Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 01/10/2022
» Momentos Evangélicos com Divaldo Franco • Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Vamos nos preparar então paraa nossa reunião sábado à noite. Essa reunião é presencial e também é transmitida pelos canais virtuais. Vamos preparar paraa prece. Senhor e mestre Jesus, nosso fiel amigo, sempre é bom este momento especial quando podemos falar alguns instantes contigo. Nós falamos pro mundo, Senhor, mas o mundo não ouve. Mas vós, sempre atento às nossas necessidades, ouves as palavras dos nossos corações e respondes conforme as nossas necessidades. Nós te pedimos muito porque ainda somos muito crianças. E queremos ter tudo do mundo, mas de fato nada precisamos, porque nada é nosso e nada temos. O que temos o Pai nos deu, o legado do ser. Este nos ensinastes a cultivar ao longo dos anos e das existências. Aprender a ser para menos ter. Abençoa-nos, portanto, nesta noite aos nossos apelos e rogativas que enviamos a vós, pela nossa saúde, pelo nosso bem-estar, pela família, pelos bons pensamentos, pelos ideais cristãos. Abençoa-nos, Senhor. Se conosco hoje e por todo sempre. Que assim seja. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mação do Caminho, nossos votos de muita paz. Gostaríamos de lembrar que amanhã o Brasil define os seus rumos nas diretrizes da posteridade. Cabe a cada um brasileiro vivenciar o grave momento do seu destino futuro através do direito democrático da liberdade do voto. Sabe-nos desenhar uma história que todos anhelamos para o porvir da humanidade. Com a consciência livre de preconceitos e libertada de compromissos perturbadores, desenhemos nosso futuro confiados na resposta divina. Porque cada um de nós é o escrevente da própria história pessoal. A partir, portanto, de amanhã, estaremos escrevendo a história do Brasil, graças às consequências dos dias passados, que poderemos reverter, manter ou piorar, a depender dos nossos sentimentos. de honra, de dignidade ou de impetuosidade emocional. Amanhã também é um dia muito significativo, porque logo depois, pela madrugada do
s reverter, manter ou piorar, a depender dos nossos sentimentos. de honra, de dignidade ou de impetuosidade emocional. Amanhã também é um dia muito significativo, porque logo depois, pela madrugada do dia 3, ocorreu algo muito significativo para a humanidade, como nós iremos ver. Durante as nossas últimas reuniões, temos nos detido na atividade social do atendimento aos mais necessitados, através do nosso convencional e habitual trabalho do Natal. Estamos em plena efervescência de distribuição de listas de Natal, a fim de garagearmos recursos para atendermos ao maior número de famílias, conforme vimos fazendo desde o ano de 1947. Aqueles que ainda não receberam nenhuma lista e desejem conseguir alguma ajuda através de seus amigos, terminada reunião, podem procurar nossa irmã Iraci aqui à frente, elevar a sua lista e logo depois trazer o resultado do seu trabalho em favor dos nossos necessitados. Estabelecemos uma meta de 5000 cestas básicas. A depender das circunstâncias, aumentaremos ou diminuiremos. Mas contando com o grão de mostarda, que é a menor semente que existe, conforme o Evangelho de Jesus, podemos reverdecer a terra, porque se uma semente sequer encontrar solo abençoado, se multiplicará em 1000. E essas 1000, cada uma, multiplicando-se, irá reverdecer a paisagem terrestre. Temos hoje a grata satisfação de receber em nossa casa um amigo muito querido e benfeitor, o nosso irmão Ricardo Fazanelli da cidade de São José do Rio Preto, na qual estivemos pela primeira vez em fevereiro de 1954, quando ele e nós éramos um pouco mais jovens. Naquela oportunidade, ele e sua família, dona Rosa Fazanelli, uma médium extraordinária e uma trabalhadora em comum da doutrina espírita, havia erguido nessa cidade, hoje uma das cinco maiores cidades do estado de São Paulo, uma obra impar. E essa obra que existe até hoje, com vasto serviço prestado à região, o nosso lar, foi o núcleo de bênçãos para milhares de pessoas. Além das obras de divulgação doutrinária do Espiritismo,
bra impar. E essa obra que existe até hoje, com vasto serviço prestado à região, o nosso lar, foi o núcleo de bênçãos para milhares de pessoas. Além das obras de divulgação doutrinária do Espiritismo, Ricardo, sua genitora, sua irmã, seu marido, dedicar as melhores horas da sua juventude até hoje a atendimento das criaturas humanas nos vários aspectos do serviço de iluminação, culminando com a criação de um hospital. que trouxe para a região benefícios inigualáveis. Realizamos a primeira palestra lá em nosso lar no domingo pela manhã. Já vão tempos muito longos e desde aquela manhã maravilhosa estabelecemos um compromisso de levar adiante o trabalho de Jesus nestes últimos 70 anos de fidelidade a Jesus e a Allan Kardec. O nosso lar jamais se permitiu afastar-se das diretrizes alteras daquilo que chamamos a codificação espírita, as obras básicas do espiritismo. Dona Rosa, hoje desencarnada, sua filha, foram fiéis guardiães desse imenso patrimônio. E ali aprenderam doutrina espírita milhares de pessoas, divulgadores, talvez há uma centena passaram pelos cursos do nosso lar, atendendo aos deveres de divulgação da doutrina da imortalidade da alma, recebendo hoje pela primeira vez em nossa casa, Ricardo, sua neta, e esposo é para nós uma alegria inconta, porque com ele viajamos por incontáveis cidades da região em dias e noites que ficaram inolvidáveis. E como a cidade somente dispunha grande auditório que era o clube local e que sempre lutava por ocasião das atividades de divulgação da doutrina, Ricardo teve a ideia de realizar as nossas conferências a partir de determinado momento, no imenso quintal do nosso lar, do hospital, colocando ele e os seus convidados mais de 2000 cadeiras no imenso espaço que atendia a multidão, não somente de São José do Rio Preto, mas também das cidades mais distantes até aquelas da fronteira com Mato Grosso e outros estados. Pessoalmente, sou-lhe um devedor. Nossa casa, por extensão, também tem uma grande dívida a família Fazanelli, a nosso lar, porquanto
istantes até aquelas da fronteira com Mato Grosso e outros estados. Pessoalmente, sou-lhe um devedor. Nossa casa, por extensão, também tem uma grande dívida a família Fazanelli, a nosso lar, porquanto eles se encarregavam de divulgar as nossas obras, de vendê-las, de carregá-las, a fim de que aqui nós pudéssemos aplicar na manutenção das nossas obras sociais. até hoje. Agora um pouco menos vitalizados, mas com a alma ainda rica de alegria, recebemos Ricardo e dizemos que aqui é o fruto do seu trabalho também de dona Rosa e de vários amigos cujos nomes evitaremos pronunciar para não cometermos o deslize indesejado de nos esquecermos de alguém. Somos muito gratos a essa família de São José do Rio Preto, desde os familiares Grise até os familiares Fazanelli que nos deram cobertura e as famílias também que nos hospedaram, especialmente um dos maiores matemáticos do Brasil que é o Dr. OPID, um extraordinário mestre hoje jubilado, cuidando de netos. Esse trabalho abençoado e formoso que é cuidar de netos, que se tirar os netos dos avós desencarnam todos de tristeza e de falta de tema para brigar com os avós. São, portanto, bem-vindos. A casa é nossa e aqui estamos para servir. Mas havíamos dito que no dia 3 de outubro de 1804, em uma clínica de banhos, nasceu Hipolite Lon Denisá Rivilo. Retrocedamos 2 anos. A França estava sob o domínio dos últimos vestígios da revolução de 1 792. Naquele período do terror, Robespierra, Mahá, Danton haviam estabelecido as penalidades mais vigorosas na Praça da Concórdia. do coração de Paris. A guilhotina ceifava vidas e o volume dos mortos era tão grande que nas valetas da calçada o sangue cobria a pata dos animais. O período do terror havia destruído tudo que se pode considerar como dignidade. O jovem na Punaparte viera do interior da ilha em que nascera e semeara à unificação. Através da guerra. Todas as batalhas do jovem foram coroadas de êxito. E é porque o governo central se debatia entre dois partidos, o Planalto e a planícia e o chamado terceiro estado.
a à unificação. Através da guerra. Todas as batalhas do jovem foram coroadas de êxito. E é porque o governo central se debatia entre dois partidos, o Planalto e a planícia e o chamado terceiro estado. Naomarte conseguiu no dia 2 de dezembro de 1804 ser coroado imperador dos franceses. Parece um paradoxo, porque a revolução veio derrubar a casa dos burbons e Luís X com Maria Antonieta Austríaca eram a última herança da ditadura apresentada pelo clero. clero disputava a hegemonia de estabelecer que os reis eram de origem divina e mereciam, portanto, todo o sacrifício de cada nação. Os revolucionários Volterra, acompanhado de notáveis oradores a partir de 14 de julho de 1792, levantaram-se para profigrar contra o abuso do poder. No café de Paris, de fronte da ópera, a mesinha ainda está lá do lado de fora. estavam reunidos alguns pensadores que discrepavam do absolutismo do poder de Luís X. Luís X era considerado imbecil, tolerado por causa da tradição da casa Burbon e pouco se portava com o destino da França. 20 anos atrás, aproximadamente, seu avô Luís XIV havia exaunido as finanças francesas ao construir a cidade de Vers, a mais famosa cidade do século. E quando inaugurou Versai, o Palácio dos Espelhos, em plena festa, ao ser confrontado com a miséria que renava entre as classes operárias, o povo e a aristocracia, anunciou uma frase que iria também definida seu destino. O discurso, ele disse a dela depois de mim o dilúvio. Não interessava ele, como há muita gente ainda hoje, o destino da pátria, mas os seus interesses convencionais da família, momentaneamente sediada no atual LVR, que então tinha outra denominação. E de fato morre Luís XIV, o homem dos sapatos altos, que lançou a moda dos sapatos de salto alto para parecer maior. E o reinado de Luís XV, Lerruisá Soleio, o rei solar, deixa uma herança terrível para aquele jovem que procurava divertir-se no porão do palácio, fazendo trabalhos de marcenaria, ao invés de dedicar-se à cultura real de um ser divino, casando-se muito jovem,
a uma herança terrível para aquele jovem que procurava divertir-se no porão do palácio, fazendo trabalhos de marcenaria, ao invés de dedicar-se à cultura real de um ser divino, casando-se muito jovem, com a filha de Maria Teresa da Áustria, Maria Antonieta, não pôde consumar o matrimônio por uma problemática orgânica que foi mais tarde resolvida através de uma pequena cirurgia, quando se tornou pai de três crianças encantadoras, duas das quais morreram no cárcere, na torre bem no coração do palácio na praça imensa de Notredame. E ele, ao invés de cuidar dos negócios do estado, segundo os melhores escritores da Revolução Francesa, cuidava mais dos interesses de preservar o trono. A Bastilha era um palácio medieval, depósito de pólvora, o maior depósito de pólvora da Europa. E naquele dia 14 de julho, aqueles poucos indivíduos que estavam no café de país pela manhã resolveram derrubar a Bastilha, que seria uma coisa impossível. pelas suas muralhas de 1 m de espessura e pelo poder imenso de dominar a pólvora os meios da guerra, mas o destino tem a sua fatalidade. E eles levantaram-se, não tinham qualquer arma, foram pela rua dizendo que era o momento da liberdade. E quando chegaram à Bastilha, hoje demolida numa praça modificada, a Bastilha estava apenas com 15 guardas que foram aprisionados com maior facilidade e começou o trabalho de derrubada daquele presídio, daquela casa terror e começa a cantar-se o hino da liberdade. da igualdade, da fraternidade. No dia 2 dezembro de 1804, Notreddame, a grande catedral, estava numa festa em comum. havia representações de outros países, porque Napoleão ia ser coroado imperador. Ora, a revolução foi para acabar a monarquia e agora que acaba a revolução volta à monarquia. Como nós somos insatisfeitos, como nós sabemos o que queremos. E naquele momento de triunfo, o corço, porque ele era da córcega, que então pertencia a França, uma ilha, posteriormente à Itália, atualmente a França era um grande triunfador. E estava a representação praticamente do
de triunfo, o corço, porque ele era da córcega, que então pertencia a França, uma ilha, posteriormente à Itália, atualmente a França era um grande triunfador. E estava a representação praticamente do mundo. Aproximadamente 10.000 1 pessoas notavam o imenso templo construído há mais de 900 anos nos dados históricos de hoje. Começa a solenidade. as mais belas músicas e uma delas eternizada por um rapaz do interior que durante a revolução ele resolve vir apoiar os revolucionários. sai da sua aldeia cantando a Marcela, um dos hinos nacionais mais belos do mundo. E ele então chama o soldado a los fan de la patria. Jovens da pátria, venham comigo. O estandarte de glória está em nossas mãos. Essa música que embala até hoje o coração da França estava sendo tocada no órgão de Noterdam quando o Papa Pio VI levanta-se e no imenso palco armado, especialmente para aquele momento, ele se levanta trazendo sobre um travesseiro de púrpura a coroa do império. Ele avança na direção de Napoleão, que está sentado. E Napoleão, rebelde, que detestava o poder clerical, levantou-se e quebrou o protocolo, retirou a coroa e autoassingiu-se, provocando impacto. O papa vier especialmente para coroá-lo, como acontecer há 400 e poucos anos, quando foi coroada em Frankfurt, o papa cristão do império franco-germânico. Naquele momento, então, ante o impacto de todo mundo, Napoleão pegou a segunda coroa e depositou-a na cabeça da sua esposa, Josefina, uma senhora poderosa, rica e muito culta, que seria trocada logo mais tarde através de um divórcio muito complicado pela senhora Desir ele proclamou naquele momento a vitória do rei sobre o clero e mandou aprisionar o papa no castelo de Fontebrô, a 18 km de Paris. Esse momento de ausência religiosa, abandono de Deus, era a repetição de algo semelhante, quando em 1782, naquela mesma catedral, um jovem revolucionário gritou: "A morte de Deus! A França, dizia ele, não necessita de Deus, porque a França sabe pensar. Agora Napoleão expulsava Deus da França,
ndo em 1782, naquela mesma catedral, um jovem revolucionário gritou: "A morte de Deus! A França, dizia ele, não necessita de Deus, porque a França sabe pensar. Agora Napoleão expulsava Deus da França, que voltaria somente por volta de 1815, quando ele estava em Santa Helena na prisão francesa inglesa. Então, nesse dia 2 de dezembro, Napoleão inaugura um império, normaliza as funções linguísticas e sonha sonha com a Europa atual e que os países, ao invés de serem autossuficientes, deveriam constituir-se estados, tendo por capital pais. E Napoleão segue nas suas batalhas, conquista a Itália e Milão, a sua estátua aponta para Paris. Em todas as cidades conquistadas nos países europeus. A presença dele aponta sempre para a capital do império francês, chamados os Estados Moloc, em homenagem ao deus Molock da Bíblia. Napoleão começa a governar e a humanidade tem impressão que Deus esqueceu as criaturas humanas. Logo depois, no dia 3 de outubro, menos de 18 meses após renasce Hipolite Lon Denis Rivaio. Segundo as tradições da Bonaparte, é a reencarnação de Júlio César. E é uma reencarnação de um homem que, pela espada da história, desde recuados 500 anos, governou impérios e vinha para poder preparar o advento de uma nova era. Na condição de Júlio César, ele tinha como objetivo espalhar a língua latina pelo mundo para quando viesse a revolução do espírito, a humanidade comunicasse através do idioma único que era o latim. Logo depois ele volta a reencarnar-se para divulgar a língua grega. E agora como Napoleão para divulgar a língua francesa até a Segunda Guerra Mundial, a língua da diplomacia e da cultura. Ainda me lembro que na minha escola primária, por volta de 1939, o inglês era total, absolutamente ignorado. Mas quem não falava francês não tinha cultura. Era clássico a pessoa citar os grandes historiadores, filósofos modernos, desde Chatobria aos idealistas das doutrinas positivistas e das doutrinas materialistas Jean Paul Satar, Madame de Bvois e esses que preconizaram
oa citar os grandes historiadores, filósofos modernos, desde Chatobria aos idealistas das doutrinas positivistas e das doutrinas materialistas Jean Paul Satar, Madame de Bvois e esses que preconizaram a vida como sendo um momento No relógio da eternidade, o momento fugaz nasce Hipolito Denisario, da cidade de Dion, considerada a segunda maior cidade da França na época. e seus pais, muito católicos, residindo nos arredores, estavam na cidade, porque a esposa ou a futura mãe de Denisar Rivalho estava indisposta com a gravidez um pouco desagradável e veio a uma casa de banhos, onde inesperadamente nasceu Denizar Rivalho. Ele foi educado na Suíça aos 9 anos de idade. Sua mãe, então viúva, preocupava com a educação do menino. E naquela época a educação estava dentro dos padrões chamados catedráticos da Igreja Católica Apostólica Romana. A tese era a seguinte: a criança é um adulto em miniatura, então deve ser tratado como um adulto em miniatura. Quando um grande alemão, João Emílio Pestalose, começou a sonhar, ele era suíço de língua alemã, de que a criança não era um adulto, era um adulto em formação. Também havia a tese tradicional de que a criança trazia o seu cérebro como uma folha em branco para ser escrita através dos seus atos, o que deu origem ao denominado livro da vida. Todos nós estamos escrevendo livro da vida. pestalose, compreendendo o problema da criança que até o século X era lixo, a criança não valia nada. O número de crianças nas ruas, os chamados abandonados, era intolerável. Matar uma criança mortada era perfeitamente legal. Havia no papel ali, mas não se executava a determinação legal. e Pestalose transforma sua casa na primeira escola de órfãs. A sua esposa, muito esquecida, Madame Pestalosei, encarregava-se do asseio, dos cuidados e ele de procurar demonstrar, segundo a Bíblia, porque era protestante, a necessidade do carinho à infância para uma sociedade feliz. tornou-se célebre e foi residir na cidade de Verdum, bem no coração da Suíça. Madame,
emonstrar, segundo a Bíblia, porque era protestante, a necessidade do carinho à infância para uma sociedade feliz. tornou-se célebre e foi residir na cidade de Verdum, bem no coração da Suíça. Madame, a mãe de Denizar, toma um trem e atravessa de Lyon 15 horas de viagem. Hoje são 3 horas nos trens velozes para levar o filho a estudar num castelo que ainda existe no coração da cidade, aonde pestanose fora beneficiado por um príncipe suíço que se fascinou com a sua pedagogia. Com justiça, ele é chamado o pai da pedagogia contemporânea, a pedagogia nova. E era um homem especial que amava a infância. Os seus biógrafos dizem quando chegava uma criança, ele se ajoelhava para recebê-la de joelhos. E se acreditava que isto era alguma coisa mística? Ele revelou que não. A criança quando vem um adulto é o pequenino Golias vendo o seu tremendo monstro à frente, ou melhor, salvando Golias. E ao se ajoelhar, ele ficava da altura da criança. Na imaginação da criança era outro igual. Ainda hoje a criança vê o adulto como monstro ser poderoso que impõe, que intimida. E nós fazemos questão de intimidar, de esmagar, de dobrarmos sobre ela a posse e criar personalidades deformadas. Então pesta fazia-se criança e recebeu a presença da mãe de Denis Rivaio como verdadeiro prêmio. Internou e ela voltou para Lon. Ali ele estudou. Aos 15 anos, Denis Rivio revelou uma inteligência tão incomum Pestalose foi chamado a Paris para poder apresentar o programa de alfabetização de adultos igualzinho aqui ao Brasil, mas foi em 1815. E então ele tendo que se afastar, ficou a cátedra vazia e ele confiou ao garoto Denis Rivaio que o substituiu. Passados os anos, o menino formou-se e veio morar em Paris por volta de 1820, mais ou menos. Ele havia nascido para ser mestre. escrever uma gramática conjugando os verbos irregulares franceses, que são os mais irregulares do mundo. Escreveu um tratado de geometria, um outro tratado de aritmética. E na rua de Cevre, número cinco, ele ergueu o Instituto Pestalose,
verbos irregulares franceses, que são os mais irregulares do mundo. Escreveu um tratado de geometria, um outro tratado de aritmética. E na rua de Cevre, número cinco, ele ergueu o Instituto Pestalose, passou a ensinar, naturalmente era uma escola particular, mas os pais não cumpriram com os pagamentos. E ele fechou mais tarde a escola, abriu outra escola que também fechou, porque as pessoas não são muito coerentes em pagar os deveres. Ele se dedicou à contabilidade, especialmente de um dos teatros bem perto ali do grande teatro de Paris. Um teatro numa das transversais necessitava de um contador e ele passou a escrever. atendeu a várias manifestações de cultura, escreveu o programa fundamental da Sorbone, a segunda maior universidade do mundo. Nesse í estamos mais ou menos por 18 55, quando o fenômeno curioso invade a França. Em 1800 48, numa cidadezinha dos Estados Unidos, surgiram fenômenos de batimentos noturnos em Heidersville, em uma casa de dois pisos feita de madeira, naqueles lugarzinho no condado de Rochester, em Nova York, ficará famosa essa da casa em Ridesville, porque a família protestante que aí morava passou uma noite inteira sem dormir. Pancadas em toda parte, no teto, no piso, na cama de ferro, na porta. Essa família, os foxs eram protestantes, o pai era um ébro quanto mais. E as três filhas eram sua esperança de melhorar na vida. Uma delas, de nome Lia, estava fora e as duas mais jovens de 10 e 12 anos estavam em casa. Quando aqueles ritmos, aqueles ruídos não deixaram ninguém dormir. No dia seguinte, isso foi na noite de 31 de março, no dia primeiro de abril, logo o lugarejo disse que era brincadeira de primeiro de abril, já havia esse trote de primeiro de abril, mas os ruídos ficaram insuportáveis. Então os vizinhos resolveram procurar a causa dos ruídos. fizeram comissões e uma das meninas, Margarida, disse: "Mamãe, isso deve ser coisa do senhor pé rachado". Pé rachado porque pé de cabra, né? Que é um dos apelídes que o diabo tem nos Estados Unidos. Pé de cabra.
issões e uma das meninas, Margarida, disse: "Mamãe, isso deve ser coisa do senhor pé rachado". Pé rachado porque pé de cabra, né? Que é um dos apelídes que o diabo tem nos Estados Unidos. Pé de cabra. Aqui no Brasil também eu já ouvi falar do pé de cabra. Ou então isso deve ser brincadeira de primeira de abril. Aí a mina perguntou: "Se você é Satanás, dê uma pancada. Se não é, de duas. E se você tem dúvida? De três. Sim, não. Talvez. Aí se não era o diabo quem era, não se podia saber. Mas havia um senhor que era muito inteligente, Mr. Dusley, ele disse: "Façamos o seguinte: "Eu irei lendo o alfabeto e na letra que você quiser você bate. Então forma palavras e forma mensagens. Se passou o dia todo ali naquela casa. Os vizinhos que não gostam da vida alheia logo entraram para tomar conta da casa. E se pode anotar a seguinte história: Meu nome é Charles B. Rosman. Eu sou ou era um vendedor ambulante. Em 1855, 1845, hospedei-me nesta casa e fui assassinado pela família Wikma, que me roubou 500 e as minhas peças de vendedor ambulante. Fui enterrado no solo do porão, e eles fugiram da cidade. Foi uma coisa curiosa, porque todo mundo correu o porão com picaretas, cavou, cavou, não achou o cadáver. Então se ficou na dúvida, mas as pessoas que moravam na cidade lembraram da família Wickman e lembraram desse vendedor ambulante que veio e desapareceu. Vamos fazer aqui um salto quântico bem atrapalhado. Vamos pular para o ano de 1905. Em 1905 houve uma grande tempestade em Heidersville, no lugar e uma parede do porão caiu. Então essa parede era falsa. Era uma parede sobre uma porta e em pé estava o cadáver de um ser com a maleta das coisas dele. Era o cadáver de Charles B. Rosma. Quando eles estavam enterrados no porão, ele não quis dizer no chão, mas no porão. E aí nos dá uma ideia ainda melhor. Toda morte violenta, o espírito fica muito perturbado. Ele viu quem o matou, que arrastou o cadáver para o porão, mas não viu o resto. Estava no estado de perturbação. Então era provado que aqueles ossos
a morte violenta, o espírito fica muito perturbado. Ele viu quem o matou, que arrastou o cadáver para o porão, mas não viu o resto. Estava no estado de perturbação. Então era provado que aqueles ossos pertenciam a Charles B. Rosman. Mais tarde, por volta de 1990, eu fui para ferir uma conferência em uma cidade do interior de Nova York, em um campo de médiuns, lilideio, e tive a ocasião de ver a maleta, não vi os ossos, mas vi o lugar que estava enterrado ali naquela cidadezinha que hoje é um campo de médiuns, onde você fazem consultas. onde residem e etc. Este fenômeno passou a ser chamado fenômenos reps, bancadas, e elas ficaram famosas. O fenômeno cresceu, tomou conta dos Estados Unidos. Em 1850, o presidente da Suprema Corte de Nova York tornou-se espírita o admirador dos REPs. Por quê? Porque ele estava estudando, as manifestações, tomavam conta de Nova York e recebeu um visitante que veio de Paris à América, estava na sala conversando, quando de repente sua filha, uma menina de 12 anos, Laura, voltou-se para o visitante. Ela só falava o inglês. E ele começou a falar com ele em grego. O pai foi tomado de surpresa porque ele conhecia a filha conversando com a visita Evangéid e ele perguntou em inglês ao Senhor. E ele disse: "Mas estou admirado porque quando eu saí de Paris, eu me despedi do meu amigo que está aqui me dizendo que morreu. Então, se for estudar o caso, através da correspondência de navio, se confirmou textualmente a morte do homem, conforme descrito pela menina Laura em grego ao senhor Evangelides, hóspede do seu pai. Então, o juiz se tornou um dos líderes do chamado new espiritualismo, o novo espiritualismo, porque ainda não tinha nome, eram só fenômenos, mas de repente esses fenômenos continuaram nos Estados Unidos e surgiram na Inglaterra. Parece que chegaram de navio em Salampão e ali começaram as mesas a se movimentarse. Uma mesa tripode, uma mesinha com uma aste e três patas. A pessoa colocava a mão em cima e a mesa adquiria acessibilidade.
que chegaram de navio em Salampão e ali começaram as mesas a se movimentarse. Uma mesa tripode, uma mesinha com uma aste e três patas. A pessoa colocava a mão em cima e a mesa adquiria acessibilidade. Esse fenômeno tomou conta da Inglaterra, viajou para Paris e em 1855, o professor Rivaio, que era estudioso do hipnotismo, que ainda era mesmerismo, ainda não havia a palavra hipnose, foi convidado com um amigo para ver uma uma sessão dessa natureza. as pessoas em volta de uma mesa e a mesa dando resposta através de pancadas. Eu tive ocasião de ver e quem for a cidade ainda pode ver em Araras, em São Paulo, um grupo que realizava as sessões através da mesinha daquela época nos anos 50, mas eu fiquei tão curioso de ver a mesa levantar a pata e responder a mesa da risada. Sabe como era a risada? arrastava a pata. Era um espírito de um chofer do Rio de Janeiro chamado Carioca. Esse espírito foi um amigo meu, muito amigo e que nos ajudou aqui na mansão do Camilho. Pois bem, então aspas se reuniam para falar com a mesa. Daí eram letable turante, as mesas falantes ou as mesas que volteavam. Quando se colocavam as mãos, ela subia. E vários experimentadores sentavam-se sobre a mesa que os carregavam para um lado e para outro. Ora, a residência de Madame Plen Meson na rua Rechexuar era famosa e ali ela fazia as sessões. Um amigo do professor Rivaio disse-lhe: "Você necessita de ver essa nova moda que apareceu em Paris. E ele disse: "Não posso crer". E elaborou esta frase: "Não me posso convencer que uma mesa destituída de cérebro e de nervos possa pensar. Trata-se de uma fraude, porque é impossível que uma mesa possa responder intelectualmente a perguntas que eles são feitas e não foi ver. Mais tarde, no último sábado de maio de 1855, ele resolveu aí. E quando lá chegou, ele viu várias mesinhas, pequenos grupos. Era uma coisa de curiosidade, uma coisa frívola. Aliás, era a Paris da época, a Paris Luz, que diziam: "As ideias nascem em Paris, envelhecem ao meio-dia e à tarde morrem. no dia seguinte já estão
os. Era uma coisa de curiosidade, uma coisa frívola. Aliás, era a Paris da época, a Paris Luz, que diziam: "As ideias nascem em Paris, envelhecem ao meio-dia e à tarde morrem. no dia seguinte já estão superadas. Outra frase típica de Paris: "É melhor ser vaiado em Paris e no mundo inteiro ignorado a ser aplaudido no mundo inteiro e em Paris desconhecido, como era famoso até hoje. Imagina, olha, Divaldo foi vaiado em Paris". Não diga, né? Que coisa, que felicidade. Porque ser vaiado no pau da Lima, isso é café com leite, é normal todo dia. Mas em Paris é ler para suar, dizer assim: "Ah, é o médio baiano não era média nada, era conversa". Então ele foi ver e quando ele viu, procurou toda a hipótese de desmanchar a fraude, voltou e ali ele conheceu um casal, um senhor, sua esposa, que moravam na ilha da Martinica, que era produtora de tabaco, e eram pais de duas meninas, uma de 11, outra de 13 anos, e que na Martinica fazia essas das reuniões da mesinha, mas o senhor teve o cuidado de fazer perguntas e anotar e ofereceu ao professor Denizá 58 cadernos de perguntas e de respostas e mais convidou para que fosse à sua casa para ver as meninas Bodã, era o sobrenome, realizarem o fenômeno colossal. E ele foi verificado que era isso e notou que o fenômeno ocorria quando tinha determinadas pessoas. Com outras nada, várias reuniões, nada. Mas com determinadas pessoas, aquilo era de uma efervescência. Ele chamará essas pessoas de médiuns, porque estão no meio entre os normais e aqueles transcendentais. E através dessas meninas, ele foi fazendo perguntas. E a primeira pergunta foi esta: Como é que você que não tem nervo, não tem cérebro pode pensar? E a Bezinha respondeu: "Não sou eu quem pensa, são as almas que viveram na terra e que voltam para provar a imortalidade." Ele teve um choque porque ele era algo protestante, algo materialista. Vicejava na França e no mundo a filosofia positivista. era uma filosofia baseada nos fatos para substituir o materialismo dialético e as religiões dominantes.
era algo protestante, algo materialista. Vicejava na França e no mundo a filosofia positivista. era uma filosofia baseada nos fatos para substituir o materialismo dialético e as religiões dominantes. O seu autor ainda estava encarnado e ele preconizava nessa doutrina extraordinária uma ética moral. Basta dizer que quando foi proclamada a República do Brasil, um positivista ofereceu uma frase que até hoje a nossa bandeira ostenta: ordem e progresso. É uma frase positivista. Então, o positivismo governava as mentes humanas. E o professor Rivaio era algo positivista. porque somente acreditava no que os seus sentidos podiam constatar. Mas ali naquelas experiências ele não podia contatar nada físico porque era um fenômenos que trazia uma outra filosofia. Qual era a filosofia? Qual é o sentido da vida? Até então, a morte é um enigma. Uns dizem que tudo se acaba, outros dizem que não. O espiritualismo, o materialismo. Mas agora vinha um fato comprovar o espiritualismo, porque se dizia: "Ninguém nunca voltou". Pois sim. Agora os chamados mortos voltavam. E ele foi estudar a filosofia. E o que que resta disso? A vida tem uma finalidade. Qual é a finalidade? positivismo, a ordem, o progresso, o bem. Mas qual é a fonte? Jesus Cristo, o maior vulto da humanidade. Note aí a parte religiosa como vai entrando suavemente, porque vai à figura mística do Cristo e concomitantemente a uma ética filosófica de natureza moral. Cada um é responsável pelos seus atos. A seara é livre, conforme semear, assim colherá. Em 1856, ele estava numa reunião com uma jovem de 15 anos, a senorita Jafé. Ela de repente faz um transe que eles não sabiam o que era, entra num estado alterado de consciência e volta-se para o professor Rivaio e diz assim verbalmente: "Denizar, o machado está no tronco da velha árvore que deve ser arrancada. A ti foi confiada a tarefa de o fazer. Mas o que é que eu devo fazer? É ser o líder desta nova proposta filosófica. E ele redarguei. E se eu errar? Se eu fracassar? Resposta: outro te substituirá.
da. A ti foi confiada a tarefa de o fazer. Mas o que é que eu devo fazer? É ser o líder desta nova proposta filosófica. E ele redarguei. E se eu errar? Se eu fracassar? Resposta: outro te substituirá. Porque os desígnios de Deus não ficam na dependência de uma criatura humana. Esse foi o grande chamado. E ele perguntou, mas quem está me dizendo isto? Um amigo teu de nome Zéfiro. Quer dizer, é uma palavra poética, né? O Zéfiro, uma palavra grega. Eu fui teu amigo há aproximadamente 2000 anos. No século Io antes de Cristo. Eu vivia aqui na França quando eram as Galias. lugdunices. E tu eras um sacerdote. Esse sacerdote acreditava na reencarnação, era vegetariano e nós o amávamos. Ele se chamava Allan Kardec e éramos muito amigos. O professor Rivaio achou tão curioso que passou a acreditar que 2000 anos antes ele havia reencarnado na Terra, acreditado na reencarnação, numa alimentação mais compatível com o sentido emocional da evolução e que havia contribuído largamente para o bem geral. Quando ele foi publicar o resultado das suas investigações, ele começou a pensar que nome eu ponho? Professor Denizar Rivaio é famoso. Se eu publicar o livro, todo mundo vai ler porque sabe que o livro é meu. Então, se eu colocar o nome desconhecido, as pessoas vão ler pelo conteúdo e não pelo autor. Aí usou o pseudônimo Allan Kardec, que se tornou mais célebre do que Denisar Rivalo. Ele publicou no dia 18 de abril, um sábado, às 10 horas da manhã de 1857, le livra des espirits. E o resultado foi espantoso porque ele publicou na maior livraria francesa, a livraria do maior edifício do coração de Paris, o palácio real, que ainda está lá. numa das alas dedicada ao dos príncipes franceses. O livro foi um sucesso. Logo depois ele começou a estudar e no dia 1eo de janeiro de 1858, portanto meses depois, ele fundou a Revi Espirita. E é nesse momento que a grandeza da doutrina se revela, porque ele coloca como subtítulo revista de estudos psicológicos. A palavra psicologia vem para estudar a
es depois, ele fundou a Revi Espirita. E é nesse momento que a grandeza da doutrina se revela, porque ele coloca como subtítulo revista de estudos psicológicos. A palavra psicologia vem para estudar a psique. A alma, o ser, a herança que se transmuda de uma para outra reencarnação. Até hoje a revista é publicada. Houve interreg da Primeira Guerra Mundial, da Segunda, das mudanças que a França sofreu do século XX. E a doutrina se expande. Logo depois ele publicou o livro dos médiuns. Mas o que é mediunidade? Será uma coisa mística? Paulo chamava carisma. Serão os médiuns seres privilegiados, serão eles aqueles gurus que penetram nos destinos. E fez um estudo em 1861, que não foi alterado até hoje pelas ciências que apareceram de lá para cá. Vamos ver algumas. Em 1872, as doutrinas psíquicas passaram a merecer o estudo dos cientistas, porque não se conhecia nada do cérebro. Por volta de 1885, na Universidade de São Petrierra, a doutrina do inconsciente de Freud, de Jung e do materialismo mecanicista. Depois, em 1931, a parapsicologia numa universidade dos Estados Unidos em 1945, a tela é sininesia. E à medida que foram crescendo as investigações, foram mudando de nome e todas elas apresentaram a mesma tese do livro dos médios. Existem fenômenos, escreve Kardec, materiais e espirituais, fenômenos materiais e transcendentais, fenômenos orgânicos e fenômenos psíquicos. Mudavam as denominações, mas a chave era a mesma. E hoje o espiritismo que ele definiu é uma ciência que estuda a origem, a natureza, o destino dos espíritos e as relações que existem entre o mundo corporal e o mundo espiritual. Não é uma doutrina estanque, parada, ela evolui como evolui a sociedade. Fenômenos espíritas sempre existiram. Receberam o nome de profetismo na história, as grandes revelações, os chamãs, aqueles na Grécia, no santuário grego, através dos animais. abrindo-os para ver em Roma as tradições guerreiras em todos os povos. Quem é de nós aqui que ignora o fenômeno indígena de Tupã? Nosso Deus dos indígenas. Na África, de
io grego, através dos animais. abrindo-os para ver em Roma as tradições guerreiras em todos os povos. Quem é de nós aqui que ignora o fenômeno indígena de Tupã? Nosso Deus dos indígenas. Na África, de acordo com a região, deuses próprios que se abaldaram muito bem a tradição católica, porque o fenômeno é da criatura humana. A mediunidade é um sexto sentido que estamos desenvolvendo, educando e que poderíamos alcançar mesmo que não tenhamos através do exercício. A doutrina cresceu, enfrentou todas as acusações da psiquiatria que passou a denominar a loucura como sendo da fenomenologia mediúnica. E um dos argumentos que eu próprio usei diante de um médico psiquiatra baiano, uma grande autoridade que me disse: "Os senhores são responsáveis pela loucura?" Eu digo: "Olha, doutor, eu não entendo de psiquiatria, mas de história do Brasil, de Portugal eu entendo." E no ano de 1817 saltou do Rio de Janeiro a família Reial, trazendo dona Maria primeira psicopata. louca que mandou matar tirar dentes quartejá-lo. Dom João VI com transtornos psicológicos terríveis a partir do banho que não tomava de jeito nenhum, mas também era moda. Então não havia espíritas, mas havia loucura. A loucura é um fenômeno biológico. Agora, as causas da loucura é que o espiritismo explica. Então, essa filosofia extraordinária veio nos dar um sentido à existência humana. Ela se torna religiosa, mas não é uma religião que tenha cultos, que tenha sacerdócio organizado, que tenha líderes. Ela é a base do comportamento de cada um de nós e nos reúne de volta. A palavra religião muito surrada que que vem do latim religare, voltar a unir, também pode ser a religião do materialismo, como existe a religião do materialismo tem hoje mais de 10 milhões de associados. Então, é uma religião nesse sentido de nos dar a visão de Deus, que é a primeira questão da doutrina, que é Deus. e então estuda 1019 questões em o livro dos espíritos. Para concluir, quando eu me tornei espírita, ignorante total, porque eu era médium,
ão de Deus, que é a primeira questão da doutrina, que é Deus. e então estuda 1019 questões em o livro dos espíritos. Para concluir, quando eu me tornei espírita, ignorante total, porque eu era médium, mas não sabia, continuava católico, passei um período materialista, mas também não sabia o que era materialismo, não acreditando em nada, simplesmente eu achava que eu era maluquinho e só isso. Eu via coisa que ninguém via, era delírio. Mas o que me confundia é que eu tudo que eu via era, só que eu não sabia que era. Então era uma loucura muito especial, mas eu era muito jovem para essas reflexões, tinha 13, 14 anos. Lá em Feira de Santana não devia ter assim uns 10 espíritas da cidade toda, mas havia uma reunião particular e eu fui levado a essa reunião particular. E me fascinou quando uma jovem muito magra, já estava na moda ser magra naquela época, mas depois descobrindo que ela era tuberculosa, não era magreza estética, era magreza pulmonar. levantou-se e leu uma mensagem, o orgulho e a humildade. Eu nunca me esquecerei. Eu nunca tinha ouvido nada tão belo na minha vida religiosa. Aí logo eu me interessei por ler o Evangelho. É a doutrina de Jesus atualizada em linguagem, em uma linguagem ética, filosófica, porém eu não li mais nada. até o dia em que eu defrontei com um problema quando alguém me fez uma pergunta, porque eu era médium, mas não era espírita, como há muita gente que é espírita, mas não é médium. São coisas diferentes. Uma é orgânica, outra é filosófica. Então o espírito me apareceu e disse: "Valdo, você necessita definisse. Eu era adorador do Sagrado Coração de Jesus e tinha calío de tanto rezar. Então agora eu rezo em pé para fazer calo no pé e não mais no joelho." E eu disse: "Espito, o que é que eu devo fazer?" Ele me disse: "Leia o livro dos espíritos". Não sei se vocês estão entendendo aí direta. Leia o livro dos espíritos. Tem 109 questões. Eu digo, opa, 1019 questões. Mas para achar o tal do livro dos espíritos foi um problema. Até que enfim eu achei. E quando me
estão entendendo aí direta. Leia o livro dos espíritos. Tem 109 questões. Eu digo, opa, 1019 questões. Mas para achar o tal do livro dos espíritos foi um problema. Até que enfim eu achei. E quando me prestaram era um livro grosso. Eu estava acostumado com aquelas vistinhas, o guri, o gibi, o globo juvenil. E aquele livro eu passei, não tinha uma figura. Que falta de caridade, tinha uma letrinha miudinha, quase não podia ler. E o espírito disse: "Leia". Eu digo: "Tudo ele tudo, aquela introdução horrível e eu demorei para ler. Mas aí chegou o momento em que tem prolegômenos. Eu disse: "Oba!" E o que serão prolegômenos? Aí eu perguntei ao espírito Viana, o que são prolegômenos? Ele disse: "Não sabe, de Vald, não sei. Então compre o dicionário porque o espiritismo é doutrina de cultura. Ele que precisa comprar um dicionário para ser espírita, precisa. Ele poderia dizer o que é polegômes, mas você vai achar outras palavras que só tem no dicionário. Eu era funcionário público que ganhava muito bem. Então eu a merenda das 3:30 e comprei o dicionário. Quando cheguei em casa não tinha palavra pros legos. Eu queixei ao Viana e ele me disse: "IVDO antes de comprar veja. Eu aí fui em Salvador três livrarias e achei um livro com essa grossura. Mas um dicionário de aí me passou Jaques de tal, eu lembro já. Então eu fui olhar e ela tinha prlegô derivado da palavra prolegonê e tal. Mas fiquei sabendo que era toô que eu não vou dizer, mas como eu sou melhor do que Viana, para goma início para fácil, primeiras palavras, abertura de conversa eu achei uma palavra tão bonita, significado tão bobo. Aí eu li quando eu terminei, eu disse ao espíritas e agora o que que eu leio? Ele leia novamente o livro dos espíritos. Mas você já liu como que leu uma revista e alguma coisinha eu pulei, né? Achava aquilo meio chato. Só que o espírito acompanhou e ele disse: "Leia novamente o livro dos espíritos". Mas eu já li, Divaldo, leia novamente o livro dos espíritos. E aí fui ler com toda a atenção e descobri
lo meio chato. Só que o espírito acompanhou e ele disse: "Leia novamente o livro dos espíritos". Mas eu já li, Divaldo, leia novamente o livro dos espíritos. E aí fui ler com toda a atenção e descobri que Allan Kardec era tão inteligente quanto eu, porque tudo que eu tinha dúvida ele perguntou: "Não é fácil". Mas nesse í, como já narrei aqui, eu fui proferir uma conferência da faculdade de medicina ali no terreiro, no chamado culto ecumênico. Jovem de tudo foi loucura. Ia católico, ia protestante, ia espírita, ia candumblé, a gente eu fui e falei e falei, quando terminei, uns jovens doutorandos começaram a conversar comigo e um deles me fez uma pergunta. Ele me fez a pergunta mais ou menos assim: "Como é que fica o perespírito nesse campo de vácuo?" Eu não entendi nem o que era vácuo, nem que era per espírito. Então, rirei que minha professora primária diz: "Quando alguém lhe perguntar uma coisa que você não sabe, devolva a pergunta que a pessoa também não sabe." Eu tô r como o que que você pensa? Ele: "Não, eu penso isso, isso. Eu também. Mas eu não pensava nada. Quando cheguei em casa, eu disse: "Viana de Carvalho, quero falar com você." E me apareceu o espírito. Você me enganou. Porque você disse que eu tinha que estudar muito o livro dos espíritos, que ele responderia qualquer questão, que se eu estudasse 100 anos. Eu disse: "Que fanático!" E ele respondia: "Pois estudei ser de memória quase 1/5to do livro e agora vem aquele cara me falar de vácuo, de perpío, de espaço atômico. Eu não sei o que é isso. Isso é uma pena porque você lê sem raciocinar. Esse mais no livro dos espíritos não tem. El dis com certeza absoluta, nada pior do que a vaidade, né? Eles pegue o livro, eu peguei na estante e eles abra na questão 548. Mas eu fui me lembrando, eu conhecia a tal questão quando Kardec pergunta a respeito do processo da evolução e os espíritos responde: "O processo da evolução é tão gigantesco que o átomo de hoje será anjo de amanhã. Assim como o anjo de hoje foi átomo de ontem, há um
rgunta a respeito do processo da evolução e os espíritos responde: "O processo da evolução é tão gigantesco que o átomo de hoje será anjo de amanhã. Assim como o anjo de hoje foi átomo de ontem, há um processo evolucionista." E aí vi aí está. Isso se chama física quântica. E disse mais dis não tem mais remendas. Você que é ignorante. Eu não podia remendar. Eu digo mas meu Deus, eu fui gastar tanto tempo com esse livro, eu poderia ter estudado física quântica. Disse assim, calma lá, você nem entende de física newuttoniana que eu nem sabia o que era. Eu digo de fato, mas eu vi estudar. Eu disse: "Não, eu vou lhe dar uma aula." me deu uma aula sobre o átomo de carbono, a evolução, exatamente como estava no livro dos espíritos. E até hoje eu já estive em mais de 20 universidades, mas não apenas no Brasil. Eu estive na Universidade de Berlim e falei numa aula a respeito da ciência antropológica para professores. E eu digo, na hora que eles forem fazer perguntas, vou me matar. E fizeram perguntas e o livro dos espíritos respondia tudo. Eu então diz: "A ideia não é minha, não é de Allan Kardec Espíritos". E o professor no filme disse: "É fascinante, eu demorei anos para entender esse mecanismo e o senhor me fala com tanta simplicidade, eu digo: "Mais simples ainda é se o senhor ler, porque eu estou aqui interpretando, mas as palavras de Allan Kardec são muito belas." E aí eu ofereci o livro, claro, não ia perder essa oportunidade. Pena que eu tive que oferecer e custava 40€ naquela época 40€ dava para sepultar uma pessoa. Era muito Mas então, até hoje não me fizeram ainda uma pergunta que eu sentisse embaraço, mas na hora que fizerem eu digo assim: "Muito bem, e o que que você pensa?" Aí eu devolvo a pergunta. Estamos evocando a data do nascimento de Allan Kardec, chamado codificador. Por quê? Porque ele pegou tudo isso e deu um código, deu uma ordem. E as obras que ele publicou, logo depois, o Evangelho em 1864, o céu e inferno em 65, a Gênese em 68, constitui o que chamamos a codificação
Porque ele pegou tudo isso e deu um código, deu uma ordem. E as obras que ele publicou, logo depois, o Evangelho em 1864, o céu e inferno em 65, a Gênese em 68, constitui o que chamamos a codificação cardequiana. São cinco obras e mais duas bem modestas que devemos ler. O que é o espiritismo e o espiritismo para principiantes para ficarmos sabendo o que é essa doutrina em relação ao espírita batiza? Não, nós não batizamos. Mas por que não? Porque não acreditamos no pecado original. Qual é o pecado original? É o pecado de Adão e Eva. Eva ter comido a maçã, mas me contaram porque que ela comeu a maçã. Eva era muito fiel a Deus. E Deus disse: "Desta árvore, a árvore da sabedoria, do bem e do mal, não podereis comer nenhum fruto. Aqui no Édenem podeis comer tudo, menos o desta árvore." Deus era ingênuo e era pouco psicológico, porque tudo proibido é que é bom. Imagina não poder comer aquilo. Por quê? Porque dia tudo, pois bem, vamos comer. E aí o diabo que já não gostava de nós, se travestiu de cobra, olhou para Eva, que era fraca, coitadinha, era costela de Adão. O máximo que ela podia exigir era o tóraxe, porque ela era uma costela. Agora é engraçado que Deus tirou uma costela de Adão, mas nós ficamos com costelas pares, então vai ver que não é uma costela. Mas muito bem. E então a serpente dizia: "Eva, coma esta maçã." Não, Deus proibiu. E a serpente disse: "Mas é porque Deus não é feminista, ele é machista. Veja Deus, porque que não tem deusa?" E Eva dizendo: "Não, eu sou fiel". Aí a cobra não aguentou e disse: "É, pois eu vou lhe dizer porque que Deus proibiu é porque comer maçã emagrece. Aí Eva pegou logo uma, deu uma dentada e vejo que até hoje os modelos só comem alface e maçã porque emagrece. Então o espiritismo tem a sua filosofia, não é uma teologia. É uma ética moral. Porque nós não nos confessamos a alguém, confessamos-nos a própria consciência. Porque ninguém tem o poder de perdoar os nossos erros. Somente eu me posso perdoar. Porque é muito fácil eu mato esse senhor e pergunto: "O que é
samos a alguém, confessamos-nos a própria consciência. Porque ninguém tem o poder de perdoar os nossos erros. Somente eu me posso perdoar. Porque é muito fácil eu mato esse senhor e pergunto: "O que é que você acha?" Tá perdoado. Não é o pai dele. Não é nada com a diferença que faz. Mas eu tenho que me elevar e me tornar digno dele. Então, tem a doutrina que nós nesse ano vamos concluí-lo com os estudos típicos do espiritismo e não apenas a questão éticocial, como nós fazemos, contando histórias de vidas, apresentando o evangelho, porém à luz da doutrina espírita. Celebramos hoje o aniversário de nascimento de Hipolite, Lyon, Denisard, Rivaio. Muitos dizem Rivel por causa do Aí, mas essa é uma exceção. Na língua francesa, toda gramática tem exceção. E pior, tem exceção da exceção. Vaio como travaio é uma exceção do aí com o som de então é uma doutrina fascinante porque nos ilumina, nos dá consciência. Ai, morreu. Que horror, que bênção. Como é que você pode querer que o familiar querido causar ou vitimado por uma dessas enfermidades irrecuperáveis, viva? Só porque você vai ter saudade. Por que que você vai sentir desventurado? Porque morreu seu filho. Mas ele não é só seu filho. Tanto não é seu que Deus tirou. O que é meu ninguém toma. são meus valores éticos. Então o espírito nos dá coragem, resignação. Todas as nossas aspirações, nós vamos concluir. Não desista de escure. Esse notável psiquiatra que é o psiquiatra mais lindo do mundo. Sabiam? Augusto Curi, psiquiatra brasileiro, é o autor mais lido do mundo em psiquiatria e é ao mesmo tempo educador. E um dos seus livros é este: não deixe o seu sonho, não ceda, sorria e persevere no bem. Desde que a ideia seja boa, não tenha medo da crítica. Todo crítico é alguém atormentado. A primeira técnica em psicologia aplicada é essa. A eu senti antipatia pro fulano. Um defeito dele nós descobrimos porque temos o mesmo defeito. E então nós queremos matar o nosso defeito nele e ficamos antipáticos com ele. A doutrina nos dá uma visão otimista da vida, nos
o fulano. Um defeito dele nós descobrimos porque temos o mesmo defeito. E então nós queremos matar o nosso defeito nele e ficamos antipáticos com ele. A doutrina nos dá uma visão otimista da vida, nos dá coragem no momento da doença, no momento da dor, do desencanto, da frustração e de quantas outras coisas. Nós queremos fazer uma coisa e todo mundo que nunca participou da nossa vida assina na lista: "Ah, eu sou contra." Ué, leve para casa. Porque eu, que você, que ele tem a obrigação de fazer a caridade, eu só fico criticando qual é a minha vantagem, qual é o meu status, quem me concedeu o direito de vigiar a vida se eu não consigo supri-la? Então, ser espírita é ser esse tesouro. Muitos me dissem ainda ontem um amigo, Madivaldo, eu ainda não sou espírita. Eu digo, gostei do ainda, é sinal de que está caminhando. Eu ainda não morri, mas eu sei como é a morte. Eu ainda não me transferi de volta, mas eu já estive na casa que eu vou morar. Il seu, mas é uma ilusão que me dá vida, que me dá força. E tudo aquilo que nós ainda não vimos não existe do ponto de vista filosófico. Então, homenageando Allan Kardec na data do seu nascimento, alguro para todos nós um dia amanhã de responsabilidade, de direito ao outro de fazer o que ele quiser, de não impor. é liberdade, se é que é liberdade e de contribuir para que nós sejamos mais felizes e desta forma a humanidade também mais feliz. Vamos agora vincular-nos ao alto para receber boas energias, apesar do cansaço dos senhores, e voltarmos para casa com otimismo. Pedimos aos companheiros de mediunidade para que tomem os seus lugares. agora em nossos problemas, em nossas necessidades, pedindo a Deus reverter as problemáticas que nos afligem e pelo menos a paz, a esperança de melhores horas tomarem conta da nossa emoção. Nós te suplicamos em favor dos médiuns para que eles possam veicular energias saudáveis em nosso benefício. Amigo Jesus, abençoa-nos nesta busca de luz e de harmonia. Abençoa a nossa família. nossos amigos, aqueles
mos em favor dos médiuns para que eles possam veicular energias saudáveis em nosso benefício. Amigo Jesus, abençoa-nos nesta busca de luz e de harmonia. Abençoa a nossa família. nossos amigos, aqueles aos quais amamos. Abençoa, Senhor, os nossos inimigos equivocados por certo, mas com direito à felicidade. Pedimoste pelos suicidas, nossos irmãos aflitos que se equivocaram. Amigo das nossas necessidades, nós te suplicamos em favor de nossa casa, este santuário para que se desencumba da missão solidária de socorro e de fraternidade. Nós te suplicamos pelo Brasil amanhã, pelos nossos candidatos, pelo futuro do país brasileiro. Ai, nós te suplicamos pela paz na Rússia, evitando uma lamentável guerra contra a Ota. Abençoa-nos, dá-nos paz, alegria de viver. Saúde espiritual. Abençoa a nossa água, transmitindo-lhe energias balsâmicas e curativas. E em teu nome, Jesus, em nome de Deus, da Santíssima, dos espíritos amigos que nos acompanhem até o lar, levando-nos com alegria e paz. Está encerrada a nossa reunião. Muita paz para todos.
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