Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 46 | 01.03.26
Estudando com Jesus | 01.03.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 46: Vigília materna Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
Bom dia. >> Bom dia. Bem, mais uma vez sejam todos bem-vindos aqui a mais um estudo do Estudando com Jesus aqui, onde estamos eh trabalhando o livro Espírito da Verdade. Hoje eu tô aqui com a minha colega Tânia. Tânia, bom dia. >> Bom dia, Rodrigo. Sejam todos bem-vindos. Bom dia a todos. Muito bom estar aqui nessa manhã de domingo. >> Maravilha. Primeiramente, a gente quer eh agradecemos sempre aos nossos parceiros, estão sempre nos ajudando aí a a promover a esse estudo que é o IGS, a Rádio Portal da Luz, a TV Goiás Espírita Discovery Spirits Network. Então, mais uma vez, um agradecimento a todos para que para que essas mensagens da codificação ah possam estar aí seguindo e alcançando a várias pessoas. Antes da gente iniciar eventualmente, claro, com o nosso estudo, nós vamos pedir já para que todos possam eh se juntar conosco aí para que a gente faça uma oração inicial e depois a gente possa dar sequência. então a programação do nosso estudo. Então vou pedir a todos que busquem a sua forma eh se conectar com a divindade, com a espiritualidade maior, a agradecer por mais este momento, essa oportunidade que hoje aqui estamos junto aos nossos benfeitores, amigos espirituais, a nos orientarmos, a buscarmos ah o conhecimento, à luz através dessa maravilhosa doutrina. a fim de nos trazer as reflexões, os ensinos necessários ao nosso aprendizado moral, para que possamos alcançar a a essa perfeição tão sonhada que é o espírito de bem, espírito de luz, aquele que se aproxima à vontade do Pai também através dos ensinos do amado mestre que nos deixou tantos exemplos de como seguir e trilhar esse caminho do bem. Muito bem. Então, vamos lá, meus amigos. Vou tentar compartilhar aqui com vocês eh o tema, né, o capítulo do nosso estudo de hoje. Vamos lá. Ai, só um segundinho. >> Olha só, Rodrigo a Sheila e o Walter Lucas já dando bom dia aqui pra gente. Bom dia, sejam todos bem-vindos. >> Sejam todos muito bem-vindos. Então, vamos lá, pessoal. Vigília maternal é uma referência
lha só, Rodrigo a Sheila e o Walter Lucas já dando bom dia aqui pra gente. Bom dia, sejam todos bem-vindos. >> Sejam todos muito bem-vindos. Então, vamos lá, pessoal. Vigília maternal é uma referência ao capítulo 4, item 18, do Evangelho Segundo Espiritismo. A reencarnação fortalece os laços de família ao passo que a unidade da existência se rompe. Vigília maternal. Minha amiga Tânia, pode fazer leitura pra gente? >> Sim. Vigília maternal é o item 46 desse livro. Sorves em lágrimas silenciosas o cálice da amargura ante o filho desobediente e notas no coração que o amor e a dor palpitam juntos em paradoxismos, em paroxismos e profundezas. Desencantada, com as leves nóduas de indignidade que lhe entreviste no caráter, repara chorando que ele não é mais a aparição celeste dos primeiros dias. E ao ponderar-lhe a falência iniciante, temos a liberdade que o tempo lhe concederá na construção do destino. Pretestando querê-lo, não te rendas a feição de praça vencida. Com quanto carregues o espinho da angústia engastado na alma, é preciso velar no posto de sentinela. Não deformes o sentimento que te pulsa no peito. Fortalece a própria vontade, governando-lhe os impulsos. Ceder sempre no fundo é menosprezar. Ser previdente, amparando-lhe os caprichos. Acende a luz da prece e medita nas dores escruciantes que alcançaram também mãe de Jesus. e ergue a voz no corretivo às irreflexões e aos anseios e moderados que o visitam. Se queres fazer dele um homem, dos o sal da energia e o mel da brandura, nos condimentos da educação. Nem liberdade desordenada, nem apego excessivo. Se teu filho é tua cruz, lembra-te de que na terra não há nascimento de santos. Almas em luta consigo mesmas. É compreensível vivamos todos nós não raro em luta uns com os outros nos passos igaguiantes da experiência. Ser operosa e e humilde sem ser escrava. Não cultive desgostos. Ser fiel à esperança. Não fites ingratidões, nem coleciones queixumes. A missão divina da maternidade apoia-se na força onipotente do amor.
operosa e e humilde sem ser escrava. Não cultive desgostos. Ser fiel à esperança. Não fites ingratidões, nem coleciones queixumes. A missão divina da maternidade apoia-se na força onipotente do amor. Envolve teu filho na palavra de bênção, que vence o orgulho e na luz do exemplo que dissipa as sombras da rebeldia. Faz que eles fazem que ele lhe desenvolvam os sentimentos bons do coração que o musgo dos séculos recobriu e ocultou. Não te faças borboleta do sonho quando a vida te pede vigílias de guardiã. No rio da existência humana, os espíritas são as gotas da água que se transformam em lâminas de arremesso contra as pedras. dos obstáculos, talhando caminhos novos. O Espiritismo gera consciências livres. Prova a teu filho semelhante verdade pelas próprias ações de renúncia e discernimento, conjugando o bálsamo do carinho com a arrédia da autoridade. Não queiras transformá-lo à força em escolhido dentre aqueles chamados pelo Senhor. Filhos do eterno. Todos somos cidadãos da eternidade e somente levamos a nós mesmos a golpes de esforço e trabalho na hierarquia das reencarnações. Assim pois, embora muita vez torturada na abnegação incompreendida, mostra a teu filho que a lei divina é insubornável e que todo espírito é responsável por si próprio. esse texto de Anália Franco e é um texto, desculpem, é um texto muito bonito, né? É um texto muito profundo que fala sobre um dos amores, né, que a gente traz, que é o amor de mãe. Amor é tudo amor, mas >> Uhum. Existe amor de mãe, de pai, de amigos, de filhos, né? Aqueles amores que são os amigos que a gente vai adquirindo ao longo da vida. E eu fui dar uma olhada aqui ondeuel fala assim sobre os amores de mãe. Eh, o paroxismo são os picos de sentimentos, né? os momentos de excesso, quando é quase sentir demais aquele amor que a gente tem no peito, que às vezes até dói, né, que a gente tem vontade assim de pegar o filho e fazer por ele. Uhum. >> A gente sentir a dor dele, não querer que ele sofra, mas todo mundo passa, né?
a gente tem no peito, que às vezes até dói, né, que a gente tem vontade assim de pegar o filho e fazer por ele. Uhum. >> A gente sentir a dor dele, não querer que ele sofra, mas todo mundo passa, né? Nós também somos filhos e passamos e estamos vivendo a nossa prova, a nossa existência. Mas pai e mãe querem sempre ter aquele filho ali sobre a sua guarda, debaixo das suas asinhas, protegendo, né? Até um certo ponto é necessário, porque como ela bem diz ali a Nalia, né? >> Uhum. a gente não pode negligenciar, mas também não podemos eh carregar a prova deles, viver a prova deles. Tanto que no Evangelho tem um momento, né, Rodrigo, que fala assim que um dia nós seremos perguntados: "O que fizeste do filho que eu te dei para criar?" São filhos de Deus? >> Uhum. Mas nós, como pais e mães, temos o dever de cuidá-los, orientar, servir como exemplo e, na medida do possível ensiná-los a criar suas próprias asas, a tomar suas próprias decisões, a fazer escolhas certas, né? Esse é o exemplo de pai e de mãe. >> Uhum. Muito bom, Tânia. Eh, você já eh você toca num ponto onde talvez o Espiritismo tenta nos trazer o entendimento de que o filho não é propriedade, né? O filho, o filho, todos nós somos espíritos milenares. Então, isso, o filho é um espírito milenar, não uma criação dos pais, né? O espírito preexiste ao corpo. Todos nós já trazemos tendências, trazemos débitos, trazemos conquistas, né? E a família aqui, ela é um instrumento educativo, porém temporário, né, aqui sobre a terra. Então, eh eh eh vê como daí busca eh uma ideia de equilíbrio, onde os filhos não sendo propriedade, então, ou seja, os filhos não têm que ser exatamente como os pais querem e também retira a culpa absoluta dos pais referente às atitudes ou as ações do filho, assim como tu, né, exatamente tu colocou. e esse e o controle absoluto sobre o destino do filho, né, né? Há um momento onde cada um de nós, a partir que criamos consciência sobre essa matéria, né? né? Quando a gente atinge uma certa idade, nós temos maturidade, nosso
uto sobre o destino do filho, né, né? Há um momento onde cada um de nós, a partir que criamos consciência sobre essa matéria, né? né? Quando a gente atinge uma certa idade, nós temos maturidade, nosso espírito está bem encaixado, né, pleno das faculdades, né, que que se é possível, né, dentro do corpo. E a gente começa a tomar as nossas decisões, a ter as nossas visões e a querer seguir o mundo conforme a sua vontade, né, ou as suas necessidades interiores. >> Uhum. >> Estamos aí para isso, para viver, né, Tânia? Eu acho que, né, a >> estar aqui é viver aquilo que você necessita, né? É, de fato, a gente não vem com a cartilha, né? Exatamente, né? a gente define muita coisa, né, antes de reencarnar. Então, eh, porém a gente não vem com eles aí traçados, mas há um momento onde a gente precisa sair do ninho, né, não necessariamente desvincular todos os laços familiares. Às vezes isso pode acontecer se necessário, né? Cada um é uma história, né? E a gente sabe, infelizmente, que muitos podem a por a sofrerem abusos, né, eh, violências domésticas e por aí vai, e que às vezes esses laços têm que ser quase desligados por total, né, para que possa cada um seguir os caminhos. Mas chega algum momento que a vida vai te pedir para que você tome as rédias da tua responsabilidade, né? Porque como você citou e o próprio evangelho cita, né, a cada um é responsável por si, eh, né, nossos pais, familiares em geral estão aí, viemos, né, viver entre eles para que eles nos auxiliem, nos proporcione aquilo que cada um necessita, porém não são responsáveis por essa evolução, né? Essa essa responsabilidade é totalmente individual, >> né? Então, ah, eu, eh, uma vez, é uma pena que eu não consigo lembraronde, mas eh tratando-se sobre esse assunto maternal e paternal, apesar de ser vigília maternal, a gente não pode tirar pat, né, o paternal disso. É um conjunto. O o talvez o título de mestres caberia melhor do que de pais, porque, né, são são os nossos primeiros mestres, na verdade, né, são os nossos pais, né,
e tirar pat, né, o paternal disso. É um conjunto. O o talvez o título de mestres caberia melhor do que de pais, porque, né, são são os nossos primeiros mestres, na verdade, né, são os nossos pais, né, eles nos recebem e nos passam aquilo que eles têm de conhecimento e e de educação que assim receberam e possui dentro do seu ser, né? Então eles nos educam, nos ensinam e o mestre tem muito disso, né? E depois depois que você aprendeu, né, o que que o mestre faz? Agora é >> libera, >> né? >> Libera pra vida, né? >> Vai pra vida, vai, vai e vai aprender mais, né? O que eu tive para te ensinar, ensinei, né? Passei e agora é contigo. >> Sim. >> E eu achei muito interessante essa visão. Eu disse de fato, né? porque realmente coloca um pouco eh um pouco mais de de de pontos exatamente até onde nós, né, quando você como pais vai talvez, né, ou como você ah conforme o tempo você vai assumindo certas posturas como pai e mãe, né, a fim de respeitar esses espaços e esse tempo do filho, assim como você foi um dia filho, né, e vai ser de novo a partir do momento que a gente entende o processo de reencarnação, né, que são sucessivasões, então >> sucessivas famílias, talvez entre várias vezes entre os mesmos espíritos, né, porém a gente sabe que a gente pode estagiar com outros, né? >> É, Rodrigo, ali quando você falou sobre a cartilha, isso me fez lembrar de uma coisa. Como seria bom quando a gente, a mãe pela primeira vez ter uma cartilha para entender os bebês, que cada bebê viesse com sua cartilha, né? Ah, eu vim com um probleminha aqui, outro ali. Então, mãezinha, toma cuidado do meu estômago ou das da do, sei lá, da minha visão ou do meu fígadozinho que é pequeno e como que se diz, sensível. Enfim, eles não vêm com cartilha. A gente tem que adivinhar se tá chorando por fome, por dor, por calor. E assim a gente vai aprendendo, né, a ser pai, a ser mãe. >> Exatamente. cuidando primeiramente daquele corpinho frágil e depois instruindo e com amorosidade, como diz aqui o texto, a gente não pode ser
assim a gente vai aprendendo, né, a ser pai, a ser mãe. >> Exatamente. cuidando primeiramente daquele corpinho frágil e depois instruindo e com amorosidade, como diz aqui o texto, a gente não pode ser sempre eh aquela mãe ou aquele pai que põe a mão em cima de tudo e nem sempre tão rigorosos a ponto de sufocá-los, né? >> Uhum. >> E aí o que é que vem pra gente, ó? Aqui até no texto diz assim: "Não há nascimentos de santos na terra". Então nós temos que lembrar disso, que cada um vem com suas provas. Nós desconhecemos as provas dos nossos filhos, né? >> E o que a gente pode fazer é ser o suporte, né? Estar ali, estar presente quando necessário e a prece. Em outro momento aqui, Anália Franco fala sobre a prece. a o espiritismo ele ele usa muito essa ferramenta da prece, né? >> Uhum. >> Como uma ligação, uma conversa direta que a gente tem com Deus, com Jesus, com o nosso mestre, para que a gente possa não só agradecer, a gratidão é importante todos os dias sermos gratos por tudo que temos, que recebemos, pelos filhos que nós temos, porque são nossas bênçãos. Se nós temos esse ou aquele filho, é porque ele também nos traz conhecimento, nos traz eh provas que servem paraa família inteira, né? Às vezes são provas de família que tem que ser passadas >> e nos trazem ensinamentos também, >> porque eles também têm as suas próprias características afetivas que nos trazem muito ensinamento de como aprender a lidar com alguém diferente. Então, acima de tudo, a gente tem que conhecer o filho que tem, né? E isso às vezes também leva um certo tempo, mas a prece, voltando a fala da prece, eh, as mães, os pais em geral, né, eu acho que pedem muito a Deus sempre pelos seus filhos, abençoa, protege meu filho que mora longe ou que está doente, a gente pede pelo anjo da guarda deles. Então, a gente tem sempre essa certeza de que assim como nós não estamos sozinhos, ninguém está sozinho. Nossos filhos são sempre amparados, né? E vão merecendo os seus, as suas ajudas, os seus auxílios do céu, do
e tem sempre essa certeza de que assim como nós não estamos sozinhos, ninguém está sozinho. Nossos filhos são sempre amparados, né? E vão merecendo os seus, as suas ajudas, os seus auxílios do céu, do alto, né? Do céu é modo de falar. vão recebendo seus auxílios de acordo com o seu mérito, com seu esforço e e vamos evoluindo assim como você disse, né, Rodrigo? Nós somos filhos, nós somos pais, talvez sejamos avós e isso não termina nunca, porque família é isso, é essa continuidade, né? Muitos avós fazem papel de pais, né, por por pelas circunstâncias. E assim todos não estamos juntos por acaso, né? Como sempre se faz lembrar. Se estamos nessa família porque temos o que fazer ali, tanto que aprender como que ensinar, como que ajudar, apoiar, enfim. Eh, o nosso primeiro laboratório, né, de aprendizados. >> Exatamente. É, então, né, Tania? eh ver como a partir do momento que nos enxergamos aí como milenáries, né, como eternos e e vamos vivenciando esses laboratórios, eh vai a gente vai realmente talvez compreendendo um pouco melhor essa essas posições, né? Hora de pais, então hora de filhos. Até vou jogar então uma questão aqui pro pessoal que tá no nos assistindo no chat. Tá. Deixa eu ver se eu consigo enviar aqui, né? O que que significa educar um espírito reencarnado e não uma criança minha, né? >> Eh, nós temos aqui o bom dia. Deixa eu achar ver que tinha gente já dando bom dia aqui. Ah, aqui a Patrícia tá conosco já aí. Bom dia, querida família. Deixa eu botar aí pra gente ver. Estudando com Jesus. Bom dia, querida Tân Rodrigo. Bom dia. Gratidão por mais um domingo abençoado de estudo com o nosso mestre já tá já está online também com a gente. Muito bom dia, amigos de eh amigos de reflexões e amigos do chat. Então, jogamos essa questãozinha, essa questão aí pra gente, para vocês estarem ajudando aí com a reflexão. E e você foi colocando, né, essa relação pais, filhos, filhos e pais, né, de fato não tem cartilha, como você colocou, não viemos, mas a gente vai aprendendo
vocês estarem ajudando aí com a reflexão. E e você foi colocando, né, essa relação pais, filhos, filhos e pais, né, de fato não tem cartilha, como você colocou, não viemos, mas a gente vai aprendendo na prática, né? Ou seja, imperfeitos, n é aprendendo com imperfeitos, né? né? É por essa, por essa engenharia, né, que a divindade vai nos ensinando, mas nunca desamparados também, como você colocou, né? A gente sabe que todos nós viemos aí bem amparados pela espiritualidade. Temos os nossos guias, nossos benfeitores, tem aqueles que nos desejam ou bem também nos acompanham, tentam sempre nos intuir, né, para as melhores escolhas, para as melhores eh eh eh ações, né, junto à nossa família. E e é dentro desse laboratório que a gente vai justamente buscando aprender aquilo de mais alto que um espírito tenha a exercer e a fazer, né? A semelhança ao Pai, que é o amar, né? Que é o nosso o maior sentimento que abraça tudo que é bondade, né? E o amor não é sinônimo de passividade, né? Dentro desse, dessa estrutura, desse contexto familiar, amor requer disciplina, né? Então, eh, a a ela nos ela cita ali muito que estar cuidando, né, de um filho ter esse momento de cuidado, de orientação de um outro espírito é justamente dar eh a cada tempo os passos necessários, porque é natural, né, uma criança pequena não tem condições de decidir, né, o que ela vai comer, o que ela vai vestir, o que ela deve fazer. Há o período onde pai e mãe tomam, né, as decisões totais aquela criatura, porque ela está em processo de desenvolvimento, se amadurecendo materialmente, espírito se relacionando, se encaixando todo aquele corpo. Então, vamos nós, pais, tomando essas decisões e a partir do tempo a gente vai dando disciplina, né? limites ensinando, né, através do amor essa essa disciplina, porque a amor sem disciplina, ela favorece uma desordem justamente moral, né? você deixar eh eh como se como se você deixasse o seu filho totalmente à vontade a mercê de suas ideias e as suas vontades, né, que ele sequer ainda
na, ela favorece uma desordem justamente moral, né? você deixar eh eh como se como se você deixasse o seu filho totalmente à vontade a mercê de suas ideias e as suas vontades, né, que ele sequer ainda consegue dar um um entendimento moral, né, ou entender que aquelas atitudes podem ter efeitos, vai gerar causas, né? Então, disciplina sem amor gera revolta, né? Então, mas o equilíbrio, a disciplina vem para quê? Justamente gerar no equilíbrio. É aí que forma caráter. E interessante que você colocou, né? Conhecer, tem que estar observando, vendo o seu filho. Assim como não vem a cartilha de que a criança pode vir com dificuldades físicas, talvez, né, futuras. É justamente nessa fase de infância que quando o pai e a mãe observam, as tendências morais daquele espírito são um pouco naturais, elas vêm porque justamente a criança é tudo espontâneo, né? E é ali que a gente pode observar talvez aonde vão ser as pequenas vão ser as pedras, né? as pedrinhas no caminho daquele ser, que é justamente aquelas tendências morais, aqueles vícios que dão aquele aquele sinal de que, opa, talvez ali eu vou ter que trabalhar um pouco melhor, né? Ou vou ter que dar atenção, porque talvez aquele ser vai demonstrar certas tendências dentro daquele aspecto. >> Uhum. >> E é ali que eu vou ter que alertar, é ali que eu vou ter que eh ficar mais atento à disciplina. né, ao ensino, né, ou atender, né, ao tentar ensinar, ajudar naquele aspecto para que aquele ser possa então realmente melhorar à frente aquele vício moral, aquela tendência que ele vem apresentar mais uma vez. Então, ah, ali, e é nesse aspecto que eu acho que tá a pedagogia espírita, né? Exatamente. No equilíbrio é você justamente eh com o amor gerar a disciplina que aquele espírito necessita. Claro que de fato, como você disse, todos nós estamos aprendendo. A gente não tem perfeição, então às vezes a gente pode falhar, evidentemente, com muita coisa, mas com certeza o esforço é válido demais, porque no esforço a gente pode justamente est achando as
endo. A gente não tem perfeição, então às vezes a gente pode falhar, evidentemente, com muita coisa, mas com certeza o esforço é válido demais, porque no esforço a gente pode justamente est achando as respostas, né? É através dele que a gente vai buscar muito das respostas. Talvez, talvez elas vão se tornar um pouco tardias, mas estamos também na caminhada. Pai e mãe também estão caminhando no seu processo, né? Eh, são momentos transitórios e vale tanto a visão que a gente tá falando de aqui como a visão do filho enxergar que pai e mãe também erram, também falham, também estão aprendendo. Então, a empatia é mútua. Não tem como ser só empático como pai e mãe ou exigir tudo de pai e mãe, né? e o filho simplesmente só cobrar e jogar geralmente a responsabilidade e a culpa do que tudo acontece na sua vida aos pais. >> Posso >> de fato >> colocar a minha o meu parecer ali, Rodrigo, é referente àquela pergunta, né? >> Uhum. >> Como que eu vou tratar o meu filho como um espírito reencarnado e não apenas como uma criança minha? >> Bom, a gente parte do princípio que ninguém é de ninguém, né? Todos nós viemos do mesmo lugar com a mesma intenção, aprender, evoluir, né? Se esforçar, buscar evoluir, se esforçar para isso. E como você bem disse, nós também estamos aqui aprendendo. Todos viemos do mesmo lugar, uma hora como pais, outra hora como filhos. Por isso a gente não pode considerar os filhos como nossos. Nós não, eu não pertenço ao meu pai e a minha mãe. Eu sou um indivíduo, né? Um espírito. Eu devo respeito. Eu recebi educação, cuidados, porém quem tem que direcionar minha vida sou eu, né? Eu tenho que fazer minhas escolhas e ser responsável por elas. Uhum. >> E é por isso que aquele texto ali do livro, o Espírito da Verdade tá lincado aqui com esse com o Evangelho no item 18, onde fala assim: "Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, como pensam certas pessoas. Ao contrário, eles são fortalecidos e se estreitam. é o é o princípio oposto que os destrói.
18, onde fala assim: "Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, como pensam certas pessoas. Ao contrário, eles são fortalecidos e se estreitam. é o é o princípio oposto que os destrói. Os espíritos formam no espaço grupos ou famílias unidos pela afeição, pela simpatia e semelhança de inclinações. Ou seja, já estamos juntos lá, né? >> Já nos encontramos >> pelas afeições, pelas simpatias, pelas mesmas experiências que tivemos ou pelas mesmas dores que sofremos, né? em outras encarnações. E esses espíritos felizes por estarem juntos se procuram. A encarnação não separa-seão momentaneamente, porque depois da sua reentrada na erraticidade se reencontram como amigos ao retorno de uma viagem. Uhum. >> Então, olha, frequentemente mesmo eles se seguem na encarnação. Então é dessa forma, né? Sim. >> Por que que não é uma criança minha? Porque lá, enquanto na erraticidade, enquanto na naquela programação que a espiritualidade eh programa pra gente, para virmos juntos como esse membro ou aquele membro ou mesmo como amigo ou alguém, um parente mais distante, é porque já tivemos experiências juntas e precisamos muitas vezes ou melhorar essas experiências ou nos apoiarmos. >> Uhum. A gente tem nas nossos familiares aqueles que vêm pedindo ajuda e aqueles que vêm nos apoiar para que haja um equilíbrio, né? Para que eu não seja só >> a mãe ou a provedora ou o pai, mas que eu seja eu seja também apoiada para que eu consiga também cumprir a minha tarefa, né, Rodrigo? Então, teve um momento ali que você falou de criança, de conduzir a criança. Sim, a princípio é isso. A gente vai conduzir a criança porque ela é um ser frágil, necessitado de todos os cuidados, né? Ele tem que ser guiado no início da sua vida. Porém, depois ele já traz também as suas experiências passadas como espírito, assim como eu, filho de Deus, e que ele vai precisar remodelar ou que ele vai precisar polir, mas ele traz também as coisas boas que ele vai poder usar a seu favor, né? A favor dos próximos que estão com ele. As virtudes
de Deus, e que ele vai precisar remodelar ou que ele vai precisar polir, mas ele traz também as coisas boas que ele vai poder usar a seu favor, né? A favor dos próximos que estão com ele. As virtudes nesse caso, né? >> Hum. Filhos têm também virtudes que nos ajudam. É uma troca ali, né? >> Sem dúvida, sem dúvida. Eh, porque ninguém reencarna uma família por acaso, né? Não, >> tem um propósito, >> né? Se teu filho e a tua cruz eh, tá eh, né? Está evocada a lei de causa e efeito, né? Agora, quais as possibilidades disso, né? Como você citou, né? o espírito que puder, espírito a fim de de reencontrar, se reencontram para crescer junto, né? Ou ou débito, como a gente sabe, de retorno ao convívio. Eh, algum a gente, né, o espiritismo coloca muito, algum adversário do passado vem para essa reconciliação, ou seja, tudo em busca do reequilíbrio ou equilíbrio, né? Porque é isso que nós viemos, né, Tânia, nós imperfeitos viemos para esse mundo ainda. É justamente buscar o equilíbrio para dar continuidade ao crescimento evolutivo. Porque enquanto continuarmos desequilibrados, né, a gente não consegue ir à frente, né, a dar os passos, né, eh, evolutivos. Então, o lar é justamente esse essa oficina de lapidação moral. Uhum. >> Necessita ser biológico. Não. A gente sabe que podemos não ter filhos biológicos e podemos ter filhos adotivos. E e a vivência experiência é a mesma, porque se assim for, a vida vai em algum momento nos levar, né, até esse encontro, né? Agora, se realmente vai se estruturar uma família, vai depender muito das circunstâncias de nossas escolhas, né? até esse momento que a vida nos apresenta, mas precisa ser mais uma vez biológico adoção. Não só isso, a gente sabe muito bem que família, há vários formatos de família e, por exemplo, podemos ter um um tia com sobrinho, sobrinhas, onde ali ela fica sobre responsabilidade. >> Uhum. >> É uma família, né? Ela vai ser a referência, >> né? o exemplo, né, se passada, a educação vai vir dali. Então, eh, eh, olha como como abrange o
s, onde ali ela fica sobre responsabilidade. >> Uhum. >> É uma família, né? Ela vai ser a referência, >> né? o exemplo, né, se passada, a educação vai vir dali. Então, eh, eh, olha como como abrange o conceito família quando nós temos tutelados por nós, não necessariamente biologicamente, mas vão nos ver como essa referência até até o momento de suas escolhas e decisões, né? Então, eh, olha que interessante como a vida pode nos colocar como pais e mães ou mestres, né, de várias de várias pessoas no decorrer de toda a existência, da nossa existência, >> né? Então, eh eh o que justamente eh traz mais uma vez o que o Espiritismo quer nos colocar, né? Não, não são propriedades, né? são pessoas que estão de momento conosco, precisam, né, de alguém para lhe dar essa essas orientações, né? Porque pai e mãe ou tutelar, a tutelar é eh eles eles oferecem eh oferecem essa educação. Filho decide, né? Eh, pai, mãe orienta, filho, então decide >> isso. >> Exatamente. Por quê? Porque o espiritismo nos relembra que, caso contrário, a gente pode estar podando muito do livre arbítrio daquela criatura. E não é essa a intenção, né? é justamente a intenção de pai e mãe ou essa aer a missão dessa maternidade e paternidade, ela é justamente e oferecer uma referência moral, ensinar o discernimento e dar exemplo vivo, né? Então, não é salvar, controlar, substituir as escolhas, né? que já jogaria, né, para esse controle da vida do indivíduo. E não, todos nós aqui temos o direito e estamos e devemos exercer o nosso livre arbítrio. E se a gente não tiver esse cuidado, essa, né, a gente acaba por confundir as situações e acabo por podar muito essa liberdade que aquela que tem. E aí que gera muitas vezes conflitos e rebeldias, né? >> Sim. e acaba por ter as desavenças e e não havendo compreensão e entendimento do por está acontecendo essas situações, né? Então, olha, olha a dimensão psicológica, né, que que abrange tudo isso. E nesse meio tentar entender, né, >> eh, a partir do que a gente tem de
tendimento do por está acontecendo essas situações, né? Então, olha, olha a dimensão psicológica, né, que que abrange tudo isso. E nesse meio tentar entender, né, >> eh, a partir do que a gente tem de conhecimento, né? Sim, Rodrigo, você falando assim me fez lembrar de uma coisa, eh, como tu diz, né, a gente às vezes a família tá vai se encontrando ao longo da vida. Por que que às vezes a gente pensa assim: "Ai, meu Deus, fulana para mim é uma amiga tão boa, tão que eu amo tanto, que me ajuda tanto, que para mim ela representa uma segunda mãe". >> Uhum. Sabe esse sentimento assim de confiança de que você pode falar o que quiser, que ela vai te ouvir e te entender. Eh, mãe de uma outra encarnação, obviamente, ou pai, né? >> Eh, e assim a gente vai recebendo amigos, amigos que são muito amigos, né? Ou às vezes, por que que uma avó tem que criar um neto? Esse laço era, esse vínculo tinha que ser mais forte do que do filho com a mãe. Uhum. >> Porque o filho tinha ali para viver experiências com a avó, o neto com a avó, né? >> Sim. >> Com os com os avós. Uhum. >> Eh, como diz aqui a a Lázar, Lázaro, lembrar que os filhos também vem para nos ensinar, acordar para enxergar enxergar detalhes até então despercebidos. aprendizado daqui para lá e de lá para cá. Uma época tinha que eu, quando eu não tinha filho, eu ainda pensava: "Mas por que que eles dizem que filho ensina os pais também?" >> Uhum. >> Eu pensava de que forma, né? >> Uhum. >> Já que é uma criança que vem para aprender, porque eu não era espírita ainda, eu não sabia que somos todos milenares, né? Espíritos milenares e que trazemos já as nossas conquistas e que hoje a gente vê muito na mídia assim, né? crianças que são detentoras de um conhecimento muito grande. >> Uhum. >> E assim são os nossos também, nossos filhos, nossos sobrinhos. Cada um traz as suas conquistas do passado e externaliza, né, pelo por sentimentos, por exemplos mesmo. A gente vê às vezes neles virtudes que a gente ainda não conquistou e eles são tão mais jovens.
Cada um traz as suas conquistas do passado e externaliza, né, pelo por sentimentos, por exemplos mesmo. A gente vê às vezes neles virtudes que a gente ainda não conquistou e eles são tão mais jovens. Então não é só desta encarnação, é de outras também, né? E aqui, continuando um pouquinho no Evangelho, ele diz assim, ó: "Quanto as pessoas unidas pelo único móvel do interesse, elas não estão realmente em nada unidas uma a outra. A morte separa sobre a terra e no céu." Às vezes existem também esses encontros, talvez sejam os primeiros encontros ali de conhecimento daqueles espíritos, né? Sim, >> que eles não têm aquela afinidade muito grande, né? Não parecem estar no ninho certo, mas estão. >> Uhum. >> Porém, cada um nas suas necessidades, a gente tá vindo realmente para ir adquirindo um pouquinho de cada vez, para trazer também um pouquinho de cada vez, né? E isso vai nos fortalecendo. Agora, eh, por que que eles muitas vezes essa essa esse relacionamento não continua no espaço? Porque foi para ser só uma passagem, só um momento, né? Um pequeno contato. As famílias elas vão se reencontrando no passar do tempo, né? Como ele já disse ali no início, as famílias se formam no espaço e depois, por sua vez se agregando aqui na terra, né? Ora como amigo, ora como filho, como pai, como >> alguém um pouco mais distante, mas sempre ali junto naquele naquele mesmo >> ninho de amor. >> Exato. Alguma proximidade acaba por ser é, >> né? Agora, que tipo de relacionamento? Aí a gente sabe que são vários e infinitos aí, né, praticamente. H eh, deixa eu só ver, tem mais gente que deu bom dia aqui, só para dizer que não falou, mas aqui, ó, o Robson, bom dia a todos. Saudações fratern direto de Atlanta. Bom dia, Robson. E a Lázaro, né, foi colocando realmente a sua opinião. Eh, eu acho bacana a a Tânia, como exatamente o espiritismo vem fazer essa provocação de mudança de pensamento ou de visão, né? Porque a partir do momento que a gente entende essa essa questão de que somos milenares,
na a a Tânia, como exatamente o espiritismo vem fazer essa provocação de mudança de pensamento ou de visão, né? Porque a partir do momento que a gente entende essa essa questão de que somos milenares, eh de fato eu sei que eu vou estar recebendo um filho, uma filha, enfim, um ser espiritual sobre a minha tutelação e que ele vai, geralmente na posição de pai e mãe, o filho vem a trazer provas, né? Por quê? Porque ele faz, ele tem um, ele tem jeitos, né? os três jeitos que ele já já possui e vai se apresentar e aquilo vai me provocar o meu ser e aquilo eu vou ter que então buscar aprender a lidar com aquelas situações, né? E então trabalhar a disciplina, educação e tudo mais. Eh, né? Então que provas a gente sabe muito bem prova da paciência, da empatia, né? Eh, do carinho, entre muitos aspectos. Mas a partir do momento que talvez a minha visão seja de que ah, o meu filho nasceu, ele se apresenta assim porque ele é assim. Ah, na minha mente eu já, ah, ele é assim, não tem o que fazer. Então deixa, olha só como fica, como é diferente. E olha como o espiritismo nos traz essa, essa provocação de que se somos espíritos, viemos por várias vezes reencarnar e que aquele ser que vem tem afinidades com conosco. Ah, mas como afinidade se a gente se choca tanto? A afinidade tá justamente no defeito moral. Se há muito choque, é porque justamente o outro é o nosso espelho. Nós somos semelhantes na questão vício moral, porque aquilo que incomoda nele, possivelmente é o que eu faço. >> Uhum. >> Né? Aquela história de que o fruto não cai muito longe do >> de fato, né? Eu gosto de dizer assim, eh, a laranja não cai longe do limoeiro, né? Como se limoneiro, limoeiro da limão, é porque são semelhantes, não são iguais, >> mas tem semelhanças, >> né? Ninguém é igual ao outro, >> né? Porque senão nós não seríamos indivíduos individualizados, né? Aquela coisa, né? Não, cada um, né? Cada um, realmente, cada um tem a sua individualidade, porém nós temos semelhanças, afinidades, como você falou, tanto
não seríamos indivíduos individualizados, né? Aquela coisa, né? Não, cada um, né? Cada um, realmente, cada um tem a sua individualidade, porém nós temos semelhanças, afinidades, como você falou, tanto positivas como negativas. E é nessas vezes, dessas semelhanças negativas que a gente acaba por criar, né, vínculos anteriores, né, eh eh eh eh ruins e que fazem com que a gente retorne aqui essa terra a fim de de reequilibrar esse essas situações. essa afinidade que nos traz muitas vezes aqui >> né? A fim de colocar justamente na situação do maior amor que a gente entende ou da maior dedicação de caridade e de amor, que é ser pai e mãe, né? dedicar tudo que você tem, que você sabe a uma criatura, a fim de justamente corrigir, né, o que o passado das reencarnações acabou por por criar, né? Então, eh, olha só como essa engenharia, eu gosto sempre de usar esse termo, né? Engenharia do universo, engenharia divina, né? trabalha numa lógica e e e numa complexidade muito interessante, né? Assim, não complexidade, dificuldade. Dificuldade pra gente entender, porque a gente tá ainda amadurecendo espiritualmente, né? Eh, e na nossa consciência espiritual compreender toda essa engenharia. Eh, espiritualmente somos bem infantis ainda, né? Como a gente tem o infantil material, espiritualmente acho que a gente pode se enxergar assim, né? Sei lá, com com na faixa de 5 a 12 anos aí, né? A gente é ainda precisa ser guiado, não é mesmo? A gente, né, recebe intuições, somos guiados dessa forma, né? A espiritualidade nunca corta o nosso livre arbítrio ou diz como tem que ser feito, né? A partir do momento que nós espíritos, o espírito tem consciência. É interessante de ver que na maternidade acontece mesmo. É, é muito semelhante, né? quando eh, né, o Espiritismo nos traz isso, né, eh, a vida terrena eh é um é um exemplo grosseiro da vivência espiritual, né, onde exat nós temos essa fase infantil, >> onde o mundo espiritual vai nos guiando e a partir do momento que a consciência do espírito vai se desenvolvendo, a
plo grosseiro da vivência espiritual, né, onde exat nós temos essa fase infantil, >> onde o mundo espiritual vai nos guiando e a partir do momento que a consciência do espírito vai se desenvolvendo, a liberdade de escolhas vai acontecendo, essa responsabilidade vai se passando a você, né, da da sua evolução. E assim vai acontecendo na infância aqui na materialidade, né? Nós vamos guiando desde os primeiros passinhos, nós levantamos a criança, botamos de pé, trocamos as fraldas, né? Atendemos a todas as suas necessidades e a partir do momento nós vamos dando espaço para que ela vá escolhendo algumas coisas dentro aonde você ainda continua a escolher, né? Mas começa a dar umas pequenas opções. >> Uhum. vai ensinando os limites dessa caminhada ali ou começa a dar as atenções, as chamadas de alerta, porque a dor depois, né, ou enfim, né, paraa frente, quando o ser maduro começar a escolher, ter as suas escolhas, enxergar que vai ter causa, vai ter efeitos e que os sinais são outros agora, né, não são mais nós que vamos dar esses alertas, né, através da disciplina. E é assim no mundo espiritual também, né, a gente, né, criando essa consciência, vai evoluindo, vai aprendendo e tomando consciência conforme as nossas decisões. E a partir das decisões, quem vai nos educar, se é a dor ou se é o amor, >> que andam sempre juntos, né, Rodrigo? >> Exatamente. >> Que andam sempre juntas. eh eh falando sobre o que eu citei antes, já que tem uma frase, né, que a gente costuma usar no no espiritismo, que a família é o nosso primeiro laboratório. O que que é um laboratório físico aqui na Terra, né? É um lugar de experiências onde uma a outra dá certo, outras você tenta, tenta, tenta até que dá certo, outras que não tentam, não dão certo nunca, que chegam a explodir, os materiais usados lá, né? Então, fazendo uma comparação, a gente não veio só para curtir os nossos filhos queridinhos, nós somos só os filhos queridinhos dos nossos pais. Sim, >> a gente veio para recuperar também muita
á, né? Então, fazendo uma comparação, a gente não veio só para curtir os nossos filhos queridinhos, nós somos só os filhos queridinhos dos nossos pais. Sim, >> a gente veio para recuperar também muita coisa, para parar arestas, né? Nós podemos ser agora filho, mas já fomos inimigos. Por isso que a gente tá nessa família, para que a gente se reaproxime, para que a gente se perdoe, para que a gente tenha um relacionamento mais cristão, mais humano juntos. Eh, agora me passou o que eu ia falar, porque eh é assim que funciona, né? A gente sempre vem junto daqueles com os quais nós precisamos acertar alguma coisa. Hum. Ou como eu falei antes, ou para acertos ou para servir como apoio também, como sustentação. Uhum. >> Né? >> E o que lembrei agora? O que a gente como mãe, como pai pode fazer? A gente pode se autoanalisar, né? Tirar um momento para pensar assim: que tipo de pai, que tipo de mãe tô sendo? Como eu tenho direcionado o meu filho, como meu filho se reporta a mim? Isso sem se autoculpar, né? Também não dá pra gente ficar se culpando. Ai, mas naquela vez eu não precisava ter feito assim. Eu não precisava ser ter sido tão rigorosa. Quem sabe, talvez precisasse, talvez ele é hoje, ela é hoje aquele homem de bem porque eu auxiliei, porque eu estive junto no caminho dele, no princípio, né? Ele também me trouxe muita coisa boa, me trouxe ensinamentos, me mostrou coisas que eu não percebia em mim. Então essa autoanálise como pais é muito importante, porque chega um momento que a gente tem que pensar: "Não, meu filho cresceu, ele não é mais uma criança, >> eu tenho que concordar com as decisões dele?" Não, talvez não concordar, ah, eu faria diferente, tá? Mas é a vida dele. >> Uhum. >> Então, o que a gente pode fazer sempre? Estou aqui pro que precisar, estou aqui, >> né? Exatamente. >> Seja num momento de alegria, vamos comemorar panos. Seja num momento de tristeza, chora junto. >> Seja num momento dificuldade, acolhe. Essa é a nossa função como pais, né? >> Exato. >> E um dia talvez seja como a voz. Eu já
ria, vamos comemorar panos. Seja num momento de tristeza, chora junto. >> Seja num momento dificuldade, acolhe. Essa é a nossa função como pais, né? >> Exato. >> E um dia talvez seja como a voz. Eu já mencionei isso antes também, mas eh estamos aqui também aprendendo a ser pai e mãe, né? Isso também é uma coisa que se aprende >> sim >> ao longo da vida, que a vida é que é a nossa escola real, né? Não dá para fazer curso de pai e de mãe, mas daí dá para ir aprendendo no dia a dia e e tentando ser um espírito para para aquele que veio como filho, um espírito que contribua, que ajude. Como somos todos filhos de Deus, né? Somos todos espíritos e eh criados da mesma forma. Estamos aqui para nos ajudar. E o pai e a mãe é sempre a primeira referência, né? >> Sempre vai ser, sempre vai ser. Eh, é no contexto geral, né, Tânia? Eh, >> família é um reencontro e eh reencontrarmos os mesmos espíritos, né? Eh, >> e é tão bom, né, Rodrigo? >> Exato, né? essas reuniões de família que dá de tudo, dá dá aquele barulhão, dá aquela alegria de encontrar. >> Exato. Às vezes confusões, algumas pequenas intrigas, né? Discussões, mas >> um fala do outro. >> Exato. Mas no fim, OK, né? Talvez. Quantos quantos não desejariam isso? E não tem sequer nenhuma referência, né? Não tem nada. Nada, nada, nada. Não tem nem, né? Quando eu digo nada é não ter com quem se encontrar. Eh, então, eh, eh, é um, é viver é um desafio, né, Tânia? Entender as circunstâncias e a posição de todo mundo nesse mundo é um desafio para todos, né? E quando a gente tá aqui analisando justamente o nosso seio familiar, eh, o olhar empático eh é fundamental em tudo, né? Se a gente quer realmente fazer alguma coisa para nossa evolução moral e por aquele ambiente e para o outro. Então, a empatia, sem dúvida, é um dos dos primeiros passos, assim como a renúncia, né? Principalmente vem muito do lado dos pais, né? eh a renúncia consciente, né? Eh, quanto os pais renunciam de si para o bem de seus filhos, né? Então, isso também é um
assos, assim como a renúncia, né? Principalmente vem muito do lado dos pais, né? eh a renúncia consciente, né? Eh, quanto os pais renunciam de si para o bem de seus filhos, né? Então, isso também é um desafio de dentro do aprendizado, porque essa renúncia consciente é é do aspecto do amor, né? vem vem desse sentimento de de justamente você querer o do bem e do melhor para pra criatura, né, que está contigo, que veio de Então, ah, né, tendo isso como como compromisso moral, >> ah, essa paternidade, essa maternidade, espiritismo, então, nos traz assim no contexto geral, é, é, é uma missão temporária a partir do momento que a gente sabe que aqui, né, estamos de forma temporária ou com o nosso colégio interno. Agora, assim, foi a foi uma das primeiras referências que eu peguei, que era isso que o espiritismo queria dizer, né? No colégio interno a gente fica aqui, passa a estudar, a ter várias provas e depois volta para casa com o resultado do boletim, né? Então, a o nosso lar sempre vai ser esse esse instrumento de evolução, independente de que tipo de lar e de que formato ele vai ter, né? O sempre que a gente conseguir promover o amor, ele esse o amor vai ser essa força transformadora de todos ali dentro, né? Então, se a gente conseguir reproduzir da melhor forma possível qualquer ato que seja pequeno de amor dentro do nosso lar, com os nossos, ela ela vai ajudar a transformar em algum momento, em algum aspecto, né, sem esquecer que a responsabilidade é individual. >> Uhum. >> Então, a gente citou e o texto nos traz, né? Então, que em toda a vivência que a gente tiver aí nesse mundo terreno e que a gente saiba aproveitar muito bem e que saiba depositar, acho que o melhor dos nossos esforços, né? Tudo isso só vai acontecer se existir vontade, né, nada acontece se do nada ou se você coloca como uma obrigação apenas, né? Ah, porque é minha obrigação, não é porque você deseja realmente e que você acredita que dos atos através do, né, do amor, as coisas vão acontecer. Realmente, as coisas vão vão se
brigação apenas, né? Ah, porque é minha obrigação, não é porque você deseja realmente e que você acredita que dos atos através do, né, do amor, as coisas vão acontecer. Realmente, as coisas vão vão se transformar, vão mudar para melhor, né? Então, ou seja, a essência realmente, né, do movimento, caso contrário, né, a gente a gente vai ficar naquele passatempo, passatempo, pá, mas eu fiz tudo tanto certinho, eu fiz as minhas obrigações e tudo mais e permane e mas sente um vazio, né? Uma coisa que não tá completa. Por quê? Porque faltou o sentimento, realmente faltou entender por que você faz aquilo, né? Qual o objetivo, qual a razão de tudo isso, né? De estar assumindo, de estar naquele momento sobre aquele papel e e, né, os objetivos e que isso é tão importante como o espiritismo nos traz essa visão de entender a vida futura realmente, >> né? E vida futura, que vida futura não é o futuro do amanhã só da vida material, é o futuro do outro lado, >> do espírito, né? >> Do espírito. >> E também, né, Rodrigo, a aceitação, se eu estou aqui nesse núcleo, é porque eu eu já escolhi estar aqui, né? A gente quando começa a estudar o espiritismo, a gente começa a aprender que tudo são escolhas, né? Viemos para cá e daí aqui viemos por escolha nesse número aqui. E aqui a gente tem o nosso livre arbítrio também, né? >> Exatamente, >> Rodrigo. A gente tá caminhando já pro nosso finalzinho. >> Exatamente. >> Vamos fazer a oração final e agradecer. >> Vamos lá, né? Então, querida amiga Tânia, fique à vontade em nos guiar aí a nossa nosso encerramento. Senhor Deus Pai de infinito amor, infinita bondade, somos muito gratos, Senhor, por esse momento em que podemos estudar mais um pouquinho sobre a doutrina espírita. Somos gratos, Pai, por tudo quanto temos recebido, por esta encarnação, pelo nosso lar, pela família que nos acolhe. Somos gratos por termos nossos pais, nossos filhos, aqueles que nos cercam, aqueles que caminham conosco e dividem conosco a sua caminhada, nos trazendo também amor, ensinamentos,
ília que nos acolhe. Somos gratos por termos nossos pais, nossos filhos, aqueles que nos cercam, aqueles que caminham conosco e dividem conosco a sua caminhada, nos trazendo também amor, ensinamentos, porque somos todos irmãos, todos filhos teus e caminhamos todos juntos em busca de um conhecimento maior. de melhorarm-nos todos e rogamos, Pai, por todos os teus filhos que aqui vivem sozinhos neste mundo, neste planeta, por aqueles que foram esquecidos ou foram deixados para trás, que o teu amor, o amor de Maria Santíssima, nossa mãe, possa auxiliá-los, possa preencher os seus corações de muito amor e esperança. Pedimos, Pai, as tuas bênçãos por sobre toda a humanidade, hoje e sempre. Que assim seja, Senhor. >> Que assim seja. >> Desejando aqui um bom domingo para todas, muita paz, muito amor em seus lares e até o próximo encontro no domingo que vem, né, Rodrigo? É isso aí. Um bom dia a todos, um bom restinho de final de semana. Agradecemos muito pela participação e colaboração de todo mundo e principalmente ao nosso amado pai, espiritualidade maior. Um beijo, um abraço e até a próxima, até domingo. >> Fique com Deus. Ciao. Ciao. Ciao เฮ
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