Divaldo Franco e Danilo Cruz • Conversando Sobre Espiritismo
Apresentação: Lusiane Bahia Toda quinta-feira, Divaldo Franco realiza uma breve exposição e, em seguida, recebe um convidado especial para responder perguntas do público.
Há em tudo uma ordem divina, embora não a detectes, ela manifesta em tudo, expressando a sua origem no criador. Em ti também se encontra presente no corpo, na mente, na alma, regulando-te a vida e fomentando-a. e consegues identificar-te com essa vibração que demana de Deus. Haverá harmonia em tua existência, em tudo que realizas e com quem estejas. Tens que buscá-la, caso não a percebas e notes apenas insucessos, atrasos, desafios desanimadores. Todos esses aparentes percalços, todavia, trabalham juntos para o teu bem, o teu progresso. Não obstante se apresente o caminho por onde seguos. Aferra-te a certeza de que Deus é responsável por tudo e a si mesmo a ordem, esse equilíbrio divino te conduzirá ao bem. Conscientizando de que não segues ao Léo, mas te movimentas na correnteza da ordem superior, superarás tensões e amarguras, ansiedade e desgostos, porque esse háito de Deus que a tudo e a todos vitaliza, manifesta-se em ti e através de tudo aquilo que te diz respeito. Não te permitas resistir a essa energia envolvente e condutora. Coopera com estatuído pelas soberanas leis, facultando que elas cooperem contigo, trazendo-te paz e abençoando as tuas horas. Irmãs e irmãos queridos, sejam muito bem-vindos à nossa palestra doutrinária do Conversando sobre o Espiritismo. Cumprimentamos a todos que estão aqui no Cenáculo presencialmente e todos aqueles que nos acompanham pela TV Mansão do Caminho. Vamos agora à nossa prece inicial com Solange Seixas. A nossa tia Solange, Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor. A tua luz brilhou no mundo, aqueceu os corações, descortinou. uma estrada luminosa para que as criaturas pudessem encontrar-se e encontrando contigo, Senhor, poderem caminhar na direção segura, levando no coração a certeza de que a vida prossegue, apesar de fora do corpo, A continuidade é algo incontestável para todos nós. Assim sendo, ajuda-nos, Senhor, com a tua misericórdia infinita, a ti, a fim de vencermos os percalços da nossa incipiência, que nos leva tantas vezes a atitudes
e é algo incontestável para todos nós. Assim sendo, ajuda-nos, Senhor, com a tua misericórdia infinita, a ti, a fim de vencermos os percalços da nossa incipiência, que nos leva tantas vezes a atitudes impensadas e refletidas, apressadas. Ó Jesus, tu que és o amor não amado, vem e agasalha os nossos anseios de paz e ajuda-nos a compreender, a servir, a amar e a passar, a fim de que os propósitos que ameal Amos através das reencarnações sucessivas nos conduzam à pátria da libertação. Ó Jesus, há tanta dor, tanta incompreensão. E assim nós nos debatemos conosco próprio e te pedimos, resgata-nos de nós próprios, a fim de podermos enxergar com clareza as possibilidades que estão ao nosso alcance. Abençoa, Senhor, a todas as criaturas da terra, principalmente aquelas que estão nos leitos de dores dos hospitais, em particular, Jesus, pela nossa Jane, que ela receba o nosso carinho e as nossas vibrações. a fim de se recuperar. Dá-nos, divino amor, a tua bênção hoje, agora e por tudo, sempre. Que assim seja. As nossas reuniões de quinta-feira tem a característica de ser um conversando sobre a doutrina dos espíritos. Então, nós podemos fazer perguntas e vamos interagindo acerca das nossas dúvidas para que aqui motivemos as reflexões. Então, a gente que tá aqui no presencial pode chamar a equipe que tá aqui ao lado, levantar a mão e anotando as perguntas ao longo do programa aqui, ao longo que a gente vai conduzindo a atividade, porque assim a gente consegue fazer essa interação e essa participação. E quem está acompanhando de casa também vai colocando suas perguntas no chat. que logo mais nós vamos colhê-las para aqui compartilharmos. O nosso tio Divaldo hoje está de forma remota e vai fazer aqui toda a condução, vai participar aqui com a gente e como sempre acontece, a gente tem um convidado e a gente vai passar o convidado para as palavras iniciais. é o Danilo Cruz. É professor, psicólogo, especialista em saúde mental, psicoterapeuta, servidor público e autor de 11 livros
em um convidado e a gente vai passar o convidado para as palavras iniciais. é o Danilo Cruz. É professor, psicólogo, especialista em saúde mental, psicoterapeuta, servidor público e autor de 11 livros publicados, além de palestrante e trabalhador voluntário do Centro Espírita Paulo Estevão aqui em Salvador e também do canal Raciocínios Espíritas no YouTube. Danilo, seja muito bem-vindo e fala pra gente, por favor, a sua saudação inicial. Minhas amigas, meus amigos, muito boa noite. Para mim uma grata satisfação estar aqui trazendo um pouco de reflexão a respeito dessa doutrina maravilhosa que regenera e nos esclarece. É uma felicidade imensa estar aqui diante de uma pessoa que eu admiro muito o trabalho, que é Luziane Bahia, também diante de um grande ícone do movimento espírita brasileiro, que é Divaldo Pereira Franco, que sem dúvida alguma nos inspira os expositores espíritas a nos mostrar justamente a necessidade do estudo, a necessidade do esclarecimento e, acima de tudo, da didática, como sempre muito bem vem fazendo em prol dessa doutrina tão maravilhosa que eu já falei. Muito obrigado. Obrigada, Danilo. Então, vamos chamar o nosso Divaldo Franco, nosso tio. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas e amigos que nos acompanham através da Web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Naturalmente, existe em cada um de nós uma interrogação que não pode deixar de ser respondida. Afinal, qual é o sentido da vida? Qual é o objetivo de nos encontrarmos na presente reencarnação ativando recursos que pareciam adormecidos ou inexistentes? e de repente fazem parte do nosso próprio existir. Para poder decifrar o maior enigma da humanidade, que foi a morte, nasceu especialmente no ocidente, na Grécia, a filosofia, a filosofia, aproximadamente 7.000 anos antes de Crist ilhas gregas começou a florescer. e a dar ensejo à criatura humana de perguntar-se: "Quem sou eu? Por que estou aqui? Qual a razão do sofrimento? Haverá uma ética existencial?"
000 anos antes de Crist ilhas gregas começou a florescer. e a dar ensejo à criatura humana de perguntar-se: "Quem sou eu? Por que estou aqui? Qual a razão do sofrimento? Haverá uma ética existencial?" E surgiram os grandes pensadores pré-socráticos, Anaxímenes, Anaxágoras. E mais tarde, aproximadamente 400 anos antes de Jesus, aquela tríade Sócrates, Platão, Aristóteles, que apresentaram como essencial a busca do indivíduo, desde quando a criatura humana conseguiu superar no sentido antropológico os instintos primários. que faziam parte do próprio ser na sua jornada evolutiva. Espíritos poderosos que até hoje quase 2 bilhões de anos vijo em nossas almas, tais sejam comer, dormir, fazer sexo, preponderando, a criatura de repente, isto é, há alguns milhões de anos, começou a ter medo. Foi a primeira emoção, a emoção do medo. Porque residindo em furnas, em cavernas, deuse-se conta, aí está o primeiro pensamento, de que aquilo era perigoso. Não tinha ideia realmente do perigo. Entrava uma fera, um outro indivíduo e a vida era ceifada. Também ele não entendia o que era parar de viver, mas uma emoção de medo tomou conta dele. E até hoje nós temos essa emoção primordial em nossa existência, o medo, mas não apenas o medo da morte, o medo de ter medo de qualquer coisa que inspire medo. E nesse momento do medo, nós passamos a vivenciar a segunda emoção, a ira. Porque o medo nos leva a um estado de ira, graças, ao instinto de conservação da vida. O medo é sempre uma advertência que nos coloca em perigo diante da realidade do existir. E é um resultado orgânico, porque o medo faz que as glândulas suprarrenais derram no sistema nervoso central uma alta dose de energia. E com essa alta dose nós perdemos a lucidez. Vem a fúria, o desejo de destruir o opositor é a adrenalina. ficamos de natureza gélida ou esfogueados, mas a máquina é tão formidável que de imediato derrama no mesmo organismo uma camada de cortisol e então a pessoa esfria e aquele pavor agressivo cede lugar a um estado
natureza gélida ou esfogueados, mas a máquina é tão formidável que de imediato derrama no mesmo organismo uma camada de cortisol e então a pessoa esfria e aquele pavor agressivo cede lugar a um estado debetação. Todos nós, sem exceção, naturalmente, exceto Jesus Cristo, temos esses sentimentos. E por fim veio a última emoção, a emoção mais jovem, que é o amor. E esse amor começou entre os felinos, os tigres, os gatos e etc. Quando nascendo o filho lâmbe-o para tirar a placenta e devorar, protegendo-os para que possam sobreviver. é a princípio uma força interior de proteção. Depois é um sentimento de amizade, de compreensão, de tolerância, de afetividade num grau maior, mas também com os graves perigos do instinto. Já que o nosso instinto é de preservar indivíduo, ego, vem naturalmente à defesa do objeto amado. E passamos a amar o objeto, a pessoa, a coisa com propriedade. É a paixão. É um sentimento de amor, porém enraizado no primarismo da posse. E por esta razão, os grandes filósofos idealistas que foram citados, Sócrates, Platão e Aristóteles, estabelecem como base essencial o autoconhecimento, a descoberta do si, a identidade do indivíduo perante a vida e a necessidade ser ao invés de ter. Porque tudo aquilo que nós temos torna-se senhor da nossa dependência. O ter leva-nos a turbulência, ao medo de perder. Aquilo que nós temos, nós deixamos e deixamos porque não podemos levar. Eu li há muito tempo algo muito interessante. Uma dama americana que era herdeira de 200 milhões de dólares naquela época corresponderia hoje a uns 2 bilhões de dólares. E quando ela estava para morrer, ela procurou ver se levava o máximo que podia. exigiu que fosse construído mausuléu em mármore de carrara, que ela fosse sepultada dentro do seu carro Rolls Royce, que o caixão fosse forrado de venudo, as suas joias fossem colocadas sobre a sedimentária. Tudo isso foi feito, mas depois ela continuou a pé depois do cemitério. Quando tudo começou a ficar, ela foi a pé rasgada numa miséria louca. Então, o
suas joias fossem colocadas sobre a sedimentária. Tudo isso foi feito, mas depois ela continuou a pé depois do cemitério. Quando tudo começou a ficar, ela foi a pé rasgada numa miséria louca. Então, o ter é algo do instinto, porque nos dá garantia aparente para o dia de amanhã. Nós vimos isso, curiosamente pelo instinto. Aí eu tenho que pensar na velice. Aliás, pensar na velice é uma tragédia, porque a gente vai envelhecer, queira ou não. Eu estive há dois ou três dias fazendo checkup e como eu sou muito jovem, tenho apenas 95 anos, em determinado momento, o médico melhor disse: "Nossa, você está com a saúde ótima, mas é um problema que não temos recurso para dizer". Eu disse: "Mas, doutor, nenhum recurso nenhum." Eu digo, "O que será?" Eu disse: "A idade". Pela primeira vez eu achei essa idade muito antipática, porque eu achava colossal chegar aos 95 anos com lucidez, movimentando-me, pensando, amando. E então eu fiz a viagem agora interior porque durante aproximadamente 80 anos eu viajei por 70 países, 3.000 cidades falando a respeito do ser. Mas eu estava também preocupado em ter uma velice em paz. Quando me dei conta disso, eu fiz a viagem interior e o meu ser saiu do corpo para ir além. Qual é a finalidade da vida? É amar. para atingir a imortalidade, de onde vim, para onde vamos, todos nós, queiramos ou não. Numa existência longa acontecem muitas coisas e pregar a doutrina espírita, divulgá-la há 70 anos era muito complicado. E encontrei pessoas muito difíceis. Certo dia, o materialista, confesso, desafiou-me de público, estava na conferência, ele interrompeu para chamar atenção. Ego compreendi perfeitamente e eu quero fazer uma pergunta disso depois porque eu estou numa ordem de raciocínio que se eu perder eu perco a conferência. Ele Mas como eu digo depois eu atenderei ao senhor ainda em particular. Ele não queria ir em particular porque ele queria se exibir. Eu disse: "Adivaldo, eu não acredito na imortalidade da alma". Eu digo: "Não se preocupe, você vai morrer e apenas vai ser devisu. Você
ar. Ele não queria ir em particular porque ele queria se exibir. Eu disse: "Adivaldo, eu não acredito na imortalidade da alma". Eu digo: "Não se preocupe, você vai morrer e apenas vai ser devisu. Você vai ser o melhor. Você é imortal". Ele ficou aturdido e naturalmente se aborreceu porque não podde exibir-se. No fim ele veio ter comigo e disse: "Quer dizer que o senhor acha que eu vou morrer?" Eu digo: "Ah, não precisa ser médium para isto. Eu tenho certeza absoluta." Ele digo: "Mais vai morrer antes de mim, porque o Senhor é mais velho do que eu. Eu me vinguei naquele tempo. Porque a maior vingança do velho é dizer: "Eu já cheguei até aqui e você eu não sei se vai chegar". Então, qual é o objetivo da vida? O espiritismo, na sua condição de ciência veio demonstrar que o objetivo essencial da vida não é ser feliz. Ser feliz é um estágio, é um acidente na grande caminhada. Porque para ser feliz, a vida exige condições físicas, emocionais. E nós estamos num corpo que é vítima de uma lei universal, a lei da entropia. A vida para viver gasta energia e à medida que gasta energia nós vamos sem querer morrendo lentamente. Daí quando algum de nós diz: "Mas eu estou perdendo a memória". Não, perdendo não. Ela ficou cansada e foi embora. Você está agora desmemoriado. E é tão curioso que um fisiologista americano, certo dia conversando comigo através de um inérprete, disse: "Mar Divaldo, é tão notável esta lei da entropia que quando nós começamos a conversar também, quando eu comecei a falar há 12 minutos, eu era um corpo, mas agora não sou mais um corpo, porque em cada segundo morrem 30 milhões de glóbulos vermelhos. E ao mesmo momento o nosso sistema endocrínico e o nosso sistema de vida reproduz 30 milhões de glóbulos vermelhos. Em cada 15 minutos, nós já perdemos uma parte do corpo. Cada 7 anos, o nosso corpo não é o mesmo. Nós já perdemos 80% do corpo, com exceção dos neurônios cerebrais, que são muito debatidos. Alguns quando morrem não se repetem, mas já existem estudos na cerebrologia de que eles
corpo não é o mesmo. Nós já perdemos 80% do corpo, com exceção dos neurônios cerebrais, que são muito debatidos. Alguns quando morrem não se repetem, mas já existem estudos na cerebrologia de que eles renascem ficando pequenas ilhas. E o que é incrível, quando nós completamos 70 anos, já tivemos 10 corpos e um amigo mas eu não senti nada. Eu digo nem uma carreira aqui, vá, vamos correr 50. Ah, eu não aguento. Pois é. É o velho corpo. Esse não é o seu corpo. É o corpo novo gasto. Vai chegar o momento em que ele sucube. Você não morreu, transferiu-se de hábitat e agora você é uma energia pura que não necessita do corpo. Essa ciência que é o espiritismo, veio dizer-nos a todos que o objetivo da nossa vida não é essa felicidade de ter, é essa paz. interior de ser tranquilo, feliz em qualquer situação, numa situação poderosa, numa situação desafiadora, numa situação difícil. Para tanto, é necessário que conversemos sobre espiritismo. É o que nós iremos fazer agora. A partir deste momento, nós e o nosso convidado estaremos inteiramente atender as perguntas do nosso auditório, como também dos nossos internautas, que saudamos com muito carinho. Vamos às perguntas. Participe do feirão de livros da mansão do caminho, dia 19 de novembro, com descontos de até 70%. Toda a renda será revertida para as nossas obras sociais. Amigas e amigos, na balbúrdia que invade o nosso planeta, conseguimos ouvir as doces e suaves badaladas de um sino longinco falando: "Glória a Deus nas alturas, boa vontade para com os homens da terra, paz. É o Natal de Jesus que se avizinha. Nossa casa, como sempre está realizando a programação para adquirir os recursos, a fim de podermos distribuir 5.000 cestas básicas às vésperas da data em que o Divino Sol mergulhou na indumentária pesada da matéria para nos ensinar a amar, a conjugar o verbo servir. Como me disse um coração muito afetuoso, nunca pedi nada a ninguém para mim, mas quando se trata para o meu próximo, eu não terei o menor pudor em solicitar os amigos que
r, a conjugar o verbo servir. Como me disse um coração muito afetuoso, nunca pedi nada a ninguém para mim, mas quando se trata para o meu próximo, eu não terei o menor pudor em solicitar os amigos que me ajudem a oferecer algumas cestas de Natal aos necessitados de sempre, os chamados filhos do Calvário. Desde já, feliz Natal. Educação mediúnica. Uma excelente pergunta para que a gente pense um pouco sobre o fenômeno mediúnico em si. Quando o fenômeno mediúnico se apresenta nas nossas vidas, ele muito frequentemente traz desafios e nitidamente precisa da orientação que o saber espírita nos lega. na medida em que esse saber espírita vai nos auxiliar a compreender o que está acontecendo em nossas vidas naquele momento. Então, a educação mediúnica implica aí na possibilidade de um estudo a fim de que a gente consiga utilizar aquele fenômeno mediúnico para a prática do bem, conduzindo, no caso, aquele fenômeno mediúnico para a caridade, na medida em que a gente consiga, por exemplo, utilizar a mediunidade para orientar espíritos infelizes, utilizar a mediunidade para produzir obras que irão passar adiante o conhecimento doutrinário, utilizar a mediunidade com fins verdadeiramente cristãos. Isso é educação mediúnica. Na medida em que a gente consiga verdadeiramente trazer para essa pessoa a perspectiva que a doutrina espírita nos lega. a respeito justamente do que a mediunidade propicia nas nossas vidas. É uma grande oportunidade para a prática da caridade. Acima de tudo, é um desafio existencial que vai nos ajudar a perceber que aqui estamos com a finalidade última de nos tornarmos médiuns do amor de Cristo na Terra. de no livro no rumo do mundo de regeneração. Так. É interessante porque a gente percebe que sim, o ego é cego, como disse o poeta. Infelizmente, nós nos vemos diante diante de armadilhas terríveis que o ego nos faz, porque o ego nos conduz a uma visão ilusória da realidade e isso nos afasta da possibilidade de estarmos alinhados com as leis divinas ao nosso redor.
diante de armadilhas terríveis que o ego nos faz, porque o ego nos conduz a uma visão ilusória da realidade e isso nos afasta da possibilidade de estarmos alinhados com as leis divinas ao nosso redor. Muito frequentemente, nós distorcemos a realidade em verdadeiras distorções cognitivas, dissonâncias cognitivas. E isso faz com que estejamos frequentemente caindo nos buracos que a vida nos traz. Frequentemente nós temos a oportunidade de perceber que as grandes mazelas da humanidade, na verdade, são o orgulho e o egoísmo. como bem coloca Kardec no finzinho do capítulo 16 de O Evangelho Segundo Espiritismo, lá no item oito, que é colocado exatamente isso, que o orgulho e o egoísmo são as matrizes de todo o mal que ainda nasce em nossos corações. Ou seja, o convite, na verdade, é que a gente consiga se desidentificar desse ego para enxergar o selfie, que é a centelha divina em nós, ou utilizando as palavras de Carlos Torres Pastorino, que nós consigamos desfocar da nossa personalidade para verdadeiramente nos assenhorar da nossa individualidade que é imortal. Eu falo sempre isso nas minhas palestras. Minha filha deve estar me assistindo e sempre reclama: "Meu pai, você sempre fala isso". E eu repito para ela, mas minha filha, eu sempre falo, porque a gente não consegue ainda se assenhorar dessa verdade, que é o quê? Que eu estou Danilo. Eu não sou Danilo, eu sou espírito imortal. Enquanto eu não consigo ainda verdadeiramente vivenciar essa realidade, eu ainda estou aferrado às armadilhas que o ego me traz. Então, quando eu me dispo do ego e passo a enxergar que eu não sou um ser espiritual ou desculpa, um ser humano em experiências espirituais, mas sim um ser espiritual em experiência humana. E eu preciso viver alinhado com essa verdade, verdadeiramente alinhado com a realidade de que eu apenas estou aqui de passagem. Parece que ainda não regularizou lá com o tio Divaldo. E a gente vai seguindo aqui, a gente vai fazer uma pergunta pra tia Solange. É uma pergunta da Rita que veio assim:
penas estou aqui de passagem. Parece que ainda não regularizou lá com o tio Divaldo. E a gente vai seguindo aqui, a gente vai fazer uma pergunta pra tia Solange. É uma pergunta da Rita que veio assim: "É possível reduzir ou mesmo eliminar o peso de uma aprovação? Rita, o nosso Deus é um Deus de amor, de bondade, que nos criou para a felicidade. O peso das nossas provações, nós as criamos, mas elas podem ser realmente reduzidas. vai depender do seu esforço nessa tarefa de reinetar novos caminhos, produzir no bem os valores morais que você vai desenvolvendo cada vez mais. você vai mudando de sintonia, vai elevando cada vez mais as suas necessidades no sentido de que a cada bem que você faça diminui o mal que você fez, porque você vai mudando exatamente de nível evolutivo, gradativamente. natureza não dá saltos e nós construímos e desconstruímos essas energias negativas que causaram consequências com certeza em outros semelhantes nossos. Nós vamos nos quitando com a consciência e com a lei de Deus e com aqueles com os quais nos comprometemos. Então você pode diminuir sim. As provas, as dificuldades não nos são retiradas totalmente, porque ainda não conseguimos superá-las integralmente, mas vamos modificando devagar, a ponto de que elas sejam bem mais leves do que se não tivéssemos nos orientado e nos proposto uma nova vivência mental, espiritual e com os nossos atos e sentimentos. Tio, cada reencarnação é um novo perespírito. Onde fica registrada cada existência? É uma pergunta aqui do público. Allan Kardec assevera que nós somos constituídos por três elementos essenciais: a energia pensante, um envoltório semimaterial e o corpo físico. Quando morre o corpo físico, as experiências do corpo perespiritual, também muito conhecido com outras denominações no esoterismo, como corpo astral, corpo medial, elas ficam impregnadas e passam ao cérebro físico. Quando esse morre, elas ficam no perespírito que é atraído ao espírito, como uma cebola, sentido uma casca e as outras permanecem ligadas, mas não misturadas,
m impregnadas e passam ao cérebro físico. Quando esse morre, elas ficam no perespírito que é atraído ao espírito, como uma cebola, sentido uma casca e as outras permanecem ligadas, mas não misturadas, sempre com alguma separação líquida. Quando nós temos uma nova reencarnação, o perespírita é o mesmo. Desde quando fomos gerados pela divindade, essa energia primária, essa xispa divina, a que chamamos espírito, contém o seu envoltório sutil. E esse envoltório sutil plasma o corpo físico. A ciência médica conhece muito bem isso, achando que nós temos um corpo plástico que modela as nossas realidades físicas. Quando, por exemplo, nós amputamos uma perna, nós sentimos comichão na perna amputada. Claro, ela não existe mais. Porém, no corpo astral de energia ela permanece. Daí o perespírito é o mesmo que se vai se utilizando à medida que o espírito evolui, o per espírito também até há de infinito fundir-se no espírito e permanecer eternamente. Não há mudança de perespírito de uma para outra reencarnação. A Cláudia pergunta: "Por que se tem visto nos últimos dias tantas crianças com transtornos psicológicos e até mesmo sofrendo de obsessão? Dois dados são importantes da gente abordar antes de qualquer coisa. A ciência psicológica se desenvolveu muito nos últimos 50 anos. Nós temos hoje, obviamente que muito mais recursos para identificarmos transtornos mentais que anteriormente não conseguíamos. Hoje em dia temos inclusive uma cultura de propagação do saber a respeito da saúde mental, a respeito das psicopatologias. Isso facilita em muito o fato de que podemos hoje muito mais facilmente identificar qualquer tipo de transtorno mental. Anteriormente eu cheguei a ver isso, inclusive, apesar de ser muito jovem, eu cheguei a ver isso na década de 10 desse nosso século em que eh algumas pessoas tiveram eh uma uma situação peculiar no interior, quando eu trabalhava com saúde mental em um CAPS do interior do nosso estado. E as pessoas diziam: "Mas o que que meu filho tem? Ele vai no banheiro igual a todo mundo,
situação peculiar no interior, quando eu trabalhava com saúde mental em um CAPS do interior do nosso estado. E as pessoas diziam: "Mas o que que meu filho tem? Ele vai no banheiro igual a todo mundo, ele come igual a todo mundo, ele corre igual a todo mundo, ele não tem problema nenhum, como se fosse nada, ter um transtorno mental, ter comportamentos destoantes. Então, por conta disso, a gente percebe claramente que hoje, inclusive, a mídia propaga informações sobre isso. temos inúmeras entrevistas, as novelas falam sobre esse tipo de tema, é muito mais aberto. Então esse dado é importantíssimo. Hoje a gente sabe muito mais sobre saúde mental e por isso é mais fácil de identificar o que antes passava batido, o que antes a gente simplesmente não percebia. Outro dado que também é importante, que também é crucial para que a gente reflita, trazendo um olhar espírita, porque o olhar espírita faz toda a diferença. Eu me lembro bem da questão de número 165 de O Livro dos Espíritos, quando a equipe de Kardec pergunta se o conhecimento espírita interfere em alguma coisa no período de perturbação espiritual que as pessoas passam quando desencarnam, ao que os espíritos respondem, que interfere muito, sem dúvida alguma, mas que o que faz realmente a diferença é a prática do bem. Isso é que faz verdadeiramente a grande diferença. Mas a gente saber que o saber espírita traz um olhar mais amplo é fantástico. E o saber espírita vai nos deixar claro que estão encarnando no planeta nesse momento de transição para um plano de regeneração. Inúmeros espíritos que até então estavam sem poder reencarnar. E por conta disso, esses espíritos que não podiam reencarnar, que estão reencarnando, estão trazendo as suas necessidades evolutivas, estão trazendo as suas dificuldades espirituais nas suas jornadas pessoais. E por conta disso, temos sim um aumento no número de casos de crianças com transtornos mentais, crianças com processos obsessivos espirituais, que obviamente estão tendo a oportunidade de
as pessoais. E por conta disso, temos sim um aumento no número de casos de crianças com transtornos mentais, crianças com processos obsessivos espirituais, que obviamente estão tendo a oportunidade de conseguir depurarem em si as suas dificuldades evolutivas. E por conta disso estamos tendo tantos casos de forma bastante visível, mas sabendo de que tudo está sendo conduzido pela pela divindade, nós passamos então a ter uma paz no coração e a perceber que com nossa fé no futuro, as coisas vão gradativamente melhorando para todos na humanidade. E aqueles que conseguirem aprender com essas vivências permanecem em o planeta Terra. E aqueles que não conseguirem tentarão em uma outra oportunidade, em um outro orb. De para a doutrina espírita. Qual a explicação para o sentimento de solidão que se faz cada vez mais presente na humanidade? São os conflitos, o mau uso da afetividade. Quantos de nós utilizamos da afetividade para objetivos muito pessoais? Alguém gosta de nós e ao invés de retribuirmos na medida do possível, nós exploramos este sentimento. Espalhamos um sentimento de afetividade que é mais de interesse do que de sentimento propriamente dito. E aquilo que nós abusamos pelo excesso, reencarnamos com falta. Então, a solidão faz parte da nossa reflexão. É o velocínio de ouro da velha tradição das lendas, a perda de algo no paraíso, a perda de pessoas amigas e afetuosas. Mas que fazer? não lamentar a solidão. Certa feita, uma senhora me disse: "Eu não tenho razão para viver, então eu vou matar-me". Eu sei das consequências, porque eu tenho convicção racional, estudei bastante, mas a minha solidão é uma dor. Você pode imaginar não ter ninguém. Até namorado eu não achei nem por Maria. Eu vou pôr a minha vida fora. Eu digo, como a senhora é egoísta, hein? A sua vida vai ser jogada fora. E a senhora que quer tanto amor não tem coragem de dá-la a ninguém. Como nós adoramos receber e somos tão econômicos na hora de doar. Ela ficou assustada. Já que a senhora vai se matar amanhã, antecipe,
a senhora que quer tanto amor não tem coragem de dá-la a ninguém. Como nós adoramos receber e somos tão econômicos na hora de doar. Ela ficou assustada. Já que a senhora vai se matar amanhã, antecipe, agora. Eu decreto, a senhora acaba de morrer. Dê-me sua vida para salvar vidas, para salvar órfãos, para visitar o deplosário. Naquele tempo era muito comum. E a senhora vai ver que o maior encanto da vida não é receber, é dar. Não pode haver uma alegria tão jubilosa como nós podermos oferecer o que temos de melhor, como vermos um sorriso. E lhe contei uma velha história que me aconteceu no Rio Grande do Sul. Eu estava numa temporada de conferências e era hóspede uma professora primária. Ela chegou da feira a feira livre, alegre. E eu disse: "Mas Dina, você está tão alegre. Edivaldo, eu vi hoje uma cena comovedora ali na feira, de repente, uma senhora muito modesta começou a dizer: "Meu Deus, eu fui roubada, a bolsa está aberta, a patroa não vai acreditar que eu fui roubada. Ela vai pensar que fui eu quem desviou de e começou a chorar." Enquanto ela estava chorando, houve um grupo de pessoas e veio um menino de rua, um menino de 8 anos, ve, e disse assim: "Minha senhora, eu acabo de achar o seu dinheiro ali." Ele era o ladrão, sem dúvida. "Eu acabo de achar. Tome." Ela pegou e disse: "Muito obrigado. É pena eu não poder lhe dar um pouco desse dinheiro porque ele não é meu." Ele disse: "Não precisa. A senhora já está sorrindo. Essa lição para mim foi de uma beleza. Quando encontrar alguém triste, você já está sorrindo. Mas graças à palavra que eu lhe dei para sua felicidade. Então, a solidão é um resultado de uma carência afetiva que foi mal aplicada. Utilize-se da solidão e ame. Quem ama nunca está sós. E mesmo que a pessoa não tenha o sentimento, há um amigo invisível que sempre está conosco, Jesus Cristo. Nunca vos deixarei órfanos. Estarei sempre convosco, mas é necessário saber ouvi-lo. É necessário sair do tumulto para poder escutá-lo e projetá-lo no coração. Danilo, a Margares pergunta: "O que
sto. Nunca vos deixarei órfanos. Estarei sempre convosco, mas é necessário saber ouvi-lo. É necessário sair do tumulto para poder escutá-lo e projetá-lo no coração. Danilo, a Margares pergunta: "O que fazer quando os pensamentos negativos insistem em surgir?" Nós vemos que por frequentemente estarmos condicionados, mantemos padrões mentais. É importante que a gente se lembre que o pensar é um comportamento como qualquer outro. E por conta disso, nós podemos aprender da mesma maneira que aprendemos qualquer outro tipo de comportamento. Se estamos habituados a um padrão mental que nós julgamos que é negativo, é preciso que a gente, acima de tudo, se pergunte: pensamento é realmente meu? Porque frequentemente são os espíritos que nos circundam, que estão a nos induzir a esses padrões mentais. Porque sendo um padrão mental sugerido mentalmente por um espírito, nós precisamos, neste instante fazer um processo de desligamento a partir do processo da sintonia. Todo e qualquer momento em que o espírito te influencia é um momento em que você sintonizou com o espírito. Frequentemente a gente tem a mania de culpar o espírito, de dizer que, ah, o espírito fez isso, mas eu sintonizo com o espírito. Então, é preciso que eu me responsabilize sobre o meu padrão mental. Aliás, doutrina espírita faz isso, responsabiliza a gente. Já não cabe mais simplesmente falar assim: "Ah, foi o jeito como minha mãe me educou ou meu pai foi negligente, meu avô foi omisso, minha avó foi hostil, minha professora foi conivente com o bullying dos coleguinhas." Não, doutrina espírita implica a gente. Ela diz assim: "E você nessa história, como é que você se vê diante dessa circunstância?" Eu volto e meia falo isso, né? Doutrina espírita nos ensina que eu não não assim, eu verdadeiramente não tenho problemas. Não, eu não tenho problemas, eu sou o problema. E todo problema que se acerca de mim nada mais é do que reflexo do meu problema interno e justamente por isso oportunidade de resolução deste mesmo
mas. Não, eu não tenho problemas, eu sou o problema. E todo problema que se acerca de mim nada mais é do que reflexo do meu problema interno e justamente por isso oportunidade de resolução deste mesmo problema. E se a doutrina espírita me ensina isso, ela também me ensina que se eu sou o problema, eu sou a solução. O reino dos céus está dentro de vós. Buscai em primeiro lugar o reino dos céus e tudo o mais vos será dado por acréscimo. Olha o convite que Jesus nos faz. E no Pai Nosso, ele vai mais além. Ele diz assim: "Venha a nós o vosso reino". Ou seja, é um convite para que a gente consiga desentranhar o reino dos céus que está dentro de nós. Nós já sabemos disso tudo. Nós precisamos, né, verdadeiramente agora sentir, porque só faz sentido se for sentido, se for vivenciado como uma verdade. E assim sim vamos conseguir alinhavar o nosso padrão mental que será devidamente protegido pelos espíritos responsáveis pela nossa encarnação como nossos tutores. Então, mantendo, obviamente, boas leituras, us o fruto de boa arte, boas músicas, tendo toda a preocupação com o tipo de informação que nós consumimos. uma psicóloga que eu gosto bastante chamada eh Marion Woodman, vai falar que a gente precisa tomar muito cuidado com as informações que a gente consome ao longo do dia a dia, porque elas ficam como ruído de fundo das nossas mentes. Então, com essa preocupação, vamos conseguir sintonizar com os nossos benfeitores espirituais e, acima de tudo, ter autorresponsabilidade diante dos nossos próprios pensamentos de como o médium recidar melhor com a ansiedade, insônia e problemas emocionais ao sentir tudo de forma mais intensa. Primeiro, o médium deve compreender que ele é um instrumento e na sua condição de instrumento eleger as companhias. Dize-me quem és e eu te direi com quem andas. Mas poderemos inverter, diz-me com quem andas e eu te direi quem és. Se a pessoa é portadora de cinco sentidos e tem problemas orgânicos, psicológicos e psiquiátricos, com mais um sentido, esses problemas são
remos inverter, diz-me com quem andas e eu te direi quem és. Se a pessoa é portadora de cinco sentidos e tem problemas orgânicos, psicológicos e psiquiátricos, com mais um sentido, esses problemas são mais ampliados, mas também as facilidades são mais ampliadas. Se ele sofre ansiedade, insônia, desequilíbrios emocionais, é resultado da captação deste sexto sentido em torno daqueles que estão ao seu lado, que fazer melhorar a sua postura mental e moral, porque ele vai atrair espíritos dessa qualidade. pessoas há que, mas eu detesto a mediunidade, apesar disso tem que adocá-la. Eu detesto a visão, eu detesto a memória. Isso é infantil. Outros dizem: "Mas eu não gostaria de ter. Muito bem, mas já que tem, cuide. E cuide de maneira lógica. Possuir um sexto sentido é uma bênção. Naturalmente tem um preço, como tudo no mundo. Essa captação, essa percepção vai influenciar o nosso sistema nervoso central e naturalmente vai somatizar. Acerca-se de mim uma pessoa, ela está com um grave problema. Eu sou um sensitivo, tenho uma percepção parafísica. De imediato eu capto através de sensação. Aquele jato de energia da pessoa me envolve. Cabe a mim direcionar a mente para que não me faça mal. Se alguém está com uma ferida, me distende a mão. Eu aperto de a mão de forma que a minha não toque na sua ferida. Então, devemos ter cuidado com as feridas das almas, dos espíritos infelizes. Esse é um ponto. Mas Allan Kardec fala a respeito de um segundo ponto, nossos inimigos espirituais. A mediunidade é uma bela porta de serviço. É um instrumento para nos libertarmos do mal que fizemos. Na minha longa jornada, eu comecei a ver os espíritos aos 4 anos de idade. No dia do meu aniversário de 7 anos, eu tive ocasião de ver um espírito. Eu não sabia o que era. E para mim eram loucuras da cabeça. E esse espírito me disse ipses verbos: "Eu vou te matar. Vai demorar, mas eu vou te matar". Então eu disse a minha mãe, que era meu anjo da guarda, mãe, o monstro, o diabo disse que vai me matar. Ela
E esse espírito me disse ipses verbos: "Eu vou te matar. Vai demorar, mas eu vou te matar". Então eu disse a minha mãe, que era meu anjo da guarda, mãe, o monstro, o diabo disse que vai me matar. Ela disse: "Qual é a novidade? Quem mata é Deus. Se ele vai matar é porque Deus quer. Não preocupe, meu filho. Diga que você se morrer que vai ficar perto dele e vai ser muito mais difícil ele lhe perseguir, porque dois iguais, porque eu ia perturbadinho, ele ia ver o preço também que eu ia cobrar, porque não era uma vítima inerme. Nós pensamos e durante esse período eu mantive contacto com esse espírito anos a fio. Ele era alguém a quem houvera prejudicado em determinada época e ele não conseguiu entender nem me perdoar. Resultou de uma forma brilhantíssima. Certo dia, eu estava na mansão do caminho, que é a nossa obra social, é o nosso CPI de Salvador. E então o porteiro chamou que estava ali uma senhora com uma criança no estado deplorável. Eu fui atender, eu nunca tinha visto um caso de fome infantil como aqueles da África. Assim diretamente. A criança era um trapo. Deveria ter um ano mais ou menos, mas era algo impressionante. A face, o corpinho, o tipo causava repugnância. E a mãe me disse: "Eu trouxe porque nós vivemos de sopa de papelão". Eu pergunte, mas o que é sopa de papelão? A gente recolhe no lixo os papelões dos restaurantes e põe para ferver em água e toma essa água com a gordura. E então ela foi falando, eu olhei para aquela criança, me deu uma ternura. Era uma criança afrodescendente. Então ela me disse assim: "Eu trouxe aqui porque eu vou morrer antes dela e ela vai morrer também". Eu digo, "Minha filha, vamos ver. Venham as duas. Levei ao nosso setor médico, chamei um dos meus filhos que é médico, filho adotivo. Ele começou de imediato a atendê-la. E eu ainda me lembro como hoje peguei um pouco de leite, molhei o algodão e fui passando no lábio da criança. Estava ressequido e sangrando e ela começou a lamber. Então eu carreguei, quando eu fui andando, o
da me lembro como hoje peguei um pouco de leite, molhei o algodão e fui passando no lábio da criança. Estava ressequido e sangrando e ela começou a lamber. Então eu carreguei, quando eu fui andando, o espírito que era meu inimigo apareceu-me e disse assim: "Tu vais amar a este ser?" Eu digo, "Com certeza absoluta, você me conhece". Ele disse: "Divaldo, se tu a amares, eu terei que te amar, porque esta que aí está é minha mãe. E se tu vais amá-la, eu terei que te amar. Não há outra alternativa. Eu então sor disse: "Ah, quer dizer que ela é sua mamãe? Então eu vou aproveitar para descontar só uma parte do que você me fez". Eu disse: "Você não é louco". Eu digo, "Nós dois somos loucos. Estamos num palco de reabilitação. A criança hoje tem 42 anos e para dar uma ideia dessa veracidade, ela é feinha, mas é uma feia bonita, porque isso é feio quem quer. Ela puxou daqui, puxou para lá, o cabelo foi para cima, foi para baixo e ela é algo encantadora e solteira. Eu minha filha, pelo amor de Deus, me arranja um namorado. Não, tio, eu vou me casar com um alemão. Como tudo pode acontecer, pois é, casou com o alemão. E eu não acreditei. Quando eu vi o alemão, eu digo: "Não, esse é o dado porque não é possível que ele tenha visto esse cabo de vassoura vestido de saia". Então é a mediunidade, é essa porta sobre e o espírito ficou tão meu amigo. Eu profiro conferências, principalmente antes da pandemia. Muitas vezes eu estava no auge da conferência, ele me aparecia e dizia frases em latim, que não é o meu forte. E para poder abrilhantar a conferência, eu mandava brasa da frase latim. E ele disse assim: "Boa pronúncia, pronúncia italiana, porque nós, os italianos, somos terríveis. Mas então a mediunidade é uma bênção que Deus coloca ao nosso alcance para a felicidade. Numa bela página do Evangelho Segundo o Espiritismo, um espírito amigo escreve: "A dor é a bênção que Deus oferece aos seus eleitos." Quando eu li, eu digo, "Mas que Deus é este? Se a nós ele oferece isso, que que ele não dá para os outros?
Espiritismo, um espírito amigo escreve: "A dor é a bênção que Deus oferece aos seus eleitos." Quando eu li, eu digo, "Mas que Deus é este? Se a nós ele oferece isso, que que ele não dá para os outros? Depois é que eu que eu entendi. Porque sofrendo eu me depuro, é uma bção. E fazendo os outros sofrerem eu então me perturbo. Daí a medunidade proporciona insônias, proporciona ansiedades, porque nós estamos num mundo de vibrações e de acordo com essas vibrações, nós cambaleamos. Mas se tivermos uma vida sensata, mais ou menos equilibrada, nós também vamos além desta vida comum e experimentaremos emoções indescritíveis. Teremos oportunidade de ver, de ouvir, de sentir bênçãos que nos enriquecem a solidão e deixamos de ser solitários para nos transformarmos em solidários. Danilo ou Ricardo pergunta: "Como tratar uma pessoa que sofre de obsessão?" O tratamento espírita é absolutamente essencial. Nós temos a possibilidade de tratar essa pessoa com o processo da desobsessão, através da fluidoterapia, através da evangelioterapia, que é, sem dúvida alguma, a grande base do tratamento espírita. O obsidiado, antes de mais nada, sofre por conta dessa identificação com esse espírito desencarnado que o influencia de maneira prejudicial. É preciso que a gente ajude essa pessoa a se desidentificar na medida em que ela desconstrua em si o egoísmo. Eu me lembro de uma historinha que conta que certa feita três jovens, três amigos haviam encontrado um vultuoso tesouro. O tesouro realmente era muito vultuoso e eles ficavam muito felizes porque estariam ali realmente muito ricos de terem obtido aquilo. Só que num determinado momento eles sentem fome e um deles diz assim: "Ah, eu vou providenciar alimento". E sai no caminho. Indo, ele pensa: "Eu podia ficar com esse tesouro todo para mim. Vou providenciar, colocar veneno na comida deles e vou ficar milionário. Eles vão ver. E lá vai ele. Enquanto ele ia pensando isso, os dois outros amigos que lá estavam também confabularam entre si. A gente
ovidenciar, colocar veneno na comida deles e vou ficar milionário. Eles vão ver. E lá vai ele. Enquanto ele ia pensando isso, os dois outros amigos que lá estavam também confabularam entre si. A gente podia ficar com a parte dele, disse um, o outro concordou. E eles tramaram para criarem uma armadilha, para que quando ele chegasse, eles matariam ele e dividiriam entre si a parte que coubesse a ele. E assim foi feito. Quando o jovem chega com alimento, os dois amigos matam-no e aí pegam o alimento que ele trouxe e comem. O alimento tava envenenado. Moral da história, ninguém ficou com nada. Eu imagino no plano espiritual esses três brigando, né? Como é que não foi? Pois é, o egoísmo. Precisamos acima de tudo, vencer em nós o egoísmo, porque assim vamos gradativamente tirando de nós todas essas mazelas que ainda nos fazem sintonizar com esses espíritos que, infelizmente, ainda não conseguiram compreender o valor do bem. É absolutamente imprescindível que nós consigamos alargar os nossos horizontes, percebendo que somos responsáveis pela circunstância de sintonia onde quer que estejamos. Então, que a gente possa usufruir disso a nosso favor, passando a sintonizar com os espíritos de scol que estão sempre disponíveis para nos auxiliarem. O que falta de nós é a permeabilidade para deixar que essa influência bem fazeja chegue aos nossos corações e mentes. Então, que a gente use isso a nosso favor e a o favor daqueles que estão no nosso entorno, auxiliando também na jornada espiritual dos que caminham conosco nessa cenda chamada planeta Terra. de temos as informações de estarmos vivendo a era da transição planetária e até aprofundando este processo. Como podemos perceber os sinais dessa transformação? Se o que vemos é um mundo cada vez mais conturbado, desigual, injusto e com muitas pessoas em depressão, buscando as drogas e os prazeres carnais. São exatamente os sinais deste mundo de mudança. Desconstruir tudo aquilo de mal que temos feito através da história, principalmente a belicosidade,
epressão, buscando as drogas e os prazeres carnais. São exatamente os sinais deste mundo de mudança. Desconstruir tudo aquilo de mal que temos feito através da história, principalmente a belicosidade, a desonestidade, a corrupção moral, não apenas aquela que envolve o dinheiro, mas principalmente a que envolve o caráter. É natural que nós construímos um mundo de provas e de expiações, mas é da lei o progresso é inexorável. Não há um regresso à posição inferior. Avançamos. Podemos parar, mas não podemos evoluir. Conquista feita é uma conquista permanente. Então, neste momento de contubérneo, de dificuldade, nem todos têm resistências morais para enfrentar situações lamentáveis e muitas vezes vão apoiar aquilo que é desastroso. Porque todos nós, sem exceção, que nos encontramos numa vida normal, sabemos que a droga mata, o pior, destrói o nosso organismo. E nada obstante, as pessoas preferem o sonho ilusório da fantasia tóxica das substâncias ilícitas, o excesso do sexo até o momento das frustrações sexuais. Tudo aquilo que nós usamos em abundância acaba. Até a fortuna que é gasta com exagero desaparece. Quanta miséria em pessoas poderosas. Porém, a miséria pior é a de natureza moral, a que ninguém vê, mas nós vemos. No quadro do depressivo, nós sempre vamos encontrar a culpa, a culpa consciente ou a culpa inconsciente na timidez, nesse conflito de claustrofobia, nessas questões de julgar os outros, jogando sobre elas os seus conflitos. E então está na raiz da depressão esse desamor por si mesmo. Car Gustavo Jung, o pai da psicologia analítica, também entrou em depressão e ele disse: "Desci ao fundo do poço para 3 anos depois reabilitar-me, sabendo que é a depressão, porque é mais do que uma palavra, é algo simplesmente terrível". mas que nós podemos com a contribuição do do pensamento, como disse o nosso amigo há pouco, que é uma elaboração inevitável, sair desse estágio para um superior e depois nos libertarmos desse estado de depressão. Qual é o melhor meio? Allan Kardec fala no capítulo 23
o nosso amigo há pouco, que é uma elaboração inevitável, sair desse estágio para um superior e depois nos libertarmos desse estado de depressão. Qual é o melhor meio? Allan Kardec fala no capítulo 23 do livro dos médiuns, quando estuda obsessão, solidariedade. Faça o bem. O bem, ele vai grangear valores positivos que irão eliminar os fatores negativos. O bem que se faz anula o mal que se fez. Então é uma questão optativa. Daí nós vemos esse destero. Faça o que quiser. Ótimo. Mas esteja preparado para os efeitos que vierem, porque vem. Atiramos uma pedra para cima, o efeito bumerangue é inevitável. A gravidade joga de volta. Se eu tomo uma atitude de qualquer natureza, ela vai e retorna. Mas exatamente a quem e a hora em que nós necessitamos. Que fazer? Reflexionar e não se deixar arrastar pela onda de pessimismo. Cultivar. Plante. Ao invés de plantar a couve que você vai comer amanhã, plante árvore frondosa que vai dar madeira, vai dar sombra, vai dar flores, vai dar frutos para perpetuar a espécie. A ideia não é minha, é de Rui Barbosa. O egoísta planta a couve que come amanhã. O homem sábio planta o carvalho e cuja a sombra se alberga. E um espírito muito amigo, Amélia Rodrigues, disse: "Plante almas no jardim da sua vida, nunca provará solidão." Danilo, a última pergunta e a gente pede para que após a resposta você já traga suas considerações finais. É a pergunta da Luciane. Como explicar mais amor aos animais do que aos seres humanos? Algumas pessoas têm dificuldade de convivência com outras pessoas. Muito frequentemente isso se dá por conta de frustrações, por conta de decepções na convivência. Não é difícil a gente ver circunstâncias nas quais as pessoas sofrem por conta de terem criado muita expectativa nas relações. E aí, por isso, trazem para os animais a possibilidade de uma convivência na qual elas podem ser elas mesmas, aceitando integralmente os animais exatamente como eles são. É importante que a gente perceba também aí uma oportunidade de trazer a abaila à nossa amorosidade.
cia na qual elas podem ser elas mesmas, aceitando integralmente os animais exatamente como eles são. É importante que a gente perceba também aí uma oportunidade de trazer a abaila à nossa amorosidade. É uma forma de expressar essa amorosidade, mas que essa amorosidade possa alcançar o nosso entorno. Somente assim vamos conseguir verdadeiramente alargar horizontes e aproveitar as tantas oportunidades que a vida nos dá. Porque convivendo uns com os outros é que na solidariedade universal vamos conseguir o processo evolutivo. Não dá para eu ser feliz sabendo que aquela pessoa que está do meu lado é infeliz. É absolutamente imprescindível que eu perceba o meu papel nessa jornada coletiva da qual eu faço parte. Como consideração final, eu gostaria de agradecer a oportunidade ímpar de estar aqui. foi muito satisfatório para mim como pessoa também com muito aprendizado a partir das falas que pude ouvir aqui e ter também a possibilidade de que a gente divulgue doutrina espírita, divulgue, se necessário, com as palavras, mas acima de tudo com os nossos gestos. Que as bênçãos do nosso amado Mestre Jesus acolham em nossos corações esses sinceros propósitos que nós agora abraçamos de sermos pessoas melhores. Nós gostaríamos de agradecer ao Danilo, a tia Solange, ao tio Divaldo por estes lindos ensinamentos que nos conduziram nessa noite de hoje. Agradecer a todos vocês aqui presentes, aqueles que nos acompanharam pela TV Mansão do Caminho e nós gostaríamos de chamar o nosso tio Divaldo para nos conduzir na prece final. Nesta etapa, nós nos dedicamos ao espiritismo praticado, isto é, a vivência com o mundo espiritual. É um instante em que orando deixamos-nos arrebatar pelas entidades venerandas e submetemo-nos à aplicação de passes aqui no auditório. Os benfeitores espirituais irão colaborar em nosso benefício. Então pedimos aos médiuns da mansão do caminho que tomem os seus lugares para a aplicação do passe local. E pedimos a todos aqueles que aqui estão para que possam contribuir com a aplicação dos
fício. Então pedimos aos médiuns da mansão do caminho que tomem os seus lugares para a aplicação do passe local. E pedimos a todos aqueles que aqui estão para que possam contribuir com a aplicação dos passes neste momento muito importante da nossa vida. Tenhamos a certeza de que almas generosas que nos amam, familiares, espíritos, amigos, estarão conosco. Eu irei orando para evitar a hora vazia. e diria: "Senhor Jesus, abençoa os companheiros de mediunidade, aqueles que se oferecem para darem com a mão sem que a outra tenha conhecimento, darem as suas energias revitalizadas pelo pensamento e pelo apoio do mundo maior." Então nós te pedimos por nós próprios, Jesus, para que saiamos daqui melhores do que ao chegarmos, mas te pedimos pelos nossos familiares, amigos, parentes, aqueles que fazem parte do nosso canhinho de ternura, mas também pedimos em favor dos que nos odeiam. daqueles que não gostam de nós ou de quem nós não gostamos. Ampara os que se suicidaram não se deram outra oportunidade. Jesus ampara os enfermos terminais, aqueles que se encontram vitimados pelas doenças expiatórias e dolorosas. Abençoa nossas instituições neste momento difícil da nossa sociedade. abençoa nossas autoridades governamentais para que usem a justiça, a misericórdia e a liberdade de consciência para vivermos o mundo melhor de regeneração que se aproxima. Amigo incomparável, abençoa a água que te apresentamos para que se repita a dádiva de Caná. Ela absorva propriedades curativas. Por fim, nós te pedimos pela paz, pela nossa paz pessoal, pela paz em nosso lar, do trabalho, pela paz do Brasil, pela paz na Terra, agradecendo-te a oportunidade feliz desta noite em teu nome, Em nome de Deus, de Maria Santíssima e das entidades venerandas que nos conduzem ao destino, encerramos o nosso Conversando sobre o Espiritismo com muita paz para todos. Muito obrigado. Vamos para casa e paz.
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