Divaldo Franco, Mário Sérgio e Leonardo Machado • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 20/10/2023 (há 2 anos) 1:17:22 50,952 visualizações 5,842 curtidas

Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO Leonardo Machado é médico psiquiatra, professor universitário e palestrante espírita. Sua carreira na medicina enfoca a saúde mental, enquanto sua atuação no Espiritismo aborda a interseção entre mente, corpo e espiritualidade. Suas palestras e escritos publicados oferecem insights para aqueles em busca de equilíbrio emocional e compreensão espiritual. Inclusive, é dele a obra “Divaldo Franco: mediunidade ou distúrbio mental?”.

Transcrição

Quando os raios do solo atravessam um vitral delicado, este esplende de beleza, exteriorizando tonalidades pujantes em magia de luz e de cor. A alma humana é constituída de elementos superiores, mas atinge a plenitude quando penetrada pela divina claridade que aguarda apenas ser recebida e filtrada. Qual diamante lapidado que reflete toda uma estrela? Ela igualmente se torna um astro fulgurante quando borilada pelo sofrimento e colocada a serviço da função evolutiva. Necessitas entender que o teu progresso espiritual é de emergência e o estás retardando em razão das coisas de pequena monta que te encadeias. Os grandes obstáculos desafiadores levam o viajante à reflexão na forma pela qual os pode superar. Entretanto, os cardos e pedregulhos do caminho que parecem insignificantes, inferindo-lhe os pés, impedem-lhe o avanço. Permeia-te da divina luz e clareia os recantos escuros da tua vida, onde se alojam ciúme, a mágua, inveja, a preguiça e outras imperfeições injustificáveis. Criado para a glória estelar. Eis um cosmo em miniatura, saindo da nebulosa incandescente das paixões. Gravita em harmonia sob a ação do pensamento de Deus. Sente deslocares da rota. A força da atração do amor. Leva todos a ele. Irradia com todo o teu ser vestido de tal forma com essa luz. Que nenhuma sombra remida no teu sentimento. Ela alcançará o teu próximo e brilhará no mundo. Com a luz de Deus furgindo em ti, revelarás a bondade e todo o bem que jázem adormecidos e que ela consegue despertar para a vida. Estamos dando início ao nosso Conversando sobre o Espiritismo. Convidamos a nossa irmã Solange Seixas para a prece do início dos nossos trabalhos da noite. Senhor e mestre Jesus, ó divino pastor, a humanidade necessita da tua presença. O teu amor converteu as criaturas, mas muitas distraídas ainda não compreendem que o semelhante é a projeção dele mesmo. Sim, nós te suplicamos a fim de que a tua misericórdia que não nos tem faltado, se derrame sobre as regiões em guerra, para que as pessoas reflitam

ompreendem que o semelhante é a projeção dele mesmo. Sim, nós te suplicamos a fim de que a tua misericórdia que não nos tem faltado, se derrame sobre as regiões em guerra, para que as pessoas reflitam e vejam o quão distante estão de Deus, da suas propostas religiosas, quando agredindo ao semelhante, não encontram guarida nos corações. Ó Senhor, misericórdia te pedimos e te suplicamos que nos ajudes a manter a mente equilibrada. os sentimentos elevados para que venhamos a somar junto aos necessitados da terra, que somos todos nós, mas uns mais que outros. E assim lembrando da Umbria distante, no mês de Francisco, de alma genuflexa, os corações cristãos elevam o pensamento para buscar sintonizar com as esferas superiores da vida. A fim de encontrarmos guarida para os corações mais necessitados que nós. Nesta noite, em especial, te suplicamos, Senhor, leva as nossas energias ao teu servidor incansável. trazendo-lhe a paz, a saúde, a alegria de viver. Dá-nos a compreensão da vida maior e a coragem para continuarmos fiéis como Francisco de Assis. até o fim dos nossos dias. Vem ter conosco, Senhor. Fica conosco. Fica em nossos corações hoje e sempre. Que assim seja. Mais uma vez, muito boa noite a todos. Estamos dando início, então, nosso conversando sobre espiritismo. Antes da apresentação dos nossos convidados da noite, eu vou deixar aqui alguns recados importantes. Em primeiro é a nossa agenda 2024. Eu sei que muitas pessoas hoje já não usam mais papel, né? É tudo virtual, é no telefone, mas ainda tem uma turma aí mais antiga que gosta, né? Agenda azul e asenda vermelha do ano 2024. Então ela tem capa dura, as págas são coloridas, o acabamento é refinado, frases diárias de diversos espíritos, marcação das principais datas espíritas, disposição completa da semana com a página aberta, tem o planner 24 e 25 e diversas outras funcionalidades. Aqueles que tiverem interesse tem na nossa livraria e também no site da livrarialeal.com.br. br. Nós teremos o Congresso da Bahia, Congresso Espírita da

nner 24 e 25 e diversas outras funcionalidades. Aqueles que tiverem interesse tem na nossa livraria e também no site da livrarialeal.com.br. br. Nós teremos o Congresso da Bahia, Congresso Espírita da Federação Espírita do Estado da Bahia. É de 2 a 5 de novembro, estará no Hotel Fiesta. Aqueles que tiverem interesse, então, de participar, podem colher as informações no site www.feb.org.br. br. Nós estamos hoje lançando, dando início à nossa campanha de Natal da Mansão do Caminho. Todos os anos nós fazemos essa campanha de arrecadação de cestas básicas. No primeiro ano durante a pandemia, no ano 2020, fizemos uma campanha de 10.000 cestas e arrecadamos 12.500. Em 2021 fizemos de 5.000 e também foi outra grande quantidade. Em 2022 nós conseguimos 7239. E as listas de Natal, elas tiveram uma forma física e hoje ela está completando 50 anos as listas de Natal da Mansão do Caminho, que é distribuída aqui pela TIRACI, que fica à disposição. Aqueles que quiserem informações podem procurá-la ao final da nossa reunião. com a com a era digital, nos últimos 3 anos é que nós expandimos esse novo esse novo formato de arrecadação. A meta esse ano é 5.000 eh cestas bases a famílias em Salvador e cidades vizinhas nos períodos que antecedem o Natal e o ano novo. Para doações e informações é o site da Mansão docaminho, www.mansandocaminho.com.br. br. O nosso Conversando sobre espiritismo, ele é dividido em duas partes. Hoje nós teremos na primeira parte uma pequena pelação pelo Dr. Leonardo Machado e depois então perguntas e respostas que podem ser a partir de agora elaboradas pelo público aqui presente e por aqueles que nos assistem remotamente. A nossa equipe de apoio tá aqui, papel, caneta. pode endereçar a à mesa que nós iremos responder. Está aqui conosco o Milciades, que é o nosso irmão lá do Paraguai e é presidente do Centro Espírita Joana de Angeles, né? Sempre nos faz companhia em diversas ocasiões. Nós também o nosso palestrante espírita Erlingson está aqui conosco também. Nós

ão lá do Paraguai e é presidente do Centro Espírita Joana de Angeles, né? Sempre nos faz companhia em diversas ocasiões. Nós também o nosso palestrante espírita Erlingson está aqui conosco também. Nós temos aqui a presença de Wagner Moura, que ele é o fundador da Fraternidade Sem Fronteiras, que é uma organização humanitária que realizará um evento na Mansão do Caminho amanhã, sexta-feira, a partir das 14 horas, começa a inscrição. Depois a palestra à noite vai ser realizada pelo Dr. André Peixinho. E no sábado também no desenvolvimento durante todo o dia vai ser realizada diversas atividades. A partir das 14 horas de sábado, os portões estão franqueados. A porta do cenáculo aqui para qualquer pessoa que quiser participar. Eh, esse evento do Fraternidade Sem Fronteiras é um evento pago, então nós teremos acesso aqueles que quiserem participar a partir das 14 horas de sábado. E a palestra de encerramento vai ser com Divaldo Franco. Então, convido agora ao Wagner para dizer algumas palavras, Wagner, sobre a entidade que você é presidente, fundador e dirige. Muito obrigado, Manção do Caminho pelo acolhimento, pelo carinho. Obrigado, Mário, ao nosso querido Edivaldo e a todos os trabalhadores que tm nos recebido com muito carinho, com muito amor. Muito obrigado, viu? É muita luz, é muito como a gente gosta, né, de estar entre pessoas que gostam da gente. A gente precisa a gente precisa conviver com amor, né? eh conviver em fraternidade, vivenciar a fraternidade. E essa essa é a missão principal dessa organização, né? A gente faz, a gente tem 76 núcleos de trabalho, são cinco países na África, são seis projetos aqui no Brasil, né? Eh, mas antes deste dessa ação, que é uma ação humanitária, eh, nas regiões mais desafiadoras do mundo, e a gente vai est mostrando isso no Congresso ou no nosso encontro, eh, com diversos palestrantes e diversas experiências humanitárias, além das palestras, né, que que teremos, diálogo também interreligioso. Então, um evento muito legal que todos estão convidados,

ro, eh, com diversos palestrantes e diversas experiências humanitárias, além das palestras, né, que que teremos, diálogo também interreligioso. Então, um evento muito legal que todos estão convidados, mas a missão principal da organização é vivenciar, vivenciar e incentivar a prática da fraternidade, sem qualquer tipo de fronteiras religiosa, política, né, filosófica, nada, nenhuma fronteira aonde a gente vivencia a religião do Cristo, né, que é o amor, né? Então, todos aqueles que vibram o espírito de fraternidade, que reconhece no seu irmão, né, ah, nos seres humanos na terra como irmãos e e querem vivenciar, porque isso não é tão simples. Falar é, mas vivenciar não é simples. Todos aqueles que querem então vivenciar esse movimento de amor, tá convidado a participar dessa organização e desse movimento, né, que leva hoje amparo a mais de 34.000 1 crianças, refugiados, né, nessas regiões mais desafiadoras do mundo. Mas como eu disse, a base de tudo é o espírito de fraternidade. É o exercício de reconhecer no outro um irmão, né? Quando a gente conseguir fazer isso, quando a gente conseguir ter esse olhar amoroso, eh, a gente já não vai ajudar, a gente não vai fazer uma uma ajuda a uma pessoa pobre, não. A gente vai estar do lado de um irmão. E é isso que a gente convida vocês a vivenciar conosco o espírito de fraternidade que é a base da construção do mundo de regeneração e do mundo de paz. Muito obrigado. Da paz. Muito obrigado, Wagner. Bom, o nosso convidado à noite de hoje é Dr. Leonardo Machado, já é conhecido de vocês, né? Eu tenho aqui uma uma breve biografia. Ele é médico, psiquiatra, professor universitário e palestrante espírita. Sua carreira foca enfoca a saúde mental, enquanto sua atuação no espiritismo aborda a interseção entre mente, corpo e espiritualidade. Suas palestras e escritos publicados oferecem sites para aqueles que buscam o equilíbrio emocional e compreensão espiritual. Nós temos aqui três obras do Dr. Leonardo Machado, Transtornos Psiquiátricos,

as palestras e escritos publicados oferecem sites para aqueles que buscam o equilíbrio emocional e compreensão espiritual. Nós temos aqui três obras do Dr. Leonardo Machado, Transtornos Psiquiátricos, que é editada pela Federação Espírito do Estado do Brasileira, Vida Saudável e Feliz. E temos Divaldo Franco, Mediunidade ou Distúrbio Mental. Esse é um livro ícone, né? Esses livros estão disponíveis para quem quiser depois o autógrafo dele na nossa livraria. Então vou convidar o Dr. Leonardo para fazer essa pequena pré-eleção inicial das nossas reuniões. Depois de um intervalo nós teremos então perguntas e respostas. Boa noite. Boa noite todos presentes. Boa noite também quem tá em casa. Quando nós vamos a um restaurante, geralmente nós vamos pensando no prato principal, né? Se fosse aqui na Bahia, provavelmente uma moqueca, não é isso? Lá em Pernambuco, uma peixa, que é quase a mesma coisa, mas a moquecaque é melhor, né? A gente não vai pensando na entrada. Então todos nós viemos pensando no prato principal, que seria o nosso Divaldo Franco, né? Mas ainda bem que nós estamos na Bahia e geralmente a entrada é uma carajé, né? ou um abará, que também são coisas boas e que dá pra gente poder eh aguentar a noite. Então, vamos ficar com a entrada, né, a noite inteira e e vamos enviar, tentar nos saciar com Abará, com a Carajé pernambucano e enviar nossos pensamentos de paz para o nosso Divaldo, tá bom? Esse é o convite que eu vou fazer para vocês e vocês também que estão em casa. Eu até ia brincar com o Mário, o Mário, que as perguntas difíceis ele ia fazer pro Divaldo e as fáceis para mim, né? Então também queria que pudéssemos usufruir da muqueca baiana. Mas eu tenho ficado pensando muito numa frase que na verdade a mensagem como um todo é muito bonita, mas essa frase tem me tocado muito do espírito Mei pela mediunidade do Chico Xavier. A mensagem é: confia sempre. Em determinada altura da mensagem, o espírito meio traz a seguinte reflexão: "O maior infortúnio é perder a fé ou ter a privação da fé e

pela mediunidade do Chico Xavier. A mensagem é: confia sempre. Em determinada altura da mensagem, o espírito meio traz a seguinte reflexão: "O maior infortúnio é perder a fé ou ter a privação da fé e prosseguir vivendo. O maior infortúnio, repito eu, é ter a privação da fé e prosseguir vivendo." Me parece extremamente feliz e muito profunda essa frase do espírito meio, porque de fato se nós perdemos várias coisas na vida, inclusive entes queridos, eventualmente se perdemos até a nossa sanidade, a nossa lucidez mental, eventualmente se perdemos a nossa saúde mental temporariamente, mas permanecemos com um resquício da fé dentro de nós, nós estaremos estaremos passando por expiações, nós estaremos passando por dificuldades, mas teremos a ferramenta necessária para poder, digamos assim, reconstruir, digamos assim, dar a volta por cima, digamos assim, nos reerguer e reconstruir os nossos passos. É muito difícil, concordo com a o espírito meimei, nós termos que viver a existência e ter, por algum motivo, em geral decepções, termos a privação da nossa fé, a capacidade de acreditar nas pessoas, a capacidade de acreditar em uma força maior e termos que continuar dando espaços na nossa vida. Então, quando eu penso nessa frase da Meimei, nesse nessa mensagem confia sempre, eu me lembro de alguns episódios que eu queria contar, compartilhar com vocês. A primeira é uma música que me chamou muito atenção, né, que diz mais ou menos assim: existirmos, a que será que se destina? Pois quando tu me deste a rosa pequenina, eu vi que tu eras um homem lindo e se acaso assina do menino triste não se nos ilumamina. Apenas a matéria vida era tão fina e éramos olharmoos intacta retina a cajuína cristalina em Teresina. A música do baiano Caetano Veloso, Cajuína, tem não só a musicalidade, né, de um mantra, quase um mantra que se repete de uma letra curta, mas extremamente profunda, que remete a uma cena, a uma cena que ele passa na cidade de Teresina quando ele vai fazer um show naquela cidade. Só

ntra, quase um mantra que se repete de uma letra curta, mas extremamente profunda, que remete a uma cena, a uma cena que ele passa na cidade de Teresina quando ele vai fazer um show naquela cidade. Só que alguns anos depois, acho que dois anos depois de o amigo, um amigo dele, né, um amigo poeta Torquato Neto, ter cometido suicídio. E aquilo causou um impacto nos artistas, o impacto em todos os amigos do Dr. Neto, a perda pelo suicídio. E ele disse que ficou tão tocado que não conseguiu ir, digamos, a todas as e as solenidades que aconteceram naquela ocasião e só conseguiu voltar a Teresina alguns anos depois. E naquele dia, né, que ele foi fazer o show, depois do show ele foi ao encontro do pai de Torquato Neto. E a música nasce ali daquele encontro que ele tem com o pai de Torquato Neto, o encontro que é narrado pela música, né? existirmos, a que será que se destina? Porque quando nós somos tocados pela morte, nós quando somos tocados especialmente pela morte a partir do suicídio, não há quem não seja eh levado a refletir. O suicídio é ainda a grande questão que coloca em toda uma perspectiva as reflexões filosóficas, psiquiátricas, as reflexões de vidas, que é resumida aí pelo Caetano Veloso nessa frase, nessa pergunta: existirmos, a que será que se destina? Qual o objetivo da existência? Qual o objetivo de nós estarmos vivos, de nós estarmos aqui hoje? Qual o objetivo dessa vida que nós estamos vivenciando? Tanto a gente pode pensar isso numa perspectiva, qual o objetivo da minha vida, o que é que eu tenho feito com a minha vida, que seria uma pergunta um tanto quanto mais eh aqui e agora, né? Uma pergunta que nos remete ao Víctor Frankel, uma pergunta que nos remete à logoterapia, que nos remete ao sentido existencial do nosso dia a dia, mas ao mesmo tempo o suicídio nos coloca uma perspectiva mais profunda que o Víctor Franco no final da sua obra ele vai colocar que seria o metacsentido, né, ou o suprasentido, que seria o sentido da existência, o porquê da existência como um todo. e somos

mais profunda que o Víctor Franco no final da sua obra ele vai colocar que seria o metacsentido, né, ou o suprasentido, que seria o sentido da existência, o porquê da existência como um todo. e somos levados a pensar sobre essas questões. Então, existirmos a que será que se destina. Só que naquele encontro, o pai de Torquato Neto dá uma rosa pequenina, vai até o jardim, pega uma pequena rosa e entrega a Torquato Neto, entrega a Caetano Veloso. E Caetano Veloso fica impactado porque ele conta que na casa existiam muitas memórias do Torquato Neto. E aquele senhor vai, pega uma rosa e entrega ao Caetano. E o Caetano começa a chorar e ele fica um tanto quanto envergonhado, porque afinal de contas a dor seria muito maior para o pai e não para ele. Só que o pai de Torquato Neto, além de entregar a Rosa, se senta e ficam ali que o Caetano coloca. Éamosnos olhar intacta retina. Estávamos apenas nos olhando. Nenhuma palavra foi trocada de forma muito profunda. Ele conta que o pai torceto toca os cabelos dele e fala assim: "Não chore tanto, meu filho". Vai então até a geladeira, pega uma cajuína, que é uma bebida bem típica ali da da de Teresina, né? Do do Piauí também, do Ceará. Uma forma diferente de utilizar o a o caju, né? não é um suco de caju, uma coisa diferente. E segundo eh nos falam, quanto mais cristalina é a cajuína, melhor, digamos assim, o processo que ela passou para ser feita. Então, indica uma certa eh uma certa eh refinamento, um certo cuidado no produzir desse produto. Então o senhor Eli, o nome do pai do Torquato Neto, vai toca os cabelos do Caetano, pega uma rosa, pega uma cajoína e entrega Caetana. E ele diz que aquilo tocou a profundamente a vida dele, né? que ele volta pro hotel e compõe a música cajoína. E eu contei essa história lá em Parnaíba, né, no Piauí, e não sabia que as pessoas conheciam o Senhor Eli. Porque me chamou atenção eu escutando o Caetano contando essa história, porque o Senhor Eli era espírita e ele fala isso na rede nacional, ele era espírita. Então eu

as pessoas conheciam o Senhor Eli. Porque me chamou atenção eu escutando o Caetano contando essa história, porque o Senhor Eli era espírita e ele fala isso na rede nacional, ele era espírita. Então eu acho que a visão espírita dele deve ter dado alguma consolação, porque eu fiquei impactado. A música não é sobre cajuína, a música é sobre fé. A música não é sobre o suicídio apenas. A música é como um pai consegue superar a dor da morte de um filho por essas vias. E esse senhor Eli espírita fundou vários centros espíritas, fez uma obra muito bonita lá eh no Piauí. Inclusive depois algum alguns me disseram que ele vinha aqui na mansão, conhecia o Divaldo, era uma pessoa da área jurídica e toda vez que a gente fala sobre ele me corroboram. O senhor ali era uma pessoa extremamente feliz, era uma pessoa extremamente sorridente. E a gente fica pensando, como é que pode alguém conseguir sorrir ainda depois de um fato desse? Como é que pode alguém conseguir ter paz de espírito, conseguir ter saúde mental? Como é que pode alguém ter eh fé para dar e vender paraas pessoas, mesmo passando por essa situação? O maior infortúnio é ter a privação da fé e continuar vivendo. O seu Eli teve a privação da presença física do filho, mas não teve a privação da fé. E a fé espírita que consegue entender, né, um porquê, mas não só entender, consegue sentir, porque a fé transcende a questão do entendimento. Na doutrina espírita, nós valorizamos uma fé raciocinada, uma fé que utiliza da razão para poder se construir, para poder se sustentar. Mas é muito importante que nós não façamos eh da fé propagada na doutrina espírita uma racionalização, porque a racionalização é um mecanismo de defesa diante eh da dor, diante do sofrimento, que tem uma validade, mas tem um prazo, né, de permanência. Uma racionalização excessiva não nos leva a uma manutenção de tranquilidade há muito tempo, por muito tempo. Então, a fé não é racionalização no espiritismo, tem uma dimensão do sentir, tem uma dimensão qualitativa e não apenas quantitativa,

a uma manutenção de tranquilidade há muito tempo, por muito tempo. Então, a fé não é racionalização no espiritismo, tem uma dimensão do sentir, tem uma dimensão qualitativa e não apenas quantitativa, que nos traz esse salto de qualidade desse pai, por exemplo, senor Eli, que continuou na doutrina espírita divulgando sem se desesperar. Um paraibano que radicado em Pernambuco, também muito famoso pelas suas obras, Ariano Suassuna, foi perguntado certa feita: "Ariano, como é que você, um literato, né, uma pessoa tão inteligente, acredita em Deus? Porque tem essa associação. Se você for muito inteligente, você vai desacreditar de Deus, porque se você for muito inteligente, você vai entrar numa profunda decepção com as situações que você pensa na vida. Então, existe um certo pessimismo, que não é realismo, permeado dentro dos rós, né, do do rol acadêmico, dentro do rol das pesquisas. E as pessoas às vezes tentam, eu diria até uma uma sugestão, um livro histórico chamado eh humanidade, né? Uma história otimista do homem, né? E o o historiador Ival Arari escreve assim: "Esse livro me fez ter uma perspectiva diferente sobre a história". Então, a gente tem que começar a pensar como é que foi contada a história. Porque, por exemplo, na durante a guerra, a Primeira Guerra Mundial, eu nunca ouvi falar na escola tradicional que o soldados nas trincheiras estavam tão cansados de guerrear, né, que em determinado momento eles fizeram um encontro, porque ele um começou a cantar, tava nas vésperas de Natal e um uma um soldado começou a cantar, né, um de um lado e daqui a pouco começou a responder do outro lado, o exército inimigo. E houve uma trégua do Natal. E os soldados então festejaram o Natal, festejaram juntos. E em determinado momento eh um um europeu coloca que o seguinte: "Poxa, a propaganda que me fizeram sobre e esse outro país era que as pessoas eram primitivas, eram selvagens, eram pessoas ruins. E ele tem filho como eu, não é bem assim. fizeram uma propaganda enganosa. E existem fotos ele jogando o

sobre e esse outro país era que as pessoas eram primitivas, eram selvagens, eram pessoas ruins. E ele tem filho como eu, não é bem assim. fizeram uma propaganda enganosa. E existem fotos ele jogando o futebol, há uma trégua de Natal e eu nunca li isso nos livros de história tradicional. Então, como é que a história é passada também? Como é que a forma de fazer ciência é construída às vezes para reforçar um pessimismo, que não é na verdade um realismo? Porque a realidade ela tem esses dois lados da moeda. A realidade não é tão eh se a gente for ter a realidade cristalina como a cajuína da música do Caetano, a gente vai ver a profunda dor que o suicídio traz. E ninguém tá dizendo que não traz, mas vai ver também profunda superação que esse pai nos ensina. a mesma história vista de patamares de formas diferentes. E a arte às vezes é esse salto de qualidade para podermos fazer uma nova interpretação da nossa própria história, da própria história humana, da nossa própria vida, para podermos ter um olhar diferenciado. Então, perguntaram para Ariano, como é que você crê em Deus você sendo tão inteligente? Ele vai dizer de forma muito direta: "Se eu não tivesse uma crença em Deus, eu era um desesperado. Direto assim, a crença em Deus, digamos assim, se eu não tivesse aqui na doutrina espírita, outro vai vir e vai divulgar tão bem ou melhor do que eu." Então, não é porque eu tenho uma função extraordinária para os outros, mas eu tenho uma função extraordinária para mim. Eu tenho uma oportunidade extraordinária, ou seja, fora da ordem, de estar nesse local que estou agora falando e você onde você está aprofundando a visão da fé, quer seja pela filosofia, quer seja pela ciência, que seja pela psiquiatria, que seja pela doutrina espírita, é uma oportunidade que nós temos extraordinária, fora da ordem para podermos nos reorganizar psiquicamente. Mesmo que essa reorganização dure uma existência inteira, mesmo que nessa existência inteira nós não tenhamos assim aquela saúde mental que a gente

a ordem para podermos nos reorganizar psiquicamente. Mesmo que essa reorganização dure uma existência inteira, mesmo que nessa existência inteira nós não tenhamos assim aquela saúde mental que a gente gostaria 24 horas do tempo, aquela plenitude todo o tempo que não é possível, mas é possível sim termos a dor junto com essa perspectiva otimista. Eu vi muito claro isso quando me chamaram. Eu já era formado e eu posso contar os nomes porque são coisas boas do bem. E eu estava na Federação Espírita Pernambucana, onde uma época tava lá como diretor e me pediram assim: "Poxa, Léo, eu queria que você fosse lá na casa de fulano porque ele está eh com quadro demencial e tá muito agitado, né? E a gente já fez várias reuniões mediúnicas. Eh, tem um um colega geriatra que atende ele, mas ele tá muito agitado. Você que pode ir lá. Então, era do lado. Esse esse senhor, ele havia comprado uma casa, né, um prédio, um apartamento do lado da Federação Espírita Pernambucana, tamanha a doação que ele teve ao longo da sua existência, porque ele queria ficar perto, né? Então, ele tava lá eh recebendo as pessoas. Mas eu não sabia dessa história dele. Eu só vim saber depois. Eu sabia apenas que tinha sido uma pessoa trabalhadora da casa e que a casa prestava essa ajuda. Então eu fui lá voluntariamente ajudá-lo. Então subi na casa e assim, não diga para um psiquiatra que a pessoa tá agitada só se ela tiver mesmo, né? Porque ela tava super tranquila, assim, calmo. Eu achei ele super calmo, né? Porque a agitação, meu amigo, é uma coisa bem diferente do que aquilo que eu vi. Não, mas eles não estavam acostumados com a agitação, né? Então qualquer agitaçãozinha, qualquer fuso era agitação, né? Então basicamente eu tive que fazer alguns ajustes medicamentosos, pouca dose, etc. E ele ficou super bem, sabe? Ficou super bem. Mas o que me chamou atenção é que quando eh eu voltei da casa nessa primeira visita, porque aí eu fui eh continuando a visita, né, periodicamente o lá até ele vir a desencarnar.

sabe? Ficou super bem. Mas o que me chamou atenção é que quando eh eu voltei da casa nessa primeira visita, porque aí eu fui eh continuando a visita, né, periodicamente o lá até ele vir a desencarnar. Mas no no no retorno, eu me senti tão bem que emocionei-me, né, como as emoções vêm agora lembrando da história. E minha mãe, uma pessoa que tem uma sensibilidade mediúnica, ela também se emocionou e falou assim: "Meu filho, você tava onde que eu tô sentindo uma energia tão boa sua?" E aí eu falei: "Pois é, mas eu também tô me sentindo tão bem depois que eu fui atender essa pessoa". E aí vem uma reviravolta. Muitas vezes a gente imagina que a gente vai, sei lá, num hospital, né, ou vai num leito de dor, algo do tipo, e somos nós que vamos levar a ajuda espiritual, né? Porque, tipo assim, nós somos bem evoluídos, né? e estamos bem tranquilos na nossa emocionalidade. E nem sempre é assim. Às vezes nós temos a oportunidade de receber a energia daquelas pessoas, sabe? E isso que aconteceu. Esse cidad esse senhor havia sido presidente da Federação Espírita durante muitos anos e ele ia de fato, quantas histórias depois não escutei sobre ele, né? eh, de ele estar na na porta da federação recebendo as pessoas, ajudando. E muitos falaram assim: "poxa, foi fulano de tal que salvou minha vida". Eu escutei isso mais de uma vez e eu não sabia quando eu fui atendê-lo, né? Quando eu fui começar a ajudá-lo nesse processo final de desencarnação. Então, não era uma obsessão que a gente imaginasse assim. ao contrário. Lembro de uma reunião mediúnica em que um outro médium que não sabia dessas coisas veio, então me veio dar uma comunicação falando que pelo pelo pelo pela vida desse esse espírito, né, durante essa existência, ele estava com um quadro demencial, um processo expiatório difícil, mas ele tinha ali e ajudas espirituais dentro da casa dele para que a situação não fosse pior, porque às vezes quando você tá ali com a questão biológica mais fragilizada, a influenciação espiritual torna-se mais

a ali e ajudas espirituais dentro da casa dele para que a situação não fosse pior, porque às vezes quando você tá ali com a questão biológica mais fragilizada, a influenciação espiritual torna-se mais fácil, você fica mais vulnerável. Isso depois eu vim a saber, vim ler, né, uma uma confirmação desse contato que tive na reunião mediúnica num livro que o Divaldo lança depois desse contato, né, não tinha ainda lido esse livro, que é Transtornos psiquiátricos e obsessivos do Manuel Filomeno de Miranda, em que ele conta vários casos desses, assim, de doenças mais neurodegenerativas, em que o cérebro é atingido de uma forma mais profunda, mais estrutural, como a gente diz, e ali fica um ser com maior vulnerabil abilidade às influências, mas dependendo das trajetória nessa existência, dos méritos da família, você tem ali verdadeiros vigilantes em Gaza, fazendo com que a dor aconteça. É um processo expiatório, mas não tão intensa como poderia ser, não tão complicada como poderia ser. Esse senhor, portanto, estava sem a lucidez, havia perdido a lucidez pela doença, né, pelo um processo demencial. Mas os méritos que ele amealhou através da fé, através da existência dedicada ao bem, ele não havia perdido. E mais uma vez eu relembro a frase de Meimei. O maior infortúnio não é perder as coisas externas, nem que seja a lucidez momentânea do nosso cérebro. O maior infortúnio é perder, ter a privação da fé e prosseguir vivendo. Quando temos fé, quando temos esse patrimônio dentro de nós, aqueles momentos são passageiros, apesar de muito doloridos, muito difíceis, apesar de não transcenderem assim a ajuda profissional como esse senhor teve. Mas o que me coloca muito visível foi a ajuda que eu tive ajudando esse Senhor pela fé que ele teve ao longo da vida. Então ali ele estava momentaneamente, digamos, até um pouco anestesiado, provavelmente para não sentir todo aquele processo difícil durante aquele período culminante da sua existência. Nessa perspectiva, nessa breve eh reflexão dessa primeira parte,

é um pouco anestesiado, provavelmente para não sentir todo aquele processo difícil durante aquele período culminante da sua existência. Nessa perspectiva, nessa breve eh reflexão dessa primeira parte, eu queria, portanto, relembrar Mei e reafirmar a importância de nós caminharmos, né, nessa perspectiva da fé dentro de nós, porque aí as dores, as perdas de filhos por nó mortes inesperadas, a perda de filhos até mesmo pelo suicídio, a perda de alguma sanidade, de alguma saúde física que a gente tenha, vai doer muito, mas não vai ser desesperadora. A gente vai conseguir ter um tempo de espera. Quem desespera, diz Víctor Frankel, é quem tem sofrimento sem sentido. Eu quero dar um conceito, diz Victor Frankel a uma jornalista, de desespero. Desespero é a presença do sofrimento sem a presença de um sentido. Quando temos fé, nós temos um significado de vida, de existência. Então, o sofrimento vem, dói, mas não significa que ele causa um desespero, porque no íntimo, na intimidade, a fé vai alimentar a nossa esperança de que algo vai mudar, talvez não nessa existência. E aí a doutrina espírita nos dá uma uma grande possibilidade de alimentar a nossa fé, porque a gente transcende o limite biológico para um limite extracorpóreo, para um limite de outras existências. Existirmos coloca a música, a que será que se destina? Pois quando tu me deste a rosa pequenina, eu vi que tu eras um homem lindo e se acaso assina do menino triste não se nos ilumina. Apenas a matéria vida era tão fina e éramos olharmo-nos intacta retina, a cajuína cristalina em Teresina. Então passo a palavra ao Mário que a gente possa ir pro segundo momento. Que assim seja. Muito obrigado, Dr. Leonardo. Vamos a um pequeno intervalo e voltamos em breve. Suave colo, a brisa perfumada de primavera, chega o Natal. Neste momento de tantas dores, guerras e desencantos, o Natal é a certeza de que Jesus está de volta para socorrer a humanidade. Além das nossas preces, em favor do mundo angustiado, não esqueçamos dos nossos irmãos da agonia,

res, guerras e desencantos, o Natal é a certeza de que Jesus está de volta para socorrer a humanidade. Além das nossas preces, em favor do mundo angustiado, não esqueçamos dos nossos irmãos da agonia, os nossos irmãos ditos sem teto, mas eu iria mais longe, sem carinho, sem oportunidade. Avançando o caminho, vem buscar no seu coração ajuda para atendermos a 5.000 famílias. Com uma cesta prodigiosa, contamos com você, querido amigo. sempre temos ajudado graças à sua bondade, a sua solidariedade. E desde já desejamos felicidades. Sim. เ Vamos agora então paraa segunda parte da nossa reunião. Vamos responder algumas das perguntas que nos chegam aqui do público presente e também principalmente do YouTube. Então nós teremos aqui Dr. Leonardo Machado e Wellerson para responder as perguntas da noite. A primeira é pro Dr. Leonardo. Como saber se a compulsão, seja por alimento, pela compra compra desenfreada, é uma obsessão? A resposta é um pouco mais difícil porque tá na minha frente aqui um colega psiquiatra, tem outro, tem outro ali, então não posso falar qualquer coisa, né? senão vou ser corrigido da mesma hora. Mas olha só, eh vou pegar dois conceitos espíritas aí eu vou responder mais pensando na perspectiva espírita, tá? Primeiro, o conceito de autoobsessão, né, que a Allan Kardec traz, que é um conceito muito importante de gente pensar, porque faz um casamento, um link com os aspectos neurocientíficos, psiquiátricos, né, biológicos, porque a autoobsessão é o que, no final das contas, dá abertura para outras obsessões externas se instalarem. Porque autoobsessão tem a ver com a monoideia, tem a ver com não só a ideia, mas a resposta comportamental que nós temos em relação a essa monoideia. Essa autoobsessão, ela vai gerando também consequências, não só no hoje, ela vai gerando consequências no nosso perespírito e vai gerando consequências reencarnatórias. Então, eventualmente essa autoobsessão, né, uma monoideia que estaria por trás de uma ideia fixa que a gente encontra em comportamentos

o nosso perespírito e vai gerando consequências reencarnatórias. Então, eventualmente essa autoobsessão, né, uma monoideia que estaria por trás de uma ideia fixa que a gente encontra em comportamentos eh dessa perspectiva, ela eh traria uma maior vulnerabilidade eh genética num outra numa outra reencarnação, trazendo uma facilidade, uma disfunção, né, especialmente numa região chamada circuito do prazer, passa pelo núcleo Acumbs, né, que é uma área que nos dá prazer, que sinaliza onde nós sentiríamos prazer, vários tipos de prazer. Eh, e aí é como se tivesse ali um circuito que fica com a que acho que na época de muitas pessoas, né? Porque é da minha época, da época de muitas pessoas daqui também, tá? Que é a fita, lembra? Fita cassete que ficava arranhada? Então, dá pra gente se conversaram, dá? Essa fita cassete ficava arranhada e você não mudava o disco, né? Então, é mais ou menos isso que acontece do ponto de vista neurobiológico, que talvez tenha uma ligação com essa questão de autoobsessão, inclusive do ponto de vista eh reencarnatório. Agora, um outro conceito espírita que é importante a gente lembrar eh as obsessões não se dão apenas do ponto de vista de punição, né? Eu gosto muito do termo de um amigo psiquiatra também eh eh de Pelotas, o Sérgio Lopes, que ele fala assim: "A obsessões pelo prazer". O prazer pelo próprio fato de a gente não saber muito bem lidar com o prazer, eh ela ela muitas vezes facilita processos obsessivos e muitas vezes a gente chama isso de vampirizações, quando o obsessor ele acaba também sugando energias, né? eh sugando uma vitalidade desse comportamento que é repetitivo. Então, por trás desses comportamentos repetitivos, acho que a gente precisa pensar na autoobsessão, né, no conceito cardeciano e essas obsessões que não são apenas uma questão de vingança, né? Há uma vingança também, porque no final das contas, eh, quando eu faço um comportamento compulsivo, por exemplo, alimentar, eu acabo trazendo mais tarde uma sensação de culpa, como uma jovem

ança, né? Há uma vingança também, porque no final das contas, eh, quando eu faço um comportamento compulsivo, por exemplo, alimentar, eu acabo trazendo mais tarde uma sensação de culpa, como uma jovem que tinha uma compulsão alimentar e ela faz uma viagem paraa Europa e todas as lembranças que ela traz para para presentear as pessoas foram comidas, né? O que é que aconteceu? Ela não via todo mundo que ela presenteou, entendeu? Então, a comida lá, o presente ficou na casa dela durante muito tempo. O que é que aconteceu? No momento de angústia, ela teve compulsões alimentares e comeu todo o presente, o suposto presente. O que é que acontece? Ela se sente culpada. Primeiro porque ela se sente que falhou e segundo porque é como se fosse uma amiga ruim. Mas quem comprou o presente, justamente comida, né, algo comestível, é, né? é como se ela tivesse colocando a tentação perto dela. Então, no final das contas, há uma um processo de dor por esse comportamento que é eh pela via do prazer, mas um processo que tem uma diferenciação obsessiva porque tem essa questão da vampirização, né, do espírito sugar energias também. Obrigado, Dr. Leonardo. Wellerson, uma pergunta de Débora aqui pelo YouTube. Como nossas emoções negativas e positivas interferem no nosso corpo físico e no perespírito? Boa noite a todos. Boa noite aos nossos internautas. É uma alegria retornar à mansão do caminho para participarmos o Conversando sobre Espiritismo. O benfeitor espiritual Emanuel pela mediunidade de Chico Xavier no livro Pensamento e Vida, especialmente nos capítulos que se referem à saúde e à enfermidade, vai nos explicar de uma maneira muito didática como é que os sentimentos, as emoções, também as nossas atitudes e pensamentos interferem no nosso corpo e no nosso perespírito. de uma forma muito clara e objetiva, ele nos diz que todas as vezes que nós nos afastamos da lei divina, todas as vezes que nós escolhemos maus caminhos, nós encharcamos o nosso pé de espírito, que é o elo de ligação do espírito com o

a, ele nos diz que todas as vezes que nós nos afastamos da lei divina, todas as vezes que nós escolhemos maus caminhos, nós encharcamos o nosso pé de espírito, que é o elo de ligação do espírito com o corpo físico, dessas emanações, positivas ou negativas, que mais cedo ou mais tarde vão se apresentar na nossa vida através da saúde ou da enfermidade. Hipócrates, o pai da medicina, ele dizia: "Mente sã, corpo s." Quando nós engedramos na nossa mente, no nosso coração, nas nossas vivências interiores essas experiências negativas, com certeza isso vai encharcando o nosso ser. E seja nesta ou numa próxima experiência reencarnatória, essas dificuldades elas se apresentarão, já que o nosso perespírito, encharcado dessas vibrações, expurga no nosso corpo físico essas experiências. No livro Sinal Verde, também psicografia de Chico, numa mensagem intitulada Antagonistas, o benfeitor espiritual André Luiz, ele vai dizer que todas as vezes que nós cultivamos a raiva, o ódio, a mágoa, o rancor, nós tendemos a desenvolver problemáticas cardiorrespiratórias, enviando na nossa corrente sanguínea essas vibrações que vão fazer com que as enfermidades surjam. Naturalmente que essas experiências, conforme nós dissemos, elas podem se apresentar nesta nossa existência ou acumular-se para numa próxima experiência reencarnatória elas se apresentarem. É claro que precisamos também recordar que o bem quando realizado também traz os seus benefícios. A benfeitora Joana de Ângeles, pelas mãos de Divaldo, vai nos dizer que o amor é o único sentimento, que quanto mais nós doamos, mais ele se multiplica no nosso coração. O amor cura, o amor transforma vidas. Então, as experiências positivas, as emoções positivas que nós cultivamos dentro do nosso coração como alegria de viver, isso faz com que as experiências, mesmo difíceis que se apresentam na nossa vida, sejam vivenciadas de maneira diferente e nós consigamos então construir uma vida mais saudável, às vezes com a presença da enfermidade, mas vivenciando de uma forma saudável

apresentam na nossa vida, sejam vivenciadas de maneira diferente e nós consigamos então construir uma vida mais saudável, às vezes com a presença da enfermidade, mas vivenciando de uma forma saudável aquela experiência e tirando o lado positivo para o nosso crescimento espiritual. Obrigado, Elisson. Dr. Leonardo, a pergunta é que nos chega. solicita que o senhor fale algo sobre pensamentos acelerados que gerequietação e desequilíbrio. Então, nós poderíamos eh trazer vários enfoques, né, sobre esse olhar. Eh, mas eu queria pegar um enfoque que muitas vezes não é trazido, porque em geral a gente pensa classicamente numa ansiedade, né? um pensamento acelerado, uma inquietação, um desequilíbrio. E geralmente quando nós pensamos em ansiedade, nós pensamos numa ansiedade, é, digamos, e voltada para as emoções negativas que geram um desagrado, mas eventualmente a ansiedade também pode ser desencadeada por eh expectativas até muito boas, ou seja, a gente quer fazer coisas, tem metas, tem propósitos, tem objetivos e muitas vezes esse outro tipo de eh ansiedade, né, que a gente, eu gosto até de brincar assim, é uma ansiedade para evoluir, não é uma ansiedade ruim, é uma ansiedade boa, digamos assim, que nos leva a fazer algo de bom. Eh, mas ela nos tira do tempo, né? Ela às vezes nos desespera de forma as avessas, porque tudo tem um tempo para acontecer. Então, nessa perspectiva, o que eu vejo muito eh em relação a pessoas que provavelmente como você, como eu, que estamos aqui e temos uma veia espiritual, né, um lado espiritual, é uma urgência para conseguir fazer as coisas pro bem. Eh, e às vezes a gente precisa entender que não dá para fazer tudo e eventualmente a gente precisa entender, né? Eu acho que a a o símbolo aqui da fraternidade sem fronteiras é bastante é oportuno, né? A mão aberta, ou seja, que eventualmente não sou eu que vou fazer tudo, não é você que vai fazer tudo. Nós temos de de fato abrir a mão para poder nos unir em ideais maiores e dividir esforços, né? como diz

aberta, ou seja, que eventualmente não sou eu que vou fazer tudo, não é você que vai fazer tudo. Nós temos de de fato abrir a mão para poder nos unir em ideais maiores e dividir esforços, né? como diz Paulo de Tarso em uma de suas epístolas, eh, assim como existe, digamos, a mão, existe a cabeça, o ouvido, ou seja, existe cada eh função na obra de Deus, cada espaço na obra de Deus. E eu refleti muito sobre isso nesses dias. Nós estamos tendo aqui em Salvador o Congresso Brasileiro de Psiquiatria. Então, acho que estamos aí 6000, 7.000 pessoas. grande parte deles, médicos, psiquiatras, psicólogos. E eu refleti eh hoje inclusive, né, porque o Alexander Moreira, a Mariana e o Humberto, eh, eu já falei de vocês por trás, então vou falar pela frente. Bem, né, obviamente eles têm um trabalho muito bonito, recente, lançado um livro chamado A ciência da Vida após a morte. Eles lançaram esse livro em inglês, pegando todo o arcabolso científico. O Humberto é filósofo, né, professor de filosofia. Eh, eu acho que você é neto da Sueli, Calda Schuber, que eu tive o prazer de conhecer. e pegaram todo o arcabolso científico e lançaram num livro, primeiro lançado em inglês e traduzido em português. E lançaram agora, né, nessa manhã, 12:30, 12 horas, no Congresso Brasileiro de Psiquiatria, participaram de uma mesa redonda, falando para um auditório lotado, só que de muitas pessoas materialistas, pessoas sem essa abertura espiritual e foram falar sobre esses temas. O que é que eles estão fazendo? de certa forma eles estão diminuindo as inquietações pessoais. Quando a gente cria alguma coisa, a gente tá dando uma resposta às nossas inquietações, né, a ao nosso pensamento que projeta algo de bom. Esse aqui é o livro, ó, Ciência da Vida após a morte, que eu acho que vale a pena a gente divulgar, porque não é um livro espírita, tá? é um livro eh científico que traz toda uma revisão da literatura sobre esse tópico e tem tido uma aceitação enorme eh no meio acadêmico, né, levando pessoas, inclusive um um

o é um livro espírita, tá? é um livro eh científico que traz toda uma revisão da literatura sobre esse tópico e tem tido uma aceitação enorme eh no meio acadêmico, né, levando pessoas, inclusive um um grande cientista mundial que tinha uma uma religião hindu de formação, acreditava na reencarnação quando era mais eh mais jovem e acabou desacreditando porque não conseguiu conciliar com a fé, com a com a razão na realidade da ciência. E aí ele leu o livro do Alexander, né, e falou pro Alexander assim: "Poxa vida, eu comecei a ver que dá pra gente poder conciliar." E eu conversava com Alexandre terça-feira, eu acho. Pois é, que dádiva eu e você temos de nascer em uma doutrina espírita que a gente já teve essa oportunidade de diminuir a inquietação pessoal, né? e não precisar abrir mão eh da nossa racionalidade em nome da nossa fé ou abrir mão da nossa fé em nome da nossa racionalidade. Nós tivemos a dádiva de pegar o legado de Kardec aliança da ciência com a religião e cada um fazendo o seu trabalho, né? Cada um fazendo a sua parte. Então queria falar dessas outras inquietações que tiram muito nosso sono, trabalhadores espíritas. seguiram muito nosso sono, trabalhadores do bem, porque há tanta dor a tentar ser amenizada e tanta disposição íntima para fazer o bem que eventualmente a gente pensa que vai fazer tudo ou quer fazer tudo, sabe? Para não perder tempo. Mas calma, tudo tem o seu tempo. Não existe só você no mundo, existem várias pessoas trabalhando no bem. É porque não se divulga, né? Não se divulga, mas existem muitas pessoas fazendo o bem. Se eu não tivesse divulgando para vocês hoje, vocês pensariam: "Poxa, todo psiquiatra é materialista e eu vi vários psiquiatras materialistas, mas indo lá pegar o autógrafo do Alexandra, da Mariana e do Humberto". Não que eles estivessem acreditando tudo o que tem, mas estão na dúvida, né? Ficaram na dúvida pela credibilidade do trabalho. O que é que eles estão fazendo? Levando esperança no meio acadêmico. No final das contas,

ivessem acreditando tudo o que tem, mas estão na dúvida, né? Ficaram na dúvida pela credibilidade do trabalho. O que é que eles estão fazendo? Levando esperança no meio acadêmico. No final das contas, um livro que fala de ciência da vida após a morte. É um livro que fala de esperança nas entrelinhas, né? E as pessoas estão precisando de esperança, não só os pacientes, mas os psiquiatras também. Muito obrigado, doutor Wellerson, você falou há pouco do amor e das explanações da da nossa benfeitora Juna de Angeles. E uma pergunta que nos chega do público pergun pergunta o seguinte: Como alcançar um tamanho amor para também amar aos nossos inimigos? Essa proposta é um grande desafio. Jesus resume todas as leis e todos os profetas em único, dois únicos mandamentos. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Mas o mestre do amor que esteve na terra para nos trazer a luz da esperança, iluminar as trevas do nosso coração, quiser ele vai além, trazendo-nos a proposta do amor aos nossos inimigos, que se apresenta por meio do perdão. perdão ainda tão mal vivenciado nos nossos corações, porque nós vivemos o perdão de lábios, mas não o perdão do coração. Eu te perdoo, mas nunca mais quero te ver. Eu te perdoo, mas Deus vai te dar o que você merece. E nós transferimos para Deus as nossas iniquidades e ficamos vigiando qual é o momento que Deus vai punir quem nos agrediu, quem nos fez mal. E o perdão é este trabalho dentro do nosso coração. Quando nós estendemos a mão, ao invés de devolver as trevas em trevas, devolvemos as trevas em luz. E quando Jesus traz a Simão Pedro, quando questiona o mestre, quantas vezes devemos perdoar o nosso irmão? apenas sete vezes. E ele diz, não apenas sete vezes, mas 70 vezes 7. Ele então alarga a nossa visão sobre essa proposta do amor incondicional. Naturalmente que amar o nosso inimigo não é andar de braços dados com ele. amar o nosso inimigo, não estar ao lado dele todo instante da nossa vida, mas estarmos preparados para que naquele

ndicional. Naturalmente que amar o nosso inimigo não é andar de braços dados com ele. amar o nosso inimigo, não estar ao lado dele todo instante da nossa vida, mas estarmos preparados para que naquele instante em que a vida nos oferece a oportunidade de estender a mão, nós oferecermos a outra face, buscando fazer aquilo que está ao nosso alcance, sem guardar na nossa mente, no nosso coração, os resquícios daquilo que nos foi feito. Porque muitas vezes passam-se anos, 10, 20, 30 anos e nós estamos ainda encharcando a nossa mente com aquela vivência negativa que nós tivemos, recordando da experiência, contando a todos que estão à nossa volta, rememorando a situação e encharcando novamente a nossa corrente sanguínea com aquelas vibrações negativas, nos fazendo de vítimas daquela experiência. Às vezes a pessoa que nos ofendeu, ela já se arrependeu, ela transformou a sua vida, já está num outro caminho e nós nos mantemos com lixo mental na nossa mente. Então, amar o nosso inimigo perdoando é uma libertação que começa no nosso caminho. Não nos iludamos que quando nós perdoamos alguém, nós estamos fazendo bem ao outro. Nós estamos fazendo bem a nós mesmos. Emanuel, no livro Palavras de Vida Eterna, ele escreve uma mensagem que se chama perdão, remédio santo. É o remédio que nos cura. Obrigado, Wellon. Dr. Leonardo, uma pergunta do YouTube de Laí. Como manter o equilíbrio e a sintonia dentro do lar diante de tantas turbulências e incertezas que estamos vivendo? Parece que vem ao encontro da pergunta feita pro colega, porque eh essas incertezas, esses descaminhos, né, eles refletem também as incertezas dentro do nosso lar, né? Esse inimigo eventualmente não tá fora, tá reencarnado do teu lado. Eventualmente é você que é o inimigo dessa pessoa também. Eventualmente são os dois inimigos que eram tão inimigos que vieram juntinhos, né, para ver se não se perdem de vista e para ver se conseguem reconciliar alguma coisa. Quando vemos guerras no mundo, né, atualmente, por exemplo, são guerras entre povos que têm

e vieram juntinhos, né, para ver se não se perdem de vista e para ver se conseguem reconciliar alguma coisa. Quando vemos guerras no mundo, né, atualmente, por exemplo, são guerras entre povos que têm uma ancestralidade familiar, né? Então, essas guerras traduzem também essa nossa disposição, né, de não abrir mão da razão, né, ou seja, não abrir mão de estar querendo est certo sempre. Para termos um equilíbrio, eu fico pensando comigo mesmo quando leio, por exemplo, bem-aventurados os puros de coração. Quando leio bem-aventurados os pobres pelo espírito, né, que fala de humildade, eu me sinto até um pouco mais incluído assim, poxa, acho que é um pouco mais fácil tentar construir humildade do que construir pureza. Mas eu penso, para conciliar as minhas angústias, né, de que esse equilíbrio que a gente fala não é um equilíbrio estático, é um equilíbrio dinâmico. E nesse equilíbrio dinâmico, eh, há espaço também de você se perturbar momentaneamente, mas novamente reatar o a esperança, reatar o equilíbrio. Então o perdão, né, e a meta maior, mas até a gente conseguir fazer esse perdão total, existem caminhos, né? Um um perdão parcial, um perdão que é meu desculpa, né? Mas já é melhor do que nada, sabe? Porque no final das contas a gente às vezes quer ser puro antes do tempo. A gente às vezes quer ser perfeito antes do tempo. E aí eu lembro muito de uma fala do Eclesiastes que começa o livro Vaidade das vaidades. Tudo é vaidade. Inclusive querer ser puro antes do tempo, querer ser perfeito antes do tempo. Nessa perspectiva, o capítulo 3 do Eclesiastes, ele vai dizer o seguinte: "Tudo tem o seu tempo debaixo da terra, né? Embaixo do céu. E tudo debaixo do céu tem um propósito. E ele vai falar: "Há tempo de guerrear, há tempo de paz". Ou seja, esse tempo dos afetos negativos que trazem a mágoa, a raiva, o rancor, ele também tem um tempo para ser diluído. E esse perdão fast food, sabe? Esse perdão rápido demais é mais uma negação da mágoa que você sente, de que eu sinto, do que um perdão

goa, a raiva, o rancor, ele também tem um tempo para ser diluído. E esse perdão fast food, sabe? Esse perdão rápido demais é mais uma negação da mágoa que você sente, de que eu sinto, do que um perdão de fato. Se nesse caminho do perdão eu falava comigo mesmo fazendo uma autoterapia, né? Pera aí, você bateu fisicamente no outro? Não, você fez uma prece às avessas pro outro, né? Você fez uma, me concentrei, sabe? fez uma reunião mediúnica para eh lançar algo de ruim pro outro? Não. Fez algum trabalho espiritual pro outro? Não. Então, tenha calma também. Perdoe a si mesmo, né, essa mágoa que você ainda sente, porque essa mágoa que você ainda sente é bem menor do que você já sentiu um dia, porque no passado você foi para vias de fato, foi pra guerra de fato. Agora é uma guerra íntima, é uma guerra mais do Bagavadita de Krishna, uma guerra entre esses dois polos que você tá aprendendo a fazer consigo e não mais com o outro, colocando que o outro é o problemático e você o evoluído. Então, todos esses processos t um tempo para acontecer. E pra gente poder vivenciar essas incertezas, essas dores dos nossos lares, as dores que nós vivenciamos, a gente precisa ter a meta do perdão total, desse perdão perfeito, desse perdão que é plenitude, desse perdão que é pureza, em em benefício de nós mesmos. Mas como consequência natural desse perdão vem o auto perdão, que não é assim vitimização, é um perdão pessoal pela evolução que a gente não consegue ter ainda, embora nós estejamos trabalhando. A ideia de que nós estamos no caminho, se nós estamos no caminho, é melhor do que ontem. E se nós estamos melhores do que ontem, a gente tem esperança em nós mesmos. Então é pegar toda essa esperança que a gente às vezes foca no outro e jogar dentro de nós com as nossas atitudes, visando um futuro, visando um por vir, mas tendo em mente que nós temos uma humanidade que precisa ser cuidada, precisa ser trabalhada, senão a gente vai estar matando os outros carinhosamente falando, né, nos exemplos que o nosso colega colocou,

do em mente que nós temos uma humanidade que precisa ser cuidada, precisa ser trabalhada, senão a gente vai estar matando os outros carinhosamente falando, né, nos exemplos que o nosso colega colocou, matando os outros em nome de Deus, com amor, mas matando. Dr. Leonardo, muito obrigado. Eu aproveito a oportunidade, então, senhor nosso convidado do Conversando sobre Espiritismo, para que possa fazer então a sua despedida nesse momento do público presente, daqueles que nos assistem remotamente. Gratidão. Gratidão para que a gente possa renovar a nossa esperança hoje e sempre. Sempre é muito bom ver as pessoas da mansão e nos banhar um pouco com essas energias que nós ficamos. Que vocês possam sentir as mesmas coisas que eu senti hoje. Muito obrigado, Dr. Leonardo. Vamos agora iniciar o encerramento da nossa reunião. Uma reunião realmente foi muito especial. Muitas perguntas aqui a respeito do Divaldo. O Divaldo está bem, mas ele fez muitas gravações no estúdio hoje de manhã. para sua mãe inteira gravando diversos pedidos que chegam de diversos estados. Ele fez inclusive um uma palestra para bucar a manga e levou muitas horas nessa grava. Então ficou um pouco mais cansado, né? Então se resguardou porque no sábado já tem uma palestra aqui. Semana que vem vai a Porto Alegre pro congresso espírita lá de Porto Alegre. ão guardando e poupando as suas energias. Mas ele está bem. Eu agradeço aqui ao Wagner Moura, que é o fundador do Fraternidade Sem Fronteiras, o nosso irmão Milades, que nos faz a visita junto com a sua esposa e com a sua filha, a professora Solange, Dr. Leonardo Machado, o Erlenson que nos faz companhia também, Dr. Alexander Moreira que está aqui conosco, a Dra. Mariana de Abreu Costa que está aqui conosco também, Dr. Humberto Schuber e Coelho está aqui, a nossa tradutora de Libras, que é Isiane, sempre nos faz companhia, né, Elisiane? a nossa equipe da mansão do caminho, é o Sérgio Júnior. A todos vocês que nos assistem aqui com tanto carinho, tanto amor, estão

dutora de Libras, que é Isiane, sempre nos faz companhia, né, Elisiane? a nossa equipe da mansão do caminho, é o Sérgio Júnior. A todos vocês que nos assistem aqui com tanto carinho, tanto amor, estão presentes, vibrando por todos nós, aqueles que nos assistem remotamente. Eu agradeço muito a atenção de vocês. E vamos agora então pro encerramento da nossa reunião. Vou convidar aos médiuns passistas da casa para se colocarem aos longo ao longo dos corredores para aplicação dos passos coletivos. Vamos unir as nossas mentes, nosso intelecto e as nossas emoções de sentimento profundo emrogativas de agradecimento e de louvor a Deus pela criação deste universo maravilhoso que os nossos olhos podem contemplar. E a aventura que todos nós temos de termos um irmão que tem cuidado dos de nós por muitos e muitos séculos. nos aguardando, esperando o nosso desenvolvimento intelectual que já se faz e moral, que se irá fazer ao longo dos próximos séculos. Abençoa-nos, ó Jesus, e permita-nos que os vossos benfeitores irmanados com os médiuns passistas aqui presentes, transmitir a energia do próprio corpo físico mesclado com as energias do mundo espiritual. A nós receptores, cabe-nos buscar na emoção, no pensamento, no sentimento de gratidão, para que esses bons fluidos penetrem o nosso corpo físico, o nosso perespírito e possamos sentir a profundidade e as emoções oriundas do pensamento de Jesus. Rogamos, Senhor, por Divaldo Franco, por sua saúde, por seu bem-estar e por todos aqueles que nós colocamos os nomes na entrada de nosso cenáculo, encarnados e desencarnados. Por ele, Senhor, segundo o mérito de cada um. E a água fluidifica-a para que possamos, absorvê-la, condicionar o nosso corpo aos benefícios dessa água beneficiada pelos bons espíritos. No retorno ao lar, conduz-nos em paz com um pensamento voltado a ti, levando aos nossos entes queridos, aos nossos amigos, o nosso amor e sentimento de gratidão. Abençoa-nos, Senhor. permaneças conosco instantes mais e que a tua paz esteja sempre conosco.

voltado a ti, levando aos nossos entes queridos, aos nossos amigos, o nosso amor e sentimento de gratidão. Abençoa-nos, Senhor. permaneças conosco instantes mais e que a tua paz esteja sempre conosco. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.

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