Na Luz da Reencarnação | Roda de Conversa
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Um diálogo enriquecedor sobre a reencarnação como expressão da justiça divina e oportunidade de aprendizado e renovação, com reflexões conduzidas por Denise Lino, Jorge Godinho, Juselma Coelho e Max Lânio Lacerda. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #RodaDeConversa #Reencarnação #DeniseLino #JorgeGodinho #JuselmaCoelho #MaxLânioLacerda #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita
Bom dia, amigos, eh amigas. É com grande alegria que aqui nos encontramos. Enquanto eu esperava o início dessa manhã, me dei conta de que já estamos na metade dessa 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. E nos alegramos de estarmos aqui, de acompanhar esse trabalho que é um marco em nossas vidas. O tema da nossa roda de conversa é na luz da reencarnação. E para isso, para que nós possamos pensar esse tema, inicialmente eu fui buscar em o livro dos espíritos aquele bloco de questões que Kardec faz na segunda parte do livro, no capítulo 4, a partir da questão de número 166, sobre esse tema, do qual eu vou destacar duas questões e na sequência dois itens lá de O Céu Inferno, Código Penal da Vida Futura, o Céu Inferno Livro, que é o grande eixo temático. desse evento. Então, na questão 166, no diálogo com os espíritos, Kardec pergunta: "Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se?" E os espíritos que o assistiam deram a seguinte resposta: sofrendo a prova de uma nova existência. Mais adiante, nesse mesmo conjunto de questões, na de número 166B, o codificador coloca a seguinte pergunta: "A alma passa, portanto, por muitas existências corpóreas?" E a resposta: sim, nós temos muitas existências corpóreas. Os que dizem o contrário querem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse é o desejo deles. E lá em Ou e Inferno, como dissemos no capítulo código em que Kardec traz o Código Penal da Vida Futura, o tema da reencarnação volta para ser reapresentado ali à luz da concepção de justiça divina. E desse eh Código Penal que tem 33 itens, né? são, e poderíamos aqui didatizar dizendo que é um conjunto de itens que fala sobre as consequências das nossas ações. Kardec traz no item nove a seguinte afirmativa: "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga se não o for numa existência selo há na seguinte ou nas seguintes, porque todas as existências são solidárias entre si.
da falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga se não o for numa existência selo há na seguinte ou nas seguintes, porque todas as existências são solidárias entre si. Aquele que se quita numa existência não terá necessidade de pagar uma segunda vez." E no item 10 diz o codificador: "O espírito sofre, quer no mundo corpóreo, quer no mundo espiritual, a consequência das suas imperfeições. Todas as misérias, todas as vcissitudes padecidas na vida corpórea são oriundas de nossas imperfeições. São expiações de faltas cometidas na vida presente ou em anteriores existências. Pela natureza dos sofrimentos e vusitudes da vida corpórea, pode-se julgar a natureza das faltas cometidas em anterior existência, bem como das imperfeições que lhe deram causa. Então, tomando esses dois trechos de textos do codificador, nós vamos ouvir os nossos convidados a quem eu tenho a honra de partilhar essa manhã de conhecimento, começando com a seguinte pergunta geral para eles: Como relacionar a luz do Espiritismo, reencarnação e justiça divina? Eu vou começar com a minha amiga Joselma. eh como relacionar reencarnação e justiça divina. Bom dia a todos. É uma alegria imensa estar aqui nessa abençoada vitória da conquista. Eh, é uma alegria estar aqui com os companheiros, com o nosso querido presidente da federação, Dr. Godinho, nossas nossos dois amigos. E quando se fala em reencarnação, eh, não há como não pensar na justiça divina, porque seria eh muito difícil entender aquelas pessoas que se preparam durante anos, estudam, fazem de tudo para crescerem e depois com seus 70, 80, 90 anos, agora diz que vai mais um pouquinho, 106 anos, vão embora e tudo aquilo se perderia. Mas do que teria adiantado tanto estudo, tanto esforço para tudo acabar daí um tempo? Nós vamos ver a justiça na medida em que, ao perceber as dificuldades existentes, as diferenças existentes na vida entre um e outro, eh nós vamos entender que tudo tem uma explicação e que eu não estou, e eu hoje eu digo
iça na medida em que, ao perceber as dificuldades existentes, as diferenças existentes na vida entre um e outro, eh nós vamos entender que tudo tem uma explicação e que eu não estou, e eu hoje eu digo não estou. Antes eu diria, eu não sou negra por um acaso. Antes eu me escondia atrás de um complexo. Ah, porque eu sou negra, eu não devo. Ah, tal. E hoje não, eu estou a partir da reencarnação. E ao estar negra, tenho eu a certeza, a convicção que não perdi toda a história que a gente veio adquirindo. E a gente se coloca à vontade diante dessa abençoada justiça de prosseguir o caminhar, de prosseguir o aprendizado, repartindo com as pessoas aquilo que a gente veio adquirindo em outros momentos reencarnatórios. Então, a reencarnação é a expressão clara da justiça de Deus para com todos os seus filhos. Vou parar de falar que senão eu estico. >> Então vamos passar pro nosso querido Dr. Goldinho. Teremos tempo essa manhã toda. É, eu vou usar uma expressão que normalmente os atletas usam. Como as existências são solidárias, nós estamos surfando na onda dessas existências. Então, a existência atual, ela é para nós a oportunidade que a justiça divina nos dá para que nós possamos nos quitar perante a lei divina, haja vista que estas reencarnações, existências anteriores, foram sombrias, foram de atitudes fora da lei divina. Como diz o espírito Lázaro, nós avançamos de forma corrompida e toda vez que nós avançamos afastado da lei de amor, as consequências são dores, sofrimentos e a humanidade passa por estas condições nesses momentos em que nós estamos vivendo a transição. Mas eu gostaria de dizer e lembrar de que essa existência para todos nós, como foi também a daqueles que nos antecederam, para os espíritas, o anjo Ismael já deixou muito claro a respeito do nosso papel, da nossa missão. na presente existência. Ele em 1873, ele trouxe pela primeira vez a mensagem aos espiritistas no Brasil. A sua mensagem, ela é curta até pelo seu poder de síntese. Ele nos fala da missão do Brasil,
o. na presente existência. Ele em 1873, ele trouxe pela primeira vez a mensagem aos espiritistas no Brasil. A sua mensagem, ela é curta até pelo seu poder de síntese. Ele nos fala da missão do Brasil, do povo que o país abrigará na nova era. nos fala sobre Jesus, como nós devemos vê-lo, conforme Kardec nos traz em o livro dos espíritos, ou seja, os espíritos como guelo, mas depois ele nos traz a missão dos espíritas e que eu gostaria agora de abrir aspas e dizer a missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho em espírito e verdade. Aqueles que quiserem cumprir o dever. Vejamos, nós estamos diante do dever. Aqueles que quiserem cumprir o dever a que se obrigaram, ninguém nos obrigou, nós é que escolhemos. Deverão, pois reunir-se debaixo deste páleo trinitário, Deus Cristo e caridade. Onde estiver esta bandeira, eu aí estarei. Ismael fecha aspas. Então, nós estamos na presente existência reencarnatória com esse desafio e que naturalmente cada um de nós ao refletir deve realizar esse dever. É um dever que nós nos obrigamos. Então, que aproveitemos a presente existência para cumprirmos muito bem esse dever. E você, Marcos, justiça divina e reencarnação, tudo a ver? Com >> certeza, né? Como nos lembrou Joselma, não dá para ver um sem o outro, né? Mas a gente quando observa a história evolutiva do planeta, nós vamos nos ver nas figuras do passado. E como o Godinho bem lembrou, apesar da reencarnação ser objetivo de progresso, de evolução, mas como nós trazemos da retaguarda muitos compromissos, temos também que fazer aquelas acertos de contas, né? Como Kardec usa a expressão bem clara, é uma dívida que precisa ser paga. Então, a reencarnação, ela tem o propósito de promover o nosso famoso sede perfeitos como perfeito é o vosso pai. Nós estamos trabalhando a nós mesmos no íntimo, na direção do Pai e ao mesmo tempo estamos resgatando, estamos depurando as mazelas com as quais nos cumpliamos em passado muito recente. Para termos uma ideia de como esse passado é muito recente, vamos
direção do Pai e ao mesmo tempo estamos resgatando, estamos depurando as mazelas com as quais nos cumpliamos em passado muito recente. Para termos uma ideia de como esse passado é muito recente, vamos tomar uma figura de uma pessoa que a mim pessoalmente é referência na análise, que tá lá no nosso lar, a senhora Laura. André Luiz travava um contato com ela e dizia ela que teria que reencarnar. E o André Luiz, ainda incipiente nos entendimentos, mas a senhora precisa reencarnar. Ele já julgava que ela não tinha necessidade de reencarnar. Sim, meu filho, precisamos encarnar. Eu tinha ainda a pretensão de ficar mais um tempo aqui, mas quando fomos um departamento de reencarnação e através dos processos magnéticos nos foi permitido voltar ao passado, nós podemos ver a última encarnação e não encontramos tantos problemas assim que não nos causou tantos choques. Mas quando entramos na penúltima, nós pedimos para interromper, porque tamanha era a nossa condição de culpa íntima pelo que houvéramos feito aquela época. E de imediatamente a parte a partir daquilo não chegamos nem na terceira porque não foi necessário. Nós Ricardo eu, que era o marido, combinamos, fazemos o planejamento encarnatório, ele já foi há 3 anos e eu estarei indo logo logo. Então a gente tem a reencarnação como sendo um propósito de trazer aquele processo que ainda sutilmente, de forma obscura, nos incomoda o nosso presente. São aqueles movimentos que o subconsciente invade o consciente e a gente não tem aquela certeza de que tá bem consigo mesmo. São as espécies de melancolias que de vez em quando surgem, que são resquícios, que ressoam frequentemente na alma daqueles que ainda têm contas a pagar. Então nós temos que entender como justiça, assim, porque quando a gente consegue fazer esse pagamento, como bem lembrou agora Godinho com a passagem de de do nosso Ismael, quando nós fazemos esse resgate, tendo Jesus como referência, tendo Jesus como guia e o modelo, nós fazemos isso com suavidade. Isso é muito importante, porque se
com a passagem de de do nosso Ismael, quando nós fazemos esse resgate, tendo Jesus como referência, tendo Jesus como guia e o modelo, nós fazemos isso com suavidade. Isso é muito importante, porque se estamos distantes deste caminho, verdade e vida, nós fazemos isso com opressão, fazemos isso com dificuldade, com sofrimento desnecessário, porque o amor cobre a multidão de pecado, já nos asseverou o apóstolo. E nós sabemos que essa caminhada ao lado de Jesus, seguindo os passos deles, no limite de nossas forças, nos promoverá o resgate justo sem o choro desnecessário. Então, sim, reencarnação é uma bênção. O dia que a humanidade tiver consciente disso e não mais vindo isso como místico, como algo que não existe ou algo que pode ser, mas tendo certeza as pessoas se orientarão melhor nos passos atuais para que não tenham que resgatar e chorar nos passos futuros. Então, feita essa introdução, nós selecionamos do livro Justiça Divina do Espírito Emanuel, psicografia do médium Francisco Cândido Xavier, um capítulo cujo texto é bastante curto e está relacionado ao tema desta manhã. O capítulo chama-se Na Luz da reencarnação e o espírito Emmanuel comenta o item terceiro do Código Penal da Vida Futura que citamos anteriormente, que já foi trazido aqui em outras rodas de conversa. Então, vejamos o que diz o benfeitor Emânuel. E antes do que ele diz, nós vamos ler na sequência, vamos fazer perguntas aqui aos nossos convidados, eh, que poderão se sentir aí solidários nas respostas, né? Então, o benfeitor nos diz o seguinte: "Trazes hoje as víceras doentes, compelindo-te aos aborrecimentos de incessante medicação? Elas, porém, se fizeram assim, a força de suportarem ontem os teus próprios abusos nos venenos da mesa. Trazes hoje o corpo mutilado, obrigando-te a movimentos de sacrifício. Tens, no entanto, o carro físico desse modo, por lhes haveres gasto ontem esse ou aquele recurso em corridas à delinquência. trazes hoje o cérebro ebetado, dificultando-te as expressões. Mas isso
cio. Tens, no entanto, o carro físico desse modo, por lhes haveres gasto ontem esse ou aquele recurso em corridas à delinquência. trazes hoje o cérebro ebetado, dificultando-te as expressões. Mas isso acontece porque ontem mergulhavas a própria cabeça em climas de trevas. trazes hoje a carência material por sentinela de cada dia. Contanto, ontem atolavas o coração no supérfolo articulando com pranto dos infelizes. Trazes hoje na própria casa a presença de certos familiares que te acompanham a feição de verdugos. Entretanto, são eles credores de ontem que surgem no tempo pedindo ponto. Todos somos capazes de fazer o melhor, porquanto pelas tentações e provas de hoje, podemos avaliar o ponto de trabalho em que a vida nos impele a sanar os erros do passado, clareando o futuro. Perfeição é a meta, reencarnação o caminho e toda falha na direção da obra. perfeita exige naturalmente corrigenda e recomeço. Esse é então o texto do espírito Emanuel, que nos fala sempre com o seu tom paternal, mas de uma austeridade para conosco que não nos permite eh enganos, não permite que nós titubeemos na interpretação. Tendo isso em vista, eu vou aproveitar a experiência da nossa querida Joselma aqui à frente do Hospital Espírita André Luiz para que para perguntar para ela sobre essa relação entre doenças, resgates e reencarnação. Como a sua experiência, Joselma, lhe leva a apreciar essa relação entre doenças, reencarnação e resgate? Então, eh, essa leitura leva a gente à emoção. A medida que eu fui acompanhando a leitura, eh, e eu fui me emocionando ao pensar na beleza do planejamento divino, que a reencarnação como oportunidade de que a justiça se cumpra, eh, demandou um planejamento maravilhoso de toda uma equipe responsável por cada um que reencarna, eh observando todos os seus compromissos e o seu potencial, porque não adianta ter compromisso e vir para cá, tem que ter um potencial para colocar em prática eh aquilo que é da sua responsabilidade. Eh, o Hospital Espírita André Luiz tem
os e o seu potencial, porque não adianta ter compromisso e vir para cá, tem que ter um potencial para colocar em prática eh aquilo que é da sua responsabilidade. Eh, o Hospital Espírita André Luiz tem me trazido, tem sido para mim uma verdadeira escola. Tudo o que eu pensava em conhecer da teoria da doutrina espírita e da prática na na nas outras atividades, eh, no Hospital Espírito André Luiz, ao lidar com cada um e a sua carga de compromissos, em que a gente olha no olho assim da pessoa e a pessoa te diz um monte de coisa pelo olhar. Ela diz do seu passado, da sua ansiedade, ã, da sua esperança, da sua fé. E a gente encontra ali situações em que às vezes eu não vejo outra outro caminho de imediato na minha reação, a não ser abraçar a pessoa. E aí eu às vezes eu fico rindo que eu faço igual uma moleca na frente do pessoal. Eles, os seguranças, eles às vezes têm medo. Eles acho que eles pensam que eu sou velinha, sabe? Então eles têm medo que algum paciente tem uma reação um pouco assim mais eh eh violenta, né? Eh, mas não dá. Quando a gente chega e olha a e sente a dor pela manifestação, né? eh eh do processo não tem outro jeito. É uma emoção que você não tem o que falar. às vezes você abraça a pessoa. Mas o que é importante também dentro desse e quando eu falei no planejamento é porque eu me lembrei também dos profissionais que ali estão, né, dos médicos, assistente social, psicólogo, os que trabalham na sustentação de manter tudo limpo, administrado, é que todos nós estamos olhando um para os outros em favor daquele. E isso também mostra que é preciso amor ao cumprir num processo de doença mental, eh, em que a pessoa está num determinado momento, eh, usufruindo da oportunidade de acertar coisas do passado. Não tem jeito. Não tem jeito. A gente tem que amar, começando de amar uns aos outros. Porque a gente olha um no olho do outro e sabe. Porque se a gente não se amar, nós não damos conta de ajudar aquele outro. E outro dia, nessa deles ficarem preocupados comigo, é só mais isso. Eu
tros. Porque a gente olha um no olho do outro e sabe. Porque se a gente não se amar, nós não damos conta de ajudar aquele outro. E outro dia, nessa deles ficarem preocupados comigo, é só mais isso. Eu falo muito, você me puxa quando eu falar, puxa porque senão eu vou. Mas havia um um paciente, é claro que respeitando a ética, a gente fala o mínimo possível, mas ele estava manifestando e falando, fazendo discurso. E eu falei com a menina assim: "Eu tenho que fazer igual o menino que foge da mãe de vez em quando para entrar no setor. Eu faço de conta que eu eu escondo. Me leva lá porque tem uns que ficam querendo me proteger. Não é por é proteção, né? E quando eu assusto, tem dois seguranças atrás de mim, eu fico bravíssima, eu não quero. Então esse dia eu falei: "Me leva lá". É claro que com responsabilidade, viu, gente? Não é brincando não. E eu cheguei perto dele e quando eu cheguei e eu vi que as pessoas levaram aquele susto e eu cheguei perto dele, não falei nada não. E ele tava fazendo um discurso inflamado. parou, me olhou e todo mundo, aí ele mudou de assunto, começou a falar comigo coisas me elogiando. Falei: "Mas nem me conhece". E aí depois me contaram, ele não suporta negro e eu não sabia, né? Ele não suporta negro. Nós ficamos preocupados que ele eh te agredisse com palavras, né? E ele não agrediu, ele me olhou e nós nos olhamos. E nesse olhar nós nos declaramos, irmãos, nós nos declaramos compreender aquele momento que ele estava passando e aquilo mudou tudo dentro dele naquele momento. Então o e eu depois fiquei pensando, meu Deus, eu devo ter sido companheira dele lá atrás, porque como se ele tivesse me reconhecido, ele bateu o olho e mudou. é como se ele tivesse me reconhecido. Então, a manifestação hoje, através de uma desarmonia mental, ela vem muitas vezes de processos difíceis na relação, nas ações do passado, em que muitas vezes nós fomos cúmplices, muitas vezes, quem sabe eu devo posso ter sido até uma líder que incentivei uma atitude e ali todos juntos
processos difíceis na relação, nas ações do passado, em que muitas vezes nós fomos cúmplices, muitas vezes, quem sabe eu devo posso ter sido até uma líder que incentivei uma atitude e ali todos juntos resgatando, eu acho. Acho que é a palavra, né? Resgatando aquele processo lá de trás e deixando o amor fazer morada na nossa relação. Não é simples, mas é preciso. E eu achei lindo quando nosso Godinho eh traz para nós a responsabilidade do espírita. Eu acho de uma extrema importância que nós entendamos que onde estivermos, seja qual lugar, se é ali que estamos, ali temos compromisso. Que a gente acima de tudo ame. ainda que com limites, porque cada um de nós tem o nosso limite, mas que o máximo que pudermos externar pelo olhar, pelo silêncio, pela complicidade de amor, lá atrás foi a complicidade, talvez na violência e a caminhada que nos permitiu até aqui já nos permite a cumplicidade fraterna. E isso há de caminhar progredindo sempre. Então, é preciso, acima de tudo, respeito a cada um que nesse momento passa por alguma doença. Eu falei na doença mental, a leitura nos trazia outros tipos de doença também. Que haja respeito, que haja paciência, que haja solidariedade nossa, que já temos uma noção do assunto para com aqueles que padecem. Então vamos seguindo articulando esse texto do espírito Emanuel com os textos da codificação nesse tema reencarnação. E aí eu vou me dirigir ao nosso querido Goldinho trazendo outro tema da reencarnação que assim como a doença traz muitos questionamentos. É a relação entre riqueza e pobreza. E no próprio texto de Emmanuel, el lhe diz: "Trazes hoje a carência material por sentinela de cada dia. Contudo, ontem atolavas o coração no supérfolo articulando com o pranto dos infelizes." Como entender a luz da doutrina espírita e do conceito de justiça divina, reencarnação e essas relações com riqueza e pobreza? Obrigado. A obra O céu e Inferno, o codificador, como sabemos, ele a dividiu em duas partes. A primeira doutrinária, aonde ele faz um exame, não é, de todas
ção e essas relações com riqueza e pobreza? Obrigado. A obra O céu e Inferno, o codificador, como sabemos, ele a dividiu em duas partes. A primeira doutrinária, aonde ele faz um exame, não é, de todas as doutrinas sobre essa passagem do mundo material para o mundo espiritual. Mas na segunda parte ele traz exemplos e eu vou tentar lembrar-me de um deles, Joseph Metra. Joseph Metra, ele nasceu numa família, é de classe média. As condições da família dava-lhe oportunidade para ter uma vida sem nenhum problema. os pais o caminhava para que ele fosse para a indústria. Entretanto, aos 20 anos de idade, ele ficou cego. veio desencarnar com 50 anos, 10 anos antes, ou seja, aos 40, ele ficou além de cego, que já é uma um desafio, uma dificuldade, ele ficou surto. Jamais ele reclamou. Era um filho obediente, amoroso, teve uma criação dos pais que deu-lhe esta condição. Ele nunca reclamou de nenhum dos dois acometimentos. Passou à existência com abnegação, com obediência. Depois da sua desencarnação, a sociedade de Paris, o amigo, o evoca para poder entender aquela existência, aquelas dores e até o comportamento. Ele se apresenta, agradece e passa a contar as consequências de existência anterior. Então ele dizendo que na existência anterior àela que se deu no torno do ano de 1700, porque aquela nós estamos nos referindo a on de 1800, ele vem dizer de que ele era abastado, tinha bastante recurso e utilizava-se dos gozos materiais, vivia mais para o mundo, para os gozos, o hedonismo, os prazeres. E naturalmente todo esse desgaste que ele trouxe, que ele exerceu ao longo da vida, trouxe ao seu corpo uma dificuldade e ele ficou cego. Ele ficou cego aos 30 anos, mas ele se revoltou, se revoltou contra Deus, dizendo que se Deus existisse, ele era muito mal, porque ele deixava que as pessoas chegassem à situação em que ele estava. E assim ele foi desacreditando, reclamando, passando a existência toda com esta mágoa, com este sentimento. Ao desencarnar, e o desencarne aconteceu porque ele
chegassem à situação em que ele estava. E assim ele foi desacreditando, reclamando, passando a existência toda com esta mágoa, com este sentimento. Ao desencarnar, e o desencarne aconteceu porque ele procurou todos os recursos que a época a ciência poderia trazer a cura. E ele observou que não tinha cura e tomou uma deliberação, suicidou-se. Ele rapidamente, no plano espiritual tomou consciência de que ele já havia desencarnado. Era um espírito, ele sabia, mas era um espírito cego. E ali ele passou durante muito tempo sofrendo aquelas consequências. E pelo que ele ouvia falar, ele dizia que aquela situação nunca ia acabar, porque a ideia do fogo eterno, do inferno, que que Kardec traz na primeira parte do servo inferno. E até que um dia ele chegou a uma conclusão, existe uma força que é superior, que me impõe esse sofrimento, que ele era muito inteligente. Se essa força me impõe sofrimento, ela também pode me libertar. Quando ele assim raciocina, ele ouve uma voz. Isso vai depender de você. A partir de então, ele desperta para aquela voz, se iria depender dele, como ele faria. E a partir daí ele vai entendendo a voz, vai trazendo para ele até que finalmente, depois de tanto sofrimento, ele observa a luz próximo a ele. Eram os benfeitores espirituais. Naturalmente na condição que ele se encontrava, a luz era desconhecida. E ele observa aqueles espíritos que estava, vamos dizer assim, com os pés no chão como ele, mas aqueles que volitavam, que eram para ele como se fosse anjos. E ele teve o desejo de acompanhá-los, mas ele não podia, ele essa força o atraí ele permanecer. E a partir de então, os benfeitores dizem para ele que aquele Deus que ele havia abejurado, havia negado, a sua misericórdia, diante daqueles momentos de reflexão que ele teve, fez com que a luz chegasse até ele. E ele então fica com isso muito alegre. E eles dizem que ele precisa passar, porque a partir daquele momento ele teve um arrependimento. Só que o arrependimento dele foi um arrependimento pelo sofrimento, pela
ão fica com isso muito alegre. E eles dizem que ele precisa passar, porque a partir daquele momento ele teve um arrependimento. Só que o arrependimento dele foi um arrependimento pelo sofrimento, pela dor, vamos dizer assim, um arrependimento imposto e que ele precisaria para ter o arrependimento sincero, reencarnar. E nesta reencarnação, ele teria uma prova muito mais difícil do que aquela primeira que foi a cegueira. E é assim que ele volta agora com uma fé inata, passando pela cegueira, passando pela surdez e tendo uma existência de obediência e de resignação. Naturalmente, como as existências são solidárias, como aqui observamos, esta última existência, aonde ele teve um comportamento cristão, podemos assim dizer, ele na realidade começou a desenvolver o verdadeiro arrependimento, o arrependimento sincero, que é o primeiro passo que nós sabemos para nós nos quitarmos perante durante a lei divina. Então, eu vejo que esse exemplo de Joseph Met é um exemplo muito próprio para esse questionamento em função da dor que nós passamos, do sofrimento, que sempre tem uma causa. Por isso que o benfeitor Emanuel diz: "Se deseja saber o teu passado, não precisa fazer terapia de vida passada. faz uma análise acurada da presente existência, que são as consequências daquela daquele livre arbítrio que nós no passado usamos como o livre arbítrio. É também determinismo. E eu gostaria de trazer porque a gente pensa que livre arbítrio é só liberar, não. O livre arbítrio é determin porque livre arbítrio é a livre determinação individual. Livre para agir e determinar a consequência. Então, toda vez que eu faço de maneira livre, eu determino uma consequência que pode ser boa ou pode ser má. Então, no caso dele, a sua livre determinação individual na existência passada determinou uma existência para que ele provasse realmente o seu arrependimento sincero com uma cegueira e com uma surdez. >> OK. Muito bom mesmo. Muito bom. Quero lembrar a todos os que estão aqui presencialmente que no segundo bloco
e ele provasse realmente o seu arrependimento sincero com uma cegueira e com uma surdez. >> OK. Muito bom mesmo. Muito bom. Quero lembrar a todos os que estão aqui presencialmente que no segundo bloco após o intervalo, nós responderemos as perguntas. Então já podem ir formulando e a nossa equipe durante o intervalo vai recolher essas perguntas para o nosso segundo momento. Isso também vale para os internautas que nos acompanham nessa manhã pelo canal da UVCTV e pelo canal da Mansão do Caminho no YouTube. Encaminhe as suas perguntas também e a nossa equipe que acompanham os chats desses dois canais recolherá as questões, porque esse tema reencarnação e justiça divina é um tema muito palpitante. Nós passamos inicialmente na pergunta a Joselma pela relação entre reencarnação e doenças. Na segunda questão pro nosso Godinho pela relação com as escolhas, pobreza, a riqueza. E agora nós vamos perguntar pro Max nesse tema que traz essa relação que é indissociada entre reencarnação e justiça divina sobre os laços de família. E aí eu volto, Max, pro texto de Emmanuel, em que ele diz: "Trazes hoje na própria casa a presença de certos familiares que te acompanham a feição de verdugos. Entretanto, são eles credores de ontem, que surgem no tempo pedindo contas." E lembro que no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 4ro, o capítulo Nascer de novo, em que Kardec traz o tema da reencarnação, a um item chamado: "A reencarnação fortalece os laços de família". E eu queria que você nos trouxesse os comentários sobre essas relações todas: Reencarnação, família, justiça divina. Vamos imaginar que alguém termine esta encarnação tendo um ódio imenso por outra alguém, pelo que ele julga ser uma ofensa que ele não conseguiu digerir. Mas esse alguém mais ao ponto de chegada pra partida para fazer a passagem, começa a se dar conta de que ele gosta daquela pessoa, ele ama aquela pessoa que supõe ele agora odiar por um evento que ele trouxe para dentro, guardou como um veneno que autoinoculou.
er a passagem, começa a se dar conta de que ele gosta daquela pessoa, ele ama aquela pessoa que supõe ele agora odiar por um evento que ele trouxe para dentro, guardou como um veneno que autoinoculou. E ele se dá conta que jogou anos e anos fora, afastado dessa pessoa, mas com inquietude íntima por aquele orgulho estúpido que ele adotou para manter-se afastado porque ele julgou ser o fez. E a doença ao final de uma encarnação, muitas vezes André Luiz no livro Ação e Ração chama de dor ao cílio. A criatura é colocada em um leito e ela é compelida a ficar consigo mesma apenas. os seus pensamentos começam a suscitar os seus movimentos anteriores e não há como eles não invadirem o presente e que se torna angustiante quando o passado traz culpas, traz assuntos mal resolvidos, problemas não tratados, não digeros. Naquele momento ele anseia pela reconciliação, mas muitas vezes já tá impedido de falar, já tá impedido de ouvir, porque o constrangimento imposto pela doença assim faz. E ele não tem como voltar atrás e corrigir o que ele agora, depois desse intenso processo que o Dor auxílio tá fazendo com ele, está impondo para que ele desperte. E ele começa nesse momento já a pedir a Deus para que dê a ele alguma coisa para que ele possa reparar aquilo que está constrangendo. Porque o que está constrangendo é com ele, não é com outro. Ele não se aquiietará enquanto ele não entrar. Não reconcilia-te enquanto está a caminho que ele não fez. A morte o apanha. Ele é levado ao mundo espiritual nesse estado de espírito, devendo, sem saber como pagar, sem saber como reconciliar, sem saber como voltar a amar o afeto que ele não soube valorizar. Aquela velha frase que todos nós conhecemos: "A gente só dá valor no que tem depois que perde". Ele tem esse experimenta essa sensação forte, pungente dentro dele e aquela mágoa íntima que ele se autoimpõe. Por isso os espíritos dizem que a dor moral é muito mais pesada, dolorida, do que a dor física. E sobretudo quando vamos pro mundo espiritual, ela se amplia de forma
mágoa íntima que ele se autoimpõe. Por isso os espíritos dizem que a dor moral é muito mais pesada, dolorida, do que a dor física. E sobretudo quando vamos pro mundo espiritual, ela se amplia de forma exponencial. E aí, naquele momento, ele está só. Não houve méritos na sua jornada para que fosse recebido com alegria no mundo espiritual. Encontra-se em zonas purgatoriais para a consciência. E, tal como o caso que Godinho colocou, chega o momento que, como disse Kardec, o mal por si mesmo se satura e a criatura não consegue viver com o que fez. E ele implora, tal como André Luiz fez, a presença do ente superior que vela e zela por tudo comquanto ele não entenda como, mas ele sabe que forças além da sua compreensão regem todas as vidas que estão neste planeta. E neste momento ele tem a oportunidade do recurso. Alguém surge ao lado dele. Na verdade, alguém já estava ao lado dele, mas ele se vê, percebe com seus próprios olhos que alguém estava do lado dele. E nesse momento transportado para um ambiente no mundo espiritual de refazimento, ele começa a engedrar dentro de si os mecanismos de reparação que precisará fazer aqui. Normalmente nessas horas, pela punjante dor que o avaçala, ele pede coisas que não vai dar conta de fazer pra próxima encarnação. pede experiências dificíimas. E aí é que entram os nossos benfeitores, os ponderadores, que a minimizam os riscos que se imporia ele se fosse por aquele caminho que ele anseia por fazer. E por que que ele anseia por fazer desta forma tão forte? Porque a dor é inominável. A dor é inominável nesses momentos da vida. E ele anseia por tirar essa dor dentro de si. não consegue viver com o que fez momento enquanto não instalar dentro de si a paz que ele jogou fora. Encarnação é feita, arranja-se com os membros envolvidos no processo de desequilíbrio da paz e se faz a nova encarnação. Descem os envolvidos. Os papéis não importa. Pode ser marido mulher, pode ser irmãos, pode ser filhos difíceis, podem ser pais difíceis, mães difíceis, não importa. Mas teremos os
z a nova encarnação. Descem os envolvidos. Os papéis não importa. Pode ser marido mulher, pode ser irmãos, pode ser filhos difíceis, podem ser pais difíceis, mães difíceis, não importa. Mas teremos os companheiros difíceis que vamos transformar com a compreensão, com Jesus esta palavra difícil em desafio. Vamos ser desafiados na nossa paciência quando aquele irmão tá nos cobrando o que nós devemos para ele. Ele não tá fazendo nada mais do que pedir o que lhe é direito. E ele faz isso de forma irritada, de forma, vamos dizer assim, ansiosa. Quer tudo para ontem. Se é uma mãe, chora na calada da noite, mas não abandona. Se é um filho, fica ao lado dele em todos os momentos, comquanto o coração esteja retalhado, como uma gilete, cortando por aquelas agressões que o filho problema está lhe impondo. Mas se essa mãe, se essa mãe compreende o evangelho, compreende que não é agredindo ou devolvendo a ofensa, mesmo em pensamento, que com quanto não fizesse fisicamente, articulando palavras, mas mesmo no pensamento, se ela compreende que não é esse o caminho, ela busca o amparo no meio comum a qualquer um de nós na terra, na prece. Ela recolhe do mais alto as forças que essa mãe, supondo ser essa pessoa que nós colocamos aqui na história, que ela não tem em si mesma, ela não detém essas forças porque ainda não tem recursos próprios na alma. E nesse momento ela, sem entender como, aure novas energias, limpa as lágrimas, põe a cabeça no travesseiro e dorme em paz. Obrigado, Senhor. Mais um dia de novos desafios. O filho terá o mesmo comportamento e ela abrirá de novo nos recursos do mais alto o seus movimentos próprios para que ela pouco a pouco vá diminuindo as agressões pela sua posição evangélica diante do filho que ainda não acordou para que pudesse perceber que não é assim que se recebe o pagamento da ofensa. Ele também terá que se resolver consigo mesmo. Mas essa mãe que estava no mundo espiritual com dores inomináveis está começando a experimentar paz a despeito do filho
se recebe o pagamento da ofensa. Ele também terá que se resolver consigo mesmo. Mas essa mãe que estava no mundo espiritual com dores inomináveis está começando a experimentar paz a despeito do filho agressivo que ainda a seca. Passam-se os anos, mais anos, o filho torna-se adulto, cumpre a sua vida, mas ainda não está resolvido o problema. E ela ainda tem aquele filho que ainda tem um olhar que não é aquele olhar amoroso com quanto respeitoso já nesta fase adulta da vida. Mas se ela persistiu um tanto mais no caminho que Jesus nos ensinou de perdão, de servir, de fazer tudo que está ao limite das nossas forças em providência para o próximo, e esse próximo mais próximo é o filho problema. Ela vai pouco a pouco fazendo com que ele perceba a mãe maravilhosa que sempre teve e nunca tinha se dado conta. Chega um momento que é um ponto de inflexão na vida do outro que a mãe silenciosa com suas atitudes conseguiu transformar. E daquele momento em diante, idosa vai ser amparada pelo filho carinhoso que outrora fora um filho avaçalador nas relações com ela. E essa família entra pro decrépito da mãe que vai voltar pro mundo espiritual completamente oposta daquela pessoa que começou a jornada anterior. Isto é justiça divina com o evangelho, com a misericórdia, trazendo a reparação de forma sutil, de forma parecida, longa, porque fui quase uma encarnação inteira para que houvesse essa reconciliação de almas em definitivo. Essa mãe mostra-nos que é possível nas relações da família conseguir estabelecer de novo a paz que perderamos. E o Marx vai falando e nos levando para um campo emocional que vai mexendo conosco, com os nossos sentimentos. Vamos seguindo aqui pra gente eh ainda aproveitar esse texto de Emanuel, que é muito rico. Eu quero aproveitar aqui paraa minha amiga Joselma e antes da pergunta trazer o seguinte trecho que está no texto: "Todos somos capazes de fazer o melhor, porquanto pelas tentações e provas de hoje, podemos avaliar o ponto de trabalho em que a vida nos impele a sanar os erros do
seguinte trecho que está no texto: "Todos somos capazes de fazer o melhor, porquanto pelas tentações e provas de hoje, podemos avaliar o ponto de trabalho em que a vida nos impele a sanar os erros do passado, clareando o futuro. Perfeição é meta. E aqui, José, tô vou trazer para você a questão como correlacionar, sanar os erros do passado, clareando o futuro. A perfeição é meta se todos nós estamos mergulhados no esquecimento do passado. Como fazer essa relação? O que é que você nos diz? O que é que você nos esclarece sobre esse tema? Pois é, sanar os erros do passado, eh, ignorando tudo o que fizemos. É uma bênção divina não nos lembrarmos com clareza o que fizemos, porque senão a gente ficaria tão envergonhado diante de alguém que a gente tivesse tido uma atitude no passado de agressividade, de violência, de desrespeito. Como olhar para essa pessoa hoje que nos olha com carinho, com com com benevolência? Como é que a gente conseguiria olhar para essa pessoa? Então, o esquecimento é uma bênção. Mas e como é que eu vou fazer para corrigir o que eu errei se eu não sei o que eu fiz? Exatamente. Fazendo tudo o que nos for possível com dedicação, com respeito e com amor, com humildade. Se certamente a doutrina espírita nos ensina que tudo tem uma razão de ser. E onde nós estamos, estamos por uma razão. E isso não é por fatalismo, como muita gente pode acreditar. Deus quer assim, assim seja. Deus não quer a nossa dor, o nosso sofrimento. Ele quer a nossa libertação para a luz. Então ele ele permite que nós tenhamos a oportunidade pela experiência do passado, pelo conhecimento que vamos adquirindo, nós vamos aprendendo a cumprir as leis divinas com naturalidade, sem sermos forçados, sem haver aquela pressão, eu tenho que fazer isso para ganhar o reino dos céus. Não vale assim, não vale, não é? Tem que ser com naturalidade. Eu preciso amar. E aí entra Jesus. Fazei ao outro aquilo que gostariais que o outro te fizesse. Como é que eu gostaria que o outro convivesse comigo? Então, eu
le, não é? Tem que ser com naturalidade. Eu preciso amar. E aí entra Jesus. Fazei ao outro aquilo que gostariais que o outro te fizesse. Como é que eu gostaria que o outro convivesse comigo? Então, eu vou fazer o mesmo com ele, eu vou respeitá-lo, eu vou eh entender a sua dificuldade, eu vou ser solidário, solidária na sua dor. Isso não quer dizer que eu vou me acumplicar com ele nos seus equívocos, mas eu vou compreender os seus equívocos e tentar caminhar eh ajudando-o a ficar de pé. Então é muito bonito isso, porque o esforço é de cada um e é no limite de cada um. É outra coisa linda. É aquele que dá conta de fazer mais, faça mais. Mas aquele que ainda tem seus limites, que ele faça do mesmo jeito nos limites que tem. Não existe um padrão em que todos temos que chegar na reta final, naquele momento, na mesma postura. Cada um tem o seu ritmo, tem o seu caminhar de acordo com a sua história e tem o seu esforço próprio. Então, eh eh alcançar esse conserto dos desacertos que cometemos no passado, nós só vamos conseguir eh não tem outro jeito, não tem outra palavra, não é amando. amando no ritmo que a gente dá conta, na profundidade que nos é possível, não é? Às vezes para nós, diante de alguma pessoa, o amar ainda é muito limitado. É ficar em silêncio, é não agredir, é ouvi-la com atenção, é orar por ela, né? Até que vai chegar o momento em que você consegue externar de forma mais profunda esse amor. Eh, tem um ritmo, tem um tempo, mas o que não pode é parar. À medida que a gente eh eh assumiu eh uma uma situação, uma posição, nós precisamos caminhar diante dela. Pegando o exemplo do Marx, quando ele diz do filho problema, não é? Um dia o amigo espiritual disse assim, eh, de uma maneira muito discreta: "Pois é, para cada filho problema, um pai, uma mãe solução, porque todo problema tem solução." E nós às vezes questionamos: "Mas que filho difícil é esse que veio para aqui? Mas que irmão complicado é esse na minha família?" É porque nós temos a possibilidade de ser solução.
blema tem solução." E nós às vezes questionamos: "Mas que filho difícil é esse que veio para aqui? Mas que irmão complicado é esse na minha família?" É porque nós temos a possibilidade de ser solução. Não solução 100%. Às vezes é a solução que põe a chave na porta para ele adentrar e na próxima encarnação ele já vai vir de outra forma. Tem que ter paciência. Paciência com o tempo, paciência com as situações, mas para cada problema que se nos apresenta, existe uma solução e ao nosso alcance que nos é oferecida a partir do momento em que nós temos consciência, consciência que o objetivo maior de todos nós é a luz. Então é preciso caminhar. É, eu agradeço a Deus a bênção do esquecimento e do ignorar o que a gente fez. Eu fico imaginando pelas tarefas que me oferecem, eu falo: "Meu Jesus, o que que será que eu aprontei lá atrás?" Não é? Então eu agradeço não saber porque não vai acrescentar muito. Pelo contrário, pode até me constranger, né? Como é que eu estou falando para esse povo aqui agora de amor, de tolerância, de perdão se no passado, de alguma forma eu os liderei para cometer desatinos junto comigo? Eu não ia ter condição, eu não ia olhar para vocês. Então é bom. Eu não sei. Aí eu acho bonitinho, vem um faz cara, ai que bonitinha. E eu vou caminhando por aí, né? consertando os desacertos que eu cometi. É uma bênção. É uma bênção. Mas nós não podemos perder tempo, gente. É preciso, é preciso agir. É preciso sair desse ponto zero em que muitas vezes um ponto de acomodação que muitas vezes nós nos colocamos. Vamos olhar, pelo menos olhar pro outro com amor, isso já é muito, com respeito, com dignidade, estendendo a mão e caminhando junto. Eu acho que é por aí. Obrigada. Então, vamos seguindo aqui na nossa roda de conversa. Eu vou perguntar pro Godinho agora, me inspirando lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 4ro, a reencarnação é um castigo e somente os espíritos culpados sofrem a reencarnação? Não. Primeiro porque o objetivo da reencarnação é a expiação. Mas não só
ngelho Segundo Espiritismo, no capítulo 4ro, a reencarnação é um castigo e somente os espíritos culpados sofrem a reencarnação? Não. Primeiro porque o objetivo da reencarnação é a expiação. Mas não só isso, também missão. Porque eu posso reencarnar com uma missão, a cumprir ou a completar uma missão que eu não completei no passado. Mas o objetivo é daquele que é renitente, aquele que se equivoca perante as leis divinas e o pai dá oportunidade de repetição para poder aperfeiçoar esse intelecto moralmente. Então, todos nós quando estamos neste processo que antecede a reencarnação, não devemos esquecer que há um planejamento divino dedicado exclusivamente a cada um de nós. É um planejamento cuidadoso, amoroso, misericordioso, que nos dá fartos que nós podemos carregar. Aqui foi dito, né, pelo Marx, que a gente naquele momento a gente quer resolver tudo de uma vez e pede o que a gente não pode fazer. Aí os benfeitores vêm, diz: "Olha, você só pode carregar 50 kg, você tá pedindo 100, então nós vamos lhe dar nem 50, vamos dar 45 para você ficar um pouquinho mais leve. Se você conseguir os 45, talvez a gente deu uma moratória e você possa chegar até com 55. Por isso que todos nós, quando neste planejamento ele é preparado e quando temos a possibilidade de tomar conhecimento, porque nem sempre, dependendo do nosso estado, nós não conhecemos esse planejamento, mas quem o faz de acordo com a lei divina para nos dar o necessário. Nós estamos diante de uma oportunidade bem dita, bem planejada, bem dedicada para nos colocar diante de todas as oportunidades que nós necessitamos para o nosso aperfeiçoamento intelecto, moral. Então, tudo que acontece tá dentro desse planejamento. E é natural que nós, tendo consciência de que isto existe, temos um dever. E este dever, lembrando mais uma vez Ismael, nós já sabemos, nós temos que divulgar o evangelho. Agora, como é que eu vou divulgar o evangelho? Fazendo proselitismo, botando um caminhão pela rua, falando de Jesus. Se nós vamos falar dele, temos que
já sabemos, nós temos que divulgar o evangelho. Agora, como é que eu vou divulgar o evangelho? Fazendo proselitismo, botando um caminhão pela rua, falando de Jesus. Se nós vamos falar dele, temos que lembrar dele. Ele tudo que falou, ele fez. Então, nós temos que falar e fazer. Estamos diante de momento de se sina ou não. É um momento nas nossas existências ímpar. este que nós estamos vivendo nesse período de transição. Então, se temos que divulgar o evangelho, ele também disse como, porque ele disse assim: "Esteja debaixo desse pá trinitário, que é a bandeira do amor que ele decodificou, criador da lei, o exemplo mais perfeito da lei e a lei em sinergia." No Dr. Bezerra, ele diz que a expressão da primeira revelação, Moisés, da segunda Jesus, da terceira o espiritismo fora da caridade no a salvação. E quando nós estamos debaixo desta bandeira de amor, qual é o nosso papel? Porque as nossas atitudes até então foram atitudes más e nós temos que regenerá-las para transformar em atitudes de amor. E a atitude de amor debaixo dessa bandeira começa com benevolência. E nos diz o Evangelho segundo o Espiritismo, que quem é benevolente, quem pratica benevolência, ele tem que exercitar a maçuetude e a doçura. É um momento de abrandamento dos nossos costumes, porque nós não somos nem doces nem brandos. Mas a prática da caridade no momento da benevolência faz nos exercitar esta mansetude. Sermos brandos, sermos dóceis, criar este ambiente de fraternidade que se estende além dos laços sanguíneos, formando esta verdadeira família, que é a família ligada pelos laços espirituais. nesse ensejo de uma nova era, de criarmos um ambiente de fraternidade universal. OK. Muito bem. E aí nós vamos seguir aqui com o nosso Marcos. Eu acabei de conferir o horário. Nós estamos quase no horário do intervalo, mas dá tempo você responder. Max, acredito que sobre esse tema da reencarnação, nós não poderíamos finalizar esse primeiro momento sem citar Jesus e a conversa com Nicodemos. o necessário nascer novo para ver o
po você responder. Max, acredito que sobre esse tema da reencarnação, nós não poderíamos finalizar esse primeiro momento sem citar Jesus e a conversa com Nicodemos. o necessário nascer novo para ver o reino dos céus. O que que você tem a nos dizer sobre essa importante passagem de Jesus com Nicodemos? A época de Jesus, ele tinha muita coisa para dizer, mas nós não suportaríamos como ele mesmo disse. E ele precisaria mandar um consolador para que depois nos fizesse relembrar o que havíamos esquecido e poder saber aquilo que ainda não podíamos aquela época. Você não vai encontrar em lugar algum do evangelho o nome reencarnação. Algumas pessoas que atacam o espiritismo dizendo: "Na Bíblia não tem a palavra reencarnação. Não pode ter. Ela só apareceu no léxico humano muito tempo depois. Então se houver a palavra reencarnação no evangelho, alguém fez alguma coisa errada. Mas o fato reencarnatório está no evangelho. É só você procurar. Quem tem olhos de ver acha nessa conversa com Nicodemos, que é uma conversa especial, extremamente especial, porque era um doutor da lei e ele não era antagônico a Jesus com quanto o procurasse à noite, porque o cargo, a posição social muitas vezes nos impede de procurar durante o dia porque nos exporíamos diante daquele Ele que os tutelares da época consideravam algo que não deveria ser aceito, um revolucionário que deveria ser assassinado, revolucionário do amor. E quando ele travou esse contato com o divino Senhor, nosso mestre amado Jesus, ele não conseguiu compreender as palavras de Jesus. Como eu posso nascer de novo entrando no ventre da minha mãe, que já é velha e eu adulto? Uma pergunta que Jesus, uma orientação que Jesus fez e uma pergunta de infância, de alguém que tá na infância da compreensão, que que precisou acontecer? Jesus não poderia dizer mais do que aquilo, porque ele não assimilaria, seria a lição perdida. E Jesus reservou para que o Espiritismo viesse depois e trouxesse de forma expressiva a clareza. Quando você vai buscar a
a dizer mais do que aquilo, porque ele não assimilaria, seria a lição perdida. E Jesus reservou para que o Espiritismo viesse depois e trouxesse de forma expressiva a clareza. Quando você vai buscar a encarnação nos nossos irmãos orientais, você vai encontrar lá, mas você não vai encontrar lá da forma como nós temos o espiritismo. O processo reencarnatório é o mesmo. A compreensão não. Se fosse assim, se a compreensão fosse tal como é hoje no espiritismo, ainda não teria aquelas classes que a gente conhece. Quando você nasce numa faixa, você vai permanecer nela. Isso. Os as bases milenares que eles vêm seguindo, ainda que tenha melhorado muito. O espiritismo é libertador. O Espiritismo dá a você a tranquilidade de conduzir sua vida, porque ele te mostra pela razão o que de fato é. Então, quando a gente faz com que a razão participe das nossas elaborações íntimas, a gente passa não mais crer na reencarnação. Passamos para um outro estágio, sabemos a reencarnação e com todo o respeito aos que creem que já é um avanço para quem não crê em nada. Mas quem crê pode descrer, mas quem sabe nunca deixará de saber. São os tesouros que a traça não corrói, que o ladrão não mina e nem roubam, que nós carregamos conosco quando voltamos para lá e trazemos para nós quando voltamos para cá na forma de tendências, vocações. O esquecimento do passado não se apaga completamente. As tendências, as vocações dizem de quem você é. Como disse o Goldinho agora a pouco, não é necessário que saibamos quem formos. Basta sabermos quem somos. Isso dirá de nós. Então, a reencarnação foi semeada naquela conversa inouvidável, travada numa noite entre Jesus e um mestre da lei que ainda não compreendia das coisas do espírito e coube ao espiritismo trazer isso de forma racional, dando-nos um poder inominável que se chama fé raciocinada. Você sabe, você não crie mais. Isso faz toda a diferença no como você delineia sua vida a partir de então. Então, bendito seja Allan Kardec, bendito seja Jesus Cristo por nos colocar nas mãos, nos
da. Você sabe, você não crie mais. Isso faz toda a diferença no como você delineia sua vida a partir de então. Então, bendito seja Allan Kardec, bendito seja Jesus Cristo por nos colocar nas mãos, nos dias presentes, esse recurso tão poderoso de transformação de vidas. Muito obrigado, >> Giselma Magodinho. Querem se pronunciar sobre essa sentença de Jesus? >> Quer se pronunciar sobre essa sentença de Jesus, o nascer de novo? Tá aí do lado. >> Não, apenas dizer, em outras palavras, o que o Marx acabou de dizer. O evangelho trouxe as verdades, o espiritismo as interpreta. Então, hoje nós temos de forma clara e direta todas as explicações das alegorias, das parábolas, de tudo aquilo que ficou sobre um véu ao longo dos milênios. Porque Jesus é paciente, ele jamais deixou de dizê-las. Apenas ele colocou um véu contando história para crianças que a época podiam entender as histórias e que hoje menos criança, mas na maioria ainda criança, já podemos entender a luz da ciência que subsidia o entendimento. Este evangelho de Jesus que é a luz em nossas vidas, é o roteiro e que nos dá essa fortaleza de prosseguir confiantes nos momentos que o Pai coloca como oportunidade. Dizem difíceis, mas eu não sei se são difíceis, porque quem tem a solução para os problemas não tem dificuldade. é só agir em conformidade com a solução. É difícil para quem não tem a solução ainda, mas ela já está na face da terra e nós a temos porque hoje nós já temos uma fé que não é crença. E eu gostaria de ressaltar que fé ela é humana e divina. A fé humana é muito frágil, ela te tubeia, mas a fé divina é a divina clareza da certeza. Eu vou repetir. A fé divina é a divina clareza da certeza. E nós espíritas temos esta divina clareza da certeza, porque o espiritismo hoje com a fé assinada nos conduz à compreensão desta clareza que é o futuro que nos aguarda deste reino divino que é a obra divina nos nossos corações. OK. Não ia falar não. E mas rapidinho, eh, quando se fala no nascer de novo, no aspecto da reencarnação,
reza que é o futuro que nos aguarda deste reino divino que é a obra divina nos nossos corações. OK. Não ia falar não. E mas rapidinho, eh, quando se fala no nascer de novo, no aspecto da reencarnação, a doutrina espírita, a luz do evangelho, que ela é a revivesência do evangelho de Jesus, nos ensina uma coisa muito importante, renascer de novo a cada dia que conhecemos a doutrina, um pouco mais e nos conhecemos um pouco mais a gente sair daquele ponto que muitos de nós já afirmamos algumas vezes: "Eu sou assim, eu nasci assim, eu sou assim, minhas atitudes são essas". A doutrina espírita nos mostra que é possível mudar, que é possível nascer de novo no dia seguinte, na semana seguinte, não ter vergonha de mudar um comportamento para melhor, na medida que temos a convicção que ali é o caminho mais acertado. Bom, então, para quem chegou ao longo desse trabalho, nós apresentamos aqui as relações entre reencarnação, justiça divina e saúde, reencarnação, justiça divina e posses materiais, reencarnação, justiça divina e relações familiares. Exploramos por fim essa sentença de Jesus sobre o nascer de novo para alcançar o reino dos céus. E concluímos agora com essa fala da Joselma, que fez esse destaque, o nascer de novo a cada dia, que é para nós muito importante essa oportunidade de a cada dia alcançar o reino dos céus pelos recursos da misericórdia divina infinitos ao nosso dispor. Nós vamos ao nosso intervalo de meia hora. Na sequência nós voltaremos com as perguntas do público aqui presente no Centro de Convenções Divira Franco e com as perguntas dos nossos internautas que nos acompanham nessa manhã pelo canal da União Espírita de Vitória da Conquista no YouTube e pelo canal da Mansão do Caminho Web Rádio Fraternidade também no YouTube. Vamos ao intervalo. Estamos muito felizes porque recebemos muitas questões, tanto dos internautas quanto de quem está aqui. Então, as reflexões que trouxemos no primeiro momento suscitaram perguntas, o que é muito bom e e é o objetivo da roda
porque recebemos muitas questões, tanto dos internautas quanto de quem está aqui. Então, as reflexões que trouxemos no primeiro momento suscitaram perguntas, o que é muito bom e e é o objetivo da roda de conversa. Então, vou começar agora com o nosso eh Goldinho, né? Vamos começar de lá para cá. E, Goldinho, são duas perguntas em uma só. Vou fazer já esse combo para você. E a a o primeiro item da pergunta é o seguinte: pode um ente querido reencarnar novamente na mesma família em pouco tempo após a morte? Parte um da pergunta. Parte dois. Tomando conhecimento que esse ente querido, né, volta na condição de neto, os avós percebendo ali um risco na condução da educação dessa criança, podem, devem interferir ou não lhes cabe esse papel? Muito bem. Primeiro, a questão de tempo de retorno é algo que a gente pode afirmar. A gente sabe que ele é variável e a espiritualidade sabe perfeitamente o tempo que é necessário. Nós tivemos certa feita, alguns espíritos em uma reunião mediúnica que foram atendidos e a espiritualidade falou que eram crianças de guerras. que sofreram bastante eh diversos tipos de pressões e que elas iriam reencarnar quase que de imediato. Elas iriam chegar no plano espiritual, passar um tempo de preparação e retornar. Mas também tem alguns que leva 100 anos, 200. Então esse tempo a gente não pode dizer se retorna de imediato ou não dentro do meio familiar que normalmente às vezes nós identificamos. Quando nós identificamos que ali está um ente querido ou mesmo nós sabendo de uma existência anterior, devemos ter muito cuidado, porque essas lembranças t o lado bom, mas tem um certo perigo. Porque ao saber que na existência anterior eu fui José e como José esse comportamento me é conhecido, eu posso talvez esquecer temporariamente ou durante um tempo a personalidade atual e aquela personalidade anterior ela ter uma evidência maior nesse momento. Por isso que o esquecimento do passado é uma bênção. E se as coisas acontecem de forma natural, sabermos ou chegar até nós o
e aquela personalidade anterior ela ter uma evidência maior nesse momento. Por isso que o esquecimento do passado é uma bênção. E se as coisas acontecem de forma natural, sabermos ou chegar até nós o conhecimento da existência de um ente querido nosso, de quem quer que seja, é porque veio de forma natural e própria com um objetivo para que nós tomássemos conhecimento. Então, como espíritas, sabedores que a família ligada pelos laços sanguíneo, ela tem propósitos e ela é uma família temporária, porque a verdadeira é que nós construímos através dela. Porque se eu casei, tive dois filhos, meus filhos não tiveram filhos. Quando eu desencarnei e os filhos desencarnaram, família acabou. Mas nós estreitamos laços que estas experiências veio nos proporcionar. Então, se na família nós temos um neto, alguém, um filho, que a gente identifica ou que às vezes eles mesmos trazem, porque hoje é comum até para despertar a humanidade, no meu entendimento, muitas crianças dizerem o que foram no passado para trazer a chacoalhando a humanidade para esta realidade da imortalidade e da reencarnação. Então, se assim diz e a gente verifica, é o cuidado que nós devemos ter para que nós possamos diante daquele ente querido, pode trazer algum problema, ser um desafio, mas a solução já existe porque nós já sabemos como nos comportarmos. aproveitar aqueles momentos da existência com este espírito para que nós possamos assim realizar o propósito a que nós nos compromissamos. Porque todos nós, como falamos anteriormente, temos de forma dedicada um planejamento, não só individual, mas como coletivo. A família, ela antes se reunir no plano espiritual, nós vamos nascer, tudo bem, eu vou primeiro, Joselma vai depois. Só que eu e Joselma aqui assumimos compromisso. Ó, Joselma, agora é o seguinte, eu vou nascer como mulher, você vai nascer como homem, você vai ser meu esposo. Agora nós temos aqui dois que vão nascer conosco depois, depois da nossa conjugação. Seram filhos nossos. Um deles vai ser muito
ascer como mulher, você vai nascer como homem, você vai ser meu esposo. Agora nós temos aqui dois que vão nascer conosco depois, depois da nossa conjugação. Seram filhos nossos. Um deles vai ser muito inteligente, mas o outro a gente está vendo que tá reunido conosco agora aqui no plano espiritual, porque ele foi trazido das regiões sombrias para acertarmos esse planejamento, mas ele não é dessa região. E aí a gente se propõe, um nasce, o outro nasce, a gente esquece, o tempo passa, né? as coisas vão passando e de repente a gente tem a evidência de que um dos dois é um desses espíritos que o passado. Então, com o conhecimento da doutrina, nós devemos ter o conhecimento, mas procurar olhar o futuro. O lar é o primeiro educandário nosso. É no lar que nós evangelizamos, não é na casa espírita. A casa espírita nos ajuda, porque no lá são 24 horas, próximo próximo do outro. Na casa espírita é 2 horas por semana, no máximo três, que os evangelizadores vão nos ajudar e eles vão ver no ambiente diferente os mesmos princípios, mas a evangelização é no lar. Então, nós estamos diante de uma escola de mão dupla que quando o filho nasce os pais passam a ter comportamento um pouco diferente, porque agora tem um terceiro que aquilo que a gente faz serve para ele de exemplo. E a gente começa também a ter até mudar o comportamento na vida de relação, não é? Antes não tinha ninguém. Aí eu dizia para Joséba, ô Joséba dizia para mim nessa eh nessa ficção que eu tô colocando aqui. Aí José puxava minha orelha, pá, mas você fez isso de errado. Com filho, José não vai fazer mais isso assim. Lá no cantinho ela chegou a Godil, você naquele momento agiu dessa forma, eu desperto. Mas o filho tá aprendendo aqui uma vida de fraternidade, de relação, de amor, de respeito, não é? Então, se nós temos essa oportunidade de ter alguém que sabe ou que nos traz a informação, vamos usar os recursos que a doutrina nos dá para que nós possamos assim educá-lo devidamente e dar-lhe o caminho correto que é a luz do evangelho de Jesus hoje
que sabe ou que nos traz a informação, vamos usar os recursos que a doutrina nos dá para que nós possamos assim educá-lo devidamente e dar-lhe o caminho correto que é a luz do evangelho de Jesus hoje esclarecido pelo Espiritismo. >> OK. Muito bem. E aí eu vou inverter aqui e passar pro Max agora que tem uma pergunta dirigida aqui para ele. Passa só aqui, José Marx, nós temos uma pergunta que veio diretamente para você e o nosso amigo eh quer saber de você como interpretar a reencarnação aos olhos da ciência contemporânea que ainda está imersa no paradigma materialista. Desculpa, eu tô pedindo amparo lá em cima para me ajudar. >> Olha, mas veio com nome sobrenome endereço, viu? >> Viu? Ainda tem com endereço. Meu Deus. Bom, esse é um campo que não é recente. Se você voltar na Grécia antiga, o nome reencarnação era chamado de palingenesia, tratado pela ciência daquela época. Em momentos da história, a reencarnação tem sido objeto, ainda controverso, é certo, entre alguns membros da academia. Por exemplo, quando estávamos na UnB, nós queríamos falar desse assunto e fazíamos algumas reuniões às vezes que nós não chamávamos de espíritas, mas de conversar sobre o assunto comquanto não fosse ligado direto à área que nós atuávamos. E você vê que tinha gente que se afinizava sem ter religião alguma e tinha gente que repelia. Porque há ainda a distrito, à nossa personalidade alguns preconceitos que passam de reencarnação para reencarnação e são reforçados pelos meios onde tem nascido um determinado espírito e romper com isso demanda tempo. Então o caminho da ciência mostrando uma lógica tem sido tentado. Nós tivemos Gabriel Delane, que trouxe de forma científica nas suas obras a maneira de ver a reencarnação como ciência. Então, sim, a ciência vai chegar lá, mas a ciência ainda, nós precisamos deixar muito claro isso, a ciência ainda não chancelou o espírito. A ciência ainda não reconhece Deus. Todas as atividades científicas deste planeta ainda se prendem aos assuntos vinculados
precisamos deixar muito claro isso, a ciência ainda não chancelou o espírito. A ciência ainda não reconhece Deus. Todas as atividades científicas deste planeta ainda se prendem aos assuntos vinculados à matéria. Não tem, apesar de se chamar psicologia, trata da psiquê, a compreensão de que existe um espírito nos processos da psiquê que se estuda na psicologia. Não estamos aqui, por favor, desmerecendo de modo algum a psicologia ou qualquer outra área do conhecimento. Nós estamos dizendo que o nível de profundidade que a ciência conseguiu alcançar ainda não é suficiente para demonstrar a reencarnação sem margem de dúvidas. Porque para você demonstrar a reencarnação, você precisa demonstrar para a existência do espírito, porque não há reencarnação se não tiver o ser. a ser reencarnado e a ciência ainda não aceita o espírito. E dependendo de onde você transite dentro da academia, você vai encontrar muitos inimigos porque são afrontosos nesse quesito reencarnação. Então, temos que dar tempo ao tempo. Nós já estamos percebendo na academia a chegada na área da medicina, como por exemplo, teses, dissertações, como cadeiras que estão sendo colocadas em certas universidades que tratam de espiritualidade, mas ainda não tratam do espírito. E quando a academia, avançando um pouco mais, conseguir reconhecer a existência do espírito, nós teremos na história deste planeta uma revolução. Não mais será necessário que o meio religioso venha estatuir a realidade da reencarnação. Será pelos meios científicos que se comprovará de maneira inequívoca o processo reencarnatório. Porque a despeito da ignorância daqueles que ainda não conseguem compreender essa lei, ela é uma lei e ela funciona apesar de você. Você sabendo se não como conhecedor da reencarnação, você tendo a ignorância ou tendo se tendo o seu conhecimento, não importa, você vai reencarnar e vai desencarnar. Quantos são aqueles que desencarnam, chegam do lado de lá e se reconhecem vivos. E é uma surpresa enorme. Quantos esperariam aquele sono eterno e
o, não importa, você vai reencarnar e vai desencarnar. Quantos são aqueles que desencarnam, chegam do lado de lá e se reconhecem vivos. E é uma surpresa enorme. Quantos esperariam aquele sono eterno e encontram-se acordados do lado de lá? Então esse processo ele demanda tempo. E nós precisamos lembrar com o nosso querido Dr. Bezerra de Menezes. Deus não violenta consciências. Há tempo de plantar e há tempo de colher. Então, nós temos que ter, sem afetação das ações, nós temos que ter paciência. Saber esperar é uma virtude, mas o saber esperar de forma ativa, nós, os espíritas vamos falar da reencarnação toda vez que fomos suscitados e vamos explicar o nosso modo e com campo científico, porque você vai encontrar no espiritismo muitas pessoas que são da academia e vão utilizar métodos da academia para poder explicar a reencarnação. Então, tenhamos muita tranquilidade, muita serenidade. Jesus esperou 18 séculos para descer o consolador entre nós. Por quê? Porque existe um fenômeno chamado maturação do psiquismo. Nós vamos maturando o espiquismo de encarnação a encarnação. Há 18 séculos, quando estávamos na Terra, ao lado de Jesus, conseguíamos assimilar parte das lições. 18 séculos depois já conseguimos asilar um tanto mais. Mas ainda não é a lição toda. Daí a dificuldade da cristianização do mundo, como Emmanuel fala no livro consolador, que só acontecerá no terceiro século que nós estamos vivendo, terceiro milênio, desculpe-me. Então, ciência será ao seu tempo um agente própriagador da reencarnação, mas ainda não é o momento. Então vamos seguindo aqui agora com a nossa Joselma. Nós temos aqui uma pergunta sobre os autistas e a pergunta é se esses autistas com os quais convivemos hoje, com os seus olhares e percepções diferenciados, se eles estão numa existência de reparação e se essa quantidade que temos hoje, graças ao acesso a diagnósticos, aponta o rumo, o futuro da humanidade. >> Muito bem. Eh, é muito interessante. Eu só queria voltar um pouquinho antes. Eh, quando ele fala na ciência, me veio aqui
je, graças ao acesso a diagnósticos, aponta o rumo, o futuro da humanidade. >> Muito bem. Eh, é muito interessante. Eu só queria voltar um pouquinho antes. Eh, quando ele fala na ciência, me veio aqui ao coração uma coisa importante, é que a evidência dos fatos levam muitos cientistas eh a aceitarem e acreditarem. Então, não precisamos apenas esperar que o tempo passe. Eh, a própria evidência das ocorrências em situações sérias, eh, eh, eh, ela vai, eh, mudando a a forma das criaturas, desses cientistas a aceitarem. Às vezes silenciam porque eles ainda não acham um campo para, mas eles já estão aceitando pela evidência. é uma mensagem que eles chegou, alguma coisa que faz com que eles também mudem, né? Então, os nossos autistas, eh, é muito interessante porque houve uma época em que se noticiava que estavam reencarnando eh os espíritas de alta espíritos de alta luminosidade. E muitos de nós acreditamos que nós teríamos assim uma população luminosa nesta geração, com esses espíritos de alta eh evolução, de alta envergadura, que estavam retornando à Terra. E muitos retornaram, mas retornaram também espíritos que no cumprimento da lei e na oportunidade evolutiva ainda carecem de processos de educação moral e de conhecimento das leis divinas. E de tempos em tempos surgem, fico eu entendendo que é um planejamento divino, aproveitando uma determinada oportunidade ou um veio da ciência que está mais incentivado ou da pesquisa ou a oportunidade, como é agora a oportunidade em que todos nos encontramos eh convidar a a refletir e a nos posicionarmos melhor diante dos fatos, diante da nossa responsabilidade, como começou falando hoje o nosso Dr. o nosso Godinho. Então, é um momento desse, então é um momento propício também dentro do planejamento espiritual para receber um número maior de espíritos que vê certamente com determinadas características que vão promover eh eh a paciência, eh a pesquisa, o exercício de práticas que os ajudem, nos ajudem. a a lidar com lidar com aquelas
or de espíritos que vê certamente com determinadas características que vão promover eh eh a paciência, eh a pesquisa, o exercício de práticas que os ajudem, nos ajudem. a a lidar com lidar com aquelas criaturas, com as crianças e depois a gente adquir isso paraa vida, traz pra nossa própria vida. Mas afirmar que todos os espíritos eh que aí estão na condição encarnados eh como autistas, que eles sejam espíritos que trazem a notícia de um novo eh eh momento, uma nova geração que chega, é possível que a gente possa precipitar eh no planejo. nosso humilde de encarnados, a gente sempre vai com tanto zelo nas coisas e e buscando amostras de situações, eh, somando um ponto mais frágil com o mais forte. Isso a gente que é encarnado. Imagina na espiritualidade superior o que que se considera para uma era, para uma era que se aproxima e já se anuncia e já começa uma alteração, uma modificação para melhor, um passo paraa luz. Imaginem o zelo, o cuidado dos espíritos superiores para programarem a vinda desses espíritos. Então, toda essa, esse passeio que eu fiz foi para dizer o seguinte: os entre os nossos irmãos autistas existem espíritos que aceitaram essa oportunidade eh até para eles próprios. se readequarem à terra e e e forçarem a a forçar, talvez seja até uma palavra mais pesada, mas assim, eles convidarem os que estamos na terra a ter mais paciência, mais tolerância, mais criatividade para lidar com eles. Eu não tenho dúvida que nós temos entre eles espíritos eh eh já que já caminharam bastante. pela nossa convivência com alguns, a gente se curva diante da beleza e eh quando que se evidencia do processo encarnatório, mas eh eu entendo que entre eles também se encontram espíritos em um aprendizado mais intenso e que vão exigir de nós um pouco além do exercício eh da da paciência. da alegria, etc. Vai nos exigir um esforço maior, mas também vai promover eh a aproximação entre os pais, entre familiares, famílias às vezes que são, Outro dia eu conversava com uma mãe de uma das
a. da alegria, etc. Vai nos exigir um esforço maior, mas também vai promover eh a aproximação entre os pais, entre familiares, famílias às vezes que são, Outro dia eu conversava com uma mãe de uma das creches que eu sou responsável, eh uma mãe me procurava para dizer que eh como é que ela faz, porque ela está aceitando que o filho é autista. Mas os outros da família acreditam que ela tá fazendo gracinha e que ela tá incentivando um mau comportamento daquele filho. E ela diz: "Joselma, eu sou pressionada. Eu sou pressionada por familiares que acham que eu tô exagerando". Aí eu calada pensei assim: "E será que não tá?" Porque tem esse caso também. Tem mães e tem pais. E eu falo isso com todo respeito, que se acham assim que ter um autista em casa é quase que um um modelo para exposição. Ah, porque eu tenho um autista. eh corre-se o risco eh de vulgarizar a presença deles entre nós no sentido assim de dar destaque a essas a as criaturas que estão passando esse momento de experiência e enriquecendo a nossa oportunidade reencarnatória. Então, e eu fui mostrando para ela a necessidade de não se afastar dos familiares por causa do filho, mas também não perder a chance de educar o filho dentro das técnicas que estão sendo orientadas, os profissionais especializados que também estão se dedicando a encontrar recursos que vão facilitar para todos nós um convívio futuro. Então, é uma bênção ter chegado esse grupo de espíritas, eh, alguns como voluntários, outros de uma forma mais planejada pela superior, pelos espíritos superiores, que aqui estão para eh eh se eh educarem, se prepararem ainda mais e ajudar os encarnados a se educar, encarnados e desencarnados, né? Mas não os endeusemos. Não achemos assim que agora é uma oportunidade maravilhosa. Ah, eu tenho um espírito superior lá em casa ou encarnado como autista. Vamos agir com mais naturalidade, com muito respeito. A palavra chave para mim é caridade. Caridade com com não é caridade material, não é uma caridade vulgarizada, é a caridade moral. é a
mo autista. Vamos agir com mais naturalidade, com muito respeito. A palavra chave para mim é caridade. Caridade com com não é caridade material, não é uma caridade vulgarizada, é a caridade moral. é a caridade que nos leva ao respeito, que nos leva à solidariedade, a caminhar junto com juntos com aqueles espíritos e transformá-los eh eh em elementos que educam também a sociedade. Quando eu tenho uma amiga do movimento espírita no Rio, que seu filho, um dos primeiros autistas reconhecidos, conseguiu passar na universidade eh na escola de música, não é? E já se formou. E algo assim fantástico. Ele durante muito tempo foi uma referência para os pais na área do autismo, mas ela sempre agiu com uma tal grandeza que ela nunca agiu diferente com ele na casa espírita. Ele ele não era uma criatura especial, ele era um filho com uma característica. E ela conseguiu se manter na postura que a doutrina nos nos eh eh recomenda, incentiva. A postura da simplicidade, da naturalidade, da humildade, então e do conhecimento. Vamos buscar conhecimento, vamos nos especializar, vamos buscar orientações à luz da doutrina. Mas o evangelho, eu não tenho jeito de não ir ao evangelho, né? O evangelho já nos traz há muito tempo de forma antecipada o que nós precisamos fazer diante de nossos filhos, de nossos diante de nossos amores autistas. Quando Jesus traz os exemplos considerados na época milagres, eu diria milagres de amor, a firmeza, o respeito, a autoridade moral de alguém que via ocupando aquele corpo com dificuldades, com limitações. Espírito em evolução. Então, para nós espíritas, é mais uma oportunidade de trabalho, de aprendizado e de exercício da nossa naturalidade diante dos acontecimentos. Eh, amigos, eu vou quebrar um pouquinho aqui o protocolo, o que tínhamos organizado ali a Rosângela, porque como disse a José Malgo tocou o meu coração e eu queria compartilhar algumas informações a respeito da pergunta anterior que o nosso Max também respondeu sobre pesquisas científicas e
osângela, porque como disse a José Malgo tocou o meu coração e eu queria compartilhar algumas informações a respeito da pergunta anterior que o nosso Max também respondeu sobre pesquisas científicas e reencarnação. E em termos de ciência, nos dias de hoje, nós precisamos nos perguntar de que ciência estamos falando. O conceito de ciência tem mudado muito profundamente neste século, a ponto de hoje se admitir que a ciência não é mais disciplinar e sim temática. Então, o mesmo tema, ele é investigado por diferentes ciências com a contribuição de diferentes cientistas vinculados a diferentes descrições teóricas de um objeto. Isso ocorre no Brasil, ocorre no exterior. No que diz respeito à reencarnação, do ponto de vista científico, nessa visão e mais recente, nós precisamos lembrar que para que a ciência que caminha passo a passo admita a reencarnação, ela precisará admitir a existência do espírito. E nesse campo nós temos avançado, e eu diria no Brasil, com um destaque muito significativo ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião e Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, que há uma linha de pesquisa exatamente focada nesse aspecto, conjugando espiritualidade e medicina. E muito recentemente, duas das pesquisas produzidas nos diferentes níveis de pós-graduação, nesse curso eh específico que citamos, pesquisas de nível de mestrado, de doutorado e de pós-doutorado tem apontado, com muitas evidências para os critérios científicos a existência da mediunidade, a a influência, a interferência, a presença de um espírito junto ao que eles chamam de uma pessoa, um sujeito que nós chamamos um médium. E muito recentemente, duas pesquisas vindas desse núcleo ganharam destaque, uma no Brasil, outra no exterior. A no exterior ganhou o que hoje seria uma espécie de prêmio nobre na área da psiquiatria por reconhecer que o médium ostensivo ele tem uma organização genética diferente das demais pessoas comuns que somos nós. Essa pesquisa, com todo o embasamento científico, todos os protocolos
quiatria por reconhecer que o médium ostensivo ele tem uma organização genética diferente das demais pessoas comuns que somos nós. Essa pesquisa, com todo o embasamento científico, todos os protocolos respeitados, foi considerada a pesquisa do ano no campo da psiquiatria, uma pesquisa que sai dos nossos cursos de pós-graduação no Brasil, em específico esse da Federal de Juiz de Fora. E de lá também saiu uma outra pesquisa que me chamou muito atenção, essa muito mais porque tem um pouco a ver com a área com a qual eu lido, que foi sobre a importância do conceito de Deus. na vida de crianças. A pesquisadora, uma psicóloga em formação, avaliou crianças e pré-adolescentes que diziam espontaneamente acreditar em Deus e ela avaliou os níveis de saúde e de felicidade e de integração social dessas crianças. E a constatação final da pesquisa é que essas crianças elas são muito mais sociáveis do que outras. Então, só para concluir essa breve informação, qualquer pesquisa hoje que nós caminhemos a nível de de investigação científica séria nos programas de pós-graduação, nos laboratórios credenciados, elas serão de fato temáticas. Então, junto dos psiquiatras acompanhando, pesquisando os médiuns para comprovar a existência do espírito e a sua influência, lá também estão os sociólogos e outros profissionais. Então, acredito que nos próximos 10 anos nós teremos notícias muito promissoras do ponto de vista científico, ratificando, confirmando aquilo que a doutrina espírita e a ciência do século XIX nos trouxeram como evidências do espírito. E mais adiante, acho que em 100 anos, nós teremos aí uma ciência que já terá admitido que nós somos espíritos vivendo na Terra. Um pouco de otimismo para todos nós. Ainda falando sobre autismo, nós temos uma sugestão de alguém da plateia com relação ao livro Autismo, Alquimia da Mente, ambos de Hermínio Miranda. Acho que é isso. Se alguém quiser se aprofundar sobre o assunto, vamos então dando continuidade às nossas perguntas desta manhã. Agora as daqui do
utismo, Alquimia da Mente, ambos de Hermínio Miranda. Acho que é isso. Se alguém quiser se aprofundar sobre o assunto, vamos então dando continuidade às nossas perguntas desta manhã. Agora as daqui do nosso público presente. Como o espírito encarnado pode perceber quais equívocos do passado ele precisa resgatar na presente encarnação? Às vezes esse resgate não está evidente em determinadas circunstâncias. >> Esquecemos de combinar com o Godinho que essa pergunta era para ele. >> Ah, perdão. >> É muito simples pelas evidências, intenções, desejos que nós temos. E naturalmente na vida de relação, se nós fizermos a viagem que não fizemos, que é conhecer a nós mesmos, nós vamos identificando o que é que nós precisamos melhorar. Porque se fizermos uma autoanálise com isenção e com sinceridade, nós vamos verificar que ainda somos egoístas em alguns momentos, às vezes pessimistas por ausência de uma fé que nos dê uma convicção sobre o futuro. Às vezes somos aquelas pessoas ríspidas, mesmo com uma aparência de calma, porque não somos espíritos perfeitos, mas perfectíveis. E a vida de relação, ela nos dá muitos indicadores a respeito do que nós devemos fazer. Por isso que o espiritismo, como uma doutrina filosófica, ela vem nos ensinar que a vida de relação entre nós tem consequências morais. Então, se fizermos uma análise, não é, de nós mesmos, porque ainda temos uma trave e vemos o cisco no olho do outro. Então, na hora que a gente deixar de ver o outro, porque o outro problema é do outro e ninguém nasce com o propósito de melhorar o outro, nasce com o propósito de se melhorar. A vida de relação com o outro é o grande laboratório que nós precisamos. Por isso que a adversidade não é joio. A diversidade é um trigo que o criador coloca para que nós possamos neste ambiente diverso ter o aprendizado múo. Aprender, sobretudo servir e ajudar. São os três requisitos que no propósito existencial é comum a todos nós diante da peculiaridade do planejamento espiritual reencarnatório,
o ter o aprendizado múo. Aprender, sobretudo servir e ajudar. São os três requisitos que no propósito existencial é comum a todos nós diante da peculiaridade do planejamento espiritual reencarnatório, específico e dedicado a cada um de nós. Mas esses três aspectos, ajudar, aprender e servir comum a todos nós. Então, diante da vida de relação, nós estamos no laboratório perfeito para nos conhecermos e verificarmos qual o melhor caminho a tomarmos com o evangelho sendo roteiro em nossas vidas. Afastados do evangelho, nós não vamos fazer nada. Nós vamos apenas repetir o que nós já estamos acostumados a fazer há milênios, porque no passado também fomos cristãos, mas sem Jesus. Nesta encarnação, nós queremos ser cristãos com Cristo. Então isso muda muito e é por isso que nós temos que evidar esses esforços para domar a nós esse zoológico de feras. que ainda está na nossa intimidade e que a gente precisa transformar eles, né, abrandando os nossos costumes nesse período de transição, porque só irá dar a terra, como Jesus anunciou nas bemaventuranças, os brandos e mansos de corações. E nós ainda não somos. ou abrandamos os costumes durante esta existência e as demais, ou a gente vai perder esse bonde e depois como filho pródigo para retornar, só Deus sabe quando. >> Vamos combinar logo que a próxima é pro Max. OK. >> Tá combinado, Max. >> Bom dia a todos. Primeiramente, gratidão a Deus por essa roda de conversa preciosa. Por favor, uma pessoa com Asheim pode ser um problema de uma encarnação anterior? A pessoa tem 69 anos e sempre foi muito saudável. >> Eh, antes de tratar a questão, suscitou algumas algumas considerações a mais, né, com relação à ciência. Vamos lembrar, tem uma imagem, a Joséma colocou muito claro que já tem gente trabalhando, né? Mas nós não temos a chancela da ciência ainda. Você colocou vários exemplos, mas são ainda pontuais, ainda não são algo que possa considerar-se como já uma linha de pesquisa que você espalha por todas as universidades. Existe na academia, nos
nda. Você colocou vários exemplos, mas são ainda pontuais, ainda não são algo que possa considerar-se como já uma linha de pesquisa que você espalha por todas as universidades. Existe na academia, nos métodos atuais de pesquisa, a que se chama de reprodutibilidade e repetibilidade que você tem que conseguir fazer em todos os lugares onde aquele evento for suscitado para experiências. E você não dispõe de um espírito para ficar 24 horas à sua disposição em qualquer lugar. Não funciona como um ratinho ou como uma argila que você trabalha. Então isso, gente, a gente precisa tomar o cuidado de saber. A espiritualidade tá trabalhando. Tem muita gente que é daquele school, daquele hall school lá de cima que tá na academia. E a gente tem uma imagem que funciona muito bem para poder entender isso. Imagina uma rocha em que você bate o martelo nela uma vez. A rocha não quebra. Bate segunda vez, bate a terceira, a quarta, a quinta, a sexta, a sétima, oitava. Bate 90 vezes e a pedra não quebra. Aí você bate na na na centésima vez e ela espatifa. Qual foi a martelada que quebrou a rocha? A centésima. Não foram todas as marteladas juntas que vão fragilizando a estrutura da rocha para que ela então venha se partir naquele momento em que ela se tornar suscetível de fazer isso. Numa ciência nós estamos fazendo a mesma coisa. Aos poucos, mais com marteladas, persistentes, nós estamos descendo. E o Brasil como pátria do Evangelho, não é por acaso que as experiências estão nascendo muito mais aqui do que em outros países, porque isso aqui é pátria do evangelho. Nós temos responsabilidades que aceitamos antes de descer para com isso aqui. Então, tenhamos sim a tal da paciência ativa. Se você foi chamado para trabalhar no campo científico, dê o seu melhor. Esforce-se com quanto ainda seja tratado como um estranho no ninho. Mas não importe com isso. Os seguidores de Jesus são chamados de peregrinos. São aqueles que ainda são fora da caixinha da nossa realidade atual. Mas voltando, Obrigado.
ado como um estranho no ninho. Mas não importe com isso. Os seguidores de Jesus são chamados de peregrinos. São aqueles que ainda são fora da caixinha da nossa realidade atual. Mas voltando, Obrigado. Voltando à questão do Alzheimer, que a particularmente a mim mesmo tem intrigado muito, né? Porque é você apagar a memória, é a pessoa simplesmente deixar de est convivendo com você, né? Tem algumas pessoas que a gente conhece próximas que estão vivendo essa experiência e a gente sabe que é um movimento em que o espírito precisa desse tempo dele. Assim como nós falamos das crianças com autismo ou de qualquer outra situação, não importa. Qualquer uma delas são provas, são provas que devem ser obviamente observadas como tal. José colocou muito bem. Quando você tem uma pessoa dessa na sua família, ela suscita em você um reforço íntimo para lidar com ela nessas novas condições. Pensa você ter um marido, uma esposa, que depois que você conviveu com ele muito tempo, ele deixa de te conhecer. Ele não sabe quem é você. Aí você fala o nome, ele aí no dia seguinte ele já te lembra de você e você ama aquela pessoa que não sabe quem é você. Que que isso causa em você? Um estímulo ao desenvolvimento da compaixão, em que você vai ser mais do que você tem sido todos os anos antes naquele momento da vida daquela pessoa que precisa de você. Essa experiência passada a dois, a três, a quatro, não importa quantos vão se envolver, elas tocam corações recíprocamente. Aquele espírito com Alzheimer, quando tá dormindo, não tem Alzheimer. Em espírito, ele sabe tudo. Ele está impedido pelos implementos orgânicos de manifestar o seu potencial de espírito que ele não perde nunca. E é por isso que em espírito ele reconhece o trabalho que tá sendo feito em favor dele. E isso começa a ter nesse espírito que encarnado não mostra um sentimento de gratidão que vai sendo crescente, crescente, crescente até o momento em que ele terminar esta prova. Não veio por outra razão, porque não fazer uma prova de que ele, aquele espírito,
um sentimento de gratidão que vai sendo crescente, crescente, crescente até o momento em que ele terminar esta prova. Não veio por outra razão, porque não fazer uma prova de que ele, aquele espírito, precisa e você que tá convivendo com ele precisa. É a convivência e nos momentos difíceis que destacam quem são os verdadeiros afetos. Você, você vai saber quem é seu verdadeiro amigo quando você está na pior situação da sua vida. Porque daí então o que te ampara, você tá naufragando, te estende a mão, é quem você verdadeiramente sabe que tem por você uma estima que você não aquilatava antes de saber isso. E no Alzheimer, nós temos essa situação manifesta de clara posição para quem está envolvido na drama, no drama desta experiência de prova. E é por isso que eventualmente eles têm alguns, parece que luzes eles se lembram de alguma coisa e falam de forma racionais em alguns casos. E naquele momento você tem um pouquinho daquele que você tinha e que não pode ter mais pelo impedimento orgânico. Mas atenção, não pode ter mais é entre aspas, porque durante a noite nós realizamos encontros espirituais. Nós vamos ver afetos que nos reforçam para tarefa. Nós vamos pedir ajuda para continuar e vamos encontrar com o nosso cônjuge no mundo espiritual e tem com ele diálogos. O espiritismo é muito grande porque ele dá a você essas condições que te permitem fortalecer para tarefa dura, difícil, que sai imposta aos dois ou aos três ou aos quatro, sejam quantos forem. E é nessa base que o espiritismo é consolador, que o espiritismo é aquele que te dá, aquilo que o mundo de fora não te dá, porque não consegue entender a dor do sentimento que tá no coração. Selma, há no seu conhecimento alguma situação em que planejamentos sejam para que dois espíritos não tenham débitos um para com o outro e o processo reencarnatório, seja para ajuste com terceiros ou com a sociedade em si. É interessante essa colocação, porque eu dizer que conheço na minha experiência, não, eu não me lembro, mas é uma
e o processo reencarnatório, seja para ajuste com terceiros ou com a sociedade em si. É interessante essa colocação, porque eu dizer que conheço na minha experiência, não, eu não me lembro, mas é uma colocação muito possível. espíritos que são companheiros já ajustados, que tenham em si, entre si, outros compromissos, inclusive o de resgatar almas com determinado sofrimento, esses espíritos aceitarem uma proposta de virem juntos, né, virem mais próximos para facilitar esse trabalho de de resgate, de esclarecimento de almas de harmonização de criaturas em desajuste. Então, eu entendo que dentro da lógica é possível, sim, não é? Eh, mas por outro lado, eu penso que é muito difícil a gente não ter um mínimo de compromisso com o outro que tá do nosso lado. Eh, pode ser que de vivências passadas a gente ficou devendo um sorriso, por exemplo, né? Eu morro de medo das pessoas fal você sorri demais. falou: "Ó, eu prefiro sorrir do que passar de cara fechada pelas pessoas e depois lá na frente os espíritos me cobrar. Olha, você não sorriu para as pessoas?" É claro que com todo respeito, né, gente? Mas às vezes são pequenos detalhes, mas que ainda estão precisando ser ajustados. Eh, isso seria um aproveitar de planejamento. O objetivo maior seria eh trabalhar em conjunto para um resgate maior, sem impedir que pequeninas coisinhas, pequeninos ajustes entre eles eh também possam ser eh eh harmonizados para ficarem ainda mais tranquilos pro futuro. É assim que eu vejo, Godim, como não viemos juntos por acaso, separação conjugal implica em perda da oportunidade de reparação? A vida dois é uma experiência que cada um de nós temos, alguns provacionais raros são aqueles que se encontram aqui, vamos dizer assim, já de regiões felizes, mas na maioria de nós essa relação é uma relação aonde nós Estamos juntos para cumprir propósitos. Uma família, mesmo que não tenhamos filhos congênitos, às vezes nós vamos ter filhos de outras mães para que nós possamos assim educá-los. Mas essa convivência é uma convivência de
cumprir propósitos. Uma família, mesmo que não tenhamos filhos congênitos, às vezes nós vamos ter filhos de outras mães para que nós possamos assim educá-los. Mas essa convivência é uma convivência de aprendizado múo, aonde nós nos complementamos à proporção que aquele amor que no início ele se apresenta com todo o fascínio que a juventude traz e que com a convivência, com o tempo, a maturidade, ele também vai se modificando em termos da amizade, da solidificação, do respeito, não é? Porque depois aqueles que convivem 50, 60 anos juntos ou até mais, vai verificando que estas experiências são de maturidade, onde o amor ele não se reduz apenas àquele amor inicial que os jovens entre si nutriam, mas eles vão tendo pitadas, podemos dizer assim, de um tempero diferente que nós vamos construindo ao longo da existência, em especial quando a família vai nos trazendo oportunidade de reencontros com outros aí netos, bisnetos, etc. Então, não significa no mundo como nosso de provas e expiações que essa relação ela seja uma expiação, não é? Mas ela pode sim, e é uma prova aonde nós vamos acolher no lar espíritos que vão nos dar a oportunidade da expiação para eles e naturalmente para nós mesmos, porque é no lar que nós encontramos afetos e desafetos. Então, em quantos lares se encontram espíritos que no passado foram inimigos e que o amor cobre essa multidão de montanhas, para poder exemplificar de forma rápida, demorar muito, um espírito procurando o móde do passado. A espiritualidade resolveu fazer uma estratégia, fazer com que aqueleóis que estava já encarnado, ele nascesse na família, porque a mãe, ele tinha uma relação de afeto, mas o pai não. Era o algós que ele procurava para vingança e a espiritualidade fez com que ele nascesse sem conhecer o pai pelo amor com a mãe. Mas o pai no início e ele tem uma relação que não é muito boa, mas o pai muito amoroso com o filho, dar todas as condições para ele, dedica amor, ele se torna um cidadão exitoso, amoroso e ele foi mudando
o pai no início e ele tem uma relação que não é muito boa, mas o pai muito amoroso com o filho, dar todas as condições para ele, dedica amor, ele se torna um cidadão exitoso, amoroso e ele foi mudando aquele sentimento inicial que acabou e ele passou a amar o pai e o pai amou. Desencarnados, ele continuou procurando o algóis. E aí quando ele descobre que o Algóz foi o pai que tanto amou, ele começa a refletir que aquele sentimento que ele tinha antes não podia ser mais o mesmo, porque foi alguém que deu a ele o amor, não é? que ele naquela existência teve tanto, foi tão exitoso, graças ao amor daquele que era o algós. Então, nesta vida de relação em família, em casal, é esse, como eu já falei antes, é esse trigo bendito que a bondade, a misericórdia do Pai coloca nesse verdadeiro laboratório que é a existência. Quando nós nos encontramos com as características próprias de cada um, com o único propósito, que é de servir uns aos outros e nos amarmos mutuamente, conforme ele recomendou lá na última ceia aos discípulos, quando disse: "Eu vos trago um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros como eu vos amei." E depois ele vem dizer: "Eis o meu mandamento." que vos ameis uns aos outros e ainda não satisfeito. Tá registrado em João do 13 ao 15. Eu mando que vos ameis. Olha, Jesus dizer isto e nós que desejamos ser seus discípulos, só tem uma solução. Ou amamos ou vamos ficar novamente patinando nos mesmos equívocos. Nossa última, cumprimentando a todos, considerando que um planejamento reencarnatório possa não estar sendo cumprido, como auxiliar os envolvidos. Meu compadre não reconhece com com amor sua filha abandonando o lar. É missão do padrinho interceder? Devemos respeitar o distanciamento, achando que o tempo se encarrega de tudo? Ou podemos responder à luz da justiça divina por omissão? É interessante. Eh, nós vamos ver que na passagem de Jesus, no momento que ele é conduzido à crucificação, serineu, aquele sereneu, foi levado a fazer um leve no ombro dele por um
divina por omissão? É interessante. Eh, nós vamos ver que na passagem de Jesus, no momento que ele é conduzido à crucificação, serineu, aquele sereneu, foi levado a fazer um leve no ombro dele por um período. Fez um leve, deu como que uma refrescada no ombro. que carregava a cruz, mas foi devolvida. A cruz foi devolvida porque o compromisso, ainda que no nosso julgamento da nossa compreensão não merecido, o compromisso era de Jesus e não do Seriniu. Eu digo isso porque nossos amores, amigos, familiares que estão passando por situações difíceis e que nós vemos eh que o caminho que eles estão seguindo não é o melhor, nós devemos usar todas as possibilidades para ajudar a esclarecer, para ajudar a a melhorar, a harmonizar, mas nós não temos como tomar a vida do outro em nossas mãos e viver no lugar dele a os compromissos que são dele, tomar para nós de uma maneira mais efetiva a cruz que é dele, a não ser que haja uma possibilidade, um estudo, um planejamento diferenciado, mas geralmente a gente faz isso quase que por paixão. Não, deixa que eu resolvo. Nós temos muito isso na vida. Deixa que eu resolvo. E nessa de deixar que resolvo, nós tomamos, tiramos a liberdade do outro de usar sua criatividade, exercitar seus recursos íntimos e e projetar sua paciência, sua tolerância. a gente toma a chance, a gente impede que o outro evolua pela experiência menos favorável, porque a gente toma dele a chance. Então, quando eu digo isso, não quer dizer que não vamos ajudar. Nós vamos ajudar de todas as formas, inclusive a prece que tem que ser direto em favor do outro, mas a vida do outro é do outro. Eh, a gente vai dando o toque, vai ajudando, vai apoiando, mas não tomemos deles a chance de resolver o desafio que é seu, o convite que a vida tá fazendo para ele. O convite é para ele evoluir e não para nós que somos padrinhos, sogro e etc e tal. Nós chegamos então ao final com a nossa bateria de de perguntas e respostas. Eu devolvo a palavra para que vocês possam se despedir do nosso público.
o para nós que somos padrinhos, sogro e etc e tal. Nós chegamos então ao final com a nossa bateria de de perguntas e respostas. Eu devolvo a palavra para que vocês possam se despedir do nosso público. >> Bom, como eu estou com microfone, eu vou começar a me despedir agradecendo imensamente a Semana Espírita de Vitória da Conquista nessa sua 72ª edição, a oportunidade de estudo que eu tive. participando dessa roda. Sou muito agradecida aos que estão aqui presentes e aos internautas que nos acompanharam. Vou passar pro Max. >> Eh, gostaria de fazer uma sugestão pros responsáveis pelo evento para acrescentar lá na frente, né? Tá lá o nome de Valdo Franco como um centro. Escreva embaixo escola de espiritismo, >> porque o que eu tenho feito aqui é aprender o tempo todo. >> A cada vez que perguntas chegam, que assuntos são trazidos, a gente sente a presença dos nossos benfeitores nos auxiliando, fazendo com que vocês percebam coisas que não são nossas, são deles, que a gente é suprido pela bênção deles. Se vocês deixass o Max sozinho falar, vocês não deixariam voltar nunca mais aqui. Graças a Deus, eles estão aqui suprindo as deficiências e a gente tem a bênção, porque cada resposta dessa que vem tem uma elaboração íntima primeiro em quem vai falar e é o primeiro que beneficia-se do aprendizado. Por isso, muita gratidão. Amanhã nós vamos embora, mas vamos embora com coração aqui. Eu não sei como é que vai pulsar lá, né? Mas mas vai ser assim, porque a gente queria permanecer aqui mais tempo, mas não será possível. Então, gratidão pela oportunidade e, se Deus quiser, até breve. Muito bem, gente. E mas eu também quero agradecer muito. Fiquei muito honrada de estar aqui junto aos dois, a quem eu admiro e respeito muito. E Max, que eu fiquei conhecendo ontem, que eu gostei muito de estar com ele. agradecer a vocês que nos apoiaram, os que estão aqui, os que estão no virtual, a oportunidade de reflexão, a oportunidade de trazer Jesus à luz da doutrina espírita para ser eh comentado e
r com ele. agradecer a vocês que nos apoiaram, os que estão aqui, os que estão no virtual, a oportunidade de reflexão, a oportunidade de trazer Jesus à luz da doutrina espírita para ser eh comentado e refletido aqui. Isso é de uma importância ímpar, enquanto o mundo lá fora tá tão agitado, né? Vitória da conquista. O nosso Barreto traz a gente para quê? Para refletir a vida à luz da doutrina espírita, a luz do nosso mestre Jesus. Eu acho que isso precisa ser repetido mais vezes no ano, em em todas as oportunidades possíveis, para que nós possamos cada vez mais nos posicionarmos com o compromisso que assumimos na espiritualidade. Que Deus abençoe e que este trabalho prossiga sempre com essa grandeza de simplicidade e de beleza que ele tem. E a gente agradece muito a honra, a oportunidade de estar aqui. Muito obrigada, gente. Bem, eu não me vê aqui, eu vou vou falar. Quando nós entramos aqui nessa porta, aqui tem o nome de Divaldo. Do lado esquerdo, quem sobe tem um nome lá de uma sala. Elísio da Rocha Dória, talvez alguns conhecer, outros não. É um amigo espiritual e ele esteve conosco antes de nós virmos para cá na reunião de quinta-feira. Ele viveu aqui, conhece o movimento, tanto que a própria União, ele é um dos fundadores, >> Uhum. >> pediu para eu dar um recado que eu vou passar. Ele disse assim: "Dentro do possível, se for possível, avise que esta semana ela é uma extensão da casa de Ismael. Então, sintamos na casa de Ismael, que não é um templo de pedra. A casa de Ismael é a fraternidade. A casa de Ismael é um sentimento e essa semana nos traz esse sentimento de fraternidade. Muito obrigado.
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