T9:E15 • Vida: Desafios e Soluções • Descobrindo o inconsciente (parte 2)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 15 – Descobrindo o inconsciente (capítulo 7, parte 2) Dando continuidade ao estudo do capítulo 7 “Descobrindo o inconsciente”, esta segunda parte aprofunda o entendimento do processo de individuação, conforme a proposta da Psicologia Analítica e sua releitura pela autora espiritual Joanna de Ângelis. A conversa destaca como a jornada interior de autoconhecimento e integração das dimensões do ser é essencial ao crescimento espiritual e à conquista da harmonia íntima. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Cláudia Semeghini e Marluce Renz #JoannadeAngelis #PsicologiaEspirita #DivaldoFranco #Autoconhecimento #Inconsciente #Individuação #Espiritismo #TVMansaoDoCaminho #EstudosJoannaDeAngelis #VidaDesafiosESolucoes *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridos amigos, mais uma vez aqui juntos reunidos nesse estudo Vida, desafios e soluções. oitavo volume da série psicológica Joana de Angeles, livro da qual estamos estudando nessa proposta, esse projeto da Mação do Caminho, que é podermos realmente expandir um pouquinho mais, né? Eh, não esgotar, porque realmente não temos a pretensão, mas levantar alguns pontos desse material maravilhoso que a Bevet nos oferece. E hoje estamos aqui dando continuidade no estudo do capítulo 7, né, descobrindo inconsciente, em especial um item importante, porque nesse volume oito, Joana começa a trazer mais para perto alguns elementos da psicologia, em especial alguns conceitos da psicologia analítica, da psicologia complexa. de Car Gustavo e Jun, né? E um desses conceitos é justamente o processo de individuação. Então hoje, né, nesse momento, com a Cláudia e a Marlúcia, a gente vai se ocupar um pouquinho desse tema interessante, né, que é justamente esse processo de individuação. O que que é o processo de individuação? Por que que Joana tá trazendo esse tema aqui, né? O que que ela vai discorrer em relação a isso? Então, a gente começa já levantando alguns elementos, né, e convidando a Cláudia e a Maluz para começarem a trazer também, né, a partir da leitura dela, dos elementos que ela tem de de conhecimento da psicologia umuiana, a algo pra gente poder refletir sobre o tema, né, teu microfone, Cláudia. >> Ah, desculpe. Olá, amigos. Eh, sempre bom estar junto novamente com vocês aqui, compartilhando e refletindo, né? Eh, esse tema que Joana nos faz, nos traz aqui e é o processo de individuação, é um tema bem bem bonito, eu acho, porque assim, primeiro que é um processo, né? é algo que se acontece, que se realiza paulatinamente. Eh, segundo que ela traz uma abordagem aqui que vai para a lei de Jung. Jung, ele olha o processo de individuação dentro de uma vida, apesar de que ele não contrariou a hipótese de vivermos, né, da psique continuar viva após a morte do corpo físico, mas na teoria
de Jung. Jung, ele olha o processo de individuação dentro de uma vida, apesar de que ele não contrariou a hipótese de vivermos, né, da psique continuar viva após a morte do corpo físico, mas na teoria dele, ele traz essa abordagem. E a Joana, ela vai nos oferecer um outro tipo, eh, na verdade não é outro tipo, um prolongamento, né, uma extensão desse conceito de individuação. Então, eu acho bem bonito isso, né, quando ela começa nos trazendo aí com detalhes o que é esse processo e ela começa dizendo das várias experiências da reencarnação, né? Então, é lógico que ela não entra agora nesse assunto da individuação como um processo do espírito imortal, mas ela vai trazendo os arquétipos eunguianos, né, esses padrões que vão sendo firmados desde o início da humanidade, né? Eh, e nós veremos os arquétipos mais à frente, a gente não vai se deter eles, mas ela já traz essa essa importância de um padrão, de algo que é inato, instintual e que o processo de individuação então se torna isso, né? Eh, esse é como um instinto básico que vai acontecer na vida, né, de todos nós esse processo. Então, paraa gente adentrar nesse tema, né, a gente começa a pensar sobre isso. >> Eh, eu achei interessante, né, a forma como ela tá encadeando esse capítulo, porque no item anterior, né, ela traz a questão do inconsciente. Então ela vem fazendo toda uma reflexão de trazendo essa reflexão desse universo, né, descobrindo inconsciente, que forças são essas. E ela termina antes de iniciar o processo de endividação, ela tem essa frase muito bonita, né, do inconsciente para o consciente, para a individuação, né, que é o ser eh é que o ser pode harmonizar-se, conquistar a sua paz e saúde total. Então, antes de entrar no processo, ela já traz essa ideia de totalidade, né, que essa ideia que ela vai trabalhar aqui, que o Yun trabalha, né, na individuação e se processo também gostei muito, né, que isso já nos sinaliza que não é algo que vai acontecer assim e vai ser terminado, acabado, mas é todo um processo que
que o Yun trabalha, né, na individuação e se processo também gostei muito, né, que isso já nos sinaliza que não é algo que vai acontecer assim e vai ser terminado, acabado, mas é todo um processo que leva, né, uma existência ou várias aqui, porque ela tá trazendo as as encarnações daí a partir da realidade do espírito, né, e que tem a ver com essa meta com essa busca eh de integração, de totalidade, né? E que não tem a ver com perfeição, mas tem a ver com essa coisa de nos tornarmos aqueles seres únicos, que ela vai começar daí discorrer aqui ao longo do do do desse item, né, que é muito bonito, né, trazendo nos lembrando da nossa natureza única diferente, como ela diz, né? apesar da gente tá num contexto e e pertencer a esse coletivo. Então, todo esse esse trajeto tão bonito do espírito, né, de viver nesse coletivo e começar a se diferenciar e e encontrar as suas particularidades e tudo que envolve isso, né? Então, eu acho um conceito muito importante da gente entender e nos ajuda muito assim na nossa vida a compreender os processos da vida da gente, como é que esse inconsciente começa a se relacionar com esse consciente, né? E as coisas vão sendo compreendidas, integradas e com isso a gente vai se descobrindo e vai se localizando melhor, né? E encontrando uma coisa que ela vai pontuar aqui, que a gente pode aprofundar, que é a busca de sentido e significado da nossa existência. Realmente acho que tem de um lado tem essa questão do inconsciente e de uma trajetória, de um caminho que a gente vai eh superando e desvelando realidades nossas, né, e superando padrões do passado, mas também ela ela junta a a esse processo todo, né, eh que cada um vai construindo a sua personalidade, sua história espiritual, né, mas ela fala fala desse lugar da existência. E o lugar da existência é um lugar também de de de de aprisionamento, de sono, né? Ou seja, de entorpecimento psíquico, né? Porque quando a gente reencarna, a gente fica tomado pelo magnetismo da matéria e pela força de um conjunto de
também de de de de aprisionamento, de sono, né? Ou seja, de entorpecimento psíquico, né? Porque quando a gente reencarna, a gente fica tomado pelo magnetismo da matéria e pela força de um conjunto de fatores, que é o coletivo, que é sociedade, né? Como está construindo uma nova identidade, essa identidade está alicerçada de uma certa maneira as referências desse mundo. E a Joana vai vai dizer assim: "Vocês não são só isso, vocês não são isso." Então, a a individuação é um processo de três nascimentos. a gente nasce primeiro num corpo, né, para poder tomar lugar nessa existência e construir um processo espiritual, porque esse é o objetivo, né? Existe um um script, né? Existe um legado que a gente tá do do do do mundo espiritual, ou seja, uma missão, um compromisso, né? Um um papel a realizar e assim por diante, uma tarefa. Então, mas a gente tá eh movido por essa por um corpo e movido por uma fantasia que é essa identidade do ego, né? Então, então tem o primeiro nascimento do corpo, depois que nascer psicologicamente, eu existo, né? Eu existe a partir dessa identidade, né? Um ego, um ego bem estruturado, os recursos, né? É uma profissão, uma história construída individualmente. Só que eu não sou o meu corpo, eu não sou esse sexo, eu não sou essa cor de pele, eu não sou essa contingência que a vida me impôs de ser feio, ser bonito ou rico, uma família rica ou pobre. Eu sou um espírito. Então tem um terceiro nascimento que é o nascimento da realidade do espírito, que tem a ver com a individuação, né? Então quando a Juna falou que que o trabalho psicológico de crescimento reside na busca de si mesmo, é isso que ela quer falar. a gente tem que superar essas identidades transitórias e eh a os padrões coletivos ou que é do outro, né, para poder chegar em nós. E e é isso que o Hung vai propor quando ele trabalha em individuação, né? em algum momento ele vai dizer: "Tudo que é vivo sonha com individuação, pois tudo caminha para sua própria totalidade." Então essa totalidade que a
vai propor quando ele trabalha em individuação, né? em algum momento ele vai dizer: "Tudo que é vivo sonha com individuação, pois tudo caminha para sua própria totalidade." Então essa totalidade que a M falava é totalidade do ser, não é do ente. O ente é o ser existente, mas o ente eh revela o ser, que é o espírito, né? Outro momento, né? Eh, diz o Jung, só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar, n? uma outra fase bem conhecida do Yumi, né? Então, no volume s, né, o eu inconsciente, ele vai colocar, né, que a individação é um processo de desenvolvimento gradual, né, que faculte a realização das qualidades individuais, né, que nós trazemos, né, ou seja, isso que a Joana tá falando aqui, cada um se tornar o ser único de que fato nós somos. que ela diz, cada espírito é uma realidade própria, né, com a sua própria identidade, assim como nossa eh nossa digital aqui que é única, o espírito é único. E é essa a realidade que a gente tem que chegar. >> Sim. E eh quando você você me fez pensar em várias coisas e agora eu vou tentar resgatar, né? Mas essa dificuldade, né, quando você traz, né, da dificuldade, quando esse vel do esquecimento chega, né, para nós através dessa vida nova. e a dificuldade mesmo eh eh eh porque vamos enfrentar eh eh coisas que a gente não tá lembrado que vai passar, mas que fazem parte também daquele processo de individuação enquanto espírito atravessar e desenvolver potenciais para que a gente possa suportar e superar todas essas dificuldades que nos surgem. E isso faz parte também desse processo de individuação, porque eh muitos eh eh conseguem chegar ao final e seria tão bom que nós também olhássemos para trás, né, com essa visão de de espelho retrovisor, né, e falasse assim: "Poxa, poxa, foi bacana meu meu processo todo, eu consegui avançar, né? E alguns não conseguem porque ficam presos nos traumas, nos conflitos, né? e ficam eh em si mesmos, ou seja, presos em si mesmo, sem conseguir fazer essa apropriação do que é possível e do que
ar, né? E alguns não conseguem porque ficam presos nos traumas, nos conflitos, né? e ficam eh em si mesmos, ou seja, presos em si mesmo, sem conseguir fazer essa apropriação do que é possível e do que eles são capazes, né? Porque todos nós temos esse potencial de nos desenvolver e suplantar e superar, mas alguns ficam muito aprisionados nisso e aprisionados também quando a Jana nos traz os modelos, ou seja, vivendo histórias que não são daquela pessoa, né, baseados em modelos, em em pessoas da mídia, enfim, às vezes até o modelo que não é midiático, mas o modelo eh que está junto a nós, mas que não pertence ao nosso caminho. E essas pessoas elas ficam aprisionadas a isso. Então, eh isso dificulta esse essa essa fase que você trouxe, né, primeira na segunda constituição do ego e na terceira então que é a fase do self aparecer, que é a autoridade maior, né? Eh, e essa fase geralmente eh, o processo de endividação vem acontecendo, mas ela aparece muito na segunda metade da vida, quando aí sim a gente pode dizer a que nós viemos, né, fazer, o que que nós viemos cumprir. E se as pessoas ficam presas a esses modelos que não são dela, não pertencem a elas, a esses padrões, elas se perdem nesse caminho, né? Então assim, aquela meta que era começar a desenvolver o que realmente é pertinente a nós, ela fica perdida, né? Então ela ela não consegue fazer esse processo de ser inteiro total, né? Eh, de encontro com essa essência nossa particular e que possamos fazê-la florescer. Então, eh, e assim, para além disso, eh, os conflitos, os traumas, como eu falei, fazem com que a pessoa tenha medo e ela se recolha. Então, aquela vida, aquela semente que poderia brotar e fazer eh florescer naquele caminho, ela fica embotada, ela não consegue eh desenvolver a contento. Então, por isso que eu falei, eu me lembro sempre daquela frase de Jung, né? Eu fiz tudo que eu podia, né? Em memória suas reflexões. Se mais pude, é porque não estava ao meu alcance. Quando ele fala isso, ele diz: "Todas as
alei, eu me lembro sempre daquela frase de Jung, né? Eu fiz tudo que eu podia, né? Em memória suas reflexões. Se mais pude, é porque não estava ao meu alcance. Quando ele fala isso, ele diz: "Todas as potencialidades do meu self que puderam se revelar, eu as revelei, né? Se mais não pude, porque não era possível agora". Então, que bonito que a gente possa chegar nesse caminho, né? E poder olhar lá no futuro e dizer: "Poxa, bacana, fiz, fiz o melhor que eu pude", né? Vocês dois me fizeram pensar em duas coisas. Uma que essa frase Jos, que tu referenciou do Jung, só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar. Para mim é uma das frases mais lindas dele e dificílimas de se entender. Eu não sei se eu consigo entender realmente na sua totalidade ainda hoje, né? Porque a gente se pergunta, mas então quem somos nós? N quem somos nós? E se eu chegar em mim, então isso é que vai me curar? Olha que bonito isso, né? Mas que que profundo. E aí, Cláudia, tu tá falando dos conflitos, mas a Joana aqui, ela diz, né, tu tá referindo as eh se referindo à pessoas que ficam presas nos conflitos, né? Mas a Joana aqui tá trazendo que o conflito vai fazer parte desse processo, né? Tanto que ela tá dizendo, né, que o espírito, né, poder mergulhar nesse oceano tumultuado, porque daí ela dá esse contexto que a gente vem aqui com tudo que nos constitui nesse caldo complicadíssimo, né, disso que a gente recebe, do coletivo, daquilo que a gente traz. Então, a gente poder mergulhar nesse oceano tumultuado de atividades vividas é a proposta em favor da sua conscientização. Então, que que eu entendi aqui, né? Não tem como eu me conscientizar se eu não se eu não me deparar nesse conflito. Então esse processo de individuação vai trazer à tona, né, conflitos no sentido de tensões. E aí eu achei muito legal tu lembrar que isso vai acontecer num processo ao longo da nossa vida, porque esse si mesmo, esse selfie, essa personalidade maior, ela vai se revelando aos poucos na vida da gente, né? Então, essa ideia que o Jung traz
vai acontecer num processo ao longo da nossa vida, porque esse si mesmo, esse selfie, essa personalidade maior, ela vai se revelando aos poucos na vida da gente, né? Então, essa ideia que o Jung traz das etapas da vida, que na primeira etapa da nossa vida a gente faz um esforço imenso de se adaptar, de de de pertencer a essa cultura, essa família, esse contexto, de cumprir aquilo que o mundo nos pede, né? Então, a gente estuda, a gente sai de casa, cada um tem uma história, né? Mas vamos pegar assim alguma coisa mais usual, né? constitui família, então a gente atende os paga as contas, faz tudo isso. Então a gente vive um aspecto da nossa vida aqui que é importante, que é se apropriar aqui também desse aspecto material nosso, né? Mas aí chega um determinado momento, né, que tu tava falando dessa segunda metade da vida que começa a vida aquelas vozinhas também, tá? Mas será que a vida é só isso? Será que não tem uma coisa maior aí? O que o que que tá faltando aqui? E aí começa a virar essa conflitiva, né? pensando na nessa estrutura da nossa psica, aquilo que foi a gente foi deixando guardadinho lá, que não deu para olhar, vai aparecer. E aí essa possibilidade de lidar com essa conflitiva, de ir apaziguando isso, é que vai integrando, né? Por isso que é um processo e é como tu disse, a gente vai se deixando, né, eh eh permear por isso e enfrentando isso, né, e conseguindo dar conta, a gente vai o que vai acontecer é o que ela vai dizer ali, né? a gente vai despertando potencialidades que tão dentro de nós. Esse que foi o interessante. Nesse mundo que a gente vem, nesse oceano tumultuado, se eu souber navegar nele, eu vou descobrir que talvez eu seja um excelente navegador, né? Então eu acho bonita essa essa imagem que ela traz aí, né, da de todo esse essa conflitiva que nos leva a chegar em nós mesmos. E é interessante que ela realmente a a a todo momento no texto, ela vai assim, tá sempre reforçando essa ideia de que nós somos um ser único e original e que e que essa busca é fundamental,
ós mesmos. E é interessante que ela realmente a a a todo momento no texto, ela vai assim, tá sempre reforçando essa ideia de que nós somos um ser único e original e que e que essa busca é fundamental, né? Porque ação também então é isso, né? um processo de transformação interior, né, que muitas vezes é lento, né, eh, para chegar a uma realidade própria cada um de nós, que é a nossa dimensão espiritual, né? E aí ela ela coloca uma questão importante, né, que chegar no si, né, que é o self, que é o espírito e e que também ao mesmo tempo a nossa essência divina, é chegar na transformação moral. do espírito. Então, eh, aí Joana tá juntando, olha, então, não basta tu tomar consciência que existe, não basta tu ter um ser fisiológico, ter uma consciência que tu existe, é um ser psicológico, que tu ama, que tu sente, que a vida tem é movida por outros fatores, né, que não só do mundo material e fisiológico. Não basta, né, tu tomar conscio, tem que tomar consciência que tu é um ser espiritual. Mas quando tu chega a a essa dimensão, eh, isso tem implicações. Não basta tu tomar contato que tu é um espírito. Tu tem consciência que tu é um espírito, tu tem consciência, então, que tu tá aqui por algum motivo, por algum objetivo. Isso que a mulher fala há um significado, ó. Esse significado tá atrelado, então, a um projeto realmente reencarnatório. Então, a individuação é se tornar aquilo que se é no compromisso da tua jornada evolutiva dentro do nível de consciência e das implicações ligado àquilo que te faz encarnar aqui nessa vida. Ou seja, qual é os temas que me pertencem, quais são os desafios, qual é aquilo que eu devo focar nessa essência, né? O que que de uma implica, né? Eu me lembro que o que o Hilman, que é um psicólogo yunguiano americano já desencarnado, né? Tem o no seu livro o código do C, ele fala do fruto do Carvalho, né? Que o Carvalho, né? né? A semente de Carvalho já guarda dentro dela o seu destino, né, o seu futuro, aquilo que ela é. Então ele vai dizer justamente isso, né, na teoria do fruto
ruto do Carvalho, né? Que o Carvalho, né? né? A semente de Carvalho já guarda dentro dela o seu destino, né, o seu futuro, aquilo que ela é. Então ele vai dizer justamente isso, né, na teoria do fruto do carvalho, né, cada pessoa possui uma singularidade que pede para ser vivida e que já tá presente antes mesmo de ser vivida. Isso é uma visão do do Ran, né? Eh, não é um deles falando, é Joana, não é humano, é alguém, né, que consegue ter sensibilidade que existe realmente uma voz interior, um apelo de algo que pede para ser reconhecido, vivido anterior à minha existência. Então, essa consciência que é um que a gente é um espírito implica em algo que eu tenho compromisso também. Não é só dizer: "Ah, eu sou espírito". Não, isso se eu tenho consciência que sou espírito, então eu tô implicado a um projeto próprio ao meu compromisso espiritual e no drama e papel que eu realizo no drama do universo. Qual é o meu papel aqui nesse momento, né, né, nessa nessa minha encarnação? >> E é aí que que muitas vezes pega, né? Porque esse comprometimento, né, eh, precisa ser autêntico, precisa ter coragem, né, de enfrentar, coragem de seguir, coragem de sair da de uma acomodação, coragem de sair de uma zona de conforto, né, e enfrentar situações que estão eh pertinentes à aquele caminho, mas que também vão possibilitar que aquela pessoa cresça enquanto espírito. imortal que é, né? Porque a Joana vai falar de rota, né? Eu achei, eu adoro essa palavra quando ela diz rota, né? Cada ser encontra a sua rota, né? Mas antes ela diz: "Olha, é indispensável enfrentar o inconsciente com serenidade, descobrindo e integrando a consciência atual, porque muitos, né, é lógico que o processo de inconsciente de individuação se dá à medida de que cada um pode suportar o seu próprio destino, mas eh muitos eh não alcançam aquilo que poderiam alcançar". nas suas eh nos seus desafios, né, nas suas na proposta dessa bolota que você trouxe, né, essa bolota poderia, eu eu lembro muito da curva de crescimento da criança, né? criança, ela
deriam alcançar". nas suas eh nos seus desafios, né, nas suas na proposta dessa bolota que você trouxe, né, essa bolota poderia, eu eu lembro muito da curva de crescimento da criança, né? criança, ela tem uma curva de crescimento que ela vai de um número a outro. E quando a criança tá com um crescimento mais, é essa a metáfora que eu faço, né, que quando a criança tá com crescimento a quem, faz-se um estudo para ver se ela pode com hormônios, etc, alcançar mais, né? E eu faço essa essa metáfora pra vida de cada um, né? Muitas vezes a gente tem essa curva de crescimento maior e a gente não estende muito e para um para antes, né? Porque é eh é importante a gente ter coragem, serenidade para enfrentar o destino que nos cabe. E aí a Joana diz: "Então, cada ser encontra a sua própria rota que deve seguir confiadamente". E aí ela vai dizer: "Como? Como atingir isso? trabalhando sem culpa, sem ansiedade, sem receios injustificáveis, sem conflitos responsáveis por remorços, porque os os conflitos responsáveis por remorços, eles paralisam, né? Eles não são aquele desafio que te faz enfrentar, né? Eles são eles se se eh se apresentam para para aquelas pessoas maiores do que elas conseguem enfrentar. E aí sim ela não consegue avançar nessa curva, nessa metáfora que eu fiz, né? Então aqui a Joana diz, então como é que a gente deve agir, né? E reagir diante das circunstâncias por serenidade, né? sem ansiedade, sem culpa, sem desculp desculpos, >> sem receios injustificáveis, né, para que a gente possa então chegar ali, né, num parâmetro melhor, né? Eh, é profundo isso, né, que vocês estão colocando desse da individuação como esse compromisso que a gente assumiu, né, o que que nos cabe nessa existência. E aí isso me faz pensar eh que cada um vai individuar de um jeito, né, gente? Cada um tem uma história. A Joana que reforça o tempo todo, né? Nós somos únicos, né? Então, cada um e e isso às vezes é difícil da gente compreender porque a gente tende sempre a a se comparar com o outro, a a achar que a
ia. A Joana que reforça o tempo todo, né? Nós somos únicos, né? Então, cada um e e isso às vezes é difícil da gente compreender porque a gente tende sempre a a se comparar com o outro, a a achar que a história do outro é melhor que a minha, que o caminho do outro, né, eu tenho que seguir um caminho parecido com o do outro. Então acho que esse já é um primeiro desafio assim para nós, né? Entender que cada um de nós realmente tem um compromisso único, particular que tem a ver com a nossa história enquanto espírito, mas tem a ver também nós estarmos todos conectados e cada um tem um papel, né? Eu eu fico imaginando assim esses dias conversando com uma pessoa que cada encarnação é como se fosse assim uma temporada de uma série, sabe? Então, nessa temporada vai acontecer isso. Na próxima encarnação vai entrar outros personagens, eu vou ocupar outro papel, vai acontecer outra coisa e e assim a gente vai indo. Então, porque isso que a Joana traz aqui, né? né? Eu queria resgatar só um pouquinho antes ali do que tu tava lendo, Valdudinha, que ela vai falando assim que nesse processo, né, a pessoa ela vai descobrindo na tá na página 101 do da minha edição, ela vai descobrindo tudo aquilo que lhe é perturbador e vai tentar superar. Então aqui ela já tá dando uma dica, né? o que é que nos perturba internamente. Só que paraa gente poder superar uma perturbação, a gente tem que saber que a gente está perturbado. Então, e pressupõe um olhar assim para nós, né, pro nosso mundo interno, uma conexão da gente viver a vida não de uma maneira tão corrida assim displicente, mas cuidando, né, porque ela fala isso, né, e essa lidar com essas perturbações sem que esse esforço vá gerar trauma ou insatisfação, como ela coloca ali, né? E é assim, nesse processo, o que que vai acontecendo? a gente vai diluindo as condensações das vivências anteriores. Olha que profundo isso. Quer dizer, se eu trabalho que tá me perturbando agora aqui nessa encarnação, eu tenho chance de ir diluindo, de ir compreendendo, de
as condensações das vivências anteriores. Olha que profundo isso. Quer dizer, se eu trabalho que tá me perturbando agora aqui nessa encarnação, eu tenho chance de ir diluindo, de ir compreendendo, de ir limpando tudo aquilo e com isso eu vou me transformando e descobrindo quem eu sou mesmo, né? Então, eh, ao mesmo tempo que é complexo, começa a partir de uma coisa muito simples, que é olhar pra gente, né? Entrar em contato com nós, né? >> Simples, mas difícil, né, Marlú? Porque a gente falando aqui é ótimo, >> é tranquilo, é natural. Não, isso é natural, pô, a gente tomar consciência e aprofundar, mas a Juda em vários momentos, em outros em ela vai dizer que há uma tendência da autonegação de nós mesmo, né? Então, no esse processo de doação, que é um processo natural e que de uma certa maneira há um movimento interno que nos impulsiona a isso, porque a gente tá sustentado pela lei de evolução, mas não quer dizer que fez um trabalho tranquilo e fácil, que justamente o ego se apodera desse lugar, ele quer ser o centro do processo. E quando o ego que s processo, ele nega muitas vezes essas dimensões mais profundas e o compromisso antes dele reencarnar, né, e tá tomado por uma de autoafirmação. E essa autoafirmação nega muitas vezes justamente essa dimensão mais profunda do ser. E a Joana vai dizer que uma das maiores exemplos de autonegação é o egoísmo. O egoísmo tu se fecha nessa visão limitada e pequena do ego, que autocentrado e nega a capacidade de além se identificar com o que é mais profundo na tua alma. Então é uma forma de autonegação da tua realidade essencial, né? Então nós acabamos ficando ou preso no automatismo de padões passados, né, vivendo de uma certa maneira vícios do passado, que ainda tão lá latentes e que são muito fortes. A gente acaba repetindo, não tendo força para vencer, porque está muito identificado ainda com esses padrões, né? ou buscando se autoafirmar no mundo, buscando os valores do mundo, os desejos do mundo, poder, a glória, sucesso aqui, né? jogo
para vencer, porque está muito identificado ainda com esses padrões, né? ou buscando se autoafirmar no mundo, buscando os valores do mundo, os desejos do mundo, poder, a glória, sucesso aqui, né? jogo de interesse ali. E aí e isso é um processo de autonegação que se opõe à individuação. Ou seja, eu tô negando e essa realidade que eu sou e tô me afastando e perdendo a conexão comigo mesmo, achando que isso é a felicidade. Na verdade, isso é uma grande ilusão que fatalmente vai gerar conflito e neurose eh a curto, médio ou longo prazo, né? Ela fala bastante disso nesse parágrafo, né, que quando a gente busca a individuação, percebe que as contribuições do mundo exterior imprimem no ser valores que não são verdadeiros para o seu nível de maturidade. Então, é aquele conflito, né, o mundo exterior e o mundo interior, os valores de fora e os valores de dentro ainda não reconhecidos, não trabalhados, né? Porque não há realmente, como vocês estão trazendo, esse mergulho, essa parada, né? Eh, são muitos estímulos fora que nos impossibilitam parar e nos consultar. O que é que meu espírito imortal precisa? do que é que ele precisa, né? O que é que eu preciso fazer para construir, eh, ficar sentir, me sentir mais eh eh mais completa, com sentimento de plenitude, porque quando a gente faz coisas ligadas à nossa essência, a gente tem um ai uma um um um sentimento de prazer diferenciado, né? e que não é esse sentimento exaustivo, cansativo do fazer e e ver a energia se esvair sem um porque quando se faz um trabalho é lógico que se cansa, mas quando a gente faz paraa nossa com esse viés, a gente se se alimenta, se nutre, né? E e a gente se completa de outra forma. Então, é como se nós fôssemos eh alimentando eh esse nosso caminho eterno, mas já na nossa vida. Eu gostei da imagem que a Marl trouxe da temporada, né, a série, qual é a temporada tal, né? Eu sempre pensava em capítulos de um livro, mas temporada eu achei que é mais eh mais eh tá mais apropriado, né? Então, nessa temporada agora, o que nós precisamos
a série, qual é a temporada tal, né? Eu sempre pensava em capítulos de um livro, mas temporada eu achei que é mais eh mais eh tá mais apropriado, né? Então, nessa temporada agora, o que nós precisamos fazer pra gente suplantar e sair com esse esse esses esse tamanho maior, né, que a Joana fala do tamanho espiritual, do moral, né? O que que a gente pode fazer? E é lógico que se a gente ficar envolvido com o os pedidos e os reclames do mundo, nós não vamos conseguir alcançar isso. Ao contrário, vamos ficar apartados. a gente não vai ficar em sintonia com isso. Por isso que ela fala, né? É, e é o que vem de fora e o que vem do nosso íntimo. Esse choque é que dos conflitos que ela vem trazendo, mas os conflitos trabalhados vai fazendo com que a gente vá alcançando essa totalidade que é se sentir inteiro, se sentir diferente, bancar, ser diferente, porque não é fácil. Muitas pessoas ficam assustadas, a gente também em alguns momentos fica, né? Eu, eu pelo menos, né? Eh, mas é bancar ser diferente. Sim, eu sou diferente, eu não penso igual. O meu caminho é esse, não aquele, né? Eu abro mão, sim. E, né? Então, são todos esses exercícios que a gente precisa fazer. E aí, eh, como ela falou de cada ser encontra a sua própria rota, eu fico pensando de como a gente tem que ficar reconfigurando a nossa rota para ajustar esse nosso caminho, né? Sempre um ajuste mais fino, né, de acordo com o que nós eh queremos fazer. E aí me veio aquela expressão, né? Eh, eh, cuidado, estamos em estamos em obra, né? É, aquele aquela plaquetinha, né? Estamos em obra, estamos em porque nós estamos nessa com eh permanente construção para alcançar um novo formato, né? Um formato mais apropriado com quem nós somos e não quem os outros querem que a gente seja, né? >> E isso, né, Claudia, individuação não tem a ver com individualismo, né? Isso me faz pensar, então eu eu foco, né, no meu compromisso, na minha realidade espiritual, o que que eu tô fazendo aqui, né? Mas eu tô sempre em relação com, né? Esse é um dos aspectos da
lismo, né? Isso me faz pensar, então eu eu foco, né, no meu compromisso, na minha realidade espiritual, o que que eu tô fazendo aqui, né? Mas eu tô sempre em relação com, né? Esse é um dos aspectos da individuação. Ela tá na relação ali. Então não é assim, né? Eu eu faço o que eu quero e que se dane o resto do mundo. Não tem a ver com essa coisa centrada no ego, né? Como já estava dizendo, mas tem a ver com uma consciência um pouquinho maior que eh o Murenstein ali naquele livro Mapa da Alma, quando ele fala da individuação, ele diz: "A individuação é uma proeza rara, né? porque é é um é um é um realmente é um processo difícil. E ele lembra assim, né, que o Jung ele até traz isso, ele diz assim: "Olha, muitas das pessoas que procuravam Jung eram pessoas mais velhas, eram pessoas assim que tinham uma vida material, né, assim, bem-sucedida e chegavam buscando assim qual é o sentido, buscando uma orientação, né? Então, eram pessoas que não tinham assim doenças psiquiátricas, precisariam ser internadas, né, mas começavam a despertar por uma outra dimensão. E aí eu fico pensando que nós, né, que já temos essa visão de uma vida espiritual, isso de alguma maneira eh facilita no sentido de que a gente já naturalmente começa a pensar, tá, mas qual o sentido de eu tá aqui? Então isso é uma uma coisa que nos auxilia, né? Porque de alguma maneira, apesar de ser um processo difícil, né? Eh, tu falaste uma outra coisa, a gente tem que ter vontade mesmo, né? De de se debruçar e a gente de alguma maneira nós vamos pagar um preço por isso, né? Nós nós vamos pagar um preço de questionar as coisas, a gente vai ficar assustado mesmo. Eu concordo, né? Eu eu vejo assim muitas vezes no consultório as pessoas dizem, né? Elas se assustam quando elas começam a questionar, como é que eu vivia assim até agora, acreditando que isso era a coisa mais importante, agora começa a inverter os valores, né? Então, eh, acaba nos tirando, tira o ego daquela segurança, né, que é uma segurança mais rígida assim, né, e abre para outras
isso era a coisa mais importante, agora começa a inverter os valores, né? Então, eh, acaba nos tirando, tira o ego daquela segurança, né, que é uma segurança mais rígida assim, né, e abre para outras possibilidades. >> É interessante que esse processo todo, né, a Joana vai colocar que envolve então dois desafios, não é? Então, seria como se fosse assim uma força regente, autorreguladora, que é o espírito, naquela consciência ética que ele traz dentro de si, que é a lei de Deus e, né, que tá ali dentro de cada um, né? Então existe essa força balizadora já dentro da gente. E aí diz a Joana de um lado, e ela vai dizer aqui na 101, né? Eh, a proposta da individuação é libertar a consciência das constrições mais vigorosas do inconsciente dominador. Então, isso é um ponto, ou seja, aquilo que eu fui e tem que deixar de ser, né? os padões, seja mais arcaicos ao meu lado animal, instintivos, eu tenho que superar o instinto e ao mesmo tempo eh aquelas facetas de ignorância sustentado no orgulho, no egoísmo que eu tenho que superar. Então existe esse inconsciente dominador que eu tenho que que vencer. E de outro lado, ela diz que eu tenho que vencer, né, a a sociedade, o coletivo, a consência coletiva que a persona. E justamente isso que o Jung fala, né, que o objeto dação é de um lado, né, se despira o self, né, o o espírito dos falsos valores, né, e invólu do da persona, do das máscaras sociais, dos esquemas coletivos de um lado e de poder, né, de outro lado, né, eh superar as imagens primordiais do do inconsciente, né? Então, eh, então não é uma tarefa realmente muito fácil, né? Claro que nós temos dentro de nós todos os recursos para isso, mas são escolhas, né? que esse espírito que tá sendo regido por essa força divina ligada às leis naturais que habitam em mim e que anseia por Deus, tem todo esse passado pesado da qual tô identificado e tem todo o apelo do mundo, né? Eu me lembro de uma de uma eh de uma eh de uma família que foi pedir uma orientação pro Divaldo em relação a um filho deles,
sse passado pesado da qual tô identificado e tem todo o apelo do mundo, né? Eu me lembro de uma de uma eh de uma eh de uma família que foi pedir uma orientação pro Divaldo em relação a um filho deles, eh, que tava passando por dificuldades, né? E o Divaldo falou assim: "Mas não se preocupe, ele sabe quem ele é". Olha só o que falou, né? Ele não, ele ele, ou seja, ele ele é um espírito lúcido. Apesar da dos condicionamentos emocionais do momento e da realidade da da dificuldade de processo que ele tem que viver, ele não esqueceu quem ele é da onde ele veio. E isso faz a diferença, né? Então, e muitos de nós nos anestesiamos, né? nos entorpecemos pelo mundo ou nos fascinamos na na na na imagem egóica. E essa é a grande armadilha que a gente tem que tentar evitar, me parece. Não sei como é que vocês vem isso. >> Uhum. Exatamente. Eh, Marlúci falou do preço, né? A gente começou essa reflexão do preço que se paga para ser diferente, para se diferenciar, né? Para se ver de outra forma, né? o sofrimento que causa, né? A gente se vê de outra forma, de outro lugar, né? O quanto o coletivo nos cobra, né? Por estarmos diferentes, né? Eh, se por um lado isso é fascina alguns, tem um mistério, né? Mas o quanto o coletivo nos cobra para ser igual? Você tá sumida, né? Vem, né? Então, por outro lado, também tem que se pagar um bom preço por não avançar. Então, preço a gente paga de qualquer jeito, né? Agora vamos escolher qual, né? O que é melhor é a gente escolher esse preço da gente bancar eh essa aproximação com o compromisso do espírito imortal, mesmo que seja o distanciamento dos prazeres do mundo, né? aquilo que o mundo reclama, porque pagar um preço por não ter se distanciado do coletivo, né, e terse eh eh envolvido e se perdido, é um preço muito maior. Mas nós sabemos que a individuação não é um afastamento, não é uma reclusão, não é um isolamento, ao contrário, né? É nesse embate relacional do dia a dia, né? que a gente vai se transformando, mas a gente vai tendo que devolver para
o não é um afastamento, não é uma reclusão, não é um isolamento, ao contrário, né? É nesse embate relacional do dia a dia, né? que a gente vai se transformando, mas a gente vai tendo que devolver para esse mundo que nós habitamos o entorno, né, o resultado do processo, porque eh eh não valeria de nada, né, para pra humanidade, né, paraa evolução do planeta, se as pessoas ficassem isoladas a eh seguindo nos seus próprios processos, achando que ali sim eh eh digamos é é o caminho, não é o caminho. O caminho é a gente refletir, fazer todo esse mergulho, se transformar no embate entre o marisco e o mar, né? Entre o marisco e o rochedo, o mar jogando o marisco. Mas da gente então devolver, né? Porque não é como dizem subir a montanha e ficar lá em cima. é subir a montanha, simbolicamente refletir e devolver para o mundo. Falaram duas coisas importantes, né, Marus? Eu tinha falado essa questão desse processo autorregulador, né, entre o compromisso com a vida, né, a gente tá no mundo, não é por acaso e não é fugir do mundo, mas não se perder de nós mesmos. Agora tô falando, continuando nesse nesse raciocínio, né, Cláudio a questão da reflexão, né, é interessante que o Jung via o reflexio, né, o que é curvar-se para trás, né, o sentido da palavra reflexo e é eh ou seja, eh tirar libido do movimento exterior em direção a si mesmo por aquilo que chama de psiquificação, ou seja, é um ato espiritual. que vai então em sentido contrário ao processo natural, né? Eh, ou seja, nós temos capaz de parar a energia da natureza e dar uma direção para ela, né? Ou seja, transformar a natureza, >> hum, >> eh, dar, construir, se superar. Então, a reflexão é trazer para nós a experiência numa forma justamente de enriquecimento e complexidade psicológica na expansão da nossa consciência. Então, sem reflexão não há individuação. E nesse processo de de de indivauação, né, há justamente aquilo que o Hum chamou de progressão e regressão da bebida. Então, por um lado, né, eh, nesse nessa dinâmica de forças
ão não há individuação. E nesse processo de de de indivauação, né, há justamente aquilo que o Hum chamou de progressão e regressão da bebida. Então, por um lado, né, eh, nesse nessa dinâmica de forças que tensionam de dentro e de fora, o coletivo e o inconsciente, né, a autorregulação psíquica de um lado, né, nós temos que dar conta do mundo, ou seja, né, se adaptar à exigência do mundo. Eu vou ter uma família, vou ter uma profissão, sou desafiado a superar adversidades, metas, né, objetivos, né, tudo isso faz parte, né, da do nosso processo, mas ao mesmo tempo, né, em algum momento tem uma regressão da libido, a energia tem que ir para dentro para poder dar conta das necessidades internas da alma. Não é só trabalhar, trabalhar, trabalhar, não é só dar conta disso, disso, disso, mas também da alma que tá ali querendo ser reconhecida, das exigências do espírito no projeto que me cabe na minha eh na minha reencarnação, nessa nova condição do meu seriado, né, onde eu tô vivendo esse episódio, né, da minha vida, né, que é essa encarnação atual. Então, realmente, eh, a gente tem que, eh, lidar com com esse fator autorregulador e conseguir dialogar, mas sim perder realmente eh aquilo que nos compete enquanto valores e temas e tarefas que nos cabem, né, dentro desse exercício que é viver no mundo. Isso me fez lembrar, Jos, tu referenciou o Ra no Código do Ser, quanto ele pontua ali, né, que a individuação de cada um ela é única e ele analisa várias biografias ali de como cada um foi despertando, descobrindo. E ele disse uma coisa que me tocou muito, que ele disse: "Olha, se a gente refletir, falando a reflexão e a gente olhar a nossa vida como, né, para trás assim, eles vai dizer: "Olha, tu vai perceber que talvez lá atrás já tenha traços, já tenha padrões, já tenham coisas que falam da tua história." Isso me tocou porque eu fiquei pensando, né, a gente como a gente tende a, e eu vou falar por mim, né, a olhar pouco assim pra gente, né, pra nossa história no sentido de dizer, poxa, olha só como
a." Isso me tocou porque eu fiquei pensando, né, a gente como a gente tende a, e eu vou falar por mim, né, a olhar pouco assim pra gente, né, pra nossa história no sentido de dizer, poxa, olha só como é que eu era lá atrás, como é que as coisas foram acontecendo, como é que eu fui, né, como é que eu fui me desconectando cada vez mais. e me lembrei de uma pessoa que eu conheci, uma pessoa assim eh de 60 e poucos anos, né, que ela ela me conta que ela, eh, começou, ela quase entrou em colapso nervoso, assim, num esgotamento, né? E então ela teve que realmente parar e entender o que tava acontecendo. E aparentemente assim, a vida dela era numa vida bem normal, como a de todo mundo, né? Um grande enfoque no trabalho, né? assim, botou muita energia no trabalho mesmo. Mas o grande sofrimento é que ela, sem se dar conta ela foi abandonando partes dela assim e a vida ficou muito automática. E aí é essa questão, né, de que muitas vezes grandes processos de transformação que nos obrigam a olhar para nós, eles vêm por essa via mais dolorosa, né? E aí a partir, né? Então, claro que ela teve que ter a coragem, né, Cláudia, de sentar e dizer: "Tá bom, vamos olhar para isso, né?" Ela teve que suportar, olhar coisas que eram difíceis, mas é muito bonito quando isso vai acontecendo e a gente vai descobrindo aspectos nossos assim que estavam ali o tempo todo e não eram percebidos, né? Que é o que a Joana fala aqui dessas qualidades que são valores, qualidades que estão inerentes em nós, né? Então é lindo esse processo de descortinar a nossa própria realidade, né? De e aí a gente se tornando aquilo que a gente é, como o Yun vai dizendo, né? >> É, você me desculpe. >> Fala, Cláudia. Pode falar, >> pode falar. Você >> só para só para colocar que tem um senso de destino aí, né? Que né? Mas destino não é fatalidade, né? que destino enquanto realizar o nosso projeto reencarnatório e destino de realizar a nossa essência espiritual que é a busca da perfeição. Então, há esse movimento em direção a uma finalidade, né? Então,
destino enquanto realizar o nosso projeto reencarnatório e destino de realizar a nossa essência espiritual que é a busca da perfeição. Então, há esse movimento em direção a uma finalidade, né? Então, tem senso de destino, mas eh não é uma fatalidade no sentido de que eh os caminhos que se fazem são os caminhos que a gente vai construindo por nós mesmos atrás do livre arbítrio, mas existe esse mistério do mito pessoal de cada um, né? E aí quando a a Maro para trás, né? Eh, se por um lado eu eu não sei como é que eu me perdi de mim mesmo, por outro lado eu vejo tantos elementos que foram aglutinando, constelando, né, na hora certa, no momento exato, em situações específiculcionavam em favor de um chamado para mim, né? Me lembro do Iberê Camarê, que é um eh um artista aqui do Sul, que quando ele era pequeno, ele ficava eh no trabalho do pai dele, que trabalhava na estação ferroviária, onde tinha os vagões de trem com carvão. E aí caía carvão no no pátio ali do e eu e o o exercício, o tempo dele era pegar carvão e desenhar, né? Então talvezia era um chamado já pra alma dele para algum futuro ligado a esse despertar, né, da vocação dele. Então de uma certa maneira, a individuação também tem a ver com vocação, né? aquele chamado interior que de uma certa maneira tá presente na vida e a gente não sabe ler muitas vezes. >> Sim, é verdade. Bonito, né? A gente olhar o chamado, né? A vocação. Fica um pouco assim, às vezes eh nublado, né? E a gente não saber exatamente, né? E aí eu resgato o que você trouxe há pouco, Gelson, da regressão e progressão, né? tem uma expressão francesa que é reculher por mê solter. Então assim, é recuar para saltar melhor, né? Então muitas vezes a gente precisa recuar, se se eh se eh se fechar, né, no sentido de não escutar muito o mundo e vamos ver o que que o que que fala no nosso íntimo, né? que vocação é essa que nós trazemos e que ela tá ali prontinha para desabrochar melhor e nós estamos eh bloqueando ela com esse com essa versão tarefeira, essa
que o que que fala no nosso íntimo, né? que vocação é essa que nós trazemos e que ela tá ali prontinha para desabrochar melhor e nós estamos eh bloqueando ela com esse com essa versão tarefeira, essa versão do fazer do fazer, né? Então recuar também é importante, né? E e é bom que a gente fale porque não é um movimento assim depreciativo, ao contrário, é um movimento de potência, onde a gente recua, a gente fica paradinho, né? A gente observa o movimento também me vem aquela imagem do carro derrapando e a gente não fazer movimento nenhum para ele poder se ajeitar. Então o nosso próprio percurso, né? Eu também tava pensando nesse caminho, o nosso próprio caminho ele é de ajustes, né? Vamos pensar numa estrada. Às vezes a gente derrapa para um lado e pro outro, mas aquilo tudo é aprendizado e a gente vai encontrar a estrada principal lá na frente, né? Pegamos um atalho, mas vamos encontrar a a estrada principal, porque eh é esse caminho que é o nosso processo de individuação, né? São as escolhas que a gente faz, né? Eh, por onde a gente transita, eh, as, eh, as experiências que a gente adquire, né? E aí eu fico pensando eh nessa reconstrução, né, nessa nesse olhar da rota, quando ela traz assim que a meta da reencarnação é a conquista do si, né, a elevação do espírito, eu fico pensando, poxa, então agora a gente pode pensar, estamos sobre nova direção, né? Nova direção de nós mesmos naquele nosso caminho, né? Então, e me veio também essa expressão, né, sobre nova direção. E assim, só mais um pouquinho, quando a Marlúcia trouxe aquilo tudo, né? Eh, olhar para esse nosso caminho do passado é um exercício bem interessante, é que realmente a gente costuma fazer, né? Mas assim, por exemplo, a escolha de uma profissão, ela pode estar lá atrás que ela não foi, não conseguiu, né, eh eh florescer, mas que depois ela floresce. Então, os sonhos da criança também já trazem informações. Então, nós temos indícios, sinais, né? Então, olhar para isso, para esse nosso caminho e olhar também para esse nosso
que depois ela floresce. Então, os sonhos da criança também já trazem informações. Então, nós temos indícios, sinais, né? Então, olhar para isso, para esse nosso caminho e olhar também para esse nosso caminho assim, o que que a gente veio conquistando nessa fase? Eu fiz isso naquela, naquela outra, naquela outra, né? Porque tudo isso é uma colchinha de retalho que nós vamos construindo esse nosso tecido bonito da individuação, né? E às vezes, né, Cláudia, a gente vai perceber que tinha um fio invisível ali que tava costurando aquilo e que há um tempo atrás não tinha menor sentido, a gente não via como ia se encaixar as coisas e depois as coisas se encaixaram, né? Então eu acho bem legal essa coisa, porque o Rilman trabalha com as biografias e é muito bonito pensar, né, do nossa vocação, nossa olhando a nossa história. Eh, e e já aconteceu assim de uma pessoa que disse assim: "Nossa, resgatei um diário que eu tinha quando era adolescente e a pessoa já tava já bem mais velha, tava arrumando umas coisas em casa e ela ficou impressionada de ver quantas coisas que já que hoje, né, com a visão adulta dela, ela inteiro, mas que já estavam lá atrás, que ela registrou no diário quando ela era muito jovenzinha, né? Então, e realmente o mistério da vida é lindo, né? que tem esses esses fios invisíveis. Eu acho que essa é a questão eh de quando a gente fala de consciência, a gente começar, né, a poder perceber, né, as coisas que estavam ali, mas estavam invisíveis mesmo. >> É, eu acho que tem duas dimensão dessa consciência, né? uma consciência enquanto esse lugar, né, por e para que nasci, né, ou seja, o meu compromisso, né, e toda essa rede de relações e do desse lugar do que envolve, né, eh, essa dinâmica que é a vida de cada um. E de outro lado, né, a essa questão mais mais ampla que a Jona tá colocando aqui em dois monumentos, ela coloca aqui, né, que é a expansão da consciência, que a individuação implica de uma certa maneira, né, numa expansão de consciência. Ela vai falar aqui na
ona tá colocando aqui em dois monumentos, ela coloca aqui, né, que é a expansão da consciência, que a individuação implica de uma certa maneira, né, numa expansão de consciência. Ela vai falar aqui na na final da 22. Cada ser possível uma infinita riqueza no seu mundo interior, que é a herança divina nele já sente, que agora desperta e toma-lhe a consciência libertando dos atavíos perturbadores, né? Então, essa dimensão divina que vai se dilatando, ela vai falar isso logo depois, né, também aqui, né, eh, a psique humana, que se constrói como resultado dos símbolos universais existentes, dilata-se na individuação que aguarda ser alcançada por todos os seres pensantes, né? E aí, então, então realmente a individuação implica num ganho, né, um um ganho de de consciência, não a consciência eh cogniscente, né, só que conhece, mas a consciência ética, a consciência reflexiva, a consciência da desse de sentido que me move e a consciência, então, enquanto realmente dimensão da minha natureza espiritual fadada a realizar o divino em mim também, né? Então é nisso que ela tá colocando aqui a ideia de consciência, né? >> E aí a gente resgata, né, o que nós vimos falando e a Marlúcia também trouxe, né, bem delineado, eh, que a Joana fala, né? Então, a meta da reencarnação é essa conquista do si, pairando sobre os destroços das experiências malugradas transformadas em edificações de paz, né? Então, transformar isso tudo para que a gente possa se sentir em paz. Porque quando se tem esse sentimento de pacificação interna, é como se fosse assim uma mensagem, tá OK, né? Tá, tá em sintonia, né? >> E é um é um é um indicativo. É, tá tudo certo, né? Tá em paz não é entender tudo, né? Mas é, naquele momento tá tá tudo no lugar certo, né? As coisas estão se encaixando, >> né? Eu acho que bonita essa trajetória nossa aqui, né? E que riqueza que realmente é uma encarnação, né? Nossa, se a gente conseguisse tirar proveito mesmo. >> É. E nesse sentido também que tá colocando isso que a Cláudia tá falando
etória nossa aqui, né? E que riqueza que realmente é uma encarnação, né? Nossa, se a gente conseguisse tirar proveito mesmo. >> É. E nesse sentido também que tá colocando isso que a Cláudia tá falando me remete que nada se perde, né? Mesmo esses destroços do passado, né? Se bem, se com olhar aprofundado, com esse olhar a mais alargado do espírito, ele é material também de aprendizado, né? Então, naquela proposta do Feno Pessoa, né, tudo vale a pena ser alma não é pequena. Então mesmo os equipes de limitações da alma, né, se ela sabe o que ela quer e o sentido da existência, aquilo é material da sua individuação, é material que pode enriquecer e favorecer essa caminhada libertadora ao encontro de si mesmo e na expansão da sua consciência. Então é é é essa atitude de maturidade também que propor, né? vão ser lúcidos, vão ser maduros, vão dialogar a partir desse da desse desse lugar de reconhecimento da nossa natureza mais essencial, né? E o que ela tá colocando aqui de uma certa maneira. É, então vamos já finalizando o nosso encontro, já estamos realmente no final do nosso tempo, né? Mas fica aí realmente convite para que cada um possa assumir o seu caminho de individuação e realizar plenamente a sua essência espiritual na busca do desabrochar do amor e das potencialidades e virtudes que trazemos, né? Ah.
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