Diante da Lei | Roda de Conversa
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Nesta roda de conversa, os convidados – Denise Lino, Eulália Bueno, Jorge Godinho e Paulo de Tarso – refletem sobre a lei divina que rege a vida, analisando suas implicações morais e espirituais, e a forma como nos conduz ao crescimento e à responsabilidade perante Deus. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #RodaDeConversa #LeiDivina #DeniseLino #EuláliaBueno #PauloDeTarso #JorgeGodinho #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita
Meus irmãos, bom dia. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita esteja conosco nessa manhã para que possamos juntos aqui falarmos sobre essa temática muito importante nos momentos atuais em que estamos vivendo e que seja para nós também um momento de alegria, de confraternização e de encontros. O tema diante da lei nos remete a qual seria a nossa posição diante dessa chamada lei divina. Porque conforme a gente sabe, milhares de anos nós já falamos sobre ela. Muitas pessoas já leram, interpretaram e espalharam por aí versões dessa lei. Mas qual seria a verdadeira lei? Como nós poderíamos acessar essa lei? Como poderíamos ter a noção se aquilo que fazemos de fato radica na verdadeira lei? Então, diante da lei, é como pautar a nossa vida, considerando que para além da nossa vontade, do nosso desejo, do nosso querer, exige um existe um código de ordenamento moral, estético, ético, que nós precisamos observar. É sobre isso que nós vamos falar agora pela manhã. Então, eu queria já saudar aqui os nossos companheiros que estão conosco aqui nessa manhã para que iniciemos aqui a nossa roda de conversa a partir de algumas formulações que estão no livro dos espíritos, sobretudo quando tratamos da questão da lei. parte terceira de o livro dos espíritos, que é aquela que trata do ordenamento legal, digamos assim, dessas desses conjuntos de leis que Kardec nos apresenta. Então eu vou começar aqui com o nosso querido Jorge Godinho em relação a uma percepção que está na questão 120 de O livro dos Espíritos, que trata da questão da fieira do bem e do mal. E sobretudo a pergunta é a seguinte: Será necessário que todos nós ou os espíritos passem pela fieira do mal para chegar ao bem? E os espíritos respondem pela feira do mal, não pela feira da ignorância. Qual é o papel da ignorância, o cenário atual? Eu não digo nem no cenário atual, viu, amigo? Eu digo na construção da história da humanidade. O
spondem pela feira do mal, não pela feira da ignorância. Qual é o papel da ignorância, o cenário atual? Eu não digo nem no cenário atual, viu, amigo? Eu digo na construção da história da humanidade. O que que você pode falar pra gente a respeito disso? >> É, bom dia. Bom dia a todos. A ignorância é a sepultura dos vivos. Quando nós ignoramos, nós não temos caminho nem direção. Primeiro que aparece, nós vamos fazendo como se estivesse ao sabor daquela onda, como alguns dizem ao sabor da vida, porque ignoramos. Quando a percepção, o conhecimento nos chega, nós passamos a ter uma consciência em função daquele conhecimento e, naturalmente, uma escolha para um comportamento coerente com o conhecimento. Como nós somos espíritos que saímos desta ignorância para a perfeição, é natural que quanto nós criados, nós éramos ignorantes, mas com o potencial da lei para que nós pudéssemos desenvolvê-la. Mas o pai é bom e misericordioso, que não iria cobrar de nós o que nós não sabíamos. E é natural que ele nos proporcionou condições apropriadas para que, primeiramente, na nossa consciência fosse estabelecida as suas leis para que com elas nós pudéssemos, sim, tendo-as na nossa própria consciência, aí sim e despertando para que pudéssemos fazer esse crescimento com base nesta lei divina que resume a lei de amor. Então, quando nós olhamos o nosso processo evolutivo, nós vamos verificar que, como o codificador nos fala na primeira parte do livro dos espíritos, ele falando sobre o espírito com é minúsculo, dando-nos a ideia de que naquele momento nós não temos a consciência de ser, mas nós vamos construindo a consciência de ser até o dia em que nós teremos esta consciência de ser e de si, a partir daí passarmos a ser responsáveis pelos nossos atos. Então, nessa fase primeira, a ignorância ela vai sendo diminuída, dirimida à proporção que a lei divina vai sendo construída, porque nós estamos na fase instintiva e o instinto é perfeito, ele não se equivoca. é uma fase da do nosso crescimento
vai sendo diminuída, dirimida à proporção que a lei divina vai sendo construída, porque nós estamos na fase instintiva e o instinto é perfeito, ele não se equivoca. é uma fase da do nosso crescimento evolutivo, aonde o princípio inteligente ele vai permeando, realizando as atividades dentro da lei divina, não faz nada fora, não tem responsabilidade por aquilo, porque ele não tem consciência de se e de si, mas ele vai aprendendo e a lei divina vai sendo construída. Quando estas leis já estão instaladas e nós aí agora nós podemos dizer: "Agora eu tenho condições de ser responsável pelos meus atos." E quando chegamos nessa fase de ser e de si, já não somos mais ignorantes. Já temos um instrumento mais complexo, que é o corpo. Então, já não é mais simples, é algo que já tem uma complexidade, já temos em nós as leis. O que precisa agora é obediência para que nós possamos prosseguir obediente esta lei. Mas o instrumento que nos dá esta possibilidade de liberdade é um dos princípios universais que existe, porque há dois. Há um princípio que é a determinação divina, que é justamente todas as criaturas submetidas à lei do progresso, criadas inexoravelmente vai progredir até chegar à perfeição. O outro princípio é a livre determinação individual, que é o livre arbítrio, livre para determinar. Por isso que livre arbítrio e determinismo a gente não consegue separar um do outro, porque quando eu sou livre ao que eu fizer, eu estou determinando uma consequência. Se nós formos obedientes, aí nós vamos progredir. Mas nós não fomos obedientes. Por isso que nós precisamos nascer novamente, reencarnar, repetindo, espiando, porque o objetivo da da encarnação é justamente repetir o que não foi feito para poder quitar-se perante o equívoco. E aí só o tempo é que vai nos dando condições com o conhecimento da lei, não é? Que vai aflorando para nós possamos fazer com que ela germinem na nossa intimidade e venha florescer nas massas. Então a ignorância é que nos conduz nos diversos aspectos do saber a
nto da lei, não é? Que vai aflorando para nós possamos fazer com que ela germinem na nossa intimidade e venha florescer nas massas. Então a ignorância é que nos conduz nos diversos aspectos do saber a comportamentos coerentes com essa ignorância. Quem já tem um conhecimento é que não pode ter comportamento incoerente com o conhecimento, seja ele o qual for. Se eu dissesse para alguém assim, você pode pegar uma vassoura e a pessoa não sabe o que é vassoura, nunca viu, não conhece e tinha uma série de objetos, ela ia ficar sem saber porque ela não conhece. Então eu tinha que dizer: "Olha, vassoura é isso aqui, você pode pegar." Ela já conheceu, sabe que que é vassoura, mas também não sabe a utilidade. Eu tenho que dizer-lhe e mostrar-lhe qual é a utilidade da vassoura. Aí eu posso agora dizer para ela, vamos varrer, vamos limpar, porque ela conhece. Quando nós ignoramos, aí nós estamos sepultados nessa ignorância que ela vai como a luz, né, de forma gradativa, sem nos ofuscar. Esta verdade que são as leis, que é a lei divina, a lei de amor, ela vai florescendo em nós de uma maneira muito peculiar, passo a passo, sem ferir mais, que é a bondade do pai misericordioso que não violenta as nossas consciências. Eulália, diante dessa jornada evolutiva que Godinho nos traz, até quando é lícito ser ignorante? Até quando é permitido em um determinado grau nós aceitarmos que somos ignorantes? >> Primeiramente, bom dia a todos. É uma alegria estar aqui entre irmãos. Godinho falou uma coisa que calou fundo na nossa alma. A ignorância é a sepultura dos vivos. Obviamente, criados simples e ignorantes, enquanto espíritos com letra minúscula, minúscula, como foi falado, nós vamos recebendo todas as lições possíveis. A ninguém é dado nada de diferente. E vamos assim construindo uma espécie de biblioteca, como muitas bibliotecas que nós temos na nossa casa e que nunca lemos os livros. Colecionamos os livros, mas nunca tomamos conhecimento deles. Ou seja, essa biblioteca é a nossa constância.
iblioteca, como muitas bibliotecas que nós temos na nossa casa e que nunca lemos os livros. Colecionamos os livros, mas nunca tomamos conhecimento deles. Ou seja, essa biblioteca é a nossa constância. Quando nos tornamos espíritos com letra maiúscula, passamos a caminhar no período chamado humanidade, nós somos provocados a consultar as informações que trazemos armazenadas nessa biblioteca, que antes desse período nós não sabíamos, não compreendíamos que estávamos colecionando Mas dado o start da inteligência contínua, agora nós sentimos dentro de nós que temos o que consultar e conforme a condição em que vimos a comunidade que habitamos, nós vamos sendo instados a trazer esse conhecimento e oferecer-lhe o crescimento da nossa experiência. Então, eu tenho um filho em casa, ele sabe porque eu disse a ele que aquele aparelho é o fogão. Disse a ele que aquele fogão, se estiver aceso, pode queimar. Ele pode acreditar ou não. E ele pode chegar a um momento que queira experimentar que talvez a ele não queime, mas fatalmente ao botar a mão ele vai ser queimado. Então nós aprendemos de qualquer forma o resultado das nossas escolhas. Se não for, porque retemos o que nos ensinam e vamos avaliar, observar o que acontece com os demais, porque nunca estamos sozinhos. Nós estamos rodeados de exemplos. O problema inicial é que é praticamente comum à humanidade. Eu aprendo no período anterior à humanidade a preservar a minha vida. Tem um capítulo muito interessante na Gênese, que é o capítulo 3, que tem um item chamado Instinto e Inteligência. Ele é belíssimo porque realmente tudo que acontece na fase do instinto é perfeito, mas a gente não está na ignorância e a perfeição não é o último estágio, mas durante aquele período nós estamos dirigidos por espíritos superiores. Temos lá no final do do livro dois, do livro dos espíritos, falando dos animais, falando do cuidado que o mundo espiritual tem para com eles, portadores de uma inteligência rudimentar, fragmentária, que não conseguiu ainda instituir o
, do livro dos espíritos, falando dos animais, falando do cuidado que o mundo espiritual tem para com eles, portadores de uma inteligência rudimentar, fragmentária, que não conseguiu ainda instituir o raciocínio, mas ele vai marcando em si tudo que aprende. Então, o instinto de preservação da vida não falha no animal. O problema é que quando adquirimos o o título de humanidade, infelizmente, na maioria das vezes, transformamos esse instinto de preservação em egoísmo. E o egoísmo que é colocado em o livro dos espíritos, exatamente na pergunta 913, como a maior chaga da humanidade, é que tem a nossa consciência do bem e do mal, porque nós passamos a pensar apenas em nós. Se olharmos para os animais, vemos quanto eles protegem a sua próle. Nós já queremos nos cercar de todas as possibilidades para depois cuidarmos da nossa próle. E quando a gente entra num avião, eh, nós temos uma lição antiegoísmo. Não nos damos conta, porque a comissária quando dá as instruções de segurança, ela diz: "Se você estiver com uma criança ao seu lado, coloque a máscara primeiro em você e depois nele, né? Não é para que nós nos sirvamos primeiro do que a eles, mas é para que nós nos capacitemos para poder cuidar o melhor possível deles. Então, essa primeira etapa, nós paramos nela, nós colocamos a máscara em nós e não oferecemos o oxigênio ao outro. Então, o limite não existe. O limite é a misericórdia de Deus. O que existe é passamos por fases de sofrimento extremamente desnecessárias, porque nós sabemos, o problema é colocarmos em prática. Nós aprendemos a fazer o bem para o outro. Problema é aprender a fazer a conta de que ao oferecer o bem ao outro, eu não diminuo o meu bem, eu acresço. E tem um momento de reflexão numa palestra sobre Jesus em que eu digo assim que quando Jesus já estava prestes a espirar na cruz, ele disse: "Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem. Hoje, com tanto aprendizado, desenvolvimento da intelectualidade, da tecnologia, se Jesus estivesse aqui, ele repetiria:
tes a espirar na cruz, ele disse: "Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem. Hoje, com tanto aprendizado, desenvolvimento da intelectualidade, da tecnologia, se Jesus estivesse aqui, ele repetiria: "Pai, perdoai-os". Hoje eles sabem, mas não fazem. O padre Tade Chardã, ele tem um texto que ele fala sobre os estados da pessoa em relação a si, em relação ao outro, em relação ao mundo. E ele chama esses estados do centrar-se, descentrar-se, supercentrar-se. E nós poderíamos explorar até o cosmocentrar-se, não é? no sentido mais amplo. Eh, nesse nesse particular, em relação ainda à questão, Denise, eh, o centrar-se, que seria a visão do ser em si mesmo, ou seja, o sujeito acha que o mundo gira em torno dele. Isso poderia, de certa forma confundir o indivíduo em relação à sua dimensão espiritual, ou seja, ele se apequena diante da humanidade em relação aos potenciais do espírito adormecido nessa pessoa. Seria issa a chave da questão para que de certa forma a ignorância deixasse de ser a predominância geral na nossa forma de estar no mundo? Ou seja, se nós tivéssemos uma percepção espiritual um pouco maior, caminhássemos para o decentrar-se, o supercentrar-se, estaria aí? Será que se estaria por aí a chave do autoconhecimento, como se perceber como espírito, se perceber potencial, seria por aí? Que que você pensa sobre isso? >> Bom, inicialmente, bom dia a todos. Quero saudar a 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista, esse evento que é uma referência para todos nós. E antes da resposta, Paulo, lembrando aqui do nosso amigo Maxlani, que esteve conosco ontem quando e definiu essa experiência que nós passamos como uma escola de espiritismo. Eu eu só acrescentaria ao Marx que é mais do que uma escola, é uma universidade de espiritismo, porque os temas aqui eles nos suscitam reflexões aprofundadas e o que é próprio da doutrina espírita, que é olhar o mundo, olhar os saberes e refleti-los à luz da doutrina espírita. sobre esse tema que você nos propõe, uma reflexão. Eu quero
flexões aprofundadas e o que é próprio da doutrina espírita, que é olhar o mundo, olhar os saberes e refleti-los à luz da doutrina espírita. sobre esse tema que você nos propõe, uma reflexão. Eu quero começar pela questão 115 de O livro dos Espíritos, que é uma questão que eu gosto muitíssimo, talvez tenha sido aquela que eu aprendi a ler em profundidade depois de muito tempo na minha trajetória como espírita. Kardec faz uma questão genial quando ele pergunta aos espíritos que o assessoravam se os espíritos são criados uns bons e outros maus. Eu acho essa questão de uma genialidade, porque Kardec traz na questão conjunto de referências sobre as concepções do mundo que estavam anteriores à doutrina espírita. A própria questão do maniqueísmo, você citou em sua palestra, então o bem e o mal. Então os espíritos com e minúsculo, como foi citado aqui, Deus já faria uma espécie de lote, né? separa os que são criados bons e um outro lote os que são criados maus. E a resposta para mim, ela é surpreendente porque ela eh permite que nós olhemos para a questão numa outra dimensão. A resposta diz que os espíritos são criados simples e ignorantes, mas a cada um Deus deu uma missão com o fim de progressivamente fazê-los aproximarem-se de si. Então, para mim, essa questão ela resume muito bem o livro dos espíritos, porque ela nos traz a questão da criação, da lei de evolução e do livre arbítrio, que é o tema que está aqui atravessando essa nossa roda de conversa inicialmente. E aí, nesse processo de sair da ignorância para chegar ao conhecimento de Deus através do reconhecimento das suas leis, em se reconhecendo como espírito para cumprir essa missão que Deus nos dá. Nós temos a síntese do processo evolutivo e o quanto isso coloca de desafios no sentido de aprendizagem às nossas vidas. Numa síntese muito rápida, se nós olharmos para as nossas existências anteriores, nós que aqui estamos, não vou nem considerar o processo da humanidade, as nossas vidas simples, anônimas, que aqui estão, se nós
se muito rápida, se nós olharmos para as nossas existências anteriores, nós que aqui estamos, não vou nem considerar o processo da humanidade, as nossas vidas simples, anônimas, que aqui estão, se nós observarmos muito detidamente, nós veremos que talvez nós estejamos numa primeira experiência de sair do centramento, esse centramento egoístico que ao longo do processo evolutivo Ele não é ruim, ele tem o seu q de prevenção. Porque se nós não tivéssemos nesse início, não é, das primeiras encarnações esse centramento, nós talvez nos diluíssemos nos outros e perdêssemos o endereço de nós mesmos, que é a singularidade com a qual Deus nos criou. Mas para sair desse centramento em que infantil, ingenuamente nós olhamos apenas para nós, nós precisamos começar a despertar e olhar para o outro, que seria esse descentrar-se que você trouxe aí. Nesse processo surgem desafios, como, por exemplo, nos confrontarmos com o narcisismo, que surge nesse descentramento, mas não nos tornarmos narcisistas. E é importante, inclusive, que o nosso radar evolutivo o perceba, mas diga: "Esse não é o caminho." Para adiantar essa reflexão que eu estou aqui fazendo, eu queria pensar esse tema com referência à obra de Joana de Angeles, que nos popularizou dois conceitos em termos de conhecimento espírita. O primeiro conceito que é o da sombra, que logo que a obra O homem integral foi lançada por Divaldo Franco no final do século passado, esse conceito apareceu de forma reiterada em todas as nossas ações e foi muito importante compreendê-lo. Mas a obra da mentora não nos fala só da sombra. Nós não somos só esse autentramento. Nós não somos só esse centramento egoístico que tem muitas sombras dentro de nós. Porque nós somos criados por Deus, simples e ignorantes com destino à perfeição, estão íncitas as potências da alma a que Leonir faz referência no livro O problema do Ser, do destino e da dor. Então, ao mesmo tempo que nós temos essa carga de sombras que vem por esse acúmulo das experiências com a
potências da alma a que Leonir faz referência no livro O problema do Ser, do destino e da dor. Então, ao mesmo tempo que nós temos essa carga de sombras que vem por esse acúmulo das experiências com a ignorância, sem que nós nos coloquemos numa situação metacognitiva, ou seja, metarreflexiva sobre o que fazemos, o que dizemos, as nossas escolhas, as nossas consequências, nós já somos dotados de toda a possibilidade de superar as sombras, que são as nossas potências da alma, que Joana de Ângeles vai chamar de autoiluminação. Então, é muito importante observar na obra da mentora, através da psicografia de Edivaldo Franco, como ao trazer primeiro o conceito de sombra para que nós o entendêssemos e nos entendêsemos como seres que estamos nas primeiras existências e que identificamos as nossas sombras para sairmos dela. Em seguida, a obra de Joana de Angeles é rica, é pródiga em nos trazer o conceito de autoiluminação. Não à toa naqueles cinco livros que compõem uma espécie de série dentro da grande obra de Joana de Angeles, que começa com, agora esqueci o nome, tô vendo a entrega-te a Deus. Eu tava vendo a capa na minha mente e o título não chegava. Entrega-te a Deus. Nós temos naquele conjunto o ilumina-te. E é muito importante esse imperativo que nos apela e nos conduz e nos chama para esse processo de autoiluminação, olharmos para as potências da nossa alma, os infinitos recursos divinos dentro de nós e quais deles nós podemos mobilizar nesse momento. Para encerrar, eu diria que talvez há uma preocupação boa para os nossos dias, fôssemos nos preocupar mais com as nossas potências, com os recursos de autoiluminação que estão à nossa disposição. Porque quando nós os acessamos e os mobilizamos, nós seguimos nessa linha que você trouxe do Tia Chardã, que nos leva a esse cosmos centramento, que é pensarmos a nossa vida na relação não apenas conosco mesmo, com o próximo e com a sociedade, mas com o cosmos, porque nós somos filhos de Deus e o universo nos pertence. Muito bem.
centramento, que é pensarmos a nossa vida na relação não apenas conosco mesmo, com o próximo e com a sociedade, mas com o cosmos, porque nós somos filhos de Deus e o universo nos pertence. Muito bem. Aí eu queria voltar aqui para Godinho ainda nessa linha, porque eh observe que quando a gente vê Joana, Emanuel, André Luiz, a gente pensa assim: "Poxa, mas já tá tão descrito aqui, já tá tudo tão claro, né? Por que que é tão difícil a gente alcançar esses esses mananciais de alma, esses potenciais do espírito? E aí Calderaro na obra No Mundo Maior, ele fala sobre a casa mental, aonde ele cita os três estágios da alma tentando fazer uma espécie de paralelo à cartografia freudiana do inconsciente, do consciente, do superconsciente. E aqui eu queria eh eu queria colocar aqui para Godinho essa casa mental, Godinho, esse viver hoje no consciente, no momento presente, como se estivéssemos aqui no térreo da casa mental, usando da força mental para corresponder a esse padrão estético da lei divina. Temos o superconsciente nos inspirando e temos as aquisições no inconsciente. Como é essa trajetória? De que forma a gente pode fazer, como Joana diz, e os nossos hábitos se transformem essa segunda natureza e a natureza de cada um de nós? é um caminho, aprendizado através da repetição ou a meditação contemplativa para tentar se inspirar nesse superconsciente para poder pautar as nossas condutas do hoje. >> Bem, talvez essa resposta mereceria para os especialistas, psicologia, psiquiatria, etc. Mas a doutrina é um é o melhor psicólogo que a gente tem, não é? É Jesus que nos ensina. Então vamos recorrer aqui a ele. A doutrina do Cristo é resumida na lei de amor. O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira. E o amor é o sentimento em excelência, conforme o espírito Lázaro nos fala no Evangelho Segundo o Espiritismo. Ora, quando o amor é o instinto em excelência, perdão, quando o amor é o sentimento em excelência, ele vem nos dizer que o sentimento é o instinto ao progresso feito.
Evangelho Segundo o Espiritismo. Ora, quando o amor é o instinto em excelência, perdão, quando o amor é o sentimento em excelência, ele vem nos dizer que o sentimento é o instinto ao progresso feito. Isto é suficiente para nós entendermos o nosso estado evolutivo. Mas ele continua dizendo o seguinte, que no início nós temos instintos avançados e corrompidos. Nós temos sensações somente instruídos e depurados é que nós temos sentimento e que o amor é o ponto mais delicado desse sentimento. Não é o amor vulgar que nós hoje usufruímos e praticamos pela nossa imperfeição. Ele está se referindo ao amor do espírito puro e depurado, Jesus. que já estava nesta condição. Bom, verificando isto, nós analisando o momento que nós vivemos, é este no qual nós temos que navegar da melhor maneira possível, não mais ignorante, porque como a Lala mesmo falou, a gente sabe, mas não quer fazer, mas hoje a gente sabe e quer fazer. E a veneranda, ela vem nos dar o caminho quando ela diz assim: "A melhor maneira de nós ultrapassarmos esses momentos de transição é realizarmos de forma consciente e responsável as reformas íntimas que se fazem necessárias. Então, nós estamos diante deste consciente que naturalmente nos convida por estarmos mais próximo das fases instintivas do que deste futuro que o superconsciente nos leva a vivermos de forma consciente e responsável essas reformas, que é a lei de amor que Jesus nos ensinou, para que nós possamos nos autoiluminarmos, vencer a nós mesmos, fazer germinar na intimidade estas virtudes latentes, para que depois ela venha florescendo as massas pelos nossos evangelhos defeitos. Então, estamos num momento muito importante em que as nossas atitudes más, elas têm que se regenerar para atitudes de amor que nós ainda não temos. Nós não somos brandos, ainda somos belicosos, nós reagimos mais do que agimos. E Jesus quando nos fez o convite para abrandar nossas aflições, ele disse: "Aprenda comigo que sou brando e manso". Então, ela é uma referência para que nós
belicosos, nós reagimos mais do que agimos. E Jesus quando nos fez o convite para abrandar nossas aflições, ele disse: "Aprenda comigo que sou brando e manso". Então, ela é uma referência para que nós possamos abrandar os nossos costumes, realizarmos de forma consciente e responsável agora, neste momento em que não estamos mais naquele patamar de tranquilidade que era a ignorância ou de um futuro que muit das vezes nós não víamos por causa do nilismo. achava que era nada. A vida se restringia, nós ser viver, morrer, depois não era nada. Já passamos dessa fase também. Não estamos mais naquela como ontem nós ouvimos o Paulo aqui trazer, não é? Aonde a gente perde a individualidade quando passa para o outro lado. Mas nós já sabemos que somos espíritos imortais. Permanecemos com a nossa individualidade crescendo, mas só fazeremos isso se nos amarmos. Esta é a recomendação de Jesus, que nós amemos ao próximo. E aí vem a pergunta: "Qual é o limite?" Porque ele não pôs limite. Ele disse para amar o próximo. Qual é o limite? É a família. é a seita, é a nação. Não, não tem limite. Nós estamos numa fase que temos que amar agora o próximo, mais próximo que está na família. Porque para Deus, o desejo dele é que esta lei de amor nós possamos praticá-la de forma indistinta para com todos os seus filhos, para com todas as criaturas. Isso é longo, é difícil, mas passo a passo nós vamos conseguindo até o dia que nós amarmos indistintamente todos os nossos irmãos e humanidades na terra. Quando acontecer isso, nós já estaremos no estado evolutivo muito melhor do que o dia de hoje, porque já nos veremos como filhos de Deus, irmãos e humanidade, habitantes da mesma casa, ajudando-nos mutuamente. E ninguém vai trabalhar para si. Todos trabalharemos para a humanidade. Tudo o que nós fizermos será raciocinando com esta família fraternal que Jesus nos ensinou. Quando isso acontecer, sabe o que é o próximo passo? É a visão cósmica. Porque nós vamos olhar que existem outras famílias em outros habitates do Pai que estão em
ília fraternal que Jesus nos ensinou. Quando isso acontecer, sabe o que é o próximo passo? É a visão cósmica. Porque nós vamos olhar que existem outras famílias em outros habitates do Pai que estão em fases de progresso. Algumas delas nas fases que nós já passamos, outras em fases semelhantes à nossa e outras em fases superiores nas quais nós temos que nos espelhar. Aí nós vamos verificar que a humanidade não se restringe apenas à Terra e aí vai trabalhar o nosso inconsciente, o nosso consciente e o superconsciente. já numa visão lembrando do nosso amigo Peixinho, né, que era palavra que ele usava cosmológica, ou seja, numa visão de cosmo, uma visão mais transcendente, saindo deste momento ainda tão pequenino, que nós olhamos para nós com o egoísmo ainda, porque entendemos até que estamos tão próximo dessa fase onde o egoísmo foi necessário e que nós temos que nos desvincular dela. Apenas para que não tomemos muito tempo, esta fase agora que nós estamos, aonde o consciente nosso nos convida a fazermos essas reformas íntimas que se fazem necessária, é um momento tão importante no nossa escala evolutiva que esta existência, ela vai ser marcada tanto quanto aqueles que viveram com Jesus há 2000 anos e perderam a oportunidade ou não, porque muitos podem ter visto passar o Nazareno com um grupo de pessoas. Ah, ali é o Nazareno. Nazareno não vê nada dali daquela terra. Ah, são aqueles e ficaram milênios depois caiu em si e verificou. Meu Deus, estava a 100 m. Eu vi, mas não enxerguei. Eu perdi aquela oportunidade. Se eu aproveitasse, eu hoje estaria num patamar diferente. E nós estamos numa fase que é aquela já predita aonde nós temos que aproveitar. Esta fase eu vejo como sendo a fase mais importante para nós exercitarmos a fé, a confiança, porque não estamos mais naquele patamar que estamos nos afastando. Este futuro que o superconsciente nos mostra, que eu tenho a clareza desta certeza, eu nunca vivi, não estive lá, mas eu sei que eu vou chegar, mas também não tô mais nesse passado, eu tô no limbo,
o. Este futuro que o superconsciente nos mostra, que eu tenho a clareza desta certeza, eu nunca vivi, não estive lá, mas eu sei que eu vou chegar, mas também não tô mais nesse passado, eu tô no limbo, eu tô numa transição. É o momento de nós exercitarmos esta fé, confiança nos desígnios do Pai, sendo obedientes às suas leis e, ao mesmo tempo envidando esforços para poder praticar essa lei de amor que nos convida a amarmnos uns aos outros indistintamente. Muito bom. Eia, querida, a questão 621 está falando sobre onde estaria escrita a lei de Deus e os espíritos respondem: "Na consciência". A gente chega nas livrarias e encontra centenas, milhares de livros falando sobre como viver melhor, cinco passos para ser mais feliz, 10 maneiras de se tornar uma pessoa super centrada. Então, como seria o mecanismo assim mais acessível na nossa condição evolutiva para que a gente pudesse ler esse livro que está escrito na consciência? De todos esses que você citou vendendo na livraria, o que mais vende é os 10 passos para o sucesso. Porque nós estamos fincados na materialidade. Hoje falando aqui para nós espíritas, não é possível que a nossa consciência não esteja farta. de opções de caminhada. Não é possível. E o que a gente percebe que estamos sempre vivendo fora do hoje. Ou eu estou carregando mágoas que foram que que foram construídas ontem ou eu estou projetando um futuro melhor. E hoje, o que é que nós estamos fazendo com hoje? Porque o caminho é o que tem sido falado aqui, acho que todos os dias. Não teve um dia que alguém não citou a pergunta 919, não é? do livro dos espíritos, o aconselhamento de Santo Agostinho é fazer a triagem, é fazer a limpeza do disco, é diminuir o que nós estamos deixando sobrecarregando o computador. Eu não entendo nada de tecnologia, viu? Mas você entende. É deletar o que não presta e tirar do que supostamente não presta. melhor lição para construir o hoje. Porque enquanto nos retemos no passado e projetamos o futuro, o que é que nós estamos fazendo hoje? Qual é a
que não presta e tirar do que supostamente não presta. melhor lição para construir o hoje. Porque enquanto nos retemos no passado e projetamos o futuro, o que é que nós estamos fazendo hoje? Qual é a contribuição que estamos oferecendo ao hoje? E realmente não dá, não dá a pressão psíquica dos espíritos que Emanuel já nos advertia no livro Roteiro na sua lição nove, o grande educandário, que bilhões de espíritos estavam pendentes de reencarnações na terra. almejando retornar e observando cada um de nós que temos este momento de reencarnação numa fase excepcional da Terra, nunca mais ela vai se repetir. Aqueles que viveram no tempo da transição planetária, reencarnados na Terra, não podem negar que estão tendo a maior oportunidades. Vai ficar na história do infinito. E hoje também a gente diz assim, é uma carga de informações. Você liga a televisão, só tem tragédia. Você olha pro WhatsApp, só te mandam umas notícias, mas não é para fazer-nos viver intensamente o hoje, não é pra gente se sentir aqui e perceber que o mal está tão retumbante e não ignorar que o bem segue ao nosso lado silencioso. consultar a nossa consciência. Nós não temos recordações dos atos que praticamos, mas nós sabemos quem somos. E quando os atos que praticamos se repetem, percebam que somos convocados a agir imediatamente enquanto o evangelho nos pede que reflitamos, que façamos uma oração, que possamos reescrever a nossa história agora de uma maneira mais leve, mais feliz. Nós somos espíritas, espíritas cristãos. E eu particularmente andando na rua, não tenho conseguido discernir muitos espíritas na multidão. Eu só os percebo dentro da casa espírita. Talvez eu esteja fazendo o mesmo e não me dê conta. Eu tenho um comportamento para a casa espírita. que me faz ser reconhecido como espírita dentro da sala mediúnica, dentro de uma câmara de passe e lá fora, quando eu sou atropelado por tantas pessoas, porque o bem ele segue aguardando mãos dispostas a materializá-lo hoje. E nós estamos esperando uma terra
diúnica, dentro de uma câmara de passe e lá fora, quando eu sou atropelado por tantas pessoas, porque o bem ele segue aguardando mãos dispostas a materializá-lo hoje. E nós estamos esperando uma terra transformada. Nós estamos deitados em berço esplêndido, esperando que rai a liberdade, mas a estamos construindo. Se eu estiver na rua numa ação cotidiana, no atendimento de uma loja, num ponto de ônibus, dirigindo um carro, eu tenho atitudes espíritas, eu estou vivendo o espiritismo porque a nossa consciência como espíritas tem que estar desperta. Nós já devemos ter feito a pergunta: quem eu sou? O que que eu estou fazendo aqui? Para onde eu estou indo? Eu faço isso nas coisas mais simples. Quando eu planejo uma viagem, eu quero saber o que fazer cada dia, para onde eu vou, que tipo de clima está lá. E não fazemos isso dia a dia na nossa existência. Nós não pensamos como espíritos. Se não pensamos como espíritos, nós estamos bloqueando a nossa consciência. Nós não estamos usufruindo das experiências pelas quais já passamos. E ao fazermos isso, nos autocondenamos a repetir, a ter que passar de novo, a espiar. Tem um livro chamado Novas Mensagens, espíritos diversos por Chico Xavier, com uma lição intitulada Marte. Humberto de Campos visita Marte e ele fica espantado quando percebe que a população de Marte se reúne diariamente em prece pela Terra. Ou a gente acha que Kardec errou e os espíritos da codificação erraram porque colocam Marte como um planeta inferior à Terra. E já no livro Cartas de uma morta de Maria João de Deus, ela coloca a Marte acima da terra. Mas Humberto de Campos nos esclarece. Eles não escolheram as guerras. E quando a gente fala em guerra, não estamos falando na guerra de nações, porque todas elas começaram dentro do homem belicoso que somos nós. Se olharmos para a nossa vida hoje, o que fazemos dela e nos dessem a presidência de um país, nós iríamos saindo provocando os outros para dizer que somos mais fortes. Abertura do Boa Nova disse, diz que
olharmos para a nossa vida hoje, o que fazemos dela e nos dessem a presidência de um país, nós iríamos saindo provocando os outros para dizer que somos mais fortes. Abertura do Boa Nova disse, diz que podemos fazer parte dos espíritos intelectualizados ou dos evangelizados. Então, tudo que retemos na consciência hoje nos pede que escolhamos ser os espíritos evangelizados, caminhando na rua e nas nossas atitudes. Todos que olhem para nós não tenham dúvidas de que somos espíritas a serviço do Cristo que aguarda que materializemos definitivamente o bem. na terra. Godinho quando trouxe a ideia da convivência com Jesus, meu coração explodiu aqui de emoção quando você traz essa figura, porque eu fico imaginando como seria se entrasse por essa porta aqui agora aquele galileu meigo e chegasse aqui e nos reunisse para falar falar sobre as coisas que ele falou e dissesse tudo que ele disse de novo, mais uma vez, só que dito agora pela sua própria boca, com o brilho dos seus olhos e o calor do seu coração, como nós receberíamos essa mensagem? De que maneira nós sairíamos daqui hoje depois de ouvirmos de próprio, né, do próprio personagem, tudo aquilo que a gente só conheceu pelos livros e pela nossa emoção. Então eu queria perguntar aqui a Denise, porque não era fácil você ser analfabeto, você ser uma pessoa rude da vida, das cordas, das redes, e você de repente encontrar com essa pessoa na sua frente, encontrar com uma pessoa disruptiva, aquela pessoa que vem dizendo tudo diferente daquilo que estava, viste que foi dito e vem, muda tudo. E a gente fica imaginando que Pedro quando nega Jesus naquele momento, crucial o seu julgamento, quando ele tem dúvidas se ele deveria realmente permitir que Jesus lavasse os seus pés, quando ele afunda diante daquela proposta de andar sobre as águas e depois ele se entrega ao ponto de chegar e levantar aquele homem na porta do templo e pedi no final para ser crucificado de cabeça para baixo, porque ele não era merecedor de morrer como seu senhor. Eu
epois ele se entrega ao ponto de chegar e levantar aquele homem na porta do templo e pedi no final para ser crucificado de cabeça para baixo, porque ele não era merecedor de morrer como seu senhor. Eu fico pensando assim, Denise, você que estudou e conhece bem essa personalidade, essa transformação de Pedro diante dessa perspectiva de acessar esse superconsciente de maneira tal a inundar o seu consciente para que ele se transformasse do Pedro que a gente conhece na pedra. Como é que você vê isso aí? Como é que você conta pra gente essa história? Ah, essa história é uma longa história. É uma história que tá no livro que eu escrevi, Humano, demasiado humano, a transformação moral de Pedro. É um livro editado pela Leal e que está na livraria e que consumiu na sua elaboração 20 anos de minha vida. Porque não bastou ler a obra de Amélia Rodrigues, psicografada por Divaldo Franco, para entender essa personagem e outros autores, espíritas e não espíritas, para compreender a transformação moral de Pedro, essa que é uma categoria espírita, mas me foi necessário muito tempo de reflexão eh sobre essa personagem, porque de fato não é fácil eh se nós trouxermos pros dias atuais, o que significaria um convite de Jesus quando você trouxe essa imagem muito bem nos emocionou, não é? Jesus entrando por esse tapete vermelho e nos convidando, vem e segue-me. Deixa tudo o que tem e segue-me. Todos nós temos uma família, temos um trabalho, que são nossas fontes de alimentação emocional e de apego. E o que significaria hoje deixar tudo isso e não voltar para a nossa base ou voltar esporadicamente à nossa base. E nessa caminhada com Jesus, não só não voltar para a base, mas não ter do ponto de vista físico, na compreensão que temos onde ficar, porque seguir a Jesus significava estar um dia numa cidade, num pequeno povoado, no outro dia está em outro, sem ter onde dormir. e nessa sequência se intensificarem as perseguições, porque um fato é seguir a Jesus, o outro fato é lidar com as perseguições seguindo a
ueno povoado, no outro dia está em outro, sem ter onde dormir. e nessa sequência se intensificarem as perseguições, porque um fato é seguir a Jesus, o outro fato é lidar com as perseguições seguindo a Jesus. Isso adiciona uma cota de um desprendimento muito grande. Mas penso Paulo, que nós só podemos entender Pedro seguir a Jesus como outros o fizeram, Paulo, mas no caso específico de Pedro, se nós lançarmos luzes a partir dos conceitos espíritas, porque considerando o que está em o livro dos espíritos, na questão 625, que Jesus é modelo e guia da terra, ou na definição de Emanuel, é o governador do planeta, Jesus não viria à Terra sem que os seus colaboradores estivessem previamente ajustados, porque ele não iria trabalhar no improviso. E o livro A Caminho da Luz nos mostra isso, né? Eh, milhares de anos nessa preparação da vinda do Cristo. Então, esse conceito espírita de evolução, ele é muito importante para que nós possamos entender Pedro. Ele era um espírito que havia, vou usar aqui um verbo no sentido muito específico, havia consertado com Jesus está ao seu lado, né? Assim como os demais. Nós só podemos entender Pedro está diante do seu trabalho, especificamente tomando o fato histórico e largar tudo e seguir a Jesus e só depois ir à sua casa informar se nós tivermos o conceito espírita de esquecimento do passado, que ali todo o passado estava esquecido. E há um lampejo da lembrança desse passado, desse conserto, desse acerto, mas também o conceito de planejamento reencarnatório. Pedro tem naquele instante um lampejo do seu planejamento reencarnatório e por isso ele tudo deixa. Mas como ele estava vivendo uma experiência na Terra decisiva para ele, penso muito fortemente inspirada pela obra de Amélia Rodriguez como uma experiência de transição para mundos outros e para uma cooperação no cosmos mais direta, ele também vive situações que nós vivemos. E dentre as perguntas que Pedro faz a Jesus, há uma que eu me debruço muito sobre ela, que quando eu lhe pergunta
para uma cooperação no cosmos mais direta, ele também vive situações que nós vivemos. E dentre as perguntas que Pedro faz a Jesus, há uma que eu me debruço muito sobre ela, que quando eu lhe pergunta assim diz: "Senhor, e nós que tudo deixamos e te seguimos, o que receberemos?" Essa pergunta é muito humana. Nós fazemos isso na nossa casa espírita quando nós estamos lá e as coisas não dão certo, né? Ou quando nós estamos na vida, achamos que estamos nos entregando a Jesus e tudo dá errado, vem o revés, né? E a resposta de Jesus que nós testemunhamos também. Receberás o centro em tua vida. E nós somos testemunhas disso. Quando passa aquele momento difícil que nós olhamos, nós recebemos 100 vezes, né? Nós fomos muito amparados, muito apoiados. E também aquele momento de Pedro em que ele acessa a superconsciência que também está íncita em nós, é potência da nossa alma, quando todos estão lá naquela cerimônia do lavapés e os demais estavam aceitando essa inversão de polaridades, que era Jesus, o governador da terra ou o Messias, que eles já sabiam aquela altura, o grupo de discípulos, Jesus lavava os pés E aí Pedro percebe que aquilo tá inverso e ele diz: "Não, Senhor, tu não me lavarás os pés". E Jesus responde para ele: "Se eu não te lavar os pés, tu não terás parte comigo". E aí Pedro diz: "Então, Senhor, lava-me não só os pés, mas também as mãos e a cabeça." Então, é um instante de superconsciência. Eu diria que talvez nós nos achemos parecidos com o instante da pergunta anterior que eu citei. Quanto receberemos ou até quantas vezes perdoar? Mas nós estamos muito distantes desse Pedro superconsciente que aparece nesse momento. Ou Pedro superconsciente quando ele responde: "Tu és o Cristo, filho do Deus vivo". ou no fim de sua vida, quando ele diz: "Eu não posso morrer da mesma forma que Jesus. Eu mereço morrer de cabeça para baixo." E era uma prova ali, um uma gênero de morte que nem tava catalogado, né, entre as as penas do Império Romano. Mas eh nós nos achamos parecidos com esse Pedro
s. Eu mereço morrer de cabeça para baixo." E era uma prova ali, um uma gênero de morte que nem tava catalogado, né, entre as as penas do Império Romano. Mas eh nós nos achamos parecidos com esse Pedro dessas perguntas eh digamos impulsivas. E ultimamente eu continuo refletindo sobre esse personagem. O livro que eu lancei tem 5 anos, mas eu não o larguei ainda. Eu continuo pensando nesse personagem, ele me inspira muito. E ultimamente eu cheguei à conclusão de que nós não nos parecemos com Pedro. Talvez eu não me pareça, não, não, nem vou colocar esse nós, porque quem se parece com Pedro abre mão e faz essas doações intensas e decisivas em torno de Jesus. E às vezes eu percebo que essas atitudes escassiam em mim. Então, por isso que esse personagem ele é tão importante. E nessa pesquisa de 20 anos com Pedro, eu chego aquela descoberta final que me leva para Allan Kardec, pro Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a transformação moral. sempre me pergunto o que significa a expressão transformação moral, que é como se fosse uma expressão que que a gente não acha um sinônimo, porque essa expressão ela é um conceito, ela é muito profunda. Eu acho que Pedro a exemplifica muito no sentido de que ele altera as polaridades de sua vida no sentido psicológico. Por exemplo, ele passa do impulsivo que faz essas perguntas a Jesus, ao reflexivo e ao intuitivo. Em Atos dos Apóstolos, nós achamos um Pedro intuitivo, reflexivo, um que desenvolve à medida que os anos passam essa superconsciência que você relatou, mas sobretudo porque ele se torn extraordinário. Eu acho que a mediunidade de Pedro é ainda um tema para nós, os espíritas estudarmos. E dizendo isso, eu me lembro muito do nosso amigo José Ferraz, do projeto Manuel Flor de Miranda. Ele foi a primeira pessoa a me dizer isso, né, para eu olhar esse personagem e pensar essa mediunidade no sentido de que, vejamos, em Atos dos Apóstolos está dito que a sombra de Pedro curava. Nos quatro evangelhos não se diz que a sombra de Jesus curava. Não que a sombra
agem e pensar essa mediunidade no sentido de que, vejamos, em Atos dos Apóstolos está dito que a sombra de Pedro curava. Nos quatro evangelhos não se diz que a sombra de Jesus curava. Não que a sombra de Jesus não cure, né? Mas veja como alguém que se coloca nessa direção de Jesus atinge níveis que não são comuns, que aí nós vamos ver repetidos na história depois com Francisco de Assis, com o nosso Francisco Câido Xavier, com o Divaldo Franco. Leonardo contou aqui na última terça-feira aquele fato extraordinário, né, do Divaldo Desdobrado e a consciência do episódio que depois o Leonardo não tinha narrado, mas o Divaldo narra. Então são esses níveis de superconsciência que nós atingimos quando tudo deixamos e seguimos Jesus. E penso Paulo, que hoje tudo deixar não significa mais deixar a família nem o trabalho, mas significa de tudo deixar o orgulho, o egoísmo que nos caracterizam. Penso que é isso que Jesus espera de nós. Obrigado, Denise. É quando o Denise fala com essa emoção que é nossa, que a gente tá aqui em outro estado, porque ela tá em consonância com essa inspiração que ela chega aqui para ela agora, ela que pesquisou esse personagem e a gente percebe o quanto de amor tem derramado sobre isso. A gente fica pensando nessas transformações. E Joana tem um livro que ela traz o evangelho à luz da psicologia profunda. Não querendo entrar nessa temática, mas dizendo da sensibilidade da mentora no sentido de perceber que Jesus, ele nos dá as dicas de como transformarmos as nossas vidas de alguma forma. No Velho Testamento, dois personagens me chamam também atenção, que é Elias e Eliseu. E tem um fato interessante na passagem da morte de na morte não, do arrebatamento de Elias. que Eliseu diz assim para Elias: "Eu gostaria muito que o Senhor derramasse seu espírito sobre mim. E Elias disse para Eliseu: "Se você me vi partir, derramarei sobre ti duas vezes o meu espírito." E de fato, Eliseu quando termina aquela cerimônia de partida de Elias, ele sacode o manto que ele carregava nas
isse para Eliseu: "Se você me vi partir, derramarei sobre ti duas vezes o meu espírito." E de fato, Eliseu quando termina aquela cerimônia de partida de Elias, ele sacode o manto que ele carregava nas mãos e ele consegue abrir as águas para passar. Ele consegue repetir os atos de Elias. Ou seja, de alguma forma houve uma transferência daquela capacidade de Elias para Eliseu. Ou seja, é como se Eliseu tivesse recebido um AP, né? Um AP naquele processo daquela partida de Elias. E tem uma passagem que eu gosto muito no no Novo Testamento, que é a parábola do semeador. Aliás, as parábolas do reino são lindas, né? E essa parábola do semeador, ela fala sobre um semeador que larga as sementes em campos distintos. Seriam campos distintos ou estados diferentes da alma? Esses que a semente do semeador está derramando? E o quanto essa semente poderia ser o espírito divino sendo percebido pelas pessoas nos seus diferentes níveis evolutivos, como esses terrenos diferentes em que a semente foi colocada. Como é que você vê isso, amigo querido? >> Bem, antes da semente, lembrar que tem um livro do espiritual universo e vida. onde ele diz que Pedro foi Salomão. Então, só pra gente fazer uma conexão e ver essas existências para chegar numa culminância de que Abraão foi Moisés, Elias. Então são revelações que nos faz refletir e entender um pouco as personalidades como Paulo, foi Davi, foi José o Sceleia do Egito. Bom, dito isso apenas para reflexão, pra gente apenas entender aquilo que tem sido dito até agora. Outra coisa que me veio também a reflexão, já que nós vamos falar do semeador, quando a gente diz que Jesus está entrando nesse tapete e nós nos emocionamos, ele já está conosco. Ele prometeu que mandaria um outro consolador que permaneceria por todo sempre. Uma personalidade não vai permanecer por todo sempre. Assim foi Moisés na primeira revelação. Ele na segunda ele disse: "Olá, a terceira vem e vai ficar". E quando ele conversou falando de João, disse assim: "Depois deste aqui, que é o maior nascido
pre. Assim foi Moisés na primeira revelação. Ele na segunda ele disse: "Olá, a terceira vem e vai ficar". E quando ele conversou falando de João, disse assim: "Depois deste aqui, que é o maior nascido de mulher, não haverá mais profeta." É como se disse assim: "Porque eu estou trazendo uma boa nova que ela vai permanecer por todo e sempre desde agora". Só que agora eu não posso explicar tudo. Vou dar um insight, o alicece, a base, vou pedir ao Pai para mandar o outro que vai explicar todo. É por isso que o Dr. Bezerra nos diz de que o evangelho ele nos traz as verdades. Jesus nos trouxe as verdades. O Espiritismo as interpreta. Kardec interpreta essas verdades. Então, Jesus está conosco. Ele está aí. E aquele que debruça o seu pensamento, a sua vista, o seu tempo, a sua meditação nesta doutrina que aí está trazendo tudo que ele falou, interpretando de forma direta e clara, porque o Espiritismo não trouxe nada de novo além do que Jesus trouxe, nós estamos novamente diante do Nazareno que não tá passando a 100 m, mas que está em nossas mãos, está nas nossas vistas, fazendoos o mesmo convite para que nós nos autoiluminemos. Então, quando debruçamos sobre a personalidade de Jesus que está nos evangelhos, porque o ensino moral dele nós já sabemos, estamos aprendendo, quando eu digo sabendo, não é porque nós já conhecemos o Evangelho Segundo o Espiritismo todo e praticamos, mas já é do nosso conhecimento. Lá mesmo no capítulo 6, o espírito de verdade diz assim quando fala do advento do espírito de verdade, do consolador prometido. amais, meditaai sobre as coisas que vos são reveladas para separar a utopia da verdade tão vigente nos dias atuais, que a gente vê tantas utopias chamadas de fakes, mentiras, essas coisas, e sabemos nós a verdade para que nós possamos distinguir com a prudência. Então, ele está entre nós. E quando nós debruçamos para conhecê-lo, porque a gente só conhece as pessoas quando conhecemos a sua biografia. E a biografia de Jesus não está no Evangelho Segundo o Espiritismo.
ele está entre nós. E quando nós debruçamos para conhecê-lo, porque a gente só conhece as pessoas quando conhecemos a sua biografia. E a biografia de Jesus não está no Evangelho Segundo o Espiritismo. Ali está o ensino moral. A sua biografia está no Novo Testamento. Os quatro evangelistas, quatro jornalistas que ele escolheu para falar de si, os Atos dos Apóstolos, as epístolas, aí sim a gente adentra nessa personalidade. E quando ele fala multidão, você nos sentiremos na multidão, ouvindo dos seus próprios lábios as palavras de vida eterna. Então, não precisamos esperar Jesus de volta. Ele está aí. Vamos conhecê-lo, vamos depreender esse amor que ele traz, porque senão daqui a 2000 anos, nós poderemos dizer aquilo que nós estamos dizendo de 2000 anos atrás, dos que viram Nazareno passar e não aproveitaram a oportunidade. Esta parábola do semeador é uma das poucas que ele mesmo interpreta. Porque as demais parábolas ele veio, trouxe e deixou para que nós pudéssemos hoje, 2000 anos depois compreender a luz do Espiritismo. Semador, ele mesmo explicou, explicou para entender daquele que está de frente à verdade, conhece a verdade, mas conhece. É como aquela semente que você jogou numa estrada e depois veio lá a árvore, a ave olhou, passou, comeu. Depois aquela que a gente joga no lugar que é pedregoso, é, somos nós que adentramos na doutrina, mas a doutrina não há dentre nós. Aí aquela cresce uma raiz, de repente sai aquele caule e aí quando ele vai crescendo vê um sol para alimentá-lo, mas não tem raízes profundas. E de repente aí murcha e perde. Nós entramos na doutrina, mas a doutrina não há dentre nós. E tem aquela que é jogada nos espinheiros. e os espinheiros. E nós vivemos no eterno espinheiro em volta de nós, nos convidando a atos, ações já vivenciadas por nós em um passado que não queremos mais, mas nos atrai com tanta força que se nós não estivermos atentos, cairemos novamente no espinheiro que vai nos abafar. Aí depois ele vem falar daquele terreno que já está arado,
que não queremos mais, mas nos atrai com tanta força que se nós não estivermos atentos, cairemos novamente no espinheiro que vai nos abafar. Aí depois ele vem falar daquele terreno que já está arado, terreno fértil, joga a semente, aí vai dar de um para 100, para 10, para 1000. é aquele que adentra a essa boa nova que ele trouxe, essa doutrina divinal. A doutrina adentra nele. Ele medita que ele passou a conhecê-lo, medita com o que tá sendo revelado, compreende, cria uma convicção, tira do cognitivo, porque ela convida a ele trazer ao sentir, ao sentimento. Ele traz isso ao sentimento, mas ainda não é suficiente. É como falou Eulália, reconhecer espírita dentro da casa espírita, a gente diz assim, todo mundo é espírita, mas ali tem o experimentador. Espírito experimentador. Ali tem o espírito imperfeito, tem o espírito exaltado e tem o verdadeiro espírita, vírgula, ou melhor, vírgula, o espírita cristão, conforme Kardecfica no livro dos médiuns, quando ele fala do método. Eu prefiro o melhor. Nós precisamos dizer que somos espíritas. Não, já passou. Porque se alguém me pergunta e eu disser espírita? Eu digo: "Sou espírita". Vem uma pergunta seguinte: Não é se é experimentador, se é imperfeito ou exaltado. Vem perguntar assim: "É cardecista? Que não existe, é de mesa branca? e vai disso e vai daquilo. Então a gente elimina. Você é espírita? Sou uma espírita cristal. A única pergunta que pode aparecer depois dizer: "E o espiritismo tem Jesus?" Aí a gente, ah, meu irmão, tem. Aí a gente fala dizendo o que nós sabemos e a pessoa vai ficar boca e aberta diante de um profeta. Porque profeta é aquele que revela e nós vamos revelar para aquela pessoa uma coisa que ela não conhecia. Então, vivemos um momento de que o nosso nome para os masculinos, os homens, devia ser João. Para as mulheres, como nós não podemos chamar de João, vamos chamar de Joana, porque ele se abaixou para que ele surgisse Jesus. Então nós devemos ser João e Joana para que hoje Jesus apareça. Então, a
ara as mulheres, como nós não podemos chamar de João, vamos chamar de Joana, porque ele se abaixou para que ele surgisse Jesus. Então nós devemos ser João e Joana para que hoje Jesus apareça. Então, a parábola do semeiador, ele veio nos ensinar essa diversidade de nós que abraçamos a sua doutrina, mas que não sabemos ainda ser o cristão, no nosso caso, o espírita cristão, ou aqueles que têm essa denominação e que às vezes é como aquela semente que foi jogada na estrada pedregosa, aquela que foi jogada o espinho. Mas o que ele deseja é que o terreno esteja arado, esteja próprio para que os frutos floreçam de um para 100, para 1000 e nós possamos divulgá-lo neste século que nós estamos vivendo e neste nesta época que é uma era, a era do espírito, aonde ele Jesus será reconhecido queiramos ou não, como governador espiritual da terra e como o espírito mais puro e depurado que a terra já conhecia. >> Muito bem, muito bom, né, gente? A gente vai fazer uma pausazinha agora, meia horinha, para esticar as pernas, né? Colocar as ideias no lugar. chacoalhar a consciência e a gente retorna às 11 para dar continuidade à nossa roda de conversa, tá bom? Muito obrigado. Agora nós vamos fazer aqui um pingafogo aqui com as as perguntas, né, que foram encaminhadas e se por acaso existir mais alguma, né, a gente pode acolher aí dentro do tempo, né, porque nós estamos aqui com algumas perguntas que foram enviadas e vamos tentar nessa nesses próximos 60 minutos passar por todas elas. E eu começaria por uma pergunta que chega aqui para Goldinho. O que dizer daqueles que preferem permanecer na ignorância, não querem saber aprender? Alguns dizem que Deus protege os inocentes. Eles são realmente inocentes? Eu poderia responder assim muito rápido, né? Porque o criador não violenta consciências, ele aguarda pacientemente. Então, as pessoas fazem as escolhas. Se resolveu retardar, as consequências serão também trazidas de forma obrigatória. Por isso que a liberdade, ao mesmo tempo, como já falei anteriormente, um
mente. Então, as pessoas fazem as escolhas. Se resolveu retardar, as consequências serão também trazidas de forma obrigatória. Por isso que a liberdade, ao mesmo tempo, como já falei anteriormente, um determinismo. Então eu escolhi ficar ignorante. Tudo bem, você quer ficar assim, vai ficar. Só que a lei divina, como eu tinha falado antes, esse princípio que é a determinação divina, é a lei do progresso que inexoravelmente nós estamos submetidos. Então, mais cedo ou mais tarde, aquele que resolveu ficar na ignorância, ele vai se esclarecer. Esse olhar, eu imagino, para os espíritos puros, depurados, para Jesus, não os deixa ocupados com isso, nem preocupados, mas apenas com misericórdia, com piedade, porque diz: "Olha, ele tá diante da luz, não quer". Então, naquele momento em que Jesus conversou com aquele senador egoísta, vaidoso, orgulhoso, Jesus deu para ele uma oportunidade. Se ele dissesse sim, ele estaria com Lívia nos planos mais elevados. Mas Jesus esperou, ele disse: "Não tem problema. Você será o meu Emanuel daqui a 2000 anos. Para nós 2000 anos é muito tempo, mas para uma eternidade que que significa 1000 existências? Nada. Então, se alguém fazer essa escolha, o que nós podemos fazer é orar. E se possível, se estiver dentro da nossa nosso raio de ação, nós darmos exemplos para que as nossas atitudes sejam atitudes de amor e evangelhos defeitos, porque estas pessoas vão nos ver arrastá-lo sem dizer nada pelo simples fato de nós estarmos vivenciando o evangelho de Jesus e ele vai despertar ou ela vai despertar, senão nesta lá na frente vai despertar e vai lembrar que naquele momento estava junto de pessoas que resolveram não ficar na ignorância. E aí, como nunca é tarde, esse despertar, vem o arrependimento e a vontade de aproveitar as oportunidades. Só que quando nós não aproveitamos, a expiação, ela sempre é um pouquinho mais trabalhosa do que aquela existência onde nós tivemos oportunidade. Então eu tô aqui agora, tenho todas as oportunidades para eu sair da ignorância para eu crescer.
ação, ela sempre é um pouquinho mais trabalhosa do que aquela existência onde nós tivemos oportunidade. Então eu tô aqui agora, tenho todas as oportunidades para eu sair da ignorância para eu crescer. Se eu não aproveitar por rebeldia, por não querer, deixar para mais tarde, as existências outras, talvez eu não tenha o mesmo contexto, porque talvez eu não tenha as mesmas pessoas que estão conosco, que a evolução acontece, cada um vai e aquela conjuntura que eu vivi que foi resultado de um planejamento espiritual, que contou com as experiências, existências passadas de todos que conviveram comigo naquele momento para que eu pudesse avançar. Se eu adio para depois, serão outros. E talvez não é na próxima. Talvez esse adiamento vai ser para daqui a 1000 anos eu encontrar a conjuntura apropriada para eu despertar, porque eu perdi aquele bonde. Aí eu vou tendo outras oportunidades. Então, escolher permanecer na ignorância é sepultar-se. Por isso que ela é a sepultura dos vivos. Mas um dia a lápide vai levantar e aí a gente vai despertar. e a oportunidade o Pai sempre vai dar para nós e que nós possamos saber aproveitá-la da melhor maneira possível, jamais permanecendo na ignorância. da ignorância, ela sempre existia em nós. Por isso que Sócrates falou: "Quanto mais sei, mais sei que nada sei, porque eu aprendi alguma coisa, mas saber significa viver". Porque Emanuel nos diz uma distinção entre ter e possuir, que é a mesma coisa. e deter. Nós detemos conhecimento, mas nós só temos o conhecimento quando ele é vivenciado. Se ele não for vivenciado, ele fica na detenção do conhecimento. Me formei em cirurgião, tirei as melhores notas, recebi o diploma de primeiro, mas durante a minha existência nunca fiz uma cirurgia, porque eu escolhi outras coisas e fui. E aí que adiantou aquele conhecimento. No entanto, aquele outro que foi o último que se formou comigo, é um dos maiores cirurgiões que a humanidade conhece, porque ele praticou, ele se aperfeiçoou, ele foi cada vez mais adentrando em
ento. No entanto, aquele outro que foi o último que se formou comigo, é um dos maiores cirurgiões que a humanidade conhece, porque ele praticou, ele se aperfeiçoou, ele foi cada vez mais adentrando em conhecimentos que ele desconhecia. Então, sempre haverá ignorância da nossa parte diante da infinidade ou da infinitude de conhecimento que o Pai vai proporcionando a proporção que nós vamos crescendo até chegar àquele ponto como Jesus disse: "Eu e o Pai somos um". Dizendo: "O pensamento do Pai e o meu é o mesmo". E com isto eu tenho condições de utilizar as leis divinas de forma apropriada para poder ajudá-lo como cocriador maior nesse cosmo que é a sua criação. Então, oremos por aqueles que desejam permanecer na ignorância. Eh, eália. Questão referente à reforma íntima, como recalibrar o GPS. Vocês estão rindo? Mas tem um site na internet que eles vendiam terreno no céu. E o mais interessante é que a pessoa botava a coordenada GPS do terreno que você ia comprar. Não é disso que a gente tá falando, né? Ela tá falando do GPS mental. Quanta reforma íntima, como recalibrar o GPS para voltar à rota de Jesus com mais segurança? >> Olha, o nosso GPS, infelizmente, tá muito vinculado à terra, né? Que tal ao invés de calibrar o nosso GPS, seguir o ex de Jesus, que é o Evangelho? Como disse o Paulo de Tarso, o GPS requer um programa e às vezes você está com ele no carro, aí caiu o sinal de satélite, mas o sinal de Jesus, de Deus, nunca cai. Nunca. Nós é que muitas vezes o desligamos porque a gente tem vergonha de que Jesus, de que Deus tome conhecimento da escolha que a gente está fazendo naquele momento. E ainda diz: "Tu entendes, Senhor, né? Eu vivo no mundo, às vezes eu sou obrigado a fazer escolhas com as quais tu não concordas, como se fosse questão do lado em que nós estamos. Mas nós, Jesus e o próprio Deus estamos diante da lei, da lei do universo. O espírita não gosta da palavra reforma íntima. Não gosto porque lembra a reforma de casa, né? Você sabe quando começa e
mos. Mas nós, Jesus e o próprio Deus estamos diante da lei, da lei do universo. O espírita não gosta da palavra reforma íntima. Não gosto porque lembra a reforma de casa, né? Você sabe quando começa e nunca sabe quando termina. Você abre uma parede pensando que tem uma coisa e tem outra coisa que vai requerer mais gasto, mais empreendimento. Então eu digo assim: "Que tal nós fazermos um designer de interiores?" Aí o espírita gosta, né? Porque ele já pensa assim em decorar, não em derrubar. OK? Se você não consegue reconhecer a má inclinação em que persiste, faça o bem. Faça o bem. automaticamente o bem que você fizer vai despertando você para o mal que você fazia. Então, quando a gente pega aquela pergunta 642 do livro dos espíritos, para agradar a Deus, basta que eu não faça o mal? E a resposta é não. É indispensável construir o bem, porque a ausência do bem por si só é um mal. Então, ao invés de ficarmos perguntando, mas o que que eu preciso reformar em mim? Eu não faço mal a ninguém, né? Faço bem. O bem vai anulando, vai tirando o véu do que não presta, vai fazendo você enxergar com mais estrutura, com mais força, com mais empenho. E se tiver dúvida, pare e faça um DDD. Descagem direta a Deus sempre terá uma resposta. Palavra GPS, ela quer dizer, em português, sistema de referência ou de localização global. Então, quando a gente usa o aparelho, a gente usa uma referência externa para dizer por onde nós devemos ir. Então a gente olha, tem um mapinha e a gente vai dobra direita, às vezes tem fala, né? Vira à direita, vira a esquerda, ande 200 m e tal. E a gente vai obedecendo esses comandos que são os comandos do aparelho para poder nos locomovermos aqui na Terra, usando as referências do satélite como o indicador, digamos assim, de assertividade no nosso deslocar. Eu tenho uma proposta. Ao invés de a gente usar o aparelho externo, como tudo que é característica da heteronomia, a gente possa adotar o GPS como protocolo de vida, meu correio aqui agora. E esse protocolo quer dizer o seguinte,
és de a gente usar o aparelho externo, como tudo que é característica da heteronomia, a gente possa adotar o GPS como protocolo de vida, meu correio aqui agora. E esse protocolo quer dizer o seguinte, ao invés de sistema de localização e geográfica, a gente ter o GPS como guiado pelo Senhor, um protocolo interno que não depende de aparelho nenhum, só depende da nossa boa vontade. Que tal? Bom, né, Denise? O apóstolo Paulo nos orienta no sentido de que tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Você poderia falar um pouco sobre esta orientação com exemplos, por favor? >> Uhum. Vamos apelar ao GPS pra gente dar essa resposta. Aí eu diria que essa é uma das frases lapidárias de Paulo que nos chegaram e ela me parece uma síntese muito importante, muito bem feita daquilo que seria a síntese da nossa conduta moral. Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Ou seja, eu posso experimentar tudo o que está no mundo, ter contato com tudo o que está no mundo, mas nem tudo me convém porque eu adotei esse GPS que agora você traduziu muito bem, Paulo, guiado pelo Senhor. Eu assumi esse ex do evangelho de Jesus. Então, por isso que o que o mundo oferta nem tudo me convém. E nós poderíamos aqui apoiar a nossa reflexão, lembrando de um texto que está no Evangelho Segundo o Espiritismo, o homem no mundo. É um dos textos que eu acho primorosos no Evangelho Segundo o Espiritismo. Aliás, é difícil dizer o que não é primoroso, mas esse eu gosto muito, porque esse é um texto que nos coloca nessa relação com a contemporaneidade, o homem no mundo. Nós estamos encarnados nesse momento. Nós pedimos para reencarnar nessa conjuntura que é complexa, que tem tudo da diversidade, a vindo à tona os diferentes pontos de vistas. Nós estamos sempre lidando com o complexo e com o diverso. E como viver nesse mundo, como atravessar, como fazer as nossas sementes brotarem, ou melhor dizendo, como fazer as sementes divinas que estão em nós renderem 60 ou 100 por um. Quando nós entendemos essa assertiva de Paulo, tudo me é lícito, tudo está à
as nossas sementes brotarem, ou melhor dizendo, como fazer as sementes divinas que estão em nós renderem 60 ou 100 por um. Quando nós entendemos essa assertiva de Paulo, tudo me é lícito, tudo está à minha frente, eu posso escolher, eu posso experimentar. Mas quando nós aprofundamos a nossa reflexão com base no Evangelho Segundo o Espiritismo, não só no homem no mundo, mas naquela síntese de Allan Kardec, no capítulo 17, o item 4, os bons espíritas, que vai terminar trazendo a definição do verdadeiro espírita, do espírita cristão, como nos disse o nosso irmão Godinho antes, o espírita é aquele que se preocupa em domar as más inclinações e fazer a sua transformação moral. E domar nesse texto não tem o sentido de submeter ou admoestar a força, mas de acolher e ajustar as más inclinações que todos temos. Aquela nossa cota de sombras, aquela nossa cota de impulsividade de todas as forças que temos dentro da alma. que nessa existência em que nos estamos nos tornando conscientes pela primeira vez ou que estamos vendo Jesus pela primeira vez de uma forma muito clara nas nossas vidas e precisamos seguir. Ele está só a 100 m de nós. Nós precisamos fazer esse processo de acolher aquilo que vem com força dentro de nós, todas as funções para executar de fato um processo de transformação moral. E nesse processo de transformar transformação moral, o nosso GPS interno manda muitas mensagens dizendo-nos: "Não escolha, não experimente, dobre à direita, volte à casa". Fíice ao centro espírita, faça uma tarefa no bem, leia mais a codificação. Então, o nosso GPS interno, ele vai nos dando as mensagens de que, de fato, para evoluirmos nesse mundo, nós precisamos conhecer o que está nesse mundo, mas não precisamos experimentar tudo que esse mundo oferece, porque esse mundo ainda oferece muito do que não está vinculado a Jesus. E o nosso desejo não é mais esse de reter a marcha, ao contrário, é o desejo de ir em frente seguindo ao mestre. Então, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Com
do que não está vinculado a Jesus. E o nosso desejo não é mais esse de reter a marcha, ao contrário, é o desejo de ir em frente seguindo ao mestre. Então, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Com muita lucidez, Paulo nos trouxe a síntese de um roteiro de transformação moral. Pera aí. Nós temos aqui uma pergunta para Godinho. Ela veio na internet, eh, Yasming Guimarães. Ela pergunta assim: "Jesus nos ensina que quem é fiel no pouco também será fiel no muito? O que significa no nosso dia a dia sermos fiéis nas pequenas coisas? E como isso nos prepara para responsabilidades maiores?" E eu queria aproveitar que tem uma outra pergunta aqui já colocando no contexto para você, se você puder falar um pouco sobre essa questão de que nós temos a certeza que Jesus está conosco, como sabemos que ele está aqui nesse momento e a sua presença real em nosso viver, com a ideia de que ele poderia voltar fisicamente uma segunda volta, uma outra volta do Cristo aqui na Terra. É, o bom senso diz que não se dá ao soldado a missão do general, mas ao general a gente pode dar a missão do soldado, porque para um há uma preparação. Houve uma condição a qual foi avançando gradativamente até chegar na condição de dizer: "Olha, essa missão você é capaz de fazer". E a pessoa faz porque ela se sente segura, porque ela aprendeu, só falta colocar em prática. Se nós dermos a uma pessoa uma tarefa ou pedirmos a ela algo que ela não possui, essa pessoa vai executar. Porque a gente não dá o que não tem, nós só damos o que temos. Mas para termos mais, é preciso iniciarmos com pouco, até para ganharmos confiança. Porque para termos aquilo que é mais, é necessário que aprendamos esse menos. E aí atender o menos tá ótimo. Agora eu posso subir outro degrau, a gente vai dando outro degrau, vai dando Jesus, ele não nos vê no agora. Ele não tá vendo o Paulo agora, nem o Lia, nem o Goldinho, nenhum de nós quatro aqui, nem nenhum de nós que estamos aqui. Porque esse agora foi visto lá atrás. Ele está nos vendo lá na frente,
agora. Ele não tá vendo o Paulo agora, nem o Lia, nem o Goldinho, nenhum de nós quatro aqui, nem nenhum de nós que estamos aqui. Porque esse agora foi visto lá atrás. Ele está nos vendo lá na frente, não sei se daqui a 200 anos, 300, 1000 anos, 2000 anos, mas ele tá com a visão de futuro, porque isso aqui já é o resultado de um passado que não vai mexer mais, foi dada a oportunidade. Aquele exemplo que eu falei de púbio lentulos, ele não tava vendo aquele senador ali, ele tava vendo o futuro do senador. Se ele respondesse sim ou não, é questão que seria o emân mais cedo ou mais tarde, mas ele retardou por escolha que ele fez. Então vai sendo uma preparação, as pequenas tarefas para podermos exercer as grandes. Imagina pai de família, uma mãe tem uma família com uma quantidade de pessoas que na sua consideração familiar ele é responsável. Quem deu aquela oportunidade está verificando se aqueles pais de família darão o recado conforme planejado e combinado, porque está sendo preparado para ser o prefeito da cidade, para cuidar de uma família que é a cidade. Aí o prefeito que tá na cidade, eu tô fazendo a comparação com essas analogias, se ele fizer bem, de repente ele vai ser o governador. Agora, pegar sem preparação e colocar como governador é um desastre para quem deu a tarefa, porque já começou errado. E nós sabemos que o pai não faz nada errado, faz tudo certo. Então, as pequenas tarefas, nós devemos desempenhá-la com muito amor, com muito carinho, com muita vontade, porque o amor, o carinho e a vontade vai permanecer na pequena, na média ou na grande tarefa. As tarefas mudam, mas estas virtudes permanecerão. Saulo e Paulo, diferente de Maria e Magdala, ele já tinha todas as virtudes. Ele só mudou a referência invés de Moisés, Jesus. Mas observe quanto Moisés, ele era coerente quando ele despertou para Jesus. Ele continuou agora, mudou a coerência, mas a personalidade, a característica, a firmeza, o interesse, a boa vontade, a defesa de ir até o fim, ele permaneceu,
oerente quando ele despertou para Jesus. Ele continuou agora, mudou a coerência, mas a personalidade, a característica, a firmeza, o interesse, a boa vontade, a defesa de ir até o fim, ele permaneceu, mudou a tarefa. Então, para grandes tarefas, provavelmente nós precisamos de ter pequenas tarefas para estarmos eh em condições do pai nos abrigar e dizer: "Agora sim, você pode assumir essa tarefa porque aquela que até então lhe foi dada, você conseguiu." Quanto ao outro aspecto que é de Jesus estar conosco, eu não tenho a menor dúvida de que eu estou com ele a todo instante e hoje melhor do que no passado, porque de vez em quando ele sumia, ele tava conversando e tal, aí saía, desaparecia. Depois os discípulos vol, ele voltava. Ah, Jesus tá fazendo alguma coisa e etc. Mas agora ele tá constantemente conosco. Eu não digo nem mais na prateleira tem alguém que vive sem isso. Hoje aqui tem tudo. Marca hora da temperatura, tem o GPS e tem o acervo cristão aqui. Jesus está aqui, ó. Ele tá aqui. Se eu dedicar o meu tempo a acessá-lo na sua doutrina que ele trouxe nos dias de hoje, eu tenho aqui o Novo Testamento, eu tenho o velho, eu tenho a doutrina espírita, eu tenho outras obras que eu posso até analisá-las, mas o que é prioritário agora? É eu conhecer a referência primeiro para depois eu olhar se as outras têm coerência com a referência ou eu olhar as outras e ficar em dúvida em meu GPS dizendo, como foi dito aqui pela Denise, volta, vai para casa agora. Olha, você pegou o caminho errado e eu persistindo no caminho errado e tá aqui a informação. Ele aqui do lado e eu procurando na periferia que fala de hipótese, de coisa que não tem certeza e ele nos dá certeza, nos dá convicção. Eu estava observando e se a minha observação tiver equivocada, perdoe-me, mas uma observação pessoal. No momento anterior, nós iniciamos a nossa roda de conversa. As perguntas foram feitas, respostas foram. Um determinado momento ele apareceu. Como tá aparecendo agora? Eu pergunto, antes nós estávamos com o cognitivo,
or, nós iniciamos a nossa roda de conversa. As perguntas foram feitas, respostas foram. Um determinado momento ele apareceu. Como tá aparecendo agora? Eu pergunto, antes nós estávamos com o cognitivo, quando ele apareceu, coração palpitou, as lágrimas. Que presença boa, não fala. Ele só chega. A sua aura, o seu olhar, o seu jeito de ser impregnava a multidão. Imagina o sermão da montanha, não tinha microfone. As pessoas estavam distante, 100, 200, 300. Uma multidão, tor de 5.000 pessoas ou mais. E eu não imagino Jesus falando das bem-aventuranças, dizendo assim: "Bema os para quem estivesse lá no fundo ouvisse, porque perdia a melodia. Ele então deve ter falado com harmonia ou com amor, em sinfonia com essa sinfonia que jamais irá reverberar na atmosfera da terra a sua voz e aquele canto. Mas todos ouviram, todos foram tocados, todos foram consolados. é o seu magnetismo, é a sua presença que nos dias de hoje está conosco. E se nós desejarmos usar bem o GPS, ah, ele estará sempre no nosso caminho, ou seja, o caminho que nós vamos direcionar é o dele. Só que a gente tem que ter um cuidado. Eu faço uma analogia como esse tapete vermelho que nós estamos aqui, estamos vendo. Eu imagino vocês um tapete. Esse é o nosso caminho. Tem uma luz lá no fundo que nós devemos segui-la. E a gente vai caminhando no tapete sem sair dele, porque o caminho melhor é esse, pavimentado. De repente aparece um vagalume do lado do tapete, uma luz que eu mais adoro, azul. amarelo e vai fazendo aquilo, chamando atenção da gente, porque aquela luz lá é parece pequena, ela é grande, mas a distância que está lá, dependendo de mim, eu posso aproximá-la e ela também não ser um vagalúe, mas ser uma luz intensa, porque ela não pisca, ela é constante. Mas essas daqui são vagalumes que na estrada aparecem nos chamando para sair da estrada. Se nós não tivermos atentos a curiosidade, disse: "Não, eu vou ver o que que é". A gente sai da estrada aí sem carro apropriado, porque fora de estrada tem que ser 4x4,
chamando para sair da estrada. Se nós não tivermos atentos a curiosidade, disse: "Não, eu vou ver o que que é". A gente sai da estrada aí sem carro apropriado, porque fora de estrada tem que ser 4x4, carro bom para você, não. E aí aquilo vai chamando e a gente vai, vai, chega uma hora que a gente olhou, não tem mais luz ou aquilo apagou e eu quero voltar. Aí tem a tal da porta estreita. que eu vou voltar pro mesmo caminho agora com um sofrimento enorme. Se eu não fizesse isso, eu já estaria lá na frente, porque eu venci aquelas coisas que me chamaram esses vagalumes, sabendo que aquele é o caminho que eu tenho, aquele é meu GPS, porque o GPS não é meu, é aquele. Eu sou apenas o seguidor. estava numa estrada tão boa que aí eu tenho que voltar de lá como filho pródigo, apanhando na estrada até chegar no mesmo ponto de onde eu saí para eu prosseguir. Os que tiveram atentos e souberam que era vagalume, quando eu chegar aqui já estão lá na frente. E eles talvez olhem para me dar a mão, para eu prosseguir, porque a minha curiosidade, o meu não interesse, eu não soube ser obediente àquela orientação que me chamava. Então ele está conosco, tá a todo momento nos chamando. Emanuel diz assim que toda criatura está presa. Olha o termo, presos. Nós estamos presos ao Pai por um elo que nos conecta a ele. Nós só precisamos ativar este elo, porque a constância do Pai para nós, ela é perene. Nós só precisamos abrir as comportas. E nós abrimos quando oramos ou quando estamos praticando o bem. E quando isso acontece, o efluúvio divino penetra. Por isso que hoje aqueles estudiosos e a ciência tá demonstrando que quando nós oramos, a nossa circulação sanguínea, ela tem uma movimentação muito maior e o nosso cérebro é irrigado de forma inigualável a qualquer outra atividade que o irrique, não tem uma semelhante, porque esta é 5, 10, 15 vezes maior do que é a maior atividade que nós façamos para irrigar o cérebro. É porque a gente abre a comporta, o fluxo divino está penetra na nossa lífa
o tem uma semelhante, porque esta é 5, 10, 15 vezes maior do que é a maior atividade que nós façamos para irrigar o cérebro. É porque a gente abre a comporta, o fluxo divino está penetra na nossa lífa e agita nossas células fazendo com o quê. E eles dizem hoje, os neurologistas que não estão falando de religião, mas sim, claro que não estão, mas de ciência e que o cérebro do frontal, na parte frontal do cérebro, que é quem delibera, irrica de tal forma que ele diz assim: "Olha, se você for tomar uma deliberação, ore antes, porque quando você orar, a área que vai lhe ajudar a tomar deliberação, ela está tão entumecida que você vai fazer a melhor deliberação. Olha a ciência se aproximando de uma realidade. Então, ele está conosco a todo instante. Nós temos o GPS, sabemos a direção, que não sejamos rebeldes, cuidado com os vagalumes e não saiamos da rota, que é essa que ele nos aguarda, aproximando aquela luz que lá longe estava pequenina e que há proporção que a gente avance, ela vai crescendo, porque ele tá tão próximo de nós, vai depender apenas de nós. Obrigado pela extensão. >> Maravilha. Chegou uma questão aqui da internet, eu vou responder rapidamente, até porque ela tá num contexto um pouco diferente daqui da nossa conversa, que é o seguinte: Segundo os estudiosos da história do Egito, não existe nenhuma referência histórica ou através das pesquisas antropológicas, exceto a bíblica, sobre a existência de Moisés. Sabe-se hoje que os livros mosaicos foram escritos por diversas mãos e em diversos períodos posteriores. Assim, Moisés seria um simbolismo e não ser real? tem uma resposta para todas as perguntas, todas as perguntas que você puder fazer e que ela vai estar em parte correta, em parte talvez não, que é quando alguém te perguntar uma coisa a respeito de um assunto como esse, que é um assunto que exige um estudo profundo. A resposta mais correta é: pode ser, porque naquele tempo, pensem, há 3.000 anos atrás, 3300 anos atrás, não existia paparase, não existia repórter, não
que é um assunto que exige um estudo profundo. A resposta mais correta é: pode ser, porque naquele tempo, pensem, há 3.000 anos atrás, 3300 anos atrás, não existia paparase, não existia repórter, não existia jornalista, não existia biografia, existia apenas um conjunto de pessoas que escreviam através das suas percepções filosóficas e existenciais, usando metáforas, usando referências da natureza, como Jesus o fez muito bem, ele não escreveu, mas suas falas que foram registradas na forma de parábolas, mostram que havia a necessidade da transmissão de um conhecimento através de uma linguagem simbólica que pudesse ser interpretada dentro da subjetividade de cada pessoa, sem perder a essência, que é o que fazemos hoje quando voltamos ao evangelho e olhamos as palavras daquele tempo e adaptamos essas palavras à nossa realidade atual, como fizemos aqui a manhã inteira. Moisés, ele eh não teria porquê encontrarmos um livro sobre a vida de Moisés, etc., escrito no tempo de Moisés, porque não era essa história, só para vocês terem ideia, só tinha livros, os ricos milionários. O livro egípcio dos mortos, por exemplo, era um livro caríssimo para se produzir, porque ele era feito todo na mão. O que se sabe e o que se tem, e isso é o que se faz quando se faz uma pesquisa sobre o personagem histórico, não é necessariamente se aquilo é uma realidade da pessoa, do ser, do personagem, mas certamente o que as pessoas pensavam sobre quem ele era. E seja lá se foi a pessoa ou outra pessoa que escreveu, o fato de ter um registro sobre o personagem é um forte indício de que ele existia de alguma maneira ou fisicamente ou no imaginário daquelas pessoas. Então, a recomendação que a gente dá para quem resolve se adentrar no no rumo da história e tentar buscar os personagens reais, é se prepare para uma longa jornada e não se contente com History Channel, com outras documentações mais superficiais. Aprofunde bastante o a pesquisa e se liberte da ideia de ter que achar uma verdade. O máximo que a gente vai
jornada e não se contente com History Channel, com outras documentações mais superficiais. Aprofunde bastante o a pesquisa e se liberte da ideia de ter que achar uma verdade. O máximo que a gente vai encontrar é um conjunto de referências sobre aqueles personagens. Isso pode nos ajudar a entender um pouco da força que esse personagem tem em toda essa história. Então, nós não podemos afirmar que Moisés existiu ou não, porque essa verdade não seria possível de ser afirmada assim. Mas o que a gente pode dizer é que todos os escritos de Moisés, todas as as outras, os salmos e todas as coisas do Velho Testamento, que são belíssimas obras da inteligência e do espírito humano, nós temos que olhar com o espírito do tempo. Nós temos que olhar com a forma como aquelas pessoas pensavam naquele tempo, naquele momento. e claro, beber da fonte viva dessa experiência para no hoje podermos viver a nossa experiência com essas com esse legado de informações que nós recebemos do passado. Então, a resposta mais correta ao nosso amigo ou a nossa amiga é: pode ser Denise, na ignorância inicial, como somos todos criados simples e ignorantes, o que, a se eu ver, diferencia o grau de rapidez evolutiva. Bom, pensando na questão 115 de O livro dos Espíritos, que nós citamos antes, cuja resposta nos diz que Deus nos criou simples e ignorantes, e a cada um de nós nos deêu uma missão com o fim de progressivamente conhecermos a verdade e dele nos aproximarmos, nós extraímos dessa resposta. uma um conjunto de informações muito importantes. O primeiro deles é o da nossa singularidade como filhos de Deus, que vai ser, por exemplo, aprofundada no livro Filhos de Deus de Joana deângeles, de Valdo Franco. O que nos faz avançar, não é, mais rápido ou mais lentamente nesse caminhar é exatamente a nossa sensibilidade para as experiências, para aprender com as experiências. E aqui eu volto pro exemplo que o nosso Goldinho deu antes, ah, sobre os vagalumes que estão piscando ao nosso lado na estrada. Nós
nsibilidade para as experiências, para aprender com as experiências. E aqui eu volto pro exemplo que o nosso Goldinho deu antes, ah, sobre os vagalumes que estão piscando ao nosso lado na estrada. Nós nos distraímos olhando os vagalumes e deixamos de seguir a rota, a estrada, em cujo final há uma luz e que nós já antevemos. Essas escolhas elas são pessoais no processo. Cada um de nós vai ou prestar atenção aos vagalumes e buscá-los cada vez mais nessa floresta densa da experiência do mundo que nos cerca. Outros de nós até adentramos essa floresta, mas logo percebemos, né, os vários caminhos, os vários atalhos, o claro escuro da noite, usando tudo isso aqui como metáfora das experiências humanas e retornamos para a estrada. Então essa experimentação que a misericórdia divina, que é soberanamente justa e boa, como dita em o livro dos espíritos, nos concede de experimentar, faz com que alguns, usando a nossa linguagem, que é uma linguagem muito materialista ainda, avancem mais rápido do que o outro. Porque esse conceito avançar mais rápido do que o outro não é um conceito que está no olhar de Jesus para nós, como dito pelo nosso Goldio também, quando ele olha para Publiolentulos ali naquela existência, ele o vê mais adiante. Quando nós dizemos que o publiulentolul avançou mais rápido ou que demorou a marcha, nós estamos usando uma categoria que é humana, que é própria do nosso mundo para avaliar a experiência. E aí talvez uma pergunta que essa minha resposta suscite seria: "Então, nós não devemos pensar em avançar rápido ou devagar? Como é isso?" E a resposta é: nós devemos nos preocupar em estar no caminho certo. Porque quando nós voltamos dessa floresta das experiências humanas na qual adentramos distraídos pelos vagalumes e nos colocamos na estrada, o valor não é mais quantitativo de ter chegado mais rápido ou ter chegado mais devagar, mas o de estar a caminho. Esse isso é que é importante. Então, o mais importante nesse momento, nas nossas vidas, é de fato acionarmos esse GPS que
ter chegado mais rápido ou ter chegado mais devagar, mas o de estar a caminho. Esse isso é que é importante. Então, o mais importante nesse momento, nas nossas vidas, é de fato acionarmos esse GPS que estamos metaforicamente aqui nos referindo a ele para conectando-nos, né, nesse cabo que nos prende a Deus, como foi dito antes, nós podermos nos sentirmos conectados a esse cabo e estarmos na estrada, porque ela é a que nos cabe. O mais rápido ou mais devagar é uma categorização humana, uma a experiência divina nos diz estar a caminho. Lália, eh, a pergunta que vem aqui é o seguinte: como só Deus é inteligência suprema e tudo sabe e um dia seremos deuses menores? Segundo a pergunta, ainda restará ignorância em nós quando já estivermos na condição de espíritos angelicais, conforme está aqui na questão? É uma pergunta bastante interessante, porque Deus, sendo a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas, ele exhala de si, conforme encontramos em evolução em dois mundos, de André Luiz por Chico Xavier. na sua, no seu primeiro capítulo, fluido cósmico, os espíritos ao redor deles da categoria dos espíritos puros, onde se encontra, por exemplo, o Cristo chamado Jesus, são cocriadores em plano maior. diretamente dele o seu alo mental, o seu pensamento. E com esse material que eu costumo dizer que é a massinha de modelar de Deus, eles criam tudo que existe no universo, só estrelas, planetas, sistemas solares. Nós somos conhecidos como cocriadores em plano menor, porque fazemos exatamente o que eles fazem. Absorvemos esse alo mental de Deus que origina o fluido cósmico universal, no qual estamos mergulhados. Mas temos que nos perguntar o que é que eu estou criando com isso? que somos cocriadores em plano menor. Criamos poucas coisas, coisas menores. Vamos à revista espírita em fevereiro e março de 1868 e encontramos duas matérias excepcionais que chamam os Messias do Espiritismo e Espíritos Marcados. Então, vai dizer que espíritos eh da categoria de Jesus, eles recebem
a em fevereiro e março de 1868 e encontramos duas matérias excepcionais que chamam os Messias do Espiritismo e Espíritos Marcados. Então, vai dizer que espíritos eh da categoria de Jesus, eles recebem missões grandiosas e vai declinando sobre todas as virtudes. Eles não se igualam a Deus porque nada se iguala a Deus. Mas como Jesus dizia, repetiu várias vezes, eu e o Pai somos um. André Luiz vai mais a fundo e diz que são espíritos que estão numa comunhão indescritível com Deus. Indescritível. A revista espírita torna a dizer que mesmo reencarnados esses espíritos são infalíveis. Nós não acreditarmos no plano de Jesus, acharmos que ele pode naufragar é uma coisa, mas que ele vai naufragar, não vai, porque Jesus é infalível. Então, para que nós nos sintamos mais próximos deles, nós sintamos que estando mergulhados no fluido cósmico, universal, como eles, eu criei uma ideia que a gente precisa de coisas palpáveis ainda. O fluído cósmico universal é uma ideia pessoal, né? Seria o líquido aminiótico de Deus. onde todos estamos mergulhados, nos alimentando igualmente na condição espiritual em que nos achamos. Cada vez que eu emito um pensamento, eu estou modelando a matéria mental de Deus. Quando nós nos lembrarmos disso, nós vamos pensar duas vezes naquilo que estamos criando. Agora, imaginemos dois bebês gêmeos mergulhados no mesmo líquido amniótico. Se um se mexe, reverbera no outro, ecoa no outro. Então, as aflições que vivemos no mundo, em qualquer nação, tem o nosso toque pessoal, porque é a malha intensa dos nossos pensamentos que nos parecem que se dirigem para o mesmo lado, que estão fornecendo o material para as decisões dolorosas pelas quais Todos nós estamos passando. Então, somos todos criadores. A oportunidade que foi dada a Jesus é dada a nós. O que vai ser levado em conta é em que nível de comunhão eu me encontro com ele. Aproveitando que você tá com o microfone, eh, tem uma pergunta aqui. Qual seria o o nome do livro de Humberto de Campos que você citou? Novas mensagens.
m que nível de comunhão eu me encontro com ele. Aproveitando que você tá com o microfone, eh, tem uma pergunta aqui. Qual seria o o nome do livro de Humberto de Campos que você citou? Novas mensagens. >> Novas mensagens. >> Novas mensagens. >> Denise, como seria possível pesquisar esse essa mediunidade de Pedro? Existem referências para esse tipo de pesquisa? Esse é o trabalho a ser feito. Eh, primeiro nós precisamos ler e reler Atos dos Apóstolos e categorizar as experiências que ali estão. Em seguida, correlacionar essas experiências com o que está posto em o livro dos médiuns. Mas essa é uma parte que eu diria é uma parte de levantamento e quantitativa. mais importante será ler essas experiências mediúnicas de Pedro, mas delas retirar a vivência do médium com Jesus. Esse é o trabalho a ser feito. Então, de fato, eh, que eu conheça, não há uma obra espírita sobre isso. Esse é um tema que está ali no meu radar, esperando que a vida traga condições de me debruçar sobre isso, mas ficaria muito feliz se alguém fizesse esse trabalho, porque vai adiantando aquilo que queremos estudar. O foco para mim seria olhar o médium na sintonia com Jesus. >> Muito bem. Aproveitando, já indo para nossa o nosso encerramento, pode fazer suas considerações finais. >> Essa é a parte difícil, né? Fazer o encerramento, as palavras finais, quando a gente de fato já está se despedindo da semana espírita de vitória da Conquista. As minhas palavras são de profunda gratidão a esta escola de espiritismo, a esta universidade para a qual a gente vem e eu tenho vindo nos últimos anos reiteradamente. É aqui em que eu mergulho nesse universo que não é apenas de conhecimento, mas é sobretudo de sentimento. Então, minhas palavras são de gratidão. Espero ter feito a tarefa para a qual fui chamada. e na qual coloquei o meu coração, o meu sentimento. E para concluir, eu vou ler aqui um trechinho de Emanuel do livro Justiça Divina, capítulo 30, intitulado Diante da Lei, que é o título da nossa roda hoje de manhã, em que Emmanuel diz:
eu sentimento. E para concluir, eu vou ler aqui um trechinho de Emanuel do livro Justiça Divina, capítulo 30, intitulado Diante da Lei, que é o título da nossa roda hoje de manhã, em que Emmanuel diz: "Possui o que destes, grangearás o que vens dando. Conheces o que aprendestes, saberás o que estudas. Encontraste o que buscava, acharás o que procuras. Obtiveste o que pediste, alcançarás o que almejas. É hoje o que fizeste ontem contigo e serás amanhã o que fazes hoje conosco. Muito obrigada. Nós estamos aqui desde sexta-feira. numa verdadeira imersão no mundo espiritual, porque eles desceram até nós. Precisamos nos perguntar quanto nós estamos indo ao encontro deles e desejar eu ainda não vou embora. Então, desejar que façamos diferente do que temos feito na casa espírita. Ao sair por esta porta, ao encontrar as pessoas, ao olhar para as pessoas, levemos esse Jesus que Godinho nos trouxe com tanta emoção, um sorriso diferente para a vida, porque estamos diante da lei e a lei de Jesus é o amor. Então sigamos com ele de bom ânimo, prosseguindo para o alvo. Eu também não vou embora, não. Eu vou embora quando acabar. Mas eu não diria uma escola de espiritismo. Eu escreveria escola do espírito. A casa espírita, ela deve ser uma escola do espírito, não do espiritismo. Isso muda. E a casa espírita, no dia que ela se transformar na casa do caminho, aí nós estaremos exercitando a fraternidade. E aqui nós estamos vivendo a casa do caminho, não é? Que está acolhendo a todos que adentram em ambos os planos da vida. Aqui somos tantos no plano espiritual. Não vejo, não percebo, mas eu tenho a certeza que são tantos elevado a um quantitativo N, que eu nota não sei, mas sei que são muitos. Porque a humanidade nestes dias encontrar uma semana como esta, aonde o que se faz aqui é orar. falar do bem, vivenciar o bem, exercitar amor e fraternidade. É um laboratório que os benfeitores espirituais devem aproveitar e, pela autorização do Cristo, multiplicar, como ele fez com os pães e com os peixes, beneficiando toda a
xercitar amor e fraternidade. É um laboratório que os benfeitores espirituais devem aproveitar e, pela autorização do Cristo, multiplicar, como ele fez com os pães e com os peixes, beneficiando toda a humanidade, em especial as regiões de conflitos. aonde crianças, jovens, idosos estão passando a dimensão espiritual sem encontrar naquelas regiões ambiência adequada para o acolhimento. o alto tem trazido para estas terras do Cruzeiro por orientação de Ismael e acordo entre os espíritos governadores destes países para serem acolhidos aqui no nosso país, em hospitais que são casas espíritas em ambientes que o plano espiritual propicia para que eles sejam acolhidos num ambiente de paz que tanto buscam e que só tem encontrado nestas terras que é coração do mundo e pátria do evangelho. possamos manter esta ambiência, esta fraternidade e que nas nossas casas espíritas as transformemos em casa do caminho e escola do espírito. Queria agradecer a Denise Lino por essa manhã, por todas as suas informações, por toda a sua emoção, pela maneira carinhosa, generosa e amorosa com a qual você nos conduziu nesses temas que não são fáceis, são extremamente complexos e que você nos encheu com muita alegria nessa manhã e valeu muito a pena estar aqui por conta de tudo isso. Muito obrigado a minha querida Eulália por essa sensibilidade e acima de tudo por todo o seu conhecimento e a firmeza com a qual você afirma as coisas nos indicando caminhos seguros, o nosso GPS. Você é um dos nossos referenciais, tenha certeza, para que a gente caminhe na direção de Jesus. Meu querido Godinho, querido amigo, a gente que conhece esse brigadeiro, quando fala assim brigadeiro, a gente imagina aquele homem, né? vilotando jato. Eu acho que era por isso que Jesus às vezes não ficava aqui quando ia a mais de 1000 km/h, ele dizia: "Não, nesse aí eu não vou não, né? Eu te seguro, mas eu não vou". Mas Godinho ele é essa sensibilidade, esse menestrel de Jesus, que as palavras falam aquilo que vem do coração e a gente sente verdade em tudo
sse aí eu não vou não, né? Eu te seguro, mas eu não vou". Mas Godinho ele é essa sensibilidade, esse menestrel de Jesus, que as palavras falam aquilo que vem do coração e a gente sente verdade em tudo que ele diz. Por isso ele nos toca muito com essas verdades. Por isso eu te agradeço, irmão, mais uma vez, por nos levar a essa emoção dessa manhã. E eu queria finalizar trazendo aqui uma reflexão rápida acerca das transformações humanas. E eu queria compartilhar com vocês uma viagem num tempo muito distante. Eu era um espírito que não conhecia Jesus. Eu não tinha nenhum contato com Jesus. Eu nem sabia o seu nome. Talvez eu tivesse vivido num lugar onde ele não existisse, não existisse nenhum livro sobre ele. Então, qualquer pessoa que falasse sobre ele, eu simplesmente ignorava. E nesse lugar, meu coração era uma estrada. Tudo aquilo que chegava era como se fosse sementes jogadas nesse campo vazio do nada. E o passarinho vinha e levava. O vento soprava, as páginas voam pela janela e eu não conhecia Jesus. Mas teve um dia que depois de morrer e renascer, muitas vezes, eu tive a oportunidade de nascer naquele lugar aonde ele era conhecido. E ao tomar conhecimento de todas aquelas verdades, eu pude ver o quão distante eu era de tudo aquilo. E eu tive um pouco de raiva daquele homem, porque ele falava de uma forma diferente. Ele dizia que eu não prestava. Como assim estou errado? E eu resistia. E eu resistia. E todas as vezes que alguém falasse dele, eu contestava. Eu morri muitas vezes, renasci outras tantas e pude compreender que tudo aquilo era verdade e que eu precisava acolhê-lo em meu coração. Deixei de ser pedra, deixei de fazer com que o sol queimasse as suas lições no ardor das minhas resistências. E passei a acolhê-lo no meu mundo íntimo e descobri uma coisa interessante. Por mais que eu quisesse seguir Jesus, os espinhos da minha alma não me permitiam acolhê-lo em meu coração. Porque eu queria perdoar, mas eu não conseguia perdoar. Eu sabia que era bom perdoar.
sante. Por mais que eu quisesse seguir Jesus, os espinhos da minha alma não me permitiam acolhê-lo em meu coração. Porque eu queria perdoar, mas eu não conseguia perdoar. Eu sabia que era bom perdoar. Eu queria amar e não conseguia porque os espinhos da minha alma não permitiam que eu fizesse isso. Mas Jesus era um farol que me conduzia na direção de um destino que eu queria ir. Eu me entregava e orava todos os dias: "Senhor, conduz os meus passos para que os meus espinhos se tornem claros, para que a minha sombra venha à luz e que eu consiga compreender, enfim, os teus ensinamentos na minha vida e viver em conformidade com eles." Eu morri e renasci. Espinhos ainda continuam no meu coração, mas eu sonho no dia que eles não existirão mais e meu coração será terra boa, aonde a semente do semeador vai germinar e todos nós vamos nos encontrar em uma grande aldeia de corações germinados e vamos nos abraçar com os nossos olhos como gemas preciosas, refletindo o amor de Deus. Essa terra será transitada e nós teremos um planeta lindo, cheiroso, todo cheio de harmonias e nós seremos elementos harmônicos. Iremos orar por os nossos irmãos de outros e vamos criar uma atmosfera favorável para que aqui na terra se respire o verdadeiro hálito de Deus. Esse é o convite que todos nós estamos aqui matriculados para que possamos nas nossas aspirações e no nosso desejo, no nosso fervor de irmos em busca de Jesus, fazermos nas nossas vidas livros vivos, cartas vivas, exemplos vivos de tudo aquilo que ele nos ensinou há 2000 anos. Portanto, meus amigos queridos, que o semeador não desista de nós, porque os nossos corações são terras ávidas por ele e com certeza algum dia essas sementes, essas sementes vão crescer, o fermento vai levedar, a semente de mostarda vai germinar e vai virar uma árvore tão grande que até os passarinhos vão se abrigar embaixo dela. E tenho certeza que quando esse dia chegar, nós vamos vender tudo que temos. Nós vamos nos livrar de tudo que nos atrasa para podermos possuir o tesouro que
os passarinhos vão se abrigar embaixo dela. E tenho certeza que quando esse dia chegar, nós vamos vender tudo que temos. Nós vamos nos livrar de tudo que nos atrasa para podermos possuir o tesouro que encontramos em nossos corações. Que estejamos sob a do Cristo, iluminados pela tua luz e pela tua paz. Muito obrigado a vocês pela manhã de hoje prazerosa que eu levarei para o resto da minha vida. Muito obrigado e muita paz a todos.
Mais do canal
A Cultura do Sofrimento Evitado | T10:E08 • Quando o corpo fala a dor da alma
Jesus e Saúde Mental | nº 162 – Palavras para a Alma – Criança Ferida
1:06:43 · 1.4K views
Para Viver o Evangelho | Episódio 207 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 11)
1:00:52 · 1.4K views
Evangelho no Lar • 05/04/2026 | Depois da ressurreição
Literatura Espírita | T12:E03 • O Sermão do Monte
Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso • Reflexões Espíritas na Atualidad