Divaldo Franco - Momentos Evangélicos - 27/10/2020
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Senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham de forma virtual nossos votos de muita paz. O ejo codificador da doutrina espírita Allan Kardec comentando uma resposta dos espíritos nobres a respeito do dever que tem os jovens de cuidar dos mais velhos, especialmente os filhos, cuidando dos seus pais, dos seus avós, tendo em vista as noites e os dias que eles entregaram aos cuidados da nossa infância, faz um comentário muito peculiar. É necessário dizer-lhe que a educação desempenha um papel de maior importância. Não me refiro a essa educação adquirida nos livros, porém aquela que tem a ver com os conceitos morais. Essa educação é o maior inimigo da da materialidade, da ignorância, da crueldade, do materialismo. A frase parece solta, mas ela está embutida na questão. Quando nós compreendemos que a diversidade do período de natureza orgânica é sempre oscilante, vem-nos à mente este pensamento de cuidar dos nossos ancestrais, a fim de que a sociedade possa desfrutar desses bens comuns a todas as criaturas. Leio e ço sempre referência aos pobres, como se fosse uma classe de detestados ou uma classe que nós não conseguimos modificar, mas referem aqueles que falam sobre o tempo aos pobres de valores endirados, a aqueles que tm notas fiduciárias nos bancos, que estão jogando da bolsa ou que passam necessidades materiais. Naturalmente são pobres de recursos econômicos, mas há também uma classe de pobres que merece o nosso melhor carinho. São aqueles pobres de sentimentos de amor, aqueles pobres do conhecimento da verdade, aqueles que perderam tudo menos a própria vergonha de rastejar na miséria. O objetivo essencial da doutrina espírita quando se refere na caridade a atender aos pobres, não é somente dar os alimentos. Este é o momento básico para a sustentação do corpo, a lucidez da mente, o equilíbrio da emoção, a fim de que os outros recursos, a educação, os valores éticos, o comportamento social, as amizades façam parte do nosso círculo
ara a sustentação do corpo, a lucidez da mente, o equilíbrio da emoção, a fim de que os outros recursos, a educação, os valores éticos, o comportamento social, as amizades façam parte do nosso círculo de atividades e aí nós possamos ser ricos de valores. espirituais. Eu sempre lidei com pessoas de poucos recursos econômicos, principalmente na juventude, quando havia elegido aqui em Salvador um bairro onde tais necessidades [risadas] fazem-se muito frequentes até hoje. Percebi que havia pobres de dinheiro, mas ricos de valores morais, da palavra que cumpriam sob qualquer risco da fidelidade da amizade, e outros que moravam em residências prazerosas, ricas, cujo lar e, no entanto, mesquinhos atormentados pelos seus valores. íntimos e, acima de tudo, destituídos da solidariedade, da compaixão, da misericórdia. Vivemos uma sociedade que se tem demonstrado egoísta. Quando vemos um drama como a pandemia da COVID, notamos aqueles que estão interessados exclusivamente nos seus interesses pessoais, naquilo que diz respeito à sua localização na sociedade, quando deveria movimentar-se em torno do grupo social que diz respeito às suas aspirações. Então, o pobre para nós não é somente aquele que não tem dinheiro, não tem roupas de grife, não estão numa situação que chamem atenção, mas são esses pobres de amigos, pobres de lealdade, pobres de confraternidade. Quantos nós encontramos, eles fazem parte do nosso dia a dia. E hoje eu pensei em narrar uma experiência de pobreza moral, espiritual. Desde há muitos anos eu viajo por alguns países da América Central, aliás, das três Américas. E esse a que me refiro, eu fui durante um período de quase 10 anos cada ano, mantendo um programa de divulgação no interior, como também na capital. Certo dia, quando deveria retornar a Salvador, pegando um voo daquela cidade ao Panamará e do Panamá a Salvador, observei uma pobreza de valor ético moral. que me impressionou até os dias de hoje e já se passaram mais de 40 anos. Eu cheguei alegre com os amigos, fiz o
a cidade ao Panamará e do Panamá a Salvador, observei uma pobreza de valor ético moral. que me impressionou até os dias de hoje e já se passaram mais de 40 anos. Eu cheguei alegre com os amigos, fiz o chequin, recebi o bilhete de entrada, os amigos despediram-se e eu me encaminhei para a parte internacional. No momento em que eu dei o bilete para o funcionário que tomava conta, ele me disse com uma expressão muito dura para nos chamar grosseira: "O senhor não pagou a taxa de turismo?" Eu então respondi: "Mas eu não sabia. Eu já vim aqui várias vezes e isso nunca me foi cobrado, nem sequer me foi referido. E ele então desabou com todo o malestar que se encontrava na sua alma. Disse-me coisas pesadas, mas falando agressivamente como quem desejava uma luta verbal ou de qualquer forma. Mas como eu não sou de briga, sorri para el dis senhor me desculpe, é que realmente eu não sabia, mas deve ser uma banalidade. Eu resolvo isto de um momento para outro. Ele me disse: "E para que o senhor não se engane, olhe ali tem um cartaz anunciando que desde janeiro deste ano é cobrado uma taxa de 20 a cada turista que deixa o país." Eu então achei que deveria dar uma lição de ética e acima de tudo de civilidade aquele cavaleiro. Ele era funcionário público, ele era funcionário do povo. Mas eu quis ser gentil com ele. Então eu olhei na direção oposta àela placa que dava o aviso e ele me tocou no ombro. Disse: "Não está vendo? É aquela", mostrou à esquerda. Eu então passeei o olhar e disse: "Me desculpe, mas eu sou muito miope, sou quase cego, por isso eu não estou vendo." Ele teve um espanto, porque ele estava a discutir com uma pessoa cega, só que ele não perguntar, não perguntou nesse momento. "Mas senhor não enxerga? E como viaja tanto a habilidade? Eu desenvolvi a habilidade de me comunicar, de caminhar, de ter amigos e de conhecer as coisas pelo tato, pelo olfato. Através dos recursos que eu dispon", disse: "Pois é, o senhor então volta lá, paga, vai ao chequim, entrega o recibo,
unicar, de caminhar, de ter amigos e de conhecer as coisas pelo tato, pelo olfato. Através dos recursos que eu dispon", disse: "Pois é, o senhor então volta lá, paga, vai ao chequim, entrega o recibo, eles carimbam e aqui tudo bem". Eu então disse: "Será que o senhor não poderia me fazer o favor? de me ajudar, porque eu tenho impressão que me vou atrapalhar muito. Ele me olhou algo céptico e algo interrogativo e disse: "Bem, como não temos ninguém aqui, o senhor me acompanha?" Eu digo, "Deixa me segurar o seu braço". Ele ainda estranho disse: "Pois não". Eu lhe segurei o braço e fui até um guichê, onde estava outro funcionário. Tirei a carteira e disse-lhe: "Quer pagar para mim, por favor?" Ele olhou, tirou $, pagou, me deu e disse: "Mas é espantoso? O senhor realmente tem essa dificuldade visual?" Eu digo: "Tenho, mas se os olhos são muito límpidos". Eu digo, mas o meu problema é no nervo óptico interiormente. Ele me levou até o local do chequim e fomos entrando. Quando já estava de volta, mais ou menos de bem, eu perguntei: "Por que o senhor está tão zangado hoje? Note bem, vem uma pessoa estranha, está viajando, não fala o idioma como deveria, não era o momento ótimo do seu grangear amigo, eu mesmo vou levar uma impressão maravilhosa do senhor que me fez a gentileza de me pedir algumas dificuldades. Dis, mas senhor acha que isso foi uma grande coisa? excelente, tão grande coisa que me impressionou largamente. Chegamos ao local, eu dei a ele o bilhete e o ticket e ele me disse: "O senhor está indo menos para onde?" Olhou: "Ai, o Panamá é daqui a tais minutos, a tantas horas, mas eu pretendo lhe ajudar. O senhor fique à porta, melhor dizendo, eu vou lhe levar." Então, descemos uma escada até o terreu e ele me pôs perto da gate, da ponte, da porta de entrada. Eu ali fiquei e ele me disse: "Não saia daí. Se tiver necessidade, dentro em breve eu estarei aqui para ver o senhor. É nesse momento que eu tenho as minhas horas de leitura, de reflexão, enquanto esperava um avião, qualquer uma coisa. E
ia daí. Se tiver necessidade, dentro em breve eu estarei aqui para ver o senhor. É nesse momento que eu tenho as minhas horas de leitura, de reflexão, enquanto esperava um avião, qualquer uma coisa. E fiquei impedido de tirar o livro da minha pasta e lê-lo e ser surpreendido de uma maneira muito desagradável. Ele se foi e eu fiquei olhando uma coisa, outra. Ainda tentei tirar o livro, olhar de esguélia. Quando ele voltou, voltou e disse: "Olha, um colega está no meu lugar. Eu estou pensando no que o senhor me falou. Eu pedi um colega para ficar no meu lugar porque precisava de conversar com o senhor. E não é que ele aqui é estou surpreso. Eu digo, mas é que gentileza gera gentileza. É um chavão essa frase. Disse de verdade, mas eu estou desesperado. Eu tive um problema doméstico com a minha mulher e estou descarregando nas pessoas. O senhor não pode imaginar o que é ser casado, ter uma mulher incompreensível e na rua as qualidades boas e má da esposa. Então, nessa situação, eu me separei dela e ontem eu saí de casa, mas eu estou desesperado. Eu tenho dois filhinhos. Eu não sou homem de rua, eu sou homem do lar, mas a minha esposa é temperamental, é muito difícil. Eu digo, faça o seguinte, faça-lhe uma carta, dê-lhe um telefone, um telefonema, mande-lhe algumas flores, sorria para ela, vá lá, visite, peça desculpas. Ele me olhou demoradamente e me disse: "Por que o senhor está me falando assim?" Ele disse: "Eu não sou um psicólogo, muito menos um psicoterapeuta, mas eu tenho a psicologia das massas, porque eu estou sempre diante de massas. Eu faço declamações de poesias e tenho sempre público. Então, com a minha dificuldade visual, eu sempre capto aquelas pessoas que nós, os deficientes, chamamos bengalas psicológicas na arte de falar. são aquelas pessoas simpáticas que do público sorriem para nós, que meneiam a cabeça afirmando, negando. E então nós fazemos dessas pessoas a nossa medida, a temperatura, porque eles exteriorizam o que estão sentindo. Daí eu tenho essa psicologia, a psicologia
ós, que meneiam a cabeça afirmando, negando. E então nós fazemos dessas pessoas a nossa medida, a temperatura, porque eles exteriorizam o que estão sentindo. Daí eu tenho essa psicologia, a psicologia dos anos. Faça isto. Você é tão jovem, deve ter uns 35 anos. Eu já tenho mais de 50. Ele olhou mais de 50. Eu digo, exatamente, mais de 50. Não parece ele quis ser gentil. Eu digo, parece sim. O corpo é inexorável. Ele vai cedendo à medida que as horas passam. Ficamos simpáticos. E ele me disse: "Olha, como é mesmo nome do senhor?" Esse Divaldo Franco. Pois é, esse é o Divaldo. Foi ótimo eu encontrar. Me desculpe por ter sido rúdio com o senhor, mas é que eu estava muito desesperado. Eu digo, então foi muito bom ser rude comigo, porque eu estou acostumado a lidar com pessoas que têm problemas. Eu realizo um tipo de atividade religiosa que é terapêutica, dizer boas palavras, agradecer, saudar essas coisas que dão encanto à vida. Ele sorriu e disse: "Senhor, me permite dar-lhe um abraço?" não era no tempo da epidemia. Então digo, ah, mas um abraço, muito bom, abraçamos-nos. E ele me disse, seu Edivaldo, eu volto daqui a pouco subiu, demorou um pouco, voltou. E então conversou mais ainda e me disse: "Qual é a religião que o senhor profess?" Eu disse: "Eu professão que aqui no país não é muito conhecida e aqueles que a conhecem não tem ideia exatamente dos seus postulados. É uma doutrina nova. Qual é a doutrina? Eu disse: "É o espiritismo." Mas o senhor é espiritista? Isto não é coisa de feitiçaria. Eu digo, não lhe falei, as pessoas não conhecem, então colocam apodos, denominações que não correspondem. Eu lhe vou explicar um pouquinho o espiritismo. Conversei com ele, expliquei, ele disse, mas não sabia. Eu digo, muitos de nós não sabíamos até a hora em que somos informados. Desse í, o avião chegou e quando soltaram os passageiros, a funcionária de bordo aproximou-se e ele disse: "Eu lhe quero apresentar um para passageiro." Ela veio da porta até o lugar que eu estava e ele disse: "Ele
ão chegou e quando soltaram os passageiros, a funcionária de bordo aproximou-se e ele disse: "Eu lhe quero apresentar um para passageiro." Ela veio da porta até o lugar que eu estava e ele disse: "Ele tem dificuldade visual. Eu lhe peço o favor de dar-lhe uma atenção, uma atenção especial. É possível." Ela com todo o prazer. Muito obrigado. Daqui a pouco eu venho buscá-lo e o levo para o lugar. Eu disse: "Meu Deus, terei que ficar cego, mas alguns momentos fiquei achando aquilo interessante. Ele despediu-se e ele disse: "Vou lhe dar um presente. Eu sempre carrego na minha pasta o Evangelho Segundo o Espiritismo, na tradução francesa, na tradução inglesa e na tradução espanhola para ir treinando alguma frase para quando vir num lugar desses eu saber o a que se refere." Peguei o exemplar em língua espanhola e fiz um autógrafo para ele com alguma dificuldade, a letra dando a impressão que não era uma letra equilibrada. Ele agradeceu, deu-me um novo abraço e partimos. Partimos. A comissária de bordo aproximou-se e disse: "O senhor tem o quê?" Eu digo, tenho uma dificuldade visual. Eu tenho um pequeno problema e agradeço que me ajude pelo menos quando chegar o voo ao Panamá, porque ali não há problema. Eu sempre faço escala, conheço tudo. Ela sorriu e eu nunca fui tão bem aquiado como nesse voo de 3 horas. Ela trouxe um lanche, depois ela serviu um suco, perguntou se queria café. Simpática. É tão bom ser simpático. Terminamos conversando e terminamos conversando sobre espiritismo. Ah, o senhor conhece este país? Aproveitei para falar que estava ali divulgando o espiritismo. Quando chegamos ao Panamá, ela me disse: "Vou levar o senhor a outra gate." Eu digo, "Não, não. Eu sei que este é 74. Eu vou andando tranquilamente e fico e assim vou descansando, passeando um pouco. Eu queria me livrar, queria recuperar a vista. E então ela me liberou, demos a Deus. E eu recuperei a vista. Fui enxergando normalmente, encontrei facilmente a ponte que eu deveria pegar e entrei no avião. Cheguei
livrar, queria recuperar a vista. E então ela me liberou, demos a Deus. E eu recuperei a vista. Fui enxergando normalmente, encontrei facilmente a ponte que eu deveria pegar e entrei no avião. Cheguei a Salvador, tudo em paz. Passaram-se 3 anos e eu me esqueci daquele senhor e do fato. Voltei 3 anos após a mesma cidade do país a que me refiro. E quando eu estava proferindo a conferência, olhei e percebi um rosto conhecido na multidão. Olhei uma vez, digo: "Deve ser, a não ser que eu esteja com dificuldade visual, ainda tem uma vista muito boa." Olhei mais uma vez, três. Por fim, quando o cavalheiro percebeu que eu olhava repetidamente, me deu um aus. E aí eu reconheci Pedro Gesto e sorriso, eu reconheci que era aquele amigo da entrada da alfânta. Terminada a reunião, ele veio, abraçou-me e disse: "Mas seu Divaldo, que prazer encontrá-lo! Quando eu soube o que o senhor vinha, fiquei numa expectativa que o senhor não faz ideia. O senhor me deu um livro que é o Evangelho Segundo Espiritismo ou não é? Pois eu li mais de uma vez. Eu procurei minha esposa, pedi desculpas, tornamos-nos bons amigos, agora melhores, porque eu compreendi que o matrimônio não é para descarregarmos das emoções grosseiras, é para nos sustentarmos. Aprendi a valorizar a companhia da minha mulher e a cuidar dos meus filhos. Você imagine que eu li no Evangelho essa frase de Allan Kardec e citou a frase a que eu me referi logo no início da conversa. Eu digo, mas essa frase é tão bonita porque Kardec se refere aos idosos que muitas vezes são maltratados pelas esposas dos filhos ou pelos próprios filhos são abandonados. Eu visito abrigos de idosos e os vejo chorar não de fome, de carência afetiva. Alguns cujos filhos ou descendentes outros ou parentes nunca os visitaram. Ele se comooveu e digo, "Quando puder, abra lá no centro um pequeno departamento para visitar pessoas necessitadas, pessoas carentes." E conversamos. E ele me disse, "Divaldo, depois que eu encontrei o espiritismo, nasceu em mim um outro homem. Porque o
tro um pequeno departamento para visitar pessoas necessitadas, pessoas carentes." E conversamos. E ele me disse, "Divaldo, depois que eu encontrei o espiritismo, nasceu em mim um outro homem. Porque o espiritismo me ensinou que a vida não se extingue nunca. E mais que isto, nós podemos ser felizes dentro das nossas possibilidades. Aqui é o verbo querer e eu quero ser melhor cada dia. Que é que o senhor está achando? Por acaso está vendo minha aura? Qualquer coisa, diga-me algumas palavras de conforto. Então eu lhe falei muito sobre a alegria íntima de ele reconhecer que era um aprendiz da vida, que a vida é a grande mestra na Escola das Experiências Humanas, oferecend-nos lições para o nosso aprimoramento moral. Mas como ainda o avião não partira, estávamos ali conversando, ele me disse algo que me impressionou muito. Eu pretendo dedicar o resto da minha vida à educação, a educação infantil. Aqui na nossa cidade, o senhor deve ter visto, é uma cidade paradoxal, tem a área rica, independente, e tem a área miserável, em que as casas são apenas barracos. O pântano se mistura. O senhor notou alguma coisa? Eu disse: "Não, em verdade eu não notei, porque eu fiquei com amigos, levaram-me aqui ao centro espírita a visitar alguém doente, em suma, não tive oportunidade, mas eu me comprometo com você. Na próxima vez nós iros fazer o estudo do evangelho na casa de alguma beneficiada sua. Alguma, porque normalmente é uma anciã abandonada. É aquela mulher que lutou, que ficou a sós, que educou os filhos e o companheiro foi adiante buscar uma nova espécie de vida. combinamos. Mas antes de sair, ele me disse: "Eu fiquei muito preocupado naquela noite com o senhor, porque o senhor não reagiu para mim. Eu já tive momentos difíceis de discussão no balcão, já chegamos a vias de fato. Por que que o senhor ficou tão calmo? me respondeu naturalmente. Eu disse: "Porque o Espiritismo está me educando. Educação da alma, educação de adultos. Eu sou pobre de valores espirituais. Deus me deu recursos na vida material,
o calmo? me respondeu naturalmente. Eu disse: "Porque o Espiritismo está me educando. Educação da alma, educação de adultos. Eu sou pobre de valores espirituais. Deus me deu recursos na vida material, deu-me um trabalho confortável, uma vida que me dá independência, mas o diamante bruto ainda está sendo lapidado. Ele disse: "Pois agora eu me vou dedicar também a esse trabalho de educação. Ele o tome como livro de leitura o Evangelho segundo o Espiritismo, porque fará a leitura, aprimorará os conhecimentos intelectuais e, ao mesmo tempo, o conhecimento moral. Allan Kardec costumava chamar dessas duas frases de conhecimento, intelecto, moral, porque não basta que o indivíduo tenha sua asa da cultura ou a asa da bondade. A sabedoria resulta de o indivíduo ser gentil, mas ao mesmo tempo ser conhecedor da verdade, ser generoso e saber porque deve ser generoso. que desde então eu fiquei compreendendo quanto nós adultos deveríamos usar a riqueza do conhecimento. E por mais humildes, por mais pobres que sejamos, nós temos um tesouro para dar, que é a gentileza. agora está usando uma frase em praticamente nos e-mails, nas outras redes sociais, muito gentil. Eu passei por aqui e me lembrei de visitar você e eu ah, eu estou de passagem aqui e resolvi saudar você. E mais alguém, mais alguém. Está nascendo um tipo de fraternidade. O e-mail não é somente mensageiro de fofoca ou de vaidades que desaparecem rápidos ou de mentiras as fakes, de fakes. Não é também um mensageiro de alegria. Passei por aqui para lhe dar uma boa notícia. Você imagine que hoje eu consegi e mostra a vitória da vida. Ele ficou muito sério e me disse: "Ainda há tempo para mim?" Eu digo: "Meu Deus, o senhor, como eu lhe disse, é muito jovem, deve estar agora perto dos 40 anos." Ele diz: "39". Eu digo, "Ah, é uma idade maravilhosa. Passou diferente esse tempo, mas quando chegarem os entas, 40, 50, 60, 70, passam rápido por causa da palavra. Sorrimos, abraçamos-nos. E ele me disse: "Eu tenho uma dívida para com o senhor que nunca
Passou diferente esse tempo, mas quando chegarem os entas, 40, 50, 60, 70, passam rápido por causa da palavra. Sorrimos, abraçamos-nos. E ele me disse: "Eu tenho uma dívida para com o senhor que nunca esquecerei. O senhor não me agrediu por causa da sua religião. Eu vou divulgar a religião ao máximo." Eu então me lembrei da educação doméstica, a educação do lar. A maioria de nós pensa que essa função é da escola. Às vezes dizemos aos nossos filhos irados: "Vou te pôr na escola para que o professor te dê um jeito". Eu equívoco. A função do professor é exemplificar, mas acima de tudo instruir e orientar, evidentemente, mas a função do lar é educar bons conceitos, bons princípios. E agora durante a pandemia nós temos uma oportunidade excelente de educar adultos, de educar nossos filhos, aqueles que se conformam em ficar em casa, porque a maioria se rebela e como está de máscara se acha no direito de sair, de contaminar-se, de não ter as características da doença, mas de contaminar os outros. E por isso estamos em uma nova onda, uma onda que se repete toda vez que negligenciamos com o dever de respeitar as leis. Isso também é educação e é pobreza. Temos visto pessoas, chega uma casa comercial e o funcionário lhe pede para ter cuidado colocar a máscara e um indivíduo arrogante, pobre de dignidade, a agredir o funcionário, a agredir o militar, dizer coisas pesadas e chegar a vias de fato até atrair a polícia para dar o exemplo de quê? De brutamontes. Nós estamos na sociedade para sermos lapidados. As religiões são dadas por Deus para nos aproximarmos do amor, do amor fraternal, mas sobretudo do amor a Deus acima de todas as coisas e do respeito ao nosso próximo, oferecendo uma boa saudação nestes dias. Olha, eu estou aqui, passei pela porta e lhe vim dar um boa noite, um bom dia. Vamos fazer uma pequena pausa e logo prosseguir. เฮ เฮ Bem, continuando nesse interim um dos nossos encontros, ele me disse: "Mas estou tão contente, o senhor recuperou a vista, não é? Porque o senhor está sem óculos e vejo que os
e logo prosseguir. เฮ เฮ Bem, continuando nesse interim um dos nossos encontros, ele me disse: "Mas estou tão contente, o senhor recuperou a vista, não é? Porque o senhor está sem óculos e vejo que os seus olhos estão muito claros. Eu disse: "Recuperei. Sim, senhor. Mas antes vou tehe contar uma coisa muito engraçada. Eu sempre tive a vista muito boa. É que diante de uma pessoa exasperada, a gente não pode nem deve exasperarse também. Eu não tinha nada na vista. Aquilo foi um pretexto que deu certo. É o que nós chamaríamos uma mentira branca. Aliás, não devemos ter mentida branca, nem de qualquer cor, mas foi um expediente de que me utilizei para mexer com o senhor. O senhor estava tão contrariado, tão amargado, que num momento qualquer poderia conseguir algo profundamente perturbador e até perder a vida por nada. Aí está a sua família, aí está o senhor. Ele disse: "Olha, eu vou lhe dizer mais para encerrar". E eu estou também divulgando o espiritismo nesses 3 anos. Eu achei tão maravilhoso falar sobre bondade, falar sobre reconhecimento, falar sobre Jesus. O senhor sabe que eu tinha um conhecimento diferente de Jesus. Eu adorava Jesus na cruz. Eu digo, mas ele ficou na cruz poucas horas. O nosso Jesus é descrucificado. Nós deveremos ter esse altruísmo de, após arrepender-nos, de colocá-lo na cruz, retirá-lo para ele poder continuar ajudando-nos. E esse que é o ser mais perfeito que Deus nos deu para servir-nos de guia e modelo, é o que anda conosco na rua, é aquele que nos adverte. é aquele que nos estimula para o bem e é aquele que diz suavemente: "Eu estou te esperando". É o amigo que não falha nunca. Esse amigo terminou sendo o presidente do Centro Espírita e até hoje, tantos anos depois, ele já está com quase 70 anos. Somos longevos, tanto ele quanto eu. Continua nessa cidade divulgando o espiritismo e falando sobre a educação moral. Não deveremos esconder, esquecer ou colocar em plano postergado a educação moral. desencarnou há poucos anos e o Mário falou para nós,
cidade divulgando o espiritismo e falando sobre a educação moral. Não deveremos esconder, esquecer ou colocar em plano postergado a educação moral. desencarnou há poucos anos e o Mário falou para nós, Nilson de Souza Pereira, um amigo que parece sempre viveu comigo. Nós nos conhecemos por volta de 1945 e tivemos uma união até a data da sua desencarnação, 7 anos atrás. Ele foi vítima de um câncer, mas de um câncer que produz muitas dores. No entanto, ele era muito educado moralmente, resignado, confiante em Deus. E o que mais me fascinava nesse homem era a sua educação. Claro, ele era também violento na hora própria. Ele era áspero quando se fazia necessário, também derrapava. Mas quando eu o conheci, já era um adulto de 26 anos, me chamou atenção os seus modos. E à medida que o tempo se passava, eu observava que ele não teve a oportunidade de um lar que lhe propiciasse os meios da gentileza da educação. Foi educado por uma família modesta e digna. O exemplo de seus pais era sempre a sua mola principal. E ele me dizia sempre: "Eu aprendi com papai e eu aprendi com mamãe." Então, respeito a esses educadores anônimos que falavam por intuição, ele desenvolveu a sua educação. Ele me dizia que tinha algo em relação a Jesus. me dizia, imagina de você quando fala sobre Jesus entusiasma-se? Eu não. Para mim é indiferente. Quando eu vejo uma processão, respeito, mas aquilo não me diz nada. E eu fiquei surpreso por encontrar um amigo a quem eu passei a estimar, que no entanto, tinha dificuldade de lidar com o ser mais notável que a minha imaginação jamais pôde meditar. e me impus a tarefa de lhe fazer conhecer Jesus diferente. O Jesus da fraternidade, o Jesus que vai à frente, aquele que cobre as nossas pegadas quando são de trevas e deixam sinais luminosos para clarear a noite dos infelizes. Aquele Jesus quiz, eu estarei contigo até a lei da morte. Aquele que disse: "Vinde, eu te aliviarei de todo o fardo pesado. Eu tomarei a tua carga nas minhas costas, colocá-la dos meus
dos infelizes. Aquele Jesus quiz, eu estarei contigo até a lei da morte. Aquele que disse: "Vinde, eu te aliviarei de todo o fardo pesado. Eu tomarei a tua carga nas minhas costas, colocá-la dos meus ombros. Eu estou contigo porque te amo para te salvar." Deixa para tais a sombra e a dor, e lembra que há um reino de alegria. Então ele contava histórias do evangelho que os espíritos me narravam. Uma grande historiadora literária do Brasil, Amélia Rodrigues, notável poetiza, contava-me histórias que depois escreveu em 12 livros e contava para Nilson. Em 1970, nós tivemos a oportunidade de visitar Roma. E então, eu sabia que ele teria vivido em Roma em algum momento e que essa antipatia dele por Jesus não era pelo homem de Nazaré, era pelo Jesus que lhe impingiram. Aquele Jesus que não perdoa, aquele que é duro, aquele que é indiferente à miséria humana, aquele Jesus feito à minha, à nossa imagem, não aquele que era feito à imagem de Deus, a imagem de Maria, a Santíssima, aquele que falou: "Ora, um pastor tem 100 ovelhas e uma escravia. Que faz o pastor? abandona todas para ir buscar aquela que está extraviada. Que linda lição. Gibran Cali Gibran, estudando esta frase faz um poema. Como é que deixa 99 que estão em segurança para buscar uma única que está perdida? É muito amor, não ter medo dos abismos dos penhascos. E então continuava sempre indiretamente. Estávamos em Roma e eu sugeri que nós andássemos um pouco pelo foro romano. Naquele tempo não era moralhado, era mais aberto, o futurismo era menor. E então quando nós passamos pela antiga residência de Neiro, a Domos Áurea que ainda lá se encontra, eu convidei um guia para nos levar aos vários cômodos. para vermos a sala em que Paulo falou popeia e a Nero. A coragem deste judeu falar a Nero, um dos homens mais terríveis da história universal. E a Popeia é uma equivocada, mas de alma sensível. E então ele nos mostrou, conversamos muito e ao sair eu agradeci e passamos pela avenida. Então eu digo, Nilson, eu tenho impressão que você
iversal. E a Popeia é uma equivocada, mas de alma sensível. E então ele nos mostrou, conversamos muito e ao sair eu agradeci e passamos pela avenida. Então eu digo, Nilson, eu tenho impressão que você viveu aqui em Roma e você foi crucificado porque era discípulo de Jesus. E lhe contei uma história que me haviam contado os bons espíritos desde havia vários anos. E ele teve um choque e me disse: "Mas di, esse Jesus que me levou ao sacrifício não é o mesmo Jesus que você me fala?" E eu lhe mostrei que a doutrina espírita veio restaurar o evangelho de Jesus, veio dulcificar as lições mais ásperas, veio fazer que a ranceníase moral saísse, as flores espocassem-lhe lama e nós nos tornássemos um jardim de bênçãos para homenageá-lo. Então aquele homem de 1,80 m chorou copiosamente e depois de chorar muito, eu deixei ali as portas da antiga residência de Nero. Ele pôs a mão no meu ombro e me disse: "Eu lhe prometo que nunca mais deixarei de amar Jesus. Não se preocupe mais em me converter. Eu sinto que você tem uma preocupação muito grande de me trazer esse Jesus dúido, misericordioso, amante dos miseráveis, particularmente dos miseráveis. E então olhei para ele e disse: "Realmente, esse é o Jesus que a humanidade de que a humanidade necessita. E se passaram os anos desde aquele longinco 1970, depois de contei com detalhes, detalhes que ele deveria saber e ele se tornou fiel a Jesus. Experimentou, como todo cidadão, como todo homem de valor e de caráter, vicissitudes, desafios, encontros ditosos e encontros perigosos. e manteve uma linha de dignidade cristã até o momento da morte. Nós havíamos combinado que se um de nós estivesse desencarnando e o outro estivesse em viagem de doutrina espírita divulgando o evangelho, que nós continuaríamos cuidando do evangelho e deixaríamos aos mortos o cuidado de cuidar dos mortos. Pois bem, isso aconteceu. Eu estava viajando pela cidade de São Carlos, no estado de São Paulo, quando telefonando para Salvador pela madrugada, a nossa enfermeira
rtos o cuidado de cuidar dos mortos. Pois bem, isso aconteceu. Eu estava viajando pela cidade de São Carlos, no estado de São Paulo, quando telefonando para Salvador pela madrugada, a nossa enfermeira disse que ele estava morrendo naquele momento. Ele desencarnou suavemente, balbuciando o Salmo 23. estava com dores muito afligentes e ainda pôde dizer a ela: "São muitas dores, mas eu tenho certeza que Jesus me aliviará." Foram as suas últimas palavras. Passaram-se os dias e nós conseguimos cobrir o manto da tristeza com as estrelas da esperança. Conseguimos apagar as nossas conversações éticas a respeito do reino de Deus quando for a terra melhorada, como está acontecendo agora neste momento de renovação, este momento de depuração da humanidade. Então nós tanto falamos e ele 32 dias depois de desencarnado, voltou, voltou e falou comigo, dizendo muito suavemente de eu agora quero incorporar-me para falar aos queridos companheiros. Veio e dito uma mensagem do coração falando sobre este homem bom. generoso que ele ofereceu a oportunidade de continuar trabalhando, cantando o reino dos céus com a voz e as mãos. Ele me aparecera dias antes, muito rapidamente numa solenidade se viu em que tocou o hino dos marinheiros e ele gostava muito. Ele me apareceu comovido e me deu a Deus. Pois até hoje buscando Cristo, esta alma que foi apresentada a Jesus de Nazaré, aquele que amava as criancinhas, aquele que perdoava os mais incréusos, porque não sabiam o que fazer. aquele que está sendo perseguido e maltratado hoje, que na China estão sendo decapitados pelo crime de querer no homem, de crer no homem que elevou a sociedade muito mais alto do que Maltsetung, com a sua revolução do Partido Comunista, um homem que certamente inspiraria Confúcio Lautel e os grandes pais da veneranda cultura da Índia de 7000 anos. Ele continua buscando esse Jesus e trazendo-nos a nós que ficamos a retaguarda a certeza da imortalidade. Ontem os nossos filhos, adultos, pais, avós, temos filho de 65 anos,
ra da Índia de 7000 anos. Ele continua buscando esse Jesus e trazendo-nos a nós que ficamos a retaguarda a certeza da imortalidade. Ontem os nossos filhos, adultos, pais, avós, temos filho de 65 anos, celebraram seu dia de maneira virtual, inexperientes, nervosos, fizeram a primeira experiência com auxílio de alguém. estivemos juntos virtualmente e ele, Nilson, esteve presente espiritualmente, porque ninguém morre. A morte é uma mudança de tom vibratório. Nós saímos de uma onda e entramos noutra. Saímos de uma expectativa musical e a vida é uma permanente harmonia. Pitágoras dizia que Deus é a música do universo. Então ele apareceu e levado às lágrimas por aquelas crianças de ontem que chegaram com dois dias com aquelas crianças que foram deixadas em nossa sala. E nós adotamos como filhos. Ele também registrou três deles como seus filhos biológicos. Porque foram crianças que ninguém sabia de onde veio, nem porque foram deixadas em nossa sala, à nossa porta, no banco do jardim. Este é o evangelho restaurado. Pessoas há que nos dizem, mas isto é ortodoxia, não. Isto é fidelidade. Outros que dizem: "Mas é um pieguismo. Essa turma religiosa é pieguista, prefere a dor. É porque nunca ler o evangelho. Com certeza a dor é o prêmio que Deus dá às suas criaturas. está no Evangelho Segundo o Espiritismo. Está ali ele dizendo: "Amai". E Madre Teresa, sua discípula por excelência, quando lhe perguntaram: "Madre, quando é que o mundo se vai modificar?" Ela disse com serenidade agora a começar por você e a sua amiga e também por mim. Não atiremos no outro a responsabilidade de um mundo melhor. Já que não podemos mudar o mundo, mudemo-nos a nós mesmos e o mundo se mudará, se transformará ao cântico das bem-aventuranças. Bem-aventurado aquele que não vendo creu. E ai daquele que, apesar de ver, preferiu a opção negativa. Jesus está de volta. Venho como outrora aos transviados filhos de Jerusalém. O evangelho segundo Espiritismo nos traz esta página sobre mim. ou então de Lázaro, quando se referem dos cristãos
egativa. Jesus está de volta. Venho como outrora aos transviados filhos de Jerusalém. O evangelho segundo Espiritismo nos traz esta página sobre mim. ou então de Lázaro, quando se referem dos cristãos que se moraram no circo. E hoje o espiritismo vem pronunciar uma segunda palavra do alfabeto divino, a reencarnação. Vem-nos instante dizer-nos que a reencarnação é a porta que se abre para a nossa redenção. Tenhamos compaixão dos que sofrem. Não aumentemos a carga dos que já são infelizes. Que seja a nossa voz a dúce da mensagem. Ninguém te apedrejou, nem eu te apedrejo. Não será através de pedradas que nós modificaremos o mundo. Ele sempre recebeu pedradas desde o período da pedra lascada ao período da pedra luzida. aos vários períodos, até este período da cibernética, este período do homem da internet, esse período da mente, controlando tudo através do pensamento e das ideias grandiosas de que nos fala o evangelho. Estamos no momento grave, todos o reconhecemos. Não nos custe um pouco de sacrifício por nós, pelos que virão depois de nós, pelos nossos filhos, por nós mesmos que voltaremos lutando fortemente para diluir a COVID-19, evitar o contágio. Quando descobrir que está contaminado e não sente nada, manter todos os cuidados para evitar a contaminação dos maleáveis. E quando percebermos os sinais sem qualquer receio, procurar os meios próprios da saúde para poder cuidar, porque ela é curável. O Brasil ultrapassou 1 milhão de curadas. O mundo também exulta daqueles que se recuperaram. E eu tenho conversado com várias pessoas que saíram do vale dos problemas turbulentos do pulmão e do coração. E me dizem, como falou o astronauta, agora eu sou uma pessoa diferente. Eu vi a morte vis. Eu a contemplei. Ela me olhou demoradamente e eu me lembrei de Deus. Me lembrei de Jesus. Lembre-mos dele a cada momento. E se for possível, somente se for possível, façamos uma campanha de esperança, uma campanha de ordem. Eduquemo-nos socialmente. Não deixemos que toque, que toque a hora
Lembre-mos dele a cada momento. E se for possível, somente se for possível, façamos uma campanha de esperança, uma campanha de ordem. Eduquemo-nos socialmente. Não deixemos que toque, que toque a hora em nosso bairro, em nossa cidade, em nosso país. O toque de alarme, o toque de recolher. Vamos recolher com pensamento forte. O pensamento é dinamo criador. É uma força que move o pêndulo do relógio, conforme as experiências de manifestação da parapsicologia. Vamos contribuir pensando na terra como nosso lar, adorná-lo com beleza e de estendermos a mão a todos aqueles que estão naufragando, mas ainda estão à borda da salvação. Hoje um canal de televisão me perguntou qual é a lição que a COVID veio dar. A divindade veio mostrar a sua potência. As grandes nações têm depósito de armas nucleares, tem mísseis para destruírem a terra 100 vezes, tornando-a pó, que vai ficar rodando ininterrupta por todo sempre, porque estávamos preparados para a guerra, para matar A divindade nos oferece um vírus invisível da Olhounu, que fez o mundo parar, as autoridades mais nobres parar, as pessoas mais humildes parar, que mudou os hábitos, que está criando novas regras para a civilização da regeneração. que está aproximado e que está dizendo muitas vezes Deus é a inteligência suprema do universo. É a causa primeira coisas. Almas queridas, destendei os braços na ação da caridade e a mente e o coração na adoração de Deus. em nosso próximo, em nosso irmão. Muito obrigado.
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