Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • Homenagem ao centenário de Tio Nilson
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Muito boa noite a todos. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária do sábado à noite. Hoje uma reunião especial, naturalmente. E eu vou convidar o Dr. Leonardo Machado para a prece de abertura dos trabalhos da noite. Divino e amado Mestre Jesus, caminho, verdade e vida. para Deus. Aqui nos encontramos, Senhor, em uma de tuas casas para celebrar o amor à vida. Quando amamos a vida, materializamos obras. Quando materializamos obras, inspirados pelo amor, nos tornamos imortais. A imortalidade da vida nos traz um conhecimento aprofundado dos objetivos sacrossantos da nossa existência. Mas muito de nós permanecemos espíritos imortais que somos, ainda muito apegados à carne que estamos. Alguns, no entanto, constróem a própria imortalidade, não só na intimidade, mas exteriorizam o amor que tem em obras, que se tornam faróis de esperança, de novos tempos, que se tornam faróis para uma nova vida. Por isso, Senhor, agradecemos a oportunidade de estarmos em um desses trabalhos assinados pela tua mão divina. Ilumina, portanto, este trabalhador, o tio Nilson, que conseguiu, a partir da humildade de estar ao lado do tio Divaldo, ao lado de tantas tias, ao lado, porque é o lado que se constrói, nem em cima, nem embaixo, mas ombro a ombro, lado a lado, porque ninguém consegue fazer tudo só. E aqueles que conseguimos ter um pouco de humildade, entendemos que cada um tem um papel. Percebemos, Senhor da vida, o valor deste ser com humildade sobre ombrear na peleja da vida, na construção da esperança. Temos na mansão uma esperança baseada em evidências, uma esperança baseada em algo concreto. E por isso, pelo amor que esse homem conseguiu dedicar a esta instituição, aqueles que chegamos neófitos na tua casa de amor, porque ainda muito pequeninos dentro do coração, percebemos o amor que fica impregnado em cada parede, simbolizando o amor que se entregou em uma existência inteira. E 100 anos aqui estamos. com gratidão no coração e com a esperança no olhar, vislumbrando outros anos em gratidão a esses homens pioneiros.
mbolizando o amor que se entregou em uma existência inteira. E 100 anos aqui estamos. com gratidão no coração e com a esperança no olhar, vislumbrando outros anos em gratidão a esses homens pioneiros. Ilumina o Nilson. Gratidão, Senhor, por estar reencarnado observando a trajetória luminosa de pessoas que se entregam. Por isso, fica conosco hoje e sempre. Que assim seja, Senhor. No dia 26 de outubro, celebramos o centenário de Nilson de Souza Pereira, o inesquecível tio Nilson. Suas mãos esculpiram não apenas a obra física da mansão do caminho, mas também o espírito de dedicação e renúncia que até hoje nos guia. Assim como as mãos em prece que adornam a nossa fachada, as mãos de tio Nilson foram por décadas as mãos do serviço silencioso da caridade. Ele construiu, além das estruturas, ruas e prédios, um caminho de amor e fé. Materializando a lição que nos deixou a benfeitora Alta de Souza. Mãos no trabalho são a prece muda. fundador, arquiteto, engenheiro, autodidata, tesoureiro, presidente por 46 anos. Nilson foi um pilar fundamental da mansão do caminho, mas além de sua habilidade como construtor, foi um doutrinador de rara sensibilidade. Como destaca Edivaldo Franco, dedicou-se à psicoterapia com os desencarnados em sofrimento, sendo um exemplo de humildade e sabedoria. Ao longo de sua vida, ele liderou com fraternidade, guiando os colaboradores da mansão com o mesmo amor e dedicação que depositava em cada detalhe. Foi o idealizador e diretor da revista Presença Espírita, um incansável trabalhador na editora Leal e na gráfica Alvorada. sempre discreto, preferia os bastidores para que Edivaldo pudesse concentrar suas energias na missão de divulgar a mensagem do Cristo. Cada rua, cada prédio da mansão do caminho carrega a marca de suas mãos. Sua presença está em cada tijolo assentado, em cada espaço que ajudou a criar para acolher e educar milhares de crianças. A mansão do caminho não seria o que é hoje, sem essa força viva de amor e dedicação. Em uma mensagem psicofônica, ele nos
em cada espaço que ajudou a criar para acolher e educar milhares de crianças. A mansão do caminho não seria o que é hoje, sem essa força viva de amor e dedicação. Em uma mensagem psicofônica, ele nos deixou sua maior lição. Jesus sintetizou a filosofia do amor como sendo a conquista da plenitude de todos os valores. Conscientes de que somente na vida saudável, no bem e na abnegação que a caridade nos proporciona, reencontraremos a meta, aquilo que todos almejamos, a plenitude. Mais do que recordar, é momento de agradecer e seguir o exemplo de um homem que fez de suas mãos as ferramentas do amor em ação. Gratidão eterna, tio Nilson. Hoje é uma data muito especial, a comemoração nos 100 anos de nascimento do tio Nilson. Temos aqui conosco o nosso irmão Paulo de Tarso, Dr. Leonardo, o aniversariante físico Manuel da Espanha, que está de aniversário hoje também. Aqui a presidente do Lar Harmonia. e o Odenauer, que o fundador do Lar Harmonia e que veio na data de hoje fazer uma homenagem. Então, convidamos o Adenauer para que no momento nesse momento possa desenvolver a o tema, né, da Adenaura. Obrigado, meus irmãos. Eh, muita satisfação que eu me encontro aqui nesta casa que aprendi a acompanhar h cerca de 45 anos, quando conheci a obra de Joana deângeles, de Divaldo, de Nilson e pude me inspirar nos trabalhos que aqui até hoje são executados. Hoje a Fundação Larmonia, que completou 30 anos, tá? com a sua equipe diretora aqui, com a nossa presidente, resolvemos vir e prestar nossa homenagem a essa instituição, mas além da instituição, a Nilson, 100 anos de reencarnação, e ao próprio Divaldo, a quem admiramos muito, que temos como espécie de pai, embora acho que ele não tem, então tem idade para ser meu pai. Sim, tem, tem. Mas eh eu me lembro quando uma vez participando de um evento aqui na mansão, o cenáculo era aquele lá na frente, eu Rute Brasil, que eu tive a satisfação de vê-la ali atrás e Divaldo, éramos três painelistas, eu bem jovem, pois Rute Divaldo e eu que
e um evento aqui na mansão, o cenáculo era aquele lá na frente, eu Rute Brasil, que eu tive a satisfação de vê-la ali atrás e Divaldo, éramos três painelistas, eu bem jovem, pois Rute Divaldo e eu que falei primeiro. E quando foi a Rute falou, depois foi Divaldo. Quando foi a vez de Divaldo falar, ele disse assim, o que me emocionou muito na época, ele disse, como disse o primeiro painelista, então só de me tratar como primeiro painelista, eu fiquei encantado por ele ter citado que eu fui o primeiro panelista e se referido a uma fala minha, eu um jovem, então sempre atento à forma como ele lidava com as minhas palavras. E eh posteriormente acompanhando o trabalho dele e meus escritos, eu escrevi um trabalho sobre autodeterminação do espírito. E com certeza a essa obra e a vida dele é um exemplo vivo da autodeterminação de um espírito. Como o espírito pode fazer tanto, como conseguiu fazer tanto, não só a divulgação do espiritismo, como a obra social e além do que a quantidade de pessoas que o seguem. Então, eu não vou dizer que é uma lenda viva, mas é um espírito que vem e causa, vem e traz algo para o mundo, não passa em branco. Eh, e nós sabemos a importância desses espíritos para a nossa humanidade tão, eh, tão corroída, tão sofrida, tão carente de valores e de palavras de esclarecimento, de elevação. Então, eh, homenagens a Divaldo, elas sempre serão poucas. sempre nós trouxemos uma placa para em homenagem a ele, eh a nossa presidente fez, a nossa instituição tem o grande prazer de homenageá-lo. Eu sei que isso não é nada para ele pelo tanto de homenagem que ele recebe, mas para nós é uma fonte inspiradora, né? Eh, é interessante como um ser humano consegue arrebatar, consegue transformar, né? não só com a sua palavra, mas com o exemplo, né? Eu posso dizer que embora não sou cria da mansão, mas gostaria de ter sido, gostaria de ter começado por aqui, porque o resultado certamente seria muito melhor, muito maior. Me lembro de pessoas aqui, eu muito jovem, não posso
não sou cria da mansão, mas gostaria de ter sido, gostaria de ter começado por aqui, porque o resultado certamente seria muito melhor, muito maior. Me lembro de pessoas aqui, eu muito jovem, não posso esquecer de dona Iraci, que eu sempre recebia o abraço dela, de Nilo, de João Neves, eh, de Telma, de Telma não, que Telma é muito jovem, né? Eh, mais outras pessoas que eu reencontro aqui nesta casa, que para mim é como se eu estivesse na dimensão espiritual. Não que eu acho que vocês estão desencarnados, mas porque o ambiente parece ser diferente, né? Parece que nós estamos em outro mundo. Como seria bom se o planeta fosse assim? Como seria bom que a gente chegasse, encontrasse o sorriso das pessoas, o abraço, o acolhimento e ainda encontrar Divald ele brincar, né? Ele brincar com essa idade, é um homem que brinca, né? Que ri, que chegou ali para mim e brincou comigo, né? É, é muito interessante estar aqui, estar nesse ambiente. Eu me emociono, eu fico assim como se fora do ar. aqui nesta casa. Então, Divaldo, é é com muito prazer e com muita admiração que eu eh entrego essa placa para você. Eu sei que é muito pouco, né? Deixa eu tirar aqui e lê o que tá escrito. A placa é esta. tenha uma uma foto e o nome de Divaldo. E nós colocamos assim: "Por uma vida dedicada ao espiritismo e ao desenvolvimento de ações sociais efetivas em prol dos que mais necessitam através da mansão do caminho e pelo imensurável incentivo, apoio e confiança às ações da Fundação Larmonia, desde a sua origem. e em todos os 30 anos de existência da nossa instituição. Nossa gratidão, nosso respeito, nosso reconhecimento, né? A placa seria entregue no dia 7 de setembro e nós estamos trazendo hoje porque foi o momento mais oportuno. Tem outros mimos aqui, mas eu vou deixar, né, além dessa placa, tem outros mimos que nós preparamos, não vamos entregar agora. Vamos deixar aí para não me alongar muito, né? Eu me lembro, tenho algumas imagens de Nilson e eu me lembro eh lá no outro cenáculo eh ele e de braço dado com uma outra pessoa que
amos entregar agora. Vamos deixar aí para não me alongar muito, né? Eu me lembro, tenho algumas imagens de Nilson e eu me lembro eh lá no outro cenáculo eh ele e de braço dado com uma outra pessoa que eu não me lembro e eu olhei para aquele espírito e senti segurança, senti alguém que tinha uma certeza do que estava fazendo nessa encarnação. Ele me passava como se ele fosse o que até o que foi colocado ali, um pilar. Eu me sentia seguro ali naquela instituição dirigida por aquela pessoa. E oportunamente eu estive aqui, ele estava na editora fazendo, acho que alguma revisão de algum alguma edição de um livro de Divaldo e ele me parecia eh maior do que a obra. Ele me parecia maior do que a obra pela simplicidade e segurança com que ele trabalhava. Não convivi com ele, mas eu sentia isso. Sentia que se tratava de alguém que você poderia se sentir seguro na presença dele, porque ele sabia o que estava fazendo a todo momento. Então essa é a é o meu depoimento em relação a Nilson e a Divaldo. Eu sempre vou ser grato. Sempre, sempre, sempre. Obrigado. Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Torna-se um pouco difícil sintetizar em palavras as emoções que me invadem desde alguns dias. as recordações do devotado trabalhador de nossa casa, completando hoje 100 anos de nascimento físico na sua última jornada. A presença do nosso Adenauer e do Lar Harmonia, também a presença de amigos de várias cidades do país e de algumas do exterior, de tal forma que no declínio das forças físicas, quando Me preparo para a viagem de retorno, aliás, com muita alegria. As emoções são mais fortes do que o esforço pessoal para direcionar com equilíbrio o pensamento. Então, irei por etapas. Agradeço convidamente ao nosso Adenauer, a Cristiane, aos irmãos da Fundação Lar Harmonia, a sua presença entre nós, o seu carinho, não apenas a homenagem de irmãos que se amam, mas também a tolerância
gradeço convidamente ao nosso Adenauer, a Cristiane, aos irmãos da Fundação Lar Harmonia, a sua presença entre nós, o seu carinho, não apenas a homenagem de irmãos que se amam, mas também a tolerância da fraternidade que deve viger em nossos corações, conforme a doutrina que abraçamos. E ao nos referirmos a essa doutrina que abraçamos, foi inevitável que desde o dia quando recebi a notificação da presença desses amigos em nossa casa, com essa finalidade que eu passei a revivenciar as nossas lutas iniciais, a presença destes amigos e de outros naqueles dias heróicos da divulgação do espiritismo em nossa cidade, em nosso país e naturalmente no mundo. Passei a revê-los. Éramos todos muito jovens. Lembro-me perfeitamente dos nossos sonhos. E como se tratava de um encontro de jovens que não apenas sonhavam, mas também agiam, eu me recordo que uma das primeiras experiências nossas que nos iriam fortalecer para o futuro foi a criação de um Instituto de Pesquisas Parapsicológicas, procurando examinar a parte científica da doutrina espírita naquele momento de tantas dificuldades. Exatamente quando a parapsicologia vinha trazer um contributo muito valioso da quarta força em psicologia, das experiências que invadiam a Europa e que começaram numa investigação racional metodológica nos Estados Unidos com um casal de psicólogo. O casal Rainego. Lembro-me que ao lado de Peixinho, nosso eterno amigo, de outros corações levantados, como de Jealma Argolo, jovem idealista, sonhador, portador de uma bela cultura linguística. naquele momento ele estava estudando grego. E eu, na minha ignorância de estudante de escola normal, olhava-os com uma inveja no bom sentido da palavra, porque todos eles eram já investigadores naturais das características nobres e profundas da doutrina espírita. Un-nos, realizamos algumas experiências ingênuas. Éramos tão ingênuos que na primeira reunião de estudos da parapsicologia com o nosso Edinho, que estava também na moda, e um outro devotado, Álvaro, que chamávamos
zamos algumas experiências ingênuas. Éramos tão ingênuos que na primeira reunião de estudos da parapsicologia com o nosso Edinho, que estava também na moda, e um outro devotado, Álvaro, que chamávamos como o trabalhador da fotografia, dos filmes, da investigação. Nosso primeiro tema foi a respeito de Deus, um tema, aliás, muito fácil. E cada um de nós, intelectual, com os seus argumentos, realizamos a reunião com tanta alegria que terminamos brigando por causa de Deus. E aí encerramos o Instituto de Investigações Pará Psicológicas. E fomos à luta como verdadeiros espíritas, não crentes investigadores dessa realidade. Seria a mediunidade um fenômeno parafísico? haveria uma explicação parapsicológica, mas logo a ciência no seu notável processo de progresso apresentava psicotrônica e era necessário viajar nas investigações europeias, nas buscas de Charles Rich, nos trabalhos notáveis realizados na Alemanha, na Suécia, E logo a ciência avança. Agora era o momento da psicotônica mais profunda, das investigações mais dilatadas, das vozes gravadas, das gravações em vídeo. Era o momento revolucionário. de nós, investigadores, não crentes ingênuos, que aceitávamos o que os outros falavam, mas que íamos às fontes, o trabalho de pesquisa de todos eles e mais alguns outros levou-nos a apresentar as criaturas que nos buscavam a grandeza dessa doutrina incomparável. que se apresenta sobre três aspectos. Aquele da ciência que examina e afirma, da filosofia que elucida e das consequências morais, ético-religosas. Do que adianta o ideal que não torna o indivíduo melhor? Voltamos ao evangelho e o consolador que Jesus havia prometido passou a habitar as nossas mentes, os nossos atos. Eram dias de muito sofrimento na sociedade, como estes dias, dias muito difíceis de perturbações, de natureza psicológica, parapsicológica, de fenômenos psiquiátricos, parapsíquicos e nos adentramos de tal forma que logramos uma convicção trabalhada no exemplo, realizada nos fatos, fora das imaginações,
ureza psicológica, parapsicológica, de fenômenos psiquiátricos, parapsíquicos e nos adentramos de tal forma que logramos uma convicção trabalhada no exemplo, realizada nos fatos, fora das imaginações, dos arroubos, dos encantamentos e dos mitos, como vemos hoje aunidade envolta em mitos na astúcia de indivíduos aparentemente bem bem construídos moralmente e, no entanto, distantes da fidelidade ao fato. Ainda nos lembramos de Allan Kardec. A mediunidade jamais subirá ao tablado das feiras quando vemos a mediunidade hoje na televisão trazendo mensagens, naturalmente com exceções, quando vemos mensagens de última hora apresentando ao espiritismo uma faceta nova. Um novo espiritismo, como se a verdade fosse velha, nova ou de um tempo especial. E mantivemos a nossa fidelidade a Allan Kardec, aos novos investigadores que não nos detivemos apenas no século XIX, mas também no século XX, já que no X tivemos a presença do apóstolo Francisco Cândido Xavier, o exemplo vivo do poder da fé. da grandeza, do caráter, da fidelidade total aos postulados da doutrina espírita. Então, é esse Adenauer daqueles dias formos e desafiadores das lutas face às investigações dos adversários da verdade, a apostura do magister Dixit. e a outras situações que não nos produziram desencanto. motivaram-nos a abrir núcleos de investigação científica, de conforto moral, sociológico, educacional, porque nos recordamos que somente a educação, como diz a Allan Kardec na questão 865A, mas não a educação que se adquire através dos livros, mas aquela natureza moral, aquela que tem por base a imortalidade e é adversária da negação e do materialismo. E as nossas instituições cresceram. O trabalho de amor exigiu-nos muita luta, mas sempre com o prazer imenso de encontrar na doutrina espírita em qualquer tempo, em qualquer hora, o esclarecimento aos grandes enigmas do pensamento cósmico, da sociedade e dos sofrimentos humanos. Era natural que ao recordar nesses períodos tão encantadores da nossa juventude, eu na terceira idade aprofundada,
to aos grandes enigmas do pensamento cósmico, da sociedade e dos sofrimentos humanos. Era natural que ao recordar nesses períodos tão encantadores da nossa juventude, eu na terceira idade aprofundada, os demais mais jovens, ainda muitoadores e trabalhando cada vez mais pela grandeza intelectiva científica da doutrina espírita. Era natural que uma grande emoção desde então se assenasse de mim, porque jamais havia pensado em ser responsável por uma mensagem tão valiosa que exige a coragem de gigante, a simplicidade da ternura e o amor da abnegação. Há 30 anos, o lar Fundação Harmonia está de portas e alma abertas para servir a humanidade, tornandoose modelo de educação de natureza espiritual, fiel aos postulados doutrinários. Porque desde que seja um postulado doutrinário, ele deve resistir a todas aflições e todas ações que se lhe imponham negativamente. É natural, portanto, que eu me sinta muito emocionado e que agradeça de coração a nossa presidente do Lar Harmonia, ao nosso Adenauer, aos trabalhadores da casa, esses abnegados que ficam nos bastidores, graças às quais a nossa casa e outras podem prosseguir na divulgação do bem. As palavras não traduzem realmente as emoções, sejam essas palavras, no entanto, portadoras do nosso melhor sentimento, da nossa melhor satisfação. E como somos cristãos, habituamos-nos a compreender que a recompensa que aprendemos no cristianismo é a luta, não é um aplauso, não são as homenagens, são a perseguição, a calúnia, a mentira bem adornada e a resposta do trabalhador. é a persistência no ideal e em silêncio. Não se defender nunca, manter a tranquilidade que a própria causa lhe proporciona. Porque como Jesus disse, eu vos mandarei o consolador. Ele não disse que mandaria o solucionador, mas o consolador. É que válido dizer que aqueles que o seguem deveriam pensar na cruz que eles cabia a carregar para terem o madeiro do testemunho na hora do retorno à pátria. Então, Cristiane, Adenauer, meus irmãos, não somente do Harmonia, mas também do Luz,
m deveriam pensar na cruz que eles cabia a carregar para terem o madeiro do testemunho na hora do retorno à pátria. Então, Cristiane, Adenauer, meus irmãos, não somente do Harmonia, mas também do Luz, Deus, luz e verdade. Outro exemplo de dedicação, de abnegação, de caridade, através de uma veneranda médium, que ainda agora experimentou uma prova, mas aqueles que carregarem a cruz verão, constatarão que somente através dela podemos flutuar acima das paixões humanas. e um pouco abaixo das excelências do mundo espiritual. Assim, agradecendo a presença de todos, eu me permito a segunda etapa, uma ligeira reflexão sobre Nilson de Sousa Perira. Nesta existência, eu tenho relacionamentos com um grande número de pessoas. Um amigo estatístico fez um estudo cuidadoso das cidades que eu visitei na atual reencarnação, porque eu sempre fui muito cuidadoso, embora talvez não pareça. Eu anotei todos os lugares que eu visitei nesta existência. Na minha sala tinha um mapa do Brasil. Depois eu adicionei o mapa da Europa, o mapa das Américas e fui colando alfinetes até não ter como colocar. E chegamos a mais de 2000 cidades que Washington do Gueira, personalidade ímpar do estado de São Paulo, veio passar uma temporada conosco para anotar e para conhecer os nossos arquivos, porque tudo quanto nós temos e estendemos, temos O documento correspondente. O nosso arquivo tem mais de 20.000 1 peças catalogadas no original, copiadas na nuvem para o futuro da humanidade, para aqueles que virão depois lembrarem das nossas lutas, das nossas dificuldades, do bullying, como está na moda hoje pronunciado. E então chegou o momento em que os mapas já não tinham espaço para colocar os alfinites. Passamos a colocarem páginas de computador e hoje estão na nuvem copiando uma ex-presidente da República. Eu não sei o que é a nuvem, mas eu sei que está lá e que está garantido que não há solvem. Pois bem, então a isso tudo que a vida me proporcionou com a misericórdia de Deus, eu devo 90%. a figura câmida e silenciosa
e é a nuvem, mas eu sei que está lá e que está garantido que não há solvem. Pois bem, então a isso tudo que a vida me proporcionou com a misericórdia de Deus, eu devo 90%. a figura câmida e silenciosa de Nilson de Sousa Pereira. No fim do século passado, eu li alguma literatura inglesa, gostava muito dos vestidos de Cronin e de outros autores ingleses. E há uma história que parece que foi escrita pelo grande Crone, que recebeu o prêmio Nobel, cujos livros foram transformados em filmes, mais de 10 filmes, e que comoveu o mundo com a sua literatura médica, com a Segunda Guerra Mundial e com a renúncia de par do império britânico. Eu então quando li, eu ouvi a biografia do Nilson. Vou sintetizar. Eram dois amigos. Dois amigos realmente amigos. A palavra amigo a dá o laço de fraternidade que se completavam, digamos, que pensavam com muita afinidade. E esses dois amigos eram religiosos, ambos eram francasiscanos. Um deles era um hábio artista. era capaz de trabalhar dos pincéis aos trabalhos mais delicados de marcenaria ou outro qualquer. O outro não era meio trúpego. Tudo que fazia em trabalho errava, era impressionante. E aquele que tinha habilidade sentia uma grande compaixão da ignorância do outro. Mas o outro, por sua vez, gostava de falar e falava. Falava certo, falava errado, falava bem, falava mal, mas conquistou amigos. E esses amigos se uniram a aqueles dois. O falador foi sendo convocado para falar aqui, para falar ali. E o outro, ao invés de o acompanhar, diz: "Não, você vai e eu fico trabalhando." Porque eles acreditavam na lei da caridade. O ideal que abraçavam era o ideal cristão e se caracterizava pelo bem servir. Alguém tinha que trabalhar mais, embora o falador trabalhasse, porque não viviam do ideal, viviam para o ideal, como todo espírita. Ele não pede, ele dá. Ele tem prazer em oferecer. E a sua felicidade consiste mais em doar do que em receber. Então ele dizia: "Não, eu vou ficar para ajudar. a nossa obra. E eu lhe sugeria, mas vamos a tal cidade, vamos conhecer o
razer em oferecer. E a sua felicidade consiste mais em doar do que em receber. Então ele dizia: "Não, eu vou ficar para ajudar. a nossa obra. E eu lhe sugeria, mas vamos a tal cidade, vamos conhecer o Rio de Janeiro. El dis: "Não, não precisa, porque o cinema mostra a televisão estava começando naquele período que era mais chiado e manchinha branca do que qualquer coisa mais gostava. Por fim, depois que amadureceram e trabalhando pela obra, Cada um no seu aspecto, ele resolveu acompanhar para levar a sua experiência de trabalho espírita, de orientação no caso católico e assim por diante. Por fim, o tempo passou e aquele que falava teve que se ausentar da sede em que viviam. E foi algo admirável, porque outros ouvidos escutaram-no, alguns alegraram-se e convidaram para poder expandir o ideal. E aí aumentou o ciclo de viagens. E quase não tinha tempo de ficar em casa ao lado do amigo cujas mãos estavam calejadas. Um dos grandes momentos da vida do que falava foi uma vez que estando no centro da igreja, ele teve uma visão psíquica e o outro, o que trabalhava ficou deslumbrado, era um crente, mas um crente racional. E aplaudiu e mandou-lhe cartas. Isso na história de Crone P dos Caminhos de Minha Vida. E então, por fim, ele foi convidado a proferir uma conferência no dia de Corpos Cristo, no Vaticano. Era o momento glorioso da hierarquia católica, falar da presença do Papa. E então ele foi, toda a igreja se movimentou porque era um franciscano que ia falar. E quando a igreja de São Pedro estava absolutamente notada e ele subiu ao púlpito, ele quis saudar o papa e se perdeu. Não sabia que dizer. Então titubeiou, mas com habilidade ele conseguiu superar, mas não teve a menor inspiração para abordar um tema que afinal era o tema da ordem franciscana. E como alternativa ele desmaiou, desmaiou, veio o substituto. A igreja sempre tem esse cuidado de substitutos. E ele ficou envergonhado, foi para a Umbria, porque havia sido comentado o seu fracasso, praticamente o fracasso para o mundo
maiou, veio o substituto. A igreja sempre tem esse cuidado de substitutos. E ele ficou envergonhado, foi para a Umbria, porque havia sido comentado o seu fracasso, praticamente o fracasso para o mundo católico. E então ele se lembrou do amigo, o amigo trabalhador, anônimo, todos o conheciam e ouviam falar do trabalhador, mas não conheciam. Ele então notou que era um ingrato, porque houve um instante culminante quando ele leu no passado a história de Dur, um grande pintor austríaco. Ran é o dos maiores exemplos da pintura da pintura da Áustrial e claro é chamada as mãos do profeta. São apenas duas mãos. Eram dois amigos que moravam no interior da Áustria. Eram pobres, mas eram excelentes desenhístas a creon. E depois de muito discutirem, eles resolveram vir estudar pintura na escola de arte de Viena. Então vieram, mas como iam sobreviver? Combinaram: "Vamos nos empregar, nos empregaremos em uma casa." E os empregos eram limpar o chão, limpar o restaurante daqueles dias medievais horríveis. E então combinaram e o amigo disse a Diran, você vai estudar pintura por se meses eu trabalho e mantemos os dois. Depois você vem pro meu trabalho e eu vou fazer o curso e assim nos formaremos os dois. A ideia foi ótima. Eles então começaram a trabalhar e agora estava com a sensibilidade muito grande nas mãos, já estava pintando de uma maneira impressionante quando chegou o período do outro tomar o seu lugar. Ele foi tomar o lugar e percebeu que havia perdido o equilíbrio das mãos fazendo trabalhos grosseiros. As mãos ficaram trêmulas, incapazes de uma linha reta. Então ele compreendeu que nunca seria um pintor como a sociedade esperava. E disse a J: "Eu compreendo que Deus dotou você da arte. Vamos fazer o seguinte. Eu vou continuar trabalhando e vou sustentar nós dois. Você volta à escola e terminou o curso. Diller não aceitou. Não, não queria de forma nenhuma. Ele disse: "Então eu vou embora porque pintar, desenhar eu não conseguirei." Mas o amigo diz: "Mas nós somos dois?" Não, nós somos um. Cada uma
o. Diller não aceitou. Não, não queria de forma nenhuma. Ele disse: "Então eu vou embora porque pintar, desenhar eu não conseguirei." Mas o amigo diz: "Mas nós somos dois?" Não, nós somos um. Cada uma área para sustentar o outro. E numa noite muito triste de veio da escola na última aula, morava numa água furtada, no terceiro piso, uma clarabóia muito suja. Ele então entrou, era a noite de noar, foi empurrando a porta e quando ele chegou ao quarto que empurrou a porta, um raio de sol, ou melhor de luz, de lua entrava e de joelhos estava seu amigo orando, pedindo a Deus que convencesse do Irã de aceitar ficar na arte. Então, Dir olhou e queria imortalizar aquela hora. Ele colocou as duas mãos do apóstolo que ora. O quadro é imortal, está na galeria Valentina em Viena. É de uma beleza incomparável. Então, ao retornar de uma viagem, eu que tinha lido a história e que ao vera contado aqui, soube que Nilson havia feito um trabalho para me proporcionar uma surpresa. E então ele fez as duas mãos de um apóstolo. Na gráfica ele pegou dois pedaços de madeira bem brutos, uniu, colocou um pano por cima e começou a trabalhar. Ele nunca houvera feito qualquer coisa desse gênero. que eram as duas mãos do apóstolo que estão na entrada de nossa casa. Então, quando eu vi, eu comecei a pensar quantas vezes ele deve ter desejado que eu estivesse próximo para dialogar, porque ele era materialista quando eu o conheci. Ele não aceitava a proposta da Igreja Católica, embora fosse católico nominal. E como ele era marinheiro, ele via sair ali da igreja da conceção da praia a senhora que ia na direção do Bom Fim e ele censurava a festa. Como é que a religião pode entregar-se a Bacanal? repetindo aqueles dias que ficaram no passado, exatamente obrigando a religião mudar a data do nascimento de Jesus por causa das Saturnais, aqueles dias de prazer do mês de dezembro. Jesus nascera em abril e a igreja puxara para dezembro seu nascimento para apagar a festa prostituída das bacanais, das Saturnais, que o império romano
nais, aqueles dias de prazer do mês de dezembro. Jesus nascera em abril e a igreja puxara para dezembro seu nascimento para apagar a festa prostituída das bacanais, das Saturnais, que o império romano celebrava no mês de dezembro. Então ele não aceitava. Quando eu falava sobre Jesus, ele me dizia assim: "Di, eu gosto dele". pela forma que você fala, é um homem, aquele homem que cada um de nós queria ser. E a primeira vez que nós fomos, nós, eu fui a Roma, fui visitar as regiões de alguns dos romances de Emanuel ou há 2000 anos, especialmente, o lugar em que morreu Joana de Cuza, a morte do filho de Joana de Cuza, quando ele vai ser queimado de Israel, Ela renuncia a Jesus, mamãe. Ela não posso, meu filho. Jesus é minha vida. Uma vez eu renunciei a ele por teu pai, mas agora eu não posso. Mas mamãe, eu não sou cristão e vou me matar. Você é minha mãe. Esse feiticeiro fez alguma coisa? diz Emanuel, as dores que as palavras do filho proporcionavam eram mais terrível do que as chibatadas que o sicário apresentava nela. Ela então olhou para ele e disse: "Não posso, meu filho. Jesus está acima de nós todos. Ele então tem uma reação, então morre miserável e vai queimar do vivo e ela vai queimada viva. É uma história que está no romance. Depois eu havia lido Avec Cristo, aquele romance em que Bezerra de Menezes está encarnado como irmão Corvinho e nas Gálias ele tenta salvar Taciano, seu filho, que ainda estava na atualidade preso aos deuses e que então em retrata a volta de Tacian. a terra nesta encarnação verdadeiramente cristã. Então, quando eu estava visitando a casa de Nero, onde Paulo esteve falando a popeia, eu então vi Joanda de Cutra, o espírito dela, eu vi o filho e ela me disse: "Pois é, o Nilson é o nosso filho. Por isso que até hoje ele não gosta de Jesus, ele tem a mágua. E mas minha irmã, então ela disse, então não me disse nada. No ano seguinte, quando eu voltei a Roma, eu consegui convidá-lo para que fosse e sem lhe dizer nada, eu subi ao monte Aventino,
em a mágua. E mas minha irmã, então ela disse, então não me disse nada. No ano seguinte, quando eu voltei a Roma, eu consegui convidá-lo para que fosse e sem lhe dizer nada, eu subi ao monte Aventino, que naquele tempo não estava isolado do público, e mostrei a casa de Néo, de Guali ficava a Domos Áurea, a casa de ouro. Ali foi a sala em que Paulo falou apopeia e tal, foi explicando e ele foi se comovendo, se comovendo. E quando eu olhei, ele estava chorando. Mas eu não disse nada. Continuei a narração e digo, "Olhe bem para esta rua. Você pode ver aqui, imagine isso cheia de pessoas incendiadas. Eram as luzes da noite terrível. Você sente alguma coisa? Tem alguma imagem cerebral? Ele não pôde falar, ficou calado. Não voltei mais ao assunto. Certo dia, ele estava com uma preocupação muito grande. Eu disse: "Nilson, eh, tenha confiança em Deus, isso vai passar. Lembre-se que Jesus, porque sempre botava, ele então parou, pegou no meu braço e disse assim: "Di, não me fale mais em Jesus, eu agora sou cristão e vou dar a minha vida a ele. Não fale mais sobre Jesus, não precisa, eu já sou cristão." que de fato, a partir daquele momento, ele se entregou totalmente jovem, com 23 anos, manteve a pureza de sentimentos, o equilíbrio sexual, a sua forma de viver e tratar todo mundo, fossem autoridades ou pessoas muito simples. Ele ensinou às nossas crianças todas as coisas práticas: macenaria, eletricidade, sapataria, construção. de fazer as construções, todas as obras, exceto esta, nessa, foram das mãos dele, que nunca havia estudado nada, só até o quarto ano primário. Os cálculos matemáticos de todos os prédios ele fez, ele colocou instalação elétrica sem nunca ter trabalhado. E quando nós contratamos a companhia para vir colocar posta, etc. acompanha não, mas já está tudo no lugar. Só fez confirmar e perguntar quem foi o engenheiro. Todos esses postes foi ele quem colocou no lugar. Serviço d'água, fez encanamento de um riacho, colocou água potável, colocou água para todo o ministério.
confirmar e perguntar quem foi o engenheiro. Todos esses postes foi ele quem colocou no lugar. Serviço d'água, fez encanamento de um riacho, colocou água potável, colocou água para todo o ministério. Aqui era bem diferente, eram subidas e descidas. Abrimos ruas com enchada, porque não conhecíamos ninguém, não tínhamos relacionamentos, éramos anônimos. Aqui havia no mínimo ou no máximo 10 casas aqui em toda a área. Ele então foi a 10 propriedades sugerir colocar eletricidade. A companhia colocava puxando lá da estrada da Brasil Gás. E então nós nos cotizamos 150, a moeda varia tanto que a gente não sabe, 150.000, não sei o quê, cada um dedo 15.000 e colocou eletricidade até aqui ao pau da Lima. Neste momento começou o crescimento desordenado daí do Paulo da Lima e pessoas enfermas, mas o que é que nós faremos com este povo? O número de pessoas necessitadas não tinha ciência médica, nem dentária, nem escola, nada. Abrimos uma escola, um enfermeiro passou a dirigir o centro médico. Astragildo, eu nunca vi nada igual. Salvou mais de 100.000 pessoas. Ele e a esposa lia a bulha dos remédios e receitavam. Que a gente saiba, não morreu ninguém. Ninguém. Nós tínhamos um epiléptico que ele teve tantas crises que ficou paralítico. Ele teve um problema na cabeça que foi necessário colocar criolina para que os bichos saíssem. Foi curado por Astudo e Carminha. O general do exército veterinário veio nos visitar e perguntou: "Vocês têm médico?" Não, senhor. E por que tem tanto doente? Eu digo, "Porque todos ficam bons." Eu disse: "Ah, então eu venho trabalhar aqui." E o nosso primeiro médico foi um de animais, porque nós éramos também animais. Diferença de pata duas a mais, duas a menos. Dr. Formosinho morre, Dr. Formosinho e aparece um outro médico do exército também cuidador de animais e substituiu. Era um médico extraordinário. Um dia eu perguntei, ele mas como é que o senhor acerta? Eu disse: "Ah, cuidar de gente é fácil. Agora cuidar de um cavalo, perguntar a ele, onde que está doendo,
tituiu. Era um médico extraordinário. Um dia eu perguntei, ele mas como é que o senhor acerta? Eu disse: "Ah, cuidar de gente é fácil. Agora cuidar de um cavalo, perguntar a ele, onde que está doendo, que que é perguntar o cachorro onde é que está o problema, se é no pulmão ou no estômago. Então, ser médico de gente é uma banalidade que tá me doendo aqui. Pronto, já facilitou metade do diagnóstico. E foi assim. e Nilson à frente. Um dia nós recebemos o senhor do Rio de Janeiro. Ele dizia que era muito rico e que queria nos ajudar. Se eles podiam passar aqui uns dias. Eu fiquei constrangido. A pessoa dizer, eu posso passar uns dias lá? Eu digo: "Meu Deus, se ele passar os dias aqui, ele nunca mais vai ver o espiritismo. Porque nós tínhamos 115 crianças e tinha dias que não tínhamos exatamente alimentação. Naquela época, nos anos 40, era muito difícil. Pois bem. Então eu digo assim: "Ah, claro, mas não tínhamos onde botar. O melhor ambiente era o quarto da nossa secretária e da nossa vice-presidente Lia Banhos, funcionária da receita Zisa de Sá Oliveira, família quatro centona de médicos aqui de Salvador. E então elas moravam conosco no melhor quarto que havia. Então eu disse para ela, você tem que arranjar onde dormir porque senist quer passar os dias aqui e eu não sei o que dizer. Eu disse olhe nós somos muito pobres, nós não não temos condições. Ele disse: "Não, rico sou, então tô acostumado. Eu sei que vieram e a esposa era muito delicada, muito gentil, era muito tímida. E nós ajeitamos o quarto, pintamos e botou óleo, tirou óleo e varreu aqui, botou tapete. Eu sei que quando eu entrei assim na noite que ele chegava, digo, nossa, parece um hotel de cinco estrelas, mas eu nunca tinha estado em um hotel cinco estrelas, só tinha estado assim em pensão familiar daquelas nas rodovias estritamente familiar. já viu que de família não tinha nada. Pois, então eu olhei e achei até que dava para fazer um hotelzinho. Chega o seu Alicídio Tirene e eu fui levar com todo auge, é onde hoje é o nosso anexo.
miliar. já viu que de família não tinha nada. Pois, então eu olhei e achei até que dava para fazer um hotelzinho. Chega o seu Alicídio Tirene e eu fui levar com todo auge, é onde hoje é o nosso anexo. Então mostramos, eu contente. Aí dona Irene olhou, olhou assim e não sei, eu não sei porque que Deus faz assim. Bem ali naquele canto, no quarto, tinham três bichinhos assim pedurados, três morcegos. Ela perguntou assim: "Tidinho, aqui não é o que eu tô pensando?" Ele disse: "Ah, é, ave Maria, tira daqui que eu não aguento nem mais caminhar." Pois ele ficou tão impressionado que esse homem me disse assim: "Vocês têm engenheiro?" Eu digo, "Temos. Nilson é o nosso engenheiro. Nilson e ele constrói. Eu digo, é só ter o dinheiro que ele constrói. Então, desenhem um edifício para eu dar para vocês, no qual vocês devem colocar um quarto com banho, com tudo, para hóspede, porque vai ter muitos amigos para receber. Eu disse, a gente vai nada, imagina. A gente não conseguia R$ 10 donativo. Então ele pediu a Nilson para desenhar. Nilson desenhou a Casa Grande onde nós estamos, tão perfeita que tem 75 anos, nunca teve qualquer melhora. Só agora há dois meses é que a nova presidência está fazendo o exame dos edifícios tem 70 anos sem conserto, bons, perfeitos, sem acidentes, sem nenhum acidente, parece, Divaldo, qual é a maior despesa? Eu digo: "Ah, senhores, é tanta despesa, mas o que nos dá mais despesa é comida. E essa comida era bem racionada, bem equilibrada. Ele disse: "E e o e o que que vocês fazem?" Eu digo, "Olha, nós temos 10 lavadeiras porque eram quase 200 pessoas. E as lavadeiras quando vinham traziam os filhos. Nós tínhamos 115 mais os filhos das lavadeiras. Então entupia. Era menino que a gente batia a mão, pegava um, batia dois. Pois bem, ele disse assim: "Pois eu vou mandar uma lavanderia gratuita, uma lavanderia com tudo, com máquina, com tudo". e mandou construir uma lavanderia que até hoje funciona. E eu coloquei o nome da lavanderia Ariene, Aricides e Irene, eles acharam a beleza.
gratuita, uma lavanderia com tudo, com máquina, com tudo". e mandou construir uma lavanderia que até hoje funciona. E eu coloquei o nome da lavanderia Ariene, Aricides e Irene, eles acharam a beleza. E mandaram azulejado do piso ao teto. Então essa lavanderia já foi várias coisas. Agora eu nem sei o que é. É lavanderia. continuamos. Bom, e ele ficou tão impressionado com Nilson que ele perguntou: "O que é que você gostaria nesse?" O nosso sonho é ter uma máquina impressora para divulgar a doutrina. Eu disse: "Muito bem". E aí ele me contaria, perdia a capacidade de dormir. Ficava deitado pensando como é que ele ia conseguir uma impressora. Aí ele viu no jornal uma impressora, já não me lembro mais a marca, tal. Ele então comprou e mandou a impressora. Nilson nunca tinha visto uma impressora. Ele então aprendeu a montar, desmontar a impressora, a imprimir nossa revista, a imprimir livros e chegamos a imprimir mais de 1 milhão de exemplares de livros e quase 1 milhão de exemplares da revista aqui. E aí passou para uma segunda impressora e quando ia passar pra terceira eu digo: "Não, eu não aguento para aí porque a gente vai ver também uma impressora. Eu não aguento tanta coisa. Mas quero demonstrar como era notável este homem em comum, esse homem de bem. Certo dia, nosso ambulatório estava montado e o Dr. Afaminondas, médico de mesmo, passamos a ter médico de mesmo. E então veio e chegou ao Nilson lá na livraria e disse: "Olha, esse estetoscópio está com defeito. Eu estou precisando de estetoscópio." A gente não tinha dinheiro nem para comer, quanto mais para comprar estetoscópio. Olhou assim, demei. Botou atrás e devolveu. Consertou, ele voltou, tava bem, passou a ser consertador de aparelhos, televisão. Nós ganhamos uma televisão preto e branco, mas imagine alegria quando instalamos a televisão. Mas como não tínhamos onde estar lá e era uma comunidade muito grande, 15 casas, todas elas habitadas e isso e aquilo, ele tinha uma geladeira que nos deram e que não prestava. Ele
alamos a televisão. Mas como não tínhamos onde estar lá e era uma comunidade muito grande, 15 casas, todas elas habitadas e isso e aquilo, ele tinha uma geladeira que nos deram e que não prestava. Ele tirou tudo da geladeira e fez da geladeira a televisão. Botou a televisão dele durante o dia trancava a geladeira e à noite ligava da geladeira. A criançada corria e nós também para poder ver. Então essa televisão ainda está guardada até na geladeira. Isso é para dar uma ideia, eu não me lembro de algo que ele constituísse o desafio e ele não fizesse. Nesse íntegre, ele adoeceu. Adoeceu e nós tínhamos um médico urologista e ele propôs uma cirurgia renal. E então nós ficamos embaraçados, não tínhamos relacionamento, tudo entre nós era muito modesto. Eu então assim, e você vai fazer assim, se o médico quer que faça? Eu digo, pelo menos vamos consultar os espíritas. Eu perguntei, Dr. Bezerra, Dr. Bezerra, tá vendo isto? E o médico sugeriu a cirurgia. Dr. Bezerra me disse: "Respeitamos profundamente o médico, mas ele não tem nenhum problema renal. Se fizer a cirurgia é uma cirurgia inútil, que não tem nada". Eu então falei, falei a ele e falei ao médico. E o médico que operava aqui no São Rafael me disse: "Pois olha, se ele não operar, ele vai morrer. E se ele operar e não der nada, eu rasgo o meu diploma". Eu aí viout Bezerra dizer: "Não, eu apenas disse que ainda não tem nada, mas se quer fazer cirurgia, faça aí. fez a cirurgia não tinha nada, absolutamente nada. O médico deixou até de frequentar que ninguém culpa esses equívocos são normais, mas a coragem depois contrai um câncer. Nós nessa época havíamos recebido instruções de terapia psicossomática. Fizemos vários discos, fizemos seminários de terapia psicossomática e veio um amigo nosso da Argentina, um médico. Eu não tinha coragem de fazer a terapia com Nilson, porque é como o médico cirurgião, fazer a cirurgia da esposa do filho. Normalmente não faz por causa do emocional. E eu queria tentar fazer com Nilson, mas meu desejo que ele ficasse
rapia com Nilson, porque é como o médico cirurgião, fazer a cirurgia da esposa do filho. Normalmente não faz por causa do emocional. E eu queria tentar fazer com Nilson, mas meu desejo que ele ficasse era tão grande que atrapalhava a direção. Então veio um rapaz da Argentina e eu falei, ele tinha me assistido em Buenos Aires, então eu pedi para ele fazer porque ele era neutro, né? Se Nilson morresse ou não, era uma coisa secundária. Durante 6 horas ele fez a experiência. Nilson ficou absolutamente saudável. Foram feitos exames, o pet, não sei o quê, nada continuou. Por fim, ele veio a desencarnar de um câncer na bexiga. Mas para dar uma ideia final, porque é uma vida, não se pode tratar uma vida, como é que eu conheci Nilson? Como é que eu encontrei? Eu ensinava português numa escola de datinografia nos 15 mistérios ali em Santo Antônio, aquela pracinha que tem uma igreja dos 15 mistérios. E então eu ensinava português porque muitos alunos que iam estudar da trografia não falavam bem o idioma, então erravam porque erravam o idioma. Então, a diretora Hermelita teve a ideia que a pessoa pagava o curso e pagava o excesso. Eu dava uma hora de aula sobre a língua portuguesa e também um pouco sobre o inglês, que no tempo eu falava um pouco. Eu sei que uma noite eu cheguei e tinha três marinheiros. Eles não só queriam a aula de natinografia, mas também a aula complementar. Bem, matricularam. Eu cheguei, expliquei a aula, eu era mais jovem deles. E aí ele continuou. Na terceira aula ele chegou muito tenso e eu perguntei, tá sentindo alguma coisa? Está disposto? Não é que papai está morrendo. Eu digo, ai o que é que ele tem? Não, o médico não sabe o que é que ele tem. Eu disse: "Onde você mora?" Ai, o Masa está de baixa, tal. Eu digo: "Olha, eu sou espírita. Se você quiser que eu o visite, eu visitarei depois é que dá aula lá paraas 11 horas, meia-noite. Vamos lá. E disse: "Ah, mas seria uma caridade". Ele disse: "Só que eu não acredito em nada, não acredito em Deus. Não acredito nada. Agora sou católico.
é que dá aula lá paraas 11 horas, meia-noite. Vamos lá. E disse: "Ah, mas seria uma caridade". Ele disse: "Só que eu não acredito em nada, não acredito em Deus. Não acredito nada. Agora sou católico. Eu digo, não, não, não preciso acreditar. A verdade não precisa acreditar. Ela é. Ah, eu não acredito do sol. E daí ele existe. Bom, então fomos, entramos. Quando eu cheguei à porta da casa, eu vi um espírito tão terrível que foi me dizendo: "Não se envolva. É um caso meu com ele, com o velho tio José e vou matá-lo. Ele está tomando medicação errada, ele vai morrer. E não se envolva, senão você vai se ver comigo. Eu digo: "Ó, meu irmão, já estou acostumado com os obcessores, não me assusta de jeito nenhum." Entrei, Dr. Bezerra veio, aplicou o passe e passou um colagogo, remédio para o fígado. Como é que faz? Vai na farmácia agora, compra, porque começa a usar agora. Ele aí foi, comprou o remédio, demos passe, no dia seguinte voltamos, demos passe. No terceiro passe ele levantou e viveu mais 30 anos. A família toda ficou espírita. O velho de José e os filhos todos aderiram. E aí perguntou: "Mas como é isto?" Eu digo, "Devagar eu vou lhe explicando." E aí fui explicando, fui explicando. E ele disse assim: "Mas que coisa? E o espiritismo, qual é a finalidade?" Eu digo, esclarecer a nossa ignorância, mostrar o sentido da vida. Aí fomos explicando, explicando. Eu residia na casa de uma senhora médium que depois de Chico Xavier foi a melhor médium que eu conheci até hoje. Dona Nanã, uma senhora deus, portadora de uma faculdade de vidência impressionante. Ela aprendeu esperando, que naquele tempo estava na moda, através dos espíritos. como a gramática e os espíritas. Era portador, foi ela quem me tirou lá de Feira de Santana e me trouxe para Salvador. Você precisa de alguém para lhe orientar. Em Feira de Santana não tinha. Então eu vim morar com ela uma temporada. Então o Nilson me perguntou: "Di você se importaria se dona Nanã me convidasse para ficar uma temporada lá com ela?" Eu
ientar. Em Feira de Santana não tinha. Então eu vim morar com ela uma temporada. Então o Nilson me perguntou: "Di você se importaria se dona Nanã me convidasse para ficar uma temporada lá com ela?" Eu não me importaria, mas eles já tinham combinado antes, me falaram depois. Não é fazer. Ele foi morar conosco. Eu estava no auge da mediunidade. Mediunidade é um fenômeno orgânico. Todos nós temos expressões mediúnicas, mas nem todos temos uma mediunidade tão expansiva que possa ser aplicada no dia a dia da vida. É como a memória, pessoas uma memória excelente e outras coificulantes. É como a inteligência, porque uma faculdade orgânica. Então eu fui surpreendido. Aí eu estava com os 17 anos, 18 e ele foi. Então eu explicava e como eu tenho amigos do passado espiritual, um deles me disse: "Nós vamos interromper a tua tarefa". Me falou muita coisa. me contou praticamente a história da família Burbon na França no ano de 1507 a 1532. Toda a família Bom, a revolução de noite de São Bartolomeu, Catarina de Mestre de Mé, o cardeal Richer me contou, eu fiquei a par e um outro espírito toda terça-feira me dava uma aula de anatomia, porque eu não entendia nada. escola primária, escola fundamental. Eu sabia o que ensinaram. Eu perguntava, mas por que que o senhor quer que eu aprenda is botar no inconsciente? E foi botando tanta coisa no inconsciente que eu quase fiquei inconsciente até hoje. Pois bem, essa mediunidade veio com toda a força. Já estávamos criando centro e os espíritos diz assim: "Nós vamos matar-te. Eu não tinha paz. Eu hoje fico surpreso de ver pessoas aparecerem com a mediunidade espetacular, receberem Jesus, Maria Santíssima, e receberem tudo, receberem obsessores, como se fosse um brinquedo no parque. E essa brincadeira não é mediunidade, não. uma faculdade orgânica com todos os efeitos de um instrumento que pode ser movimentado pelos inimigos e pelos amigos. E então alguns me maltrataram muito. Quando eu estava nesse auge, ele já estava bem senhor das primeiras informações doutrinárias, das
strumento que pode ser movimentado pelos inimigos e pelos amigos. E então alguns me maltrataram muito. Quando eu estava nesse auge, ele já estava bem senhor das primeiras informações doutrinárias, das sessões mediúnicas, conversar com os chamados mortos. conversou muito com uma noiva que ele teve, que morreu, com seus avós, com sua madrinha, enfim, ele adquiriu certeza absoluta, porque eu não conhecia, nem ele conhecia. E os espíritos vinham em determinadas horas inconvenientes, vinham na hora do culto evangélico. Daí o culto evangélico não deve ter comunicação espiritual, é o estudo de iluminação de consciências, não é uma sensão mediúnica. Pois bem, certo dia eu vi esse espírito que eu chamava o máscara de ferro. Ele era terrível. Posso dizer a vocês que eu entendo bem de obsessão, porque eu fui profundamente obsidiado. Eu ouvia e ouço. Entantes me diziam coisas incríveis. O meu chefe na repartição me mandou psiquiatra. Eu fui ao psiquiatra. É também muito engraçada a minha psiquiatra. E então eu combinei com uma colega, quando eu estivesse trabalhando, que chegasse, alguém me chamasse, eu perguntava a ela: "É porque ela não era médio, não era vidente". Então ela olhava, não via nada. Aí eu não ia, mas um dia a minha colega não foi trabalhar e quando me chamaram eu olhei assim e aí eu perguntei: "Meu Deus, será que é gente ou não é?" Aí a voz dela disse assim: "Por favor, eu digo: "Ah, é gente". Aí fui, não era, era o espírito de meu chefe foi atrás de mim. É uma coisa impressionante. Por fim, o chefe virou espírita também, o psiquiatra virou espírita, Dr. Sóstes Tavares. Bem, nesse inter nós estamos aqui já com a nossa casa e a obsessão ali, a perturbação, a dificuldade. Chegou o momento que tinha que fazer um concurso pelo DASP, era o departamento de cultura do Rio de Janeiro que fazia as provas de repartições públicas. E então fui trabalhar numa autarquia. E eu então na minha ingenuidade disse a Joana: "Minha irmã, a prova vai ser amanhã. Então quero te pedir que a
aneiro que fazia as provas de repartições públicas. E então fui trabalhar numa autarquia. E eu então na minha ingenuidade disse a Joana: "Minha irmã, a prova vai ser amanhã. Então quero te pedir que a senhora me ajude porque é uma prova difícil. havia 16 vagas e 400 inscritos. Ela então me diz assim: "Pois não, meu filho, por quê? Ah, porque eu preciso trabalhar. Eu tenho 18 anos, eu tenho que trabalhar." Ela diz: "Não se acha justo, porque você é médium. Eu dito a prova para você e os outros que não tem mediunidade, porque eu não entendia. Eu achava que espiritismo também era para dar uma ajeitadazinha na vida, dar uma melhoradazinha, amor de saudade. E então ela com toda austeridade. Você acha justo, meu filho? Agora eu irei orar a Deus para que você esteja em paz. Não deixarei que os seus inimigos entrem para lhe perturbar, porque eles estão fazendo a campanha de lhe tomarem nesse dia e você aí não vai poder fazer nada. E assim foi. Ela foi, não me disse uma palavra. Eu era mais ou menos bom em língua portuguesa. E o primeiro item era conjugar o imperativo do verbo moscar-se. Eu não sabia que mosca era verbo. Olha, esse não respondi, por isso tirei a segunda nota. Respondi tudo e o demônio do mosca foi lá. Quando eu fui consultar, havia mesmo tal do verbo que eu não vou dizer o que é. Que quer dizer que pegue seu dado. Pois bem, então os meus inimigos ficaram numa revolta terrível. E nessa noite eles estavam ao meu lado, onde eu ia, eu vi aquela força e eu me disse assim: "Hoje eu vou te matar". Nilson já estava morando na casa de dona Nanã e era um vigilante. Porque eu falei que a mediunidade é uma faculdade delicada que deve ser tratada com carinho, com respeito. Nem tudo que os espíritos dizem é verdade. Eles também mentem. Eles modificam-se, mistificam. Dizem que é fulano, que é belano e não é. Porque a desencarnação é a mudança para um outro lugar. É a pessoa com seu caráter. A morte não modifica ninguém. Cada um desperta conforme deita. E então eu me fui
que é fulano, que é belano e não é. Porque a desencarnação é a mudança para um outro lugar. É a pessoa com seu caráter. A morte não modifica ninguém. Cada um desperta conforme deita. E então eu me fui deitar. Ele deitava ao lado da janela. Eu como souâbulo, eu trancava a porta e tranco até hoje a porta porque às vezes levantava outro lugar. Em Curitiba eu acordei num parque. A primeira vez fui a Curitiba. Vocês imaginem Curitiba de pé descalço, de pijama, num parque, sem saber onde é que ele estava hospedado. Foi também um testemunho. Imaginem. Bom, então de repente eu vi a cama incendiar-se asedas creptarem e aí vi a colcha queimando. Eu tirei, joguei lá no chão e veio aquela confusão, gritos, incêndio. A casa está incendiando. Então, recuei na cama, corri, abri a janela, pulei, pisando na cama, pulei, caí na rua, Roberto correa e aí fui correndo, mas ao invés de eu correr para a cidade, eu corri para o mar. E eu tenho horror ao mar, não sei nadar nem numa bacia eu me afogo numa bacia. Até hoje o máximo que eu consegui foi a água até o joelho. E quando vai me afogando no joelho é horrível. Bom, e aí eu saí e entrei pelo mar 2 da madrugada e fui entrando, entrando até que uma onda bateu no meu rosto. Eu acordei, estava dentro do mar ali na calçada. Disse: "Meu Deus". Aí eu parei porque a água já me batia no peito. Eu e agora o que que eu faço? E ele me apareceu de fronte gargalhando e dizendo: "Quero ver agora. Vamos agora para que lado? Você vai para cá ou para lá?" Eu digo: "Pai nosso que estás no céus bem tranquilo". E via iluminada. Eu digo, a cidade tá para cá, portanto é o mar. Para cá é a saída. Mas eu não sabia, não enxergava. Neste momento, alguém se atirou as águas e veio me buscar e me trouxe puxando pelas mãos. Era Newton. E assim, mais de uma vez, ele me salvou a vida das perturbações que desejavam destruir-me. Porque eu poderia orientar muita gente, salvar. E como eles preferem que a gente seja negativo para entrar neste ambiente depravado vulgar, nesta hora dantesca de
rturbações que desejavam destruir-me. Porque eu poderia orientar muita gente, salvar. E como eles preferem que a gente seja negativo para entrar neste ambiente depravado vulgar, nesta hora dantesca de corrupção, neste momento de transição planetária, como previu Kardec e está acontecendo, o mundo, quem viveu antes da pandemia sabe que ali terminou um ciclo. Este é um outro ciclo. De forma nenhuma vivemos a continuação. A cultura é outra, os hábitos são outros, as esperanças, a mentalidade. Estamos numa nova era, quando a Terra também evoluirá, como evoluem as criaturas humanas. Pois ele me levou. Nunca ele demonstrou que tinha feito isso. E toda vez que se manifestavam esses obsessores terríveis, porque a gente fala obsessor, mas imaginem esses sicários, aqueles obsessores medievais que até hoje azucrinam, aqueles que os infelicitaram. Então este é Deus. simples, nunca aceitou glórias. Ele foi homenageado pelo governo da Bahia na época de João Durval, o filho como prefeito, como governador. Então, aprendi com ele lições de humildade, de simplicidade, de renúncia, porque ele soube renunciar. a todos possíveis feliz. Não é uma coisa deprimente, aquele piato, não. Agríssimo. Muita gente gosta mais do temperamento dele do que do meu. Que eu sou um pouco estranho, um pouco desequilibrado. Ele não era equilibradinho, não tinha mediunidade, era tudo certinho. E quando ele diz assim, ai nen gostaria tanto desse temperamento, um temperamento também muito forte. Toda pessoa humilde tem um temperamento forte, porque precisa ser muito forte para ser humilde. Precisa ter muita fibra para não fazer o que todo mundo faz e abraçar o seu ideal como sendo a sua felicidade. E ele desencarnou. Eu não estava em Salvador porque nós havíamos combinado a o que houver. a doutrina. Em primeiro lugar, ele estava com o câncer, foi internado, um excelente médico, acompanhou, visitava-o, nós fizemos plantão, ele morreu no Hospital Santa Isabel e eu tinha uma viagem para São Carlos e outras cidades de São
estava com o câncer, foi internado, um excelente médico, acompanhou, visitava-o, nós fizemos plantão, ele morreu no Hospital Santa Isabel e eu tinha uma viagem para São Carlos e outras cidades de São Paulo, não podia cancelar naquela semana. Então, no domingo, eu viajei e comecei a visitar as diferentes cidades. Na quinta-feira eu estava na cidade de São Carlos proferindo a palestra quando Joana veio e me disse: "Nilson está desencarnando, vocês não fazem ideia do choque e de saber uma coisa dessa, está tão longe, não podia fazer nada, proferia a palestra. tinha que viajar daí para uma cidade de São Paulo também. Então, quando eu terminei a palestra, corri ao telefone, liguei, Jesus ainda estava lá, me disse: "Acabou de morrer". Então, quem já viu uma alma querida morrer sabe o tipo de dor. Mas eu não podia dizer nada porque Miguel de Jesus estava comigo e ele é muito frágil. Eu não podia dizer porque ele diz: "Tá, então você vai para o enterro". Eu não vim para o enterro, foi feito o enterro. estava na mão da família, nossa família partiu. Eu viajei, não disse também nada aos meus anfitriões. Calei até segunda-feira, quando vim e pedi a meu filho para me levar para ver o lugar em que ele havia sido sepultado. Então vi, olhei um amigo quis fazer um mauléu para ele, eu não deixei. Não precisa essa esses mausuléus, não. A herança melhor para ele é a dignidade, o exemplo. E então esse é o amigo que educou 676 crianças que passaram pelas nossas mãos. aqui me ouvindo tem vários dos nossos filhos hoje, adultos já avós, eu sou bisavô de muitos que estão aqui também nos ouvindo. E assim ele partiu um mês depois estávamos na reunião quando ele me apareceu. E então ele disse: "Di tudo quanto você me disse é verdade. estou vivo. E pedi a nossa mentora para vir dar uma mensagem aos meus irmãos. Essa mensagem que os senhores receberam na entrada, ele deu numa incorporação por nosso intermédio. E antes de morrer, ele era um extraordinário doutrinador. Eu pedi para ele escrever uma terapia
ãos. Essa mensagem que os senhores receberam na entrada, ele deu numa incorporação por nosso intermédio. E antes de morrer, ele era um extraordinário doutrinador. Eu pedi para ele escrever uma terapia para os espíritos sofredoros e ele escreveu este livrinho que nós lançamos no segundo congresso mundial em Lisboa com a presença dele. Então, o nosso setor de eventos com a nossa livraria compôs esse pequeno livro. E não estranhem que ele ficou um pouquinho caro, porque tem muita foto colorida, o número de páginas é reduzido, as fotos são coloridas. Então, em relação aos outros livros, tivemos que colocar o preço que ele foi editado para podermos fazer outros. Então, não estranhem. Eh, são R$ 32. Se alguém interessar, terminada reunião poderão adquirir e nós autografaremos hoje, amanhã, depois ou nunca, mas tá ordens de quem desejar. Então eu gostaria de dizer, Nilson, ele está aqui conosco, ele e vários espíritos. Alguns das nossas famílias também, porque eles aproveitam esse clima psíquico para nos ajudar. Você que me conhece, que lutou tanto, que trabalhou o metal da sua alma para aceitar Jesus, que sofreu silenciosamente com alegria. a Jesus para compadecer-se de nós pelos seus títulos de enobrecimento. aos anjos da saúde que neste momento vertam sobre nós os fluidos de paz, de renovação e de coragem. Estimule aqueles a quem você amou e ama para que não desfaleçam na luta. E se for possível, traga-nos a mensagem de bom ânimo nessa hora difícil da humanidade. Deus, conceda-lhe continuar atendendo os sofredores do mais além. E em nossa memória dos filhos da carne alheia que nós adotamos como da nossa carne, construa o templo da paz, da felicidade. Senhor Jesus, abençoa-nos. Abençoa os nossos irmãos que nos visitam. de ambos os planos da vida. E em teu nome, em nome de Deus, da mãe santíssima e dos espíritos bons, encerramos a nossa reunião da noite. Muita paz para todos. الله
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