algo para fora só terá valor se for o produto daquilo que aconteceu dentro da pessoa, como uma vivência, como uma experiência, como um aprendizado verdadeiro. Então, nós temos respiros durante a nossa vida. Isso às vezes acontece durante uma semana. tem uma determinado período que a gente não tá em condições de poder oferecer muito, mas a gente pode se recolher e trabalhar interiormente nessas camadas desse mundo interno. E esse movimento, essa dinâmica do dentro e fora talvez se transforme exatamente nisso que nós procuramos trazer hoje aqui, que é esta sabedoria do progresso. Para haver progresso é preciso haver sabedoria. E essa sabedoria, ela só se constrói na honestidade do nosso ser, quando nós somos honestos enquanto somos, não na tendência de aparecer, mas na na experiência de ser legitimamente, o verdadeiro self, né? aquele self divino, aquele self autêntico do indivíduo que está em

o nós somos honestos enquanto somos, não na tendência de aparecer, mas na na experiência de ser legitimamente, o verdadeiro self, né? aquele self divino, aquele self autêntico do indivíduo que está em ligação com os propósitos pelos quais a gente nasceu nessa vida. É isso, meu amigo. Muito obrigado mais uma vez por nós estarmos aqui. Eu convido para que todos continuem conosco nas próximas semanas. Aqueles que chegaram hoje no programa no YouTube da Mansão, nós temos uma lista de programas. Então, todos os program desde o primeiro até este daqui, vocês podem assistir, podem assistir os outros da lei das leis morais. Semana que vem nós nos encontramos de novo e daqui a um mês nós estaremos novamente, eu e o Sérgio, aqui sobre as leis morais da vida, o cérebro triuno e a nossa saúde mental. Muito obrigado, Sérgio. Até mais. Até mais. เฮ

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