Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 27 | 07.09.25

Conecta Espiritismo TV 08/09/2025 (há 6 meses) 1:08:18 9 visualizações 2 curtidas

Estudando com Jesus | 07.09.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 27: Carta a meu filho Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Eh, bom dia. Bom dia, bem-vindos. Bom dia, Sheila. >> Bom dia. Bom dia a todos. Bom dia, Patrícia. Que bom estar aqui com vocês. Já tava com saudade não queria participar. Então é sempre bom estar aqui com vocêsinho sobre esse livro tão maravilhoso, né? >> Exatamente. Exatamente. Olha, >> dia Walter, bom dia, Cásia. Sejam bemindos. Isso, Cásia se tornou membro de um canal espírita. Coisa boa. Obrigada a nossa Sheila aqui em duplicidade, microporiedade, o Walter sempre com a gente. Obrigada, Walter. Olha, vocês já vão adivinhar que eu não tô mais no estúdio Brasil, né? Eu tô sem manga e a Sheila tá com manga. Tá todo >> casaquinho de lã aqui, meia pé e ainda passando um pouquinho de frio. >> Olha só. Vamos aquecer os nossos corações então com essa lição aí tão linda, né? >> Nossa, que que Vamos ver se a gente consegue ler sem chorar essa carta, né? Porque muito muito emocionante mesmo. >> E engraçado, Patrícia, que quando eu vi o título, >> eu pensei que era outra coisa, né? >> É. >> Quando eu comecei a ler, eu falei: "Ah, meu Deus!" Exatamente. Eu também, eu também. Eu falei: "Nossa, como que vai ser, né? Eh, um grande alerta para todos nós, né?" Então, vamos agradecer o nosso IGES querido, né? Que nos oportuniza esse estudo, esse espaço e agora essa parceria de transmissão aí com tantos outros amigos aqui, né? a Conecta Espiritismo, continuando com nossa TV Goiás Espírita, o Rádio Portal da Luz, Discovery Spiritis Network, lá dos Estados Unidos, continua transmitindo aí, né, esse estudo que a gente traz aqui com tanto amor do pouco que a gente consegue, né, compreender, entender. E a gente vai deixar então aqui uma musiquinha da a nossa irmã Smia como a nossa prece inicial para nos sintonizar com o amor do Pai. Fecha os olhos. Sente en fim, por o amor que pulsa ao peito, doce a cuidar de ti, te querendo ter feliz, mas ainda ao medo preso. Abre os olhos, larga o medo, deixa esse amor te levar ao teu mundo verdadeiro, tão suave e tão pequeno. Os teus sonhos estão lá.

o, doce a cuidar de ti, te querendo ter feliz, mas ainda ao medo preso. Abre os olhos, larga o medo, deixa esse amor te levar ao teu mundo verdadeiro, tão suave e tão pequeno. Os teus sonhos estão lá. Vê teus sonhos na harmonia que sustenta o universo e confia que és na vida a mais preciosa filha em aprendizado eterno. O amor te perfuma a vida com a fragância da certeza de que em dor ou na alegria, tudo a teu favor conspira a alcançares o que almejas. Mira a lua, ao céu bailando, feliz por te ver passar. É a noite te adorando, estrelas brilham, tentando tua atenção chamar. Sente a luz do avorecer, recebendo a noite fria. Novo sol a te aquecer, esperança a reviver no raiar de um novo dia. Sente a brisa acolhedora num suave te tocar. Te a carinha tão zelosa te sussurra e te consola te fazendo acerenar. Toca a relva esquecida, sente a folha perfumada, nem vistosa, nem florida, mas dedica a própria vida a suavizar-te a marcha. Mira os rostos que te ferem nessa terra de ilusão com o olhar de amor perene. Vê, perdoa e segue em frente. Novos mundos se abrirão e perceberás que a vida é de tal simplicidade que o mal não se justifica, nem a dor que mais resista ao que ama de verdade. >> E coisa linda, que assim seja, >> né? Muito lindo esses poemas de Sâmia lá no Saga das Almas pra gente se inspirar aí, né, nos momentos necessários. E eu acho que a Sheila ficou pensando que era uma carta consoladora, né? >> Achei quando eu vi o título, eu achei que fosse. E daí eu comecei a ler, eu falei: "Nossa, que coisa, né?" E o que mais me surpreendeu foi amorosidade e aceitação do pai, né? Isso me tocou profundamente assim, sabe? Então é que nem tudo isso é difícil não chorar, não se emocionar, porque tem frases ali, tem palavras que ele fala que toca tão profundamente, né? >> Né? não deixa de ser consoladora, mas um consolo, né, que nos alerta para nos despertar realmente pro que nós temos que olhar, né, dar a verdadeira importância. >> Ela é meio compridinha, né? Diga, >> sim. Bem bem extensa, né?

ladora, mas um consolo, né, que nos alerta para nos despertar realmente pro que nós temos que olhar, né, dar a verdadeira importância. >> Ela é meio compridinha, né? Diga, >> sim. Bem bem extensa, né? >> É, >> mas eu ia dizer principalmente nos dias de hoje, né? Porque >> principalmente aqui na nossa região, a gente tem sentido, acredito que isso se estende para todos, né? Tem sentido que a família parece que tem ficado em segundo plano, né? Não se tá mais dando a importância, né? As bases da família como antigamente os nossos avós e tal davam, né? Então, acho que realmente é um chamado muito importante pros dias de hoje. E o que chama atenção sempre é, né, as mensagens espíritas, por mais antigas, digamos assim, que foram passadas lá atrás, mas elas são sempre atuais, né, >> sempre. >> Enquanto nós não aceitarmos, né, o convite de assumirmos a nossa filiação divina. essas mensagens serão sempre atuais e sempre necessárias para esse despertamento, né, que a gente tá vivendo aí a toda essa conectividade, né, toda essa integração com o mundo. Sim, como a gente fala, né, tudo é permitido, mas o que fazemos com isso? Eh, esse é o o convite, né, da aprovação, o que fazer com tudo que é permitido, como dizia Paulo, né? Então vamos ler aqui, ó, a nossa carta a meu filho. Tanto que o espírito nem se identifica, né, Sheila, porque eu fiquei pensando, não há necessidade, né, de identificação, porque em algum momento todos nós vamos >> fomos, somos, né, filhos, pais. Então, realmente é uma carta universal essa para para todos nós, pro espírito imortal, né? Meu filho, dita esta carta para que você saiba que estou vivo. Quando você me estendeu a taça envenenada que me liquidou a existência, não pensávamos nisso, nem você, nem eu. A ideia da morte vagueava longe de mim, porque esperava de suas mãos apenas o remédio anestesiante para minha enxaqueca. Entendi tudo. Porém, quando você transtornado, cerrou subitamente a porta e exclamou com frieza: "Morre, velho! As convulções que me tomavam de

mãos apenas o remédio anestesiante para minha enxaqueca. Entendi tudo. Porém, quando você transtornado, cerrou subitamente a porta e exclamou com frieza: "Morre, velho! As convulções que me tomavam de improviso traumatizavam minha cabeça. Era como se afiada navalha me cortasse as víceras num braseiro de dor. Pude ainda, no entanto, reunir minhas forças em suprema ansiedade e contemplar você diante de meus olhos. Suas palavras ressoavam-me aos ouvidos. morre, velho. Era tudo o que você, alterado e irreconhecível tinha agora a dizer. Entretanto, o amor em minha alma era o mesmo. Se você achar que você quer parar para falar alguma coisa, você pode me interromper, tá bom? >> Como é um pouco extenso, acho que a gente pode fazer isso, né, Patrícia, para não ficar muito amassante para quem tá ali ouvindo, né? E essa essa frase foi a primeira que tocou meu coração, né? O amor e minha alma era o mesmo, né? Aí eu fiquei me colocando no lugar daquele pai, né? Recebendo uma taça envenenada, vendo toda a raiva naquele momento, né? todo despreo naquele momento do filho, mas ele ainda tem a consciência de que para ele o filho permanece sendo o filho amado, né, que ele cuidou até então, né, e zelou por ele, né, depois, mais para frente ele vem falando disso, né? Então essa parte realmente foi uma parte sim que me tocou, >> é muito profunda, né? Então, a gente perceber, né, a lucidez do espírito em compreender a irracionalidade do ato, né, do outro irmão que está como seu filho naquele momento, porque não tem as bases, né, para avaliar o que verdadeiramente estava sendo feito, né, muito menos que não havia morte, né, não havia um encerramento, né, da vida, como a que a gente chama, mas sim a continuidade e que dessa continuidade, né, nós podemos então receber aí eh inúmeras oportunidades para refazer os nossos caminhos, né? E nesse momento, então, ele consegue ter essa lucidez, né, de que era um ato impensado realmente por não ter, né, a o entendimento necessário, não ter as bases necessárias para

os nossos caminhos, né? E nesse momento, então, ele consegue ter essa lucidez, né, de que era um ato impensado realmente por não ter, né, a o entendimento necessário, não ter as bases necessárias para simplesmente, né, não fazê-lo, porque em algum momento isso tudo terá que ser retomado, né? Então vamos lá. É, sem dar spoiler do final da carta, né? Tornei a noite recuada quando afaguei pela primeira vez. Sua mãezinha dormia estenuada. Pequenino e tenro de encontro ao meu peito, senti em você meu próprio coração a vagir nos braços e as recordações desfilaram sucessivas. Você, qual passarinho contente a abrigar-se em meu colo, o álbum de fotografias em que sua imagem apresentava desenvolvimento gradativo em todas as posições, as festas de aniversário e os bolos coloridos enfeitados de velas que seus lábios miúdos apagavam, sempre numa explosão de alegria. Rememorei. Diga, >> Patrícia. ali quando eu li aquele trecho ali que anterior aí que você leu, eh, eu fiquei pensando, né, aonde que nós nos perdemos, né, porque ali tem uma conexão desse pai com esse filho, né? Isso. >> Ele fala da explosão da alegria do filho ali nas festas, né, infantil, que o filho, né, ele sentia o filho no peito, né, e com o filho também, né, como se ele fosse abrigo, né, então tinha uma conexão muito forte, né, e eu fico pensando aonde a gente se perde, né, porque no início tava tudo muito conectado, tudo muito certo, né? Em que momento da vida a gente acaba sendo invigilante e a gente se perde, se perde realmente se desconecta das pessoas que amamos, né? >> É, é aquela velha dúvida, né? A quem estamos servindo, né? A Deus ou a mamão? O que estamos fazendo as nossas escolhas, né? muitas vezes, né, temos todo esse aconchego aí, essa conexão, como a Chila falou, quando eles estão pequenos, né, mas ali no nosso dia a dia, da nossa rotina, querendo atender as coisas do mundo, a gente perde essa vigilância, né? a gente se desconecta com esse amor, né, que ele sentia, né, que era o próprio coração dele ali nos

dia a dia, da nossa rotina, querendo atender as coisas do mundo, a gente perde essa vigilância, né? a gente se desconecta com esse amor, né, que ele sentia, né, que era o próprio coração dele ali nos braços, nos seus braços, e começa a olhar para outras coisas, começa a olhar para outro lado, né, que >> nos chama mais atenção, né, porque é tudo muito bonito, é tudo muito colorido, porque, né, há interação com o mundo, com a sociedade. E aí a gente perde essa essência, né? Se desconecta, não perde, né? Se desconecta dessa essência que todos tem e não encontra mais o fio da meada, né? Do propósito maior. Fica fora desse caminho. >> É. E daí eu lembrei que até aqui no trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, né, nesse item que que ele cita aí, né, que é o capítulo 14, item 9, né? a ingratidão do dos filhos, né? Ele cita que os filhos chegam até nós assim pequeninos, né? Indefesos para que realmente eles se se dispam de todo esse orgulho, né? De todas as questões que a gente sabe que a gente já traz de vidas passadas, né? Porque ninguém tá ligado a ninguém por acaso, né? nós nós já temos, né, resgates aí a fazer e com certeza esse pai e esse filho também tem resgates aí a serem feitos, né, mas eles vêm desprovido desse, né, desse orgulho, despídos disso para que realmente esse amor aconteça, essa conexão aconteça, né? >> Exato. Exato. Porque é só através dessa conexão, né? verdadeiramente desenvolvida, educada, né, que nós iremos ao Pai, como também tá aqui na mensagem, né, nessa conexão uns com os outros, desconectados, não alcançaremos a nossa verdadeira, né, felicidade, plenitude. Não há essa possibilidade. Então, vamos lá. Ah, fala um bom dia pra Carlinha que tá aqui, ó. Bom dia. >> Seja bem-vinda. >> Beijo para ti, querida. >> Remorei nossa velha casa, a princípio humilde e pobre, que o meu suor convertera em larga habitação, rica e farta. Agoniado, recordei incidentes, desde muito esquecidos, nos quais me observava expulsando crianças ternas e maltrapilhas do grande jardim de inverno

eu suor convertera em larga habitação, rica e farta. Agoniado, recordei incidentes, desde muito esquecidos, nos quais me observava expulsando crianças ternas e maltrapilhas do grande jardim de inverno para que nosso lar fosse apenas seu. Reencontrei-me trabalhando qual suarento animal, para que as facilidades do mundo nos atendessem as ilusões e os caprichos. em todos os quadros a se me reavivarem na lembrança. Era você o grande soberano de nosso pequeno mundo. Tá aí, né? Isso que a gente colocou aí, que não adianta expulsar, né, o outro do nosso jardim, da nossa vida. Todos fazem parte da construção desse grande lar divino que nós pertencemos. Eh, aí eu acho que já fica um alerta, né? Porque muitas vezes a gente no nosso dia a dia, a gente não consegue às vezes mensurar esses pequenos detalhes nas atitudes do dia a dia, o quanto isso vai reverberar lá na frente, no futuro, né? Então ali esse pai já fala, né, dessas crianças que ele acaba expulsando, né, que querem se aproximar e ele acaba expulsando, porque aquele filho era o príncipe, né, daquele lar, né? Então aquelas crianças maltrapilhas não poderiam conviver com o príncipe dele, né? Ele queria tudo, né, para o filho dele. Então, talvez ali já começou, né? Sim, >> porque a partir do momento que o pai não ensina pra criança, né, >> o dividir, o que todos somos filhos de Deus, todos somos iguais, que todos merecemos, né, o amor, a compaixão e se temos o a mais que a gente possa distribuir para os nossos irmãos que não têm, né? Então ali já se perdeu uma oportunidade de estar ensinando, né, uma das principais bases, né, que o espiritismo, né, a maior até que o espiritismo nos traz, que é caridade, né? Então, talvez ali esse pai, né, tenha já dado uma escorregada ali porque não ensinou pro filho a caridade, né? É, achou que, né, o colocando nessa grande bolha aí, ele estaria recebendo o seu amor, estaria recebendo o melhor e na verdade não, né? E esse é bem o primeiro parágrafo da mensagem, né, de Santo Agostinho, a qual o capítulo se

do nessa grande bolha aí, ele estaria recebendo o seu amor, estaria recebendo o melhor e na verdade não, né? E esse é bem o primeiro parágrafo da mensagem, né, de Santo Agostinho, a qual o capítulo se refere, que a ingratidão é um dos frutos mais imediatos do egoísmo e sempre revolta os corações honestos. Porém, a ingratidão dos filhos em relação ao pais tem um caráter ainda mais odioso. Claro, porque, né, todos cuidaram, todos estiveram ali na melhor das suas intenções, mas tem esse pano de fundo do egoísmo. E como a Sheila falou, o primeiro alerta, o grande alerta de que o exemplo ele arrasta e ele se faz, né, nos mínimos detalhes, nas pequenas coisas, nos pequenos atos, no, né, no sublimear ali das nossas colocações, das nossas falas, né, das nossas atitudes. Tudo isso é captado pelo outro ser espiritual que não é, né, que está uma criança, está passando por aquele momento para receber, como ele coloca aqui na mensagem que é extensa também, né, do capítulo 14, honrar pai e mãe, mas recebendo essa oportunidade da reeducação e acaba, né, recebendo as mesmas lições para para que permanecem né, nessa condição do egoísmo e não abre os seus olhos, o seu coração paraa caridade. É ali o germe do egoísmo já já existia, né? E com a atitude do pai só fez, né, aflorar mais ainda, né, porque não foi podado naquele momento ali e tenra, né, tenra idade deveria ter sido já podado e ensinado, né? >> É o que ele fala aqui na mensagem do evangelho, né? >> Uhum. >> Tem que começar desde o início, né? a gente já consegue perceber nossos filhos do momento, né, essas más tendências ou inclinações. Mas para isso também a gente precisaria fazer aquela outra recomendação, né, que ele nos deixa no livro dos espíritos, que a gente sempre fala, a revisão de nós mesmos diariamente, >> para nós sabermos identificar esse egoísmo em nós, né? O quanto nós transferimos para os nossos então filhos o que nós temos em nós, né? sem estar consciente, sem fazer esse exame diário das nossas atitudes. E é quase que incontrolável, né? Porque

ós, né? O quanto nós transferimos para os nossos então filhos o que nós temos em nós, né? sem estar consciente, sem fazer esse exame diário das nossas atitudes. E é quase que incontrolável, né? Porque nós temos essa bagagem também espiritual, né? não nascemos ontem, tanto quanto os nossos filhos e nos reencontramos pelas sintonias, pelas necessidades, né, de crescimento e reajustes. Então, se nós, né, conseguirmos nos olhar, é o primeiro passo, grande passo, importante, decisivo, para que a gente não repita situações e não transmita, né, para os nossos filhos, através do exemplo, essa condição que vai nos levando, né, inconsciente, como o Emanuel diz lá na questão dos hábitos, né, vai nos arrastando na corrente lá. Exato. E eu acredito que também até pela cultura social que temos, né, que a gente, né, costuma dizer que as crianças são anjos e tal, então a gente traz toda uma fantasia em cima desses espíritos pequeninos, né, que são pequeninos só no corpinho físico, mas que muitas vezes são gigantes já de tantas existências e tantos atos e coisas que já foram, já aconteceram na vida deles, né? Então, quando você começa a podar esses hábitos, né, porque são hábitos que estão ali já, né, nesse espírito, ele já traz esses hábitos de outras vidas, né, mas nessa infância é o momento de serem podados, né, porque se você não poda esses hábitos nessa infância, depois na mocidade, na juventude, ali eles vão aflorar o que realmente eles são, né? Então, por isso que muitas vezes a gente ouve, né, os pais dizendo: "Ai, quando meu filho completou lá 17, 16, ele tá irreconhecível. Não reconheço mais, mas na verdade ele só é o que ele realmente é, né? Porque enquanto pequeno ele ainda é muito influenciável por nós. >> A partir de certa idade, da mocidade ali da juventude, ele deixa de ser influenciado por nós e traz à tona o que ele realmente é. Então, o que que a gente precisa estar atento para que ali desde muito pequeninos a gente consiga reconhecer neles e em nós, como você mesmo falou, esses hábitos, esses gênes

na o que ele realmente é. Então, o que que a gente precisa estar atento para que ali desde muito pequeninos a gente consiga reconhecer neles e em nós, como você mesmo falou, esses hábitos, esses gênes que latentes que já tão ali do orgulho, do egoísmo, enfim, né? para que a gente consiga de alguma forma, se não transformar, mas pelo menos amenizar, para que quando eles cheguem ali na juventude, eles tenham uma base de referência que aquilo ali não é o correto, que eles sintam pelo menos, né, aquela luzinha acender dizendo: "Não, isso isso não, eu não devo fazer, né? Por mais que tenha vontade, ele acaba optando por não fazer". muitas vezes se lembra, né? Meu pai me ensinou, minha mãe me ensinou, meu avô me ensinou. E isso vale também até pra gente abrir aqui, né, que fala muito dos pais, mas eu acredito que essa responsabilidade, sim, em primeiro lugar dos pais, mas de todos que estão à volta dessa criança, né? Porque afinal de contas nós estamos nessa família todos ligados, né? Aí quando uma criança ela reencarna, todos têm responsabilidade com essa criança, né? Então muitas vezes seu pai não tá tão atento, mas um avô, uma avó, um tio, uma tia pode também, né? Nessas questões. >> Sim. Quanto as crianças ficam com os avós e eles retornam esses exemplos, né? >> Uhum. Exatamente, né? >> Muito bom. Olha, chegou a Joelma aqui, Xavier de Araras lá em Petrópolis. Uau, bem-vinda, Joelma. Bem-vinda ao nosso estudo. Então, vamos continuar aqui na nossa carta. Pera aí, não quis mudar agora. O passado continuou a desdobrar-se dentro de mim. Revisei nossa luta para que os livros lhes modificassem a mente, o baldado esforço para que a mocidade se lhe erigisse em alicerce nobre ao futuro. Ó lá, de volta às antigas preocupações que me assaltavam, anotei-lhe de novo as extravagâncias contínuas, os aperitivos, os bailes, os prazeres, as companhias desaconselháveis, a rebeldia constante e o carro de luxo com que eu presenteei num momento infeliz. Filho do meu coração, tudo isso revi.

ontínuas, os aperitivos, os bailes, os prazeres, as companhias desaconselháveis, a rebeldia constante e o carro de luxo com que eu presenteei num momento infeliz. Filho do meu coração, tudo isso revi. Então ele vai constatando, né? tudo que foi permitido, foi dado a ele, né, ter acesso à tentativa, né, de dar-lhe a educação para que se modificasse a mente, né? Então, ele deixa bem claro para nós tudo aquilo que Emanuel traz no pensamento e vida, que a nossa mente é o nosso condutor, né? A nossa consciência, ela é a nossa essência. Então, nós precisamos trabalhar essa consciência para que a gente possa ver novas coisas em nós, né, fazer novos plantios. Mas como a Sheila já explicou, a questão, né, da adolescência aí da da mocidade, ela trouxe então todas as características que não puderam ser trabalhadas antes com ele na infância, né? deixou esse essa oportunidade para que o espírito, né, se manifeste ali como verdadeiramente é. E aí os pais têm que então encarar, né, o novo filho. como a Sheila falou, não reconhecendo como antes, né? Já desconectados daquele amor, daquele daquele aconchego, né, daquele daqueles momentos juntos, porque ele sai para o mundo, então, né, querendo viver as experiências de fora somente, >> né? Eu eu vejo aí um grande alerta também, né, quando ele fala das extravagâncias contínuas, né, e tal. É muito comum, né, nós pais, ah, principalmente quando não tivemos, né, na nossa infância, na nossa juventude, né, as condições materiais, é muito comum nós querermos dar para os nossos filhos tudo aquilo que nós não tivemos. E a gente acaba se esquecendo que se nós não tivemos, né, nós acabamos aprendendo a sair, lutar, trabalhar para conseguir. E quando a gente entrega isso com tanta facilidade pros nossos filhos, eles acabam não valorizando, né? Porque tudo que a gente ganha fácil, minha avó dizia, tudo que que vem fácil vai fácil, né? Então tudo que a gente ganha fácil, a gente não valoriza, né? Então esse filho não valorizou, como o pai falou lá

e tudo que a gente ganha fácil, minha avó dizia, tudo que que vem fácil vai fácil, né? Então tudo que a gente ganha fácil, a gente não valoriza, né? Então esse filho não valorizou, como o pai falou lá atrás, né, que ele trabalhou muito, né, para dar uma boa vida pro filho, né? Então, que a gente possa às vezes mesmo podendo, né, ninguém tá aqui dizendo que é para negar, enfim, mas trazer isso com discernimento, né, mostrando que tudo tem seu valor, que se hoje a gente tem condições de dar pros nossos filhos uma vida melhor, um estudo em boas escolas, até como ele fala ali, né, um carro, né, enfim, mas que a gente traga junto com esses esses presentes, com essas facilidades, a gente traga junto a consciência de quanto aquilo custou, porque alguém trabalhou para que isso chegasse até as mãos deles, né? E talvez, talvez não, eu acredito muito nisso, né? Que a gente possa fazer com que eles conquistem com as próprias mãos, com os com o próprio trabalho, com o próprio suor. Tudo tem que ser o tempo de acontecer, né? Hoje, muitas vezes os jovens ganham carro com 18 anos, né, e não tem essa necessidade, né, eles podem trabalhar e conquistar, né, a gente pode facilitar, mas entregar tudo de mão beijada, eu acho que aí a gente peca e peca muito nesse sentido, sabe? Eles não valorizam, >> não. Não, a gente pode até tentar, né, explicar, falar, mas realmente há uma necessidade do espírito, né, de buscar as coisas por si próprio para alcançar pelo seu próprio merecimento. Se assim não o fosse, nós já estaríamos todos evoluídos ou já teríamos, né, sido criados já perfeitos, purificados, porque não haveria necessidade de trilhar esses caminhos para que escolhas fossem tomadas pelas próprias consciências de cada um, né? Então, esse essa é a lei, né? faz parte, faz parte da lei imutável universal. Não há outro caminho. Então, o que ele tá mostrando para nós aqui nessa carta é que seguir pelo outro caminho não nos auxilia, né? não nos auxilia como pais, não nos auxilia como filhos, porque nós

l. Não há outro caminho. Então, o que ele tá mostrando para nós aqui nessa carta é que seguir pelo outro caminho não nos auxilia, né? não nos auxilia como pais, não nos auxilia como filhos, porque nós precisamos fazer as escolhas que nos preencham intimamente, né, que nos tragam essa sensação de plenitude por algo muito maior que vai ficar com nós e não que vai simplesmente se deteriorar com o tempo, né? E aí tava lendo até um trechinho aqui do do que o Santo Augostinho fala, é que a gente chega nesses momentos e e tem a sensação, né, que as as provas são muito muito pesadas, né, e a gente não quer que os filhos sofram o que nós sofremos, né, por conta ainda da nossa ignorância de não saber que esse processo é parte de uma educação, né, para a nossa melhoria, que não é punição. Então ele fala, Deus não dá uma prova acima das forças daquele que a pede. Só permite que as que podem ser cumpridas, se não se consegue triunfar, não é por falta de possibilidade, mas de vontade. Então essas provas, tudo que nós precisamos passar, né, que nós precisamos deixar os nossos filhos passar, como a Sheila colocou, são importantíssimas para acionar essa gerente da nossa consciência, né, que conduz, que tem a força para conduzir a harmonia do espírito, como mano disse, é a vontade. sem a vontade ativada, né, nós não conseguiremos fazer nada, não, né? Nós ficaremos aqui atendendo a mamão, né? Ele diz, quando existem que ao invés de resistirem aos maus procedimentos, nele se satisfazem, é a esses que estão reservados os choros e as lamentações em suas vidas futuras. Sim, teremos que rever o que não foi feito com a escolha da vontade pelas, né, diretrizes universais do amor. E é uma grande oportunidade que isso possa acontecer, né? Uma grande misericórdia que isso possa acontecer da justiça divina. Mas se nós já conhecemos que possamos aplicar, né? >> É. E eu o fato de não dar tudo de mão beijada assim, né, com tanta facilidade, mas trazendo os porquês disso, né, explicando, meu filho, por mais que o

e nós já conhecemos que possamos aplicar, né? >> É. E eu o fato de não dar tudo de mão beijada assim, né, com tanta facilidade, mas trazendo os porquês disso, né, explicando, meu filho, por mais que o pai e a mãe possa te dar, nós queremos que você conquiste com as tuas próprias mãos, com os teu, com o teu próprio esforço, né? Então, nós vamos te auxiliar, né, nos meios, mas como fazer é contigo, né? Então, vamos te dar um bom estudo, vamos, né, te encaminhar bem, mas >> o resto é contigo para que você sinta o prazer de conquistar com os teus esforços, né, e assim dar valor, né, porque como tu disse, vai ter muitas vezes que vai ser difícil, ele vai precisar muitas vezes pedir ajuda e aí estamos exercitando a humildade, né? vai ter muitas vezes que ele vai ser humilhado e daí a gente exercita resignação, vai ter muito não, né? Muita porta vai dizer não. Então esse é o processo do amadurecimento do ser, né? Então eu vejo muito assim que hoje os jovens eles chegam com 20, 20 e poucos anos até 30 anos muito imaturos. Porque nós, né, eu falo da minha geração, da sua também, a gente ia muito cedo em busca, né, do que a gente gostaria para nossa vida. E os jovens hoje eles estão muito dentro da casa dos pais, sem esforço, né, sem precisar buscar. E daí eles chegam lá já na fase adulta, sem exercitar, né? Sem exercitar >> é a resignação. E daí quando eles recebem o não, porque não tão habituado a receber o não dentro de casa, né? Quando eles recebem um não lá fora, eles ficam extremamente frustrados, deprimidos, né? Não sabem como lidar com aquilo, porque aquilo é inusitado para eles, né? Então eu lembro muito da de uma frase que minha mãe dizia sempre para nós, né? Noss três irmãos, praticamente pouca diferença um do outro. Ela dizia assim: "Vocês aprendam aqui dentro de casa, porque aqui, por mais doído que seja, eu tô ensinando com amor." Mas se vocês não aprenderem aqui dentro de casa com amor, vocês vão aprender lá fora na Escola da vida. Só que a escola da vida não vai ensinar com amor. Então é muito

seja, eu tô ensinando com amor." Mas se vocês não aprenderem aqui dentro de casa com amor, vocês vão aprender lá fora na Escola da vida. Só que a escola da vida não vai ensinar com amor. Então é muito isso, né? É, não vai abraçar, não vai acolher, >> né? Não vai estar junto lado a lado, que esse, né? Essa é a verdadeira missão dos pais, né? E não entregar tudo pronto, né? É, é a é o desenvolvimento moral, né? >> Deixar que eles tenham essa essa alegria da conquista, né? >> Exatamente. >> Numo, né, que vai existir a rebeldia, né? Assim como para nós também, né? Mas hoje quando a gente olha para trás, né, a gente diz: "Ai, que bom, >> que bom que os meus pais fizeram isso, né?" >> Exatamente, exatamente. Ó, chegou nossa amiga Suzi Prudente. Seja bem-vinda, Suzi. >> Bem-vinda, Suzi. >> A nossa companheira Lázara. >> Saudade, Lázara. >> Pois é. Pois é. Coisa boa. Vamos lá. Vamos lá que tem mais um pedacinho. Ó, dera-lhe todo o dinheiro que conseguira juntar, mas você desejava o resto. Essa frase, que resto é esse, né? Meu Deus do céu. Deu tudo, ainda tinha mais. >> Uhum. Nas vascas da morte viu ainda mãos ansiosas arrebatando-me o chaveiro para surrepiar as últimas joias de sua mãe. Vi perfeitamente quando você empalmou o dinheiro que se mantinha fora de nossa conta bancária. E porque não podia odiá-lo, orei talvez com fervor e sinceridade pela primeira vez, rogando a Deus nos abençoasse e compreendendo tardiamente que a verdadeira felicidade de nossos filhos reside antes de tudo no trabalho e na educação com que lhes venhamos a honrar a vida. Ai tudo que nós falamos, né? >> É. Tanto que a gente colocou realmente >> essa questão que você falou ali, né? Desejava o resto. Mas é isso. Quando você não sabe quanto custa, tudo é pouco. Tudo que te vem com facilidade é pouco, porque você faz uso daquilo e gera uma insatisfação, né? >> É >> uma insanção >> imediata, praticamente, né? Exatamente. Então, eu já usei, agora eu quero mais, daí eu quero mais, eu quero mais e eu quero mais. E você não para para pensar,

insatisfação, né? >> É >> uma insanção >> imediata, praticamente, né? Exatamente. Então, eu já usei, agora eu quero mais, daí eu quero mais, eu quero mais e eu quero mais. E você não para para pensar, né, >> o quanto a pessoa que tá te dando teve que trabalhar para que aquilo alcançasse, né? E daí a gente entra na questão da obrigação dos filhos com o pai, né, que nesse capítulo ele fala também, né, dos deveres do filho para com os pais, né? Ah, eu peguei aqui até inclusive um trechinho que tá no livro Leis Morais de Divaldo Franco por Joana de né? Aí ela fala assim: "Toda ingratidão sequer retribuirá a fortuna da oportunidade pruída através do renascimento carnal". Os filhos têm deveres intransferíveis para com os pais, instrumentos de Deus, para o trâmite da experiência carnal. E ainda ame e respeite em teus genitores a humanidade, a humana manifestação da paternidade divina, quando for, quando fortes ser-lhes a companhia e a juvialidade, quando fracos, a proteção e o socorro, né? Então esse capítulo ele fala também não só do dever do pai, mas o dever do filho, né? Que nesse trecho aqui do texto eu acho que ele traz a questão do dever do filho, né? O quanto esse filho está sendo ali ingrato, que tudo teve e não tem a gratidão, né? E e nem o dever, né? Porque às vezes tu não tem a gratidão, mas tu faz por dever, né? Não, eu tenho que obedecer, eu tenho que respeitar, porque aqui é uma questão de respeito, né? >> Ele fala ali, né? Na verdade, o filho está roubando, né? >> É, aqui não houve nem honra, nem respeito, >> né? Porque primeiro a gente respeita, >> depois a gente honra, né? Porque a honra é esse, é essa consciência que já desperta em nós de que nós temos que fazer a esse ser, né, que nos acolheu nessa vida, o melhor, né, o melhor, porque nós vamos receber isso de volta. Então eu fiquei lendo a carta também, né, e vi assim um desenho muito muito bem colocado, né, do desses alertas da lei de causa e efeito, né? Não vamos receber o que não estivermos fazendo pro outro,

Então eu fiquei lendo a carta também, né, e vi assim um desenho muito muito bem colocado, né, do desses alertas da lei de causa e efeito, né? Não vamos receber o que não estivermos fazendo pro outro, o que nós estivermos dando, nós estaremos recebendo de volta. Então essa ofertar essa ingratidão só vai fazer com que a nossa sementeira seja ali arada de ingratidão e por, né, por consequências que a gente não tem controle, porque aí a lei divina, né, da misericórdia e da justiça entra em ação para nos trazer as oportunidades necessárias para nos reeducar, mas nós estamos plantando em gratidão. Então, não adianta querer colher o fruto da gratidão depois, né, da completa felicidade, porque estamos, eh, tomando rumo fora do propósito do amor, da caridade, como a gente já colocou lá no começo, né? Então, é, >> e isso isso traz pra gente nos dias assim, às vezes a gente vê famílias, né? Às vezes a gente vê o pai tão rude com o filho, o filho tão rude com o pai, né? E a gente, né, pensa assim, como, né, como que isso acontece, né? Aí eu sempre penso assim, a gente não sabe tudo que se passou, né, porque tudo tudo é ajustes, né, é a lei divina trabalhando, né? Então, muitas vezes a gente acha aquele pai um um coitado, como a gente fala, né, popularmente, né? >> Mas a gente tem que pensar, né, e o que aquele pai pode ter feito também, né? E vice-versa, né? Às vezes a gente vê aquele filho cuidando tanto, né? E o que que pode ter acontecido? O que que esses dois trazem nessa bagagem, né? Nós falando aqui de pai e filho, mas trazendo pro todo, né? Uhum. >> Tem sempre uma um enredo por trás disso tudo, né? Nada tá tão simples como o aqui ou agora, né? Tem mágoas, tem dores, tem feridas que estão sendo depuradas ali naquele momento, né? >> Exatamente. Exatamente. E esse convite, né? contínuo ao esquecimento, né, como ele fala aqui, ao perdão, né? Porque sem essa sem essa essa movimentação íntima do ser espiritual, nós não vamos sair do orgulho, não vamos sair do egoísmo, não vamos sair do, né,

quecimento, né, como ele fala aqui, ao perdão, né? Porque sem essa sem essa essa movimentação íntima do ser espiritual, nós não vamos sair do orgulho, não vamos sair do egoísmo, não vamos sair do, né, das vaidades da matéria. Nós vamos continuar colocando o nosso referencial principal fora de nós e não dentro, que é onde, né, está Deus e toda a sua bagagem, né, de diretrizes que vivem na nossa consciência que tá lá, né? É porque como a gente falou desde o início, hoje eu vejo muito, né, os pais estão muito fora de casa, né? Eh, poucas as famílias que as mães, como eram antigamente, podiam ficar em casa, né, e dar atenção pros filhos, enfim, né, hoje não, a jornada de trabalho é muito extensa, né? Os filhos passam a maior parte ou na escola ou com babás, enfim. E quando os pais chegam em casa, tanto os pais quanto os filhos também estão cansados, porque a carga horária das crianças hoje é muito extensa, né? Hoje as crianças fazem aula de tudo e enfim, então praticamente eles também não têm muito tempo. Então chegam ambos cansados em casa. O convívio é muito pequeno, mas isso tudo porque se está buscando os tesouros da terra, né? os tesouros aqui do mundo, né? Porque é o o ele fala mais paraa frente, né? O ouro desnecessário. Nós não estamos falando do necessário. Sim, o necessário, precisamos trabalhar para o nosso necessário, né? Mas a grande dificuldade hoje, eu falo por mim, né? Também >> Uhum. A grande dificuldade é esse termômetro de nós entendermos o que é necessário e o que é desnecessário. Porque devido a todo o movimento social que hoje nós temos, muitas vezes a gente busca o que a gente acha necessário, mas se a gente for analisar bem a miúde, a gente vai ver que aquilo não é necessário pra nossa vida, >> não? como ele falou ali no parágrafo anterior, o carro de luxo, os prazeres, as festas, isso não é necessário, >> não, >> né? Nós não precisamos disso para >> viver, >> mas nós precisamos sim da atenção, do carinho. Então, muitas vezes a gente fica buscando trabalhar, trabalhar,

festas, isso não é necessário, >> não, >> né? Nós não precisamos disso para >> viver, >> mas nós precisamos sim da atenção, do carinho. Então, muitas vezes a gente fica buscando trabalhar, trabalhar, trabalhar atrás desse ouro desnecessário. Se a gente se contentasse com o necessário, nós teríamos mais tempo para estar com os nossos filhos, estar com a nossa família com quem a gente ama, né? E a gente não se cansa de ver no final da vida o que que as pessoas mais reclamam, né, mais sentem de tempo com as pessoas >> Uhum. >> que elas amam. Eh, tem até um vídeo que diz, né, que no hospital eles fazem aquela pesquisa, as pessoas no final da vida ninguém fala: "Ah, e eu sinto falta da viagem que eu não fiz, do carro novo que eu não comprei, da casa nova que eu não comprei, daquela bolsa de grife que eu não ninguém fala sobre isso. Eles falam sobre estar com quem se ama, tempo de qualidade que hoje cada vez mais tá escasso. o tempo de qualidade. Muitas vezes as famílias até estão >> no mesmo >> ambiente da mesma casa, mas estão totalmente desconectados. Totalmente desconectados. Ou um tá no celular, o outro tá no celular também. Um tá na TV, o outro tá no computador, enfim. É, >> não temos mais tempo. É, >> é, >> não temos mais tempo de qualidade. Eu, a gente gosta muito de observar quando a gente sai, né, para almoçar fora. Enfim, o mais comum que a gente vê hoje é desde pequeninho, né? Eles já estão com o tabletezinho deles, já leva aquele tabletezinho, eles já botam na frente do prato aquele tablet. Muitas vezes a mãe num celular, o pai no outro celular e qual é a conexão que existe ali, né? Como que depois lá na frente, quando esse filho for adulto, a gente pode, >> né, querer gratidão, >> é, apontar dedos, né? >> Não dá, dá, >> não dá. A gente vai ter, então, a gente vai ter os três apontados para nós. >> É, >> porque nós como essa mini, né, sociedade que ofertamos essas condições aí lá na frente a gente esquece. >> Exato. Daí você vai dizer lá na frente: "Ai, mas eu dei tudo, né? Dei tudo para

nós. >> É, >> porque nós como essa mini, né, sociedade que ofertamos essas condições aí lá na frente a gente esquece. >> Exato. Daí você vai dizer lá na frente: "Ai, mas eu dei tudo, né? Dei tudo para o meu filho. Deu, realmente deu. Deu até a mais, né? Mais do material. E não deu isso aqui, ó, que a Lázara tá falando. >> Conhecimento espiritual, né? Exatamente. E daí na questão, deixa eu achar aqui a minha colinha. >> É que nem eu gosto de falar, né, Sheila, para tudo tem jeito, menos para tendo perdido. Então, ó, porque morte já não pode mais usar essa palavra, porque ninguém morre. Ó, o nosso amigo do tempo, é tempo perdido. E daí a gente busca o ouro. >> Uhum. >> Né? >> Isso. >> Gasta. o nosso verdadeiro ouro buscando o ouro que é da ilusão. >> É, >> né? >> A nossa quando os filhos crescem, eles crescem rapidamente. Quando tu piscou, >> eles já tão aí tudo adulto, né? Eu vejo pela pelas pessoas, né, minhas sobrinhas, tudo, meu Deus do céu, quando tu olha já estão tudo umas mulher aí, enfim, né? Passa muito rápido, né? >> Tá. Então, eu queria só trazer aqui >> a questão do livro dos espíritos, né? Questão 582, que ele fala sobre essa responsabilidade dos pais, né? >> Isso >> é sem contestação possível uma verdadeira missão, porque não é fácil, né? Ser pais especialmente, eu falo especialmente nos dias de hoje, >> é uma tarefa difícil. Eu falo para, falei pra minha sobrinha final de semana passada, ta com um bebê de 2 anos, >> eu falei: "Olha, para ter filhos hoje, a pessoa tem ter muita sanidade e coragem, porque de >> exat muita vontade." É, >> é, não é só parir, dar o leite, a comidinha, a fralda, a escola. Não é não, não é isso. Isso, isso é fácil. Isso é fácil. Estamos em outro nível da >> é >> do jogo, G. >> Exatamente. É ao mesmo tempo grandissíssimo dever e que envolve mais do que o mais do que pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob sua sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem. Não é da carro, não é da casa.

o mais do que pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob sua sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem. Não é da carro, não é da casa. Não é nada disso, é a senda do bem, né? Mas para que a gente possa dirigir os nossos filhos paraa senda do bem, nós precisamos entender o que é esse bem que ele nos fala, né? >> Exatamente. Que é esse bem, eh, é o bem que mora em nós mesmos. E aí a gente acha que tá fora, mas não tá, gente, >> não tá. Faltam três, eh, faltam três slides. Então, >> e 7 minutos, gente. A gente tá assim arrasando hoje, porque realmente essa carta ela é extensa, como a Sheila falou, e ela, né, diz muita coisa para nós e é para todos nós. Então, vamos ver, ó. Não dito esta carta para acusá-lo. Nem de leve me passou pelo pensamento o propósito de anunciar-lhe o nome. Olha, então por isso que ele não deu nem o nome dele, muito menos o do filho, né? Hum. >> Você continua sangue de meu sangue, coração de meu coração. Muitas vezes ouvi dizer que há filhos criminosos, mas entendo que hoje, na maioria das circunstâncias, há junto deles pais delinquentes que acreditaram muito mais na força do cofre que na riqueza do espírito, afogando-os desde cedo na sombra da preguiça e no vício da ingratidão. que ele faz o reconhecimento, né, dessa ausência de consciência, né, da sua missão, do, né, da profundidade dessa responsabilidade de estar tutelando um outro espírito que realmente a gente precisa convidar o irmão, né, que está sobre a nossa tutela a despertar a sua consciência espiritual, né, sair desse dessa névoa, desses véus que a matéria nos envolve, né? Não venho falar assim unicamente a você, porque seu erro é meu erro igualmente. Falo também a outros pais, companheiros meus de esperança, para que se precatem contra o demônio do ouro desnecessário. Ó lá, foi que a Sheila falou. Porque todo ouro desnecessário, quando não busca o conselho da caridade, é tentação à loucura. É a agregação dos suérfolos

recatem contra o demônio do ouro desnecessário. Ó lá, foi que a Sheila falou. Porque todo ouro desnecessário, quando não busca o conselho da caridade, é tentação à loucura. É a agregação dos suérfolos que nos afastam das diretrizes do amor e da caridade, né? Também tá lá no livro dos espíritos, o que causa a nossa infelicidade, né? O nosso afastamento das leis, né? dessas diretrizes de não perceber que tá tudo em nós, né, e fazer a escolha por elas e ir agregando então o que não nos é necessário, que é o material, né? Há quem diga que somente as mães sabem amar e realmente o regaço materno é uma bênção no paraíso. Entretanto, meu filho, os pais também amam. E por amar imensamente a você, dirijo-lhe a presente mensagem, afirmando-lhe estar em prece para que a nossa falta encontre socorro e tolerância nos tribunais da divina justiça, aos quais rogo me concedam algum dia a felicidade de tê-lo novamente ao meu lado por retrato vivo de meu carinho. Então nós dois juntos, de passo acertado no trabalho e no bem, aprenderemos enfim como servir ao mundo, servindo a Deus. >> Ai que esse final, né? A responsabilidade que esse pai chama para si, o reconhecimento do quanto, né, ele também errou nesse nessa criação desse filho, né? E essa resignação, né, de pedir para que a divina justiça lhe dê a oportunidade novamente, né? Eu achei maravilhosa essa frase, né? Servir ao mundo servindo a Deus, né? Hoje a gente está servindo apenas ao mundo, né? Esquecendo >> de Deus. >> É, é, é o que, né, Jesus nos colocou, né? estar no mundo sem ser do mundo. Então acho que esse convite que ele nos faz aí no final, nos deixa esse alerta, né, para que a gente tenha a a certeza, né, não tem a menor dúvida de que tudo está na condição da vontade maior que a vontade divina, que é a lei de amor, né, e essa caridade e essa fraternidade. Não adianta tomarmos decisões, né, fazermos escolhas que nos afastem dessa dessa proposta, porque aí teremos que retornar e retornar e retornar como pais ou como filhos para rever, né, a nossa

nidade. Não adianta tomarmos decisões, né, fazermos escolhas que nos afastem dessa dessa proposta, porque aí teremos que retornar e retornar e retornar como pais ou como filhos para rever, né, a nossa condição mental, como ele disse lá no início, né, da nossa consciência para que ela se desperte, para que ela compreenda que o caminho do bem e do amor é o único caminho que vai nos oportunizar a ser cada vez melhor, né? Você falou da desse livro de Joana e tem um outro lá, o primeiro Jesus e Atualidade, que ela fala de honra também e ela diz que honra é a coragem de eleger o melhor. Mas então, o que que é o melhor? O melhor é essa, é nós termos essa consciência. do que somos, né? E e aí a gente vai entendendo e fazendo as escolhas por esse melhor, conforme a nossa condição consciencial vai se despertando, senão a gente fica na ignorância. >> Uhum. >> Né? E não consegue honrar todas essas oportunidades que nos são ofertadas. É, eu eu acredito que esse esse capítulo nos trouxe muito muito entendimento, né, pro dia a dia, né, e pra gente ficar bem atento a esses pequeninos, né, que estão aí juntos de nós, né, mas que a gente possa realmente observar a quem nós estamos servindo, né, a religião, espiritualidade, né? Porque religião é tudo que te religa a Deus, né? Religa porque nós estamos, né, conectados com Deus desde sempre, mas muitas vezes nós nos desconectamos, né? Deus está sempre conosco, nós que nos desconectamos dele. Então, às vezes eles dizem assim: "Ah, mas daí no centro espírita melhor, no a igreja evangélica melhor, no centro de umbanda, não tem melhor. A a religião é aquela que te a melhor religião é aquela que te faz ser melhor, que te traz o entendimento e a compreensão do amor de Deus, dos teus deveres para com o teu próximo, né? Do que Jesus, o Cristo, nos pede, que a gente ame ao nosso próximo, assim como a nós mesmos, né? Quando a gente segue esses preceitos, não interessa aonde a gente tá. Também não precisamos estar em nenhuma dessas crenças, né,

os pede, que a gente ame ao nosso próximo, assim como a nós mesmos, né? Quando a gente segue esses preceitos, não interessa aonde a gente tá. Também não precisamos estar em nenhuma dessas crenças, né, ditas. A gente pode ser ateu, como eles dizem, né? Mas que a gente tenha esse amor dentro de nós, que a gente seja o evangelho vivo do Cristo nas nossas ações e principalmente, principalmente dentro do nosso lar, >> porque muitas vezes nós somos o evangelho do Cristo nas nossas ações fora da nossa casa, mas nós precisamos primeiramente ser dentro do nosso lar, porque a nossa maior missão não é no centro espírita, não é no culto evangélico, não é no terreiro de umbanda, não é no nosso trabalho, é dentro do nosso lar a nossa verdadeira missão. Quando nós conseguirmos estar amor dentro do nosso lar, né, nós vamos conseguir estar caminhando para esse tão sonhado planeta de regeneração. É, senão não haveria, né, essa constituição que se dá desde que o planeta se formou, né, e os seres espirituais foram encarnando, porque é necessário, né, a gente se reencontrar nesses pequenos núcleos para viver as lições, né, para poder se tornar esses exemplos e para ir poder cada vez mais melhorando. A gente não consegue fazer isso num grupo grande. A gente faz no pouco, né? A fidelidade no pouco para depois ser fiel no muito pra gente reproduzir, né? Chegar a esses grandes discípulos que a gente admira tanto, né? Mas eles começaram pequenos também, começaram do pouco com as suas famílias, né? Mas esse é o convite. Senão também não estaria colocado lá no no livro dos espíritos, né, que se houvesse um afrouxamento dos laços de família, haveria então essa recrudescência do egoísmo. E é isso que nós temos visto, né, como a Sheila já pontuou aí várias vezes na nossa atualidade, porque escolhas são feitas, não há interferência da espiritualidade maior nas nossas decisões, né, nas nossas escolhas. O livre arbítrio é é respeitado porque cada um é responsável pela escolha que é feita. Então, que a gente tenha os olhos de

ência da espiritualidade maior nas nossas decisões, né, nas nossas escolhas. O livre arbítrio é é respeitado porque cada um é responsável pela escolha que é feita. Então, que a gente tenha os olhos de ver, né, os ouvidos de ouvir, o coração de sentir e essa consciência de compreender esses chamados, né, como é esse texto, como são esses textos maravilhosos, esses livros abençoados que nós temos à nossa disposição e deixar deixar a nossa vida ser um pouquinho mais pautada aí pelo evangelho e sermos essas cartas vivas do nosso mestre. >> Isso >> é isso que profundidade esse >> encontro de hoje. >> Maravilhoso esse estudo sempre, né? Sempre maravilhoso. Sim, >> sempre. Muito bom. Então, a gente agradece a todos que estiveram aqui com a gente, né? sempre firmes e fortes aí, perseverando também nesse propósito. Nos encontraremos, né, na semana que vem com uma outra dupla aqui, continuando o nosso livro Espírito da Verdade e já nós retornamos na nossa no nosso turno, né, Sheila? >> Com certeza. Aí imagina, >> muito obrigado a todos, né, que estiveram conosco, aos que vão estar vendo esse esse estudo gravado posteriormente, que todos possam, né, aproveitar para fazer essas reflexões que foram colocadas hoje aqui, tão importantes pras nossas vidas, né? >> Exatamente. >> Muito obrigada. Muito obrigada, Patrícia. >> Obrigada. Maravilhoso tá aqui contigo >> também. Também, ó, um abraço. Fica bem quentinha aí, se esquenta bem. Um bom domingo a todos e uma ótima semana, gente. Até a próxima. >> Vamos fazer a prece de encerramento. Tô animada aqui, foi muita emoção. Tchau. A faz uma preceinha pra gente. Faz. Então, com coração cheio de gratidão, os pensamentos elevados, a espiritualidade, a Deus, nosso pai maior, rogamos o amparo das bênçãos do Senhor para todos os lares, todas as famílias, para que em todos os lares permaneça o amor, a compaixão e os ensinamentos do nosso mestre Jesus. que a cada pai e a cada mãe possa ter o discernimento da educação, pautadas nos ensinamentos do Evangelho

a que em todos os lares permaneça o amor, a compaixão e os ensinamentos do nosso mestre Jesus. que a cada pai e a cada mãe possa ter o discernimento da educação, pautadas nos ensinamentos do Evangelho que o nosso mestre nos deixou e está sempre sendo relembrado através dos estudos de toda a doutrina espírita. Que possamos ser luz, primeiramente dentro dos nossos lares e acolher a todos que necessitam. do nosso amor, da nossa compaixão, assim como gostaríamos que nos acolhessem também. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigada >> a todos. >> Até a semana que vem. >> Até a semana que vem. Yeah.

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