Diálogo Franco | Por que Sofremos? • Mário Sérgio, Lusiane Bahia, Jamile Lima e Geraldo Campetti

Mansão do Caminho 23/11/2025 (há 4 meses) 1:13:43 10,141 visualizações 1,596 curtidas

Nesta edição especial do Diálogo Franco, transmitida ao vivo, os expositores Mário Sérgio, Lusiane Bahia, Jamile Lima e Geraldo Campetti refletem, à luz da Doutrina Espírita, sobre a pergunta que atravessa séculos: “Por que sofremos?” Um encontro pautado pela seriedade doutrinária, pela valorização dos ensinamentos morais de Jesus e pela busca de compreensão das provas e expiações que marcam nossa trajetória evolutiva. 🗓 Sábado, 22 de novembro ⏰ 20h00 – Transmissão ao vivo 🎥 Acompanhe, participe e eleve seu entendimento espiritual. #Espiritismo #DiálogoFranco #LiveEspírita #PorQueSofremos #DoutrinaEspírita #MansãoDoCaminho #EstudoEspírita #EvangelhoNoLar #ConsoladorPrometido *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Mais uma vez, então, muito boa noite a todos. Antes de darmos início à nossa reunião, eu gostaria de lembrá-los da nossa campanha de Natal que nós promovemos todos os anos já há 75 anos, né? Nós temos as listas físicas que estão aqui com a tiraci, tá aqui na frente sentadinha e ela que coordena esse trabalho já há mais de 50 anos. E esse ano a nossa campanha também volta ao mesmo número dos 5.000, muito embora saibamos que em todas as oportunidades dos anos anteriores nós conseguimos superar este valor com bastante folga. Então acreditamos que esse ano poderemos atingir da mesma maneira. Então fica aí o convite para aqueles que quiserem participar da nossa campanha. É uma campanha onde nós desenvolvemos eh na busca dos recursos. Aí nós compramos as cestas e distribuímos paraa população carente, né? Todo aquilo que é arrecadado é distribuído. Essa campanha, inclusive, ela tem uma auditoria como a instituição aqui também, né? Nós somos uma entidade, uma associação filantrópica e nós temos uma auditoria interna, uma auditoria externa. e uma contabilidade de terceiro setor que é bastante complexa, né, bastante trabalhada pelos nossos colaboradores. Então essa campanha é uma campanha também auditada, né, pelo nosso da nossa consultoria externa. E vamos hoje então na nessa nossa modalidade diálogo franco, vamos falar sobre um pouco sobre o sofrimento, né? Esse é um tema que é recorrente nas nossas reuniões de quinta-feira. Sempre existem muitas perguntas a respeito deste assunto. As pessoas buscam explicações para as diversas situações mais difíceis das suas vidas, das nossas vidas, né? E é o sofrimento, ela não tem exceção na terra, né? Todos nós, de uma forma ou de outra, seja materialmente, seja socialmente, emocionalmente, sempre estamos às voltas com o sofrimento e muitas vezes buscamos as origens de aonde, aonde o porquê, por eu sofro, né? que nós encontramos muitas vezes as explicações na própria existência presente e muitas vezes nas existências pretéritas, né?

itas vezes buscamos as origens de aonde, aonde o porquê, por eu sofro, né? que nós encontramos muitas vezes as explicações na própria existência presente e muitas vezes nas existências pretéritas, né? O capítulo 5º do Evangelho é rico nessas explanações e trazdus bem, né, desde a parte da justiça divina, do esquecimento do passado, as causas atuais do sofrimento, as causas anteriores e diversos outros assuntos que a leitura vai nos trazer as devidas explicações. Mas hoje aqui com a presença da Jamile, da Luziane Bahía de Geraldo Campete de forma virtual, nós poderemos debater um pouco a respeito desse assunto, trazendo cada um a sua ótica, a sua visão a respeito do tema, né? É um tema que passa por lei de causa e efeito, como eu citei, a justiça divina, a misericórdia divina e as razões, né? Porque sofremos e o consolo que a doutrina espírita sempre nos traz. Eu costumo esclarecer que a doutrina espírita não retira, não remove o sofrimento de ninguém, né? mas nos ensina os modos de compreender, aceitar e conduzir aqueles momentos difíceis das nossas vidas que todos nós passamos, né? sejam de forma pessoal, seja daqueles próximos a nós, que nos trazem às vezes momentos de sofrimento e de dor, onde nós procuramos as devidas explicações. Então, a doutrina espírita é uma doutrina eminentemente consoladora e nos traz sempre esperança e as explicações devidas através da lógica, não do fanatismo, da lógica do raciocínio, do desenvolvimento de ações que podem nos conduzir a entender a nossa missão, a nossa tarefa aqui nessa terra. Como dissemos há poucos dias, conversando, não conversando, conversando sobre espiritismo, que o nosso mundo já não é mais um mundo de provas e expiações. Isso terminou à meia-noite. Nós já estamos no primeiro minuto de um novo mundo, que é o mundo de regeneração, né? Então, as propostas são outras. O mundo será muito melhor nesse mundo novo que nós iremos transitar. onde pelo menos o bem e o mal serão equivalentes. Não nesse mundo anterior das expiações onde o mal predominava.

postas são outras. O mundo será muito melhor nesse mundo novo que nós iremos transitar. onde pelo menos o bem e o mal serão equivalentes. Não nesse mundo anterior das expiações onde o mal predominava. Nós caminhamos agora para uma nova era, aguardando sempre o amanhecer, o bendito amanhecer dessa nova era. Então, nós temos aqui conosco hoje o nosso irmão Geraldo Campete. O Geraldo é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, é responsável pela área da divulgação doutrinária que contempla a revista Reformador, que sempre nós fazemos referências aqui pela brilhantismo e pelos artigos maravilhosos que são ali publicados e também a parte da comunicação da febre editora. Então, convido agora o nosso irmão Geraldo para se apresentar a todos nós aqui presentes. >> Nosso querido Mário Sérgio, a querida Maninha Luziane, Jamília, amiga, irmã também do coração. Queria agradecer a gentileza do convite, a oportunidade de estarmos juntos nesta noite e parabenizar, querido amigo, irmão, pela iniciativa deste momento num programa tão interessante para trazer esse diálogo franco, ao mesmo tempo em que a gente busca as luzes do Espiritismo, o consolo do evangelho, indubitavelmente a presença, a inspiração dos benfeitores, amigos espirituais. contando agora, sem dúvida alguma, também o nosso querido Divaldo, um nome muito feliz, né, Divaldo, o diálogo franco aqui se referindo, creio até ao nosso próprio querido amigo e irmão, de quem a gente tem uma saudade assim, né, saudável, com muita alegria de nós termos sido contemporâneos desse missionário, desse apóstolo de Jesus aqui na terra. Então, uma gratidão estarmos aqui. Muito boa noite a todos vocês. Obrigado pela presença, viu, querido Mário Sérgio, amigas, irmãs queridas, a oportunidade de nós conversarmos nesta noite. >> Obrigado, Geraldo. Conosco aqui também a Jamide Lima. A Jamil é colaboradora voluntária da Federação Espírito do Estado da Bahia e da Sociedade Espírita André Luiz. Ela integra a equipe do programa Para Viver o Evangelho

onosco aqui também a Jamide Lima. A Jamil é colaboradora voluntária da Federação Espírito do Estado da Bahia e da Sociedade Espírita André Luiz. Ela integra a equipe do programa Para Viver o Evangelho transmitido ao vivo às segundas-feiras. Então, Jamile, por favor, a sua apresentação ao público. >> Boa noite aos irmãos e irmãs aqui presentes e com toda certeza aos nossos internautas que nos acompanham em uma noite especial com a temática do sofrimento que tanto nos diz respeito e antes de tudo o prazer de estar nesta casa. junto aos meus componentes aqui ao lado, ao Mário Sérgio, a Luziane, ao Geraldo Campete e sem dúvida a presença e proteção dos mentores espirituais. Mais uma vez obrigada. >> Obrigado, Jamir. Luziane Bahia, colaboradora voluntária da Mansão do Caminho, atua como evangelizadora e expositora espírita e colabora com os grupos de estudo na Federação Espírita Brasileira. Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Nós cumprimentamos a todos vocês que estão aqui no presencial, aqueles que nos acompanham virtualmente. Cumprimentamos o querido Mário Sérgio. Agradecemos imensamente a Jamile Lima e a Manin Geraldo por estarem aqui conosco, para compartilharem conosco os seus aprendizados e suas reflexões. Vamos juntos nessa meditação da noite de hoje em que o tema é por sofremos. >> Muito obrigado, Luziana. Realmente eu acho que vai ser uma noite enriquecedora, porque o tema é vasto, né? E essa humanidade necessita de muita explicação para tomar um novo rumo, esse esse novo rumo que nós nos propomos transitar na regeneração. Meu irmão Geraldo, existe uma visão comum de que o sofrimento é um castigo. Qual a visão espírita sobre a respeito do sofrimento? Olha, o espiritismo traz para nós um entendimento muito claro acerca do sofrimento. Primeiro porque a gente entende o espiritismo pela revelação da espiritualidade amiga como sendo eh o consolador prometido. Mário Sérgio citou aí o capítulo 5º do Evangelho Segundo Espiritismo, que é de

imeiro porque a gente entende o espiritismo pela revelação da espiritualidade amiga como sendo eh o consolador prometido. Mário Sérgio citou aí o capítulo 5º do Evangelho Segundo Espiritismo, que é de fato uma referência para nós, porque fala exatamente da dor do sofrimento, mas fala também da bem-aventurança, da alegria, da esperança. Quão felizes serão aqueles que sabem chorar, que sabem passar pela dor, pelo sofrimento. O Espiritismo é o consolador prometido por Jesus. Está lá exarado no capítulo 14 do Evangelho Joanino, quando, né, Jesus pronuncia: "Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu vos enviarei outro consolador, o Espírito de verdade, para que fique eternamente convosco." E eh o nosso querido tradutor do livro O Sel inferno, na publicação da FEB, eh nós temos aqui já como espírito, olha que interessante, o Manuel Quintão pela psicografia do Cândido, apóstolo do bem, Chico Xavier, vem nos dizer que o consolador prometido é a onipresença de Jesus na Terra. Significa que Jesus está presente em todos os lugares, né, da Terra, a começar do nosso coração, né, da nossa mente. E a gente percebe então que o sofrimento, como o próprio Allan Kardec coloca catalogando no capítulo s da primeira parte desse livro maravilhoso, né, já aqui citado sobre a justiça divina, é exatamente para nos trazer que o sofrimento, quando fala do Código Penal da Vida Futura, tá gente? Aqui nesse primeiro eh primeira parte do livro são 33 artigos. No 33º, Kardec faz assim uma espécie de resumo, né, de todo esse código que a gente muito bem pode trazer paraa vida presente, até pela necessidade que a gente tem de melhoria. Ele vai dizer que o sofrimento é inerente à imperfeição espiritual. Então, a gente sofre porque nós somos imperfeitos. O sofrimento não é um castigo, não é uma punição, conforme Mário Sérgio citou, mas é uma oportunidade e melhoria de aprendizado, de crescimento espiritual, de burilamento. Manuel, o guia espiritual de Chico, vai nos ensinar no livro Material de Construção, que a Federação Espírita

s é uma oportunidade e melhoria de aprendizado, de crescimento espiritual, de burilamento. Manuel, o guia espiritual de Chico, vai nos ensinar no livro Material de Construção, que a Federação Espírita Brasileira publica em parceria com o Ideal, eh, que é uma editora de São Paulo que trata, né, de várias obras de espíritos diversos na lavra de Chico Xavier, vai dizer eh em Emanu aceitemos uma entrevista com Deus. Então, quando o sofrimento bate à nossa porta, a gente precisa conversar com Deus. Nós somos convidados e convocados a essa conversa. O sofrimento é a oportunidade da gente se conhecer melhor, da gente enfrentar uma prova, muitas vezes uma expiação, porque tem vinculação esta prova com o passado de faltas, muitas vezes causas anteriores, né, de outras existências, pode ser dessa própria existência também, causas atuais, mas que de certa maneira a gente provocou, porque como Kardec explica, pelo livre arbítrio a gente pode errar como pode acertar. E nós quando erramos nos desviamos do caminho que é o correto, o caminho que é o natural, que é o caminho da felicidade. A gente vai enfrentar depois como consequência Mário Sérgio e queridas amigas, amigos estão nos acompanhando aí presencialmente, né, e pelos canais de divulgação da Manção do Caminho e parceiros. A gente verifica que também nós podemos, pelo uso do livre arbítrio, seguir um caminho que é adequado para nossa felicidade. Então, o mal ele acaba sendo um desvio, mas o sofrimento, se a gente for entender como um prolongamento da dor que nós mesmos assim alimentamos com o nosso próprio livre arbítrio, com a nossa vontade, não é? A gente pode dizer que esse sofrimento não é uma escolha divina, é uma escolha nossa, humana. Porque Deus, no fundo, não quer que a gente sofra. Deus quer que a gente seja feliz. Agora a gente sofre porque é uma necessidade de depuração, de limpeza, porque ainda somos imperfeitos. a gente precisa se corrigir, precisa evoluir. E à medida que a gente comete erro, a lei de causa e efeito, como muito bem citada

a necessidade de depuração, de limpeza, porque ainda somos imperfeitos. a gente precisa se corrigir, precisa evoluir. E à medida que a gente comete erro, a lei de causa e efeito, como muito bem citada aqui pelo Mário Sérgio, querido amigo e irmão, ela vai agir no sentido da gente reencontrar o caminho, porque ela rege o nosso destino. Então, o Espiritismo explica o sofrimento como uma necessidade temporária criada pelo próprio ser humano, pelo espírito, no caminho da sua evolução. E Deus utiliza desse sofrimento, dessa dor, como muito bem explica Leão Deni no livro Problema do Se destino da dor, quando vai nos falar da dor como uma potência da alma. A dor é uma força íntima, mas é também uma revelação interna de que nós passamos a nos conhecer e em nos conhecendo nos tornamos mais capazes, mais competentes de enfrentar as aflições, as agruras, dificuldades, os percalços e os desafios do caminho sobre as bênçãos da espiritualidade amiga, reconhecendo que todos, se sofremos hoje, amanhã, poderemos ser felizes a depender de como a gente faz essa travessia. E o espiritismo, como o evangelho rediv vivo, o resgate da mensagem do Cristo na sua essência nos permite fazer essa travessia com segurança, dependendo apenas de nós mesmos, da nossa atuação. >> Obrigado, meu irmão Geraldo. Você falou muito assim de imperfeição. Obviamente nós somos ainda bastante mais animais do que espirituais. Ainda temos muito, a jornada é muito longa. E há pouco conversando com a Luziane, nós estávamos falando um pouco sobre o universo. E quando eu procuro assim contemplar, entender o universo, eu vejo o que é a perfeição, esse mecanismo divino dos trilhões de galáxias num equilíbrio perfeito, numa geometria, num entendimento físico, quântico. E compreendemos aí a excelitude da criação, a perfeição divina. E quando nós falamos da perfeição nossa, para eu ser perfeito como Jesus, que é um modelo e o guia da humanidade. E a perfeição não é só dos atos da conduta, da moral, mas é a perfeição do

ção divina. E quando nós falamos da perfeição nossa, para eu ser perfeito como Jesus, que é um modelo e o guia da humanidade. E a perfeição não é só dos atos da conduta, da moral, mas é a perfeição do pensamento. O nosso pensamento tem que ser limpo, puro, cânido. E isso sabe, nós sabemos que é uma longa trajetória. Então, Jamili, você poderia nos falar sobre justamente esse sofrimento que são causados por nós mesmos, fruto da nossa ainda imaturidade, da nossa imperfeição? >> Sim. E aí está uma grande reflexão. Enquanto ouvia os comentários do irmão Campete, eu lembrei desse mesmo capítulo de O problema do Ser, do destino e da dor, onde no capítulo específico sobre a dor, Leonir vai trazer uma reflexão muito importante para todos nós. A dor vai nos acompanhar. Isso pode parecer um tanto quanto incômodo, porque a gente não quer dialogar, conviver e suportar a dor. Aí vai depender de um filósofo que foi trazido nesse mesmo capítulo por Leon Deni, epiteto epicteto, onde ele faz, traz para nós uma afirmativa que vai atravessando os séculos que tudo depende de como enxergamos e entendemos as coisas. Se nós formos enxergar o sofrimento como algo imerecido, que não há uma necessidade específica e mais ainda que não fui eu quem gerou a condição em que me encontro hoje, nós teremos muitas dificuldade em entender porque é que a dor ainda campeia a nossa existência e o planeta em que nós fomos convidados amorosamente a estar nele. Quando eu digo amorosamente, é porque estar nesse planeta significa que recebemos uma nova oportunidade de reescrever a história, reescrever melhor, com um livro um tanto quanto mais fluido, mais leve, porque ele tende a ser mais condizente com a lei divina. Mas quando nós enxergamos o sofrimento como algo que por ser fruto das escolhas que fiz e que, portanto, através dele eu terei a a oportunidade de ascensão, de crescimento espiritual, tendemos a ter uma existência mais fácil, em que eu entendo o porquão atual. E eu lembro ainda da fala recente aqui

anto, através dele eu terei a a oportunidade de ascensão, de crescimento espiritual, tendemos a ter uma existência mais fácil, em que eu entendo o porquão atual. E eu lembro ainda da fala recente aqui que Mário Sérgio trouxe pra gente, ainda de um traço muito centrado em características que nos aprisionam a um estágio muito animalizado. Ainda estamos muito centrados e voltados para o prazer. Tudo aquilo que nos confere prazer, dependendo do prazer, pode nos trazer prejuízos. Mas ainda assim a gente tem uma dificuldade um tanto quanto grande de abandoná-los. Eu posso saber que comer em demasia pode prejudicar o meu corpo físico, causar mal-estar, gerar doenças, mas ainda estamos no nível evolutivo que dizemos: "Eu sei disso, mas eu consigo entender. Contudo, nós sempre estamos ali colocando impecílios para o nosso próprio crescimento. Vejamos que estamos numa oportunidade reencarnatória em que conhecemos o espiritismo e ele não nos condena, não nos aponta ou nos coloca em condições críticas, pejorativas ou qualquer outra coisa. Inclusive, eu sou muito entusiasta da eh do texto em que a nossa veneranda Joana deângeles nos convida uma postura de autoestima espiritual. Ao invés da eterna afirmativa, estamos imperfeitos. Sim, estamos, já o sabemos. A gente pode também substituir por sou um espírito a caminho da perfeição. Ao invés de o obsessor que não deixa que eu evolua, eu serei o ser que agora vai adotar posturas outras que as companhias que eu venho a trair vão me ajudar a progredir. Nós retiramos uma fotografia de um tempo estanque, que é a atual encarnação. E aí o mundo vai parecer muito injusto, pesaroso, difícil de conviver, mas nós somos o fruto e a consequência de uma caminhada de diversas encarnações. Por isso, às vezes, o sofrimento parece que ele não tem sentido ou que eu estou passando por situações que talvez Deus não tenha olhado da forma devida ou não como pai misericordioso que Jesus nos apresentou. Mas foi o Mestre quem disse que bem-aventurados aqueles que sofrem,

tou passando por situações que talvez Deus não tenha olhado da forma devida ou não como pai misericordioso que Jesus nos apresentou. Mas foi o Mestre quem disse que bem-aventurados aqueles que sofrem, porque serão consolados. E só pode ser consolado quem faz o esforço por vencer as suas mais inclinações. E ouvi a palavra que hoje eu vim pensando nela. O espiritismo como doutrina consoladora. Uma doutrina que me diz não que eu já devo me comportar ou ser perfeito, mas que basta que eu me esforce. Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço? É muita benesseria. Não foi exigido perfeição ou uma melhoria mágica da noite pro dia, mas o esforço. E nós precisamos nos acostumar o ao esforço. Se encontrarmos no esforço e na disciplina algo que devemos afastar porque é pesaroso e os prazeres me atraem mais, o sofrimento vai se acumular. Mas se eu entendo que conhecendo a verdade ela me liberta, o sofrimento vai ser uma consequência das escolhas que fiz, mas que por agora entender, eu posso reverter a minha condição. Porque não tem dúvida, o nosso caminho é perfeição. Já sabemos da imortalidade e vivemos como se ela não fosse uma realidade. Nós já sabemos das paixões funestas, mas nos entregamos a ela como a elas como se não tivesse amanhã. Nós já sabemos das chagas do egoísmo, mas ainda queremos que tudo seja nosso e não partilhado. Consequentemente, sim, o sofrimento é uma escolha. até que nós escolhamos a beness de servir e entender que servir ao outro estou servindo a mim e acima de tudo ao Pai Celeste. Nesse dia o sofrimento deixará de existir. >> Obrigado, Jamile. Na física, Luziane tem sempre uma lei de ação e reação, né? a gente joga uma uma bola na parede, ela ela volta com em sentido contrário, na mesma direção e com a mesma potência, sem considerar o amortecimento que vai haver, né? Na doutrina espírita também nós temos eh sempre esse essa lei de ação e reação ou a lei de causa e efeito, né? E ela é tão, tão presente que não é só a ação física, é a ação do pensamento, né? Então, a

a doutrina espírita também nós temos eh sempre esse essa lei de ação e reação ou a lei de causa e efeito, né? E ela é tão, tão presente que não é só a ação física, é a ação do pensamento, né? Então, a disciplina do pensamento e que nós emitimos em direção a a uma outra pessoa, ela tem um uma potência. A nossa mente tem uma potência, né? Ela influencia, ela ela pode modificar o nosso pensamento, pode modificar o equilíbrio do universo. Então, como nós podemos explicar pela ótica da doutrina espírita, Luziane, esta lei, essa lei de causa e efeito? Nós fazemos parte de um contexto muito bem engendrado pelo nosso pai que é bondoso, justo, misericordioso. Então, tudo aquilo que pensamos, que fazemos, reverbera, comunica-se, influencia e traz, obviamente, as ressonâncias, os impactos e essa lei de causa e efeito. E o Mário citou a lei de ação e reação, a terceira lei de Newton, que a gente aprende lá na física e que nos mostra os efeitos como sendo produtos daquilo que foi oriundo a partir de uma ação. Pela mesma perspectiva, a lei de causa e efeito, que faz com que, observando os fatores da vida sobre esse prisma, nos traz a realidade da responsabilidade. Quando compreendemos que na vida nós vamos agindo, fazendo, realizando, como o maninho Geraldo falou, a Jamile falou, como eles nos trouxeram, que as nossas escolhas, as nossas decisões, elas apresentam naturalmente um retorno de vivência e de experiência para nós. este mecanismo faz com que queiramos ser, ou pelo menos é o objetivo do conhecimento, sermos partícipes e atuantes desse processo de uma outra forma. Porque se estamos vivenciando nesse momento sofrimentos, dores, é porque obviamente nós temos a gênese a causa disso em algum momento nosso também, porque Deus não é punitivo. As coisas não nos acontecem por acaso, só nos acontece aquilo que traz um quinhão exato de aprendizado. E vejamos que essa lei de causa e efeito, esses efeitos sempre são abrandados pela misericórdia de Deus. Não apresenta-se numa matemática fria,

contece aquilo que traz um quinhão exato de aprendizado. E vejamos que essa lei de causa e efeito, esses efeitos sempre são abrandados pela misericórdia de Deus. Não apresenta-se numa matemática fria, absoluta, objetiva, porque o objetivo da divindade é que nós alcancemos esse aperfeiçoamento, essa condição de melhoramento dessa transformação e desse aprimoramento moral. Então, quando observamos na condução das múltiplas existências, essa lei de causa e efeito se realizando, todas as vezes que estamos aqui vivenciando a experiência da dor e do sofrimento, parece que é muito pesado, parece que é muito mais difícil e às vezes imaginamos que não iremos conseguir suportar e que aquilo é um peso maior do que as nossas forças. Mas é impressionante como essa perspectiva se modifica quando nós desencarnamos. E a gente vê isso na segunda parte do livro Céu e Inferno, o livro citado pelo Maninho, que completa nesse ano 160 anos da sua da da publicação da sua primeira edição. A gente encontra isso na literatura vasta do André Luiz sobre a psicografia, a mediunidade Chico Xavier, Manuel Flamengo de Miranda, a psicografia do nosso tio Divaldo, os livros vindos pela dona Ivon. Identificamos que os espíritos quando chegam no plano espiritual identificam o processo de sofrimento que aqui atravessaram, constatam que aquilo que foi feito anteriormente tinha um peso muito maior. e que o que foi vivenciado, as oportunidades que foram apresentadas para a vivência tem um coeficiente exato para que aquilo nos sensibilize, nos toque e seja motivação paraa nossa transformação. Mas quando estamos mergulhados, talvez envieszados pelo esquecimento do passado, mas também muito envolvidos nas circunstâncias do aqui e do agora, perdemos a percepção do que é essencial e nos distanciamos desse processo de fazermos a nossa parte, de buscarmos vencer e construir uma história diferente. O espírito Joana deângeles nesse livro aqui é um livrinho bem fininho, olha só, bem fininho. É o terceiro livro da série psicológica do

a parte, de buscarmos vencer e construir uma história diferente. O espírito Joana deângeles nesse livro aqui é um livrinho bem fininho, olha só, bem fininho. É o terceiro livro da série psicológica do espírito Jana deângeles, psicografia do nosso tio Divaldo, a editora Leal. Aqui a benfeitora enfrenta o assunto do sofrimento. Ela debruça-se nas quatro nobres verdades de Buda. A existência do sofrimento, a origem do sofrimento, cessação do sofrimento e caminhos para a cessação do sofrimento. E dedicando-se a observar esse prisma abordado por Buda sob a ótica profunda do espiritismo. E o que que ela nos mostra nessa lei de causa e efeito? Exatamente. As condições anteriores aqui já citadas. Capítulo 5into do Evangelho Segundo o Espiritismo. O segundo maior capítulo do Evangelho. Olha que interessante. O primeiro é o 28, que são as preces para que a gente jamais se esqueça o quão a gente precisa se conectar e reconectar com o Pai. Mas o quinto é o segundo maior capítulo, porque também é a nossa forma de buscarmos consolação e de aprendermos mais porque o sofrimento nos advém e qual é a nossa responsabilidade nesse contexto. Então, ela nos traz as causas anteriores, coloca as provas e as expiações, dizendo-nos que as provas podem participar da nossa eleição. nós conseguimos abrandar ou agravar que as expiações estão mais como uma imposição, que conseguimos atenuar, mas não evitar. E vai nos trazendo a sabedoria dessa lógica constatada na lei divina. Mas quando ela fala das causas atuais, ela fala sobre emoções perturbadoras e nos convida a prestarmos atenção no ofuscamento, ou seja, na perda da percepção da realidade. O quão nós no dia a dia nos voltamos para aderirmos coisas ilusórias, fantasiosas, que nos distanciam do caminho correto que devemos trilhar. Então ficamos ofuscados imaginando que aqueles fatores que nos são apresentados são fontes de alegria e de felicidade, mas e que em verdade sendo perseguidos por nós, vamos encontrar a Degita. Ela fala-nos do desejo que não corresponde à vontade,

fatores que nos são apresentados são fontes de alegria e de felicidade, mas e que em verdade sendo perseguidos por nós, vamos encontrar a Degita. Ela fala-nos do desejo que não corresponde à vontade, desejo que representa imediatismo, objetividade. Eu quero agora e eu preciso agora. E aí eu enveredo todo o movimento para buscar e conquistar. E quando eu conquisto, eu digo: "O quê? Não quero mais." Não era desejo, era algo fugidio, não era sincero, não era sedimentado. Isso produz sofrimento, isso produz enganações. E ela segue falando sobre o ódio que aderimos no comportamento e nas relações, e que isso também ocasiona-nos sofrimento no contexto atual, ou seja, a forma como lidamos com o outro, discursos de ódio, falas maledicentes, perseguições, atitudes que vamos abrigando no coração. essa situação nefasta que vai nos corroendo interiormente e ela desemboca na frustração, dizendo que às vezes depositamos muitas perspectivas ou expectativas nas circunstâncias, nas situações, nas pessoas e quando não alcançamos, adentramos a esse processo emocional perturbador que nos distoa na atitude que estamos adotando. Então, observemos a lição que a benfeitura nos traz como reflexão. Porque para que a gente entenda a lei de causa e efeito, ela tem que ter um sentido pro agora, pra gente criar uma amanhã diferente. E para fazer isso, substituirmos o desejo pela vontade, o ofuscamento pela verdade, o ódio pelo amor, a frustração pela convivência, pelo entendimento, pelo amadurecimento. E assim diz-nos a benfeitora, que vamos encontrar motivações para a felicidade, desprendendo-nos desses momentos que são arraigados por nós mesmos como causa e fonte do sofrimento. >> Obrigada, Luziane. Ao longo da convivência que eu tive com Divaldo, a mesa diversas oportunidades, nós recebemos muitas visitantes, muitos visitantes, né? E curiosamente tinha uma pergunta que era sempre uma trajetória em direção ao Edivaldo. As pessoas sempre perguntavam assim: "Divaldo, nós já batemos o fundo do

itas visitantes, muitos visitantes, né? E curiosamente tinha uma pergunta que era sempre uma trajetória em direção ao Edivaldo. As pessoas sempre perguntavam assim: "Divaldo, nós já batemos o fundo do poço? Perguntavam assim: "Se nós já atingimos o máximo do sofrimento da humanidade". Ele olhava pra pessoa, estamos longe, meu filho. Estamos muito longe ainda. E os anos foram passando e as perguntas chegando da mesma forma, né? E ele sempre respondendo. E ele deu uma perspectiva que eu passo a vocês, que o ano máximo do sofrimento é esse. Foi esse ano. Nós estamos batendo no máximo da perturbação humana da humanidade. Humanidade desorientada, enlouquecida, presvariada. É o momento que nós vivemos. Mas vai melhorar quando nós vamos fazer assim, 26, 27, a partir de 27, novos rumos. Novos rumos. Mas nós vamos decolar a partir de 2030. 2030 nós teremos novos ares, mas até 2030 nós ainda teremos muito sofrimento, muita dor no mundo, né? Nós estamos vivendo hoje o ápice da dor e do sofrimento da humanidade. Ano que vem vai ser melhor, 27 melhor, até 2030, onde poderemos eh ver além dessa penumbra e dessa névoa e dessa sombra que nos envolve, né? Então, Geraldo, nós temos aqui uma uma frase que o Júnior vai projetar na tela, que esse sofrimento não vem para nos destruir, mas vem para revelar o que em nós precisa ser curado. Então, aguardo os seus comentários, meu irmão, a respeito desta frase maravilhosa colocada aí na tela. Realmente uma frase maravilhosa, profunda e verdadeira. Deus é nosso pai. Ele quer o nosso bem. Ele nos criou e já ao nos criar nos concedeu eh esse legado da imortalidade. Somos todos espíritos imortais, jamais morreremos. Então, é importante a gente saber disso. E Deus não quer o mal de ninguém, de nenhum dos seus filhos, senão ele não seria um pai de amor, de misericórdia. Ele quer o nosso bem. Então ele não quer destruir. O mal não surge eh como uma escolha divina ou um planejamento divino na nossa trajetória evolutiva. A gente acaba se defrontando com o mal

ericórdia. Ele quer o nosso bem. Então ele não quer destruir. O mal não surge eh como uma escolha divina ou um planejamento divino na nossa trajetória evolutiva. A gente acaba se defrontando com o mal que nós mesmos alimentamos, que por livre opção, escolha, por um uso inadequado do livre arbítrio, a gente acaba se esbarrando. E aí nós temos a questão da lei de causa efeito atuando em nosso benefício. Uma querida amiga, irmã e colocou assim, né, Mário Sérgio, amigas, como é gostoso ouvir o sotaque baiano, viu? Olha assim, a gente tem que reconhecer, é muito bom, é tão bonito. Eh, e ela colocou assim que se pudesse ela não escolheria dor, não é? O meu papaizinho, ele desencarnou com 88 anos de idade e ele dizia assim para nós: "Bendita a dor. A dor é a grande sinfonia que acorda os corações para a vida eterna". Então, a dor em si não é um mal. O sofrimento em si não é um mal. Pode ser uma consequência de um equívoco, pode ser a consequência do mal, mas a dor, ela é uma bênção na nossa trajetória. É uma grande oportunidade da gente se resgatar, da gente reencontrar o caminho certo da nossa evolução, da nossa conquista como filhos de Deus que todos nós somos. Então, o Pai, ele quer que nós nos sintamos vivos. E essa questão, né, de destruição passa pela própria autodestruição. Como a gente não consegue se destruir porque somos espíritos imortais, a gente poderia, pelo desânimo, pelo pessimismo, né, pela autoderrota, a gente vai se sentindo cada vez menor. No entanto, a nossa trajetória é ascensional. Nós estamos aqui evoluindo passo a passo, mesmo que gradativa lentamente, mas nós estamos evoluindo e hoje nós estamos muito melhores do que já fomos no passado. Então olhar para dentro de nós mesmos com essa dor, como esse convite, não é? Como essa oportunidade da gente reencontrar o amor, porque a dor é uma manifestação também do amor. Alguns estudiosos dizem que, né, que não existe dois caminhos, né? o caminho da dor ou o caminho do amor. Tudo é o caminho do amor. Mas a dor é uma

mor, porque a dor é uma manifestação também do amor. Alguns estudiosos dizem que, né, que não existe dois caminhos, né? o caminho da dor ou o caminho do amor. Tudo é o caminho do amor. Mas a dor é uma oportunidade da gente, digamos, né, por um caminho talvez mais assim, eh, sofrido, mais dorido, que não vai ser tão, digamos, né, aí numa linha reta. Talvez a gente vai passar por alguns atalhes, vamos enfrentar alguns desafios que poderiam, quem sabe, seria até dispensados se a gente tivesse escolhido outro rumo, né? Mas a gente sempre tem a bênção, a bênção de receber a graça divina como oportunidade da reconstrução para que a gente se sinta cada vez mais vivos, mais estuantes. E aí assim a gente vai poder dizer: "Olha, a dor ela não quer nos matar. Deus não quer nos prejudicar. Pelo contrário, a dor quer que nós, como o fênix, até se necessário assim for, que nós ressurjamos, nós nos renovemos, nós nos assim promovamos a o nosso renascimento, a regeneração através desse esforço constante, como Jamile lembrou do conceito do verdadeiro espírita, né? Se nós nos esforçarmos, se a gente procurar ser disciplinado, como o tio Dios, deu tanto exemplo, não foi eximido da dor. Chico Xavier, o apóstolo do bem, também seu amigo não foi eximido da dor. Francisco de Assis, a nossa querida benfeitora Joana de Anjos, nas suas diversas trajetórias de reencarnações aqui na Terra, nenhum deles foram eximidos da dor. Todos passaram pela dor, mas procuraram menizar o sofrimento, porque sempre trouxeram Deus na sua intimidade. E é esse o convite. Acredito que essa frase, querido Mário Sérgio, nos faz para que a gente esteja efetivamente integrado com Deus no nosso pensamento, no nosso sentimento e principalmente nas nossas ações. >> Muito obrigado, Geraldo. Eu pensava aqui na na transformação. Quando nós pegamos uma um carvão e submetemos uma alta pressão, a alta temperatura, ele se transforma numa preciosidade. Aí o cisel trabalha e nós temos na mão um diamante. Então nós somos um diamante, né? Mas é necessário o cisel,

o e submetemos uma alta pressão, a alta temperatura, ele se transforma numa preciosidade. Aí o cisel trabalha e nós temos na mão um diamante. Então nós somos um diamante, né? Mas é necessário o cisel, é necessário a pressão, é necessária a alta temperatura, é necessário o atrito para que nasça a gema que existe em nós. Nós somos luz, né? Podeis fazer o que eu faço e muito mais, disse Jesus, né? Nós podemos ir além, além, muito além e caminhar com Jesus. Então, Jamile, toda lágrima que cai em resignação é uma semente de luz que floresce no coração de Deus. Que é que nós podemos conversar sobre essa linda frase? De fato, uma bela frase e que nos toca a todos, porque eu imagino que de todos os olhos que eu posso vislumbrar aqui nesse auditório, os que nos acompanham virtualmente, que as lágrimas já verteram. Tem umas lágrimas que são de alegria, emoção, felicidade, mas tem as lágrimas de dor, que revelam a nossa essência mais genuína, que fazem com que a gente perceba que sim, nós somos almas e que estamos numa condição de caminhada. Eu fico pensando e refletindo que independente do nível evolutivo, dos espíritos que aqui chegam, eles vão sofrer. Eles podem até sofrer com uma outra conotação e percepção, mas o sofrimento vai acontecer. O que Jesus vivenciou na cruz foi sofrimento. Mas na ótica desse espírito de scol, estar ali, sacrificar-se pelo outro é a dor amor. aquela dor que foi colocada ali, as lágrimas que podem ter sido derramadas por ele e por aqueles que estavam, seus discípulos, mãe, enfim, os seguidores, admiradores ou pessoas que viam nele a esperança de um mundo melhor, simbolizavam uma sensação naquele momento de perda, frustração. A minha grande ideiação de mundo melhor está ali sucumbindo, padecendo. Só que depois de um tempo e um curto tempo, mas eu imagino que nesses três dias a dor foi profunda, a esperança foi colocada num lugar mais execrável do ponto de vista da história aquela época. Então, tudo aquilo que eu aspirei e que eu sonhei desapareceu.

no que nesses três dias a dor foi profunda, a esperança foi colocada num lugar mais execrável do ponto de vista da história aquela época. Então, tudo aquilo que eu aspirei e que eu sonhei desapareceu. Mas quando ouvimos falar do advento, da comprovação da imortalidade da alma e que Jesus ressurge, esplendoroso na sua condição de espírito puro e que hoje e até hoje, melhor dizendo, continua a nos conduzir e a no nos guiar a despeito da dor que ainda estamos fomentando e seguindo na nossa condição. Acho alentador ouvir que 2026 melhora, 27 mais ainda e 30 mais ainda. Eu espero estar encarnada não para viver ou usufruir as benéces, mas para contribuir com essa possibilidade de um mundo melhor. Olhar a dor significa que a gente precisa adotar um prisma, não do livrar-se dela. espíritos mais elevados sofrem neste planeta e nós que ainda estamos numa condição de imperfeição, sofreremos porque nós causamos dor. Eu li uma frase interessante que apareceu ali de uma internauta. Se eu pudesse escolher, eu preferiria não sentir dor. Eu também não. Imagino que todos vocês também, se fosse possível escolher. Mas é preciso assumir a palavra que já apareceu aqui por Luziane, responsabilidade sobre os nossos atos. Quando nos tornamos seres lúcidos, nós não temos mais a quem dizer: "A culpa foi sua". Assumir que a responsabilidade é minha é doloroso. É doloroso porque eu sei que a partir desse momento as lágrimas que cairão dos meus olhos serão fruto das minhas escolhas que me distanciam do divino. A dor precisa ser entendida e eu achei de uma beleza muito grande o que Campete trouxe como sinalizador. Dor não é castigo e nem punição. é um sinal de que precisamos rever o percurso. É como se tivéssemos um mapa nas mãos e nós fôssemos os cartógrafos. Esse caminho aqui que eu escolhi não foi o melhor. Eu volto a olhar pro mapa. O que é o mapa? É o tal reino dos céus que tá onde? Aqui dentro. Segundo as tais leis divinas que estão inscritas na consciência. Mas enquanto a consciência não se amplia, as leis não

olhar pro mapa. O que é o mapa? É o tal reino dos céus que tá onde? Aqui dentro. Segundo as tais leis divinas que estão inscritas na consciência. Mas enquanto a consciência não se amplia, as leis não ganham força e pujança. E eu sigo a chorar. Eu preciso deixar a lei desabrochar e conviver com ela para ser coerente. Enquanto o discurso não casar com ação e com a mudança de atitude, o choro e o ranger de dentes permanecerão. Mas se eu opto por seguir os exemplos e seguir o exemplo do mestre, dói, porque quem segue o mestre vai pegar a sua cruz e seguir com a charrua. Só que este mundo que ainda estamos vivenciando não nos apresenta a cruz como possibilidade de redenção. A cruz vai ser sempre o lugar do ostracismo, da solidão, do sermos evitados, porque pensamos diferente. É preciso ter coragem moral para assumir que o que está posto não é aquilo que eu desejo assumir. Será que a gente quer mesmo ser o diferente? A gente quer ser o espírita com base cristã. Queremos dedicar a nossa existência ao servir, entender mesmo o que é servir a Jesus. Não só dizer que beleza, que belos textos, isso só pode ser coisa de espírito evoluído, isso é coisa nossa. Agora é preciso agarrar a oportunidade e seguir. Aí a gente vai entender que a dor amor agora se transforma em dor renúncia. Quando eu renuncio aos prazeres, entendo qual o meu papel no mundo, lembrando que esse papel se desenvolve muito rapidamente. Eu lembro perfeitamente de situações quando eu tinha 4 anos de idade na matéria. Agora, com mais alguns milhares de quatro depois, eu ainda continuo percebendo que tem uns passos demasiado vagarosos e que a vida passou. E eu não sei mais quanto tempo eu tenho à frente. A famosa pergunta, quantos anos você tem? Não sei. A resposta cronológica é fácil, mas quando eu quanto eu ainda tenho para me dedicar, nós não sabemos. É hoje, é agora. ou muda e a gente adota novas posturas que façam com que as lágrimas sejam de alegria, porque eu venci a mim mesmo e vencer a mim mesmo é vencer o mundo. E

e dedicar, nós não sabemos. É hoje, é agora. ou muda e a gente adota novas posturas que façam com que as lágrimas sejam de alegria, porque eu venci a mim mesmo e vencer a mim mesmo é vencer o mundo. E aí eu encontro a tal verdade que liberta, ou eu serei aquele sempre sendo malsinado, a queixar-se da vida, porque não assume a sua condição de senhor do próprio destino? Sim, essas lágrimas caem por falta de maturidade, por invigilância, mas também por um desejo de me manter aquiietado, acabrunhado, não me deixando ser a luz do mundo que sou. Peguemos as nossas forças, colocamos, precisamos colocar a cruz nos ombros. Esse mundo é de dor, mas ele só é de dor temporariamente. É preciso fazer com que a frase de Jesus, ele espera por isso, não seja meu reino Noé deste mundo. E não foi porque ele sabe da nossa condição evolutiva. Mas o sonho do mestre que precisa ser o nosso é que sim, nós temos condições de fazer deste mundo o reino de Deus, mesmo que custe lágrimas, porque a lágrima de hoje é o sorriso e a felicidade de amanhã. >> Obrigado, Jamile. Luziane, no caminho do Gólgata, Jesus foi cercado pelas mulheres piedosas de Jerusalém. E naquele momento, no ápice do seu sofrimento, ele disse a ela: "Se a mim, que sou o galho verde, fazem isto, o que não farão a vós galhos secos, que somos nós?" Então, se há Jesus, ele está naquele momento de sofrimento, mas ele sabia que aquele sofrimento não era o fim, seria o início da transformação. Então, essa frase que nós temos aí agora na tela, que que nós podemos explicar, Luciana, a respeito do sofrimento, sabendo que, como Jesus não era o fim, mas o início de uma nova transformação. O sofrimento do Cristo traz a oportunidade da ressurreição, apresenta-nos o olhar da imortalidade e mostra como é possível nascer de novo e apresentar-nos diferentes do contexto anterior. Quando vemos esta frase do sofrimento não ser o fim, mas sim o começo, é a sinalização que ele nos traz na trajetória. Joana, no capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, no item sete,

anterior. Quando vemos esta frase do sofrimento não ser o fim, mas sim o começo, é a sinalização que ele nos traz na trajetória. Joana, no capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, no item sete, instruções dos espíritos, em que ela intitula A paciência e assina como um espírito amigo, a árvore 1862. Ela diz-nos que a dor é uma bênção, que Deus concede ou envia aos seus eleitos e pede para que nós não nos afligemos. Não vos afligeis, pois, se sofrerdes, antes bendizei de Deus onipotente, que pela dor vos marcou para a glória nos céus. A dor é uma condutora segura dos nossos passos. Ela não está só presente quando precisamos recalcular a rota. Ela está presente para nos impulsionar na rota. sofrer e vivenciar o sofrimento com maturidade, olhando de frente à situação, entendendo que aquele processo não é de outrem, mas é nosso, de que aquela situação que nós estamos sendo acometidos não vem de nada exterior, mas sim é um diálogo profundo com o nosso mundo íntimo, ainda não percebido por nós. E quando vem a dor, ela faz uma mágica, porque o orgulho ele arrefece diante da dor. Quando somos muito orgulhosos, o que que pensamos? Não dependemos de ninguém. Nós somos autossuficientes e conseguimos superar tudo, mas vem a dor e estremece as estruturas das nossas verdades prontas. E a gente diante de tanto orgulho a refece e até consegue olhar com mais identidade para o outro e voltar o pensamento com mais concentração a Deus. A dor, como diz Joana, está para os eleitos, porque muitos momentos de agressividade no contexto do planeta não são percebidos pelos seus provocadores, pelas condições ainda primárias ou primitivas da percepção da lei de causa efeito, do que se faz, do que se realiza, da responsabilidade do que se tem feito. Então vem a consequência e muitos não sofrem, porque sofrimento tem a ver com consciência, tem essa correlação com um certo nível nosso de maturidade, de percepção, de fazermos aquele primeiro passo da trajetória da reparação, que é o arrependimento.

ue sofrimento tem a ver com consciência, tem essa correlação com um certo nível nosso de maturidade, de percepção, de fazermos aquele primeiro passo da trajetória da reparação, que é o arrependimento. Nós sofrimos, nos arrependemos e pensamos: "Meu Deus, mas como eu aggiado?" Então aquele ponto de dor vai dar o início a uma trajetória agora pautada numa verdade. E que verdade é essa? A verdade que nós conseguimos perceber quando vivenciamos a dor, quando enfrentamos e com ela dialogamos. Vamos entender a verdade que estava escondida em nós e que nós não imaginávamos que seríamos capazes de fazer aquilo que fizemos. E quando vem tudo à tona, nos traz um sofrimento, um arrependimento, uma percepção, aquilo dá uma alerta e faz com que a nossa rota queira ser por nós diferente. Francisco de Assis chamava a tudo e a todos de irmão. E a fraternidade é a maior proposta que o Cristo nos traz para ombrearmo-nos uns aos outros. sem olhar de superioridade. Quando Francisco enfrenta a dor, ele chama a dor de irmã, por entender ser uma companheira, uma mestra, porque todos nós estamos envolvidos constantemente no amor. E por que que a gente não presta atenção? Mas quando a dor vem, aí a gente começa a observar, a perceber justamente porque dói, porque incomoda, porque traz aquela oportunidade de percebermos que algo não está caminhando corretamente. Porque se deixar apenas sobre a nossa percepção, às vezes ilusória, imaginamos que está tudo bem. E aí vinha a dor para dizer: "Olha, não está tudo bem". Porque a dor física quando ela vem, ela nos sinaliza que algo dentro de nós está em descompasso. A dor moral também, para nos ensinar que as nossas atitudes estão em descompasso e que precisam serem direitadas, ajustadas no caminho. Então, a dor é uma irmã que quando nós experimentamos, nós temos de ter a humildade de olhá-la, porque o orgulho que faz com que nós fujamos dela. E aí a gente cria escapismos, situações de fugas, mas a vida é tão especial e Deus é tão amoroso que vai lá na frente e nos coloca de

ade de olhá-la, porque o orgulho que faz com que nós fujamos dela. E aí a gente cria escapismos, situações de fugas, mas a vida é tão especial e Deus é tão amoroso que vai lá na frente e nos coloca de novo a oportunidade de nos libertarmos daquele fator que a gente fugiu, se e evadiu, só que agora com muito mais dor, com muito mais sofrimento imposto pelo pai. Claro que não. Oriundo da nossa procrastinação, da nossa reprodução dos mesmos hábitos. Então, olharmos paraa nossa dor, seja ela qual for, minhas irmãs, meus irmãos, e igual a Francisco, obviamente que não na mesma proporção, a diferença de evolução é imensa, mas seguir seguirmos o seu exemplo de dialogarmos com a dor e perguntarmos para que você está aqui? O que eu preciso aprender com você? Qual o rumo que eu preciso modificar? Em que a minha trajetória precisa ser modificada? O que que eu preciso renunciar? Onde eu devo resignar-me? O que é que eu tenho para aprender? O que é que você, irmã Dor quer me dizer? E a resposta, minhas irmãs, meus irmãos, é a resposta do amor. Porque a dor não é uma faceta diferente do amor. Ela decodifica e traduz a linguagem do amor que nós não entendemos. Quando o amor chegou e veio, Jesus veio e nos falou só de amor. O que que a gente fez com o amor que nós recebemos? A humanidade lançou na cruz e devolveu a Deus o presente recebido. O que que nos adiveio posteriormente? Dor, sofrimento, para que nós entendêsemos o que ele queria nos trazer pelo amor. E aí chegamos tantos anos posteriormente e dizemos: "Meu Deus, Jesus está certo". E o que falta? ficarmos cada vez mais íntimos dessa mensagem que ele nos traz, para que as nossas atitudes acertadas, dedicadas, possam equalizar o nosso tempo presente, fazendo o reequilíbrio em relação ao passado, mas enfrentando as dores evolução, as dores que nos projetam, que nos empurram, que nos tornam propiciatórios da vivência de algo mais especial e algo melhor. Então, que a gente faça das dores que nos advém, não fim, mas começo da melhor versão de nós mesmos.

m, que nos empurram, que nos tornam propiciatórios da vivência de algo mais especial e algo melhor. Então, que a gente faça das dores que nos advém, não fim, mas começo da melhor versão de nós mesmos. >> Obrigado, Luziane. Nosso irmão Geraldo Campete, ele fez referência a grandes personalidades do movimento espírita. Francisco Când Xavier, Ivaldo Franco, Raul Teixeira, Ton do Amaral Pereira, Eurip Braçanufo, Zilda Gama e assim por diante. Todos esses médiuns tiveram muito, muitos momentos e profundo sofrimento. Sofrimento, ingratidão, difamação, calúnia. sofreram muito, né? E nós temos agora um vídeo que nós vamos apresentar do Divaldo Franco falando sobre a missão dos médiuns e os problemas que os médiuns muitas vezes enfrentam na sua trajetória evolutiva. que a mediunidade é uma trajetória evolutiva, uma oportunidade que a pessoa tem para alçar novos rumos de aperfeiçoamento do seu espírito. Então, vamos agora ouvir Divaldo Franco. É compreensível que o médium seja muito perseguido pelos espíritos do mal, porque ele é a porta por onde passam as mensagens da verdade, os espíritos imortais e se tornam, sem o quererem, adversários daqueles que se comprazem na prática do mal. Seus inimigos do passado, aqueles que o aturdem e que noutro caso torná-lo iam obsidiado, perturbam-no para poder impedir que levem adiante a sua tarefa. Chico Chefied escreveu com muita propriedade que as dificuldades que ele enfrentou foram tremendas. Ninguém pode imaginar os desafios, os problemas que os espíritos maus investiram para que ele falhasse na missão. Imaginem, por exemplo, de neste momento eu ser arrebatado por uma paixão mórbida, por um desdombamento sexual afetivo destaquela natureza, um comportamento facilmente identificável como deplorável, seria uma tragédia para mim próprio. Então eles inspiram determinados estados psicopatológicos como a ansiedade, o transtorno depressivo, a angústia, a falta de afetividade a si próprio para que as pessoas desistam. Então, nós devemos resistir. E Allan

iram determinados estados psicopatológicos como a ansiedade, o transtorno depressivo, a angústia, a falta de afetividade a si próprio para que as pessoas desistam. Então, nós devemos resistir. E Allan Kardec foi tão sábio no contexto da sua obra que falando dos desafios que todos temos, colocou esta frase muito singular. Entre outros, o espírita tem como adversários aqueles obsessores. Vamos dizer que estou tratando de alguém que tem uma obsessão. Esse espírito fica meu inimigo, é claro, e procura perturbar-me para que eu desista de continuar dando assistência. Mas não apenas aí. Muitos médicos, muitos terapeutas, quando se dedicam a determinados pacientes, também sofrem a injunção dos espíritos maus que os perseguem. Porém, a lei básica de amor, temos os guias espirituais que nos protegem. Mas por que eles deixam? Porque nós necessitamos evoluir. É necessário que nós sejamos triturados. É uma expressão budista. Sejamos triturados qual o diamante bruto que depois da lapidação se transforma em estrela brilhante. É natural que esses espíritos perversos nos detestem. Eu tenho milhares, sem exagero, de experiências, porque eu tenho vida pública há 80 anos, atendendo mais de 2 milhões de pessoas por 70 países, por mais de 3.000 cidades do Brasil. E cada um deles foi momento difícil de resistir, situações deploráveis. Só para dar uma ideia, eu era trabalhava no instituto do Ipase, ali na Praça da Sé e certo dia eu vinha com um amigo atravessando ali aquele pedaço a rua da misericórdia, bem ali na Sé. Quando alguém veio por trás, me puxou pelo palitó e deu-me o soco. E eu caí numa vitrine de uma joalheria. Ali havia muitas joalheras e foi um horror. Me feri, me cortei nos vidros. Mas quando eu caí, a pessoa disse: "Ai, me perdoe, eu me enganei". Ele pensou que eu era tambor de carnaval, bateu errado. E o que é que eu fiz? Fui colocar bandade no rosto, que ficou muito marcado, com uma problemática neste osso. E o espírito me disse: "Fui eu quem provocou e eu vou te matar". Eu digo:

l, bateu errado. E o que é que eu fiz? Fui colocar bandade no rosto, que ficou muito marcado, com uma problemática neste osso. E o espírito me disse: "Fui eu quem provocou e eu vou te matar". Eu digo: "Olha, ótimo, porque você é um morto, meu bem. Se você me matar, eu vou para aí. Mas eu vou também te pegar. Estamos em igualdade. Você hoje me persegue. Muito bem. É melhor você me deixar em paz porque se eu chegar aí vai ser o carnaval. Então é natural que eles não nos queiram bem. Quanta gente encarnada nos detesta porque nós estamos procurando manter a honra, a dignidade, porque não fumamos, porque não bebemos, porque não usamos drogas ilícitas. ou porque nos impossável quando ah, ele quer ser melhor do que os outros, fazem campanha e etc. Então o médium que sentia essas forças sorria. E lembra de uma frase do Evangelho, essa frase é do espírito amigo. A dor é uma bênção que Deus oferece aos seus eleitos. Se a dor é uma bênção que ele oferece aos seus eleitos, eu só entendi mais tarde. Por quê? Porque através da dor nós nos lapidamos, nós nos beneficiamos. Portanto, está dentro da lei de destruição, que hoje nós chamaríamos de desconstrução, para sobre os escombros construirmos o edifício da felicidade. >> Muito bem, hein, Geraldo, falou bem ou não falou bem? >> Falou bem, né? sempre ensinando, trazendo grandes lições para nós. Que lindo, lindo. E respondendo a pergunta, né? Por sofremos. Tá aí a resposta. A necessidade da gente se burilar, se transformar, se educar, se melhorar. Esse é o caminho, viu? Graças a Deus. Nossa gratidão eterna ao querido Digo, pelos esclarecimentos que continua e continuarão realmente nos trazendo assim muitas luzes na nossa caminhada. E gratidão pela oportunidade, viu, querido Mário Sérgio, de estarmos aqui. Obrigado por sua presença no Conselho Federativo Nacional. Foi uma honra para nós. Um momento, né, muito assim agradável, muito instrutivo. Que bção, viu? Muito obrigado mesmo. E a todos aí nessas queridas e amigas e irmãs, pessoal que

ho Federativo Nacional. Foi uma honra para nós. Um momento, né, muito assim agradável, muito instrutivo. Que bção, viu? Muito obrigado mesmo. E a todos aí nessas queridas e amigas e irmãs, pessoal que tá nos acompanhando. Muito gostoso estar aqui com vocês. Gratidão de coração. >> Muito obrigado, Geraldo, pelas palavras. os nossos aplausos também a Jamile, a Luziane esteve aqui conosco. [aplausos] Agradeço muito. E os momentos foram momentos de muito entendimento, de muita explanação, esclarecimento, para que possamos viver os dias futuros melhores, nos compreendendo e entendendo as razões dos nossos sofrimentos. Vamos agora então para o encerramento da nossa reunião. A nossa gratidão então a Geralda, a Jamile, a Luziane, ao Júnior e ao Sérgio na nossa TV e a todos vocês pela presença de estarem aqui e aqueles que nos assistem remotamente pelos canais virtuais. Convidamos os médiuns passistas da casa para a aplicação dos passes coletivos. colocando ao longo dos corredores. Ó Senhor Jesus, mestre amigo, quanta dor, quanta dor existe nessa nossa humanidade. Vós que rogastes ao Pai na vossa crucificação, dizendo a todos nós: "Perdoai-os! Perdoai-os. Eles não sabem o que fazem. Realmente, Senhor, muitos de nós não sabemos ainda o que estamos fazendo e as consequências futuras dos nossos atos. Mas nós vos rogamos através desses benfeitores espirituais. tende misericórdia de nós. Perdoai-nos, ó Senhor, a conduta irresponsável, os passos trôpegos em direção errada. Ampara-nos e auxilia-nos nessa transformação moral, na transformação pela dor. Não nos livres dela. Não nos livres, Senhor. para-nos a entendê-las e a sofrer com resignação para que possamos deslumbrar essa nascente de bênçãos dentro de nós, conduzindo-nos a patamares superiores de elevação espiritual. A ganga impura necessita ser transformada para que a lavra seja realizada e a cultura dos dias melhores que todos anhelamos possa chegar até nós. Abençoa-nos. abençoa a Divaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira,

ura necessita ser transformada para que a lavra seja realizada e a cultura dos dias melhores que todos anhelamos possa chegar até nós. Abençoa-nos. abençoa a Divaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a nossa querida benfeitora espiritual Joana de Angeles, aos nomes que colocamos na entrada desse cenáculo, rogamos misericórdia, Senhor, para eles todos. A água transforma num líquido medicamentoso para os nossos males de toda a natureza, Senhor, de toda a natureza. Conduze-nos de retorno ao lar, pensando em ti, alegres, felizes, por termos tido uma noite contigo, abençoada na vossa companhia, na vossa inspiração e dos benfeitores desta instituição. S conosco, ó Mestre, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Nossa gratidão a todos. Está encerrada a nossa reunião.

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