Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 02/11/2024
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Muito boa noite. Vamos à nossa reunião doutrinária dos sábados à noite e preparemo-nos para a prece então de abertura dos trabalhos. Senhor e Mestre Jesus, sempre em nós reside grande expectativa neste momento. Sabemos que a partir de agora nos afastamos do mundo e penetramos em outro mundo, o mundo dos espíritos. da verdadeira vida, da vida causal. És o dirigente, Senhor. Então, nos reportamos a vós para que a nossa reunião seja dirigida pelos vossos mensageiros da paz e do amor. Em ti reside a mansuetude, a docilidade e por misericórdia vos rogamos. que possamos transparecer este sentimento ainda muito ínfimo em todos nós. Mas é vossa irradiação, o teu amor, a tua paz nos transmite este amor e esta paz. S pois o nosso convidado desta noite e permita-nos uma comunhão contigo. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Antes de darmos início à nossa reunião, eu vou ler um edital de convocação, que é uma normativa, digamos assim, da nossa instituição, que é um do Centro Espírita Caminho da Redenção. um edital de convocação de assembleia geral extraordinária, a, com fundamento nos artigos 35 e 39 do estatuto associativo e conforme a competência prevista no artigo 45, inciso 6º e sétimo, convocamos os associados efetivos do Centro Espírita Caminho da Redenção, CSR, para a reunião de assembleia geral extraordinária a ser realizada em sua sede a rua Jaime Vieira Lima, número 104, Palda Lima, Salvador, Bahia, no dia 13 de novembro de 2024, às 19 horas em primeira convocação e às 19:30 minutos em segunda e última convocação, deliberando-se com os votos de 2/3 dos associados adimplentes presentes para tratar da seguinte pauta: diretoria executiva receber a doação e posteriormente vender o apartamento número 402 do edifício situado à rua Eduardo de Brito, número 333, no bairro do Centro, CEP 990180. Passo Fundo, Rio Grande do Sul, com área total de 94,5972 m². Número dois, autorizar a diretoria executiva receber a doação e, posteriormente, vender o box de
ero 333, no bairro do Centro, CEP 990180. Passo Fundo, Rio Grande do Sul, com área total de 94,5972 m². Número dois, autorizar a diretoria executiva receber a doação e, posteriormente, vender o box de estacionamento situado no primeiro andar do edifício a rua Eduardo Brito, número 333, no bairro do Centro, no CP 990180, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, com área de 16,311 m². Terceiro, autorizar a venda do imóvel Centro Empresarial Redenção, situado à Avenida Tancredo Neves, número 2421, bairro da Pituba, CEP 418201, Salvador Bahia. Foi dado conhecimento ao Corpo de Associados Efetivos do CSR por correio virtual, que esta reunião será realizada com a presença física dos associados na sede e simultaneamente pelo meio virtual. Salvador, 1 de novembro de 2024. Mário Sérgio Pintos de Almeida, diretor presidente da diretoria executiva do CSR. Então eu passo a palavra agora, Divaldo. Senhoras, senhores, queridos irmãos, queridas irmãs espíritas, caras amigas e amigos que nos acompanham pela WebTV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Hoje é um dia muito especial porque evocamos a imortalidade da alma. O planeta comemora hoje o dia dos vivos, porque ninguém morre. transfere-se de um estado vibratório para o outro e continuo a viver indefinidamente. Há muitos anos, como falamos na última reunião, visitamos os cemitérios da cidade, distribuindo mensagens a respeito da imortalidade. mensagem de consolo, de conforto moral e como dos anos anteriores, hoje tivemos uma excelente atividade nos vários cemitérios da nossa urbovedor que aqueles que lá estiveram fazendo a distribuição de conforto retornaram muito felizes, porque nunca houve tanto interesse das pessoas que foram visitar as sepulturas que lhes eram familiares. entaram, discutiram a questão da imortalidade, narraram experiências e todos voltaram refertos de alegrias por observarmos que o materialismo, embora apareça gigantesco nas expressões da vulgaridade, da negação da vida, as almas têm sede. sede de Deus estão necessitando
todos voltaram refertos de alegrias por observarmos que o materialismo, embora apareça gigantesco nas expressões da vulgaridade, da negação da vida, as almas têm sede. sede de Deus estão necessitando de religiosidade, não tanto de religião. O rótulo não tem nenhuma importância. A grande importância é o conteúdo, a mensagem para nos transformar para melhores. Então, hoje foi um dia dedicado a esse trabalho em nossa casa. A Federação Espírita do Estado da Bahia está realizando desde hoje pela manhã o Congresso Espírita do nosso estado e estamos com um auditório abençoado pelo público perfeitamente repleto. Teremos amanhã e depois. E em consequência nós estamos com vários companheiros que estão proferindo palestras e que encerrada a palestra às 19 horas ainda vieram para nos trazerem uma mensagem nesta noite de profundas reflexões e também de alegrias, porque já começamos as atividades natalinas, conforme o fizemos na última quinta-feira, iniciando a nossa campanha de Natal, estamos com um programa de 5.000 pessoas, ou melhor, 5.000 1 famílias para as quais estaremos preparando uma cesta básica, básica, com aquilo que é necessário, pelo menos para uma família durante uma semana. Não será uma lembrança de um dia, de uma hora, porque a fome está sempre presente, especialmente no mundo e particularmente no Brasil. nesta hora de tanta perturbação, tanto sofrimento e angústia. Então, aqueles que colaboram conosco através das listas de Natal poderão procurar nossa Iracim, que aqui está depois da reunião, e ela dará as listas para que se recolham quaisquer tipos de donativos, desde que possam ser úteis e tragam o selo do carinho. da alegria de servir, demonstrando que Jesus nasceu em nosso coração. E é em homenagem a ele que estaremos visitando mais uma vez, além do que fazemos toda semana durante o ano, aqueles que são chamados filhos do Calvário, aqueles que ele deixou para que nós cuidássemos. Porque a função essencial do cristianismo é a esperança de uma vida feliz, tanto no corpo como
ante o ano, aqueles que são chamados filhos do Calvário, aqueles que ele deixou para que nós cuidássemos. Porque a função essencial do cristianismo é a esperança de uma vida feliz, tanto no corpo como fora da matéria quando desencarnarmos. E como a base essencial do espiritismo é a imortalidade da alma confirmada pela comunicabilidade dos espíritos, o nosso Natal. sempre se caracterizou pela ternura, não por uma dádiva de última hora, mas pela fraternidade. Nossos irmãos, habituais ou não, estarão conosco celebrando essa data tão significativa. Quem deseje colaborar de alguma forma, tanto pode utilizar-se da lista de Natal. como de qualquer outro expediente que possa ajudar com dignidade e promover os necessitados, diminuindo pelo menos a aflição. Em um ou dois dias, diz-se que são tantas as dores que elas neste momento diminuem. Eu me recordo muito de uma parábola célebre escrita pelo Sadum Sundersing, um cristão da Índia que foi considerado antes de Mohandas Karenchangand, o exemplo de um verdadeiro cristão na Índia que tem aproximadamente 200 crenças religiosas. Ele narra que houve um grande incêndio nas terras do punjado e que as pessoas ficaram olhando o incêndio e ele também era algo devorador. E de repente aquele grupo que ele estava vendo o devorar da vida pelas labaras crescentes, perceberam que uma ave, um pássaro de pequena proporção, voava até um lago próximo, molhava-se e voltava ao fogarel, sacudia asas e caía algumas poucas as gotas de água que eram absorvidas pelo calor. E tanto fez essa jornada de ida e vinda que chamou a atenção das circunstantes. E alguém num tom de zomaria disse: "Mas que absurdo, bem se vê que ele não raciocina. E o Sadu, o jovem cristão, que foi um dos personagens mais notáveis do cristianismo oriental do século XX, disse: "Pois, ele não pode apagar o fogo, mas pode cumprir com o dever dele, que é tentar apagar o fogo. E se nós, ao invés de olharmos censurando o seu esforço, tomássemos providências, o incêndio diminuiria ou apagaria, quem
apagar o fogo, mas pode cumprir com o dever dele, que é tentar apagar o fogo. E se nós, ao invés de olharmos censurando o seu esforço, tomássemos providências, o incêndio diminuiria ou apagaria, quem sabe. E essa lição passou à história da atualidade sobre vários aspectos, inclusive perdendo o nome do autor. Assim ele escreveu no livro escrito por um protestante, o apóstolo dos pés sangrentos, Boanerges Ribeiro. Então, o que nós vamos fazê-lo, estamos fazendo, representa uma loucura, porque a fome é muito grande e as nossas possibilidades são menores. Se nós tentarmos torná-las altas, basta. que nos compadeçamos dos que sofrem, que sejamos solidários à sua dor, que pelo menos lhe demos uma palavra gentil, um sorriso de esperança, um pouco de alegria e também algo para diminuir a fome, a necessidade, o abandono. O Natal para nós tem esse significado. E como o Espiritismo é a doutrina que abençoa a caridade, fundamentada no apóstolo Paulo, quando ele se refere à fé, à esperança e a caridade, e acentua que a caridade é a maior das virtudes. E por quê? Porque para fazermos a caridade, para sermos cristãos ou pessoas que se honram em servir, necessitamos crer na dignidade humana. Necessitamos voltar a confiar no ser humano, dar-lhe esperança, mostrar-lhe o sentido da vida, promovê-lo para que ele descubra que, apesar de invisível, porque os miseráveis são todos quase invisíveis, eles estão em nosso sentimento e participam pelo menos uma vez por ano da nossa fraternidade. Assim fica a nossa solicitação. Mas como hoje é o dia de finas, é o dia em que o mundo praticamente ocidental celebra a imortalidade, nós estamos com várias amigas que estão predominando aqui a nossa mesa e vem uma tentação de pedir às nossas irmãs para que faç Amos hoje um currículo movimentado. Então eu pediria a nossa querida Teresa, trabalhadora do Evangelho no Rio, que tem sido uma devotada servidora do bem, uma técnica em serviço social, uma expositora como verão relevante que esteve conosco há pouco tempo para que
rida Teresa, trabalhadora do Evangelho no Rio, que tem sido uma devotada servidora do bem, uma técnica em serviço social, uma expositora como verão relevante que esteve conosco há pouco tempo para que ela inicie falando algo que nos sirva de conforto. espiritual. Com a palavra a nossa Teresa. Muito obrigado, Divaldo. Eu estive com vocês há umas duas quintas atrás. É uma alegria estar com vocês aqui pessoalmente e principalmente pela oportunidade de falar e compartilhar com vocês nesse dia tão simbólico. Como o Divaldo disse muito bem que hoje é dia dos vivos, porque quem desencarna, quem deixa o corpo da carne, continua a sua vida. E eu tava aqui pensando o que que eu poderia compartilhar com vocês. Eu vou compartilhar a minha história, que tem tudo a ver com a manção também e que uma conversa com Divaldo me libertou profundamente. Há 8 anos atrás, meu filho faleceu com 20 anos de idade, meu filho mais novo. E foi uma morte repentina. Ele teve uma parada cardíaca num lugar distante da nossa casa e era um menino assim muito saudável, tinha passado pra Universidade Estadual de Direito e estava com os amigos feliz e foi realmente um trauma grande para todos nós. A partida dele não podia imaginar que ele ia desencarnar tão cedo. Depois que ele se foi, fez sentido muita coisa para mim, assim, a pressa que ele tinha de viver. a maneira como ele lidava com a vida corpórea, muito preocupado com a vida corpórea, muito autossuficiente, mas eu não podia imaginar que ele iria nos deixar. E foi uma grande jornada para mim de cura. E é impressionante também as transformações que foram acontecendo no meu redor de eh inúmeros convites para eu poder falar sobre família, sobre luto, sobre mortes. E eu fui compreendendo que a cada lugar que eu ia falar, um pouco de cura ia acontecendo no meu coração. Mas eu tinha uma coisa que ficava meio amarga assim, mas por que que ele se foi tão cedo? Eu queria fazer tantas coisas ainda com ele. Eu gostaria de terminar de educá-lo, que eu ainda não tinha
ação. Mas eu tinha uma coisa que ficava meio amarga assim, mas por que que ele se foi tão cedo? Eu queria fazer tantas coisas ainda com ele. Eu gostaria de terminar de educá-lo, que eu ainda não tinha terminado a minha tarefa. E tinha dias que eu me sentia meio assim, bom, então agora como é que o que que eu vou fazer com a minha vida, né? Que direção nova dar pra minha vida? Aí, e o luto é mesmo esse momento em que a gente perde um pouco o sentido de existir temporariamente até a gente tecer de novo uma nova orientação, um novo caminho, voltar a confiar na vida. e passei por todos aqueles momentos difíceis, que é enterrar o filho, desarrumar o quarto, mudar de casa, que que vamos fazer daqui paraa frente. E nesse meu processo, muitos trabalhos terapêuticos me surgiram. Eu sou psicóloga há 34 anos, espírita desde que nasci. E essas duas áreas me ajudaram muito a me recuperar. E o trabalho que eu fui fazendo na casa espírita foi o meu esteio. Foi aonde eu pude fincar as minhas raízes de volta e compreender que a cada momento que a gente faz o trabalho de abertura na direção do outro, a espiritualidade tem condição de nos ajudar. E eu fui procurando também outros trabalhos terapêuticos para comigo. Eu ia pra beira do mar, eu me sentava e deixava as costas numa árvore bem alta. Isso me fazia sentir pequena diante de Deus. Entregava meu choro e a minha tristeza nesses lugares grandes. Tudo que era grande me atraía muito. Uma floresta, um mar, uma montanha. Isso pacificava o meu coração e eu fazia as minhas conversas longas com Deus de saudade, de falta. E assim eu fui me recuperando muito bem e assim se passaram os anos e eu nunca tive notícias sobre ele, embora na minha casa tenha reunião mediúnica, não existe trabalho particular, né? A gente fica achando que tem, né? E no ano passado, em outubro, eu estive aqui na mansão do caminho e era uma quinta-feira, era um feriado e eu respondi algumas perguntas e depois no final, quando a gente estava com ele aqui se despedindo,
ano passado, em outubro, eu estive aqui na mansão do caminho e era uma quinta-feira, era um feriado e eu respondi algumas perguntas e depois no final, quando a gente estava com ele aqui se despedindo, perguntamos pro Divaldo se tinha alguma notícia sobre o nosso filho. Ele disse: "Tenho sim". Quando ele falou, tenho sim, eu quase desmaiei aqui na cadeira e e eu queria falar, mas eu não conseguia falar. Eu fiquei completamente estática aqui nessa cadeira do lado, tá? A sala já tava vazia. E aí o Divaldo deu uma mensagem rápida, uma notícia rápida, dizendo que o que tinha acontecido com meu filho é que em alguma existência anterior, eu não sei qual, ele havia tido uma experiência de suicídio e lhe faltava uns 20 anos para quitar sua consciência e o seu coração voltar a ficar em paz. E então, nessa existência foi isso. Ele veio quitar essa essa história para se sentir liberto em recomeçar. Eu não consegui perguntar absolutamente nada. Eu não sabia nem como sair da cadeira, bem da verdade, mas o meu coração, eu tive assim uma libertação no meu coração. Não tinha mais lamento algum, como não tenho até agora nada. E eu comecei a sentir muita alegria de poder perceber que agora meu filho tá livre para recomeçar uma nova história, recomeçar agora liberto, escrever com responsabilidade uma nova existência, aprender a não desistir, suportar as as adversidades que vierem. E isso foi um uma grande libertação, não só para o meu coração, pro coração do meu marido, mas principalmente pros irmãos. Porque quando um irmão se vai, os irmãos que ficam têm dificuldade de ficar, de se sentirem com direito de viver, já que o irmão não está. Então, nós fazíamos, por exemplo, alguma viagem em família e era difícil pros meus filhos se sentirem com direito de viajar e de viver coisas boas, como se alguém morre, a gente não pudesse mais ter o direito de ser feliz. Então, nós fomos reconstruindo tudo isso. Quanto mais feliz a gente estiver, mais feliz ele fica. Porque é pesado para quem tá no mundo espiritual
a gente não pudesse mais ter o direito de ser feliz. Então, nós fomos reconstruindo tudo isso. Quanto mais feliz a gente estiver, mais feliz ele fica. Porque é pesado para quem tá no mundo espiritual perceber que seus amores estão do lado de cá pesaros, tristes, paralisados. Então, quando eles percebem que a nossa vida também continuou, como a dele continua, o coração dele também fica livre dele, dela, deles. Então eu fui compreendendo, sentindo, não que eu não soubesse, eu sei de tudo isso, mas uma outra coisa é o tempo do coração. Porque o tempo do sentimento ele não é igual ao tempo dos acontecimentos. Você é capaz de enterrar uma pessoa hoje, de manhã e de tarde e achar que ela vai bater na porta e entrar. Porque não é uma coisa do pensamento, é algo que a nossa alma precisa de tempo para processar e poder arrumar novamente, retirar aquela presença física do futuro e podermos lidar com o vazio que fica e podermos preencher com novos sonhos, novas histórias, novos projetos. E aí nós fizemos uma coisa muito boa na nossa casa. Eu tinha recebido um convite, isso logo assim que ele faleceu, da web rádio Fraternidade, de fazer um programa em áudio em que 10 minutos eu pudesse falar sobre o assunto que eu quisesse sobre espiritismo. E foi assim que nasceu o programa Palavras para a Alma. Então, cada semana eu olhava como meu coração tava naquele instante. Se eu tava sentindo muita saudade dele, eu falava sobre saudade. Se eu estivesse sentindo muita culpa por não ter impedido dele sair de casa, então eu falei sobre a culpa. Se eu sentisse muito medo aquele dia, como prosseguir aquele dia? Eu falei sobre o medo. E assim, cada programa era um programa curativo para mim. E sabe o que que aconteceu? As pessoas me escreviam dizendo que elas estavam se curando sem nem saber o que que estava acontecendo comigo. Então, o trabalho do bem é isso. A gente se cura curando, cura os outros e se cura ao mesmo tempo. E eu fui passando por muitas coisas. Aquele ano foi um ano lento, porque o
estava acontecendo comigo. Então, o trabalho do bem é isso. A gente se cura curando, cura os outros e se cura ao mesmo tempo. E eu fui passando por muitas coisas. Aquele ano foi um ano lento, porque o tempo do sentimento é lento. E quando chegou no final do ano, a minha filha mais velha disse: "Mãe, que tal se a gente juntasse os seus programas, transcrevesse e a gente fizesse um livro para ajudar as despesas da nossa casa espírita, porque a gente paga aluguel lá num rio muito caro?" Fal, "Achei essa ideia ótima". E foi um projeto familiar. Meu marido fez o prefácio, eu fiz a parte de dentro, meu filho fez a capa e ela preparou toda a divulgação. E assim foi o lançamento do meu primeiro livro espírita, que depois foi absorvido por uma editora que me ajudou a distribuir esse livro pelo Brasil e já tá no exterior, já tá na Suíça meu livro. E é um livro que consola porque me consolou bastante. Depois disso que eu estive aqui na mansão, eu consegui escrever o meu segundo livro chamado Caminha que a vida te encontra. Porque quando eu consegui escutar que meu filho está livre, o meu coração caminhou. Então, esse segundo livro, que é um livro que eu juntei toda a psicologia que eu aprendi com todo o espiritismo que eu aprendi, ajuda as pessoas a caminharem, a despertarem. E tenho tido notícias ótimas desse livro também de que as pessoas têm se sentido em condições de caminhar a partir da daquela leitura. E claro, as pessoas não sabem as saudades que a gente sente, a falta que a gente sente, mas hoje eu falo com alegria, não choro. Falo com saudade, não choro. Às vezes choro um pouquinho, mas não mais daquele jeito. Porque a gente aprender a viver como espíritos é uma conquista. A gente sabe, mas o coração precisa de tempo para poder sentir isso que a gente sabe. Então, a nossa compreensão intelectual cognitiva para poder unir com os nossos quereres que são antagônicos ao que a gente sabe, é um grande trabalho diário. Então, na hora das preces, na hora das orações que nós fazemos lá em casa, na
ual cognitiva para poder unir com os nossos quereres que são antagônicos ao que a gente sabe, é um grande trabalho diário. Então, na hora das preces, na hora das orações que nós fazemos lá em casa, na hora do culto do lar que nós fazemos, nós lembramos dele com alegria. Então, nós comemos às vezes a comida que ele mais gostava de comer. Olhamos as fotos com alegria, fazemos preces para ele. Às vezes a gente sente a presença dele lá em casa, né? A gente começa a lembrar muito dele. Você lembrou? Você lembrou? Então ele tá por aqui. Parece um perfume que passa. É assim. como se todo mundo tivesse sentido um cheirinho de alfazema, de lavanda. Eu falo, o meu filho fala, minha filha fala, meu marido fala, a moça que trabalha ali em casa também fala. Eu falei assim, ó, ele passou. Então, eu sei que ele tem às vezes algumas concessões de nos visitar e é assim que é. Ele tem o merecimento de nos visitar e nós temos o merecimento de recebê-lo. E todas as vezes que eu faço palestra, que eu faço estudo, eu imagino ele sentado numa cadeira e ele falava uma coisa muito engraçada pra gente, para mim principalmente. Ele frequentou evangelização e mocidade espírita, mas ele não conseguia entender como é que eu falava no Brasil inteiro e não ganhava dinheiro nenhum com isso. Eu não entendo, mãe. Você já era para est rica de tanta palestra que você faz? Disse: "Meu filho, mas eu sou rica. Eu sou mega rica. Só que a riqueza que eu sinto não é dessa que você tá falando." E aí ele não conseguia continuar a conversa e ainda dizia uma coisa muito engraçada. Ele dizia assim: "Mãe, lá na casa espírita de vocês, aliás, eu acho que um dia vocês tinham que comprar um prédio de dois andares, morar embaixo, a casa espírita em cima ou vice-versa. Mas lá na casa espírita de vocês é assim, todo mundo ama todo mundo. O grande, o baixo, o bonito, o feio, todo mundo é maravilhoso lá na sua casa espiritual. Eu falei, mas é claro, porque lá é a antissala da regeneração. Lá a gente treina, você não sabe que é
do mundo. O grande, o baixo, o bonito, o feio, todo mundo é maravilhoso lá na sua casa espiritual. Eu falei, mas é claro, porque lá é a antissala da regeneração. Lá a gente treina, você não sabe que é treino? Na casa espírita a gente treina, a gente já tá no mundo de regeneração. E o nosso treino é toda vez que a gente vai lá, não é um dia assim e o outro não, né? Então ele achava muito, ele dizia assim: "Mãe, esse jeito que vocês vivem, eu e meu marido, lá fora não é assim, mãe. E se vocês, como se a gente vivesse num mundo imaginário, sabe? Como se a gente vivesse num mundo estranho para ele, né? E eu dizia para ele, um dia você vai compreender isso tudo que a gente fala. Não é que esse dia chegou mesmo? Ele compreendeu mais rápido do que eu podia imaginar. E teve um dia no nosso culto do lar que foi muito interessante. Nós combinávamos que cada domingo um de nós fazia a prece final e ficava aquele jogo de empurra, né? Não, vai você. Semana passada fui eu. Vai você, semana passada fui eu. E aí o meu filho do meio falou assim: "Bruno, faz você a prece. Um dia você vai precisar e nós não vamos estar junto de você". Olha que coisa essa frase. E nós dizemos: "É isso mesmo. Você vai est longe, não vai poder fazer ele. Tá bom, tá bom. Então eu começo, você continua mãe? Eu falei: "Sim, você começa a prece, eu continuo". Porque ele achava muita coisa para dizer numa prece. Então ele deu início à prece, nós terminamos a prece e assim era o nosso culto do lá. Era um encontro familiar muito gostoso. Ele também tinha um jeito interessante de dizer: "Se o nosso assunto se desviasse da página que a gente escolhia, ele dizia que os espíritos de luz tinham saído pela janela. Então ele fazia um gesto com a mão". Ih, mãe, ó, já foram todos. E isso virou um meme entre nós. Toda vez que a gente tá em família e o assunto se desvia, ele ele fazia isso, mãe, ó, né? Então, a gente aprendeu esses vários jeitos e a gente hoje entende que aquele espírito tão leve que era ele trazia uma dor profunda
tá em família e o assunto se desvia, ele ele fazia isso, mãe, ó, né? Então, a gente aprendeu esses vários jeitos e a gente hoje entende que aquele espírito tão leve que era ele trazia uma dor profunda que eu nem podia imaginar de alguém que tava num grande processo de aprender a valorizar o viver. E ele fez isso muito bem, porque ele gostava da vida muito mais do que a gente. Era de uma disciplina extraordinária de alimentação, de cuidado com o corpo, de cuidado com a saúde. Eu dizia para ele: "Meu filho, acho que um dia eu tenho que aprender com você, porque não fui eu que eu te ensinei essa disciplina. Hoje entendo que é a dor que ensinou para ele a disciplina. é extremamente disciplinado com ele mesmo, com os estudos. Tudo o que ele se programou fazer, ele cumpriu. Tanto foi isso que quando ele tava estudando pro vestibular, eu havia guardado um dinheiro para ele quando ele nasceu, porque nós já tínhamos uma idade um pouco avançada. Eu tinha preocupação de quando ele chegasse na idade da universidade, nós não tivéssemos condição de dar conta de pagar uma universidade para ele. Então, desde que ele nasceu, eu fui juntando um dinheiro. Só que ele passou por uma universidade pública. E aí eu disse para ele: "Meu filho, olha, eu separei esse dinheiro para você quando você precisasse entrar numa universidade, talvez nós não pudéssemos pagar". Então, já que você pelo seu esforço passou por universidade pública porque você quis e você se esforçou, então eu agora dou para você esse dinheiro e você faz o que você achar melhor. Ele disse assim: "Ô mãe, esse dinheiro não tá na minha lista das coisas que eu quero fazer nesse ano, que foi justamente o ano que ele faleceu. Então faz o seguinte, guarda com você. Se no ano que vem eu tiver um planejamento que cabe, aí eu peço a você esse dinheiro. Eu fiquei pasma com aquilo. Imaginei que ele dizer: "Pode me dar que eu vou gastar, eu vou viajar, eu vou passear". Não quis, porque ele tinha um planejamento, o que é que ele queria fazer naquele
ro. Eu fiquei pasma com aquilo. Imaginei que ele dizer: "Pode me dar que eu vou gastar, eu vou viajar, eu vou passear". Não quis, porque ele tinha um planejamento, o que é que ele queria fazer naquele ano. Então, realmente, eu estive próximo de alguém com muita clareza do que veio fazer. E eu só entendi isso depois que ele desencarnou. como muitas vezes a gente só compreende o que a gente fez de uma existência depois que a gente desencarna. Então hoje vindo aqui, eu quero agradecer imensamente vocês. Vocês me salvaram aquele dia. Eu sou outra pessoa de outubro para cá. Nem me lembro de como eu era, mas eu me sinto outra. E eu consegui de terminar, consegui terminar de escrever o livro depois que eu vim aqui. Quando eu saí daqui na quinta-feira, sábado, voltei paraa reunião pública. Quando eu cheguei em casa, eu escrevi o livro em uma semana, como se tivesse soltado um, que, como é que eu vou dizer, sei lá, uma rolha, uma tampa assim. E toda a intuição que eu tive, capacidade de de me conectar, foi para mim um bálsamo, uma cura. E eu falo quase todos os finais de semana, eu tô em alguma cidade falando. E tive uma experiência muito boa, que eu também gostaria de compartilhar com vocês, eh, naqueles eventos de cartas consoladoras, sabe? Então, um médium que foi fazer esse trabalho de cartas consoladoras na cidade de serrana, próximo à minha casa, eh, me pediu para eu falar sobre o luto para as mães desconsoladas. Eu já tinha estado com vocês aqui e aquele dia é um dia, gente, é muita dor, é muito sofrimento. Eu queria abraçar aquelas mães todas, era um, eu me sentia igual, era uma coisa, é uma coisa muito forte, assim, muito. Então, pude falar sobre luto para elas, pude falar sobre como a gente precisa fazer um trabalho de profundidade. Eu gosto de usar uma metáfora assim, uma planta quando a gente molha, a terra desce, não é? A terra desce, a semente se aprofunda. A terra do nosso coração precisa dessas águas pra semente, paraa essência que nós somos. poder se aprofundar e florescer é
o a gente molha, a terra desce, não é? A terra desce, a semente se aprofunda. A terra do nosso coração precisa dessas águas pra semente, paraa essência que nós somos. poder se aprofundar e florescer é uma questão de tempo. Então, chorar é importantíssimo, mas a gente não pode morar lá no choro. É preciso o tempo do choro, mas também precisa do tempo de levantar. Então, falava isso para elas e foi um dia memorável. Então, fomos pro hotel e naquela noite tinha reunião mediúnica nesta casa. No dia seguinte, me encontrei com a presidente e ela me contou um fenômeno lindíssimo que eu gostaria de compartilhar, porque é bom para todas mães e pais saberem disso. Ela contou que comunicou-se o espírito de um jovem, não era meu filho, não, o espírito de um jovem que havia estado o dia inteiro naquele lugar das cartas consoladoras, só que do lado de fora. Ele sabia que a mãe estava dentro e ele estava doido para comunicar a ela que ele estava vivo, mas ele não conseguia entrar. Ele tinha vários companheiros e eram de uma vibração densa, não conseguiam entrar de jeito algum. E ele não sabe como, mas depois ele compreendeu. De repente ele tava dentro, olhava para o médium, mas não conseguia se comunicar com ele. Queria dizer: "Avisa paraa minha mãe que eu tô vivo". Mas ele não conseguia energeticamente essa afinidade para conseguir se comunicar. Eu acho que ele tava muito perturbado espiritualmente, mas ele via a mãe no público orando por ele. E as orações dessa mulher eram para ele um bálsamo em suas feridas. Ele sentiu profundo alívio, um pouco de ansiedade para se comunicar sem poder. Até que um espírito trabalhador ali da casa falou para ele: "Fica, fica, fica que hoje à noite você vai se sentir bem melhor". E ele ficou e trouxe essa comunicação que eu tô contando para vocês. Essa mulher que a gente não sabe quem é, foi para casa sem saber que seu filho tava tão perto, mas eu tenho certeza absoluta que ela saiu melhor. E ele saiu curado dessa reunião, foi atendido, acolhido e seguiu seu caminho. Eu tô
abe quem é, foi para casa sem saber que seu filho tava tão perto, mas eu tenho certeza absoluta que ela saiu melhor. E ele saiu curado dessa reunião, foi atendido, acolhido e seguiu seu caminho. Eu tô compartilhando essa história com vocês para poder dizer a força da oração. A força da oração trouxe esse rapaz em desequilíbrio do lado de fora para dentro da casa espírita e para continuar o seu processo de crescimento. Então, a oração tem um poder que às vezes a gente faz oração de um jeito meio banal, mas é o poder do amor que tem na oração. O que que significa para um filho escutar a sua mãe dizer: "Meu filho, vem. Eu amo você. Você é a coisa mais importante para mim nesse mundo. Que você esteja bem onde você estiver. Nós vamos nos encontrar um dia, mas a gente já se encontra pelo pensamento. Sinta, meu filho, dê um passo na direção de Deus. O seu lugar é entre os bons. Deixa a sua essência vir. O que significa para um filho escutar isso? Alguém em sofrimento? É muito. E nas minhas andanças eu tive uma outra experiência significativa num presídio em Minas Gerais, do Passiguara. Me pediram para eu falar para os presos. Eu morro de medo. Nem nunca tinha entrado no presídio na minha vida. E era um grupo de presos que estão num trabalho, é uma ONC que faz esse trabalho de poder ajudá-los no processo de retorno para seus lares depois da sentença terminada. Ele em torno um dos 25 homens. E eu assim: "Meu Deus, o que é que eu vou falar? Meu Deus, o que que eu vou falar? O que se fala para pessoas? Eu não tenho a menor ideia. Eu nunca passei por isso. O que que eu vou dizer?" Então, sentei com eles, éramos numa roda e a moça que coordena os trabalhos apresentou e ela trouxe uma luz que uma música que falava sobre luz. E aí comecei a falar para eles que todos nós temos uma luz de dentro que nos acompanha desde que a gente nasce até a gente desencarnar. E aí então perguntei para eles, vocês reconhecem essa luz em vocês? Eu gostaria que vocês falassem da luz que há dentro. Tava pensando na candeia,
anha desde que a gente nasce até a gente desencarnar. E aí então perguntei para eles, vocês reconhecem essa luz em vocês? Eu gostaria que vocês falassem da luz que há dentro. Tava pensando na candeia, mas eu ainda não tinha falado. E aí eles começaram a falar dos crimes. Eu falei: "Não, não, não, não. Nós aqui não vamos falar sobre os crimes. Nós vamos falar da luz. Que eu gostaria que vocês se lembrassem de quando vocês eram pequenos. Não havia luz lá. algo que vocês sentiam, que vocês gostavam de ser. E foi uma coisa linda, gente. Eles começaram a lembrar de suas mães, começaram a lembrar de seus irmãos, de suas famílias, de seus laços. E eu fui perguntando: "Então, qual era a sua luz?" E eles foram falando perseverança, fé, confiança, amizade, afeto. Até que chegou um que disse assim: "Sabe, dona, eu não sei dar nome essa luz que eu tenho, mas eu tenho uma certeza que a nossa vida vem de longe. Eu, mas é verdade. A nossa vida vem de longe. A nossa vida não começa aqui, vem de muito longe." Aí ele ficou: "É verdade". Eu falei: "Claro que vem de muito longe. Você pensa que é a primeira vez que nós estamos nos encontrando aqui? Você pensa que é a primeira vez que você tá tendo essa experiência?" E aí então eu pedi para eles se levantarem e era um grupo assim dos 20 e poucos e eu coloquei ele perto de mim olhando os 20 e tantos. Eu digo: "Imagina esse longe que você fala: "Eu vou chamar de Deus. A nossa vida vem de Deus. A sua luz que mora no seu coração vem de Deus. É divina a sua luz. Ela vem de muito longe. Atravessou muitas pessoas até chegar a você. Essa vida que você tem. Você só tem vida porque todas essas pessoas antes de você tiveram a coragem de viver e de lutar. Como você se sente quando você olha todas elas? Ele começou a chorar. E eu me sinto, me sinto muito grato. Tenho uma vontade de fazer uma coisa boa com a minha vida, senor. Você lembrou da sua luz. É isso. Quando a gente se conecta com a nossa origem divina, a gente tem vontade de fazer uma coisa muito boa com a nossa
ntade de fazer uma coisa boa com a minha vida, senor. Você lembrou da sua luz. É isso. Quando a gente se conecta com a nossa origem divina, a gente tem vontade de fazer uma coisa muito boa com a nossa vida. Então você pode dizer isso? Ele disse, gente, em voz alta, eu vou fazer algo de muito bom com a minha vida a partir de hoje e assim todos foram falando. E eu perguntei: "Quem mais gostaria de experimentar esse lugar que ele tá experimentando?" Vários quiseram, alguns não, outros quiseram. Jovens, todos eram jovens. Eu imaginei eu sendo mãe daqueles jovens, olhando filhos desviados de seu destino, mas eu também pude ver neles uma força de recomeço. Eu não sei se eles terão sustentação, mas eu me conectei com aquelas mães naquele momento. Não sei se estão vivas, se estão mortas, mas eu tenho certeza que todas elas queriam que seus filhos tivessem um destino diferente, como todas nós queremos. Todas nós queremos o melhor pros nossos filhos, como os nossos pais, como os nossos avós e assim. Então, nesse dia que a gente fala de morte, nós estamos falando, na verdade, de vida, de vida eterna, que todos nós somos e estamos aqui de passagem num corpo, numa história, num nome, numa identidade, mas todos nós somos seres espirituais numa grande viagem que a gente não lembra como começou, não sabemos como é que será amanhã, mas enquanto quanto ela dura, que a gente possa fazer o melhor em homenagem a nós, em homenagem aos que virão, em homenagem aos que já vieram e estão assistindo, né, a nossa trajetória e torcendo pelo melhor. É isso, meus amigos. Muito obrigado pela chance, pela conversa, não é? Obrigado. Aqui também a nossa Sara lançou três livros que ela publicou nos Estados Unidos. Os livros foram psicografados em inglês e para serem publicadas foram traduzidos ao português. Aqueles que os adquiriram, como foi da reunião e desejarem que ela os autografe determinada reunião, ela estará às ordens e quem não tem o livro, ele está ao alcance de todos em nossa livraria. Agora nós vamos pedir a uma outra jovem
oi da reunião e desejarem que ela os autografe determinada reunião, ela estará às ordens e quem não tem o livro, ele está ao alcance de todos em nossa livraria. Agora nós vamos pedir a uma outra jovem para que nos traga a mensagem da noite. Nós cumprimentamos a todos vocês que estão aqui no presencial e aqueles que nos acompanham no formato virtual, a TV Mansão do Caminho e todos que compõem a mesa aqui nesse momento. Ouvir a Ana no seu relato nos trouxe muita emoção. Acredito que é algo que nós compartilhamos aqui, nós que escutamos nesse relato tão profundo que nos trouxe tanta intensidade. E à medida que ela falava, eu meditava: "Por que é tão forte? Por que é tão intenso? Porque tem essa força que nos movimenta uma experiência vivenciada por ela? Porque ao compartilhar uma experiência de dor, de aprendizado, nós também sentimos o ressoar disso dentro de nós. Porque vivemos histórias no desprendimento dos nossos entes queridos? Ou porque temos receios de um momento como este? ouvi-la. E as palavras elas são nesse contexto o complemento de algo que está sendo sentido. Porque o que é, o que transparece, o que demonstra é o sentimento, onde as palavras elas são aqueles detalhes que vão nos tocando à sensibilidade para que nós também nos envolvamos neste exemplo que é tão forte. E é forte porque é verdade. E a verdade tem esta magia. Quando nós nos encontramos com a verdade, é essa sensação que experimentamos agora que perdura. Por isso que a mensagem que nós recebemos hoje aqui ao entrar no salão, que é uma mensagem que foi uma mensagem psicografada pelo nosso tio Divaldo. O espírito é Joana de Angeles. Uma mensagem que ela nos trouxe em 19 de agosto deste ano. Porque todo ano a benfeitora, com sua docilidade, com seu amor, com a sua maternidade, com o respeito à nossa dor, ela nos traz uma mensagem sobre a imortalidade. mês de agosto ou setembro, ela traz essa mensagem para que no dia 2 de novembro a nossa instituição se movimente para sair dos muros da instituição, da
ela nos traz uma mensagem sobre a imortalidade. mês de agosto ou setembro, ela traz essa mensagem para que no dia 2 de novembro a nossa instituição se movimente para sair dos muros da instituição, da casa espírita, ir ao encontro da comunidade, da sociedade que vivencia dores, mas hoje não tem para se sustentar o apoio que vivencia questionament dúvidas a respeito deste evento que é futuro certo, mas que sobre ele foi depositado um grande tabu, um grande medo, um grande receio e que nos impede em alguns momentos de conversar sobre isto, de dialogar, porque a verdade à medida que ela vai sendo conhecida, percebida, como anotou o evangelista João das palavras de Jesus, capítulo 8, versículo 32, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. E é isso que ela faz com a gente. Ela nos liberta dos medos, dos anseios, dos questionamentos, porque é estar face a face com ela, a benfeitora. nesta mensagem que nós recebemos aqui quando entramos. O título é vida intensa. Gente, para falar de imortalidade, para falar sobre morte, a benfeitora fala sobre vida, só que tem uma adjetivação intensa, porque a vida que pulsa em cada um de nós é presente de Deus. E se lembrar disso diariamente é aceitar todos os dias o presente que ele nos concede. É acordarmos, esteja sol ou esteja chuva, e pensarmos: "Senhor, muito obrigada pela vida que pulsa aqui em mim. Muito obrigada pelas dificuldades que me movimentam para que eu faça alguma coisa em prol de mim mesmo e em prol da coletividade. Obrigado pelos desafios, porque são eles que me tiram da acomodação e que me permitem não me sentir saciado, não me sentir repleto e que tudo basta, mas que me faz ainda sonhar, ter ideais. ter sentimento, ter sensibilidade. O relato que a Ana nos trouxe é forte porque é a verdade. E é forte, é intenso porque é vida. E vida, diz a benfeitora nessa mensagem que tá na mão de vocês, jamais se extingue. Ela se modifica. Ela quando cessa em um plano surge vibratoriamente em outra expressão, mas mantendo-se constantemente
vida, diz a benfeitora nessa mensagem que tá na mão de vocês, jamais se extingue. Ela se modifica. Ela quando cessa em um plano surge vibratoriamente em outra expressão, mas mantendo-se constantemente em todos os meandros. Porque a mensagem de Deus diária para nós, para que nós nos lembremos, vale a pena viver. E se jamais a vida é extinta, tudo mais que advenha como fuga, como mecanismos de deixar de lado essa expressão, esse presente de Deus, tudo isso não é verdadeiro, não vai nos movimentar em intensidade. vai ser aquele relâmpago que pode sacudir a nossa vida, mas vai se diluir como tudo que não é perpétuo e intenso. paixões, os 10 varios, o materialismo que nos confunde, porque nos faz percebermos estes fatores do aqui e agora, fazendo-nos esquecer do que está para além. A vida é antes do berço, é depois do túmulo. A vida é expressão encarnada, mas é a expressão desencarnada. é a oportunidade de crescimento, de amadurecimento, de saída da simplicidade ignorância para adentrarmos a expressão da maturidade espiritual. Hoje, como nosso tio Divaldo afirmou, a juventude espiritanina Aroeira foi aos cemitérios da cidade de Salvador. É uma atividade que já é realizada há mais de 50 anos. E como amanhã o Enem, alguns jovens não puderam estar conosco, alguns estiveram e nós contamos com a colaboração de muitos trabalhadores de nossa casa na realização dessa atividade. Sabe o que que mais encantou? a verdade do sentimento, as lições trazidas e, principalmente, o interesse pela verdade. Há alguns anos, as mensagens eram levadas aos cemitérios, eram recolhidas. As pessoas traziam para aquela mensagem a independência do seu contato para com ela. Vou ler agora, vou ler depois, não quero ler, vou entregar para outra pessoa. Mas do ano passado para cá, o perfil modificou-se. Há uma busca pela verdade. Então, se alguém se aproximava levando a mensagem, poderia ter certeza de que não era só entregar a mensagem. Porque alguém parava e perguntava: "Do que que se fala, do que que tá falando a
a verdade. Então, se alguém se aproximava levando a mensagem, poderia ter certeza de que não era só entregar a mensagem. Porque alguém parava e perguntava: "Do que que se fala, do que que tá falando a mensagem?" E é isso mesmo, isso é a verdade? É possível se comunicar com aqueles que não estão mais aqui? É possível continuar vivendo, então não existeu nada. E eram verdadeiros diálogos, conversas onde estas pessoas encontraram, destes que levaram as mensagens um pouco da atenção, mas também do cuidado para com a sua dor. E um jovem nos relatou, um jovem que estava na na nessa atividade nos relatou que ele se aproximou para entregar a mensagem a um senhor e esse senhor chamou e disse assim: "Leia um trechinho da mensagem para mim". E ele foi lendo o trechinho da mensagem. À medida que ele lia o trecho da mensagem, o Senhor se concentrava e começou a orar pela esposa. E orando por ela, emocionando-se e o jovem lendo a mensagem. Lendo a mensagem. E finalizou aquele momento, conversar um pouco mais sobre o conteúdo da mensagem e ele apresentando-se um pouco mais aliviado, segue a sua trajetória. O conhecimento da verdade é para nos libertar e para levarmos a tantos quantos sejam os corações a mensagem libertadora. É lindo dizer: "Olha, isso é verdade, porque aconteceu comigo, doeu aqui e eu me libertei dessa forma, como a Ana que descreveu. Existe este caminho, mas este caminho está pautado na esperança e na certeza de que a vida continua." Mas quem prova que a vida continua? A mediunidade prova que a vida continua. E por isso ela é uma bênção que veio rasgar qualquer conteúdo materialista que pudesse ser maior e trazer explicações. Porque a mediunidade mostra que entre nós não há distância. Não há distância para o amor. Não há. Então, se o nosso coração nesse dia de hoje, o dia dos mortos, dia de finados, que às vezes tem tanta carga, tanto peso, colocado por uma tradição ou por aspectos mesmo dos nossos receios, olhemos para este dia como um dia de gratidão a Deus,
e, o dia dos mortos, dia de finados, que às vezes tem tanta carga, tanto peso, colocado por uma tradição ou por aspectos mesmo dos nossos receios, olhemos para este dia como um dia de gratidão a Deus, por termos tido a oportunidade de trilharmos caminhos ao lado de pessoas que amamos tanto, mesmo que tenham sido breves os caminhos ou tempo, mas agradecermos por termos tido a oportunidade de sermos filho, esposo, pai, mãe, de termos tido a dádiva de reencontrarmos este espírito caminhando conosco. vivendo conosco as experiências da vida, abraçando, afagando, incompreendendo algumas vezes, reconciliando outras, amando, agradecermos pela oportunidade de conhecermos esta doutrina libertadora que nos traz para este tema tão difícil, a morte deste tema, porque o espiritismo ele ceifa a morte. Ele diz para o maior medo da humanidade, olha, a morte não existe, é a morte do corpo, mas o sentimento, o pensamento, as ideias, as relações, o amor é o mesmo. Mudou-se em questão de visibilidade ou invisibilidade para uns. Porque a mediunidade que vem como aspecto de bênção para quem traz, para si mesmo como veículo de elevação, de crescimento, mas também para compartilhar com todos nós esta revelação de que a vida continua. Por isso, exultemos a vida mais e mais, onde pudermos. Não somente através das palavras, mas principalmente através das nossas atitudes. Relevemos mais, discutamos menos, perdoemos mais, compreendamos, tenhamos a misericórdia no coração como exercício de humildade, como exercício de crescimento. Aproximemo-nos mais uns dos outros, porque não estamos nesta jornada por acaso. E os tempos são difíceis, mas são os tempos do evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. É a bússola orientadora desta verdade. Então, avante. Cultivando o brilho da vida. Nada de lamentação, de reclamação ou de revolta. Tomemos estas circunstâncias da vida como desafios para brilhar ainda mais a luz que a Ana trouxe aqui no exemplo da conversa dela com os irmãos que se equivocaram. Brilhemos a nossa luz onde quer que
Tomemos estas circunstâncias da vida como desafios para brilhar ainda mais a luz que a Ana trouxe aqui no exemplo da conversa dela com os irmãos que se equivocaram. Brilhemos a nossa luz onde quer que estejamos para nós, glorificando a nossa existência, para com o outro, para a comunidade, porque assim estaremos agradecendo, louvando, honrando a dádiva que Deus nos concedeu. Qual o maior dos direitos a que o homem tem? o de viver. Lutemos pela vida. Atendamos, cultivemos o aprendizado, seja na dor dos encarnados, seja na dor dos desencarnados. E nessa grande comunhão que é fraternal, encontraremos a libertação. Porque vida é verdade. Verdade é vida. que Jesus nesta mensagem que ele nos traz de libertação, possa ser o grande companheiro da nossa jornada, ajudando-nos a vencermos os desafios, as dores, sustentando e louvando sempre a vida. Vamos aproveitar o momento de reflexões para sintonizarmos com os nossos familiares desencarnados, aqueles que por acaso estejam conosco e nos apliquem energia saudável para sairmos daqui com melhor disposição, mais saudáveis e mais felizes. Vamos pedir aos companheiros de mediunidade para que colaborem conosco com os passes. Vamos orar. Senhor Jesus, nós te pedimos pelos companheiros de mediunidade, aqueles que irão transferir-nos as energias saudáveis de que necessitamos, vencendo os obstáculos. que tentam perturbar a nossa marcha. Permite que as forças negativas que operam no mal não logrem êxito nos seus empreendimentos destrutivos. Abençoa nessa faina de padecimento e loucura. abenço aqueles que tiveram desencarnação violenta. Peçamos em benefício da nossa casa, que se transforme num santuário de paz, de auxílio, de renovação. espiritual. Também te pedimos, Jesus em favor daqueles enfermos que nos pediram para que intercedêsemos por eles. Nós te suplicamos, lhes conceda saúde, paz, renovação para continuar a jornada até o fim, com o êxito necessário. abençoa nossa água fluida para que absorva energias capazes de restaurar-nos a paz.
s. Nós te suplicamos, lhes conceda saúde, paz, renovação para continuar a jornada até o fim, com o êxito necessário. abençoa nossa água fluida para que absorva energias capazes de restaurar-nos a paz. ajuda do Senhor, a encontrar a legítima fraternidade no coração, nossa família em paz. Nós te pedimos misericórdia e compaixão para que nosso lar viva as vibrações da harmonia. E te pedimos pela nossa paz doméstica. pela paz no Brasil, pela paz na terra. Tem compaixão, Senhor, e dá-nos a tua paz. Em teu nome santo, em nome de Deus, de Maria Santíssima e das entidades amigas, encerramos a nossa reunião, formulando votos de muita paz para todos nós. Está encerrada a nossa reunião.
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