T9:E1 • Vida: desafios e soluções • Prefácio e Vida (Parte 1)

Mansão do Caminho 08/01/2026 (há 2 meses) 1:02:10 557 visualizações 79 curtidas

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Neste primeiro episódio da nova temporada, iniciamos o estudo do volume 8 da Série Psicológica de Joanna de Ângelis, intitulado Vida: desafios e soluções. Refletimos sobre o prefácio "O milagre da vida" e iniciamos o capítulo 1 – "Vida" (parte 1), com destaque para o item 1.1 – Definição e proposta. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Marluce Renz e Cláudia Semeghini #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #EstudoEspírita #VidaDesafiosESoluções #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Alô, amigos, meus irmãos. Bem-vindo a esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Angeles. É com muita alegria que hoje iniciamos o nosso próximo livro, né, que é vida, desafios e soluções, que é o volume oito da série psicológica, um livro maravilhoso, onde Joana vai expandir o curso de vida e aí a partir disso trazer várias questões importantes e ela vai eh apresentar a partir dessa obra alguns elementos essenciais da psicologia de conceitos importantes como arquétipos, inconsciente, o despertar do si. Então é um momento da da série psicológica, ela vai abrir e aprofundar mais essas questões eh mais conceituais e abrangentes do ponto de vista psicológico para poder propor então a psicologia espírita, né? E então, e ela começa, né, eh, falando então do que justamente do que que é vida, né? Então, hoje, no nosso encontro de hoje, a gente vai se ocupar justamente do prefácio, que é o milagre da vida. E o primeiro item do capítulo um, né, que é o capítulo que ela que é justamente vida, aonde no primeiro item ela fala da vida enquanto definição e proposta. Então hoje para inaugurar esse estudo do volume oito aqui com a gente a Marlúcia e a Cláudia, bem-vindo a esse momento, né? E vamos falar um pouquinho então desse dessa proposta, dessa obra que a prefeitura nos oferece, tão rica, tão profunda, né? Eh, vocês querem comentar alguma coisa, geral da dessa dessa dessa ideia desse novo dessa nova obra que é o volume 8? >> Eu começando assim no prefácio, né? Eh, esse aspecto, a Joana me instigou a pensar sobre o aspecto da vida. Eh, quando eu comecei a ler isso aqui, né, o milagre da vida, eu já pensei nessa palavra milagre. Ela começa o livro falando da vida como um milagre, né? Uma coisa, um acontecimento extraordinário, muitas vezes inexplicáveis para nós. Então, ela dá um um senso, eu senti isso, né? Ela dá um senso de sacralidade aqui pra vida. e ela eh se eh tem esse cuidado de trazer o quão complexo realmente é todo esse sistema e o quantas vezes a gente

, ela dá um um senso, eu senti isso, né? Ela dá um senso de sacralidade aqui pra vida. e ela eh se eh tem esse cuidado de trazer o quão complexo realmente é todo esse sistema e o quantas vezes a gente esquece isso. Nós banalizamos a vida, a gente eh pela nossa própria estilo, né, de vida, que tá sempre correndo e tal, a gente talvez pare pouco para se debruçar sobre esse milagre que é a existência. Então, me tocou muito aqui porque ela me trouxe inúmeras imagens desde assim a criação do universo, sabe? Comecei a pensar na vida a partir lá do Big Bang, quando começou ali a vida, né? e a gente vai perdendo. E aí eu achei lindo isso porque aqui no início, então ela vai trazendo essa reflexão que para mim me despertou essa sacralidade, essa complexidade até ela chegar então em aspectos mais eh do nosso cotidiano, ao mesmo tempo que são coletivos, também são subjetivos. E aí ela traz essa ideia desse eterno desafio que faz parte, que é inerente à própria vida e ela propõe soluções, né? Então, achei um livro assim, a forma como ela colocou no início, a gente já é realmente capturado, né, pela proposta da benfeitora. >> Bonito isso, né? Bonito ouvir vocês e bonito também a gente recomeçar uma nova obra dela, né? É sempre um recomeço e com com muitas expectativas boas. E e realmente, Marlci, eh quando a gente lê esse título, o milagre da vida, é inevitável. Eu não consigo parar de pensar na vida efetivamente do quando o embrião, né, quando o óvulo, espermatozóides são unidos. Em que momento? Porque o os geneticistas, né, os cientistas da genética, eles estudam e eles fazem a fusão, né? Eh, mas em que momento entra efetivamente a vida, né? É, é realmente um milagre, porque a gente não consegue dimensionar ainda, quando a vida ali, naquele momento em que se une o óvulo espermatozoide, ali já há uma vida, né? Os autores dizem que quando eh começa a junção das células, aí sim. E aí que já começa aquela começam aquelas inúmeras eh mutações, né, de subdivisões, inúmeras subdivisões. Ali já tem vida. Quando uma

s autores dizem que quando eh começa a junção das células, aí sim. E aí que já começa aquela começam aquelas inúmeras eh mutações, né, de subdivisões, inúmeras subdivisões. Ali já tem vida. Quando uma célula se subdivide, ali já tem vida. Mas eu fico pensando onde aquele lapso, aquele átimo de tempo, onde surge a vida, né? A vida, a nossa vida surgiu em que momento ali, né? A vida eh do humano, né? E isso me fascina muito, né? E a Joana faz a gente pensar nisso realmente, né? Dessa sacralidade que você trouxe. E nós vamos ver, né, até no início mesmo daqui, a gente vai vendo que eh a manifestação de Deus, a forma dele se colocar, quando ele nos dá a vida, ele nos oferece a vida essa possibilidade de inúmeras experiências. E aí nós vamos ver que vida também significa fazer vida, né? Colecionar experiências, né? Vida também significa intercâmbio, trocar vidas, né? Porque quando a gente troca com o outro, a gente tá fazendo vida, levando ao outro aquela oportunidade de reflexão, né? De recepção, de amor, eh, de intimidade, aquela intimidade fraterna, né? Então, acho que isso tudo ficou me passando pela cabeça, né, essa o que seria a vida, porque são vários vieses, né, que a gente pode olhar a vida e de fato é algo bastante emocionante. é uma questão que ela vai se ocupar bastante, justamente no início do capítulo um, né, sobre o conceito de vida, mas é interessante que aqui na no prefácio ela vai mostrar para onde ela se dirige, né, a ideia de vida, né, porque eh definir realmente vida é uma questão muito complexa e que afeta e e atravessado por vários ramos, né, eh, da da da biologia, da psicologia, da filosofia, né? Então, questões teológicas, então, eh, é um campo muito muito vasto, né, do que é a ideia de vida. Isso ela vai vai explorar no capítulo um. E mas aqui, né, ela ela vai falar desse milagre da vida, né, que você trouxeram muito bem, mas ela vai no parágrafo quarto já dizer para que que é a proposta do desse livro, né? Ela que começa assim no que diz respeito à vida humana em si

e milagre da vida, né, que você trouxeram muito bem, mas ela vai no parágrafo quarto já dizer para que que é a proposta do desse livro, né? Ela que começa assim no que diz respeito à vida humana em si mesma. Então, pera aí. Eh, a coisa de vida é muito abrangente, a gente vai trabalhar sobre isso, mas, né, eu quero falar, eu quero chegar para me ocupar da vida humana em si mesmo, né, que vem, né, eh, que é detectada a partir do psiquismo divino. tá falando dois grande duas dimensões da vida, né? A vida enquanto ser, né? E a vida e o gerador dessa vida que é a grande vida, que é Deus. Então ela ela começa a se ocupar justamente isso. como é que vai, como é que esse ser humano, que é o espírito, né, que parte, né, que foi despertada, né, por Deus, então Deus é o que despertou, né, e gerou a todos nós e nos nutre também, né, porque vida é isso que a Cláudia tá dizendo, né, é a troca, como tu falaste, né, Cláudia, é muita gente, né, de maneira muito assim eh muito, eh, superficial. né? Eh, senta a ideia de vida até de desfrutar coisas boas, né? Ah, então a vida como se fosse ser um um um modo de existência, né? Tá com a família, viver bem, se manter, né? E de uma certa maneira isso não é mentiroso, porque o que é o melhor para nós, né? A luz divina, né? O sol que alimenta a vida do planeta. também representa o símbolo do divino que sustenta todos nós e que é a coisa boa na nossa vida, mesmo que a gente não saiba, né? Muita mesmo que que as pessoas negam, né? Então ele fala que a partir desse psiquismo divino, né? Eh, houve uma um movimento, né? Eh, que que nos concebe, né? e que através dele proporciona uma energia de que nós somos nutridos, impulsionando o nosso aquecimento através então das várias caminhadas reencarnatórias nesse movimento evolutivo, nessa conquista evolutiva. Então, a nossa vida é toda ela sustentada, partilhada, eh, movida, eh, por Deus, né? Ela tá dizendo isso, né? Então, e ainda mais quando é a gente é aquele serzinho ainda adormecido, né? Como diz a Joana, né? Quando ela propõe,

ela sustentada, partilhada, eh, movida, eh, por Deus, né? Ela tá dizendo isso, né? Então, e ainda mais quando é a gente é aquele serzinho ainda adormecido, né? Como diz a Joana, né? Quando ela propõe, ela pega do livro dos espíritos, né? Quando eh quando o Carec perguntou os espíritos, como é como é que foi criado os espíritos? E eles respondem simples e ignorante. Então ela parte dessa ideia que é esse ser simples e ignorante, né? E como dessa coisa simples e totalmente inconsciente, ignorante, surge nós, né? Surge dessa coisa bonita, né? Que pulsa, que tem sentimentos, que pensa, que é criativo, que que constrói coisas fantásticas. Tem coisas terríveis também, né? Mas não vamos não vamos olhar tanto pro nosso lado mais terrível ainda, né? E ela começa a trazer isso ao long ao longo desse prefácio que eu achei muito importante, né? Muito interessante, né? Pois é, mas aí e pensando que está trazendo, já fiquei pensando, né, que esse universo que a gente tá, dizem os astrônomos e os físicos, que eles têm 13,8 bilhões de anos desde o Big Bang. Então, olha só até chegar a nós, né? E o quanto esses desdobramentos eu marquei aqui porque eu achei linda quando ela diz simples na sua constituição, liberta as complexidades que se lhe fazem necessárias para o crescimento. Qual semente que sinto mexe no seio generoso do solo, a fim de alcançar o vegetal, que é a sua fatalidade, hora dormindo no seu íntimo? Aí me veio essa imagem, gente, de toda essa evolução do universo até chegar em nós. E essa imagem da natureza de que tudo começa no simples e vai se tornando cada vez mais complexo. E aí pensando no no que tu trouxeste, Cláudia, né, de um óvulo e de um espermatozoide sai uma complexidade de sistemas, de diferenciações. E assim nós, né, então nessa correspondência que depois ela vai trabalhar lá a partir da ideia do arquétipo mais tarde de que a gente vai vivendo no universo, no no nosso corpo, nas nossas emoções, processos assim, né, que vão dos simples pros mais complexos.

vai trabalhar lá a partir da ideia do arquétipo mais tarde de que a gente vai vivendo no universo, no no nosso corpo, nas nossas emoções, processos assim, né, que vão dos simples pros mais complexos. E o quanto tudo isso é no sentido de despertar, isso que é mais lindo ainda, tudo que já tá em germe ali, né? E aí essa ideia de de que o divino permeia tudo, de que o divino tá em tudo e que à medida que a gente vai caminhando, olha, se não é um milagre isso, isso vai sendo, isso vai vindo à tona, né? À medida que nós vamos ganhando essa consciência e nos tornando seres mais complexos. E por isso os desafios, porque cada vez que eu vou chegando em patamares mais complexos, não adianta eu achar que as coisas vão continuar sendo simpleszinhas, elas não vão. E aí vem os desafios, né? E aí as soluções que a gente tem que achar. >> Sim, essa imagem da semente, né? Morrendo. Ela diz: "A semente precisa morrer, né? para poder germinar e crescer nesse solo e alcançar então o vegetal que cresce, vai tomando força, né, vai ganhando eh estrutura. A gente pensa nessas árvores milenáries, centenárias, pelo menos, né? São árvores com caulo grosso, né? Eh, onde não se consegue abraçar, né? a gente vê aquelas fotos de várias pessoas abraçando até que se alcance isso. Precisou que essa essa sementinha, né, ela sofresse, né, ela se desestruturasse ali para surgir essa vida e essa continuidade, né, até chegar nessa árvore que eu trouxe a imagem. E ela vai nos dizer assim, um pouquinho mais embaixo, né? O espírito, na sua simplicidade inicial como psiquismo, eh, como princípio inteligente, não se apercebe do anjo que se lhe encontra silencioso no âmbago. E esse percurso, né, imenso, né, longinco para que a gente possa alcançar, né, essa relativa perfeição de um anjo, né, é mesmo essa imagética que nós criamos, né, essa imagem que nós criamos da árvore. E aí, eh, tem uma frase do Martin Esperalva que eu queria trazer para vocês, que também traduz muito o que ela disse aqui antes no parágrafo. Eh, ele diz assim:

essa imagem que nós criamos da árvore. E aí, eh, tem uma frase do Martin Esperalva que eu queria trazer para vocês, que também traduz muito o que ela disse aqui antes no parágrafo. Eh, ele diz assim: "A vida é a mais bela". sinfonia de amor e luz que o Divino Poder organizou, né? Eu achei bonito isso, né? Porque a sinfonia, né? Que que e que ele organiza para nós, ele nos oferece, né, o dom da vida, ele nos oferece a possibilidade de de existir vida, né, quando você vem trazendo, Marlúcia, toda essa evolução do universo, né, até serem criados os sistemas, as galáxias, né, o nosso país, o nosso planeta. e eh o quanto ele possibilita a criação da vida, né, pulsando no seu alo divino, no seu hálito divino. E aí ele vai possibilitando que nós tenhamos essa vida, né, eh, oferecida através desse amor dele. >> E do Sol, acho que o Joelson falou do sol. Eu não sei se eu li sobre o sol em algum outro lugar ou se a Joana traz aqui, né? Mas essa energia do sol também que nos constitui eh possibilita a vida. Eh eh eu acho eh genial, né? A que a forma como a benfeitora se coloca, né? eh, mostrando toda a riqueza do pensamento dela, porque ela pega justamente esses dois elementos que constitui a nossa natureza em princípio, né, que é a a questão de ser simples, ignorante, né, e traduz isso de uma maneira que eu nunca nunca vista, né? né? Então, porque ela diz simples na constituição, ignorante na destinação, ou seja, eh, ela fala de uma inconsciência, né? Nós somos simples e ignorantes. Ou seja, essa simplicidade é a nossa incapacidade de reconhecer as potências que nos nos constituem, né, como vocês colocaram aí, e que aos pouquinhos vão se desdobrando em particularidades e complexidades. Então, quanto mais eh a gente vai se diferenciando, né, do ser do ser embrionário, a gente não é aquela mebazinha mais sem forma, né? Vai ganhando forma e forma individual, ou seja, ninguém existe igual a mim, né? A minha digital é única. Então eu vou me diferenciando e aí me tornando um ser complexo e eh

bazinha mais sem forma, né? Vai ganhando forma e forma individual, ou seja, ninguém existe igual a mim, né? A minha digital é única. Então eu vou me diferenciando e aí me tornando um ser complexo e eh particularizado, né? Olha, eu acho isso, né? mas que realmente na minha na minha caminhada, né, evuti numa primeira na primeira condição, eu não me reconheço, né, na minha constituição e não me reconheço também na minha destinação. Sou ignorante do que do que me move, né, daquilo que eh da do sentido que sustenta a minha criação e que é objetivo da minha existência, né, que é chegar justamente a essa angelitude, né, e tudo que implica, né, e chegar nesse lugar de cocriador do universo junto com Deus, né? Então, eh, achou muito fantástico, né, né, que que é isso que ela tá colocando e esse despertar, né, paraa nossa própria realidade a partir da experiência. tu experiência, né? Eh, foi construído todo esse esse universo, né? Tu vê, Deus moldou, né, na sua potência, foi dando forma a a um processo eh de químico, magnético, elétrico, né, das forças da matéria que foi formando, né, e até chegar à Terra. até chegar às condições favoráveis para que essa vida pudesse ser despertada. É claro, a gente não sabe as razões disso, né? Essa hora tão artesanal e a questão do tempo também é uma questão eh mais complexa. A gente, né, para nós é é um tempo absurdo, mas para Deus talvez não seja, né? Mas fala de um processo, né? de um processo até chegar nesse psiquismo inicial que na sua simplicidade, ignorância começam a se agitar, começa a ser atravessado por forças que ativam essas potências internas e vão despertando aquilo que a gente chama de consciência, né? Então é o despertar do espírito aí, né? essa vida espiritual, a gente chega na vida espiritual, né, que é a conquista de nós mesmos, né, de autonomia sustentado pelo livre arbítrio, que de uma certa maneira isso tá aí é toda uma existência da qual eu tenho que começar a construir por mim mesmo, né? Então é isso que é interessante. Eh,

de autonomia sustentado pelo livre arbítrio, que de uma certa maneira isso tá aí é toda uma existência da qual eu tenho que começar a construir por mim mesmo, né? Então é isso que é interessante. Eh, chega o momento, né, a gente continua imerso nessa substância divina, né, a gente nunca vai separar dela, mas começa a partir desse movimento um exercício de eh eu poder me reconhecer e me explorar minhas possibilidades e ter uma coisa que a gente chama de livre bit. seja e você me experimentar a partir das escolhas e das consequências das escolhas que a minha liberdade oferta, né? Então acho bonito eh isso que ela vai trazendo aqui de se desabrochar de valores aí que começam, né? E e aí ela retoma, né? Isso que tu falou, né, Cláudia? que rebenta e que nesse caminho a gente vai ser dacerado também por vários processos da que a vida vai impor, né? Essa, esse livre arbítrio já estava falando, eu conectei com o que ela disse, né, que também tem a ver com lidar com essa que ela diz assim, né, que a prisão lhe deixa marcas profundas que devem ser eliminadas na razão direta em que se desenvolve e passa a aspirar a mais amplos e a mais glória destinação. Então, um desafio que ao mesmo tempo que nós somos ignorantes, que não sabemos onde são a nossa destinação, a gente já carrega em nós também toda essa marca de todo esse processo que a gente passou, né? E aí eu eu me veio aqui assim as imagens do planeta no início, que era só gases, que era só, né? E depois ele congela e depois ele vai criando uma estabilidade e vaií vai tendo condições de poder ter uma vida mais organizada. E eu fiquei pensando no nosso psiquismo quando a gente é bebê também, tudo aquilo, né, em ebulição ali. E depois a gente vai entrando no mundo, vai recebendo orientação, vai, mas a gente vai tendo que lidar com isso que a gente passou, né, com esse processo todo que a gente passou e tendo já essa possibilidade de escolher também, né? E ao mesmo tempo ela fala, né, que esse processo e todo esse processo

r com isso que a gente passou, né, com esse processo todo que a gente passou e tendo já essa possibilidade de escolher também, né? E ao mesmo tempo ela fala, né, que esse processo e todo esse processo necessariamente ele é desafiador. Então isso já tira nós daquele lugar de a gente de a gente relacionar vida a marasmo, vida, a, né, só curtir férias, vida a não ter problema, ela já nos tira desse lugar. Olha só, vida é desafio, né? Então ela já nos chama a um olhar mais maduro, né? Essa maturidade do espírito dizer: "Olha, agora vocês já podem escolher como vocês vão viver isso, né? Tem solução, tem, mas depois, num determinado momento, ela vai dizer, né, que isso vai depender de como cada pessoa vai se relacionar com a vida". Isso eu achei interessante. Então, ela já fala aqui pro para nós já nos chamando para uma consciência maior, né? Um despertar realmente de consciência. É interessante isso, né? que aí ela tá trazendo de maneira muito sutil e e tem tem um um confronto, né, tão ostensivo da primeira uma das primeiras forças de que sustento a evolução, que é a dor, né, que vai falar em luta, né, em desafios cada vez maiores, eh, que a gente é dilaterado em todas as espécies eh, vivas que de uma certa maneira vão gerar valores internos, né? Eh, então que que esse processo de despertar de valores dilera qualquer ser vivo, né? Então, ela tá falando de que existe uma grande ferramenta, um tema que que é que que é que é a dor para depois, né, a gente reconhecer que por trás dessa dor, né, e movido por uma força maior, tá o amor, né, e compreender que seja isso como a segunda força reguladora do universo e e para despertar, né, a consciência e construir daí realmente um uma caminhada plena. né, que é, né, o nosso nosso objetivo. >> Sim. Eh, fiquei refletindo sobre tantas coisas que vocês trouxeram, né? Fiquei pensando na imagem que a Marlúci trouxe do planeta se constituindo. Pensei nas placas tectônicas, né, também se ajustando e novamente se reajustando. E quando Gelson fala do psiquismo, eu fiz

? Fiquei pensando na imagem que a Marlúci trouxe do planeta se constituindo. Pensei nas placas tectônicas, né, também se ajustando e novamente se reajustando. E quando Gelson fala do psiquismo, eu fiz essa associação de quanto é eh são várias reorganizações nossas para constituir um psiquismo mais elaborado, né? E a Joana fala isso aqui ao final, quando ela diz assim, quer dizer, ao final dessa, né, de um trecho, ela diz: "Viver é um desafio sublime", né? Voltando à sacralidade, né? que que foi falado no início, viver é um desafio sublime, é único, é mágico, é é sagrado. E realizá-lo com sabedoria é uma bem-aventurança, assim como Cristo trouxe as bem-aventuranças, né? Eh, Marlúcio falou tanto em algum momento, assim como ele trouxe essas bem-aventuranças, essas notícias boas, né? Eh, viver também é esse desafio sublime. Então, mesmo que as placas tectônicas nossas volte meia se reajustem, né, mas elas se reajustam justamente porque o que nós vamos cada vez mais buscando e conseguindo é enfrentar os desafios, que é o que nós devemos fazer, né? Isso, né? Para o amadurecimento do espírito, nós precisamos enfrentar os desafios, olhar para eles, né? Mas trazendo aquilo que a Joana nos traz nesse final. Ela diz assim: "Descobrindo as soluções correspondentes e tornando-se harmonizado a caminho da conquista da felicidade." Então, o que ela espera é que mesmo com esses desafios que a vida nos coloca, né, para o nosso crescimento, porque a cada desafio, cada desafio mostra em que estágio a gente está, né? >> Né? Então, um desafio mais elevado, ops, né? Olha, eu já posso enfrentar isso. Tá difícil, mas, né, eu vou conseguir. Então, eh, esses desafios, o que ela, o que ela deseja do nosso caminho, ela diz aqui, que a gente descubra as soluções para enfrentamento disso, né, de uma forma mais harmônica, inteligente, e que a gente vá se harmonizando, se tornando harmonizado, né? E eu fui buscar o que quer harmonia, né? é uma condição de paz, em que há um acordo, né, interno, onde a gente as placas tectônicas, né,

e que a gente vá se harmonizando, se tornando harmonizado, né? E eu fui buscar o que quer harmonia, né? é uma condição de paz, em que há um acordo, né, interno, onde a gente as placas tectônicas, né, nossas, né, emoção, pensamento, aquilo tudo se mexendo, mas a gente encontra de novo aquele equilíbrio. Então, é estar em harmonia o que ela o que ela deseja. Nossa, né? E tem uma frasezinha que eu li há pouco tempo nesses posts que circulam, né, que diz assim: "A paz de espírito é quando o seu coração está em sintonia com a sua mente." Então, quando tá aquela, né, você elabora pensamentos, você tá lotado de emoção com aquela aquele desafio que vem, mas quando a gente encontra um ponto de equilíbrio, a gente encontra a harmonia e a paz, né? E e são momentos muito mágicos, né? Eu não sei se eu já falei aqui algumas vezes, mas vez outra assim, eh, e que não é não é contínuo, né? Não é uma coisa cotidiana, mas em alguns momentos eu parei e pensei assim: "Ah, ah, eu tô eu tô feliz porque é é uma coisa assim súbita, né, onde eu acho que aí nesse momento que tem um puf, né, eh equilibrou ali, né? E é muito gostoso a gente poder sentir isso, né, no decorrer dessa nossa vida de espírito imortal. >> É interessante que que isso tudo se resume, né, e essa essa busca de do ser luz do eh socialmente feliz, responsável em autossuperação, em comunhão com Deus. Ela vai colocar aqui, né? Então, e a e ela fala assim: "Minha proposta de uma psicologia espírita tá baseada em Kardec no a partir do que ele oferece, né, a que é doutrina dos espíritos, fundamental da dos espíritos e e nas demais obras que Kardec eh nos nos legou." Então, ela tá dizendo assim que o que ela vai falar na verdade, né? é um aprofundamento dos elementos trazidos pelos espíritos e nos deixado por Kardec, né? Então, ela tá propondo realmente um olhar da vida e psicológico numa perspectiva, né, da doutrina espírita, né? E aí eu, então eu acho que esse livro para mim introduz de maneira mais eh clara qual é a proposta do que ela propõe de uma

olhar da vida e psicológico numa perspectiva, né, da doutrina espírita, né? E aí eu, então eu acho que esse livro para mim introduz de maneira mais eh clara qual é a proposta do que ela propõe de uma psicologia espírita. Então, para mim, esse livro vai inaugurar assim um um uma postura mais objetiva, mais clara, mais assumida, do que seja realmente essa proposta de uma e tanto é que ela vai usar o termo aqui, graças ao valioso com curso das doutrinas psíquicas em geral e da psicologia espírita em particular. Então, ela tá usando, né, o termo psicologia espírita. Então ela tá tá anunciando que existe uma psicologia espírita e então ela vai nesse livro realmente propor, explicar pra gente muito o que que é, né, a partir de conceitos realmente da psicologia, mas o que que é uma psicologia espírita, então tá ajudando dois dois universos maravilhosos, né, que é a a conceito de vida, né, para chegar a propor então o que se quer com a psicologia espírita a partir disso. Achei bem bem provocativo, bem interessante, né, esse eh esse objetivo do do volume oito. >> E aí ela diz, né, que precisa estar disponível, né, que que ela coloca para todo que se encontram disponíveis para todos aqueles que estão sinceramente interessados na construção de uma consciência saudável, de um ser responsável e lúcido e de uma sociedade feliz. Para isso não tem fórmula mágica, ela vai dizer, né? Não existe que algo que vai resolver os nossos problemas, né? E ela diz: "Todas as propostas e soluções pros desafios existenciais da vida dependem de cada pessoa, do seu esforço, da sua perseverança e da sua ação confiante, né? >> E então ela nos chama paraa nossa responsabilidade, né? Porque essa consciência saudável, esse ser responsável, ilustre, ele precisa tomar as rédias dessa vida, né? eh no sentido de eh compreender que nós temos essa potência, que Deus não vai fazer as coisas por nós, que ele tá em nós, né, enquanto esse psiquismo divino que rege tudo, mas que nós temos essa capacidade de escolha, de liberdade e que isso é um

essa potência, que Deus não vai fazer as coisas por nós, que ele tá em nós, né, enquanto esse psiquismo divino que rege tudo, mas que nós temos essa capacidade de escolha, de liberdade e que isso é um processo, eh, que ela vai dizer que o que a gente não consegue no momento, né, a gente precisa ter essa insistência saudável. Eu achei legal isso, insistência saudável, né? ela já traz aqui, não como aquela coisa, ai não consegui, que fracasso, não. É uma insistência saudável, vai lá e faz de novo, não deu com certo ainda, néã? >> Porque vai ser alcançado. Então, a gente tem esse destino, né, de alcançar as coisas. Se a gente bota eh toda essas potencialidades a ali, mesmo que a gente não saiba que tenha, mas tem essa vontade, né, que é uma força do espírito, eh aos poucos a gente vai conseguindo. Eu acho que daí no capítulo um, né, justamente ela vai propor então no primeiro item o que que é realmente a definição de vida e qual é a proposta, né? Então acho que daí ela começa então a prva um trabalhou esse conceito de vida, trazendo justamente daí a complexidade do conceito, né? ela vai anunciando, né, o o como a a o ser humano, né, os pesquisadores e as várias abordagens para poder compreender o que significa esse conceito, né, que é um conceito realmente que ainda tá em definição, né, não é um conceito fechado, não é um conceito eh que que tá definido, né, que há um consenso, né? Eu eu sei que a ONU me parece que adota eh mais de 120 consciens de vida, pare 123, se eu não me engano, assim, que é o número de de conceitos que a ONU estabelece paraa vida, né? E no início do século XX, né, em 2003, houve um grande encontro eh da da do da Sociedade Internacional para os Estudos da Vida. né, um workshop lá na Itália, em Modena. E aonde então eles fizeram nesse workshop eh uma provocação onde todos os os participantes tiveram que se debruçar justamente eh no conceito da definição para vida. e e e do resultado desse workshop foram 78 definições diferentes, mais de 40 páginas de relatórios em

odos os os participantes tiveram que se debruçar justamente eh no conceito da definição para vida. e e e do resultado desse workshop foram 78 definições diferentes, mais de 40 páginas de relatórios em relação a isso. Então, realmente é um tema muito complexo, né? Eh, que pode ser visto de várias perspectivas, ela começa eh a apresentar aqui, então, como pode se entender esse conceito de vida. Eh, ela começa, como você disse, com esses dicionaristas, né, os bons dicionários, né, vão trazendo essas definições. E na primeira ela fala que é um conjunto de de que é um conjunto de propriedades e qualidades graças às quais os animais e as plantas, ao contrário dos organismos mortos ou da matéria bruta, se mantém em contínua atividade manifestada em funções orgânicas. Então aqui no primeiro, na primeira, primeiro parágrafo traz essa atividade em termos de metabolismos, de funções orgânicas, de trocas, né, eh, entre os sistemas orgânicos, reação a estímulos. Já no segundo vai falando de uma coisa que eu penso que é o fazer vida, que é ação e reação, né? Que tá ligado aos seres vivos, né? Entre o nascimento e a morte. Eu fico pensando aí essa coletânea de experiências que vão fazendo vida, né? >> Fiquei pensando eu, né? E ela vai trazendo um um dado histórico, né? o período pré-cambriano. Ela supõe-se que a vida teve início no período pré-cambriano, embora a ausência de vestidos fósseis, né? E aí eu fui pesquisar, né? Porque a Joana faz isso, né? Ela faz a gente estudar, né? E eu falei: "Nossa, o que que será isso?", né? Aí eu fui ver, é um período desde a formação da Terra, lá no início, quando a a Marus foi trazendo, né, toda aquela construção do universo e depois a constituição da Terra. Então, desde a formação da Terra até o início do período cambriano. Então, esse período pré é um período de formação das primeiras rochas, evolução da vida primitiva, um período também de grandes atividades dessas placas tectônicas que eu falei da formação da camada de ozônio. Então, olha só, a Joana diz que supõe-se que a

meiras rochas, evolução da vida primitiva, um período também de grandes atividades dessas placas tectônicas que eu falei da formação da camada de ozônio. Então, olha só, a Joana diz que supõe-se que a vida começou lá, mas bem primitiva, né? Mas essa vida começou eh eh na formação das algas, nesse período também se formaram. Então assim, onde começaram aquelas aquelas eh primeiros serinhos, né? Achei bem interessante. E aí quando surge uma estrutura celular, né, que se pode identificar o ser vivo, é quando ela fala, né, quando exatamente surge essa estrutura celular. E aí, tá, a gente tem essa dimensão realmente eh biológica, né, que que vai constituindo essa primeira noção de vida, né, que é esse conjunto de características, né, que envolvem atividades como metabolismo, eh, bioquímica, a própria genética. Então tem uma questão fisiológica também, né, para eh que é pra gente poder realizar, né, processo de eh alimentação, de respiração, metreção, ou seja, movimento, crescimento, reprodução e resposta a estímulos externos. Então ela começa essa dimensão bem mesmo primária para depois ir para uma dimensão bioemiótica que tá além do do da organização do do das moléculas com a dimensão eh filosófica, existencialista, sociológica e aí depois transcendente, né? Então ela vai, ela vai realmente expandindo essa dimensa, esse conceito de vida e mostrando uma complexidade no conceito até chegar nesse nível mais elaborado, né? Eu também fui pesquisar, Cláudia, porque ela diz aqui que quando, né, que no caso do vírus, ela fala, alguns deles ainda não possuindo estrutura celular, não podem ser considerados como tal, né, como um ser vivo. E aí eu fiquei, tá, mas que definição é essa de vida, então, né? Então ali e o que eu achei é que os vírus alguns consideram seres vivos e outros não, alguns autores, porque o vírus ele não tem um metabolismo próprio, ele precisa de uma outra célula para ele, eu não sabia disso, eu aprendi com Joana agora, né? Ele precisa se reproduzir numa célula hospedeira, né?

, porque o vírus ele não tem um metabolismo próprio, ele precisa de uma outra célula para ele, eu não sabia disso, eu aprendi com Joana agora, né? Ele precisa se reproduzir numa célula hospedeira, né? Então, a vida aqui relacionada a essa capacidade de uma estrutura captar a energia, usar essa energia, metabolizar e isso transformar alguma coisa, né? Então eu achei linda essa imagem também que fala dessa autonomia, né? E pensando daí, fazendo um paralelo com nós enquanto espíritos, com seres inteligentes, com esse princípio inteligente que começa, nós com essa capacidade de captar também, né, toda essa energia que vem do psiquismo divino, né, que é o que nos move, que Joana vai dizer depois que nós temos isandinó, tá íncito no ser, né, que essa eh essa busca por Deus, pelo divino que vai nos impulsionando, né, e a gente metaboliz ando entre aspas tudo isso dentro de nós e e devolvendo ao mundo em forma das nossas experiências, de como a gente atua no mundo, de como a gente tá no mundo. E isso vai nos tornando seres complexos e trazendo então a vida com uma dimensão mais elaborada, porque daí ela vai falando ali de várias áreas, né, da ciência ali, dos mecanicistas, do espiritualismo, do biólogo, do filósofo, do artista, que é claro que eu fiquei no artista, né, gente, porque traz a vida daí relacionando à beleza. Então, olha o nível de metabolismo, entre aspas, que nós fomos elaborando para chegar nesse nível de sensibilidade, né, de aí trazer a vida relacionada também com esse aspecto do belo, do harmônico que tu estavas falando, né, Cláudio? Lindo, lindo, lindo essa primeira parte aqui, né? é que de uma certa maneira que acontece o vírus ele ele não é considerado vida, porque realmente a gente precisa de uma vida, né, eh para poder eh eh realizar, né, a sua, mas nós precisamos também da energia do sol e divina para sentar a a nossa vida. Só que a diferença sobre isso que tá falando, é Manu, enquanto o vírus não metaboliza o que ele ganha por ele mesmo, ele ele realmente ele depende do

nergia do sol e divina para sentar a a nossa vida. Só que a diferença sobre isso que tá falando, é Manu, enquanto o vírus não metaboliza o que ele ganha por ele mesmo, ele ele realmente ele depende do sistema que metabólic que é emprestado a ele. nós com a nossa mente, né, não só metabolizamos do ponto de vista eh fisiológico, eh porque a mente comanda células e sustenta a vida orgânica durante uma encarnação, né, como também metabolizamos tudo isso que tá falando, né, em termos de arte, de beleza, de cultura, de ciência. Então, a gente tá processando, construindo, expressando e tendo uma autonomia. e uma uma diferenciação que é justamente fruto dessa caminhada aonde a vida eh espiritual nasce com o livre arbítrio, né, com o pensamento. Daí quando o cante fala assim, se dizer que a vida que o que que a que o ser humano pensa e é livre, então tu tem que reconhecer que existe o espírito, né? Então, e essa esse núcleo que brota e começa a pensar e aí poder fazer escolhas, né? Aí a gente começa a agregar a matéria, né? né? Nós comeamos a comandar inconscientemente essa vida que que nasceu junto com a gente e que agora a gente é dono dela e começa a metabolizar, a dar expressão, a elaborar, aprofundar e aumentar a incomplexidade, não só em tomo do do da organização eh somática, né, que tudo é psicossomático, mas também em relação a esse essa dinâmica aí que ela coloca aí do filósofo artista como criador também de uma certa maneira de vida, né? Vida bela, vida espiritual, vida cultural, vida enquanto tecnologia, ou seja, a vida se se é uma tudo que vai ser uma extensão dessa vida enquanto experiência, né? Que é o conceito da psicologia existencial, né? Que a vida não pode estar dissociada da experiência. tu constrói a tua vida mesmo que tu experimenta a própria realidade em ti, em si mesmo, na relação com com o mundo, né, com a natureza. E aqui ela fala, né, eh, de Santo Agostinho quando ele denominava inteleque. Então assim, a Joana nos lembra dessa inteligência íncita em nós, essa inteligência que,

m com o mundo, né, com a natureza. E aqui ela fala, né, eh, de Santo Agostinho quando ele denominava inteleque. Então assim, a Joana nos lembra dessa inteligência íncita em nós, essa inteligência que, como ela falou lá atrás, né, cheia esse mecanismo nosso, né, essa nossa vida, esse nosso espírito cheio de complexidades, mas que a gente ainda não eh as não se apropriou delas, mas há uma inteligência, há uma intelecto, né, mesmo que a gente não tenha essa essa consciência plena, essa percepção. Então ela ela nos lembra Santo Agostinho que filosoficamente dizia que era como a nutrição, o crescimento, depoleramento, tendo por causa um princípio que traria em si o seu próprio fim e ele denominava de intelecto. Intelect. Então, há uma finalidade, né, para e todo esse processo nosso que que nós vimos aqui elaborando. é difícil de definir. Joana já nos fala isso, né? Mas é algo que tá eh tá está posto, né? Vamos assim dizer, está posto porque mesmo que nós não tenhamos a consciência de que nos tornaríamos esse tronco eh forte, robusto, né? Eh, nós não temos essa consciência, mas há uma inteligência dentro de nós, né, que nos leva para isso e nos faz pensar, né, refletir, associar, elaborar, modificar, transformar, olhar diferente, né, e quem sabe chegar a esse status de harmonia, que é o que a Joana nos trouxe no início, né, sentir harmônicos com as nossas ações, reações, né, tudo. tudo aquilo que a gente tanto confabula, né, conosco mesmos, né, de acordo com o que o mundo nos provoca, né? É muito interessante. Tem Lúci, >> não. Eu ia trazer seguindo pensamento aí de vocês, que ela fala que eu achei lindo quando ela diz, né, que a vida em determinado momento é extraordinário químico. Aí ela vai falando a química. Aí depois ela diz, simultaneamente ela é o artista, né, incomum, que trabalha todas as folhas dos vegetais com riqueza dos contornos, né, que nunca se repetem, colocando num homem impressões dactiloscópicas que jamais são encontradas no outro. Ao mesmo tempo, com toques mágicos, dá cor e brilho às

vegetais com riqueza dos contornos, né, que nunca se repetem, colocando num homem impressões dactiloscópicas que jamais são encontradas no outro. Ao mesmo tempo, com toques mágicos, dá cor e brilho às plantas, aos pássaros e a todos os demais seres vivos, enquanto adorna a natureza com festas arrebatadoras em tons infinitos, impossíveis de serem repetidos. Depois ela fala da vida como um físico, né? Então aqui tem a Joana poeta também, né? E aí a nossa ciência às vezes quer eh eh enquadrar tudo dentro de de só uma maneira de ver, né? Então, uma folha é uma folha, vamos desse secar, entender como é que funciona e aqui ela tá falando, não, ali tem uma arte, ali tem uma beleza, então ela vai trazendo uma forma muito mais rica dentro desse mar, dentro dessa coisa de se maravilhar com a vida, dentro desse milagre que é a vida, né? Então, a aqui ela me instigou a gente resgatar esse olhar de encantamento com as coisas que a gente vai perdendo. E aí eu me lembrei de uma frase de Jesus, né? Eu vim para que vocês tenham vida e vida em abundância, né? Quando ele diz isso. Então, essa vida rica, abundante, bela e que nós vamos perdendo muitas vezes a conexão, né? E tornando a vida uma coisa muito árida. em vários sentidos, né? Então, a própria linguagem que ela usou aqui me levou a a me conectar com esse com esse milagre mesmo, né? Com essa coisa mais sensível mesmo de um olhar diferente para as experiências que a gente vive. E quando ela começa fazer essa relação, né, da vida como esse químico e extraordinário químico, como esse artista e como esse físico, ela começa a falar já de Deus, né, como atributos, né, dessa presença que sustenta a vida e que manifesta, né, como esse laboratório químico, como esse físico que trabalhou todos os campos de energia e como esse artista, né, que embeleza e e e cria essa variedade, essa multiplicidade de de formas, cor e beleza, né? Então, eh, ela tá falando de características que tão em nós, né, que nós também somos um um alquimista, né, um físico que um

e cria essa variedade, essa multiplicidade de de formas, cor e beleza, né? Então, eh, ela tá falando de características que tão em nós, né, que nós também somos um um alquimista, né, um físico que um cientista, um artista e que revela no nossos modos de ser a nossa filiação divina, né? E aí quando Heider coloca, né, que ele coloca justamente que que todo ser se revela no ente, né, que dizer a a existência, o ente tudo aquilo que é nomeado e que de uma certa maneira eh eh dimensiona na sua essência a dimensão do ser, né? Então, e mas que o homem é o único ente cujo qual podemos eh ter acesso ao ser, ao ser enquanto sentido do ser que nos move e o ser enquanto eh a capaz de enxergar Deus, de sentir Deus, de ir ao encontro de Deus, de perceber eh eh Deus que todo o processo da vida é um ser no mundo. Então a gente a do ser, né, eh não tá separado do do ser no mundo, né, não tem como separar a existência, né? Então, tanto é que ele vai vai postular, né, nessa ideia de vida, né, a vida enquanto conceito existencial de vida, o conceito de existência, de transcendência e de tempo, né, para poder explicar essa dimensão da vida enquanto eh postura existencial, né, o ser quando um ser existencial e a vida como uma perspectiva existencial. Então, de uma certa maneira, eh, a gente é atravessado, né, na nossa dimensão de ser no mundo, de o reconhecimento de desses valores, e, e qualidades que sustentam a nossa moral, né, as virtudes até chegar ao amor e ao mesmo tempo as possibilidades de de manifestação e de expressão do nosso ser. que revela esse status divinos em nós. Então, eu acho que isso é bem interessante o que ela traz aqui, né? Eu queria eh eh ressaltar que esse caminho que você trouxe, Gelson, que eh ela vem falando e depois ela começa a falar de Deus, né, que, né, as características, né, peculiares, né, desse Deus que ela nos nos apresenta. Mas eu eu queria voltar um pouquinho, né, nesse nesse caminho anterior, quando ela vem falando dos mecanicistas, né, dos espiritualistas e etc, porque eu

res, né, desse Deus que ela nos nos apresenta. Mas eu eu queria voltar um pouquinho, né, nesse nesse caminho anterior, quando ela vem falando dos mecanicistas, né, dos espiritualistas e etc, porque eu destaquei algumas palavras. Quando ela fala dos mecanicistas, ela diz que tem materialismo dialético. E eu pensei na dialética, na dialógica, né, no diálogo, né, da conversa, né, porque esse é o caminho que ela vem fazendo pra gente para depois adentrar nisso que você trouxe no Deus, né? Então, tem uma dialética, tem uma dialógica, né? Depois ela traz o espiritualismo e ela fala que há um ser criador transpessoal, né? Então ela diz: "Olha, nessa dialética aí tem um ser, né, que que ante vem, que vem antes, né, é aquele encriado, né, onde tudo dali surgiu." Então ela nos dá uns um ponto de partida, né, dessa dessa dessa energia, né, de Deus. Depois ela fala de organização. Então, nessa nessa troca dialética dialógica, onde há um início lá atrás, há uma organização, que ela fala da celular organização, mas há uma organização nessa constituição de vida, né? E aí ela vai falar o queú já trouxe, né, da beleza, né, da majestade, aquilo que se impõe como belo, como magnífico, como deslumbrante, que nos encanta e nos toma. Então, ela fala do luminoso, aquilo que nos toma de assalto, né? Então, olha, eh, eu quis voltar nisso porque quando Jon vem falando, ela vai falando de Deus, né? ela vai depois introduzindo, mas como ela já vem trazendo Deus também com essas eh com essas apropriações, é como se ela desse passo, né, sobre esse degrau, olha por esse outro, né, vai se vai se aprofundando no que é esse nosso Deus, esse criador, né? E aí e aí ela vai realmente desdobrando, né, no químico, no físico, no artista em comum que tão bonito, né? E aí ela traz essa história do sol que ela já trouxe aqui atrás. Eu lembrei realmente, né, da do sol nos dando essa energia, alimentando a vida. E ela vai falando que o sol ele penetra e fragmenta. Então, e eh essa fecundação de vida, fiquei pensando através dos

s. Eu lembrei realmente, né, da do sol nos dando essa energia, alimentando a vida. E ela vai falando que o sol ele penetra e fragmenta. Então, e eh essa fecundação de vida, fiquei pensando através dos raios do sol, né, onde potencializam a vida dentro de nós, né, e realmente é tudo muito bonito. E ela nos traz então ser humano, seres humanos como frágeis e poderosos. que que par de que a princípio parecem opostos, né? Fril, mas poderoso, né? Então, realmente eh e ela vai ter sendo aqui exemplos, né? Que é uma simples picada de inseto, pode acabar com toda aquela estrutura onde tem organização, dialética, né? onde tem tudo aquilo pode simplesmente sucumbir e é muito muito bonito quando ela ela traz isso tudo, né? E dependendo então da mente, né? É o que Gelson acho que já trouxe lá do pensamento, né? Tudo isso vai também depender de como o nosso organismo está harmonizado ou não, porque ela diz pode enfermar ou se restabelecer sob o comando da mente, da vontade, né? e principalmente do amor. Então, como nós vamos encarar? Então, eh, como nós vamos encarar esse desenvolvimento da vida, do fazer vida, né, do tornar-se cada vez mais consciente, né, eh, do lidar com essas adversidades que que a vida, né, o cotidiano nos impõe para que a gente possa ascender degrauzinhos. Isso tudo vai depender, né, de como a gente olhar para isso, como a gente tiver um cl numa sincronicidade essa imagem do frágil, do poderoso. Eu li essa semana que um bebê nas um das crianças mais prematuras que nasceu com 400 e poucas gramas, deu alta do hospital depois de meses, né? Acho uma bela imagem do frágil e do poderoso, né? de toda essa essa luta, né, pela vida, né, e das potencialidades, das possibilidades. É, ainda falta 2 minutos da gente a gente encerrar aqui o nosso encontro. Então, não queria terminar sem sem focar no que para mim é apoteose desse primeiro momento do capítulo, quando ela fala sobre tudo isso, né? E chega então nos dois últimos parágrafos e e onde ela começa dizendo: "A vida, no entanto, é

focar no que para mim é apoteose desse primeiro momento do capítulo, quando ela fala sobre tudo isso, né? E chega então nos dois últimos parágrafos e e onde ela começa dizendo: "A vida, no entanto, é Deus". Então, eu acho isso muito profundo. Eh, e diz ela, por isso ainda difícil, senão impossível ser compreendida plenamente. Então, eh eh que a vida eh representa Deus em nós, que atravessa nós, né? Quer dizer, eh que a gente é sustentado no divino, na substância divina, né? a gente vive dentro dela e é sustentado por ela. Então, assim como Deus é amor, Deus é verdade, né, que são conciso que a Juna usa, né, em alguns momentos, né, chegar em, na verdade, chegar em Deus, eh, chegar na plenitude, Deus também é vida. E aí a gente recupera aquela ideia que a Cláudio falou, né, da vida plena aqui. Eu venho trazer a vida em abundância. Não se foi a Malúcia, a Cláudio que trou me deu mais, né? É, é que que falou: "Ah, eu vim trazer a vida e a vida em abundância". Ou seja, é o caminho para Deus, né? Então, chegar em Deus é chegar na plenitude da vida, né? E compreender esses processos todos que são complexos. Então, eh, é muito bonito como ela encerra esse item, aonde ela vai realmente eh trazer que Deus é a vida com V maiúsculo, né? e né no incomparável e não dimensível da vida, tem as leis, né? né? Então, e essa vida é composta de uma organização, >> né, de uma base que sustenta, que é eh orientadora para que a gente possa justamente encontrar o caminho dessa perfeição. Achei muito muito bonito, né, esse e essa última parte aqui do do item, que se a vida é Deus, né, Jelso, recupera a ideia da sacralidade, né, e nos dá uma uma ideia, né, de como a gente deveria lidar com a nossa vida, né, como algo muito sagrado mesmo, né? >> Muito bem. Alguma coisa mais para encerrar, Cláudia? quer trazer mais alguma coisa? >> Complementando que vocês trouxeram, né? A vida é Deus e a e a Joana diz, a gente não chega até ele senão pelas suas manifestações, né? Então assim, a gente falou de vida agora, nós falamos de

oisa? >> Complementando que vocês trouxeram, né? A vida é Deus e a e a Joana diz, a gente não chega até ele senão pelas suas manifestações, né? Então assim, a gente falou de vida agora, nós falamos de vida, né? Trouxemos as definições possíveis que já Joana nos trouxe e outras que nós elaboramos. Mas se vida é Deus, não dá para definir, só observar como ela nos ensinou poeticamente, só nos observar as manifestações do mundo, né? E por >> nós também >> da fé, né? Do coração aberto a sentir essa presença que é difícil ainda de assimilar do ponto de vista eh racional, né? Mas a gente pode chegar nele por outros caminhos. Então a gente pode ter uma ideia, né, gente, quão maravilhoso é a proposta do volume oito, né, vida, desafios e soluções. Então, a gente convida a todos a permanecer nesse estudo com conosco. Agradecemos a todos que nos acompanham e então nosso abraço e o convite para estarmos juntos na próximo encontro, dando continuidade o capítulo um. Até mais. Então, obrigado, Marl, obrigado Cláudia. E vamos em frente nesse estudo maravilhoso.

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