T9:E6 • Vida: Desafios e Soluções • Fatores de insegurança (parte 1)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 06 – Fatores de insegurança (cap. 3, parte 1) Iniciando o capítulo 3 do livro Vida: desafios e soluções, este episódio analisa os itens 3.1 – A criatura astuta e 3.2 – Necessidade da mentira. A reflexão aponta as raízes psicológicas e espirituais dessas condutas e seus impactos na construção de uma vida mais autêntica e harmoniosa. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Marluce Renz e Cláudia Semeghini #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #Autoconhecimento #Insegurança #Verdade #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Alô, amigos. Bem-vindo a esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Angeles, estudando o livro Vida, desafio e soluções, né? volume 8. E hoje a gente começa com o capítulo três, fatores de insegurança, em especial os dois primeiros itens do capítulo, a criatura astuta e a necessidade da mentira. Dois itens importantes que inauguram aqui o capítulo, que com a Marlúcia e a Cláudia a gente vai trabalhar hoje, né? E eu acho muito criativa, muito assim original. Eh, esse texto de Joana, onde ela trabalha a questão da astúcia, que não é um tema muito comum na psicologia, a gente não debate, mas a gente vê que é uma questão fundamental, porque a astúcia, ela tá por trás de tanto jogo das relações humanas na política, nas questões eh comerciais, nas empresas, nas relações familiares, quando tem questões de de por de tem a família tem que lidar com desafios, né? Morre alguém da família, depois tem a que dividir os bens, né? Então a gente vê as pessoas revelam padrões de comportamento. A gente vê a tuúcia muito presente, né, no jogo que o homem faz para poder lidar com as situações da vida. Então é uma é uma questão, acho, bem fundamental de saúde mental e e do p espiritual. também importante, né, essa história que ela traz do Sífo, né, Císifo, né, que é um mito bem estilizado, né, na na na psicologia anguiana, o mito de Sífo, que é um mito que lida com transtorno obsessivo, com questões de repetição, de jogo, de comportamento. E aí ele tem essa história que ele quer enganar a morte. o quanto esse mito faz parte da nossa nosso padrão humano de comportamento. Então eu queria trazer esse movimento inicial, né, Marlúcia e Cláudia, pra gente começar a a expandir e refletir esse material de da benfeitora. Eh, inclusive ela faz uma referência, né, Gelsona, ali embaixo, eh, que ela trabalha em Astúcia, ela no desperta, Seja Feliz, no capítulo da Interesa moral. Ela ela trouxe esse assunto e me chama atenção ela começar esse capítulo três denominando fatores de insegurança.
e ela trabalha em Astúcia, ela no desperta, Seja Feliz, no capítulo da Interesa moral. Ela ela trouxe esse assunto e me chama atenção ela começar esse capítulo três denominando fatores de insegurança. Então a gente nessa vida, com todos os desafios e as soluções que a gente tá buscando, né? Eh eh eh esse esse eh eh ela trabalha nesses dois itens, né? Fiquei pensando como é que a gente pode relacionar astúcia com a mentira, né? O que que tá conectando ali? e ela vai trazer essa insegurança, os fatores de insegurança, ela retoma essa ideia, né, eh, dessa nossa instância ainda muito infantil, né, da nossa insegurança infantil, desse indivíduo imaturo, que não encontrando uma maneira mais eh madura, né, elaborada de se relacionar com a vida, com com aquilo que deixa ele inseguro, que a gente pode aprofundar aqui, ele procura ainda enganar adiar, manipular, não enfrentar, né? Que isso fala dessa dessa realidade nossa ainda onde muitas vezes a gente não eh eh só vai adiando, né, que o mito de Sífu traz isso. Ele vai enganando um, enganando o outro, mas chega um determinado momento que eh aquilo se encerra porque a vida demanda esses enfrentamentos, né? Então, acho um tema bem interessante e até para fazer a gente refletir que muitas vezes a gente tem a astúcia como uma qualidade, né, como algo assim, a esperteza, um traço meio às vezes até cultural, né? Então acho que a Joana nos provoca aqui a a pensar sobre isso, né? >> Olá, pessoal. Bom estar com vocês novamente. É, é muito interessante mesmo como ela começa esse capítulo, né, falando, trazendo o mito de Sifo e e assim, eh, mais para frente, eu queria já trazer, mas mais paraa frente ela dá uma definição do que é astúcia, né? Porque é como ele vai agir o tempo todo. E ela diz, em realidade, astúcia não expressa inteligência. Depois que ela narra o o mito todo, ela vai começar a trabalhar. E ela diz: "Astúcia não expressa inteligência, mas sim instinto de preservação da vida e dos jogos de interesses pessoais. todo indivíduo
pois que ela narra o o mito todo, ela vai começar a trabalhar. E ela diz: "Astúcia não expressa inteligência, mas sim instinto de preservação da vida e dos jogos de interesses pessoais. todo indivíduo enfrenta desafio. Aí, enfim, então, eh, eh, ela vem trazendo esse rei mitológico sífo com esse aspecto ardiloso, né, de de preservar a sua vida, os seus interesses a despeito de tudo. E ele vai manipulando como mecanismo de defesa, de proteção, né? E e aí ele vai no segundo parágrafo, eu achei tão interessante que diz assim: "Ele mantinha o verdadeiro exército de assaltantes. Assaltantes aquele que assalta, que pega de assalto, que pega de surpresa, né? Que atacavam os viajantes imprevidentes. E aí eu já fiquei pensando, uau, como é importante a gente estar prevenido, né? previdente, observador das circunstâncias, para que a gente não se permita nem ser pego de assalto e nem ser o próprio assaltante. Porque e eh se vamos no no no capítulo anterior, no outro encontro, nós vimos, né, o quanto eh a infância ela vai produzindo, né, a partir da criação familiar, do sistema familiar, da dinâmica que se esteve, né, criado, o quanto ela vai produzindo padrões equivocados. Então eu fiquei pensando como é importante nós estarmos atentos para não sermos os que assaltam, repetindo padrões, né, vinculados a um rei tirano, esperto, ardiloso e o quanto é importante nós também não sermos pegos de assalto. Então, mais uma vez aqui a Joana nos lembra do autoconhecimento, né, da autoobservação, né, eh, de não estar eh eh se deixando levar pelas situações, né, a atenção, né, eh, observadora. E aí ele vai trazendo, olha como ele manipula um pai que quer uma filha de volta. Então ele eh eh ela vai trazendo eh eh aspectos do mito eh interessantes, né? E eh Sis foi lida com o pai, com a dor de um pai que quer trazer uma filha de volta, né? Então é eh eh eh ela vai lidando com com muito disso, né? E como você já trouxe, Marlos, eh eh ela vai, ele vai tentando a todo tempo driblar a morte, aquilo
ai que quer trazer uma filha de volta, né? Então é eh eh eh ela vai lidando com com muito disso, né? E como você já trouxe, Marlos, eh eh ela vai, ele vai tentando a todo tempo driblar a morte, aquilo aquele fenômeno que nós não podemos driblar de jeito nenhum, né? Porque nenhum Deus mitológico conseguiu quissçar nós, né? >> É interessante que no capítulo anterior, no final do capítulo, Joana faz todo um trabalho de quanto a gente vai criando ilusões, né? é uma fantasia da infantil que fabula e que cria, né, realidades para fugir da vida, realidades internas a partir da fantasia para fugir da realidade externa, enfrentar as dificuldades. Então, ela tá trazendo justamente essa essa imaturidade que a Mar Luci eh colocou, né, do quanto a gente é imaturo e qu como a gente tem de enfrentar a realidade. Então, e agora tá astúcia como um modelo de esquema de fuga, né? Porque a astúcia realmente é uma inteligência rudimentar, né? Os cães, os gatos copiam, né? A gente vê histórias assim muito hilárias de cachorros, gatos, né? Fazer comportamentos para conseguir, né? Eh, eu vi um pouco tempo atrás um videozinho no cachorro e escondia e girava a câmera pro lado porque a tava tava focada na narração em cima de um balcão. Então ele achava que se ninguém tivesse vendo, a câmara não tivesse vendo, ele podia comer a ração tranquilamente. lá vai lá empurra, né, a cama e daí depois mostra ele lá de pezinho em cima do balcão comendo, porque o gato vai lá e o gato vê e e vai lá e e conserta o movimento da cama, né? O gato eh denuncia o cachorro. Então a gente tem esse comportamento muito primário e no caso do mito é isso do personagem, né? Ele não quer pagar o preço, quer ela ele quer ter os louros. o reconhecimento, a conquistas dos objetivos dele, sem dar a sua cota de sacrifício, sem realmente fazer o caminho honesto, o trabalho por si mesmo. Então, é esse homem muitas vezes onipotente, mas infantilizado, que eh se usa dessas esses artifícios primários para poder eh realmente tirar proveito
fazer o caminho honesto, o trabalho por si mesmo. Então, é esse homem muitas vezes onipotente, mas infantilizado, que eh se usa dessas esses artifícios primários para poder eh realmente tirar proveito da situação. O astuto é um aproveitador da vida, né, que quer te proveito e se bancar como alguém que como que tem mérito, que tem capacidade, que conquistou lugares, mas que é fake, né, que é falso, né? Então, e o quanto isso tá presente realmente na vida da gente. E isso realmente as pessoas colocam isso como uma forma de vantagem, né, de superioridade, de valor. E ela tá falando, não, isso isso não é inteligência, gente, isso pelo contrário, isso é uma forma muito precária, rudimentar de funcionamento, né, ligado ao instinto de presação, ou seja, tá lá num processo eh primário de funcionamento da pessoa e que tá ligado ao jogo de interesse pessoal. Então, além de ser uma uma forma primária de funcionamento, é sustentado pelo egoísmo. Então, são duas coisas horrorosas. que tem astuto, né? É uma comendação de de interesse pessoal de egoísmo com uma inteligência precária, né? Pouco elaborado, não acredita na sua capacidade, não paga o preço, não corre atrás e quer esse caminho atalhado aí de enganar para poder ter o lugar que não conquistou. Isso que ela tá falando aqui, né? e o próprio início, né, Elso do mito, ele ela tá contando aqui, né, que paraa preservação da cidade do seu povo, né? Então, quando a gente tá falando da astúcia, eh, a gente tá falando de um universo muito autocentrado ali, né? A pessoa tá muito, porque para me manipular, para me enganar, eu tô defendendo um interesse meu, né? Então aqui parece que ele tá eh com uma boa motivação, que é cuidar da cidade dele, né? que de fato depois a cidade ganha as águas, ele consegue fazer a negociação lá com o rei, né? Eh, mas na realidade é uma visão muito muito muito estreita das coisas que isso fala desse egoísmo ainda, né? desse dessa maneira muito ainda eh focada nesse eh auto centramento do ego e que as e que isso é reforçado às
e é uma visão muito muito muito estreita das coisas que isso fala desse egoísmo ainda, né? desse dessa maneira muito ainda eh focada nesse eh auto centramento do ego e que as e que isso é reforçado às vezes pela família ou pela sociedade que a gente vive, né? Não, tu tens que te dar bem, o que importa é o que você conquista, né? Então tem uma questão e que a se a gente não presta atenção, isso começa a ficar meio normalizado dentro da gente. Esse que é o problema, né? E passa a ser visto até como uma virtude. A pessoa que não tem isso, ela é vista como a boba, a que é a honesta, né? Então existe um grande perigo aí, né? que é próprio da astúcia, que a astúcia tem a ver com manipular, que é isso. Eu dou uma mascarada naquilo, aquilo parece ser uma coisa boa, mas na realidade eh não tem nada de bom, porque fala dessa dificuldade de enfrentar de uma maneira adulta, né, a realidade e de eu me dar conta da verdade mesmo, né? Então, eh, eu acho que esse que é o grande perigo da astúcia, né? Porque se no mundo animal fiquei pensando nos animais que tem, né? Por exemplo, a raposa, que é o o símbolo da astúcia, né? Então, se naquela fase, né, da nosso desenvolvimento isso é uma habilidade mesmo de sobrevivência, de encontrar saída, à medida que a gente vai crescendo, ah, a gente vai tendo que desenvolver, sendo desafiados, né? Então a gente vê uma criança fazendo, né, tendo esses joguinhos, a gente acha engraçado porque é típico da criança, né, não ter ainda a noção das coisas. Agora, quando a gente vê um adulto, né, que já tem condições, então acho que a grande a questão aqui eh é que se for de alguma maneira ele representa isso, né, a nossa petulância assim do ego, né, de que acha que pode fazer qualquer coisa e que ele vai se dar bem sempre. o que não é verdade, né? Porque daí Zeus disse: "Bom, agora eu vou mandar um Deus que ele não vai poder ludibrear, que é o tempo, né?" E aí me veio essa imagem do tempo, o tempo daquilo que é cíclico, né? Então, vida, morte, vida, né? Cronos
disse: "Bom, agora eu vou mandar um Deus que ele não vai poder ludibrear, que é o tempo, né?" E aí me veio essa imagem do tempo, o tempo daquilo que é cíclico, né? Então, vida, morte, vida, né? Cronos vai marcando isso, né? Então, eu posso enganar inclusive numa encarnação inteira, né? Mas vai vir o tempo em que aquilo eu vou ter que enfrentar, né? Então, achei e é muito bonita essa história do CISPO, porque em alguma medida todos nós nos identificamos, né? >> É muito interessante mesmo, né? Porque ele vai se evadindo de toda forma, né? Ludibriando todos. E aí eu achei bem interessante que você eh lembrou, Marlúci, porque eh eh Zeus falou: "Tudo bem, vamos aguardar o Deus tempo, né? E aí ele passa ainda naquela fantasia, naquela ilusão de que tá ludibriando tudo, né? Mas aí o tempo vai agindo e ele morre. E é importante isso aqui porque assim, eh, me lembrou aquilo, a Deus o que é de Deus e a César o que é de César. Me parece que assim, no mundo mundano, tudo bem, deixa ele se extinguir, extinguir o sopro de vida dele no mundo mundano, achando, né, ainda vivendo naquela ilusão do ego. Mas quando a morte vem, de fato, aí sim ele vai prestar contas, né? ele vai pagar aquele preço, como Gelson trouxe, no mundo eh eh real da realidade. E aí ele vai viver aquela coisa da pedra, né? A pedra empurra a pedra. Eh eh o ego tentou eh enganar até o final, e isso eu trago de novo para nós, né? o quanto é importante que a gente eh eh veja eh que a vida é valiosa, que os dias são valiosos para que a gente viva no hoje e agora de uma forma melhor do que antes, porque senão a gente vive como císifo, ludibriando, enganando, enganando, achando que tá enganando o tempo. E aí o tempo se extinga de fato e o quem perdeu fomos nós. que quando a gente desencarna, a gente vai ter o encontro com a nossa consciência muito mais ampliada. E nós vamos olhar aquela lupa e dizer assim: "Meu Deus, o que foi que eu fiz? Quanto tempo eu perdi?", né? Querendo ser. E, por exemplo, nós trazemos o mito do sismo astuto, né?
a muito mais ampliada. E nós vamos olhar aquela lupa e dizer assim: "Meu Deus, o que foi que eu fiz? Quanto tempo eu perdi?", né? Querendo ser. E, por exemplo, nós trazemos o mito do sismo astuto, né? Achando que estamos enganando todos, né? E aí ela nos fala, é bem o testemunho de advertência, aqueles que estão sempre transferindo deveres e realidades. Então, o quanto Joana nos eh sacode com essa história, né, mítica de acorda, você pode enganar tudo e todos à sua volta, mas você não engana a si próprio, não engana. você vai se encontrar lá depois, né, com a sua própria história, né, com as suas consequências, os atos e consequências. E aí sim nós vamos, né, o utilizar essa simbologia, empurrar a pedra e até que a gente possa transpor esse movimento de resgate, né? Eu quero fazer de novo, eu quero escrever diferente. Mas o mito nos fala, a consequência nos acompanha. dos nossos atos, né? Eh, e aí ela diz assim: "Olha, todo mundo enfrenta desafios para crescer e a própria existência é um permanente convite ao esforço." Por isso que é importante que a gente não vá postergando soluções, porque evita-se e amanhã vai ser cada vez mais difícil, né? Eu fico pensando, a gente tem aquela pedra, como a gente já conhece essa história, tem a pedra no caminho, tem um caminho, tem uma pedra, tem uma pedra no caminho. Então, se a gente desvia, OK, lá na frente a gente vai encontrar ela, né, de novo, né? E o quanto é importante essa relação, né, o relacionamento, não com a pedra, mas com a dificuldade, né? A pedra é o símbolo da dificuldade, né, que ele não soube enfrentar, né, se achando Deus. né? Não soube enfrentar. >> E tem uma coisa interessante, né, junto com a astúcia, porque se de um lado, porque ela vai ela vai colocar realmente, né, de um que a pessoa imatura eh quer diar soluções. Então, o astuto quer quer adiar soluções e cria, então, essa eh uma ilusão para não ter que pagar o preço de toda a vida. E o e o Y fala que um dos maiores pecados eh da do ponto de vista do que a pessoa pode
astuto quer quer adiar soluções e cria, então, essa eh uma ilusão para não ter que pagar o preço de toda a vida. E o e o Y fala que um dos maiores pecados eh da do ponto de vista do que a pessoa pode fazer em relação à sua própria vida é uma vida não vivida, né? É melhor tu tentar solucionar e cair, como a Jona fala, às vezes tu vai cair, né? Mas cai paraa frente, não para trás, né? Eh, do que tu eh fugir da vida, né? eh, não querer enfrentar a realidade, porque daí tu tá desperdiçando o tempo tão necessário, como vocês colocaram aí, que que vai impondo em algum momento a sua eh a sua trajetória e cedo ou tarde tu vai ter que se confrontar consigo mesmo. Mas junto com a astúcia, né? O astuto ele quer enganar, ele cria essa ilusão adiando enfrentamentos, soluções e um trabalho consigo mesmo. Mas por ser muito imaturo, ele tá muito preocupado com o que o mundo pensa dele. Por ser muito fraco e infantil, ele dá muita importância paraa imagem, né? Para esse valor ilusório de criar imagens. Ele é prisioneiro de uma consciência coletiva. Ele não tem vida própria. Ele não consegue bancar os seus próprios valores, o sentido de dizer assim: "Puxa, isso sou eu, isso eu tenho dignidade". Não, ele também tá sempre fugindo eh de uma verdade e de um de um autoencontro verdadeiro e apaziguador consigo, porque tá copiando o mundo. Ele é uma, ele também é um, ele é também uma imagem ilusória de realidade. É um falso eu, né? E aí ele tá muito preocupado com o que o mundo pensa dele, de impressionar o mundo, de ser aceito pelo mundo. E e isso faz com que ele eh eh acabe prisioneiro de de desse mundo de aparência, desse jogo também ilusório, ele compra uma realidade que não existe também, né? Então, eh, a gente vai vendo que que que essa imaturidade vai criando um esquema eh de aprisionamento de vida, uma vida falciada, uma vida artificial e sustentada justamente nessa nessas mentiras, a mentira dele e a mentira do mundo. Há um pacto aí, né, entre essas ilusões da qual a pessoa fica e presa e se
a, uma vida falciada, uma vida artificial e sustentada justamente nessa nessas mentiras, a mentira dele e a mentira do mundo. Há um pacto aí, né, entre essas ilusões da qual a pessoa fica e presa e se alimentando disso. Eu é eu acho acho que é isso, né, Gelson? Eh, quando a Joana tá contando o mito aqui e ela diz assim, ó, o astuto, se referindo ao cífo, né, que pensar haver solucionado o problema da sua terra e do seu povo, que passar a ter águas em abundância, com a sua atitude gerou um novo desafio, que era enfrentar a detestada. Tá bom? Daí ela conta outro desafio. Então é é isso assim, essa num primeiro momento parece que eu tô me dando bem, mas na realidade eu tô criando desdobramentos daquilo, né, que eu não tenho nem ideia. E tu tava falando desse aspecto assim da de ficar muito vinculado a essa consciência coletiva e me veio a imagem que é muito comum nos filmes que tratam da vida dos adolescentes, aquele adolescente que tá sempre colando nas provas e, né, que se dá bem, que mata aula e que ele é a referência assim do do herói ali, né, que aparentemente burla as regras, né, isso é parece ser um tema meio arquetípico assim, que aparecem muitos filmes, né? né? E que naquele contexto é visto, essa astúcia é vista como uma qualidade, né? E aí realmente me veio essa imagem de que a a a aquela criatura acaba se identificando com essa imagem de que, né, ela é que é projetada nela também, né, de que ela se dá bem e acaba ficando enredado nisso e depois mais tarde, é claro que a vida vai cobrar, né? Não é uma questão eh de julgamento moral assim. Ah, não, não pode fazer isso. Não, é porque é uma lei, né? Aquilo que eu não enfrento agora, aquilo que eu não dou conta agora, depois vem a conta. Por quê? Porque a gente tá aqui para passar experiências por por experiências onde a gente possa tirar o aprendizado daquela experiência. Se eu não tirei o aprendizado daquilo, a vida é maravilhosa. Deus é tão misericordioso que ele vai dar uma experiência semelhante para mim passar de novo, né?
tirar o aprendizado daquela experiência. Se eu não tirei o aprendizado daquilo, a vida é maravilhosa. Deus é tão misericordioso que ele vai dar uma experiência semelhante para mim passar de novo, né? Então, sempre que eu vou adiando as coisas, eh, eu não tenho ideia das repercussões que isso vai tendo na minha existência, né? Eu acho que isso também é uma grande questão da da astúcia, né, que é a nossa é justamente essa falta de consciência mesmo, porque daí tu fica nessa ligado muito a essa consciência coletiva e tu se perde de ti, né? E a Joana, ela traz aqui, me parece, eu fiquei pensando, pares de opostos, né? Se por um lado as atitudes corretas são baseadas na honradez e na lealdade, né? Lealdade consigo próprio, né? Você tá trazendo essa essas simplificação, eu fiquei pensando, a pessoa vai vivendo de um modo fake, falso, né? uma falsa imagem, mas em algum momento aquilo vai começar a criar um desconforto, né? Porque se cansa de ser fake. Pode não ser nessa vida, mas em algum momento ela vai cansar de de ser eh eh falsa, né? E vai começar a se perguntar: "Quem eu sou?" Então ela diz assim: "Somente as atitudes corretas baseadas na honradez e na lealdade conseguem resolver em definitiva as dificuldades e as ocorrências desagradáveis do percurso." Então eu fiquei pensando esse para aí honradez e lealdade com que ela vai trazendo depois que o indivíduo imaturo ele adia soluções, ele foge do enfrentamento com a consciência e com dever. E aí ela diz através de quê? Da deslealdade e da conduta incorreta. Então eu fiquei pensando esses pares aí, enquanto um lado pode ser vivido com honradez e lealdade, né, o outro é da deslealdade, né, do fake, do falso, da conduta incorreta, né? Então ele fica oscilando, né, se por um lado, né, e não por um lado não, se de uma maneira ele age, como vocês trouxeram, né, nesse modos operand do falso, do astuto, né, há dentro dele esse par de oposto que vai ficar pulsante, né, da honradez, da lealdade, do enfrentamento, para que em algum momento
mo vocês trouxeram, né, nesse modos operand do falso, do astuto, né, há dentro dele esse par de oposto que vai ficar pulsante, né, da honradez, da lealdade, do enfrentamento, para que em algum momento ele possa se confrontar com isso e tentar fazer essa enantiodromia, essa inversão, né? >> E a gente percebe o quanto realmente essa astúcia que parece eh uma inteligência, uma sacação legal, uma forma interessante, é uma forma muito burra, né? Pouca pouco criteriosa, pouco bem regimentar mesmo, porque tu vai empurrando a sujeira embaixo do tapete, vai fazendo de conta, né? vai enganando, aquilo, vai se evolumando que os comentaram, né? Chega o momento que eu não vou poder eh me eh me enganar mais. Só que eu não eu não tenho mais eu não tenho recurso, eu não me preparei, eu não não me trabalhei. Então eu tenho um problema muito maior lá na frente, né? como Jana falou, eh, aquilo que não tá resolvido vai aparecer mais tarde, mas e eu não tenho recurso porque eu não me dei chance de amadurecer, de experimentar, de poder eh quebrar a cabeça, de pedir ajuda, de poder olhar para aquilo, de poder buscar posturadores novas e poder exercitar recursos impotenciais que eu tinha. Então, eu não criei recurso interno, eu não agreguei coisas boas na minha vida e aí quando vê, eu tô com as calças na mão, né? Tô lá enfrentando uma realidade sem recurso nenhum e não posso fugir disso. E aí o que que acontece, né? Né? A criança perdida, o infantil vem à tona. Daí aquele homem que parecia tão poderoso, tão cheio de ser, tão, né? eh, acaba contatando com uma imensa fragilidade, né, e uma imensa incapacidade e vai ter que realmente, né, ter que eh fazer e esse encontro com a verdade, né, que é libertador, mas muito duro, muito difícil, já que toda a vida dele foi uma de se enganar e enganar o mundo. Então não é uma boa, né, J? Olha, isso não é uma boa estratégia, né, gente? Eh, parece bom, mas não é, né? Vamos eh capacidade, então o Jonas tá falando o quê? Acredito em vocês, gente. Ninguém tá querendo que
é uma boa, né, J? Olha, isso não é uma boa estratégia, né, gente? Eh, parece bom, mas não é, né? Vamos eh capacidade, então o Jonas tá falando o quê? Acredito em vocês, gente. Ninguém tá querendo que vocês seja um perfeito e maravilhoso e dá conta do mundo. E a vida não precisa ser ser isso tudo para ser feliz, menos, né? Olhe para si, né? que é muito mais interessante, mais honesto, mais vão conseguir sentir o sabor da vida, vai ter sabor amargo, vai ter, mas nesse sabor amar vai ter muito sabor interessante também. Vamos poder calejar as mãos, depois calejado a mão não dói tanto mais. Olha, a melhor forma é enfrentar, ser adulto, olhar de frente e acreditar que o Pai nos ama e que nós temos potencial. A gente pode aprender, a gente pode vencer a si mesmo, a gente pode crescer. Então, ela tava numa posa na gente nesse momento. Eu tá, ela tá realmente desafiando e e e desmascarando um jogo, mas pro nosso bem, para mostrar, olha, a gente tem um outro caminho que é muito mais interessante, né? Acredite, você são filho de Deus, né? Vamos acreditar que você pode crescer, aprender e fazer um caminho realmente mais inteligente, mais criativo, mais verdadeiro, né? Então, essa é a proposta dela aqui. >> Acho que ela tá falando duas coisas aqui que me chamam atenção também, essa questão, né, que a gente em algum momento a gente enfrenta a nossa consciência. E aí eu fiquei pensando nessas pequenas coisas, né, de astúcia do nosso dia a dia, como por exemplo, alguém nos dá o troco errado, que nos favorece, a gente fica quieto, né, a gente querer furar fila, né, coisinhas assim miudinhas, que parecem miudinhas, né, mas que tem a ver com isso. E tem uma outra coisa aqui que ela diz, né? O amadurecimento psicológico, ele propõe que cada atividade tenha lugar no seu momento próprio e cada desafio seja atendido no instante correto quando se apresente. Aí eu fiquei pensando, né, p a gente quer furar a fila, né? Qual será que era a experiência que que caberia a mim tendo que ficar naquela fila? Mas eu
atendido no instante correto quando se apresente. Aí eu fiquei pensando, né, p a gente quer furar a fila, né? Qual será que era a experiência que que caberia a mim tendo que ficar naquela fila? Mas eu quero furar, né? Eu quero fugir do engarrafamento, então eu vou pelo acostamento, eu quero passar na frente de todo mundo. E e que experiência que eu tô deixando de viver naquele momento, né? Porque eu acho que eu tenho que ganhar, que eu tenho que ludibriar e que aquilo não me serve, aquilo eu não quero. Então, né? Vocês lembram de um filme que tinha que se chamava Clique, que ele acontecia alguma coisa na vida dele que ele não queria viver, ele passava no controle remoto assim, vou vou vou vou passear adiante, essa cena eu não quero, né? É com o Adam Sandler. E aí chega no final da vida dele, tá ele lá na festa de formatura, eu acho, da F. Ele não, ele não tinha vivido nada porque ele queria, ah, isso eu não quero viver, vamos passear adiante. Isso, né? Eh, então eu achei muito interessante ela dizer que a gente tem que aceitar cada desafio no instante correto, né? E a gente tende a não pensar isso, né? Acha que tá perdendo tempo, que não, que e essa essa metáfora da da gente querer ser astuto, por exemplo, em relação ao tempo de não querer esperar nada, né? É uma coisa muito da nossa contemporaneidade hoje, né? E às vezes o que será que nos cabe naquele momento ali, né? Tem uma coisa da submissão, né? Submeter-se, suportar, aguentar, né? Estar ali, né? E realmente a a sociedade eh atual, ela vive num num num aceleração de tempo, né? Um aceleramento total, né? onde não se espera nada, não se suporta nada e o tempo é célere e é rápido, as coisas mudam o tempo todo. E e essas pessoas frágeis, imaturas, né, como Joana disse e vocês estão trazendo, né, que não vivem aquela experiência no momento certo, né, eh, eu fico pensando que elas ficam muito desconexas de um movimento coletivo também, onde todos nós estamos experimentando suportar o tempo, driblar, né, dentro de nós, fazer essa
momento certo, né, eh, eu fico pensando que elas ficam muito desconexas de um movimento coletivo também, onde todos nós estamos experimentando suportar o tempo, driblar, né, dentro de nós, fazer essa balança, que seja uma balança mais justa possível. E e eu fico pensando, essas pessoas vão ficando para trás, né, como você trouxe o filme, né, Marlúcia, né? Ele chega ao final da formatura, onde todos têm um currículo, né, algo experimentado e ele tá vazio. No coletivo, ele não caminhou junto com essa angústia, com essa ansiedade vivida eh coletiva, né? Ele não caminhou. É lógico que a gente não pode se deixar eh eh ser tomado pelo coletivo, mas nós estamos inseridos e nós precisamos viver essa experiência que o coletivo tá vivendo e não como a gente como se costuma dizer, sobe a montanha e fica lá isolado, né? Porque ele tá meditando, ele sobe a montanha, ele medita, mas ele volta, porque ele tem que devolver pro mundo aquilo que ele vivenciou lá. Então eu fico pensando nessas nessas nesses astutos da vida que vão ficando para trás. E e ela vai trazer coisas aqui, olha, autocompaixão, quer dizer, o autocompadecimento, o vitimismo, né? Não nos leva a lugar bom, assim como a astúcia também não leva, né? E ela finaliza essa esse item dizendo: "Pblema solucionado significa patamar vencido." E mas novo desafio de crescimento adiante, porque a gente não pode parar, né? >> E aí ela entra na questão da mentira, né, Cláudia, como uma enfermidade, realmente, né? A mentira pode ser um transtorno de personalidade, né? Então ela é ela é a mentira patológica. Então, tem pessoas que realmente fazem da sua vida um padrão de comportamento que acaba sendo um transtorno de personalidade e a mentira, então, como algo realmente sério do ponto de vista da saúde mental e espiritual, até porque não é só a astúcia da mentira e o jogo da mentira que que tá que tá em foco, né? Porque a pessoa que é mentirosa, ela ela tem medo de que a verdade venha. Então, além da do jogo de mentira que ela cria, ela cria um jogo de defesa
e o jogo da mentira que que tá que tá em foco, né? Porque a pessoa que é mentirosa, ela ela tem medo de que a verdade venha. Então, além da do jogo de mentira que ela cria, ela cria um jogo de defesa também do mundo, porque ela não quer ser pega. E aí, nesse movimento de comportamento mentiroso, vem consequências que que se agregam eh aumentando a complexidade e a patologia do comportamento, porque daí ou ela culpa o mundo, né, ou ela foge, escabamoteia e cria ilusões para ter que porque às vezes a pessoa quer acreditar na sua mentira, né? E é e a mentira tão elaborada que se torna uma verdade, né? E a gente vê isso, as pessoas acreditando em mentiras, porque as pessoas mentem, né? Eh, mente o religioso, mente o político, mente sei lá quem, né? Infelizmente, né? Às vezes o discurso é bonito, mas é um discurso mentiroso para manipular, para, né? E aí, e a pessoa acredita tanto na mentira que se coloca num certo eh junto com isso, num certo padrão de demência, né? Não no sentido demência física, mas no sentido de um déspota que por não ter que se confrontar e colocar no mundo, eh eh impõe a sua mentira como uma verdade, né? a gente vê isso acontecer, né? E aí aquilo que ele acredita, todo mundo tem que acreditar, porque, né, aquela ideia do con de fato que o rei está tá nu, né, que ele acreditava, né, e a criança, né, que todo mundo tinha que mentir, né, para poder eh continuar criando essa falsa ideia. E uma criança que que é pura falou: "Mas o rei tá nu, né?" Então, eh, o quanto isso vai realmente criando um jogo muito perigoso e complicado do ponto de vista das implicações na vida da pessoa, né? Eh, delicado isso, né, gente? >> É, ela confronta aqui, é muito sério essa questão da mentira, porque inclusive ela traz, né, essa imagem da mentira branca, né? Outra questão perigosa, né, quando a gente vai minimizando as coisas e pensando nesse par de opostos, né, que lógico que tava trazendo antes, a mentira em contraponto a verdade. E aí a gente pode se perguntar por que que é tão difícil o
gente vai minimizando as coisas e pensando nesse par de opostos, né, que lógico que tava trazendo antes, a mentira em contraponto a verdade. E aí a gente pode se perguntar por que que é tão difícil o confronto com a verdade, né? Por que que a gente precisa como tava dizendo, né, JS às vezes a gente a gente sabe que tá mentindo pra gente mesmo. A gente vê uma realidade ali, mas não quer ver, então vamos fazer de conta. Não, não, não é bem assim. A gente vai produzindo essas pequenas mentiras para nós, né, que na realidade essa dificuldade de de enfrentar e porque ela de novo tá trazendo essa questão da insegurança infantil. E eu me lembro assim, né, eh, quando a gente convive com criança pequena, eh, que que isso é muito comum na infância, né? Quem é que fez isso? Quem é que pegou tal coisa? E a criança que é pequenininha, não, não fui eu, né? E aquilo ali vai ser descoberto em seguida, né? A mãe sabe, né, que foi ela mesmo. Tu comeu a bala antes da janta? Não, eu não comi, né? Então, e e mas esse tipo de de comportamento eh pode ser reforçado depois, né? A gente pode ver famílias, né? Onde a mentira é eh meio que naturalizada assim, né? E as crianças vão convivendo com aquilo. Ela, a Joana traz isso, né? Da questão familiar. Mas eh tem uma questão aqui que eu acho que é a mais é qual a dificuldade da gente se confrontar com a verdade, né? A nossa própria verdade, né? A verdade daquela situação. Que medo é esse, né? Que o mentiroso tem eh, de ter que enfrentar aquilo, né? né? É como se a mentira escolhesse uma rota muito mais tortuosa e longa e mas que algum momento a gente vai chegar lá, porque a verdade vai nos assaltar, vai nos nos confrontar, né? Então, e a mentira faz parte da nossa vida, né? Muito mais do que a gente gostaria, né? >> É claro que é verdade, né, Marlúcia? É um processo também. A gente vê que quando os espíritos desencarnam no plano espiritual, nem sempre há um confronto direto com a realidade, né? As pessoas desencarnou, não sabe que desencarnou.
úcia? É um processo também. A gente vê que quando os espíritos desencarnam no plano espiritual, nem sempre há um confronto direto com a realidade, né? As pessoas desencarnou, não sabe que desencarnou. Às vezes ele se acha muito bom e a e a espitó diz: "Olha, tu não foi tão bom assim ainda, né?" Então, claro, eh, a verdade é uma grande libertação, né? e que e e como tal ela é um processo de despertar, de maturidade, de reencontro consigo, né? Então é um processo que envolve justamente pela imaturidade da pessoa. Só que o jogo da mentira seja para para interesses escusos, porque às vezes a pessoa sabe que mente e às vezes a pessoa tá mentindo com uma fuga patológica e tá identificada com a mentira como uma única forma de de sobrevivência no mundo, né, com a patologia mesmo, né? Então tem a eh eu acho que envolve muito a intenção escusa, o jogo de manipulação e de interesse. E aquela pessoa que é fraca emocionalmente, né, e que não tem estrutura, como que a Juda fala que muita gente, muitos erradas reis da mentira, muitas vezes tá numa estrutura eh de lar mal formado que não deu recurso pra pessoa, não tem recurso. Então, nesse caso, tu tem que ir junto com a verdade, dando condições pra pessoa também tirar a mentira que contaram para ela, que ela é incapaz, que ela não pode confiar no mundo. Então, ela tem que começar a criar um um esquema de autoestima, de reconhecimento, de de recurso. Então, a gente vê lá no plano espiritual, né, que a pessoa desencarnou, não tem consciência ainda da sua realidade, foge, né? E claro que isso cria eh um problema para ele, porque ele ou ele fica pegado aqui na terra ou ele fica eh vivendo uma vida que não existe e retarda a sua evolução espiritual, né, o seu crescimento, professora de reencontrar as pessoas, de poder ajudar, de poder crescer. Então, sempre a mentira é um jogo eh impeditivo e infeliz, mas, né, é um processo, a pessoa vai amadurecendo, a espitada te leva para um lugar, ela vai descansar, não falou que ela desencarnou ainda. Tô, né, aconteceu
entira é um jogo eh impeditivo e infeliz, mas, né, é um processo, a pessoa vai amadurecendo, a espitada te leva para um lugar, ela vai descansar, não falou que ela desencarnou ainda. Tô, né, aconteceu muita coisa contigo, primeiro tu tem que dar uma relaxada. Isso não se preocupou com isso agora, né? Ele vai indo. Ah, mas por que que eu tô aqui e não tô lá, né? E até que a verdade chega, né? chega. Então a gente vê que mesmo a verdade ela é ela é sustentada na bondade e no amor do Pai, que faz com que esse reencontro não seja eh um choque desprevenido que possa também gerar mais ansiedade, fragilizar aquela alma, mas sim um encontro de renascimento, que a verdade seja essa libertação para aliviar, para dizer assim: "Puxa, tem um caminho melhor, tem uma coisa boa para ti". A verdade que liberta, que gera paz, que gera, mas não é essa verdade que que a gente tem realmente. A nossa a ideia de verdade é gera medo, gera insegurança, gera eh, né, fantasias negativas. A gente não acredita que a verdade seja um momento de amor, de libertação. Por quê? Porque a a a verdade nos confronta também com a com a responsabilidade nossa, com o nosso compromisso de crescer e ser responsável por nós mesmos. Eu acho que é isso que a gente foge, né, dessa capacidade de se ver em condições de assumir a nossa realidade e enfrentar ela. E eu queria trazer aqui um parágrafo que eu achei bastante importante, né, dentre todos esses que Joana nos traz de importância. E ela vai dizer do caráter eh eh adoecido, né, que a mentira é e leva. Quando ela diz assim, a mentira deve ser rechaçada sobre qualquer forma em que se apresente, em face dos prejuízos morais que provoca, e aí ela vai dizer, levando a maledicência, à calúnia e a todo um secto de terríveis distonias psicológicas e éticas no comportamento social. Então, o quanto mentiroso ele vai eh alcançando meandros que o comprometem moralmente quando ele vai na maledicência e ele começa a a mentir e a manipular informações que que dizem mal de certas pessoas, né, dessa
to mentiroso ele vai eh alcançando meandros que o comprometem moralmente quando ele vai na maledicência e ele começa a a mentir e a manipular informações que que dizem mal de certas pessoas, né, dessa maledicência, de uma perversidade, né, eh, vai também levando essa calúnia né? Eh, eh, em relação à situações, né? E aí ela diz: "O mentiroso é alguém enfermo, sem dúvida no e mas sem dúvida eh eh provoca desprezo." Ela vai trazendo um outro olhar também, o quanto aquele mentiroso que tá condicionado, né? Se no início foi um processo, um mecanismo de defesa, né? pautado na insegurança, na dinâmica familiar que que que nasceu e cresceu, pautado também nas suas fragilidades eh de outras vidas que ele traz para resolver. Mas o quanto aquele mentiroso que em dado momento até um certo ponto, ele é uma uma realmente fruto, né, desse desse dessa dinâmica e podemos dizer uma vítima, ele passa a ser um agente danoso e eh perigoso, caluniador, perverso, manipulador, né, que subjulga, que domina, né, e o quanto isso Isso vai crescendo em termos de de perigo para para o crescimento moral daquele espírito, né? Então, o quanto ele vai se distanciando cada vez mais do lugar onde ele precisa ocupar, que é um lugar de ética, né, de encontro com sua essência, de se colocar no mundo, mas sem ser do mundo, como Cristo nos ensinou. E aí ela vai dizendo que esse mentiroso, astuto, manipulador, ele vai vai alcançando tanta coisa no tanta profundidade de sombra que ela diz, ele provoca desprezo e a sua palavra passa a ser desacreditada. Então eu fico pensando, realmente a gente encontra pessoas assim que tudo que essa pessoa fala a gente corta pelo menos 50% se não mais. Então essa pessoa ela vai ficando apartada porque nós vamos também projetando nessa criança ou desculpe nessa pessoa um mundo de mentira. E e e como nós estamos no mundo relacional, onde as informações passam através dessa rede e nós já sabemos disso, né, mental, essa pessoa vai recebendo essa informação de que ela é mentirosa, que ela é fake, né, que ela é
s no mundo relacional, onde as informações passam através dessa rede e nós já sabemos disso, né, mental, essa pessoa vai recebendo essa informação de que ela é mentirosa, que ela é fake, né, que ela é falsa e o quanto isso é danoso para ela também receber essa informação. que se nós todos estamos a caminho a caminho, né, eh, de de desse crescimento individual nosso, essa pessoa nós começamos a a eh a sabotar um processo de saudável que pode estar tentando germinar dentro dela, né? E como é ruim para isso ela perceber nas entrelinhas o quanto ela é desacreditada. mesmo ela falando uma verdade naquele momento, é como se ela gritasse assim, ela olha paraa gente e grita assim: "Olha, agora eu não tô mentindo, agora eu tô falando a verdade. E a gente >> tá que a gente pode >> buscando uma informação de que >> é, vai perdendo a confiança. é uma das piores coisas na vida da gente, a gente perder a confiança e aí também para nossas fraquezas não conseguir dar uma segunda chance, né, paraa outra pessoa. Porque eu acho que a grande medo do mentiroso é da rejeição, é de não ter não ser amado também, né? Que essa mentira é para que é uma ilusão favorável a ele, né? E no fundo ele acaba indo contra talvez o objetivo maior dele, que é poder ser aceito e e reconhecido pelo mundo. Só que a o perigo tá justamente nisso, né, dele ser rejeitado e não ter chance de mostrar que ele pode mudar, porque ele criou tantas tanta mentira que se torna uma pessoa desacreditada mesmo, né? Então é complicado essa dinâmica toda que vai se constituindo na relação com o outro. Mas eh eu tava não tinha pensado num aspecto que tu levantou, Jos, que é com relação à intenção, né, da pessoa que mente. que aqui, né, Claudinha, seguindo o que tu estavas eh falando sobre a pessoa ser desacreditada, eh e aí a Joana vai falando dessa dessa fantasia que a pessoa vai criando, né, que ela diz assim: "As coisas, os acontecimentos para ele devem ser coloridos e sempre bons, né? Então, aquela mentira que tu vai vivendo por
falando dessa dessa fantasia que a pessoa vai criando, né, que ela diz assim: "As coisas, os acontecimentos para ele devem ser coloridos e sempre bons, né? Então, aquela mentira que tu vai vivendo por uma por uma fantasia mesmo, mais por uma ingenuidade, maturidade, que daí acho que tem um tom um pouquinho diferente disso que tu tava trazendo, né? daquele que que mente para enganar, para manipular, porque essa pessoa, né, Cláudia, e me recordou alguém muito vívido assim, essa pessoa mente sobre coisas assim, ã, aparentemente, como é que eu vou te dizer, que vão ser descobertas ali depois, entende? E que prejudicam a ela mesma, às vezes não prejudica nenhum outro. Então, eh, eu, eu fiquei pensando nessa imagem, né, de que, eh, desse mundo que tem que ser sempre correto, fantasioso, então eu crio uma bolha, faz de conta que eu tô ali dentro, né? Eh, e depois ela vai trazendo essa questão do enfrentamento da verdade, né, que tu tava trazendo, né, Jos, que as coisas vêm aos poucos e eu achei muito lindo ela mencionar aqui as verdades que vêm por todos esses sistemas, né, eh, que a gente eh herdou do da humanidade aí, né, do que essas verdades que vêm pelo vedante. Ela tá falando ali da Bíblia, Zenha, a Vesta, o Corão, né, que são eh e que a gente também vai podendo se relacionar com essas verdades aos poucos, né, a medida que a gente vai evoluindo e a forma como as verdades são colocadas, então, né, que não é de uma maneira brusca, não é aguela baixo, né? Então essa pessoa que vive dessa forma muito fantasiosa, que tem que ser colorido, ela também tem que ser aos poucos apresentada essa dura, entre aspas, né, que é a realidade, né, para ela poder ter recurso para poder eh viver nesse mundo mesmo, né? Ela coloca aqui, né, a verdade é ser ministrada com naturalidade, suavemente, sem alarde, sem imposição, mas também sem ser falciada, sem perder a força do seu conteúdo. Então, é muito bonita a forma como o benfeitor coloca, né, eh, o compromisso com a verdade, mas tem a dureza, né, uma
e, sem imposição, mas também sem ser falciada, sem perder a força do seu conteúdo. Então, é muito bonita a forma como o benfeitor coloca, né, eh, o compromisso com a verdade, mas tem a dureza, né, uma coisa de amorosidade. Nós som comprometidos com a verdade, mas a verdade ela, né, tem bem natural, sem agredir, sem querer, né, machucar o outro, mas realmente pode de libertação, né, que que se vem aos poucos. >> E ela nos fala aqui da expressão dourando a pílula, né? Se por um lado nós precisamos ser gentis, né, e para oferecer esse passo a passo de uma informação que precisa ser dada, né? Eh, por outro lado, a sociedade, as pessoas desejam que doure isso, né? Dourar a pílula. Então, deseja-se sempre ouvi-la, porém dourando-se a pílula, isto é, escamoteando-a, né? Eh, eh, e, e aí me me passa também trazendo um pouquinho de fantasia, né, eh, nesse conteúdo. Eh, e, e, e, e, e aí infantiliza, porque se há se por um lado nós precisamos ser gentis e cuidadosos, por outro lado não precisamos não podemos infantilizar. >> Se espera-se um tempo, OK, né? precisa de um tempo. Eh, eh, tem uma história, né, eh, dos meus antepassados que conta, e eu não sei se é uma piada, né, coletiva ou se é da família que diz: "Eh, seu fulano, eu quero avisar, dona fulana, quero avisar que o palitó do seu marido caiu do terceiro andar, né? Ai, graças a Deus foi palitó, né? Mas ele tava dentro. Então, eh eh aí não tá infantilizando, mas tá indo no passo a passo, né? Assim como a criança quando pergunta eh o que pergunta alguma coisa, a gente oferece a resposta que ela perguntou, porque naquele momento a estrutura psíquica dela, né, ela somente suporta aquilo. E a gente vê eh nas histórias de consultório, né, e na vida, o quanto crianças perguntaram a e os pais ofereceram quase um alfabeto inteiro. E com o passar do tempo, com essa dinâmica, a criança ela se torna muito e eh obsessiva nas coisas, né? Muito chata, inclusive, porque foi lhe oferecido sempre muito mais do que ela suportava. Então, ela não teve tempo de digerir
essa dinâmica, a criança ela se torna muito e eh obsessiva nas coisas, né? Muito chata, inclusive, porque foi lhe oferecido sempre muito mais do que ela suportava. Então, ela não teve tempo de digerir aquela informação e foi lhe dado muito mais informação e são pessoas eh eh muito afastadas do emocional e eh ligadas a a esse mundo verborrágico, né, onde se fala muito e se pensa pouco. Então, ela nos traz aqui, né, que é eh há uma reação psicológica contra a verdade, há uma necessidade de uma verdade, mas há realmente uma reação psicológica resistente em que as pessoas começam a dourar essa pílula escamotear. E ela diz, lógico, né, certamente não se deve zurzi-la, golpear a pessoa com chicote, né? Porque realmente nós precisamos ser gentis, né, exercitar a generosidade, né, mas nós não podemos ser coniventes, né, com um modo infantil imaturo, né, eh daquela pessoa eh seguir a vida, né? Uhum. É interessante que ela aqui no que ela fala da relação familiar, né? Ela até conta a história de uma criança que assistia a mãe sorrindo como jornalista na TV e pergunta pra mãe, né, por que ela tá sorrindo na TV e em casa ela nunca sorri. E ela falou que lá me pagam para sorrir meu trabalho. Daí a criança fala quanto só quer ganhar para sorrir também na casa? Então isso fala de quando a criança ela é sensível a ao mundo do adulto, mas também ela é ela na sua espontaneidade revela muito desse jogo de mentira que a família muitas vezes faz, né? Isso é uma questão importante porque o adulto muitas vezes para querer proteger a criança, ele falseia, né? Ele mente, né? E a gente tem que ver o cuidado disso, porque às vezes aquele tá sentindo tudo, percebe, ela não pode, pode não discriminar a realidade, mas ela vai eh receber a carga emocional daquela realidade e vai se assimilando que tem alguma coisa errado lá, mas só dizer o que que é. E se a gente falseia demais, isso confunde a cabeça da criança. Sabe que uma das pessoas que mais adoece, patologiza é a eh a comunicação dupla, né? É
alguma coisa errado lá, mas só dizer o que que é. E se a gente falseia demais, isso confunde a cabeça da criança. Sabe que uma das pessoas que mais adoece, patologiza é a eh a comunicação dupla, né? É ambivalente. Tu quer dizer não e que tem pena. Tu quer tu de sim, mas com raiva. E aí, então esse jogo emocional ambivalente, mentiroso, é muito perigoso. Então, claro, a gente tem que proteger a criança, mas não adianta os pais dizer que estão felizes, que estão bem, né? E se a nossa que que os pais brigam, que mal tatuoso, que tem um um ante pesado, é melhor falar assim: "Ó, papai e mamãe não estão bem, filho, né? Não tem nada a ver com você, né? A gente não quer passar isso para ti, mas a gente tá não tá bem, né? Não te preocupe, a gente tá olhando para isso do que fazer de conta, não, tá tudo bem, maravilhoso e a criança tá sofrendo porque tem uma carga violenta ali e ela não sabe onde colocar isso, ficar muito sozinha, isolada, incapaz de lidar com aquela sombra familiar que não tá sendo trabalhada. Então, essas questões são bem delicadas do ponto de vista psicológica e que tem que ser eh assumido pelo adulto, que é uma questão que ele vai ter que lidar e saber também repartir com a criança de maneira a não querer enganar e para não prejudicar, para não sobrecar a criança, mas tá sendo muito mais danoso, né, esse jogo. E ela vai entendendo, só para complementar, que que o a mensagem que vem lhe passando é que se por um lado ela tá percebendo alguma coisa que ela não consegue identificar, por outro lado a fala tão contraditória e ela pode seguir a vida achando que eu estou louca, isso está acontecendo. e ela começa a colocar em questão as intuições que são verdadeiras dela, porque ela foi eh condicionada, né? Ela foi eh ela vivenciou esse esse aspecto dúbio que você tá falando, né? Então, se por um lado ela percebe a realidade, por outro ela a realidade é negada. Então ela vai seguindo a vida, pensando em várias situações e a gente vê pessoas assim: "Eu, isso é verdade? Eu ou eu tô eu tô
por um lado ela percebe a realidade, por outro ela a realidade é negada. Então ela vai seguindo a vida, pensando em várias situações e a gente vê pessoas assim: "Eu, isso é verdade? Eu ou eu tô eu tô viajando, isso é é coisa da minha cabeça, porque ela não foi autenticada naquilo que ela percebeu, né? Então, olha, o o as consequências elas seguem inúmeras pela vida, né? >> É. E a Joana assim diz, né, que não tem necessidade de mentir, né? Ela ela ela é categórica aqui, né? E ela fala nessa harmonia entre o que pensa, vê, ouve e fala, né? E acho que é um desafio para nós, né? Essa harmonia entre a gente poder manifestar com naturalidade, com tranquilidade, né? Aquilo que a gente pensa, que a gente vê, né? essa coerência, né, que daí fala de verdade mesmo. >> Com certeza, né? Então eu acho que esse é o convite, né, de poder ficar mais pertinho da verdade, que é mais pertinho de nós mesmos e de Deus, né? Porque Deus é a verdade. Chegar em Deus é chegar na verdade também. Então essa verdade é o convite para que a gente possa encontrar também esse caminho amoroso de uma vida que revela, né, para todos nós como ela é, né, Deus se se mostra em todo momento pra gente. a gente possa realmente eh quebrar esse essa ilusão e encontrar esse caminho de autodescoberta, de reconhecimento, esse caminho em nome da verdade, por mais difícil que seja para nós ainda esse caminho. Muito bem, chegamos ao final do nosso encontro e já agradecendo a todos que nos acolhem aí na sua eh jornada de estudo, que participam acompanhando os nossos estudos, agradecemos a Cláudia Marúcia por esse momento especial e convidamos a todos a permanecer nesse movimento de estudo com a prefeitura no próximo encontro, tá? trabalhando a afetividade conflitiva. Então, a gente vai continuar o capítulo 13, já pode ir lendo pra gente poder, né, a gente não tá podendo dialogar, mas fica essa ressonância aí afetiva, espiritual em cima dos textos de leitura para todos, né? Um grande abraço.
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