#105 • Jesus e Saúde Mental • Lei de Adoração
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Sérgio Lopes » Episódio 105 - Lei de Adoração
Olá sejam muito bem-vindos para Jesus e saúde mental mais uma vez Hoje iremos nos debruçar mais uma vez sobre o o livro o cérebro triuno Então temos estudado uma vez por mês em geral este livro o cérebro triuno a serviço do Espírito os autores são a irvênia a d irvênia Prada o Dr dcio iandoli e o Dr Sérgio Lopes que está conosco uma vez por mês a editora da AM Brasil e estamos analisando a parte terceira que foi escrita pelo Sérgio Lopes em que ele tenta fazer de forma bastante didática bastante criativa interfaces entre as leis Morais que estão escritas em o livro dos espírit com os ensinamentos de André Luiz especialmente o livro no Mundo Maior especialmente os Os relatos né as explicações de do instrutor caldeir hoje especificamente nós vamos entrar no grupo das últimas três leis Morais em que a gente situa essas leis no campo do chamado superconsciente na conceitualização de Calderaro Então vamos entrar na terceira terceiro andar terceiro nível da da nossa casa mental especificamente a lei de adoração então nós convidamos você para ficar conosco mais uma vez em Jesus e Saúde Mental para que possamos falar sobre a lei de adoração e a relação que isso tem com a nossa própria vida com o nosso próprio bem-estar e uma vida saudável muito bem Sérgio a está o nosso amigo Sérgio estamos hoje entrando no terceiro nível no terceiro andar dessa casa mental que muito bem caldeiro né nos apresenta E aí eu vou antes de passar para você relembrar um pouco assim nós temos pessoas espíritas nós temos pessoas simpatizantes do Espiritismo que são profissionais da área de saúde mental e que certamente estão familiarizadas mas temos uma grande parte das pessoas também que não são profissionais da área de saúde mental eh São simpatizantes do Espiritismo ou são espíritas portanto conhecem a visão espírita mas por exemplo eh nunca leram mais aprofundadamente sobre eh a conceitualização né didática digamos assim que Freud o fundador da psicanálise faz sobre a mente e aí você tem a primeira tópica eh de de Freud a
xemplo eh nunca leram mais aprofundadamente sobre eh a conceitualização né didática digamos assim que Freud o fundador da psicanálise faz sobre a mente e aí você tem a primeira tópica eh de de Freud a segunda tópica de Freud dando uma topografia digamos assim da nossa mente e aí nós temos o conceito que não é bem ele que inventa porque o conceito de inconsciente e o conceito consequentemente de consciente já estava eh muito bem trabalhado assim muito falado muito trazido especialmente no século XIX se a gente for ver esse conceito desde os filósofos fala-se que talvez a primeira vez quem trouxe uma ideia disso foi o filósofo eh plotin mas assim no século XIX você encontra muitas eh pessoas se debruçando inclusive estudiosos dos fenômenos espiritualistas que nasciam vamos encontrar no aov vamos encontrar em Charles vamos encontrar em Gustavo g ou seja todas as pessoas que estudavam no século X o Pierre Jane vamos escutar encontrar o filósofo que foi contra o espiritismo e contra o espiritualismo que disse que todos esses fenômenos eram ou charlatanismo ou produção do inconsciente vamos encontrar que era o o hartman né discípulo de schopenhauer vamos encontrar o PR Janet que eh é um dos um dos Pais assim também dessa escola mais analítica dizendo também que todos os fenômenos eh eram espirituais assim que aconteciam e que a gente estuda muito no espiritismo ele vai dizer que o automatismo psicológico fruto do inconsciente Então não é um termo novo a novidade que o Freud traz muito é a aplicação Clínica e uma ampliação né Eh terminológica ampliação dos conceitos ele vai dizer que nós temos assim fenômenos psíquicos se desdobram em comportamentos em sentimentos eh que são inconscientes ou seja não são claros acabam influenciando nossa vida como todo mas não são tão claros eh pra gente a gente não tá pensando eh voluntariamente nisso acaba sendo algo mais involuntário e o consciente os processos conscientes aquilo que a gente toma mais posse né nós sabemos que está acontecendo E aí um
gente não tá pensando eh voluntariamente nisso acaba sendo algo mais involuntário e o consciente os processos conscientes aquilo que a gente toma mais posse né nós sabemos que está acontecendo E aí um outra tópica que divide inconsci ID seriam processos basicamente inconscientes em que o o princípio do Prazer eh rege essa Instância de nós temos aí eh o ego né então o id o ego o ego tendo prioritariamente assim processos conscientes aquilo que a gente sabe mais o que a gente é e temos o super o superg né esse superg ele tem tanto eh digamos assim questões conscientes como também tem muitas questões inconscientes né que a gente nem sabe mas é o sug é mais assim um algo mais eh muitas vezes que descamba para um castrador descamba para algo muito rígido aquele que a gente deveria ser mas de uma forma muito rígida então Id Ego superg aí a gente a gente vê a classificação das cas mentais né em inconsciente Consciente e superconsciente aí a gente pode pensar que o superconsciente que é a casa mental que a gente tá adentrando hoje com a lei da adoração seria sinônimo de superg porque são três níveis né e Freud também divide em três Eh topografias aí então eu queria começar a gente separando tô trazendo aqui um conceito até de alguém que não é psicanalista alguém que estuda psic estudou psicanálise no início da sua formação com psicoterapeuta de base analítico e também que a psicanálise influencia muito a psiquiatria né mas aí o o o o Sérgio além de psiquiatra também tem aí a formação em psicanálise aí eu vou introduzindo de uma forma mais simples e passo para você sej para que você possa eh inicialmente fazer essa diferenciação que o Calderaro quando fala de superconsciente não tá falando de superg né não é uma atualização desse conceito é um outro conceito que ele traz amigos alegria de estar aqui a satisfação o Léo de est refletindo essas questões contigo novamente em Jesus e a saúde mental e de fato acho que esta é uma indagação em aberto bastante instigante de como nós poderíamos
estar aqui a satisfação o Léo de est refletindo essas questões contigo novamente em Jesus e a saúde mental e de fato acho que esta é uma indagação em aberto bastante instigante de como nós poderíamos conceber esses níveis que Freud inicialmente especula na sua segunda tópica que é do id deego e do sug do do isso o eu e o o superu né conforme ele chamava e e como Nós pensamos isso a partir do que principalmente Calderaro nos apresenta na obra no Mundo Maior eh mas já havendo eh trazendo os seus componentes em suas obras anteriores entre elas Missionários da luz mas aí no mundo maior que ele fala literalmente num superconsciente nós ficamos perguntando Será que há uma equival euia assim como Espírita e psicanalista que não assim podemos pensar no ID como um primeiro andar podemos pensar no ID como um primeiro andar uma vez que ele é o repositório das forças instintivas impulsivas e inconscientes primordiais né dizer assim a fonte da energia psíquica do indivíduo encarnado o ego como o o nível da consciência até certo ponto sim embora exista uma área do Ego que é inconsciente né ou pré-consciente e inconsciente mas haveria uma certa equivalência No que diz respeito a a poder estarmos conscientes do presente agora e como uma Instância mental que procura articular o que a gente traz do que a gente pode eh receber de um outro lugar de dentro da gente que para Freud seria o superu o sug que constituiria nesta constituição daquilo que nós herdamos dos dos recursos sociais vamos dizer da cultura sobretudo da influência moral dos Pais outros estudiosos psicanalistas dizem que nós herdamos também já um superg arcaico como melan Klein e diz que nós já recebemos dos nossos antepassados uma tendência arcaica de antigos sugos também então são crianças que já nascem com certo Rigor moral assim mas Lembrando que Freud também falava no no superu como um ideal de ego né Então as nossas aspirações o desejo da arte a a vamos dizer essa esse impulso de de crescimento em direção à sublimação
assim mas Lembrando que Freud também falava no no superu como um ideal de ego né Então as nossas aspirações o desejo da arte a a vamos dizer essa esse impulso de de crescimento em direção à sublimação também viria do superg né como forças de impulso mas me parece Léo que quando falamos em superconsciente nós estamos falando de uma outra tópica né poderemos pensar na construção de uma outra tópica porque o superconsciente segundo Calderaro é uma área nossa de um vir a ser de algo que ainda não é mas que já está lá como potencial algo que já nós herdamos de nós mesmos e que nos conecta a uma dimensão de transcendência essa dimensão de transcendência nós precisamos eh eh pensar com outros autores tá precisamos avançar para outros níveis que nos chamam para uma ideia de espiritualidade de mundo transcendente que é uma outra coisa então seria uma Instância Nossa de um super ser super ser não é Super Homem é se percebe no sentido de uma uma transformação para um andar superior dos nossos níveis mentais e que está em ligação com as dimensões da vida que no Livro dos Espíritos precisamos lembrar que o Livro dos Espíritos Allan Kardec Kardec lança o espiritismo antes de de nós termos qualquer estudos desta parte da do inconsciente não se falava nisso Freud vamos situar lá 1900 Kardec 1857 1868 quando termina lá com a Gênese itismo está cons substanciado ali portanto muito antes da psicologia analítica e da psicanálise Então mas lá no Livro dos Espíritos nas leis Morais nós já encontramos essa referência que é assim lei de adoração depois nós veremos lei de Justiça amor e caridade e por fim a da perfeição moral quer dizer são são são propostas de pensar o assunto a partir de um outro de uma outra tópica concordo sgio e também concordo assim na na Perspectiva que você faz de colocar essas três leis muito próximas porque talvez sejam angulações fáceis desse superconsciente porque veja adoração seria uma lei de conexão com essa transcendência talvez vertical que seria o Divino
ocar essas três leis muito próximas porque talvez sejam angulações fáceis desse superconsciente porque veja adoração seria uma lei de conexão com essa transcendência talvez vertical que seria o Divino eh tanto vertical no fora de nós como vertical no dentro de nós e uma transcendência horizontal né uma transcendência que nos leva a solidariedade E aí quando nos leva a a essa conexão digamos adoração como conexão simplificando sem sem deixar simpl simplificando com o valor heurístico que a filosofia coloca né para tornar eh falá um conceito aí vem a justiça o Amor e a caridade que primordialmente são atitudes né se a gente pensa na Adoração algo de conexão algo de inspiração ela se desdobra em justiça amor e caridade que são relacionais ações né E aí vem essa outra coisa que é a perfeição moral que assim essa ação junto com essa conexão me leva a uma outra Instância do ser que é esse vira ser em uma perfeição moral e aí me parece que essas três leis de fato ela elas angul dão Faces do que esses outros autores também vão colocando né acho que esses dois outros autores eh depois de Freud sobre sobretudo a gente encontra o Jung encontra o o Victor Frank é o que a gente vai falar um pouquinho certamente eh mas dentro dessa perspectiva Perceba o Freud e aí você trouxe um conceito que foi niet né niet fala sobre o Super Homem e niet o filósofo niet alemão ele também influencia viu a obra de Freud bastante você encontra muita coisa não é à toa que um livro da literatura eh da literatura né né escrito por um psiquiatra psicoterapeuta né quando niet chorou é encontro de niet com Freud um encontro real porque pelo menos o encontro nas ideias houve muito e o niet eh tanto quanto o Freud eles eles em si não desdobram tanto essa questão da da da do Divino em nós no sentido transcendente saudável o niet ele ele falava assim eu só só entro em guerras com gente grande então era contra Sócrates era contra Jesus que ele entrava em guerra n ele não entrava em guerra por gente pequena e nesse nessa
o niet ele ele falava assim eu só só entro em guerras com gente grande então era contra Sócrates era contra Jesus que ele entrava em guerra n ele não entrava em guerra por gente pequena e nesse nessa nessa ideia de fato o que que eles entram em em choque O que é que esses autores eles discutem e de certa forma são bastante assertivos e acertados porque muitas vezes essa visão filosófica religiosa acaba descambando numa rigidez a título de ser perfeito então às vezes a gente quer ser perfeito a gente já falou várias vezes aqui perfeito antes do tempo e aí acaba ficando uma caricatura deção que é muito mais essa Instância super egica essa Instância ideal do Ego antes do tempo que Talvez seja isso que o filósofo niet e o e o o médico né o psicanalista e Freud analisam como sendo digamos assim algo eh mais patológico por quê Porque Freud estuda o adoecimento né ele estuda pessoas com adoecimento muito grave casos histéricas caso de pessoas que estão com neurose obsessiva que eu procuro na clínica e de certa forma não é sér se a gente for analisar a vida sempre falo isso para meus alunos meus residentes de psiquiatria eh nas preceptoras se a gente for analisar a vida e querer explicar a vida como um todo baseado só no nosso consultório certa mente a gente Primeiro vai cair no narcisismo exacerbado como se nós pudéssemos explicar os problemas do mundo inteiro a partir de uma teoria né ou de teorias da do psiquismo e certamente vai ha um retrato muito parcial que é um retrato de um momento de crise de adoecimento que é muito muito rico mas é parcial Então eu fico pensando que esses autores são muito acertivos e acertados assim acertaram Quando viram as consequências eh patológicas desse dessa Instância superconsciente que nos leva a uma tendência de desejar ser melhores mas de forma rápida demais né e sem uma E aí fica mais uma caricatura de perfeição do que um vir a ser real eh Léo ainda que vale a pena se fazer uma Justiça ao niet porque o niet ele é propagado como alguém que
a rápida demais né e sem uma E aí fica mais uma caricatura de perfeição do que um vir a ser real eh Léo ainda que vale a pena se fazer uma Justiça ao niet porque o niet ele é propagado como alguém que eh que fez um uma contra força a ideia do da religiosidade da espiritualidade Mas se a gente tem uma obra do niet que se chama o anticristo se a gente ler com atenção a gente vai ver que o niet não era ele não brigava com Jesus niet brigava com o cristianismo para niet Cristo foi um dos maiores seres humanos e tanto que ele diz assim que o único Cristão morreu na cruz ele diz na o único Cristão verdadeiro morreu na cruz porque ele dizia que Cristo que Jesus Cristo ele Manteve a coerência interna dos seus eh movimentos naturais Jesus ele era tinha consonância consigo mesmo então aquele mundo instintual de Jesus estava em harmonia com as suas ideias ele reconhece isso só que ele diz que depois de Jesus Jes sobretudo depois de segundo nit né Depois de Paulo de Tarço entra uma concepção que deturpa esta ideia do natural de Jesus e aí se formos pegar emprestado a ideia de Freud assim entra um superg no cristianismo um superg do pecado do errado do erro da da repressão da sexualidade né então o niet bate muito em cima deste cristianismo performático dos sacerdotes que se intitulam representantes deste Cristo que não tem nada a ver com eles e aí toca para todos nós também né Eu acho muito interessante essa ideia porque se a gente começar a ler os autores né a gente vai encontrar porque o o o niet ele ele apregoava a ideia de que nós não podemos nos rebelar contra os instintos uhum instintos fazem parte do nosso eu autêntico né Depois mais adiante a gente vai ver que não é simplesmente tornar o ser instintivo mas não reprimir não tentar suprimir uma parte fundamental que é o que muitas vezes a religião faz e esse eu acho que é o nosso nosso nosso exercício aqui de tentar entender estas essas dinâmicas todas é o primeiro livro do que ele escreve o nascimento da tragédia aí nesse Liv livro ele ele vai
faz e esse eu acho que é o nosso nosso nosso exercício aqui de tentar entender estas essas dinâmicas todas é o primeiro livro do que ele escreve o nascimento da tragédia aí nesse Liv livro ele ele vai brigar de frente mesmo com com Sócrates e vai dizer assim que no homem grego daquela época existiam duas em nós né por isso que eu digo que a obra de nietz influencia muito o pensamento da da Psicologia Nascente porque psicologia enquanto ciência nasce no século XIX né E aí também a psicanálise e tal aí ele vai dizer que nós temos duas forças uma força dionisíaca que seria a força Ele pega esse Deus né Dionísio e uma outra força apolínea do Deus Apolo Então essa força dionisíaca é essa força mais instintiva que você tá colocando e essa força apolínea seria de certa forma o racional Talvez um pouco do superg E aí ele vai dizer que essa força apolínea eh foi muito propagada na filosofia por Sócrates e Platão então ele vai falar assim que isso acaba com o homem a sociedade e o problema que o se tava enfrentando e tal e ele vai fazer um enaltecimento das forças dionisíacas um enaltecimento mas me parece assim Sérgio que esses dois autores e eles Talvez tenham dado até uma uma força bastante grande paraa força dionisíaca sabe eh no sentido de olha não só não não Reprima e veja como é que a gente tá na atualidade porque a gente tem que pensar uma teoria também Ach consequências a longo prazo por exemplo assim como a gente fala do cristianismo e aí vem o autoit vem autof Freud vem tantos outros e vem a deturpação do cristianismo é interessante também que a gente veja a deturpação deles dois ou ou a a brecha que os dois abriram eh quando colocam as forças dionisíacas instintivas institua como sendo digamos assim a existência porque de certa forma o n coloca assim isso é quase que o sinônimo do ser humano o vir aer seria se tornar instintual né E aí a gente vai vendo que ao longo dos anos de certa forma o que que a gente fala aqui do empoderamento aí acaba sendo um falso self que a gente fala né então é
vir aer seria se tornar instintual né E aí a gente vai vendo que ao longo dos anos de certa forma o que que a gente fala aqui do empoderamento aí acaba sendo um falso self que a gente fala né então é interessante a a como é quase como se o ideal fosse voltar a se tornar um pouco bicho assim né De certa forma é de certa forma é então a gente vê o enaltecimento sabe assim do eu acho que somos nós enquanto sociedade assim enquanto ser humanos aprendendo né aprendendo como lidar com essas coisas tão difíceis porque aí a gente hoje em dia faz uma releitura por exemplo da influência eh dos povos indígenas ou povos originários de todos os dos caminhos e vê o seguinte olha Esses povos originários como os astecas os maias aqui no Brasil também eles tinham essa coisa de adoração a Deus né eles tinham um lado espiritual eu acho que é eu acredito vejo isso somos nós percebendo que não dá para ficar com essa força eh eh ignorada para sempre ou desprezada ou vista como algo patológico porque algo que está em nós desde tempos imemoriais desde os nossos primórdios mas também por exemplo existi o quê o culto com sacrifício de animal o culto com sacrifício de de seres humanos nessa sociedade por exemplo da mesoamérica tão desenvolvida intelectualmente existe o sacrifício então e eh tentando ass olha como é que a gente pode pegar o lado construtivo de tudo né Acho que são caminhos que a gente tá tá fazendo né são caminhos né S Acho que sim eu acho que o Livro dos Espíritos nos socorre nesta hora né quando na lei de adoração ele nos traz a a a revelação vamos dizer porque o Livro dos Espíritos é um livro de Revelação tanto que a gente tem a doutrina espírita inicialmente como a revelação Espírita né é o que que os espíritos revelaram a Kardec não é tá então ele traz a ele ele confirma a ideia de Deus como uma força Suprema a inteligência Suprema causa primária de todas as coisas é a primeira questão né do Livro dos Espíritos quer dizer o Livro dos Espíritos já inicia com a ideia de Deus da
de Deus como uma força Suprema a inteligência Suprema causa primária de todas as coisas é a primeira questão né do Livro dos Espíritos quer dizer o Livro dos Espíritos já inicia com a ideia de Deus da transcendência então o espiritismo já é por si mesmo a revelação da dimensão espiritual portanto E aí na lei de adoração nós teremos que todos nós temos essa potencialidade de contatar Deus ela está em potencial dentro de nós o processo evolutivo estaria decorrente desta desses esforços desses avanços que a gente pode fazer para alcançar essa Instância superior e e de que maneira na lei de adoração eh Kardec pergunta aos espíritos né e e eles respondem de várias maneiras mas sobretudo enaltecendo a questão da oração adoração é um derivado da oração a oração seria esta aquilo que nós conhecemos por prece né Por oração e na pergunta 660 Kardec pergunta para para os espíritos se a pre torna melhor o homem e eles respondem sim que porquanto aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons espíritos para assisti-lo Esse é um socorro que jamais se lhe recusa é é muito interessante assim porque nós nós sabemos L avançando um pouquinho que nós vivemos num ambiente Vamos pegar uma analogia assim a gente está num ambiente se a gente mora na perto da praia o Léo mora perto da praia né mora em Recife quem mora perto da praia tem um oxigênio melhor do que quem mora em São Paulo ou numa cidade que tem poluição né Por quê Porque a gente respira um ar mais puro assim como quem mora nos campos ou quem vive mais próximo da natureza tem uma atmosfera mais saudável diferente de quem vive num lugar aonde respira um ar mais poluído que tem uma poluição sonora Assim como nós temos uma atmosfera em que nós vivemos fisicamente nós temos uma psicosfera que é o nosso ambiente espiritual portanto nós temos ambientes espirituais dependendo da nossa sintonia interna e aí tem a ver com esses andares que nós estagi nós estamos mais sintonizados e
icosfera que é o nosso ambiente espiritual portanto nós temos ambientes espirituais dependendo da nossa sintonia interna e aí tem a ver com esses andares que nós estagi nós estamos mais sintonizados e ligados a psicosfera mais densas ou menos densas ou mais arejadas menos poluídas ou mais poluídas então assim como nós temos a poluição no nível físico no nível da da nossa Ecologia ambiental nós temos uma Ecologia psíquica E aí Kardec sabiamente com os espíritos nos falam da oração né que esse campo espiritual ele nos propicia uma dimensão aonde nela habitam espíritos e aí diz com todas n nós temos nós temos espíritos e e temos formas pensamento Já estamos em André Luiz vibrações diversas e a gente sabe que isso está no nosso ambiente espiritual então na lei de adoração ele nos convida para esta tópica que diz assim a gente precisa cuidar deste aspecto também Porque dependendo das companhias que a gente tem espiritualmente será também os desdobramentos da lei de de adoração são muito importantes Léo pra saúde hoje a ciência nos fala que as pessoas que acessam melhor esses níveis superiores tem consequências diretas na sua saúde nós temos a saúde mental mas não apenas na saúde mental sobretudo na saúde física também há estudos que nos mostram que Pessoas que cultivam espiritualidade tem níveis celulares de resposta mais satisfatória de que quem vive nos Subúrbio da mente né de que quem permanece num nível mais poluído das suas condições mentais E por aí a fora ah acredito que nesse momento então a gente pode lembrar de dois desses dois autores que talvez o superconsciente eh também seja impregnado dessa ideia né a o Jung e o Victor frankel quando Jung vai colocar que nós temos um inconsciente eh arquetípico seria um consciente coletivo e nessas imagens primordiais nós teremos essa imagem do divino E aí não é à toa que várias civilizações de todo todo o tempo na mesoamérica no Egito no no Brasil né na América do Sul enfim nós temos as imagens do Divino e é interessante que
essa imagem do divino E aí não é à toa que várias civilizações de todo todo o tempo na mesoamérica no Egito no no Brasil né na América do Sul enfim nós temos as imagens do Divino e é interessante que essas imagens do divino que nos leva a uma conexão eh de adoração é sempre para o o o maravilhoso ou seja o maravilhamento que nos causa fenômenos da natureza que mostram nossa inferioridade assim nossa pequenez e também nossa incapacidade de explicar tudo então por exemplo nos povos iniciais sempre existe em várias situações a imagem da mulher grávida como sendo uma coisa de adoração Porque como é que pode gerar vida então é assim tudo que é e que gera um um algo que a gente não consegue explicar gera um certo maravilhamento ou no espanto ou depois no encanto e nessa perspectiva o inconsciente coletivo seria uma conexão né seria digamos assim aquilo que a gente fala também eh dentro da doutrina espírita o germen Divino e aí o Victor frankel que fala de uma psicologia né mais da análise existencial e talvez por ele ter passado pela segunda guerra visto também o O que é que as pessoas podem construir ele passou pela segunda guerra que eu diga não comungo mas passou no campo de concentração Ele dá muita ênfase à vontade né a vontade então ele fala a vontade de sentido a vontade de propósito como sendo algo existencial e não só algo de defesa aí ele vai trazer esse essa ideia do eh Deus inconsciente que não seria tão impessoal apenas como o inconsciente eh digamos assim arquetípico de Freud de de Jung mas algo que nos leva a uma transcendência algo que nos leva a uma ação aí juntando isso com o que você falou você pincela aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo a fé é o sentimento inato no homem da sua destinação futura então de certa forma tem esse no evangelho tem isso né seja o seu sentimento inato se é inato algo que tá não tá tão consciente é algo até instintivo algo que é uma força que nos nos move destinação destinação é algo que vai vir que nós iremos ser aí a consciência das
ntimento inato se é inato algo que tá não tá tão consciente é algo até instintivo algo que é uma força que nos nos move destinação destinação é algo que vai vir que nós iremos ser aí a consciência das prodigiosas faculdades que trazem germe No íntimo a princípio estado latente mas que ele deve fazer germinar e crescer através da sua vontade ativa então de certa forma ele dialoga muito bem só que de forma antecipada né porque nós estamos falando do Evangelho Segundo o Espiritismo antes da obra de Jung antes da obra de Fran pelo que a gente saiba eh Jung e Victor frankel enquanto encarnados né conscientemente encarnados eles não tiveram assim não foram espíritas não leram a obra eh não se debruçaram na obra de Kardec muito embora Jung estudou médiuns né ele tem um dos primeiros livros de Jung é estudos psiquiátricos que é um estudo sobre uma médium e então ele estudou alguns fenômenos ali já no final desses dessa era do século XIX mas não leu a obra de Kardec parece muito né se você vê essa eh esse trecho que você muito bem pincelou do Evangelho Segundo o Espiritismo dialoga muito bem com as Visões de Victor frankel né da presença ignorada de Deus ou do Deus inconsciente que é transcendente que nos leva uma transcendência e desse dessa ideia de Deus arquetípico do inconsciente coletivo né coisa mais que nos germina eh le é assim se eles conheceram Kardec conheceram não como a gente conhece né mas eu não sei se conheceram Kardec Agora com certeza não conheceram Chico Xavier Chico Xavier era desconhecido porque nesta época que o frankel tava em Auschwitz vivenciando Os horrores da dos campos de concentração Chico tava psicografando então na mesma época lá em para eu ter uma ideia 1945 quando acabou a a da segunda guerra mundial Chico tava psicografando Missionários da luz e 2 anos depois ele psicografou no mundo maior e olha só o que ele diz no Mundo Maior sobre isso que você está falando né Ele diz quando no capítulo 3 ele tá falando sobre Calderaro né descobri surpreso que toda a província cerebral
no mundo maior e olha só o que ele diz no Mundo Maior sobre isso que você está falando né Ele diz quando no capítulo 3 ele tá falando sobre Calderaro né descobri surpreso que toda a província cerebral pelos sinais luminosos se dividia em três regiões distintas nos lobros frontais eram as zonas de associação que eram quase brilhantes Olha isso di Tem uma parte Nossa da mente que se conecta a a algo além daquilo que é o comum não é então e e isso me fez lembrar enquanto tu estavas dizendo aí que que tem muita ressonância com o que Jesus dizia né porque quando Jesus curava né quando Jesus chegava alguém chegava aquela mulher sangrando quando chegava o coxo paralítico Jesus curava e as pessoas ficavam maravilhadas com ele ele se tornava num ídolo imediatamente porque obviamente uma pessoa que não enxergava começar a enxergar pela ação de uma segunda pessoa tende de imediato a idolatrar essa pessoa que que Jesus dizia tua fé te curou tua fé te curou ele ele diz isso continuadamente uma cura após a outra Jesus está saindo desse protagonismo de que ele fez algo sozinho e sinalizando que existe já alguma coisa dentro daquela pessoa que foi curada que possibilitou a cura tua fé te curou então ele está dizendo assim existe um aspecto transc dentro de você que você não sabe mas existe Então nesse sentido ele é inconsciente coincide com o que Franco fala assim de que existe um inconsciente espiritual coincide com o que André Luiz chama de superconsciente que é inconsciente também o nosso superconsciente ele está muito mais inconsciente às vezes pré-consciente né E muito pouco consciente então quando Jesus cura diz se a tua fé te curou tá dizendo ó tem um virer aí tem coisa boa vindo de dentro de você né E quando ele diz assim vós sois Deuses podeis fazer tudo que eu faço e muito mais se quiseres então ele está selando essa ideia de dentro de nós então Acho muito lindo esta essa essa combinação esta convergência de de condições que esses vários autores falam de maneiras diferentes em épocas
es então ele está selando essa ideia de dentro de nós então Acho muito lindo esta essa essa combinação esta convergência de de condições que esses vários autores falam de maneiras diferentes em épocas diferentes mas que levam a um a um a um a um senso é senso comum é porque provavelmente os autores escrevem de forma independente sem fazer uma colaboração científica des escrita né então se chegam nisso da aquela ideia do que os uma escola grega eclética falava assim olha se você consegue ver convergências em várias teoria certamente essa convergência fala de uma verdade né E aí com a visão espírita certamente é porque ess convergências tiveram a sua inspiração na verdade transcendente espiritual e aí cada um traz com a sua eh com seus as suas lembranças memnicus porque Jesus já traz a é a revelação Jesus queira é o ser que se realizou então é o superconsciente realizado é o superconsciente consciente porque ele está realizado ele está manifesto né mas esse falando desses outros autores que a gente tá ele ele ele é tão grande que até o niet teve que elogiar ele né É exatamente não tem como não tem como encontrar Mas sabe uma coisa que você falava porque a doutrina espírita ela dá uma digamos uma topografia uma concretude para esses assuntos Quando você pensa essa pergunta 660 não é deixa eu só confirmar 660 do Livro dos espírito eh formas pensamentos em Allan Kardec a gente encontra muito eh semelhança com a ideia que ele fala da fotografia do pensamento ele vai dizer que quando Nós pensamos né Nós fotografamos o nosso pensamento no nosso per espírito isso aí acaba eh fazendo com que nós ou seja nosso campo psicosfera através das formas pensamento eh se conecte com o fluido cósmico que há no universo e na terra então em todo local né existe o fluido cósmico é como se fosse a argamassa Divina que permeia todos nós e a partir desse fluido cósmico que nós estamos conectados não só simbolicamente mas concretamente falando com a tecitura divina e esse fluido cósmico ele vai
a argamassa Divina que permeia todos nós e a partir desse fluido cósmico que nós estamos conectados não só simbolicamente mas concretamente falando com a tecitura divina e esse fluido cósmico ele vai variar aqui na terra você vai ter ambientes com a uma psicosfera mais elevada uma psicosfera mais densa é o mesmo fluo cósmico a diferença é a condensação é a é a pureza digamos sutileza talvez eu gosto mais desse tema sutileza desses desses Campos vibratórios e quando a gente aciona prece numa ação de conexão de adoração a gente muda a nossa psicosfera muda a nossa fotografia do pensamento e se conecta né com o fluido cósmico mais Sutil que existe já aqui né só que às vezes a gente não se conecta E aí a Sente só a energia perturbada da nossa psicosfera da Terra Então existe assim uma explicação concreta digamos assim né uma explicação física né ex sabe que no Livro Missionários da Luz você falando isso me me trouxe um um trecho que eu encontrei aqui que é muito interessante que lá em em Missionários da Luz André luí apresenta a elucidação do orientador espiritual Alexandre aí já não é Calderaro né Missionários da luz é um livro anterior a no mundo maior e em relação à pré essa questão que você tá falando falando da sintonia ele diz o seguinte que a prece não é movimento mecânico de lábios nem disco de fácil repetição no aparelho da mente Olha que interessante né não é um disco que a gente coloca para repetir alguma coisa a prece ela tem algo a prece realmente valiosa é aquela que que toda vez que se faz é uma coisa completamente nova Ela não é uma repetição né então isso traz algo no direção da espontaneidade e continua é vibração energia poder a criatura que ora mobilizando as próprias forças realiza trabalhos de inexprimível significação agora semelhante estado psíquico descortina forças ignoradas Olha aí lé descortina forças ignoradas revela a nossa origem divina e coloca-nos em contato com as fontes superiores Olha que interessante isso que você diz aí há pouco né que no
tina forças ignoradas Olha aí lé descortina forças ignoradas revela a nossa origem divina e coloca-nos em contato com as fontes superiores Olha que interessante isso que você diz aí há pouco né que no momento que eu faço essa sintonia eu não apenas acesso eh algo além daquilo que é o mais comum eu entro pelo fluído cósmico em contato com fontes superiores ou ou seja existem mentes superiores que estão ali aguardando sintonia E aí diz conclui dizendo o seguinte dentro dessa realização o espírito em qualquer forma Pode emitir raios de espantoso poder espantoso poder é uma outra psicologia né é uma é uma outra é um desdobramento vamos dizer assim de tudo que nós estamos estudando mas eu eu ao eu queria pensar isso que é uma outra psicologia é é um outro paradigma nós paradigma fazemos as interfaces assim com pensadores que não pensaram esse paradigma porque a gente vai tentando entender né Vai tentando ver quais foram certamente esses pensadores é que a gente falou muito de n ele visualizou um efeito colateral de todos esses paradigmas tão transcendentes que a gente não consegue acessar ainda porque veja é um vira serer Então hoje para nós é mais teoria do que realidade né são momentos mas nós não somos ainda esse ser realizado então naturalmente quando a gente vai eh escutar é Chico Xavier através da sua mediunidade trazendo explicações de André Luiz Allan Kardec sintetizando tudo isso às vezes para nós fica algo mais especulativo né porque aí vem Jesus falando homens de pouca fé homens pouco realizados se vocês tivessem né a fé de um tamanho de grão de mostarda vocês conseguiriam mudar montanhas montes e aí eu sempre falo dessas duas realidades que mudam né sgio uma realidade externa concreta a fé consegue fazer com que as coisas concretamente se mudem vamos pensar em saúde quando essa fé aciona em nós pela oração toda essa sutileza cerebral eh física você desdobra aí no seu livro essa questão também das desdobramentos físicos da Fé o desdobramento físico dessa lei de Adoração acionada em nós
em nós pela oração toda essa sutileza cerebral eh física você desdobra aí no seu livro essa questão também das desdobramentos físicos da Fé o desdobramento físico dessa lei de Adoração acionada em nós mas às vezes nós não temos a possibilidade de mudar a montanha da doença ou seja não temos a possibilidade da cura porque a lei a lei de da doutrina espírita nos explica a lei de caus efeito a reencarnação e às vezes são coisas expiatórias que estão postas aí vem a segunda Face da fé a segunda Face da adoração que é a mudança de montanhas internas a mudança da postura psicológica que aí a gente vai vai desembocar na fé resignação então tem uma fé superação didaticamente falando que muda a montanha externa e tem a e muda o físico mesmo e tem a fé resignação que já vai mudando físico mas essa mudança física é com tempo é um outro corpo que vai se produzindo no per espírito para uma futura reencarnação Então tudo se alinha né tudo se alinha e obviamente como a gente ainda está engate eh na realização desses conceitos é natural que a gente traga efeitos colaterais né de que perfecionismo e não perfeição E aí esses autores eles verificam isso né Eles veem na própria vida isso e também vem isso na clínica no contato do pensamento então É interessante fazer essas interfaces mas muito bem colocado é outro paradigma é um paradigma até para nós novo né Acho que sim e e acho que esta essa essa parte do que nós estamos falando agora apresenta uma sutileza assim né que a gente precisa buscar também que é o risco da passividade né pessa ah oração tem esse poder todo Então olha só vou ficar sentadinho só rezando fazendo as minhas solicitações e as minhas sintonias superiores vou evitar todo e qualquer ambiente que não seja elevado vou entrar num estado de contemplação isso vai me propiciar uma fascina nas minhas células eu vou ficar limpinho por dentro e tudo isso vai resolver o resto Olha o que diz Calderaro a respeito deste modo de se posicionar os que se refugiam exclusivamente no templo das noções
minhas células eu vou ficar limpinho por dentro e tudo isso vai resolver o resto Olha o que diz Calderaro a respeito deste modo de se posicionar os que se refugiam exclusivamente no templo das noções superiores Olha isso livro no mundo maior caldeiro para todos nós os que se refugiam exclusivamente no templo das noções superiores sofrem o perigo da contemplação sem obras da meditação sem trabalho e da renúncia sem proveito Então quem fica só lá no terceiro andar só rezando evitando o mundo está entrando muito mais num processo de fuga de si mesmo né se nós temos um corpo físico isso expli que a gente precisa atender as demandas materiais e emocionais relacionadas ao corpo físico a realidade Física não é apenas uma vestimenta né que do qual o espírito se serve e faz dela o que quer corpo não é um casaco corpo ele é um um uma estrutura de integração com o espírito então nós de certo modo nós Enquanto estamos encarnados nós somos essas células interagimos Então isso que o Léo traz eh a oração sozinha ela é um veículo mas eu preciso estar em Ação tanto que existe ação no termo oração é oração é ação oração não é receber apenas e este movimento interno implica nesta neste trabalho interno significa aí a médico significa olhar para dentro fazer psico terapia resolver conflitos enfrentar problemas trabalhar no fim do mês para poder ter o seu salário implica tudo isso porque se não for isso nós caímos naquelas doutrinas contemplativas né não que não tenham valores Elas têm valores sim pessoas que se sentem mais à vontade de permanecerem nesse estado Mas isso não não é uma não é uma postura eh condizente com a doutrina espírita eu sempre lembro do nosso saudoso amigo querido recentemente desencarnado André peixinho uma vez conversando com peixinho dig peixinho como é que você acha esse negócio tem uma discussão no nosso meio se o espiritismo é religião se não é religião tu acha isso aí que às vezes tem un que defende que Kardec diia que não era mas depois diz que era no sentido filos e o peixinho me disse
ão no nosso meio se o espiritismo é religião se não é religião tu acha isso aí que às vezes tem un que defende que Kardec diia que não era mas depois diz que era no sentido filos e o peixinho me disse assim uma vez Sérgio o espiritismo é uma cosmovisão aquele me impactou eu parei assim espiritismo é uma cosmovisão e ele é algo que não cabe Nem na nomenclatura de uma coisa só né Nós não temos é uma Cosmo visão ele nos abre a cabeça ele nos chama para ir além disso e por isso ele nos deixa eh inquietos provocados veja nessa nossa discussão né el ela vai abrindo eu tenho certeza que contigo acontece como comigo a gente tá falando Nossa isso abru uma coisa na minha cabeça que eu não tinha pensado ainda então esse Esse aspecto progressivo que Kardec falava né então assim Mas voltando eh a oração ela é Ela é realmente um estado um estado interno oração não é um momento em que se para para fazer alguma coisa até pode no momento que eu estou pedindo deus ampara a todos nós a minha família e tal isso é um é um tipo de oração mas existe um outro tipo de oração que é aquele que a gente faz enquanto a gente trabalha Existe uma oração que é aquilo que a gente faz enquanto a gente tá caminhando na rua existe um tipo de oração que a gente faz quando a gente tá comendo sorvete através do Estado de gratidão momento que eu tô num estado de gratidão de dentro de mim eu estou orando é um estado de alma não prec não precisa de palavras necessariamente né aliás tem que tomar até um certo cuidado com as palavras né os espíritos Cuidado com essas preces muito recitadas muito prontas porque elas não dizem ao que vieram a oração é um estado que envolve sentimento para ver conexão e para ver conexão novamente é preciso ter ação a oração tem a ver com o movimento S quando nós temos André Luiz ele fala muito bonito né no nos lobos frontais as zonas de associação eram quase brilhantes primeiro Chico não era anatomista nem neurocientista mas ele coloca aqui zonas de associação isso não não é um Tero só
uito bonito né no nos lobos frontais as zonas de associação eram quase brilhantes primeiro Chico não era anatomista nem neurocientista mas ele coloca aqui zonas de associação isso não não é um Tero só filosófico é porque realmente os lobos frontais existem na nossa nosso cérebro áreas associativas e nosso cérebro tem muita eh eh maior parte dessa massa encefálica são áreas de associação que conectam uma região a outra E aí fazem sur os conceitos e a principal área associativa do nosso cérebro de fato são os lobos frontais especialmente o córtex préfrontal É verdade quando nós temos nos adoecimentos psiquiátricos esquizofrenia depressão Trono bipolar qualquer um que que a gente vê né Sérgio hoje a gente já sabe isso biologicamente falando várias áreas do cérebros estão implicadas se é causa ou efeito já é outro debate mas a gente tá falando assim estão implicadas E especialmente onde que está mais implicadas eh de um de uma disfunção de uma disfuncionalidade é o lobo frontal é o córtex préfrontal E aí perceba a o racio que eu tô querendo construir filosófico quando nós estamos passando por esse adoecimento mais grave a nossa mente é invadida por pensamentos mais pessimistas nós ficamos em conexão com áreas menos sutis da psicosfera E aí é uma uma uma lei de de de sintonia tanto esse estado mental ou seja espiritual reper no nosso corpo afetando essa região que é uma região de conexão com o Divino e nos deixa desconectados com o Divino e muito mais com o pessimismo com a falta de esperança porque o Divino é esperançoso o Divino em nós é é pleno né Ou seja é algo de de Êxtase e quando nós estamos passando por um adoecimento mais grave nós estamos desconectados com essas esferas literalmente mais pessimistas mais desesperançosos e aí em interessante pensarmos eu queria pensar nessa outra autora brasileira que é a Niz da Silveira que é muito lembrada na psiquiatria pelos terapeutas ocupacionais tem uma colega que é terapeuta ocupacional sabe E aí quando eu fundei um um ambulatório
utra autora brasileira que é a Niz da Silveira que é muito lembrada na psiquiatria pelos terapeutas ocupacionais tem uma colega que é terapeuta ocupacional sabe E aí quando eu fundei um um ambulatório primeiro episódio Psicótico eu chamei logo ela para participar da equipe por porque tratar adoecimentos muito graves como esquizofrenia por exemplo a gente precisa transcender ai da medicação e pensar o quê na ocupação medicação mas ocupação então nessa reflexão que você tá fazendo oração é a medicação Mas além da medicação gente precisa o quê da ação do trabalho seria essa Instância de vigilância e a Nise da Silveira Traz essa é uma das pioneiras tanto que ela falar Nise da Silveira para nós da terapeutas para nós terapeutas ocupacionais é a grande matrona da terapia ocupacional Então essa é uma sacada muito prática de como se fosse assim resumir tudo isso que a gente tá falando ela que teve ligação ali com Jung quando Jung veio aqui ela teve contato falava das mandalas ou seja tinha um campo teórico mas o que que a gente pode fazer para esses pacientes que estavam lá internados há tanto tempo trabalho a laborterapia a terapia ocupacional a movimentação para ver se muda um pouco esse estágio fixar de desconexão Então esse estágio fixado de desconexão é inclusive muito difícil quando a pessoa numa fase aguda de adoecimento está ela se conectar pela oração porque o cérebro a mente né o cérebro tá tão fixado em áreas de pessimismo que é muito difícil se a gente pensa em obsessão também tá muito fixado na obsessão e aí vem olha ao invés de um estado mais contemplativo contempla pelo trabalho contempla pela ocupação E aí eu dobrando isso sgio eh lembro de uma jovem com esquizofrenia começou a esquizofrenia com 9 anos de idade e ela tem um talento assim hoje ela tem 25 26 ela tem um talento Renato e ela fala assim para mim Ah Doutor quando eu tô pintando ela fez aula de pintura as vozes nem chegam eu fico tão distraída com meu trabalho que as vozes não aparecem Então isso que eu tô
lento Renato e ela fala assim para mim Ah Doutor quando eu tô pintando ela fez aula de pintura as vozes nem chegam eu fico tão distraída com meu trabalho que as vozes não aparecem Então isso que eu tô colocando tem uma realidade física Vamos pensar as vozes como um processo eh cerebral mas quando me distraio ocupando a minha cabeça com uma ação saudável a minha mente se distrai dessa área e se conecta a outro campo e aí conversava com o Divaldo ele falava assim meu filho quando a pessoa tá num estágio obsessivo é tão difícil a oração que eh Às vezes a gente precisa mesmo é distrair a mente para poder se desconectar dos obsessores Então vem isso né de uma forma prática para nosso dia a dia e a gente podendo eh conectar esse tema de hoje com o tema das próximas semanas que a gente vai falar que é assim nessa terceira casa mental terceiro andar da casa mental lei de adoração seria a conexão mas aí ela se desdobra em Ação a ação ela é de Justiça amor e caridade alguma coisa que me coloca na ação solidária inclusive e E essas duas conexão com ação gera em mim um vira ser aí vem a perfeição moral vem uma um estado de elevação né é muito lindo isso né esta parece que tem assim uma uma sequência né a gente chega quase a enxergar uma eh uma uma uma cartografia que nos é recomendada num caminho a seguir e é interessante que quando Kardec escreve as leis Morais ele não se preocupa muito com essa ordem né que nós fomos nós que demos esta esse né então vamos dizer assim é uma é um exercício de livre pensamento que a gente tá fazendo como uma maneira de desdobrar um conhecimento numa lógica que é uma lógica recente principalmente a partir da obra de André Luiz e eu gosto sempre agora que a gente antes de encaminhar encerramento lé de de trazer um aspecto muito importante da lei de adoração que diz respeito à oração coletiva né a oração e e sobretudo não apenas coletiva mas no lar lá no no livro doos mensageiros que é um livro anterior ainda a ao Missionários da luz é exatamente o livro seguinte
respeito à oração coletiva né a oração e e sobretudo não apenas coletiva mas no lar lá no no livro doos mensageiros que é um livro anterior ainda a ao Missionários da luz é exatamente o livro seguinte depois do nosso lar o André Luiz ele chama atenção para oração em família né dizendo o seguinte o culto familiar do Evangelho esse termo se eh Se popularizou se se tornou comum no nosso meio como culto do Evangelho né como na verdade é o momento do Evangelho ele diz não é tão só um curso de iluminação interior não é tão só Ou seja é É também um curso de iluminação interior mas é também o processo avançado de defesa exterior Olha que interessante isso o o o momento do Evangelho no Lar é um um um aprendizado de iluminação interior mas há também um processo avançado de defesa exterior pela pelas claridades espirituais que acende em torno o homem ou o ser humano né a família que ora traz consigo inalienável couraça o lar que cultiva a prece transforma-se em Fortaleza eu acho muito interessante também essa esse conceito de que esses essas buscas ativas por estar positivos superiores quando feitos em conjunto em família tem um potencial de ação maior e quem faz o Evangelho no Lar sabe disso né quem tem o hábito de reunir uma vez por semana a família naquele mesmo horário fazer uma leitura do Evangelho de um livro de mensagens superiores fazer um pequeno comentário e logo seguida uma prece o poder de dinamização das condições internas ao longo da semana são muito grandes né são inestimáveis Então acho sempre é bom da gente nesse capítulo lembrar desse potencial do do Evangelho no Lar da oração em família como um conforme diz André luí não apenas como algo que nos mexe por dentro mas como algo que nos protege por fora tendo por fora assim o ambiente espiritual né aqueles acontecimentos ligados à sintonias inferiores você falou aqui no caso da da da dos dos pacientes que que quando ocupam a mente num sentido superior ficam mais protegidos inclusive desse tipo de influência e nós também né
os à sintonias inferiores você falou aqui no caso da da da dos dos pacientes que que quando ocupam a mente num sentido superior ficam mais protegidos inclusive desse tipo de influência e nós também né estamos sujeitos na nossa vida a todo momento sobretudo dentro da família né T que é onde as coisas acontecem muitas vezes de maneira tão conturbada é um recurso fundamental que nós temos à disposição e que a doutrina espírita nos recomenda que a gente lance mão como uma forma de equilibrar também a nossa psicosfera e o nosso ambiente espiritual obviamente esse tema se desdobra e esse desdobramento vamos ter ainda dois outros encontros sobre essas casas mentais superiores esse terceiro andar a lei de Justiça amor e caridade e da perfeição moral em que nós estaremos tentando finalizar reflexões desse livro o cérebro triuno e até parabenizo Sérgio de fato assim o que às vezes há de novo para nós que pensamos do espiritismo e que eventualmente escrevemos algo não é Reinventar a roda porque a roda já tá lá mas às vezes é fazer o que você fez de fazer visões didáticas criativas que conseguem organizar e nesse sentido eh muito bom né Parabéns assim por ter essa criatividade que nos fala de uma originalidade mas não originalidade no sentido disso de reinventar coisas mas assim de trazer novos ângulos né O que a gente pode trazer Talvez seja novos ângulos Obrigado pelaa pela sua pelo seu tempo né Por ter feito toda essa esse passeio aí entre as obras da psicanálise da psiquiatria e a obra Espírita deixando a marca Espírita né alguém que conhece o espiritismo e coloca na C da obra que é isso que tá você vê que o espiritismo tá na centralidade né não tá na periferia tá na centralidade do pensamento mesmo Obrigado meu amigo parabéns vamos em frente
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