A Paixão do Cristo • Lusiane Bahia
Momentos Evangélicos com Lusiane Bahia Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #apaixãodoCristo
Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Nossos cumprimentos a todos vocês que estão aqui presencialmente, a todos que nos acompanham no formato virtual. Cumprimentamos a TV Mansão do Caminho, nosso querido Mário Sérgio. E vamos juntos nessa energia boa, nessa energia do evangelho que vai nos embalando em entusiasmo e bom ânimo. condições econômicas, dificuldades na própria sociedade, aspectos de perturbação ou de oscilação psicológicas conduzem o ser, na repetição desses fatores a aspectos de insegurança. Sentir ou perceber-se inseguro, obviamente não nos traz estabilidade ou condições reflexivas que possam nos trazer a percepção mais adequada para que os nossos passos possam ser mais firmes. se oscilamos, se temos dúvidas e receios, naturalmente o nosso estado emocional, as nossas decisões também apresentam esses reflexos. O espírito Joana de Angeles no livro O homem integral, no capítulo segundo intitulado Fatores de Perturbação, a benfeitora reflete e nos convida à reflexão acerca da ansiedade, da rotina, da solidão, da liberdade e tem um destaque também especial para o medo. Ali a nossa benfeitora traz um olhar interessante sobre o medo. O medo que provoca em nós reações emocionais, psicológicas dos sentimentos e que faz com que este medo possa ditar as nossas decisões, se vamos enfrentá-las, se vamos correr delas. E esse parâmetro do medo, segundo o livro dos espíritos, questão 702, nos traz que o instinto de conservação, por exemplo, é algo da lei natural, é um processo natural nós termos receios. E na questão 730, os espíritos reforçam a partir de um questionamento do Allan Kardec, do nosso querido codificador, dizendo já ter abordado a temática, porque eles ressaltam que se assim não fosse, se nós não fôssemos munidos desse instrumento de conservação, coisas, situações que fossem até mais banais, poderia nos retirar do fator da vida. Porque diante de qualquer que fosse provocação, que nos trouxesse um desgosto, nós sairíamos
rumento de conservação, coisas, situações que fossem até mais banais, poderia nos retirar do fator da vida. Porque diante de qualquer que fosse provocação, que nos trouxesse um desgosto, nós sairíamos da existência se não fosse esse receio, este medo, esse instinto de conservação. Então, começamos a perceber que numa dosagem adequada, essa emoção que se expressa em nós, que é uma característica humana como a raiva, como a alegria, como a tristeza, tudo isso são emoções. Se nós disseros, "Eu não tenho medo de nada", nós estamos sendo contraditórios. É como se disséssemos: "Eu não tenho uma condição humana". Porque é natural, é do processo natural termos esta emoção do medo. Quando verificamos, verificamos a gênese, ou seja, a origem desse medo, podemos atribuir a condições anteriores. E a benfeitora traz alguns exemplos. Ela nos conduz a percebermos que diante de uma situação que ficou no passado, onde nós tivemos uma prática equivocada perante não somente a lei de Deus, mas também a lei dos homens. E aquilo ficou oculto, sem ser descoberto pela sociedade, sem ser averiguado, julgado ou até mesmo atribuído a nós uma circunstância de reeducação, que nós poderíamos chamar de penalidade. Diz a benfeitora, pode gerar uma culpa para a próxima existência. Então, diante de situações que nós vivenciimos aqui e que nos estimulem a percepção ou a lembrança desse fator de culpa, nos traz inseguranças repetidas, nos coloca diante de situações que se repetem no nosso estado emocional e na nossa forma de reproduzir as ações. Mas ela também diz da mesma forma se experimentamos em outra existência a morte do corpo físico sob determinada situação que pode ter remontado para nós uma situação dolorosa, fixando-se ali como uma lembrança dentro de nós, no nosso arcabolso, no nosso arquivo. Quando voltamos numa outra existência, numa outra experiência, situações que se aproximam, que trazem lembrança ou todas as vezes que nos aproximamos muito destas situações que para nós são temerosas porque as enfrentamos ou
ra existência, numa outra experiência, situações que se aproximam, que trazem lembrança ou todas as vezes que nos aproximamos muito destas situações que para nós são temerosas porque as enfrentamos ou vivenciamos no contexto passado, desperta em nós o medo. de igual forma as causas aqui atuais na presente reencarnação. E ela coloca muito a questão da nossa infância, daqueles imaginários, às vezes de histórias, às vezes de temores que os adultos mesmos imprimem numa experiência ou outra com as crianças. histórias do bispapão, do monstro, do quarto que está sem luz, dos ambientes de solidão, criando esses essas expressões que numa fase adulta, não bem trabalhadas, não bem administradas, não bem compreendidas, pode significar ou trazer repercussões de medo. E quando a benfeitora traz essas explicações, vai nos trazendo até um conforto em relação à percepção do medo em nossa existência. Dona Amélia Rodrigues, na sua série do Evangelho, também reflete sobre o medo e nos diz que é muito interessante dosarmos esta emoção nas nossas vidas para que o medo não se transforme em um pavor e para que o pavor não redunde numa fuga. E é interessante essa reflexão, algo que pode iniciar como um receio e esse receio tornar um pavor que nos distancia de uma convivência, que nos traz um medo muito exacerbado, um medo patológico que faz com que adquiramos fobias, inclusive da própria convivência. E isso pode remontar a fugas. E fulgas, a benfeitora nos traz como diversas acepções, desde a fuga na convivência social de um modo geral, fuga em grupos específicos ou fuga mesmo da existência física. O materialismo quando nos apresenta que a nossa vida começa no berço e se extingue no túmulo, traz para nós aspectos de medo. Nada antes, nada depois. e os nossos amores e os nossos aprendizados e as nossas relações conquistadas e o progresso e o bem. Se nada existe, por que fazer o bem? Para que o mediatismo? Se eu posso viver o imediatismo, as propostas da vivência donada nos traz um olhar de temor sobre
lações conquistadas e o progresso e o bem. Se nada existe, por que fazer o bem? Para que o mediatismo? Se eu posso viver o imediatismo, as propostas da vivência donada nos traz um olhar de temor sobre a existência que se vivencia. Porque se não sabemos ou se imaginamos que nada existe após ao perecimento do corpo físico, de nada adianta aquilo que construímos aqui. E se outros aspectos atrelados ainda não à crença do materialismo, mas a outras vertentes que nos trazem, por exemplo, condições infernais, condições determinantes estabelecidas absolutamente, sem uma misericórdia, sem uma averiguação, sem parâmetros que possam ser equalizados diante do contexto de cada consciência. também cultiva no seio social o temor, o temor da morte, o temor das situações que nos trazem instabilidades. O temor daquilo que eu não conheço, aquilo que eu não consigo apreender, que eu não consigo compreender. E desta forma alastra-se como uma perpetuação comportamental, estágios sociais desses medos. Mas diz a benfeitora Amélia Rodrigues, é este ser da atualidade que enfrenta os embates sociais, emocionais, econômicos, sociológicos, psicológicos. É esse ser que sobre ele está depositado o olhar de Deus para que seja a movimentação da regeneração. É sobre este ser que paira nestes medos, nessas situações desafiadoras que a espiritualidade identifica como possibilidades de que se levantem dos medos. e alcancem o fazer, o realizar, o produzir em nome da renovação. Dominados pelos medos, somos capazes de fazermos ou não fazermos muitas coisas. Diante do relato de Jesus, de que se aproximava o instante do Calvário, o instante do seu da sua partida, Pedro, diante de uma afirmativa do Mestre acerca da vigilância e da observação da influência dos maus espíritos sobre ele, porque o ma os maus espíritos estavam rondando-o segundo as palavras de Jesus. Pedro diz: "Jamais, Senhor, deixarei que isto te aconteça. Estarei preso, irei contigo à prisão, irei contigo à morte". Ora, meus irmãos e minhas irmãs, Pedro
rondando-o segundo as palavras de Jesus. Pedro diz: "Jamais, Senhor, deixarei que isto te aconteça. Estarei preso, irei contigo à prisão, irei contigo à morte". Ora, meus irmãos e minhas irmãs, Pedro no momento aprasado da prisão e da morte, principalmente da prisão, ele negou Jesus por três vezes. Um no átrio de Anás e duas vezes no átrio do palácio de Caifás. três oportunidades, como Jesus tinha anunciado. O medo, diz o espírito Amélia Rodrigues, fez com que Pedro, naquele momento da prova exata do acontecimento, onde ele precisaria talvez trazer o seu testemunho, ele recua e nega Jesus por três vezes. Só que no outro instante, na ceia, quando ele diz que ele vai até a prisão, ele vai até a morte. Naquele momento, o seu estágio emocional era outro. E cabe uma reflexão. Em instantes de que estamos teorizando sobre as nossas emoções, podemos ter uma decisão e uma atitude. Mas no momento em que aquela situação acontece, é ali que vamos ter a prova efetiva diante do fato acontecido de como nós realmente agiríamos. E é por isso que num processo de autoconhecimento, vamos identificando nas situações do ideal e do real o quão efetivamente nós distamos um do outro ou nos aproximamos. O quão é real aquele movimento nosso de educação, porque nós nos educamos para nesses momentos provacionais ou expiatórios apresentarmos uma resposta. Não para quem quer que seja, mas para nós mesmos, no processo de uma consciência que está amadurecendo para alcançar aquele patamar. Quando Judas entrega Jesus, diz que vai apresentar quem é Jesus de Nazaré, que vai identificar quem é aqueles aquele que estava sendo buscado e que ia ser preso naquele instante. O que faz com que Judas vá até aquelas autor autoridades, até aqueles homens e diga que quer fazer este acordo é o medo. Por que o medo? Porque ele imaginava que Jesus, o Salvador, o Messias, tomaria de um exército imenso. E ele, altivo deveria mobilizar tudo para retirar aquele povo da opressão, do julgo dos romanos. Mas Jesus não fazia isso até então não
que Jesus, o Salvador, o Messias, tomaria de um exército imenso. E ele, altivo deveria mobilizar tudo para retirar aquele povo da opressão, do julgo dos romanos. Mas Jesus não fazia isso até então não tinha feito nada disso. O receio da permanência da dominação e a vontade de que Jesus se levantasse e fizesse algo fez com que com que Judas traísse Jesus. E esses movimentos também existiram nos discípulos, porque se procuravam eles. E onde eles estavam? Jesus estava caminhando da prisão, calvário, crucificação. E onde estavam os apóstolos? Onde estavam os 12? E algo equivalente aconteceu com um deles que começou a sair de Jerusalém. e começou a caminhar na direção oeste de uma das cidades. E caminhando nessa direção ia refletindo junto com um amigo. Foi meditando e pensando nos acontecimentos últimos. Qual era o contexto desse que estava saindo de Jerusalém rumo ao oeste? Qual era o contexto daquele momento? Já havia se passado o domingo de Ramos, o domingo em que Jesus entrou na cidade de Jerusalém e foi ovacionado pelas palmas, pelos ramos, numa atitude em que o povo representava que aquele que assim era recebido merecia as suas honrarias. Então o povo estava ovacionando Jesus. Jesus entra montado num jumentinho, cumprindo a profecia, cumprindo o que Malaquias havia anunciado. Montado no jumentinho, passivo eterno. Ele faz a trajetória entrando pela cidade. já havia passado a segunda, a terça e a quarta. Ou seja, já tinha acontecido a experiência da figueira seca, que Mateus afirma que quando Jesus voltava no outro dia, de Jerusalém a Betânia, encontrou uma figueira no meio do caminho com folhas, mas sem frutos. buscava o fruto e não tinha, então Jesus teria amaldiçoado aquela planta. Para Mateus, somente no outro dia aquela planta secou. Para Marcos, foi imediatamente na descrição que diverge de um evangelho para o outro. Também já tinha acontecido, porque já tinha passado a segunda, a terça e a quarta. Já tinha acontecido o movimento de Jesus. no templo de Jerusalém, quando ele chega e
ge de um evangelho para o outro. Também já tinha acontecido, porque já tinha passado a segunda, a terça e a quarta. Já tinha acontecido o movimento de Jesus. no templo de Jerusalém, quando ele chega e encontra mercância, venda, comércio de coisas dentro do templo, que foi erguido com o intuito da oração e da comunhão da criatura com o Pai, onde ali dentro a unção e o respeito deveriam ser os regentes da condução. do pensamento, mas estava se vendendo, comercializando e ele, no ato de altivez e austeridade derruba as barracas e ensina-nos que no templo é a concentração, é o papel deste mergulho interior de conexão profunda com o Deus que existe em nós, que é a representatividade deste Deus exterior, com o qual também evocando interiormente, mas exteriormente, fazemos essa comunhão e essa junção. Já havia passado também a experiência de Jesus observar junto com os apóstolos o depósito da viúva, da moeda, da sua contribuição no gasofilácio. Jesus ensinou aos apóstolos como é valioso dar daquilo que tem valor para nós. Não do que seja abundante, excessivo, supérfluo, mas do que tem uma parte de nós. Isso é tão lindo. É algo que vem da gente, que não necessariamente tenha valores pecuniários, porque podem ter como óbvulo da viúva. Mas também Jesus ensina que é repartir o que está construído em nós, é doarmo-nos. E por isso o valor de não ser um excesso, mas aquilo na expressão de Jesus que poderia fazer falta, porque aquilo que ela fazia como doação também lhe era necessário. Quando olhamos para este tipo de doação, não doamos o amor que excede, mas o amor que também entendemos. Puxa, isso é importante para mim, isso é necessário para mim. Então eu compartilho. Já haviam passados esses momentos, mas também o momento da ceia, do lavapés, o momento em que Jesus fez as predições de que Pedro ia negar três vezes, que Judas iria trair. Já havia passado o momento em que ele retira Pedro, João e Tiago e leva ao monte das oliveiras para orar. E os três por três momentos costilam, enquanto que o mestre pedia
vezes, que Judas iria trair. Já havia passado o momento em que ele retira Pedro, João e Tiago e leva ao monte das oliveiras para orar. E os três por três momentos costilam, enquanto que o mestre pedia oração, pedia vigilância, pedia preparo e estruturação espiritual para os embates que iriam acontecer, ensinando-nos que a prece não evita que as coisas aconteçam necessariamente, mas ela nos robustece com forças para enfrentarmos e lidarmos com as situações mais adversas. Já havia passado a prisão de Jesus, a submissão dele a Anás, a Caifás, a Pilatos, a Herodes, o retorno dele a Pilatos, a entrega ao público para que escolhesse entre Jesus Barrabás e Jesus de Nazaré. Já havia acontecido os açoites, caminhado na via cruces, sustentando uma cruz pesada e irregular, tombado algumas vezes, atendido pelo Sirineu, pela mulher do Santo Sudário, chegado ao Golgotal Monte da Caveira, erguido no meio entre dois ladrões, crucificado às preces, por conta do sabá, que é o sétimo dia, onde nada poderia acontecer. Então, a pressa para que houvesse a morte, o sepultamento, o sabar, iniciando às 18 horas da sexta, também já tinha passado o momento do silêncio, mas também o momento da culpa, o momento da reflexão, o momento em que a humanidade talvez não percebesse ainda, mas o choro que havia proporcionado no contexto da história. E agora aquele discípulo caminhava depois deste contexto todo saindo de Jerusalém. E na estrada, junto com um companheiro chamado Cléufas, meditavam e conversavam, conversavam exatamente sobre esse painel, um painel que representava uma ausência de esperança, porque a morte chegou, porque a morte se fez presente, então não havia esperança. Como eles ficariam agora sem o mestre? Como os passos poderiam ser ditados se não existia um condutor, um orientador? E nessa melancolia que tomou conta dos seus corações, eis que um terceiro toma parte da história, se intromete um pouquinho e pergunta sobre o que eles estão conversando. Ah, mas estrangeiro, não sabe o que a gente tá
a que tomou conta dos seus corações, eis que um terceiro toma parte da história, se intromete um pouquinho e pergunta sobre o que eles estão conversando. Ah, mas estrangeiro, não sabe o que a gente tá conversando, não sabe dos últimos acontecimentos. E o homem disse: "Seis sim, um justo foi crucificado, alguém que só fez o bem, que só ajudou, que curou até". E eles conversavam envolvidos à medida que esses dois homens, os primeiros, falavam cada vez mais situações de desânimo, de ausência, de esperança. O terceiro homem buscava animar o coração. E aquilo foi trazendo uma paz para eles. Tanto que quando eles chegaram na estalagem onde eles iriam parar na hospedaria, esse homem quis continuar a viagem, disse: "Não, senhor, fica com a gente, vamos fazer a refeição juntos." E quando começa uma refeição e aquele homem parte o pão, eles identificam as chagas, os estigmas e dizem: "Mestre". Jesus sorri e desaparece. Eles imediatamente envolvidos naquele estado que agora era de esperança. O que é que significava aquela aparição? O mestre estava morto ou estava vivo? Qual o significado de tudo aquilo? E eles voltam, o rumo deles era na direção de Emaús. E eles voltam sem alcançar o destino, sem alcançar o ponto que eles gostariam de estar. E eles retornam. E diz o espírito Améia Rodriguez, naquele momento em que Jesus vai ao encontro deles, ele estava indo ao encontro de Cléufas, que era um cristão ativo e que movimentava se auxiliando a o nascimento daquela mensagem, propagando em comportamentos, mas também Jesus estava indo ao encontro de um dos seus, porque aquele que fazia aquele trajeto de Jerusalém a Emaús, Era Judas Tadeu, um dos 12, mas também primo de Jesus, porque o pai dele, de Judas Tadeu, era irmão de José, pai de Jesus. E a mãe de Judas Tadeu era prima de Maria. Então eles eram primos. Primos e discípulo, seguidor, um dos 12. Então diz a benfeitora, ele ia ao encontro do discípulo fazer renascer a esperança para que ele não saísse do testemunho e fosse para a ilusão.
es eram primos. Primos e discípulo, seguidor, um dos 12. Então diz a benfeitora, ele ia ao encontro do discípulo fazer renascer a esperança para que ele não saísse do testemunho e fosse para a ilusão. Maús, a cidade das águas termais, do repouso, da tranquilidade, da anestesia da acomodação, onde tudo parece bucólico e tão estável. e Jerusalém, o local do testemunho, onde se precisava apresentar o trabalho, o esforço, a luta. Então, Jesus aparece para que ele desperte e faça o caminho de volta. E assim acontece quando ele chega no cenáculo em que os 12 estão, ou melhor, alguns dos 12 estão. E quando ele vem relatar a situação, eles dizem: "Ele apareceu aqui também." e tinha feito uma aparição no cenáculo sem a presença de Tomé. E nessa outra aparição já está presente Judas, Tadeu e Tomé. E é o momento em que Tomé toca e diz: "Agora eu acredito". Acreditou porque tocou. Bem-aventurados aqueles que creem sem que seja necessário ver, tocar. E Amélia Rodrigues diz que aí estaria mais uma bem-aventurança, compondo o feixe das bem-aventuranças. Diante desse estímulo de Jesus aparecendo ao seu discípulo, tendo a ressurreição e a comprovação da imortalidade, aparecendo no cenáculo, mas também aparecendo aos discípulos numa pesca, onde ele também depois vai fazer parte do banquete. É o momento em que ele pergunta três vezes a Pedro: "Pedro, tu me amas?" Sim, Senhor, te amo. Então, apacenta as minhas ovelhas. Pedro, tu me amas? Sim, Senhor, eu te amo. Então, reúne as minhas ovelhas. Pedro, tu me amas? Sim, Senhor, eu te amo. Então, organiza, apacenta o meu rebanho, cuida, arregimenta, traz a estrutura para o meu rebanho. E assim a gente constata que em todas estas aparições do mestre, a mensagem que advém é de esperança. Por que as pessoas se sentem esperançadas quando viram a presença do mestre? Porque elas se sentiram felizes com o mestre aparecendo o corpo fluídico, porque era o corpo perespiritual, agora sim, o corpo perespiritual nas aparições do Messias. Por quê? Porque ali estava atestada a
ue elas se sentiram felizes com o mestre aparecendo o corpo fluídico, porque era o corpo perespiritual, agora sim, o corpo perespiritual nas aparições do Messias. Por quê? Porque ali estava atestada a vitória sobre a morte. Ali estava atestada a continuidade da vida. Rasgava-se de uma vez por todas. esta percepção de finitude, porque o mestre ele prometeu e ele retornou. E algo similar. Identificamos no curso da história, onde também abatida pelo desânimo, pela ausência de explicações dos fatos, porque o contexto que abrigava o século XIX era um contexto materialista, era um contexto sem o âmbito da religiosidade, sem um olhar mais profundo para a percepção do divino, do sagrado, do imortal. E ali também os espíritos rasgam este véu e lançam-se presentemente no mundo. Onde é que isso foi anunciado? Na última ceia, quando Jesus estava reunido com os discípulos e disse: "Se me amais e guardares os meus mandamentos, eu rogarei ao Pai e ele vos encaminhará, vos enviará um outro consolador que ficará convosco para todo sempre, o espírito de verdade." E aí vem o anúncio que é anotado pelo evangelista João, está lá no capítulo 14, versículos 15 em seguintes, anotando ali a presença, o advento do Paracleto da Consolação. E isso acontece em 1848 começam os movimentos em Heidesville, o lugarejo nos Estados Unidos. E ali começam as irmãs a observarem as pancadas, as batidas, estabelecem-se um diálogo e ali começava um movimento onde a humanidade presta uma atenção mais detalhada. Migra-se das Américas para a Europa, especificamente em Paris, e começam os movimentos de mesas que giram, batidas sobre as mesas e um professor, um educador Ipolit Leon Denis Rivil fica sabendo destes acontecimentos em 1854, mas ele só vai ver mesmo em 1855, porque mesa movimentar, o magnetismo é capaz de ocasionar, mas mesa que responde, que se pergunta algo e tem uma resposta para aquilo que se perguntou, até que se prove que a mesa é dotada de cérebros e nervos, aquilo não pode ser objeto do magnetismo, só pode ser uma condição
nde, que se pergunta algo e tem uma resposta para aquilo que se perguntou, até que se prove que a mesa é dotada de cérebros e nervos, aquilo não pode ser objeto do magnetismo, só pode ser uma condição inteligente. Então, o professor Rivel vai observar a partir de 1855. E nós temos em 18 de abril de 1857 o nascimento da doutrina dos espíritos, a comprovação da profecia de Jesus que aconteceu lá naquela última semana chamada Semana Santa no olhar da tradição. aconteceu lá e 19 séculos depois encontramos este esta estrutura em filosofia, ciência e religião, mostrando-nos e atendendo-nos em consolação, retirando do nosso coração o medo da morte. Ah, Kardec diz em o céu e inferno que os espíritas não temem a morte. Por que que Kardec diz isso? Porque é lógico, a partir do momento que eu me envolvo e mergulho em um conhecimento, sendo que esse conhecimento tem ciência, tem comprovação, eu começo a retirar naturalmente de mim os medos do que representava o desconhecido. Então, não se tem mais dúvida de que a morte ela está, ela não seifa a vida do espírito, ela seifa a existência. O espiritismo, ele mata a morte no seu aspecto mais tenebroso, mais miraculoso ou mais fenomênico no olhar e no impacto que tem no contexto social. faz com que entendamos que céu e inferno são condições conscienciais. E o que é mais especial? Mostra-nos que os espíritos que habitam toda essa dimensão espiritual que alguns de nós conseguem ver, estes espíritos são aqueles que viveram aqui na terra. Pergunta de Allan Kardec. E a resposta é essa. Nós somos sim os seres que viveram na terra. Então significa que a mãe, o pai, o filho, o parente, o amigo, aqueles que fomos até o túmulo, identificamos a partida, o desprendimento, a condição do corpo que vai ser direcionado para as honrarias materiais, mas também para os cuidados materiais, aqueles vivem. vem e pode parecer simples, mas não é. Saber que um amor nosso vive é muito significativo. E quanto mais sabermos que eles estão bem, isso conforta o
também para os cuidados materiais, aqueles vivem. vem e pode parecer simples, mas não é. Saber que um amor nosso vive é muito significativo. E quanto mais sabermos que eles estão bem, isso conforta o coração. E se temos dúvidas se eles estão bem ou não, nós sabemos que temos um instrumento da oração para pedirmos por eles, para eles, intercedermos por eles. Essa é a doutrina que veio rasgar as alegorias, a fantasia e nos colocar face a face com a vida e nos colocar diante da verdade para que o medo não nos sufocasse, para que o medo não fizesse com que recebendo o talento, seja ele na quantidade que for, 5, 1, a quantidade que for o talento, que a gente não enterre por medo, mas que a gente desbrave e siga adiante. Nós falamos aqui vez que outra no início das conversas sobre presença espírita. Olha que linda essa edição. Todas as edições são lindas. Eu tô apresentando essa porque essa é desse bimestre. Essa é a versão impressa da presença espírita que está com o tema reencarnação é recurso precioso que a vida oferece a todos que rumam na busca da plenitude. Trai-nos, traz-nos o tema da reencarnação. Fala-nos aqui nesta presença espírita, nessa revista, os postulados da nossa doutrina, os princípios que revestem a nossa doutrina. E tem um trechinho que é do benfeitor Viana de Carvalho. E olha que preciosidade ele nos traz. E a gente vai compartilhar aqui com vocês pra gente ter um gostinho dessa leitura e das palavras do Benfeitor Viana de Carvalho pela psicografia do nosso querido tio Divaldo no livro Novos Rumos. Estudando Deus e o infinito. Aqui ele tá falando da doutrina dos espíritos. a matéria e o espírito, a criação, o princípio vital, as causas do sofrimento, a encarnação, a desencarnação e a reencarnação, a profunda análise em torno do intercâmbio espiritual, dos fenômenos que dizem respeito ao sonambulismo e ao êxtase, ao sono e aos sonhos, as leis que regem a vida, as esperanças e consolações, revelando-se como a maior síntese do pensamento a respeito ito do
fenômenos que dizem respeito ao sonambulismo e ao êxtase, ao sono e aos sonhos, as leis que regem a vida, as esperanças e consolações, revelando-se como a maior síntese do pensamento a respeito ito do universo, da vida, dos seres e da sua evolução, causando impacto cultural e firmando novos conceitos nas páginas vivas da história. Marco decisivo para a transformação que começou a operar-se no planeta terrestre. O benfeitor fala sobre o livro dos espíritos, que na data de ontem comemorou, comemoramos 168 anos da publicação da sua primeira edição, com 501 questões a primeira edição, dividida em três partes. E a segunda edição que a gente conhece, que é a definitiva, está dividida em quatro partes com 1019 questões. E encontramos nesta doutrina e nesta obra luz esta segurança que faz com que os nossos passos sejam mais firmes e consigamos identificar que o medo não deve gerar o pavor e nem o pavor gerar a fuga. Quando olhamos Kardec dizendo que os espíritas não temem a morte e a gente diz: "Cardec, a gente teme sim, a gente teme a morte sim. Isso aí não é verdade não. Mas quando a gente vai perscrutar qual é esse temor, o que que a gente ouve como resposta? Ah, eu tenho medo de como é que vai ser a morte, não é assim? Ou eu tenho medo para onde eu vou, quem vai me receber, o que é que vai acontecer. Ah, mas isso aí também do que que vai acontecer, de qual, para onde é que a gente vai? Esses fatores eles são emocionais, eles são psicológicos e eles estão sob a nossa responsabilidade. E aí vem o Evangelho Segundo o Espiritismo, que também fez aniversário essa semana, dia 15 de abril, a data de publicação, 1864, então fez 161 anos, na terça-feira passada, em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 17, intitulado Sede perfeitos. Encontramos uma reflexão de como é que se reconhece o verdadeiro espírita. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que empreende para vencer as suas mais inclinações. Essa é a Páscoa do Espírita. O que é a
nhece o verdadeiro espírita. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que empreende para vencer as suas mais inclinações. Essa é a Páscoa do Espírita. O que é a Páscoa? Segundo o conceito judaico, a Páscoa é a comemoração do povo hebreu da libertação da escravidão do Egito. E por isso, uma semana de festa, de homenagem, de símbolos, de sinais, de comportamentos, de rituais. O que é a Páscoa para o cristão? imortalidade e transformação. Quando Jesus ressurge, aparece a Maria Madalena, é a mensagem para todos nós. É a primeira pessoa para quem ele aparece. É uma mensagem para todos nós. O valor que se tem no processo da trajetória é a verdadeira transformação que fazemos nesse processo, porque ela sai do charco e empreende esforços para vencer as suas mais inclinações. E vem o evangelho, vem o espiritismo, que é o evangelho rede vivo. É Jesus de novo entre nós. É o espírito de verdade. É Jesus que preside toda a codificação. É ele que vem cumprindo a promessa que ele deixou para que não faltasse no nosso coração a esperança e que rompêssemos com o medo para não fugirmos das nossas responsabilidades. Então, a Páscoa para o cristão deve ser renovação para o espírita. É essa mensagenzinha do Evangelho Segundo o Espiritismo. O verdadeiro espírita reconhece-se pela sua transformação moral e pelos esforços que empreende para vencer as mais inclinações. As mais inclinações são as nossas defecções e fragilidades que descobrimos no mergulho sincero, sem alegorias, sem senões. E nesse mergulho sincero, com coragem, com humildade, com dedicação, é que vamos descobrindo quem nós somos e engrandecendo em nós o que é belo, o que já está construído e ao mesmo tempo empreendendo esforços para vencermos as mais inclinações. como vencê-las senão através da Páscoa que Jesus nos ensinou, dizendo-nos que diante de cada situação que parece definitiva que nem a morte, tem situações na nossa vida que nos acontecem, que são tão dolorosas que por mais que a gente saiba que vai
nos ensinou, dizendo-nos que diante de cada situação que parece definitiva que nem a morte, tem situações na nossa vida que nos acontecem, que são tão dolorosas que por mais que a gente saiba que vai passar, a gente pensa que não vai passar. E a gente pensa definitivo, não vai passar, não vai acabar, não vai ser ultrapassado. E o espírito Joana deângeles ensina-nos que efetivamente tudo passa, mas só passa quando a lição foi apreendida. E é verdade. Quantas vezes o ser inteligente, individualizado, que é o espírito, foge da experiência carnal para não enfrentar as lutas que estão sendo colocadas para o seu processo educacional e foge de diversas formas. E daí a pouco ao curso da vida, levando novamente para aquela situação. E nós dizemos: "Meu Deus, mas é tudo de novo. É isso mesmo?" É. Porque não adianta que fujamos, o encontro é conosco e não tem como fugir de nós mesmos. E é por isso que o suicídio é uma falácia, que Judas desesperou-se e lançou-se, entregou seu abismo do seu próprio medo e constatou que é uma falácia e que, em verdade, o incremento da dor é expressivo e significativo. O espiritismo nos ensina a vencermos o medo que o materialismo fez com que nós acreditássemos que ele era tão gigante, tão imenso, que não podia ser superado por nós. O Espiritismo nos ensina a não termos o pavor e o Espiritismo nos ensina a não fugirmos. A Páscoa na tradição da humanidade tem a marca de uma expoente expressão de religiosidade. O calendário da Páscoa foi determinado pela Igreja Católica. E muitas pessoas dizem: "O espírita não tem a Páscoa". Porque foi a Igreja Católica que determinou a data para a Páscoa. Quem determinou a data pro Natal? O espírita tem Natal. Tem quem determinou a data pro Natal. Não foi um concílio, não foi a própria determinação do poder que se aliava ao poder temporal, religioso e misturava tudo num só sentido? Não importa a data, o que importa é a reflexão que se faz sobre ela. Porque o feriado longo de vários dias, tanto faz. Se é espírita, se não
poder temporal, religioso e misturava tudo num só sentido? Não importa a data, o que importa é a reflexão que se faz sobre ela. Porque o feriado longo de vários dias, tanto faz. Se é espírita, se não é, a gente aproveita. Por não aproveitar os dias para se debruçar em reflexão? O Natal que nós reunimos as famílias em tradição não aconteceu em dezembro. Jesus não nasceu em dezembro. Mas por é importante que mentalizemos e reunamos a família e reflitamos no Natal em conjunto, porque ali é uma unção de gratidão a Deus pelo presente perfeito que ele concedeu a humanidade, que se chama Jesus Cristo. E nós espíritas não aderimos a convenções, a rituais, fazemos o nosso evangelho. Mas tem aia, o que que tem? Nós podemos trazer hábitos que estão perdidos. Inclusive as tradições familiares de compartilharem os alimentos estão perdidas. É muito raro ver elementos da mesma família reunindo-se em mais de uma refeição. Às vezes não se consegue uma no dia. Isso é tradição independente de religião. Tradição é algo que se perpetua ao longo da história e que tem um significado, tem um objetivo. Logo, reunir-se no Natal tem esse olhar de agradecer. agradecer a Deus por Jesus ter vindo, por ele ser a resposta dos céus aos apelos aflitivos que nós elevamos ao Pai. Mas refletirmos na Páscoa também tem um significado importante. Reunirmos sim a família, não para fazermos pode comer isso, não pode comer aquilo outro. Tem que se fazer esse comportamento e não aquele, não. Isso são questões da tradição de uma outra denominação religiosa. Como diz Leonir no livro Cristianismo e Espiritismo, onde ali ele aborda a história da religião católica, ele nos diz que nós, por mais que observemos faltas, precisamos ter gratidão para com ela, porque ela criou, mesmo que apresentando defecções ao longo da história, criou muitos pontos a serem gravados a serem arquétipos do sagrado em nós. E muitos de nós, famílias espíritas, temos os nossos parentes e familiares de outras denominações religiosas. Então, se alguém nos convida
pontos a serem gravados a serem arquétipos do sagrado em nós. E muitos de nós, famílias espíritas, temos os nossos parentes e familiares de outras denominações religiosas. Então, se alguém nos convida para uma ceia, nós não vamos, porque nós temos ou somos de uma outra religião. E a família, ela não deve estar acima. E é grande a oportunidade da conjugação fraternal. O espírita traz para si na Páscoa a reflexão. As repetições dos hábitos dos rituais. Isto representa quem tem fé nesses movimentos. Porque aqui nós não temos, não temos imagens, não temos rituais, temos disciplina, temos temos organização, como estão presentes também nas outras religiões. Mas rituais como atos automáticos e que muitas vezes nem sabemos porque estamos fazendo, processo de buscarmos em nós como fazemos para termos a transformação moral. e permitir que essas lições, esse cordeiro que foi caminhando para ser abatido. Porque refletir sobre a Páscoa é diferente do Natal. é refletir sobre um erro da humanidade e a forma como a humanidade devolveu a Deus o amor que nos adveio. Como nós devolvemos de uma maneira infeliz, uma maneira triste, é refletir sobre as nossas defecções, as nossas falhas e renascermos e renovarmos as nossas atitudes. Para finalizar a nossa conversa de hoje, nós gostaríamos de compartilhar, primeiro que a história de Emaú tá nesse livro aqui, ó, que é lançamento da nossa benfeitora Amélia Rodrigues. O Essencial é um livro lindo. A psicografia do nosso querido tio Divaldo. É um livro lindo e vale a pena a gente buscar. Se queremos refletir sobre a paixão do Cristo, a gente pode buscar esse livro aqui. Sou eu, é da editora Leal, foi organizado pelo Álvaro Crispino e ele reuniu textos da Amélia Rodrigues que tratam especificamente da entrada triunfal, ou seja, do Domingo de Ramos até as aparições, até o momento da ressurreição. E o que a gente gostaria de compartilhar nesse finalzinho, lembrando da Páscoa como essa renovação, como essa transformação, esse processo todo a gente não faz
parições, até o momento da ressurreição. E o que a gente gostaria de compartilhar nesse finalzinho, lembrando da Páscoa como essa renovação, como essa transformação, esse processo todo a gente não faz sozinho, a gente não faz em solidão. O mestre que veio, que nos ensinou a caminhar, que tomou de nossas mãos, o mestre que nos trouxe ensinamentos, que curou, mas que curou o mundo íntimo, que traz uma proposta de ânimo, de renovação, de esperança, de consolação. Esse mestre vela por nós. Esse mestre está conosco na nossa estrada, muitas vezes rumo a Emaús, rumo à acomodação, ao conforto, a tranquilidade, é ele que aparece e nos desperta às vezes a partir de necessidades meramente materiais. É ele que nos desperta a retornarmos e enfrentarmos os testemunhos para diante do testemunho termos a coragem de dizermos: "Sou eu e aqui estou para vivenciá-lo". Ele não somente segue ao nosso lado, como segue orando por nós. Então, a gente vai compartilhar um trechinho que tá nessa obra, Boa Nova. As demais obras são da editora Leal. Essa obra aqui é da FEB Editora, da Federação Espírita Brasileira. É um livro de autoria do Humberto de Campos, psicografia do nosso querido Cândido Chico Xavier. E é uma página que está na última ceia em que Jesus vai encerrar aquele momento com a oração. E a gente queria compartilhar essa oração porque ela é tão sentida, tão forte. E consideremos que Jesus aqui pede por cada um de nós. Pai santo, manifestei o teu amor aos amigos que me deste. Eram teus e tu mos confiaste para que recebessem a tua palavra de sabedoria e de amor. Todos eles sabem agora que tudo quanto lhes dei provém de ti. Nesse instante supremo, Pai, não rogo pelo mundo que é tua obra, cuja perfeição se verificará algum dia, porque está nos teus desígnios insondáveis, mas peço-te particularmente por eles, pelos que me confiaste, tendo em vista o esforço a que os obrigará o evangelho, que ficará no mundo sobre os seus ombros generosos. Eu já não sou da terra, mas rogo-te que os meus
cularmente por eles, pelos que me confiaste, tendo em vista o esforço a que os obrigará o evangelho, que ficará no mundo sobre os seus ombros generosos. Eu já não sou da terra, mas rogo-te que os meus discípulos amados sejam unidos uns aos outros, como eu sou um contigo. Dei-lhes a tua palavra para o trabalho santo da redenção das criaturas. Que pois eles compreendam que nessa tarefa grandiosa o maior testemunho é o do nosso próprio sacrifício pela tua causa, compreendendo que estão neste mundo sem pertencerem às suas ilusórias convenções, por pertencerem só a ti, de cujo amor viemos todos para regressar à tua magnanimidade e sabedoria, quando houvermos edificado o bom trabalho e vencido na luta proveitosa. Que os meus discípulos, Pai, não façam da minha presença pessoal o motivo de sua alegria imediata, que me sintam sinceramente em suas aspirações, a fim de experimentarem o meu júbilo completo em si mesmos. Junto deles, outros trabalhadores do evangelho despertarão para a tua verdade. O futuro estará cheio desses operários dignos do salário celeste. Será, de algum modo a posteridade do evangelho do reino que se perpetuará na terra para glorificar a tua revelação. Protege-os a todos, Pai. Que todos recebam a tua bênção, abrindo seus corações as claridades renovadoras. Pai justo, o mundo ainda não te conheceu. Eu, porém, te conheci e lhes fiz conhecer o teu nome e a tua bondade infinita, para que o amor com que me tens amado esteja neles e eu neles esteja. Uma boa Páscoa a todos e que o Mestre Jesus nos abençoe sempre. Agradecemos aí a Luziane pela palestra referente ao esse período maravilhoso que estamos vivendo nesses dias e nessa semana da Páscoa, que nos faz lembrar muito a a Jesus. Vamos agora nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Nós convidamos os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e mestre Jesus, nosso divino amigo incondicional de todas as horas. Colocamos-nos, Senhor, a partir deste
as da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e mestre Jesus, nosso divino amigo incondicional de todas as horas. Colocamos-nos, Senhor, a partir deste instante a vossa disposição e dos benfeitores espirituais, para que a parte da ciência da doutrina espírita possa ser exercida em sua plenitude. E nós acionados no nosso interior pela vontade, pela determinação, possamos exercitar a caridade da doação. Predisponha-nos, Senhor, com os fluidos pessoais, a transmitir para esse ambiente, juntamente com os fluidos espirituais originados do mundo espiritual. Essa fusão de energias que se transforma em algo maravilhoso, um fluido medicamentoso que se espraia sobre esse ambiente, permitindo-nos absorver as boas energias originadas no mundo espiritual. Todos, todos, sem exceção alguma, temos alguma questão a resolver, alguma aflição, alguma dor, algo que neste momento possa estar nos incomodando? Mergulhemos no pensamento de Jesus, rogando a ele que nos permita apacentar as nossas almas naitude nesse instante, dando-os a mansuetude, o amor e o carinho originado por vós. Abençoa estas mãos, pois, Senhor, abençoa os médiuns que fazem um esforço pessoal para dar o melhor de si. Rogamos que essas energias também sejam conduzidas ao nosso irmão Divaldo Franco, ao nosso saudoso Nilson de Souza Pereira, a nossa morredoura gratidão, aqueles nomes que colocamos na porta do nosso cenáculo, Senhor, dos encarnados, dos desencarnados, Rogamos a vossa misericórdia para com eles e a água transforma no medicamento para que possamos absorvê-la, sentir os benefícios do mundo espiritual para as nossas problemáticas físicas, mentais, emocionais e espirituais. Ao retornarmos ao nosso lar, conduz-nos em paz, pensando em ti, levando as boas energias para aqueles que nos aguardam. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje por todo sempre. E que assim seja. Declaramos encerrada a nossa reunião. Nossa gratidão a todos.
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