Última participação de Divaldo Franco | Conversando Sobre Espiritismo com Geraldo Campetti
Nesta edição especial do programa Conversando Sobre Espiritismo, registramos a *última participação de Divaldo Franco* neste encontro semanal de diálogo e reflexão doutrinária. A transmissão contou com a condução de *Lusiane Bahia,* com a participação de *Solange Seixas,* e teve como convidado virtual *Geraldo Campetti,* vice-presidente da Federação Espírita Brasileira. Ao longo da conversa, os participantes responderam perguntas do público presencial e virtual sobre temas fundamentais da Doutrina Espírita, refletindo sobre a felicidade no mundo de provas e expiações, o sentido das experiências humanas, a vida espiritual após a desencarnação, o papel da juventude no movimento espírita e a importância da caridade e do bem no cotidiano. Em um momento marcante, Divaldo Franco compartilha experiências pessoais relacionadas à sua saúde e à continuidade de sua missão, oferecendo reflexões profundas sobre fé, perseverança e serviço ao próximo. A conversa também aborda questões delicadas, como o desencarne de crianças, a ascensão social sob a ótica espírita e o compromisso moral diante das oportunidades materiais da vida. Uma noite de ensinamentos, fraternidade e consolação espiritual, que reafirma o Evangelho de Jesus à luz do Espiritismo como roteiro seguro para a vida. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Geraldo Campetti Sobrinho é o vice-presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB), com atuação destacada na área de divulgação doutrinária. Além disso, ele é reconhecido como autor, editor, palestrante e apresentador de programas na FEBtv. 📺 Programa: Conversando Sobre Espiritismo 🎙 Apresentação: Lusiane Bahia 👥 Participações: Solange Seixas e Divaldo Franco 🎤 Convidado: Geraldo Campetti (participação virtual) #DivaldoFranco #ConversandoSobreEspiritismo #Espiritismo #DoutrinaEspírita #MansãoDoCaminho #FEB #GeraldoCampetti #JoannaDeAngelis #BezerraDeMenezes #TVMansãoDoCaminho
Irmãs, e irmãos queridos, sejam todos muito bem-vindos ao Conversando sobre o Espiritismo. Cumprimentamos a todos que estão aqui no presencial, bem como aqueles que nos acompanham no formato virtual. Cumprimentamos a equipe da TV Mansão do Caminho. Aqui à frente o nosso querido tio Divaldo e também a nossa tia Solange, para quem passamos a palavra para nos conduzir nesse instante na prece inicial. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, as tuas ovelhas retornam ao teu redilficação das dos seus anseios e necessidades. Por isto, Senhor, nesta noite buscamos escutar através das informações necessárias que preenche os escaninhos das nossas almas e nos conduzem a um estado de plenificação, mesmo que ainda Aa não sejamos aqueles que são capazes de renunciar a tudo para que tu vivas em nós. Mas já estamos te buscando, apesar da pequenez e fraquezas que ainda nos caracterizam. Ó Senhor, dá-nos olhos de ver, ouvidos de ouvir e a alma plena de alegrias, porque tu és a primavera de luz que aquece as nossas vidas e nos aquiieta os corações. vezes sofridos, necessitados e ainda bastante primários. Por isto, nesta noite, aonde a tua misericórdia se derramará sobre nós, queremos agradecer-te as bênçãos recebidas, a saúde do nosso Divaldo, o teu servidor incansável, que é um grande exemplo para as nossas vidas. E assim, Senhor, dizer-te, fica conosco, [música] fica em nossos corações, abençoando-nos hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja. Nosso querido Mário Sérgio tá se recuperando de uma virose, por isso que não está aqui com a gente hoje. Vamos encaminhar para ele as nossas orações para que a sua recuperação possa ser plena. Nós estamos no Conversando sobre o Espiritismo. É a oportunidade semanal que aqui temos de conversarmos, refletirmos, trazermos as nossas perguntas, buscarmos as respostas em torno dessa doutrina consolador, consoladora e libertadora que é o espiritismo. Então, aqueles que estão aqui no presencial podem fazer uso do papel, do lápis para fazer as perguntas,
as respostas em torno dessa doutrina consolador, consoladora e libertadora que é o espiritismo. Então, aqueles que estão aqui no presencial podem fazer uso do papel, do lápis para fazer as perguntas, contando com a generosidade da nossa equipe que está aqui à frente. Basta chamar que elas vão ao nosso encontro para receber as perguntas que serão direcionadas aqui à mesa. E o pessoal que nos acompanha virtualmente pode colocar as suas perguntas no chat que vão ser direcionadas aqui também para que a gente possa submeter às reflexões da noite. Como avisos, nós temos o evento que tá se aproximando já na próxima semana, a abertura do evento do encontro fraternal, Encontro com Jesus Vivendo Francisco de Assis, uma iniciativa e organização da juventude espírita Nina Aroeira. É um evento para toda a família. Nós teremos aqui a oportunidade de atividades específicas para as crianças, para os jovens, para os adultos numa verdadeira comunhão fraternal. Então, ao final da nossa atividade aqui, da nossa reunião, tem um grupo de jovens aqui à frente para fazer as nossas inscrições, nos auxiliar, retirar as dúvidas e assim nós podermos participar desse momento de elevo espiritual. No nosso site a gente encontra a programação para que possamos nos engajar atividade. E na noite de hoje, o nosso convidado, nós vamos apresentá-lo agora, é o Geraldo Campete Sobrinho. Atualmente está como vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, com atuação na área de divulgação doutrinária. Além disso, ele é autor, editor, palestrante e apresentador de programas da FEB TV. Maninho, seja muito bem-vindo à nossa casa. Contigo as palavras iniciais para o cumprimento ao público, por favor. Boa noite, queridos e queridas. É uma satisfação enorme estar aqui nesta oportunidade de luz. Nossa gratidão imensa a todos vocês, a você, maninha Lu, a nossa querida amiga que fez a prece tão envolvente, a Solange. E naturalmente com muito carinho o nosso querido Divaldo, amigo, irmão, pai do coração. Uma honra
sa a todos vocês, a você, maninha Lu, a nossa querida amiga que fez a prece tão envolvente, a Solange. E naturalmente com muito carinho o nosso querido Divaldo, amigo, irmão, pai do coração. Uma honra enorme podermos desfrutar deste momento. Que Jesus nos abençoe a todos. nos inspirando para que seja uma noite de muita luz e de muita paz. Uma alegria tê-lo conosco, querido. Antes que a gente inicie as perguntas, nós vamos passar a palavra pro nosso tio Divaldo, que ele tem algo muito especial para nos dizer. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos, permaneça a paz do Senhor em nossos corações. Queríamos hoje lembrar da nossa revista voltou a ser impressa, também é uma revista dedicada ao trabalho de divulgação doutrinário com os melhores escritores do Espiritismo. Nós temos o cuidado de selecionar aqueles que são realmente intelectuais e devotados à causa. que não basta crer. É necessário, acima do crer, a contribuição do esforço pessoal, a demonstração de que a crença não é um adorno, é algo fundamental, mesmo nos momentos mais difíceis. Então, com muito prazer, a nossa revista está de volta. É com muita alegria que apresentamos um trabalho de há mais de 50 anos de divulgação ininterrupta no período próximo passado. Estivemos divulgando-a somente através da internet. Mas pela qualidade da mensagem, resolvemos voltar a imprimir, porque dá tempo em casa de ler, de reflexionar, de algumas coisas que nos podem ser úteis em nossa livraria, quando terminar a nossa reunião. A revista está fazendo 51 anos hoje, 20 de fevereiro de 1974, foi a publicação dessa primeira edição, da primeira eh tiragem da revista Presença Espírita. Nós vamos encaminhar a primeira pergunta então pro nosso convidado. Maninho, é uma pergunta que vem da Cristina, ela está virtualmente com a gente e ela nos faz o seguinte questionamento: existe felicidade no mundo de provas e expiações? Existe a felicidade relativa que nós podemos alcançar. Não temos a felicidade naturalmente absoluta, porque ainda não somos
o seguinte questionamento: existe felicidade no mundo de provas e expiações? Existe a felicidade relativa que nós podemos alcançar. Não temos a felicidade naturalmente absoluta, porque ainda não somos espíritos puros, mas somos espíritos que estamos evoluindo num processo gradativo de desenvolvimento e de aquisição de virtudes que efetivamente vão nos conduzir à felicidade plena. Eh, nós temos no espiritismo a bandeira, fora da caridade não há salvação. E essa bandeira nos traz o significado de que fora da prática do bem não há felicidade. Nós sóemos felizes se praticarmos o bem. E há um trecho muito interessante no capítulo 5 de O Evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec. Diga-se que o Evangelho Segundo Espiritismo não é o Evangelho dos Espíritas, mas é o próprio evangelho do Cristo à luz do Espiritismo. E Kardec nos traz ali a genialidade da síntese das virtudes, principalmente baseada nas duas principais, que são a caridade e a humildade. Nesse capítulo 5to, bem-aventurados os aflitos, é o segundo maior capítulo em extensão do Evangelho, porque de certa maneira nós somos aflitos e precisamos, não é, de consolação, precisamos de acolhimento, enfim. E a gente vê como é interessante. Há uma mensagem que diz, a felicidade não é deste mundo, mas o próprio orientador nos coloca que nós podemos, a partir de agora, com o uso do nosso livre arbítrio, da nossa vontade direcionada para o bem, fazer o melhor ao nosso alcance e através disso já começar a construir a felicidade, ainda que na Terra, na presente existência. Então esta felicidade ela depende de nós mesmos, porque ela não está fora, ela está dentro, ela não está longe, ela está perto, ela não está propriamente num ponto de chegada, num porto seguro, mas a felicidade representa mesmo, queridas e queridos, a nossa trajetória, a nossa caminhada, a oportunidade de estabelecer contato com as pessoas numa interrelação que seja fraternal. e solidária. Portanto, não teremos aqui na Terra um mundo de expiação e prova já
ajetória, a nossa caminhada, a oportunidade de estabelecer contato com as pessoas numa interrelação que seja fraternal. e solidária. Portanto, não teremos aqui na Terra um mundo de expiação e prova já numa transição para o mundo de regeneração. nosso querido Divaldo, esse apóstolo do bem, missionário do amor, nós tivemos a oportunidade de acompanhar no congresso em que se comemorava o centenário de nascimento de Chico Xavier em Brasília em 2010, no dia 18 de abril, no domingo, quando o Divaldo estava fazendo a palestra de encerramento, Bezerra de Menezes, o nosso mentor, se manifesta e diz que estes tempos assinalam exatamente a demarcação, digamos assim, do mundo de expiação e provas para o mundo de regeneração. Simbolicamente, entendemos nessa interpretação que naquele momento a espiritualidade estava dizendo para nós, olha, nós já estamos no primeiro segundo do primeiro minuto, da primeira hora do mundo de regeneração. Isso nos traz fraternidade, nos traz consolo, nos traz um alento para que a gente possa seguir no caminho do bem, fazendo o melhor ao nosso alcance. Se a felicidade não é plena ainda, ela pode ser conquistada gradativamente pelo nosso esforço, pela nossa dedicação, pelo amor ao próximo e por tudo de bom e de bem que nós pudemos fazer para todos os seres criados por Deus. Lembrando que o nosso próximo, no dizer da querida benfeitora Joana de Angeles, pela abençoada psicografia de Edivaldo Franco, o nosso próximo não é só o semelhante humano, mas são todos os seres que Deus criou, então, a quem a gente deve amar. Assim, estaremos passo a passo conquistando a felicidade relativa a que está reservada a cada um de nós. Façamos o bem e seremos felizes. Tio, como se sentiu ao receber a moratória para continuar reencarnado e quais os critérios que são utilizados para ter essa forma de merecimento? Laboratória é uma expressão de gentileza para falar sobre prolongamento, no caso específico, prolongamento da atividade. Eu já terminara o meu ciclo porque uma vida de 97 anos.
a forma de merecimento? Laboratória é uma expressão de gentileza para falar sobre prolongamento, no caso específico, prolongamento da atividade. Eu já terminara o meu ciclo porque uma vida de 97 anos. Tenhamos paciência. é um grande ciclo. E ao chegar o momento final deste ciclo, os benfeitores notaram que eu a tinha um trabalho a fazer e me perguntaram se estava disposto a continuar, mesmo com as dificuldades naturais que advém de uma vida longa e com a problemática da saúde. Então eu respondi que sim, eu estava disposto porque o evangelho de Jesus não é apenas o compêndio poético, é um tratado psicoterapêutico. Quando lei uma parábola, permito-me tornar-me personagem da parábola e isso me produz saúde mental, ânimo na hora difícil. Eu tive dois momentos muito difíceis, muito graves. Não é fácil uma pessoa com 97 anos libertasse de um câncer. E eu consegui. Estava com câncer de bexigão. E então resolvi que não ia deixar o câncer me matar. Faço parte da escola que tudo está na mente. Se na mente nós projetarmos determinadas paisagens, elas se tornarão reais. E então, como eu tenho ensinado isto desde há uns 30 anos e experimentado e vivido, eu resolvi experimentar comigo mesmo. Meditava e examinava que as células não eram minhas inimigas, estavam doentes. Uma questão de degenerescência. Então pedia que elas não me prejudicassem, pudessem realizar o fenômeno da mitose a divisão, sem criar distonias desnecessárias. E no terceiro dia, a médica, logo após fazer a aplicação de raios, me disse: "Idivaldo, eu sinto que está diminuído o tumor. Eu disse, mas tão rápido". Pois é surpresa. E de fato, nos dias seguintes nós examinávamos bem a chapa e o tumor foi diminuindo até desaparecer. Hoje tem um mês, o que é impressionante. Um organismo ao quebrado, uma enfermidade utriz, um atestado de óbito, porque eu estava muito fragilizado, e recuperar através da mente, da oração, das preces. que t sido dirigidas a Deus a meu favor. Jesus falou que nós orássemos uns pelos outros e parece que não dá resultado
eu estava muito fragilizado, e recuperar através da mente, da oração, das preces. que t sido dirigidas a Deus a meu favor. Jesus falou que nós orássemos uns pelos outros e parece que não dá resultado orar por uma pessoa desassisada que prefere uma existência fútil dar resultado. é como um depósito para no momento de reflexão aquele material que foi transmitido fazer o seu efeito. E hoje, depois de uma segunda saída do hospital, porque eu saí às 17 horas, às 19 eu notei que estava com febre. Aí voltei ao hospital, fiz o reengresso à 1 da madrugada, fizemos exames de raio X para identificar qual era a causa. E a causa era um fungo. Eu não sabia que fungo era tão precioso. De um lado, ele é fabricador da penicilina. Do outro lado, ele é um aspecto terrível, porque eu estou tomando uma batalha diária com ele, cuja série de medicamentos ainda não terminei. Tenho aqui o suporte no braço para a aplicação de injeções e disse ao câncer: "Você não vai me cansar, porque o idealismo de ajudar o meu próximo, de servir, de dizer que a vida tem um sentido bom, feliz, a gente pode ser feliz hoje. Hoje eu tenho muitos momentos felizes. Ninguém pode ter a felicidade. É uma caminhada, é uma viagem. E não há viagem que não tenha um transtorno, que não tenha um acidente, um incidente. A questão não é a viagem, é como nós encararmos o acidente. E então tomei ferro líquido, aquela baita, aquele baito vidro de ferro. Eu digo: "Meu Deus, eu agora vou largar cascas de ferro por aí, de ferrugem, de tudo. Tomando na veia o sabor vinha o amargor. Então eu sou hoje o homem e tô do ferro, né? Tem um homem de 1 milhão de dólares. Como eu sou brasileiro, não pode ser 1 milhão de dólares. Pode ser mesmo o pau da Lima. Aí estou cheio de ânimo, planejando um programa de muita ação doutrinária. Gostaria de conversar com os meus irmãos de um a um, dialogar, penetrar dos seus problemas e mostrar a diretriz de liberdade que a doutrina espírita nos dá. A verdade é que em 40 dias eu emagreci 5 kg e a alma
de conversar com os meus irmãos de um a um, dialogar, penetrar dos seus problemas e mostrar a diretriz de liberdade que a doutrina espírita nos dá. A verdade é que em 40 dias eu emagreci 5 kg e a alma engordou um pouco porque mal está cabendo dentro do corpo. Vamos adiante. Noininho. A gente traz uma pergunta que tá aqui no virtual. Se uma família desencarna toda junta, pai, filhos, eles vão estar juntos no plano espiritual. Muito interessante, né? Eh, seria bom se assim acontecesse pela questão da afinidade, da sintonia, do merecimento, se for o caso, não é? A espiritualidade sempre provê de acordo com a necessidade e o merecimento que a gente tem, mas principalmente a questão da misericórdia de Deus que nunca nos deixa, que nunca nos abandona. Não é regra que todos que desencarnam juntos estarão juntos no plano espiritual, ao menos no primeiro momento, porque cada um pode ter uma condição, pode ter uma situação, pode estar num nível evolutivo e assim inclusive encarar de maneira distinta a própria realidade espiritual. A gente vai encontrar do outro lado o que nós plantamos do lado de cá. Por isso que o céu e o inferno, até o estado purgatorial, digamos assim, são estados sentimentais, conscienciais, são estados íntimos. Por isso a gente leva o nosso céu e o nosso inferno aonde nós formos e onde nós estivermos, porque não é o externo, mas é o interno. Então, os entes queridos, não é, que desencarnam numa aprovação, uma expansão coletiva dessa, houve um planejamento para que assim o fosse, pela necessidade. A lei de causa e efeito nos explica, não é? A gente vê muitas explicações dos porquês à luz do Espiritismo com lógica, com razão. E a gente sabe que nunca há a injustiça por parte de Deus. Tudo é cumprido segundo a necessidade que a gente tem de evoluir. Mas nem sempre esses entes queridos estarão necessariamente juntos logo após a desencarnação. Pode ser que um vai ter uma experiência um pouco mais dorida, outro poderá, digamos, se despertar um pouco até mais cedo do que o outro.
ridos estarão necessariamente juntos logo após a desencarnação. Pode ser que um vai ter uma experiência um pouco mais dorida, outro poderá, digamos, se despertar um pouco até mais cedo do que o outro. Algum poderá precisar de um tratamento, por exemplo, né, num hospital. O outro já vai ter um discernimento maior a ponto de ter lucidez, inclusive até acompanhar o seu desprendimento, o seu desenlace. E isso tudo vai denotar a evolução de um e de outro. Talvez destes que desencarnaram, um ou outro poderá estar na condição até de amparar, de auxiliar, e um outro vai precisar de amparo, de auxílio. Isso faz parte da própria lei em que nos encontramos em estados diversificados de evolução. Mas uma coisa é certa, em pesquisa que e Ernesto Bano fez nas famosas monografias que ele publicava, o pesquisador italiano, ele escreveu vários livros, dentre eles a crise da morte, em que ele cataloga diversos casos publicados em jornais, em revistas, notadamente eh anglos-saxônicos, né, ingleses e um ou outro americano. e trazia ali nas publicações mensagens de pessoas que haviam desencarnado e o jornal publicava, não é? Impressionantemente aquilo, publicado de uma maneira assim, eh, sem ter qualquer tendenciosidade, era algo espontâneo, né? Alguém recebia aquela mensagem, o jornal publicava. E estudando estas mensagens das diversas situações desses espíritos, Enesto Bzano foi chegando a algumas conclusões muito interessantes e uma delas é de que era praticamente uma regra, né, no sentido de que o amparo da espiritualidade nunca nos falta, de que ao desencarnar nós seremos então acolhidos, recebidos por entes queridos que já têm uma condição evolutiva para nos receber no plano espiritual, que é a nossa verdadeira pátria de onde nós viemos e para a qual todos nós retornaremos no tempo certo de cada um. Então isso para nós é um consolo, um alento. Imagina então, né, aqueles que estão desencarnando numa situação expiatória ou provacional, coletiva e de uma família, por exemplo, em que também certamente serão recebidos
ós é um consolo, um alento. Imagina então, né, aqueles que estão desencarnando numa situação expiatória ou provacional, coletiva e de uma família, por exemplo, em que também certamente serão recebidos na espiritualidade por pelos entes queridos que já, né, estão lá há mais tempo, que retornaram antes, serão recebidos, acolhidos, cada um dentro das suas próprias possibilidades. Então, para objetivar aqui a resposta, eh, que saque assim pudesse ser, né, de todos permanecerem juntos, unidos e reunidos, mas isso não acontece necessariamente e nem imediatamente. Vai depender da condição e do merecimento de cada espírito. Mas uma coisa é certa, a providência divina nunca deixa de amparar a qualquer um de nós. A moção [música] do caminho apresenta, Nos atuais dias turbulentos, aumenta assustadora e consideravelmente o número dos indivíduos que se negam a viver. O suicídio é o ato sumamente covarde de quem opta por fugir, despertando em realidade mais vigorosa, sem outra alternativa de escapar. A tua idade ideal é aquela que te propicia mais amplas possibilidades de autodescobrimento, de autoiluminação e de serviços em favor do bem geral. Momentos de iluminação. Escrito por Divaldo Franco pelo espírito Joana de Angeles. Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Na coluna [música] Ciência Espírita confira o artigo Por é Guerra. Na mensagem do bimestre leia a psicografia por Divaldo [música] Franco, intitulada Sempre com Deus, de autoria da mentora espiritual Joana de Ângeles. Confira ainda um artigo sobre a Gênese. Obra espírita para ser conhecida, [música] meditada. sentida. Disponível em versão impressa e digital. Tio, como sabermos dos nossos filhos que tão precocemente desencarnaram? Como ter notícias acerca de como eles estão? A idade fantil é muita parada. pelos mentores. As desencarnações de crianças, por mais dolorosas que sejam para nós, são necessárias para eles e todos eles são amparados devidamente por benfeitores preparados para essa atividade de emergência.
es. As desencarnações de crianças, por mais dolorosas que sejam para nós, são necessárias para eles e todos eles são amparados devidamente por benfeitores preparados para essa atividade de emergência. Normalmente a criança que nasce e logo depois não completar um decênio de vida desencarna, veio cumprir uma atividade que foi interrompida. Suponhamos que eu disponha agora de mais 5 anos ou 3 anos e a impravidência leve-me ao abuso, à precipitação, a atividades que irão perturbar-me. E eu sou suicida em direto. Então eu fico devendo a lei este período usado mal. Na próxima eu venho por aquele período, concluo e volto para ser feliz. Aí eu me posso reencarnar sem as grandes tragédias da recuperação do nosso passado. A questão é que o número de espíritos a reencarnar é muito grande neste momento. que a sociedade ficou mais equilibrada, mais preparada para a gestação. E nada obstante o número de aborto continua de uma maneira assustadora o que faz uma programação para pessoas nascerem estéreis. na próxima reencarnação, nascer anelando por um filho e não ter condições orgânicas para poder produzi-lo, ou tê-lo e no momento mais importante, esse filho partir da terra. Eu conheço uma história árabe muito interessante, de um homem que era um generoso senhor do Oasis, morava numa parte do deserto, perto de Damasco, e ali tinham muitas propriedades. quando se tornou pai, a felicidade dele era imensa. Na cultura árabe, a pessoa para ser realizada deve fazer três coisas: plantar uma árvore, ter um filho e preparar-se para novas jornadas espirituais. Muita gente não tem filho físico, mas pode ter mental, pode elaborar construções para ajudar crianças como essas organizações mundiais, ou simplesmente um olhar na rua, um ato de compaixão, um atendimento ao menino de rua tem o seu valor. Nada, nada. fica sem anotações da divindade. Então, esses nascimentos e desencarnações imediatas são cumprimento de provas que ficaram interrompidas. Daí, toda vez que nos vier a ideia de suicídio,
r. Nada, nada. fica sem anotações da divindade. Então, esses nascimentos e desencarnações imediatas são cumprimento de provas que ficaram interrompidas. Daí, toda vez que nos vier a ideia de suicídio, pensarmos em prolongamento da vida. Suicídio nunca por não resolve. Primeiro a gente transfere o problema para outra dimensão. Depois a gente continua a viver, a experienciar aquele fenômeno traumático, aquelas dores ou aquelas alegrias. Daí nossos filhos, já dizia de branca de branco, não são nossos filhos, são como as folhas das árvores. Durante algum tempo eles estão conosco, depois amadurecem e têm que partir. se amadurecer pode ser atingir a idade adulta, liberar-se ou atingir o momento culminante do resgate e liberar-se através da morte. Maninho, tem uma pergunta que nos está no desculpa, maninha. Não sei se você tá me ouvindo. Eu não consegui ouvir a pergunta. Acho que eu tô com a dificuldade aqui no áudio, eu não consegui ouvir. Desculpa, gente. Acho que ainda não. Vamos seguir, então. Vamos trazer mais uma pergunta pro nosso tio Divaldo. E a pergunta que a gente faz é sobre em um mundo em que a maioria das pessoas busca ascender socialmente, conquistando destaque em suas profissões e sendo bem remuneradas, muitas vezes gerando competição e desigualdade, surge a seguinte pergunta: estaríamos sendo materialistas e contrariando os princípios da doutrina espírita? Seria possível alcançar a ascensão social? Respeitando fielmente os ensinamentos espíritas. Até que ponto o sucesso financeiro pode ser buscado sem ferir os fundamentos da doutrina? Mediante a boa aplicação. As pessoas que têm recursos dispõem de uma oportunidade excelente para fazer o bem. Eu conheço algumas famílias muito ricas, muito ricas. E então vejo o quanto o dinheiro em boas mãos abençoa. Estávamos tomando café. Quando chega um filho e diz a mãe, imagine que acaba de haver um acidente na estrada e as pessoas foram trazidas para aqui e nós não temos o equipamento tal para salvar a vida. El, mas como o hospital
Quando chega um filho e diz a mãe, imagine que acaba de haver um acidente na estrada e as pessoas foram trazidas para aqui e nós não temos o equipamento tal para salvar a vida. El, mas como o hospital da cidade não tem? El dis não tem. Pois saia imediatamente, vá comprar. vá comprar e ponha lá que quando perguntarem quem é, não diga, é alguém que está mandando atender a inúmeras crianças. E pessoalmente, outra coisa que me comoove numa outra família muito rica é a senhora que tem muitas joias e muita muito dinheiro. Nas horas de folga ela fazer crochê e tricô para vender a benefício dos necessitados. É. Impressionante ela dizer assim: "Eu assisto novela ou diálogos ou conferências ou compromissos na televisão fazendo tricô. Como eu não necessito, eu faço peças úteis, toalhas, roupas infantis, roupas de adultos com grande sucesso. Tá pensando em pôr uma loja, mas para ela fazer com as suas mãos. Então, o dinheiro, o poder não são amaldiçoados. O uso que nós fazemos é que nem sempre é correto. Eu vejo pessoas de poucas posses fazerem coisas fantásticas em favor do próximo, em favor de si mesmo, a preocupação com a comunidade e outros imensamente abastados, indiferentes ao problema social, até à família do ponto de vista moral, completamente despre preocupados como se Deus resolvissem. E um dia eu perguntei a alguém por que não aplicava o dinheiro? O dinheiro estava numa conta da Suíça. Há umas contas muito complicadas. Ele explicou e eu não entendi. A pessoa deposita e recebe em volta um valor, fica sempre maior, nunca empobrece, porque aquele valor vai crescendo, por mais que se tire o lucro. é uma técnica de comércio. E a pessoa diz assim: "Não me interessa não, eu tenho dinheiro mesmo que não use". E digo: "Para quê? Para que serve 1 bilhão a mais, 1 bilhão a menos?" Nesse casamento da Índia em que foram gastos mais de 3 bilhões pelo homem mais rico da Índia, ele consegue tudo, mas o filho tem um problema glandular, continua engordando e ele não tem jeito de deter. A vida curiosa.
a Índia em que foram gastos mais de 3 bilhões pelo homem mais rico da Índia, ele consegue tudo, mas o filho tem um problema glandular, continua engordando e ele não tem jeito de deter. A vida curiosa. Sempre nós vemos o lado material. Às vezes tem uma fortuna e quando a gente menos espera é uma pessoa confliteada, atormentada, porque não aprendeu a fraternidade, não aprendeu a dividir, a estar ao lado, a contribuir, a marchar junto. somente soube tirar, mas não soube distribuir. Há uma tradição eh relativamente ao pensamento de Maaran. Então essa tradição diz o seguinte, que dois amigos faziam uma viagem muito longa pelo deserto e em determinada situação, um amigo entrou em perigo e por pouco não perdeu a vida. O outro, correndo risco, salvou-o. Ele então agradecido, colocou neste lugar. Por um momento, Michna salvou a vida de Ádo e tudo foram sorrisos. Mais tarde eles tiveram uma discussão e entraram em desavença. Essa inscrição foi na pedra. Ele então chegou na areia e escreveu aqui neste momento, Michna provocou e perturbou Abiddol. Então o Abido perguntou: "Por quê? Quando estávamos bem, você escreveu na pedra. E quando estávamos mal, você escreveu na areia. Ele respondeu: "Porque as coisas más o vento leva. Só o bem tem um caráter de eternidade. Então, pensemos sempre nisto. Fazer das duas formas, seja o que for que aconteceu, nós temos dois parâmetros imediatos. Vem fazer isso ou aquilo. Faça aquilo que será melhor para o outro. mesmo que no momento não seja bom para você. Eu tive uma curiosidade muito interessante. Todos nós temos inimigos. A gente nem sabe. Tem pessoas que é inimiga nossa porque é elegante e dá votos, etc. E como um homem público, claro, me apareceu um inimigo e me disser de volta, você sabe que fulano não gosta de você. Eu digo não, não sei, mas não posso fazer nada. Não posso chegar até ele e me tornar simpático. Então vamos deixar. Você quer que eu intervenha? Não. Deixa o tempo. Nada melhor do que a consciência tranquila. Pois meus amigos, que surpresa.
r nada. Não posso chegar até ele e me tornar simpático. Então vamos deixar. Você quer que eu intervenha? Não. Deixa o tempo. Nada melhor do que a consciência tranquila. Pois meus amigos, que surpresa. No Natal passado, eu recebi uma cesta de frutas. e vinha um cartão do seu amigo fulano. Eu aproveitei imediatamente, estava doente, internado para agradecer ao meu amigo. Que bom. Aí ele foi me visitar e então ele tinha ideias que não correspondiam à realidade, totalmente inversas. Daí dialogue com as pessoas, não cisme, não programe, não adivinhe, não diga: "Eu olho e vejo logo." Esse vejo logo é maldade. A gente só vê o mal. É interessante. Por quê? Porque a gente é mal. A gente tem a visão daquilo que conhece. Raramente a gente olha uma pessoa e vê as qualidades boas, mas os defeitos de ver logo que mal educado, entra, não fala com ninguém, mas a gente também faz isto, é necessário. Entra, não fala com ninguém, a gente fala: "Olá, como vai?" E eu me lembro que no apartamento que eu fico no Rio de Janeiro, todo ano eu ficava quando estava saudável por um mês. Então as pessoas, eu estava no elevador, a pessoa vinha, olhava para minha cara, ligava ao elevador, subia, não dizia nada, mas eu não aguentava. Eu dizia assim: "Olá, você misturar para do bebê". Eu digo, "Pois que que calor, não é? É o melhor tema para começar uma conversa, mas que calor. Sempre teve esse calor danado. Mas que calor! Aí a pessoa me diz assim: "Não sinto calor, calor é para quem é frouxo". Eu digo: "Nossa, [risadas] nossa, eu vou lhe dar de presente um termômetro, qual é o apartamento que você mora aqui?" E aí começamos a conversa, ficamos amigos graças ao calor, graças porque por hábito a pessoa não saúda o outro, vem e não diz assim: "Olá, é tão pouco, bom dia, não é que o dia esteja péssimo?" Eu conheço um amigo, ele é muito engraçado, a gente para ele assim: "Bom dia, assim, vamos ver. E normalmente quando chega tarde ele fala assim: "Se este é um bom dia, o que será o mau dia?" Mas até que foi bom,
um amigo, ele é muito engraçado, a gente para ele assim: "Bom dia, assim, vamos ver. E normalmente quando chega tarde ele fala assim: "Se este é um bom dia, o que será o mau dia?" Mas até que foi bom, não prejudicou muito. Quer dizer que a nossa vida é uma constante oportunidade de fazer o bem, de ser simpático, de amar. Maninho, você nos escuta agora? Escutando perfeitamente tudo. Perfeito. Então vamos lá. Como é que a Federação Espírita Brasileira está implementando ações para o crescimento do desenvolvimento da juventude espírita no Brasil, que é realizado exatamente pela área de infância e da juventude, que é responsável pela evangelização, pela coordenação dos trabalhos. São feitas reuniões, encontros que envolve os estados, as regiões e o Brasil inteiro. Eh, envolver o jovem no trabalho da casa espírita é fundamental. A gente costuma dizer que a criança é o futuro, mas o jovem é o presente. O jovem é aquele momento em que a gente precisa trazê-lo para casa para que ele possa aprender os trabalhos, possa trazer a sua contribuição. Então, existe um trabalho muito bonito desde, não é, há décadas da campanha permanente de evangelização da criança e do Jovem, documentos orientadores do Movimento Espírita por meio do Conselho Federativo Nacional da FEB, buscando levar realmente esse trabalho lindo. E eu gostaria de fazer aqui um relato. Tivemos este final de semana em Fortaleza, no Ceará, o Godinho, né, o nosso presidente da FEB, e a gente foi acompanhando para aprender juntos e colaborar de alguma forma. No domingo pela manhã, agora passado, enquanto o Godinho estava num trabalho na federativa, nós estávamos no JEP, que é o grupo Espírita Paulo Estevo, uma casa assim de um trabalho muito bonito, não é? eh em Fortaleza e podemos falar para os jovens, mas foi uma coisa tão encantadora, queridos, assim, de ver que vários jovens já estão integrados ao trabalho da casa nas suas diversas atividades. Então é muito importante o jovem fazer parte, ele não se sentir a parte, mas se sentir integrado, ele ter
de ver que vários jovens já estão integrados ao trabalho da casa nas suas diversas atividades. Então é muito importante o jovem fazer parte, ele não se sentir a parte, mas se sentir integrado, ele ter o seu trabalho natural, aprender, desenvolver as suas habilidades, inclusive gradativamente ir adquirindo experiências, aprendendo com aqueles que já são, digamos, né, mais vividos para poder assumir a liderança no momento, certo, como gestor, como coordenador, como diretor até. até como presidente de uma instituição espírita, porque esse trabalho é feito quando a gente se une, a gente se reúne e a gente valoriza o potencial. Por isso, a preparação é fundamental. e a Federação Espírita Brasileira junto ao Movimento Espírita, né, por intermédio do seu Conselho Federativo Nacional, cuida desse aspecto muito interessante. Uma opinião que eu tenho assim me permito expressar, a casa espírita tem diversas áreas, só em torno de 10 a 11, como estão lá nos documentos orientadores, né, no excelente orientação ao centro espírita e inclusive as mais recentes, né, a área da família, a área da arte, enfim. E essa área da infância e da juventude, ela é fundamental, todas são importantes, mas esta é fundamental, porque ela quem vai preparar o futuro, né, com a evangelização agora dos bebês, das crianças e também já vai possibilitar o trabalho do movimento espírita numa gestão de uma casa espírita que seja da maneira adequada, da maneira mais assertiva com a preparação desses jovens já desde agora. Então, evangelizemos a criança, evangelizemos o jovem e evangelizemo-nos a todos, porque esse é o caminho real, né, da plenitude, do autoencontro e da felicidade que a gente pode alcançar ainda aqui na Terra. Agradecemos muito as perguntas que foram feitas aqui pelo nosso público presencial e virtualmente. Agradecemos todo o trabalho da equipe da TV Mansão do Caminho, a contribuição valiosa da nossa tia Solange, nosso tio Divaldo. Agradecemos a intérprete para Libras, Diana, que tá aí tão sensivelmente
Agradecemos todo o trabalho da equipe da TV Mansão do Caminho, a contribuição valiosa da nossa tia Solange, nosso tio Divaldo. Agradecemos a intérprete para Libras, Diana, que tá aí tão sensivelmente fazendo a interpretação. E agradecemos a você, maninho, pela disponibilidade, pelas reflexões que você nos trouxe. Lembrando que na próxima semana você está aqui presencialmente. Passamos a palavra para você, paraas suas considerações finais, por favor. Ô maninha querida, querido pai do coração, tio Di, eh, a nossa Solange, a a equipe aí do Júnior com a comunicação, com a TV Mansão. Parabéns, viu, pela qualidade do trabalho, lindo. Parabéns a todos vocês. Muito obrigado pela oportunidade e vai ser uma honra estarmos aí presencialmente, não é, durante esse período de carnaval, nesse trabalho em que certamente vamos aprender muito, né, à disposição também para colaborar, para estar com os jovens, né, mania, que é uma delícia, a gente aprende muito com esses meninos e meninas e a gente vai trabalhando aos poucos. Então, a gente diz o seguinte, queridos, o evangelho de Jesus é o roteiro de nossas vidas e o espiritismo é a luz que nos permite seguir com segurança esse roteiro. Que possamos todos aproveitarmos com dedicação a presente oportunidade que temos de estarmos aqui encarnados. que a gente possa fazer um bom uso do nosso tempo, que nós possamos ser aqueles que saibamos esperar, que é o conceito de paciência, que saibamos aceitar com coração, que é o conceito de resignação, e que saibamos também transformar, que é o conceito de resiliência nesses tempos tão desafiadores que nós estamos vivendo. a nossa gratidão a todos vocês, em especial com um abraço muito carinhoso de filho, de aprendiz ao nosso querido Di, a espiritualidade amiga que nos orienta, a benfeitora Joana de Angeles, ao benfeitor Bezerra de Menezes, a todos desta equipe maravilhosa, que possamos seguir na condição de pequeninos trabalhadores, mas fazendo o melhor que pudermos diante das nossas as possibilidades, porque
nfeitor Bezerra de Menezes, a todos desta equipe maravilhosa, que possamos seguir na condição de pequeninos trabalhadores, mas fazendo o melhor que pudermos diante das nossas as possibilidades, porque Deus sempre provê e é preciso que a gente seja então aqueles que trabalhemos para que essa providência também se irradie aonde formos e onde estivermos. Gratidão de coração. Muito obrigado a todos. Deus nos abençoe. Passamos a palavra ao nosso tio Divaldo, que vai nos conduzir na etapa final da nossa reunião. Pedimos aos companheiros que aplicam paz para que tomem os seus lugares. Is aqui estamos os convidados para o banquete da boa nova. A nossa indumentária não é compatível, mas atrevem-nos a nos apresentar como somos, como estamos. E tu que és a paz e sabes selecionar aqueles que podem e devem servir-te. Abençoa-nos. Abençoa-nos a nós, a cada um de nós, ao nosso lar, nossos amigos. Abençoa, Jesus. aqueles que oram por nós e nos ajudam, mas também aqueles que não gostam de nós e vibram contra a nossa paz. Nós te pedimos pela nossa família. nossos amigos, pelos espíritos bons que trabalham em nossa casa e que nos dão assistência. Também agradecemos a cooperação da fraternidade, retribuindo-a para a humanidade inteira. Senhor, abençoa os suicidas, os que se atiraram ao abismo do engano, despertaram num sofrimento atroz. Também te pedimos em favor dos enfermos incuráveis, aqueles mutilados, que tem ânsia de viver, socorre-os. confortando-os. Senhor Jesus, nós te pedimos pela nossa paz interior, pela paz da nossa família, pela paz no Brasil, pela paz na terra. Abençoa a nossa água, Jesus, tornando atônico, vigoroso para nossas necessidades. em teu nome. Em nome de Deus, da Mãe Santíssima e dos espíritos bons, encerramos a nossa reunião com votos de muita paz para todos. Amen.
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