#41 • Jesus e Saúde Mental • O Código do Monte (fé)

Mansão do Caminho 26/07/2023 (há 2 anos) 1:03:12 6,275 visualizações 934 curtidas

WEBSÉRIE • Jesus e Saúde Mental » Episódio 41: O Código do Monte (fé) » Apresentação: Leonardo Machado e Sérgio Lopes

Transcrição

Olá muito boa noite é um prazer estarmos mais uma vez começando o nosso Jesus e saúde mental nas últimas quintas-feiras em terças-feiras nós temos tido alegria de nos encontrarmos aqui com o amigo Sérgio Lopes Para podermos conversar sobre as virtudes as virtudes de forma inspirada pelo o evangelho de Jesus especificamente o sermão do Monte as bem-aventuranças e a ideia é que hoje a gente possa falar sobre a fé baseado né inspirados pela passagem de Jesus anotada no Capítulo 5 Versículo 6 do Evangelho de Mateus quando abre aventurança nos diz bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça porque eles serão saciados Sérgio um prazer a gente tá aqui mais uma vez pela TV da mansão do caminho de certa forma não só gerando um conteúdo que pode nos enriquecer enquanto pessoas você e a mim mesmo mas também ajudar na manutenção dos trabalhos sociais da mansão do caminho então em nome da mansão do caminho eu agradeço também Sérgio a tua disponibilidade mensal aí nesses encontros que agradeço Léo uma boa noite um prazer muito grande novamente a gente estar aqui e tomara que hoje possa ser mais um encontro em que a gente consiga enriquecer desenvolver e sobretudo nos abastecer com esses conteúdos tão importantes para a vida de todos nós ou seja nos outros programas e os outros Capítulos do livro né o código do Monte a gente teve a oportunidade de falar sobre a humildade teve a oportunidade de falar sobre resignação e de refletir sobre a mansitude então seriam três virtudes né três esferas que você muito bem propõe e eu concordo esferas que de certa forma tem uma ideia de nós com a nossa vida intrapsíquica né Nós com os nossos comportamentos uma ideia de relação íntima sendo que a fé ela já faz uma um movimento diferente um movimento de transcendência no sentido de transcender os nossos limites e de certo modo você propõe no início do livro A ideia de Que humildade né a mansitude e a resignação ela de certa forma preparam o terreno interno né o nosso terreno para a obtenção ou a visualização

e de certo modo você propõe no início do livro A ideia de Que humildade né a mansitude e a resignação ela de certa forma preparam o terreno interno né o nosso terreno para a obtenção ou a visualização o vislumbre da fé é como se preparar se o nosso coração para que a fé realmente pudesse ser sentida Acho interessante a gente começar com essa reflexão que você propõe nesse livro Como é que manso é tudo como é que resignação e como é que humildade poderiam nos ajudar na fé quer dizer podemos dizer assim que a ideia é de que essas três virtudes iniciais no sermão do Monte poderíamos pensar assim que é nós conosco mesmo né virtude da humildade a resignação mas a fé Esse quarto passo Esse quarto nível Bem aventurados os que tem fome e sede fome ser de dar uma ideia de algo que nos falta e que precisamos de algo além de nós precisamos de alguma coisa assim como um alimento nós precisamos ingerir algo ou com um líquido nós precisamos nos nutrir de algo de Fora a fé parece nos falar Léo assim do além de nós do além de nós parece que nesse nível e é bacana isso porque parece que estamos na metade da montanha nessa escalada na metade do caminho a gente começa a ficar cansado a gente chega na metade da montanha a gente já deu uma pernada e tá cansado né então isso começa a acontecer assim eu preciso de alguma coisa que me alimente eu preciso de algo que me sustente e a fé ela Traz essa ideia de uma disposição para expandir a nossa consciência então a consciência precisa de uma expansão além do trabalho interno uma capacidade de ir na direção de algo além de nós ou seja algo além do conhecimento então assim quando a gente nas nossas interpretações as nossas uma um espaço para aquilo que a gente não sabe aquela ideia de que eu não posso tudo sozinho uma abertura para o novo e é muito assustador novo então esse novo desconhecido é aquilo que vai além do compostos Ele acha que essa essa condição Eu não me baço sozinho uma certa ideia né seja de que nós não somos completos a ideia de uma

stador novo então esse novo desconhecido é aquilo que vai além do compostos Ele acha que essa essa condição Eu não me baço sozinho uma certa ideia né seja de que nós não somos completos a ideia de uma incompletude uma ideia de lidar também com a as nossas impotências e por isso que eu usei o termo transcendência no sentido de expandir a nossa percepção e sair da nossa visão do Eu Acho interessante a ideia da fome e da sede fome e sede de Justiça né porque serão saciados também a ideia da Necessidade quando nós percebemos que temos necessidade de algo Eu acho que eu percebo a fé também como uma Uma emoção sentimento ou uma transcendência que nos traz a percepção da nossa necessidade dessa ideia de Deus dessa ideia do transcendente né e acho que a fome é a série quando você colocar algo externo que sacia a nossa essas duas características que são necessidades básicas né Você não consegue ficar muito tempo sem beber uma água ou sem tomar ingerir um líquido o corpo desidrata da mesma forma parece que o alimento da Fé o nosso corpo vai desnutrindo o nosso ser vai desidratando vai perdendo bastante qualidade tonificadora né que nos mantém E aí eu acho interessante nessa ideia de transcendência o dois teóricos assim da Psicologia chamado Martin celleman e o Peterson eles estudam um pouco a virtude e ele situa ele situam aí uma abertura da transcendência né E essa virtude ela se desdobraria em cinco forças né cinco potências e essa abertura da transcendência né uma das forças que ela se desdobra seria a gratidão a gratidão como sendo uma esfera muito próxima dessa percepção de que nós não somos completos assim que nós somos não somos autossuficiente e parece que a fé ela vem nos lembrar que nós não somos altas o suficiente E aí eu me recordo de Aristóteles né quando você estuda a ideia da gratidão do ponto de vista terapêutico ou então do ponto de vista filosófico Aristóteles não gostava muito da gratidão porque ele dizia que a gratidão era degradante para a pessoa que era autossuficiente era degradante

de vista terapêutico ou então do ponto de vista filosófico Aristóteles não gostava muito da gratidão porque ele dizia que a gratidão era degradante para a pessoa que era autossuficiente era degradante para autossuficiência porque naquele momento a gente pensa assim Aristóteles dizem né foi o último ser que sabia tudo o que podia ser sabido na sua época e ele era um sem enciclopédico escreveu sobre vários assuntos botânica a metafísica ética então a ideia de que era possível saber tudo e é interessante que a gratidão é degradante para autossuficiência porque quando eu sou inundado por gratidão eu necessariamente preciso perceber que eu sou grato a algo a alguém ou alguma esfera que não é a mim mesmo que está além dos limites do eu então humildade ela permeia né essas situações porque ela nos dá a perspectiva das nossas fragilidades da nossa limitação né a humildade nos faz perceber os nossos limites também né então ao perceber nossos limites a gente fica mais apto a diminuir a nossa prepotência a nossa autossuficiência fica mais apto a diminuir a nossa onipotência né então acho que é uma ideia bem interessante sim pensarmos a fé com essa perspectiva né E quando você diz assim da fome e da sede para trazendo estamos Jesus né quando Jesus diz isso né vamos pegar então pelo autor ele ele nos faz pensar também que a fome tanto é maior e a sede tanto é maior a necessidade da água e a necessidade do alimento tanto é maior quanto maior a sede quanto maior a fome a medida que a gente vai ficando com mais fome tanto maior a necessidade quando a gente vai ficando com mais sede tanto a maior a necessidade da água e É nesse estado de alma é nesse estado de necessidade que a fé faz sentido se a gente não tiver fome e sede dificilmente alguém que não passou ou esteja passando por uma aflição terá necessidade de desenvolver este sentido não é então novamente Voltamos uma virtude anterior que é bem aventurados os aflitos né que a resignação a capacidade de espera esta virtude e este

aflição terá necessidade de desenvolver este sentido não é então novamente Voltamos uma virtude anterior que é bem aventurados os aflitos né que a resignação a capacidade de espera esta virtude e este esta bem-aventurança anterior precede a fé e Jesus quando Jesus diz ele diz com muita propriedade no sentido do nosso entendimento né hoje o que nós podemos entender do que ele falou que é neste estado de carência é nesse estado de necessidade e nesse estado de insuficiência que eu me descubro prepotente Eu sou pré potente eu tenho uma potência e porque a potência não vem de mim ela eu sou um buscador essa potência vem de um outro de uma outra dimensão de um outro estado de ser que está dentro de mim também como um estado embrionário mas ele precisa ser acionado por uma busca ativa então quando Jesus diz assim quando orardes entra para o interior do teu aposento entra para o teu quarto faz parte desse Capítulo também essa parte quando ele ele recomenda a interiorização o recolhimento ele está ensinando assim nesse momento da aflição nesse momento da dor é que estão as condições necessárias para se desenvolver esta aptidão de quem abre uma porta de quem abre uma janela para algo além de si mesmo além de si mesmo nesse momento da nossa existência ele é fundamental Não como nós podemos ver logo a seguir como uma terceirização né não é legal fé a fé ela pressupõe um estado combinado né que seria com uma confiança em algo além de mim e uma confiança em mim por estar procurando algo além de mim a uma posição ativa também de quem espera não é uma passividade a fé ela é uma atividade quando eu busco quando eu oro Quando eu digo meu Deus o que tem aqui que eu não tô entendendo eu estou sendo protagonista dessa procura Então essa ideia ela é muito interessante bem-aventurados os que têm fome e os que tem sede porque serão saciados é lindo a ideia também que veja bem-aventurados que tem fome ser de Justiça né então a ideia a justiça é algo que nos remete inclusive há uma ação né no sentido de

s que tem sede porque serão saciados é lindo a ideia também que veja bem-aventurados que tem fome ser de Justiça né então a ideia a justiça é algo que nos remete inclusive há uma ação né no sentido de ponderar né veja que a simbologia da Justiça é uma uma balança para a gente poder ter a balança ativa a gente tem que colocar algo dentro da balança né então dá uma ideia de atividade Porque Acho interessante essa perspectiva de que há uma confusão às vezes sobre esses temas Fé Esperança no sentido das pessoas ficarem passivas geralmente inclusive você vai ver na filosofia até na psicologia não se gosta às vezes muito da palavra Esperança porque fica assim muito pegado nessa questão do esperar né esperar passivamente sem a atitude sem atividade né e eu costumo diferenciar um pouco né estudando essas coisas são muito parecidas mas existem pessoas que têm fé por exemplo na divindade mas não tem uma esperança nos seres humanos então São pessoas que têm fé mas só tem muito pessimistas do ponto de vista quando pensa no outro tem um pessimismo também voltado para si mesmos então é interessante essa fé mas talvez mais madura ou mais coerente ela também transborda ao transbordar o ser ela nos lembra que nós somos filhos né temos uma essência Divina então nos lembra Nossa herança nos lembra da nossa natureza isso nos dá também um certo uma certa esperança para conosco e não só isso a gente tem esperança para conosco naturalmente eu sou um ser humano você é um ser humano e se eu tenho o jeito talvez você também tenha jeito se você tem jeito talvez eu também tenha jeito então é um sentimento mais completo né e eventualmente a fé fica muito externa né a gente terceiriza eu só tenho fé numa Força Maior Mas isso não contamina e me lembro da fala de Jesus né a amar a Deus acima de todas as coisas e é o próximo como a si mesmo o amor a si mesmo portanto esse trabalho consigo é fundamental para se desenvolver algo mais robusto no sentido de persistente mas tenais que consegue enfrentar as adversidades da vida sem se

si mesmo o amor a si mesmo portanto esse trabalho consigo é fundamental para se desenvolver algo mais robusto no sentido de persistente mas tenais que consegue enfrentar as adversidades da vida sem se desesperar pode até se afligir mas desesperado aí vem um ponto fé e esperança Tem sim uma parte da espera para não se desesperar mas não é só espera eu costumo dizer assim seja a esperança tem três componentes tem um teórico chamado Schneider que fala muito da Esperança um psicólogo ele fala das três dos três componentes que nós temos a meta que é algo do Futuro nós temos o caminho mas temos ação né ou seja o caminho envolve uma certa flexibilidade embora o destino a gente sabe qual é porque tem a ver com expectativas com metas mas o caminho ela precisa ser flexível até às vezes mudar de rota para poder chegar naquela meta mas você precisa caminhar precisa agir então quando a gente pensa em Esperança a gente pensa onça vem de ação né então é preciso agir e espera tem dois duas conotações a expectativa Então seria o alvo a meta e à espera que exige assim eu tenho que esperar mesmo porque só posso chegar na meta se eu tiver paciência para seguir a trajetória seguir um caminho então há uma dimensão da espera que é uma dimensão da paciência mas não a dimensão da passividade acho que é interessante a gente aprofundar isso né com certeza esses estados internos são muito diferentes um é um estado de mendicância de não ação de não protagonismo o outro é de quem se associa de quem se Alia a uma a um movimento ativo de busca Mesmo durante a aflição e eu diria um Outro fator ainda né somar a nossa reflexão e assim a fé no espiritismo Espírita não quer dizer que o espírito tenha mais fé que o católico não é nesse sentido não é quantitativamente não é quantitativa quantitativamente mas a doutrina espírita nos oferece uma base na razão no sentido assim de que nós podemos compreender que temos motivo para acreditar que as nossas bases de entendimento em relação às leis da vida a lei natural nos dá sustentação para

e uma base na razão no sentido assim de que nós podemos compreender que temos motivo para acreditar que as nossas bases de entendimento em relação às leis da vida a lei natural nos dá sustentação para que esta fé possa ser robusta ainda essa semana no nosso Evangelho no Lar foi ontem aqui em casa na segunda-feira à noite nós pegamos o livro caminho Verdade e Vida do Emmanuel é lindo né uma das belas obras de mensagens e a mensagem que caiu foi a mensagem 133 recomendo a vocês que se chama a hegemonia de Jesus eu tô com ela aberta aqui na frente umas partezinhas que o Emmanuel Traz ele pega o versículo um capítulo de João Capítulo 8 em que Jesus disse assim disse-lhe Jesus em verdade em verdade vos digo que antes que Abraão existisse eu sou colocação de Jesus e Emmanuel diz assim que é impossível localizar Jesus o Cristo na história a maneira de qualquer personalidade humana porque ele segue o mentor dizendo que esse missionário excelso ele fala mais alto a mensagem do que todas as mensagens instáveis dos mais elevados filósofos que visitaram o mundo Olha só elas lembrando de Aristóteles e aí ele diz assim que antes de Abraão ou precedendo esses grandes vultos de sabedoria do amor da história mundial o Cristo Já era o luminoso centro das realizações humanas E aí a doutrina espírita nos explica na questão da evolução espiritual que Jesus já é um espírito que avançou todas essas escalas evolutivas dos Estados imperfeitos até a perfeição aonde nós somos capazes de compreender esse espírito ele não tem localização no ano isso nos dá uma ideia de que Jesus ele quando se coloca na posição do eu sou me parece né ele está nos falando ali de que os níveis que nós vivenciamos de conflitos de dúvidas esses conflitos que nós temos que geram depressão que geram ansiedade e gera conflitos conjugais que gera discussão com vida Jesus já tinha arredondado isso ele percorre Além disso então quando ele se apresenta como o caminho a verdade e a vida que dá o nome ao livro de Emmanuel ele então ele é uma referência

ussão com vida Jesus já tinha arredondado isso ele percorre Além disso então quando ele se apresenta como o caminho a verdade e a vida que dá o nome ao livro de Emmanuel ele então ele é uma referência como aquilo que está no Livro dos Espíritos de ser mais perfeito que nós conhecemos Então termina o emano estender mais ainda dizendo assim que os filósofos e amigos e lustres da humanidade falaram as criaturas revelando em si Olha que interessante uma luz refratada como satélite que ilumina as noites terrenas os apelos desses embaixadores dignos e esclarecidos são formosos e edificantes todavia nunca se furta uma mescla de sombras e é interessante né porque realmente se nós pegarmos a lua a lua não tem luz própria ela reflete uma luz que é do sol para nos trazer uma luminosidade relativa à noite mas termina Emanuel a vinda do Cristo porém é diverso em sua presença Divina temos a fonte da Verdade positiva o sol que resplandece Jesus tem luz própria nos próprios significa assim por que que citamos esse exemplo assim para a gente pensar para ampliar o nosso estudo e quando a gente tem fé a gente deposita em algo além de nós aquilo que nós ainda não alcançamos E esse estado de entrega e fé pressupõe entrega ele nos edifica por dentro nos trazendo uma outra condição e sozinho nós não teríamos E por aí vou puxar duas dois pontos um essa ligação tanto certa forma a fé nos faz sentir ligados conectados né Assim como gratidão e por isso que eu tô trazendo a gratidão Como Uma emoção muito próxima da consequência da fé porque você se sente conectado né quando você grato a minha mãe grata meu pai Grato Ao meu filho né Tem uma palavra que ele disse eu me sinto conectado mais a ele eu me sinto vinculado a esse amor imagina essa conexão com o criador né com o grande todo como algumas traduções colocam essa conexão é tão interessante que nos dá uma uma sensação de Amparo você falou o termo carência e a gente poder usar a sensação de Amparo que a fé nos dá né e grande parte de nós temos assim Todos

m essa conexão é tão interessante que nos dá uma uma sensação de Amparo você falou o termo carência e a gente poder usar a sensação de Amparo que a fé nos dá né e grande parte de nós temos assim Todos nós né temos a o tema ou se a gente pegar a ideia do complexo de Jung aí nós temos essa questão da vinculação do pertencimento que dá ideia do Amparo e a fé é um é uma grande resposta aí eu vou puxar para o intelectual mas uma resposta emocional também uma resposta de sentido de sentir para esse esse desespero fundamental que é o desespero do desamparo né Ou seja a sensação do desamparo e a ideia da paternidade acho que é ainda é muito interessante da paternidade da vinculação né da paternidade da maternidade da vinculação que nos ampara o espaço Mas é uma parte intelectual que é o que você colocar fé Espírito ela tem uma questão qualitativa diferente porque ela adiciona a razão e aí eu vou pegar um conceito que eu gosto de fé que tá em Paulo de Tarso no Capítulo 11 Versículo 1 do da epístola aos hebreus tá então Hebreus 11 ou um a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos então é interessante que ele dá essas duas dimensões prova da ideia de Saborear né Vamos fazer uma prova da dos docinhos do casamento dos docinhos do aniversário a prova do bolo a prova do vestido ou seja dar uma ideia de experimentação de Saborear daquilo que a gente ainda não vê seja uma prova daquilo que a gente não vê porque a gente vê hoje como um espelho diz Paulo de Tarso né pessoal aos Coríntios né agora a gente vem em parte mas então veremos Face a Face agora nós vemos como num reflexo como no espelho essa ideia da fé e um espelho que diminui muito a luz do entendimento e do sentimento Em algum momento a gente vai conseguir ver Face a Face nessa comunhão que a gente perceber no Cristo quando na explicação Espírita né a gente entende que eu e o pai somos um nessa comunhão da luz própria que ele já tem E aí o Paulo coloca a certeza então ele traz a dimensão cognitiva a certeza daquilo que a gente

licação Espírita né a gente entende que eu e o pai somos um nessa comunhão da luz própria que ele já tem E aí o Paulo coloca a certeza então ele traz a dimensão cognitiva a certeza daquilo que a gente espera daquilo que a gente tem como uma intuição aí a doutrina espírita coloca ferro raciocinada a fé vinculada com a razão eu acho muito interessante eu acho só que um alerta que eu sempre faço quando para mim mesmo e nós nas palestras enfim é assim Acho que você vai dizer uma coisa que eu também penso Mas vamos lá vamos ver se vai fechar que a ideia de que a fé raciocinada não pode ser uma racionalização da fé é isso né você começou a falar o Léo vai falar uma coisa a gente nunca conversou sobre isso mas não existe uma fé raciocinada né vamos dizer assim o que quando o espiritismo é raciocinada é uma fé que tem a razão como instrumento para para estruturar a nossa fé mais ainda não é uma conexão né uma conexão com a razão né a fé ela não raciocina a fé é um estado de espera daquilo que não se sabe não sei ah eu estou acreditando por isso por isso por isso por isso não isso não é fé a fé vai meio às cegas vai meio no escuro vai na confiança é como a criança que se entrega no colo de um pai de uma mãe ela quando se joga ela tem ela tem confiança de que ela vai ser acolhida ela se joga o que dizer de um pai que uma criança se joga de cima ele não pega ela perderá esse estado de confiança aliás esses estados emocionais de fraturas nos estados de confiança se deve muitas vezes as falhas para elas ambientais lá na infância onde se tem esse estado puro nós veremos Mais adiante também aventurados os puros né que Jesus enaltece a criança porque ela tem esse estado germinal da Fé da confiança em estado natural né ele recomenda isso ele é esta abertura né que a gente se joga então ela não é raciocinada nesse momento não é raciocinado depois a gente raciocínio entende ah não mas claro isso aí tem lógica por isso por isso por isso aí a gente joga para o terceiro andar da nossa mente ali assim e pensa sobre o

omento não é raciocinado depois a gente raciocínio entende ah não mas claro isso aí tem lógica por isso por isso por isso aí a gente joga para o terceiro andar da nossa mente ali assim e pensa sobre o assunto mas eu acho que é disso né que a gente estava pois se a gente pensar até Talvez seja interessante para quem não é da área racionalização uma defesa que é natural que não necessariamente ruim né mas o excesso de racionalização a ponto de tirar a espontaneidade do sentimento porque a razão ela tem uma coisa que não é espontânea eu preciso de um esforço né a intuição é algo mais que venha assim a intuição nasce também da sensação da emoção né a emoção algo mais que Brota dizendo ser mais rápido então o excesso de racionalização às vezes paralisa demais porque eu preciso ter muita certeza Então essa racionalização que nos ajuda por exemplo qualquer corpo doutrinar assim filosofia né que é o primeiro contato que a gente tem com essa a ideia de racionalizar é uma forma de racionalização que bota os pingos nos is nos ajuda dar conceitos para a gente se sente menos desamparado menos fluido né menos solto então é importante o conceito a ciência ao conceitualizar né quando a psicanálise a psicologia humana as espiritismo seja ela cria códigos ela tá tendo em conceito estava de certa forma racionalizando algo para a gente ter o que se pegar o problema é o excesso e a gente achar que só por conceitos a gente vai conseguir atingir a fé tem um conto que um amigo meu que seja um livro sobre Charles richê né sou uma Magalhães pela FEB ele resgata que é um conto do Humberto de Campos sobre o próprio Chile assistir que foi prêmio Nobel enfim escreveu Uma Mente ilustre E aí o Humberto de Campos conta a história de que Charles encher Ele estudou a meta psíquica humana ele viu a partir da ciência com a com a tentativa de encontrar a fé de a partir da ciência encontrar a fé a partir da Razão portanto encontrar a fé e aí é como se ele chegasse próximo sem fazer comparação a gente chega próximo mas

m a com a tentativa de encontrar a fé de a partir da ciência encontrar a fé a partir da Razão portanto encontrar a fé e aí é como se ele chegasse próximo sem fazer comparação a gente chega próximo mas precisa do Pulo do Gato toda a cozinheira sabe que tem que ter o pulo do gato né fazer uma coisa não é só seguir a receita se for uma receita sempre tudo bem mas foi uma receita complexa ambiciosa né como essa a fé precisa talento do tempero E aí não dá para Então pensa nessa nesse salto que é um salto qualitativo não salto quanto tentativa de mais conhecimento né aí Nós entramos num terreno muito interessante que é o da subjetividade nós vivemos numa época de Muita cobrança de objetividade nós temos que tomar um certo cuidado com esta concretização exagerada da razão a razão ela pode ser útil quando ela está a serviço de alguma coisa aliada a sensibilidade mas quando ela se impõe apenas como um elemento único ela se torna uma ditadura ela é fria sabe que mesmo no campo da psicoterapia e o laboto mais na área da psicanálise existe uma autor psicanalista que é o eubion ele nos fala de alguns estados necessários para a gente conseguir ouvir o nosso paciente e ele chama que para esse estado de capacidade de escuta é preciso desenvolver o que ele chama de ato de fé é esse termo mesmo que ele usa na psicanálise já se fala do ato de fé não é um ato Místico mas um ato de quem acredita quem espera de quem ouve de quem se esvazia das suas verdades se despede das suas teorias do das suas memórias e dos seus desejos porque se a gente vai com uma teoria muito pronta para atender uma pessoa a gente não ouve a pessoa a gente quer encaixar a pessoa naquele que a gente então ele coloca assim o ato de fé é poder estar sem memória sem desejo E poder ouvir para que se possa se aproximar daquela verdade última ele usa então Kant né que do ato de fé em busca da verdade última porque porque se supõe-se com razão e bases clínicas que a verdade está dentro do paciente Talvez o paciente não saiba

verdade última ele usa então Kant né que do ato de fé em busca da verdade última porque porque se supõe-se com razão e bases clínicas que a verdade está dentro do paciente Talvez o paciente não saiba daquilo que saiba mas ele se ele puder falar dele mesmo e Expressar e o analista estiver um ouvidos de ouvir e com olhos de ver aquela verdade se apresenta isso é um ato de fé então mesmo no trabalho psicoterapêutico no trabalho discuta é preciso ter esse elemento de estar aberto a ouvir aquilo que eu não sei e para ouvir aquilo que eu não sei eu preciso estar minimamente desconfiado de que o que eu sei é insuficiente histórias aqui para compartilhar uma que eu escutei ontem de uma amiga professora psicanalista psiquiatra também e a gente relembrava um psiquiatra que também foi professor lá da federal onde sou hoje chamado Galdino Loreto acho que nunca falei dele para você eu vou falar para você falo para hoje presentes foi um grande psiquiatra assim a frente do tempo dele e ele falava Sérgio de uma atitude psicoterapêutica que todo médico deveria ter Então tem um artigo científico dele ele fala dessa postura de escuta sabe que não é só do psiquiatra deveria ser de todo médico ele era professor de medicina tudo e é um artigo que eu até falei ah eu fiz até uma apresentação no congresso e fez um update ou seja uma atualização de artigos eu trouxe esse artigo antigo e fiz umas seis então falamos de Galdino Loreto é uma pessoa que era frente do tempo dele inclusive na psicoterapia você tem ideia ele começou a fazer atendimentos a estudantes universitários especialmente os dados de medicina onde ele ensinava antes mesmo de existir no Brasil corpos bem formados sobre a importância da Saúde Mental do universitário né que é hoje ele havia falado muito saúde mental do Estudante medicina ele atendeu começou a atender em 1954 e até foi 1978 atendendo né diretamente a tese de professor titular lá da federal dele foi com a experiência desse atendimento ele tem ideias fantásticas assim duas frases

eu começou a atender em 1954 e até foi 1978 atendendo né diretamente a tese de professor titular lá da federal dele foi com a experiência desse atendimento ele tem ideias fantásticas assim duas frases lapidares que eu vi por exemplo uma é que antes de querer transformar os professores em psicoterapeutas improvisados dos seus alunos nós estamos defendendo a ideia de que todo o professor deveria ficar mais atento a essa subjetividade a essa escuta do seu aluno E aí ele defendia a ideia de que deveria se ter dentro do curso de medicina e dos cursos universitários em geral espaços terapêuticos sabe para que não Esperasse o tempo do adoecimento já chegar para pessoa procurar ajuda e colocar de forma preventiva dentro dos cursos pois bem essa figura que tem vários outros pontos ele começou a atender em 54 Então veja que os psicofármicos quase ainda não tinha estava começando a chegar então ele começou a atender em psicoterapia ele falava dessa ideia da junção da psicoterapia na psiquiatria E aí a professora falava assim que foi residente dele na época na aluna dele ela teve uma vez que achei muito interessante a capacidade dele de fazer isso né que você exemplificou e pegar o conhecimento que ele tem e traduzir para a prática Clínica tem um paciente com deficiência intelectual que não conseguia dormir tudo tem uma insônia muito grande mas não aceitava tomar nenhuma medicação ele só queria água benta eram paciente deficiente com deficiência intelectual e muito católico E aí ele não quer água benta eu quero água benta só tomo se for água benta e ao Galdino Loreto teve um site na hora e falou assim olha Fulano vamos fazer o seguinte você toma sua água benta mas junto Toma esse remédio aqui então o remédio com água benta E aí eu paciente Doutor eu vou fazer isso então depois de vários anos tentando fazer vários tempos alimento acho que ela falou o ano ali ela atendendo nessa consulta ele fez esse que eu acho que é um olhar transcendente de pegar o que é que o transcendente no sentido de

tentando fazer vários tempos alimento acho que ela falou o ano ali ela atendendo nessa consulta ele fez esse que eu acho que é um olhar transcendente de pegar o que é que o transcendente no sentido de transcender o livro de transcender a cultura que ele tinha né científica sem pegar os valores dele e empurrar para o paciente pegar o valor do paciente e se misturar com digamos o valor científico achei Fantástico essa ideia que era um produto do paciente com o medicamento que era um produto do estudo dele e sem e sem colocar uma ordem de valor de escala agregou os dois e fez lembrar Léo o que Jesus dizia e quando Jesus curava ele dizia a tua fé te curou ele incluía voltamos aquele ponto né a importância do instrumento do canal de energia da fonte alimentadora da própria pessoa ele não se atribui ao mérito Por que me dizer que sou bom bom é meu pai que está no céu ele era instrumento também então é lindo a postura psicoterapêutica de Jesus quando ele nos ensina que nós temos a nossa água benta Todos nós temos a nossa água benta dentro de nós só que às vezes ela tá parada numa tigela e ela precisa ter o veículo ativo quando esses veículos se somam isso o espiritismo pode explicar muito bem pela teoria quântica essa potencialização ela se torna muito grande e um veículo de cura porque que os milagres das curas os milagres são frutos da Fé conforme o evangelho porque são essas potencialidades estão dentro de nós e aí é muito importante uma outra um outro conceito Espírita assim fundamental de que não existe uma fé maior do que outra assim católico ou até o lá que não acredita eu acho que não acredita ele pode ter um potencial de receptividade e de atividade tão intenso que ele se vincule a própria cura então a fé não é um artigo um produto de uma determinada religião ele não pode ser comercializado para nós também né um ponto também Outro ponto nessa perspectiva eventualmente a gente pode fazer uso da Fé para nos abastecer tanto assim que nos enche o ego de vaidade e a gente não

r comercializado para nós também né um ponto também Outro ponto nessa perspectiva eventualmente a gente pode fazer uso da Fé para nos abastecer tanto assim que nos enche o ego de vaidade e a gente não fica receptiva outras ajudas e a gente vê muito isso como psiquiatra como psicoterapeuta né que é a gente tem até um termo chamado copen religioso negativo né ou seja ele pega a ideia dos conceitos religiosos dele para fazer uma competição com a medicina por exemplo uma competição com a psicologia e ser uma coisa de Ou isso ou aquilo ou quem vai me curar é Deus né E não necessariamente a mão de Deus por outras vias né e a ideia de que entre aspas na mão de Deus vem por várias vias então é interessante a gente poder fazer a fé não como instrumento de nos deixar preenchidos no nosso eu sem abertura outras experiências Então nesse sentido a fé responde dúvidas mas ela não dá para não pode ou não deve ou não dá ainda para responder todas as dúvidas nos dá tanta certeza né Eu acho né que é outro eu acho que é outro outro risco a fé como sinônimo de certeza Exatamente porque a fé ela é um estado de abertura não um fechamento a fé não é não é não encerrar alguma coisa é Abrir algo é o movimento de abertura e a ideia Inicial que nós começamos é de que porque não mais agora sozinho porque como você disse a pouco a fé é ligação ligação tem que ter eu mais alguém eu não tenho ligação é eu e mais alguém né esse pode ser esse alguém pode ser um alguém transcendente sim então eu tenho fé em algo além de é um estado de abertura eu não sei o que vem depois até verdadeira não é aquela que corresponde na resposta aquilo que eu esperava eu quero ser curado de determinado problema e Deus aumenta o problema ou a vida aumenta o problema e eu continuo acreditando que ali tem um aprendizado para mim isso é fé O que que tem aí que eu não estou entendendo o que que isso está me ampliando porque a fé que exige que as coisas aconteçam da forma como eu estou querendo não é fé Isso é uma negociação é uma negociação

ue que tem aí que eu não estou entendendo o que que isso está me ampliando porque a fé que exige que as coisas aconteçam da forma como eu estou querendo não é fé Isso é uma negociação é uma negociação as pessoas se se decepcionam muito com um determinadas religiões inclusive com o espiritismo ah eu tô indo lá 20 anos e as coisas não melhoram para mim ou seja é um comércio Ah mas eu estou passando por necessidade Às vezes as pessoas dizem assim mas ele é trabalhador Espírita como é que isso foi acontecer com ele ele é palestrante mas como é que isso foi acontecer com ele numa ideia de que assim se é uma pessoa de tanta fé deveria estar blindado de determinados problemas e protegido numa espécie de local privilegiado o lugar de um eleito aonde as coisas ruins não acontecem Opa mas o que que houve com o maior de todos que foi parar numa cruz não deu certo então a fé dele não exatamente naquele momento extremo Quando ele estava já numa condição de tamanho a humilhação dos humanos ele então dá o exemplo maior de fé de que ainda tem além dele a vontade do pai esta ideia da ligação né O que você trouxe agora a ligação é com algo além de mim isso é a matéria-prima do que nós estamos estudando hoje quando você tava falando tava lembrando o seguinte de certa forma todas essas convicções deixando assim um pouco fruto da nossa prepotência né da nossa vaidade de achar que nós teremos blindados porque isso dá uma ideia de que eu sou melhor né a ideia da blindagem me dá a ideia do que eu sou um pouco melhor do que fulano e é uma ideia muito me parece simplória porque é muito Matemática Simples assim dois e dois são quatro se eu tenho tanta fé faço tantas coisas eu tenho um resultado esperado e afeta mais na convicção do que no resultado específico ou seja na convicção na doença tá mais na convicção de que eu consigo passar por aquela situação Independente de obter a cura ou não afeta mais na postura do que no posterior que vai vir o posterior vai vindo de acordo com a minha postura

na convicção de que eu consigo passar por aquela situação Independente de obter a cura ou não afeta mais na postura do que no posterior que vai vir o posterior vai vindo de acordo com a minha postura Então me parece E aí a postura fala dessa abertura uma postura de abertura né não a postura de fechamento a gente precisa de algumas certezas mas veja a certeza de que aquilo vem por exemplo para um aprendizado é uma certeza Interessante não a certeza que se encerra é uma certeza que abre porque você é um aprendizado né então a gente precisa de alguma certeza mas não aquela certeza fechada hermética exatamente o nit fala a gente tem que tomar uma certa cuidado com as palavras porque às vezes a gente tá usando uma mesma palavra com vários significados Então esse é um esse é uma tarefa de quem tá nos escutando aqui né quem está falando Tem um limite porque às vezes a gente usa palavras querendo dizer uma outra coisa então é o papel de quem está ouvindo poder capturar o sentido né E nem sempre isso é muito fácil mas o nit dizia assim que a verdade é inimiga da convicção sim em outras palavras disse mas ele queria dizer que convicção como a certeza que encerra no momento que eu tenho uma verdade que encerra ela já deixa de ser uma verdade porque ela fechou para novos saberes os novos saberes são sempre algo do não sei o resultado não e afetam este essa prerrogativa a fé é um estado de não saber não saber talvez alguém Saia Desse nosso encontro diga assim nossa eu sei com mais dúvidas do que quando eu entrei ótimo porque esta dúvida é uma é uma seiva alimentadora para pessoa e buscar mais coisas Ah que interessante essa Live eu nunca tinha pensado nisso porque eu fui lá enquanto tentando encontrar uma resposta e sair com mais perguntas um outro autor diz assim acho que é o próprio Bion que diz que a maldição da pergunta é a resposta porque enquanto uma pergunta está suscitando novas perguntas eu estou no estado de busca eu estou vivo quando isso é respondido eu morre a morte da questão a encerrou não tem mais

ergunta é a resposta porque enquanto uma pergunta está suscitando novas perguntas eu estou no estado de busca eu estou vivo quando isso é respondido eu morre a morte da questão a encerrou não tem mais nada para saber É nesse sentido acho que a doutrina espírita com a postura de Kardec é interessante quando fala não é fora da Verdade que não há salvação né porque seria uma seria uma prepotência Espírita achar que aqui teremos a verdade né E na verdade final né ele ele remete ao amor a caridade como sendo um estado emocional não estado e é bem interessante fora da igreja não a salvação também não é a postura que ele ele propõe né porque a caridade tem essa coisa da ação é o amor e Ação também não é um amor só teórico é um amor pratico um amor que se desdobra numa ética né numa postura E aí nunca tinha pensado nesse aspecto assim que a verdade que se fala ali é uma verdade arrogante quem tem uma resposta final né A questão de poder que tem acho que tem dois pontos interessantes né sobre a verdade Jesus fala Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará então a gente essa busca pelo conhecimento a busca pelo conceito tem a sua validade e a sua validação por esse ser crístico né Por esse ser perfeito mas quando chega lá no final da existência dele aqui para Terra que a gente conhece quando vão perguntar para ele né Pilatos O que é a verdade ele fica em silêncio ou seja verdade mais Como Um estado contemplativo uma meta um ideal do que uma resposta em ser uma resposta concreta porque algumas coisas e é engraçado que na final da trajetória da trajetória em que a gente conhece dele aquele mostra o silêncio que é uma postura humilde me parece ele ensinando humildade olha de certa forma porque se a gente como Espírita tenha crença de que ele é um espírito perfeito né um modelo guia a gente tem a crença de que ele tinha e tem essa Sapiência então ele poderia fazer um discurso mas serem inútil porque para algumas coisas a verdade não pode ser falada tem que ser sentida né sabedoria sabedoria vem de

ça de que ele tinha e tem essa Sapiência então ele poderia fazer um discurso mas serem inútil porque para algumas coisas a verdade não pode ser falada tem que ser sentida né sabedoria sabedoria vem de sabor vende sem sentir não existe sabedoria teórica apenas né E para algumas coisas tem que ter paciência para esse caminho evolutivo nesse sentido eu acho muito bonito eu queria contar são outra história que vou abrir um odivan o meu Edvan uma vez eu cheguei assim para mim para mim analista na época uma pessoa que aprendi muito nesse espaço terapêutico e até Vou compartilhar as pessoas às vezes acham que fazer análise ou psicoterapia só quando tá sofrendo não sucessos portas abertas são muito importantes também de serem lugares de você ter espaços de terapêuticos né tanto que Jesus coloca né A questão de não se dá para servir a dois Deuses a Mamon né que é Deus a questão da porta larga enfim sucesso abre muito a porta e eventualmente a gente não sabe lidar com esses pontos então Acho interessante que eu tava muito feliz é sério porque tem publicado um artigo científico que trazia uma revisão sistemática sobre como nosso cérebro fica quando nós estamos sentindo felicidade né Bem Estar E aí eu tava feliz porque eu falei poxa tá vendo felicidade existe e falei para ela e aí falei olha até que nosso cérebro funciona assim etc E aí ela me deu uma uma arrematada interessante meu filho você nunca sentiu felicidade não foi eu comecei a rir eu falei É verdade porque eu precisei escrever um artigo científico publicar numa revista científica conceitualizar racionalizar uma coisa que é sensação né E ela me fez nunca sentiu felicidade não tem vida né Que vida miserável você tem então Acho interessante porque nos estudos científicos da fé e aí você no capítulo traz que eu queria até trazer essa notícia né existem vários estudos que mostram como o nosso cérebro funciona que nosso corpo muda mais interessante a gente perceber que a mudança do nosso cérebro a mudança do nosso corpo não necessariamente localiza

em vários estudos que mostram como o nosso cérebro funciona que nosso corpo muda mais interessante a gente perceber que a mudança do nosso cérebro a mudança do nosso corpo não necessariamente localiza a fé né não necessariamente nos traz o que origina a fé porque existe e mesmo que a gente tem uma visão materialista digamos assim a gente não acredite na questão do espírito da existência do Espírito existe uma coisa não localizacionista no nosso corpo né É uma questão que envolve todo o nosso corpo Especialmente quando a gente pensa em emoções então na parte final do teu Capítulo traz algumas algumas pesquisas de como o nosso cérebro É talvez a gente pudesse falar um pouco sobre isso também de que também isso não vai ser a palavra final e nem vai encerrar vai trazer em capítulo novo né mas não necessariamente a conclusão do tema Com certeza é nesse nesse momento que eu escrevi sobre as atividades do cérebro né durante a prece enfim recorrer alguns estudos da neurociência que trazem esses traçados que evidenciam algumas condições favoráveis que estão ligadas a esses estados internos né Mas de fato isso aqui é uma é mais uma contribuição à Ciência né porque também neste sentido se espera que o espiritismo possa também trazer elementos que ajudem a nos fazer pensar essa questão não como um artigo como uma questão Mística apenas que não tenha nenhuma ligação com a possibilidade de ser estudado não isso hoje nos estudos de neuroimagem nos estados de trânsito já podem ser computado já podem ser analisados e isso é algo muito importante mas realmente não será um aparelho não será um estudo científico que vai fazer as pessoas terem fé quem tem fé não precisa da ciência a fé aquele que indivíduo que acredita não eu preciso de uma prova não a prova não prova nada se prova se prova convencer se alguém de alguma coisa O médico não fumava porque ele tá vendo que o pulmão estraga ele vai ter câncer ele vai morrer ele fuma eu tinha um professor de Medicina na sua época que ele dava aula fumando

alguém de alguma coisa O médico não fumava porque ele tá vendo que o pulmão estraga ele vai ter câncer ele vai morrer ele fuma eu tinha um professor de Medicina na sua época que ele dava aula fumando na época se fumava ele dizia assim olha Não façam isso que isso aqui faz mal à saúde eu vou mostrar para vocês ele fazer ele me provou ali que prova não prova nada para ninguém ela não serve nada para ninguém só se a pessoa já está pronta para poder aberta né acho que é interessante é que a própria situação da pandemia no início da pandemia temos uma certa ilusão né de que agora as pessoas vão se transformar para melhor digamos Mas a pessoa tem que estar aberta porque senão as situações até revoltam e não trazem transformação né aí essa abertura então a dor por exemplo transforma para melhor se a gente tá um pouco aberta senão às vezes revolta desespera e a fé Talvez seja uma abertura para essa mudança né então acho que é interessante novamente a questão das virtudes anteriores né da humildade da capacidade da nossa virtude da não revolta da da da da resignação e todas as outras porque este estado interno que vai determinar a possibilidade dessa abertura né E realmente a gente retorna Jesus porque Jesus Jesus é fascinante dizer mano às vezes é fora da especulação porque essas questões que ele trazia ao seu tempo que o espiritismo hoje nos traz de volta então elementos dela para a gente poder abordar de por vários caminhos várias direções quando Jesus quando Jesus silenciava agora você lembrou bem naquele momento perante Pilatos que a verdade e ele silencia e ele deu uma resposta porque não há como chegar a verdade sem silenciar os saberes tem que silenciar as respostas tem que silenciar os desejos silenciar as angústias silenciar as vaidades silenciar as prepotências ao egoísmo a tudo aquilo que nos caracteriza como falsos sabedores silenciar tudo isso silenciar a si mesmo é como quem apaga a luz para poder ter um pouco mais de acuidade visual e poder enxergar um pouco um pequeno ponto luminoso na

aracteriza como falsos sabedores silenciar tudo isso silenciar a si mesmo é como quem apaga a luz para poder ter um pouco mais de acuidade visual e poder enxergar um pouco um pequeno ponto luminoso na escuridão ele pode ser percebido é no silêncio que a gente ouve aquilo que é inaudível enquanto nós estamos no meio do Barulho então nos Estados negativos negativos eu coloco aqui nos Estados de realidade de quem está perto e se descobre o novo então quando Jesus silencia ele responde E aí ele diz ouça e tem ouvidos veja e tem horas de viver próximo mês a gente tem mais um encontro marcado e a gente entra na virtude misericórdia né bem-aventurados os misericordiosos porque eles receberam misericórdia e de certa forma já antecipando né A misericórdia traz um pouco desse aspecto relacionado né Então as três seriam intrapsíquicos né essa fé transcendente que de certa forma também transcende para o outro mas transcende mais ainda e a misericórdia de certa forma relacional do encontro amoroso afetuoso que nós podemos ter com o outro né com a humanidade e eventualmente conosco também mas a misericórdia envolve essa essa atitude então a gente fica eu fico o convite para que a gente possa estar no na última terça de agosto né Nós estamos em Julho de Agosto a gente poder falar sobre a misericórdia Muito obrigado Sérgio por estarmos aqui mais uma vez tá sempre é muito bom essa esse contato com você Muito obrigado vocês que estiveram conosco refletindo se acharem úteis essas perspectivas compartilhem para que outros corações possam também pensar nesse tema da Fé sobre essa perspectiva grande abraço Sérgio até a próxima

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