Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 51 | 05.04.26

Conecta Espiritismo TV 06/04/2026 (hoje) 1:10:46 4 visualizações

Estudando com Jesus | 05.04.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 51: Ternura Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Olá, pessoal. Muito bom dia a todos. Um excelente domingo, domingo de Páscoa, domingo de alegria, domingo de relembrar de boas histórias da época de Jesus. E para nós aqui é uma satisfação imensa estar de retorno aqui para esse estudo do espírito da verdade, esse esse livro, essa obra maravilhosa psicografada por Francisco Cândido Xavier. Hoje nós iremos tratar do capítulo 51 desse livro, uma mensagem belíssima de mei chamada Ternura. E para compartilhar desse momento aqui, eu vou convidar minha companheira da vida aqui, a Eliane. Bom dia, tudo bem? >> Bom dia. Tudo bem, Juliano? Um bom dia especial para os nossos amigos, nossos irmãos que nos acompanham na manhã de hoje. Hoje Páscoa, né? já deu um feliz Páscoa aí para eles. Que Jesus abençoe nosso lar nesse momento. Nós sabemos que é um dia especial para nós e que nós possamos aqui aprender juntos com essa obra aí, como Juliano falou, olha o nome da obra, né? O espírito da verdade, né? Então assim, vem trazer para nós essa esse despertar para os nossos espíritos, né, para as nossas almas de acordo com a a visão espírita. Então fica um convite a todos aqui que puderem participar conosco através do chat. pode comentar, pode falar algo que a gente possa eh incrementar aqui, complementar o nosso estudo. O nosso estudo aqui é um estudo ao vivo e dá essa possibilidade para que a gente possa fazer com o público, né, essa participação. >> Muito bem. Bom, para o nosso início, então vou convidar a todos aqui que estejam conosco agora e para quem acessar esse vídeo posteriormente também, que esse vídeo possa servir aí de um verdadeiro culto do evangelho no lar, né? Vou convidar todo mundo a fechar os olhos e a nos colocar nessa posição de prece, de oração, de coração aberto. Vamos então todos respirar profundamente, elevar o pensamento a Deus, a Jesus e mentalizando muita luz pro nosso lar, muita luz para nós. Vamos então fazer a nossa abertura. Deus, Pai, de infinita bondade, infinita misericórdia, infinita justiça, nós

pensamento a Deus, a Jesus e mentalizando muita luz pro nosso lar, muita luz para nós. Vamos então fazer a nossa abertura. Deus, Pai, de infinita bondade, infinita misericórdia, infinita justiça, nós agradecemos, Pai, por mais um dia, esse dia de Páscoa, que é dia de lembrança, de renovação, Senhor, de vida nova, de boa nova. E nós rogamos, Pai, nesse clima de paz, de amor. Rogamos que o Senhor esteja conosco, Pai. Rogamos a tua presença em nossas vidas, o reconhecimento da tua grandeza, Pai. Rogamos a tua presença porque necessitamos muito, muito da sua presença em nossas vidas, Senhor, na nossa vida, na nossa casa, as nossas atividades e afazeres junto à nossa família, Senhor. O que mais queremos é a tua presença. Agradecemos, Pai, por tudo que o Senhor, por tudo que o Senhor tem nos proporcionado nessa existência, as bênçãos e os desafios que nos movem a crescer, a evoluir, Senhor. Muito obrigado por isso e que o Senhor possa nos proteger aqui nesse momento, que o Senhor possa nos dar aqui esse instante, Senhor, para que a gente possa entrar em vibração profunda, para que a gente possa refletir sobre nossas atitudes nessa mensagem da Meak, uma mensagem que nos coloca para reavaliar cada movimento que nós fazemos nessa existência, Senhor. que esse momento possa ser um momento de de enriquecedor para todos nós, encarnados e desencarnados que estamos conectados aqui e que futuramente irão acessar aqui esse estudo, Senhor. Muito obrigado. Que assim seja. >> Assim seja. >> É, hoje é uma mensagem muito bonita, né? Quem psicografa essa mensagem é nosso querido Chico Xavier, porque essa obra ela é psicografada por dois médiuns, Chico Xavier e Valdo Vieira, mas hoje é uma mensagem da Meimei, do espírito Meimei, ela que é tão lembrada, tão falada na evangelização, né, das crianças, nas casas espíritas, tem esse trabalho belíssimo aí junto aos espíritos, no mundo espiritual mesmo, coordenando esse trabalho de evangelização infantil. Então, ela é muito amorosa, um espírito assim que tem

sas espíritas, tem esse trabalho belíssimo aí junto aos espíritos, no mundo espiritual mesmo, coordenando esse trabalho de evangelização infantil. Então, ela é muito amorosa, um espírito assim que tem essa característica de de bondade, de amorosidade e bem evoluída mesmo, né? Então assim, a gente vê aqui nela um traço de espírito já, né, né, despertada assim para essas questões de gratidão a Deus, gratidão à família, à mãe dela. Então é uma mensagem assim maternal, né, poderíamos dizer isso. E quem psicografa essa mensagem é a Chico Xavier. Ela tem várias obras, né, Juliano Mei tem várias obras com o Chico, mensagens, né? Então assim, fica uma dica pra gente assim que que não conhece ainda as obras, né, que trazem as mensagens de meia, inclusive tem uma aqui em casa que chama vida e mensagem e traz a vida dela, traz como ela conheceu eh o marido dela, Arnaldo Rocha, que depois se torna um espírita. Enfim, é história, né? Então assim, para a gente que é espírita, estamos sempre com essa vontade de pesquisar, né, a tudo em relação, né, a as as mensagens que a gente estuda, as obras, os personagens, né, as personalidades, né, da doutrina espírita, do espiritismo. Então fica essa dica aí, sabe? Então, muitas mensagens de Meimei que traz essa essa cabeça. >> Inclusive, eu até te corto, né? Tem um livro da Mem muito bom que é o Pai Nosso, né? Isso. >> Que uma edificação muito boa, um livro maravilhoso. >> Essa obra mesmo. Nós estudamos aqui em casa com os meninos no culto no lar, né? A gente fez vários estudos durante o culto no lar com as obras infantis também, né? Sempre o evangelho e uma obra infantil. E o Pai Nosso, bem lembrada aí, Juliana, é uma obra muito boa para quem tem criança e para nós mesmos também. Muitas vezes a gente leva histórias da obra Pai Nosso paraa palestra, que traz pra gente assim uma uma compreensão melhor, né? Jesus falava por parábolas, né? Então, uma história. Então, meio também traz ali em histórias o que que quer dizer, por exemplo, a as

palestra, que traz pra gente assim uma uma compreensão melhor, né? Jesus falava por parábolas, né? Então, uma história. Então, meio também traz ali em histórias o que que quer dizer, por exemplo, a as passagens da Bíblia, né? O que que Jesus quer dizer sobre o dever, sobre a bondade, sobre o amor e facilita todos nós, não só crianças, né? Mas na evangelização mesmo infantil, eu já fui evangelizadora, trabalhei nessa nessa área na casa espírita, que é uma área muito sensível. E aí tem essa obra aí maravilhosa também pai Nosso. Então aqui para iniciar só queria só falar em relação a esse espírito, porque vale a pena a gente entender, né, essa mensagem, entender a característica desse espírito que é Mei quando ela traz essa mensagem aqui para nós nessa obra, tá? Então, a mensagem se chama ternura. Aí ela traz assim: "Mãezinha querida, lembro-me de ti quando acordei para recordar. Debruçada ao meu berço, cantavas baixinho e derramavas no meu rosto pequeninas gotas de luz que mais tarde vinha a saber serem lágrimas. Conchegaste-me no colo, como se me transportasses abrando ninho e desde então nunca mais me deixaste. Quando os outros iam à festa, vela comigo, ensinando-me a pronunciar o bendito nome de Deus. Noutras ocasiões trabalhavas de agulhas aos dedos, contando histórias de bondade e alegria para que eu dormisse sonhando. Se eu fugia, quebrando o pente, ou se voltava da escola com a roupa em frangalhos, enquanto muita gente falava em castigo, afagava as minhas mãos entre as tuas ou beijavasme os meus cabelos em desalinho. Depois cresci, vendo-te ao meu lado a feição de um anjo entre quatro paredes. Cresci para o mundo, mas nunca deixei de ser em teus braços a criança pela qual entregaste a vida. E até agora, dia a dia, esperas paciente e doce, o momento em que me volto para teus olhos, sorrindo para mim e abençoando-me sempre, ainda mesmo quando os meus problemas te retalhem o peito por lâminas de aflição. Hoje ouvi a música de dos milhões de vozes que te engrandecem.

ra teus olhos, sorrindo para mim e abençoando-me sempre, ainda mesmo quando os meus problemas te retalhem o peito por lâminas de aflição. Hoje ouvi a música de dos milhões de vozes que te engrandecem. Quis apanhar as constelações do céu e misturá-las ao perfume das flores que desabrocham no chão para tecer-te uma coroa de reconhecimento e carinho. Mas como não pudesse, venho trazer-te as pétalas de amor que colhi em minha alma. Recebe-as, mãezinha. Não são pérolas nem brilhantes da terra. São as lágrimas de ternura que Deus me deu para que te oferte o meu próprio coração transformado num poema de estrelas. Bonito demais, né? Eu tô aqui toda emocionada de de ler assim uma uma mensagem tão forte e tão real, né? Porque uma mensagem dessa aqui na terra é difícil a gente entender, né? como filho, como ser humano, como nessa visão mais materializada que a gente tem aqui na Terra, porque é uma mensagem muito espiritual, né, de entender os valores morais, os valores de amor de um pai, por exemplo, de uma mãe. Aqui ela fala da mãe, né, essa visão mais sensível da mulher. Mas aqui ela ela pode trazer também para nós a ideia do amor dos pais pelos filhos, que a gente vai entender só mais tarde, né? Quando ela fala assim: "Acordei, né? Parece que a gente vai, a gente tem que acordar, né? A gente ainda fica muito, muito misturado nas questões materiais. a gente não consegue enxergar a delicadeza das ações e dos gestos dos familiares para conosco quando nós estamos encarnados, né? Então é é muito interessante aqui, né? Ela vai colocando, vai pontuando desde lá quando ela pequenininha no berço, né? Quantas tarefas, quantas quantos desdobramentos uma mãe tem a um filho que nasce na renúncia? Então assim, eu não quero pular etapas aqui e pular, senão a gente perde, né, a a delicadeza dela na nas frases, né, mas é muito bom aqui, né, a gente saber que a gente só vai entender os nossos pais só quando a gente tiver bem eh bem consciente das coisas mesmo, né, do que nós somos e do que eles são e que eles fizeram.

muito bom aqui, né, a gente saber que a gente só vai entender os nossos pais só quando a gente tiver bem eh bem consciente das coisas mesmo, né, do que nós somos e do que eles são e que eles fizeram. Exatamente. E já pegando esse gancho, essa última colocação sua, eh, eu acho que define bem assim o ponto de partida dessa mensagem. Quando essa semana nós sentamos um pouquinho para poder estudar essa mensagem, nós fomos vendo que realmente essa mensagem ela tem muito conteúdo velado que nós vamos descortinando à medida que a gente vai ampliando a compreensão. Primeiro é é a parte óbvia da mensagem que mostra eh esse carinho da mei com a própria mãe, esse reconhecimento dela, né, com a própria mãe, com o carinho que a mãe teve. Mas como Eliane tava falando, tudo isso vem de um ponto de partida que a primeira frase: "Lembro-me de ti quando acordei para recordar". Olha que fraco. Bom, lendo assim só essa frase, a gente não chega numa conclusão, mas quando a gente vai lendo o texto, a gente começa a entender. Interessante que a Meemela começa a narrar. Olha aí, gente, olha, olha a percepção furamento espírita dessa mensagem, né? A me começa a relatar coisas que ela em tese não lembraria porque era muito pequena para lembrar. Quem é que lembra de quando estava no berço? Eu não lembro de quando eu estava no berço. Eu não lembro dos meus primeiros passos. Eu não me lembro de quando minha mãe ainda me carregava no colo. Eu não tenho lembrança dessa idade. E a Meme diz: "Acordei para recordar". Parece que é é uma situação de quando ela chegou no mundo espiritual, essas lembranças retornaram a ela e ela lembrou que, na verdade, muito além da fase que ela estava consciente na matéria, o período que ela tava inconsciente, ela guardou memória de quando ela tava inconsciente. Ela guardou memória de quando ela era bebezinha. Encarnada, nós não acessamos essas memórias, mas desencarnada ela acessou, lembrou, olha eu aqui no berço e minha mãe me dando carinho, eu bebezinha. Olha que legal isso aí. Então, Eliane

a bebezinha. Encarnada, nós não acessamos essas memórias, mas desencarnada ela acessou, lembrou, olha eu aqui no berço e minha mãe me dando carinho, eu bebezinha. Olha que legal isso aí. Então, Eliane começou muito bem falando dessa sensibilidade, falando dessa delicadeza da mensagem que começa nessa infância que a gente não recorda. E o tanto que é bonito a forma como a 66 escreve. Ela não vem falar pra gente de teorias ou de ou de ou de informações espíritas na vida do mundo espiritual de maneira direta. Ela traz essa carta com essas informações veladas lá de forma indireta para que a gente possa beber dessa fonte e analisar essa mensagem com mais calma, com mais profundidade. Eu sinceramente achei um texto belíssimo, muito bem escrito, inteligentíssimo esse texto, extremamente inteligente, porque ela escreve de assuntos extremamente profundos, mas de uma forma muito sublime, de uma forma bem leve, né? Acordei para recordar, você cuidando de mim no meu no quando eu era bebê. Olha aí, né? Aí por trás disso, uma profundidade que realmente só o estudo espírito mais aprofundado que vai nos dar todas a, né, os elementos e as ferramentas para analisar essa mensagem. Eu sinceramente fiquei assim muito encantado com essa mensagem, né? Então ela vai seguindo. Olha lá, a segunda frase dela é justamente isso. Lembrando a mãe dela debruçada no berço cantando para ela e e ainda narrando que ela como bebê via pequenas gotas de luz no rosto da mãe. Depois é que ela entendeu que isso era lágrima. >> Uhum. >> Olha só que mensagem sensível. Olha só. N por isso que Eliane falou e ficou emocionada com essa mensagem. Mas como é que não fica, né? é de uma sensibilidade que hoje raramente vemos esse tipo de sensibilidade hoje, né? Até nas próprias pessoas, no ser, o ser humano tá faltando essa percepção sensível, né? >> E a preocupação também, sabe? Eh, porque nós estamos, a gente pode não lembrar ou pode achar que os nossos filhos, por exemplo, falando como pais, né? Que os nossos filhos não se lembrem, por

, né? >> E a preocupação também, sabe? Eh, porque nós estamos, a gente pode não lembrar ou pode achar que os nossos filhos, por exemplo, falando como pais, né? Que os nossos filhos não se lembrem, por exemplo, ah, não, vai se lembrar não, né? Então não importa o que eu falei, o que eu fiz, mas dentro da psicologia, por exemplo, a gente vai observar que tem a memória emocional. Então nós podemos não nos lembrar, mas nós guardamos as sensações. Olha só, tanto que você sério. Então vem aí os traumas, né, de infância, mas ao mesmo tempo também vem o quê? o afago dos pais, essa segurança que os filhos precisam ter. Então, quando a Mei fala, né, da das gotas, né, como é que é aqui as gotas, gotas de luz, que eram as lágrimas das da mãe, ela não sabia porque a mãe chorava. Nós que somos mães, nós sabemos porque que nós choramos, né? Então, tem até uma obra que chama Nas mãe e nasce uma culpa. Mãe chora por tudo, né? Chora porque o filho não dormiu bem, chora porque o filho não comeu, chora porque o filho chorou, né? Quando a gente vai desenvolvendo ali com o filho, porque a criança está se desenvolvendo e a mãe também está se desenvolvendo como mãe. Então não é uma tarefa fácil. Qual mãe que nunca chorou ao lado do berço de um filho? Com medo, né? Às vezes medo não dá conta de cuidar. Hoje em dia a gente vê essa dificuldade, né, da na da maternidade, porque o mundo eh nos traz essa essa necessidade da matéria ao mesmo tempo, da maternidade, que é um sentimento, né, que a gente tem. Então, como que a gente administra tudo isso? Muitas vezes na lágrima que a gente desabafa, né? E eu acho tão bonito a gente eh ouvir até Chico Xavier falar que a maternidade é um segredo da mulher e Deus. Olha só. Então, na lágrima da mãe, né, no choro, às vezes no medo, no desabafo, no desespero, ela entra em contato com Deus, porque é um é uma válvula de escape, né, o choro, né, a gente a gente demonstrar a fragilidade que é pra gente criar uma criança no mundo, não é fácil. Então, quando o Meimei traz essa fórmula, essa

, porque é um é uma válvula de escape, né, o choro, né, a gente a gente demonstrar a fragilidade que é pra gente criar uma criança no mundo, não é fácil. Então, quando o Meimei traz essa fórmula, essa forma mais eh lúdica, né, da gota de luz, a gente vê que por trás disso não é não é essa não é dessa forma, né? Uma forma de dor que a mãe expressava, mas a criança não entendia. Por trás de uma criança bem cuidada, bem amada, olha a quantidade de coisas que essa mãe carrega, né? as renúncias que ela traz na vida dela, quando ela fala assim: "Quando os outros iam à festa, vela comigo, ensinando-me a pronunciar o bendito nome de Deus". Isso aqui são as renúncias que a gente faz muitas vezes da vida material, da vida social, né? Não é que é errado ir pra festa, não é isso, mas ela quer dizer o seguinte, né? Quantos muitos se dispersavam, né? Acha que a vida é só passear, só festar, né? a mãe dela orava, ensinava, né, a a falar de Deus, né, ensinava a religião, porque nessa vida, nessa nessa nesse nessa obra vida e mensagem da Mei traz ali a sua vida, né, a sua biografia que ela era católica, então a mãe era muito católica, então trazia ali para ela a a oração e o que ela precisava aprender sobre Deus, né, as questões religiosas. mesmo. Então, olha só, tanto que a Mei já foi uma filha privilegiada, a mãe tinha uma religião, né, que a mãe dela se tornou viúva depois, então passou por dificuldades, que a gente sabia que naquela época, né, Mimi nasceu em 1922. Então vamos fazer as contas aí do tempo que já se passou, né, que ela nasceu, que ela se tornou uma mocinha e tudo. Então a necessidade da mãe dela, né, muitas vezes falar sobre a as questões religiosas aqui, fortalecer a filha paraa vida, porque a gente sabe que Mei também teve uma vida difícil depois que ela casou, veio a doença, veio a enfermidade, então tudo isso foi bom para ela porque fortaleceu a fé dela, né? Então acho muito bonito quando ela fala assim: "Olha, então quanto muitos iam paraas festas, minha mãe falava de Deus,

a enfermidade, então tudo isso foi bom para ela porque fortaleceu a fé dela, né? Então acho muito bonito quando ela fala assim: "Olha, então quanto muitos iam paraas festas, minha mãe falava de Deus, ensinava, né, sobre sobre Jesus. Então isso é muito importante. Não é que a gente não possa nunca ir paraa festa e nem levar os nossos filhos, não é isso? O nosso evangelho segundo o espiritismo mesmo, nós temos uma mensagem que a gente fala muito sobre ela, né, Juliano, que é o homem no mundo. Então, a gente vive as coisas do mundo. Tem um aniversário, nós vamos no aniversário. Tem um um clube, nós vamos no clube, nós vamos levar os nossos filhos para o clube, nós vamos passear, nós vamos na evangelização com os nossos filhos. Agora, uma coisa assim particular que eu como mãe aqui sempre pensei, sempre falei com os nossos meninos, ó, primeiro nós vamos para o nosso compromisso religioso, né? Se é de manhã, nós vamos de manhã e depois nós vamos pra festa. É primeiro dever, depois a diversão, né? Então assim, a gente entender que nós necessitamos de tudo. Então hoje em dia a gente tem muito, muito desequilíbrio nas coisas. Por exemplo, a gente pode ir paraa festa, pode ir pra festa. Nós vamos pra festa, nós vamos pra igreja, nós vamos pra escola, nós vamos pro trabalho. Tá vendo? Nós dividimos, né? Agora o problema é a gente só quer ir pra festa ou só a gente trabalhar ou só a gente pra igreja ou só, sabe? Então assim, o o desequilíbrio que falta hoje na sociedade, que eu penso, né? Eu preciso cuidar do meu corpo, eu vou paraa academia. Aí eu só vou paraa academia, eu vou paraa academia, vou paraa academia, só cuido do corpo. Ou então vou só paraa casa religiosa, só cuida do espírito. Mas não é assim que funciona. Nós temos várias necessidades. Nós somos corpo, mente, nós somos espírito. Então nós temos que entender e descobrir dentro de nós qual que é a nossa necessidade. Então pera aí, vou dosar aqui agora. Eu preciso cuidar dali, né? Porque a gente vê muito casa assim, ah, vou só pra casa espírita, eu

entender e descobrir dentro de nós qual que é a nossa necessidade. Então pera aí, vou dosar aqui agora. Eu preciso cuidar dali, né? Porque a gente vê muito casa assim, ah, vou só pra casa espírita, eu tenho minha fé ali, eu não vou no meio de mais que eu tenho minha fé, então vou fazer tratamento espiritual. Mas não é assim que nós também somos corpo. Jesus falava, né? Nem só do pão vive o homem, né? Então a gente não vai cuidar só da matéria, então a gente também não vai cuidar só do espírito. Então nós temos necessidades. E é isso. Assim, eu penso que a gente precisa ter é é esse discernimento na nossa vida. Então, nós vamos cuidar das questões aqui da Terra, mas nunca esquecer das questões espirituais, principalmente com os nossos filhos, né? Quando ela fala assim: "Noutras ocasiões, trabalhavas de agulha aos dedos, contando histórias de bondade e alegria para que eu dormisse sonhando." Olha, quantas mães aqui não já balançou um carrinho com pé e fazendo uma atividade, né? Tem tantas histórias de vó, de sogra, de mãe que embalando o filho no braço fazia outra atividade. Com o menino no colo faz o almoço. E eu acho isso tão bonito, porque quem viveu isso na prática com os filhos tem história para contar, né? E a mulher, ela é muito prática, ela vai fazendo, ela vai fazendo, de repente ela tá fazendo tanta coisa que ela nem viu mais. E os filhos eles descem dos braços da mãe, daqui a pouco cresce e passa. E que história que ficou, né? Então quando ela conta aqui, né, de agulhas ao dedo, ela costurando ali, né, bordando que seja, a mãe não perdia a oportunidade de falar coisas boas com a filha, né, a bondade que ela tinha, né? Muitas vezes a gente conta história, a gente a gente canta uma música e falando de evangelização e mais que meio meio, né? Uma grande evangelizadora e coordenadora dessa evangelização infantil aqui espírita, nós vemos aí tantas histórias, tantas músicas que podem educar os nossos filhos. Tem músicas belíssimas na evangelização, que é ali no momento da alegria cristã,

evangelização infantil aqui espírita, nós vemos aí tantas histórias, tantas músicas que podem educar os nossos filhos. Tem músicas belíssimas na evangelização, que é ali no momento da alegria cristã, que nós vamos cantando com as crianças, a gente fala: "Gente, se tivesse só uma música aqui nessa evangelização, já teria um aprendizado imenso." Olha, isso que é bonito, né? a gente não perde tempo. Então, em todo momento que a mãe trabalha ou cozinha ou faz qualquer coisa, ela numa palavra ela consegue guardar dentro desse espírito, dentro desse filho, uma memória para sempre. Olha, tudo é importante. É o que Memei quer falar aqui, né? Tudo importa. Tudo é importante. Isso é muito bonito, né? Eu eu mesmo cantava, né? Pros meninos pequenos, né? música que falava de obediência. Nossa, a obediência é a lei da vida. Dá alegria ao coração. Olha só, quem é obediente é feliz, precisa de mais o quê? Quem é obediente às leis de Deus, olha, obediente aos pais, isso é muito rico, né? Uma historinha, né? Quantas histórias no culto, no lar a gente pode contar que que transforma a ideia da criança. Então é nessa paciência assim, né, que a gente vai vendo o que que o que o que Meimei faz e traz aqui para nós, né? >> Isso mesmo. Eu quero, antes de voltar minha fala aqui, dar um bom dia paraa Patrícia de Roios, né, nossa amiga que tá sempre com a gente aí, né, tá lá na Espanha. Bom dia, Patrícia. Feliz Páscoa para você também, minha irmã. >> Feliz Páscoa. Um beijo grande, Patrícia. >> E é uma uma questão que me deixou assim bastante assim consolado, né? Eu então me consolou nessa mensagem. É essa visão que a Mei traz ela do mundo espiritual assim de que nenhum esforço dos pais está perdido. Às vezes nós que somos pais, às vezes nós falamos e falamos e falamos e instruímos e compartilhamos informações e buscamos educar, buscamos direcionar um caminho, explicamos, né? Muitas dessas vezes parece que nós falamos até em vão. Quem é pai e mãe sabe que é a repetição que vai levar aí, né, a essa construção.

buscamos educar, buscamos direcionar um caminho, explicamos, né? Muitas dessas vezes parece que nós falamos até em vão. Quem é pai e mãe sabe que é a repetição que vai levar aí, né, a essa construção. Não adianta a gente falar uma vez só com uma criança. Ela está em desenvolvimento, é pequena, vira adolescente, depois o jovem que vira o adulto. Então é, é sempre bom a gente renovar os mesmos ensinamentos, renovar as mesmas instruções, porque elas se perdem no movimento da vida, do crescimento, do desenvolvimento, se perdem. E a e a e os locais que a que o filho frequenta vai mudando. De uma escola vai para outra escola, depois vai pra faculdade, né? E depois é é a profissão, pessoas diferentes vão passando na vida social. Então a gente que é pai, mãe, é um dever nosso estar sempre reforçando as lições que são a base, né, dessa família nossa. Muitas vezes sentimos que as nossas palavras elas se perdem hoje, amanhã a gente retorna, reforça. E que que a Mimi tá falando aqui? nada se perde. Vai chegar um momento em que o ser humano desperto lá no mundo espiritual, como ela despertou aqui, né? Como ela diz aqui logo no comecinho, vai se relembrar disso tudo. Olha que beleza. Achei isso belíssimo. Achei isso incrível. E interessante que de todas as situações que ela vivenciou em família com a mãe dela, etc., ela veio narrar coisas que marcaram muito ela, que se repetiram ao longo da vida. Por isso a mensagem chama ternura. Então marcou o quanto que a mãe dela era terna a vida toda do berço até a a vida dela de adulta, né? A mãe dela sempre com essa ternura. Era uma atitude da mãe dela que que nunca mudou desde quando ela nasceu, que mesmo quando a mãe dela passava por situações difíceis, né? Primeiro ela narra a mãe dela chorando de amor pela menininha pequena no berço, né, bebezinho. Depois narra a mãe dela também com as lágrimas de dor, né, das aflições da vida. Mesmo assim, ela não deixava de exprimir a ternura com ela como filha, né? Foi uma uma característica da mãe dela que depois no

arra a mãe dela também com as lágrimas de dor, né, das aflições da vida. Mesmo assim, ela não deixava de exprimir a ternura com ela como filha, né? Foi uma uma característica da mãe dela que depois no mundo espiritual ela olhou para trás e viu. Então, olha, marcou a ternura, marcou a ternura. E aí ela vai narrando todos vários momentos do desenvolvimento dela, né, até ela chegar à vida adulta, que a mãe dela foi foi terna com ela. Isso achei muito bom. Quer dizer, é algo que nós vamos nos lembrar quando a gente chegar no mundo espiritual. Situações que a gente nem lembra. Você vê a meme aí na rua quando chegou no mundo espiritual viu coisas que ela não lembrava era nada. Chegou lá, ela olhou para trás e falou assim: "Olha só, tô lembrando aqui de quando eu era bebê no berço. Vai ser o nosso caso. Nós vamos lembrar da nossa mãe no berço. Nós vamos entender o que que a mãe fazia, que a gente não via. Entendem? Porque que os sentimentos quando a gente chega na vida espiritual mudam tanto? Por que que os desencarnados têm uma visão tão diferente da vida? É como se a gente voltasse no tempo, né? e aí recuperasse essas memórias e aí a gente tivesse vendo aquilo que a gente não conseguiu guardar, né? Então a gente vai lembrar não é só da visão, é do sentimento, é do som, é do olfato, é do cheiro, é de tudo, é do que nós sentimos, é viver o sentimento do outro, tudo isso vai retorna com muita força quando a gente chega no mundo espiritual. Então, é por isso que a gente quando chega no mundo espiritual tem uma consciência um pouco mais alargada disso que Allan Kardec fala quando vai dizer, né, que chegamos no mundo espiritual, temos uma consciência maior da vida e aí nós conseguimos tomar decisões melhores e aí conseguimos programar melhor nosso futuro espiritual, nossa próxima reencarnação, todos esses assuntos que vem com espiritismo, né? Vem daí dessa visão que a ela nos traz de maneira tão singela, né? De maneira tão bonita, tão especial. Então, eh, isso é muito bom para que a gente não

dos esses assuntos que vem com espiritismo, né? Vem daí dessa visão que a ela nos traz de maneira tão singela, né? De maneira tão bonita, tão especial. Então, eh, isso é muito bom para que a gente não deixe de manter as nossas convicções, os nossos esforços em prol do bem. Nós que somos cristãos, nós que somos espíritas, nós temos muita dificuldade em lidar com o mundo. Um mundo cheio de gente sem fé, um mundo cheio de gente materialista. O mundo ele é extremamente materialista. As pessoas estão olhando só pra parte da matéria, né? né? As pessoas olham pro prazer físico, olham para poder, olham para aspectos financeiros, né? Essa valorização extrema do corpo, coisa que a gente tá vendo aí na sociedade que é muito muito muito muito claro, né? O mundo traz isso e a gente que é cristão e a gente quer olhar para outros âmbitos. A gente quer olhar para as partes espirituais, a gente quer olhar pra questão moral, né? Que ninguém entende isso, né? que não seja um cristão devoto, não seja um espírito. Então, tudo isso aí a Mimi tá dizendo: "Vale a pena. Vale a pena isso. Quem te olhar do mundo espiritual um dia que te conheceu, vai olhar para nós e falar assim: "Ah, olha ali." Então era assim que eles estavam querendo, é isso que eles queriam nos passar. Essa importância da moral, a importância de pensar no futuro, a importância da oração. Quem nos conheceu que às vezes não não eh eh tinha uma fé compreenderá isso depois. Então essa exemplificação, essa importância da exemplificação que mei traz aqui, né? Tudo isso retorna no mundo espiritual com muita força. Eu eh considerei essa esse ensinamento que ela traz uma coisa muito muito importante, né? Que tá muito de acordo com o evangelho, né? Tem até uma passagem do evangelho que eu gosto muito que lá do capítulo 9, que é a afabilidade, a doçura, que é uma lição daquela época de Allan Kardec que que meio meio renova aqui. O capítulo nove, ele é um capítulo bem bacana porque traz a importância de de de três sentimentos. Um é afabilidade, outro é a doçura, a

ão daquela época de Allan Kardec que que meio meio renova aqui. O capítulo nove, ele é um capítulo bem bacana porque traz a importância de de de três sentimentos. Um é afabilidade, outro é a doçura, a outra é a paciência. São todos temáticas do capítulo 9, afabilidade, doçura e paciência, que eu considerei um capítulo que traz assim uma tradução muito boa do que aime quer dizer aqui, né? Isso dá resultado. Ser afável traz um resultado. Ser doce traz um resultado, paciência traz resultado, né? Então, não é apenas a gente ser duro, não é isso. É nós sabermos ter empatia, né, pelo outro que tá ali na na situação que ele tá vivendo, para que a gente possa ser instrumento de construção conjunta, né? E achei tão interessante que no evangelho diz o seguinte: "Olha, a pessoa boa ela traduz a bondade pela afabilidade, doçura". Então, o Kardec diz o seguinte: "Tá conhecendo uma pessoa afável? Tá conhecendo uma pessoa doce? Olha, então eh são características da bondade, né? Nem sempre se reconhece só a bondade porque a pessoa pareça uma pessoa calma, pareça uma pessoa boa. A gente tem que conhecer um pouco mais a fundo além da aparência, né? Além da aparência. Quantas pessoas que às vezes tm a voz leve, mas falam coisas assim pesadas, né? Às vezes de uma forma leve, né? Com a voz calma, usam de ironia, né? muita gente, quem a gente conhece eh eh empreende dessa forma, né? E o evangelho vai nos falar dessas características, né? Assim, a gente vai reconhecer nesse ponto a bondade que estava por trás das ações da mãe da Mei, uma pessoa boa, porque a ternura é uma forma de você expressar a fabilidade e a doçura, né? E a paciência, né? Chegava em casa esfarrapada, problemas aí na rua, problemas na escola, aprontou, né? Você fez, aprontou aí as suas as suas custos, né? como a gente fala, né? A mãe teve paciência com ela, sentou com ela, conversou, né, de forma agradável, sem uma repreensão, eh, que que a castigasse. Então, é uma mensagem que eu acho que ela gira muito em torno dessa

, né? A mãe teve paciência com ela, sentou com ela, conversou, né, de forma agradável, sem uma repreensão, eh, que que a castigasse. Então, é uma mensagem que eu acho que ela gira muito em torno dessa forma eh dos pais lidarem com os filhos, né, e nós lidarmos com outras pessoas também que precisam da nossa orientação de alguma forma, né? É muito bom isso, né? A primeira ideia que eu acho que a gente precisa ter em relação a ter filho é entender o que que é aquele filho, que necessidade que esse filho traz, porque nós podemos ter dois filhos, três, quatro filhos, eles não são iguais. Não tem como a gente olhar para um filho e educar o mesmo filho. Não, não existe um manual. de como educar, mas existe uma é um manual, não existe um manual próprio, né, para cada um, existe para todos, como você falou do evangelho, né? Eu gosto muito de Santo Agostinho quando ele fala que educar filho não é difícil, olha só, é trabalhoso porque exige exige a paciência e a perseverança. Aí ela falou aí a Patrícia, a intenção amorosa perseverante que salva. E é isso mesmo, a perseverança é você perseverar, perseverar todo dia, né? gente fazer o que precisa ser feito. Isso às vezes se torna repetitivo. Até moldar um ser humano não é fácil. E a gente está lidando ali com um espírito de quantas quantos anos? Que bagagem espiritual que esse espírito traz, nós não sabemos, nela obra nosso nossos filhos são espíritos. Eu gosto muito dela porque traz essa realidade para nós, né? não querer fazer coisa aqui, mudar, moldar um espírito, transformar moralmente um espírito, que às vezes nessa vida não vai dar. Então você planta semente, aí meio meio chegou no mundo espiritual, você viu que floresceu a semente, né? Demorou. E aí quem floresce essa semente, quem dá frutos é o próprio espírito, é ele que precisa enxergar e ver. Mas não somos nós. Então, a ideia de que hoje os pais são eh 100% responsáveis pela transformação moral e espiritual do filho é muito pesado. Eu acho muito pesado para mim. Aí eu entendo as gotas de luz em forma

os nós. Então, a ideia de que hoje os pais são eh 100% responsáveis pela transformação moral e espiritual do filho é muito pesado. Eu acho muito pesado para mim. Aí eu entendo as gotas de luz em forma de lágrimas que a mãe da Mei, né, mostrava ali para ela. Por quê? Porque é isso que dói, e a gente achar que nós temos esse poder de transformação eh total na vida de alguém. A gente precisa entender que esse filho, essa filha, ele é um sonho de Deus antes de ser meu. Nós temos a prova aí que os nossos filhos não são nossos, porque a hora que Deus quiser levar, ele leva. Então, até nós falamos na semana passada, né, no nossa nosso estudo sobre isso. Nós estamos aqui cuidando para Deus, temos os nossos nossas responsabilidades na afeição que a gente desenvolve ou na não afeição também, né? Isso também é uma responsabilidade nossa, porque se nós já estamos no mesmo lar, na mesma família, nós temos compromissos para criar o quê? Laços. Então agora a dor, a o a pressão que a gente sofre é essa, né? Que nós temos que transformar alguém, mas não, olha, é de pouquinho em pouquinho, é numa ação diária. Agora nós também estamos caminhando, nós estamos num mundo de expiação e de provas que todos nós estamos crescendo, desenvolvendo, nós temos nossas imperfeições, cada um tem a sua, né, em particular. Uns t virtudes que o outro não tem ainda, mas tá desenvolvendo. Então, cabe a todos nós entender também os pais. Se nós olharmos pro nosso passado, que que os nossos pais não fizeram? Que que o que que os nossos pais não fizeram? E hoje se arrependem e amanhã será quem? Nós mesmos. Nós vamos nos arrepender, né, de alguma coisa que a gente fez ou ou deixou de fazer pelos nossos filhos. a gente não sabia. Então nós estamos aqui, ó, convivendo hoje uns com os outros. São oportunidades de sanar o quê, né? De mudar, de melhorar, de fazer diferente. Quando Jesus fala do amor ao próximo, é amar ao próximo como a ti mesmo. É o próximo é o nosso, é a nossa família, é aquele que está junto conosco, né? Feliz Páscoa aí

de melhorar, de fazer diferente. Quando Jesus fala do amor ao próximo, é amar ao próximo como a ti mesmo. É o próximo é o nosso, é a nossa família, é aquele que está junto conosco, né? Feliz Páscoa aí pro B, nosso amigo. Grande abraço. Um abraço para Lara. Então, quando Meimei fala assim, ó: "Depois cresci, vendo-te ao meu lado, a feição de um anjo entre quatro paredes. Cresci para o mundo, mas nunca deixei de ser em teus braços a criança pela qual entregaste a vida". Olha que coisa mais bonita isso aqui. O filho cresce, mas continua filho, continua com necessidade da mãe, né? Qualquer coisa a gente grita a mãe, mãe, a mãe vem, pode ter a idade que for, né? a gente vê assim como vai passando a a época da vida e os pais estão lá. Então o filho cresceu, aí o filho cria sua própria família, tem seus próprios filhos, aí a mãe vem que a avó e ajuda e colabora. Gente, isso, isso que é bonito. Agora a ideia, não, meus filhos cresceram, quero saber mais, é porque ainda não entendeu, né, a tarefa ou ainda não enxergou lá na frente as dificuldades que às vezes vão passar. Eu gosto muito da história do de Santo Agostinho, a obra Confissões de Santo Agostinho. Ela é ela é linda, é uma uma obra maravilhosa quando ele traz eh ali seus seus problemas, né, suas dificuldades em entender a vida quando ele busca através de um processo dele pessoal, de descobrir assim a as questões da vida pessoal dele e ele não entende. E aí ele com muita dificuldade, ele passa por muitas questões, eh, vou falar assim, questões morais, né? Aprendizados morais nos vícios da vida. E quem estava lá? A mãe dele, que é Santa Mônica. E aí ela é a grande responsável pela conversão de Santa Agostim. Imagina quantas mensagens de Santa Agostim tem no nosso evangelho, falando sobre a ingratidão dos filhos, né? que traz ali sobre os laços da família. Olha que coisa mais maravilhosa. Um espírito que traz essa visão de família, de amor aos pais, de amor aos filhos, de paciência com os nossos filhos. Ele quer dizer o quê? Vai dar

os laços da família. Olha que coisa mais maravilhosa. Um espírito que traz essa visão de família, de amor aos pais, de amor aos filhos, de paciência com os nossos filhos. Ele quer dizer o quê? Vai dar certo. Seja perseverante com o filho, seja paciente, que uma hora esse espírito desperta. Às vezes não é nessa vida, mas é em outra, continua na outra. é uma é uma visão de esperança para nós, espírita. E aí quando o Santo Agostinho ele ele consegue então se converter, é através de muitas orações da mãe dele. Quando ele questionava a solidão, a falta de Deus, ele fala: "Eu não vejo Deus". Acho tão bonito isso na obra dele. Ele fala: "Eu não vejo Deus. Deus está onde? Deus não fala comigo. Eu tenho muitas dúvidas. Eu tenho muitos medos, eu tenho muitas perguntas e um vazio muito grande. E aí lá na frente ele fala assim que descobriu Deus na mãe dele. Ele fala: "Como que eu podia não enxergar que Deus esteve comigo o tempo todo em forma da mulher que me orientava, que era minha mãe?" Olha que coisa mais bonita. Ele fala: "Eu nunca estive sozinho. Deus sempre falou comigo através da minha mãe." Isso é muito bonito, gente. Então, isso é o que Jesus fala aqui. Para enxergar, a gente tem que ter olhos de ver mesmo, né? Veja quem tem óleo de ver. A gente tem que ver as sutilezas da vida. Às vezes não é uma mãe que abraça muito, que beija, às vezes não tem, não sabe, não passou por isso, não aprendeu, mas é uma mãe que todo dia faz o almoço do filho, que lava roupa, que cuida, que preocupa. Então, às vezes a gente exige tanta coisa dos nossos pais e a gente não enxerga às vezes o as questões mais sacrificiosas da questão da do da renúncia da vida, né? Jesus fala, né? Qual pai que o filho pede um pão e ele dá uma pedra? Olha só quantas vezes a gente deixa de fazer algo por nós para dar pros nossos filhos e a gente também descansar como os pais, porque às vezes os filhos não estão ainda preparados para enxergar isso. E a gente vê como ingratidão não é ingratidão, é porque não tem o olhar

nossos filhos e a gente também descansar como os pais, porque às vezes os filhos não estão ainda preparados para enxergar isso. E a gente vê como ingratidão não é ingratidão, é porque não tem o olhar ainda espiritual, mas um dia no mundo espiritual vai enxergar todas essas grandezas. naquela obra depois da morte de Leonir, que é uma obra também maravilhosa, ele fala que nós vamos lembrar de tudo quando a gente desencarna. Vamos passar páginas dos livros, do livro da nossa vida sem a gente querer. Imagina você abrir uma obra, um livro e ler sem querer. É a nossa consciência. Então, nós vamos ter recordações de tudo que a gente viveu e mais, nós vamos ter recordações do que a gente fez, de bom, de mal. E a gente vai falar: "Meu Deus, eu não quero lembrar disso". Mas a gente vai se lembrar porque é a nossa consciência. Na reunião mediúnica tem muito disso, né, Juliana? O espírito fala: "Eu não quero pensar, eu não quero ver. Por que que vocês estão me mostrando?" Não somos nós, é a consciência que foi alcançada ali para despertar o espírito. Então é a verdade, é a realidade que nós vamos ter. Muitas vezes não é aqui na terra, né? Mas a vida passa rápido, né? Então a gente vai enxergar isso depois. >> Exatamente. Gostei muito da comparação que você fez com eh a história de Santo Agostinho. Eu acho que foi um paralelo perfeito, né? Eu acho que representa muito bem, né? Se a gente fosse comparar essa visão da 66, lembrando o seu passado, né, refletindo sobre essas memórias que ela só adquiriu depois de desencarnar. Eu acho que é o paralelo da do Santa Agostinha é muito é muito é muito bonito nesse aspecto, né? Santo Agostinha amadureceu espiritualmente, mesmo encarnado, ele teve essa noção, né, do quanto que a mãe dele foi importante. E você foi falando, lembrei de um outro paralelo que é mais simples, mas que também me lembrou aqui, que é o André Luiz, né? André Luiz lá no nosso lar, ele então lá depois de passar tantos tormentos, né, quando chegou no mundo espiritual, porque ele era um

is simples, mas que também me lembrou aqui, que é o André Luiz, né? André Luiz lá no nosso lar, ele então lá depois de passar tantos tormentos, né, quando chegou no mundo espiritual, porque ele era um homem muito materialista, era um homem que não tinha essa fé no futuro, na vida após a morte, né? Então ele sofreu muito, né? Essa visão materialista dele fez com que ele sofresse demais, demais, né? E aí a mãe dele sempre do lado dele, ele não havia, ele não tinha essa consciência de que a mãe dele tava do lado dele, né? Depois quando ele >> ameniza o coração, se torna mais dócil, deixa de revolta, né? E aí desperta para esse futuro espiritual que ele tava vivendo, né? Essa realidade nova. E aí ele começa a racionalizar e problematizar um pouco melhor a situação. Aí ele desperta, né? Desperta. Aí a mãe dele consegue se fazer visível para ele, né? Ele fala: "Ô mãe, mas a senhora, nem onde é que a senhora tava?" Ela: "Olha, tava do teu lado o tempo inteiro." Só que você só tinha horas para você, né? Só tinha hor. Você não tinha horas para os outros. E aí é uma lição que o nosso lar traz. Nosso lar tem esses momentos de extrema profundidade, né? Quer dizer, quantos filhos não estão vendo os pais, né, entre aspas, que tá com o pai do lado, tá com a mãe do lado, como Santa Agostinha esteve com a mãe do lado, mas achava uma bobagem a visão da mãe, acha uma bobagem a visão do pai, considera que a gente eh somos pessoas muito antigas, vocês têm uma visão muito antiquada, o que vocês falam no vale, aí chega no mundo espiritual ou então, né, chega uma maturidade espiritual e fala assim, ô, Olha, minha mãe tava certa, né? Isso acontece demais, né? Como acontece, aconteceu comigo muitas vezes, né? Hoje depois de velho fica assim, olha, minha mãe fala algumas coisas que nem dava moral, mas hoje eu vejo que é realmente uma uma sabedoria aí, né? Então, meio traz isso nessa mensagem dela de maneira muito sublime, mas muito conectada à nossa realidade, né? >> É. >> E é algo pra gente anotar, porque nós

que é realmente uma uma sabedoria aí, né? Então, meio traz isso nessa mensagem dela de maneira muito sublime, mas muito conectada à nossa realidade, né? >> É. >> E é algo pra gente anotar, porque nós vamos passar por isso em algum momento, né? Em algum momento a gente vai desencarnar e ter que olhar para trás, né? com esse olhar eh de reconstrução, né, do que foi feito. Inclusive, eu avançando um pouco mais aqui nessa compreensão, tem uma passagem aqui que eu não posso deixar de falar dela, né, aproveitando que a gente já tá quase no final. Depois que a Meme eh eh fala então dessa dessa paciência que a mãe dela tinha, dessa doçura, né? Nós até abordamos isso aí com base no evangelho, né? Algum numa fala anterior aqui, né? Hoje a Mem usa de uma frase aqui que me chamou demais atenção e que vem valorizar mais uma vez essa eh essa posição da mãe dela. Olha só o que que ela mei fala, gente. Eu não pude deixar de de de prestar atenção nessa frase. Hoje ouvi a música dos milhões de vozes que te engrandecem. Olha isso, gente. Olha isso. Milhões de vozes engrandecendo a mãe dela. A mãe dela não foi mãe de milhões, não foi presidente da República para ter milhões de pessoas adorando ela, mas foi uma mãe. Foi uma mãe, foi uma mãe boa, né? Foi uma mãe boa. E isso fez com que ela ganhasse a admiração de milhões de vozes, né? Então, olha só que que situação interessante essa. Eu eu não tenho nem condição de avaliar a extensão dessa dessa informação que ela traz, né? Uma mãe que ela cumpre o seu papel bem na Terra, é admirada por milhões, né? Olha que interessante isso. Milhões aplaudindo essa mãe. Você fica pensando, gente, então quer dizer, parece uma coisa assim tão corriqueira a maternidade, né? As porque faz parte da nossa natureza, é uma coisa comum, né? Todo lugar tem alguém que tem filhos, né? Mas não, não é isso. É uma coisa que é muito mais grandiosa espiritualmente falando, né? Quer dizer, abençoada é a mulher que queira ser mãe, né? Que queira abraçar essa causa com amor, com

ilhos, né? Mas não, não é isso. É uma coisa que é muito mais grandiosa espiritualmente falando, né? Quer dizer, abençoada é a mulher que queira ser mãe, né? Que queira abraçar essa causa com amor, com com responsabilidade, né? Com afeto, com disposição. Você vê o reconhecimento que uma mãe tem. Quer dizer, o mundo precisa de mais mães, né? Boas mães. É isso que a mim quer dizer. O mundo carece dessas mães. Precisa que as mães sejam assim. Precisa que as mulheres se tornem mães. Precisa que os pais queiram ser ter seus filhos, né? E meme quer dizer isso. Precisamos de famílias, mais famílias, né? E boas famílias. Olha aí o que que Mem tá dizendo. Olha assim. Olha o valor espiritual que isso tem. É incomensurável uma coisa dessa. Não dá nem pra gente medir o tamanho de uma de de uma informação dessa, né? Como é que a gente vai avaliar isso aí? Tem que pensar com muita profundidade, porque isso aí até deixar a gente tonto, pensar no no tamanho de uma coisa da gente. Milhões de pessoas estão admirando uma mulher para ser mãe. Que que é isso, gente? Olha que informação belíssima, né? E o nosso mundo ou mas esse mundo nosso é tão pobre espiritualmente falando, né? Ô meu Deus, quando a gente vê a essas pessoas se renegando os filhos, né? Desfazendo as suas famílias, né? amaldiçoando gravidez. Você vê como é que é nossa pequenez espiritual, a pequenez espiritual da humanidade. Nós somos muito primitivos ainda, muito primitivos, né? Não é à toa que que a Terra ela acabou de sair de mundo primitivo há pouco tempo, né? Na escala dos mundos, né? Os os espíritos nos informam de basicamente cinco posições, né? Na escalada aí da evolução espiritual. A terra tá no no segundo degrau ainda. Mal saímos do primeiro degrau. Depois que a gente leu a informação dessa da meia a gente entende, né? É realmente a terra tá tá tá inferior. Nós ainda somos assim, sabe? É, estamos na infância espiritual. A gente ainda é quase animal, né? Ainda não tem jeito da gente eh eh pensar diferente depois dessa informação. Isso

a tá tá tá inferior. Nós ainda somos assim, sabe? É, estamos na infância espiritual. A gente ainda é quase animal, né? Ainda não tem jeito da gente eh eh pensar diferente depois dessa informação. Isso é bom. Isso traz uma clareza pra gente sobre os caminhos que são os melhores caminhos pra gente seguir nessa vida, né? Olha aí. Caminho da família mais uma vez sendo valorizado. Milhões irão nos aplaudir se nós tivermos aí uma família e formos pais conscientes, não é? Se você for uma mãe consciente, uma mãe amorosa, tá aí, ó. Você vai ter milhões aí te aplaudindo aí, ó, por causa disso, né? Não tem milhões aplaudindo, né? Aqui na terra, então os milhões aplaudem aplaudem esses artistas aí, né? Mas lá no mundo espiritual, no mundo no reino dos céus aí, né? Quem vai aplaudir nos aplaudir. É isso aí, ó. É, quem foi a boa mãe, quem foi o bom pai, quem foi um bom cristão, né? Quem soube ensinar. Olha aí o valor da maternidade que a meio nos traz, né? É muito impressionante. E olha, o Robson deixou um comentário aqui pra gente. Olha aí. Mãe, é um trem tão incrível que não tem como medir. É isso aí, Robson. É isso aí, Robson. Vin, >> Robson do outro lado, né, Robson? A mãe tá ligada, tenho certeza. Porque mãe sabe, mãe sonha, mãe sente. Como eu falei aqui no início, né, que Chico Xavier falava que a mãe é a maternidade é um segredo entre a mulher e Deus. Então, muitas vezes a gente sonha, a gente sente e fala: "Que que tá acontecendo com esse menino?" E aqui os meninos pequenos, né? Eles aprontando no no ambiente da casa. Aí eu lá do outro lado, né? Aí eu pensav, gente, vou lá ver esse menino. Chegava lá, pegava, aprontando, mas como é que você sabe? Falar Deus contou para mim, mandou um anjo me contar lá no meu ouvido para vir aqui ver, saber o que que é que vocês estão fazendo. Aí eles brigavam comigo, né, pequenininho, né, tipo assim, foram descobertos. Mas é isso, né? A maternidade ela é essa beleza espiritual ainda pouco entendido na terra, pouco entendida, compreendida.

Aí eles brigavam comigo, né, pequenininho, né, tipo assim, foram descobertos. Mas é isso, né? A maternidade ela é essa beleza espiritual ainda pouco entendido na terra, pouco entendida, compreendida. Eh, Maria, né? Olha só, benditas sois vós entre as mulheres. Bendita, né? Abençoada. Maria, mãe de Jesus, ela teve aí para nós essa essa missão com o Salvador da Terra. Gente, imagina uma tarefa dessa. Fico pensando, uma mãe, né, de Jesus, eu não sei se eu daria conta, eu ia atrapalhar, ia, não ia deixar ele ir. A gente faz isso com os filhos, né? Não, não vai, não quer aceitar o filho viver, porque o mundo é perigoso, é difícil, né? Maria também ouvia isso de Jesus quando encontrou com ele lá no templo, né? E ela também não entendia toda a tarefa dele, a missão dele. Foi difícil também, eu acredito, para ela, né? O coração de mãe é aquele coração preocupado. E ele pergunta para ela, né? Mas não sabe que que eu estou na casa do meu pai? Então assim, explicando para ela, né, a tarefa dele. E é isso, né? Criar um filho num mundo, no mundo que a gente vive, um mundo ainda tão cheio de coisas, né, situações difíceis. Nós estamos misturados ainda os corações primitivos, né, como o Juliano falou. A gente tem que ter uma luta danada aqui, né? a gente tem que lutar contra as nossas imperfeições, desenvolver virtude, ao mesmo tempo, eh, cuidar desse lado social, tomar cuidado nesse mundo que a gente vive. Então, ter filho hoje, se a gente não contar com Deus, não ter essa fé que a gente precisa, a gente não consegue. Então, muitas vezes, né, como Juliano falou, ah, as pessoas não entendem o que que é a maternidade, mais do que a não ter, não ser mãe, eu acredito também que tem muito medo, né, de ser mãe, colocar filho no mundo. Esse mundo tá perigoso e dá medo mesmo. Aí a gente vê lá e lembra da da mensagem lá no comecinho quando meio fala das lágrimas da mãe lá no berço. É isso. Então muitas vezes o medo nos paralisa diante da vida, diante das coisas. Então assim, não é nós julgarmos, mas é nós

mensagem lá no comecinho quando meio fala das lágrimas da mãe lá no berço. É isso. Então muitas vezes o medo nos paralisa diante da vida, diante das coisas. Então assim, não é nós julgarmos, mas é nós acolhermos. Muitas vezes a gente conversa com mãe, né? Pode ser mãe com qualquer diploma ou nenhum. Todas passam pelo mesmo processo do medo, né? da da insegurança, o que que eu faço agora? Meu filho agora ele precisa de alguma coisa na na educação que eu nunca vi. Então, a gente precisa acolher essas mães e a gente precisa estudar mais sobre isso também, como faz. E é, não é um julgamento, mas é a gente buscar, né, na fé, buscar na na nas na medicina, né, na na psicologia, como a gente cuida desse espírito que está aqui sobre a nossa responsabilidade. Não é tarefa fácil não, mas mais do que tudo, a gente vê que meimei começou a mensagem falando que a mãe chora, né, no início, lá na maternidade, lá no no bercinho dela lá. Mas quem termina chorando aqui, Juliano, já partindo pro nosso quase encerramento mesmo, né, por conta do horário, meio meio chora de gratidão, né? Ela fala aqui que ela dá a dá pra mãe dela, né, como lá como presente as lágrimas de ternura. Olha só, como ela tinha falado lá no início, né? Gotas de luz. Ela dá também pra mãe dela um presente que são as lágrimas de ternura, que eu acho que não tem coisa. >> Lágrimas de ternura de Deus, né? Lágrimas de Deus, >> não. Que Deus são as lágrimas de ternuras que Deus me deu para que eu te ofertasse. Então, olha, tem coisa mais bonita que que essa fala dela, olha, são as lágrimas de quê? De reconhecimento, né? reconhecer o valor do pai, da mãe. Isso é riqueza. Porque mãe, pai quer dinheiro, quer que o filho devolva tudo que ele deu, não, já foi doado. Pai e mãe não quer nada de volta, não quer que o filho devolva. Ah, eu te dei, né? Quanta quantos valores materiais foram doados a nós não queremos nada disso. Mas um reconhecimento é bonito, né? Aí a gente vê como referência no evangelho que Allan Kardec traz aqui, né, a no

ei, né? Quanta quantos valores materiais foram doados a nós não queremos nada disso. Mas um reconhecimento é bonito, né? Aí a gente vê como referência no evangelho que Allan Kardec traz aqui, né, a no honrai a vosso pai e a vossa mãe, no capítulo que vai falar que o honrai vosso pai e a vossa mãe é um corolário da lei geral de caridade, de amor ao próximo. Ou seja, é a confirmação, é o resultado da lei de caridade. Ou seja, se a gente não ama os nossos pais, quem a gente vai amar? Então, se a primeira tarefa da pessoa na terra é ser filho, chegou na terra já tem tarefa, já é função filho. Então, como que nós vamos desenvolver essa essa primeira tarefa nosso? Será que nós estamos sendo bons filhos? Começa daí. A nossa vida começa nessa tarefa de filho. E ele fala aqui no finalzinho, né, Kardec fala que Deus pune sempre com rigor toda violação desse mandamento, que é o honrar pai e mãe, né, que é trazer na figura de amor, de respeito, de atenção, de que nos obriga como cristão, obriga no modo, né, assim, não é nada, é figurado mesmo, não é que assim, se você não ama seus pais, não, tem que ser uma coisa mais naturalizada, né, uma coisa natural do espírito. espírito não é no rigor, mas é no desenvolvimento da virtude do ser humano. Se você não consegue amar os pais, então você não conhece ainda a caridade, que a caridade ela tem que envolver o próximo, que é aquele que mais te de te doou na vida, né? Essa é a a é a base do ser humano, né? Eu encerro minha fala aqui, Juliana, que já deu nosso horário e eu desejo assim que nós tenhamos essa renovação diária, né, da nossa mente, de entendimento do que que é a vida, do que que nós necessitamos para viver. A gratidão para aquelas pessoas que nos doaram também, condições para que a gente pudesse passar por essa terra, não é fácil. Nossa encarnação, ela dependeu e depende de muitas pessoas. Se a gente não teve um pai ou uma mãe para cuidar de nós, com certeza nós tivemos outras pessoas, porque Deus ele está acima, né, de de todas as coisas,

ação, ela dependeu e depende de muitas pessoas. Se a gente não teve um pai ou uma mãe para cuidar de nós, com certeza nós tivemos outras pessoas, porque Deus ele está acima, né, de de todas as coisas, está acima dos pais aqui na terra, né? O primeiro responsável por nós é Deus, que é nosso pai maior. Então, que a gente possa ter esse olhar, né, de reconhecimento de tudo que nos facilitou ou que nos conduziu paraas nossas vidas, paraa nossa evolução espiritual. Que a gente tem esse olho, esses olhos de ver, como Jesus fala, né? Tenhamos olhos de ver, todas essas bênçãos que nos rodeiam, que nos ajudam a perseverar na vida. >> É. É, isso foi um bom encerramento e eu só vou finalizar aqui com só uma reflexãozinha, né? Eh, Mei, ela deixa muito claro, né, esse sentimento de gratidão muito grande que ela conservou dentro do coração dela, né? Então, eu acho que essa mensagem é um reforço a gente refletir sobre a a que nós devemos ser gratos, né? Estou deixando de ser grato, será? por alguma coisa que me tem acontecido, ser menos crítico por final, porque afinal de contas estão acontecendo coisas que eu que eu não sei. Estou vivendo situações nesse mundo que eu não sei de onde vieram essas situações, né, todas pro meu aprendizado. Então, eh, tudo isso reforça essa gratidão que nós devemos ter esse sentimento de gratidão sempre, né? Eu acho que a gente tem que exigir menos e agradecer mais. Eu acho que esse é um ponto que a MMI deixa pra gente muito forte nessa missão, né, nessa nessa visão e esse reconhecimento que deve nos acompanhar, né, e ao mesmo tempo uma reflexão ao contrário, né, pensar assim de tantas coisas que a mãe da Mei fez, né, a ternura marcou muito essa essa essa reflexão dela, esse retorno dela, ao passado dela, né? E aí eu fico pensando assim, quando as pessoas se lembrarem de nós, elas vão nos lembrar de quais características nossas, né? >> Será que elas vão lembrar na nossa ternura, do nosso senso crítico, das nossas reclamações? Ou vão lembrar da nossa bondade, da nossa caridade, né? Da

s lembrar de quais características nossas, né? >> Será que elas vão lembrar na nossa ternura, do nosso senso crítico, das nossas reclamações? Ou vão lembrar da nossa bondade, da nossa caridade, né? Da nossa fé? Quem nos conhece aí há muito tempo, mesmo que socialmente, né? E intimamente, o que que essas pessoas vão guardar de nós, né? O que que será que os nossos filhos vão guardar de nós o passado quando retornarem ao mundo espiritual, né? Eles vão ver aí a uma pessoa igual a mãe da Mei, será? N. Então fica essa reflexão, eu acho, né? Essas duas reflexões pra gente pensar, né? Como é que a gente pode pode deixar melhores memórias para as pessoas, né? Para quando as pessoas nos olham do mundo espiritual, pensa assim: "Ô, olha só, essa pessoa marcou muito, muito coisas boas por isso e por aquilo, né? É, acho que é essencial. Eu vou encerrar aqui também a minha participação, né? Espero que todos tenham aprendido alguma coisa. Nós aqui em casa aprendemos muito, né? Quero deixar aqui uma feliz Páscoa para esses nossos amigos aí que conversaram conosco no chat hoje, né? Então feliz Páscoa pra Patrícia, a família dela, pro Robson, pra família dele, pra Rosalie, pra família dela, né? Rosalia, nossa grande amiga aí também da casa espírita, né? Todos possam aí curtir essa Páscoa aí, né? Com muito amor e muito Jesus, muito Jesus em casa. É isso. Leandre, quiser fazer a prece, quiser fazer lá mais alguma coisa, fica à vontade, tá? Nós vamos caminhando paraa prece, lembrando que Jesus nos fala que o amor cobra a multidão de pecados. Seja os pecados, as imperfeições dos nossos pais para que a gente possa perdoar e as nossas imperfeições também para com os nossos filhos. nós possamos compreender uns aos outros, né, que nós estamos nesse processo aí de evolução. Isso é a nossa realidade espiritual ainda. Então, nós estamos hoje juntos, não querendo ter essa hierarquia espiritual, mas entender que nós estamos no processo. É por isso que Jesus deixou o perdão, né? Então, o reconhecimento às

itual ainda. Então, nós estamos hoje juntos, não querendo ter essa hierarquia espiritual, mas entender que nós estamos no processo. É por isso que Jesus deixou o perdão, né? Então, o reconhecimento às vezes das nossas falhas, pedir perdão, família, é isso, né? Todo dia a gente ter uma oportunidade, perdoa, né? Esquece, espera o tempo, né? Fala de Emanuel, né? E aguarda, né? A vida tá passando, a vida tá ensinando. A maior lição é a vida. A gente não vai ensinar nada pros outros. Então, vamos esperar lá na frente, né? Vamos aprender a colher os frutos no tempo certo, né? Planta a semente no coraçãozinho da criança, lá na frente a gente vê. Então é isso, né? Nós estamos juntos, né? E o pai que não soube dar o amor, a mãe que não soube dar o amor porque não sabia. Mas aí vem a beleza da da reencarnação que um dia a gente se encontra e aí encontra e e aproveita a oportunidade, né? Então é isso, a beleza da doutrina espírita é isso, é a esperança que a gente guarda. Então nós vamos caminhando assim paraa nossa prece, lembrando de Jesus nesse momento, nesse dia tão especial que é a Páscoa, que é a renovação de nós mesmos, Senhor. O presente que nós recebemos do evangelho de Jesus é essa grande novidade. É a novidade que se estende no dia a dia. é a novidade da gentileza que nós carecemos tanto, de um lar equilibrado, mas que precisou passar por restaurações, passar por reconstruções. Então, quando nós falamos em transformação, mexe muito conosco, porque não é num passe de mágica, é de mudança dentro de nós, isso gera dor, isso gera frustração, porque nos renova, nos molda, nos faz trazer novos hábitos, hábitos saudáveis, tanto no nosso mundo interior, as nossas visões também da vida e das coisas. Então, Senhor, nos ensine essa simplicidade para viver, facilitando a nossa convivência social e familiar, nos trazendo, Jesus, a força necessária, a força moral e espiritual para que tenhamos ânimo na nossa vida. cada um aqui que esteve nesse estudo de hoje possa receber essa Páscoa,

ia social e familiar, nos trazendo, Jesus, a força necessária, a força moral e espiritual para que tenhamos ânimo na nossa vida. cada um aqui que esteve nesse estudo de hoje possa receber essa Páscoa, possa receber de coração aberto, que o Senhor possa, Jesus, nos moldar a maneira que o Senhor achar melhor, transformando os nossos caminhos e que um dia no mundo espiritual nós iremos entender. que o Senhor possa estender essa paz que nos envolve a todos aqueles, Senhor, que ainda não conhece o Teu nome e conhece essa paz que nós tanto buscamos e encontramos. E Jesus, estenda também, Senhor, a tua paz, onde houver dor, sofrimento, onde houver falta de paz, Senhor, nos leitos, nos hospitais, estenda também, Senhor, sobre os corações das mães nesse momento que passa por dor, sofrimento, solidão, desespero, Jesus, instaurando a paz, a fé, em dias melhores. E em teu nome, Jesus, queremos agradecer por essa oportunidade divina de termos estudado juntos essa doutrina de amor, que é para nós essa facilitação para compreensão do teu evangelho, como nos diz Kardec. Muito obrigada, Jesus. Ser conosco hoje, agora e sempre. Que assim seja. Um abraço grande, feliz Páscoa e uma boa semana para todos nós. >> Assim seja. Excelente semana, gente. Um abração e até domingo que vem, hein? Domingo que vem. Nova dupla, novo estudo. Continue com a gente aí. >> Vamos amigos. Ciao.

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