Divaldo Franco - Momentos Evangélicos - 03/10/2020

Mansão do Caminho 03/10/2020 (há 5 anos) 57:17 111,095 visualizações 7,177 curtidas

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Transcrição

Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, amigas e amigos que nos acompanham através dos vários veículos virtuais que tornaram este mundo um espaço de carinho e de esperança. Hoje, 3 de outubro, estamos celebrando dois acontecimentos internacionais dos mais relevantes. Antes, porém, eu gostaria de trazer a gratidão da nossa casa, dos nossos diretores, em primeiro lugar, dos nossos cooperadores e dos filhos do calvário, que têm sido mantidos pelo carinho de centenas de corações afetuosos. Aproveitamos-nos da data do nascimento de Allan Kardec para ofertar aos nossos benfeitores o sentimento profundo de gratidão, de reconhecimento, pois que sem essa ajuda, sem essa bondade, sercia impossível manter o padrão de atendimento cristão de nossa casa. No nível que sempre mantivemos. Esses passados de meses sido de muitos desafios. Todos o sabemos e nos preocupávamos como toda pessoa de responsabilidade, nada obstante, a misericórdia divina em percebendo os nossos sentimentos, o trabalho de abnegação, porque todos os voluntários há que damos o que de melhor temos para oferecer. tem no sido possível atender todos os departamentos, desde os filhos do calvário, os idosos, os portadores de doenças infectontagiosas, aqueles que estão ao desamparo aparente, mas não do Cristo Jesus, prosseguem recebendo o melhor carinho que as suas mãos generosas chegam até nós, até através de donativos e nós elegemos oferecer hoje ao codificador uma orquídea muito especial e o fazemos na pessoa de todos os nossos amigos. Esta linda orquídea é o nosso presente de gratidão a você, meu amigo, a você, minha irmã, a vocês, almas queridas, por demonstrarem que o ser humano é bom, está apenas mal direcionada. E ao mesmo tempo lembrando-nos do Santo de Assis, cuja desencarnação hoje também celebramos. E quero fazer um parênteses. Em nosso último encontro na quinta-feira, eu me equivoquei na data da sua desencarnação, que é hoje. Eu disse mais de uma vez que se tratava do nascimento, porque ele estava fascinado

r um parênteses. Em nosso último encontro na quinta-feira, eu me equivoquei na data da sua desencarnação, que é hoje. Eu disse mais de uma vez que se tratava do nascimento, porque ele estava fascinado pela luz meridiana do nascimento de Allan Kardec. Então, rogo escusas. E então em homenagem à sua data de desencarnação, as outras orquídeas que também lhes oferecemos como gratidão do nosso coração afável. Na noite de 31 de dezembro para 1o de janeiro do século XIX, houve no mundo espiritual uma das grandiosas reuniões definidoras do destino da humanidade. O espírito irmão X, Humberto de Campos, através da mediunidade apostolar do venerando Francisco Cândido Xavier e tem como título Allan Kardec e Napoleão. Essa mensagem que é fascinante e foi publicada especificamente pela revista Reformador e mais tarde numa das coletâneas do espírito irmão X, apresentada também pela FEB, ele conta de que nesse amanhecer do século XIX, o mundo espiritual tem uma reunião especial para poderem dar início à era nova. Nessa era nova, que seria na Europa, a era Napoleónica, a era do Cristo que voltava, também era de superior significado. E esta reunião foi uma preparação para apresentar o espírito Allan Kardec, que se ia reencarnar daí há poucos anos. E o espírito da Bonaparte, que já estava na glória da França, preparando-se para receber a coroa de imperador do dia 2 de dezembro de 1804. Notem a curiosidade. 1804, Kardec renascerá na Terra a 3 de outubro do ano de 1804, com uma pequena diferença de meses. Nessa reunião com uma das partes memoráveis da literatura mediúnica universal, o mundo espiritual superior reúne todos personagens relevantes do período pré-cristão, do pós-cristão, para que os dois gigantes, o homem que uma vez envergou a túnica de conquistador de todo o mundo conhecido, No précéristianismo, jovem ainda, ele desencarna aos 32 anos depois de haver conquistado a Índia numa herança fantástica deixada pelo seu pai. Ele conseguiu atravessar ospo. Então, este homem que se reencarna com

ianismo, jovem ainda, ele desencarna aos 32 anos depois de haver conquistado a Índia numa herança fantástica deixada pelo seu pai. Ele conseguiu atravessar ospo. Então, este homem que se reencarna com uma missão grandiosa, espalhar a língua grega por todo o mundo conhecido que se comunicava através dos dialetos tribais. E ele vem na indumentária cardal, deslumbra o mundo como hábil conquistador e volta para a pátria, preparando o advento do cristianismo. E note soberana do apóstolo Paulo, que reencarnando na cidade de Tarso, cidade grega, falará o grego e escreverá de uma família hebreia. Naturalmente falará e escreverá o indich. E como T Grécia estavam sob o comando de Roma latino espalhado pelo mundo, como o personagem Júlio César do primeiro Teverato, a língua latina que então empolgava o mundo sob as legiões romanas. vem aproximadamente 19 séculos depois da envergadura de César para tomar o corpo do grande conquistador Bonaparte. Gilberto de Campos diz que Allan Kardec está muito lúcido. Sim, está desencarnado. Napoleão é retirado do corpo físico e tem um pouco de aturdimento da matéria que é sobre ele governa através do perespírito, dificultando a comunicação espiritual. e os grandes líderes da humanidade, aqueles famosos guerreiros, mas também filósofos, desde os préoccráticos, Anaximenes, Anaxandre, Sócrates, Platão, Aristóteles e os modernos que culminam no pensamento ético do período da Magda Grécia, mas também cita os grandes filósofos do período pré-cristão, do período cristão, os mártires, mas também a igreja dos pais, aquela igreja que tem Santo Agostinho, Próclos, na condição da patrística. 10 homens que abalaram o mundo nos primórdios do cristianismo na África do Norte. e entra pela noite medieval, a grande noite medieval, e vai trazendo desde os primeiros conquistadores nas artes, nas letras, na filosofia que se adentram pelo pensamento das conquistas. É o período dos grandes caminhos para a Índia, a escola de Sagres em Portugal, a viagem audaciosa

ros conquistadores nas artes, nas letras, na filosofia que se adentram pelo pensamento das conquistas. É o período dos grandes caminhos para a Índia, a escola de Sagres em Portugal, a viagem audaciosa de Cristóão Colombo, graças aos reis católicos de Espanha. Mais tarde, Pedro Alves Cabral de Santarém, cujo corpo repousa em a nave da grande catedral. E nós vemos as conquistas portuguesas ampliando os horizontes da Terra, o nascer do mundo América, este continente que praticamente são muitos continentes e no entanto aquelas entidades formosas, os pensadores que fazem a obra do renascimento, a arte na sua maior grandeza e todos eles perpassam em caravanas que se multiplicam. para formar no anfiteatro a multidão que terá ensejo de conhecer Allan Kardec e Napoleão em um debate a respeito da humanidade. Jesus dita uma mensagem para o mundo através desses dois apóstolos. O apóstolo da ferra assassinada, Allan Kardec, o apóstolo das lutas bélicas, Napoleão Bonaparte. E o mundo, ao despertar do século XIX, já tem no seu solo Napoleão, que está nas aventuras e Kardec para empunhar a bandeira da solidariedade humana, do trabalho, da fraternidade, da perseverança e demonstrar que a nossa Tábua de salvação está na madeira bonita, incrustada de gemas preciosas, que é fora da caridade, não há salvação. dois períodos, enquanto em 1815 Napoleon Marcha para o exílio Allan Kardec e Iverdom, a cidade em que Pestalz está criando a nova pedagogia, a escola nova e onde ele é convidado para levar esse ideal pedagógico ao mundo francófono, o jovem Hipolite Lion Denis Rivaio. que é o nome de Allan Kardec, foi para levado pela sua mãezinha para estudar com insigne mestre e de uma forma tal que ele foi convidado pelo próprio professor para substituí-lo nos períodos em que ele estivesse fora de Verdum. É fascinante notar que aquele rapazito de 12 até 15, 16 anos substitui o mestre em uma das suas cátedras. Mas este mestre é Henrique Pestalosei, o grande alemão, o pedagogo que abre as portas da educação para a sabedoria,

e aquele rapazito de 12 até 15, 16 anos substitui o mestre em uma das suas cátedras. Mas este mestre é Henrique Pestalosei, o grande alemão, o pedagogo que abre as portas da educação para a sabedoria, que quebra as amarras da instrução para poder apresentar este sentido de educação integral dos valores éticos, da cultura, mas também e principalmente do sentimento de beleza. de retáter, de fé religiosa, iluminar o mundo com seu exemplo de pai da educação moderna. Logo então o jovem Denis Rivaio recebe o seu título de mestre e vai muito jovem residem Paris. Ali ele abre numa das melhores avenidas de Paris o seu colégio. Avenida de Sevre número cinco. Não existe mais o prédio. Eu tive alegria imensa com a Dra. Teresinha ré da cidade de Genevra, de fotografarmos o edifício e a porta por onde passavam o eminente codificador e a sua inolvidável esposa, a suave Gabriele Gabi, a doce Gabi, a poetiza, a sonhadora, seu braço direito como secretária. E Allan Kardec então se torna eminente, como professor Rivaio, trabalha para as obras básicas da educação da Sorbone, traz a educação de adultos de pestalose para Paris. Paris atravessa um momento muito difícil na hora da cultura e o prefeito de Paris convida professor Rivilo para poder apresentar o método pestalosiano, que é o de mais facilidade na cultura de então. E mais tarde, a partir da última terça-feira de maio de 1855, em um dos velos salões de Madame Pleneson, com a sociedade mais requintada da França, de professor Rivaio, está acompanhado de um querido amigo para ver algo curioso. Tornante, as mesas que se agitam, um fenômeno curioso de mesas de tempo arredondado, uma central, três patas e que se colocando as mãos sobre o tampo nele tocar, as mesas agitam-se, as mesas movimentam-se, as mesas dão respostas intelectuais, como se pensasse. E o professor Riva, homem sério, grande pensador, que havia estudado o magnetismo com os primeiros pioneiros da França, que se havia dobrado sobre os fenômenos das grandes sensitivas,

omo se pensasse. E o professor Riva, homem sério, grande pensador, que havia estudado o magnetismo com os primeiros pioneiros da França, que se havia dobrado sobre os fenômenos das grandes sensitivas, que a ele próprio, o Malerelas, fez uma revelação fantástica. Ele passou um período de quase cegueira total e sendo educador, a sua arma, o seu instrumento, os olhos estavam impedidos de ver. Os mestres de la São Peterra, a universidade fundada por Luís X, anunciaram que ele é irreversível. E estando ele diante de uma sensitiva que estava num trân profundo, recebeu a notícia de que recuperaria sua visão, porque Deus tinha muito boa aplicação para ela. E um dia pela manhã, quando ele desperta, a claridade visual está brilhando até o momento da sua morte, anos mais tarde, bem mais tarde. Então ele observa esses fenômenos, deslumbra-se com eles. São fascinantes. Eles têm vida. Tudo se move no universo, mas eles se movem sob um controle intelectual. Eles pensam. Aqueles movimentos vêm de um mundo transcendente, de inteligências que não morreram quando houve a consumpção do corpo físico. E eles próprios diziam: "Nós somos as almas daqueles que vivemos na Terra". A morte nada mais é do que uma ilusão dos sentidos. Morrer é atravessar a barreira da matéria para a vida abundante de onde viemos. e para onde retornamos. E quando em uma reunião muito íntima, em junho de 66, ele está com a médium de 15 anos, esta entra no trance profundo e diz: "Denisar, o machado está junto à velha árvore que deve ser decepada. Alguém tem que fazer isso e és tu, Denizar, o vaso escolhido para esse mistério, o eleito. E ele, diante da missão enorme de apresentar essas lições de mortalidade a uma humanidade que está num crepúsculo cultural, no momento de alvorada científica, que duvida de tudo e de todos, diz: "E se eu falhar?" Não te preocupes, porque Deus e suas leis não dependem apenas de um homem. Se tu falhares, outro te substituirá. E então vai aparecer aí o gigante, o gigante periodista, o notável filósofo,

u falhar?" Não te preocupes, porque Deus e suas leis não dependem apenas de um homem. Se tu falhares, outro te substituirá. E então vai aparecer aí o gigante, o gigante periodista, o notável filósofo, o cientista da pesquisa para que no dia 18 de abril de 1857, ali em Palé Royale, um dos mais edifícios do império de fronte do Luvr, que era a antiga residência principesca da corte francesa ser apresentado na galeria Dorlians, na livraria Danti, que foi um grande amigo dele na carne, aparecer o livro que é o Nascer de uma era nova, Livre Desprit. Este livro dos espíritos é jovial, tem pouco mais de 504 perguntas e ele cai a luz bendita do consolador na terra. É o sábado, 10 horas da manhã. Ele está empolgado, tem na mão uma das obras que a viúva do seu querido amigo Dante lhe entrega com mais soberano orgulho. E ele não pode ocultar as lágrimas, os diálogos que ele manteve com o amigo Danti, apresentar uma obra desta numa França que era totalmente católica, que desde o ano de 1802, através de uma concordata com o Vaticano, havia firmado o propósito de ter religião do Estado, a religião católica. O livro passar pelo imprimator, pela permissão da igreja e o abade de Leanu aprová-lo. Este livro tem o indispensável para levar qualquer alma ao reino dos céus. Imprima-se. Ele foi impresso e deslumbrou o mundo. E ele agora dominado pelas altíssimas responsabilidades, faz-se glob trot, começa a viajar. a Leão, a Bruxelas, a Nice, a outras cidades de todo o pé de língua francesa. E ao mundo através de uma correspondência, ele que falava o italiano, o alemão, o francês, sua língua natal, o inglês e que ao desencarnar falava também o espanhol e estava aprendendo a língua portuguesa. Este homem traz o sol da verdade para iluminar o mundo. E podemos dizer que o nascimento do Espiritismo naquele novidável 18 de abril marca a era nova da imortalidade da alma sob uma óptica nova. Quando ele vai escrever o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele coloca uma frase que nós espíritas não podemos ouvidar.

vidável 18 de abril marca a era nova da imortalidade da alma sob uma óptica nova. Quando ele vai escrever o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele coloca uma frase que nós espíritas não podemos ouvidar. fé verdadeira ou legítima, conforme o tradutor, somente o é aquela que pode enfrentar a razão face a face durante todas as épocas da humanidade. Ali estava, portanto, a diagnose da fé verdadeira, a fé racional, a fé montada nos fatos capazes de resistirem a qualquer crítica em qualquer época da humanidade. Se nós nos recordarmos da física linear, daqueles dias em que a matéria predominava inclusive a filosofia materialista, o nilismo, o nadaísmo, através do socialismo. Vamos ficar fascinado com essa doutrina de Newton, o homem da lei da gravitação universal, que defendia esses fundamentos básicos para definir o que é matéria, a altura, a largura, a estrutura, o peso. E os espíritos então falam que o espiritismo caminhará ao lado da ciência e aceitará tudo que a ciência comprova, mas não ficará detido na ciência, porque a ciência estuda os efeitos enquanto o espiritismo remonta as causas. E nós vimos a física newtoniana ser transformada em física das probabilidades. Vimos a astronomia virar, essa doutrina extraordinária que nos apresenta desde as micro as macro expressões de partículas ou de condensações da matéria e vemos os físicos nucleares nos falarem deste universo que Jesus se havia referido conforme João na casa de meu pai. Há muitas moradas. Credes em mim? Credes em Deus? Também crede em mim. Eu sou o caminho, a verdade, a vida. E ninguém vai ao Pai senão através de mim. E Allan Kardec vem nos demonstrar que esses ninhos de luzes, essas galáxias, esses mundos que rutilam, não são lâmpadas mágicas. colocadas no sembrio para diminuir a treva da noite. São mundos, são mais do que mundos, são conglomerados de galáxias, mais de um cesthão de galáxias já detectadas. E chegamos a uma cifra quase infinita para demonstrar que não existe vazio universal. E aí está a vida pulsante

que mundos, são conglomerados de galáxias, mais de um cesthão de galáxias já detectadas. E chegamos a uma cifra quase infinita para demonstrar que não existe vazio universal. E aí está a vida pulsante anunciada na doutrina espírita com passo mais audacioso. A vida nessas galáxias, porque o ser que pensa é imortal e esse ser vai desenhar um périplo de eternidade através de mundos qual está ocorrendo hoje, um mundo de provas e de belezas. Por porque nada mais belo do que um amanhecer, um cair da tarde e o céu pulverizado de ouro com ametistas e brilhantes e arcoíris. Ou então a madrugada cheia de pingente de luzes e as bênçãos de um astro 150 milhões de vezes maior do que a nossa querida terra. ou escutar um regato que canta entre pedras miúdas que ele as vai arredondando. Ou uma pequenina flor que desabrocha ao beijo da claridade do dia, ou sorriso de uma criança ou a ternura de um animal. Agora, graças às observações da filosofia na zoologia, nós vemos a ternura dos símios. Nós vemos os animais de diferentes espécies atendendo uns aos outros. Vacas alimentando símios. Símios alimentando coelhos, gatos, cães. Inimigos fagais brincando. Férias, feras terríveis amamentadas por animais domésticos. E o mundo mudando para mostrar que toda expressão de vida, desde as abelhas às quais devemos a nossa existência, se as abelhas desaparecerem, nós também desapareceremos, porque não teremos quem leve o que leve o pól para a nutrição, a multiplicação da vida. Que planeta lindo que nossas mãos estão tentando matar, que a nossa ambição onzenária está desejando destruir, mas que a sua própria força irrompe da química inorgânica do subsolo e repovoam os desertos, os mares que mudam de lugar, deixando toda a história da evolução. zoológica nas suas areias ardentes ou as imensas florestas tropicais que são consumidas pela mudança do eixo da Terra. Hoje nos estudos geocêntricos, estamos mais ou menos com 18 para 19º de inclinação, caminhando, segundo a tradição, para a grande verticalização

icais que são consumidas pela mudança do eixo da Terra. Hoje nos estudos geocêntricos, estamos mais ou menos com 18 para 19º de inclinação, caminhando, segundo a tradição, para a grande verticalização do eixo da Terra. e consequentemente um clima de paz que nós teremos logo mais no mundo de regeneração do qual nos estamos aproximando. O Espiritismo é a luz da era nova que se acerca de nós nesta grande noite para que possamos conjugar o verbo amar e cantar como Francesco Bernardone, o hino da fraternidade universal. Faremos uma breve pausa e logo voltaremos. Já vai longe. É o dia 5 de julho de 1184. Na rua que é uma ladeira de pedras irregulares. O casario é vetusto em pedra. Uma família distinta, vendedora de tecidos raros e caros, está em grande expectativa. A senora Picá está com a gravidez avançada, desde a véspera que uma parteira e sua auxiliar intentam que haja a delivança, o estado avançado da gestação. E a criança que não toma a posição ideal preocupa grandemente. na sua parteira como médico, como os vizinhos. A casa é um formiguido de movimentação. A séra Bernardoni está com muitas dores e de repente diz uma tradição. Adenta-se pela casa de portas abertas um estranho personagem. aproxima-se do leito em que a senhora se contorce em dores e diz: "A criança nascerá, mas não aqui neste quarto. Levem a senhora para o estábulo. A criança nascerá lá junto dos animais. É algo muito desagradável. A senhora é uma dama muito rica. Seu marido é um grande importador, exportador de tecidos. Neste momento mesmo, ele está no sul da França negociando as peças raras de verudo e os tecidos mais delicados. Ele está expectante porque deseja que seu filho seja do sexo masculino. O herdeiro dos Bernardones certamente será um cavaleiro, a mais notável profissão da época. E todos se espantam. O homem desaparece, as dores aumentam, mas a dilatação da bacia não é suficiente. E algumas senhoras amigas ao lado diz: "Levemo-la, levemo-la ao estábulo, se é por isso, carregam na aflição é desesperadora.

desaparece, as dores aumentam, mas a dilatação da bacia não é suficiente. E algumas senhoras amigas ao lado diz: "Levemo-la, levemo-la ao estábulo, se é por isso, carregam na aflição é desesperadora. Levam tecidos alvos arrancados do baú, colocam na próxima do local em que os animais se alimentam. E ali em um instante vem o impulso e nasce a criança. A criança não é de grande porte, mas é uma criança encantadora, chora, tem vida e ela de imediato, ela é de origem francesa, seus ancestrais. Ela se lembra em francês do seu lindo menino. Ela havia pedido ao marido para botar o nome dele, o nome francês. Mas o marido era italiano e era claro. Ela preferia Jean, ele preferia Francesco. Então foi feito um conúbio mental muito bom. Quando ele chegou e viu o filho varão, a alegria imensa de ter Francesco dentro de sua casa, não impediu que também fosse chamado Jean Francesco. Francesco Jean, de uma forma ou de outra. O menino cresce como as flores do campo, cresce naturalmente. É um pouquinho mirrado, mas é jovial, é encantador, atinge a puberdade e se torna uma figura principal da roda de seus amigos. O seu pai é um homem generoso, é um homem rico e coloca nas suas mãos o que é de melhor do momento. Não somente lhe dá trajes especiais, renova seu guarda-roupa continuamente, como também gosta das festas que o filho fiz em casa com seus colegas. E o menino cresce, começa agora o século XI. É a alta idade média. a ignorância medieval, as superstições, as guerras, as guerras entre províncias, as guerras na Itália, que ainda não é um país inteiro, ela está cheia de locais que se atribuem o direito de privilégio. Para complicar, existem os estados papais, os estados italianos e a guerra contínua. entre o papado, que deveria cuidar do reino dos céus e o governo que deveria cuidar das leis civis e instala uma guerra. É uma cidade contra outra. E o menino Fratisco, o rapagode, que sonhava uma posição de destaque, ele teve um sonho fascinante. Ele sonhou que estava numa sala e via as

leis civis e instala uma guerra. É uma cidade contra outra. E o menino Fratisco, o rapagode, que sonhava uma posição de destaque, ele teve um sonho fascinante. Ele sonhou que estava numa sala e via as armaduras muito bem trabalhadas, via peças de guerra, as armas. E então ele se via ali naquele lugar deslumbrante e sonhou ser um grande cavaleiro, mas era mais poeta que cavaleiro. A guerra estourada e ele vai logo preso numa das primeiras batalhas. Vai levado para a cidade inimiga, onde fica encarcerado por quase um ano. Vem a paz. Ele é libertado. Uma melancolia imensa toma de conta. Ele vai para o quarto, não sai da tristeza. Quase um ano. Ele já houvera dito aos amigos que se afastar das alegrias mundanas. Já lhe não apeteciam os prazeres, a sexualidade, as canções, os instrumentos de corda e de sopro. As noites maravilhosas de conserto ao luar embaixo da sacada das janelas. Ele ia se casar com a senhora pobreza e os colegas levados na zumbaria o bullying. Mas agora ele estava realmente enfermo. E a mãe que eu adorava quase que por acaso abre a janela. O quarto está citas escuras e entra o sol da umbria, aquele sol rico apresentando um céu azul turquesa, balsamizado pelo perfume das azaleias, mas também pelo perfume da flor do campo. E ele parece despertado letar sob aqueles odores de jasmim. Ele levanta-se com dificuldade, vai até a janela e dali ele contempla a paisagem iridescente do campo verde dos pequenos e altos montes. Ele vê o vento pentear a cabeleira verde das matas de flores arrocheadas, derramando o suave perfume. E ele vai atraído pelo canto das aves. com dificuldade, ele sai do quarto, atravessa a velha casa de pedras, desce a ladeira, vai para a esquerda, atravessa uma pequena ponte e adentra-se no sentido oposto de Santa Maria dos Anjos e vai agora viver a natureza. Francesco desperta para Deus e Deus está na natureza. A natureza é o seu autógrafo, as flores são a sua letra. E então Francesco vai orar. É uma igreja em decadência. Ela está ali um pouco distante

a. Francesco desperta para Deus e Deus está na natureza. A natureza é o seu autógrafo, as flores são a sua letra. E então Francesco vai orar. É uma igreja em decadência. Ela está ali um pouco distante entre pedras e destroços. E tem um Cristo especial na parede, bem mais medieval. De repente lhe ouve, Francesco, levanta a minha igreja que está caindo. Francesco olha para um lado, olha para outro. Não há dúvida. Aquela voz foi transcendental. Ele estava desesperado porque não havia conseguido ser cavaleiro, mas ele teve um outro sonho em que a mesma voz o leva à sala e lhe diz: "Tu gostarias de servo ou amigo do Senhor?" Amigo do Senhor. Então deixa tudo e vem ser cavaleiro da minha igreja. Ele vai para as ruas, está transformado, começa a fazer que a fonte inesgotável da sua alma, rica de beleza, doe. Ele é tão rico. Moedas, tantos miseráveis, mas a lepra. as carnes putefatas como rosas múchas com infecção. Até um dia em que ele vai andando pela estrada e ouve a matraca anunciando o ranceniano e quer fugir. Mas o leproso vem, bate o instrumento Rud e grita: "Lebra!" E ele olha, é o homem de lábios grosseiros e deformados. Os olhos estão pouco fora das órbitas, as narinas carcomidas, os igomas da face e duas feridas. E ele não tem outra alternativa. Uma ternura infinita o invade e ele abraça o homem e beija-lhe nos lábios em ferida aberta. E naquele amplexo, ele sente um perfume suave. E quando abre os olhos, um rosto de primavera diz docemente: "Franco, sou eu, era Jesus. A partir desse dia, a loucura, porque o bem ainda é uma loucura. toma conta dele e ele passa a distribuir, além do que deve os bens do seu pai. que desesperado e em revolta, depois de o haver retido em cárcere doméstico a ferros e libertado pela sua mãe, vai se queixar ao cardeal da catedral de Assis e de público. Ele vai julgado. Pai está furibundo, porque aquele filho que era seu sonho, hoje é o mendigo, é uma vergonha. E ele humilha e pede que o ladrão, o filho, porque Deus, bens que não tinha

e de público. Ele vai julgado. Pai está furibundo, porque aquele filho que era seu sonho, hoje é o mendigo, é uma vergonha. E ele humilha e pede que o ladrão, o filho, porque Deus, bens que não tinha direito, porque ainda não eram seus, seja duramente castigado pela autoridade eclesiástica. E então a terra parece estremecer. Aquele jovem pálido, frágil, déspese, dobra tudo e diz: "Aqui está, é teu". A partir de hoje não tenho mais nada contigo, porque eu tenho Pai celestial. avança sobata de lixo e pega um casaco ali atirado, veste-o como a corda ata a cintura e nasce nasce naquele momento il trovatore de Dio, ele deixou de ser o travador dos homens para ser o doce cantor de Deus e arrasta Assis com ele, arrasta o cardeal que o ama e um dia interferirá em seu favor junto ao papa que tem um sonho, que a igreja está caindo e o mendigo aproxima-se segura a torre. Esse sonho impressiona muito. Ele está na catedral de Latrão e levanta e olha pela janela e vê lá embaixo um grupo de quase mendigos, jovens de pés descalço, André Jonos. E ele chama um cardeão e diz: "Mas quem são?" Ah, são os jovens da minha querida Assis. Vieram falar com o papa, mas a etiqueta não deixou entrar porque estão mande que entrem imediatamente. Eu sonhei com eles e aquele grupo de 12, que curioso, 12, entra na grandiosa catedral de Latrão. O luxo, a púrpura, os tesouros nos dedos. das coroas, os chapéus imensos adornados de diamantes, a miserável vaidade humana e o papa sentado no trono. E eles ficam atordoados na sala imensa de audiência. Então os cardeis devem sentir asco. São muito sensíveis as os as suas narinas sensíveis para a verdade e para o bem. Olham com desprezo, mas o cardeal ouve o papa ouve com respeito. O que desejais de mim, meus filhos? Que seja abençoada a nossa ordem. Mas tem alguma coisa escrita? Não, nós retiramos 10 frases do evangelho para viver conforme determina o evangelho. Meus filhos, é impossível. No dia de hoje, desta vida moderna é impossível viver o evangelho. Então, o cardeal de

? Não, nós retiramos 10 frases do evangelho para viver conforme determina o evangelho. Meus filhos, é impossível. No dia de hoje, desta vida moderna é impossível viver o evangelho. Então, o cardeal de São Paulo de Siena diz baixinho ao papa. Excelência está dizendo então que Jesus errou. Eles querem seguir Jesus, mas é impossível, excelência, mas essas frases são de Jesus. Aí o Papa Cain e diz: "Muito bem, mas não sigam com muito rigor". E o jovem frágil diz: "Mas nós queremos a renúncia, à pobreza, a mansidão, a castidade, a ternura, a humildade extrema." O cardeal se comoove, vê o mendigo segurando a igreja que estava caindo. É ele o salvador da humanidade. Voltem para sis e daqui a um ano, se conseguirem, eu darei uma bula para pau, reconhecendo a vossa ordem. Aquelas crianças, quase todos têm menos de 25 anos. saem correndo e voltam pelas montanhas, voltam pelas estradas espinhosas, voltam caminhando, confundindo-se com a natureza e surge da porseculã a igrejinha que as suas mãos haviam erguido com muitos e a ordem começa a crescer. a crescer como as estrelas nos céus. E o Papa reconhece. Mais tarde, é paradoxal, o Papa estava na região e lavrava uma epidemia como hoje, talvez fosse pandêmica, ceifava as vidas e o papa do triunfo morre da epidemia perto de Assis. E o caixão foi deixado na catedral com as joias, com a túnica de seda rara. E à noite, Francisco vai visitar o Papa, vai agradecer aos seus restos mortais. E quando ali chega, o papa estava despido, porque os ladrões entraram e roubaram dos calçados de veludo com as grandes medalhas de ouro, de prata e com gemas preciosas aos anéis, a coroa tríplice e o deixaram nu. Então, Francesco tira a sua própria manta, aquela capa surrada gasta e de sorrindo: "E viajarás como franciscano e cobre a mais alta personalidade do mundo naquela época, porque aquele papa derrubava reis, impérios e erguia e morre. nessa situação. Mas este é o Francisco dos nossos sonhos. Ele havia nascido no dia 11 de julho do ano de 1162.

ade do mundo naquela época, porque aquele papa derrubava reis, impérios e erguia e morre. nessa situação. Mas este é o Francisco dos nossos sonhos. Ele havia nascido no dia 11 de julho do ano de 1162. Este homem notável, doce e meigo como as flores do campo. 1181 retificando. Este homem glorioso derrama na terra o perfume da caridade. E o mundo depois de Francisco nunca mais foi o mesmo. Porque a jovem clara de família nobre apaixona-se por Jesus nas pregações de Francisco, na catedral de Siena, sobre o amparo do cardeal de São Paulo. Sua doce voz repercute naquelas almas de pastores, de andar da nobreza que reptam a igreja por todos os lados. Viver o evangelho. É nesse período que ele compõe a oração síntese: "Senhor, faz de mim instrumento da tua paz." Logo depois ele irá Gubio, porque uma fera estava devorando os carneiros e o gato. Era um lobo feroz. Preparavam-se para matá-lo. E ele se adentra pelo bosque e diz a tradição que o lobo vê e avança. E ele repreende-o. O que é isto? Não vê que você está prejudicando? as pessoas matando os animais que lhe servem de vida. E o lobo o olha e se transforma no cordeiro porque fica manso. Não uiva, não, oula aproxima-se manso. E aonde ele vai, o lobo também, mas ele tem que voltar. Os anos se passam e o lobo é manso. E quando ele desencarna no dia 3 de outubro, alguns autores dizem quatro, não importante na porseculha, quando ele passa a mão no corpo da cinza. Ó meu doce jumentinho, perdoa-me por te haver maltratado tanto. Freião, vê aquele corpo tão frágil, possivelmente o câncer da garganta, as marcas da ranceníase. desejava tanto ver os sinais, os estigmas que ele recebeu no estão enroladas delicadamente pelas mãos de Clara e exhala o último suspiro. Ele prepara a humanidade para que mais tarde a sua fase, a sua palavra, onde haja guerra que assemeie o amor, onde haja ódio, onde haja desacerto, ó irmã morte, Allan Kardec possa entonizar tudo isto na frase sobre a caridade, sobre morrer é atravessar as águas do Estijas,

nde haja guerra que assemeie o amor, onde haja ódio, onde haja desacerto, ó irmã morte, Allan Kardec possa entonizar tudo isto na frase sobre a caridade, sobre morrer é atravessar as águas do Estijas, o rio do esquecimento grego. E na barca de Caronte, o verejador que levava para o outro lado, ao invés de levar uma moeda entre Francesco leva a ternura de Jesus. para o outro lado. E a humanidade nunca mais foi a mesma. Oímulo, a cópia fiel do Cristo desaparece naquele corpo frágil. Mas Jesus se agiganta. E nós esta noite falamos sobre Francisco na sua ternura, como se ele estivesse aqui conosco, porque influenciou milhões de vidas que desertaram, que fugiram, mas não poderá afastar-se muito do seu doce encantamento. Vinde a mim, disse Jesus. Eu sou o caminho, eu sou a luz do mundo. E Francisco, faz de mim um instrumento da tua vontade. Almas queridas, que me ouvis. Nunca foi tão oportuno recordarmos nesta pandemia que tudo que temos deixamos. até o corpo. Só levamos uma roupa, isto é, até a sepultura, porque ela fica. A soberba, o orgulho desaparece nos lábios murchos do nosso desencanto e da nossa pequenez. Mas além da cinza e do pó, em uma madrugada radiosa, ainda escutamos docemente. Ó vós que atravessais a sombra da noite, deslumbrai-vos com a eterna madrugada do Evangelho. E ao lado daquele que é a luz do mundo, o rosto de Francisco, de linhas orientais, e a claridade da lua de Clá de Assis, estarão iluminando o caminho para chegarmos até eles e dizermos docemente: Bemventurados sois porque me trouxestes. até aqui. Muita paz. เฮ

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