DIVALDO FRANCO: O SEMEADOR DE ESTRELAS • com Lusiane Bahia e Geraldo Campetti
Lusiane Bahia e Geraldo Campetti compartilham suas experiências e reflexões ao lado do mais destacado médium, orador e benfeitor espírita da atualidade: Divaldo Franco. Nesta conversa especial com o grupo Act and Study Kardec (ASK), eles revelam bastidores, aprendizados e inspirações vivenciadas ao longo dos anos de convivência e trabalho junto ao incansável servidor do Cristo. Realização: Act and Study Kardec (ASK) #DivaldoFranco #Espiritismo #DoutrinaEspirita #Mediunidade #Filantropia #Evangelho #ChicoXavier #JoannaDeAngelis #Campetti #LusianeBahia #ASK #MansãoDoCaminho #AmorAoPróximo #EstudoEspirita #AtividadeMediúnica
Nós iniciamos com um trecho do pronunciamento do Mário Sérgio Almeida, presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção, realizado durante a despedida do nosso amado Edivaldo Franco em 15 de maio. Ele diz assim: "Hoje o silêncio da saudade cobre a terra com um véu de reverência. O céu, porém, resplandece em festa. Um ser espiritual de altíssima grandeza voltou à sua origem. Divaldo Franco, o médium, orador, educador de almas, regressou à pátria espiritual. Como um jardineiro celeste, ele lançou sementes de esperança sobre corações ressequidos pelo sofrimento. E em muitos locais onde só pujava dor, nasceram jardins de esperança e paz. Chamá-lo de semeador de estrelas não é metáfora, é retrato. Pois por onde passou, acendeu luminescências. E agora, Divaldo, as estrelas que semeaste cuidarão da tua seara. Emocionante esse trecho que foi obviamente eh compactado e a gente ao longo dessa live vai ouvir outros trechos. E aí a pergunta paraa Lu, você também fez uma homenagem durante essa mesma cerimônia? E aí através das suas palavras nós entendemos o por ele era chamado e conhecido como o semeador de estrelas. Então, eu queria mostrar duas fotos aqui, pedir para você compartilhar o que que ele representou na sua vida, o que que mais te impactou no convívio diário e tão próximo com o tio Di. Então, aqui tá a primeira foto, olha. E aqui a segunda foto aqui parece, aparece o Mário Sérgio, Divaldo e a Lu com esse sorriso. Então queremos ouvir de você, querida, suas palavras sobre essa experiência de toda uma vida. Sim, a nossa fala no momento eh da homenagem e da, ao mesmo tempo da despedida foi uma fala trazendo um pouco dos filhos, dos colaboradores, dos voluntários da mansão do caminho. Foi essa a missão que nos encarregaram naquele momento, de transmitir um pouquinho do sentimento de gratidão, eh, que cada um de nós, que nós apresentamos para ele. As fotos que você nos mostrou são momentos ali em que eu tô bebendo da fonte. Eu tô observando, embcida, encantada a beleza de um servidor fiel de Jesus. E
da um de nós, que nós apresentamos para ele. As fotos que você nos mostrou são momentos ali em que eu tô bebendo da fonte. Eu tô observando, embcida, encantada a beleza de um servidor fiel de Jesus. E na segunda imagem, onde o Mário Sérgio também está, ali foi a última vez que o nosso tio Divaldo esteve na sua terra natal. essa foto e essa risada aí, porque ele tava fazendo uma brincadeira, ele trouxe um humor nesse momento e nós rimos, nos divertimos naquele instante e nós fizemos nesse momento uma apresentação do livro Essencial da do Espírito Amélia Rodrigues, estava sendo recém lançado e o tio Divaldo fez a palestra Encantando a todos porque teve tanto fôlego que foi uma palestra de 1:30 num ginásio de uma escola bem bem grande, um espaço bem grande, onde reuniu muita gente da cidade da sua terra natal, Feira de Santana. Então, foi um momento muito importante. A presença do tio Divalta na nossa vida é a presença do exemplo e a presença do acolhimento. Porque a minha estrutura, não somente doutrinária, religiosa, mas também familiar, o tio Divaldo é um pai para mim, são avó, ele é o avô paraas minhas filhas. Então, a nossa relação é desse carinho, desse respeito e desses fatores de exemplo e de eh de mensagens que tocam o coração por essa afetividade. Então, ele tem essa importância de ser um orientador, de ser aquele que em todos os momentos sempre teve uma expressão de acolhimento para mim e para minha família. em diversos acontecimentos nossos, porque naturalmente convivendo na mansão do caminho, estando engajado em trabalhos e em tarefas, naturalmente a presença dele e essa convivência acabou intensificando e se fazendo muito natural. Então, a a influência positiva, eh, orientadora, segura é o que fica como marca e como a nossa maior gratidão, essa firmeza doutrinária de nos transmitir com segurança, com fidelidade a Jesus, a Kardec, o melhor e nos conduzir para que nós também nos sentíssemos seguros. E o que mais nos impacta nessa convivência? onde a gente
rinária de nos transmitir com segurança, com fidelidade a Jesus, a Kardec, o melhor e nos conduzir para que nós também nos sentíssemos seguros. E o que mais nos impacta nessa convivência? onde a gente aprende disciplina, onde a gente aprende entrega, confiança, eh trabalho irrestrito, incansável, uma fé, uma fé completa em relação a Deus, a Jesus, aos bons espíritos, um respeito muito grande. E tudo isso é marca do nosso Divaldo, uma resiliência, uma superação, uma ausência de desistência. sempre perseverante. E a sua história marcada desde o início, desde o início da sua chegada aqui no planeta, ele enfrentou muitos desafios. desafios numa família numerosa, desafios numa incompreensão em relação à mediunidade, não só na infância, mas ao longo de sua história, sua jornada, tendo até mediunidade questionada, enfim, desafios muito grandes e a resiliência, a persistência, a perseverança, isso traz como marcas, como impactos. Mas algo que mexeu demais comigo foi ter percebido a humanidade de tio Divaldo. Porque quando a gente observa o tio Divaldo como um ídolo, eh, a gente não consegue perceber tanto o seu valor. Tem o valor de ser um ídolo e mostra e é como se fosse um impacto da perfeição. Mas quando a gente olha o tio Divaldo na sua humanidade, ele fica maior ainda. Ele fica um gigante. Porque nós conseguimos perceber a naturalidade de existir, de enfrentar desafios, como todos aqueles que aqui estamos encarnados. Mas a beleza de superar tudo isso. Nos momentos em que eu tinha oportunidade de estar sentadinha ali ao lado dele e ele fazendo a palestra, eu olhava muito dessa humanidade. Eu vi os tremores das suas mãos, eu vi as marquinhas das rugas nos seus dedos, as marcas da idade, a debilidade, a fragilidade. Eu vi o esforço que ele fazia para tá ali, mas sem uma palavra de reclamação, sem uma palavra de incômodo, de desconforto, ou mesmo de dizer que essas coisas estavam eh talvez interferindo em algum momento na sua, no exercício do seu serviço, do seu trabalho. Então, olhar essa humanidade,
avra de incômodo, de desconforto, ou mesmo de dizer que essas coisas estavam eh talvez interferindo em algum momento na sua, no exercício do seu serviço, do seu trabalho. Então, olhar essa humanidade, ver que ele enfrentou desafios gigantes, imensos, mas que esforçou-se, descou-se com tanta verdade, isso torna ele ainda mais especial. Então eu acho que para mim o que mais me impactou foi constatar essa humanidade, ver fragilidades, ver situações de equívocos, de erros, mas que a superação de tudo isso e os seus acertos, a sua forma de lidar com a verdade, com o evangelho de Jesus, isso é incomparável. Isso que é mais impactante pro meu coração e mais grandioso. Que depoimento lindo, emocionante, essa esse aspecto que você viu do homem, do ser humano. Deve ter sido realmente uma experiência assim ao longo do tempo muito impactante. E Geraldo, o que mais impressiona nesse homem na contribuição que ele deixou foi essa marca significativa que que impressiona por ter abrangido tantas áreas de atuação, como ela falou, o homem que deu um exemplo que ele viveu a mensagem. Então, o divulgador, o médium, o palestrante, o comunicador, isso é o que vamos falar no nesse momento, ele não só explicou, mas ele vivenciou e encarnou isso nele mesmo. e onde ele passava, e eu tive a experiência de recebê-lo aqui na nossa região, parecia que ele deixava assim aquelas pegadas de luz além do aroma lindo de rosas, né, por causa da presença dele. E ainda na na palestra do Mário Sérgio, ele fala, com mais de 20.000 palestras e mais de 70 nações. A sua voz límpida e fraterna eou por décadas como uma harpa sutil a repetir os acordes do evangelho. Não apenas falou do Cristo, viveu. Então, Geraldo, explica pra gente por que que as palestras em todos os lugares que ele ia, eu vi na Nova Zelândia, na Europa, nos Estados Unidos, no interior do Brasil, na Guatemala, aonde ele ia. as palestras atraíam tantos interessados e como que isso foi importante pra divulgação do espiritismo no Brasil e no mundo. E aqui também quero botar uma
nterior do Brasil, na Guatemala, aonde ele ia. as palestras atraíam tantos interessados e como que isso foi importante pra divulgação do espiritismo no Brasil e no mundo. E aqui também quero botar uma foto aqui de pessoas a perder de vista, ó as palestras dele aqui. Ele em pezinho. Olha quanta gente aqui. e a energia dele dando palestra quando ele tava, como a Lu falou, sempre feliz. Então explica pra gente, Geraldo, por favor. Olha, Fernandinha, maninha Lu, vocês estão nos acompanhando. Eh, de falto um amigo irmão, um pai do coração muito querido, e ele irradiou amor por todos os lugares por onde passou, no testemunho, no exemplo, na vivência, na simplicidade. A sua presença, Fernandinha, era da alegria, do bem viver. Ele trazia para nós essa alegria da vida dinâmica, do bom humor, da disposição, sem reclamar jamais. Divaldo, ele sem dúvida alguma, foi o maior divulgador do espiritismo em todo o mundo, pela sua força, pela sua pujança, pela missão, como o Paulo de Tarso da modernidade, como alguns assim definiram, para levar com seu verbo contagiante tocante e transformador, que nos cativava de uma forma e continua nos cativando porque a obra é imortal, de tal maneira que nos sentíamos e nos sentimos envolvidos, protegidos, acolhidos. Nesse momento que eu falo aqui, só de evocar a lembrança desse nosso irmão, a gente sente a presença da espiritualidade, uma equipe, não por mérito nosso, na minha parte não tem mérito algum, mas para que a gente possa sentir que não estamos sós. Por isso, a palavra da esperança, do amor, da felicidade, de seguir vivendo a mensagem do Cristo, mesmo que fosse ao ponto de um esforço que a gente pudesse imaginar incapaz de fazer, nós encontraríamos sempre a semente da esperança, a estrela na nossa intimidade a irradiar uma luz que ele tão brilhantemente ofertou a toda a humanidade, onde passou, ele deixou o rastro de luz, ele deixou a mensagem da esperança, consolo, o estímulo. Por isso, as suas palavras se multiplicavam, os seus exemplos ganhavam
te ofertou a toda a humanidade, onde passou, ele deixou o rastro de luz, ele deixou a mensagem da esperança, consolo, o estímulo. Por isso, as suas palavras se multiplicavam, os seus exemplos ganhavam força, como sementes que estavam ali se frutificando e os resultados aparecendo em todo o mundo, em todos os continentes desse trabalho incansável que ele realizou. É muito significativo a gente recordar como exemplo para todos nós dessa figura que a gente jamais deverá se esquecer, assim como de Chico Xavier igualmente, pelo legado que deixa, por todo o exemplo, pela dedicação, pela fidelidade algum cumprimento do dever com Cristo, com Kardec. Divaldo, sempre muito atento, muito prudente a tudo o que pudesse acontecer, uma preparação cuidadosa, zelosa, para que pudesse fazer as melhores entregas, porque é isso que a gente aprende com Tio, por onde ele passou, ele deixou o melhor de si e em cada passagem deixava ainda ainda algo melhor, porque o amor ele vai se expandindo de tal forma que a gente não consegue delimitar a sua atuação. E essa força do amor é esse amor em ação, é a caridade expressiva que Divaldo representou e representa para que a gente possa seguir como o discurso do querido Dr. Mário Sérgio, a gente poder usufruir dessas benéces e poder dizer a ele que vai seguir e segue na espiritualidade os trabalhos dinâmicos que do lado de cá a gente vai continuar, porque nós tivemos um exemplo que nos estimula e que nos dá todo o recurso para que a gente não fique desanimado. A gente sente saudade, sim, mas é uma saudade saudável e vamos honrar esse legado, esse compromisso, fazendo a nossa parte. sempre com gratidão. Lindo e emocionante também o seu depoimento, Geraldo. Então, falamos sobre esse aspecto do palestrante, comunicador e divulgador. E agora vamos falar sobre a filantropia, que é a obra social dele. Fundador da mansão do Caminho, Divaldo edificou mais do que paredes, construiu lares onde o amor era o alicerce, a educação, o telhado e a dignidade humana, o mobiliário sagrado.
é a obra social dele. Fundador da mansão do Caminho, Divaldo edificou mais do que paredes, construiu lares onde o amor era o alicerce, a educação, o telhado e a dignidade humana, o mobiliário sagrado. Ainda palavras do nosso querido Mário Sérgio. Então, Lu Divaldo e a sua obra social, não há registros de um trabalho dessa magnitude. Como foi trabalhar diariamente nesse labor? E se você pudesse descrever as áreas que eu tive lá pessoalmente, vi, mas se você pudesse descrever os serviços e eh a o âmbito dessa assistência, o que e o que possibilitou o nosso querido dia a superar essas dificuldades que você mencionou anteriormente e fazer tanto, tão pouco? O livro da Ana Land, ele descreve o comecinho bem difícil. Então, foi essa dificuldade que ele superou o pouco que ele tinha e o amor infinito. E aí temos aqui também algumas fotos desse trabalho lindo, ele com as crianças aqui interagindo, ó, essa foto muito especial para você. Muito lindo. E esse sorriso hoje, Palavras de Luz fala que o sorriso, a felicidade é resultado do dever cumprido. Então esse sorriso ele vem de dentro. Então queremos ouvir suas reflexões sobre essa obra linda. E esse sorriso e essa consciência de dever cumprido traz a paz. Por isso que ele consegue trazer tanto para todos nós. Eh, antes da gente trazer um pouquinho do que você colocou, Fernandinho, só resgatando um pouquinho do que o Maninho trouxe, aqui é o Paulo de Tass dos Nsos Dias, é uma das biografias, essa é da Ana Maria Espranja, é pela editora Leal falando aí do nosso Divaldo. E também essa questão de semear as estrelas é uma obra extremamente conhecida o Semeador de Estrelas. da Suelicalda Schubert também a editora Leal e traz pra gente aqui tantas lições da Ana Lange que você já mostrou, né, que é esse aqui, ó, é uma outra editora, é a bela editora e a Ana Lange trouxe essa a biografia mais recente do nosso tio. Daqui a pouco a gente vai conversando e vai trazendo um pouquinho mais também, mas essa obra e eu aproveito para apresentar essa aqui.
e a Ana Lange trouxe essa a biografia mais recente do nosso tio. Daqui a pouco a gente vai conversando e vai trazendo um pouquinho mais também, mas essa obra e eu aproveito para apresentar essa aqui. Olha que livro interessante, gente. Mansão do Caminho. é uma organização do Washington Luís Nogueira Fernandes. Ele organiza algumas obras aqui na Leal. Eh, e essa é sobre a mansão do caminho. Tem essa obra que ela foi eh publicada em 1992 e tem uma outra mais recente, foi 50 anos, né, a comemoração dos 50 anos e mais recente também e aí já mais recheada de outros conceitos e de outros aspectos acerca dessa obra. O Centro Espírita Caminho da Redenção, ele foi fundado em 7 de setembro de 1947 e 5 anos depois é que nosso tio Divaldo, tio Nilson, as nossas tias, todos aqueles da primeira hora, trazem a mansão do caminho, que é a obra social do Centro Espírita Caminho da Redenção. E essa obra, ela é fundada em 15 de agosto de 1952. Mesmo antes da mansão do caminho, tio Divaldo, tio Nilson tinham a casa de Jesus, que funcionava como um morredouro. Eles iam nos alagados, numa região muito carente, muito precária aqui de nossa cidade e encontravam pessoas que estavam nos seus estágios últimos da existência física. Então, eram pessoas que estavam morrendo, que estavam perecendo, muito adoecidas já nos seus instantes finais. E eles apresentavam para essas pessoas a companhia, a dignidade, o momento de fraternidade num instante de despedida, trazendo para aqueles corações a esperança de que mesmo naquelas horas, mesmo que talvez a existência tenha sido tão solitária, mas naquela hora eles tinham a companhia de alguém que estava ali em silêncio ou orando, intercedendo por eles em relação a Jesus, a Deus, enfim, trazendo fé. trazendo esperança, falando de imortalidade, dando dignidade, dando, trazendo companhia para aquele momento que a gente sabe que o momento da morte ele é tão solitário, ele é individual, ele é pessoal. Eh, e aí se sucedem outros trabalhos, a caravana Alta de Souza, eh, e vão
do companhia para aquele momento que a gente sabe que o momento da morte ele é tão solitário, ele é individual, ele é pessoal. Eh, e aí se sucedem outros trabalhos, a caravana Alta de Souza, eh, e vão acontecendo esses trabalhos, atrelando-se aí começa a mansão do caminho. E essa mansão do caminho é é a obra social e é uma cidade. Ela é gigante. Quem tem a oportunidade, quem tiver oportunidade de vir a Salvador, venha visitar a mansão do caminho. Aqui a gente encontra uma cidade com as casas que eram as casas lares, porque e no início a mansão do caminho ela funciona, ela tem a sede eh lá na cidade baixa, onde era o mesmo prédio do Centro Espírita da Caminho da Redenção. e depois é que se adquire na década de 70 que adquire o terreno onde hoje a mansão do caminho, um vasto terreno que é um sítio, que era um sítio e que hoje compõe mais de 70 edifícios, mais de 70 edificações, onde ali nós temos escolas, creche, padaria, laboratório, eh serviço médico, nós temos o prédio do centro, onde tem as doutrinárias, atendimento fraterno, a evangelização, os estudos e em toda a gama de uma estrutura que atende a questão da casa espírita, do centro espírita, da estrutura de um centro espíritas mediúnicas, mas também tem esse eh essa imensidão de atendimento à saúde, à assistência social, à educação, principalmente. A criança chega na nossa casa aos 4 meses através da creche. é a idade que elas podem chegar aqui na mansão do caminho, 4 meses. E a gente tem depoimentos lindos de pessoas da comunidade que, por conta de uma gravidez precoce ou de situações adversas, encontrou na mansão do caminho a oportunidade de deixar seus filhos com segurança para que eles pudessem trabalhar. Então, a criança chega 4 meses e vai ter a oportunidade de participar da educação infantil, do ensino fundamental, do ensino médio, ter também estudos e e aspectos e cursos profissionalizantes. Então, é uma gama aqui de oportunidade para conceder ao ser informação, a criança e o adolescente a segurança de uma educação
nsino médio, ter também estudos e e aspectos e cursos profissionalizantes. Então, é uma gama aqui de oportunidade para conceder ao ser informação, a criança e o adolescente a segurança de uma educação pautada na seriedade, no respeito, na comunhão, na fraternidade. Tudo sob a base do Evangelho de Jesus, tudo sob esse olhar que a doutrina dos espíritos nos ensina. E esse gigante chamado Divaldo Franco teve oportunidade de concretizar. E essa é a parte forte de tudo isso. Quando você pergunta, Fernandinha, como é que ele conseguiu isso? Com poucos instrumentos. Porque quando ele começou, gente, se a gente fizer a conta, 7 de setembro de 1947, ele só estava com 20 anos. O que que a gente pensava quando a gente estava com 20 anos? Que que a gente projetava? O que que a gente organizava quando a gente estava com 20 anos? Ele assume a responsabilidade juntamente com o tio Nilson e com as outras pessoas que são os pioneiros nesse momento. assume essa construção de uma obra, de um centro espírita com 20 anos para trazer uma responsabilidade de uma obra que pertence e tem a autorização de Francisco de Assis sob o pedido de Joana de Angeles para trazer aqui, concretizar aqui o evangelho de Jesus, concretizar aqui o que a doutrina dos espíritos nos ensina e dessa forma trazer exemplo concretos do que a gente pode vivenciar. E o que é que fez com que ele conseguisse? A simplicidade, a humildade, a fé, a entrega. Trabalhar com tio Divaldo. Eh, às vezes a gente pode pensar assim: "Ah, a gente vai ter receio de trabalhar com o tio". Porque se ele é o maior adoro, um grande médium, uma expressão imensa, o maior divulgador da doutrina dos espíritos, ah, deve trazer um receio trabalhar ao lado dele. Só que trabalhar ao lado dele é passar a acreditar ainda mais em si mesmo, porque ele traz essa segurança pra gente. É ele que faz com que a nossa autoestima tenha uma percepção de que a gente pode, de que a gente pode aprender e de que a gente pode fazer, porque ele concede a oportunidade de trabalho para cada um de
ele que faz com que a nossa autoestima tenha uma percepção de que a gente pode, de que a gente pode aprender e de que a gente pode fazer, porque ele concede a oportunidade de trabalho para cada um de nós, mas entrega-nos com confiança. E isso é muito lindo e especial. sem humildade. E assim que ele consegue desde a primeira hora ter a fidelidade dos trabalhadores daquele momento, porque ele acreditava nos trabalhadores, os trabalhadores passaram a acreditar em si mesmo e ali estava uma grande gama de esforço, de somatório, de cada um entregando um pouquinho de si, mas seguindo até os instantes finais dele, até instantes de perdurar a obra, como acontece, porque a gente ainda tem muitos que estavam que cheg eram, que foram chegando, né? né, nesse processo com ele e que continuam, que estão com as idades avançadas, mas trazendo a permanência, a fidelidade, o perseverança, porque aprenderam e colheram com ele. Então, a humildade de reconhecer que as coisas estavam começando, que não sabia tudo e que precisava consultar e que precisava de ajuda lá no início mesmo, com 20 anos, 25 anos, questões jurídicas, questões procedimentais de organização, quantas pessoas mais velhas até eles precisaram consultar, precisaram buscar humildade, mas também a humildade através desse processo de nos ver como irmãos e de nos trazer oportunidade de trabalho. Então, o que eu mais aprendi com ele trabalhando é esse processo de acreditar que todos nós podemos deixar um pouquinho de nós. Basta que a gente acredite essa fé que a gente atribui a Deus, aos bons espíritos, a presença espiritual, porque todo o trabalho é pautado nessa presença espiritual, mas que a gente também confie no que a gente veio realizar. E isso ele estimula constantemente em cada um de nós, através da confiança, através das palavras de estímulo e através dos projetos, porque trabalhar ao lado dele é sempre ter um projeto renovado para nos estimular a a continuarmos, a criarmos, a trazermos um pouquinho mais de nós além do que aquilo que já
o e através dos projetos, porque trabalhar ao lado dele é sempre ter um projeto renovado para nos estimular a a continuarmos, a criarmos, a trazermos um pouquinho mais de nós além do que aquilo que já deposamos ali. Então são ricos aprendizados que a gente guarda para sempre no coração com essa forma de essa forma verdadeira de servir ao Cristo, de servir ao espiritismo. Lindo, Lu. E aí, por isso o nome semeador de estrelas, porque a pessoa, né, você falou sobre falta de autoconfiança, aquela pessoa vira uma estrelinha brilhosa e a luz brilha. Ele era o semeador de estrelas. Muito lindo, Geraldo. Eh, além de tudo isso, né, palestrante, comunicador, obra social, tem toda essa parte de comunicação da mansão do caminho. Então, nós temos uma TV, né, que se eh reinventou durante a pandemia de modo que o mundo todo pudesse ter acesso a essas palestras maravilhosas. Então, a comunicação espírita foi totalmente eh renovada e já trabalhando até numa transição para quando ele não mais estivesse. que eu queria que você falasse sobre isso e também sobre a editora, porque além de tudo isso, olha as coleções importantíssimas que ele nos deixou, que ele deixou aqui para o estudo como ess com essa contribuição. Então você que tem esse trabalho tão importante, queria que você comentasse essas duas áreas de comunicação da dessa linda organização. Eh, Divaldo, ele é o assim o médium psicofônico por excelência. Nós tivemos este protótipo, esse exemplo por conta de toda a clareza, de toda a capacidade de comunicar a realidade espiritual pelas percepções, inspirações, eh pelas visualizações, trazendo para nós em narrativas muito belas e autênticas e muito muito bem descritas por conta dessa relação com o mundo espiritual e com os espíritos que com ele estavam se comunicando. A comunicação, a expressividade de Valdo, realmente um mestre por excelência. Por isso que a gente coloca como psicofônico, porque se a gente tem em Chico, né, o psicógrafo por excelência, Divalditavelmente é o psicofônico por
idade de Valdo, realmente um mestre por excelência. Por isso que a gente coloca como psicofônico, porque se a gente tem em Chico, né, o psicógrafo por excelência, Divalditavelmente é o psicofônico por excelência nessa comunicação oral, verbal, na interação com o público, em conseguir levar a mensagem de uma forma envolvente, a a mensagem que que esclarece, a mensagem que desperta, a mensagem que consola. Emocionante, né, o Vidaldo? E a TV ela faz um trabalho lindo porque, eh, consolida todos esses registros num repositório informacional para que tantas expressões no mundo afora, mais de 70 países que ele visitou, não é, quantas quantas milhares de conferências fez ao longo dessas dezenas de anos, né, dedicado ao trabalho da mediunidade com Jesus. Então, um resultado muito amplo e a TV consolida isso, eh, deixando o registro e um material valiosíssimo para estudo e para o aprendizado. Eh, e claro, né, a parte dos livros é algo tão interessante, porque ele foi intermediário de mais de 260 títulos, que é uma expressividade assim admirável. 260 livros. E um trabalho marcante da espiritualidade que vários autores espirituais se manifestando e com as suas características peculiares trazendo a mensagem, seja pelo romance, seja pela mensagem, seja pela crônica, o conto, seja pelo poema. Então, nós temos esses diversos espíritos pelo estudo, pela reflexão, eh, manifestando-se por intermédio desse médium fidedigno. Ele era muito vinculado a Chico Xavier e colocava a expressão de Chico dizendo que a mensagem que veio do plano espiritual, que ela possa ser aquela que quando, passando pela intermediação pudesse ser a mais autêntica, a mais fiel, fidedigna, como se fosse um vaso, né, que a gente vai passando a água e o vaso vai ainda, né, projetando a água. água ainda um pouco suja e depois sai transparente. E é interessante, Divaldo retratou isso, porque nós temos os mais diversos espíritos se comunicando, como por exemplo na poesia lindíssima de Tagor, que foi prêmio, não é, Nobel de literatura em
ente. E é interessante, Divaldo retratou isso, porque nós temos os mais diversos espíritos se comunicando, como por exemplo na poesia lindíssima de Tagor, que foi prêmio, não é, Nobel de literatura em 1913, né, esse poeta indiano. Então ele trazendo essa beleza, esse encanto, a narrativa evangélica de uma forma tão próxima e tão ao mesmo tempo reveladora de Amélia Rodrigues, a educadora, né, que está até aniversariando, né, por esses dias. Isso aí vai a lembrança, a comemoração. Então assim importante como esse livro que a gente vê, Primícias do Reino, que vai trazendo, né, assim como vários outros, trazendo a narrativa do evangelho, a vida de Jesus, dos seus apóstolos, dos personagens, das pessoas. E o que é mais assim deslumbrante é que a narrativa traz informações que nós não temos no evangelho. O evangelho vai até um certo ponto, às vezes de maneira suscinta, não é? E quando vem essa revelação espiritual, assim como não é nós temos o literato marense, não é? o irmão X Beto de Campos, por Chico Xavier. Nós temos Amélia Rodrigues trazendo pro Divaldo questões evangélicas tão interessantes que merece o estudo. A figura daquele que integra a equipe de André Luiz na psicografia de Chico, nós temos Manuel Filomeno de Miranda numa narrativa tão profunda, tratando de temas tão importantes, um especialista estudioso nas questões das influenciações espirituais, da mediunidade, da obsessão, da desobsessão, trazendo livros importantíssimos que marcaram aí os nossos estudos. livros reveladores em torno do mundo espiritual, não é? e ainda mais com relação a tudo isso que nós estamos vivendo na atualidade, vai trazer esse momento de transição numa narrativa tão segura que nos dá assim um conhecimento que desdobra que foi realizado por André Luiz na psicografia de Chico, havendo muitas coincidências inclusive, não é, de conteúdos, de narrativas por conta dessa universalidade do ensino dos espíritos. Nós temos eh Divaldo com a sua mentora, a queridíssima Joana de Angeles, trazendo tantos livros e uma
lusive, não é, de conteúdos, de narrativas por conta dessa universalidade do ensino dos espíritos. Nós temos eh Divaldo com a sua mentora, a queridíssima Joana de Angeles, trazendo tantos livros e uma série psicológica de 16 livros que apresenta uma visão aprofundada e espiritual da psicologia, a tal ponto de praticamente criar uma psicologia espírita. juntando todas essas informações que nós temos dos autores mais clássicos e mais modernos, porque interessantíssimo, né? a gente teve oportunidade de fazer um pouco estudo dessas obras e vendo Joana trazendo a citação de autores contemporâneos, autores que estão sendo estudados, né, hoje pelos alunos nas faculdades da nas universidades e Joana trazendo as informações desses autores impressionantemente com a luz da espiritualidade. Então, uma benfeitora, uma mentora que nos traz assim informações preciosas que não podem ser lidas com pressa. É tão importante a gente considerar isso, porque a literatura espírita, ela precisa ser lida para ser entendida, compreendida e sentida para poder ser vivenciada, porque ela apresenta um conteúdo moral que é diferente de uma literatura comum, uma literatura apenas para o deleite, para o prazer de ler, mas traz ensinamentos éticorais que são transformadores. Então nós vemos nesses autores Viana de Carvalho, por exemplo, sempre trazendo informações tão relevantes com relação ao próprio à própria doutrina espírita, à obra de Kardec, ao movimento espírita. Então, Vittor Hugo, um clássico autor, né, francês, a gente vê tamanha assim a diversidade medianímica de Divaldo a ponto de poder ser o intermediário dessas dezenas de espíritos e cada um com o seu estilo, com a sua história, com a sua característica. Evidentemente, Divaldo, como psicógrafo, assim como Chico, cada um tem as suas características peculiares. A gente que estuda sobre a mediunidade, os tipos de mediunidade, isso é perfeitamente natural. Mas isso tudo revela que nós não podemos fazer leitura de um livro espírita apressadamente. Eu digo isso porque
e que estuda sobre a mediunidade, os tipos de mediunidade, isso é perfeitamente natural. Mas isso tudo revela que nós não podemos fazer leitura de um livro espírita apressadamente. Eu digo isso porque quando eu li assim, eu tinha um pouco de dificuldade de entender. Na minha adolescência eu ganhei o Tramas do Destino de Manuel Filomeno de Miranda, romance. Romano Carlos Campete. Ele foi numa palestra do tio de Injales, que era 10 km da gente onde a gente morava. E naquela década de 70 tava sendo lançado Tramas do Destino. Ele trouxe três exemplares autografados, um para o André, um para a Rose e outro para mim, né? Eu achei interessante que era o mesmo livro, né? Mas tudo bem, ótimo. Esse nem tava sendo lançado. E eu li aquele livro assim, não entendi algumas coisas, mas eu já consegui entender outras. E nesta obra, assim como outra de Manuel Filomeno, de estudo também como temas da vida e da morte, não é? Eh, a Joana de Angeles, estudos espíritas, a gente tem aprendizados que nós não esquecemos e são informações tão preciosas, mas que a gente não pode ler com pressa, né? Ler assim como se tivesse querendo acabar logo cada parágrafo. Isso a gente foi aprendendo, não é? E quando a gente teve a oportunidade de fazer um trabalho em parceria e que foi publicado sobre a série psicológica, eu tinha essa dúvida, não é? sobre a o grau de dificuldade pra gente poder entender a linguagem notadamente, né, de Joana de Ângeles. E quando ela fez a apresentação da obrações psicológicas à luz do Espiritismo, ela colocou que muitos poderiam estar entendendo que o Espiritismo tem uma linguagem rebuscada, que é difícil de entender. Aí ela dá um assim uma chamada de uma maneira tão delicada que eu eu senti assim para mim, sabe? Porque eu de fato tinha isso e eu tava interrogando e fazendo o trabalho. Imagina, nunca mais eu falei desse jeito que eu pensava assim, né, da dificuldade. Por quê? porque ela deu uma lição muito grande, chamando a gente para a importância do estudo, da gente
o o trabalho. Imagina, nunca mais eu falei desse jeito que eu pensava assim, né, da dificuldade. Por quê? porque ela deu uma lição muito grande, chamando a gente para a importância do estudo, da gente também entender que espiritismo também é cultura e que a gente tinha. E aí, veja, e eu fazia isso instintivamente desde a minha, né, adolescência na leitura, tomando nota das palavras que eu não entendia, ia no dicionário, anotava, depois lá na frente aparecia de novo aquela palavra, eu me tinha me esquecido, eu voltava a minha anotação e gradativamente assim a gente foi formando um vocabulário, né? Porque realmente é importante a gente entender o significado, porque senão fica como é que a gente vai, né? como se fosse pressa em latim, se a gente não entende latim. Mas aí ela dá estapa de luva com toda elegância. Eu tomei isso para aprendizado. E a gente vê a riqueza da obra na psicografia de Divaldo Franco, esse nosso querido amigo irmão. É uma contribuição valiosíssima, com características peculiares e únicas que a gente não encontra em outras obras. Nós comparamos André Luiz com Manuel Filomeno, Manuel Filomeno com André Luiz. Nós comparamos um Beto de Campos com Maria Dolores e Maria Dolores com Beto de Campos, mas cada um é um e há uma complementaridade, há um estudo continuado na revelação que a gente se sente assim, né, muito encantados. E a gente vê a obra única de Joana de Ângeles, que vem trazer um complemento a toda a obra de Emmanuel, que também não deixa de ser um psicólogo, sociólogo, um educador e humanista. E Joana reúne tudo isso trazendo essa abordagem mais específica da psicologia para que a gente possa nos entender mais na condição de espírito. Então assim, viu Fernandinha, maninha Lu, é uma gratidão muito grande que a gente tem por esse espírito missionário, pela dedicação, pela disciplina, pelo trabalho de preparação, pelo estudo constante e disciplinado que fez, que deixa pra gente como exemplo, né, sem medir esforços. Então, realmente a literatura maravilhosa que fica como um
ciplina, pelo trabalho de preparação, pelo estudo constante e disciplinado que fez, que deixa pra gente como exemplo, né, sem medir esforços. Então, realmente a literatura maravilhosa que fica como um legado para a posteridade. Nós vamos levar dezenas de anos para conseguir realmente abranger todo o conteúdo revelado pela espiritualidade por intermédio de Divaldo Franco. você falou de uma maneira tão completa sobre os mentores, sobre as coleções, sobre as particularidades e nós vamos ter uma live somente sobre o trabalho, a obra da Amélia Rodrigues, porque tem todo esse contexto evangélico, como você falou, Joana, o aspecto psicológico, Manuel Fom de Miranda, Víor e a Amélia Rodrigues, ela traz uma contribuição evangélica inestimável. Nós vamos ter uma live na semana que vem somente com o abordando o trabalho dela. Eh, Lu, eh, a gente já falou sobre o divulgador, sobre a obra social, sobre o palestrante. Agora eu queria mencionar uma uma passagem nesse livro da Ana Land que me tocou muito. Além de tudo isso, de lidar com aspectos legais, administrativos, uma pessoa de 20 anos tendo um trabalho para cumprir, ele ensinava as crianças a ler. Então, tem uma passagem que a criança desobediente não estava focada, estava dispersa e ele atrás da criança com um livrinho para ensinar a ler. Então é assim, esse tipo de pai que realmente se envolve não era só eh os aspectos administrativos, legais, né? A a infraestrutura assim ser pai. E a gente tá falando de 650 filhos com a certidão de nascimento com ele como pai. Então, realmente, quando a gente fala que não tem uma magnitude ou uma outra obra dessa magnitude, realmente isso não é um exagero. Eu vou pedir para você comentar isso e também comentar sobre ele ainda ter tempo para o Divaldo humanista, o movimento Você e a Paz e até onde você acompanhou ele nesse movimento? Porque você me contou sobre passagens de palestras para a eh a o semeador da paz também, que foram até desafiadoras. Você gostaria de comentar isso? Sim, Fernandinha. Eh, o Maninho falou de
movimento? Porque você me contou sobre passagens de palestras para a eh a o semeador da paz também, que foram até desafiadoras. Você gostaria de comentar isso? Sim, Fernandinha. Eh, o Maninho falou de mais de 260 livros psicografados e tendo de compartilhar com todas estas outras funções, porque aos 29 anos, que é essa imagem que tá aqui, ó, essa imagem do livro da Ana Lange, aqui ele tá com 29 anos, mas já tinha passado pela mansão do caminho 200 crianças. ao todo são 687 filhos. Então é conjugar a psicografia desses mais de 250 livros com a função de paternidade, com o trabalho, com as palestras, porque ao mesmo tempo ele foi a mais de 70 países levando a mensagem. Por isso ele dormia muito pouquinho, às vezes ia se recolher às 3 da manhã para antes das 6 já estar de pé novamente para dar conta dessa missão que ele abraçou e que foi cumprindo com muita responsabilidade, muita entrega. Por isso, tanto os livros como esse aqui, ó, o peregrino do Senhor, é uma biografia dele também, a altiva Glória Noronha que fez essa essa biografia também para Lale Leal. O Miguel de Jesus Sardano com o Divaldo Franco nas pegadas do Nazareno, né? Também falando sobre o nosso tio Divaldo. Esse aqui que eu sou encantada por esse livro. Eu sou encantada porque a Suel ela é ela é demais. Ela traz a biografia, traz os aspectos e recheia de doutrina. Então a gente aprende, a gente tá vendo o exemplo e aprende com aquele exemplo. Então aqui é um livro em que fala sobre a mediunidade do tio Divaldo, Divaldo Franco, com a vida com os espíritos da Suicalda Schubert, para que a gente possa também acessar e conhecer um pouquinho mais do tio Divaldo. Mas o que você fala dos filhos, além de estar naquele livro que a gente mostrou da mansão do Caminho, está nesse aqui também. É um livro feito pelos filhos, organizado pelos filhos. A Maria da Paz é uma das filhas do tio Divaldo. E esse livro lindo, Mansão do Caminho, meu coração ainda mora aqui. É muito lindo, são depoimentos. Eu quero compartilhar o
os, organizado pelos filhos. A Maria da Paz é uma das filhas do tio Divaldo. E esse livro lindo, Mansão do Caminho, meu coração ainda mora aqui. É muito lindo, são depoimentos. Eu quero compartilhar o de um deles, porque quando a gente chega na mansão, a gente encontra os filhos da mansão. E a gente encontra os filhos da mansão nos setores de trabalho, nos setores voluntários. E eu fui acolhida como irmã deles, então me considero irmã desses filhos da mansão. Esses filhos que foram adotados pelo tio Divaldo, pelo tio Nilson. E tem um deles que é meu irmão assim mais próximo, que é o Ednilson Pereira, o Nizinho, ele traz um depoimento aqui na nesse livro sobre o Tiivaldo. Ele diz que o Tiivaldo é o amanhecer dele de certezas, de maior exemplo de conduta reta. E quem ensinou a ele na prática o quanto enriquece o coração o generoso ato de doar-se ao próximo, de doar-se ao outro, conforme o maior exemplo que nos deu o nosso mestre Jesus. Então, ser filho de tio Divaldo é ter além desse aparato todo em nome de Jesus Cristo e aprender a doutrina dos espíritos, também é ter esse contato que você colocou de ter a companhia paraas lições, paraa instrução. Era o pai que ele mesmo, Nizinho, dizia assim: "Meu Deus, Lu", ele diz, né? Meu Deus, Lu, eu prefiro, eu preferia mil vezes levar algumas palmadas do que ouvir um sermão do tio Divaldo, porque quando eles faziam as travessuras, tio Divaldo estava na sala e aí ele começava. E é isso que Jesus ensina. E foi isso que vocês aprenderam com Kardec. Imagina tantos meninos, tantas meninas. Cada casa lá ali que a gente enxerga, quando a gente entra na mansão do caminho, tem umas casas assim na Avenida Allan Kardec. Aquelas casas eram as casas que abrigavam essas crianças, esses jovens. Eram oito por casas, a tia, duas tias para abrigar, tio também que abrigavam esses meninos e meninas. E eram muitos acontecimentos, muitas personalidades. O tio já contou de de um filho, por exemplo, com traços de psicopatia e que só falava de sangue,
tio também que abrigavam esses meninos e meninas. E eram muitos acontecimentos, muitas personalidades. O tio já contou de de um filho, por exemplo, com traços de psicopatia e que só falava de sangue, de matar, de de querer prejudicar e que ele acompanhando para trazer para o bem essa alma. E depois, e a história é lindíssima, ele conta isso em palestra, porque quando ele sai pro mundo, que ele dá a liberdade, que é a independência, enfim, pro filho, a maior idade, ele diz: "Se você sentir vontade de matar alguém, você volta e faça comigo". E aí o filho, mas que é isso, tio? Volte e faça comigo, porque eu devo ter errado na sua educação. E esse rapaz sai, vai com a sua sensibilidade, porque ele canaliza toda essa potência de violência para o bem, para as artes. Então, num belo dia que tio Divaldo é convidado para fazer uma palestra na determinada cidade, antes tem um trabalho apresentado de várias obras artísticas, vários quadros e que Tiivaldo disse que quando viu o artista entrar era esse filho dele. E ele disse, ele disse assim: "Meu filho, você nunca voltou". Não é? Ele não, porque as lições impregnaram meu coração e nunca mais eu tive vontade de fazer isso com quem quer que fosse. Era uma criança que construía armas em casa. Eles nunca tiveram armas, nunca brinquedos de armas, mas ele construía e dizia que ia ferir. Dizia que a cada vez que ele tinha qualquer briga ali dentro, ele dizia que ele ia matar. Imagina. E o tio Divaldo, com todo cuidado, as tias, nosso tio Nilson, para fazer, para conquistar essa alma pro bem, para Jesus. Imagina 687 almas sobre a responsabilidade deles. É um encanto, é algo que a gente ouve, vê, parcela de tudo isso, mas continua sem acreditar como é que tudo isso pode e pode se concretizar. E o movimento Você e a Paz começou em 1998. Eu tive a oportunidade de estar na primeira edição desse movimento rapaz. Ele começou nas praças eh públicas aqui de Salvador. Ele iniciou, na verdade, nos colégios, o tio tinha a intenção de usar as escolas como um diálogo da paz.
na primeira edição desse movimento rapaz. Ele começou nas praças eh públicas aqui de Salvador. Ele iniciou, na verdade, nos colégios, o tio tinha a intenção de usar as escolas como um diálogo da paz. Então ele ia as escolas, ele ia as comunidades para no auditório da escola convocar a comunidade escolar, a comunidade da família ali, todas as famílias para começar a conversar sobre a paz. Ele começou isso em algumas escolas, mas depois ele foi paraas praças e ele não fazia seleção de bairros, bairros muito complicados. E a gente compartilhou com a Fernandinha quando ela teve aqui, quando a gente tava passando na frente de um dos bairros que até mesmo a gente se perdeu na hora de acessar, mas bairros onde ele ia no centro, no meio do bairro, que a gente tinha que passar, atravessar todo o bairro eh a pé ou de ônibus, enfim, que às vezes o carro não chegava paraa gente conseguir estar ali e ouvir dele sobre a paz. É um movimento que não traz um cunho religioso, traz o cunho da paz, porque a paz é interesse de quem é religioso e de quem não é. é o nascer dentro do coração, essa mensagem da não violência. E assim ele falou dos pacifistas, assim ele falou de Gang, de Martin Luther King, de Mandela, da Madre Teresa, da irmã Dulce, sendo que ele também é um pacificador, sendo que ele também é um mensageiro da paz. E ao longo desses anos todos, o o movimento vai completar esse ano 28 anos. E é interessante porque a 28ª edição, mas é interessante porque o tio ele tava ele tava com 70 anos quando ele começa esse projeto e era no ano que ele ia fazer 71 anos. Ele inicia isso e a fundamentação disso dele em palestra, né, quando ele vai colocar para todos nós que ele tava começando esse trabalho, ele disse que ele achava que ele não tinha feito muito pela paz e que ele achava que ele tinha de ir nesses lugares ao encontro das pessoas e falar extra muros. Porque falar dentro da casa espírita, a gente tá falando, querendo ou não, para aqueles que simpatizam com o que a gente tá falando, que tem algum ponto de
ao encontro das pessoas e falar extra muros. Porque falar dentro da casa espírita, a gente tá falando, querendo ou não, para aqueles que simpatizam com o que a gente tá falando, que tem algum ponto de contato com o que a gente tá falando, mas ir para uma praça e falar para as pessoas que estão ali caminhando, muitos, muitos desses lugares tinham contigo assim os bares, eh, as festas, os sons e ele começar ou a estrutura do palco ser montada e as pessoas pararem, diminuírem os seus sons para escutarem naquela hora a importância sobre a paz. e assim falando em bairros violentos e para pessoas violentas, para as pessoas do tráfico, enfim, para levar essa mensagem da paz. Então, eh, e deixa uma lição pra gente de que nunca é tarde pra gente começar um projeto. Com 70 anos, o que que eu quero mais? Já construir a mansão do caminho, centro escrita caminho da redenção, pai de 187 filhos, tantos livros, tantas palestras. Para que que mais? Mas ele aos 70 anos sabia que idade não é questão para o espírito, porque iniciar qualquer projeto e não findar é continuar no plano espiritual, como ele findando a existência aos 98 anos, mas continuando o seu projeto, os seus projetos, o seu trabalho e trazendo pra humanidade ainda mais a contribuição de um mensageiro de Jesus e deste homem incrível que foi e é nosso tio Divaldo. Que maravilha, Lua, essa esse essa descrição. Realmente a gente passou e era um lugar bem violento ali. Você falou, a gente já fez o momento você ir a paz e ali. Por isso que eu me lembrei de pedir para você incluir, porque imagina 28 edições. Que maravilha, queridos. Olha, eu queria mostrar essa foto aqui para vocês, ó. Conversando sobre espiritismo, 20 de fevereiro de 2025. Divaldo Franco e convidado Geraldo Campete. Apresentação de Luziane Bahia. Então eu gostaria de pedir primeiro pro Geraldo, depois a Lu falar o que vocês sentem quando vocês se lembram desse momento que foi o último com a presença física dele aqui, ou seja, um fechamento muito significativo. Então vamos começar aqui
raldo, depois a Lu falar o que vocês sentem quando vocês se lembram desse momento que foi o último com a presença física dele aqui, ou seja, um fechamento muito significativo. Então vamos começar aqui com os comentários do Geraldo e aí depois passando paraa Lu. Ah, a gente sente emoção, emoção e gratidão. Eh, nesse conversando, né, sobre o espiritismo foi tão significativo. Foi acho que uma segunda vez que eu participei. Eu me lembro tanto na outra quanto nesta que, Salvo Melhor juiz, foi a última, né, edição, né, Maninha Lu, foi exatamente a última vez que Divaldo participou, né? Então, a gente teve esse privilégio, oportunidade também. Isso é algo histórico assim, porque o ensino que ele nos deixa é muito grande. E nas duas vezes que eu participei, eu achei algo muito interessante, porque ele assim era de perguntas, né, que são feitas ali na hora e aí a gente responde e depois vai revesando. E é uma coisa assim, geralmente ele falava um pouco e depois, né, entrava a parte de perguntas e respostas e, enfim, aí a gente tão interessante, porque o que eu senti nas duas vezes foi das respostas que eu dava, ele elegantemente ele complementava. Olha, é uma coisa assim, não sei se com a maninha talvez não acontecesse isso devido essa nessas essa coisa toda certinha dela e tal, mas assim é tão tão interessante porque eu falei que que coisa incrível, ele tá completando a resposta, mas sem fazer referência de tal maneira que, né, não é deselegante para dizer que olha, completando a sua resposta, aquela coisa e ele vai e coloca e a gente ficava É todas as vezes, graças a Deus, esse Paulo. Então, Fernandinho, a questão de uma segurança, né, o assim, a autoridade moral de conhecimento, né, nos dá aquela segurança e a gente fica muito feliz, feliz mesmo pela oportunidade, eh, esses momentos, né, dele se desdobrando. Eu me lembro que numa das das últimas palestras ali também ele fazendo de sentadinho, aí ele dizendo assim: "Eu eu eu quero receber cada um de vocês". Vocês se lembram disso? Ele falando: "Eu
obrando. Eu me lembro que numa das das últimas palestras ali também ele fazendo de sentadinho, aí ele dizendo assim: "Eu eu eu quero receber cada um de vocês". Vocês se lembram disso? Ele falando: "Eu quero estar com vocês. Eu quero ouvir vocês. Eu quero ajudar vocês. O que eu puder fazer, eu vou fazer por vocês, porque é o amor do Cristo." Então, a gente se emociona com isso, porque é uma dedicação que não tem limites, não é? E eu tive a oportunidade, me permito aqui o relato, nós fomos no carnaval, né, maninha, naquele momento agora, eh, desse ano, né, foi a última vez que eu ouvi o tio de e eu sabia que seria a última vez assim em vida, né, presencial aqui do lado de cá, eh, na quarta-feira de cinza. Ele que a gente fez o trabalho de de desde sábado, né, até quarta-feira, era o dia que a gente já ia embora na hora do almoço e de manhã ele me chamou, ele estava no quarto, ele não tinha descido, né, que estava se alimentando lá e aquela dificuldade da saúde. Aí fomos fazer uma leitura, dar um passe, né, assim, coisa tudo muito breve, é, falar algumas palavras, mas muito mais ouvi. E ele tava quietinho. Aí ele pegou assim na minha mão, eu segurei a mão dele com todo o carinho, com todo cuidado. E ele assim olhando e dizia: "Gratidão, gratidão, gratidão. Muito obrigado. Assim falava baixinho. Ele falou umas 10 vezes. Eu fui ficando tão, falei: "Nossa senhora". Eu falei tio Dia, a gente é que tem que agradecer eternamente a você por tudo, tudo que você faz por nós e tudo que tem feito que vai ficar aí séculos aa. Então a gente vê a grandeza de um espírito desse no momento de sacrifício, porque estava ali. E no ano passado no Congresso de Mato Grosso, tivemos a oportunidade de estar juntos também. E ele perguntou sobre uma amiga querida, como é que estava e eu falei, estava passando pelo processo de quimioterapia, mas que estava com altivez, com fé. Aí ele olhou bem assim para mim e disse: "Meu filho, todos nós que somos trabalhadores do Cristo, vamos enfrentar os testemunhos individuais e
sso de quimioterapia, mas que estava com altivez, com fé. Aí ele olhou bem assim para mim e disse: "Meu filho, todos nós que somos trabalhadores do Cristo, vamos enfrentar os testemunhos individuais e intransferíveis ao ponto do sacrifício." Olha, eu fiquei pensando comigo na minha inferioridade. Falei: "Gente, o que que virá e que eu vou enfrentar pela frente, né? Se é que eu sou um trabalhador do Cristo, mas se a gente tá ali." E ele deu testemunho, né, maninha, né, Fernandinha? Ele próprio até o momento final. É uma coisa assim exemplar. Então, estar com o tio Di, ter estado com ele é uma oportunidade muito grande de um valor assim comensurável. a gente não consegue medir, mas é gratificante, é pra gente agradecer e é para reconhecer a grandiosidade de um espírito missionário, um apóstolo de Jesus entre nós. E só para dizer, encerrando as minhas palavras, para nós é um privilégio oportunidade sermos contemporâneos de uma personalidade como Divaldo Franco. Um privilégio, oportunidade que a gente precisa aproveitar bem. Agora fazendo a nossa parte, nesse legado admirável que ele nos deixa. Somos sim trabalhadores e tarifeiros. que a gente possa seguir semeando e também fazendo as nossas tarefinhas com muito amor, com muita dedicação, até em honra, em memória, em homenagem a esse apóstolo que retornou à pátria verdadeira da nossa gratidão. Que lindo, Geraldo. Obrigada pelo seu depoimento emocionado e emocionante, Lu. Então, sobre essa foto, o que você se lembra desse momento e o que você vai levar com você desse último encontro físico em público? A gente também teve, além desse encontro, a gente teve dois anteriores que eu gostaria de destacar, Fernandinho, porque foram muito importantes, que é quando ele volta do tratamento do câncer, aconteceu no dia 25 de janeiro. Então aqueles que puderem acessar, tá no YouTube, tá disponível 25 de janeiro. É uma palestra que ele começa com o humor, porque quando ele entra no cenáculo, eh, todos nós aplaudimos ele e ele sentou e a primeira
que puderem acessar, tá no YouTube, tá disponível 25 de janeiro. É uma palestra que ele começa com o humor, porque quando ele entra no cenáculo, eh, todos nós aplaudimos ele e ele sentou e a primeira frase dele é dizendo que ele agora sabe o que é que os amigos de Lázaro sentiram quando Lázaro retornou, quando Lázaro ressuscitou. Então, ele começa falando isso, né, trazendo esse humor e a palestra foi linda, perfeita. ele veio da do tratamento do câncer. Ele ficou ausente o mês de novembro, o mês de dezembro, assim, eh as primeiras semanas de novembro ele ainda atendeu o calendário de palestras, mas depois ele ficou ausente dezembro também, janeiro até o dia 25, que foi quando ele apareceu para fazer esta palestra. E a fala dele é fala pela cura, pelos bons pensamentos. Eh, reforçando como se dissesse assim: "Eu eu preciso deixar marcada estas palavras". E ele vem de um esforço porque o tratamento do câncer com a rádio, com a químio foram obviamente muito impactantes. Esse tratamento não lida somente com as células que estão doentes, mas também com as células sadias, impactando o imunológico, a defesa do organismo. Mas ele ele tava vencendo tudo isso para falar com a gente mais uma vez. Por quê? Porque em que pese já ter falado tanto, já ter escrito tanto, de ter trazido tanto, o amor dele também é imenso, é grande. E ele é um servidor fiel a Jesus. Ele encarnou com o compromisso de viver a sua vida entregue a Jesus. E ele não poderia deixar isso escapar enquanto ele tivesse forças. Então, o nosso Judivaldo, ele trabalhou até o instante onde o corpo permitiu que ele pudesse trabalhar. Ele esteve cumprindo as suas tarefas até o último instante em que ele tinha forças para tanto. Então, ele se empenhou para estar ali, esforçou-se e a sua mensagem foi de alegria, de otimismo. E a frase que ele colocou forte foi assim: "Então, diante de tudo isso, eu quero dizer que vale a pena viver". E eu vi isso talvez de alguém que seja adolescente, a gente pensa: "Ah, o viver aí é hedonismo, escutar alguém que tá na
foi assim: "Então, diante de tudo isso, eu quero dizer que vale a pena viver". E eu vi isso talvez de alguém que seja adolescente, a gente pensa: "Ah, o viver aí é hedonismo, escutar alguém que tá na fase adulta, ah, tem aí as questões ainda de uma vitalidade, de uma característica de, talvez de poder, de honrarias, de aplausos". Mas escutar isso de alguém com as portas de 98 anos, com tudo que nós sabemos que ele vivenciou e muitas coisas que nós não sabemos, porque ele é tão grande pelo silêncio que ele sempre soube fazer também. Eu aprendi muito observando o silêncio dele naquilo que eu podia observar, naquilo que eu percebia, nos contatos que a gente eh que eu tive oportunidade de ter e que eu via o silêncio dele diante de algumas situações em que nós diante da nossa inferidade não traríamos o silêncio. Então, muita coisa que a gente sabe que ele viveu, mas muita coisa que a gente não tem noção, porque o silêncio da renúncia do cristão, porque o cristão é aquele que vive o testemunho. Cristão sem testemunho é palavra que não tem uma força, não tem um significado expressivo, porque o significado do cristão é viver o testemunho. Nós somos considerados nesta na condição da alcunha do cristão quando vivenciamos o testemunho e aplicamos ali aquilo que conhecemos ou que imaginamos que conhecemos ou aquilo que professamos que abrigamos intelectualmente ou cognitivamente. E nesse dia ele sai com essa mensagem, ele deixa essa mensagem. foi uma palestra de cura ensinando que a voz do coração, ele traz uma mensagem assim, que a voz do coração traz toda a possibilidade de curar. E ele fala da mentalização do tumor, do quanto foi diminuindo a cada exame. Humildemente coloca isso também na conta das preces que recebeu. Então ele não diz: "Ah, fui eu que me autocorei". Ele fala dele, da parcela dele, o dever que ele cumpriu, de todos nós que oramos por ele, daqueles que entravam no seu quarto para aplicar o passe diariamente, altas horas da noite pela madrugada. fala dos médicos, fala dos bons espíritos, ou
e ele cumpriu, de todos nós que oramos por ele, daqueles que entravam no seu quarto para aplicar o passe diariamente, altas horas da noite pela madrugada. fala dos médicos, fala dos bons espíritos, ou seja, de todo esse conjunto que propiciou aquele momento. Ele se afasta do público porque a debilidade, a fragilidade, então ele vai tendo infecções, vai tendo viroses, vai tendo algumas coisinhas que tem idas e vindas dos hospitais. até que chega 15 de fevereiro, onde ele aparece mais uma vez, que antecede se conversando. E era a palestra, a gente tinha tido um seminário do Severino Celestino pela tarde e ele tava programado para fazer a palestra da noite e até então a gente não sabia se ele iria ou não, porque ele estava muito fraquinho, muito debilitado. Mas olha que ele chega vencendo todos os desafios, subindo aquelas escadas do palco ali, sentando e agora para trazer outra mensagem, falando agora de que o mal não tem ética, de que a gente não faz acordo com o mal, que a gente não estreite os laços com o mal, de que a mente sem vigilância é campo para obsessão, ou seja, reforçando mensagens finais para que diante de tanto amor que ele tem por Jesus, a serviço de Jesus e por cada um de nós. Ele veio esforçando-se para reiterar esta mensagem. E no dia 20, nesse conversando sobre o espiritismo, que foi o último o último momento, ele estava com essa assertividade que o Maninho colocou, dizendo ah, que ele estava eh complementando, ele estava trazendo a contribuição dele com a gentileza, com a generosidade, com a humildade e sendo pai, sendo pai, porque em todos os momentos sempre tem uma palavra assertiva, sempre tem algo para dizer, sempre tem uma forma para consolar. Todas as pessoas que o buscassem não saíam da presença dele sem que tivesse uma palavra de estímulo. E muitas vezes ele estava repleto de dor, seja a dor do do ciático, da coluna, as dores que ele enfrentou, diversas dores emocionais, dores do coração, mas ele ele tava apostos e nesse dia ele esteve também
as vezes ele estava repleto de dor, seja a dor do do ciático, da coluna, as dores que ele enfrentou, diversas dores emocionais, dores do coração, mas ele ele tava apostos e nesse dia ele esteve também para atender, chegando cedo, cumprindo seu compromisso para nos dizer palavras de ânimo, de coragem. Então, Fernandinha, Maninho e todos que nos acompanham, um rastro desse de luz intensa não vem por acaso a humanidade. Veio para seguir um propósito, sim, de libertação das suas faltas. E ele teve a coragem de demonstrar quais eram as suas defecções ao compartilhar existências anteriores conosco, com com o público de modo geral. Mas vem com essa fidelidade a Jesus, com esse compromisso de vencer todas as intemperes para falar, para escrever, para ser pai, para ser mãe, para cuidar, para acolher, para viver o evangelho. E um rastro desse não vem em vão. Vem com toda uma conjuntura muito bem estruturada para trazer a humanidade a esperança, a consolação, o amor e para nos dizer que vale a pena sempre viver. Em que pese qualquer que seja, a tristeza, o desafio, o desânimo, os embates, vale sempre a pena viver. Nós que gostamos, que admiramos, que amamos o tio Divaldo, nós que tivemos, como é o meu caso, a vida impactada, modificada, transformada por conta dessa convivência e dessa dádiva que eu agradeço diariamente a Deus que a gente diante de todo esse legado se questione qual é a parte que nos cabe, o que é que nos cabe, nós que aqui estamos, que tivemos essa oportunidade, o que que nos cabe fazer e tomarmos da charrua olharmos para trás e seguirmos firmes servindo ao Cristo, lembrando destes exemplos e deixando vivo no coração o evangelho de Jesus, vencendo os desafios em nome do bem, da verdade, do amor. E assim seguiremos em frente, acreditando que é possível fazer algo, porque alguém tão humano, tão verdadeiro, mostrou-nos fácios significativos imitando Cristo, imitando Jesus. Gratidão, Fernandinha. Gratidão, maninho. Gratidão, Tiivaldo, por tudo, por tudo e sempre.
porque alguém tão humano, tão verdadeiro, mostrou-nos fácios significativos imitando Cristo, imitando Jesus. Gratidão, Fernandinha. Gratidão, maninho. Gratidão, Tiivaldo, por tudo, por tudo e sempre. Que lindo esse fechamento e essa experiência que você teve desse espírito tão lindo. Obrigada também, Geraldo. Antes de passar pro Geraldo fazer a prece cantada, nós finalizamos com essa foto linda do tio Dixto dizendo: "Sua voz não ecoará em auditórios como estávamos acostumados, mas ressoa na consciência de cada um de nós. nós possamos levar conosco para sempre esse sorriso, essa obra, esse exemplo desse homem que nós tivemos, como o Geraldo falou, a oportunidade de conviver na mesma geração e que agora já tá lá em cima. Muito obrigada a todos que participaram aqui conosco. Agora passamos pro nosso querido Geraldo fazer a prece final antes de fe deixar. Então vamos. Nossa, tão emocionante, né? Nossa gratidão, homenagem ao querido Tiodi Divaldo Franco, que ele possa receber essas vibrações com muita gratidão, muito reconhecimento. Vocês estão ouvindo o violão? Toda vez que eu penso em Jesus, meu coração se assente no meu peito. Toda vez que eu sinto esta luz iluminando a minha mente e o meu corpo, pareço flutuar quando penso em Jesus. Eu sinto pai. Quando penso em Jesus, minha alma se perfuma numa doce vibração. Os meus pensamentos se transformam. Eu sinto que dentro do coração vai surgindo, vai crescendo um sentimento diferente puro, me enchendo, me elevando, transcendendo todas as fronteiras. E o mundo inteiro é alegria, colorido como uma manha de sol. Qual segreto de tanta felicidade e o meu sorriso não demora descontar quando penso em Jesus? Só quero amar quando penso em Jesus. Só quero amar. Gratidão de para você, meu irmão, meu amigo, meu pai do coração. Muito obrigada, Geraldo. Obrigada, Luziane, por essa participação linda e emocionante. com certeza tocou todos os corações aqui de encarnados e desencarnados. Nós agradecemos também aos nossos parceiros de transmissão,
raldo. Obrigada, Luziane, por essa participação linda e emocionante. com certeza tocou todos os corações aqui de encarnados e desencarnados. Nós agradecemos também aos nossos parceiros de transmissão, Belmiro Alves, do sistema Deus conosco, que fez a vinheta e transmite as nossas lives, e o nosso querido Renato Garcia. Se área de luz, os créditos das fotos vão todos para a mansão do caminho. Essa obra linda que você pode ajudar. E a você que nos acompanhou e presenteou com a sua presença, o seu interesse, a sua participação, receba um abraço de qualquer lugar do mundo que você esteja. Nosso próximo encontro vai ser essa live sobre a obra de Amélia Rodrigues com a nossa querida Luziane na semana que vem, que vai ser bastidamente divulgada. E aonde quer que você esteja, receba a nossa gratidão, finalizamos aqui mandando um abraço bem apertado pros nossos amigos queridos, para vocês todos e a mensagem. Boa noite, amigos. Até a próxima. os para vocês todos e a mensagem. Boa noite, amigos. Até a próxima. เฮ
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