O Arrependimento | Roda de Conversa

Mansão do Caminho 30/08/2025 (há 6 meses) 2:10:47 3,169 visualizações 464 curtidas

📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Nesta roda de conversa, os expositores Alessandro Viana, Eulália Bueno, Jamile Lima e Lusiane Bahia refletem sobre o arrependimento como ponto inicial da transformação moral, iluminando os caminhos de reconciliação e crescimento espiritual. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #RodaDeConversa #Perdão #Arrependimento #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do mestre de Jesus nos nossos corações. Nós gostaríamos de cumprimentar a todos que estão aqui presencialmente, mas também aqueles que nos acompanham pela UVCTV, pela TV Mansão do Caminho. Cumprimentamos nossos queridos aqui, irmãos do coração, tão especiais estarmos nesta atividade juntos e agradecemos ao Senhor da vida pela oportunidade desse aprendizado que aqui agora nutrimos. O diálogo seguia de forma muito interessante. Tiago, filho de Zebedeu, e Judas de Queriote dialogavam acerca do Mestre Jesus. Queriam entender um pouco do pensamento do Cristo. Judas imaginava que a forma de atuação do mestre não se apresentava altiva. para conseguir vencer a opressão tirânica que se depositava sobre Israel e era imprescindível algo mais. E ele dialogava com Thago, buscando elocubrar ações, atitudes que pudessem fazer com que o mestre se levantasse e atuasse de forma a trazer mais efetividade numa grande revolução. Thaago, com muita sabedoria diz a Judas que a revolução de Jesus é o reino dos céus e que o reino dos céus ou o reino de Jesus não era desse mundo. E a linguagem não seem ele ele entendi. Judas insistia em pensar que talvez algumas vinculações com altos funcionários e autoridades distintas pudesse mobilizar o que ele objetivava. A conversa se encerra ao final da tarde. No outro dia, bem cedo, Judas busca aqueles altos funcionários, faz um acordo, entrega Jesus, mas as coisas não caminham como ele pretendia. Como nós sabemos, Jesus é aprisionado e colocado na crucificação, na cruz, e não se levanta na revolução que Judas esperava. Atormenta-se então esse discípulo do mestre, arrepende-se e transtornado, volta aquelas pessoas buscando entregar as moedas como devolutiva e desfazer todo o contexto. Mas aqueles homens superficiais disseram: "Isso é lá contigo". e deixou na consciência de Judas a percepção dos seus atos, o arrependimento intenso. E ele sai daquele contexto trêslocado e busca a fuga de si mesmo através do autocídio.

seram: "Isso é lá contigo". e deixou na consciência de Judas a percepção dos seus atos, o arrependimento intenso. E ele sai daquele contexto trêslocado e busca a fuga de si mesmo através do autocídio. Acontece que em paralelo o mestre estava erguido na cruz entre dois ladrões, Gestas à esquerda, Dimas à direita. E naquele contexto de muita adversidade, de muitas emoções, de muitos, muitas percepções desencontradas, Dimas, o ladrão da direita, fita aos pés da cruz duas mulheres que choravam copiosamente. E essas mulheres eram Tamar, a sua mãe, e Ester, a sua noiva. Ele havia prometido para ambas. Quando ele foi descoberto nos roubos que enfrentava ou que buscava, ele prometeu para ambas que ele não entraria mais nessa vida, que ele não perpetuaria mais aqueles comportamentos e que de alguma forma ele ainda precisava fazer uma última viagem, mas que eram de acordos que não tinha nada ilícito, não eram propostas ilícitas. E nessa última viagem, o que ele buscava em verdade era uma emboscada para uma caravana que passava, no intuito de conseguir ainda mais haveres. E nesse contexto é surpreendido, aprisionado, levado e estava ali agora na cruz diante daquela dor que se expressava naquelas mulheres. Mas obviamente a dor que também expressava-se nele, Dimas arrepende-se de verdade. Jesus nesse momento fita-o e ele envolvido pela misericórdia de Jesus, pela sensibilização do mestre, diz: "Senhor, leva-me contigo, permite-me que eu adentre contigo o paraíso". E Jesus, imbuído de compaixão, afirma: "Em verdade, em verdade vos digo, hoje entrarás comigo no paraíso." Minhas irmãs, meus irmãos, são duas histórias impactantes e presentes no contexto do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Esses relatos encontram-se no livro Boa Nova de Humberto de Campos, psicografia de Chico Xavier e em dois livros da benfeitora Amélia Rodriguez pela psicografia do nosso querido tio Divaldo, Trigo de Deus e Até o Fim dos Tempos, onde ambos contextos nos convidam a reflexão sobre o tema dessa roda de

dois livros da benfeitora Amélia Rodriguez pela psicografia do nosso querido tio Divaldo, Trigo de Deus e Até o Fim dos Tempos, onde ambos contextos nos convidam a reflexão sobre o tema dessa roda de conversa, o arrependimento, que como Alessandro muito bem falou ontem, nós Nós encontramos, iríamos revisitar várias vezes aqui ao longo dessa semana espírita o Código Penal da Vida Futura, capítulo séo, primeira parte do livro Céu Inferno, 33 itens. E a gente para em um desses itens e é o que a gente quer propor agora para essa roda de conversa, iniciando aqui a nossa primeira pergunta, porque nós encontramos no item 16 desse Código Penal da Vida Futura a afirmativa de Allan Kardecre é o primeiro passo para a regeneração. E eu gostaria de escutar aqui desses meus irmãos qual seria ou como se imagina esse primeiro passo. E pensando inicialmente em Dimas, que estava talvez no seu último passo, como imaginar que o seu arrependimento poderia ser eficaz, porque Dimas Dimas encontrava-se no último passo da sua existência. Como se efetiva, como se concilia essa expressão de Allan Kardec e o arrependimento para Dimas. Eulália, começa pra gente, por favor. >> Bom dia a todos. Bom dia, amores de nossas vidas. Luziane, como sempre, você escolheu a pérola de Amélia Rodrigues e do Boa Nova, porque comumente e facilmente nós costumamos dizer: "Ah, meu Deus, eu tô tão arrependido do que eu fiz ou do que eu falei". E ponto. Quando você cita o item 16º do Código Penal da Vida Futura, que nós estamos exatamente com ele aqui em mãos, Allan Kardec nos diz que o arrependimento é o primeiro passo para a regeneração, mas não é o suficiente. Então, já nos exige muita, muita reflexão nesse momento, sendo necessárias ainda a expiação e a reparação. Quando você fala de timas, pela própria falta do ser humano de oferecer a outra face, de perdoar, que foi exatamente o maior passo que Jesus nos ofereceu, a outra face, a face do perdão e, acima de tudo, a face do amor. Ali estava Dimas espiando a falta que cometera

recer a outra face, de perdoar, que foi exatamente o maior passo que Jesus nos ofereceu, a outra face, a face do perdão e, acima de tudo, a face do amor. Ali estava Dimas espiando a falta que cometera de uma forma muito dolorosa. E quando Jesus lhe assevera, ainda hoje estarás comigo no paraíso? A gente retorna à palavra, a palestra do Alessandro hoje, ontem, quando ele asseverou que aquela ideia do céu ou do paraíso completamente ociosa não é real, dado que o próprio Jesus nos fala: "Eu e o meu pai até hoje trabalhamos". Então, claro, Dimas que Jesus lhe oferecia, mas com absoluta certeza, a reparação iniciaria-se no exato momento em que Jesus o convidava para o paraíso. que poder servir consciente do erro que cometemos lá atrás, mas não movidos pelo interesse de zerá-lo e sim de aprender com ele e nos tornarmos no serviço ao próximo, no momento de reparação, no momento em que nós estamos oferecendo a outra face, que é exatamente o outro lado da atitude. que cometemos, estar oferecendo o exemplo da própria vida, o bem em ação, o amor em ação, que é a caridade para com o nosso próximo, a fim de que eles, por sua vez, não necessitem cair para aprender. Eu até faço uma ponte com as próprias reuniões mediúnicas, porque ao contrário do que muitos de nós imaginamos que vamos à reunião mediúnica para ajudar aqueles espíritos a se libertarem do sofrimento, recordamos o projeto Manuel Filomeno de Miranda e que no livro Reuniões mediúnicas é reproduzida uma entrevista de Divaldo Pereira Franco em 1982, quando ele assevera que nós vamos à reunião mediúnica para ouvir, assimilar e colocar em prática os depoimentos que os espíritos nos oferecem. já a caminho, né, do arrependimento. A grande maioria deles, sabendo muitas vezes até recuando, que terão que voltar ao procênio terrestre ou espiar. Aqui na Terra, normalmente nós espiamos com dores físicas superlativas. As dores morais, claro que elas acontecem aqui, mas quando nos desprendemos do mundo, a dor moral dói de forma incalculável

iar. Aqui na Terra, normalmente nós espiamos com dores físicas superlativas. As dores morais, claro que elas acontecem aqui, mas quando nos desprendemos do mundo, a dor moral dói de forma incalculável e por fim repararmos a falta enquanto estamos a caminho. Então, as nossas reuniões mediúnicas são de fato na prática da mediunidade, do espiritismo, o grande momento da crucificação, né, em que aqueles crucificados pela dor, pela revolta, agasalham-se em nosso coração e oferecem a sua própria vida para nos alertar. de que precisamos aproveitar-lhes os exemplos, a fim de que não sejamos nós amanhã os espíritos carescentes de médiuns efetivos, médiuns de amor para aquiietarmos as próprias dores. Irmãos e irmãs, bom dia aos nossos irmãos internautas também, as nossas saudações. E o interessante pensar sobre o arrependimento, como esse primeiro passo, como nos é sinalizado por Allan Kardec, já anuncia uma fase de sensibilização. Ainda temos o hábito de nos observarmos como répubos quando então essa etapa se apresenta em nossa existência. Mas aí podemos também considerar ou acima de tudo considerar que esse é um sinal de evolução que estamos experimentando. Kardec vai nos apontar em um livro dos espíritos que os espíritos que não estão na condição da consciência que lhes permite dizer errei em algum ponto ainda não terão nem condições de receber as preces que os outros lhes fazem e não perceberam que aquilo que foi feito é uma infração à lei divina. Um outro hábito que temos é de imaginar que as nossas ações estão afetando e prejudicando o próximo e de fato estão. Embora estejamos todos regidos por uma lei de causa e consequência, ação e reação, isso não nos exime da responsabilidade daquilo que fazemos em relação ao outro. Quando conseguimos perceber que estamos todos, isso Alessandro nos trouxe ontem à noite quando fala de que as encarnações são solidárias umas às outras, mas nós, nesse cadinho em que nos encontramos também assumimos uma condição de solidariedade uns com os outros. Porque

xe ontem à noite quando fala de que as encarnações são solidárias umas às outras, mas nós, nesse cadinho em que nos encontramos também assumimos uma condição de solidariedade uns com os outros. Porque se estou na fase do arrependimento, até mesmo na etapa da expiação ou reparação, eu contarei com o próximo, aquele que feri, para que então podemos nos restabelecer perante essa lei divina. Estar sensível ao arrependimento significa que eu estou como filho pródigo retornando à divindade. Então, percebo como Paulo, o apóstolo, nos traz que a alma acabou optando por um falso movimento. O falso movimento é todo aquele que nos distancia da nossa essência e condição de criaturas divinas. Nessa etapa, comoia bem colocou, a dor moral se manifesta e eu começo a experimentar uma inquietação, uma sensação de inadequação quando me coloco como ser de natureza divina. E é bom experimentar o desassossego, a inquietação, aquela espécie de sentimento de que alguma coisa está fora do lugar. E é essa a sensação que nos impulsiona ao progresso. Eu recordo do poema de Fernando Pessoa, que é o poema do desassoceego, onde ele diz que há uma aproximação com inquietude interna e daquilo que poderia ser a loucura. E ele diz, mas essa loucura é uma loucura de ali mesmo. É um momento que o arrependimento se apresenta, porque percebo, não devia ter feito. O tempo passou, poderia ter pensado um pouco melhor, não deveria ter agido por impulso. e as circunstâncias, que são as vicissitudes que Kardec nos apresenta, que não guarda a relação com vício. As vicissitudes são circunstâncias que a vida regida por misericórdia nos apresenta para que possamos refazer a nossa rota. O arrependimento é o bendito e inicial remédio que diz: "É preciso corrigir a rota, é preciso fazer uma outra trilha". E é aí que despertos iniciamos a nossa etapa. como bem o céu e inferno nos apresenta para espiar, olhar de perto o que fiz e que agora preciso fazer de outro modo e reparar junto ao outro. Lembrando que não reparamos apenas com o nosso próximo,

. como bem o céu e inferno nos apresenta para espiar, olhar de perto o que fiz e que agora preciso fazer de outro modo e reparar junto ao outro. Lembrando que não reparamos apenas com o nosso próximo, podemos reparar conosco mesmo quando não atendemos bem as faculdades e potências da alma que todos nós temos. Podemos ter o recurso da inteligência e não colocar a favor do próximo. Precisarei reparar comigo, porque aquilo que recebi eu não coloquei e não ofertei para o outro. Então, arrependimento deve e precisa ser visto, não como a qualificação de que sou um espírito demasiado imperfeito, mas que sim, consegui alcançar a primeira etapa do meu caminho evolutivo e de volta para Deus, respondendo ao anseio e a minha condição primordial de essência divina, onde só a retidão de natureza espiritual me leva à real felicidade. Não aquela que o mundo oferta, mas aquela que está íncita no reino dos céus dentro de cada um de nós. Bem, bom dia a todos. É uma alegria imensa poder compartilhar desse espaço com os que estão aqui presentes, com os internautas, com as queridas amigas da causa espírita. Como a Eulália comentou, a Luziane realmente trouxe exemplos maravilhosos do evangelho que nos faz refletir um pouco naquele momento de Dimas com o Cristo a respeito do arrependimento no padrão divino e no padrão humano, né? Trabalho na área jurídica, a Luzene também é advogada. Na verdade, o Cristo, a quem ninguém podia enganar, porque ele fazia esta leitura do íntimo da criatura humana, ele certamente percebeu em Dimas um verdadeiro arrependimento. Por isso a frase que ela é enigmática, porque alguns tradutores, eu até falo da entonação desta frase, que não é que estaria naquele momento no paraíso interno. Ele deu o primeiro passo, mas te digo agora, te digo ainda hoje, estarás comigo no paraíso. Então tá um intervalo na frase que muda todo o sentido. E o Cristo percebeu que ele estava de fato arrependido, trazendo para a nossa vida profissional, eh, a gente trabalha na esfera criminal

araíso. Então tá um intervalo na frase que muda todo o sentido. E o Cristo percebeu que ele estava de fato arrependido, trazendo para a nossa vida profissional, eh, a gente trabalha na esfera criminal com execução penal, porque aqui para o padrão do mundo, nós podemos fazer caras e bocas de que estamos verdadeiramente arrependido. Aí o Lara situa: "Ah, eu estou arrependido do que eu fiz. De fato, está, porque aqui nós podemos enganar. Eu trabalho na área de execução penal e muitos que estão cumprindo pena em determinadas circunstâncias para ganhar algum benefício, eles têm que fazer o que nós chamamos de exame criminológico e eles passam por uma avaliação psicológica e social. E um dos quesitos é abordar o arrependimento do criminoso e naturalmente que a profissional, o profissional ali dialoga com ele e vai tocar nesse assunto. E 99% das vezes nós vamos ler o laudo, o que que está escrito lá? Estou arrependido. Alguns estão arrependidos da vida criminosa como Dimas. Sim, outros não. Mas para o padrão humano e que em particular para o aspecto jurídico, eu, profissional do direito, não tenho como saber se de fato ele está arrependido. Paraa a lei humana e muitas vezes para o padrão humano, basta um aceno verbal. Então eu posso enganar. Naturalmente estou enganando a mim mesmo quando eu digo que estou arrependido de ter feito algo a alguém, de ter cometido um crime, de ter defamado alguém, etc. Mas se eu estou mentindo, a quem eu estou verdadeiramente enganando? A mim mesmo, atrasando-me nesse processo de evolução. Na esfera ainda eh jurídica, hoje existe o chamado acordo de não persecução penal. Evita-se um processo penal e pessoa ali obrigatoriamente tem que confessar o delito e não manifestar e explicitamente, mas ao confessar eh demonstrar algum nível de arrependimento. Muitas vezes, quando trabalho na área da também de menor da infância e da juventude, infelizmente muitos jovens eh envolvidos com o tráfico de drogas. E eu sempre pergunto: "Você está arrependido

nto. Muitas vezes, quando trabalho na área da também de menor da infância e da juventude, infelizmente muitos jovens eh envolvidos com o tráfico de drogas. E eu sempre pergunto: "Você está arrependido de entrar nessa vida?" Estou profundamente arrependido. Se o Senhor me soltar hoje, eu vou começar nova vida. Em algumas situações, conforme antecedentes, a gente acaba liberando e a gente percebe alguns nos primeiros dias já voltam novamente à delinquência. Claro que há fatores externos que acabam influenciando. Então, primeira chamada de atenção diz respeito a este verdadeiro e autêntico arrependimento. Enganamos no padrão do mundo, mas não enganamos no padrão divino. E eu também acho muito interessante que o arrependimento, como passo inicial, ele não surge de uma para outra hora, de um segundo para o outro, de um dia para o outro. este este arrependimento com esta conotação que nós estamos propondo aqui de primeiro passo paraa nossa reabilitação espiritual, algo profundo, espiritual, moral, que nos faz rever a atitude ou as atitudes e gerando em nós uma energia, um esforço, um bom ânimo de modificar os nossos caminhos. Porque nós recomendamos, o livro dos espíritos trata desse tema na questão 990 1002. E ali os benfeitores vão alertar num dado momento que mesmo a pessoa verdadeiramente arrependida, ela pode retomar o mau caminho. Ela está arrependida do erro. é verdadeiro, mas ainda não tem a força moral suficiente para tomar um outro caminho e acaba às vezes repetindo no mesmo erro, delinquindo em outros erros e atrasando o seu processo de evolução. Mas eu gostaria de finalizar minha fala recordando a questão que ontem eh eu mencionei, que eu acho assim uma pérola de Manuel quando a gente fala desse assunto arrependimento. Questão 182 da obra Consolador, que o arrependimento ele não surge de uma para outra hora. O remorço, os impulsos de remorço são as energias que precedem o arrependimento. Então, vejam que muitas vezes o indivíduo, o ser espiritual, ele vai tendo esses episódios de remorço,

para outra hora. O remorço, os impulsos de remorço são as energias que precedem o arrependimento. Então, vejam que muitas vezes o indivíduo, o ser espiritual, ele vai tendo esses episódios de remorço, episódios onde ele é convidado, seja por familiares, por amigos encarnados, sejam pelos benfeitores espirituais, pelo anjo da guarda que se aproxima dele, intuindo a rever aquilo que ele, a forma como ele procedeu. E ali começam estas gotas de remorço que vai preparando mais cedo ou mais tarde este arrependimento conforme propõe o nobre codificador. Só que cada um de nós, cada espírito vai lidando de um jeito com esses impulsos de remorço. Aqui na terra vem o remorço. Ai não deveria ter feito. O que que a pessoa faz? Vem essa gota de culpa. As fugas psicológicas. Eu vou anestesiando este remorço pelo prazer, pelos vícios, pelas compras compulsivas. Então, existem muitas maneiras de vir este impulso de remorço que está preparando o arrependimento e eu ir anulando naquele momento a sua eficácia. Então, a vida na Terra, esta correria da vida moderna, esse materialismo vivencial, infelizmente propicia as espíritos invigilantes meios de ir contendo, limitando, anestesiando esses impulsos de remorço. Quando aulália, muito inspirada, citou a reunião mediúnica, e ali a reunião mediúnica é um verdadeiro laboratório de aprendizado para nós. E nesse quesito arrependimento é com muita frequência. Coincidentemente na semana passada em nosso grupo mediúnico, vem um espírito feminino dar uma comunicação. Havia se suicidado, estava no mundo espiritual. Ela suicidou-se por quê? porque ela já estava quase assim num regime de convivência com o rapaz, um namoro prolongado, e ele acabou a trocando pela amiga. Ela entrou num processo de desespero e acabou suicidando-se. No mundo espiritual, ela depois de algum tempo, ela ali não delimitou o tempo, mas ela estava ali agora obsediando este ex-companheiro, gerando a ele muito sofrimento. Então, logo no início da comunicação, ela chegou assim com muito ódio e externando

a ali não delimitou o tempo, mas ela estava ali agora obsediando este ex-companheiro, gerando a ele muito sofrimento. Então, logo no início da comunicação, ela chegou assim com muito ódio e externando um desejo de vingança contra ele. E num diálogo muito bem conduzido pela dialogadora, etc. depois dali uns 5 minutos, 7 minutos, ela vai arrefecendo, vai melhorando e ali no final brota, né, ali um indício de arrependimento. E uma questão que o benfeitor veio explicar depois, como é que o espírito chega neste estado tão raivoso e às vezes após o diálogo, ele já começa a externar uma necessidade de recuperação e arrependimento. E aí o benfeitor explicou a ação da espiritualidade nesse tempo que precede a reunião mediúnica. trabalhando esses impulsos de remorço no espírito, no mundo espiritual. No caso dela, ela já vinha sendo há muito tempo visitada por benfeitores espirituais que oravam por ela, que a envolviam e iam trabalhando no seu psiquismo este remorço que abriria a porta para o arrependimento. Então, não é que aquele arrependimento inicial na reunião mediúnica surgiu milagrosamente. É porque os benfeitores já vinham trabalhando há muito tempo com ela no mundo espiritual esses impulsos de remorço. Então aqui a gente vê como a questão do arrependimento, ela vem sendo muito bem preparada pela espiritualidade. Agora cabe a cada um de nós converter os impulsos de remorço, tornar a culpa produtiva, a fim de que gere o verdadeiro arrependimento, a fim de que sigamos nas etapas da expiação e da reparação. Muito bem decididos. Perfeitas as abordagens e a gente vai percebendo a maneira pela qual Jesus foi nos conduzindo. Porque ao nos dizer isso, em verdade, em verdade vos digo hoje, entrarás comigo no reino dos céus. Pela fala dos três, nós começamos a perceber que o arrependimento trazido ao coração é esse primeiro passo do reino dos céus. E então, olha a fala de Jesus como é assertiva e como Kardec faz essa anotação e traz toda essa correspondência entre evangelho, a

endimento trazido ao coração é esse primeiro passo do reino dos céus. E então, olha a fala de Jesus como é assertiva e como Kardec faz essa anotação e traz toda essa correspondência entre evangelho, a codificação, a justiça divina e como tudo está entrelaçado. O item 17 do Código Penal da vida futura, o codificador continua falando sobre o arrependimento e diz que ele acontece a qualquer tempo, em toda parte, mas coloca também que quando a gente prolonga esse fator do arrependimento, a gente tem e alberga mais sofrimento. E aí eu queria escutar da Jamile quais são as características nossas, Jamile, que costumam impedir que a gente adentre e anua com esse processo do arrependimento. >> É interessante que nós pensemos o seguinte. Enquanto ouvia a Luziane, lembrei da questão 991. Qual a consequência do arrependimento no estado espiritual? desejar o arrependido uma nova encarnação para se purificar. Eis uma parte da resposta. Isso faz com que nós imaginemos o seguinte: se estamos reencarnados e nós temos as etapas, até o nosso nível evolutivo vai anunciar que estamos em condição de expiação para chegar nela. Antes eu precisei me arrepender para que a gente consiga passar por essas três etapas até chegar a reparação, considerando que o arrependimento, como vimos na assertividade de Jesus com Dimas, é o primeiro passo. Arrepender-se significa que eu reconheci que algo que fiz em conformidade com as leis divinas. Então eu vou começando a experimentar um desejo. E aí nós estamos falando não da condição de espíritos encarnados, almas, como nos autodenominamos a partir do conhecimento que Kardec nos lega, aquele que consegue ter uma visão mais ampla. E eu acho isso muito interessante, como os espíritos nos trazem, que encarnados nós não temos essa consciência ampliada de que é muito mais interessante buscar o nosso crescimento e resolver os problemas que nós mesmos criamos, ao invés de estar se preocupando na aquisição das questões materiais, do status, das relações profissionais, enfim, o espírito ele

r o nosso crescimento e resolver os problemas que nós mesmos criamos, ao invés de estar se preocupando na aquisição das questões materiais, do status, das relações profissionais, enfim, o espírito ele olha o que é que eu posso fazer para acelerar o meu crescimento espiritual e o arrependimento vai me trazendo um incômodo tão grande que é o que o próprio Kardec nos apresenta. A dor moral, ela é muito maior do que a dor física. Primeiro porque a dor física ela tem uma temporalidade, ela tem atenuantes, outras podem até perdurar, mas física, ela então assume mais ainda o seu caráter temporário. Mas a dor moral, se ela acompanha o espírito, esse incômodo estará acompanhando este ser onde quer que ele esteja. Então essa sensação, ela não tem um termo. Independente de estarmos ou não corpo, essa dor nos acompanha. E o que faz com que ela perdure? Mesmo que aquilo já me desperce um certo incômodo. Significa, como o próprio codificador nos disse, ainda estamos a nos compra no mal. Ele pode incomodar, ele pode trazer uma sensação de que posso fazer melhor, mas ainda algo que me mantém naquela condição. Podemos pensar que o contexto em que estamos envolvidos pode nos arrastar para a sua manutenção. Sim. E aí quando falamos de justiça divina, Deus também observa atenuantes e agravantes. Vai observar também a intencionalidade das nossas ações. E a misericórdia vai se manifestando quando a gente e lê e percebe e sente a afirmativa de que mesmo para o espírito embrutecido, apenas uma, mesmo que seja pequena ação no bem, será contabilizada a seu favor. Nada diante de Deus se perde. O nosso julgamento restrito e limitado pode olhar o outro ser e dizer: "Não tem jeito, não vai progredir, não tem mais uma condição de evolução". E o próprio livro dos espíritos vai nos dizer: "É tempo quando estamos encarnados de rever os nossos atos." E a resposta vai dizer que pode haver tempo, mas o que realmente importa, encarnado ou desencarnado, que o espírito consiga arrepender-se, perceber que ele precisa

encarnados de rever os nossos atos." E a resposta vai dizer que pode haver tempo, mas o que realmente importa, encarnado ou desencarnado, que o espírito consiga arrepender-se, perceber que ele precisa traçar uma outra rota. E mais uma vez lembrando o presente que tivemos ontem à noite com o nosso companheiro, não temos uma vida definida e definitiva após o nosso retorno ao mundo espiritual. Se assim o fosse, não valeria o arrependimento, porque eu já teria uma pena fixada e padeceria desse sofrimento, pensando que somos imortais para todo sempre. Nesse sentido, a justiça divina se manifesta porque eu posso ter tido uma vida muito curta, na qual delinqui e que outra oportunidade poderia aparecer se eu tivesse mais anos de vida. Então, outras possibilidades reencarnatórias vão aparecendo. Mas essa questão que Luziane nos traz para reflexão é que primeiro, se já estamos cansados, enfadados de algum hábito, comportamento e pensamento, é preciso observar o que ainda faz com que não o abandonemos. Ainda experimentamos algum prazer nisso? É condicionamento? É uma repetição mecânica que não consigo perceber. Nesse sentido, que hábitos eu posso adotar para substituir algo que me incomoda, que já me desperta essa sensação de sofrimento e inadequação e que ainda não consigo vencer? E o que fazer nessas situações? Todos nós conhecemos as estratégias e são tão simples como o nosso modelo e guia. Oração, permanência ativa e persistente no bem e autoobservação. Porque a gente sai de um estado de inconsciência, porque a gente começa a sentir que as ideias não estão correspondendo aos fatos. tem uma espécie de vácuo, intervalo daquilo que anseio e do que estou vivendo. E eu vou conseguindo então preencher essas lacunas e esses vazios quando percebo aquilo que está causando o incômodo e que eu não tive a possibilidade de perceber. É preciso ao escutar a si mesmo, conheceis a verdade e ela vos libertará. Aí sim, como Dimas na primeira etapa do arrependimento, identificando o que me faz mal e eu não

e a possibilidade de perceber. É preciso ao escutar a si mesmo, conheceis a verdade e ela vos libertará. Aí sim, como Dimas na primeira etapa do arrependimento, identificando o que me faz mal e eu não percebo, lembrando que mal é ignorância em relação ao bem, eu consigo então sair desse estado de apatia moral e conseguir tornar a minha vontade passiva em vontade ativa. quando me percebo como potência, como essência, capaz de reviver o que o Evangelho apresenta e de transformar o meu mundo interno na grande possibilidade de crescimento, nos observemos, aproveitemos o incômodo para perceber a sua origem. Identificada origem, mudar os hábitos. Mudando os hábitos, adotamos novos costumes. Novos costumes, novas e boas companhias. Novas e boas companhias. Outra psicosfera, outra psicosfera. Não temos alternativa a não ser crescer como o mestre propôs. E a gente vai percebendo pela fala de cada um que esse processo de arrependimento vai sendo uma construção. E aí nós nos recordamos da segunda parte agora do livro Céu e Inferno. Ontem o Alessandro nos falou dos casos, são inúmeros exemplos que a gente encontra nessa segunda parte, trazidos em sete classificações e uma delas nós temos os criminosos arrependidos. E tem um em específico que traz uma frase preciosa pra gente. O Jax Lator, ele foi condenado a pena de morte, executado por conta dos crimes que cometeu e quando chega no plano espiritual observa os feitos, as situações e é embuído de um arrependimento sincero. Mas o que é interessante é que ele tem vários embates. Ele não foi evocado. A sua primeira presença na Sociedade Espírita de Paris é através da própria espontaneidade. E eu fiquei até refletindo o quanto a condução para o arrependimento nos faz com que espontaneamente busquemos o auxílio. E naquele contexto, depois ele vai ser evocado por mais quatro vezes. E a gente tem essas comunicações riquíssimas onde em uma delas ele aponta que agora a sua dor, o seu sofrimento era justamente pelo fato de ter se arrependido.

e vai ser evocado por mais quatro vezes. E a gente tem essas comunicações riquíssimas onde em uma delas ele aponta que agora a sua dor, o seu sofrimento era justamente pelo fato de ter se arrependido. E aí a gente ficou pensando, será que Judas não vivenciou esse tipo de aspecto? arrepende-se, mas eu não consigo lidar com esse arrependimento. E aí, Lali, eu queria te escutar um pouquinho como é que a gente faz para diante desse contexto. A gente fez o processo, arrependeu-se, mas ali não está estagnado, não está paralisado o processo do arrependimento. Ele continua pra gente dar conta dele, lidar com ele e perceber até a própria fortaleza dos próximos passos. Como é que a gente faz isso, Láliia? A história de Judas, para mim particularmente fala de cada um de nós, porque criou-se uma imagem do traidor, né? Não levaram em conta qual era realmente a finalidade de Judas. Ele acreditava que todos precisavam conhecer a grandeza do seu mestre e que diante de tantas provas que Jesus já havia dado de que superaria ou que todos os obstáculos se dobrariam à grandeza dele, Judas tinha absoluta certeza de que ninguém pegaria Jesus. tampouco o condenariam, que ele estava apenas acionando a parte material da missão de Jesus, né? Então, a fase que vem após o arrependimento, eu considero comparada a um abismo. E quando Jesus, o Alessandro contou ontem a entrada de Jesus nos abismos indo em direção a Judas e posteriormente a mãe de Jesus, que é quem de fato lhe dá a mão, nos mostra que essa fase é de uma fragilidade para cada um tão grande, porque mesmo E, infelizmente, principalmente quando estamos fazendo o caminho de volta, é que recebemos as maiores críticas. Eu me recordo de uma mãe que colocou um filho para escalar uma montanha e todos diziam que ele não iria conseguir. E a mãe sorria dizendo: "Ele vai chegar ao topo". O povo quanto mais via o esforço do menino, mais gritava: "Ele não vai conseguir, ele não vai conseguir". E a mãe banhada em lágrimas tinha a certeza absoluta de que o filho conseguiria e

ar ao topo". O povo quanto mais via o esforço do menino, mais gritava: "Ele não vai conseguir, ele não vai conseguir". E a mãe banhada em lágrimas tinha a certeza absoluta de que o filho conseguiria e consegue. Mas ela faz a grande revelação. Ele era surdo. Quantas vezes nós estamos fazendo a escalada com esforço incrível? E aqueles que deveriam nos apoiar, estar ao nosso lado, são exatamente os que descreem de que nós iremos seguir e alcançar o topo. Então, o arrependimento ele também serve para nos mostrar lugares da nossa casa íntima em que não visitamos há muito tempo. Lugares que consideramos desabitados. Por quê? Porque não os cultivamos. Quando tudo está bem nossa vida, nós costumamos naturalmente nos distanciar da religião, nos distanciar de Jesus. Estamos com saudades de Jesus e com absoluta certeza cada um de nós, porque somos espíritos imperfeitos, estamos num ponto do caminho do nosso arrependimento do passado. E o espiritismo, essa monumental obra do Consolador é exatamente aquela que pode nos dar a mão, que pode dizer que cometemos erros. Sim, cometemos. Cometemos porque somos ignorantes, porque não é possível. mesmo aos que não são espíritas, que se todos tivéssemos certeza das consequências dos nossos equívocos que os cometeríamos. Então, a nossa ignorância, o tempo que vivemos mergulhados no instinto, esse instinto que busca escalar essa montanha, essa montanha do crescimento intelectual, moral, principalmente este último, porque ele é capaz de encarar com dignidade o defeito do nosso próximo e tornarmos o nosso próprio, o nosso próximo, um espelho onde reflitam as nossas próprias deficiências, motivo maior para nunca caminharmos a sós. Aquele que se arrepende na solidão tende a sofrer excessivamente mais. Eu agora parei para me lembrar a frase de Joana de Ângeles, né? Seja solidário. Solidário para não ser solitário. Então, o que que está faltando a nós espíritas? Rumos, horizontes, esclarecimentos. Não, humanidade enxergar o outro e saber que o meu

de Ângeles, né? Seja solidário. Solidário para não ser solitário. Então, o que que está faltando a nós espíritas? Rumos, horizontes, esclarecimentos. Não, humanidade enxergar o outro e saber que o meu arrependimento ele não deve produzir repetências. Ah, eu tenho que passar exatamente por aquilo que me fez cair no erro. Jesus nos convida, em primeiro lugar a crescer na prática do bem. Quando praticamos o bem, por si só, o bem vai afogando o mal, vai deixando rastros, vai acendendo luzes. Quando Judas atirou-se ao precipício, tendo ao redor os discípulos que com ele no dia anterior dividiram a mesa, ele gritou aos nossos olhos todos. E, infelizmente até hoje e no meio espírita há criaturas que ainda guardam a fisionomia do Judas, que supostamente traiu Jesus. Mas o arrependimento dele, sem a mão amiga dos que com ele caminhavam, fez com que ele atirasse-se ao abismo do suicídio. Mas perguntamos: "Foi tão grave a condição de Judas? foi mais grave do que no fundo, no momento do Gólgota. Ninguém, a não ser João, de todos os que dividiram a mesa da Santa Ceia com Jesus, também o abandonaram. não se atiraram ao abismo do suicídio, mas com certeza atiraram-se ao abismo do medo, ao abismo da ignorância, ao abismo da falta de fraternidade para com o mestre. E nós hoje em que abismo habitamos agora? Como nos sentimos às vezes, o próprio Judas, que para relevar Jesus, acabamos comprometendo-lhe a obra, porque queremos adaptar a obra de Jesus aos caminhos da materialidade, quando a materialidade precisa de fato mergulhar nos caminhos de Jesus. O Alessandro pediu também para fazer um comentário, mas antes disso, só para lembrar a todos vocês que a gente vai ter um intervalo às 10:30 e quando a gente retomar às 11 aqui, o momento será com as perguntas que vocês trouxerem pra gente. Então a gente convida vocês a anotarem essas perguntas, quem tá aqui no presencial, entregar pra nossa equipe de apoio que tá aí tão gentilmente apostos e quem tá acompanhando virtualmente também colocar no chat as

convida vocês a anotarem essas perguntas, quem tá aqui no presencial, entregar pra nossa equipe de apoio que tá aí tão gentilmente apostos e quem tá acompanhando virtualmente também colocar no chat as suas perguntas para que aqui a gente possa dar o tom da conversação após o nosso intervalo. >> A a Eulália foi assim muito feliz ao lembrar esse episódio de Judas, a questão da solidão. E muitas vezes nós estamos lidando com esse arrependimento, com essa culpa, com essa dor moral. E às vezes o orgulho ou outras questões nos impede de pedir ajuda. A obra, o essencial foi a última obra da Amélia Rodrigues, que eu sempre digo fechou de chave de ouro. Ela traz lições de Judas ali que eu fiquei assim espantado no bom sentido. Num dos capítulos vai mostrar Judas conversando com o Cristo e revelando essa dificuldade de convivência com o grupo apostólico, né? Ele tinha dificuldade de amar, ele tinha dificuldade de conviver. E ele fala ali na obra essencial, com exceção de João, e acho que pela ternura de João, pela que João realmente tinha no campo do sentimento era algo eh diferenciado, né? E com exceção de João, com os demais eu tenho dificuldade de convivência, parece que eles me reprovam. Então, ele tinha essa dificuldade. Então, talvez ele não tinha sentido por limitações dele, uma abertura para gritar. eh é eh por socorro e acabou tendo esse desfecho e lidar com o arrependimento e com todas essas implicações psicológicas, emocionais, né? Eh, a nossa companheira Gamile trouxe esses passo a passo muito interessante. Eh, eu me lembro daquela de um episódio com Simão Pedro, porque Simão Pedro também vivenciou a culpa. No evangelho, nós vamos encontrar a expressão cair em si, né? Parábola do filho pródigo. Caiu em si. arrependeu-se, né? está reavaliando. Simão Pedro, após as negações, as três negações, ele cai num processo de remorço. Amélia Rodrigues, eu não vou lembrar a obra, talvez a Luziane lembre, numa das obras, ela descreve que aí a gente vê o potencial do Cristo enquanto aprisionato

gações, ele cai num processo de remorço. Amélia Rodrigues, eu não vou lembrar a obra, talvez a Luziane lembre, numa das obras, ela descreve que aí a gente vê o potencial do Cristo enquanto aprisionato na madrugada, Simão Pedro, nesse processo de remorço barra arrependimento, o Cristo o visita espiritualmente porque ele estava naquele exato momento lidando com arrependimento, culpa diante da negação que o Cristo já havia advertido antes. me negar antes que o galo cante três vezes. Imagine, mestre, jamais irei te negar. Aí mostra o quanto a gente se autodesconhece, principalmente diante das demandas complexas da vida. E aí o Cristo aparece para ele em espírito e repete uma frase que ele tinha dito, se não me falha a memória, na própria na Santa Ceia, Simão, Simão, o homem é mais frágil do que perverso. Eu acho que diante das nossas lutas íntimas, diante dos nossos arrependimentos, desse lidar com culpa, caminhar adiante, seguir no caminho do bem, ter este olhar empático conosco mesmo, o autoamor, porque às vezes a gente coloca essa pesta da perversidade, da maldade, se deprime e coloca para baixo. Somos frágeis. O Cristo foi pontual. O homem é mais frágil do que perverso. Foi um momento de fragilidade, de descuido, um equívoco. Aí sim eu acho que abre, alivia um pouco, permitindo para nós essas esses novos passos na direção eh da reabilitação espiritual. Então, vamos cuidar das nossas fragilidades, até porque a criatura humana, o ser imortal, nós somos tão complexos que trazemos dentro de nós luzes e sombras. Às vezes nós estamos arrependido de um equívoco, de um defeito que ainda trazemos. Estamos arrependido, mas às vezes outros defeitos e outros conflitos ainda existem em nós, os quais nós não fizemos esse mergulho íntimo, como eu lá falou, e os desconhecemos ou não reconhecemos aquele problema. E às vezes estamos cuidando de um ponto, o que é importante, mas às vezes não tendo este olhar para os outros, olhando para si com esta complexidade, às vezes serão estas outras fragilidades desconhecidas,

vezes estamos cuidando de um ponto, o que é importante, mas às vezes não tendo este olhar para os outros, olhando para si com esta complexidade, às vezes serão estas outras fragilidades desconhecidas, não observadas, não administradas por nós, que abrirão portas para que esse arrependimento não siga de forma saudável adiante. E aí abre porta para pode surgir nas perguntas a Luziana pode as influências espirituais que vão tentar dificultar a nossa reabilitação espiritual. Então o convite da doutrina é esse convite para esse olhar global para dentro de nós, mas com alto amor, sem querer punir-se, né? e pedimos ajuda. Eu falo assim porque parece que o espírito ele tem uma dificuldade de pedir ajuda. Eu trabalho com atendimento fraterno na casa espírita há muito tempo. Normalmente o próprio espírita não busca o atendimento fraterno da casa espírita. Tem vergonha? O que que o trabalhador vai pensar de mim? O que que ele vai dizer? Primeiro que existe o sigilo no atendimento espiritual. Segundo que nós temos que criar este hábito de buscarmos o atendimento fraterno da casa espírita, nem que estejamos ali conversando com um amigo de tarefa espírita. Temos que ter esta humildade, se não nos sentimos à vontade no atendimento formal da casa espírita, chamar para um diálogo pessoal e que nós estamos nesse processo de arrependimento, de reavaliação, com esses dramas íntimas e queremos melhorar. Porque o arrependimento, e eu finalizo aqui, eh, ele muitas vezes não tem só a ver com o mal que eu fiz para alguém. Há uma comunicação espiritual na revista espírita de janeiro de 58. do Sr. Morrison estava nesse processo de sofrimento no mundo espiritual, iniciando o arrependimento. E aí o São Luís complementa a comunicação dizendo: "Ele sofre pelo bem que ele não fez". Muitas vezes arrependimento também tem a ver enquanto ainda estamos aqui na jornada evolutiva, com o bem que nós estamos deixando de fazer, com as tarefas que estamos deixando de assumir na casa espírita, por exemplo. Então, a

o também tem a ver enquanto ainda estamos aqui na jornada evolutiva, com o bem que nós estamos deixando de fazer, com as tarefas que estamos deixando de assumir na casa espírita, por exemplo. Então, a questão é muito complexa, mas fiquemos com esta frase amorosa do Cristo. O homem é mais frágil do que perverso. >> Perfeito. E aí a gente queria trazer um ponto para encerrar essa primeira etapa, onde a gente gostaria de ouvi-los. Nós estamos conversando aqui e nós vimos que o próprio arrependimento, quando a gente tem o processo de consciência, ele ocorre e permite que a gente tenha aspectos emocionais. A partir daí, quando a gente tiver fazendo as coisas erradas e não tem processo de consciência, a gente fica até indiferente. Aquilo ali nem tem uma repercussão. Mas como vai? À medida que a gente vai amadurecendo, se vai trazendo fatores emocionais. E aí é interessante porque um ponto crucial na história da humanidade é aquele encontro de Saulo a caminho de Damasco com Jesus. Naquele momento, Saulo encontra-se com a verdade e nos parece que arrepender-se, e é o que ele faz ali naquele momento, às vezes a gente fala: "É o convertido de Damasco, é o processo inicial da conversão. Ali ainda não está completo porque precisam das outras etapas, mas o ponto inicial é ali. E naquele ponto inicial nos parece que quando a ficha cai, quando a gente percebe as coisas que estão equivocadas em nós e a gente arrepende-se, parece que é um processo de reconciliação consigo mesmo, com Deus. Parece que as coisas vão se ajustando e por mais que orgulho, vaidade, venham para querer nos retirar daquela ação e adentrarmos outros processos de culpa, de distanciamento, mas é um processo de reconciliação com o Pai. E tem uma mensagem linda da benfeitora Joana de Angeles no livro Liberta-te do Mal, quando ela fala nas trilhas de Jesus. Ela vai dizendo que aquele que se envereda nas trilhas de Jesus encontra os obstáculos, as dificuldades, mas arrependido das faltas cometidas, investindo-se nessa vontade que aqui foi

rilhas de Jesus. Ela vai dizendo que aquele que se envereda nas trilhas de Jesus encontra os obstáculos, as dificuldades, mas arrependido das faltas cometidas, investindo-se nessa vontade que aqui foi falado, na coragem, todas essas coisas lindas que os nossos irmãos falaram, vai permitindo que chegue ao final da jornada. E ao chegar na final da jornada encontra o pai de braços abertos. é o filho pródigo que cai em si, faz o caminho de retorno e a gente percebe a festa linda que o Pai faz, trazendo a túnica, a aliança, o calçado para comemorar por conta daquela expressão que Jesus coloca na parábola. O filho estava perdido e agora foi encontrado. Estava morto e agora vive. Eu queria que os nossos amigos aqui falassem um pouquinho pra gente encerrar essa primeira etapa dessa receptividade do Pai após esse processo que inicia com arrependimento. É esse ponto, é esse passo inicial. Eu quero, eu preciso, eu vou conseguir esse ponto inicial, porque admitir faltas não é fácil. e dá essa ideia inicial, a gente consegue seguir. E essa alegria depositada nessa nesse abraço do Pai, nessa misericórdia do Pai. Eu queria que a gente comentasse um pouquinho isso. Quem pode começar >> aqui? Existem diversos aspectos. Eu vou pontuar um deles nessa trilha de Jesus, como a Luziane trouxe. Eu acho que a doutrina espírita é um convite para que a gente possa buscar esta essa vitalidade, esta energia nova para que a gente possa se reconstruir a partir do arrependimento. E isto é muito a história de cada um, a nossa história milenar. Eu acho assim muito interessante, eh, a Luziane trouxe aqui de forma inspirada e a história de Saulo e Paulo. Vejam a conversão de Saulo em Paulo. Ele já trazia uma energia, uma vitalidade canalizada para o caminho errado. Por isso que ali na estrada de Damasco, depois de refletir 3 anos no deserto, a viagem interior, fortalecer-se, aí ele segue aquela caminhada que nós conhecemos como o grande divulgador do cristianismo, a legítima conversão. Mas ele, espírito já trazia este ímpeto,

no deserto, a viagem interior, fortalecer-se, aí ele segue aquela caminhada que nós conhecemos como o grande divulgador do cristianismo, a legítima conversão. Mas ele, espírito já trazia este ímpeto, este bom ânimo na frase do Cristo, essa energia. Porque muitas pessoas diante do arrependimento sincero deprimem-se, ficam apáticas, desanimam, não sabem para que caminho ir, qual o primeiro passo a dar e ficam nesta eh nessa carência de energia, essa carência de vitalidade. A questão 90 do livro dos espíritos nos fala que vontade, com pouco de vontade, nós seríamos capazes de realizar coisas extraordinárias. Mas veja, é um pouco do espírito. Às vezes o espírito na sua trajetória já vem trazendo essa vitalidade, essa energia, esta tendência a agir. Ainda que esteja no caminho errado, quando ele muda o foco, ele segue com esta mesma energia no caminho do bem. Então, nós temos que construir em nós esta energia. Então, Saulo trazia, fez a mudança de rumo de foco, seguiu ativamente no bem. Então, há pessoas que muitas vezes ficam paralisadas nessa lamúria, dizendo-se na linguagem espírita, sou espírito inferior, que que devo fazer? E a casa espírita, a as a literatura espírita, a tarefa espírita, o caminho bem pujante. E ali nessa estrada do bem, como é o Lália falou, ali pouco a pouco nós vamos nos alimentando dessas energias boas, né? Eh, foi citada a questão da psicosfera. ali nós vamos construindo energia, bom ânimo para seguir adiante. Então, tomemos muito cuidado com apatia, com desânimo. É uma porta para a influência espiritual. Então, assim, eu fiquei muito eh instigado com algumas histórias como essa de Saulo. E o Raul Teixeira, a certa feito, numa palestra ele contou algo assim que me impactou muito, que tem a ver com esta energia que nós vamos construindo. Alguns já as têm, mas pro caminho errado. Mudou o rumo, facilita. Outros não a têm e ficam muitas vezes nesta apatia espiritual. O Raul conta a história daquele que foi eh o assassino de Abraham Lincoln, John Bootth. E é

s pro caminho errado. Mudou o rumo, facilita. Outros não a têm e ficam muitas vezes nesta apatia espiritual. O Raul conta a história daquele que foi eh o assassino de Abraham Lincoln, John Bootth. E é interessante que na revista espírita tem o Kardec recebe dos Estados Unidos da América uma comunicação espiritual falando inclusive que Abraham Lincoln, uma alma nobre, depois de assassinado por John Boot, que envolvia até questões de da escravidão dos escravos, aquela cultura escravocata que o Abraham Linco estava começando e querendo e desejando acabar nos Estados Unidos, ele é assassinado. Ele próprio depois vai socorrer no mundo espiritual o seu assassino. Certamente este espírito do assassino já trazia uma energia equivocada, mas trazia. Ele certamente arrependeu-se no mundo espiritual, mudou o foco, o olhar como Saulo e ele reencarna, sabe com como com qual personagem? Martin Luther King Júnior é uma reabilitação impressionante. Eu falei: "Meu Deus do céu, que revelação. Como que o espírito numa reencarnação anterior escravocrata, matou Abraham Lincol? Na próxima, Martin Luther King, porque já trazia esta energia que estava só mal canalizada. Então eu gostaria de chamar a nossa atenção que eu acho que nessa caminhada e outros vão trazer certamente outras estratégias e alertas, mas eu acho que esta energia, este vigor que nós temos que, se não trazemos, nós temos que construir para que a partir do arrependimento possamos seguir, como foi dito, nas trilhas do Cristo. E se não as temos, nós podemos construir isso através do estudo, através da prece, através falando um pouco da casa espírita, através das tarefas que a casa espírita nos traz. nos qualifiquemos, procuremos a tarefa espírita que está aberta para nós, a fim de que ali no passe, na mediunidade, no trabalho voluntário, no atendimento fraterno, na recepção da casa espírita, entendendo a importância de estar engajado no bem, sem pressa, pouco a pouco nós vamos edificando em nós esta energia, esta vontade, esta luz, a fim de que a partir

erno, na recepção da casa espírita, entendendo a importância de estar engajado no bem, sem pressa, pouco a pouco nós vamos edificando em nós esta energia, esta vontade, esta luz, a fim de que a partir do arrependimento possamos trilhar um caminho caminho seguro nas trilhas do Cristo. E o caminho seguro nos é facilitado. Quando eu digo facilitado, não é que a gente receba algo que não está no campo do merecimento. E olhe que além disso a gente tem a afirmativa do acréscimo de misericórdia. Então eu fico pensando o tamanho dessa amorosidade que não vamos conseguir aquilatar no momento em que estamos evolutivo, mas que a gente percebe e sente. que se eu tenho aquilo a fiz juiz e ainda consigo por misericórdia e amorosidade contar com este acréscimo, é difícil realmente colocar em palavras ou mensurar o gigantismo desse amor. Então, se você não tem as condições adequadas por acréscimos de misericórdia, eu lhe concedo pelo convívio social, por outras pessoas que estão contigo, pelos espíritos que estão ali te emulando ao progresso, você tem uma constituição favorável ao seu crescimento espiritual. Quando Luziane nos pediu para fazer essa reflexão, eu lembrei da questão 999 em o livro dos espíritos, em que o questionamento é: basta que nós nos arrependamos para que encontremos graça diante de Deus? E a resposta não. É preciso que o arrependimento aconteça para que essa trilha seja então iniciada e aí sim cheguemos ao Pai. E aí a gente volta para o início com Dimas. Perceber que quando nós nos arrependemos é nos tornar dispostos e disponíveis para receber ajuda divina faz com que a gente perceba que ao invés de olhar o planeta como um lugar onde sofrimento campeia, onde só as dificuldades existirão, mas enxergá-lo como a grande manifestação dessa amorosidade que me permitiu estar em um planeta escola, porque diante do arrependimento que apresentei, todas as condições se apresentam para que eu as aproveite, estando desperto para tal, para chegar ou retornar a Deus. Então, nesse

em um planeta escola, porque diante do arrependimento que apresentei, todas as condições se apresentam para que eu as aproveite, estando desperto para tal, para chegar ou retornar a Deus. Então, nesse sentido, saber que está sob o meu controle e responsabilidade, aproveitar o que me é conferido para chegar a Deus e não lamentar os desafios, mas enxergá-los como possibilidades educativas, facilita a caminhada, porque com Jesus o julgo é suave e o fardo é leve. Mesmo que eu tenha trazido esse fardo para colocar sobre os meus ombros por invigilância, por ignorância ou simplesmente por deixar ao largo o grande chamado da vida, que é da evolução. Continuemos nessa caminhada que estamos iniciando. Nós somos felizes e agraciados por estarmos encarnados e termos conhecimento da doutrina espírita que nos diz que roteiro devemos seguir e que se quisermos sermos os verdadeiros e genuínos arrependidos, como aqui já foi trazido, sigamos a nossa rota com êxito, com esperança, lembrando que o bem deve ser feito a todos, porque não temos a condição de saber a quem prejudicamos. E se não tivermos prejudicado, nunca será bastante fazer o bem a todo e qualquer semelhante. Assim conseguiremos chegar a Deus, arrependendo-se, caminhando com as oportunidades que chegam, porque logo ali a perfeição nos aguarda. Vai encerrar, porque chegou o horário, lembremo-nos de João Batista dizendo: "Ao anunciar o Cristo, arrependei-vos para estardes maduros para iniciar o processo de reparação moral". Aí perguntamos, olhando o filho pródigo, "Mas em que trajeto eu estou? Eu ainda estou indo ou eu já estou voltando? E obviamente a resposta é: sinta Jesus. Porque Jesus olhou para Saulo e viu Paulo. Jesus olhou para Públos lentolos e viu Emanuel. Jesus olhou para Maria de Magdala, que adentrou a casa de Simão Pedro, entre olhares de reprovação, que atirou-se aos pés do Mestre, compungida pelos erros cometidos, e disse: "Senhor, eu estou acabada. Eu queria ser mãe e não posso. Falta-me a dignidade. E Jesus apenas lhe disse: "Maria, Maria,

ão, que atirou-se aos pés do Mestre, compungida pelos erros cometidos, e disse: "Senhor, eu estou acabada. Eu queria ser mãe e não posso. Falta-me a dignidade. E Jesus apenas lhe disse: "Maria, Maria, pois se Deus após o inverno sobre os monturos da terra faz voltar a nascer as flores da primavera?" O que Deus não é capaz de fazer, despontar nas ruínas morais do espírito imortal. Dê-lhe a mão, porque ele olha-nos hoje, sabendo o que seremos amanhã. Então, nós agradecemos a Eulália, Jamílio e Alessandro nessa primeira etapa que nós estamos encerrando. Vamos pro nosso intervalo. Às 11 horas estaremos aqui de retorno para as perguntas e respostas no nosso bloco final. Vamos retomar então esse momento. Agora a gente vai com as perguntas que vocês nos trouxeram. A gente recebeu tanto pergunta aqui com vocês que estão conosco fisicamente, presencialmente, mas também a gente recebeu perguntas virtuais aqui. Então, a gente vai colocar a primeira pergunta para Eulola, uma pergunta bem interessante que diz assim: "Eu dizer a luz da justiça divina dos pais que abandonam ou tiram a vida dos seus filhos em terra idade, quando na sua programação reencarnatória clamaram por uma nova oportunidade de retornarem com eles para resgatarem as faltas e abusos em existências pretéritas. Nós, em primeiro lugar não temos muito como assegurar que eles clamaram para ter esses filhos inseridos na programação reencarnatória. Porque normalmente quando nós clamamos de uma certa forma nós vamos com aquela marca do compromisso assumido. E trata-se de um processo de arrependimento que foi amadurecido, né? Porque se eu tenho pendências com eles do passado e ante o planejamento reencarnatório, eu suplico que venham comigo, eu já mostro uma maturidade espiritual, o que pode acontecer e que é algo tão importante e que não levamos muito em consideração. Porém, Allan Kardec e ofereceu todo um capítulo em o livro dos médiuns falando sobre a influência do meio, né? Então, o meio em que nós nascemos, o fato de estarmos

não levamos muito em consideração. Porém, Allan Kardec e ofereceu todo um capítulo em o livro dos médiuns falando sobre a influência do meio, né? Então, o meio em que nós nascemos, o fato de estarmos eh inseridos num corpo físico que coloca acima de tudo as suas necessidades imediatas. H, a, o campo em que atuamos e do qual recebemos essa influência. E é muito comum hoje nós vermos os casais jovens colocar acima de tudo o desejo da realização profissional, da estabilidade do lar. Então, eh, na época em que nós casamos, somente famílias com grandes recursos econômicos tinham condição de casar já com a casa adquirida. Nós não, né? A gente começava ali labutando num apartamento pequeno de aluguel e de uma certa forma os filhos vinham e atravessavam essa luta colhendo os nossos exemplos de esforço e crescimento. Agora não. Parece que o filho é o último adorno do casamento. literalmente um adorno do casamento. Infelizmente vamos negligenciando os cuidados direto com os nossos filhos a excelentes profissionais que não estavam atrelados ao planejamento reencarnatório. Então, obviamente, essas convivências em nossa ausência vai causando algumas diferenciações. Nós, por nossa vez, com essa falta de contato mais íntimo com aquele espírito que está nosso filho, podemos ir nos desconectando dos compromissos assumidos anteriormente. Consideramos e está no livro dos espíritos a pergunta 203, mas também lá na 583, que a paternidade é uma missão da qual seremos responsabilizados, que devemos oferecer aos nossos filhos todo o patrimônio moral. Não fala material. patrimônio moral que eles necessitam para poderem vencer todas os desafios, os obstáculos que eles surgem, que eles consigam vencer. E também no livro Pensamento e Vida de Emanuel, se eu não estou enganada, no capítulo 13, que fala de filhos, lá está que os pais e os mestres serão responsáveis por ocupar com os seus exemplos todo o campo cerebral. Não fala campo mental, fala de um HD novo, porque o nosso campo cerebral ele grava a parte

s, lá está que os pais e os mestres serão responsáveis por ocupar com os seus exemplos todo o campo cerebral. Não fala campo mental, fala de um HD novo, porque o nosso campo cerebral ele grava a parte instiva. Nós relacionamos a parte instiva apenas aquela condição de que não temos controle sobre as atitudes. O instinto é um alicerce da nossa casa espiritual. quando alçados ao grau de humanidade ou de espíritos com letra maiúscula. Mas o o instinto ele também vai se utilizando diante de que as nossas necessidades materiais deveriam estar se tornando menos densas, né? Então esse patrimônio que fica gravado, que vai formular os instintos revisados ou deveriam formular, eles vão oferecer nas reações instintivas, não mais aquelas que nós conhecemos da agressão, da da competição. Então eles vão ali gravar todas as atitudes. Vejam só que eles viram mesmo na idade em que nós achamos que não tinham capacidade de compreensão, eles vão gravar. E quando chamados ao enfrentamento, exatamente é isso que vem em primeiro lugar, acrescido imediatamente da reflexão do espírito. Então, quando nós nos desviamos desse planejamento que antecede dezenas de anos a concretização da família e chegamos ao ponto de abandonar ou de tirar a vida dos nossos rebentos, acho que ali nós estamos, infelizmente, assumindo a maior todos, o maior de todos os débitos morais para com a consciência divina a partir da nossa própria consciência. Então, eu acho que é um caso que vocês também poderiam, né, acrescentar. Então, pronto, vamos seguir. Jamile, sendo o arrependimento, você conversou um pouquinho aqui na sua fala, em algumas respostas, você colocou um pouquinho desse assunto que sendo o arrependimento, uma tomada de consciência sobre o equívoco, como nos sensibilizar para criarmos esse ambiente fértil, você falou da psicosfera para nos arrependermos. Como é que nós podemos criar esse ambiente fértil, propício ao arrependimento? Aí a gente vai adotar a recomendação muito bem conhecida da oração e da vigilância.

da psicosfera para nos arrependermos. Como é que nós podemos criar esse ambiente fértil, propício ao arrependimento? Aí a gente vai adotar a recomendação muito bem conhecida da oração e da vigilância. E umas algumas perguntas que são orientadoras para o nosso dia a dia. O que é que me mobiliza a assumir determinados compromissos e a tomar algumas atitudes? A segunda pergunta: isso auxiliará o meu crescimento espiritual? E a terceira pergunta, isso irá contribuir para a coletividade ou a comunidade em que eu estou inserido? E dessa forma, a alma refletindo, fica mais fácil que a gente consiga responder com base no que cada um compreende sobre o bem viver, fraternidade, colaboração, se o rumo que eu escolhi é o mais adequado. É interessante que a gente também aí pense que cada um, de acordo com as suas conquistas vai ter um entendimento e uma forma de ver a vida. Por isso que a ideia do julgamento não nos cabe. Se é a cada um, segundo as suas obras, a minha forma de enxergar e entender o mundo estará em consonância com aquilo que eu já consegui conquistar. Então, não julgueis para não serdes julgados vai muito desta ideia de que eu não posso ter domínio e nem conhecimento da caminhada que o outro já teve. Então isso nos permite cuidar muito mais do nosso mundo interno do que necessariamente ser aquele que vigia o mundo interno alheio. E ouvindo essa pergunta, eu lembrei de uma questão de O livro dos espíritos e a gente já ouvimos esse termo ontem, já ouvimos ele aqui hoje, que é uma questão de solidariedade. Os espíritos nos responsabilizam pelo nosso arrependimento, que é no momento em que percebemos que algo precisa mudar, e que também somos responsáveis por favorecer o arrependimento no outro pelo nosso exemplo, pelo nosso incentivo, que não é imposição. Quando a gente fala em estimular, incentivar, promover, favorecer, não é dizer: "Agora você precisará caminhar de acordo com a minha batuta". É oferecer ferramentas, exemplificações, espaços como este que estamos aqui, para

estimular, incentivar, promover, favorecer, não é dizer: "Agora você precisará caminhar de acordo com a minha batuta". É oferecer ferramentas, exemplificações, espaços como este que estamos aqui, para que se o espírito desejar, ele se valha desses conteúdos, conhecimentos de vivências e evolua. Se todos nós que aqui estamos ou em qualquer lugar deste orbe precisasse evoluir por imposição, já seríamos todos espíritos perfeitos. Jesus fez um convite. Quer ser um pescador de almas? Crêis que eu possa te curar? Não era nada da imposição. Agora vai ser assim. Você vai ser o meu discípulo, porque assim eu quero. Vem sempre dar vontade. Lembrar que vontade não é algo que aparece da noite pro dia. Vontade é uma construção do nosso cotidiano espiritual em que vamos, lembram do que a gente entende por passidoterapia? Substituição de moléculas maãs por moléculas sãs que no nos conferem saúde. Não é uma mudança radical e que promova a violência. É substituição paulatina e permanente. O que é que no nosso dia a dia precisa passar por alterações para que eu possa criar um campo propício ao arrependimento? Arrepender-se significa que ao observar a minha dinâmica espiritual, relacional, eu perceba que pontos ou me aproximam ou me distanciam da divindade. Noto que a minha atitude causa irritação no outro, malquerença, sensações de desagrado, significa que preciso rever algo em mim. As pessoas conseguem se manter em harmonia, equilibradas, felizes quando estão em meu convívio. São perguntas simples, mas que vão requerer disposição para obter respostas, porque elas podem não ser as respostas que esperamos. E caso não sejam, investamos na alteração comportamental. Quando investimos em nós mesmos, notem que eu não estou falando nada para o outro, a mudança se continue se constitui no nosso mundo interno, eu consigo fazer gradativas e significativas alterações nesse mundo íntimo. Aí a gente vai perceber que não são as pessoas em nenhum mundo que precisa mudar. Sou eu que preciso fazer o movimento e

no, eu consigo fazer gradativas e significativas alterações nesse mundo íntimo. Aí a gente vai perceber que não são as pessoas em nenhum mundo que precisa mudar. Sou eu que preciso fazer o movimento e eu passo a enxergar o mundo com um outro colorido, uma outra beleza. Já notaram que às vezes tem um tema que a gente não se preocupa, uma leitura que a gente nunca se deu conta, um conceito que para algumas pessoas já é de domínio, mas eu nunca tinha prestado atenção. Quando nos damos conta, parece que todo mundo tá falando da mesma coisa. os livros e as sugestões e as conversas aparecem voltados para aquele tema e a gente diz: "Nossa, eu nunca tinha percebido, estava diante do meu nariz". O meu movimento interno é que vai fazer com que eu perceba, preciso mudar aqui, preciso alterar a colar, me relacionar de forma mais qualificada, estabelecer mais conexões com o divino por meio da prece, pela prática do bem, boas leituras, conduta responsável e refletida. Aí criaremos uma dinâmica energética e espiritual que vai favorecer o arrependimento. Arrepende-se quem consegue se autoobservar. Ao identificar o que precisa alterar, dispostos nos colocamos e os bons espíritos, não que eles apareçam, eles se tornam visíveis para a nossa caminhada. >> Muito bom, Alessandro. Tem aqui um comentário a pedindo um comentário seu acerca da frase bandido bom é bandido recuperado em substituição a uma frase bandido bom é bandido morto >> e infelizmente essa segunda frase ela é muito utilizada principalmente quando acontece um crime de alta gravidade que ganha uma repercussão nas mídias se você fizer uma pesquisa, isso Isso já aconteceu dias após a um crime de grande como social, as estatísticas aumentam muito, que bandido bom é bandido morto. A estatística chega a 50 a 55% num país cristão, onde as pessoas asseveram que a pena de morte deveria ser utilizada para esses casos. Portanto, o bandido bom é bandido morto. Na verdade, na percepção espírita, nós entendemos de forma bem diversa. Bandido bom é bandido

veram que a pena de morte deveria ser utilizada para esses casos. Portanto, o bandido bom é bandido morto. Na verdade, na percepção espírita, nós entendemos de forma bem diversa. Bandido bom é bandido recuperado. O problema é que o tempo de Deus é outro. Aí o Láliia falou do Cristo olhando para Saulo e enxergando Paulo, né? olhando para Maria Madalena e vendo que ela construiria ao longo do tempo. Então, quando nós olhamos para um bandido, um criminoso, um delinquente, falando aqui mais desse sistema prisional, nós temos que ter esse olhar de imortalidade da alma e de toda essa complexidade do arrependimento, da expiação e da reparação que muitas vezes não se dará nesta reencarnação. Mas nós somos convidados a seguir a proposta do Cristo, da parábola do semeador. Nós vamos estar semeando, jogando ideias boas, estimulando este criminoso a fim de que ele possa num dado momento da eternidade, pode ser nesta vida, conhecemos história de pessoas que se reabilitaram ainda nesta vida e cometeram crimes graves, né? ou ele vai cuidar disso ao longo das próximas reencarnações. Então, nós não temos pressa. A questão do delinquente, do criminoso, eu sempre gosto daquela frase do Chico. Chico Xavier é impressionante que quando ele visitava naquela época, 1950, eh, hoje o sistema penitenciário ganhou uma proporção realmente inimaginável. Nós visitamos presídios com 2000, 2500 presos no estado de São Paulo. Naquela época eram as chamadas cadeias públicas, poucos presos. Mas o Chico é interessante porque ao visitar as cadeias e ele fazia essa proposta de ajudar na recuperação desses que delinquiram, mas a pergunta do Chico era muito curiosa, porque ela chegava lá pro delegado e dizia: "Doutor, somos quantos aqui?" Vocês percebem a diferença? Eu quando vou no presídio, tenho que fazer uma visita mensal, eu chego pro diretor, quantos presos tem aí? Eu já não me situei ali, mas eu também sou um delinquente diante da lei de Deus numa maior ou menor proporção. Doutor, somos quantos aqui?

a visita mensal, eu chego pro diretor, quantos presos tem aí? Eu já não me situei ali, mas eu também sou um delinquente diante da lei de Deus numa maior ou menor proporção. Doutor, somos quantos aqui? delinquentes diante da lei de Deus, ainda somos muitos de nós. Mas naturalmente que a visão espírita então é nesse sentido, porque analisando dentro dos conceitos doutrinários, bandido morto não é um mal que a sociedade se libertou definitivamente. O espírito fica na psicosfera, na ambiência do planeta, estimulando crimes, inspirando desordem, caos. Porque há os que passam pelo portal da morte e não se arrependem. Kardec, na segunda parte da obra do céu inferno, cuidou dos espíritos endurecidos. Chegam lá sem nenhum arrependimento, continuam no mal e continuam trabalhando na psicosfera do planeta, aproximando-se daqueles que dão sintonia. Então a nossa perspectiva nos dias de hoje é muito difícil trabalhar com essa temática, mesmo no meio religioso, que as pessoas ainda têm uma um estigma, uma gerisa muito grande em relação a esses que delinquem. E o convite é para que possamos estar diante desses delinquentes, falando da pergunta especificamente. E às vezes nós estamos diante de pessoas assim que são realmente espíritos primitivos que necessitarão de muito tempo. Nós vamos ali semear. E aqui eu chamo a atenção da importância da visita religiosa nos presídios. Os evangélicos fazem de forma exemplar. Exemplar. Conheço muitas histórias de presos que se reabilitaram e você fala: "Como o senhor tem certeza? pelo pela vida que eles vão levando pós cárcere, foram realmente contaminados no bom sentido pela o ideal do evangelho, por qualquer religião, mas os evangélicos estão muito presente e dali fazem uma nova vida. Há espíritas que também visitam as instituições prisionais. E isto é muito importante porque ali então nós vamos semeando, ajudando a criar uma condição psíquica para que cada um que ali esteja possa ir trabalhando eh essa questão do arrependimento, os impulsos

isto é muito importante porque ali então nós vamos semeando, ajudando a criar uma condição psíquica para que cada um que ali esteja possa ir trabalhando eh essa questão do arrependimento, os impulsos de remorço, arrependimento, a expiação e a reparação. Há histórias muito bonitas de presos de autosuperação e há histórias de presos que, infelizmente, mesmo depois de muito tempo no cárcere, saem e delinquem novamente. O sistema prisional ainda tá muito distante de propiciar ao preso esse arrependimento, essa modificação. Mas é importante que se saiba que muitas mudanças positivas vem sendo feitas. Hoje nós temos os cursos profissionalizantes, nós temos as visitas religiosas, nós temos diversas iniciativas, a leitura, o estudo, o trabalho dentro do sistema prisional que vai criando condições para que pouco a pouco esse ser imortal possa sair despertando. Então o espírita jamais vai concordar com a frase: "Bandido bom é bandido morto, né? Nós vamos sim olhar para um irmão de caminhada que assim como nós trazemos as nossas complicações, as nossas encrencas, ele também tem as suas, um olhar mais empático e nos colocar à disposição de fazer o melhor para que ele se reabilite. O grande problema quando eles saem para a vida social depois de um tempo de pena, são poucas as pessoas que dão oportunidades para eles realmente demonstrarem o arrependimento e se reequilibrarem. Quem é que dá emprego para um para um traficante que cumpriu pena? Quem é que dá pena para um homicida? Quem é que dá pena para uma pessoa que cometeu um assalto, um sequestro? Aí eles saem, muitos estão nesses impulsos de remorço querendo se reabilitar. Procura emprego ali, procura emprego a colar, procura, procura. Todos e muitos cristãos fecham as portas e daí ele se vê novamente eh tentado a voltar para a antiga vida. Não existe arrastamento irresistível, conforme propõe o livro dos espíritos, mas ele tentou. E muitas vezes nós que nos dizemos cristãos, fomos aqueles que fechamos as portas para a sua

a antiga vida. Não existe arrastamento irresistível, conforme propõe o livro dos espíritos, mas ele tentou. E muitas vezes nós que nos dizemos cristãos, fomos aqueles que fechamos as portas para a sua reabilitação e daí ele volta para o mundo da criminalidade. E aí nós dizemos: "Tá vendo? Reincidiu, voltou. Eu tinha certeza, mas a sociedade não o acolheu. Então, nós precisamos mudar e muito a nossa percepção a respeito desses irmãos de caminhada evolutiva que necessitam do nosso apoio. Finalizo e convido vocês a lerem a belíssima mensagem que tem no Evangelho Segundo o Espiritismo sobre a caridade com os criminosos. Obrigado. >> Nessas primeiras perguntas e respostas, nós já tivemos aqui um olhar sobre o não julgamento, sobre o que Jesus vem nos trazer. Eu não vim julgar, eu vim estender a mão para conduzir o serno na sua reparação, na sua reestruturação. Então, os três aqui trouxeram esse olhar pra gente diante dessas respostas iniciais que eles já nos concederam. Eulália, o pai na sua onipotência poderia ter criado seus filhos já perfeitos. Assim não sendo, por a necessidade da criação percorrer trilhas de ação que envolvem quedas e arrependimentos? >> É interessante porque nessa pergunta eu já enxerguei a resposta, né? Eles precisam passar por quedas e arrependimentos para atingir a perfeição. que sendo criados simples e ignorantes, a grandeza de Deus, os atributos de Deus, como ontem tão bem o Alessandro expôs, ele nos permite vivenciar todos os caminhos. Claro, quando nós vamos a Gênese, por exemplo, no capítulo 3, que fala da inteligência e do instinto, nós vamos perceber que instintivamente atuando há mais acertos do que aqueles seres que já se conduzem pela inteligência. Por que que o instinto animal nunca falha? E o instinto humano não apenas falha, como condena, como julga, como aponta. Então, é óbvio que enquanto nos caminhos do instinto, nós estamos amparados por espíritos habilitados, espíritos que vem desde a grandeza do próprio Jesus como ministros do Cristo,

julga, como aponta. Então, é óbvio que enquanto nos caminhos do instinto, nós estamos amparados por espíritos habilitados, espíritos que vem desde a grandeza do próprio Jesus como ministros do Cristo, eh, em escalas infinitas e que, por assim dizer, amparam aqueles, eh, princípios espirituais. a viver experiências corretas, porque se o instinto nunca falha, né, a a é mais fácil, lincando com a pergunta anterior, um ser humano, usando a sua inteligência, concluir que não tem capacidade de criar o seu filho, melhor será que assim o reconheça e o confie Há outros braços, há outro coração que possa encaminhar aquele espírito, mas você não vê um animal, de uma forma geral abandonar a sua cria. recentemente passando por uma avenida movimentada em Santos, que Santos é conhecido como a cidade dos canais. Nós temos sete canais, todo trânsito parado e pessoas correndo em torno de um uma gatinha. Depois eu percebi que era uma gatinha. Ela tentava se livrar de todas as pessoas porque ela reconhecia que seu filho estava morto e ela queria ocultá-lo no na descida no do muro do canal, como impedindo que alguém fizesse algo com o seu filho e que só ela realmente soubesse onde ele está. Então, eh, são atitudes que nos comovem, né? Eh, você não espera ver de um animal um ato de proteção em torno de um filhote que está morto. E essa ideia muitas vezes nos abandona de proteção aos nossos filhos, ao nosso lar. Parece que tudo nos chama para vencer lá fora quando Jesus disse: "Eu venci o mundo e não no mundo." Obviamente depois que nos despedimos do instinto primário, esse que tem a proteção, que tem a tutoria dos benfeitores da humanidade, nós trazemos esse material para ser administrado no desenvolvimento da nossa inteligência. Não que os animais não a tenham de forma rudimentar, porque muitas vezes vemos dessa forma, mas acima de tudo para aprender a condição moral e crescermos por nós mesmos. Vale aqui fazer uma pergunta a todos nós. Seria obrigatório a passagem do ser humano a caminho da

vezes vemos dessa forma, mas acima de tudo para aprender a condição moral e crescermos por nós mesmos. Vale aqui fazer uma pergunta a todos nós. Seria obrigatório a passagem do ser humano a caminho da regeneração? por tantos embates? Claro que não. E o que é que nos está obrigando como consequência das nossas escolhas e não como caminho imposto por Deus a passar por tantas dificuldades? A chaga maior da humanidade que está explícita na pergunta 913 de O livro dos Espíritos, o egoísmo. Quando vemos as nações que não se reconhecem irmãs, embora estejam com as suas fronteiras vinculadas no planeta Terra para se irmanarem. e nós as vemos tentarem destruir uma a outra. O que é que tem acima de tudo isso? alguém que não se despio do seu egoísmo, do seu orgulho, que detém em suas mãos a grande responsabilidade de condução dessa nação e acaba decidindo por todo um povo no dia que nós entendermos exatamente ao contrário, que é do cerne de cada ser que compõe o povo, dos seus pensamentos, das suas atitudes. Queremos formar uma psicosfera agradável. Esses homens egoístas e embrutecidos não terão espaço para governar. Então, somos criados simples e ignorantes. A a nós é oferecida todas as oportunidades e apenas uma fatalidade. Voltaremos para o Pai, integrando-nos em amor com ele. Jamile, arrepender-se é pensar mais no outro, ou seja, no ofendido ou em nós mesmos. Não seria uma atitude egoísta ter proveito próprio, se o é como juntar os dois processos em favor do lesado e de quem lesou? Isso não é uma pergunta, é um presente. Vejamos. Aquele que lesou em primeiro lugar infringiu a lei divina. Como a nossa natureza é divina, isso vai gerar algum tipo de incômodo. Esse incômodo não necessariamente surge de imediato, porque aí vai depender do nível consciencial do espírito, mas em algum momento vai aparecer. Pode ser no mundo espiritual, pode ser em encarnações futuras, vai depender da maturação de cada um. Quando nós pensamos então naquele como a pergunta apresenta é o lesado? É preciso

nto vai aparecer. Pode ser no mundo espiritual, pode ser em encarnações futuras, vai depender da maturação de cada um. Quando nós pensamos então naquele como a pergunta apresenta é o lesado? É preciso entender que se Deus é soberanamente justo e bom, quem passou por essa situação precisou da ocorrência para também rever o seu passado. Mais uma vez, vamos voltar à perspectiva da solidariedade. Nada me acontece se não estiver como uma necessidade educativa na minha caminhada. Então, eu posso estar em situações de perigo iminente, mas aquilo não vai me alcançar se não for da minha necessidade. Então, entender o lesado como vítima significa que estamos destituindo de Deus o atributo de bondade e justiça, porque estaríamos, então, todos no mundo eh correndo todo e qualquer tipo de risco. Isso não casa com merecimento, com misericórdia, com justiça e com tudo que estamos ouvindo desde ontem até esse momento de hoje. Quando falamos em solidariedade e que há uma relação ou um íã que atrai aquele ao qual prejudiquei e esse prejudicado se aproxima, nível evolutivo é imprescindível nessa análise. em espíritos que eu possa, pela minha interpretação, ter prejudicado, mas se ele já tiver uma compreensão moralmente falando acima, ele me concede o perdão. E vamos lembrar que só perdoa quem se ofendeu ou se sentiu agredido. espíritos já evoluídos não experimentam tal experiência, sensação ou emoção, porque compreende que o outro só pode dar aquilo que possui. Mas se for um espírito que estiver próximamente, vibracionalmente, é aquele que impetra ação, que prejudica, aí a gente já pode estar criando inimizades, processos obsessivos, porque ainda não tem a devida condição do perdão. As leis divinas irão nos aproximar para que resgatemos aquilo que criamos e, claro, a felicidade se apresente. Pensando então no que a pergunta coloca, não seria egoísmo pensar em arrependimento. Pensar nele e criar as condições, como já comentamos, é imprescindível para que avancemos. Então, quando eu penso, eu

nsando então no que a pergunta coloca, não seria egoísmo pensar em arrependimento. Pensar nele e criar as condições, como já comentamos, é imprescindível para que avancemos. Então, quando eu penso, eu penso mais em mim do que no outro quando me arrependo, é um movimento duplo. E aí eu trago o exemplo de Sejismundo na obra de André Luiz, porque sejismundo tinha ali um incômodo profundo, porque tirou a vida dos pais numa encarnação anterior. E esse incômodo na visão de espírito que olha, meu Deus, o que foi que eu fiz da oportunidade que me concedeste esta infração? acaba maculando a minha essência divina e gerando incômodo. Então, eu preciso espiar e reparar junto aqueles que retirei a vida física. E é interessante como André Luiz e o mentor Alexandre vão delineando essa fase, porque nos momentos da aproximação pro reencarne, Sejismundo já está no lar físico em que ele vai retornar. E o pai, claro, inconscientemente não lembra do passado, mas ele relata pra esposa que vem tendo pesadelos com um homem e que esse homem lhe gera sensações de asco e de ódio. E a esposa começa a se preocupar, recomenda oração, filhinho pequeno, o conclama, intuído pelos mentores a uma outra postura e um outro hábito. E ele vai mudando o seu padrão vibracional pela prece. O que que acontece? Sejismundo começa a se sentir acolhido pela mudança vibracional que o seu arrependimento tornava mais forte e isso fez com que a reencarnação pudesse acontecer com maior tranquilidade. Nesse sentido, não era uma manifestação de egoísmo, mas sim uma natural volta à lei de Deus. para estar kit com ela, preciso antes me arrepender. Aí, no caso, aquele que ofendeu e o ofendido uniram-se porque entenderam que acima deles tem uma vontade divina que diz que o amor cobre a multidão de pecados. E o mentor convida o futuro pai de sejismo, olhe para ele. O arrependimento é verdadeiro. Você vai negar a possibilidade do reajuste com a lei? E aí ele consegue apiedar-se, como Alessandro já nos trouxe, porque reconheceu o arrependimento verdadeiro.

ra ele. O arrependimento é verdadeiro. Você vai negar a possibilidade do reajuste com a lei? E aí ele consegue apiedar-se, como Alessandro já nos trouxe, porque reconheceu o arrependimento verdadeiro. E ali então o que foi ofendido e o seu ofensor, querendo ambos estar em consonância com a lei de Deus, promovem então uma reencarnação, onde o que antes foi imaculado por invigilância e por paixão desenfreada, agora iria então se tornar um laço sólido e de amorosidade. Então, não há egoísmo. O que há é a misericórdia se manifestando e dizendo: "Você fez, foi um equívoco, mas sempre haverá possibilidade de rever a sua postura. Em Deus tudo é esperança, tudo é possibilidade de crescimento. Arrependei-vos e a felicidade se tornará mais próxima". Alessandro, pensando em nosso planeta nas dimensões da escola, hospital, penitenciária, como situar o arrependimento no contexto desses três segmentos? De fato, o educandário terrestre tem essas características dentro da nossa jornada evolutiva. Na dimensão escola, a vida é para nós rica de aprendizados pelas convivências que propicia, pelas oportunidades, pelos contextos, pelos acessos que nós temos ao conhecimento intelectual, religioso, espiritual. E isso vai favorecendo o espírito a atingir esse nível de arrependimento que nós estamos falando. Então, nesse nessa condição de escola que é nos ensinando a todos os dias, em todos os momentos, ela vai ter essa coligação com o arrependimento. Porque às vezes o espírito vem para a escola terrestre, né, necessitando amadurecer este arrependimento, ou vem a ela já devidamente arrependido, conforme a história narrada, o espírito já vem devidamente arrependido do mundo espiritual. E aqui no Educandário vai encontrar oportunidades agora para seguir os próximos passos na sua condição de espírito em evolução. Condição de hospital. Somos almas tresmalhadas pelos equívocos do ontem. Necessitamos dessa característica de consolo, de acolhimento. Se a vida nos oferece aprendizados nessa condição de

em evolução. Condição de hospital. Somos almas tresmalhadas pelos equívocos do ontem. Necessitamos dessa característica de consolo, de acolhimento. Se a vida nos oferece aprendizados nessa condição de escola, também é verdade que a vida nos aproxima corações, a fim de que possamos amainar um pouco as nossas dores do ontem. Vimos a misericórdia divina que citamos quando almas amigas, almas queridas que estão além de nós no processo evolutivo falam: "Eu vou com você. Eu estarei junto". Então, às vezes reencarnamos e não só no ambiente familiar, mas às vezes no círculo de amizades, nos quantas vezes na casa espírita nós reencontramos almas queridas que servem para nós de consolo. São verdadeiros hospitais em nossas vidas. Necessitamos, porque às vezes arrependidos, mergulhamos aqui para o aprendizado, mas necessitamos do consolo. Por isso o espiritismo, esse grande consolador prometido. Então, nessa luta do arrependimento, da reabilitação, da expiação, da reparação, é imprescindível esta característica de escola que a terra tem, aproximando almas aos nossos corações que vão orar por nós, vibrar por nós, estender as mãos, nos aconselhar, nos advertir, seja na dimensão espiritual, seja na dimensão física, a fim de que, consolados e atendidos em nossas necessidades emocionais, possamos prosseguir. A terra também tem essa característica de penitenciária nesse sentido de pena, de expiação, de consequências. Então, nessa visão, ela é sim uma penitenciária, né? O livro dos espíritos fala um purgatório, né? Nós estamos aqui purgando, né? diluindo as faltas do passado. Então, muitas vezes mergulhamos nesta penitenciária. E eu gostaria de chamar atenção porque nós estamos falando aqui de arrependimento, expiação, reparação, que seria após o equívoco, o caminho mais saudável para a nossa sublimação espiritual. Mas eu vou lançar uma pergunta. Só existe este caminho ou a divindade tem outros caminhos? No Código Penal da vida futura, lá fala do espírito endurecido que não se arrepende e vem paraa expiação.

al. Mas eu vou lançar uma pergunta. Só existe este caminho ou a divindade tem outros caminhos? No Código Penal da vida futura, lá fala do espírito endurecido que não se arrepende e vem paraa expiação. Existem situações e que a divindade em nome do amor inverte. Ele vem para a expiação primeiro, porque é uma alma muito endurecida. vem para a penitenciária, enfrentar a expiação, a fim de que a partir da expiação ele possa começar a trabalhar o arrependimento. E aqui é algo que nós estudamos na doutrina espírita que se chama reencarnações compulsórias. O espírito quando vem paraa reencarnação compulsória, ele está arrependido? Não, mas ele vem já passar pela expiação a fim de que a dor, o sofrimento mostre a ele que se ele insistir neste caminho, ele vai ferir a si próprio e vai atrasar a sua sublimação. Então, às vezes o espírito vem paraas reencarnações compulsórias, passa pela expiação, passa pela expiação e aí ele percebe que não vale a pena insistir no erro e a partir dali nasce para ele, brota para ele o arrependimento. Então, é interessante nós refletirmos também sobre essas questões das reencarnações eh compulsórias aí a Terra nessa condição de planeta penitenciária, colocando o espírito na expiação em primeiro lugar, a fim de que ele possa fazer brotar o arrependimento. Claro que é uma situação de excepcionalidade a reencarnação compulsória. O ideal é que o espírito minimamente arrependido venha e voluntariamente venha para a expiação. Por isso que no Código Penal da Vida Futura fala que a o arrependimento ele prepara uma expiação mais amena. Amena nesse sentido, porque quando nós estamos conscientes do mundo espiritual, muitas vezes participamos a partir do arrependimento, até do planejamento reencarnatório junto com os benfeitores espirituais, nós voltamos para a Terra num clima psíquico diferente. Aqueles que vêm na reencarnação compulsória, que vão receber também a misericórdia divina, naturalmente muitos vêm nesse estado às vezes de revolta. Vemos em reunião mediúnica, né, lado,

co diferente. Aqueles que vêm na reencarnação compulsória, que vão receber também a misericórdia divina, naturalmente muitos vêm nesse estado às vezes de revolta. Vemos em reunião mediúnica, né, lado, espíritos endurecidos, endurecidos, endurecidos, sem nenhum nível de arrependimento. E muitas vezes os benfeitores acabam adormecendo eles nas reuniões mediúnicas e dali já são preparados para uma reencarnação compulsória. Por quê? Misericórdia divina, que mesmo compulsória vai encontrar almas queridas, vai encontrar pessoas boas, vai encontrar outros caminhos, vai passar pela educação infantil, vai ter tantas e tantas oportunidades de rever a si mesmo e fazer brotar o arrependimento. Então é verdade, seja nessas três dimensões que foi trazida na questão, em algum grau, em algum momento, ali se apresenta o arrependimento como este marco para a reabilitação do espírito. O arrependimento em si demonstra a mudança do caráter, a mudança existem situações, existem situações em que se arrepende de se arrepender. Olha, eu acho que sim, porque infelizmente a gente vê pessoas que acreditam que a partir do momento em que se arrependeram, só patrocinaram bem para os outros e que eles mesmos não tiraram eh vantagem, vamos dizer, não tiraram benefício nenhum, mas isso é é resultado das pressões materiais em cima de nós, porque nós só vemos benefícios quando eles são imediatos. Não imaginamos quando nos arrependemos. Eu adorei porque a Jamile trouxe aqui o arrependimento verdadeiro. É porque existe o não verdadeiro, aquele arrependimento assim, eu cansei de sofrer, quero sair daqui. E os livros de André Luiz, de Manuel Filomeno de Miranda trazem muitas dessas circunstâncias. Vemos, por exemplo, as caravanas de Isabel de Aragão, onde a benfeitora vai à frente em lugares tão densos, tão escuros, que apenas as marcas dos seus passos deixam pegadas de luz para que os que seguem com ela possam se direcionar. E de repente ela atira uma rede tecida de luz aos pântanos, aos abismos. E há espíritos

que apenas as marcas dos seus passos deixam pegadas de luz para que os que seguem com ela possam se direcionar. E de repente ela atira uma rede tecida de luz aos pântanos, aos abismos. E há espíritos que ao agarrar-se àela rede em sofrimento atroz, suplicando a intercessão, ao se agarrarem, a rede se desfaz. E a nossa pergunta é: como assim a rede não foi forte o suficiente para poder recolhê-lo? E as explicações ali são muito claras. O arrependimento não foi forte o suficiente para ser resgatado pela rede. Então vemos sim criaturas que se dizem arrependidas tamanha a dor que os envolve, mas eles querem um resgate gratuito. Eles não estão dispostos a cumprir a reparação. Eu ia até pedir pro Alessandro, porque ele narrou recentemente uma experiência mediúnica que ele viveu. Então, a gente quando vive, a gente consegue tirar detalhes mais profundos, mas de um espírito que dizia que a terra, em sua maioria está na posse dos maus. Não foi mais ou menos assim, Alessandro? E que e completa, Alessandro, que acho que é muito rico essa experiência. Eh, certa, há pouco tempo em nossa reunião mediúnica veio, porque hoje nessa época de transição, vou sintetizar por conta do tempo, até para Lal poder voltar ao comentário, eh, a obra já no rumo do mundo de regeneração sinaliza que, por determinação do Cristo, medidas mais intensas estão sendo tomadas pela espiritualidade nesse ápice da transição. E as dinâmicas da reunião mediúnica se modificaram em alguns grupos, né? Então eles estão indo em regiões mais profundas para esse esvaziamento gradativo das regiões trevosas e estão trazendoos para as reuniões mediúnicas espíramente trevosos que lideram de lá, que estão sem reencarnação por opção há muitos séculos e às vezes mais de milênio. E esse que se manifestou veio profundamente endurecido, sem nenhuma nenhuma possibilidade naquele momento de arrependimento e diálogo no campo do bem. Só que ele fez algo interessante, coitada da dialogadora, né? Porque às vezes eles trazem argumentos. Ele dizia:

huma nenhuma possibilidade naquele momento de arrependimento e diálogo no campo do bem. Só que ele fez algo interessante, coitada da dialogadora, né? Porque às vezes eles trazem argumentos. Ele dizia: "Vejam, vocês estão falando do bem. A terra é nossa. 2/3 da humanidade é materialista, é indiferente ao bem, de alguma forma está pegada ao mal. vocês ficam falando de transição planetária. Vocês querem agora pelo degredo, porque nós sabemos o degredo, vocês querem nos tirar da terra para ficarem aqui, mas eu acredito que vocês estão com a a com a transição planetária invertida, porque se 2/3 ainda não querem sublimação, vocês é que deveriam sair daqui. A terra é nossa, nós deveríamos ficar. muito mais fácil nós permanecermos e vocês supostos bons saírem daqui. São vocês que estão atrapalhando a morada terrestre. Então, vejam a percepção daquele espírito, né? >> Eu particularmente achei uma experiência muito interessante. E aí nós podemos nos perguntar: "Mas reuniões mediúnicas não são dirigidas pelos benfeitores espirituais? Por que trazer, né, à luz uma experiência dessas em que, e nós vemos isso frequentemente, há tantos trabalhadores abatidos pelo desânimo que, recebendo uma declaração, um depoimento como esses, poderiam simplesmente se desestimular a a seguir. Mas eu considero que esse depoimento foi um presente do mundo espiritual para nos charar, para nos fazer perguntar por é que eu estou aqui. Seu, além de estar reencarnado, Jesus me oportunizou vivenciar uma era tão difícil, ao mesmo tempo, um período único na Terra, porque a terra vai passar uma única vez de provas e expiações para a regeneração e responder-nos Qual é o grau do meu arrependimento? É apenas porque eu estou cansado de sofrer e aí de repente a ideia do irmão é ótima. tira a gente daqui, deixa que eles tomem conta da terra ou ao contrário, sendo absolutamente sincero meu arrependimento, eu me unir ainda mais às hostes do Cristo, não por frequentar a casa, por não faltar as reuniões, mas por ter a

es tomem conta da terra ou ao contrário, sendo absolutamente sincero meu arrependimento, eu me unir ainda mais às hostes do Cristo, não por frequentar a casa, por não faltar as reuniões, mas por ter a coragem de levar para fora da casa, a vivência mediúnica e ter a compaixão de olhar espíritos desse mesmo teor que estão reencarnados e que aguardam de nós, por falta de outro entendimento, o exemplo da vivência puramente cristã. Queridos, uma frase, um pensamento pra gente concluir essa nossa roda de conversa sobre o arrependimento. Uma frase e um pensamento que vocês gostariam de deixar para que a gente fixasse ainda mais essa conversa tão saudável que a gente teve aqui nessa manhã. Eu acho que já nos arrependemos no rol das reencarnações muitas, muitas e muitas vezes e já nos arrependemos de ter nos arrependido. Com absoluta certeza. Estamos vivendo uma chance ímpar porque fomos acolhidos no seio da doutrina espírita. Então, que o nosso arrependimento nos faça usufruir desses ensinamentos, nos faça vencer a nós mesmos e desta vez termos a honra de dizer: "Eu nunca mais vou deixar Jesus. Se arrependido você se encontra, que bom. Isso é um sinal de que você está voltado e destinado à evolução. Caso você se incomode porque outros não se arrependem, lembre-se, ele também é filho de Deus e o tempo será chegado para todos. Não escaparemos da perfeição. A felicidade é destino de todos. Demorar um pouco mais ou um pouco menos vai depender das nossas escolhas. Arrependimento é oportunidade bendita de voltar ao Pai, de ter esperança, porque poderemos reescrever a nossa história rumo à felicidade. Sempre esperança, sempre oportunidade. Estamos aqui em processo de reeducação. Felicidade, perfeição e plenitude é nosso destino. E me despeço esta manhã de vocês, dizendo que arrependida estaria se não estivesse aqui com vocês. Eu deixo a frase do Cristo para nós refletirmos, né? Todo aquele que está no mal é escravo do mal. Pelo conhecimento que nós temos da doutrina espírita, urge o momento de nós nos libertarmos em

vocês. Eu deixo a frase do Cristo para nós refletirmos, né? Todo aquele que está no mal é escravo do mal. Pelo conhecimento que nós temos da doutrina espírita, urge o momento de nós nos libertarmos em definitivo do mal. E o mal aqui, conforme aprendemos com a doutrina espírita, ele também está presente quando há ausência do bem. Se nós já não somos mais capazes de praticar aquele mal grave, matar alguém, tirar a vida de alguém, gerar um sofrimento intenso na vida de alguém, mas vamos pensar um pouco, principalmente nós que estamos no movimento espírita, sobre aquela frase que eu trouxe do espírito Morrison, né, que São Luiz fala: "Sofro pelo bem que eu não fiz." Nós temos visto muitos espíritas retornando ao mundo espiritual, sofrendo pelo bem que não fizeram, pela oportunidade que não aproveitaram dentro das casas espíritas. Escaiam trabalhadores, faltam dirigentes, falta médium, faltam passistas, faltam trabalhadores dedicados. A casa espírita é abençoada para nós nesse trabalho do arrependimento, da expiação e da reparação. Então, vamos pensar um pouco para que a gente possa se libertar desta escravidão do mal que nos atormenta tantas reencarnações. Urge o momento de nós podermos definitivamente abraçar o bem, como eu lá disse, seguindo no caminho do Cristo. Obrigado. Às vezes, às vezes nós nos arrependemos porque identificamos os efeitos daquilo que fizemos. Às vezes nos arrependemos porque a dor adveio, porque a morte chegou. Diversas são as circunstâncias do processo que nos conduz ao arrependimento. O espírito Joana de Angeles nos traz um aconselhamento para que a oração e a meditação sejam fatores essenciais antes das nossas decisões. Se estamos mais conscientes no processo da decisão, da escolha, daquilo que estamos optando na direção que estamos romando, vai nos trazendo mais tranquilidade. não significa que não iremos errar, significa que estaremos nos esforços, empreendidos, estaremos mais decididos e até para seerguer vai ser um processo com mais segurança e mais tranquilidade.

idade. não significa que não iremos errar, significa que estaremos nos esforços, empreendidos, estaremos mais decididos e até para seerguer vai ser um processo com mais segurança e mais tranquilidade. Então vamos juntos nessas reflexões tão lindas que nós tivemos aqui pela manhã hoje, que nos traz ânimo, coragem para que a gente tome das charrua e siga em frente, cumprindo o nosso dever. E se as quedas advierem, termos a coragem, a humildade de nos levantarmos e com muita fé no coração seguirmos em frente. Nós gostaríamos de agradecer a todos vocês a participação, as perguntas que vocês trouxeram. Tiveram algumas perguntas que não foram feitas tanto no virtual quanto aqui presencial. é porque elas giravam o entorno específico da culpa, do perdão. E nós vamos trabalhar isso em outros momentos aqui do nosso evento. E por isso que a gente não trouxe aqui nesse instante. Agradecemos imensamente ao Alessandro, a Eulal, a Jamile, foram reflexões muito profundas e que marcaram o nosso contexto pessoal e que vai servir para que a gente vá seguindo os passos com mais decisão. E transferimos agora a nossa palavra para Ros a Rosâela, que vai nos conduzir nessa etapa final. Gratidão a todos. os nossos agradecimentos a todos vocês, aos nossos irmãos internautas que nos acompanharam na manhã de hoje, aos nossos facilitadores desta manhã, nosso abraço fraterno, com o nosso sentimento de gratidão. Convidamos a todos vocês para retornarem às 15 horas com o problema da culpa. Nós teremos aqui a presença de Eline Cap, Maxlanio, Raquel Maia e Marina Alves. E a nossa palestra de logo mais também às 20 horas, A expiação com nossa querida Jamile Lima. Eu desejo a todos um bom retorno aos seus lares, bom almoço e até mais. Muita paz. Tir faz você de quatro

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