🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: O que você tem semeado?
Seja bem-vindo a mais uma edição inspiradora do Diálogo Franco! Neste encontro especial, convidamos você a uma profunda reflexão íntima: "O que você tem semeado?". À luz da Doutrina Espírita e da sábia Lei de Causa e Efeito, sabemos que o plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Nossos pensamentos, palavras e atitudes de hoje são as sementes que definirão o nosso futuro espiritual. Como estamos cultivando o terreno de nossas vidas e das vidas daqueles que nos cercam? Para nos guiar neste bate-papo fraterno e esclarecedor, contaremos com as valiosas reflexões dos convidados: • Mário Sérgio • Francisco Ferraz • Laudelino Risso • Leonardo Machado • Lusiane Bahia 🗓️ Data: Sábado, 21 de fevereiro 🕗 Horário: 20h (Ao Vivo) 📺 Transmissão: TV Mansão do Caminho Gostou do tema? Então não esqueça de: 👍 Deixar o seu Like (ajuda muito o vídeo a chegar a mais pessoas). 📝 Comentar abaixo: O que você faz para manter o pensamento positivo no dia a dia? 🔔 Inscrever-se no canal TV Mansão do Caminho e ativar o sininho para não perder as próximas lives. 🔗 Links Importantes Site Oficial Mansão do Caminho: https://mansaodocaminho.com.br/ Apoie nossas Obras Sociais: https://mansaodocaminho.com.br/doe-agora/ Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/mansaodocaminho/ #Espiritismo #DialogoFranco #MansaoDoCaminho #OQueVoceTemSemeado #LeiDeCausaEEfeito #DoutrinaEspirita #EspiritismoPlay #ReflexaoEspirita #AcaoEReacao #EvolucaoEspiritual #PazInterior #DivaldoFranco *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Muito boa noite. Estamos dando início à nossa programação do diálogo franco e para tanto eu vou convidar a nossa irmã Luziane Bahia para proferir a prece de abertura desta noite. Senhor Jesus, alegria imensa por estarmos reunidos na tua casa de amor. A busca pelo contato dos teus ensinamentos, das tuas lições, de forma mais íntima. Elegimos este instante para nos vincularmos de forma ainda mais intensa convosco, conectando os nossos [música] pensamentos, mas também os nossos receios, dúvidas, o nosso [música] estado íntimo contigo, Senhor. por entendermos que momentos como estes são valiosos para a construção interna, para apaziguarmos o mundo íntimo e que para partir deste instante termos a oportunidade de concatenarmos as ideias [música] com mais clareza, alcançarmos Soluções para deslindes que às vezes embaraçam [música] a nossa mente, mas que a calmaria do encontro com o teu evangelho nos promove serenidade e nos coloca ativos, presentes, vivos diante dos desafios, das lutas e dos degraus a serem vencidos e superados. Que nesta noite, diante da [música] escolha de te buscarmos de forma mais próxima, recebamos o bálsamo da tua presença e da mensagem lenificadora, consoladora. libertadora [música] para todos nós. Permanece conosco, mestre. Gratidão por tudo e sempre. Assim seja. >> Antes de darmos início então a nossa programação do diálogo franco desta noite, dois breves avisos. Nós já iniciamos os nossos cursos presenciais e agora no dia 26 nós teremos o início do curso virtual. Aqueles que tiverem interesse de aprender a respeito da doutrina espírita, então a partir do dia 26 na plataforma Espiritismo Play, de forma gratuita, a pessoa se inscreve e pode assistir as aulas de espiritismo com a Luziane, a Tânia, Paulo de Tarso. E depois nós temos no próximo sábado o nosso irmão Severino Celestino. Ele estará conosco, o mundo de regeneração do apocalipse. Todos nós gostamos com certeza muito do Severino, né? Ele é muito simpático e muito conhecedor da Bíblia. E fica aí o
rmão Severino Celestino. Ele estará conosco, o mundo de regeneração do apocalipse. Todos nós gostamos com certeza muito do Severino, né? Ele é muito simpático e muito conhecedor da Bíblia. E fica aí o convite aqueles que quiserem se inscrever e participar desse seminário que conhece no próximo sábado às 16 horas, das 16 às 19. das 19 às 20 nós temos um pequeno intervalo e depois ele fará a palestra da noite no próximo sábado. Então se inscrevam aí no site da Mansão do Caminho. A nossa proposta sempre foi que uma vez por mês nós pudéssemos fazer essa essa programação do diálogo franco, né? Então, hoje é o nosso sábado diálogo franco. Nessa oportunidade Dr. Leonardo conosco, a Luziane, está convidado também o Laudelino Riso, mas com alguma contingência ele não pôde aqui comparecer. Acredito que ainda está para chegar. Vamos aguardar. E também nós temos Dr. Francisco Ferraz. O Dr. Francisco Ferraz tá com a problemática de conexão na internet. Então, assim que nós tivermos a confirmação do Dr. Francisco Ferraz, nós daremos início também à apresentação dele. O tema hoje é o que temos semeado, né? Todos nós, instruídos e conhecedores da doutrina espírita, sabemos que nós sempre vamos colher aquilo que nós plantamos. É uma lei de causa e efeito. Deus não nos pune, Deus nos ama, Deus é amor. Deus acredita sempre em nós, né? Às vezes, as semeiaduras que nós desenvolvemos ao longo das existências redundam em problemáticas que nós trazemos na atual vigeliatura carnal. Então é essa proposta, digamos assim, da nossa conversação na noite de hoje. Nós temos aqui a nossa Luziane Bahia, que é colaboradora voluntária da mansão do caminho, quase que dispensa, né, Luana? sua apresentação, né? Nós viemos uns dias maravilhosos aqui com a juventude espírita Nina Aroeira, que a Luziane coordenou com Dr. Edilton e com Cléber, que foram dias maravilhosos no carnaval. Eu recomendo que no próximo ano vocês participem, que foi realmente uma programação maravilhosa, uns dias de muita alegria com os jovens.
Edilton e com Cléber, que foram dias maravilhosos no carnaval. Eu recomendo que no próximo ano vocês participem, que foi realmente uma programação maravilhosa, uns dias de muita alegria com os jovens. Então, a Luziane é expositora espírita, palestrante, participa dos grupos de estudo da Federação Espírita Brasileira e integrante também do curso do Espiritismo online, disponível gratuitamente na plataforma Espiritismo Play. Está aqui conosco também o Dr. Leonardo Machado, que todos vocês já conhecem, que é um colaborador voluntário da Mansão do Caminho, é expositor e escritor espírita. Nós temos na livraria diversos livros do Dr. Leonardo. Ele é médico psiquiatra e coordena o nosso centro de saúde mental Joana de Angeles. É idealizador e coordenador de cursos voltados à saúde mental na plataforma Espiritismo Play. Então nós iremos agora para dar início a nosso diálogo franco, vamos exibir um pequeno vídeo com a participação do Divaldo. >> É graças à nossa conduta [música] que fazemos o nosso destino. E a reencarnação é o lugar, a oportunidade de realizarmos aquilo que fizemos. Se nós plantamos, esperamos o resultado na colheita e então com aquela colheita nós temos o material para o futuro, para futuras plantações, para futuras colheitas. sempre o nosso destino será cumprido. Dessa forma, nós teremos oportunidade de resgatar e de executar a nossa encarnação graças aos nossos atos. Eu me torno espírita, por exemplo, que antes eu era uma pessoa dissoluta, vulgar, tinha os meus equívocos, achava bem, mas agora eu mudei de opinião e passo a fazer o bem. Eu descubro que fazer o bem é muito mais agradável do que o prazer que eu tinha de ver a miséria dos outros. Então, sou agora um polo positivo. Estou fazendo o meu futuro. A divindade nesta linha do meu pensamento tem reservadas várias opções de felicidade, porque eu estou avançando para lá, estou dentro daquilo que eu programei para o meu futuro. Daí eu sou autor da minha felicidade ou da minha desita. >> Muito bom. Então, com saudades do Divaldo.
dade, porque eu estou avançando para lá, estou dentro daquilo que eu programei para o meu futuro. Daí eu sou autor da minha felicidade ou da minha desita. >> Muito bom. Então, com saudades do Divaldo. Muito bem. O Dr. Francisco Ferraz já está com a internet regularizada. O Dr. Francisco é trabalhador do Centro de Estudos Espíritos da Fraternidade que fica lá em Curitiba, no Paraná. é ex-presidente da Federação Espírito do Paraná e atualmente é membro efetivo do Conselho Superior da Federação Espírita Brasileira e coordenador jurídico do Conselho Federativo Nacional. Também escritor, nós temos diversos livros do Dr. Francisco aqui conosco na nossa livraria e também a palestrante espírita. Então vou convidar o Dr. Francisco para testar a internet do Dr. Francisco. Vamos ver se tá funcionando direitinho. Aí o senhor faz a nossa sua apresentação para nós aqui. >> Boa noite a todos. Estão me ouvindo? >> Sim, doutor. >> Então, boa noite, Dr. Mar Sérgio, amigo, a nossa querida Luziane Bahia, né, amiga e nomeada e o nosso Dr. Leonardo, né? Não que ele esteja velho, eu conheci bem novinho aqui no Paraná, né? É uma alegria estarmos juntos nesta noite. Tivemos aqui um problema com o computador, estamos pelo celular, né? Mas são coisas naturais. É uma alegria estarmos juntos e pedimos a Jesus que nos abençoe a tarefa. >> Muito obrigado, Dr. Francisco. Então, vamos aqui começar. A lei de causa e efeito pode ser comparada a um processo contínuo de semeadura espiritual. Como vocês explicariam isto de forma simples? Então, para o Dr. Francisco, a primeira pergunta, doutor. No evangelho, vemos a parábola do semeador, onde a semente cai em diferentes solos. Qual a nossa responsabilidade quando nossa boa semente, um conselho, um auxílio não germina no outro? É responsabilidade nossa do semeador ou é responsabilidade do solo? >> Parábola do semeador está retratada por Mateus, capítulo 13, pro Marcos, no capítulo 4 e pelo evangelista Lucas no capítulo 8, né? E ali a gente vai ver que a
emeador ou é responsabilidade do solo? >> Parábola do semeador está retratada por Mateus, capítulo 13, pro Marcos, no capítulo 4 e pelo evangelista Lucas no capítulo 8, né? E ali a gente vai ver que a responsabilidade central daquele que se candidata à questão de ser um semeador é compartilhar a semente, né? Como é que nós podemos entender essa semente? uma palavra de Deus, uma atitude humana de benemerência, como as ações de caridade, de generosidade, independente do solo, que possa cair a nossa ação se nós agirmos desta maneira. A parábola ensina, por exemplo, para nós, que embora o semeador tem a responsabilidade de semear, o resultado da colheita depende da receptividade do coração humano, óbvio, né? o que é representado por diferentes terrenos na própria parábola. A semente do bem é sempre boa. A semente lançada através das leis de Deus, os ensinamentos da boa nova de Jesus, a eh são sementes extraordinárias. E a responsabilidade do semeador não é produzir a semente, essa semente que a gente já recebeu, mas sim espalhá-la da melhor maneira possível. Então, o contato da semente que a gente interpreta é o contato com o solo que está nos corações humanos, né? Podemos dizer assim. E semear, nós temos que semear em todo tipo de solo. Semeador semeira na beira do caminho, entre pedras, entre espinhos, na boa terra, como ali está informado na parábola. Aici a lição de semear é que implica uma ação de generosidade, né? No sentido de nós eh passarmos ao nosso próximo aquilo que está na na regra áurea que Emanuel para o evangelho do Cristo. Fazer aos outros que gostaria que vos fizessem e não fazer aos outros o que gostaria que não te fizesse. De modos que não existe. Curiosamente Jesus não falou na parábola em semente de mar. Ele falou: "Boa semente." E a boa semente é uma conquista que a gente faz na direção de adquiri-la para daí sim semeá-la à nossa volta, né? Agora, tudo isso depende de cada um, mas nós já estamos, claro, a caminho do reino de Deus e já temos as condições de semear a
nte faz na direção de adquiri-la para daí sim semeá-la à nossa volta, né? Agora, tudo isso depende de cada um, mas nós já estamos, claro, a caminho do reino de Deus e já temos as condições de semear a boa semelhan. Para isso estamos sendo chamados. Eh, o recado está dado, o trabalhador está com os instrumentos nas mãos e precisamos semear a boa semente, independente do solo que ela vai cair. Nem sempre ela vai cair no solo que vai fertilizar, talvez ca espinhos, mas no futuro todas essas coisas se modificarão. É a nossa visão sobre essa parte. Muito obrigado, eh, nós vivemos em uma era de imediatismo, mas a natureza tem seu tempo de maturação. Na visão espírita, por muitas vezes o a recompensa demora a aparecer, enquanto as consequências de um erro parecem imediatas? Como trabalhar a paciência e a fé durante o tempo de espera? entre o plantil e a colheita. >> Primeiro agradecer a oportunidade que sempre se configura em um espaço de trabalho íntimo. Toda vez que falamos, de certa forma, semeamos também dentro dos nossos próprios corações, já que o trabalho principal é a vitória que nós temos que que devemos travar em relação a nós mesmos. Quando pensamos na lei de causa efeito, portanto, nessa semeadura, é natural que na atualidade venha a ideia de reciprocidade, mas eu gostaria de propor a perspectiva de que reciprocidade não deixa de ser uma modernização da lei de Talião, da lei do olho por olho, dente por dente. A lei de causa e efeito da qual o espiritismo coloca, ela tem o germe nessa reciprocidade, nessa lei de talião, mas ela tem a amplificação pelo amor. Então, a lei de causa efeito não leva apenas em conta o dar e receber de forma tão simples, tão linear, ela complexifica a partir do amor. que dentro desse amor de Deus, nós acrescentamos ingredientes como a misericórdia divina, como a possibilidade de que a consequência da nossa semeadura ela tenha, digamos assim, às vezes parcelamentos. E de fato a figura de linguagem que falamos no espiritismo, que muitas vezes
dia divina, como a possibilidade de que a consequência da nossa semeadura ela tenha, digamos assim, às vezes parcelamentos. E de fato a figura de linguagem que falamos no espiritismo, que muitas vezes as nossas nossos resgates são parcelados, essa é uma figura da linguagem perfeita, é uma metáfora perfeita. Então, de alguma forma, nós pensamos que as coisas ruins que nós fazemos retornam rapidamente para nós e as coisas boas, não, porque de alguma forma já é uma consequência do nosso imediatismo. Essa percepção não deixa de ser uma consequência do nosso imediatismo, porque para uma construção, e todo mundo que é da engenharia sabe, é muito mais fácil demolir uma parede do que você reconstruir as coisas, né, do que você reformar, porque na reforma você tem sempre algum problema que pode acontecer. Nessa perspectiva, o sofrimento que vem de algo ruim que nós fazemos está diretamente, digamos assim, ligado à sensação de arrependimento. Allan Kardec traduz muito bem isso em O céu e o inferno, chamando de o Código Penal da Vida Futura. Quando ele vai falar do arrependimento, esse arrependimento automaticamente está vinculado à expiação. Automaticamente, quando eu me arrependo, eu já sofro. é uma coisa que está vinculada numa palavra psicológica moderna, arrependimento com expiação tem a ver com culpa, né? Então a culpa tem dentro dela o componente do arrependimento, que é um aspecto mais cognitivo do que eu entendo que fiz errado, e a expiação, o aspecto emocional do sofrimento. Que sofrimento? A tristeza? Que sofrimento? a raiva que eu direciono a mim mesmo por ter me equivocado. E aí vem a necessidade da reparação. Então o sofrimento vem logo porque ele está vinculado ao arrependimento naquilo que exatamente chamamos de culpa. Enquanto, digamos, as recompensas pel aquilo, pelas coisas boas que nós fazemos, ela demora um pouco. Mas esse demorar um pouco não significa que a lei de Deus seja pessimista, né? Porque se a gente falar assim, demora, a gente tá digando, digamos assim, dizendo que a lei de Deus
ela demora um pouco. Mas esse demorar um pouco não significa que a lei de Deus seja pessimista, né? Porque se a gente falar assim, demora, a gente tá digando, digamos assim, dizendo que a lei de Deus tem um viés pessimista, né? Um viés mais eh, digamos autoritário, mais de punição. É porque no final das contas todos nós somos seres, digamos assim, seculares, pelo menos, alguns milenares, seres que tem muito tempo, né? Muito tempo de trajetória. E nesse muito tempo de trajetória tem muitos equívocos. Basta você ver a história da humanidade. A história da humanidade se confunde com a nossa própria história pessoal e como consequência há muita, digamos assim, bagagem de culpa nas nossas costas, nas nossas consciências. Não é à toa que Joana de Angeles vai trazer muito bem essa consciência de culpa como sendo algo que nos dificulta a libertação. De qualquer forma, dizia dona Niná quando tava encarnada, ela falava muito assim: "A semeiadura é livre, mas a colheita é obrigatória, né? Então a colheita vai vir. Agora tem que ter paciência para que essa colheita seja realmente um fruto mais substancioso. E a paciência, que é a ciência da paz, ela é um fruto substancioso que tem substância, digamos, no linguagem nordestino para manter o nosso corpo evolutivo. Então, me parece que é mais uma perspectiva do que uma realidade. >> Obrigado, Dr. Leonardo. Luziane, nem tudo que colhemos hoje pode ter sido plantado nesta encarnação. Às vezes enfrentamos dificuldades que parecem injustas. Como diferenciar então uma prova de uma expiação? Inicialmente cumprimento a todos com muito carinho, todos que estão aqui presencialmente, aqueles que nos acompanham virtualmente. Cumprimento o Mário, Leonardo, o nosso querido Francisco, que está online conosco, e o Laudelino também, para que todos recebam o nosso abraço. A prova e a expiação. A doutrina espírita nos traz esclarecimentos acerca dessas duas vertentes. O espiritismo nos ensina que a prova está dentro de um campo de acontecimentos em que nós temos
abraço. A prova e a expiação. A doutrina espírita nos traz esclarecimentos acerca dessas duas vertentes. O espiritismo nos ensina que a prova está dentro de um campo de acontecimentos em que nós temos a possibilidade da escolha. Organizamos juntamente com a equipe espiritual aqueles acontecimentos que vão nos testar, vão nos provar, vão trazer para nós possibilidades de identificarmos se aquele coeficiente de aprendizado está incerto em nós ou não. As provas têm essa maleabilidade, portanto, não tem uma condição de definitividade. Elas podem ser abrandadas, alentadas, mas podem ser também agravadas à medida que nós vamos vivenciando as experiências. Então, a prova traz-nos uma possibilidade de avançar, de irmos para a construção da da superação em relação a nós mesmos, avançarmos nos nossos próprias, no nosso processo evolutivo. Já a expiação tem uma ligação direta com o equívoco, com a falta, já nos traz um olhar direto em relação ao passado. E tem uma ideia, uma conjuntura de acontecimento da expiação, a gente não consegue sair. É algo que nos apresenta como uma imposição de educação, uma imposição de burilamento e de transformação. O espírito Jonas deângeles, quando vai nos trazer a reflexão acerca da prova e da expiação, traz-nos exemplos, dizendo que enfermidades congênitas, situações desde o nascimento que vão acompanhar o ser durante toda a jornada tem esse caráter expiatório, de condição mais definitiva e mutável. Mas outras circunstâncias que vão testar a nossa paciência, a nossa capacidade de perdoarmos, a nossa condição compreensiva, vai nos trazendo essas provações. À medida que vamos vencendo, temos aprovações naquele intento. À medida que não vencemos, ali ficamos para novos contextos de testes de avaliação. Quando vamos na questão 167 livro dos espíritos, encontramos o codificador perguntando qual é a finalidade da reencarnação? E os espíritos respondem: expiação e melhoramento progressivo da humanidade. Então, expiação esse caráter do passado, equilíbrio, harmonização. Eu preciso
guntando qual é a finalidade da reencarnação? E os espíritos respondem: expiação e melhoramento progressivo da humanidade. Então, expiação esse caráter do passado, equilíbrio, harmonização. Eu preciso trazer uma harmonização na contabilidade das minhas faltas, do meu erro, ligado ao equívoco, melhoramento progressivo da humanidade, as provas sobre as quais nós somos inseridos e que precisamos vencê-los. Mas essa questão é muito mais didático teórica, porque diante das circunstâncias é difícil a gente dizer se aquilo é uma expiação ou se é uma prova. Então, diante da dor, diz o espírito Jana de Angeles, oração, orar, conectar-se para que aquela dor possa ser ultrapassada por nós com galhardia, com êxito, silêncio interior, para que a gente consiga escutar inclusive a voz da dor, que a gente consiga escutar as vozes das lições. E diz a benfeitora, trabalho no bem. Porque assim, à medida que nós ocupamos as nossas horas, o nosso tempo, a nossa dedicação no trabalho para o bem, ali vai sendo um campo lavrado, vai sendo um campo trabalhado. É o solo que vai sendo revolvido pela charrua da nossa escolha. revolvendo esse solo, vamos tornando esse solo mais fértil e mais propício e assim vamos vencendo as nossas dores, sejam ela elas expiações ou sejam provas. >> Obrigado, Luziane. Dr. Francisco, muitas vezes agimos no piloto automático e nem percebemos as sementes que lançamos através de palavras impensadas ou julgamentos rápidos. Como a vigilância mental pode transformar nossa colheita futura? De fato, dentre os ensinamentos que Jesus de Nazaré nos trouxe, existe aquele ensinamento extraordinário. Orai o vigiai. Eu já fiz uma vez um estudo sobre essa frase. Alguns biógrafos antigos, entre eles falar do José, do povo judeu, que é o contrário, é vigiai primeiro e orai depois. E na parábola tá orai e vigiai. Então, na realidade nós somos uma criatura que precisamos estar sempre vigiando os nossos pensamentos, né? Porque os nossos pensamentos é o comando central das nossas ações, né? Diante
orai e vigiai. Então, na realidade nós somos uma criatura que precisamos estar sempre vigiando os nossos pensamentos, né? Porque os nossos pensamentos é o comando central das nossas ações, né? Diante disso, as palavras que lançamos, as ações que fazemos, elas têm um significado, elas têm um objetivo e a intensidade dela é medida pelo grau que essas palavras e eles, esses pensamentos são colhidos do ponto de vista das coisas justas ou das coisas injustas, do bem ou do mal. Ainda vivemos essa dicotomia entre o bem e o mal. Ainda estamos num processo natural de seleção para melhorarmos a nossa conduta espiritual, para alcançarmos a era da regeneração. E temos todos os instrumentos possíveis nas mãos, não só o espírito, não. As religiões sérias que procuram orientar o seu rebanho, elas têm eh nas suas máximas os ensinamentos valorosos para que as criaturas possam, a vez vivendo esses ensinamentos, modificar a sua conduta e se candidatar. Aí sim, como o Espiritismo adota e não só o Espiritismo, algumas doutrinas espiritualistas também alcançarmos a possibilidade de acompanharmos a Terra nesse processo de regeneração. De modos que o que é vital para tudo isso é a nossa ação, o que pensamos, o que falamos, o que agimos. E as doutrinas nos têm esse papel de nos orientar. Assim, a gente encontra, por exemplo, no espiritismo, a certeza de que toda atitude boa reflete uma situação melhor, como também toda atitude má reflete uma situação má. O sofrimento em si não é uma situação que a gente precisa passar por ele. Mas na questão 124 de O livro dos Espíritos, existe uma pergunta muito curiosa, né? Allan Kardec vai perguntar, fazendo uma afirmação no início, pois que há, diz assim ele, espíritos que desde o princípio seguiam pelo bem absoluto? Ele faz ali uma uma outra indagação. Haverá espíritos que desde o princípio seguiam pelo mal absoluto? E a resposta dos reveladores é clássica e interessante. Eles responde: "Sim". E entre esses dois pontos está a grande quantidade, a grande massa de espírito
esde o princípio seguiam pelo mal absoluto? E a resposta dos reveladores é clássica e interessante. Eles responde: "Sim". E entre esses dois pontos está a grande quantidade, a grande massa de espírito que está na terra e que eu costumo dizer que somos mais ou menos e ainda somos nós, ainda somos um pouco mais ou menos. Aí já temos defecções, já temos às vezes o sentimento da raiva que pode nos assenhorar, mas a gente encontra, por exemplo, o espiritismo também digo em outras doutrinas, o norte é a orientação necessária para que a gente evolua no sentido de sermos amanhã uma criatura melhor do que somos hoje, aplicando na nossa existência conhecimento, principalmente os ensinamentos que Jesus trouxe para nós na terra. Obrigado, Dr. Francisco. Nós temos agora aí na na tela uma projeção. Ninguém se invade das consequências de seus atos. Como planta alguma produz diferente fruto da sua própria estrutura fatalista. Joana de Angeles através da psicografia de Divaldo Franco. Então nós plantamos a macieira, vamos colher a maçã. laranja, laranja e assim por diante. Então, Luziane, vamos dar uma pergunta relativamente a esse tema. Como evitar que o trabalho espírita se transforme em campo de disputa? Todas as vezes que nós nos enveredamos nas nossas paixões, perdemos o rumo da trajetória. Disputar e trabalho espírita não tem como coadunar. Se há disputa, não há trabalho, nem muito menos trabalho espírita. Há uma grande confusão ou pensamentos que vão sendo eleitos, que vão se materializando nos gestos, nas atitudes e que vai resultando em efeitos que são danosos. Aquele que diante do trabalho prefere a contenda ou prefere a disputa, como está na pergunta, está fazendo uma eleição de perda de tempo e de perder a oportunidade também de encontrar através do trabalho e da convivência com o outro as oportunidades de crescimento. Jesus disse que até hoje o Pai trabalha e que ele também trabalha. A lei do trabalho é a lei que nos conduz ao aprimoramento nosso, da nossa transformação moral. É o esforço que
idades de crescimento. Jesus disse que até hoje o Pai trabalha e que ele também trabalha. A lei do trabalho é a lei que nos conduz ao aprimoramento nosso, da nossa transformação moral. É o esforço que fazemos para transformarmos as nossas inclinações mais buscando cada vez mais uma melhor versão de nós mesmos. Quando Jesus vem ao planeta, governador do nosso planeta, quando ele vem para experiência como Jesus, ele não passa a sua trajetória sozinho. Ele elege 12, 12 diferentes personalidades, diferentes espíritos, diferentes interesses e objetivos, mostrando que o trabalho é no aprendizado da convivência. O melhor labor é quando experimentamos estes conceitos e aprendizados uns com os outros, porque sozinhos não temos parâmetros avaliativos. Podemos nos depreciar pensando: "Meu Deus, eu não tenho condição alguma de realizar esse trabalho." Depreciar, colocar-se para baixo e sem parâmetro também poderíamos nos engrandecer. Somente eu consigo fazer essas tarefas, somente eu consigo realizar esses propósitos. Sem o outro, perdemos o parâmetro avaliativo, construtivo para nós mesmos. Por isso que Jesus sabiamente elege 12 e 12 diferentes personalidades. E entre os 12 é bem interessante que havia um que disputava, Judas. Na descrição de Humberto de Campos, no livro Boa Nova, Judas está caminhando junto com Jesus e os demais discípulos, os demais apóstolos, quando ele resolve falar e queixar-se a Jesus a respeito dos outros. Os outros me excluem, os outros não gostam de mim, os outros não querem a minha presença. Tem cada um é querido um para o outro. começava a citar João com Pedro, com Tiago e citava as afinidades e falava que ele estava distanciado. E Jesus na trajetória e na caminhada, vai mostrando para ele a beleza do conviver e do saber extrair do outro aprendizado para si. Acontece que depois de uma longa caminhada, onde ele fala tão mal dos seus companheiros, encontra uma fonte, um lugar onde eles podem beber a água, um um reservatório de água. O que é que Judas faz? Sai correndo na frente de
ma longa caminhada, onde ele fala tão mal dos seus companheiros, encontra uma fonte, um lugar onde eles podem beber a água, um um reservatório de água. O que é que Judas faz? Sai correndo na frente de todo mundo, revolve aquela água e só ele pôde beber, porque ele revolveu a água, a água ficou barrenta e os que vieram atrás não puderam fazer uso, apesar de todos estarem sedentos. E aí Jesus traz a lição, a lição da intempestividade, do equívoco, da disputa. Ele disputa tanto que qual o desfecho de Judas? a traição, mas não é a traição a Jesus, é a traição a ele mesmo, porque ficou perdido, sem um pertencimento, sem participar daquele contexto da vinha, o trabalho na vinha do Senhor. Tem aqueles que chegaram na primeira hora nas horas sucessivas, os que chegaram na última hora. Na lição, Jesus mostra que cada um de nós é útil para formar o trabalho na vinha. Cada um com a sua habilidade, cada um com seu talento, cada um chegando no seu tempo, trazendo a sua contribuição, contribuindo, sendo útil para o contexto. Disputar é perder tempo, é isolar-se, é enganar-se e perder a oportunidade de crescimento que o trabalho nos concede. E para concluir essa essa análise acerca da pergunta que nos foi feita, eu gostaria de trazer uma contribuição que tá nesse livro aqui. Esse é o primeiro livro da benfeitora Amélia Rodrigues, A psicografia do nosso tio Divaldo, Primícias do Reino. Esse livro é um primor. aqueles que não conhecem, ah, vão buscar, vão buscar se deleitar nestas páginas que nos levam a Galileia, ao mar de de Genezaré, ao Tiberíades, que nos leva às experiências vivenciadas por Jesus. aqui no capítulo sexto intitulado Semente de Luz e Vida, onde a benfeitora Amélia Rodrigues reflete acerca dessa parábola do semeador que nós estamos conversando aqui, trazendo um pouco das lições de Jesus e ela nos mostra que o aproveitamento do tempo, porque ela vai colocando cada trechinho da parábola e vai incrementando a análise com outras parábolas, mostrando a riqueza que a parábola do semeador tem
ela nos mostra que o aproveitamento do tempo, porque ela vai colocando cada trechinho da parábola e vai incrementando a análise com outras parábolas, mostrando a riqueza que a parábola do semeador tem em nos propor essa semeiadura, esse lançar das sementes. E ela nos adverte aqui, nos convida a percebermos aqui que toda semente lançada dentro dessa coletividade, ou seja, para o outro, em prol do outro, vai revolver a própria terra, auxiliando o processo nosso nesse pertencimento desse solo da fertilidade e assim sermos capazes de produzir 100, 60 e 30 por um. Então a gente remete a reflexão também ao livro Primícias do Reino, capítulo sexto, Semente de Luz e Vida. >> Obrigado, Luziane. Dr. Leonardo, quando alguém nos fere, qual é o melhor semente a plantar? >> Sem sombra de dúvida, o perdão, mas também é um dos uma das sementes mais difíceis, né? Porque o perdão nos fala da constatação de que nós sentimos raiva. E um dos problemas da dificuldade de perdoar é justamente a dificuldade de aceitar que nós estamos magoados. Mágoa significa uma junção entre raiva e tristeza quando eu entendo que o outro ou algo errou para comigo. E aí nós queremos fazer um perdão, digamos assim, fast food. E esse perdão fast food não consegue fazer uma análise interna. Só existe o perdão por conta do mal, né? Só existe o remédio por causa da doença. Não existe um remédio que não tem uma doença. Então, digamos assim, se o perdão é um remédio, é porque a doença interna, digamos, que nos consome internamente é a mágoa. E quando alguém nos fere, sem sombra de dúvida, se está nos ferindo, é porque nós estamos magoados internamente. E é importante a gente entender o nosso nível, né? Nós não temos um nível, digamos assim, de imunidade emocional. Isso seria uma prepotência. Naturalmente, nós ficamos decepcionados porque quando semeamos, nós gostaríamos que essa semente trouxesse frutos e quando semeamos, nós gostaríamos de algum resultado. Faz parte da nossa evolução atual. Então é importante para o trabalho do perdão,
ando semeamos, nós gostaríamos que essa semente trouxesse frutos e quando semeamos, nós gostaríamos de algum resultado. Faz parte da nossa evolução atual. Então é importante para o trabalho do perdão, para o trabalho dessa convivência que vem no bujo do que a Luziane e o Francisco falaram, eh, como consequência disso, nós termos também a perspectiva da humildade. Outro ponto que me parece importante nessa questão da semeadura, Dr. Mário, é a gente pensar que não só a semeadura de coisas ruins, né, como muito bem Dr. Francisco falou, a parábola fala da semente boa, ou seja, os semeadores foram convidados a semear uma coisa boa, porque também todo o bem que nós fazemos, todo o bem que nós fazemos, mais cedo ou mais tarde volta como uma bênção, como um advogado, como um mérito que diminui as angústias pela qual nós deveríamos passar. Pode ser que demore um pouco, porque a nossa visão, apesar de sermos espíritas, eu fico vendo assim até comigo e com todos, mas também comigo, a gente é muito físico, muito materialista no sentido do imediatismo, né? Nós somos espíritas, mas queremos a recompensa logo nessa reencarnação. E é importante ter essa perspectiva reencarnatória de forma radical, ou seja, nós somos reencarnacionistas. Não dá para imaginar que as consequências boas serão só nessa reencarnação. E nós somos ambiciosos. Mas como disse Paulo de Tarso, a ambição espírita cristã é a ambição do céu. Então, se é uma ambição do céu, é uma ambição de evolução. Veja que ambição. A minha ambição é chegar à perfeição. Veja que coisa bonita. Então, se a ambição chegar à perfeição, vai demorar o concurso do tempo. Nessa perspectiva, um outro dado que nos dificulta muito a marcha e que a parábola do seu vereador coloca muito bem é o medo de errar. Alguns não plantaram pelo medo de, digamos aqui, se equivocar. E quando o Dr. Francisco falou que me conheceu mais jovem, é porque eu tinha uns 23 anos, eu acho. Eu era estudante de medicina, eu acho, quando fui para Curitiba a convite
digamos aqui, se equivocar. E quando o Dr. Francisco falou que me conheceu mais jovem, é porque eu tinha uns 23 anos, eu acho. Eu era estudante de medicina, eu acho, quando fui para Curitiba a convite dele. E e assim, eu não sabia, Mário, que tinha um lugar no Brasil tão frio como Curitiba. Tava acostumado com Recife, com Bahia, com Nordeste, né? E aí fal, olha, Curitiba é frio, mas eu não tinha nem roupa para ir para esse frio, não. Falei, peguei uma jaqueta normal, fui de chinelão, né? Fui quando chega em Curitiba, um frio danado. E aí eles me socorreram, né? Não usava nem barba na época ainda. E me socorreram com agasalho, que o agasalho de Recife não dava pro agasalho de Curitiba. Parecia outro país, né? Assim, para minha, pro meu padrão de Brasil, recifense, né? da praia de Boa Viagem, não tinha acostumado com o frio de Curitiba. Eu errei, entendeu? Eu errei o cálculo, mas não um erro que trouxe uma consequência negativa. Eu fui lá e tentei dar a semeiadura. O que que eu tô querendo dizer? A gente não precisa ficar com tanto medo de errar assim, porque quem fica com muito medo de errar não toca nem a primeira nota. Quem fica com tanto medo de errar não toca um instrumento, não faz nada. Esse talvez seja um ensinamento muito importante na convivência diária. A gente faz do nosso jeito, ainda atrapalhado, ainda, né, desagasalhado, mas vai fazendo isso, vai aprendendo, vai ganhando uma tesitura emocional de experiência, porque como disse, me recordo do poeta Carlos do Monte Andrade num livro muito bonito, amar se aprende amando, viver se aprende vivendo. >> Obrigado, Dr. Leonardo, Dr. Francisco, existe uma colheita coletiva? Como a sociedade reflete o que temos plantado? >> Antes de responder essa pergunta, eu quero dizer que nós semeamos uma boa semente. Compramos um casaco pesado pro Leonardo na época. Com certeza, não é? Ah, existe uma frase antiga, eh, cada um colhe planta. Historicamente, essa frase é atribuída ao filósofo romano Cícero, que viveu nos anos 106 a 40, 43 antes de
Leonardo na época. Com certeza, não é? Ah, existe uma frase antiga, eh, cada um colhe planta. Historicamente, essa frase é atribuída ao filósofo romano Cícero, que viveu nos anos 106 a 40, 43 antes de Cristo. E ela passou a ser associada à ideia cristã de que Deus é justo e Deus é bom. Bom que cada um é livre para plantar o que quiser. Todos nós somos livres. Mas é justo, porque nós só vamos plantar o que tivemos colhido e colher o que tiver plantado. Isso aí é uma lei e a lei de causa e efeito, né? Existe sim a colheita coletiva sobre a ótica espiritual diante das leis que a gente estuda no espiritismo, propriamente a lei de causa e efeito, refere-se ao momento em que um grupo de espíritos, não é, unidos por afinidades ou por dívidas do passado, partilha de um mesmo destino, seja ele de provação, aí entra o sofrimento, ou de resgate, aí entra Trquitação dos débitos não é um acaso, é um planejamento espiritual. O apóstolo Paulo na epístola aos Gálatas 6.7 disse: "Tudo que o homem semear, isso também se fará." Então, a colheita coletiva é o resultado de sementes plantadas em grupo em encarnações anteriores nossas. As tragédias coletivas ou os desencarnos coletivos, desastres naturais, as guerras, os acidentes, os tsunamis sobre a ótica da doutrina espírita, não são vistos como uma punição divina, né? Uma punição. Deus não castiga ninguém, né? Mas como oportunidade de aprendizado e de quitação de débitos semelhantes por múltiplos espíritos que estão reunidos, portanto, ao mesmo tempo. Antes de nós reencarnarmos, né? Já no estado mediano e evolução que a gente vive, os espíritos envolvidos em débitos coletivos planejam esse encontro, né, de resgate para que a gente possa acelerar a nossa evolução corrigindo os rumos juntos, né? Agora, sempre há uma assistência espiritual, né? Apesar da dor, da tragédia, a espiritualidade superior acompanha os desencarnos coletivos, oferecendo ampar aos que partem. que o primeiro livro da transição planetária do nosso inesquecível Divaldo, eh, nos
da dor, da tragédia, a espiritualidade superior acompanha os desencarnos coletivos, oferecendo ampar aos que partem. que o primeiro livro da transição planetária do nosso inesquecível Divaldo, eh, nos dá conta daquele tsunami na Indonésia de 200.000 pessoas que desencarnaram ao mesmo tempo. E ali o livro retrata as equipes de socorro que estão socorrendo aquelas almas através desse infalto da natureza e da dos desencarnos coletivos que aconteceram, né? A colheita coletiva também pode ser um processo de depuração de uma sociedade inteira, né? Leão Denise vai nos dizer, por exemplo, que a gente reencarna no país exato, né? Na cidade certa, entre as pessoas certas, não há erro esses planejamentos, né? E às vezes é preciso que um grupo de espíritos que tem ainda a dificuldade de depurar certas deficiências que deu causa no passado se reúnam, permitindo assim por essas expiações coletivas, né, eliminar as tendências ruins do passado e acelerar a própria evolução, né? Do ponto de vista espiritual, a colheita coletiva é uma colheita obrigatória, está dentro da lei de causa e feita. que ocorre de forma conjunta, reunindo vários espíritos, vários grupos que necessitam reparar os erros do passado, evoluir em conjunto, não é? fruto das escolhas mal feitas no passado, das semeaduras equivocadas, porque a colheita é inevitável, mas a misericórdia divina sempre está presente. >> Obrigado, Francisco. Pro pessoal fala mais alto do que o discurso. Sem dúvida alguma, o exemplo mostra na prática os conteúdos elaborados e exercitados por aquele que busca aperfeiçoar-se. As palavras, elas representam a forma de comunicação mais direta. Nós dentro do contexto da evolução, somos aqueles que articulamos palavras e conseguimos, através dessa articulação de palavras, buscarmos a sensibilização, a compreensão. Conversamos e dialogamos para melhor nos entendermos, mas nem sempre a gente faz um bom uso desta ferramenta e às vezes nos comprometemos com aquilo que falamos, com aquilo que expressamos, nem
ensão. Conversamos e dialogamos para melhor nos entendermos, mas nem sempre a gente faz um bom uso desta ferramenta e às vezes nos comprometemos com aquilo que falamos, com aquilo que expressamos, nem sempre sendo condizentes com o que deveria acontecer na boa convivência. Mas o exemplo que é oriundo do exercício, que é oriundo da busca incessante pelo autoaperfeiçoamento, vai nos dar esse coeficiente de quem realmente nós somos. As palavras, nós temos o cuidado para articular e demonstrar às vezes uma fala escorreita, uma fala organizada, mas os nossos comportamentos às vezes contradizem aquilo que nós falamos, aquilo que nós estudamos, aquilo que nós pensamos. E Leão Deni, como Francisco aqui já citou, fala-nos da coerência, da necessidade de sermos coerentes, de coadunarmos aquilo que estamos pensando ou que já abrigamos como conhecimento intelectivo também com as nossas ações. Jesus veio ao nosso encontro e viveu o evangelho. As palavras eram lastreadas pela vivência. Ele não veio nos trazer teorias acerca do perdão, da compreensão, da misericórdia, do entendimento, da boa convivência. Ele veio vivenciar. E quantos embates foram aqueles que se colocaram diante de Jesus para retirá-lo da tarefa, para conduzi-lo de forma diferente. Quantas tentativas? Mas ele como espírito puro não se apresentava em tentação, porque só é tentado aquele que tem fragilidades emocionais e que se sente abalado pelas provocações. Mas vários eram estes contextos ao redor de Jesus e as suas atitudes sempre foram coerentes com o que ele vinha falar. Tanto que ele era testado nessa coerência. A lei de Moisés afirma que diante da mulher adúltera é o apedrejamento. E tu o que dizes? Querendo colocar Jesus numa situação vchatória, contraditória. E ele não somente fala, mas ele age, porque ele diz: "Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado". Mas quando todos saem, ela ele pergunta para ela: "Mulher, onde estão os seus acusadores? Eles não te condenaram? nem eu o farei. Vá e não tornes a pecar. E o espírito Amélia
que estiver sem pecado". Mas quando todos saem, ela ele pergunta para ela: "Mulher, onde estão os seus acusadores? Eles não te condenaram? nem eu o farei. Vá e não tornes a pecar. E o espírito Amélia Rodrigues, em quatro das suas obras, pela psicografia do nosso tio Divaldo, traz-nos a história desta mulher que vai neste mesmo dia buscar Jesus. E o que ela encontra é o exemplo de alguém que não separa, de alguém que não é preconceituoso, que não faz distinções, alguém que veio para todos. O evangelho é para todos nós. Então, este esta busca do exemplo é mirarmos aquele a quem chamamos de mestre. Nós chamamos Jesus de mestre. Se ele é nosso mestre, se ele é guia e modelo, é esse o parâmetro que temos de observar. Ah, mas é um parâmetro muito alto. Que bom que é. É uma referência correta, digna, imaculada. Então, nós temos um parâmetro que não se fere, que nós temos ali como avaliar o que é certo, o que é errado. E cada vez mais nas nossas atitudes, no nosso dia a dia, buscarmos o que que Jesus faria aqui agora. Ah, eu ainda não tenho essa condição, mas será que eu não consigo me aproximar? Será que eu não consigo fazer uma etapa? Eu devo perdoar. Mas será que eu não consigo desculpar? Ou será que eu não consigo ser maledicente? Não, não consegui perdoar. Mas será que eu não consigo ser maledicente? Levar aquilo que me aconteceu, não levar aquilo que me aconteceu para o outro, não transmitir aquilo, não transformar aquilo numa fofoca. Será que eu consigo fazer isso? E assim, tendo esses pequenos gestos, nós vamos treinando o exemplo, porque é o exemplo que arrasta, que convence, que mobiliza, porque ele é a demonstração do esforço, dedicação, da entrega daquele que se mostra na seara do Cristo, da vivência do evangelho de Jesus. Obrigado, Luziane. Vamos agora assistir mais um vídeo do nosso querido Divaldo Franco. Se eu que nasci como todos e que renasci para desenvolver os valores divinos que dormem dentro de mim, desvio a minha rota, [música] Deus não vai fazer nada
s um vídeo do nosso querido Divaldo Franco. Se eu que nasci como todos e que renasci para desenvolver os valores divinos que dormem dentro de mim, desvio a minha rota, [música] Deus não vai fazer nada para que eu volte, porque isso não é bom para Deus. É bom para nós. [música] A lei não vai atrás do indivíduo que se desgarrou dela. O indivíduo tem que se esforçar para voltar à lei e naturalmente experienciar os valores positivos. Quando nós nos divorciamos de qualquer dever, sofremos os defeitos, as consequências desse comportamento. Se eu, por exemplo, desejo ir ao Rio de Janeiro a pé, mas hoje a facilidade [música] do avião, o discernimento eu tenho que ter qual seria o melhor e quais os recursos que eu posso utilizar para chegar ao Rio de Janeiro. outro lugar qualquer da melhor maneira possível. Mas se eu sou estroina, eu tenho os recursos, mas eu gastei, a fatalidade é que eu terei que ir. Se eu gastei aquilo que me daria comodidade, eu sofrerei o efeito dessa ausência. chegarei lá um dia, porque essa foi a minha opção. Então, Deus não vai remover os obstáculos, não vai colocar um saco de dinheiro à minha porta para amanhã eu ir, porque eu sou um leviano. Então, a nossa visão é não justificar o erro. Deus é um pai que ama, é neutro. Em todo o universo, a lei é a mesma, a lei de amor. Portanto, se alguém tem qualquer tarefa a executar na terra, e todos nós sabemos que temos, às vezes não identificamos de começo qual é a tarefa, mas com um pouco de atenção, nós percebemos qual é aquilo que a vida é mais fácil para nós, como acontece nossos relacionamentos. [música] Quais as dificuldades econômicas em tal área? Como a nossa libertação se mudar de sentido. Então, [música] tomaremos o novo caminho e diremos: "Tudo me facilitou". [música] Eu me facilitei, adaptando-me à aquilo que eu deveria fazer. Porque para fazer isso existem vários vieses, vários caminhos que foram pensados. Mas se eu que gosto de fazer o que me dá na cabeça, se sou caprichoso e sou daqueles que acham que a vida existe para me
rque para fazer isso existem vários vieses, vários caminhos que foram pensados. Mas se eu que gosto de fazer o que me dá na cabeça, se sou caprichoso e sou daqueles que acham que a vida existe para me agradar, profundamente enganado, não passo de um arrastador de de provações. Saio de um problema para outro e digo que sou infeliz. Eu me tornei infeliz porque o caminho da felicidade eu deixei e ninguém irá percorrê-lo por mim para poder me ajudar. Cada um de nós é autor do seu destino. E se o seu destino recebeu um fracasso, não foi ninguém, nem situação alguma que nos perturbou, porque Deus é amor e tudo fez corretamente. A nós nos cabe livre arbítrio, entender as leis, determinismo, segui-las. >> Muito bem. Então, perguntamos ao Dr. Leonardo, é possível transformar um ambiente hostil, doutor, mudando a nossa postura? >> Ah, é a única forma, a única forma que temos, a única possibilidade de modificarmos um ambiente externo e eventualmente o outro é modificando a nós mesmos. A frase do Nando Cordel da Música da Paz resume bem isso. A paz do mundo começa em mim, sem sombra de dúvida. A única possibilidade, eu encontro muitas pessoas que obviamente nos procuram como profissional, tão para conversar e falam assim: "Querem mudar o filho, querem mudar o outro, querem mudar o cônjuge." Só dá para mudar se você mudar. E olhe lá, porque as mudanças às vezes demoram. Você muda, mas o outro demora muito. Afinal de contas, nós estamos demorando séculos. Até hoje Jesus espera por nós. Então é uma possibilidade que temos de acessar o coração alheio. É mostrar que nós estamos modificando. E eu me recordo de um amigo que era casado com uma pessoa eh de outra religião e ele queria assim levar para o espiritismo e ela queria levar pra religião dela. E aí ficava um debate em casa de ideias. E esse debate de ideias nunca fica só nas ideias, né? Porque nós não temos muita maturidade para debater ideias, acaba debatendo, batendo mesmo verbalmente com outro e acabava em briga. E eles brigavam, né?
debate de ideias nunca fica só nas ideias, né? Porque nós não temos muita maturidade para debater ideias, acaba debatendo, batendo mesmo verbalmente com outro e acabava em briga. E eles brigavam, né? Ele brigava para convencer que o espiritismo era coisa boa. Veja que contrassenso. Eu brigar com o outro para mostrar que o amor é bom. É como se eu pegasse o outro, falasse assim: "O amor vale a pena e machuca o outro". Não é assim. Então ele me falava assim: "Poxa, o que é que eu faço para poder convencê-la a deixar que eu leve meus filhos paraa evangelização, etc?" E eu sei que ele é uma pessoa boa, mas é uma pessoa difícil, né? Como vários de nós somos bons assim, mas é um pouquinho difícil do temperamento. E eu falei assim: "Qual foi a última vez assim que você brigou com ela? Ou vocês brigaram para nãocar colocar culpa só nele, né? Porque vocês brigaram?" Ele falou: "Foi agora. Por isso que eu tô te ligando para desabafar, etc. Eu falei: "Você não acha que vale a pena mudar a estratégia? Como assim? Mude seu comportamento assim, deixa o domingo." Pelo menos o domingo vocês não brigam. Briga assim de segunda a sábado, domingo. Aí ela vai ver que você tá se tornando um cara menos difícil, né? E você joga o peixe do espiritismo. Olha, foi o espiritismo que tá me transformando. Aí você vai ver que domingo é bom, sábado não vai brigar porque vai ser o final de semana, né? E aí depois sexta, ou seja, vai ficando o bente mais em paz e daqui a pouco você só vai brigar na segunda, porque também ninguém é perfeito, né? Ninguém é tão evoluído assim. A proposta é essa, mudar o comportamento, mudar a nossa postura, mudar a nossa conduta, talvez seja a única possibilidade de convencimento e de mudança eh do nosso ambiente eh familiar. E muitas vezes o ambiente familiar é no ambiente familiar, tanto quanto no ambiente familiar espírita que nós encontramos as maiores hostilidades. >> Obrigado, doutor. Dr. Francisco, que tipo de semente o senhor acredita que mais precisamos plantar
familiar, tanto quanto no ambiente familiar espírita que nós encontramos as maiores hostilidades. >> Obrigado, doutor. Dr. Francisco, que tipo de semente o senhor acredita que mais precisamos plantar neste momento da humanidade? Existe uma frase extraordinária do chamado Santo Agostinho, considerado um dos pais da igreja. Aspas para ele, ama e faz o que quiseres. Fecha a aspas. Ora, desses tempos de insegurança, dificuldades naturais, problemas econômicos e problemas dos governos, das intrigas que ainda estamos no mundo expiação e prova, saindo para o mundo da regeneração. Essa frase de Santo Agostinho podemos resumir na ética da caridade, do amor e da caridade. Se nós plantarmos, não é, o amor, o resultado será bom. Se nós plantarmos a caridade, o resultado será bom. Assim, o amor e a caridade são as sementes indispensáveis da nossa semeadura nesses tempo de transformação. Isso não é difícil. Aliás, chega às vezes a ser fácil desde que a gente se dedique a esse propósito e temos nas mãos os instrumentos necessários para que a gente aja dessa maneira. O mundo será melhor, claro, quando os seus habitantes melhorarem espiritualmente para o bem, para a prática do amor e da caritária. Esse é o desafio que pode ser vencido a qualquer etapa, a qualquer momento e que depende somente de nós. >> Obrigado, Dr. Francisco. Luziane, essa mesma pergunta, que tipo de semente você acredita que mais precisamos plantar neste momento da humanidade? >> O semeador, ele jamais deixa de semear. Ele lança as sementes sem desistência. As sementes caem na estrada, no solo de pedras, nos espinhos, nos solos férteis. Mas ele não deixa de semear, demonstrando que lançar sementes do amor, da paz, da bondade, da paciência, da coragem, é um trabalho de persistência, de continuidade. A semente que a gente carece é o amor, mas é a semente que está a mãcheias, lançada pelo semeador constantemente. O que é que nos falta? Abrigar essa semente com muito carinho no solo do coração. Abrigar essa semente e cuidar.
ce é o amor, mas é a semente que está a mãcheias, lançada pelo semeador constantemente. O que é que nos falta? Abrigar essa semente com muito carinho no solo do coração. Abrigar essa semente e cuidar. cuidarmos do amor, cuidarmos deste lançamento do semeador, entendermos a preciosidade, a joia que está em nós, essências divinas lançadas nesse contexto da criação, nessa jornada evolutiva, cuidarmos dessa semente para que possamos conceder a ela o que ela necessita. O que é que o amor necessita da nossa disposição, da nossa vontade, do nosso querer, da nossa presença, da nossa entrega, da nossa dedicação? É isso que o amor precisa, que nós nos movimentemos indo ao encontro do outro, que é a lição viva do evangelho, é a oportunidade para nós darmos as mãos e seguirmos juntos nesse processo do crescimento. Então, que diante dessa semente do amor consigamos identificar o que é que em nós precisa ser intensificado para que esse amor possa ser com mais evidência propagado. Um sorriso, um olhar, a atenção, o respeito, um diálogo, um abraço, o silêncio. O quer que Jesus, que é o constante semeador, deseja que nós façamos dessa semente preciosa que já está abrigada no nosso coração? Esse é um desafio diário que nós temos de trazer como oportunidade de disciplina, de entendimento, para que assim sejamos mais efetivos e mais condizentes com esse amor que já foi semeado nos nossos corações. >> Obrigado, Luziane. Dr. Leonardo, então a mesma pergunta pro senhor. Que tipo de semente o senhor acredita que mais precisamos plantar neste momento da humanidade? Eu concordo com o codificador Allan Kardec quando ele propõe a bandeira da tolerância. Eu penso que a tolerância nesses momentos é um ingrediente fundamental, porque a tolerância, penso eu, é a presença do amor, onde o entendimento ainda não consegue chegar. Nós não precisemos entender tudo para poder amar. Nós precisamos apenas amar. E quando nós não conseguimos entender, nós ainda assim temos a possibilidade de amar. Nós não nos entendemos totalmente.
. Nós não precisemos entender tudo para poder amar. Nós precisamos apenas amar. E quando nós não conseguimos entender, nós ainda assim temos a possibilidade de amar. Nós não nos entendemos totalmente. Se a gente for esperar para se amar só depois que se entender totalmente, vai demorar muito. Então, um processo talvez seja um pouco invertido. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. A tolerância é a presença do amor, onde o entendimento não consegue ainda chegar. E vendo hoje, eu fiquei muito feliz tanto jovem, não só os jovens espiritualmente falando, que sempre tem, mas eu achei muito jovem biológico hoje aqui e fiquei tão feliz e queria falar assim pros jovens: continuem, vale muito a pena ser espírita. Se eu pudesse dizer a das principais coisas que eu tenho e tive e terei na minha existência, é a convicção espírita no coração. Isso nos traz um benefício enorme e é muito importante, não só pro espiritismo, mas para vocês mesmos, que vocês consigam manter a chama firme e forte dentro do corações. Mesmo que tantas intolerâncias, tantas guerras, tantas dores apareçam e queiram decepcionar nessa etapa da vida, nós a gente nós às vezes guardamos uma certa fragilidade natural da etapa reencarnatória, mas o amor fortalece os nossos corações contra as decepções que virão. E não é rogando praga para ninguém, é porque as decepções chegarão, fazem parte das nossas existências. E o amor é o antídoto preventivo para podermos ter a capacidade de resistência na nossa existência. Muita paz para vocês. >> Muito obrigado, Dr. Leonardo. Lamentavelmente chegamos agora já ao encerramento da nossa reunião, Diálogo Franco, mas oportunamente mês que vem teremos de novo. Então, agradeço imensamente o Dr. Francisco Ferraz, lá de Curitiba, a Luziane Bahia e ao Dr. Ornado que nos deram essa aula maravilhosa a respeito da nossa conduta pessoal, da forma que nós devemos proceder para buscarmos o reino de Deus em nós. Muito obrigado a todos que aqui participaram conosco, aqueles que nos assistem virtualmente, aqueles que
nossa conduta pessoal, da forma que nós devemos proceder para buscarmos o reino de Deus em nós. Muito obrigado a todos que aqui participaram conosco, aqueles que nos assistem virtualmente, aqueles que vieram presencialmente, a nossa gratidão. Muito obrigado. >> Vamos agora então ao encerramento da reunião. Eu convido aos médiuns passcistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Este, Senhor, é um momento de grande, de imenso júbilo para todos nós. Como és bondoso, Senhor. Como és generoso e como estendes a vossa misericórdia sempre em direção a todos nós, em direção a essa humanidade tão sofrida. És paciente, és carinhoso, és fraterno, és eternamente amoroso. Assim, Jesus, desta forma nós te enxergamos, a fonte do amor e da paz. Propicia-nos a partir deste momento, com auxílio dos vossos benfeitores espirituais, o enriquecimento do nosso ambiente com a vossa bondade e a vossa mansuetude. Escute, pois, em nós a docilidade do teu amor, fazendo-nos compreender, através da doutrina espírita, a bondade e o amor que reside em nós. Que se faça a nossa luz, segundo a vossa vontade e a nossa determinação. Abençoa os médiuns passistas desta casa na rradiação saudável das energias pessoais devidamente acompanhadas da energia do mundo espiritual. Os nomes que colocamos dos encarnados e desencarnados, por eles rogamos a vossa misericórdia. estende sobre a água na entrada desse cenáculo os benefícios saudáveis da energia do mundo espiritual para as nossas maneras físicas, mentais e espirituais. Conduze-nos de retorno ao lar, alegres, felizes, conduzido aqueles que lá esperam por nós as dádivas do vosso amor. Abençoa-nos. Tê conosco, Senhor, hoje, por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos. Que Jesus nos abençoe de sempre.
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