Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 35 | 02.11.25

Conecta Espiritismo TV 03/11/2025 (há 4 meses) 1:10:55 7 visualizações

Estudando com Jesus | 02.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 35: Se você fizer força Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ >> Bom dia. Bom dia a todos. Bom dia. Muito bom dia. Bom dia a todos os amigos, aos nossos parceiros, né? Nossos canais parceiros aqui, aqueles que estão conosco, que estão agora, que estarão mais tarde. Bom dia, boa tarde, boa noite, né, Marcos? >> Que a gente sabe quando é >> quando é que os nossos amigos vão estar conosco. Então, a qualquer hora que seja bom dia, boa tarde ou boa noite, né? Que estejamos todos juntos com a graça de Deus. É verdade. Para aqueles que estão nos vendo de outro país, para aqueles que assistirão a gravação, que ficará aqui no canal do Iges, que tenhamos um domingo abençoado, um domingo de finados, né? Ah, é verdade, é verdade. É >> a nossa. E hoje nós vamos, >> Patrícia tá aí conosco. >> Deixa eu tô tentando mostrar. Ah, consegui. Bom dia, Patrícia, seja bem-vinda. >> Bom dia, Pátria. >> Ó, também tem o teu bom dia. >> Bom dia para você, todos nós. >> É, >> e hoje nós vamos ter o capítulo 35, né, amiga? Do do livro Espírito e Verdade. >> Do nosso livro Espírito e Verdade. >> Psicografia. >> Vamos aqui dar continuidade, né? >> Eh, psicografia >> de André Luiz, né? mensagem >> psicografia de Chico Xavier, mensagem de André Luiz, como a Lázara comentou. >> É, e bom a gente lembrar que esse livro ele faz menção ao evangelho, né, aos capítulos do Evangelho. E nesse nessa lição especificamente ele vai nos remeter ao capítulo 27, no item oito do Evangelho, que é pedi e obtereis. Mas antes disso, o Marcos, nessa nossa abertura, né, Marcos, vai fazer a prece para nós. >> Fazer uma prece, >> isso pra gente começar os nossos estudos sobre a supervisão aí dos nossos mentores, dos nossos amigos espirituais. >> É, nosso Jesus aqui, >> é que Jesus esteja conosco e nós possamos ter um um bom dia de estudo. >> Obrigado, Pai. Obrigado, Mestre Jesus, pela oportunidade de estarmos aqui para buscar nos instruir, buscar reflexões, trocar ideias e pensamentos, cuidar de nossas famílias, cuidar de nossos lares, cuidar de nosso ambiente de trabalho, cuidar do nosso ambiente escolar,

aqui para buscar nos instruir, buscar reflexões, trocar ideias e pensamentos, cuidar de nossas famílias, cuidar de nossos lares, cuidar de nosso ambiente de trabalho, cuidar do nosso ambiente escolar, dos lugares que frequentamos, sejam padarias, restaurantes, supermercado, eh centro espírita, ponto de ônibus, cuidar de todos aqueles que já partiram antes de nós, que voltaram pro mundo espiritual e que neste dia especial nós dedicamos eh uma lembrança amorosa a cada um deles. Inclusive em outras religiões espiritualistas existe essa mensagem viva de que a vida não se acaba, ela apenas se transforma e que ainda continuamos todos vivos de uma forma mais evoluída, mais progredida, com mais crescimento e desenvolvimento. Graças a Deus. Graças a Deus que assim seja. >> Que assim seja, Marcos. Que prece lind a gente. Você falou, você fez uma lembrança boa aí que hoje, né, e hoje é dedicado, né, essa data de hoje ela é dedicada aos nossos eh queridos, né, que já partiram, que já estão ali na pátria espiritual, né? Então que todos eles, sejam os nossos familiares diretos ou indiretos, nossos amigos, né, nossos conhecidos, que todos eles recebam nesse dia de hoje as bênçãos da espiritualidade e todas as preces que muitas partes do mundo que se ligam nessa data em comemoração a essa memória dos antepassados que já partiram, que todos eles possam receber essas vibrações, essas vibrações de muito amor, de muita saudade, de muito carinho. os nossos abraços e a nossa gratidão por tudo que eles construíram antes de nós, para que nós hoje pudéssemos todos estar aqui reunidos graças a esses que nos preceberam. Que Jesus abençoe a todos eles. >> Que assim seja. >> Que assim seja. >> E esse capítulo 35 do André Luiz, ele é muito bonito. Eu eu vou só fazer um preâmbulo, >> tá? porque ele usa uma técnica que vai aparecer no estudo do capítulo 73 e no estudo lá do finalzinho do livro do capítulo 95. E então a forma que ele hoje vai se dirigir a nós, ele vai se dirigir depois por mais duas vezes. E essas três

i aparecer no estudo do capítulo 73 e no estudo lá do finalzinho do livro do capítulo 95. E então a forma que ele hoje vai se dirigir a nós, ele vai se dirigir depois por mais duas vezes. E essas três mensagens foram todas psicografadas por Chico Xavier, né? A nossa hoje é se você tiver força. >> Uhum. Todas de André Luiz, né? >> É. >> Posso ler, amiga? Ou você quer comentar? >> Pode não, não. Pode ficar à vontade. Pode começar. Depois a gente fala sobre o capítulo da prece, né? >> Ah, tá. Então, André Luiz inicia assim: "Diz você que não pode respirar o clima de luta na experiência doméstica. Entretanto, se fizer força no cultivo da renúncia santificante, fará da própria casa um refúgio de amor. Só esse parágrafo já é lição aberta, né, amiga? >> Já. Isso aqui já dá uma palestra, né? Aliás, cada um desses parágrafos aqui, cada uma dessas lembranças, né? Porque a gente vai perceber que isso aqui, cada parágrafo desse aqui é um lembrete para nós. Mas eu vou deixar ser ler e depois a gente descorre. Eu achei tão bonitinho essa forma que ele tratou. O segundo >> diz você que não mais suporta um amigo desajustado, mas se fizer força no exercício da tolerância, é possível consiga convertê-lo amanhã em colaborador ideal. Olha que linda também. Nossa, cada frase dessas aqui é uma maravilha, gente. Cada parágrafo. >> Então, o terceiro diz você experimentar imenso cansaço diante do chefe atrabiliário, ou seja, iracível, né, que se aborrece à toa. >> É, inconsequente, >> malmorado. Exatamente. [risadas] É, amei. Confundo. Se se fizer força sustentando a paciência, obterá nele ainda hoje um amigo fiel. >> Olha só, conversão aí, hein? >> É, me dá uma ideia de esperança forte. >> É, é. O quarto diz você que não adianta ensinar o bem. No entanto, se fizer força para exemplificar o que ensina, atingirá realizações de valor inimaginável. Ó que lindo. O quinto diz você que se nota assaltado por enorme desânimo na pregação construtiva. Entretanto, se fizer força na sementeira da educação,

ina, atingirá realizações de valor inimaginável. Ó que lindo. O quinto diz você que se nota assaltado por enorme desânimo na pregação construtiva. Entretanto, se fizer força na sementeira da educação, transfigurará o seu verbo em facho de luz. >> Olha que coisa bonita, gente. >> É. E você depois a gente vai comentar. Ó, teve teve uma leve mudança, né, quando ele entra aqui nesse parágrafo. E sexto, diz: "Você está desistindo da caridade ante os golpes da ingratidão. Mas se fizer força para prosseguir, ajudando sem exigência, surpreenderá na caridade a perfeita alegria. Mais uma muito bonita. >> Olha isso aqui. É, a gente tem mesmo que comentar cada um. >> É o sétimo. Diz você que está doente e nada consegue de nobre e útil. No entanto, se fizer força para superar as próprias deficiências, vencerá a enfermidade, avançando em serviço e merecimento. >> Olha aí o detalhe, hein? É, e é pequenininha, mas diz muita coisa essa s esse >> é é >> oitavo. Diz você que a conversação já lhe esgotou a reserva nervosa e dispõe-se a retirada para o repouso justo. Contudo, se fizer força para continuar atendendo aos ouvintes, ouvidando a própria fadiga, ninguém pode prever a extensão da colheita de bênçãos que virá sua plantação de gentileza e bondade também. Muito bonito esse aqui. >> É, >> então esse aqui a a princípio é é o último, né, comentário que ele abre aí no nono tá assim: "O grande bem de todos é feito nos pequenos sacrifícios de cada um." E o último parágrafo, e se fizermos força para viver, segundo os bons conselhos que articulamos para uso dos outros, em breve tempo, transformaremos a Terra em luminoso caminho para a glória real. mensagem de André Luiz da data de hoje do livro Espírito da Verdade. >> Isso, gente, mas cada parágrafo, né, Marcos, a gente vai observar uma palavra chave nela, né? >> Exato. >> Eu fiquei esperando aqui a gente concluir a leitura, porque igual você comentou ali, cada parágrafo desse dá uma palestra, né? Se a gente for discorrer sobre cada um deles, mas a

ela, né? >> Exato. >> Eu fiquei esperando aqui a gente concluir a leitura, porque igual você comentou ali, cada parágrafo desse dá uma palestra, né? Se a gente for discorrer sobre cada um deles, mas a gente vai pegar uma palavra-chave de cada pedacinho de cada um desses parágrafos pra gente primeiro. Vamos parar e pensar o que que é que essa mensagem traz para nós, o que que ela tem de semelhante conosco. Será que isso aqui é o nosso cotidiano? Será que isso aqui é o nosso dia a dia? Será que todos os nossos dias são dessa forma aqui? as situações que nós atravessamos no nosso dia a dia, elas estão presentes aqui, gente. Isso aqui é pra gente, ah, como vai dizer aqui na prece ali, pra gente entrar lá pro nosso quarto íntimo e a gente refletir, porque isso aqui ele tá nos chamando, ele tá nos convocando. Quando ele fala, se você fizer força, a gente pode traduzir isso aqui, faça um pouco mais. Se você fizer um pouco mais, se você se esforçar mais, então ele tá dizendo para você, dê um passo a mais. Ele tá dizendo para para nós que nós devemos ouvir o que tá dizendo aqui através das nossas palavras. Então, na no primeiro parágrafo aqui, ele vai dizer: "Diz que você não pode respirar o clima da luta, no entanto, se fizer força no clima da renúncia". A palavra chave desse primeiro parágrafo é a renúncia. Quando ele diz na renúncia aqui, nós vamos ver que nós viemos aqui na família, se nós viemos juntos, nós viemos com um propósito. E esse nosso propósito, a gente precisa relembrar que cada um tem os seus sonhos, cada um tem as suas necessidades, cada um tem a sua hora, cada um tem os seus valores, cada um tem os seus desejos. E isso nós devemos o quê? Nós devemos respeitar. E nesse respeito aqui que ele tá dizendo, nós devemos renunciar no sentido de que renunciando, ou seja, respeitando o ponto de vista de cada um nessa convivência familiar. Porque se nós viemos juntos, nós temos esse propósito. Esse propósito é nos ajudarmos, é nos melhorar, é aprendermos uns com os outros, é fazer um pouco mais

sta de cada um nessa convivência familiar. Porque se nós viemos juntos, nós temos esse propósito. Esse propósito é nos ajudarmos, é nos melhorar, é aprendermos uns com os outros, é fazer um pouco mais um pelo outro, é me calar quando o outro estiver ali esbravejando, tiver bravo, tiver contrariado, tiver triste. Quando ele chega com muita alegria, que eu partilhe dessa alegria. Quando ele chega muito triste, que eu respeite a tristeza dele. quando ele chega muito bravo, que me cale para não levar essa discussão ainda mais à frente. Então, quando ele fala aqui na renúncia, é nesse ponto de entendimento e respeito que nós devemos ter, onde ele tá nos levando aqui, que é a família. É a primeira célula nossa, ele tá falando aqui da família. Então, uma família desequilibrada, porque cada um tem o seu ideal. Se eu não renunciar e se eu não for eh compreensiva, eu tô me colocando aqui porque essa lição é paraa gente, viu, gente? Se eu não for compreensiva e eu não colocar em prática todos esses aprendizados e tudo aquilo que eu quero de melhor para mim e para o meio, eu não vou equilibrar o ambiente onde eu estou. Então essa renúncia ela não quer dizer fraqueza, ela quer dizer fortaleza e ela quer dizer compreensão para que eu tenha respeito pelo que o outro pensa, respeito pelo como da forma como ele age, respeitando os seus sentimentos, que um dia pode ser de alegria, outro dia ele pode estar triste, um dia ele pode estar bravo, outro dia ele pode estar muito calmo. Um dia ele chega te abraçando, no outro dia ele nem te dá bom dia. Vocês já passaram por isso? Tem alguém na sua casa assim? Esse quadro aqui muitas vezes é familiar para nós. Ou seja, a família da qual nós somos parte, a primeira célula nossa familiar é a nossa doméstica. É aqui nosso pai, nossa mãe, nossos irmãos. Mas a família lá fora, a família de todos do universo, nós também fazemos parte dela. Aí então vai entrar o nosso trabalho, né? Então, respeito pelo meu colega de trabalho que o dia não teve uma noite

Mas a família lá fora, a família de todos do universo, nós também fazemos parte dela. Aí então vai entrar o nosso trabalho, né? Então, respeito pelo meu colega de trabalho que o dia não teve uma noite muito boa e ele chegou magoado, né? Respeito por aquele outro que teve conquistas e chegou todo feliz e todo alegre. Então, tudo isso que nós externamos aqui no pensamento de renúncia serve para qualquer ambiente familiar no qual onde todos nós estivermos inseridos. Porque a nossa vida lá fora também é a nossa família. Essa nossa família não importa se ela seja consanguínea, que ela seja espiritual, que ela seja do trabalho, que ela seja de qualquer ambiente social onde nós estivermos inseridos. Essa família, ela precisa, toda, ela precisa ser respeitada através dessa renúncia que nós devemos ter e fazer, ou seja, dessa educação, né? Apesar de que educação, ele vai falar aqui mais em frente, naquele segundo parágrafo aqui, como eu falei que cada parágrafo tem uma palavra-chave. Qual que é a palavra chave desse segundo parágrafo? Se você se não suporta o amigo desajustado, mas se fizer força no exercício de quê? Da tolerância, né? a palavra chave de tolerância aqui, por isso que eu falei que isso aqui é a nossa vida, é o nosso cotidiano. Então essa essa tolerância aqui é a gente eh ter esse amor com os outros que nós já convivemos com ele em outros tempos e que agora nós os reencontramos aqui. Então a gente vai modificar esse olhar para espelhar que nós estamos aqui para seguir um modelo. Quem que deixou para nós esse modelo? Não foi Jesus. o eh o modelo que ele nos deixou aqui eh pra gente olhar o outro sabendo que ele tem qualidades, sabemos que ele tem eh defeitos. Aceitando aqui aceitação, conversar gera sentimento e as pessoas colocam ali as suas necessidades, as suas dificuldades, elas colocam para fora aquilo que está necessitando naquele momento. Então, nesse sentido aqui da tolerância, nós precisamos ter prudência e sabedoria. Para quê? Para aceitar o outro. Nessa

iculdades, elas colocam para fora aquilo que está necessitando naquele momento. Então, nesse sentido aqui da tolerância, nós precisamos ter prudência e sabedoria. Para quê? Para aceitar o outro. Nessa nesse tolerar, ou seja, nessa forma de aceitação do outro, eu preciso agir com ele com sabedoria, porque eu vou aquele ditado, eu vou colocar mais lenha na fogueira quando a pessoa chega ali para mim toda desajustada, é possível que você converta então esse amigo num colaborador quando você através dessa tolerância você atrai a pessoa para si, no sentido de que puxa, ela tem uma boa sintonia comigo. Amigo. Oi, Binho. Ó o Binho chegando aí, ó. Saudade. Olha a saudade do coalinha ali, ó. [risadas] Oi. Vin. Então, então essa tolerância aí, ela exige sabedoria e prudência. Amorosidade, né, gente? aquilo que o Cristo nos ensinou e aquilo que todos nós devemos aprender com ele. Depois ele diz ali no próximo parágrafo, qual que é a palavra chave do outro parágrafo nosso aqui, ó? Eh, experimentar imenso cansaço diante do chefe. O o a palavra é bonita, né? Trabiliário aqui, aquele chefe [risadas] que às vezes é mal humorado. Incente, contudo, se fizer força, sustentando a paciência. lá no nosso trabalho. É como aqui o nosso recinto doméstico. Nós não precisamos respeitar cada um daqueles que estão aqui junto conosco, cada um com as suas dificuldades, cada um com seus defeitos, cada um com as suas glórias, cada um com o seu jeito de ser. Então, a paciência nesse ponto aqui, ela ela vai fazer com que nós contemos até 10 para evitar uma discórdia, que nós possamos respirar fundo. Sabe aquele ditado do engolir sapo? A gente vai ter que engolir muito sapo para poder ter essa paciência. Então a gente às vezes vai fechar os olhos quando a gente tiver sendo intolerante para que a gente não revide, para que a gente não devolva na mesma moeda. Então, a paciência inserida nesse contexto aqui faz essa reflexão para todos nós, para que a gente possa através, ó, Eliane já tá aqui também, eh, e que a gente possa, através dessa

va na mesma moeda. Então, a paciência inserida nesse contexto aqui faz essa reflexão para todos nós, para que a gente possa através, ó, Eliane já tá aqui também, eh, e que a gente possa, através dessa paciência exercitar em nós, porque tudo isso que nós estamos falando aqui, gente, nós estamos falando para nós. E aqui no final ele vai mostrar que nós somos esse espelho aqui, né? E a quarta palavra aqui que é chave quando ele diz aqui, ó, diz você que não adianta ensinar o bem. No entanto, se você fizer força para exemplificar o que ensina, a palavra-chave aqui não é o exemplo. Então, se nós estamos aqui nesse estudo, nesse aprendizado, se eu tô ali numa doutrina, se eu tô ali num trabalho, aquilo que eu aprendo ali, eu devo levar lá para fora através de quê? do meu exemplo, das minhas atitudes. Quando eu falei ali no engoli saco, porque contar até 10, o Chico não tinha a água benta que você põe na boca. Quando você recebe, quando você recebe talvez uma ofensa, alguma palavra maldita, algum algum comentário que você não gostou, alguma coisa que tá ferindo você, a gente bota aquela água benta na boca. Oi, Carlinha. Aí essa água benta vai fazer o quê? vai fazer a gente contar até 10, até 20, até 100 ou às vezes até 1000, porque enquanto você tá contando ali, você tá esquecendo ou você tá deixando o outro falar. Muitas vezes ele tá falando, falando, falando, falando porque ele precisa pôr para fora. Ele precisa colocar aquilo ali do lado. Ô Marcos, você fala, viu? Porque só eu que tô falando aqui. Você faz seus comentários aí, se você achar pertinente. >> Se eu for, se eu for falar agora, eu vou repetir o que você acabou de falar. >> Não, porque aqui, ó, a preguiça nos paralisa, né, gente? Quando a gente fala na na nesse exercício aqui de exemplificar, quando ele fala aqui que nós precisamos sair da zona de conforto, quando ele fala pra gente exemplificar as lições aprendidas, ou seja, sair da zona de conforto, do aprendizado que você recebe no dia a dia e colocar em prática.

s precisamos sair da zona de conforto, quando ele fala pra gente exemplificar as lições aprendidas, ou seja, sair da zona de conforto, do aprendizado que você recebe no dia a dia e colocar em prática. Vamos arregaçar as mangas e colocar na prática tudo isso que nós estamos aprendendo aqui, ó. Porque a a inércia e a preguiça elas nos paralisam. Então, se eu ficar só adquirindo conhecimento e guardando e guardando e guardando e fazendo de mim uma biblioteca ambulante, mas calada, de boca fechada, não passando nada pra frente, eu tô então na preguiça, tô na inércia. E isso paralisa a gente no sentido da evolução. Nós viemos aqui todos para evoluir. Se nós estamos junto aqui, nós precisamos olhar o outro com generosidade, nós precisamos agradecer mais. Nós precisamos esperar menos. Por quê? Porque isso faz parte desse aprendizado que nós estamos aqui no dia a dia. Nós viemos aqui nessa terra abençoada, nessa escola divina para aprender. Então, cada um de nós aqui, em cada um desses trechos aqui que nós estamos lendo, nós estamos nessa escola e nesse aprendizado. Aí ele, opa, pera lá que eu mudei minha página. Desculpa aí, pera aí. Aí ele diz aqui, a quinta palavra aqui que ele diz para nós é a educação. Diz você estar desistindo da car Não, desculpa, eu já pulei, pulei. Pera aí. Diz você que nota assaltado por enorme desânimo na pregação construtiva. Entretanto, se fizer, se fizer força na sementeira da educação, transfigurará o seu verbo. Olha, gente, que lindo isso aqui. Em faixa de luz. Se você vai transformar a sua palavra em algo que leva amorosidade, que leva eh clareza, que leva essa luz, que leva essa leveza paraas pessoas, isso através da educação que você recebe e que você pratica. Essa educação aqui não é aquela educação lá da escola, ela é o é o polimento que a gente olha ali com a Patrícia andar a segunda milha. Isso mesmo. Viver o evangelho ou não, nos libertaremos e nos salvaremos. Saber não resolve nós. Exatamente. Exatamente. Então, não é o saber aqui,

gente olha ali com a Patrícia andar a segunda milha. Isso mesmo. Viver o evangelho ou não, nos libertaremos e nos salvaremos. Saber não resolve nós. Exatamente. Exatamente. Então, não é o saber aqui, não é a educação que ele tá falando ali da escola que nós que nós fomos sentar nas cadeiras ali para poder fazer ano após anos e nos graduarmos ali. Não é esse tipo de educação. É educação íntima, é educação interna que nós aprendemos. A primeira, a a primeira escola nossa é a família, aquela que a família nos ensinou e que nós vamos moldando ao longo do tempo de forma que nós possamos ser gentis, que nós podemos ser amáveis, que nós podemos estender a mão. É um tipo de educação que cabe a cada um de nós exercitar essa educação aqui de andar a segunda milha, igual a Patrícia falou ali, emprestar a capa, viver o evangelho. Então isso aqui ele vai trazer para nós nessa parte do aprendizado aqui, nós não podemos permitir é desviarmo-nos do foco sem examinar que nós estamos aqui com o próximo. Nós temos aqui que agarrar no espiritismo. E ah, desculpa aqui, eu tô falando outra coisa aqui lá na frente. Nós estamos aqui na prática ensinada por Jesus, não é? E muitas vezes nós estamos aqui desviando do foco desse aprendizado, porque muitas vezes nessa prática da educação, nós ao invés de nos agarrarmos ao Cristo, nos exemplos de Cristo, nós nos agarramos às pessoas. Quando nós nos agarramos à pessoas, nós mudamos muitas vezes o foco. Muitas vezes hoje as pessoas estão dizendo que o movimento espírita está diferente, que ele está mudado. Não é ele que está mudado. Quem está mudado são as pessoas. São as pessoas que estão ali. É que muitas vezes nós não estamos praticando o ensinamento que a doutrina está trazendo para nós. Então, muitas vezes tá dizendo: "Ah, o movimento espírita está em reveses". O movimento espírita está mudando. Não. Quem muda são as pessoas, porque as palavras de Jesus, elas são atuais há 2000 anos atrás. Elas foram ditas e hoje elas são atualíssimas. Aliás, hoje elas trazem para nós uma

pírita está mudando. Não. Quem muda são as pessoas, porque as palavras de Jesus, elas são atuais há 2000 anos atrás. Elas foram ditas e hoje elas são atualíssimas. Aliás, hoje elas trazem para nós uma sabedoria enorme. Por quê? Porque hoje nós já temos mais conhecimento. Hoje nós já passamos por várias encarnações. Então nós já fomos adquirindo conhecimento de uma vez após outra. Então, hoje nós temos muito a ser cobrados porque nós já aprendemos muito. E será que nós estamos colocando isso aí em prática? Será que essa educação tá sendo colocada para fora? Então, o espiritismo ele é perfeito ali na sua doutrina. imperfeitas são as pessoas que fazem mau uso das palavras que o evangelho traz para nós e querem empregar lá fora um personalismo, um individualismo que não condiz com o evangelho, que não condiz com as palavras de Jesus. Então, muitas vezes, se a gente tá eh querendo se se valorizar ou querendo se engrandecer, por quê? Ah, porque o Marcos é um palestrante excelente, aí a vaidade cresce. Aí ele quer ser conhecido por aquilo que as pessoas vão pensar daquela mensagem que ele está levando. Aí a Lázara é uma excelente palestrante. Aí a vaidade dela cresce. Aí ela passa a olhar as pessoas com olhar de superioridade porque ela acha que ela sabe mais do que os outros, porque ela está falando de uma lição que ela estudou e que o outro muitas vezes não tá sabendo. Então essa vaidade, essa parte ela é humana. Então isso aí não é um ensino do evangelho, isso não é a doutrina espírita, isso é a vaidade do ser humano que nós somos e que nós precisamos deixar de lado para que a gente possa praticar as verdades espirituais deixadas por Jesus, que nós distorcemos muitas vezes e que muitas vezes nós afastamos as pessoas dessas verdades porque nós colocamos a nossa interpretação errada à frente da lição necessária que a lição de Jesus. Então, muitas vezes nós temos que prestar atenção naquilo que nós estamos falando e naquele exemplo que nós estamos dando, porque as pessoas nos olham pelo rótulo

ição necessária que a lição de Jesus. Então, muitas vezes nós temos que prestar atenção naquilo que nós estamos falando e naquele exemplo que nós estamos dando, porque as pessoas nos olham pelo rótulo que nós nos apresentamos. Ah, o Marcos e a Lázaro são espíritas. Ah, então eles não erram. As pessoas ficam de olho naquilo que a gente faz e fala para ver se tá de acordo com aquilo que nós estamos falando e fazendo. Então, nós somos observados e nós temos que ter a prudência de saber fazer e agir de acordo com aquilo que nós aprendemos e de aquilo que o evangelho está nos colocando, que o aprendizado deixado por Jesus está nos apresentando. E aí nós vamos ver, vamos passar paraa frente, senão eu fico só nessa palavra aqui. Qual que é a próxima palavra chave aqui que ele diz assim: "Se você eh diz você estar desistindo da caridade", a palavra-chave aqui então é a caridade ante os golpes da ingratidão. Se a gente tiver praticando qualquer boa ação com o intuito de receber reconhecimento, nós não estamos praticando uma boa ação. Nós não estamos praticando a caridade. Então, nesse projeto aqui, né, dá eh não temos ali no evangelho que a mão esquerda não saiba o que dá à direita. Então, se eu dei e se eu fiz uma boa ação, que ela fique ali, que ali ela esteja com quem recebeu, mas que eu não precisa de, eu não preciso de fazer disso um palco para poder mostrar lá fora tudo aquilo que eu tô fazendo. Isso é vaidade, isso não é caridade. Então, a caridade ela é desinteressada, ela é a simplicidade, é aquilo que você faz e que você se regozija internamente quando você vê o bem-estar daquele que recebeu uma boa ação que você endereçou a ele. Mas aí é entre você e a sua consciência. Você não precisa externar isso lá fora. Se você fez uma boa ação e aquilo ali te trouxe uma felicidade, é entre você e a sua consciência. Porque a verdadeira caridade, ela é desinteressada. É aquela que fala no evangelho que a sua mão esquerda não saiba o que faz a sua mão direita. Então eu não preciso ter palco para poder

consciência. Porque a verdadeira caridade, ela é desinteressada. É aquela que fala no evangelho que a sua mão esquerda não saiba o que faz a sua mão direita. Então eu não preciso ter palco para poder mostrar pros outros que eu estou praticando, porque muitas vezes hoje nas exigências sociais que nós vivemos, muitos, vamos trazer isso aqui pelas pelas doações que nós recebemos de empresas, de ONGs, eh do meio externo, né, do meio material que nós recebemos aqui muitas vezes nas nossas casas espíritas, nas outras nas outras religiões também, com certeza eles recebem. Nós recebemos muitas doações, vindas de várias partes e muitas vezes as pessoas que vêm nos trazer, elas precisam se apresentar e elas precisam dizer de onde veio aquilo ali, como é que nós estamos recebendo. Só que muitas vezes ah há uma distorção nisso aí. As pessoas começam a discursar, porque eu fiz, porque eu fiz um projeto que foi aprovado, porque eu consegui levar à frente, porque eu consegui trazer tudo isso. Gente, se a pessoa trouxe, se ela fez de bom coração e se ela fez de alma com bondade para ser realmente uma caridade, uma doação ao próximo, ela chegou e entregou. ela, a entrega dela já é algo que para ela, com a sua consciência, tá bom, acabou, mas não, nós precisamos dar, então nós precisamos dar aí que um respaldo ou então uma resposta à sociedade. E essa resposta pra sociedade muitas vezes são esses discursos. São esses discursos onde as pessoas se engrandecem e se envaidecem pelo ato praticado de ter ajudado alguém. A gente não vê isso sempre, às vezes nós mesmos. Nós temos aqui os trabalhos solidários nas nossas casas. Nós temos as famílias que são assistidas pela nossa casa espírita. Então que nós cheguemos lá com coração aberto e de igual para igual para aquele ali que vai receber. E não que eu chegue lá todo envaidecido dizendo que nós viemos aqui trazer para você hoje esse benefício porque foi a nossa casa que conseguiu e que vai hoje alimentar a sua família. Gente, isso é caridade, isso é

chegue lá todo envaidecido dizendo que nós viemos aqui trazer para você hoje esse benefício porque foi a nossa casa que conseguiu e que vai hoje alimentar a sua família. Gente, isso é caridade, isso é humilhação. É humilhação para quem recebe. Então, quando a gente falar em caridade, que nós possamos pensar na prática da simplicidade. Essa simplicidade que faz com que nós doemos aquilo de melhor que nós temos. E que se nós estamos ali dando o melhor de nós, nós não precisamos nos envaidecer. Nós estamos aqui porque nós estamos no aprendizado, nós estamos a caminho e essa caminhada ela é longa. Hoje nós estamos aqui na condição de ajudar, de praticar essa caridade que não é só a material, aquela caridade que nós vimos aqui atrás, aqui ali quando o chefe tá tá bravo, quando ele é, né? Então, essa caridade de ouvir e de suportar, essa qualidade de saber viver, essa esse momento que nós sabemos viver, esse momento que nós sabemos entender o outro, que nós sabemos respeitar o que o outro é e o que ele sente, o que ele pensa, isso também é uma forma de caridade. Então, que nós todos possamos lembrar que o projeto de Jesus é muito maior do que o nosso personalismo. Então, que nós possamos deixar a nossa vaidade de lado, porque isso enfraquece o nosso movimento, né, gente? E nós precisamos crescer. E esse crescimento, ele tá dentro de cada um de nós. Vamos lá. E o sétimo parágrafo, ele diz para nós assim: "Diz você estar doente e nada consegue de nobre e útil. No entanto, se fizer força para superar as próprias deficiências, olha aqui as nossas deficiências sendo superadas, a palavra chave aqui é superação das nossas deficiências. Quando nós falamos aqui, eu não sei se vocês já ouviram eh eh uma fala do Dr. Sérgio Felipe, onde ele fala de saúde na mente e a saúde. Depois eu posso até colocar para vocês aqui, quando eu achar o link aqui, eu posso colocar para vocês, mas vocês podem pesquisar e achar. Quando ele fala que o nosso corpo ele supera, nós temos uma parte do nosso

sso até colocar para vocês aqui, quando eu achar o link aqui, eu posso colocar para vocês, mas vocês podem pesquisar e achar. Quando ele fala que o nosso corpo ele supera, nós temos uma parte do nosso corpo que supera as nossas deficiências. Então ele cita o exemplo da da de uma pessoa que é deficiente visual, que ele tem uma cuidade eh ele tem uma eh uma sensibilidade auditiva muito maior do que a nossa. Para quê? Para superar a visão que ele não tem. Quando muitas vezes você machuca uma perna, você coloca a força na outra e aquela aquela outra perna ela te sustenta. Por quê? porque ela tá compensando aquela sua dificuldade, aquela necessidade daquele momento. Então ele diz assim para nós: "Quando você estiver no momento adoecido, que você converse com essa doença, com esse mal, conforme você quiser chamar, o que é que está me trazendo essa doença nesse momento? Qual é a compreensão que eu preciso ter disso que me chega nesse momento? Se eu tô com uma dor aqui que seja na cabeça, se seja uma dor aqui no ouvido ou no estômago, seja onde for, que isso tá me trazendo transtorno e isso aqui tá me eh me dificultando o meu dia a dia, o meu trabalho, meu relacionamento, eu devo parar, analisar, conversar comigo mesmo e conversar com essa dor e com essa doença. o que ela está trazendo para mim que eu não vi, que eu não enxerguei. A partir do momento ele diz para nós, Dr. Sérgio Felipe é o neurocientista, talvez vocês já o conheçam, e tem umas pesquisas feitas que ele desenvolve na área da espiritualidade. Então ele diz assim que a nossa mente reage para trazer para nós essas respostas e a respostas, muita, a resposta muitas vezes é a cura desse mal. Por quê? Porque eu parei e pensei a respeito dele e principalmente se eu enxerguei aquela dificuldade que eu estava tentando atravessar e não conseguia. Se muitas vezes através do meu do meu exercício de consciência, se eu pensei, se eu refleti e se eu enxerguei a mudança que eu devo fazer, muitas vezes eu me melhoro e eu me curo.

sar e não conseguia. Se muitas vezes através do meu do meu exercício de consciência, se eu pensei, se eu refleti e se eu enxerguei a mudança que eu devo fazer, muitas vezes eu me melhoro e eu me curo. E essa cura vem através da nossa atenção que nós damos ao nosso corpo físico. Porque ao corpo espiritual nós tratamos através da mente e também da oração. Mas através do corpo físico, ele diz que nós devemos pensar, parar, que o enfermo é muitas vezes a mente, não é o corpo. Então, muitas vezes é na cabeça que começa o mal que se reflete no corpo. Então ele fala que não é a chaga que está no corpo físico, mas qualquer que seja a complicação, ela possa gerar frustração no seu corpo físico e espiritual. Então, qualquer frustração que você tenha, muitas vezes ela pode acarretar um mal físico. Então, por isso que ele fala, qualquer dor que te chegue, qualquer que seja doença, que você reflita e que você olhe para dentro, que você se enxergue e que você converse com você e que você pergunte pra sua mente: "O que é que eu não enxerguei ainda? O que é que eu preciso ver que essa doença trouxe que eu ainda não estou conseguindo enxergar? Gente, o Marcos caiu, mas eu tenho certeza que ele tá tentando reconectar aqui de volta, viu? Porque [risadas] senão vocês vão ficar me ouvindo aqui até o final se ele não voltar. Então, aí depois dessa aqui, qual que será a próxima? Ele vai dizer para nós aqui, ó, eh, diz você que a conversação já lhe esgotou a reserva nervosa, a a reserva nervosa e dispõe-se a retirada para o repouso justo. Contudo, se fizer força para continuar atendendo aos ouvintes, ouvidando a própria fadiga. Então, a palavra chave aqui é ouvir com gentileza e bondade. É a gente esquecer o cansaço. a gente para o bem de todos que vem os pequenos sacrifícios de cada um no sentido de que se eu empresto o meu ouvido para que o outro possa colocar para fora toda a sua mágoa, todo o seu sofrimento, todo o seu cansaço, todas as suas dificuldades do dia a dia, muitas vezes, ai amigo, obrigada por você ter

meu ouvido para que o outro possa colocar para fora toda a sua mágoa, todo o seu sofrimento, todo o seu cansaço, todas as suas dificuldades do dia a dia, muitas vezes, ai amigo, obrigada por você ter voltado. >> É, nossa, encontrei uma dificuldade. Eu fiquei te vendo pelo celular. >> Ai, que bom. Eu falei: "Ó, gente, o Marcos tem que voltar, senão vocês vão ficar aqui só comigo me ouvindo". Então, então aqui agora eu tava falando no ouvido, no ouvir o outro, mas no ouvir, gente, não é aquele ouvir com aquela cara de desdém, porque muitas vezes a gente fala: "Ai, lá vem aquele chato, eu já não aguento mais ouvir tanta reclamação, eu já não aguento mais ouvir tanta lamentação, gente, que nós possamos ser caridos também, emprestando o nosso ouvido pro outro para que ele possa aliviar as suas as dores. Talvez ele não tenha uma pessoa com quem conversar, ele não tenha em casa mais ninguém. Talvez ele seja uma pessoa que está só naquele lugar onde ele se encontra. ele não tenha ali uma pessoa amiga, alguém estendendo a mão para ele, para ele desabafar alguma angústia que vai dentro da alma dele. Então esse ouvido muitas vezes ao invés de nós nos afastarmos das pessoas, que nós possamos nos esforçar para transformarmos esse meio onde nós estamos em um meio de mais amizade, de mais colaboração, de mais atenção uns aos outros. E quando ele fala aqui que com isso virá o dia da plantação da gente, ah, desculpa, né, aqui não, avançando no serviço e no merecimento. E que depois aqui ninguém pode prever a extensão da colheita de bênçãos que virá plantação da gentileza e da bondade, porque ouvir o próximo é uma prova de gentileza. Quando a gente ouve com amor, quando a gente ouve com pé atrás e olhando de lado, de rabo de olho e fazendo de conta que tá prestando atenção, mas que não tá nem aí pro que o outro tá falando, que não tá nem valorizando qualquer palavra vinda dele e que a gente não está respeitando o sentimento que vai dentro dele e que ele veio em confiança conversar conosco. Olha só, gente, que

á falando, que não tá nem valorizando qualquer palavra vinda dele e que a gente não está respeitando o sentimento que vai dentro dele e que ele veio em confiança conversar conosco. Olha só, gente, que falta de caridade a nossa, que quando a gente não dá o ouvido, a necessária atenção aquele que vem através dessa lamentação ou dessa desse pedido, seja lá de que forma for, aquilo que ele chega para nós aqui para que a gente possa eh estender a mão, estender o ouvido, estender a atenção. Isso também é uma oração de amor. E aí o nono aqui, o nono aqui ele vai dizer que nós devemos despir das nossas desculpas e das nossas dificuldades e compreender, receber o que damos e compreender para viver as diferenças que nós temos que sair da nosso cenário atual e fazer o que nos compete, que é o esforço diário, porque nós não estamos sozinhos e não deixar a amargura falar mais alto. Por quê? Porque nós não podemos, gente, na verdade, nós não podemos esquecer que nós não vivemos sozinho. E principalmente aqui no último aqui, ó, o grande bem de todos é feito nos pequenos sacrifícios de cada um. Ou seja, a nossa obra ela não precisa ser grandiosa, ela não precisa de de um de um outdoor, ela pode ser pequenina, ela pode ser tão pequena como um grão de areia, mas se ela beneficiar alguém, se essa essa atitude minha pequena que seja, se ela estiver beneficiando alguém, outra pessoa, eu já estou fazendo o meu papel de ajudar o meu próximo. Eu já tô aqui no meu papel de irmão, que todos nós somos uns dos outros. Então, essas pequenas coisas que são construídas no dia a dia é que vão edificar as grandes obras. Nenhuma construção começa de cima para baixo. Toda a construção começa aqui, ó, do piso. Então, nós estamos todos no mesmo nível. Nós estamos todos iguais. O que vai fazer a diferença é cada grãozinho que nós colocamos aqui nessa construção, é cada degrauzinho que nós vamos conseguindo subir, que seja numa década, que seja numa encarnação, que seja em 100 anos, mas que seja pequenas coisas

rãozinho que nós colocamos aqui nessa construção, é cada degrauzinho que nós vamos conseguindo subir, que seja numa década, que seja numa encarnação, que seja em 100 anos, mas que seja pequenas coisas no dia a dia para poder agregar ao todo e trazer o que ele diz aqui no último parágrafo. Gente, se fizermos força para viver segundo os bons conselhos que que articulamos para o uso dos outros, em breve tempo transformaremos a terra em luminoso caminho para a glória real. Olha só que coisa maravilhosa. Se nós praticarmos aquilo que nós estamos falando, ou seja, se eu, Lázaro, se eu fizer tudo isso que essa lição trouxe para nós e se eu praticar tudo isso que eu falei para vocês, se eu estiver praticando tudo isso eu pessoalmente, eu já tô contribuindo para mundo melhor. Eu tô contribuindo pro meu meio. Eu tô fazendo o meu pequeno degrau. Eu tô construindo as pequenas coisas que eu consigo através de pequenas atitudes que vão somar no todo. Então, qual é a a a mensagem da lição? que nós possamos todos fazer o que nós falamos, que nós não fiquemos apenas da boca para fora, mas que nós possamos sair da inércia e partir paraa ação, ação daquilo que o evangelho nos mostra, que nos ensina, porque ele nos ensina a fazer, ele nos ensina o dia a dia que a gente deve construir. E todo parágrafo que trouxe, que foi trazido para nós nessas lições de hoje aqui, é esse verdadeiro ensinamento, gente. É esse verdadeiro aprendizado que nós devemos construir no nosso dia a dia e que nós dentro de nós, e nós devemos exteriorizar também através das atitudes que vão mostrar se nós aprendemos ou não. Então, a gente prestar atenção em nós, naquilo que nós estamos, nós somos uma vitrine desse aprendizado do espiritismo. Então, o que é que eu estou expondo nessa vitrine? compreensão, afabilidade, eh caridade, amorosidade. Eu estou me calando diante, eu estou engolindo sapos e contando até 10, colocando água benta na boca para eu não desacatar o próximo. Então, o que essa vitrine minha está mostrando lá fora,

orosidade. Eu estou me calando diante, eu estou engolindo sapos e contando até 10, colocando água benta na boca para eu não desacatar o próximo. Então, o que essa vitrine minha está mostrando lá fora, né, amigo? É verdade. E esse essa mensagem 35, como eu comentei no início, que é é a primeira das três, é a que tem mais parágrafos, né? >> É. >> E >> é porque as outras que você falou são menores, né? >> São principalmente uma que eu achava que teria que vir antes dessa. Eu achava que o 95 tinha que tá antes do 35. >> É porque ele ele fala assim: "Se você quiser" e aquilo, se você fizer força, >> a pessoa que vai fazer força, ela já sabe que ela quer. >> É, >> ela já sabe. >> Ele tem três mensagens. Se você pensar que é a 73, a 95 que é se você quiser e essa 35 que é se você fizer força. Ou seja, a parte da força que que é mais difícil, ele teve que trabalhar mais conosco. Ele não fala aqui em qualquer renúncia, é a renúncia santificante, sacrificial, porque ele até comenta aqui no final, né? o sacrifício, os pequenos sacrifícios de cada um. >> É >> porque eh pouquinho de cada um, né? >> Isso aí você comentou sobre a coragem verdadeira, sobre a caridade verdadeira e e quando eu caí, eu prestei muita atenção que você tava comentando sobre ouvir, né? E aí eu lembrei de uma coisa que eu vi um vídeo de um professor amigo meu, que ele educador, né? E ele mostrou a forma errada de ouvir os filhos, que é o ouvir no automático. Você se autoengana. Aí, esse ponto eu quis destacar porque você me inspirou quando você tocou no assunto. Você pensa que tá ouvindo a esposa, você pensa que tá ouvindo os pais? Você pensa que tá ouvindo o chefe, você pensa que tá ouvindo o melhor amigo? Você pensa que tá ouvindo o dirigente da casa espírita? Você pensa que tá ouvindo a os moradores, eh, o os sem teto, aqueles que vivem nas calçadas à beira da rua. Por quê? Porque você tá querendo ser formal, mas não tá, como você comentou, não tá fazendo uma entrega verdadeira. Você não tá expondo-se ao ponto até de

queles que vivem nas calçadas à beira da rua. Por quê? Porque você tá querendo ser formal, mas não tá, como você comentou, não tá fazendo uma entrega verdadeira. Você não tá expondo-se ao ponto até de se incomodar, porque >> é >> quando você começou, >> você não tá sendo presente, né, amigo? É, é uma presença falsa, uma presença imaginária, né, por causa do formalismo, né, >> aquilo que a Patrícia comentou, não basta a gente se instruir, a gente também tem que aplicar tudo aquilo que a instrução nos eh abriu as portas, no nos ofereceu, né? E também eh que eu tava pensando muito aqui, é no aspecto, eu gostei muito que que você trouxe todas as palavras, né? Eu tava preocupado com essas palavras chaves, né? A da renúncia eh renúncia, né? Porque isso tudo também eh quando você fala em força, você tá eh tá tratando de coragem. E a coragem, ela tem vários sinônimos que consegue atingir um sentido novo além do que ser corajoso, que é essa da renúncia a à perseverança, que ele ele fala, ó, busque continuar, né, naquela que você comentou sobre ouvir. Então, a resiliência, porque quando ele fala da caridade, ah, eu tô achando que as pessoas não não reconhecem aquilo que eu faço. >> É, >> isso é um problema de resiliência. Você tá querendo reconhecimento e você comentou, tem que ser com desinteresse. >> Eu e e tudo dentro do que você falou, meu Deus, como é fácil cair na vaidade. >> Cair na vaidade é fácil. Cair no orgulho também é muito fácil. >> Exatamente. >> Cair no egoísmo mais fácil ainda. A gente cai, piscou o olho, [risadas] piscou o olho, você consegue cair. E essa mensagem me ajudou muito, porque a gente sempre estuda antes e eu tive que começar a aplicá-la. Eu ficou [risadas] assim com um pouco de vergonha. Eu falei assim: "Caramba, ainda bem que domingo de manhã a gente vai fazer esse estudo". >> É. É. >> Por quê? Porque tem pessoas que desafiam a gente, nos põe a prova >> para ver se eu consigo realmente ser paciente. >> Eh, são as nossas provas diárias, né? Isso você comentou no eh chegando na

É. >> Por quê? Porque tem pessoas que desafiam a gente, nos põe a prova >> para ver se eu consigo realmente ser paciente. >> Eh, são as nossas provas diárias, né? Isso você comentou no eh chegando na metade, né, das tuas colocações, >> porque tem pessoas que são desafiadoras >> e estão ali dentro do centro espírita e e você fica, caraca, cara, mas cada um tá no seu estágio, cada um, né? >> Eu já estive naquele estágio, eu tenho que fazer de tudo para não montar, >> é, >> para não repeti-lo, né? buscar realmente ter virtudes que sejamígidas, que sejam sinceras, sejam verdadeiras, sejam provindas do coração, né? E e muito do que você falou também eh aparece no trecho do evangelho, que é da pessoa que tá no deserto, aí tá comente, aí vai ter que receber a inspiração, né? Ele vai no evangelho, >> que é a ação da prece, né, Marcos, do do pedir e obtereis. Eu peço, eu ligo o meu pensamento ao alto, mas e quando eu recebo, eu agradeço aquele que me trouxe a luz? >> É isso que você tá falando aí daquele que tá perdido lá no deserto, né? >> É. >> Será que aí eu reconheço que aquela ajuda que me chegou foi porque eu pedi? Ah, mas aí você falou uma coisa certinha aí atrás. E a vaidade? >> É a vaidade, né? >> E o orgulho? É. É. Não, mas se eu não tivesse tido esse pensamento, eu não tinha encontrado a água. Se eu não tivesse me levantado e me disposto a andar, eu não tinha achado a água. Mas olha só como a gente às vezes a gente é pego igual você acabou de falar, você falou certinho, a gente cai, a gente cai e a gente muitas vezes tá ali no orgulho e na vaidade e não tá prestando atenção. Às vezes a gente tá esquecido totalmente. Quando aqui quando ele fala aqui no Evangelho da transmissão da ação da prece, ah, depois ele vem falar da transmissão do pensamento. essa transmissão do pensamento que tá logo em seguida depois dessa passagem que que nós estamos abordando aqui. Ou seja, quando eu oro, eu me coloco isso. Quando eu eu tô orando, eu estou em conexão direta. É um canal. Eu tô aqui nesse

tá logo em seguida depois dessa passagem que que nós estamos abordando aqui. Ou seja, quando eu oro, eu me coloco isso. Quando eu eu tô orando, eu estou em conexão direta. É um canal. Eu tô aqui nesse canal ligado ao plano superior aqui que tá na mesma faixa vibratória. Então, se a minha prece chegou e do outro lado alguém me respondeu e que eu tenha o coração de receber, que eu tenha os olhos para enxergar que eu fui ouvida e que eu tenha que ter a gratidão em ter recebido aquela orientação. Isso acontece no nosso dia a dia de várias formas. Quando eu peço, quando eu tô perdido no trânsito, por exemplo, eu falo: "Meu Deus, me ajuda a achar o caminho. Eu não tô nem sabendo onde eu tô. Olha, eu preciso chegar em tal lugar dentro de tanto tempo. Me me mostra uma saída, me mostra um caminho e de repente do nada você lembra de uma rua. Do nada, do nada não foi o seu bom mentor, o seu bom anjo, o seu bom amigo que tá ali te ouvindo o seu pensamento e que te trouxe essa memória e que te trouxe esse insight para que você pudesse mudar a sua direção e chegar onde é que você precisa chegar. E será que nós reconhecemos isso? Aí tem aqui, depois eu vou eu vou ler ao final, vou pedir licença para vocês. No final eu vou fazer uma um um uma leitura da preci Maria Dolores, onde ela fala: "Senhor, não me ouça". Olha só, por quê? Porque muitas vezes a nossa vaidade tá falando tão alto que a gente não tá nem reconhecendo que é o alto que é essa espiritualidade que tá aqui trazendo para nós. Muitas vezes nós estamos aqui, Marcos e eu e vocês aqui um do lado, aí de repente vem um insight assim na cabeça da gente, fala: "Olha, e eu não tinha pensado nisso? Quem é que te trouxe essa intuição? Com certeza nós estamos recebendo também dos nossos amigos espirituais que estão aqui conosco. Com certeza absoluta, nós temos um bom anjo que tá aqui junto de nós, que muitas vezes nos inspira. Às vezes a gente estuda, né, Marcos, e vocês todos que estão conosco aqui, que são nossos parceiros de estudo aqui. Muitas vezes a

s um bom anjo que tá aqui junto de nós, que muitas vezes nos inspira. Às vezes a gente estuda, né, Marcos, e vocês todos que estão conosco aqui, que são nossos parceiros de estudo aqui. Muitas vezes a gente estuda um capítulo de uma forma que a gente fala: "Pronto, esse aqui tá pronto". Chegando lá, chega aqui, a gente fala uma coisa totalmente diferente daquilo que a gente estudou e tá dentro do contexto, não é? E tá dentro do contexto. Aí quando termina, a gente fala: "Gente, mas eu tinha estudado isso. Olha só para onde que o caminho, aonde a nossa fala nos levou". Que que é isso? É a inspiração da espiritualidade. Então, que a gente possa reconhecer a ajuda que nós recebemos toda hora. É nessa, no exemplo que eu falei no trânsito, na mudança de caminho, né? Muitas vezes você tá ali com a dificuldade, procurando um médico daqui, dali, porque você tá com uma dor no estômago e você já foi num, não resolveu. Aí de repente o telefone toca, é um amigo. Aí você vai discutir com o amigo a questão que ele ligou, por algum motivo que ele ligou, no meio do assunto você fala: "Cara, eu tô aqui com uma dor no estômago que eu te falar". Aí ele vai dizer para você assim: "Cara, fui outro dia no Dr. Fulano, olha, mas ele acertou o meu diagnóstico. Você precisa ver como foi bom. Olha, que que é isso? Isso não é uma inspiração. Isso não é o telefone que tocou de lá para cá, fazendo com que o seu amigo ligasse para você e pudesse trazer para você a orientação que você tava procurando. Então, às vezes são assim, ó, nas pequenas coisas. Quando ele fala que tudo o todo, para existir o todo precisa existir as pequenas coisas. Então são essas pequeninas coisas que vão se somando paraa gente enxergar o quanto nós somos assistidos por essa espiritualidade, o quanto eles estão aqui conosco, nos trazendo essas bênçã e essa orientação. E quando a gente fala aqui na ação da prece, a gente vai ver que a nossa prece, ela é a a nossa ligação com alto. A oração a gente sabe que é a ligação com alto. Muitas vezes

bênçã e essa orientação. E quando a gente fala aqui na ação da prece, a gente vai ver que a nossa prece, ela é a a nossa ligação com alto. A oração a gente sabe que é a ligação com alto. Muitas vezes nós nos esquecemos, mas nós não precisamos estar esquecidos. E aqui no livro Pensamento e Vida, ele tem um trecho aqui na lição 26 que ele fala da oração. Nós estamos aqui então falando de quanto nós estamos ligado ali, né? Vou ler só um trechinho para vocês aqui. Ele fala assim que a oração é o divino movimento do espelho de nossa alma no rumo à esfera superior para refletir-lhe a grandeza. Olha só que coisa bonita, gente, é o espelho. Então, a nossa prece é um espelho que reflete a bondade de Deus. Então, nós estamos endereçando ali uma oração, nós estamos ali de eh direcionando um pedido e a resposta já tá vindo como um espelho está refletindo a nossa imagem. Porque nós somos aqui filhos desse criador que diz que Jesus disse para nós que nós podemos fazer o que ele fez e muito mais. Basta que nós acreditemos nisso. Então, a oração nós aqui, ó, ele ainda continua dizendo aqui, ó, imaginemos a face de um espelho voltada para o sol, desviando-lhe o fugor na direção do abismo. Então, se nós espelharmos a face desse espelho para o Sol, ele não vai refletir um brilho maior? E esse brilho vai chegar onde? Onde houver a treva necessitada da luz. Então essa nossa oração, esse nosso envio desse pedido e dessa conexão, ele é como esse espelho que vai receber essa luz que vem aqui para refletir e para poder clarear a tudo e a todos que estiverem envolvidos nesse ambiente. Aí eu vou ler só um pedacinho lá na frente. Aí ele diz assim que a prece impulsiona as recônditas energias do coração, libertando-as com as imagens do nosso desejo, por intermédio da força viva e plasticizante do pensamento. imagens essas que acendendo as esferas superiores, tocam as inteligências visíveis ou invisíveis que nos rodeiam, pelas quais comumente recebemos as respostas do plano divino, porquanto o

pensamento. imagens essas que acendendo as esferas superiores, tocam as inteligências visíveis ou invisíveis que nos rodeiam, pelas quais comumente recebemos as respostas do plano divino, porquanto o pai todo-eroso se manifesta igualmente pelos filhos que se fazem bons. Então, olha só a oração, gente, quando esse exemplo do espelho que ele colocou aqui para nós, ele é perfeito. Quando você olha no espelho, ele reflete a sua imagem. Se você então endereça ao pai esse pedido e essa súplica, ele te responde. Por quê? Porque você tá falando direto com ele. Você tá ali num momento onde você se ligou a ele através dessa crença e dessa certeza de que se você está com ele, ele não vai te desamparar. Aí ele termina assim: "Pelo divino circuito da prece, a criatura pede o amparo do criador e o criador responde a criatura pelo pelo princípio inefutável da reflexão espiritual, estendendo-lhe os braços eternos, a fim de que ela se erga dos vales da vida fragmentária para os simos da vida vitoriosa." Não é lindo, gente. Então, a prece ela é algo muito potente, ela é algo muito poderoso, mas é aquela prece que nós precisamos, nós não precisamos ter palavra bonita, não. Nós precisamos saber falar muita coisa e fazer uma prece decorada, não. Qualquer que seja, Senhor, eu estou aqui. Senhor, olha por mim. É uma prece. Senhor, me dirija o meu dia. É uma prece. Então, desde que a gente tenha certeza de que nós estamos ligados ao Pai Maior e que nós somos esse reflexo, que nós estamos nos vendo no espelho, nós estamos vendo a Deus, porque Deus se faz presente na criação. Então, se nós estamos ali ligados uns aos outros e pela prece é que nós podemos nos ligar a essa espiritualidade amiga que nos ouve, né? Então essa >> é esse pediz e obtereis, nós temos que ter muito cuidado com o que nós pedimos, porque tudo que nós pedimos, nós vamos conseguir. Agora, o uso que nós vamos fazer daquilo que nós conseguimos tá aqui dentro de cada um, nessa consciência de cada um de nós em saber louvar. Ah, aqui que é a prece, ó.

ós pedimos, nós vamos conseguir. Agora, o uso que nós vamos fazer daquilo que nós conseguimos tá aqui dentro de cada um, nessa consciência de cada um de nós em saber louvar. Ah, aqui que é a prece, ó. Louvar, agradecer, né? É isso. E aqui, ó, no livro dos espíritos, olha aqui, eu separei para nós a pergunta aqui do livro dos espíritos quando Kardec ele ele pergunta aqui, ó, ele fala assim da prece. Eh, qual é o caráter geral da prece? A prece9 do livro dos espíritos. A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, aproximar-se dele e colocar-se em comunicação com ele. Pela prece pode se propor três coisas: louvar, pedir e agradecer. Então, que nós nos lembremos sempre que a gratidão tem que fazer parte da nossa prece, agradecer a tudo, porque nós acordamos, pela cama que acolheu o nosso corpo durante a noite, pela roupa que nós vestimos. se fez frio foi pelo agasalho que nos cobriu, foi pela água que nós tomamos para poder saciar a nossa sede, foi pelo abrir os olhos e enxergar uma uma natureza linda e maravilhosa que tá ali descortinando ao nosso, né, uma pintura maravilhosa que Deus fez no céu para que a gente pudesse apreciar essas cores maravilhosas. Então a gratidão, gente, ela se faz necessária e presente em todas as nossas preces, que nós não nos esquecemos disso. Louvar, pedir e agradecer. Pedir no sentido de que temos que ser humildes. Porque muita gente diz assim: "Mas Deus não sabe o que eu preciso? Deus sabe o que cada um precisa". Sabe? Ele sabe sim. Ele nos dá o livre arbítrio de sermos humildes o suficiente para reconhecer em nós a nossa fraqueza e a nossa necessidade e nos dirigirmos a ele como um filho pede ao pai. Pai, eu tô com fome, você tem alguma coisa para eu comer? Então, que a gente se lembre sempre que pedir é um ato de humildade. E nós temos o livre arbítrio, sim, Deus sabe sim o que nós precisamos, mas nós precisamos saber pedir na hora aquilo que nos é necessário. É porque em tudo a vontade de Deus e a prece ela propicia o efeito Tobias.

livre arbítrio, sim, Deus sabe sim o que nós precisamos, mas nós precisamos saber pedir na hora aquilo que nos é necessário. É porque em tudo a vontade de Deus e a prece ela propicia o efeito Tobias. Tov em hebraico é bom. Ias é de Yahvé, né? Deus. Então, eh, Tobias quer dizer Deus é bom, né? E, e, e a vontade dele é para o nosso bem. Ainda que eu não consiga perceber, ainda que eu não consiga compreender, né, a palavra compreensão que você usou pro primeiro parágrafo, né, em renúncia, você tem que ter compreensão e respeito para >> para que a sua renúncia seja eh realmente verdadeira, seja oportuna, seja conveniente, ou seja, gere alguma coisa boa, né? né? De bons frutos. >> É, é isso, é isso, né, amigo? Falei demais aí, tomei nosso tempo aí, ó. >> Vou, como é que você prefere fazer? Você quer ler a oração? >> Ah, eu posso ler, eu posso ler. É, ela é uma oração de Maria Dolores. É no livro, né? Eh, >> então aí fica como oração final também. >> Pode, pode, podemos fazer. Eu vou ler, então. Eu vou vou ler para vocês aqui, tá bom? E desde já, né, nós agradecemos aqui aos colegas que estão aqui conosco, aos amigos que nos verão depois e tomara que algum desses parágrafos aqui que nós dissemos para nós possa servir também. >> E ele trouxe >> para cada um que estiver aqui nos ouvindo, né, que o primeiro beneficiado aqui, [risadas] eu tenho que falar isso para mim, então essa lição foi para mim hoje, viu? Mas eu compartilho a lição se serve para mim com vocês também, tá bom? Eu vou ler então que é linda essa aqui, ó. Gente, olha aqui. Agradeço, Senhor, quando me dizes não às súplicas indébitas que faço através da oração. Muitas daquelas dádivas que peço, estima, concessão, posse, prazer, em meu caso, talvez fossem espinhos na cenda que me deste a percorrer. De outras vezes, imploro-te favores, entre lamentação, choro, barulho, mero capricho, simples algazarra que me escarpam do orgulho. Existem privilégios que desejo, reclamando-te o sim, que se florescessem na existência seriam

te favores, entre lamentação, choro, barulho, mero capricho, simples algazarra que me escarpam do orgulho. Existem privilégios que desejo, reclamando-te o sim, que se florescessem na existência seriam desvantagem contra mim. Em muitas circunstâncias, rogo afeto, sem achar companhia em qualquer parte. Quando me dás a solidão por guia, quem me inspire a buscar-te. Ensina-me que estou no lugar certo, que a ninguém me ligaste de improviso e que desfruto agora o melhor tempo de melhorar-me em tudo que preciso. Não me escute as exigências loucas. Faz-me perceber que alcançarei além do necessário se cumprir o meu dever. Agradeço, meu Deus, quando me dizes não com teu amor e sempre que te rogue o que não deva, não me atenda, Senhor. Olha, gente, que maravilhosa essa prece e que Jesus possa realmente que nós possamos eh introjetar, né, Carlinha? Obrigada, viu? Linda a prece de Maria Dolores, né? Eu achei maravilhosa também. Nossa, e emocionante, porque só da gente ter o coração de dizer ao Senhor, Senhor, não me ouça quando eu pedir alguma coisa que está fora do meu alcance, >> eu não tenho coragem. >> Pois é. Olha só onde que nós estamos, Marcos. Por isso que eu caio da transmissão. >> Olha só aqui, gente. Aí, olha que a gente possa se inspirar nessa prece da Maria Dolores em cada parágrafo dela, que ela diz exatamente o que fala na nossa lição. Gente, olha a coincidência aqui. Coincidência não existe não. >> É, ela já ela no nível mais avançado. >> Ela tá ali no degrau mais acima, mas nós podemos chegar lá. Nós podemos fazer um degrauzinho de cada vez e a gente pode aqui na na lição não fala que é nas pequenas dificuldades que nós construímos o todo. Então, que nós podemos, através desse ensinamento da Maria Dolores de dizer a Deus que não nos ouça quando nós pedíamos os estardalhaços que vão nos atravessar no caminho, que vão nos fazer mal, que nós possamos compreender que se não veio o nosso sim, é porque o nosso momento não é aquele. Então, que nós tenhamos a humildade, né, Marcos, de

o nos atravessar no caminho, que vão nos fazer mal, que nós possamos compreender que se não veio o nosso sim, é porque o nosso momento não é aquele. Então, que nós tenhamos a humildade, né, Marcos, de reconhecer Senhor. Se não veio ainda, é porque não tá no momento certo. Mas muitas vezes nós nos agoniamos, né? Nós, igual você falou aí, nós a gente angustia tanto e acha que não é para nós e caiu. A gente fala: "Meu Deus, eu caí, que que foi? Que que aconteceu?" Mas a gente não abriu o olho, né? Ma a então, amigos, olha, muito bom dia, muito boa semana, muito bom Marcos estar com você. Eu adoro o dia que a gente se encontra. É uma vez no mês, mas para mim é uma semana iluminada quando eu posso estar aqui com você, viu? Adoro a sua parceria, viu? Desculpa aí se eu falo demais, viu, meu amigo? Eu peço sempre desculpa para você e desculpa aqui pros nossos amigos, porque eu sou muito falante. Aí eu começo a falar e você tem que pedir tempo, porque se não pedir tempo aqui, a fala vai longe ali, viu? Não, eu eu preparei uma pauta, aí eu vi que você tava dentro da pauta que eu tinha preparado. Aí eu falei assim: "Ah, eu não vou interromper, eu não vou fazer isso mesmo". >> Mas pode contribuir, porque o seu pensamento sempre ele chega, ele chega sempre aqui assim, completando com muita grandeza. >> Gratidão, amigo, porque nós estamos juntos aqui, viu? >> Uma maravilhosa semana a todos. Semana que vem nós teremos mais uma dupla >> para tratar do capítulo 36, né, que será uma do Valdo Vieira e esperamos que vocês estejam aqui novamente. Tudo de bom, >> boa semana para todos vocês. Um beijo no coração de cada um e que nós possamos refletir nessa prece da Maria Doloures, viu gente? >> Amém. >> Amém. Bom dia. Boa semana.

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