O bem e o mal • Herculis Romano

Mansão do Caminho 02/01/2026 (há 3 meses) 1:04:20 1,258 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos à nossa primeira live do ano de 2026. Uma grata satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas. para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. Então, todos os amigos que que se encontram nos dois planos da vida, bem aqueles que nos acompanham pela webcv e pela TV Mação do Caminho, seja sempre muito bem-vindos. E para começarmos as nossas reflexões de hoje, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Te agradecemos, Senhor, a hora bendita em que nos presenteia para mais uma vez convidar-nos ao despertamento da nossa consciência para os verdadeiros valores da vida. que nesses momentos de chamamento, que possamos despertar as tuas leis dentro de nós, a fim de vivenciá-la a cada dia. Por isso, te rogamos, amigo, que permaneça conosco, auxiliando-nos, para que cooperando uns com os outros, possamos verdadeiramente começar o trabalho de renovação da nossa mente, aprimorando talentos e desenvolvendo potencialidades. Que o teu amor seja a base das nossas relações. Que a tua paz esteja no nosso falar e no nosso coração. E que a tua misericórdia esteja sobre todos nós. Assim te convidamos que permaneça conosco. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão Hércules Romano, que hoje trará o tema o bem e o mal. Amigos, seja bem-vindo. Sempre uma satisfação ouvi-lo e saber que estará conosco por uma hora. É muito gratificante. Então, rogando votos de muita paz, passamos a palavra para você. >> Boa noite. Boa noite a todos. Rosâela na área, que me acompanha tantas vezes. Eu com grande alegria que compareço mais uma vez aqui nesse encontro com conquista, apesar da distância, na alegria desse momento que é o da primeira live desse ano, né? Eu tava brincando ainda agora, eh, ao dizer que torcia para que isso significasse um ano todo de bons, de bons ventos, de

da distância, na alegria desse momento que é o da primeira live desse ano, né? Eu tava brincando ainda agora, eh, ao dizer que torcia para que isso significasse um ano todo de bons, de bons ventos, de boas energias. E nós precisamos sempre estar dentro desse otimismo de vida para caminharmos no mundo onde dentro das características que temos, embora na transição do mundo de regeneração para do mundo de expiação e provas para o mundo de regeneração, ainda temos componentes tão presentes da expiação de provas, aonde o mal ainda tem uma presença muito forte dentro do comportamento humano, causando tantos males, tantas dores, tantos sofrimentos, né? E Jesus nos nos propôs uma atitude proativa diante disso, ao nos dizer que não deveríamos resistir ao mal, que não deveríamos devolver o mal com o mal, porque isso seria alimentar o mal. e nos propôs substituir o mal pelo bem, ou melhor, de uma outra forma dizendo, combater o mal com o bem, né? Então, acho que isso é um é um grande desafio para todos nós que estamos vivendo no mundo com as características que ele tem e nós com as características que ainda temos para que possamos eh ir fazendo o ajuste necessário em nossas próprias vidas, ao mesmo tempo em que contribuímos para que o mundo possa também e se ajustando, porque O mundo melhor que nós esperamos, o mundo de regeneração que está em processo de implantação neste mundo, ele é o mundo que será o resultado de de nossas ações, não é? Ninguém vai nos dar o mundo de regeneração de presente, pronto e acabado. A verdade, eh, os amigos espirituais, Jesus no comando e Deus acima de tudo, estão conduzindo todos os esforços, dado o momento previsto para que a mudança se faça de maneira mais efetiva. Mas assim como o Deus utiliza os espíritos superiores como seus grandes intermediários, também a todos nós, ainda que não superiores, ainda que inferiores que somos, como operários dessa grande oficina de progresso que é a vida, que é o universo, né? Então, somos nós inspirados, sustentados, impulsionados

, ainda que não superiores, ainda que inferiores que somos, como operários dessa grande oficina de progresso que é a vida, que é o universo, né? Então, somos nós inspirados, sustentados, impulsionados pelo amor de Deus que temos que fazer a nossa parte. Por isso o tema de hoje que fala do bem e do mal é um tema que exige sempre reflexões da nossa parte, uma revisitação constante, porque a gente vai descobrindo à medida que assim o age, que a nossa maneira de entender esses dois pontos, não é, ela também se aprimora. Então, antes de começar a falar propriamente da questão do bem e do mal, eu gostaria de iniciar com uma imagem. Eu eu não sei se a minha amiga Naira vai conseguir traduzir isso, dado que existirão alguns números matemáticos malucos, mas eu vou tentar a si mesmo. Falando bem devagar, Naira, eu gostaria que nós pensássemos inicialmente que nós somos uma humanidade neste momento vivendo num planeta bem pequeno do sistema solar. Os planetas juntos são menos de 5% da massa total do sistema solar. O nosso sistema solar é constituído por planetas que giram em torno de uma estrela chamada que nós chamamos de sol, né? uma estrela de quarta grandeza, nem é das maiores, mas também não é das menores. A estimativa que se tem e que isso vem mudando à medida que os instrumentos se aprimoram é de que a galáxia onde a o sol se encontra, onde nós habitamos possui de 100 bilhões a 400 bilhões de estrelas. Algumas muito maiores do que o nosso sol, outras um pouco menores, algumas parecidas com o nosso, a grande maioria, outras em tanto. E muitos planetas girando em torno. É algo gigantesco, né? A luz leva milhares de anos para cruzar de um lado pro outro da galáxia. É algo gigantesco. Então, imagina assim, a Terra é quase como uma pedrinha pequenininha. né, no volume do sistema solar. E o sistema solar também é uma espécie de pedrinha pequenininha dentro da grande espiral que é a nossa Via Lácta. Mas a nossa Via Lácta faz parte de um aglomerado de algumas centenas de galáxias.

lar. E o sistema solar também é uma espécie de pedrinha pequenininha dentro da grande espiral que é a nossa Via Lácta. Mas a nossa Via Lácta faz parte de um aglomerado de algumas centenas de galáxias. E estes conjuntos participam de um aglomerado maior que possui de milhares a milhões de galáxias. Então nós também como galáxias somos uma pedrinha pequenininha neste grande aglomerado. E o universo observável, aquilo que nós conseguimos observar com nossos instrumentos, estima-se, possuem bilhões de aglomerados de galáxias, alguma coisa em torno de 500 bilhões. E aí eu tentando ver qual seria então a estimativa da quantidade de estrelas, já que nós somos um grãozinho numa estrela, que é um grãozinho numa galáxia, numa galáxia que é um grãozinho no aglomerado, um aglomerado que é um grãozinho no universo. Qual seria a quantidade de estrelas no universo observáis estimadas? Um cestilhão. Isso é um número tão grande, tão grande que a gente não consegue entender. Mas para ajudar a proporção, a gente vai de 1000, milhão, bilhão, trilhão, quatrilhão e vai embora. Um cestilhão equivale a 1 trilhão de bilhões. Ou seja, é algo gigantesco. A estimativa é de que a luz para cruzar o diâmetro total do universo observável leva 98 bilhões de anos. São 98 bilhões de anos luz. Então isso não esgota o assunto, mas nos dá uma dimensão de como insignificantes diante da grandeza do universo e, portanto, do criador de tudo isso. Deus, o criador encriado, é ainda infinitamente incomensurável em relação a isso. Nós estamos falando do universo naquilo que somos capazes de detectar com nossos instrumentos. Mas e quem disse que o universo acaba aí? Quem disse que é só esse universo? E estamos falando do universo físico, visível e detectável. Mas os amigos espirituais nos dizem que a matéria secundária, a matéria que forma tudo isso, poderia nem ter existido. E a realidade espiritual, que é muito maior, continuará sendo ela. Então, a ciência está começando a rastrear essa realidade além, mas ela é muito maior. Então eu fico

isso, poderia nem ter existido. E a realidade espiritual, que é muito maior, continuará sendo ela. Então, a ciência está começando a rastrear essa realidade além, mas ela é muito maior. Então eu fico perguntando e propondo que cada um pergunte: como pode existir alguma criatura criada por Deus, que é imenso, que possa medir forças com Deus? Qualquer espírito criado por Deus, por mais desenvolvido que ele seja, por maior que ele seja, nem que ele abarque uma galáxia, ele ainda é menos que um grãozinho de areia dentro daquilo que a gente consegue ver. Então, como imaginar que a criatura possa fazer face ao criador? É por isso que no livro dos espíritos, quando iniciamos o estudo no capítulo primeiro, pelo capítulo primeiro que fala de Deus, no livro primeiro, na primeira parte, vamos entender que Deus é o absoluto, é infinito em todas as possibilidades, que não pode haver qualquer imperfeição atribuída a Deus, porque senão ele não seria Deus. E quando a gente pensa nesse tamanho todo que eu tentei passar para vocês, a gente entende que não dá para ser diferente. Então é isso. Então Deus é o todo poderoso, o onipotente, é o que sabe tudo, é o onisciente, é o que criou tudo. Portanto, ele está em tudo. Está nas galáxias, nos aglomerados, mas está também nos átomos, nas subpartículas, e está em mim, está em você, está em todos. Deus está em toda a sua criação. Nada na criação de Deus está apartada de Deus. Então, nada na criação pode estar fora da presença, do conhecimento e do poder de Deus. Nada. Essa ideia é fundamental para nós escaparmos da armadilha de pensar que existe algo que possa se contrapor a Deus. Nada pode se contrapor a Deus. Entretanto, conforme os amigos espirituais nos ensinaram nas obras que Kardec nos trouxe e em outras, Deus rege a sua criação pela sua presença, pela que nós chamamos de sua vontade, por meio daquilo que nós chamamos de leis, leis divinas, leis de Deus. A ideia de lei às vezes se confunde com alguma coisa que tá escrita, está falada, mas isso também é precário.

mos de sua vontade, por meio daquilo que nós chamamos de leis, leis divinas, leis de Deus. A ideia de lei às vezes se confunde com alguma coisa que tá escrita, está falada, mas isso também é precário. Lei divina quer dizer a expressão do poder de Deus. É assim que é. E os espíritos nos dizem que tudo que não foi criado pelo espírito, pela criatura, é criação de Deus. Então, tudo é da lei de Deus, do pequenininho ao infinitamente grande. Tudo é expressão dessa lei. Então, para nós termos essa ideia, é muito importante que nós possamos ler a terceira parte do livro dos espíritos, que trata das leis morais. Mas hoje eu vou começar abordando e quero ler um pouquinho aqui o que está lá no livro A Gênese, quando no capítulo 3 Kardec trata da questão da origem do bem e do mal, do instinto e da inteligência e da destruição dos seres vivos uns pelos outros. Kardec começa questionando e trabalhando a partir do que os espíritos disseram, a questão da origem do bem e do mal. Então ele com esse pano de fundo que eu gerei, ele diz o seguinte: "Sendo Deus o princípio de todas as coisas e sendo a sabedoria, todo sabedoria, todo bondade, todo justiça, tudo que dele procede é de participar dos seus atributos. Porquanto o que é infinitamente sábio, justo e bom, nada pode produzir que seja ininteligente, mal e injusto. O mal que observamos não pode ter nele a sua origem. Então, Kardec abre o tema esclarecendo que o mal não foi criado por Deus. Não vamos tratar de outras denominações religiosas, outras linhas filosóficas, outras propostas interpretativas que não as que estão dentro do espiritismo, porque seríamos seria ampliar demais o escopo e nos perderíamos e em em em divagações que não nos conduziriam ao ideal que nós desejamos. Então, Kardec abre este capítulo três de livro a Gênesis nos dizendo isso. O mal que observamos não pode ter em Deus a sua origem. E aí ele obviamente trata a questão do tema da ideia de que existe um ser, né, que é a origem do mal. Então ele disse, se o mal estivesse nas atribuições de um

vamos não pode ter em Deus a sua origem. E aí ele obviamente trata a questão do tema da ideia de que existe um ser, né, que é a origem do mal. Então ele disse, se o mal estivesse nas atribuições de um ser especial, que não Deus, quer se chame ele de Arimani, quer Satanás ou qualquer outro nome que se queira dar, ou ele seria igual a Deus. E pela imagem que eu vos trouxe ainda agora dessa questão do universo, não há como ter alguém tão poderoso quanto Deus, senão o próprio universo estaria em ameaça. Então ele diz, quer se chame Arimani, Satanás, ou ele seria igual a Deus e, por consequente tão poderoso quanto este e de toda a eternidade como ele, ou lhe seria inferior, ou ele faria face a Deus, ou lhe seria subordinado. No primeiro caso, ele propõe Kardec refletindo, que se os dois fossem tão poderosos, haveria duas potências rivais incessantemente em luta, que é o que estar por trás da ideia da luta contra o bem e contra o mal no universo, como se pudesse de fato haver uma possibilidade do mal nascer, eh, o mal vencer o bem em algum momento. E ele diz, procurando cada uma desfazer o que fizesse a outra, contrariando-se multamente hipótese esta inconciliável com a unidade de vistas que se revela na estrutura do universo. Ou seja, se houvesse essa briga nesse nível de poder, o universo talvez não existisse e estivesse sob risco constante. E aí Kardec faz a segunda consideração. No segundo caso, sendo inferior a Deus, aquele ser que seria a a origem do mal lhe estaria subordinado. Ora, se estava subordinado, ele diz, não podendo existir de toda a eternidade como Deus, sem ser igual a ele, claro, esse outro ser, sendo inferior a Deus, então ele teria que ter tido um começo. Então ele teria que ter sido criado e só poderia ter sido criado por Deus. Então Deus houvera criado o espírito do mal, o que implicaria a negação da bondade infinita de Deus. E aí você lhe recomenda que a gente vai estudar lá no capítulo 10 do céu e inferno, a questão dos demônios. Então, esta é a ideia que a gente tem

que implicaria a negação da bondade infinita de Deus. E aí você lhe recomenda que a gente vai estudar lá no capítulo 10 do céu e inferno, a questão dos demônios. Então, esta é a ideia que a gente tem que conseguir pôr na cabeça. Não existe um ser igual a Deus, que é a origem do mal, combatendo Deus, porque isso é contra a unidade do universo. Não pode haver um ser subordinado a Deus, que é a fonte do mal, porque senão, tendo sido criado ele por Deus, Deus teria criado o espírito do mal. e, portanto, teria criado mal. E nós já vimos que Deus não criou o mal, porque Deus é todo sabedoria, justiça e bondade. Então, nada que seja mal, injusto, pode ser atribuído a Deus. Então, mas aí Kardec lança a questão que nos interessa. Ele diz assim: "Entretanto, o mal existe e tem uma causa". Aí a gente tá vendo todos os dias os efeitos na forma de atitudes destrutivas, negativas, né? O mal tá produzindo seus efeitos o tempo todo em torno de nós. Então, o mal existe e ele tem que ter uma causa. Só que Kardec propõe a partir do que está lá no livro dos espíritos, que nós consideremos os males de toda espécie, sejam eles físicos, sejam eles morais. E essas duas categorias importa distinguir a dos males que o homem pode evitar. e a dos que lhe independem da vontade. Entre os primeiros, cumpre-se, incluam os flagelos naturais. Os flagelos naturais, a gente vai ver lá na lei de destruição, são aqueles que o homem não tem nem competência para pará-los, né? flagelos naturais é um terremoto que surgiu da natureza, é um vulcão que explode, que surgiu da natureza. Mas se é algo resultante de uma bomba atômica que o homem explodiu, apesar de causar tantos estragos, você não pode dizer que é natural. é natural no sentido de que há uma reação do próprio planeta a essa agressão, mas o que provoca essa reação é uma atitude humana e que isso obviamente você não pode ser chamada de natural, né? Ela na verdade é uma ação humana. O homem cujas faculdades são restritas, um homem que não tem o seu

ca essa reação é uma atitude humana e que isso obviamente você não pode ser chamada de natural, né? Ela na verdade é uma ação humana. O homem cujas faculdades são restritas, um homem que não tem o seu desenvolvimento pleno, não pode penetrar nem abarcar o conjunto dos desígnios de Deus. Isso quem tá dizendo é Kardec aqui na Gênese. Ou seja, o homem vai conseguir entender os desígnios de Deus à medida que ele se amplie em entendimento. Quanto mais restrito, menor a capacidade dele de apreciar as coisas do ponto de vista de sua personalidade, nos interesses factícios e convencionais que criou para si mesmo e que não se compreende na ordem da natureza. Isso é uma questão humana. Por isso é que muitas vezes se lhe afigura mal e injusto aquilo que considera justo e admirável. se lhe conhecesse, perdão. Por isso é que muitas vezes esse homem restrito para ele se se lhe afigura mal, injusto aquilo que consideraria justo e admirável se lhe conhecesse a causa, o objetivo, o resultado definitivo. É isso que a gente vai entender quando estuda lá a lei de destruição no livro dos espíritos, na terceira parte das leis morais. Eh, e essas ideias que Kardec nos traz vai nos levando a compreender que essa capacidade de entendimento é proporcional ao desenvolvimento da inteligência do ser espiritual que encarnado somos nós, os homens, né? Eh, essa ideia está completamente concordante com o princípio da evolução da lei de progresso, que também está bem desenvolvida na terceira parte do livro dos espíritos, das leis morais, que nos explica e nos apresenta no conjunto da obra do livro dos espíritos, que Deus nos criou a todos nós, os espíritos imortais que somos. Somos imortais, mas temos uma origem como princípios espirituais que iniciam a sua jornada em algum momento, mesmo ainda na condição quando chegamos ao humano. Ele nos criou simples e ignorantes e nos deu a todos nós a mesma jornada evolutiva e nos garantiu a evolução por meio daquilo que nós chamamos de lei de progresso. Ou seja,

quando chegamos ao humano. Ele nos criou simples e ignorantes e nos deu a todos nós a mesma jornada evolutiva e nos garantiu a evolução por meio daquilo que nós chamamos de lei de progresso. Ou seja, não dá para regredir. O ser espiritual criado por Deus progride sempre, aprimora-se sempre, mas paulatina e gradualmente, partindo de uma simplicidade muito significativa do seu começo, caracterizada pela sua ignorância. Porque aquele que começa a sua jornada não tem experiência e não tendo experiência não tem conhecimento. Ele carrega em si todo o potencial de aprendizado, porque como nos foi dito, Deus nos criou a sua semelhança. Então, carregamos em nós uma espécie de DNA, de código divino. Temos todo o poder de crescer e de aprender. A inteligência que somos, o princípio inteligente que somos, tem esse potencial de se desenvolver e desabrochar e de crescer. Mas este princípio é assim. E isto começa, conforme muito bem André Luiz nos apresenta, desenvolvido no livro Evolução em dos Mundos, nas formas mais primitivas de vida. Nós vamos começar lá atrás até alcançarmos a condição de pensarmos por nós mesmos até quando alcançamos a razão. E isso só vai acontecer quando o princípio inteligente que transida pelos reinos mineral, vegetal e animal alcança o reino aminal. é quando ele transita das características mais animalizadas e embrutecidas para os primórdios de uma sofisticação que vai acontecer na espécie humana. Mas o homem, o homem não é a obra acabada de Deus. O homem é apenas como uma lagarta que tá se alimentando para virar uma borboleta. A obra de Deus é o espírito puro. Aquele que alcançou a sua plenitude de desenvolvimento é a borboleta espiritual. Nós nós somos uma lagarta, acumulando experiências e conhecimentos entre nós e os anjos, os arcanjos, uma jornada incomensurável, ainda evolutiva diante de nós. Mas já somos aqueles capazes de olhar para nós mesmos, pensar em nós mesmos, de nos conhecer como seres pensantes, como seres que sentem. Já somos aqueles que são conforme esse

volutiva diante de nós. Mas já somos aqueles capazes de olhar para nós mesmos, pensar em nós mesmos, de nos conhecer como seres pensantes, como seres que sentem. Já somos aqueles que são conforme esse nível de desenvolvimento, mas capazes de penetrar nos meandros da existência, somos esses capazes, mais ou menos conforme a evolução, de percebermos o que acontece em nós, conosco, intimamente em torno de nós. Já somos aqueles que são capazes de dizer penso e por pensar reconheço que existo. Os animais irracionais também pensam de uma maneira fragmentária, ainda com alguma dificuldade, mas eles não são capazes de pensar abstratamente sobre si próprios e de reconhecer que existem. Nós somos capazes hoje de reconhecer, mas o homem primitivo lá das cavernas também não tinha essa capacidade. Por isso o André Luiz nos diz que a vida começa a evoluir na Terra há mais ou menos 1 bilhão e meio de anos. A ciência diz que isso tá mais recuado. As formas superiores, os seres multicelulares, seres mais complexos, eles vão surgir cerca de 500 milhões de anos para cá. Agora, os primeiros humanoides vão surgir há 4 milhões de anos. Nós temos aí os nossos primos, né, entre os símios, entre os macacos, mas os primeiros homens vão surgir por cerca de 2 milhões de anos. E nós, os chamados homo sapiens, que acabamos dominando esse desenvolvimento humano na Terra, estamos daqui a 300.000, 200.000 anos. Mas as notícias da civilização na Terra podem ser recuadas aí no máximo a 10, 15.000 anos. Então, quanto tempo de evolução do princípio espiritual nos níveis mais primitivos de existência? E eles foram conduzidos nesse período, pelo que os espíritos nos esclareceram, se configuram numa inteligência embrionária, automática, mecânica, sem raciocínios, que é o instinto. O instinto não se opõe à inteligência, ele é uma forma de inteligência, só que primitiva, básica, que nos garante a caminhada, a evolução e a sobrevivência. O instinto não é racional, o instinto é mecânico. Ele se constrói, se amplia por repetição. Isso é assim,

ligência, só que primitiva, básica, que nos garante a caminhada, a evolução e a sobrevivência. O instinto não é racional, o instinto é mecânico. Ele se constrói, se amplia por repetição. Isso é assim, graças às encarnações que se repetem ao longo de milhões de anos, ao longo de milhares de anos, mesmo quando nós, já humanos, já capazes do raciocínio, já tendo o cérebro tão desenvolvido quanto hoje, podíamos nos sobrepor outras formas de vida. Por que eu estou dizendo tudo isso? Porque quando nós vamos estudar os instintos e a inteligência lá no livro dos espíritos, lá no capítulo 4 da primeira parte, nós vamos entender que a inteligência e o instinto caminham juntos na medida que a medida que a inteligência, a racionalidade se desenvolve, o instinto perde predominância, mas não deixa desistir nunca. Os instintos que existiam no homem das cavernas para lhe garantir a sobrevivência como indivíduo e como espécie continuam em nós seres civilizados, mais desenvolvidos. Entretanto, a nossa inteligência por todo o processo de construção intelectual e cultural que adquirimos é muito maior do que a deles. Então, há em cada um de nós um ser primitivo, dormitando na forma dos instintos básicos. Mas à medida que a inteligência cresce, a capacidade de compreensão se amplia. O instinto deixa de ser aquele que dita as nossas ações. É a nossa razão amadurecida pela experiência que vai nos oportunizando as boas escolhas para que nós vamos possamos vir evitando aquilo que que nos atrapalha no processo de crescimento espiritual e escolhendo aquilo que nos ajuda. E aí nós vamos entrando agora mais especificamente no entendimento do que pode ser o bem e o mal. ali na gênese, para concluirmos o entendimento de Kardec, eh, é preciso entender que Kardec tem uma visão bastante coerente dentro da lei de progresso, da evolução. E ele nos diz o seguinte no item, no item 4 do capítulo 3, né? Ele diz assim: "É assim, finalmente, que pouco a pouco a necessidade fez o homem criar as ciências, por meio das quais melhor as

volução. E ele nos diz o seguinte no item, no item 4 do capítulo 3, né? Ele diz assim: "É assim, finalmente, que pouco a pouco a necessidade fez o homem criar as ciências, por meio das quais melhor as condições de habitabilidade do globo. Todo, tendo o homem que progredir, os males a que se acha exposto, os males físicos são um estimulante para o exercício de sua inteligência, de todas as suas faculdades físicas. ou seja, o esforço de superação dos obstáculos existenciais tem feito o homem desenvolver sua inteligência e, portanto, as suas faculdades físicas e morais, incitando-o a procurar os meios de evitar esses males. Se ele nada houvesse a temer, nenhuma necessidade o induziria a procurar o melhor. Então, as dificuldades, os problemas, os obstáculos estão diante de nós. não como castigo, mas como estímulos ao desenvolvimento de nossa capacidade de superação, de nossa inteligência, de nossas habilidades emocionais e intelectuais. Entretanto, eh, os males mais graves do que os físicos são aqueles que o homem poderia evitar. A maior parte do que hoje há no mundo em termos de males são aqueles que o homem cria ele mesmo por seus vícios, por sua viciação emocional e mental. Tudo que vem dessa hipertrofia do sentido de que provém do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua cupidez, de todos os seus excessos. É aí que estão as causas das guerras, das calamidades, das discensões, das injustiças. Deus, Deus não erra. Deus prungou leis plenas de sabedoria, tendo por único objetivo o bem. Ou seja, e qual é o bem? Que alcancemos a plenitude. Que plenitude é essa? Alcancemos o desenvolvimento de nossos potenciais espirituais e nos tornemos espíritos puros ou melhor, purificados ou melhor, liberados das ganga, dos resíduos evolutivos em que trilhamos pelos reinos inferiores. Quando alcançarmos esse estágio maior, mais avançados, o homem da caverna que existe ainda em nós, praticamente não se manifestará mais em quase nada. Nossos instintos agressivos, destrutivos,

riores. Quando alcançarmos esse estágio maior, mais avançados, o homem da caverna que existe ainda em nós, praticamente não se manifestará mais em quase nada. Nossos instintos agressivos, destrutivos, estarão simplesmente tão amenizados que não são não serão mais capazes de de trazer a sua presença. O homem evoluído a esse ponto é um sol que brilha. Não há como opor a ele qualquer sombra, qualquer luz. Este período em que transitamos, este momento em que estamos, é um momento onde o joio, representando a ignorância e o mal, convive ainda com o trigo, representando a luz espiritual em nós se desenvolvendo. Por isso Jesus disse que no momento em que estamos, o joio ainda cresce junto com trigo. A inteligência que poderia estar apenas desenvolvendo nossos potenciais positivos, ainda também está a serviço de nossos instintos primitivos, destruidores. Essas duas coisas caminham juntas. Mas haverá um momento, há um momento para cada um e haverá para a humanidade. Já está havendo onde esses valores serão colocados em cheques e serão separados para que apenas o trigo prossiga. É um eh é preciso entender que nada está acontecendo a revelia eh do poder de Deus, da ciência de Deus. Não há ninguém, não há nenhum ser patrocinando isso, mais poderoso do que Deus, vencendo as forças do bem. Não, tudo segue o seu tempo dentro da permissão e da previsão. Entretanto, conforme Jesus alertou, sendo ainda necessário, portanto, permitido, que o escândalo ou o mal moral venha, nem por isso aquele que se torne o veículo do mal se encontra isento. Ele diz assim: "É necessário que o escândalo venha, mas ai daquele por quem vem o escândalo." E por que Jesus diz isso? Porque aquele que se torna o veículo do equívoco, do mal, da destruição, ele está criando fora de si essa reverberação negativa, destrutiva, mas pior e muito pior do que isso ele está criando em si. Porque aquilo que nós pensamos, sentimos e as experiências resultantes de nossos atos estão gravadas em nós. Elas não saem de nós. Nós não temos como nos livrar das

do que isso ele está criando em si. Porque aquilo que nós pensamos, sentimos e as experiências resultantes de nossos atos estão gravadas em nós. Elas não saem de nós. Nós não temos como nos livrar das memórias de tudo que vivemos. E estas memórias, este acervo de atos infelizes vai tendo que ser enfrentado à medida que vamos subindo. Um homem, por exemplo, vamos dar um exemplo bem grosseiro. Uma pessoa que seguiu com o hábito de beber demais, comer demais, fumar demais a vida toda. Ele sentia prazer nisso, estava entregue, independente de qualquer julgamento moral. determinado momento da sua vida, a sua saúde fica muito ruim e ele entende, graças aos conselhos médicos, que se ele quiser ter mais tempo de vida e qualidade de vida nesse tempo a mais, ele vai precisar parar de beber, parar de fumar e comer menos e comer melhor. Ele entende, decide que é isso que ele tem que fazer, então ele vai se dispor essa luta. Mas o condicionamento, os maus hábitos que ele acumulou, a memória condicionada de beber demais, de fumar demais e de comer mal constar nele. Ele vai ter então que enfrentar todos os dias esse mal que ele criou em forma de maus hábitos dentro dele próprio. E ele vai ter que ter força de vontade, vai ter que ter fé, vai ter que ter vigor, mas à medida que ele persiste, essa força desses condicionamentos ruins vão cedendo. Por quê? Porque à medida que ele for tendo uma atitude positiva, mais adequada, ele vai agregando novas memórias melhores que vão se contrapondo no seu mundo íntimo aquelas ruins. É por isso que Jesus dizia que o amor lava uma multidão de pecados. Ou seja, a força do bem na sua capacidade transformadora é muito maior do que a força do mal. Um ato de amor compensa, sobrepõe e neutraliza a força de milhares de atos maus. Entretanto, tem que ser um amor autêntico combatendo. Este é o ponto que precisamos entender, é que o mal não é criado por Deus, nem é, na verdade, originário de um ser, um espírito do mal. Ele é fruto, na verdade, de nossos condicionamentos

combatendo. Este é o ponto que precisamos entender, é que o mal não é criado por Deus, nem é, na verdade, originário de um ser, um espírito do mal. Ele é fruto, na verdade, de nossos condicionamentos ao longo do processo evolutivo que se adequavam à nossa experiência mais primitiva, quando não tínhamos a capacidade de avaliar quais seriam as consequências desses hábitos e que hoje requerem de nós uma atitude de higienização. de readequação de nossos padrões íntimos, de nossos próprios hábitos. E isso não vai acontecer do dia paraa noite. O livro dos espíritos, a própria Gênesis, nos fala: "É essa mudança não se dá de um momento pro outro. Nós não nos tornamos as pessoas que somos com todo o universo de condicionamentos e de memórias que temos boas e ruins do dia paraa noite. Eu acabei de fazer uma uma referência. Nós, como seres humanos na Terra iniciamos há 2 milhões de anos como seres humanos, fora o que viemos antes. De lá para cá, até alcançarmos a condição civilizatória, passaram-se aí praticamente 15 milhão de anos. De 300.000 anos para cá, nós seguimos um pouco mais como homo sábios, mas para alcançar a civilização há 15, 20.000, 10.000 anos atrás, seja lá como você queira. eh estabelecer o seu rigor. E nós só vamos encontrar os grandes sábios, as grandes filosofias, as grandes luzes nos mostrando o caminho da espiritualidade, talvez 10, 15.000 anos atrás. Antes disso, o homem caminhava dentro de uma certa noite. Então, não vai ser do dia paraa noite que também nós faremos a ruptura. Entretanto, nós hoje somos capazes de mudar mais em uma vida do que acumulamos em milhares de vidas, porque somos mais lúcidos, mais desenvolvidos, mais esclarecidos, mais potentes. Nossa vontade tem uma outra dimensão. Então, nós só não fazemos a mudança mais significativamente, porque, como diz Emmanuel, nós ainda não queremos o suficiente. Queremos a saúde, no exemplo que eu dei do homem que bebia, fumava e comia demais. Queremos viver mais tempo, mas não queremos o desgaste

orque, como diz Emmanuel, nós ainda não queremos o suficiente. Queremos a saúde, no exemplo que eu dei do homem que bebia, fumava e comia demais. Queremos viver mais tempo, mas não queremos o desgaste de ter que enfrentar o mal em nós acumulado na forma de condicionamentos infelizes, porque isso cansa. E porque de alguma forma esses hábitos infelizes nos dão prazer. O homem ainda preserva esses comportamentos porque de alguma forma o prazer que ele aprendeu a ter em função destes comportamentos ainda estão aqui. Então, Kardec, no item oito deste capítulo 3 da Gênesis, nos diz assim: "Pode-se dizer que o mal é ausência do bem, como o frio é a ausência do calor, assim como o frio não é um fluído especial, também o mal não é um atributo distinto. Um é o negativo do outro. Onde não existe o bem, forçosamente existe o mal. Não praticar o mal já é um princípio do bem. Deus somente quer o bem. Só do homem procede o mal. Se na criação houvesse um ser preposto do mal, ninguém o poderia evitar. Mas tendo o homem a causa do mal em si mesmo, tendo simultaneamente o livre arbítrio que vem com a razão e por guia as leis divinas que estão na sua consciência, ele pode, na medida que queira, evitar sempre estes este mal moral em si. É muito importante nós termos essa consciência para entendermos que o bem não vai se impor, o bem vai nos conquistar. Por isso Paulo dizia que o mal que ele não queria fazer mais porque estava esclarecido, porque tinha entendido a necessidade da vivência no bem, o mal que ele não queria fazer mais, ele ainda fazia. E o bem que ele já ansiava, desejava viver, porque já tinha aprendido que o bem trazia bem-estar para ele e melhorava tudo em torno dele e nele, ele dizia: "O bem que eu quero fazer esse, eu ainda não faço". mostrando-nos como mesmo um homem que encontrou Jesus na estrada de Damasco e teve aquela transformação poderosa que mudou a sua vida e a de muitos de nós que viemos depois, teve que enfrentar essa luta. E ele dizia então que era preciso que esse homem velho, que

a de Damasco e teve aquela transformação poderosa que mudou a sua vida e a de muitos de nós que viemos depois, teve que enfrentar essa luta. E ele dizia então que era preciso que esse homem velho, que representava todos os condicionamentos que não se queria mais, precisava ser vencido para que o homem renovado ou o homem novo se impuse. Você não tem como matar o homem velho para que nasça o homem novo, porque o homem velho e o homem novo são você. Você não tem como morrer para que você ressurja. Isso é uma metáfora, uma figura de linguagem que Paulo usava. Era preciso que o homem renovado ou o homem novo nos ideais e no desejo do bem, fosse forte suficiente, disciplinado e determinado para ir vencendo o homem velho. Paulo era considerado um homem virtuoso entre os judeus. Ele era o doutor da lei. Ele era admiradíssimo para os judeus. Ele era um homem bem do bom, do bem. Ele era bom. Mas quando ele encontra Jesus e vê o grande equívoco em que ele encorria, como ele não tinha entendido a proposta do mestre, mas quando naquele encontro ele começa a entender, ele usa as mesmas capacidades intelectuais e emocionais de força de vontade, de determinação que tinha a serviço dos seus eh ideais judaicos, ele passa a usar a serviço de Jesus, mas leva uma jornada para se tornar o grande Paulo. Paulo não se torna o Paulo do dia paraa noite, não. Ele teve que fazer um grande trabalho sobre si e até o final ele dizia que tinha um espinho na carne que não lhe deixava esquecer do trabalho que tinha que fazer. É essa a nossa caminhada. Quem acha que porque aceitou Jesus, entendeu Jesus e que por isso só e porque já quer o bem, isso já vai fazer com que simplesmente na vida dele não aconteça mais nada de mal, é não ter entendido que em que a luta começa pelo entendimento do que se deve fazer. Entender o que se deve fazer é o primeiro passo. Fazer o que se deve fazer é o segundo para formar condicionamento novo. Emuel nos diz que mesmo o amor que já nasce conosco como potência divina em nós, ele precisa ser

deve fazer é o primeiro passo. Fazer o que se deve fazer é o segundo para formar condicionamento novo. Emuel nos diz que mesmo o amor que já nasce conosco como potência divina em nós, ele precisa ser desenvolvido por meio do aprendizado. Então, como é que nós desenvolvemos o nosso amor, a nossa capacidade de amar? exercitando o amor e teremos que vencer tudo que se contraponha o amor, todas as formas equivocadas de viver essa energia, né? O amor vai se sublimando à medida que nós vamos superando os extratos inferiores existenciais. Então, o amor de Jesus, o amor de um anjo, o amor de um espírito luminoso é diferente do meu amor. Na essência é a mesma potência divina, é o mesmo poder. Entretanto, em mim, a força do amor ainda está submetida às energias negativas, muitas vezes os meus condicionamentos negativos, a constrição do meu egoísmo, do meu orgulho, da minha vaidade, da minha ambissão. Ou seja, o joio que o amor é em mim, perdão, perdão, perdão, o trigo que o amor representa em mim tem ainda que conviver com o joio do egoísmo, do orgulho de todos os vícios morais. Chegará um dia quando a transição ocorrer com mais firmeza, onde pouco joio haverá e mais trigo existirá, porque nós iremos separando a semente do joio da semente do trigo. O espírito que alcançou a pureza é aquele que venceu o mal em si, venceu todas as sementes negativas do passado anterior. Um homem das cavernas que era muito violento, que destruía o seu oponente, matava o seu semelhante para defender a sua família, a sua próle, era um homem bom. porque vivia de acordo com a lei do seu momento, vivia de acordo com o seu instante. Aquelas habilidades agressivas de defesa, aquele ser muito animalizado que era homem primitivo, era bom, apesar de quando matava o outro, o ato de matar o semelhante é um mal. é um mal, mas que está relativizado pela ignorância da lei de Deus que esse homem primitivo tinha. Então, o que os espíritos nos dizem é que a questão do bem e do mal está relacionada à responsabilidade. A

mal, mas que está relativizado pela ignorância da lei de Deus que esse homem primitivo tinha. Então, o que os espíritos nos dizem é que a questão do bem e do mal está relacionada à responsabilidade. A responsabilidade está relacionada ao conhecimento. Quanto mais evoluídos, melhor compreendemos. Quanto melhor compreendemos, mais aptos e eh habilidade teremos para escolher melhor. E quanto mais assim estivermos, mais responsáveis estaremos pelos pelas nossas escolhas. O homem de hoje é mais responsável do que o homem de 20.000 anos atrás. Como o homem de 20.000 anos atrás era mais responsável do que o homem de 100.000 anos atrás ou de 300.000 1 anos atrás. O homem primitivo não tem o conhecimento do bem e do mal que nós temos. Ele não tem o discernimento moral que nós temos. Portanto, ele era amoral. Ele não era imoral, ele era amoral. E sendo amoral, ele não poderia ser colocado dentro do contexto da escolha entre o bem e o mal. É com o tempo e a sua evolução que ele vai discernindo e à medida que os espíritos superiores, os espíritos mais avançados compareçam entre essa essa humanidade primitiva e nos digam: "Ensinem, isto é bom porque te leva mais seguramente no caminho da sua aprimoramento. Isto é ruim porque atrapalha você quando você se acostuma mal, quando você se condiciona dentro desses aspectos destrutivos, você freia o seu potencial de amor e de luz. que está em você. Foi o que Jesus fez. Apesar de tão avançados todos nós, ele veio entre nós para refinar e nos dizer de uma maneira simples e profunda, mas difícil de ser enfrentada, que só há um caminho para vencermos o mal que ainda cultivamos em torno de nós e em nós mesmos. é o amor. E esse amor se configura na caridade, que é o amor ao outro e a si próprio, e a fé em Deus, que é o amor a Deus. A fé em Deus é o amar a Deus. A caridade, no sentido do bem que se faz, é a consequência do amor ao próximo. Quando você consegue aprimorar esse seu sentir, você vive um estado mais amorável e, portanto, mais harmonioso, que lhe dar uma capacidade

ntido do bem que se faz, é a consequência do amor ao próximo. Quando você consegue aprimorar esse seu sentir, você vive um estado mais amorável e, portanto, mais harmonioso, que lhe dar uma capacidade de filtrar, de não sintonizar com o mal. E como Jesus propôs de não resistir ao mal e, portanto, não querer de alguma forma na sintonia com este mesmo mal, devolver o mal com o mal. Isso, entretanto, exige disciplina dos atos, disciplina das emoções, disciplina do pensamento. Esse era o sentido de quando que daquela fala de Emmanuel para Chico, que era preciso disciplina, disciplina e disciplina. Não eram três disciplinas iguais. Era disciplina do pensar, disciplina do sentir e disciplina do fazer. Isso só alcançaremos à medida que nós compreendamos que nós temos em nós o poder transformador. Temos em nós, graças a essa doutrina maravilhosa que é a doutrina espírita, que nos ilumina a mente, nos esclarece, nos tira do nevoeiro, da incompreensão, nos dá uma direção segura, uma diretriz, mas principalmente nos dá o consolo de compreendermos que nós somos filhos muito amados de Deus, que Deus nos ama incondicionalmente e nos dá todas as oportunidades de nos tornarmos pessoas melhores, desde que nos esforcemos por ouvir o seu convite e aceitar o seu a sua ajuda. esta doutrina que nos faz compreender essa condição de filhos de Deus, mas ao mesmo tempo nos coloca diante da realidade muitas vezes tão difícil de ser aceitada pelo egoísmo que ainda domina em nós, de que todos nós, eu sou filho de Deus, mas o meu irmão, o meu vizinho, o meu semelhante de um outro planeta, de um outro país, também é filho de Deus. E nesse sentido, se Deus me ama e ama a todos do mesmo jeito incondicionalmente, todos nós temos uma relação de igualdade. Então, não somos nenhum de nós essencialmente diante de Deus melhores do que uns dos outros. Essa certeza da lei de igualdade, que também tá bem desenvolvida no livro dos espíritos, nos mostra que precisamos entender, conforme Jesus já nos ensinou,

ante de Deus melhores do que uns dos outros. Essa certeza da lei de igualdade, que também tá bem desenvolvida no livro dos espíritos, nos mostra que precisamos entender, conforme Jesus já nos ensinou, que a regra do equilíbrio está: não faça ao outro mal que não queres que o outro te faça e faça o outro todo o bem que você gostaria que o outro te fizesse. Se você usar esse parâmetro, você vai ajustando e vai filtrando, vai adequando os seus comportamentos. E com isso você vai tirando a força dos condicionamentos infelizes, primitivos e destrutivos que faziam com que você fosse o centro do universo. Hoje você entende que não existe centro no universo e que todos estamos vivendo no grande oceano de amor de Deus. Por isso, para finalizarmos a nossa fala, lembremo-nos que Deus é o criador absoluto, onipotente, onisciente, onipresente, e de que não há erro em suas leis. Mas mesmo o que está acontecendo ainda hoje no mundo e em nós está dentro do que a lei de Deus permite e progride. Ou seja, estamos a caminho de um amanhã melhor, mas este amanhã melhor será sempre fruto do melhor que façamos hoje. O Pai nos dá as ferramentas, o trabalho de cultivar, semear para colher. Esse é nosso. E é por meio deste esforço do lavrador consciente que nós desenvolvemos o grande tesouro verdadeiramente divino em nós, que é a nossa existência em Deus, o nosso amor. Por isso, lembrando, finalmente, para que tenhamos um pouco mais de de tranquilidade em analisarmos o mundo em que estamos e a nós mesmos, eu gostaria de lembrar aqui de uma passagem que vai estar lá no capítulo eh capítulo, deixa eu ver, é o capítulo 26 do livro Boa nova de Humberto de Campos. Esse capítulo se refere à negação de Pedro. Quando Jesus tentando consolar Pedro fala uma frase tão conhecida de todos nós e que às vezes nos escapa. Jesus então diz a Pedro que o homem é mais frágil do que perverso, que o que nós chamamos de mal é muito mais o resultado dessa fragilidade evolutiva emocional e moral do que uma maldade

s nos escapa. Jesus então diz a Pedro que o homem é mais frágil do que perverso, que o que nós chamamos de mal é muito mais o resultado dessa fragilidade evolutiva emocional e moral do que uma maldade intrínseca que não existe. O mal não tem existência em si próprio. Ele não existe por si só. Ele não é como uma faculdade em si, ele é apenas o resultado da nossa incapacidade de vivermos o melhor que já é possível. O bem é tudo que é conforme a lei de Deus. E a lei de Deus é a lei da evolução para o bem-estar e a felicidade de todos. Então, tudo que nos ajude a seguir nessa direção de uma amanhã melhor, conforme o projeto de Deus para nós é o bem. Tudo que nos atrapalhe, que nos adie, que nos impeça de avançar mais rapidamente, que nos mantenha na retaguarda e que nos afaste do bem-estar que Deus dedica para nós, isso é o mal. O mal em tudo é tudo aquilo que impede, que conflitua com o domínio do bem. Isso tudo está relacionado à nossa ignorância evolutiva, a nossa precariedade. Por isso Jesus diz que mais do que ma ou perverso, o homem é frágil espiritualmente e, portanto, moral e emocionalmente. Então, nos lembremos disso. hora de olhar os outros e olharmos a nós mesmos. Precisamos ser, portanto, dentro daquilo que seja justo e adequado, tolerante, pacientes e compreensivos. E fechando então a fala de hoje, lembremo-nos quando o livro dos espíritos nos explica como é a caridade, conforme Jesus a entendia. Ela nos apresenta três níveis. A primeira regra da caridade, conforme entendia Jesus, que ajamos com benevolência para com tudo e com todos. Ou seja, que cultivemos essa maneira de ver benévola pela ótica do bem, do bemquer a tudo e a todos, diante de adversidades que os outros nos tragam, nos afligindo, nos agredindo, mais do que benevolentes, temos que ter a resiliência e sermos tolerantes. Então, temos que desenvolver a capacidade de sermos tolerantes com as fragilidades e imperfeições alheias. Mas se isso evolui e chega ao ponto de um prejuízo maior, de uma grande

e sermos tolerantes. Então, temos que desenvolver a capacidade de sermos tolerantes com as fragilidades e imperfeições alheias. Mas se isso evolui e chega ao ponto de um prejuízo maior, de uma grande agressão que nos fere profundamente e nós ainda não somos tão grandes a ponto de não nos permitir ferir, a terceira compreensão da caridade, segundo Jesus entendia, é que nós não nos escravizemos ao mal que nos foi feito e perdoemos todo mal para que nos libertemos da prisão. de todos os sentimentos e emoções negativas que ficam vinculadas a essa incapacidade de perdoar. Quem perdoa não liberta o perdoado, mas liberta a si próprio. É isso que Jesus quer de nós. É isso que Jesus propõe para nós, que nós não entremos na faixa do mal e que procuremos com todo o esforço e dedicação, sem martírio demais, sem condenação, sem, mas que procuremos nos lembrar que somente por meio dessa atitude benévola, tolerante e que perdoa, nós conseguiríamos caminhar nesse mundo dentro da energia do amor que o mestre propõe. Agradecemos mais uma vez pela oportunidade. Que Deus nos abençoe e nos ilumine hoje e sempre. A gratidão é toda nossa Hércules. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire sempre por nos trazer belíssimas reflexões, chamando-nos mais uma vez, convidando-nos a despertar o verdadeiro sentido da vida dentro de nós, que é conhecermos a nós mesmos. Que o Senhor te ilumine sempre. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco, todos que estão aqui na UVCTV, bem aqueles que nos acompanham pela TV Mação do Caminho. Então, a nossa imensa gratidão, desejando a todos que seja um ano que tenhamos mais sabedoria, discernimento, trabalho no bem, edificando dentro de nós os valores imortais que já trazemos no imo da alma. a todos. Que o Senhor da vida nos ilumine nesse propósito de bem servir e que tenhamos um ano abençoado de evolução e crescimento. Muitos aprendizados. Que ele assim nos inspire todos. Feliz 2026. Paz e luz.

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