#89 • Jesus e Saúde Mental • Lei de Sociedade
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado e Sérgio Lopes » Episódio 89: Lei de Sociedade
há coisas que são faladas há tempos e sobre diversas perspectivas sobre diversas óticas a ótica da arte a ótica da ciência a ótica da Psicologia a ótica Espírita e dentro dessas coisas que são faladas H tempos há uma música com o mesmo nome um homônimo Há Tempos da Legião Urbana em que o Renato Russo vai terminar a música dizendo que disciplina é liberdade compaixão é Fortaleza ter bondade é ter coragem e lá em casa tem um poço mas a água é muito limpa essa fala muito bem caracteriza de certa forma o que nós estamos aqui colocando nesses encontros em que eu e o Sérgio Lopes nos temos debruçado sobre as leis Morais segundo as leis naturais explicadas pelo espiritismo e a saúde mental porque no encontro passado nós falamos sobre a lei de liberdade e a perspectiva dessa frase que resume muito bem Aliás a arte em geral consegue resumir muito bem conteúdos muito complexos em frases em notas em arte em pinturas disciplina é liberdade para podermos ter uma liberdade profunda nós precisamos construir algum tipo de disciplina que envolve algum nível de autocontrole saudável que está relacionado à autonomia a capacidade de se autodeterminar mas essa liberdade essa autonomia ela não envolve uma autossuficiência ou seja uma ilusão de onipotência como se nós pudéssemos nos bastar a nós mesmos por isso que a música muito bem coloca em seguida que compaixão é Fortaleza compaixão é uma característica que se exerce também na relação que sobretudo se exerce na relação com na relação com o outro com paixão com afeto e na relação conosco aquilo que nós estamos eh traduzindo conosco Nós também transbordamos para com outro por isso que muito bem diz Renato Russo que ter bondade é ter coragem porque eventualmente nós estamos acostumados com uma coragem muito truculenta E essa coragem que o Renato Russo nos reporta certamente seria aquilo que nós estudamos dentro da chamada psicologia positiva de bravura moral a capacidade de ser íntegro para poder ser inteiro e nessa inteireza nós conquistamos uma maior autonomia que
ente seria aquilo que nós estudamos dentro da chamada psicologia positiva de bravura moral a capacidade de ser íntegro para poder ser inteiro e nessa inteireza nós conquistamos uma maior autonomia que envolve algum nível de relacionamento positivo saudável conosco e com o outro por isso que n vamos nos debruçar nesta noite sobre a lei de sociedade e a nossa saúde mental os relacionamentos que são sempre muitas fontes de amorosidade Mas também muitas fontes de ódio fontes de caminhos mas também fontes de descaminhos por isso que eu convido você para ficar conosco além da nossa vinheta muito bom Sérgio Lopes como é que você está como é que estão as coisas aí no teu Rio Grande do Sul e contigo tudo bem Léo Boa noite Boa noite amigos da TV mansão do caminho do nosso espaço e saúde mental Aqui estamos num dia frio com bastante chuva não mais aquela chuva ameaçadora que foi devastadora no mês de maio mas agora uma chuva que faz parte da nossa tradição dessa época do ano Mas como já sobrevivemos há tanto tempo imaginamos que vamos sobreviver novamente nesse ano uma boa noite prazer tá aqui Léo tá contigo e estarmos discutindo novamente ess a temática que nos convida Tanto à reflexão que de certa forma tá conectada com o nosso último encontro né que foi sobre a Lei eh de liberdade a lei do trabalho e a possibilidade de relacionamento que nós temos um com o outro e eu queria Então lembrar a a questão que começa né O Livro dos Espíritos e o o teu livro também você começa citando né a lei quando eu falo o livro do do Sérgio é esse livro aqui ó o cérebro triuno certamente vai est aí ao contrário né o cérebro triuno a serviço do espírito é dele do dcio e andoli Júnior e da irvênia Prada cada um escreve uma parte e a parte do Sérgio Lopes é sobre as leis Morais da vida e a saúde mental e Justamente a questão 766 de O Livro dos Espíritos questiona a vida social está em a natureza parece uma questão simples mas o que Kardec tá precisamente perguntando é viver em sociedade é uma mera convenção é um mero
stão 766 de O Livro dos Espíritos questiona a vida social está em a natureza parece uma questão simples mas o que Kardec tá precisamente perguntando é viver em sociedade é uma mera convenção é um mero um mero formalismo ou é uma necessidade para a evolução Ou seja é uma coisa que tá na natureza eh certamente é uma questão da natureza Deus fez o homem para viver em sociedade ele não teria dado inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias a vida de relação a d eh estive nesse final de semana com o dcio e o o Gilson né que é aí também do Rio Grande do Sul e eles me falando que a d ivia Ela é professora da parte de eh neuroanatomia comparada né da ela é veterinária médica veterinária professora né atualmente aposentada e uma da cadeira que ela ensinou muito tempo foi neuroanatomia comparada que tem tudo a ver do fato com essa proposta eu consegui entender porque ela encontrou essa perspectiva né porque a a teoria do Paul mlin que dá embasamento dessas três etapas eh se a gente pegar um um termo mais técnico seria filogenético né uma etapa de evolução dentro da genética dentro da evolução das espécies em três patamares né E aí ela vai fazer junto com vocês uma uma relação com as três casas mentais no livro O Mundo no Mundo Maior de Chico Xavier André Luiz eh e nessa nessa perspectiva eu queria que você pudesse recomeçar a nos introduzir aí o que é que você pensou Sérgio eh para trazer Como a alma dessa lei de sociedade quando você pensou nas interfaces escrevendo esse capítulo todo pois então esse esse capítulo ele começa já me interessar bem antes Léo desse tema da do cérebro Trio quando eu escrevi o primeiro livro né le saúde mental me chamou atenção já naquela época essa questão por conta de que na experiência como psiquiatra como psicoterapeuta a gente percebe claramente que as pessoas quando adoecem sobre o ponto de vista psíquico elas se isolam as patologias mais graves são patologias que levam ao isolamento né então na esquizofrenia a pessoa tem normalmente a esquizofrenia
essoas quando adoecem sobre o ponto de vista psíquico elas se isolam as patologias mais graves são patologias que levam ao isolamento né então na esquizofrenia a pessoa tem normalmente a esquizofrenia paranoide sentimento de perseguição de desconfiança há uma tendência ao isolamento afetivo na depressão a pessoa se isola porque se sente vazia e não se sente apta por estar em contato com os outros no transtorno do pânico a pessoa tem medo de estar junto com outros e fica em pânico quando tá no meio de uma multidão de um modo geral vemos que no no adoecimento mental há uma tendência ao isolamento o que nos fez pensar que é um dos ingredientes da Saúde o desejo e a vontade de estar com os outros que é da natureza é da natureza do Saudável nós queremos estar nos relacionando Então me parece que o ser humano é muito mais do que um ser racional ele é um ser relacional Um Ser que precisa de relacionamentos seja para se sentir saudável seja para se desenvolver então o desenvolvimento psíquico desenvolvimento emocional ele se D partir do envolvimento então até a palavra traz né para haver desenvolvimento é preciso haver envolvimento e o envolvimento se dá na relação com os outros Então esse é o grande desafio e o grande dilema não poderia ser diferente porque um dos objetivos da Encarnação é exatamente o desenvolvimento moral o progresso que será uma das leis que também vamos estudar logo a seguir ele se dá a partir deste binômio eu e o outro nós nascemos no mundo físico para nos envolver mos nos relacionarmos nós já nascemos no mundo físico através de uma outra pessoa né Nós ingressamos dentro de um útero materno portanto nós mergulhamos dentro da intimidade de um psiquismo que não é o nosso e nós precisamos desse psiquismo materno para constituir o nosso de tal modo que conforme winicott um bebê ele não existe sozinho bebê ele se dá a partir do momento em que ele está sendo visto ele está sendo sendo olhado ele está sendo percebido E aí então ele passa a existir através do Olhar do
tt um bebê ele não existe sozinho bebê ele se dá a partir do momento em que ele está sendo visto ele está sendo sendo olhado ele está sendo percebido E aí então ele passa a existir através do Olhar do outro a nossa primeira sensação e noção de nós mesmos só se dará a partir do olhar que nós tivemos então mesmo na Encarnação independente da evolução do espírito né se pegarmos Jesus Jesus também precisou entrar no útero materno de Maria ter uma mãe carinhosa Generosa maravilhosa e a partir dali de algum modo isso influenciou no seu psiquismo naquela Encarnação naquele momento por mais que ele tenha sido queem ele foi né ele se desenvolve dentro do seio de uma família que não foi pequeno tempo foi longo foi um período bastante alongado a convivência familiar foi enorme isso nos traz ensinamentos de que a sociedade a primeira sociedade que nós encontramos é a sociedade da família é nesse capítulo também que nós vamos encontrar logo a seguir dessa pergunta que tu trouxestes aí a questão dos laços de família né não é por acaso que Kardec classifica os laços de família dentro da lei de sociedade porque ele se dá conta né de modo eh dentro das suas da sua nomenclatura das suas condições na naquele tempo de que estes laços fraternos familiares são os que darão as bases para os relacionamentos futuros então a da lei de sociedade é uma temática que envolve a conforme já você colocou desde a filogênese mas quando caímos na ontogênese né no nosso campo mais do humano e nós vamos encontrar Portanto o psíquico o psíquico humano nós perceberemos que se falarmos em Saúde Mental nós precisamos falar no campo do tema da lei de sociedade ou sgio aí mudando radicalmente a forma de nós nos relacionarmos eh com os outros e conosco a entra Esse instrumento que nós estamos usando eu e você para podermos fazer esse encontro Esse envolvimento e desenvolvimento de um tema né Esse envolvimento entre nós e desenvolvimento de um tema que é a internet e não só a internet em si porque quando a internet
ermos fazer esse encontro Esse envolvimento e desenvolvimento de um tema né Esse envolvimento entre nós e desenvolvimento de um tema que é a internet e não só a internet em si porque quando a internet chega e eu me recordo muito bem porque eu peguei uma geração que Vivi na aquela infância né Eh sem internet tinha a parte eletrônica começaram a chegar os jogos de videogame o atar eu me lembro depois o Phantom o Mega Drive eu tinha uns seis para 7 anos mas era difícil chegar né eu não tinha na família eh uma posse financeira muito grande então não era tão simples chegar mas eu me recordo quando chega o primeiro computador na minha casa mas o computador era tão grande e fazia tão pouca coisa que existia o ms do era basicamente para ligar desligar e depois começa vi o Windows né o primeiro programa assim com uma interface depois outros eh outros programas mas era isso né era pouca coisa para você fazer então era um um instrumento até de certa forma Entediante era mais prazeroso e mais envolvente a gente se desenvolver no patins né Eu andei muito de patins na bicicleta nas brincadeiras embaixo do prédio quando se podia descer né embaixo do pred eu digo que se podia porque aqui pelo menos em Recife seja eu não sei se aí também tem mas tem uma uma lei que não permite as crianças ficarem sozinhas lá embaixo do prédio e nem usar o elevador por causa de acidentes né E aí para evitar o um novo acidente Então se colocou leis de restrição E aí eu fico pensando como pai me comparando também eh como também uma uma um acidente que causa uma destruição uma desencarnação uma morte acaba gerando também como consequência um certas paranoias que fazem com que E aí Você pegou o dilema do de transtornos psiquiátricos começou com a esquizofrenia eh e como essa paranoia nos isola esse medo de provocar um acidente esse medo de a gente se destruir de a gente se ferir nos isola tô falando de uma maneira prática por exemplo de descer e brincar lá embaixo do prédio não tô falando nem brincar na rua que eu
acidente esse medo de a gente se destruir de a gente se ferir nos isola tô falando de uma maneira prática por exemplo de descer e brincar lá embaixo do prédio não tô falando nem brincar na rua que eu brincava não tô nem falando isso que já seria um livro de violência mas tô falando ali no no prédio né com um um prédio menor enfim eh esse essa paranoia acaba gerando também numa visão maior a paranoia do relacionamento um com o outro não tô nem falando do relacionamento apenas amoroso afetivo do namoro tô falando do relacionamento afetivo por exemplo fraterno de amizade às vezes porque a gente se decepcionou nós ficamos paranoicos eh tentando nos proteger e não nos ferir novamente e aí ficamos isolados né ficamos consequentemente fragmentados aí eu me recordo a internet eh chegando e a internet era descada então era mais barato entrar era descada no telefone né então era mais barato a partir da meia-noite E aí eu me lembro chegando os as as redes sociais né que era o mirk E aí eu me lembro eh como a internet começou a ficar mais interessante menos Entediante e o computador consequentemente começou a ficar menos Entediante a partir dali eh começaram assim a abrir as lhes por exemplo para você jogar em rede jogos de estratégia e ficou um negócio muito atrativo a rede social eu me lembro dessa transição mas eu já tinha uma geração eh que tinha também tido experiência com a brincadeira eh de outra maneira acho que conseguimos ali essa geração digamos assim a a incorporar né pelo menos sem tanta paranoia mas também eh sem tanta entrega exclusiva mas de certa forma eh hoje as redes sociais são um fenômeno né que você aborda inclusive tô trazendo porque você aborda no livro porque muda radicalmente a nossa forma e muito rapidamente radicalmente e muito rapidamente a nossa forma de se relacionar você como jovem que foi Espírita jovem palestrante também começou a fazer palestras sem rede sociais né eu também comecei a fazer palestras assim sem essas redes sociais não existia o YouTube como a gente tá
mo jovem que foi Espírita jovem palestrante também começou a fazer palestras sem rede sociais né eu também comecei a fazer palestras assim sem essas redes sociais não existia o YouTube como a gente tá aqui usando Enfim vou trazer essa pitada de complexidade nas relações Porque de fato pensar em lei de sociedade na atualidade e não pensar na rede social eh pensar de uma maneira mais limitada né já que isso tá posta na nossa forma de relacionar inclusive na nossa Live aqui de hoje eh acho que você você traz uma palavra chave eh você cita complexidade penso que se tornou mais complexo pensarmos relacionamento a partir da internet porque é um instrumento que nos instiga contato por exemplo agora nesse momento nós estamos nos relacionando É verdade estamos inclusive formulando pensamentos que nós não havíamos pensado eh a gente sempre diz aqui né que a gente não costuma fazer reunião antes para para para para treinar o que que a gente vai dizer na hora é absolutamente espontâneo embora nós tenhamos o assunto tenhamos a as bases temos a nossa afinidade temos a nossa sintonia mas nós não temos nada combinado não existe nada ensaiado né Então nesse momento nesse exato momento a nossa relação aqui a tua comigo principalmente que é que estamos fazendo a nossa a nossa interação ela instiga pensamentos por exemplo pensamentos que eu não tive até agora estão surgindo e ele só estão surgindo porque eu estou contigo se eu estivesse sozinho eu teria uma ordem de pensamentos Mas provavelmente uma ordem de pensamentos que já estavam dentro da minha cabeça né provável Ou no máximo algumas intuições que a caro e cust chegariam em mim pela minha limitação espiritual os espíritos tentando me trazer ideias boas mas é no contato é na ligação que surge outras outras outros pensares outras ideias então o pensamento ele ele é el tem uma passagem muito interessante de Gero que dem mostra que a que ele fala que o pensamento ele ele se dá a construção dos Pensamentos exatamente o Tom dos Pensamentos a partir da nossa vida de
el tem uma passagem muito interessante de Gero que dem mostra que a que ele fala que o pensamento ele ele se dá a construção dos Pensamentos exatamente o Tom dos Pensamentos a partir da nossa vida de relação nós nascemos para desenvolver isso nós nós reencarnamos para desenvolver isso porque esse é o progresso Senão nós seríamos macacos ainda né e e esta esta esse estímulo ele se dá no contato muito bem então isso é uma questão importante como é que entra a internet no no meu entendimento isso a rede ela favorece até um certo ponto até um certo ponto nos convida nos facilita essa interação Provavelmente nós não estaríamos fazendo o nosso trabalho da maneira como nós estamos fazendo se nós tivéssemos que nos encontrar uma vez por mês né para fazer algum tipo de produção de conteúdo então a internet ela é um instrumento um instrumento neutro que nós fazemos uso agora fazendo um contraponto indo para outro para outra ponta disso que a gente está falando a vida ela não é virtual Aonde a vida Acontece é no vivencial é no corporal nós reencarnamos não é para ficar na internet nós reencarnamos para ser o fermento conforme Jesus dizia Vós Sois O fermento que deveis levedar a massa como é que é o fermento fermento ele precisa entrar em contato com a massa ele vai ser sovado e quanto melhor o fermento maior aí se vai que vai surgir o bolo ele precisa estar embolado ele precisa estar misturado ele precisa estar em contato então a vida ela não pode ser virtual não se pode namorar só virtualmente não se reproduz virtualmente não se procria virtualmente de certo modo a a reencarnação é a saída de um estado de um certo estado virtual que nós estávamos antes a vida espiritual ela é um estado de mais amplitude é uma vida em rede os espíritos se comunicam pelo pensamento se deslocam pelo pensamento vão de do nosso lar para outros lugares na velocidade do pensamento mas precisa reencarnar chega uma hora que tem que reencarnar é preciso descer dizia Jesus por quê né porque aqui é que acontece o
to vão de do nosso lar para outros lugares na velocidade do pensamento mas precisa reencarnar chega uma hora que tem que reencarnar é preciso descer dizia Jesus por quê né porque aqui é que acontece o progresso o o progresso acontece na Encarnação e para encarnar PR para ser Encarnação precisa estar encarnado precisa estar misturado precisa estar na carne precisa est vivenciando né então eu eu colocaria isso como algo importante quer dizer aquele menino que descia para andar de patins continua existindo Hoje ele precisa andar de patins ele precisa se encontrar com as outras pessoas ele precisa abraçar as outras pessoas precisa precisa ser físico nós nos encarnamos Para para que fosse físico Então existe um um ponto de Sabedoria Nesse fato porque uma vida virtual pode estar servindo a uma defesa pode estar servindo a uma paranoia uma pessoa que se só só se relaciona virtualmente ela está se defendendo da existência está se defendendo disso que nós estamos falando da lei de sociedade ele não está em sociedade ele está guardado em alguma cai em algum lugar da sua mente virtualmente e e se sentindo aparentemente seguro eu diria lé me estendendo um pouquinho mais e aproveitando que a pandemia colaborou muito para isso né porque quando surgiu a pandemia e nós fomos obrigados a nos recolhermos para o nosso lar e nos insos de certo modo para fins de proteção de saúde depois de um certo tempo muitas pessoas não voltaram mais não voltaram mais passou o problema do vírus passou o problema mas ficou uma covid mental e aliás uma autorreflexão nós fazemos os espíritas foram dos que mais demoraram para voltar paraos centos espíritas os evangélicos voltaram os católicos voltaram os espíritas não voltaram com medo né medo de quê então esse medo ele faz parte de uma condição Nossa que excetuando pessoas que TM fragilidade de saúde física pessoas com mais idade pessoas que TM imunodeficiência que precisam realmente se cuidar tirando isso foi uma defesa psíquica né em que as pessoas se sentiram
pessoas que TM fragilidade de saúde física pessoas com mais idade pessoas que TM imunodeficiência que precisam realmente se cuidar tirando isso foi uma defesa psíquica né em que as pessoas se sentiram eh desligadas desconectadas de um aspecto da existência que é fundamental então eu acredito que se por um lado a a a a vida de relação que nos que nos é oferecido através da da da internet ela é um progresso por um outro lado ela pode ser um sintoma por conta de dependendo da maneira como nós encaminhamos então acho que tu traz com muita propriedade Esse aspecto que é fundamental Não podia estar de fora da nossa discussão eh Tu colocaste assim vamos supor que eu estivesse aqui falando fazendo a ver de uma um diálogo fazendo uma palestra eu estaria com o meu conteúdo com a minha caixa produzindo dentro dela e talvez tivesse uma influência dos benfeitores quando a gente coloca E aí você colocou talvez tivesse do benfeitores aí tresse uma ideia nova né uma coisa criativa E aí a gente faz essa reflexão Olha aí a relação acontecendo porque a relação com o desencarnado E aí existe outro teor para nós que somos espíritas então acreditamos numa transcendência para além da matéria que a própria matéria transcende a matéria no que a gente estuda na na chamada antigamente Parapsicologia ou nos fenômenos anímicos ou hoje muito com a física quântica qualquer termo que a gente vai dando ao longo dos séculos mas é assim a matéria trans ende a própria matéria mas para Além disso ah existe uma transcendência espiritual então nós estamos aí como diz muito bem o Livro dos Espíritos que acho que tem a ver com essa lei de sociedade em algum momento ele vai falar da questão da do magnetismo que nos vincula a todos muito mais do que a gente imagina que nos vincula eh entre encarnados E aí ele vai trazer entre desencarnados né dizendo que olha os espíritos influenciam tua a vossa vida a tal ponto que de ordinário são eles que vos comandam Mas é interessante pensar que nessa resposta Eles não falam Os Espíritos
encarnados né dizendo que olha os espíritos influenciam tua a vossa vida a tal ponto que de ordinário são eles que vos comandam Mas é interessante pensar que nessa resposta Eles não falam Os Espíritos desencarnados ele falam os espíritos colocando que nós temos uma interdependência que a palavra que você utilizou eh no livro e que eu gosto também muito questão assim de uma diferenciação entre autonomia e autossuficiência que a autossuficiência dá uma ideia de dá uma ilusão de potência uma ilusão de que nós podemos fazer sozinhos a a interdependência ela tá ligada à autonomia a essa percepção que nós estamos eh em uma em uma vinculação frequente uma vinculação constante uma vinculação eterna no sentido de ser imortal ou seja sempre nós estamos nos relacionando porém o que você traz nessa comparação entre vida espiritual e Vida digamos material eh vida virtual e vida real é essa ess esse aprofundamento das interações eh relacionais né como se fosse uma teoria e a prova como se fosse uma um vislumbrou e a concretização digamos assim e aí para ficar mais palpável vou pegar aqui o exemplo nós estamos falando pela pela TV da mansão do caminho Então vamos pensar na Perspectiva espiritual Há algum nível de minimamente que seja de ajuste entre o que a gente tá tentando fazer e os benfeitores né que organizam o movimento da manção do caminho Vamos colocar ali a benfeitora principal deel pois bem então vamos colocar que teria alguma influência mínima né indireta quando a gente vai lá eu faço tenho feito palestras presencialmente na mansão veja Teoricamente é a mesma institui e eu percebo assim Sérgio diferença Por exemplo quando é uma live a gente muitas vezes até se emociona algumas vezes a gente até terminou aqui a Live Poxa eu me emocionei segurei ali o choro não é porque faz uma não é e as pessoas percebem a gente percebe Beleza tem uma energia boa mas que aqu não tu estás na tua casa eu tô na minha casa então nós estamos envolvidos na nossa casa mental né num certo num certo
não é e as pessoas percebem a gente percebe Beleza tem uma energia boa mas que aqu não tu estás na tua casa eu tô na minha casa então nós estamos envolvidos na nossa casa mental né num certo num certo compartimentalização mais impermeável porque não é tão assim tão penetrável a nossa caixa mental e a nossa casa Física não é esse teor de vibração constante tão elevado aí vamos ali na mansão do caminho né a gente tá no bastidor hoje com o Sérgio também não o Sérgio Lopes o Sérgio da TV da mansão e muitas vezes eu vou lá gravo com ele ou com o Júnior o irmão dele eh no estúdio da TV é uma energia diferente do que quando eu faço aqui eu percebo claramente e quando eu vou lá fazer palestras No cenáculo No cenáculo na no auditório já é uma energia diferente eu próprio enquanto palestrante Então pegando o próprio referencial Ou seja a mesma pessoa não é diferente porque é uma pessoa diferente é a mesma pessoa a mesma casa a mesma instituição só que ambientes diferente e aí é interessante que essa energia não necessariamente é quando o Valdo Franco tá lá porque poderia ser uma questão assim ah eu tô gostando porque eu tô vendo Divaldo eu tô eh me reconectando fisicamente mas eu já fiz palest já estive na mansão trabalhando eh em momentos em que o Divaldo estava por exemplo na Colômbia eh e eu até fiquei com essa questão sabe Sérgio Será que vai ser diferente eh e foi interessante inclusive o Evangelho no lá que eles a gente faz lá na casag grande de 8 horas domingo foi impressionante a mesma energia porque é uma ambientação espiritual né é uma ambientação espiritual ou por exemplo outro cenário que eu já vi fazer palestra do lado do Divaldo ali e outras vezes que ele tá por conta de eh de uma astenia que de vez em quando vem né uma moleza uma fraqueza física que ele refere depois da covid que teve eh ele não tá lá no Cenáculo lá no auditório Então veja não é necessariamente pela presença de uma pessoa só e pelo nível de gratidão que eu tenho pelo nível de amorosidade né como a gente a gente já
eh ele não tá lá no Cenáculo lá no auditório Então veja não é necessariamente pela presença de uma pessoa só e pelo nível de gratidão que eu tenho pelo nível de amorosidade né como a gente a gente já esteve junto algumas vezes né S eu inclusive lembro de uma primeira vez assim que a gente fez essa dobradinha pelo menos na minha memória que foi na sede da Federação Espírita do Rio Grande do Sul eh e fui eu e você falando tivemos ali aquelas perguntas e respostas enfim eh Há um envolvimento diferente Poxa que bom tô revendo h o abraço h o meu nível de afeto mas o que quero colocar é que existe um teor espiritual um teor de de vibração diferente construído eh durante décadas naquele local que o próprio Divaldo fala assim meu filho quando eu entro aqui No cenáculo no auditório é diferente e às vezes eh alguns espíritos me aguardam quando eu vou chegar lá na minha casa porque na mas aqui no Cac Eles não conseguem entrar Então essa é uma informação interessante para colocar o seguinte uma palestra online sabe eh ela não substitui esse encontro presencial a gente fazer tratamento espiritual apenas assistindo a Live ou uma ajuda seria uma certa repetição dessa relação virtual sabe que a gente faz nas nas nossas mídias sociais achando que vai digamos assim eh substituir Então acho que a ideia da rede social da realidade virtual é uma complementariedade né complementa nessas situações excepcionais eh traz um um jeito Por exemplo eu estive agora com o nosso amigo Alex Alexander Almeida ah fazendo uma live só que era Live ao vivo então era eu e ele sentado ali e isso E aí Eu até brinquei com o público não teve intermediador foi uma live eu falei olha isso aqui é uma live só que Live mesmo vocês vão estar aqui eu fazendo que antes da pandemia eu não encontrava sempre era assim a era vamos supor o mediador fazendo a pergunta aí eu respondia 20 minutos não tinha não tinha essa interação que foi a pandemia então é é curioso a gente pensar na complementariedade não na demonização do negócio mas que não
dor fazendo a pergunta aí eu respondia 20 minutos não tinha não tinha essa interação que foi a pandemia então é é curioso a gente pensar na complementariedade não na demonização do negócio mas que não substitui Porque existe um um aprofundamento né Assim como na reencarnação a gente aprofunda a nossa intimidade Entrando Numa relação mais profunda conosco com as nossas dores né com os nossos medos com com com essa questão de se relacionar conosco com os outros eh eu fiquei pensando agora enquanto te ouvia que você tá fazendo uma um uma expansão do nosso assunto para o tipo de relacionamento da sociedade de relacionamento com a vida espiritual também né com os campos que vão além do Físico eu acho que nós vamos além desse nosso encontro hoje que é apropriado esta Nossa abordagem mas quando nós estudarmos algumas leis Morais que falam mais para o terceiro andar do cérebro que dizem terceiro andar Da Da Cas mental que nos fala sobre os os lobros frontais nós vamos poder avançar ainda mais um pouco Ainda na direção de que nesses Campos quando a gente consegue se relacionar nesse nível nós estamos acionando na nossa mente estruturas mais sensíveis inclusive o André Luiz chega a falar nos neurônios capazes de recolher as impressões da consciência segundo André Luiz existem neurônios que são especializados em capturar esses esses essas impressões mais sutis a nossa glândula pineal que é uma glândula que faz um um uma intermediação com com com os os os vários universos que nós vivemos ela tem essa propriedade também que é de capturar Campos magnéticos mais sutis né ou inclusive os espaços mediúnicos então eu fiquei pensando que eh quando nos é proposto pensarmos sobre lei de sociedade a gente precisa incluir realmente o ambiente espiritual por conta de que nós estamos mesmo a pessoa que se isole mesma pessoa que eu não quero mais conviver com ninguém ela está convivendo com alguém ela está vamos dizer assim ah e e às vezes convivendo com muita gente né quando uma pessoa tá
pessoa que se isole mesma pessoa que eu não quero mais conviver com ninguém ela está convivendo com alguém ela está vamos dizer assim ah e e às vezes convivendo com muita gente né quando uma pessoa tá adoecida uma pessoa tá deprimida uma pessoa tá com um estado muito negativo ela está Possivelmente acompanhada de uma sociedade de espíritos deprimidos na sua volta então ela não está sozinha né diz a doutrina espírita que nesse momento ela precisa inclusive de atendimento espiritual é muito muito oportuno no momento que a pessoa tá se sentindo muito fragilizada que a pessoa tá se sentindo muito capaz de estar em convivência com com com o mundo e ela tenha algum tipo de recurso de ajuda de apoio espiritual porque provavelmente companhias espirituais de baixo teor estão associadas a ela e muitas desta dessa dificuldade que ela tem de poder ir adiante seguir se relacionando no mundo e de poder estar se desenvolvendo de uma forma mais saudável também está conjulgado com essas influências que são influências que visam fazer exatamente isso que ela Não saia da onde ela está então ainda que se possa pensar numa questão de isolamento esse isolamento ele é apenas dentro de uma dimensão porque dentro de uma dimensão mais Ampla nós nunca estamos sozinhos nós sempre estamos sintonizados e vinculados a várias possibilidades o que na lei de sociedade nos é convidado é que nós precisamos eh estar atentos para esta necessidade do do do relacional porque no relacional Acontece uma outra coisa que é nos depararmos como diferente com diferente com aquilo que eu não pensei com aquilo que não tava na minha mente com aquilo que eu sozinho não conseguiria eh desenvolver tá nessa parte do Livro dos Espíritos logo adiante um pouquinho antes do laço de família uma colocação muito importante que Kardec faz quando os espíritos na pergunta 767 eh ele desenvolve uma questão logo no final ele diz assim homem nenhum homem ele usava como ser humano né homem ou mulher nenhum possui faculdades completas e segue mediante a União
os na pergunta 767 eh ele desenvolve uma questão logo no final ele diz assim homem nenhum homem ele usava como ser humano né homem ou mulher nenhum possui faculdades completas e segue mediante a União Social é que elas umas as outras se completam para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso por isso é que precisando uns dos outros os homens seres humanos foram feitos para viver em sociedade e não insulados esta ideia do ser humano nenhum possui faculdades completas ele é muito importante né o Leonardo ele é um quando ele tá sozinho mas ele é outro quando ele tá com Sérgio o Sérgio é um quando tá sozinho é outro quando tá com Leonardo o Leonardo ele é um Leonardo quando ele está eh falando online aqui com Sérgio mas ele é outro quando ele está lá no cenaculo da mansão do caminho por quê Porque outras mentes outros Campos passam a interagir com os o o campo mental do Leonardo e aí ele se expande E aí de repente Leonardo tu tá falando alguma coisa lá e tu tá surpreso com o que tu tá dizendo coje Nossa eu tô falando isso eu nunca tinha pensado ou nunca tinha pensado em falar desse jeito ou com essa contundência ou com essa emoção por quê Porque aí nós naquele momento já está eh restrito a um a uma característica apenas que tu tinha até então então eu acho muito interessante essa ideia de que o espiritismo nos traz como como um acréscimo inclusive um acréscimo a todas as outr a todos os outros saberes eu não não sei se existe em alguma outra disciplina seja religiosa filosófica a pujança da informação que o espiritismo traz Quando o espiritismo traz assim que o universo que nos compete avançarmos para além daquilo que nós conhecemos é o universo espiritual das das das relações espirituais e dessas influências e do impacto dessas influências que tem na nossa vida é Eu já li bastante coisa nunca consegui encontrar com essa pujança com esse nível de detalhe né Ah mesmo assim quando a gente pensa nos livros dos contemporâneos de Allan Kardec eh do século XIX que eles iam estudando em que o animismo
egui encontrar com essa pujança com esse nível de detalhe né Ah mesmo assim quando a gente pensa nos livros dos contemporâneos de Allan Kardec eh do século XIX que eles iam estudando em que o animismo a Parapsicologia começa a surgir tô falando aí do Gustavo tô falando do willam todos os primeiros autores realmente Kardec ele consegue aprofundar e sintetizar né de uma maneira muito muito rica muito intensa porque é interessante que nessa relação quando a gente toca o outro automaticamente nós somos colocados né em camadas mais sutis ou mais digamos grosseiras Vamos colocar uma palavra para facilitar a linguagem a gente falou da da decepção né da dor dos acidentes das tragédias das destruições digamos assim que as relações às vezes nos levam e como isso nos traz uma um um comportamento de defesa que faz uma esquiva faz um isolamento isso gera uma paranoia mas a a gente tá trazendo agora outra relação né como a relação com o outro também potencializa o divino que há em mim dormente porque eh quando eu falo de criatividade eu tô falando de o quê de um pensamento original né se eu falou assim poxa vem uma coisa que nos surpreende e até nos encanta ou seja uma coisa original que nem nós estávamos pensando quando estávamos isolado lendo o nosso livro ou seja aprendendo em alguma relação com o autor mas era uma relação um tanto quanto morta porque quando o Sérgio escreveu o livro Uma coisa eu ler o livro do Sérgio outra coisa ver o Sérgio o autor vivo né falando sobre ele é por isso por exemplo que eh sócrate Ele nunca gostou de escrever ele nunca escreveu Porque ele achava que eh a a escrita mortificar coisa interessante Platão escreve mas ão ele tinha uma certa ressalva com a escrita porque ele dizia que a ele achava que a escrita enfraquecia a memória e aí eu fico achando interessante se ele vivesse hoje né nas redes sociais e tal com eh a tecnologia bastante enfraquecendo a gente acha que tá com mais conhecimento assim porque a gente tem um bocado de PDF guardado no nosso hardware no nosso
vesse hoje né nas redes sociais e tal com eh a tecnologia bastante enfraquecendo a gente acha que tá com mais conhecimento assim porque a gente tem um bocado de PDF guardado no nosso hardware no nosso software mas não no nosso software interno Então a gente tem um bocado de livro assim é como Aquela biblioteca gig tesca bocado de informação mas a gente não parou para se apropriar para sintetizar para gerar um nível de Sabedoria que eu vou entrar nesse ponto a lei de sociedade viver em relação nos possibilita sair de um nível de conhecimento para algum nível de Sabedoria né sabedoria envolve saborear e não tem como acho que você até usou não tem como não tem como evoluir eh vivendo sozinho porque na na vida real é que você saboreia não tem como você é interessante os programas gourm assim de de alimentos sabe de de chefes dá uma água na boca porque você imagina o alimento Mas você nunca vai saborear aquele alimento não é Uma degustação para saborear tem que ser o real né você tem que ter algum nível de concretude que essa relação real ela ela possibilita ela estabelece e ela aciona com mais pujança dentro de nós então um Espírita teórico um Espírita digamos assim assim de leitura apenas é uma coisa mas quando nós entramos na punjan que o espiritismo nos propõe para uma vida foi o que Kardec fez ele não ficou só na teoria né teve pouco tempo ali para codificar a doutrina mas ele faz o quê ele Funda a sociedade Espírita ele Funda algum tipo de encontro de relacionamento ele vai visitar eh outras sociedades espíritas na Europa especialmente mais famosa a Bélgica ali né o contato que ele tem com os espíritas Bel ou seja ele percebe que além do nível de teoria de codificação do conhecimento ele próprio e a própria doutrina espírita precisava de um nível de Sabedoria de Saborear esse conhecimento na relação né e deixa também uma uma uma peculiaridade no na codificação que é a peculiaridade de uma doutrina em expansão de uma doutrina de características abertas para o novo de
r esse conhecimento na relação né e deixa também uma uma uma peculiaridade no na codificação que é a peculiaridade de uma doutrina em expansão de uma doutrina de características abertas para o novo de uma doutrina que tem a responsabilidade de ser progressiva próprio Kardec enquanto escreve ele retorna para alguns conceitos iniciais e ele expande se nós pegarmos a primeira edição do Livro dos Espíritos nós vamos ver que ela tem pouco mais do que 500 questões na terceira edição que foi a que nós temos que depois ficou para definitiva para nós depois de 19 1860 já na terceira Edição nós já temos mais de 1000 questões 1000 perguntas e algumas das perguntas que Kardec fez lá no início que tiveram que algumas respostas que ele ficou muito em dúvida ele modificou então ele modificou não ele ele ele apresentou de uma outra maneira a partir das respostas que foram mais plausíveis e e coerentes do que ele obteve ou seja ele não se apegou a uma H um saber definitivo Olha isso foi dito uma vez isso será para sempre assim isso é uma certeza absoluta in questionável porqueo seria um dogma então é muito interessante isso que que tu nos faz pensar Léo é assim que quando a gente escreve alguma coisa a gente colapsa uma ideia então de certo modo a escrita Ela É o Fim da Linha naquele momento para Aqua para aquela etapa de saber é como se ela fosse a morte de uma ideia que está se expandindo por isso que quando a gente escreve é sempre importante depois de um certo tempo retornar e dizer como que eu poderia pensar isso que eu disse lá atrás de um outro jeito porque já não é mais a mesma coisa ela já é uma ela um pensamento em expansão existe um psicanalista inglês se chama wilfred b já é desencarnado e ele falava ele se baseou muito no no conhecimento de filósofo alemão do vir a ser né e da e da e da finalidade última né do do fim último em direção ao incognit que o nosso saber que está por vir a ser ele é incognito então quando nós tornamos ele cognis nós o limitamos né então é é muito interessante que esse
última né do do fim último em direção ao incognit que o nosso saber que está por vir a ser ele é incognito então quando nós tornamos ele cognis nós o limitamos né então é é muito interessante que esse a A nossa condição enquanto espíritas não é darmos respostas definitiva para tudo mas de nós oferecermos reflexões abertas para podermos seguir avançando e isso só se dá isso só se dá na interação na interação Porque no momento que eu estou interagindo isso me suscita novas ideias isso deve acontecer contigo frequentemente a gente tá falando alguma coisa olha nunca tinha pensado nisso nunca tinha pensado nisso Olha meu a gente chega a dizer assim ó me veio uma ideia me veio a gente usa muito isso me veio uma ideia e e é possível que sim que tenha vindo de uma de uma intuição mas também pode ter vindo de uma parte minha que ainda estava eh limitada que não não tinha sido acionada né que não tinha sido acionada tava ali meio dormente e alguma coisa acionou Né tava embrionária né que tava no estado ainda fetal né E e aí Aquilo é Claudio aquilo se desenvolve e clareia e quando quando isso acontece é muito interessante que a gente fica com muito desejo de compartilhar Então esse é uma outra característica da lei de sociedade que a necessidade de compartilhamento né eu descubro alguma coisa eu quero falar com o Léo eu quero falar com quem tá nos ouvindo Esta é uma particularidade muito importante na motivação e no entusiasmo que a gente precisa ter naquelas atividades que a gente se envolve sobretudo nas atividades espíritas quando aidade Espírita tá ficando muito repetitiva tá ficando aquele trabalho muito igual sempre tem alguma coisa que não tá bem ali trabalho espírita tem que ser vivo ele precisa ser convidativo eu preciso ter vontade de ir lá porque lá eu vou descobrir alguma coisa nova da próxima vez quando eu me encontrar da próxima vez eu vou descobrir alguma coisa nova que vai me dar vontade de voltar outra vez lá porque isso me torna curioso muita gente di assim ah Outro
sa nova da próxima vez quando eu me encontrar da próxima vez eu vou descobrir alguma coisa nova que vai me dar vontade de voltar outra vez lá porque isso me torna curioso muita gente di assim ah Outro dia eu falava com um grupo de amigos e e nós pensávamos a seguinte de questão que nós temos uma ideia ainda no nosso meio no nosso meio Espírita né remanescente de um pensamento judaico Cristão baseado na culpa que a gente precisa trabalhar que a gente precisa se envolver mas é para sofrer porque através do sofrimento a gente vai ganhar méritos suficientes para um dia lá na desencarnação se sentir assim como quem recebe um prêmio por ter assim sofrido bastante aguentado né E aí vai se sentir depois merecedor de uma felicidade futura não é claro que há pessoas que passam por agruras que são inevitáveis e que dependendo do grau de resignação de aceitação isso lhe traz crescimento não tem dúvida disso agora isso como uma adesão isso como um projeto existencial é uma doença nós precisamos nos envolver e estar nas atividades nós porque nós estamos felizes de estar ali porque nós estamos nos sentindo curiosos porque eu vou me encontrar com o Léo Da próxima vez eu quero descobrir alguma coisa que eu não sei eu não quero ouvir dele o que eu já sei senão isso já repetiu chovendo molhado eu preciso saber alguma coisa que eu não sei mas para isso eu preciso estar aberto para isso a lei de sociedade lei de sociedade é para que a gente se desenvolva se desenvolver significa assim sair de um ponto aonde eu estou para um outro que eu não estava ainda e acho acho que isso é muito important pra gente refletir as nossas atividades no ambiente Espírita né que precisa ser criativo das funções fundamentais da no conviv no noo compromisso que nós precisamos ter com critividade a criatividade criatividade no sentido de criar motivos novos criar elementos novos que possam ser motivantes e que possa finalmente tornar interessante aquilo que a gente fala eh o sofrimento ele tem a capacidade de fazer com que a pessoa se
criar motivos novos criar elementos novos que possam ser motivantes e que possa finalmente tornar interessante aquilo que a gente fala eh o sofrimento ele tem a capacidade de fazer com que a pessoa se resignadamente o passa se Encante com a própria força que ela nem sabia que tinha mas se não tem resignação o sofrimento desencanta né o sofrimento mortifica eh no desejo de homicídio ou de suicdio exato E aí é eu achei eu queria compartilhar aqui você tá falando eu tô lembrando muito da reunião mediúnica de ontem e uma uma fala que o Divaldo me trouxe eh do Manuel felo meno de Miranda que tem tudo a ver mais tudo a ver mesmo que a gente tá o rumo que essa Live tá tomando Ah sim porque eh as comunicações dos obsessores etc elas não são assim especificamente algumas reuniões modificam né por exemplo muitas reuniões que eu dirijo Eu coordeno eu coloco um nome da pessoa então mais ou menos sei a história às vezes da pessoa o médio não sabe mas eu muitas vezes eu sei e aí consigo ver ali uma a comunicação se faz sentido e ali são comunicações mais eh anônimas né E aí Eh eu percebi que na reunião tinha muitos espíritos que estavam em cometido suicídio e tavam tendo a oportunidade de pelas primeiras vezes eh ver alizar algo sabe a partir da comunicação mediúnica ou espíritos que além de suicídio tenham cometido homicídio e era muito interessante que a figura mental que todos guardavam era esse aprisionamento dentro deles próprios um dos Espíritos né que eu dialoguei eh que tive a oportunidade de dialogar ele falava assim mas eu não consigo fugir das lembranças quanto mais eu quero mais eu fico preso porque a gente tá falando disso né de memórias a relação cria memórias não tem como E essas memórias a gente vai ter que saber como lidar com elas e aí às vezes o desejo que a gente tem é da destruição não destruição no sentido de transformação é destruição de aniquilamento de não existência né E ali o espírito desencarnado e acho que esse é o a pujança também da realidade mediúnica né você vê que um espírito que
no sentido de transformação é destruição de aniquilamento de não existência né E ali o espírito desencarnado e acho que esse é o a pujança também da realidade mediúnica né você vê que um espírito que cometeu um suicídio ou que cometeu um homicídio por vigança ele tem o desejo de um aniquilamento de si ou de um aniquilamento do outro e aí é muito punj que a doutrina espírita nos coloca é que ninguém foge de si mesmo nem nós mesmos podemos fugir ninguém pode aniquilar o ser e nem aniquilar o outro então nesse sentido Eh aí eu ficava pensando assim eu tô vendo aqui muitas comunicações do que eu chamei do que eu tenho que eu chama assim uma loucura espiritual né a gente pensa muito na loucura com os fatores cerebrais biológicos psicossociais mas a loucura ela sobretudo Ela nasce do ser e a gente vê espíritos que estão enlouquecidos no sentido de presos em si mesmos né E aí um deles falava assim do como se tivesse morto eh sido enterrado vivo porque ele se sentia não só vinculado ao corpo mas assim preso né a as vivências oníricas elas não são eh tributárias do cérebro apenas as vivências oníricas são tributárias do espírito um espírito mesmo desencarnado ele tem vivência onírica de sonho né E aí o o Filomeno falava o seguinte assim aí quando acabou a reunião o Divaldo falou assim olha o Manuel Fô meno de Miranda pediu para falar para você e para Paola eh que a história e aí me confirmou que ali realmente tinha um espíritos que perguntei Ah por isso que eu percebi que muitos espíritos Suicidas e homicidas hoje né porque já particip de outras que não foram esse tipo de espírito e Eli exatamente percebeu bem e aí ele o o Manel falava assim a história da evolução do pensamento humano é a História do Pensamento esquis hoid em um primeiro momento a busca acaba levando a pessoa e a sociedade a uma esquizofrenia a uma fragmentação a humanidade ainda Precisa encontrar uma melhor forma para pensar e é muito interessante para falar ol tem todo sentido se a gente pensa no sentido
e a sociedade a uma esquizofrenia a uma fragmentação a humanidade ainda Precisa encontrar uma melhor forma para pensar e é muito interessante para falar ol tem todo sentido se a gente pensa no sentido reencarnatório né e no sentido inclusive psiquiat porque a ideia do pensamento esquizoide esse pensamento em si mesm né esse pensamento que paranoic faz com que a pessoa não se relacione eh porque não é só pelo Pânico que a pessoa tem uma vergonha por exemplo de eh de de de ser julgado se tiver uma crise de pânico e passar um embaraço é uma coisa mais profunda que é um medo aterrorizante que o coloca como se o outro fosse um potencial destruidor né Eh então É nesse sentido mais eh de terror nesse sentido mais profundo e mais complicado E aí o termo esquizofrenia eh vem do eigen broiler né seja coloca como a esquizo seria cisão e frenos pensamento então uma vida mental fragmentada durante o adoecimento a pessoa fica fragmentado nessas esferas ele não tá integrado na sua vida mental a gente vê isso no atividade cerebral também temos técnicos default mode Network a gente cham o default mode Network que conecta o cérebro como um todo aberrante ou seja fragmentado então literalmente biologicamente falando ou psicologicamente ou espiritualmente falando é um pensamento que fica fragmentado E aí eh por quê Porque a nossa relação com o outro pensando na nossa história pregressa individual ou na nossa atualidade ainda é uma história de relação de usufruto Eu uso o outro com me o egoísmo e consequentemente eu me fragmento quando eu fragmento a vida do outro eu me fragmento a mim mesmo e aí eu fico com essa vida eh fragmentada com várias consequências acho que tem muito a ver com o que a gente tá colocando na relação de sociedade né como a gente se estabelece com outro e como a gente acaba ou se fragmentando ou se libertando e o outro sendo esse esse canal de libertação ou de fragmentação de integração ou desintegração porque eu não consigo ser sozinho eu não consigo ser sozinho ser sozinho é uma grande
o ou se libertando e o outro sendo esse esse canal de libertação ou de fragmentação de integração ou desintegração porque eu não consigo ser sozinho eu não consigo ser sozinho ser sozinho é uma grande ilusão né eu fiquei pensando que sobre ponto de vista psicanalítico é uma verdadeira Psicose narcísica porque quando o narcisismo primário ele não dá ele não avança para uma uma para uma para uma etapa para para uma para uma possibilidade de relações objetais ou seja de ter um um outro como segmento de si mesmo como um além de si mesmo quando o indivíduo permanece apenas no si mesmo qualquer outro que surge ele precisa ser destruído porque o outro passa a ser uma ameaça se eu sou um indivíduo muito narcisista eu estou encapsulado no meu narcisismo se o Leonardo falar qualquer coisa que eu não sei eu preciso destruir o Leonardo Eu preciso eliminar o Leonardo para que continue na minha fantasia eu existindo apenas eu mesmo e ele e eu eu onipotentes e é é o mito do Narciso ele se afoga olhando pra própria imagem ainda no mito de Narciso está impressa já a comunicação de que para além de nós necessário o outro para que haja desenvolvimento porque senão eu fico apenas Num circuito eu e eu e apenas eu né então a quando Jesus chega e diz assim eh Amarás ao teu próximo como a ti mesmo e aí e depois coloca Amarás aos teus inimigos ah aí Aí complicou a nossa vida porque amar os os Nossos amores é muito fácil porque é é um amor de confirmação eu te amo porque tu gosta de mim e que se tu gosta de mim eu fico me sentindo melhor é um festival de narcísico de de confirmações mas quando eu tenho alguém nã quando eu tenho alguém que que me que me desafia que me afronta eu estou convidado para um outro tipo de de funcionamento mental que é mais desafiador que é mais mais é mais complexo e que me provoca a Me convida e me instiga a ir além daquilo que eu já cheguei e esse é o desenvolvimento né então me parece que quando Jesus Traz essa máxima do amar aos inimigos ele não tá falando apenas
me provoca a Me convida e me instiga a ir além daquilo que eu já cheguei e esse é o desenvolvimento né então me parece que quando Jesus Traz essa máxima do amar aos inimigos ele não tá falando apenas de amar aquele que nos prejudicou inimigo nesse sentido pode ser aquele que pensa diferente aquele que me que me me me traz alguma coisa que eu não sei aquele que tem alguma coisa que eu não gosto aquele que me apresenta uma algo que me me é desagradável e que me desacomoda Esse é um inimigo também né porque a nossa tendência é permanecermos infantilizados narcisicas como o bebê aquele que acredita ainda que o mundo tem que servi-lo como winot chamava a Sua Majestade o bebê o bebê precisa estar lá sentadinho e o mundo inteiro girando em torno dele isso aí é uma etapa necessária ao desenvolvimento lá no início mas depois isso cede lugar precisa ceder lugar para uma outra esfera de possibilidades que é o da o da relação com o mundo da relação com os outros para haver Progresso e eu acho leonar que é o nosso próximo assunto né não é Pois é eh eu eu eu vou pedir desculpas ao pessoal pra gente passar só 5 minutos do nosso tempo pra gente poder pensar eh nessa nesse complemento que já é uma ponte com o próximo assunto porque não tem como eu pensar na relação com o outro sem pensar na relação comigo né e sem pensar na relação com o Divino e e é interessante essa questão narcísica que num linguagem mais assim ah Espírita ou do Evangelho seria o orgulho né a a o egocentrismo que a gente tem e o egoísmo também né Essa questão de só pensar em si e é interessante que isso tem a ver com grandiosidade ao mesmo tempo que tem essa questão da paranoia aí também outro tema que é muito comum nesse nessa fragmentação é a o excesso de grandiosidade Os Delírios de grandeza E aí a gente vê inclusive do ponto de vista patológico quantas situações dentro dessa desse adoecimento grave da do psiquismo a gente não encontra em relação a delírios Místico religiosos de grandeza a pessoa ter certeza por
e do ponto de vista patológico quantas situações dentro dessa desse adoecimento grave da do psiquismo a gente não encontra em relação a delírios Místico religiosos de grandeza a pessoa ter certeza por exemplo que é Jesus ou dizer literalmente que falou com Deus literalmente falando né E aí Eh mas como é que não foi Deus porque aí vem uma questão como uma pessoa me disse assim não doutor o Deus tinha uma voz de um homem cirrótico com uma barba grande e uma espada de Samurai ou seja fragmentado né então não tem como ser E aí é engraçado depois que ele ganha assim a a o equilíbrio at partir do tratamento né o equilíbrio da mente ali ele fala mas doutor eu falei isso aí ele falou assim brincando mas que viagem né mas que loucura ou seja ele próprio né fazendo esse Insight e de humor para poder lidar com essa situação da mente fragmentada naquele momento mas eu tô colocando isso por quê Porque essa fragmentação né que a gente pensa na paranoia também vem na nossa relação com o Divino porque se a gente pega a teoria mais psicanalítica o Freud ele e até os outros também né s a psicanálise em si ela não desenvolve muito essa relação com o Divino acho que um pouco livro que eu li foi da François D em que ela tenta fazer uma vinculação ali com o Evangelho com o Divino mas quase todos valam mais a questão da relação dele com ele com ele próprio da mãe com o pai né com o mundo então ele vai ver mais a tem um autor que é o Bion que eu já citei aqui que ele fala desse Divino relação com divinidade não e ele fala inclusive como um aspecto como um estágio do desenvolvimento como uma a fase Mística ele chama de Místico como a possibilidade que o analista tem de conectar com aquilo que é o inefável então há um há um esse autor ele ele se aproxima não como algo transcendente ele não cogita como algo fora mas ele cogita como algo transcendente dentro isso é como seria uma uma transcendência aqu que eu tava falando transcendência dentro da própria matéria né porque não é uma visão que leva a consideração
as ele cogita como algo transcendente dentro isso é como seria uma uma transcendência aqu que eu tava falando transcendência dentro da própria matéria né porque não é uma visão que leva a consideração espiritual acaba levando mesmo né eu ele o Bion é um dos autores que mais fala um pouco sobre fala mais sobre isso porque ele estuda mais psicoses né também ele dá ele consegue aprofundar a teoria psicanalítica nas psicoses coisa que fez pouco porque Freud não atendeu não atendeu pacientes psicóticos né Ele estudou casos etc Então a gente vai pensar muito nesse nesse investimento narcísico do ponto de vista do Heros né do ponto de vista da libido nessa perspectiva o Yung ele traz a questão do inconsciente eh coletivo a questão do arquétipo né E a questão da relação com o Divino Ou seja a o Divino Como estando no nosso inconsciente e é interessante que muitas vezes assim Sérgio muitos alunos Me perguntaram mas Professor Por que os pacientes deliram tanto na questão religiosa na questão de Deus né Essa questão Místico religiosa que quando a gente pensa no delírio paranoico a abordagem psicanalítica tradicional ela consegue explicar bastante bem porque ela vence do viés narcísico né do da etc mas quando a gente pensa do ponto de vista transcendente mesmo não do transcendente da matéria ou do psiquismo consigo mas o transcendente espiritual Aí a gente vê mais bem explicado na teoria eh junguiana ele fala assim eh ele pega a ideia de que os pacientes delirando com Deus delirando Místico religiosamente traziam uma uma uma uma realidade experimental clínica de que existia dentro do nosso material psíquico uma relação com o Divino e aí vem a ideia do arquétipo né da relação com Deus eh que ele via na forma delirante então Acho interessante essa frase do Filomeno de Miranda né que colocou ontem porque realmente até a nossa relação com o outro é uma relação fragmentada consequentemente conosco é uma relação fragmentada e com o Divino é como se a gente tivesse todo o fermento dentro de nós mas a primeira forma de se
nossa relação com o outro é uma relação fragmentada consequentemente conosco é uma relação fragmentada e com o Divino é como se a gente tivesse todo o fermento dentro de nós mas a primeira forma de se desenvolver é uma relação mais fragmentada e aí vem numa forma delirante vem num forma portanto eh patológica e acaba sendo uma forma destrutiva porque o Delírio no final das contas é tanto isolador ou às vezes destrutivo né destrutivo do outro eh acho que a gente deu uma pitada agora um nesse terço final do nosso encontro um pouco mais técnico né os term mas que acho que é importante também nessa perspectiva tem algumas pessoas que são da área e acho que tem pano para manga pra gente aprofundar e ver como eh atual aprofundar a doutrina espírita né não é uma coisa eh fácil né Eu acho que de espírita para você aprofundar não é uma coisa fácil não uma coisa difícil porque faz relações né e fica uma sugestão você falou em Manuel Filomeno de Miranda eu me lembrei agora vivamente do livro loucura e obsessão do Manuel Filomeno de Miranda que ele traz ali uma das melhores definições sobre o a psicodinâmica espiritual profunda do esquizofrênico em que ele traz orientações do Dr Bezerra de Menezes dizendo que o esquizofrênico ele traz dentro dele eh um aspecto de culpas muito profundas do passado e que por para e e ao se deparar com essas culpas e com esses afetos que ficaram eh esmagados nas relações espirituais anteriores ele para fugir desses afetos e desse estado de consciência ele foge para o autismo o autismo como sintoma né não o autismo como quadro mas o autismo o autismo como sintoma do afeto de fuga para dentro de si mesmo então fica como sugestão porque essa é uma das melhores definições que eu ouv sobre a o funcionamento profundo da esquizofrenia tá nesse livro loucura e obsessão de Manuel flo de Miranda pela psicografia de Divaldo Franco porque Aliás o próprio termo autismo vem da esquizofrenia né o broiler também que deu o termo esquizofrenia ele vai dizer um dos asis da esquizofrenia é o
de Miranda pela psicografia de Divaldo Franco porque Aliás o próprio termo autismo vem da esquizofrenia né o broiler também que deu o termo esquizofrenia ele vai dizer um dos asis da esquizofrenia é o autismo né esse em simesmo amamento essa fragmentação que leva Beleza pura meu amigo temos aí pano pra manga para poder fazer a a ponte com as próximas leis que se Deus quiser vamos nos conectar com o Divino e se a gente ajudar na Perspectiva da nossa vivência social então eu V deixar finalmente aí contigo eu acho que ainda vai ser esse mês né Leo ess o próximo encontro nosso ainda tá programado para ser em não não não vai ser no provavelmente no início de setembro né nosso próximo encontro não nada muito a dizer Nós já estamos avançados no horário né alegria muito grande de poder estar compartilhando contigo como sempre espero que quem tenha nos ouvido e que esse tema vai ficar registrado na TV emoção do caminho possa servir para desdobramentos né considerando assim que não são verdades definitivas absolutas e não é essa pretensão da gente carregar aqui qualquer tipo de de de certezas definitivas em relação ao tema senão abri pro espaço para poder pensar sobre o assunto e é muito bom a gente poder est Pensando juntos Pensando juntos nós pensamos melhor Beleza Pura um grande abraço Sérgio até a próxima um grande abraço para os amigos da TV da mansão
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