T9:E9 • Vida: Desafios e Soluções • Energia da vida (parte 2)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 09 – Energia da vida (cap. 4, parte 2) Dando sequência ao estudo do capítulo 4 de Vida: desafios e soluções, este episódio aborda os itens 4.3 – Sensações e emoções e 4.4 – Vida interior. A reflexão mostra como os estados emocionais e a vida íntima influenciam a energia vital, apontando caminhos para o equilíbrio psicológico e espiritual. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Marluce Renz e Cláudia Semeghini #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #EnergiadaVida #Emoções #VidaInterior #Autoconhecimento #EspiritismoPlay #TVMansaodoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus irmãos, bem-vindos a esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana deângeles hoje com Cláudio Marn para podermos dar continuidade ao capítulo 4, energia da vida, que vamos trabalhar os itens sensações e emoções. e o último item que é a vida interior. Lembrando que a gente tá no volume oito da série psicológica Vida, desafios e soluções. Um livro maravilhoso, de uma riqueza profunda. E a gente vem trabalhando aqui no capítulo 4atro realmente elementos interessantes que envolvem os processos de fixação da mente com os hábitos hábitos mentais, toda a a os processos que envolvem esse trabalho, né, de superação desses mentais até chegar então nesse momento que é a questão das sensações e emoções. algo também muito importante em nossas vidas e que a Juna vai trabalhar então esse movimento do instinto que vai sendo elaborado, psiquificado, como a gente diz em psicologia, né? Ou seja, o espírito vai se desdobrando, superando a matéria, mas ainda carregando essa mente muito concreta, muito eh ainda referendada nas sensações físicas, né? Então, né? né? Então esse instobrando em sensações, em emoções, até chegar no sentimento. E aqui ela vai focar então nesse universo emocional e ainda do homem sensação, né? Então vamos abordar um pouquinho isso. Eh, como é que foi para você o contato com esse material, Marl Cláudia, né? essa essa dinâmica complexa aí desse universo emocional e e das sensações. Olá a todos, que bom tá aqui nessa conversa tão bacana, né? Eh, sabe, eu gosto muito dessa maneira da Joana tentar, isso eu já falei várias vezes aqui, eu não quero ter repetido, ela nos explicar a as origens das coisas, né? E aqui ela começou com uma imagem que me capturou quando ela diz que a criatura humana é um feixe de sensações. Eu, puxa, ela usou essa expressão feixe, né? Daí fui procurar porque me vê aquela imagem de um feixe de lenha, alguma coisa que tu junta, né? E de fato, né? O feixe é um conjunto, um grupo, uma grande quantidade de de algo que tá
ssão feixe, né? Daí fui procurar porque me vê aquela imagem de um feixe de lenha, alguma coisa que tu junta, né? E de fato, né? O feixe é um conjunto, um grupo, uma grande quantidade de de algo que tá concentrado ali. Eu só isso já para mim me trouxe a tônica do que ela vai desenvolver aqui, né? Que é tudo que a gente carrega desse momento evolutivo nosso, né? que envolve esse contato com a realidade material a partir, né, da sensação enquanto esse aspecto sensório nosso. E aí ela vai desdobrando aqui ao longo como é que isso vai evoluindo, que resquícios isso fica na gente, né, e que vai aparecer depois em comportamentos, eh, nas perturbações e e na forma como a gente se relaciona com a realidade. Então, eh, eu achei bem interessante essa forma que ela começa aqui, né? que ela vai nos ajudando a entender o nosso caminho evolutivo e que a gente não chegou no nossos nas nossas distúrbios, nossas nossos conflitos do nada, né? >> É. Oi, gente, também é um prazer estar aqui com vocês e com todos. Eh, el falou em capturar e eu também fiquei capturada, né? quando ela completa, eh, continua o que você tá falando dizendo, eh, a criatura humana é um fe sensações em trânsito para a realidade das emoções, ela está em trânsito, né? E eu gosto, então, dessa palavra ainda estamos a caminho, né? Ainda não consegui, mas estou a caminho, estou em trânsito. E e é isso, né? Quando você traz essa imagem do fez, né, desse agrupamento e eu me lembro do do corpo humano, né, aquele feixe de aquele conjunto de músculos, né, quando a gente estuda em biologia, né, aquele conjunto de músculos, né, do do é o que me vem de imagem, né, tudo aquilo que constitui, né, então nós somos constituídos por esse feixe de sensações em trânsito para a realidade das emoções e as das emoções de uma forma organizada, Porque ela vai também trazendo no texto, né, a uma emoção desmesurada, né, uma para além do tom, né, ela traz em algum momento. Então assim, também é esse caminho pra realidade das emoções, mas para emoções
ela vai também trazendo no texto, né, a uma emoção desmesurada, né, uma para além do tom, né, ela traz em algum momento. Então assim, também é esse caminho pra realidade das emoções, mas para emoções mais elaboradas, como Gelson trouxe, né, o sentimento psiquificado, né, e como você trouxe, Marlúcia, essa coisa da causa, ela nos lembra de onde viemos, né, como estávamos, né, as largas experiências vividas nas faixas primitivas dos do passado, deixar impressões profundas que prevalecem. Então ela me ela nos lembra, olha, né, viemos todos daquele lugar, né, onde éramos muito achacados pelas experiências, pela forma de sobrevivência, né, de luta contínua, né, nos primórnios da humanidade. E aí isso tudo ficou registrado, como ela falou, né? fica registrado e volte e meia em algum momento nós colocamos, como eu gosto de brincar esse animal para fora, né? Ai meu Deus, é daquele da pré-história lá de trás que voltou, né? E precisa ser elaborado um pouco mais. >> É interessante porque realmente no primeiro momento é tudo que temos, né? É só as sensações. Ela no livro aqui, ela vai então trazer o surgimento da vida. né? E e esse processo de bilhões de anos até o despertar da consciência que tá impregnado ainda com a matéria. A matéria tem essa força reguladora a partir dos instintos que organiza o comportamento primário da vida animal. E então nós estamos saindo da animalidade. Então imagina um homem primitivo, o que ele tem são sensações frio, a o a sensação da da da dos ataques de um animal feroz tem que se defender do frente ao medo ou a sensação do do gosto do dos alimentos que ele tá adquirindo e e e assimilando. Então, a as sensações rege a vida primária da desse começo evolutivo, né, da nossa caminhada e e permanece muito tempo até se desdobrar isso, né? E aí a gente vai poder aos pouquinhos e eh conhecendo a natureza e e superando a natureza no sentido que a gente vai se desdobrando nela e revelando possibilidades novas da gente, né? Que entre as emoções, quando
vai poder aos pouquinhos e eh conhecendo a natureza e e superando a natureza no sentido que a gente vai se desdobrando nela e revelando possibilidades novas da gente, né? Que entre as emoções, quando o homem se ergue e libera as mãos e começa ter o homem fábrico, o homem que trabalha, homem que opera e o homem afetivo também, né? que toca e a tocada. Então, a libertação das mãos dá um movimento evolutivo e a visão também, né? o olfato deixa de ganhar primazia e a visão começa ah, então todos são processos que vão aos poucos, né, abrindo perspectivas novas desse homem animalizado, muito primário, né, e que e para pr para prquício da vida animal, porque as emoções ainda fazem parte da do campo fisiológico. Lógico, mas já é a a vida pulsando nos seus coloridos em favor da construção da arte, da beleza, as possibilidades que o mundo emocional vai vai ser gerador pra gente, né? Então aí tem todo um processo realmente eh longo, difícil e que ainda tá muito preso esse homem sensual. Por isso que é a questão, acho que a questão assim como ele habita ainda a nossa vida, né? Quando J começa a apresentar que nesse estágio evolutivo a gente se nutre emocionalmente das sensações objetivas, né? Então, sensações objetivas, né? São sensações físicas. Então, a emoção tá muito ligada à concretude da experiência física. Então a gente tá falando do quê? Do ponto de vista psicológico, né? De um homem que é muito concreto, né? Que não simboliza, que não tem absteração ainda, de um homem que é muito impulsivo, porque ele reage a essas sensações, né? Eh, um, então, a questão da literalidade e de um desejo que é muito calcada justamente nessa dimensão sensória, né? né, essa gratificação básica eh fisiológica. >> Ela coloca ali, né, Gelson, antes, eh, que quando a gente tava nesse processo fora do crio da razão, tinha impulsos e reações, né? Então, essa, eh, incapacidade ainda de refletir, né? E a e essa percepção do mundo, eu eu me me corre um filme assim que tava falando e me veio o homem evoluindo, né? E essa
ha impulsos e reações, né? Então, essa, eh, incapacidade ainda de refletir, né? E a e essa percepção do mundo, eu eu me me corre um filme assim que tava falando e me veio o homem evoluindo, né? E essa percepção do mundo, porque eu fico pensando, imagina, né? Eh, o que regia a nossa vida era nosso, é nossas necessidades básicas ali de sobrevivência, era isso que regia, né? Então, por isso que também ela fala que existia adormecida essas essas percepções mais sutis da existência, porque toda a vida tava em volta daquela sobrevivência. Então, eu tô com fome, eu vou lá e eu tenho que dar um jeito de comer. Não importa como eu vou conseguir esse alimento, né? A grande questão que ela coloca aqui e que isso nos toca muito, porque a gente sente isso na maneira como a gente vive, é que isso continua permeando muitos aspectos da nossa vida, mesmo a gente achando que já não tá mais sendo regido por isso, né? Eu acho que é aí que tem um grande perigo, né? E e aí só que isso vem de uma maneira mais eh eh sutil, eu diria, né? por exemplo, pensando nas nas relações afetivas ali, quando ela fala, né, que a gente também torna o outro objeto, né, o o esse homem que quer essa gratificação, que quer ficar nessa sensação, eh quer ter o retorno imediato daquilo que ele precisa. Então, é uma pessoa que tem dificuldade de esperar, é uma pessoa que tem dificuldade de frustrar, né? E isso tudo vai aparecendo. E aí eu me lembrei, né, Cláudia, quando as crianças são pequenininhas, que começa essa coisa da frustração ali, né? né? Quando ela começa a chorar, ela tá com fome e aí a mãe demora às vezes para poder dar uma mamá ou buscar a mamadeira, ali, já vão sendo esses exercícios, né, de de poder esperar, né, de poder adiar aquela a aquela aquele atendimento, aquela necessidade. Mas isso tudo vai sendo um caldo que vai aparecer na nossa vida e nas nossas relações e e bastante na nossa no nosso momento contemporâneo, né? Sim, de fato, né? E quando ela diz que essa esse esse esse paradigma da da conduta,
caldo que vai aparecer na nossa vida e nas nossas relações e e bastante na nossa no nosso momento contemporâneo, né? Sim, de fato, né? E quando ela diz que essa esse esse esse paradigma da da conduta, como ela fala, né, impulsos e reações muito fora ainda do crime da razão. Então a conduta do humano, dessa pessoa, né, de grande parte da humanidade inclusive, que tá tá focada aí nesse jogo desmedido, né, do querer, como ela diz, do querer ter, ao invés da aspiração do ser, né? Então, ainda muito no ter e no ter eh sendo satisfeito, sendo satisfeito a todo momento. Por isso que ela fala que as pessoas adormecidas, né, essas percepções mais sutis, porque não há essa interiorização, essa reflexão, esse processo de autoconhecimento que se questiona, mas o que que eu tô sentindo, né? Onde isso tá me tocando? porque eu tô tô querendo reagir dessa maneira que me move. Então, quando não há isso, a pessoa vive nesse adormecimento para eh existência verdadeira dessa vida, que é o ser, aspirar ser. E aí ela fala, acumula coisas, como você já tocou, transfere para pessoas, mas ela diz que as pessoas, algumas pessoas, por não serem fáceis de serem pertencidas, né? Aí ela diz assim: "Olha, a vida vai te frustrando porque as pessoas não reagem desta maneira como você tá desejando o tempo todo, né? E aí vai produzindo choques emocionais. E aí, e é de fato isso que vai fazendo com ela seja mobilizada para eh visitar esses lugares de desconforto, porque são através desses choques emocionais, dessa frustração, né, desse não prazer, de tudo que ela vai eh entrando em contato, mesmo que mesmo que ainda exista esse essa esse mecanismo de fuga, né? né? Fuga para a direita. Então, a pessoa vai para o alcoolismo, para o tabagismo, para as drogas, para eh os psicotrópicos, né? Toda medicação que faz com que ela fique aplacada, não? E o objetivo é não sentir isto, né? Então, vamos abafar isso aí, porque você precisa ser feliz. E aí é uma venda de uma felicidade real, né? fantasiosa, porque é uma venda do do sobre o prazer
a, não? E o objetivo é não sentir isto, né? Então, vamos abafar isso aí, porque você precisa ser feliz. E aí é uma venda de uma felicidade real, né? fantasiosa, porque é uma venda do do sobre o prazer e não sobre eh o que é que me faz sentir esta dor. >> Eh, tem duas questões aí, né, Cláudia? Interessante cima disso. Então, que a gente tá falando de desejos muito primários, né? Desejos primários e de um ser que não reflete, né? Então, que a J vai falando também com o tempo nessa questão do ser reflexivo, o ser reativo. Então, a gente tá de uma pessoa que é quase movido por instinto, né? A gente vê assim eh ainda, né, em regiões eh difíceis, né, no planeta, as pessoas tratam a vida do outro como se fosse qual um pedaço de carne, mata assim, né? Eh, mata porque tá com fome, mata porque se sente ameaçado, mata porque o outro pisou no no no dedo do pé, ou seja, né? As pessoas lidam de uma maneira muito ainda rudimentar com a vida, sem os valores espirituais, porque isso tá dizendo, né? A a como a vida emocional tá presa ainda nesse estágio primário, né? as sensações físicas é é o que nutre o sentido da vida, porque eh essa dimensão sutil, né, da realidade do do de que com o tempo vai emergindo, né, o prazer de ver uma boa música, o prazer de orar, o prazer de ver uma pessoa feliz, é que são prazeres que vão tomando espaço na medida que o ser espiritual vai se reconhecendo. né? E nesse momento essa consciência é uma consciência de sono. Então ele não tem esse prazer e aí ele fica frustrado porque esse imediatismo dele não é satisfeito, gerando ou eh reações intempestivas de de atacar, de não conseguir lidar com a frustração e buscar, como tu falou, alternativas outras ou se imponda forma de como agressão, como poder e assim por diante, né? e querendo então eh viver, né, essa vida ainda muito primária de funcionamento. E aí a Juna fala tanto da frustração de um lado, né, e como da saturação, que também satura, vai saturando, né? Vai, vai, eu vou, eu vou vivendo aquilo,
ssa vida ainda muito primária de funcionamento. E aí a Juna fala tanto da frustração de um lado, né, e como da saturação, que também satura, vai saturando, né? Vai, vai, eu vou, eu vou vivendo aquilo, mas tem aquela sementinha espiritual lá que anseia por Deus, que anseia por algum maior e e aquilo, pô, já conheço esse mundo de novo, né? E aquilo vai saturando a frustração e a saturação. E uma pode vir da outra também, né? Ou vir separadas, né? Eh, posso conquistar, conquistar e saturar por conquistar ou posso saturar também pela frustração. Mas essas duas coisas vão ser mecanismos importantes nesse processo de tentativa de mudança para uma nova condição emocional. É, é bonito isso, né, que vocês estão colocando, porque acaba sendo um mundo muito restrito, empobrecido, né, e a gente tem esse desejo dentro de nós de algo mais. Tava me lembrando que essa semana eu li que eles mapearam o a o o povo mais isolado do mundo, que vive numa ilha eh próximo ali de Madagascar por ali. E eles não têm contato com outras civilizações. Parece que é um grupo de pessoas que eles não sabem nem que língua eles falam, mas eles em torno de umas 200 pessoas que vivem, né? E eles vivem isolados na ilha, vivendo de uma maneira como se vivia há séculos, né? Não, não houve contato. E e aí eu fiquei pensando sobre isso, né? O quanto esse o estar em relação com o outro, o estar em relação com aspirações maiores, né, que tava dizendo ali da beleza, né, de olhar do bem-estar. Quer dizer, isso tudo só acontece na relação com o outro, né? Que depois ela vai ir desenvolvendo isso, o quanto isso vai enriquecendo a nossa vida. E o quanto esse mundo pautado só nessa coisa mais sensória, ele é um mundo muito, ele é um mundo muito limitado, né? Porque ele fica sempre no meu auto centramento ali. Tudo diz respeito a mim, né? A minha satisfação, como eu quero, né? Mas aí ela vai nos levando a a a conduzir o pensamento e aí ela vai falando, né, que é lento esse curso de mudança da faixa grosseira do imediatismo paraas sutilezas da emoção
ação, como eu quero, né? Mas aí ela vai nos levando a a a conduzir o pensamento e aí ela vai falando, né, que é lento esse curso de mudança da faixa grosseira do imediatismo paraas sutilezas da emoção dignificada. E aí ela fala que nesse trânsito, então a gente se depara com que ela vai chamar da sensação emotiva. Eu achei interessantíssimo ela trazer esse esse item aqui, né? Daí ela descreve, né, quando existe o descontrole no sistema nervoso e o excesso de emotividade domina ali as paisagens comportamentais. E é um ser não acostumado às expressões da beleza, da sinceridade, do amor. Então, facilmente se deixa comover, derrapando no desequilíbrio perturbador. No entanto, um passo inicial pro clima de harmonia que eu aguardo. Então, é interessante essa essa descrição, né? Então a gente vai saindo disso, vai começando a entrar em contato então com uma outra sensibilidade, né? Mas aquilo tem que ser regulado, né? No primeiro momento aquilo é excessivo, então eu não sei o que fazer com aquilo, né? E aí como é que eu regulo isso? E aí eu me lembrei de quantos pacientes às vezes que chegam que têm medo dos das suas emoções, dos seus sentimentos e quando sentem alguma coisa, né? Sentem: "Meu Deus, o que que é isso? Que que eu tô sentindo? parece que vai ser que aquilo é uma coisa sentido às vezes até que uma coisa destruidora, né? E aí aos pouquinhos a pessoa vai entendendo que não e vai aprendendo a se relacionar, né? Então, achei muito bacana essa essa etapa aqui que ela tá descrevendo da nossa evolução. >> É verdade. tava eh olhando para esse parágrafo aí, vendo, né, o quanto eh esse é causado esse estranhamento e quanto o exercício, né, tudo é um grande exercício na nossa vida, né, de conhecer e de reconhecer que isso é possível. Então, como você falou, né, modulando essa emoção e e de fato tem pacientes que chegam e começam a sentir, né, até essas emoções e pensam que é isso, mas eu tô pior, né, porque antes tinha uma couraça, uma carapaça que impedia ele de entrar em
emoção e e de fato tem pacientes que chegam e começam a sentir, né, até essas emoções e pensam que é isso, mas eu tô pior, né, porque antes tinha uma couraça, uma carapaça que impedia ele de entrar em contato, né? Então assim, ela vem trazendo também essa coisa de como sair dessa fase rudimentar e experimentando situações que parecem que vão ser piores, né, que tá piorando, mas que não tá, né? E logo em seguida ela fala desse homem, essa sensação novamente, mas ela fala como exigente possuidor. É um tirano, né? Ele é é um tirano consigo próprio e com os outros, né? E e aí uma das formas desse deles deles projetar isso, ele se sente marginalizado graças à aquele outro que não se permite ser eh domesticado, né? E aí ela falou que ele se volta contra os estatutos vigentes e as pessoas livres, né, brutalizando-se e agredindo pelos meios ao alcance. Então, e aquele homem ainda que tá se volta contra as leis, contra as regras, como você trouxe do autocentramento. Então assim, se não tá pelo prazer, ele começa a atacar a estrutura que já existe de regra, né, de social, de respeito, né, e e aí ele vai atacando isso como uma forma de defesa, né, de mecanismo de defesa, porque o a sociedade, o outro não devolve a ele o que ele o o julga de valor, né? Então é o reconhecimento da sociedade para ele não é de valoração, é ao contrário. E ele busca o quê? A valoração, o prazer. E aí depois a Joana vai definir, então, né, quando ela diz assim: "Ao despertar a emoção, torna-se natural a valorização do próximo e da vida, o respeito pelos valores humanos e gerais, ao mesmo tempo em que a pessoa trabalha em favor do seu próprio progresso, né? Então, a importância dessa eh flexibilidade, porque a experimentação que a vida vai fazendo eh a gente, né, eh se relacionar com isso e e vai fazendo com que nós nos experimentemos, nós eh a o sociedade devolva para nós aquilo que a gente não quer ver. E com base nisso tudo, então vai havendo esse despertar da emoção, não aquela emoção que ela acabou de
ue nós nos experimentemos, nós eh a o sociedade devolva para nós aquilo que a gente não quer ver. E com base nisso tudo, então vai havendo esse despertar da emoção, não aquela emoção que ela acabou de dizer, né, que você trouxe nessa emoção desmesurada, uma sensibilidade excessiva, né, mas aí vai realmente amadurecendo esse estado de emoção mais eh mais racional, inclusive, né, de de de autoobservação e de autocontrole diante das demandas da vida, né? >> É, é como se um todo o processo inicial, né, é um transbordar, né? Quando o rio transborda, depois ele vai se acalmando, né? Vem. Então, as emoções são assim, quando já é tomado por uma emoção ainda intensa, elas ganham uma proporção gigantesca, exagerada e e que não não pode ser contida ainda. E com o tempo elas vão ganhando, né? seus leitos do rio e sendo canalizadas e ganhando proporcionalidade adequada ao contexto vivido. Mas eu acho bonito, mesmo que seja assustadora, as emoções nos assustam ainda, porque realmente sobre emoção a gente pode fazer coisas maravilhosas e coisas terríveis, né? Mas já é o homem psicológico, né? né? Quer dizer, a a emoção vem quando tu começa a tom ter uma representação subjetiva que não é mais a resposta fisiológica sensória, mas uma resposta psicológica, ou seja, emocional, que é também contextualizado na relação com o outro. Tu t na emoção, entra o outro também, tu ser afetado. Então é o campo afetivo, campo emocional é um campo que começa a a se dar nesse espaço de afetividade, de representação, onde eu ganho um lugar e o outro também nessa dinâmica, né? e que ainda vem numa carga muito intensa. Eu me sentir rejeitado, me sentir humilhado, eu quero reagir, eu quero matar aquela pessoa porque ela me ofendeu. Mas é tudo agora questões que envolvem os dramas da minha existência psicológica, que que é confundida ainda com a questão física, né? Mas já é questões eh do ponto de vista eh de referências desse campo aí onde a minha autoimagem, o meu valor e essas necessidades fisiológicas
ica, que que é confundida ainda com a questão física, né? Mas já é questões eh do ponto de vista eh de referências desse campo aí onde a minha autoimagem, o meu valor e essas necessidades fisiológicas buscam outros um prazer mais elaborado, mesmo que ainda rudimentado. Mas já é um passo importante, como a Joana coloca aqui, vocês lembraram, né? E ela vai citar uma frase fantástica, né? em cima disso diz a sensação é herança do instinto dominador. A emoção é tesouro a conquistar pelos caminhos da ascensão, a conquistar ainda, né? Ou seja, eu tenho uma força de vida, um campo que eu tenho que aprender a lidar com isso, né? e não ser afetado tanto, essa motividade bem me me invade tanto positivamente, né? Eu fico muito emocionado e choro de emoção, mas exagerado ou eu fico com raiva, né? E faço fantasias destrutivas em relação ao outro. Então eu tô realmente experienciando a vida a partir desse lugar que já é o campo da da elaboração de um começo de sentimento. A gente pode pensar assim que o o núcleo do campo eh sentimental começa nesse campo afetivo através das emoções. >> Que bonito, né? Então este homem psicológico aí, né? que que começa a despertar pela emoção e essa ideia que tu trouxe da afetividade do ser afetado pelo outro. Aí quando eu tô na relação com o outro, esse outro que me afeta e que eu afeto serve como um espelho e a partir dessa relação com outra que eu vou me descobrindo, né? O que aquilo que o outro vai despertando em mim nesse campo psicológico, emocional, vai falando de mim, né? né? Então aí começa toda essa relação que depois de vai dizer não tem individuação fora da relação, né? Então bonito isso. Quando a gente sai do nosso auto centramento ali só e vai e é afetado pelo mundo, eu vou sendo notícias de mim também. E aí que vai ser todo esse desenvolvimento. E aí quando eu estava falando ali, né, dessa da sensação como herança do instinto dominador, ela não tá dizendo que a sensação é ruim, né? Porque depois a sensação a gente pode ter uma outra eh a sensação
quando eu estava falando ali, né, dessa da sensação como herança do instinto dominador, ela não tá dizendo que a sensação é ruim, né? Porque depois a sensação a gente pode ter uma outra eh a sensação possa ter uma um outro um outro viés também pra gente olhar da sensação enquanto uma sensibilidade daí de perceber, né, o mundo, as coisas, né, tanto que eh a gente diz, né, a eu tô sentindo tal coisa, mas às vezes eu tô sentindo, eu tô percebendo também tal coisa, né? >> E muitas vezes a estética, né, Marlúci? Eh, é, é uma cbinação do sentimento com a sensação refinada. A pessoa tem uma boa sensação e também um bom sentimento e e cria uma estética, uma habilidade, né, de beleza. Então, a sensação o médio sensitivo que são ser um canal de informação também. Então, claro, tudo aí, né, na vida não vai fora, né, nem o instinto vai fora, né, ele vai sendo eh diluído, integrado em processos mais complexos, né? >> Sim. Eh, antes de mais nada, eu queria falar dessa tua imagem do rio que eu achei tão bonita, né? Quando o Rio, eu fiquei pensando, o Rio é uma secura, né? Não passa emoção nenhuma por ali, né? Uma secura. De repente vem aquela valange, como você falou, Gelson, e aí aquela coisa depois retorna um a um curso mais tranquilo. Achei tão bonito isso. Mas o que vocês estão falando, é, ela também cita aqui, né, mais explicitamente quando ela diz no período da emoção, o indivíduo não está isento das sensações que lhe permanecem oferecendo prazeres, alegrias e advertências, só que sob controle, né, em equilíbrio, orientadas. Então, assim, a gente não despreza nada, né, mas a gente vai apurando cada uma, né? Isso vem numa apuração de ser psicológico, eh, que que vamos apurando isso, né? E ela diz assim: "Na fase da sensação igualmente o ser experimenta emoções algo desordenadas e vez que outras propiciadoras de bem-estar". Então, eh, como vocês trouxeram, não é só uma coisa, uma sensação ruim, é um, é um conjunto de sensações que vão sendo apuradas de acordo com a evolução. Isso
z que outras propiciadoras de bem-estar". Então, eh, como vocês trouxeram, não é só uma coisa, uma sensação ruim, é um, é um conjunto de sensações que vão sendo apuradas de acordo com a evolução. Isso que é bonito, né? E aí me faz pensar assim, né, na a vida não é um parque de diversões. A gente deseja, muitas pessoas desejam que a vida seja parque de diversões só com prazeres, mas nós precisamos estar eh nos experimentando nesses vários vieses, né, numa sensação, numa percepção, como vocês trouxeram, numa autopercepção e numa autorelação, relação de mim comigo mesmo. O outro me provoca, mas aí eu tenho que entrar no relacionamento comigo mesmo, né? Por isso que diz amar a Deus, né? Amar ao próximo como a ti mesmo. Então a gente vai entrando nesse relacionamento conosco, vamos nos reconhecendo, vamos nos amando, né? É a forma como eu me apresento agora, né? Gostaria de ser diferente, mas agora ainda não está dando, né? Mas tô tô tô na luta. Então assim, é o que ela vai nos trazendo, né, desse ser que vai saindo desse desses primórdios muito animalizado e estamos indo ao caminho desse sentimento, desse ser mais apurado, que é o que desejamos todos. Por isso que eu digo, o parque, a vida não é um parque de diversões. Em algum momento o brinquedo acaba, nós vamos lidar com a frustração, né, com a o outro que manda sair, tudo isso tudo faz parte, né? Eh, mas é importante que que nós estejamos neste lugar de autorreflexão, porque ela vai falar das diferentes psicopatologias, né, onde a grande predominância das sensações e um descontrole das emoções, né, e aí sim corpo e mente que se comunicam, né, que se autorregulam, mas também que se autodesregulam, né? Então, eh, é muito bom esse texto que ela vai trazendo, né? Fala também do núcleo da família, né? Né? A família é a base de tudo. E assim, eu fico pensando também o quanto nós precisamos romper com padrões, né, de de reações intempestivas, né, enfurecidas, para que nós possamos levar aqueles que nos cercam uma forma melhorada de
E assim, eu fico pensando também o quanto nós precisamos romper com padrões, né, de de reações intempestivas, né, enfurecidas, para que nós possamos levar aqueles que nos cercam uma forma melhorada de reflexão, né? Porque o é o exemplo que arrasta, não é a fala, é o exemplo que arrasta. Então acho que tem muitas coisinhas assim que ela vem nos trazendo, né? >> Mas acho uma das grandes questões aqui, né? É justamente esta esse esforço do espírito se reconhecer, eh, conquistar autonomia, vencendo a matéria e a si mesmo, né? E aí toda essa eh eh esse atravessamento de forças, ainda que eu não sabe lidar, né, esses mecanismos automatizados que ficam eh da qual muitas vezes eu tô identificado e não consigo nem tomar consciência, né, deles, né? E aí começa as patologias, né, também, né, a a psicopatologia. esse homem complexo, né? Eh, tem homens simples, homem complexo e homem sábio, né? Então, esse homem complexo, né, e que é um homem conflito, né, ainda, né, que tá ali, né, tendo que se deparar com esses desafios, com esses movimentos todos que estão começando a a emergir de maneira desordenada ainda entre a sensação e a emoção, entre esses estados ainda muito intensos. E ele começa então a realmente eh ter que lidar, né, muitas vezes de maneira dolorosa e e por não saber ainda abrir mão de algumas de alguns estados, né, em nome de outros, permitir a experiência a partir de outro lugar, a a ter que eh amargar muitas vezes algum tipo de eh sofri psicológico ou mesmo transtornos mentais, né? >> É, e só assim me chamou atenção essa questão da educação também, né? Quanto a educação por essa incapacidade mesmo às vezes de estar na relação, de ser afetado, acaba sendo relações de pais com filhos. Eu fiquei pensando ali depois quando ela fala do homem sensação, né, que a a o afeto aparece pelo dar coisas, né, ou por comprar coisas. Então essa dificuldade e isso vai tendo repercussões, né? Então vai se reproduzindo a um círculo vicioso, né? Então mas aquilo é confundido, né? Eu
aparece pelo dar coisas, né, ou por comprar coisas. Então essa dificuldade e isso vai tendo repercussões, né? Então vai se reproduzindo a um círculo vicioso, né? Então mas aquilo é confundido, né? Eu acho que eu tô amando, mas eu tô comprando coisas, né? Uma falta de disponibilidade emocional ali, né? E aí esse quando ela faz essa relação dese homem que quer ter coisas, né? E desse de se possuir aí quanto isso é alimentado, né? Pelo pela própria forma como a gente vive, né? É, a gente vê como esse essa coisa concreta ainda tá presente nas próprias dinâmicas afetivas, né? Porque eu substituo eh o encontro verdadeiro, o medo de me entregar, o medo de não ser amado. Tem várias questões que começam a surgir, né? ou incapacidade de eu demonstrar o afeto. E aí a gente acaba num atavismo buscando o voltando para trás, buscando o caminho anterior, né? Aí então a conta o afeto vem de maneira concreta, né? Né? Então vem por um objeto ou vem comportamentos muito rí de controle, de poder também sobre outro. Então, toda essa gama que demonstra ainda o quanto a gente tá orbitando de maneira ainda instável nesse nesse universo de aprendizado entre sensações e emoções. >> Eh, e para além dessa imagem, né, que que de eh eu te amo porque eu dou coisas, né, completo com coisas e não o amor então passa por isso. pessoa, ela ela é amada quando ela recebe, ela vai solicitar isso da vida também. Ela também diz nesse parágrafo o quanto essa essa essa estrutura arcaica da dominação continua quando é transmitido aos filhos a ideia de que todo aquele que possui vale. Então é uma coisa de dominação, de poder muito oposta ao amor, né? O mundo traz isso, né? o poder, ele tá em oposição ao amor. Então, eh, volta aí novamente, como você falou, Gelson, retrocede também nesse sentido, né, de que, eh, eu domino, né, eu domino a situação, eu tenho posse de tudo. E então completamente ao contrário, né? Mas ela vai falando, né, que essencialmente é o espírito em si mesmo em fase de desenvolvimento, né? Então é
, né, eu domino a situação, eu tenho posse de tudo. E então completamente ao contrário, né? Mas ela vai falando, né, que essencialmente é o espírito em si mesmo em fase de desenvolvimento, né? Então é o espírito que tá nessa evolução. Eh, e quando Marlúcio trouxe esse esse povo, né, eu fico pensando: "Meu Deus, quantas situações diferenciadas nós estamos no planeta, né? Quando um povo não tem contato com o externo, vive ali naquele, né, naquela cultura isolada, nós temos povos assim que já são reconhecidos como povos isolados, que não se pode nem penetrar para não adoecer, né? Então, ainda se encontra agora, né, povos que nem julgavam existia. Então, como no planeta ainda há entre nós muitos em estados tão diferenciados e eu não posso deixar de pensar como os grandes centros trazem um um uma amostragem muito boa disso, né? Muito boa, infelizmente, né? Mas assim, Cláudia, isso também vai dentro da da gente, tem vários povos desconhecidos aqui dentro, né? também tem um lado meu já mais elaborado, mais humanizado e também tem aquele serzinho também que tá lá no no tempo das cavernas. Então nós também somos uma contradição, né? E por isso que ela fala da importância da vida interior quando ela anda no último último item, né? E vai também juntar a vida interior ao amor. Só é amor se tiver vida interior. Então ela vai fazer esse caminho tão bonito, né, do alimento que é material, ó. oxigênio que alimenta o corpo e a questão da onda mental, né, do trabalho com a mente nesse processo da vida emocional, né, através de de de elaborações pela pela meditação, pela oração, por processos já psicológicos, espirituais, e essa esse caminho para dentro de si como um caminho inevitável e essencial para que a gente possa possa realmente encontrar um uma nova condição, né, do ponto de vista psicológico, espiritual. E aí eu achei belíssima essa relação que ela fez dessa vida interior com autenticidade, com a gente se aceitar, então desse autoencontro aí, né? E, e aí ela vai dando esse esse aliment, eu achei linda
E aí eu achei belíssima essa relação que ela fez dessa vida interior com autenticidade, com a gente se aceitar, então desse autoencontro aí, né? E, e aí ela vai dando esse esse aliment, eu achei linda essa analogia dela do alimento, né, do oxigênio, que é pro corpo e como é que a gente alimenta isso. Então, esses momentos ali de conexão, né, que estava mencionando, né, Gelson, para chegar nesse encontro com uma realidade que nós desconhecemos, que é essa esse povo todo aí tão diverso que a gente tem dentro da gente, né, e chegar em algo que nos eh ela relaciona a vida interior a essa, ela diz assim, né, que a vida interior bem direcionada ensina a criatura a aceitar-se como é. Então eu vou encontrar, não importa quem eu encontrar ali dentro, esse sou eu, né? E isso me dá eh a possibilidade de amenizar, isso é outra coisa fantástica. Ela diz, inúmeros conflitos que tem dentro de mim, porque muitos conflitos tem dentro de mim, porque eu não aceito quem eu sou, eu nem sei quem eu sou, né? né? Então, ela vai fazendo essa relação dessa busca por nós mesmos. E quando a gente, né, eh, vai se encontrando ali e a gente vai se surpreendendo, né, a muitas questões que antes eh eram grandes conflitos podem ser equacionadas, né, e eu vou descobrindo outros aspectos. Então, eu achei muito bonita essa questão de dessa ligação que ela faz da autenticidade com a vida interior, né? O que que tesouro que eu vou descobrindo, né? Que é único, porque daí o autêntico aquele também que é único, né? Que diz respeito só a mim. >> Sim. E e isso aí é impressionante como realmente tem eh ligação com o item anterior, né? Porque se hã eh se nós vamos entendendo essa sementinha que temos dentro de nós, né, desse processo evolutivo, se eh mas que somos eh eh colocadas eh eh em contato com esse outro que também recebeu informações inadequadas e que foi eh passado para ele que era possuir, quero poder, quero ter, né? e assim muito desfocado dessa emoção, ela vai nos trazendo aqui essa essa coisa do do do aceitar-se como você
ões inadequadas e que foi eh passado para ele que era possuir, quero poder, quero ter, né? e assim muito desfocado dessa emoção, ela vai nos trazendo aqui essa essa coisa do do do aceitar-se como você trouxe. E aí eu eu fiquei pensando o quanto isso vai est em contraposição à perfeição exigida que que é mesmo a imagem que vem passada, né, subliminarmente, de ser o melhor, ser o perfeito, de dominar, de ser o mais forte, né, de não sofrer, não se envolver com o as emoções, né, porque isso é ruim, isso te fragiliza. Então você não pode se conectar com a emoção. Então assim, o quanto isso, esse essa imagem equivocada precisa ser destruída, né, com esse processo de interiorização, de aceitação, como se é, né, como você bem disse, esse é quem eu sou, né? É como eu sou, então é que eu encontro dentro de mim, né, vários, mas também. E aí sim nós vamos saindo daquele lugar de exigir uma perfeição comigo e com todo mundo que tá ao meu redor, de querer dominar, de não entrar em contato com as suas emoções. Então, aceitamos. E aí ela vai dizendo, ao desenvolvendo os recursos íntimos para mais crescer e conquistar novos valores morais, o ser atinge o cume das ambições que anelava sem o saber. Então, na verdade, o desejo é esse, né? é de de eh a ambição é essa, de atingir o c, ou seja, de atingir esse lugar de completude, de plenitude que nós desejamos, né, que ela vai falando eh eh antes, né, desse processo de desenvolvimento que o espírito tá a caminho. O desejo é esse, só que o caminho é tortuoso e e inadequado e eh de uma forma eh equivocada, né? Mas nós sabemos que é esse o caminho, é aceitação. >> Exatamente, né? Uma coisa bonita, né? Que que esse processo é justamente a experiência do amor, né? Ou seja, o autoencontro, né? Que então aí tu vê assim o esse esse momento de eu poder me perceber, puxa, eu existo como ser, como filho de Deus. E e é uma coisa bonita, né? Mesmo que ainda tem coisas estranhas dentro de mim que me habitam, né? Tem ainda coisas. E então essa citação aí eh que é um ato de
eu existo como ser, como filho de Deus. E e é uma coisa bonita, né? Mesmo que ainda tem coisas estranhas dentro de mim que me habitam, né? Tem ainda coisas. E então essa citação aí eh que é um ato de humildade também, não só de amor, porque eh eh eu não posso me aceitar perfeito, né? Eu tenho que fazer essa caminhada. Eu acho que isso que é a dificuldade maior, né? eh da gente eh ou a gente se rejeita, eh, ou a gente exige, como ela diz a criança imatura, eh um reconhecimento, né, um uma dominação dos seus caprichos em nome justamente desse afeto, a gente começa a descobrir, né, desse mundo amoroso, a gente começa a descobrir, porque esse mundo amoroso que é uma coisa maravilhosa, mas que de uma certa maneira, no primeiro momento eh gera todos esses receios, né? Ser amado, não ser amado, ser aceito, não ser aceito, né? E a minha pequenez e a minha condição e ao mesmo tempo as minhas possibilidades que habitam em mim. Então, eh eh eh ainda esse campo ainda muito novo que que é justamente esse caminho inicial da da da vida interior, né, aonde eu tenho que ganhar segurança para me libertar das coisas, como diz a Joana, né, abrir mão daí dessas coisas que sustento ainda. Antes eram coisas, agora são pessoas. E eu tenho que ganhar confiança em mim para poder não, eu posso amar as pessoas sem depender delas. Eu posso cuidar das pessoas sem pegar alguma coisa em troca, né? Eu posso reconhecer deles na minha vida sem querer que aquilo se se torne um padrão, né? E assim por diante. Então, tem todo um jogo aí interessante que começa a acontecer também. Eh, eu quando eu li essa frase que a Claudinha leu ali do aceitar-se, né, como se é, que o ser começa a atingir o cume das ambições que eu anelava sem o saber, a imagem que me veio foi de humildade. A, uma conexão com uma profunda humildade. a humildade assim, ó. Eh, e é o oposto do poder que a gente tava falando antes, né, do querer tudo para si, do, eh, né, do do ter que, eh, ter tudo suprido naquele momento. Então, a humildade da gente saber qual é o nosso
Eh, e é o oposto do poder que a gente tava falando antes, né, do querer tudo para si, do, eh, né, do do ter que, eh, ter tudo suprido naquele momento. Então, a humildade da gente saber qual é o nosso real, não sou mais e nem tem que nem tem que ser menos, é isso, né? E poder ocupar esse lugar daí. E isso é um lugar de liberdade. Aí quando ela começa a desenvolver ali a questão da liberdade, né? Porque daí se eu aceito como eu sou, com todas essas contradições e e esses povos complicados aí, né? Eu me sinto livre mesmo e dou a liberdade pro outro ser também, né? E aí vai mudando tudo, vai mudando toda a dinâmica das relações e sai dessa lógica hã do objeto, né? Então é isso, não precisar, como estava dizendo, né, eu posso dar sem esperar receber, né, que daí é aquilo é um compromisso comigo mesmo, né? E o outro tá ali me ajudando nessa nesse movimento que é coletivo também, né, que é um ajudando o outro, porque um participa do desenvolvimento do outro. >> Ela vai falar do amor permuta, né? dar para receber ou primeiro recebe para depois dar, né, que é um sentido de criança psicológica que permanece ainda dominador, dificultando o amadurecimento real. Então, são as relações proveitosas. O que eu vou ganhar com isso, né? Que isso vai me trazer de de lucro, de prazer, de poder ainda muito em voga, muito, >> muitas emoções também ainda, né? Porque essas estão tão vindo junto, né? Então eu tô fazendo vida interior, mas eu sou eu sou ainda tomado por esse processo mental primário, né? Aonde as paixões, onde o outro me afeta e as emoções são carregadas intensidade própria da minha condição espiritual ainda eh em crescimento, né? Então eu vou ter que lidar com turbilhões de de de estados internos emocionais, né? Então a minha vida emocional ela é ela ela se torna rica, mas desafiadora, né? Porque dessas emoções vão para dentro também e aí ganham, né? Por não estar ainda elaboradas, ganham dimensões, né? Eh, muito intensas e perturbadoras. Então, há uma complexidade também aí do
ora, né? Porque dessas emoções vão para dentro também e aí ganham, né? Por não estar ainda elaboradas, ganham dimensões, né? Eh, muito intensas e perturbadoras. Então, há uma complexidade também aí do campo emocional que que desafia a gente. E aí a gente pode confundir, né, eh, ser autêntico com fazer o que quer, né, ser grosseiro. Eu me lembro de uma de uma colega que eu tinha que ela era extremamente inadequada, né? E um dia alguém falou alguma coisa, olha, não dá para falar um pouquinho mais baixo, tem mais pessoas aí, não, mas eu sou assim, é meu jeito, eu sou autêntica. Eu pensei, não, não sei se isso é, né, certamente não é autenticidade, né, uma falta de cuidado com o outro. Então, esse esse esse esse esse essa invasão dessas emoções, a gente vai então aprendendo a lidar, discriminar, né? Então aquilo que é quando é que eu Então eu acho que quando ela tá falando dessa autenticidade, ela tá falando de um nível bastante profundo assim de autoencontro mesmo, né? Ali porque ela tá falando em autoamar-se, né? Em reconhecer que eu não preciso ficar imitando modelos, né? Mas não nesse sentido ainda muito, né? Porque a gente pode confundir, né? Ser autêntico com a fazer o que eu quero na hora que eu quero e não me preocupar com o outro, não é, né? Não, não é isso aqui que a Juana não tá trazendo aqui, né? >> É, não é? E ela vai fazendo assim um caminhar desse amor, onde é um amor permuta, um amor ainda infantil, né, egocêntrico. E aí ela chega, né, no nessa experiência plena do amor, né, que é como forma de entrega lúcida e destituída das paixões que amesquinham o sentimento. Então, ao amar, busca esquecer-se de si mesmo a fim de doar-se, enriquecendo-se enquanto promove os demais. Então esse é um amor que nutre, porque a gente eh a pessoa não tá ligada a essa troca, né? Ela tá ligada realmente a uma entrega, né? Esse amor, como ela disse depois, ela fala fala em dois momentos, né? Nesse parágrafo que eu acabei de ler, esse comportamento sugere a experiência do amor, como entrega a lúcida. E depois
ntrega, né? Esse amor, como ela disse depois, ela fala fala em dois momentos, né? Nesse parágrafo que eu acabei de ler, esse comportamento sugere a experiência do amor, como entrega a lúcida. E depois ela fala de novo no parágrafo, esse amor que leva ao autoesquecimento das paixões perturbadoras, das exigências descabidas, das ilusões, é conquista interior que dignifica e liberta. Então esse caminhar do amor, ela já também pontua aí, né? Porque eh ser autêntico é autoamarse, né? Nós já vimos falando sobre isso. Então, essa essa essa essa caminhada do amor, onde sai do amor egoísta, narcisista, egocêntrico, né, para experimentação de um Deus maior do que nós, uma força superior maior que nós. Então, é relação com esse amor, né, de outra esfera, né? Então, esse amar a a nós mesmos, de acordo como somos, para nós podermos amar o outro. sem nos perdermos no outro. Então, esse tudo é um caminhar que ela já vai eh nos trazendo aqui nesse texto sobre a evolução e destinação espiritual, que é esse amor entrega, esse amor genuíno, né, verdadeiro, onde se auto pererdoou, perdoou o outro, né? E quando você fala, Marlú, da humildade, eu fiquei pensando também que é da entrega total, né? Naquela, no autoaceitar-se, né? Nesse aceitar-se que ela fala, eu fiquei pensando nessa entrega total, né? Então esse sou eu, eu me entrego, OK? Eu me desnudo, esse sou eu, né? Que precisa ser muito forte, né? ter um caminhar de amadurecimento aí para poder reconhecer sem ainda precisar da validação do outro, né? Quem eu sou para o outro, né? Né Cláudia, que é importante, né? Acred nossas possibilidades que a gente se acolhe, né? Acolher, reconhecer e partir onde tá, mas acreditando, né? Desaj nossas próprias possibilidades para poder realmente ir se apropriando delas. E na medida que tu consegue acreditar em você, né, tu ganha autoconfiança, ganha em amor próprio e ganha também em amor pro outro, né? Daí tu tem essa entrega sincera que tu falou inteira e pode desapegar, né? Ela fala do desapego, do processo de se libertar
a autoconfiança, ganha em amor próprio e ganha também em amor pro outro, né? Daí tu tem essa entrega sincera que tu falou inteira e pode desapegar, né? Ela fala do desapego, do processo de se libertar dos condicionamentos e dos das projeções que davam segurança, né? tá buscando segurança daí ou nos objetos ou no sucesso ou no outro, né? Aí tu consegue a relativizar, né? Porque ela fala, a gente dá o valor paraas coisas conforme o que a gente atribui, né? Ou seja, é uma projeção, atribui um valor próprio conforme o nosso interesse, a nossa necessidade. E na medida que a gente consegue trabalhar internamente, eh, o outro não precisa ter a projeção nossa outro é ele, né? As coisas são as coisas, a vida é é o campo da experiência e aí as coisas se tornam realmente eh cada coisa no seu lugar, com seu valor próprio, né? mas sem carregar, né, as imposições projetadas das nossas questões internas. >> Bem interessante isso, né? >> É porque daí então a gente começa bem apegado em tudo e aí agora faz todo esse caminho para ir soltando, né, e vivendo uma outra dimensão muito mais profunda, né? >> É >> bonito isso. >> Eu acho importante que tudo isso, né, vai nos tornando também livre. tu liberta o outro, mas tu se torna livre também. Isso é bonito, né? Então, como a a essa conquista da vida interior é a base realmente de todo o processo da aquisição dos valores espirituais e da condição também de espírito, né? Como ser livre, como ser divino também da nossa potência divina e como ser que ama. Então é o é o caminho que Jonas propõe, né, essa viagem interior como parte desse amadurecimento essencial da nossa caminhada evolutiva. Alguém quer colocar mais alguma questão pra gente ir finalizando? E essa viagem interior também com essa descoberta de todos esses tesouros, né, as potencialidades que tem dentro da gente. Por isso que ela diz ali, né, que a gente vai chegar no cume eh sem imaginar, né? Então, a gente vai se descobrir, vai descobrir coisas que nós nem imaginávamos que tínhamos, né? Então
entro da gente. Por isso que ela diz ali, né, que a gente vai chegar no cume eh sem imaginar, né? Então, a gente vai se descobrir, vai descobrir coisas que nós nem imaginávamos que tínhamos, né? Então isso é que é lindo também, né? que a medida que a gente vai se tornando mais livre, a gente vai descobrindo esse divino que mora em nós, né, e vai se manifestando, né, de múltiplas formas assim que nos surpreendem mesmo, né? E aí a gente pode chegar no terminar e dizer: "Nossa, que bom, né, que eu tô conseguindo mudar, que bom que eu já tô acreditando um pouquinho mais, né?" E a gente vai percebendo a caminhada. é que é o caminho da plenitude, da felicidade que ela coloca aqui, né? Então, esse caminho vai nos trazendo a plenitude e a felicidade. Então, e e uma experiência daí de pertencimento, de comunhão, que não é mais o apego, né, mas é realmente dessa eh desse dessa dessa energia que emana de Deus, né, que é o próprio amor, né, que sustenta todos nós numa experiência de conexão profunda com tudo e com todos. Então é uma caminhada bonita que nos espera, né, gente? >> E a simplicidade, né? A palavra que me vem é a simplicidade, né? Se nós viermos de um estado, né, bem eh, primitivo, tendo que lidar com muita coisa e passamos por esse ser complexo que o Jels tocou em algum momento, essa complexidade vai fazendo com que nós vamos vamos elaborando as emoções, tudo que nos habita e e esse desprendimento que ela fala do final me leva realmente ao homem despojado. simples, inteiro, pleno, mas simples, né? Simples. E e esse é o o a eh é a imagem de que a gente possa, quem sabe, sair desta vida, dessa existência agora sim, né? Despojado de tanta coisa que chegamos e simples, né? Profundos e simples, né? >> Com certeza. Muito bem, gente. Então, a gente tá encerrando aqui o capítulo 4ro, encerrando, mas não esgotando, porque não dá para esgotar, né? tão pouco tempo, material tão profundo, tão rico. Então, a gente convida a todos a retomar a leitura, a de vez em quando repassar,
o 4ro, encerrando, mas não esgotando, porque não dá para esgotar, né? tão pouco tempo, material tão profundo, tão rico. Então, a gente convida a todos a retomar a leitura, a de vez em quando repassar, porque sempre a gente reapr aprende coisas novas, eh, ver coisas que não viu antes. Então, é uma muito rico que a prefeitura tem para nos oferecer. E no próximo encontro a gente vai pro capítulo cinco, significado do ser integral, né? Então, eh, base para a autorrealização, que é o primeiro item, que é o foco do nosso estudo no próximo encontro. Obrigado, Marlú, obrigado Cláudia, obrigado a todos vocês que nos acompanham. Que a presente divina possa então nos sustentar nessa caminhada com amparo do nosso mestre Jesus, da nossa benfeitora Jana de Até mais. Yeah.
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