Alessandro Viana – As questões complexas do Espírito e a contribuição do Espiritismo

Mansão do Caminho 14/03/2026 (há 3 semanas) 1:03:15 707 visualizações

28ª Conferência Estadual Espírita, realizada nos dias 13, 14 e 15 de Março de 2026 no Teatro Positivo, Curitiba-PR Nesta conferência, Alessandro Viana analisa os grandes questionamentos da existência humana — identidade espiritual, sofrimento, destino e evolução — examinando como o Espiritismo oferece fundamentos racionais e consoladores para compreender essas questões profundas do Espírito. Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/

Transcrição

do Espiritismo. Excelente palestra. Bom dia a todos. É sempre uma tarefa desafiadora ser o primeiro conferencista da manhã para poder acolher o público. Para nós é uma alegria imensa podermos partilhar deste espaço oferecido pela Federação Espírita do Paraná, com uma temática muito significativa para os dias atuais da humanidade, do movimento espírita e do espírita. Acabamos de acordar alguns aqui há 1 hora, 2 horas, acabamos de voltar para o corpo. Ontem o Alberto brincou, né, que a gente saía com porrete do corpo, né? Alguém saiu com porrete do corpo ou não? Estamos aqui para cuidar dessas demandas da alma, né? E logo cedo tratando de questões tão profundas do ser imortal. Porque a homenagem a Leon Deni que a federativa faz vem num bom momento, no momento de profundas necessidades da criatura humana e do movimento espírita. muito vinculado aqui à federação. Sou daqueles que quando termina a conferência eu fico naquela boa expectativa de qual será o próximo tema da conferência, porque acredito que a federativa tem sido muito inspirada na escolha das temáticas centrais que norteiam a conferência estadual, sempre trazendo temas sérios, temas profundos que fazem com que estes três dias sejam profundamente significativos para cada um de nós que estamos aqui presencialmente, que estamos aqui acompanhando pelas redes sociais. Isto é um sero de qualidade de um bom evento espírita que nós vamos falar durante a nossa pré-eleção. Os cuidados que temos que ter nas escolhas dos temas que são conduzidos na casa espírita, nos eventos espíritas maiores e menores. E para nós, sem dúvida alguma, Leon Deni é este grande símbolo de fidelidade doutrinária, de conexão com Allan Kardec. Para termos uma ideia da dimensão do espírito que é Leoneni, ele é citado na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, pelo benfeitor Humberto de Campos, quando ele fala daqueles espíritos missionários que viriam junto com Allan Kardec para trazer a mensagem do consolador prometido à terra. E lá é

pátria do evangelho, pelo benfeitor Humberto de Campos, quando ele fala daqueles espíritos missionários que viriam junto com Allan Kardec para trazer a mensagem do consolador prometido à terra. E lá é citado textualmente Leon Deni como sendo aquele que viria trabalhar os aspectos filosóficos do espiritismo. Filosofia significa filosofar, pensar, refletir, amadurecer, crescer. Então, Dini, para nós é este grande símbolo de um convite para um estudo mais sério, um aproveitamento mais adequado nestes tempos de transição daquilo que o espiritismo nos oferece. Camilo, o nobre benfeitor do Raul, já citei outrora, ele usa uma uma expressão muito bonita, esse baú de joias doutrinárias que o Espiritismo tem nos oferecido. Mas para falar de Deni, eu gostaria de trazer um ano específico, 1867. Vocês vão entender o porque que nós estamos fazendo referência a este ano em especial, 1867. Aconteceu em Paris uma feira internacional, uma exposição internacional de arte e indústria, trazendo para aquela cidade 41 nações. Milhares de pessoas se apinhavam na cidade por conta dessa exposição que durou vários meses, de abril a novembro do referido ano. Vamos ficar com essa exposição em nossa mente que voltaremos a falar dela mais adiante. 1867 foi um dos anos em que Allan Kardec fez uma das grandes viagens para a divulgação da doutrina espírita. E é importante porque a revista espírita que ele manteve durante 11 anos e 4 meses mensalmente fazia esse registro. Eu sempre digo que para conhecer melhor a doutrina e conhecer melhor a pessoa, o espírito de Kardec, temos que obrigatoriamente follear as páginas de ouro da revista espírita. E também foi, 1867, o ano em que Leonheceu Allan Kardec. Voltando à viagem de 1867, eh, era uma das tarefas do codificador. Quando nós olhamos a revista espírita, ficamos impressionado com a quantidade de coisas, de tarefas que Allan Kardec abraçou e realizou a contento em razão da missão que ele trazia. codificador da doutrina espírita, presidente da Sociedade Parisiense de Estudos

com a quantidade de coisas, de tarefas que Allan Kardec abraçou e realizou a contento em razão da missão que ele trazia. codificador da doutrina espírita, presidente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, as cartas, né, a revisão das obras fundamentais nas novas edições, a própria revista espírita em si mesma, mensalmente escrita. Naquela época não tinha, né, contrtrol C, conttrol V, não tinha inteligência artificial como nós temos hoje, que nos ajude muito. Era, não tinha luz elétrica, era realmente uma época desafiadora e ele deu conta. e as viagens 1860, 61, 62, que virou um livro especial, 64 e 67. A de 67, para quem tiver a curiosidade, vá na revista espírita de julho de 1867. No mês seguinte, ele faz o registro e lá coloca curta excursão espírita, onde a convite de Bordeaux, a cidade francesa, ele faz essa curta excursão, passa por Bordeaux, passa por Orleans e por Tour, onde nesta última cidade conheceria o jovem Leon Deni. E é interessante porque nós olhamos ali o que Kardec eh trouxe da viagem, como se fosse ali um diário. A revista espírita servia também como um diário de Kardec. Então ele enaltece e quando ele registra determinadas situações positivas ou negativas que ele encontrou em determinada localidade no movimento espírita, nós podemos transportar de lá para a nossa atualidade para avaliar como andam as nossas tarefas espíritas individuais e na casa espírita nos dias atuais. Então, a revista espírita se mantém muito atual. As viagens de Kardec são um capítulo especial. E ele fala: "Quando passei por Bordô, notei ali realmente um grupo numeroso, pessoas unidas e eles aproveitaram um encontro em que estive lá para angarear fundos para pessoas infelizes, sofredores, os pobres". E ele então faz um uma fala muito bonita sobre a caridade. Kardec era uma alma profundamente caridosa e amorosa. A gente costuma ficar com aquela faceta do codificador, do intelectual Allan Kardec, mas era uma alma profundamente amorosa. Quando ele passa pela cidade de

uma alma profundamente caridosa e amorosa. A gente costuma ficar com aquela faceta do codificador, do intelectual Allan Kardec, mas era uma alma profundamente amorosa. Quando ele passa pela cidade de Orlãs, ele faz um registro que eu acho muito bonito. Ele diz assim: "Estivemos lá num grupo menos numeroso, mas eu tive a alegria e o prazer de apertar as mãos daqueles companheiros que lá trabalhavam." Aqui tem um símbolo muito importante, o apertar as mãos, a convivência, a família espírita que ele tanto falou que nós temos que construir vínculos dentro da nossa convivência no tempo religioso e vamos construindo estratégias para isto. A nossa casa espírita, recentemente construímos um cantinho do café para um espaço depois das tarefas para se apertar mãos, abraçar, estreitar laços, porque o trabalhador espírita é algo é curioso, né? Pelo menos alguns. Nós notávamos que terminava a tarefa, a gente apagava a luz da sala, quando olhava, os tarefeiros desmaterializavam da casa espírita. Se tu olhava, cadê, onde estão? Era uma pressa para ir embora. E aí construímos para estimular outras casas espíritas, têm experiências equivalentes e abre uma tarefa nova, viu gente? Tarefa nova na casa espírita. Tem a minha esposa que está aqui nos acompanhando e outro. Design de interior de casa espírita. Ol, vamos decorar o cantinho do café. Claro, sempre com simplicidade, mas com bom gosto. Então, vão abrindo novas frentes de Tarefa e Kardec. Quero apertar as mãos de cada um dos trabalhadores. Para mim foi um momento de muita alegria. E quando ele passa pela cidade de Tour, ele vai falar da beleza que foi aquele encontro. E aqui são as duas perspectivas, a perspectiva de Kardec e podemos também adicionar a própria perspectiva de Leão Deni, porque depois futuramente Deni descreveria, porque ficamos a imaginar para a alma do jovem Deni em 1867, com 21 anos, aqui estamos celebrando 180 anos do seu nascimento, ele narra que ele foi Deni responsável por preparar o ambiente junto com outros

e ficamos a imaginar para a alma do jovem Deni em 1867, com 21 anos, aqui estamos celebrando 180 anos do seu nascimento, ele narra que ele foi Deni responsável por preparar o ambiente junto com outros trabalhadores. Eles tinham alugado uma sala, a lei assim impunha, um pedido à prefeitura e de última hora foi negado o pedido. Então eles improvisaram num jardim de um amigo espírita, membro da sociedade de Paris. Uma noite estrelada, uma noite bela, uma lamparina no meio do jardim, 200, 300 pessoas ali se apertando, Kardec no centro, a lamparina iluminando o seu rosto e Allan Kardec falando aquele público. Vocês conseguem imaginar essa cena, gente? E Kardec diz ali, falou sobre a temática obsessão. Aquilo fascinou. Fazia 3 anos que Deni já era espírita. Desde os 18, quando leu a obra, O livro dos Espíritos. uma alma missionária, como vimos, aquilo realmente despertou dentro dele aquele compromisso assumido na espiritualidade. No outro dia ele volta porque encantado com a figura de Kardec e o encontra numa cena doméstica colhendo cerejas e jogando para sua esposa, que com um avental recebia as cerejas do alto. Ela embaixo e Kardecima jogando a cereja. Então aquilo foi um marco de visor na vida de Deni. Deni se impactou, visitaria Kardecis, mais duas vezes pessoalmente em Paris e em outra localidade, Bonemai, se não me falha a a memória. E é interessante que ali foi um marco divisor para ele e ele se tornaria este grande apóstolo do espiritismo. Não como chefe, não temos hierarquia, sacerdócio, ritual, mas alguém que após a desencarnação de Kardec, onde alguns grupos espíritas se desarticularam, ele foi aquele que manteve fidelidade, profundidade, compromisso, estudo sistemático, realizou palestras, conferências, viajava, escreveu obras no invisível, né? A obra aqui, eh, depois da morte, Problema do Ser, do destino e da dor, fala um livro sobre espiritismo e arte, espiritismo e socialismo e tantas outras obras que realmente tem a marca da sua missão. Um filósofo, aquele que fazia-nos pensar, refletir.

do destino e da dor, fala um livro sobre espiritismo e arte, espiritismo e socialismo e tantas outras obras que realmente tem a marca da sua missão. Um filósofo, aquele que fazia-nos pensar, refletir. Deni, eu quero falar um pouco o que que ele simboliza hoje para o movimento espírita na atualidade. simboliza um convite para que possamos com mais seriedade firmarmos esse compromisso com Allan Kardec, um compromisso de estudo, estudo sistemático, profundo, não mais de superficialidade. Hoje, nesse mundo apressado, as pessoas querem leituras rápidas, superficiais. as redes sociais, que são neutras, podemos fazer um bom e um mau manejo dela, mas as redes sociais, se nós não tomarmos cuidado, ela nos adoece de várias formas e uma delas é esta pressa na informação, é a superficialidade da informação, porque a gente fica acostuma a ficar rodando notícias, notícias, notícias. Você não para para ler nenhuma, você fica só na na chamada da notícia e você não para para ler um texto, para se aprofundar. E muitas vezes, sem nos darmos conta, estamos fazendo assim com o manancial espírita, com o baú de joias doutrinárias que nós temos. Então, primeiro, Deni, é esse convite para que possamos estudar com mais seriedade a doutrina, possamos trabalhar as temáticas e os eventos na Casa Espírita com mais seriedade, desde o livro que está na biblioteca, na livraria, no clube do livro, na pauta do grupo de estudo, desde as temáticas que nós vamos expor na casa espírita, desde os eventos que vamos realizar, pessoas compromissadas com a doutrina que nós vamos convidar, um tema central de uma conferência, de um congresso municipal, regional, porque temos observado que, infelizmente, por isso a inspiração da federativa em trazedeni para nós, temos verificado em alguns um declínio doutrinário. Vivemos tempos desafiadores. Já tive a oportunidade de falar e Deni vai nos permitir falar disso. Nós estamos diluindo o conteúdo espírita. Nós estamos sem nos aperceber nos distanciando de Kardec e há

ivemos tempos desafiadores. Já tive a oportunidade de falar e Deni vai nos permitir falar disso. Nós estamos diluindo o conteúdo espírita. Nós estamos sem nos aperceber nos distanciando de Kardec e há organizações espirituais trabalhando para que Allan Kardec no longo prazo seja excluído da doutrina espírita. Há tarefas espirituais inferiores para tirar o Cristo também, mas o Cristo, convenhamos, é um pouco mais difícil. A estratégia hoje de algumas organizações, vemos isso nas manifestações das reuniões mediúnicas. Há uma obra de Hermínio Miranda, Diálogo com Asombras, onde ele descreve um diálogo com uma entidade que há décadas atrás eles já estavam se preparando no mundo espiritual para uma revisão do espiritismo. E a revisão aqui entenda-se tirar o próprio codificador. Então nós temos que tomar muito cuidado porque às vezes estamos sendo um braços dessas propostas infelizes. Muitos daqueles que estavam no mundo espiritual há décadas hoje estão no corpo. Hoje alguns estão no movimento espírita tentando criar embaraços e dificuldades. Então, tomemos muito cuidado porque estamos falando aqui do problema do ser, o problema do espírito, né, diante da vida. E não poderíamos deixar de falar desse foco, porque hoje notamos uma certo excesso, excesso de autoajuda, permeando muitos eventos espíritas. E aqui nós temos que tomar muito cuidado, porque o tema de autoajuda, o tema de psicologia são muito valiosos para a doutrina espírita, mas temos que sabê-lo manejar esses temas lincados com o Cristo e lincados com Kardec. E o que nós temos notado é que estamos perdendo este link com Kardec e qualquer tema que possamos abordar em nome da psicologia e da autoajuda, é possível fazer esta amarração, esta conexão com os conceitos da doutrina, com as obras fundamentais, com a revista espírita, cujo subtítulo é jornal de estudos psicológicos. Olha a grandeza de Kardec. A palavra nem era muito usada. Psicologia, estudo da alma, onde Allan Kardec ali coloca o subtítulo com muita coragem, já acenando aquela

o é jornal de estudos psicológicos. Olha a grandeza de Kardec. A palavra nem era muito usada. Psicologia, estudo da alma, onde Allan Kardec ali coloca o subtítulo com muita coragem, já acenando aquela época para o rumo da psicologia transcendental, a psicologia do espírito. E ele fala: "Porque nós vamos estudar o elemento espiritual, o ser espiritual que somos com toda a sua bagagem". Eu gosto da expressão do Alberto que eu me apropriei dela propositadamente. As encrencas da alma, a luz e sombra que nós trazemos do passado, projetando-se, impactando o nosso hoje, a vida presente e a vida futura. Isto é um manejo adequado da psicologia que Joana de Ângeles, o benfeitor Camilo, outros benfeitores manejam nas obras com muita qualidade, amarrados com a codificação espírita. Então, tomemos cuidado porque quando abrimos espaços para essas falas diluídas em relação a Kardec, é a longo prazo. Daqui a pouco cita-se menos, usa-se pouco, alguns segundos da palestra, daqui 10, 20, 30 anos não teremos mais Kardec no Espiritismo. Pode soar impossível, mas se nós não tomarmos cuidado, poderá de alguma forma dificultar o movimento espírita. e Denia um convite para esse realinhamento do movimento espírita. As redes sociais aí estão e nós temos que tomar muito cuidado. Eu vou trazer aqui um exemplo para vocês, porque hoje as demandas, e vamos falar rapidamente sobre isso, as demandas de saúde mental estão crescentes. O problema do ser, a bagagem que trazemos, conflitos, neuroses, manias que se expressam na atualidade para ser identificadas, corrigidas, né? são temáticas de fato muito importantes, saúde mental, né? Mas eh vou trazer um exemplo da rede social que eu vi outro dia. E quando nós aqui estamos debatendo este tema, nós não estamos personalizando, falando de ninguém, estamos tratando de temas, porque temos que aprender a cuidar de temas sem agredir ninguém. Kardec na revista espírita é modelo disso. Le deni é modelo disso porque tratava de temáticas profundas à época, mesmo fazendo menção

, porque temos que aprender a cuidar de temas sem agredir ninguém. Kardec na revista espírita é modelo disso. Le deni é modelo disso porque tratava de temáticas profundas à época, mesmo fazendo menção a outras religiões, filosofias da época, nunca agrediu ninguém. Temos que aprender num espaço qualificado como este, por exemplo, a tratar de temática sem trazer nomes, sem magoar ninguém, sem ferir ninguém. é um espaço de debates, de ideias, a fim de que possamos alinhá-las à codificação, ao evangelho. Vi outro dia nas redes sociais um companheiro espírita, divulgador com milhares de seguidores, que participa de alguns eventos espíritas. Ele tinha acabado de sair de uma casa espírita, estava na frente, abriu o celular gravando e falando: "Gente, acabei de sair de uma casa espírita. Olha só como nós temos que avaliar os rumos das casas espíritas na atualidade. Por o público cheio, havia muita gente ali, com certeza com depressão, com ansiedade, com pânico, com ideação suicida. Qual foi o tema da casa espírita? Eles estavam falando sobre a biografia de Allan Kardec. Será que nós acolhemos essas pessoas? Nós precisamos mudar, precisamos atender esse público. Vocês percebem a tese sutil? Casa espírita, a gente tem uma pauta de tema. Nós não temos que todo dia, toda hora estar falando de saúde mental. Faz parte, vai fazer parte, mas não todo dia. Só isso. Nós temos pauta de temas aqueles naquele dia estava programado mês de outubro quando, por exemplo, celebra-se Kardec, biografia de Kardec. Temos que conhecer a biografia de Kardec. E é claro, na nossa casa espírita, em todas as casas, vão chegar pessoas com ansiedade, com depressão, com ideiação suicida. Mas se o tema naquele dia não era especificamente esse, a casa espírita tem outros recursos a oferecer, o atendimento fraterno, o estudo, a fluidoterapia, a casa espírita está aberta para acolher essas pessoas, mas não significa que nos dias de hoje, pelas demandas de saúde mental, tenhamos que tratar somente de saúde mental

, o estudo, a fluidoterapia, a casa espírita está aberta para acolher essas pessoas, mas não significa que nos dias de hoje, pelas demandas de saúde mental, tenhamos que tratar somente de saúde mental e muitas vezes desconectados em profundidade de Kardec, abrindo espaço para esse para esta ação das trevas. Então, tomemos muito cuidado e usa-se a expressão, mas é o consolador prometido, temos que consolar. Sim, uma das facetas do espiritismo é o consolador. É consolar, mas também instruir. E você não consegue consolar adequadamente senão instruir minimamente. Porque se nós estamos apenas consolando na casa espírita, apenas a pessoa vai ficar sempre dependente de consolo, porque nós nunca vamos ajudá-la a construir autonomia espiritual para sair da situação. Há momentos que a pessoa está muito sofrida, vamos investir muito mais no consolo, é claro, mas ao consolar minimamente instruir. Então, veja, então eles estão, alguns hoje estão alertandoos, fazendo essa como se a casa espírita estivesse inadequada por conta das demandas de saúde mental. E é uma tese sutil que às vezes a gente vai então focando muito saúde mental e vamos esquecendo de Kardec. E se nós vamos nas obras fundamentais e na revista espírita, vamos fazer, repito, um link extraordinário com essas demandas, com esses problemas do ser, né? Então é um momento de anerta. Leon Deni simboliza para nós esse compromisso com Kardec para reavaliarmos melhor os rumos da tarefa espírita, dos eventos espíritas e o nosso rumo individual, seja em relação às tarefas espíritas, seja em relação à nossa vida de uma maneira geral, como o Alberto ontem muito bem falou, na sociedade, na família, no templo religioso, no trabalho, porque hoje Hoje, sem dúvida alguma, estamos vivendo estes problemas do ser, como propõe Leonir este se expressando, e a humanidade em maneira geral, de uma maneira geral, sem muita habilidade de lidar com isto, porque as correntes materialistas estão aí, as correntes filosóficas sem nenhum comprometimento moral estão aí, como o

e em maneira geral, de uma maneira geral, sem muita habilidade de lidar com isto, porque as correntes materialistas estão aí, as correntes filosóficas sem nenhum comprometimento moral estão aí, como o Alberto falou, eh, do espiritualismo, muitas vezes propondo uma visão mais simplista da vida. Aí está também em voga, dificultando esta identificação dos problemas do ser. Por isto vivemos tempos tão difíceis, como diz o espírito Camilo, tempos difíceis e definidores estes tempos atuais. Amanhã falaremos um pouco mais para onde caminha a humanidade, a transição planetária da na perspectiva de Deni na obra. Mas são tempos desafiadores, tempos em que a criatura humana se movimenta no mundo realmente muito sofrida com as suas encrencas, com luz e sombra. E Leon Deni, sem dúvida alguma, trata disso na obra O problema do ser, o destino e da dor. Nós trazemos aqui a introdução da obra, uns trechos da introdução para ver como o olhar de Deni na obra muito atual, a obra de aproximadamente 1900, 1910, como ela está atual. Ele diz assim, ó, ele na introdução, identificamos a crise moral em que vivemos e o espírito humano imobilizado. É preciso tirá-lo da inércia e das rotinas seculares. Essa frase é muito profunda para aplicar a nós. Às vezes estamos aprisionados à inércia, a rotinas seculares. Estamos repetindo padrões de comportamentos que já vínhamos fazendo há muitas reencarnações. Agressividade, medos, inseguranças, manias, neuroses, defeitos morais. Claro que trazemos potencialidades também, virtudes. A este jogo em nós, característica de espíritos de terceira ordem, luz e treva. E o Alberto, recentemente, num programa de da internet que ele faz terça-feira no Jardim das Oliveiras, ele propôs um tema tão interessante, luz e treva, quem te conduz? Porque às vezes trazemos encrencas e as virtudes, mas quem está nos conduzindo a maior parte do tempo das nossas vidas? Então é preciso sair desses padrões, dessas rotinas seculares. Mesmo nós espíritas, com esse conteúdo espírita que atende a essas necessidades

á nos conduzindo a maior parte do tempo das nossas vidas? Então é preciso sair desses padrões, dessas rotinas seculares. Mesmo nós espíritas, com esse conteúdo espírita que atende a essas necessidades da alma, que nos chama atenção, será que temos aproveitado adequadamente? Porque o materialismo clássico, ele realmente não consegue responder e entender essas demandas da alma. Vamos ver isso. O espiritualismo também encontrará muitos limites. Já é um grande avanço, mas encontrará muitos limites. Mas cobe é o espiritismo. Sabe como Denis chama na obra? Às vezes ao se referir ao espiritismo, novo espiritualismo. Espiritualismo moderno. Por quê? Porque é o espiritualismo, crença na imortalidade da alma em Deus. Agora crescidos, reencarnação, lei de causa e efeito, lei do progresso. Então, Deni às vezes chama novo espiritualismo ao se referir ao cristianismo rediv vivo. Então, às vezes estamos lá desempenhando os papéis de marido e mulher, filho, de tarifeiro espírita e estamos com essas encrencas da alma, com essas rotinas seculares e não percebemos e voltamos com essas rotinas seculares, mesmo tendo a bênção da doutrina espírita na atual reencarnação, voltamos para o mundo espiritual com as mesmas rotinas seculares. Ele diz assim, ó: "E há perturbações e incertezas, desânimo, pessimismo e abatimento, mas é tempo de reagir contra as doutrinas funestas do materialismo e do espiritualismo doimático." Tempo de reagir. Este momento de transição da Terra, esse momento significativo, não é o último momento do ser imortal, porque somos eternos e Deus não tem pressa e nos concede infinitas possibilidades. Mas tenhamos que recon temos que reconhecer que esta reencarnação ela é especial. O baú de joias doutrinárias, este momento de transição da Terra é um momento sugêneres da nossa evolução. Então é tempo de cada um de nós realmente reagir, despertar. Está na hora de propormos este bom combate sério para que possamos ir diluindo aos poucos essas sombras, ir diluindo ainda esta,

evolução. Então é tempo de cada um de nós realmente reagir, despertar. Está na hora de propormos este bom combate sério para que possamos ir diluindo aos poucos essas sombras, ir diluindo ainda esta, como ele diz aqui, esse pessimismo, esse desânimo, essa tristeza que tristeza que abate tantos corações. o problema de do viés de algumas correntes espiritualistas e conversando com muitos amigos, pessoas. E a Casa Espírita oferece para nós um grande laboratório, o atendimento fraterno. Quem trabalha aqui com atendimento fraterno é um grande laboratório, porque ali chegam criaturas humanas com as encrencas, com os padrões, com os conflitos, com os problemas do ser e da vida, procurando o socorro da doutrina espírita. Mas conversamos e percebemos que muitas pessoas trazem qual estilo de percepção? Bem, logo mais eu tenho a possibilidade de estar no céu clássico e construímos um céu fácil, porque basta não fazer o mal, eu levo uma vida morna, eu vou sobrevivendo, eu vou me arrastando na existência, eu vou lidando inadequadamente com esses padrões e com essas encrencas, porque exigem de mim, eu não quero. Então, às vezes, excesso de medicação, excesso de fugas psicológicas, algumas viciações, eu vou levando porque eu acredito que depois que eu morrer, o que que acontece nessa visão do céu clássico? Todas essas encrencas da alma, ao morrer e ir para o céu, que acontecem com elas? Desaparecem, porque afinal de contas, eu vou estar no paraíso à direita de Deus. Então, isto tudo desaparece. E aí, Deni propõe: "É preciso fornecer uma definição correta do destino humano e da vida no além. Entender que a origem dos nossos males está na nossa falta de conhecimento e nas nossas imperfeições morais. Então, hoje entendemos que todos esses padrões equivocados que se manifestam, assim como as coisas adequadas, os acertos, são conquistas que trazemos do ontem. Leon na primeira parte da obra, tratando especialmente do problema do ser, ele vai trabalhar muito essa questão e o quanto o espiritismo vem contribuir. A

certos, são conquistas que trazemos do ontem. Leon na primeira parte da obra, tratando especialmente do problema do ser, ele vai trabalhar muito essa questão e o quanto o espiritismo vem contribuir. A gente temos dito a muitas pessoas no atendimento fraterno, nos diálogos individuais, essas encrencas, esses conflitos, esses dramas que você está vivendo é do ser imortal. Não é culpa do meio. A influência do meio é relativo. Não há arrastamento irresistível, como propõe os benfeitores espirituais em o livro dos espíritos, como falou aberto ontem, fez uma abertura notável, não é genética, não é do corpo, é do ser imortal. Então, temos que ter este olhar para dentro, a fim de melhor nos escanearmos, ao escutar a própria alma, a fim de melhor entender aonde estão as nossas maiores demandas. Quando reencarnamos para esta atual vida, quais foram as principais demandas que trouxemos? Aonde estão os gatilhos, os pontos fraco, aonde estão as características boas que precisam ser reforçadas? Então, Deni é um convite para isso, porque nós espíritas fala-se tanto de autoconhecimento e não sabemos manejar adequadamente. Fala-se na teoria, mas vive-se muito pouco na prática. Então, a própria introdução ele fala disso, chamando atenção, né? Agora, entendendo o destino humano, que o que não foi resolvido segue conosco no mundo espiritual, e o que não for resolvido lá seguirá conosco nas futuras reencarnações, é um convite para um melhor aproveitamento da vida. Ele fala na introdução: "Melhor viver, melhor agir e melhor morrer." Fiquemos com esse com esse tríplice aspecto que Leon traz. Ele é muito importante, né? E é um retrato da sociedade atual. Quando eu falei daquela feira internacional em Paris, talvez alguns atentos aí, mas o que que tem a ver com aquela feira? Porque quando houve aquela feira em Paris, terminada a feira, a exposição em novembro, aí a gente vê a a beleza das coisas espirituais que aconteciam na sociedade de Paris, as comunicações espirituais, muitas delas trazidas para

eira em Paris, terminada a feira, a exposição em novembro, aí a gente vê a a beleza das coisas espirituais que aconteciam na sociedade de Paris, as comunicações espirituais, muitas delas trazidas para a revista espírita. São 350 comunicações espirituais aproximadamente na revista. Terminada a exposição, um espírito moque está em dezembro de 67 da revista espírita, o título da comunicação, a exposição, referindo-se à exposição que havia encerrado. E ele fala, olha a chamada de atenção do espírito que vem ao encontro do problema do ser na perspectiva de Deni. Ele diz assim: "Olha só esta exposição que acabou de ter em Paris. 41 nações, né? Os as pessoas de diferentes nações se cumprimentando, o persa, cumprimentando o alemão, o russo cumprimentando o chinês, sorriso na face, mas intimamente um desejando a ruína do outro. Se pudéssemos um observador olhar e tudo isto esta esta feira que houve em Paris em alguns meses, poderia dizer que a Terra já havia encontrado a paz definitiva, mas não é verdade, porque cumprimentam-se, mas alguns desejam a ruína do seu vizinho. E aí ele chama atenção para algo que eu acho extraordinário. O sorriso está nos rostos, mas a inquietude está no coração. Não é um pouco o dia de hoje, gente. Quantas pessoas o sorriso, a exigência da sociedade, onde nós temos que estar sempre bem, a exigência das redes sociais, onde temos que estar sempre bem, mas às vezes a inquietude da alma, do coração, chamando-nos para uma reforma moral mais séria, para um estudo mais sério. E ele diz isto acontece porque ainda nos falta um senso moral adequado. A moral cristã, a moral do Cristo, que o Espiritismo repete, o amor, os bons sentimentos, a fim de que possamos ir pouco a pouco atendendo estas demandas da alma. E ele diz na mensagem o que eu acho muito bonito nessa mensagem, ele diz assim: "Necessitamos nesses tempos de um abrigo, de um refúgio para a alma." E a doutrina espírita, sem dúvida alguma, tem sido este abrigo, este refúgio para a nossa alma que vem

sa mensagem, ele diz assim: "Necessitamos nesses tempos de um abrigo, de um refúgio para a alma." E a doutrina espírita, sem dúvida alguma, tem sido este abrigo, este refúgio para a nossa alma que vem destes padrões, desses ciclos viciosos da reencarnação. E viemos nessa, no nosso planejamento para conhecer o consolador prometido, a fim de que pudéssemos começar finalmente a trabalhar esses padrões equivocados da alma, para que possamos não mais o sorriso no rosto e a inquietude na alma, para que possamos construir a felicidade na face que reflete a felicidade da alma. Não porque não tem mais defeitos, não tem mais encrencas, não. No nosso estágio de evolução isto não acontece, mas porque estamos pouco a pouco trabalhando isto, diluindo sombra, ampliando a luz. E é interessante, não por acaso, quando estávamos trabalhando essa temática, me veio nessas buscas de redes sociais, que eu diga neutra, podemos fazer um bom mau uso, veio uma obra de Freud que se encaixou perfeitamente, chama Malestar na civilização. Freud, naturalmente, com a sua visão materialista, ele identificou, trouxe um avanço para os conflitos humanos, só que ele não entendia a causa real, o ser imortal, e também não conseguia apresentar soluções adequadas para os conflitos humanos, porque entendia que aquilo nascia do corpo e não do espírito. E Leon Deni propõe na obra, né? Os problemas do ser, corpo e os problemas da alma fundem-se num só. Nesse olhar da doutrina espírita. Freud usa umas expressões pesadas, mas que boa parte da humanidade hoje movimenta-se dessa forma. Ele diz assim: "A criatura humana nasce movida por impulsos, pulsões, instintos. Ela quer dar vazão a essas pulsões, pulsão sexual, pulsão de liberdade, pulsão de poder, os padrões equivocados da alma. E quando ela vem viver em sociedade, a sociedade reprime, impõe limites. E ela, portanto, a criatura humana, a civilização tem que viver de forma infeliz, porque a sociedade a castra, porque ela não tem condições de dar vazão a essas pulsões

ciedade reprime, impõe limites. E ela, portanto, a criatura humana, a civilização tem que viver de forma infeliz, porque a sociedade a castra, porque ela não tem condições de dar vazão a essas pulsões naturais. Então, vejam que muitos se movimentam assim. E ele apresenta dizendo que a felicidade é uma meta impossível, que temos que aceitar a condição trágica da humanidade, mas que nós fomos construindo adaptações ao longo do tempo para poder minimizar essa situação trágica, sobreviver para aguentar o fardo da existência que logo mais terminará na visão materialista de Freud. morre-se, acabam-se todos os problemas. Então, a obra é muito interessante porque ela se encaixa com a perspectiva de Deni, se encaixa com a perspectiva da mensagem, né, nesse sentido de identificar pulsões, padrões, mas equivoca-se ao falar que a felicidade é algo impossível, que a nossa natureza é trágica, é pessimista, como se dissesse: "Estamos aqui para sofrer. Crie mecanismos de adaptação para sofrer menos e aguarde a desencarnação." Como propôs ontem o Alberto Almeida, a obra de de Freud, ela propõe isso, diz que nós criamos a arte, a religião e o trabalho e o autoconhecimento como mecanismo de adaptação para minimizar estas frustrações da alma, que é a nossa destinação. Então, vejam, arte como adaptação, ilusões. Freud propõe a religião como uma ilusão que nós construímos para acalmar esta situação trágica da criatura humana, que é a figura da criança que projeta um pai protetor, que nós então como crianças projetamos em Deus essa figura de um pai protetor. criamos essa ilusão de Deus, que a arte e o trabalho é uma forma de canalizar as nossas tragédias, a fim de que o sofrimento amenize-se um pouco, que o autoconhecimento é uma necessidade de adaptação e que temos, portanto, que sublimar essas pulsões, mas não na perspectiva espírita de sublimar, de cristianizar-se, de espiritualizar, de fazer, é, de realmente espiritualizar os instintos que fazem parte da vida, equilibrá-los, mas ele diz sublimar

, mas não na perspectiva espírita de sublimar, de cristianizar-se, de espiritualizar, de fazer, é, de realmente espiritualizar os instintos que fazem parte da vida, equilibrá-los, mas ele diz sublimar nesse sentido, em sentido de adaptação para tentarmos viver aqui na existência, minimizando a nossa situação trágica. Então eu fiquei muito impactado como essa junção. E hoje no atendimento fraterno aparecem pessoas assim, pessoas nessa condição, estão vivendo pessimistas, essa situação trágica, não enxergam uma luz adiante, perdem a esperança, estão desanimadas, desalentadas. Aí o as atualidades das estatísticas da saúde mental, as ideiações suicidas, trabalhando profissionalmente com infância e juventude. Como é triste ver o quanto aumentou e de ações suicidas na infância e na juventude já prevista pela espiritualidade em o Evangelho Segundo o Espiritismo e também já prevista pela espiritualidade num texto que está em obras póstumas, que aumentaria muito o suicídio, inclusive entre crianças e a loucura, mas não a loucura clássica. A loucura no sentido demandas da saúde mental, depressão, ansiedade, pânico e tantas outras síndromes que aí estão convidando a criatura humana para uma reconstrução, uma ressignificação de si mesma, para que possamos procurar as soluções adequadas que atendam o ser integral que somos para construir esta felicidade relativa na Terra, mas uma felicidade, uma felicidade. Ontem homenageamos o Divaldo e há tantas fotos e imagens do Divaldo com um sorriso na face, um sorriso assim de uma pessoa realmente feliz dentro da perspectiva da Terra, uma pessoa que demonstra para nós que é possível extrair aquilo que a doutrina nos traz, repetindo o evangelho do Cristo, para que possamos construir níveis melhores de felicidade. Mas isto só vai acontecer diante deste nosso comprometimento conosco de um melhor viver, um melhor agir para um melhor morrer, como propõe Leoni. Então, a obra de Freud, ela é ele é muito interessante, mas naturalmente que ela ela tem essa visão materialista. E eu

osco de um melhor viver, um melhor agir para um melhor morrer, como propõe Leoni. Então, a obra de Freud, ela é ele é muito interessante, mas naturalmente que ela ela tem essa visão materialista. E eu achei interessante porque a mensagem é a exposição do ano de 1867, a obra de Deni, como disse, homenageada, 1907, 1908, a obra eh que nós eh citamos aqui, né, a obra de Deni 1908 e a de Freud 1930, já estão completando é praticamente mais de 100 anos. poderíamos perguntar, será que não está um pouco defasado, defasada essa perspectiva? E aí eu tomei o cuidado de pegar uma obra eh que nós temos da benfeitora Joana de Ângeles, uma das últimas obras do Divaldo, Vidas vazias. E quando nós vamos ali na introdução da obra e ela vai ter este olhar de um nobre espírito para a atualidade da Terra, quando nós vamos perceber que é a mesma perspectiva, ou seja, é aquilo que o Espiritismo nos fala, passa seu tempo e nós continuamos nessa perspectiva materialista, senão o materialismo clássico, o materialismo vivencial, como propõe Camilo na obra O tempo de Deus. Acreditamos na alma, mas vivemos prioritariamente para atender as demandas e as necessidades da matéria. Ou como falou o Papa Leão 14 na sua primeira homilia, quando assumiu o papado, chamando atenção que nós acreditamos em Deus, mas vivemos no dia a dia como se Deus não existisse. Então, o olhar da nobre benfeitora vem justamente nesse sentido, nesse sentido. E ela usa também uma frase, uma expressão muito pesada. Vivemos como mortos vivos, automatizados, rotinas seculares, o desdém à mensagem do Cristo, malbaratando o tempo valioso da reencarnação, perdendo tempo com questões que são secundárias para as nossas necessidades espirituais. Continuamos. O problema é quando nós notamos esses padrões ainda em nossa conduta enquanto conhecedores da doutrina espírita, que tem sido, sem dúvida alguma, este grande abrigo, este grande refúgio para nós. Então ela na introdução ela faz esta mesma observação e adiciona um componente, a tecnologia que não havia

espírita, que tem sido, sem dúvida alguma, este grande abrigo, este grande refúgio para nós. Então ela na introdução ela faz esta mesma observação e adiciona um componente, a tecnologia que não havia na época de Freud, na época de Kardecor mais. Por que um complicador? Porque a tecnologia é ruim. Não, porque como ela própria propõe, ainda nos falta maturidade, como dizia Moque na mensagem, a exposição, senso moral refinado, para que possamos lidar adequadamente com essa tecnologia de hoje, que muitas vezes vai roubando tempos valiosos da nossa vida sem nos apercebermos. Então ela acrescenta ali a tecnologia, mas ela fala, portanto, que é necessário romper com esses padrões, com estes ciclos, com estes conflitos e que possamos buscar, diz ela, a grande psicoterapia do Cristo e sair do que ela chama de anestésicos psíquicos. Porque muitos de nós, numa linguagem de um filósofo atual, materialista mais real, nos tornamos ciborgues hipocondríacos. Medicalizamos tudo, nada contra o remédio. O espiritismo é um aliado da medicina e da ciência e fala que para lidar com as encrencas da alma, necessitamos do espiritual e necessitamos da medicina. Necessitamos muitas vezes de um atendimento fraterno na casa espírita, mas também necessitamos de um psicoterapeuta, de um psicólogo, de um médico. Tomamos o passe na casa espírita, tomamos, ingerimos a água fluidificada com os recursos que a espiritualidade propõe, mas às vezes necessitamos dos medicamentos para o ajuste. O grande problema é nessas rotinas seculares e a dificuldade que temos de lidar com as questões amargas que estão em nossa intimidade, nós queremos medicalizar tudo. Então esse filósofo propõe: "A pessoa está triste, toma remédio. A pessoa está com dificuldade de dormir, toma remédio." Vocês percebem a proposta do sobreviver? Eu não quero lidar com, eu não quero saber a causa da tristeza, porque se eu for mexer com a causa da tristeza, eu não vou dar conta, eu não quero. E eu às vezes eu sei porque a causa às vezes

eviver? Eu não quero lidar com, eu não quero saber a causa da tristeza, porque se eu for mexer com a causa da tristeza, eu não vou dar conta, eu não quero. E eu às vezes eu sei porque a causa às vezes está na atual reencarnação, um trauma, um conflito da atual reencarnação, que às vezes agrava algo que eu já trouxe do passado ou é algo novo para minha demanda espiritual e eu não quero lidar com isto. Então eu prefiro esse anestésico psíquico, as fugas, o vício, o prazer. E Denita é uma frase muito bonita na obra. Eu quando li a frase, eu impactei com ela quando ele falava desse império das sensações fisiológicas. Joana diz: "Nós buscamos sensações fortes para acalmar a inquietude da alma. E às vezes nós estamos buscando hoje a humanidade se movimentando na busca desses prazeres fortes. Dinis de o extremo das sensações, de um lado o prazer, de outro lado a dor, os extremos das sensações. E ele diz: "A dor nos revolta porque não entendemos a causa e a finalidade pedagógica. E o prazer nos fascina. Ficamos anestesiados pelo prazer. Então, ao invés de lidar com as demandas, eu prefiro me anestesiar nesses prazeres fortes que a vida hoje, infelizmente, tem se tornado pujante em nos oferecer estas portas, a porta larga e a porta estreita. Então, esta porta larga, equivocada desse anestésico de nós mesmos, quando na verdade o convite é a porta estreita, como propõe Jesus, para lidar adequadamente com essas demandas. O medicamento vem em apoio, vem em suporte para esta melhora física, emocional, para atender os problemas do ser. É assim que a doutrina espírita, de forma muito lógica e racional eh nos apresenta essa perspectiva. Então, ela nos fala dessa questão. E esta semana, há há uma semana estávamos lendo uma obra e eu achei interessante porque às vezes temos dificuldade de fazer algumas associações, algumas interpretações desses problemas do ser no cotidiano. Às vezes não estamos nos dando conta que esses problemas do ser que trazemos, alguns não nem identificados, são pontos

algumas associações, algumas interpretações desses problemas do ser no cotidiano. Às vezes não estamos nos dando conta que esses problemas do ser que trazemos, alguns não nem identificados, são pontos cegos da personalidade que por descuido e em vigilância não notamos, está lá presente no trânsito, na relação conjugal, na relação com os filhos, no trabalho. Às vezes não notamos. E eu estava lendo em nosso, em nossa, a lição surgiu em nosso grupo mediúnico a obra intercâmbio mediúnico de Dival do Espírito João Cléufas. E ele chamou uma lição de condicionamentos, capítulo 53, onde ele falava esses condicionamentos, padrões, pulsões, rotinas seculares, que muitas vezes se manifestam inclusive na reunião mediúnica. Aquilo me chamou atenção. Quantos de nós aqui não somos médiuns e não notamos que esses padrões, pulsões, conflitos, ele chamou de reações nervosas, as emoções desalinhadas, viciações, às vezes mentais, estão interferindo na tarefa mediúnica, porque o médium, por conta disso, sem dar-se conta, produz, diz ele, comunicações viciosas. Ele coloca na comunicação escrito verbal um pouco das suas pulsões e dos seus conflitos, porque todo fenômeno é medianímico dos espíritos, mediúnico e anímico do médium. O ideal é que cheguemos num contingente de animismo mínimo, mas sempre haverá, para não interferir tanto. E acontece, às vezes está lá interferindo na nossa mediunidade e a gente pergunta: "Nossa, eu estudo tanto mediunidade, estou há 30 anos no grupo mediúnico e parece que eu tô a mesma coisa, mas você olhou para dentro, você olhou as suas viciações, as suas pulsões, seus padrões mentais, comportamentais, está em luta para evangelizar-se para melhor ser médium? E nós comentávamos a lição e ficamos ali a imaginar, por exemplo, um médium masculino que ainda traga traços de misogenia, de machismo, seja, às vezes, ele não é capaz de agredir fisicamente a mulher, a companheira, mas violências psicológicas, violências de outra natureza e muitas vezes vem um espírito feminino para se

, de machismo, seja, às vezes, ele não é capaz de agredir fisicamente a mulher, a companheira, mas violências psicológicas, violências de outra natureza e muitas vezes vem um espírito feminino para se comunicar por ele. E às vezes num fenômeno inconsciente ele cria uma espécie de bloqueio para a comunicação e fala: "Não, estou sentindo o espírito aqui, mas não não tô conseguindo dar a comunicação". E às vezes há múltiplas causas. A causa é a misogenia dentro dele ainda criando um entrave para comunicação mediúnica. Às vezes é um médium masculino feminino que sofreu traumas na infância, por exemplo, uma violência sexual. E de repente aquilo está reprimido, não devidamente gerido e tratado. E vem um espírito dar uma comunicação porque está em sofrimento em mundo no mundo espiritual porque foi causador de muitas violências sexuais em vidas passadas. Se aproxima inconscientemente aa aquele conflito do médium e aí vai acontecer ruídos indesejados na comunicação espiritual, na casa espírita. Às vezes estamos lá trabalhando e às vezes nos tornamos naquele dirigente, naquele trabalhador chato, inflexível, rígido, que não tolera nada, às vezes até mal visto pelos tarefeiros, porque trazemos esta pulsão ainda da violência, da rudeza, da falta de flexibilidade e não notamos. Às vezes estamos na casa espírita com medos e inseguranças não identificados, mal geridos. E às vezes estamos lá e nós e trabalhamos minimamente, não aceitamos tarefa, porque a causa real são medos e inseguranças do passado. E que hoje nós procuramos num fenômeno de fuga consciente ou inconsciente nominar de falta de tempo. Muita, às vezes é falta de tempo, mas cabe no gerir. Muitas vezes a expressão falta de tempo está demonstrando falta de segurança, que nós precisamos trabalhar esta segurança. E aí qualificando-se, começando das tarefas menores para maiores. Mas muitas vezes passamos a pessoas que passam uma vida toda na casa espírita e muitas vezes sem abraçar as tarefas por conta de pulsões de medo e

cando-se, começando das tarefas menores para maiores. Mas muitas vezes passamos a pessoas que passam uma vida toda na casa espírita e muitas vezes sem abraçar as tarefas por conta de pulsões de medo e insegurança, sem que ela se deu conta. Então, vejam como as coisas estão aí se manifestando no trânsito, no lar, na reunião mediúnica, na tarefa espírita, na convivência doméstica, às vezes a misogenia, conforme falávamos. E a gente não percebe. E o espírita tem hoje condições dentro dessa perspectiva de Deni. Deni, esse filósofo, esse olhar mais profundo, este estudo mais profundo da doutrina, mas é um estudo mais profundo da doutrina com o propósito de aplicá-la mais profundamente a nós. Essa é a o grande link, a grande a grande proposta, o estudo profundo para profundamente aplicar a terapêutica espírita, que é a terapêutica do Cristo, às nossas vidas, para que possamos, como propõe Deni e outros trabalhadores conferencistas falarão isto hoje, amanhã, trabalhar o que Denis chama na terceira parte da obra, as potencialidades da alma, as potências da alma, adequar melhor as nossas vontades, padrão mental, livre arbítrio, caráter e valores, o amor, como ele propõe como potencialidade da alma. Temos que olhar para estas potencialidades inatas em nós em germe, para que possamos trabalhá-la para construir a nossa felicidade. Não estamos na sociedade para aceitar pessimiste. A nossa condição trágica. como propõe Freud, não. A arte, a religião, o trabalho e o autoconhecimento não são mecanismos de adaptação para um um sobreviver melhor. São condutas que nós elegemos para a nossa real sublimação, a sublimação do espírito, a nossa iluminação interior, a nossa cristianização. Então, a sublimação de Freud ganha um upgrade quando nós temos este olhar dentro da perspectiva espírita e do evangelho, a fim de que a arte seja para nós não uma adaptação, que a arte seja para nós música, como vimos ontem no coral, hoje de manhã na abertura, algo que nos sensibilize, que nos ajude a movimentar

ngelho, a fim de que a arte seja para nós não uma adaptação, que a arte seja para nós música, como vimos ontem no coral, hoje de manhã na abertura, algo que nos sensibilize, que nos ajude a movimentar essas potências da alma, um bom livro, uma boa música, a poesia, o livro lançado por Andrei Siqueleiro. E aí a gente vai trabalhando isso para encontrar em nós este divino, esta força divina que está em todo nós para essa movimentação mais adequada no dia a dia aqui na terra, que é uma bênção poder estar aqui nestes tempos. Usar o trabalho não como adaptação, o trabalho na perspectiva espírita toda ocupação útil, a tarefa no bem, o trabalho voluntário, o trabalho profissional bem executado, bem manejado, como oportunidade de progresso, como propõe os espíritos. A religião não como ilusão que nós criamos, mas a religião como sendo religar, essa religação da criatura com o divino, como propõe Kardec na revista espírita de dezembro de 68, afirmando taxativamente que o espiritismo é uma religião, porque hoje existem teses de que o espiritismo não é religião. Até hoje Kardec afirma porque ele próprio revêu o conceito três meses antes da sua desencarnação na revista espírita, ao propor que o espiritismo é religião, porque trabalha os sentimentos, trabalha a melhoria dos sentimentos. E ao trabalhar a melhoria dos sentimentos, naturalmente qualificamos essa sintonia com o divino, o autoconhecimento para esta viagem interior, para melhor nos conhecer, a fim de que possamos estabelecer uma estratégia adequada com todos esses recursos da casa espírita, da medicina, da ciência, a fim de que possamos melhor aproveitar a vida aqui na Terra no sentido espiritual. Então, vejamos o quanto a doutrina espírita tem nos oferecer. E vem o Cristo para podermos fazer o fecho da nossa fala, dizer no Evangelho: "Venho para que tenhais vida, vida em abundância". Naturalmente que o Cristo não falava de uma vida biológica, falava de uma vida na perspectiva espiritual, uma vida de riqueza espiritual. Buscai primeiro o reino de

tenhais vida, vida em abundância". Naturalmente que o Cristo não falava de uma vida biológica, falava de uma vida na perspectiva espiritual, uma vida de riqueza espiritual. Buscai primeiro o reino de Deus. de toda a sua justiça e tudo mais vos será acrescentado. E este grande terapeuta das nossas vidas oferece no evangelho todos os recursos que nós precisamos para a nossa verdadeira sublimação, que atende a nossa destinação espiritual, como propõe também Leon Deni na obra vida em Abundância, vida de riqueza espiritual, de dificuldades, de lutas, com as pulsões ainda dentro de nós, com padrões equivocados, com luz e sombra, mas propondo que a luz nos conduza. que é a proposta de Kardec. Reconhece-se o bom espírita pelo esforço que faz. Esse esforço do dia a dia para que aonde estivermos ali estejamos expressando esta vida em abundância e esse desejo e esforço para construir esta felicidade relativa, mas que é possível aqui na Terra, a fim de que possamos aplumar a nossa rota existencial na direção do divino, como propõe André Luiz, uma visão completista da vida. completista no sentido quantitativo para permanecermos o máximo no corpo dentro do nosso planejamento e para qualitativamente atendermos essas demandas espirituais para a qual viemos. Então, a proposta do Cristo que ecou em nossas almas, a proposta da codificação de Kardec, a proposta de Deni é nesse sentido de uma vida melhor ajustada. uma vida melhor aproveitada, melhor agir, melhor viver e melhor morrer. Então, para nós são tempos de mudança, como ele propõe, são tempos realmente onde nós buscamos, né, buscamos essa força que nós necessitamos para a nossa renovação espiritual. E encerro a nossa fala a fim de que a mensagem realmente possa euar profundamente em nossas almas. Um evento como este só tem sentido quando nós saímos daqui com essas palpitações da intimidade da alma para a nossa transformação moral no cotidiano. E finalizo com uma poesia que está na obra Caminhos para o amor e a paz de José Ra

do quando nós saímos daqui com essas palpitações da intimidade da alma para a nossa transformação moral no cotidiano. E finalizo com uma poesia que está na obra Caminhos para o amor e a paz de José Ra Teixeira, espírito Ivan de Abuquerque, que vem ao encontro daquilo que vínhamos falando, renovação. Renovação é a meta se alcançar pelo caminho humano. Realizar todo o progresso que a vida permita, com disciplina, estudo e muito amor. Seguir sobre a custódia do Senhor, buscando fomentar a própria dita. Renovação é lei para a humanidade sob o crio da lídma verdade que fuge dos ensinos de Jesus. Embora as lutas ásperas da senda, cabe-nos hoje retirar a venda que nos permitirá ver a plena luz. Renovação é a rota a ser trilhada com nossa intimidade entusiasmada pela disposição de evoluir. Evolução corresponde na Terra a esse vigor que o esforço humano encerra para que desta orbe possamos sair. É tempo então para os serviços nobres. que nos liberte dos impulsos pobres, que nos deixem crescer sem mais detença. É tempo, pois, de se agir com vontade e de construir toda a felicidade, nutindo-nos no halo da própria crença. O Espiritismo impulsa-nos vibrantes para as conquistas vitais e triunfantes que ampliam a nossa renovação. Levantemos a flama redentora e busquemos a ação libertadora das sombras que nos toldam o coração. Melhora nos campos da profissão. Dispõe-te a progredir com decisão, valorizando o tempo da existência. Todo valor que albergues dentro da alma, perseverando com trabalho e calma, fará com que cresças em competência. No lar seja o coração que abriga, o braço sorriso e essa expressão amiga que alimenta e conduz toda a família. Se renovar no mundo é glória e luz, renovação no lar junto a Jesus é floração de amor que ampara e brilha. Renova-te feliz na sociedade que te presta tanta oportunidade de alcançar alegrias, paz, saúde. Não te entregues ao modismo mundano de nivelar por baixo que é profano, como se faz no planeta Miú. Renovação é a meta que nos cabe. É,

e te presta tanta oportunidade de alcançar alegrias, paz, saúde. Não te entregues ao modismo mundano de nivelar por baixo que é profano, como se faz no planeta Miú. Renovação é a meta que nos cabe. É, e somente a pessoa atenta sabe como deve avançar para esse fanal. Sede fiel, segue bem firme estrada fora a encontrar a beleza que se enflora no lameiro que se tornou Rosal. Muito obrigado.

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