Progressão dos Espíritos • Max Lânio Lacerda
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da VCTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. para melhor sintonizarmos com esse instante, que possamos elevar os nossos pensamentos em uma prece. Divino amigo, a nossa gratidão, Senhor, pela tua companhia bendita através de tantos que colaboram contigo nesse grande propósito de despertarmos para os verdadeiros valores da vida. E neste momento onde estamos sintonizados, almas e corações, que possamos verdadeiramente desta feita ter ouvidos para ouvir-te e guiçar, Senhor, despertar para a verdadeira vida que é vivenciar os teus ensinamentos a cada dia. Por isso, nesse momento, nós te rogamos que inspire-nos para que assim, trazendo dentro de nós talentos que possam ser desenvolvidos, possamos desta vez trabalhar contigo na redenção de nós mesmos. Que o teu amor seja a base das nossas relações. Que a tua paz esteja no nosso olhar e nosso falar. Que a tua misericórdia esteja sobre todos nós. Hoje temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão Maxlani Lacerra, direto do Distrito Federal, que hoje vai nos trazer o tema Progressão dos Espíritos. Max, sempre uma honra e uma alegria receber os nossos canais, meu amigo. Seja bem-vindo à casa mais do que sua, rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. >> Gratidão, amiga Rosângela. Gratidão ao pessoal todos, amigos de Vitória da Conquista, por esse carinho que sempre nos é ofertado em abundância e por isso nossas sinceras gratidões em todos os corações. Hoje nós vamos falar de um assunto bastante interessante, porque durante muito tempo na vida da humanidade esse assunto ficou em campo de dúvidas. Ainda que desde o Velho Testamento, os espíritos vêm tentando
vamos falar de um assunto bastante interessante, porque durante muito tempo na vida da humanidade esse assunto ficou em campo de dúvidas. Ainda que desde o Velho Testamento, os espíritos vêm tentando incutir em nossas mentes o conceito e o entendimento de uma lei que se chama lei de progresso. Nós entendemos essa lei de progresso com o espiritismo em definitivo, mas antes disso nós tivemos dificuldade para poder compreender. Por exemplo, se nós pegarmos aquela passagem lá no Velho Testamento do começo, que fomos formados a imagem e a semelhança de Deus, nós vamos encontrar muitas dúvidas. Pessoas ao longo de todo esses séculos, desde que isto foi trazido às nossas aos nossos conhecimentos, pessoas que imaginaram um Deus com a semelhança do homem, invertendo a situação, né? Nós quantas vezes nós ouvimos falar daquele velhinho de barba branca, aquela imagem tão, tão assim comum na infância de muitas pessoas durante muitos anos e não muito muito distante, pô, até agora mesmo recentemente, se você observar, ainda há algumas escolas que tá trabalham nessa linha. E o espiritismo junto com o Evangelho, junto com o Primeiro Testamento, vem ensinar que sim, nós fomos criados à imagem e a semelhança de Deus, mas o ponto que difere do entendimento anterior equivocado, do entendimento que os espíritos nos ofereceram de maneira clara, é que esse processo é um processo que se constrói. Sim, nós fomos criados com essência divina como para ser perfeitos, para ser aqueles que chegaremos ao topo da escala evolutiva. Mas isso será feito a a força do nosso movimento de melhoria íntima, a força de nosso esforço contínuo, a força das conquistas que nós precisamos fazer em nós mesmos. Em outras palavras, é como se você tivesse um mármore e a dentro daquele mármore, a escultura tá pronta, a imagem, a semelhança de Deus tá lá, compete ao escultor e retirando os excessos. E de maneira que esses excessos que estão ali naquele bloco de mármore vão definindo pouco a pouco aquela criatura íntima que tá na mente
ça de Deus tá lá, compete ao escultor e retirando os excessos. E de maneira que esses excessos que estão ali naquele bloco de mármore vão definindo pouco a pouco aquela criatura íntima que tá na mente do escultor, que vai pouco a pouco aparecendo naquela materialidade de um mármore, de uma escultura. Assim se faz no processo evolutivo. Nós vamos esculpindo-nos pouco a pouco, retirando os excessos que não se prestam para o o processo da escultura pura de nossas próprias vidas, que é a imagem e semelhança de Deus. E vamos fazendo isso ao longo de milenares movimentações de existência a existência. É um processo que se nós não tivermos essa compreensão, fica difícil de compreender. Nós sabemos que passamos por uma fase inicial, aquela fase em que nós estamos como se fosse um embrião, o princípio espiritual ainda não é espírito propriamente dito, tá naquela condição de eh formação, ainda não tem o seu psiquismo propriamente definido no sentido de um humano, mas vai pouco a pouco passando pelo reino mineral, reino vegetal, reino animal, até que ele possa aportar no reino humano, né, no reino ominal. e ali sim começar a desenvolver o psiquismo humano de maneira definitiva, que que proporcione a imagem semelhança de Deus inicial, já começa a ter a forma que um dia herdará quando tiver no movimento de atingimento do topo dessa escala. Mas os espíritos foram muito enfáticos e eles chegam a dizer-nos que é um processo que vai longe. Olha só o que a questão 540 de Unido dos Espíritos nos ensina. E disseram assim que no começo do processo os espíritos eles executam, eles são executores, eles não pensam, eles não raciocinam, eles são executores. Diz assim, eles enquanto eles se ensaiam pela vida, usa essa expressão ensaio. O que que é ensaio? Ensaio é uma preparação. Você tá se preparando para entrar em cena. É mais ou menos isso. Enquanto os espíritos se ensaiam para a vida e esse espírito é com minúsculo, antes que tenham a plena consciência de seus atos. Então não sabe o que faz, trabalham pelo movimento do
is ou menos isso. Enquanto os espíritos se ensaiam para a vida e esse espírito é com minúsculo, antes que tenham a plena consciência de seus atos. Então não sabe o que faz, trabalham pelo movimento do instinto e estejam no gozo pleno do livre arbítrio. Portanto, ainda tem só livre arbítrio moral, aliás, material. Não tem ainda o livre arbítrio moral. Esses espíritos quando estão nessa fase, eles atuam em certos fenômenos de que inconscientemente se constitui os agentes de Deus. Ou seja, tudo se ser, tudo serve na natureza, tudo se presta a algum alguma finalidade que com quanto muitas vezes não as entendamos, elas são partes de uma obra maior configurada pelo Senhor da Vida. Então você pega, por exemplo, vamos pegar um caso para poder exemplificar o que os espíritos disseram nessa parte da questão 540. Pega, por exemplo, o recife de corais. Se você olhar o recipe de corais, é um lugar lindo. Se você chegar ali, é uma ambiência formidável, extremamente surpreendente na riqueza de vida que tem ali de todos os tipos. E se você olhar, por exemplo, aquela barreira de corais propriamente de ditas, você vai ver microorganismos que às vezes são até microscópio, outros são de tamanho muito pequeno mesmo, que vão formando aquelas estruturas coletivamente ao longo de muitos e muitos anos, sem se dar conta. É o que os espíritos estão ensinando aqui. Eles não têm consciência de que estão fazendo isso, mas estão fazendo isso obedecendo. Olha a palavra, obedecendo a uma ordem superior. E esses esses espíritos, nessa fase chamada espírito é minúsculo, eles simplesmente executam. Não tem absolutamente nenhuma possibilidade de raciocinar, nenhuma possibilidade de refletir e decidir pelo A e pelo B. Portanto, observem que na fase inicial do nosso progresso como espíritos, nós atravessamos uma fase em que somos cumpridores de ordem. E atenção, aqui é um ponto fundamental, como é o instinto que prevalece no caso dos animais de complexidade maior, eles não erram. Por que que eles não erram? Porque o
que somos cumpridores de ordem. E atenção, aqui é um ponto fundamental, como é o instinto que prevalece no caso dos animais de complexidade maior, eles não erram. Por que que eles não erram? Porque o instinto, dissera eh Allan Kardec em o livro A Gênes, ele é uma espécie de inteligência, uma inteligência automatizada que funciona sem que tenha chance de erro. A gente sempre percebe que essas essas repetições elas são praticamente perfeitas. Por quê? Porque eles estão modelados para poder atingir esse resultado. Então, inconscientemente, por quê? Porque o eu ainda não aflorou. Eles não sabem o que estão fazendo. Eles são agentes de uma obra superior. Percebam, nada fica inútil no nosso planeta. Quando você vê qualquer, no nosso planeta, não, no nosso universo, em toda a imensidão da obra de Deus, tudo tem utilidade. Nós, nessa fase, como espíritos, ainda em é minúsculo, ou seja, como princípio espiritual, executamos sem saber porque fazemos, mas executamos e não erramos. Agora, disseram os espíritos, mais tarde, quando as suas inteligências estiverem desenvolvidas, porque o processo de repetição, de experiência em experiência, você vai ampliando a sua capacidade psíquica, você nessa fase de seres espíritos comandarão, comandarão e dirigirão as coisas do mundo material. Então veja, na primeira fase, sem consciência você executa simplesmente na segunda fase, quando a inteligência já se eh eh aflorou de maneira definitiva, já há um livre arbítrio moral eh conquistado nesse processo evolutivo. Esses espíritos, eles já estão numa condição de comandar, comandar e dirigir as coisas do mundo material. Ainda tá falando aqui do mundo material, não tá falando do mundo moral ainda. Como anda, por exemplo, vamos imaginar o processo civilizatório que nós conhecemos na Terra. Nós éramos seres nômades que vivíamos de caverna em caverna, muitas vezes éramos pasto para presas e éramos literalmente era extinguidos pelas pelas pelas presas que nós ainda não conseguíamos dominar. com o tempo. A inteligência foi nos
de caverna em caverna, muitas vezes éramos pasto para presas e éramos literalmente era extinguidos pelas pelas pelas presas que nós ainda não conseguíamos dominar. com o tempo. A inteligência foi nos dando ferramenta, fomos fixando moradias, fomos fomos fazendo proteções, enfim, começamos a mandar, começamos a alterar o cenário onde nós estávamos inserido como seres humanos. E pouco a pouco nós domesticamos animais. Animais que antes nos atacavam passaram a ser fiéis à nossa condução. Mas tudo isso ainda era no campo material. Isso é um avanço em relação ao anterior, porque a criança a criatura já tem consciência do que faz, já usa a inteligência, já escolhe caminho A, caminho B, tem livre arbítrio, mas ainda tá no campo material. Então é um estágio evolutivo em que o predomínio geralmente são os interesses das sensações do bem-estar material. Agora eles disseram que mais tarde, com o processo evolutivo, com a progressão que a lei natural nos impulsiona, nós somos de forma incontraídos para esse processo de crescer para Deus. Nós vamos dirigir as coisas do mundo moral. Então, quando nós começamos a desenvolver um pouco mais além da inteligência, conquistando um pouco de razão e sentimento, nós começamos a partir pelo que nós chamamos dirigir as coisas do mundo moral. E são estágios que, se você perceber, estágios que se você olhar na história evolutiva nossa, nós vamos ver dominâncias, né? Se você voltar no mundo primitivo, era só praticamente o comando material. Se você entrar no mundo de expiações e provas, você vai começar a ter aquilo que se chama início de direção do mundo moral. Ou seja, vamos ter a maturidade da sensibilidade se desenvolvendo e fazendo com que nós entendamos que há uma realidade espiritual em nós, que nós fomos feitos para sermos realmente perfeitos, como Jesus diz que perfeito era o nosso pai. E eles terminam essa questão que nós estamos aqui utilizando como nosso base de estudo. Eles dizem assim: "É assim, é assim que tudo serve". Eles disseram
como Jesus diz que perfeito era o nosso pai. E eles terminam essa questão que nós estamos aqui utilizando como nosso base de estudo. Eles dizem assim: "É assim, é assim que tudo serve". Eles disseram tudo, tudo. Uma rocha, um elemento químico, uma planta, um animal, tudo sem imaginar, tudo serve, mas tudo se encadeia. Que que é encadear? É uma sequência de elos. começa de um elo mais simples e vai se complexando paraa direção de um elo cada vez mais complexo até atingir aquilo que se chama s de perfeitos. E eles deixam declarados que esse elo começa no átomo primitivo, tudo sem cadeia na natureza desde o átomo primitivo. Gente, esse át primitivo aqui não é o hidrogênio que tem um próton e um nêutron no nosso núcleo lá. Não, não é um elemento químico mais simples da nossa tabela periódica, não é um elemento anterior a esse que nós ainda não temos definição clara na física sobre quem é esse elemento, sobre tipo de base material que era ele. O fato é que lá no princípio, antes de se formar o hidrogênio, com matéria mais simples aí do que o próprio átomo de hidrogênio, nós começamos o processo da nossa progressão como espíritos lá. Até o arcanjo, disseram eles, desde o ato primitivo até o arcanjo. Que que é o arcanjo? Para nós, com os conhecimentos que nos foram trazidos pelos espíritos, arcanjo é o ápice do nosso processo evolutivo aqui na nossa compreensão atual, ou seja, é a perfeição possível. É aquele momento em que a criatura não precisa mais de matéria para se desenvolver. Ora, se a gente perceber que tem um processo que começa no átomo primitivo e vai até o arcanjo, pensa no como psiquismo que começa sem perce ser percebido lá no núcleo, por exemplo, desse átomo e vai se tornar um psiquismo extremamente ampliado no arcanjo, você vai ver que o processo é dilatação desse psiquismo ao longo do tempo, ao longo do processo evolutivo, ao longo da imposição. da lei de causa e efeito, sucessivamente repetida para nos ensinar e da lei de progresso sucessivamente repetido para nos forçar a adiantar-nos
, ao longo do processo evolutivo, ao longo da imposição. da lei de causa e efeito, sucessivamente repetida para nos ensinar e da lei de progresso sucessivamente repetido para nos forçar a adiantar-nos na direção do pai. E eles deixam bem claro na questão 540, por isso nós estamos dando ênfase aqui, que o átom primitivo também foi o ponto inicial, esse arcanjo também começou por ele. O que você hoje vê como um anjo, como você vê hoje como um ser extremamente de luz, elevadíssimo, como um Jesus Cristo, por exemplo, que é o ser mais elevado que nós tivemos a oportunidade de conhecer nesse planeta. Os espíritos estão dizendo aqui que mesmo ele no seu processo evolutivo também começou pelo átomo primitivo. Ou seja, o psiquismo que está contido nesse átomo, nós temos que sempre parar, tem matéria e tem o psiquismo. Tem matéria e espírito. Então Deus tá no no comando de tudo, cria a matéria que cria o espírito e os dois interagem. o psiquismo humano, que hoje, né, é humano, no princípio lá no AP, era um psiquismo bem simples, mas que interagia com a matéria. E nesse processo de interação é que se vai adquirindo as experiências. É nesse processo de adquirir as experiências que o psiquismo vai dilatando, o nível de compreensão vai ampliando, como nós vimos antes. Chegamos a um estágio próximo, com certeza, do reino nos animais, em que nós apenas executamos, mas à medida que a gente vai evoluindo, a gente comanda e dirige as coisas do mundo material. Mais tarde, quando a gente desenvolver mais ainda esse psiquismo, dilatá-lo mais ainda, nós vamos comandar as coisas do mundo moral, que são pros espíritos que já estão mais elevados. Então você fala assim: "Ah, Max, mas isso aí a doutrina espírita que falou, onde é que tem suporte nisso para que a gente poder ter certeza que os espíritos estão falando algo que seja apreciável, algo que seja aceitável?" Bom, gente, não é de hoje que os espíritos tentam incutir em nossas mentes a ideia dessa lei de evolução, a ideia dessa lei de progresso, a ideia de
algo que seja apreciável, algo que seja aceitável?" Bom, gente, não é de hoje que os espíritos tentam incutir em nossas mentes a ideia dessa lei de evolução, a ideia dessa lei de progresso, a ideia de que nós fomos criados simples, mas seremos arcanjos, seremos um dia aqueles que veremos a Deus. Isso começa lá no capítulo 28 da Gênesis, no versículo 12, você vai encontrar um trecho que diz claramente sobre isso, com quanto tenha sido feito de maneira lúdica naquela época que era o que era possível compreender. Vamos lembrar que a essa época nós éramos espíritos primitivos, muito muito pobres de conhecimento. Nós tínhamos um psiquismo pouco avançado. Nessa época nós tínhamos capacidade de assimilação eh retida menor. Então você percebe que eles diziam assim: "E sonhou e eis que uma escada escada se erguia sobre a terra e o céu e o seu topo atingia o céu e os anjos de Deus subiam e desciam por ela." Poxa vida, ó o que eles estão falando, é uma imagem lúdica. Você imagina uma escada eh degrau a degrau uma escada ascensional em que você sai da terra e vai pro céu. É uma imagem que uma criança entende que naquela época nós espíritos encarnados daquela época também entendíamos. E quando eles dizem subiam por ela é que subiam porque vai evoluindo e desciam que desce para ajudar os que estão ficando embaixo. Então veja de uma maneira lúdica, os espíritos nos disseram textualmente que tudo se encadeia em a natureza. desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou pelo átomo. Vejam, falaram a mesma coisa lá 3600 anos atrás que eles disseram há 168 anos atrás. Então, veja que nós estamos harmônicos com o que está no nosso primeiro testamento. Mas também não esqueçamos que Jesus também não se não se deixou colocar nesse ponto. Jesus foi textualmente nisso também. Seede, pois, vós outros perfeitos como é o vosso Pai celestial. Jesus está aí falando, isso foi adotado pelo Mateus no capítulo 5, versículo 48. Jesus está dizendo textualmente que a nossa destinação futura, a nossa destinação final é ser
é o vosso Pai celestial. Jesus está aí falando, isso foi adotado pelo Mateus no capítulo 5, versículo 48. Jesus está dizendo textualmente que a nossa destinação futura, a nossa destinação final é ser perfeito como perfeito é vosso pai. É claro que essa perfeição, nós sabemos que é relativa, né? Mas é a perfeição que permite você ver a Deus. Então vamos observando que não é coisa nova que a gente possa falar, foi trazida pelo espiritismo. Conquanto o espiritismo tem colocado isso de forma alargada, as ideias, as sementes já estavam plantadas na comunidade deste planeta Terra há muito tempo. Mas é claro que chegam os tempos em que as ideias precisam ser desenvolvidas. Vamos observar que Allan Kardec publicou o livro dos espíritos em abril de 1857, dia 18. Isso já fazem 168 anos. A minha conta aqui não tá errada. Ora, se você perceber, 17 meses depois, na Inglaterra foi publicado um livro famosíssimo nos dias atuais que se chama A origem das espécies, produzido por nosso querido pai da teoria evolucionista, né, que é Charles Darwin. Então, se você observar ele, 17 meses depois que Kardec disse isso no livro dos espíritos, os espíritos disseram através de Kardec, veio uma teoria totalmente baseada em observações, porque ele fez viagens, o navio que ele chamava de Beagle, viajou por várias partes do mundo, trouxe vários exemplos, várias constatações do processo evolutivo, não deixando dúvida com quanta a ideia fosse obviamente não aceita por todos naquela época. Charles Darwin, coitado, ele foi ridicularizado muitas vezes, como Kardec também o foi. Por quê? Porque as ideias novas, os mensageiros que trazem ideias novas, eles são assim tratados como se fosse um estranho no ninho. E quando o estranho no ninho chega, ele é diferente dos demais. E Charles Darve foi diferente dos demais. Então, a gente pode perceber claramente que as ideias materiais que Charles Dar apoiou na sua obra e as ideias espirituais que o espiritismo apoiou na sua obra, elas se complementam. Uma e em reforça a outra.
gente pode perceber claramente que as ideias materiais que Charles Dar apoiou na sua obra e as ideias espirituais que o espiritismo apoiou na sua obra, elas se complementam. Uma e em reforça a outra. Mas vejam que primeiro veio, primeiro veio o livro dos espíritos, depois veio Charles Darve. Ah, Max, mas você não conhece a história do Charles Darve? Esse livro tava pronto há 22 anos. Ele só foi escrever esse livro porque ele se sentiu pressionado por um artigo de um de uma pessoa que também tava desenvolvendo a teoria da evolução. E aí, constrangido por essa ideia, ele tomou coragem, porque ele ficou sem coragem durante 22 anos de publicar esse livro. Ele tomou coragem e publicou o livro. Eu sim, ele as ideias já estavam ali, ó, no ar e vários estavam captando, captando essa ideia. Esse artigo, por exemplo, foi publicado o Alfredo Russo Wallace. Esse Wallace, ele será mais tarde um espírita e era também inglês e ele tinha as mesmas ideias de Charles Darb. Então o que que eu tô querendo dizer, pessoal? que essas ideias que chegou lá naquele início, fomos criados a imagem e semelhança de Deus, fica todo mundo sem compreender, elas vão pouco a pouco sendo trazidas pouco a pouco, mas chega um momento que elas precisam expandir. E foi o que aconteceu no século XIX com esses grandes cientistas e com esse grande benfeitor que foi Allan Kardec representando o mundo espiritual aqui na Terra. Então hoje, com todo respeito, gente, nós temos um elemento de análise muito seguro. Nós sabemos perfeitamente como funciona esse processo de voltar para Deus. Fomos, como os espíritos disseram, criados simples e ignorantes, mas vamos atingir o ápice do arcanjo se nós cumprirmos a vontade do Pai e não a nossa vontade. Por isso que quando nós atingimos o devido estágio, nós vamos dirigir e comandar as coisas do mundo moral. Então, se a gente for fazer assim uma rápida passagem, a gente percebe que no começo o princípio inteligente ele tava latente, condensado lá na matéria, lá dentro de um átomo. Dentro de um
undo moral. Então, se a gente for fazer assim uma rápida passagem, a gente percebe que no começo o princípio inteligente ele tava latente, condensado lá na matéria, lá dentro de um átomo. Dentro de um átomo, você tem um princípio inteligente se desenvolvendo. Aí com o tempo vai passando várias repetições, várias repetições, o processo da lei de progresso impele, leva adiante, faz com que uma força propulsione pra frente. E esse princípio inteligente, quando já tem muitas repetições, muitas repetições, que ele está ampliado e ele pode aparecer num novo estágio de evolução que se chama reino vegetal. Eu tô simplificando aqui porque entre o átomo e o reino vegetal, como nós conhecemos, tem uma série de tipos de vidas, reino monera, reino reino de vários tipos, nós não vamos entrar em detalhe aqui nisso, mas que se mostra claramente um processo de evolução, como Darwin mostrou. E aqui nós vamos ver que nesse reino que a gente chama de vegetal, o princípio inteligente ainda está sem dor, sem sensações. Ele não tem absolutamente nenhuma percepção disso, ainda que ele tenha reflexos, irritabilidade, que é o que a gente chama de tropismo. Ele experimenta, por exemplo, o fototropismo, ele se movimenta na direção do sol. Então, tem forças que o atraem, que é paraa sua própria existência. Mas esse é um estágio do psiquismo também que precisa avançar e a medida que repetições sucessivas, olha, eu tô falando em multimilenares, pega a história evolutiva do planeta, gente, são 4,56 bilhões de anos de existência. A vida apareceu na Terra aproximadamente h, bilhões de anos e desde então vem se desenvolvendo gradualmente, lentamente e ampliando o que nós chamamos de complexidade da vida. Então, quando você chega nesse estágio da planta, ainda não existiam animais na Terra porque não tinha psiquismo pronto para poder aportar nesse novo estágio. Mas se você olhar a história evolutiva do planeta Terra, você vai encontrar o aparecimento dos animais muito pouco tempo antes da nossa existência, agora do ponto de
poder aportar nesse novo estágio. Mas se você olhar a história evolutiva do planeta Terra, você vai encontrar o aparecimento dos animais muito pouco tempo antes da nossa existência, agora do ponto de vista geológico, porque nós estamos falando em cerca de pouco mais de 2 bilhões de anos, nós vamos encontrar 2, 3 bilhões de anos, nós vamos encontrar os reinos animais já incipientemente sendo formados. Nesse estágio, você vai ver que a complexidade vai aumentando à medida que o tempo geológico do planeta passa. E você vai tendo o que nós chamamos de irracionalidade pouco a pouco, sobretudo nos animais que são os mais próximos de nós. Já tem movimento, tem sensações, já tem inteligência precoce com quanto não tem ainda um pensamento contínuo, existe uma espécie de pensamento fragmentário. Então, quando você tem o seu cãozinho, o seu animal de estimação, observem que eles são diferentes uns dos outros, mesmo de uma mesma ninhada, como a gente costuma dizer. Os mesmos cachorrinhos de uma mesma mãe, tal como os mesmos filhos de uma mesma família humana, tem variedades nas suas nas suas maneiras de lidar com o mundo. Um é mais nervosinho, outro é mais tranquilinho, o outro é mais espertinho, o outro é mais paradinho. Por quê? Porque são psiquismos em processo de evolução que estão em fases diferentes um pouquinho um do outro. Isso demonstra claramente que você tem nos animais o processo do psiquismo se aproximando da compreensão que nós vamos ter no psiquismo humano. Se você observar, tem certos animais que você conversa com ele. Um cão, por exemplo, ele olha para você, dá a impressão que ele tá te ouvindo, entendendo, como diz o pessoal, né? Só falta falar, né? porque parece que entende. Então você percebe sim uma inteligência, mas ainda não é um pensamento contínuo. Quando acontece a tal da individualização, porque até essa fase é o que os espíritos chamaram de embrião do espírito. É como se fosse a gestação no ventre materno. No momento em que está pronto esse psiquismo para poder aportar
dividualização, porque até essa fase é o que os espíritos chamaram de embrião do espírito. É como se fosse a gestação no ventre materno. No momento em que está pronto esse psiquismo para poder aportar no reino humano, esse movimento acontece na Terra e ele é muito importante. Essa questão 540 que nós falamos, que no início eles executam, caracteristicamente está nessa fase pretérita anterior a fase humana. E aí que que acontece? Um um fenômeno interessantíssimo, que é quando a individualização do espírito é maiúsculo. O princípio espiritual deixa de ser um ser inconsciente, deixa de ser um ser que não tem decisões próprias no campo moral, deixa de ser um indivíduo que tem pensamento fragmentário para ter pensamento contínuo. É o princípio da evolução humana na Terra. E olha, gente, eu não estou falando aqui por mim, não. Pega os estudos geológicos, paleontológicos, arqueológicos, que você vai encontrar completamente bem descrito. Esse processo é muito bem registrado no nossos fósseis, é muito bem registrado na história evolutiva do nosso planeta. Eu digo muito bem pelas nossas quantidades de fósseis que já foram encontrados e ainda encontraremos muitos outros. Então, é muito claro que houve sim o nascimento nascimento desse ser chamado humano. E aqui é que começa o processo evolutivo que nós estamos vivendo. Nesse primeiro momento nosso humano, nós só tínhamos instintos. Nós praticamente só pensávamos com automatismo que já estávamos com ele implantado em nós pelo processo das das sucessivas eh eh vamos dizer sucessivas repetições anteriores que nós vimos fazendo nos reinos anteriores. Já tínhamos domínio de muitas coisas, mas é tudo por automatismo. E agora funciona o processo em que a inteligência vai fazer com que o humano seja diferente do animal, porque ele começa a pensar e aí que começa o problema. Ele começa a decidir, ele começa a escolher. Enquanto lá no reino anterior nós fazíamos tudo conforme a vontade do pai, porque não tínhamos consciência, agora no estágio
ar e aí que começa o problema. Ele começa a decidir, ele começa a escolher. Enquanto lá no reino anterior nós fazíamos tudo conforme a vontade do pai, porque não tínhamos consciência, agora no estágio humano, desenvolvendo os nossos interesses, nós começamos a fazer a nossa vontade em primeiro lugar, sem ter ainda conhecimento claro do que é a vontade de Deus. É a fase inicial, é a fase em que você comanda e dirige o que é material, como os espíritos disseram. E não tem nada de errado não. Nós não estamos, vamos dizer assim, nessa fase, nós não estamos eh indo contra Deus. É que nós não compreendemos Deus nessa fase direito e nós compreendemos que temos que que nos sustentarmos, temos que nos perpetuarmos. Então nós fazemos todos os esforços que a inteligência proporciona para ter aquelas situações de conforto, de estabilidade, para que a espécie continue crescendo. É completamente natural. Mas o ponto seguinte é que entra um estágio que a gente começa a ter percepção. Essa palavra é importante, percepção de que há algo mais além de satisfazer sensação, de satisfazer bem-estar, de ter estabilidade, de ter uma segurança, de nos proteger. Algo mais. a gente percebe que tem uma força superior que nós não conseguimos concatenar ideias para explicá-la, mas a gente sente que isso existe. Aí você começa a ver lá nos primitivos, já enterrando seus mortos, já adorando os deuses, né? Várias formas de adoração. Chega um estágio que nós estamos vendo agora que tem gente ainda que adora coisas que ainda são ídolos. Se você observar, a gente vai ver perceber claramente que ainda tá no estágio primitivo, partindo pro estágio que nós chamamos de realmente humanos que pensam com o raciocínio e não mais com o misticismo. Esse estágio é o estágio em que a gente entra numa luta íntima. Porque não tendo clareza sobre a existência de Deus, sobre o nosso propósito de vida, a gente luta com duas forças. fazer o que a gente sempre fez, que é atender as necessidades materiais, fazendo os interesses que no início eram
e a existência de Deus, sobre o nosso propósito de vida, a gente luta com duas forças. fazer o que a gente sempre fez, que é atender as necessidades materiais, fazendo os interesses que no início eram necessários para nossa providência própria de sustentação e ao mesmo tempo fazer algo que é superior, que transcende as necessidades materiais, mas que dá um bem-estar íntimo que a criatura quando faz, ela experimenta em si e parece que ela começa a notar que ali há razão de ser da sua vida. É quando ele começa então a desenvolver o que nós chamamos controle das sensações, das paixões mundanas. Ele começa a ter domínio sobre elas, ele começa a se esforçar para perceber que não precisa de ter tanto. Um pouco menos ele já sobreviveria com tranquilidade, um pouco menos de segurança, um pouco menos de recurso, um pouco menos de abrigo, enfim, ele consegue perceber que precisa de algo mais. É quando começa a nascer o tal dos sentimentos. Esse sentimento é o que os espíritos chamaram de estágio em que nós vamos dirigir e comandar o mundo moral. É quando nós atingimos o estágio dos sentimentos em que os sentimentos se sobressaem em relação às sensações, ou seja, as sensações ficam subordinadas ao sentimento. Não é que você deixa de ter sensação, é que as sensações não, as sensações não te comandam nessa fase. Quem as comanda é você, espírito. O que te faz movimentar na vida dessa fase são os sentimentos. Então você começa a sentir o outro em você. você começa a ter uma sensibilidade que Kardec chamou de maturidade do senso moral ou maturidade da sensibilidade em que você começa a vibrar num outro estágio evolutivo. Esse estágio é o estágio que nos faz aproximar de Deus. Aqui nós já temos consciência clara com quanto não sabemos configurar a imagem de Deus, porque estamos falando, fomos criados à imagem e semelhança de Deus, ainda não conseguimos configurar a imagem. é algo abstrato, mas já não tem mais dúvida alguma para quem já atingiu esse estágio de que esse ser que criou tudo existe,
os à imagem e semelhança de Deus, ainda não conseguimos configurar a imagem. é algo abstrato, mas já não tem mais dúvida alguma para quem já atingiu esse estágio de que esse ser que criou tudo existe, de que esse ser organiza e sustenta tudo o que existe nesse universo incomensurável que nós aqui, seres humanos, não temos nem noção do tamanho que é e nem da sua imensidão. Estamos tateando com os estudos científicos muito preliminares que ainda conquistamos. Então, nós percebemos que tem uma força superior para a qual nós somos atraídos de forma inelutável. Ninguém consegue perceber algum caminho para não caminhar para essa direção dessa força inelutável. É como se chamasse o deotropismo. O deotropismo é a atração para Deus irresistível que toda criatura experimenta. Quando ela tá na fases anteriores, é inconsciente. Quando ele está na fase do sentimento, da razão, caminhando por sentimento, é consciente. Ele sabe, ele não tem dúvida de que há esse impulso que o leva. Olha, para você ter uma certeza clara disso, vamos lembrar a parábola do filho pródigo. A parábola do filho pródico é emblemática nesse caso aqui da evolução. Por quê? Porque o filho pródigo, na imagem que Jesus criou nessa parábola, que é magistral, que nós podemos gastar horas e horas falando dela, ele diz que esse filho pródico pediu a herança pro pai e o pai a concedeu, mesmo sendo o pai vivo, que era uma coisa que para os judeus era inconcebível. Mas o pai mesmo assim concebeu. Ou seja, o pai respeitou o livre arbítrio do filho. Se ele quer ir, o pai deixou, porque o pai sabe, e não o filho ainda, mas o pai sabe que esse filho irá aprender as mesmas lições por caminhos diferentes. Ele irá aprender de forma mais difícil o que ele poderia aprender se ficasse do lado do Pai. Mas o filho quis, o pai concedeu a liberdade para que ele utilize os recursos que ele tinha direito. E esse direito, entre aspas, que que esse filho faz, gente? É a nossa história evolutiva lá nas sensações, nas paixões. Que que
edeu a liberdade para que ele utilize os recursos que ele tinha direito. E esse direito, entre aspas, que que esse filho faz, gente? É a nossa história evolutiva lá nas sensações, nas paixões. Que que ele faz? Como diz o o filme lá, curte a vida doado, gasta de formas irresponsável, sem ponderar, sem se preocupar em trabalhar, sem se preocupar em amelhar novos recursos para não se ficar ficar em situação de penura, não gasta. Simplesmente gasta. Ele gasta naquele processo que só pensa em si. É a fase em que o egoísmo é forte. Ele só pensa em si. Mas o que que acontece com essa fase, nessa parábola? chega o momento que ele começa a experimentar nesse país novo que ele tá vivendo aquilo que se chama necessidades. E a necessidade mais premente que ele vai experimentar, gente, é uma necessidade que dói quando a gente percebe alguém passando por ela. Chama fome. É quando a pessoa tem fome e não tem o que comer. Pensa nessa situação como deve ser dolorida para alguém que passa por isso. Pé comer tá morrendo de fome. Veja, nós vimos recentemente faixa de gasa, esses lugares, vários lugares da África e que pessoas estão vivendo exatamente em pleno século XX. Acreditemos ou não, nossa realidade mundo de expiações e provas ainda é prevalente. Que que esse filho pródico faz? Ele consegue lá no recurso último um trabalho, um trabalho que ele tem que fazer porque a fome o constrange a buscar o trabalho. Portanto, a necessidade define as ações humanas. Ele vai encontrar um trabalho que Jesus coloca numa imagem emblemática, que é um trabalho de tratar porcos, cuidar de porcos. Todos nós sabemos que para os judeus porco é o animal mais asqueroso que tem. Você quando você coloca uma pessoa que lida com porcos na cultura judeia, é uma pessoa que ele considera de desclassificada. Mas Jesus coloca uma figura mais forte ainda, que é para não deixar dúvida do que que é caminhar sozinho. Diz ele que até a comida que os porcos comiam, esse ser, esse menino que pediu herança pro pai e gastou tudo de forma louca,
is forte ainda, que é para não deixar dúvida do que que é caminhar sozinho. Diz ele que até a comida que os porcos comiam, esse ser, esse menino que pediu herança pro pai e gastou tudo de forma louca, não tinha direito. Como é que é, Max? Jesus disse que esse ser humano não tinha direito de comer o que os porcos comiam. Pensa nisso, gente. Que condição mais humilhante de dizer determinante para um sofrimento de alguém. Que que acontece nessa hora, gente? A dor se torna insuportável e o pai que tá lá esperando sabe disso. Chega uma hora que a criatura não dá conta mais. Por que ela não dá conta mais? Porque ela se percebe impotente, sem ajuda dessa força propulsora que o leva na direção desse pai. E essa essa fase Jesus coloca de uma maneira interessantíssima que caindo em si, olha a expressão, caindo em si é tomando consciência. Caindo em si, o rapaz diz assim: "Vou voltar e vou falar pro meu pai: Pai, pequei contra o céu e diante de ti já não sou mais digno de ser chamado teu filho. Aceita-me como um dos teus empregados." O que que acontece aqui? Ele se dá conta, se dá conta de que primeiro existe um pai que ele não deixou de existir, mesmo que ele tenha se afastado do pai. Não foi o pai que se afastou dele. Presta atenção nisso. O pai nunca se afasta do filho. É o filho que se afasta do pai para curtir essa vida doidada das sensações, das paixões, do atendimento das questões materiais trêsloucadas. Mas chega o momento que ele percebe que isso é insuficiente para manter primeiro vivo e segundo mantê-lo alegre, satisfeito, completo. E o que que ele faz? Volta. Volta. Faz o caminho de volta. Como todos nós no processo de reencarnações, de resgate, fazemos caminhos de volta. E que que acontece? O pai o espera longe da casa. que é incomum numa situação de uma cultura naquela que Jesus propôs a parábola. Mais do que isso, o pai quando vê o filho se aproximando, porque sabia que o filho ia voltar mais cedo ou mais tarde, o pai corre na direção dele. O que significa isso? Que o pai é um ser que
arábola. Mais do que isso, o pai quando vê o filho se aproximando, porque sabia que o filho ia voltar mais cedo ou mais tarde, o pai corre na direção dele. O que significa isso? Que o pai é um ser que perdoa você, que entende as suas as suas dificuldades que são inerentes ao seu estágio evolutivo e não te condena. Pelo contrário, quando ele abraça o filho, ele dá um beijo nessa região aqui, ó, na testa, que significa na cultura dos judeus: "Eu te perdoo". Sem articular uma só palavra. E faz uma festa, gente, para comemorar a volta desse menino. Uma festa que nós sabemos e emite na parábola o pai uma frase, aliás, duas frases impactantes, que é o que acontece conosco todos. Este meu filho estava perdido e foi achado. Todos nós nos perdemos no campo do egoísmo, no campo das sensações, nos enquistamos em nós mesmos. Isso é uma perda. Nós perdemos o contato com aquele que nos supre as necessidades espirituais, que é o pai. O pai nunca deixou de oferecer, mas nós nos fechamos. É como se você cortasse a corrente e não se alimenta mais dela. Esse meu filho tava perdido. Era isso que a palavra expressou. E foi achado. Achado como? Quando ele caiu em si. e tomou a decisão de voltar pro Pai, porque sabe que o Pai o sustentaria. E depois o Pai ainda usou uma expressão mais forte nas palavras de Jesus. Este meu filho estava morto. Olha o símbolo. Estava morto e reviveu. Ora, morto em quê? Morto em espírito. Deixai aos mortos cuidar de terrar seus mortos. lemos essa frase, ou seja, são as despíes, as pessoas que estão encarnadas, que ainda não têm consciência de que são os sentimentos que devem movê-los. Estágio evolutivo sem nenhuma crítica, sem nenhum julgamento, porque faz parte do processo evolutivo. Compreensão é a palavra que se espera aqui. E aí, gente, quando essa criatura atinge esse estágio que esse menino atingiu a duras penas pela sua própria escolha, ela passa a trabalhar no campo dos sentimentos. E aí as impulsões, os movimentos que vão fazer com que ela vá para diante não são mais
o que esse menino atingiu a duras penas pela sua própria escolha, ela passa a trabalhar no campo dos sentimentos. E aí as impulsões, os movimentos que vão fazer com que ela vá para diante não são mais os movimentos que a gente chama de interesses materiais, são interesses morais. Ele está preocupado em fazer o bem e o bem é tudo que o sustenta, tudo que o alimenta, tudo que o nutre, tudo que o mantém estável em paz. Por isso que Allan Kardec tomou o cuidado de colocar na terceira obra do Pentateuco Espírita esta frase: "Ó da caridade", que é o bem em ação, é o amor em ação. Fora do bem em ação, do amor em ação, não há salvação. Salvação o que que é? É você tá perdido e ser achado. É você tá morto e reviver. Então nós temos essa imagem maravilhosa que na progressão dos espíritos deste planeta que nós estamos vivendo, nas condições atuais, ela é emblemática. Nós temos muitos espíritos passando por essa exata imagem que nós trouxemos aqui do filho pródigo. Pessoas que se perderam e estão se encontrando. Não eram pessoas más na essência. Aquele menino não era mau. Veja só como é bacana. Ele não era mau. Ele não fazia o mal. ele queria fazer para ele, ele queria atender as necessidades dele. O que é compreensível, gente, é compreensível. O que não é compreensível é que depois de você sabendo disso, depois que você perceber que isso tem um preço, que isso te custa muito, você continua fazendo, aí não faz sentido. Mas esse menino que passou por isso ou todo mundo que passou por uma experiência como essa, com certeza nunca mais fará diferente. Por quê? Porque percebe que sabe que tem um outro caminho que lhe dá paz. Então, gente, eu gostaria de chegar com vocês a uma imagem que a gente tem na Terra. Allan Kardec coloca que é uma diversidade nesse progresso moral de nosso planeta. Isso é muito importante pra gente aceitar o outro como o outro é e como o outro pode ser nesse momento e não como a gente gostaria que fosse. Ele diz que existem três estágios. Ele diz assim: "Naquela pessoa que nem sequer concebe a
e aceitar o outro como o outro é e como o outro pode ser nesse momento e não como a gente gostaria que fosse. Ele diz que existem três estágios. Ele diz assim: "Naquela pessoa que nem sequer concebe a ideia do mal, já há progresso realizado. Essa pessoa já tá num nível lá em cima. Ele tem consciência completamente esperta. Ele não tem mais interesses materiais, ele não tem interesse de fazer só para ele. Ele já tá num estágio o que não é fácil encontrar na Terra. Você ainda tem muito poucas pessoas nesse estágio, que é o estágio que já o categoriza para um outro ápice na sua evolução. Mas o que a maioria acontece aqui no nosso planeta é esse, naquele a quem essa ideia acóde. Que ideia? A ideia do mal. E o mal é quando a gente se afasta de Deus. Então, toda vez que a gente se afasta de Deus, a gente tá se aproximando de nós, do nosso ego. Isso é mau. Toda vez que nós fazemos isso, a ideia de cuidar só de nós, esquecer que existem irmãos de caminhada, toda vez nós fazemos isso. Mas que nós nos esforçamos para repelir isso na nossa mente, há progressos em vias de se realizar. Disse Allan Kardec, o progresso se realizando. Eu já estou lutando. É quando Paulo diz, tudo posso, mas nem tudo me convém. É quando Jesus diz: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação". É esse estágio, o dominante desse planeta que nós vivemos hoje. A esmagadora maioria de nós está nessa fase. Quer fazer o bem, mas acaba fazendo o mal, como Paulo bem disse. E não tem nada de errado também. Por quê? Porque nós ficamos retidos muitos anos, muitos séculos nessa estágio anterior de querer fazer o mal, atender as nossas necessidades apenas. E agora estamos começando a fazer o desejo de atender não mais a nós individualmente, mas a todos. E aí tem um caso específico que a gente tem que tomar muito cuidado porque eles existem entre nós. É o que pensa no mal e nesse pensamento se compraza. Ele gosta disso. O mal nessa criatura ainda existe na sua plenitude de força. Que significa isso? São pessoas que fazem o
e eles existem entre nós. É o que pensa no mal e nesse pensamento se compraza. Ele gosta disso. O mal nessa criatura ainda existe na sua plenitude de força. Que significa isso? São pessoas que fazem o mal pelo mal consciente do que estão fazendo. Eles têm a a consciência do sentimento anestesiada ou embotada de alguma forma, mas cedo ou mais tarde, como filho pródigo, ele vai também cair em si. Se não cair a tempo da regeneração do planeta, serão emigrados deste planeta, serão degredados naturalmente, como você pode ver claramente na terceira parte de um livro, a Gênese. Então, só pra gente encerrar, gente, eu gostaria de lembrar aqui uma análise muito lógica dos espíritos na questão 780, que a gente eh 780B que a gente vai ouvir elos dizer assim: "O progresso completo, então chegando lá no topo, constitui o objetivo. Então sede perfeitos como perfeito ao vosso país. É o objetivo. Todos nós estamos fadados, destinados. é a fatalidade ter certa absoluta para sermos espíritos puros, para sermos angelicais. Não tem nenhum de nós que fará fora do redil. E Jesus é o nosso pastor que vai encaminhando as almas que estão perdidas para que elas entrem no redil. Agora ele diz assim, o espírito que respondeu essa pergunta, os povos, porém, os povos, porém, como os indivíduos, só passo a passo atingem esse progresso completo. Daí porque as diferenças, ele vai dar uma análise maravilhosa nisso. Quando todos os povos, é a questão 789 comentada por Allan Kardec, quando todos os povos estiverem no mesmo nível, quando todos os povos estiverem no mesmo nível, no tocante ao sentimento do bem, no tocante ao sentimento dos bem, palavras de Allan Kardec, a terra será ponto de reunião exclusivamente de bons espíritos que viverão fraternalmente unidos. Essa é a meta. Esse é o fim que Jesus disse que esse fim chegará quando o evangelho tiver pregado em todo o planeta. É que esse fim virá. É quando acontecer isso aqui. Quando todos os povos, não estamos falando só de indivíduos, é a coletividade toda no
fim chegará quando o evangelho tiver pregado em todo o planeta. É que esse fim virá. É quando acontecer isso aqui. Quando todos os povos, não estamos falando só de indivíduos, é a coletividade toda no tocante ao sentimento do bem, estiverem no mesmo nível, nós estaremos reunidos só com espíritos puros. Por isso o homem se desenvolve por si mesmo naturalmente, mas sem todos nem todos progridem simultaneamente do mesmo modo. Ora, um aprende de uma velocidade, o outro aprende com outra. Um precisa de mais um empurrão, o outro precisa de menos. Estamos em desníveis. Estamos em desnível. Daí é muito importante compreender isso, porque nesse mundo de evolução, nesse mundo em que o progresso do espírito está acontecendo, é fundamental entender isso. Mas nem todos progrem simultaneamente. Aguarda isso na sua mente. Nem todos progridem simultaneamente do mesmo modo. Dá-se então que os mais adiantados auxiliam o progresso dos outros por meio do contato social. Daí, porque nós moramos em planeta, tem que convivemos com diversos tipos de níveis de almas. Nós temos aquela imagem fácil de perceber. Quem tem mais deve dar para quem tem menos. Ora, se ele tem mais adiantamento evolutivo, ele tem que ajudar o ajudar o que está atrás dele para que ele também se adiante. É da lei que o mais forte ajude o mais fraco. É da lei que o encadeamento faça com que o de cima ajude o de baixo. O de baixo possa ajudar o mais de baixo ainda e numa corrente de bem a gente se se eleva. Aí Kardec chega no seu comentário, na questão 805 de uma maneira brilhante. Ele diz assim: Deus, portanto, não criou faculdades desiguais. Deus não criou faculdades desiguais. Permitiu, porém, permitiu, porém, que os espíritos em graus diversos de desenvolvimento estivessem em contato. Em contato para quê? para que os mais adiantados pudessem auxiliar o progresso dos mais atrasados, dos que estão na retaguarda. E também para que os homens, necessitando uns dos outros compreendessem a lei de caridade que os deve unir. Gente, isso acho lindo
auxiliar o progresso dos mais atrasados, dos que estão na retaguarda. E também para que os homens, necessitando uns dos outros compreendessem a lei de caridade que os deve unir. Gente, isso acho lindo demais, compreendessem, né, que necessitando uns dos outros, que a lei de caridade os deve unir. Ou seja, tem momentos da vida da gente que a gente tem que pedir, mas tem momentos da vida da gente que a gente pode dar. Ora, se a vida hoje tá te oferecendo a oportunidade de dar, pensa como é muito melhor dar do ter que do do que ter que pedir. Pensa nisso. Nós temos muitos recursos já angareados ao longo das sucessivas encarnações e não utilizá-los em benefício da comunidade, da coletividade na qual estamos inseridos é erro evolutivo. Por isso Jesus afirma com todas as letras: "Em verdade, em verdade eu vos digo, quando fizeste a um destes meus pequeninos irmãos, a mim mesmo os fizestes." Está notado Mateus, no capítulo 25, versículo 40. É a nossa destinação fazer o bem quando já temos condição de fazê-lo. E cada um de nós, no seu íntimo próprio, cada um de nós, no nosso íntimo, sabe dos recursos que nós somos portadores e das nossas possibilidades de fazer o bem. Então, minhas amigas e meus amigos, eu agradeço muito a atenção e nos colocos aí, nos colocamos aí à disposição para maiores esclarecimentos, se necessário for. Max, a nossa imensa gratidão pela sua presença generosa conosco, por abordar um tema até um pouco complexo, né, pra gente compreender mais de forma didática fantástica. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire e que te envolva na sua paz sempre. A nossa gratidão também a todos os amigos que nos acompanham, tanto aqui pela UFC TV, bem como aqueles outros que estão conosco pela TV Mação do Caminho. Que possamos compreender a grande jornada que nós temos ainda a seguir na progressão e evolução como espíritos imortais. Lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas aqui estamos com o nosso programa Momento de Reflexão. Nos reunimos aqui em torno da mensagem
a seguir na progressão e evolução como espíritos imortais. Lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas aqui estamos com o nosso programa Momento de Reflexão. Nos reunimos aqui em torno da mensagem do mestre para melhor compreender o nosso caminhar. E também todas as quartas-feiras às 21:30 às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Então contamos sempre com a colaboração de todos. a todos os amigos aqui presentes nos dois anos da vida. Paz e luz a todos.
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