T7:E1 • Autodescobrimento • Prefácio

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 53:23 1,110 visualizações

No primeiro episódio da sétima temporada, Gelson Roberto, Marluce Renz e Cláudia Semeghini discutem o prefácio do volume seis da série psicológica: "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", apresentando a proposta da autora espiritual Joanna de Ângelis sobre a temática abordada no livro. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento

Transcrição

alô amigos Uma boa noite grande abraço a todos que nos assistem é com muita alegria que estamos aqui mais uma vez reunidos nesse estudo maravilhoso da série psicológica Joana De Angeles hoje dando início ao Volume 6 autodescobrimento uma busca interior um livro importantíssimo né porque de uma ca maneira a proposta da Ben feitura é justamente né esse caminho eh de Despertar da consciência a partir dessa caminhada interna então o autodescobrimento é uma ferramenta essencial paraa Nossa pro nosso entendimento desse processo da qual a benfeitora vai nos propor aqui a partir do livro né então eu dou as boas-vindas para Cláudia para marlu eh que estamos iniciando né mais um um uma obra né e e hoje a gente vai então se ocupar justamente do prefácio um prefácio lindo complexo profundo que dá uma ideia da proposta dela em relação à temática do livro então bem-vindos a todos Cláudia Marlus alguém quer trazer a sua impressão nesse primeiro momento o prefácio aqui da benfeitora eu achei muito interessante que ela ela ressalta que apesar de toda a história antes da contribuição valiosa né dos psiquiatras e psicólogos né analisar o ser humano na Perspectiva espiritualista espiritual da existência humana eh que faz toda a diferença né então eu achei a ciência ela caminha junto com esse olhar desse desse lado espiritualista né esse lado espiritual eh sem esse lado espiritual a Joana vai dizendo né a nossa existência ela se torna sem sentido né Parece que começa e termina eh como algo sem um propósito ao acaso né e assim ao acaso da sorte ao acaso dos acontecimentos né então falta um para qu né que é o que Yung sempre nos traz né é o para qu não é o por né o por é causalista né e e a mentora vai dizendo aqui né causa e efeito mais para frente a gente vai falar né de doença e saúde né enfim Então não é o porqu eu para que E aí eu acho que ela na minha na minha eh visão ela começa ela inaugura esse esse livro com essa perspec a importância dessa perspectiva espiritual da gente ter um sentido um

não é o porqu eu para que E aí eu acho que ela na minha na minha eh visão ela começa ela inaugura esse esse livro com essa perspec a importância dessa perspectiva espiritual da gente ter um sentido um Sign da vida né Precisa ha um sentido e um significado senão a gente é uma folha de papel ao vento né sendo soprada para vários lados quem não sabe para onde vai para qualquer lugar serve né a gente conhece essa frase né então a gente precisa ter um um foco precisa ter um uma direção precisa saber eh que est estamos num ponto e desejamos chegar naquele outro né e depois quando chegamos a gente numa visão retrospectiva a gente olha eu já fui assim como já estou diferente né antes não tinha uma uma amplitude de consciência agora já consigo Me enxergar tão diferente né tão maior que a gente vai entendendo os renascimentos os vários renascimentos durante uma vida né de encarnado é eh eu acho que só o título do livro né já é um título assim bastante mobilizador porque ela fala dessa busca interior e eu me chamou muita atenção a imagem belíssima da capa do livro que é uma pessoal olhando né para cima numa perspectiva muito mais ampliada e uma janela que se abre no peito e aí me veio duas coisas assim um é que a gente já eh desvendou galáxias né a gente manda sombras para tudo que é planetas e que é descobrir como é que o universo funciona e tal a gente desvenda já o mundo subatômico ali ali né O que que tem no áo esse movimento e no entanto a gente ainda se conhece tão pouco né Então essa imagem da janela que abre paraa nossa realidade interna me lembrou também aquela frase do Jung muito falada né que quem olha para fora sonha e quem olha para dentro de espera E aí a Joana De Angeles ela começa a fazer essa conversa né entre essa realidade que é transpessoal né que a psicologia enquanto uma ciência formal começa a se ocupar lá lá na década de 50 60 né talvez do do século passado e que né a os ensinamentos espíritas já vão dizer dessa realidade invisível aí E se a gente começar a pensar na nossa vida só

começa a se ocupar lá lá na década de 50 60 né talvez do do século passado e que né a os ensinamentos espíritas já vão dizer dessa realidade invisível aí E se a gente começar a pensar na nossa vida só do ponto de vista material aqui biológico né Ela diz que ela não não nega a hereditariedade A genética mas a existência Nossa ela é muito maior que isso né então esse convite de autodescobrimento para uma viagem que é para dentro de nós Ela diz que é inadiável para para ver né o quanto e aí ela usa a psicologia né Ela traz a psicologia como essa ponte né capaz de ajudar a nos entender a desvendar esse universo que ainda é um grande mistério para nós né então acho esse livro assim bastante que nos toca bastante que diz respeito à nossa realidade mesmo né com temas que afetam a todos nós é interessante ela ela poder fazer essa essa relação que a Cláudia trouxe né da dessa caminhada própria da própria evolução da ciência que eh parte de uma visão reducionista como a bitura critica né a gente resiste né a essa a aceitar essa ferida narcisista e ter uma atitude de humildade e reconhecer que a gente não tem a primazia potência de se achar o dono de tudo né e e mas que na medida que o homem parte dessa causalidade apenas material negando a realidade Divina a realidade do Espírito não tem como avançar psicologicamente né Ou seja a visão de uma psicologia materialista não dá conta das questões humanas né não dá conta de questões primordiais que envolvem o sofrimento as dores o sentido da vida como vocês colocaram né e e também o uma psicologia voltado para um movimento que vai em direção né uma finalidade né uma psicologia prospectiva uma psicologia que que busca um sentido né e uma finalidade última da existência que é uma psicologia voltada então para essa evolução espiritual eh ela precisa romper com com essa visão então eh de uma causalidade e de uma visão reducionista e compreender esse sentido maior da existência que tá realmente ligado essa dimensão espiritual da qual então a benfeitora

er com com essa visão então eh de uma causalidade e de uma visão reducionista e compreender esse sentido maior da existência que tá realmente ligado essa dimensão espiritual da qual então a benfeitora propõe né não negar tudo que a psicologia fez até agora eh trazer um olhar mais ampliado né mais profundo integrando junto a aos estudos do comportamento humano a realidade essencial do espírito e da dinâmica espiritual para que a gente possa ter uma compreensão então mais profunda da realidade encontrando então um sentido pra vida né Essa finalidade maior né Essa visão de que estamos aqui Não Por acaso né Não por sorte né aleatoriamente mas sim por uma engrenagem fantástica inteligente eh refinada Bela bem trabalhada que nos envolve num campo de realizações e de movimentos em direção ao despertar da nossa consciência e por isso a importância do autodescobrimento que ela propõe né que é a proposta do livro Então acho bem interessante esse movimento né aonde colocaram ess desafios da vida que ela não nega né aidade que social familiar Então tudo isso eh não tá associado dessa dimensão maior espiritual Então não é negar a realidade da vida com seus desafios mas compreender elas nessa dimensão mais Ampla que tudo isso obedece e se organisa num arranjo mais profundo e mais amplo que é essa dimensão espiritual achei interessante quando você colocou isso né que ela não renega né Eh o o histórico né e a conquista da ciência com os pesquisadores né porque é isso é interessante porque eh a impressão que a gente tem é que quando surgia um um um um pesquisador né ele parecia que ele tava contradizendo tdo o que o outro falou e trazendo uma abordagem né e a Joana ela vem trazendo essa essa visão não neurótica né que é não é isto ou isto né então ela rebanhao mas aí ela acrescenta essa visão espiritualista né Essa visão que você trouxe né dessa Perspectiva da Psicologia psicológica né E isso vem muito também a calhar o que com a a o que a Marlus trouxe né esse mundo de conquistas fora lá fora e dentro né

é Essa visão que você trouxe né dessa Perspectiva da Psicologia psicológica né E isso vem muito também a calhar o que com a a o que a Marlus trouxe né esse mundo de conquistas fora lá fora e dentro né então a gente vai conquistando tudo a importância de não deixar nenhuma partezinha eh eh de lado né renegada Né Não observada né Eh e E aí ela fala aqui da engenharia genética né A Engenharia Genética com essa esse estudo de DNA do RNA né E aí eu fui olhar qual é a definição da Engenharia Genética né e diz assim é um conjunto de técnicas de análises moleculares que permitem estudos de caracterização expressão e modificações do material genético dos seres vios né E aí tem todo um trabalho da ética né em em volta disso mas o que me chamou atenção é que ela diz que por outro lado A Engenharia Genética atual né começa a detectar a energia como fator causal para a construção do indivíduo e eu fiquei pensando o que que tem a ver a engenharia genética com esse fator causal né E aí eu fiquei pensando essa mobilização essa transformação Esse estudo da modificação né Eh do DNA através do RNA enfim né mensageiro toda né quem estuda ciência sabe né RNA mensageiro enfim isso tudo tem a ver com o quê com essa movimenta essa transformação para esse novo ser que a gente precisa ser e essa transformação de ligada à energia porque ela coloca a energia como fator causal na construção que energia é essa né energia que veicula através do pensamento né a forma da gente se colocar a forma de modificar o pensamento para que esse novo ser que ela nos eh nos anuncia a necessidade né desse desse novo homem né dessa busca do interior possa realmente se dar né então como é que eh a mudança né dessa forma de pensar energeticamente movimentando células moléculas movimentando a nossa forma de de pensar para que a gente se coloque no mundo de forma diferente né Eu acho que importante isso Cláudia porque ela diz que a próprio então física e biologia necessariamente vai chega um ponto né que avançando nos seus estudos vai

coloque no mundo de forma diferente né Eu acho que importante isso Cláudia porque ela diz que a próprio então física e biologia necessariamente vai chega um ponto né que avançando nos seus estudos vai reconhecer essa dimensão mais Sutil né então é como se a própria ciência vai evoluindo e vai compreendendo que esse essa visão me simplesmente da realidade né não satisfaz e não justifica a a a dinâmica da vida e das questões humanas e aí a gente vê essa noção de design inteligente que é muito comum hoje em dia né con design existe um arranjo um design um desenho inteligente né que que promove a vida e organiza a vida e tudo isso vai então trazendo né a necessidade do homem refletir com essa dimensão eh mais Sutil energética da qual existe então um fator que não é material que é realmente dimensão do espírito regendo né e a própria visão de vida regendo todo esse processo da Vida em todas suas formas de manifestações é um assunto complexo né eu eu assim não tenho conhecimento de física e tal mas o pensamento que me veio né É que antes o mundo era mais simples de explicar né Então essa coisa da da da física mecanicista ali né das das causas e efeitos e depois quando começa nessa quando começa a física quântica trazendo né a que o observa que O Observador afeta o que é observado começa a trazer uma complexidade das das questões que fala né da inclusive da forma como a gente tá evoluindo né que são coisas ainda que que a gente tá tateando assim nós que somos leigos vamos dizer né que não participamos disso mas dentro da Psicologia Ela traz uma descoberta ali de de Freud de Jung a partir do inconsciente E aí eu me lembrei né daqueles filmes que falam das pesquisas né Eh das daquelas mulheres que tinham eh paralisias assim físicas e que não se achava uma causa orgânica E aí foram ver não opa Mas tem uma causa que não é conhecida e onde é que tá isso ah isso tá no inconsciente hoje a gente fala com uma certa natural idade de psicossomática né Ah tá mas as tuas emoções afetam o teu corpo físico hoje a

causa que não é conhecida e onde é que tá isso ah isso tá no inconsciente hoje a gente fala com uma certa natural idade de psicossomática né Ah tá mas as tuas emoções afetam o teu corpo físico hoje a gente tem mais acesso a isso mas imagine né Há 100 anos atrás alguém dizer Olha tem causas que não estão na consciência mas afetam o funcionamento Então esse desvendar a própria ideia de inconsciente né a gente fala com uma certa naturalidade Mas isso não é natural para muitas pessoas Ah quer dizer que a forma como eu ajo como eu reajo é porque tem alguma coisa consciente que tá ali me pressionando né então Eh quando a a Jon deangeles Traz essa questão do autodescobrimento de entrar nessa nossa realidade é entender também essas forças isso tudo que nos mobiliza né Eh que vão determinando muitas vezes essas forças que a gente não conhece né que vão determinando a forma como a gente enxerga a realidade como a gente se se e eh se relaciona com essa realidade né e e e e se a gente não se dá conta a gente pode passar a vida uma Encarnação eh repetindo padrões que a gente nem sabe que estão ali porque eles estão nesso que nós chamamos de inconsciente né E para isso precisa um olhar para nós cuidadoso né de nos observar né que é esse compromisso com nosco mesmo é essa dimensão PSI né a dimensão p da realidade que é justamente essa dimensão espiritual porque na medida que a gente fica só numa material fica em Fatos fatos né e e esses fatos são importantes né o f a realidade social como ela coloca uma família desagregada um pai e uma mãe possessivos tirânicos né a hereditariedade fatos mas fatos não explicam então de uma certa maneira então ela diz olha fatos existem e influenciam a nossa vida mas eh a subjetividade né ou seja como a gente experiencia o fato de que de como esse esses fatos vão me afetar já vão além da realidade material então tudo isso vem realmente avançar para essa dimensão espiritual onde não pode compreender a realidade humana sem Superar Essa visão então

sses fatos vão me afetar já vão além da realidade material então tudo isso vem realmente avançar para essa dimensão espiritual onde não pode compreender a realidade humana sem Superar Essa visão então reducionista e literal de de um fato material né então existe aí forças atuando né né E nessa dinâmica de forças energéticas como coloca aí tem emoções tem memórias tem né um espírito ali que que que que tem uma história já de vida existe um arranjo que se organiza a partir de leis perfeitas né que me fazem estar nessa família outra família então isso Vai Dando uma complexidade uma riqueza muito além da penas de um fato reducionista né eu sou assim porque a minha mãe é assado eu sou assado porque a minha a sociedade é isso então Eh isso eh gera um desculpismo né uma fala de responsabilidade então eu não posso ser responsável por mim porque eu sou fruto dessa sociedade dessa família Então ela começa a mostrar na verdade né que uma visão materialista ou gente fica na inconsciência uma visão parcial limitada infantil ou a gente negando a essa realidade mais no na na na no convite a ser responsável em favor de um crescimento né humano ético de valores de um crescimento espiritual ela vai dizendo para chegar nesse autodescobrimento como condição fundamental dessa dimensão mais profunda que é a dimensão do espírito é ela coloca aqui eh que a necessidade desse autodescobrimento se torna inadiável porque o que você traz é eh São aquelas pessoas que colocam como fatalismo né então é a justificativa de não avançar é esse fatalismo de ter nascido em tal família em Tal condição né E aí ela diz enquanto não se conscientiza das próprias possibilidades o indivíduo atua sem em conflito de natureza destrutiva ou então foge para esses estados depressivos né então o que ela nos Alerta é como você disse pela respons abilidade né pela responsabilidade pelo seu próprio destino né Não importa o que fizeram comigo o que importa é o que eu vou fazer com o que fizeram comigo não é e o que eu o que eu vou fazer com a

ns abilidade né pela responsabilidade pelo seu próprio destino né Não importa o que fizeram comigo o que importa é o que eu vou fazer com o que fizeram comigo não é e o que eu o que eu vou fazer com a minha vida a partir disso né então coloca isso traz um grau de responsabilidade de comprometimento com a nossa vida né com a nossa com o nosso destino com as nossas atitudes com com aquilo que a gente vai construir deixar de legado muito maior e muito mais bonito do que aquela pessoa que desencarna e chegar ao final da vida antes de desencarnar Cheias de desculpismo e que não pode ser mais Porque infelizmente não teve sorte né então São coisas completamente diferentes né E aí ela vai dizer assim mais à frente ela ela ela ela completa né bom Primeiro ela diz que a que é importante a gente identificar é isso né né a gente se identificar essas questões e ela diz que vai ranec dentro de nós esse atavismo da dualidade né do negativismo do positivismo né diante das decisões a tomar então o negativismo pode estar ligado a essas essas histórias tristes dramáticas que a pessoa teve né E também coisas relacionadas à vida passada né que fazem com fazem com que ela olhe sempre de uma forma negativa mas o positivismo é eu vou avançar eu tenho poder para isso Eu Tenho possibilidades né colocar a força a o atributo da vontade em ação para Que ela possa Apesar né Essa palavra é bastante interessante apesar de qualquer coisa ela seguir adiante Então ela coloca aí esse dualismo e a gente sabe que a mente funciona sempre por opostos né então uma hora né um lado puxa para trás outro lado vai empurra para frente né E aí tá o ser humano no meio dizendo e agora que que eu faço né eu eu sigo ou eu paro né Desse dilema interessante que aqui ela inverte né Cláudia enquanto não se conscientize das próprias possibilidades né Então ela tá invertendo a gente tem que buscar dentro de nós os recursos para dar conta dessa realidade que tá posta ali fora e aí Olha que lindo isso que então ela parte do princípio de um ser humano que

o ela tá invertendo a gente tem que buscar dentro de nós os recursos para dar conta dessa realidade que tá posta ali fora e aí Olha que lindo isso que então ela parte do princípio de um ser humano que tem potencialidades um ser humano que tem vontade de um ser humano que tem livre arbítrio que é livre para escolher como ele quer viver aquilo ali então ah eu tem coisas que eu não vou poder mudar né que estão ali fora quanto realidade agora como eu vou viver isso aí sim eu sou livre para escolher num certo sentido se eu tiver consciência do que tá em jogo né de como é que eu tô nessa experiência e aí que ela diz então ou a gente descobre essas as possibilidades né ou a gente vai fugir né que é uma é uma uma alternativa eu fujo né E aí ela diz né aí entra pode entrar em Estados depressivos né E aí uma série de outras questões que vão H tornando mais complexa daí a nossa experiência aqui E esse conflito né que tu tu estavas falando ali eh do do negativo e do Positivo né É É justamente nessa confl aí que a gente vai descobrindo então né como se posicionar perante a vida então é é parte aqui de uma ideia de que nós realmente temos condições de estar aqui né com recursos né e dentro do que a gente entende nos ensinamentos espíritos a gente também não tá sozinho também tem isso né que a gente tá aqui mas a gente tem também todo o auxílio né da da espiritualidade pra gente poder cumprir né as questões aqui da nossa Encarnação é esora na verdade ela reforça o que tá na na questão 919 do Livro dos Espíritos né que que pergunta qual é o maior melhor meio paraa pessoa evoluir né e a resposta dos Espíritos é um sábio da antiguidade jus cres disse conhece-te a ti mesmo então de uma certa maneira o autodescobrimento né ou seja essa esse confronto né esse convite para sermos quem quem nós somos na nossa essência e reconhecer a nossa própria natureza é fundamental pra gente poder avançar nessa vida de maneira rica e produtiva e essa eh ambivalência que a Cláudia colocou né Essa dualidade começa

nossa essência e reconhecer a nossa própria natureza é fundamental pra gente poder avançar nessa vida de maneira rica e produtiva e essa eh ambivalência que a Cláudia colocou né Essa dualidade começa justamente Eh aí né porque de um de um lado o autodescobrimento é uma forma de libertação né ou seja e na medida que eu me descubro eu avanço e me conheço nessas potencialidades ricas como A Marluci também colocou mas ao mesmo tempo se autodescobrir é reconhecer né e superar toda a minha mentira né Eh voluntariosa onipotente daquele que que se a se acha num lugar especial e vê que na verdade né é uma coisinha ainda despertando né então de uma certa maneira a gente tem medo da da autodescoberta a gente tem medo da verdade porque a verdade nos assusta porque rompe com mentiras que a gente lutou e e e sustentou durante séculos milênios tanto do ponto de vista individual como histórico né então a gente se segurou nisso e agora a gente tem que abrir mão dessa fantasia né de uma vida material in justificativa do que por ca que é disso daquilo da minha cor de pele do da cultura da raça do do do Poder para reconhecer a minha natureza humana com toda a minha dor com toda a minha fragilidade e com toda o Manancial amoroso que eu tenho e de possibilidades para avançar e E é isso que que é essa questão toda que que se depara né E aí diz a Joana justamente nesse nessa dimensão humana né desse homem complexo né que a gente sai dessa desse homem simples pro homem complexo para chegar depois no homem sábio né então entre homem sábio e homem simples tem homem complexo e homem complexo justamente é homem dividido né esse homem neurótico né então nós somos seres neuróticos seres divididos porque justamente já temos a capacidade de pensar e temos a capacidade de mentir para nós mesmos né porque o homem é o único animal que mente né a gente consegue mentir para nós mesmos né e criar Ilusões E aí abrir mão dessa ilusões Então esse jogo né Desse que que gera conflito que a Cláudia colocou né dessa dimensão

único animal que mente né a gente consegue mentir para nós mesmos né e criar Ilusões E aí abrir mão dessa ilusões Então esse jogo né Desse que que gera conflito que a Cláudia colocou né dessa dimensão entre isso aquilo parece que a verdade ou é isso ou é aquilo e eu fico preso nisso né não reconhecendo que a dimensão é muito mais do que isso e aquilo é tem tem um além tem um porém tem um um mais tem muita coisa né que envolve esse jogo literalize né de que ah eu tô perdendo tô ganhando né e assim por diante E aí vem essa dimensão tanto negativa negativista né ou positiva da qual a gente vai de uma certa maneira eh sendo crucificado ou seja vivendo a suspensão da nossa própria natureza em conflito suspenso Pelas nossas dúvidas gerad pela insegurança que na verdade tudo isso revela a pouca eh riqueza ética né de valores que que a gente eh construiu e essa é o grande desafio né então a descobrimento nos abre por esse homem ético de valor de amor de de ética de estética porque o amor sustentado pela Harmonia Pela beleza e pela busca do Sublime né E só que a gente me parece que não não não não acredita Ainda num caminho né né E aí fica nesse jogo de projeções e de conflitos que é muito aí na nossa dimensão atual né é interessante né você falou assim que o autodescobrimento abre para esse homem ético né aí eu fiquei pensando mas el como você disse antes abre para esse homem pobre também que era né porque desvela né tira o véu cada vez que que vai se conhecendo melhor né vai vai tirando esse véu né das coisas que ainda o afetam tanto né E e aí ela Ela traz aqui achei bem interessante tem um parágrafo logo abaixo né que ela diz assim alguns requisitos para que seja logrado autodescobrimento né interessante que a Joana vai falando mas depois ela dá assim eh umas ajudinha diz assim a insatisfação pelo que se é ou se possui ou como se encontra porque precisa ter um desassossego né precisa tá em satisfeito precisa ter alguma coisa que incomoda né que aquelas repetições da dos eventos

nsatisfação pelo que se é ou se possui ou como se encontra porque precisa ter um desassossego né precisa tá em satisfeito precisa ter alguma coisa que incomoda né que aquelas repetições da dos eventos mas toda hora acontece alguma coisa né chega uma hora que a pessoa começa a refletir Mas por que que toda hora isso me acontece né ou então aquela pessoa que pensa assim eu não nasci só para isso isso tá muito pouco isso tá muito pequeno paraa minha vida né Então vai criando esses desassossegos vão criando essa essa essa possibilidade de transplantar aquele aquele lugar que ela tá para um lugar mais maior mais amplo né então achei bem bacana então é preciso se desassossegar é preciso estar insatisfeito né sair do comodismo né do lugar conhecido fácil né é preciso se confrontar né e uma outra coisa que ela diz o desejo sincero de mudança né Precisa desejar Ah então tá então eu tô tô insatisfeita então eu quero mudar né se conectar com aquele desejo de mudança não sei o que é mas eu do jeito que tá não tá mais bom né não tá legal assim né então ela fala persistência no tentame ou seja perseverar porque não é nada fácil né mudar do que já se conhece para aquilo que é o salto da aranha né Aranha faz Aé quando ela salta né então é aí que ela constrói o caminho então é saí para um desconhecido né Eh a disposição para aceitar se vencer se aceitar do jeito que é como o jelson falou né Eh desvela a verdade e a gente diz uau tô nu é o homem nu né quer dizer então aceitar vencer se é a capacidade para crescer emocionalmente né ser provocado né fazer todo esse trabalho que não é nada fácil ia dizer falando parece tão simples né aceitar se vou pegar só esse item tá Cláudia aceitar-se né disposição para aceitar-se porque daí ali em cima ela diz assim né que a experiência do autodescobrimento ela propicia né faculta al identificar os limites e as dependências as aspirações verdadeiras E as falsas os embustes do Ego e as imposturas da ilusão né Então até a gente chegar nesse aceitar-se né e

ela propicia né faculta al identificar os limites e as dependências as aspirações verdadeiras E as falsas os embustes do Ego e as imposturas da ilusão né Então até a gente chegar nesse aceitar-se né e eh é a gente reconhecer e essas ilusões que o J estava falando né que tem um sentido também né elas e até um determinado momento Elas têm aquele sentido né de eu achar que eu sou mais do que eu sou que eu posso mais do que eu posso né então durante um determinado moment do meu caminho talvez aquilo tenha sido interessante mas chega um determinado momento que não dá mais né que eu vou ter que realmente olhar né Vou ter que sair dessa infância psicológic porque quando a gente é criança é assim a gente acha que é o melhor jogador do time às vezes não joga nada mas é importante pensar que é né porque daí eu vou lá e eu corro atrás da bola e eu quero fazer aquele ponto mas depois a gente vai crescendo e vendo não peraí um pouquinho né eu tenho essas limitações tal então isso tem a ver muito com essa disponibilidade assim desse amadurecimento psicológico que a vida de algum momento ela vai nos nos levar a isso né Mas se a gente pudesse fazer isso de uma forma consciente assim num compromisso né de de se olhar e começar a reconhecer quanto a gente não trabalharia em nós por exemplo o nosso orgulho né isso nos conectaria assim com esse lado mais humilde assim de ver as nossas reais possibilidades né E aí podendo ir aceitar mesmo as coisas né então é realmente complexo isso aqui que ela tá colocando esse processo todo eu só queria lembrar dos mecanismos de né porque quando é diz Ah então mas tem os mecanismos de defesa que estão sustentando aquela pessoa né naquele tempo que é necessário né para depois ela poder avançar obrigada eu acho muito bonito esse esse processo de libertação nesses requisitos que a Cláudia colocou porque realmente a benfeitora mostra que H um caminho né E tu aqui esse process de conhecimento né envolve Justamente esse esse primeiro contato conosco mesmo

o nesses requisitos que a Cláudia colocou porque realmente a benfeitora mostra que H um caminho né E tu aqui esse process de conhecimento né envolve Justamente esse esse primeiro contato conosco mesmo né quando ela propõe que e o que se é né O que se quer o que possui como se encontra ou seja para Não julgue não é julgar não é se condenar se perceba se reconheça é Joana quer nos libertar dessa vitimização que a gente tem né E dizer pera aí você não não s mais crianças você não são mais indivíduos incapazes V vão sair do lugar da vida vamos ficar não V dar uma desculpa vamos assumir que são seres dignos capazes de avançar E então vamos romper com aquele processo de ilusão e buscar realmente o autoconhecimento é exatamente isso eh ela fala a seguir aí né e que por conta dessas causas né que você trouxe né né Eh de reencarnações passadas né De traumas da infância né Eh da forma como foi conduzido e tal se o indivíduo não muda ele vai permanecer fragilizado e Refém de tudo isso né como você trouxe né suscetível aos estímulos negativos porque aí ele tá fragilizado né se ele tá fragilizado a gente sabe que o pensamento né é a via de comunicação com todas as dimensões né e a forma como ele se sente né a emoção que ele traz ele vai est fragilizado mesmo né ele vai tá fragilizado diante dessas dessa dimensão espiritual que nos habita né fragilizado mas num discurso onipotente né Cláudia porque ele tá fragilizado mas S de conta dessa arrogância compensatória para se autoafirmar a partir de de fiozinhos frágeis que ele tem né que no fundo ele tem medo né medo e e não acredita mesmo nesse amor ainda Divino né Não acredita nesses valores espirituais sustentado pelo amor do pai e pelo próprio autoamor e por isso que Joana coloca que esse movimento e se faz na medida que eu tenha realmente um discernimento dos objetivos da vida né E também né do empenho em vivenciar isso então realmente eu tenho que encontrar uma realidade que uma realidade que não é mais dos fatos nem do jogo ilusório da da matéria e dos

s objetivos da vida né E também né do empenho em vivenciar isso então realmente eu tenho que encontrar uma realidade que uma realidade que não é mais dos fatos nem do jogo ilusório da da matéria e dos interesses do mundo mas sim dos valores verdadeiros que são os valores espirituais né E isso que talvez seja difícil ainda para Maia das pessoas reconhecer e fic nessa fragilidade mesmo que elas se coloquem né numa atitude arrogante compensatória para fugir de si mesmo e ela sempre muito positiva né gente porque daí ela diz então que esse que todas essas aflições essa fragilidade essa baixa autoestima é preciso ultrapassar isso né seguir adiante né E aí ela diz mediante um cuidadoso programa de discernimento né dos objetivos da vida e pelo empenho em vivencial então aqui o discernimento no sentido de uma consciência né de tá envolvido de tá de estar na vida mesmo né né então esse autodescobrimento que traz uma outra lógica assim né que é realmente eu eu me responsabilizar por tudo isso é é existe uma maturidade nossa né por isso que ela diz que inadvertidamente por comodidade a maioria das pessoas aceita e submete-se ao que poderia mudar a benefício próprio então quantas coisas que ela acredita que a gente já pode mudar né e a gente ainda não não não não não tem esse discernimento dizer tá não isso é tudo bem Eu realmente acho que eu não tenho condições que eu sou a última bolachinha do pacote mas vamos lá alguém vai né isso tem algum valor né então eu acho ela muito positiva né E aí ela diz que tem essa questão da autopunição né autop punindo-se e acreditando merecer o sofrimento e a infelicidade com que se vê abraços quando a propósito da divindade para com as suas criaturas é a Tude é a perfeição né então aqui ela Ela traz também essa questão né de que muitas vezes a gente fica muito preso naquela ideia de que é meu Karma eu tenho que sofrer né A vida é difícil né E quando ela diz que não que ISO não é a lógica do divino né a lógica do divino é a Plenitude então independente do que

reso naquela ideia de que é meu Karma eu tenho que sofrer né A vida é difícil né E quando ela diz que não que ISO não é a lógica do divino né a lógica do divino é a Plenitude então independente do que tem ali não a gente merece ser feliz aqui né e buscar isso né dentro daquilo que é possível então ela ela eu achei muito linda essa esse parágrafo aqui da Joana De Angeles mas aí ainda tá a vítima né que se acredita né que merece sofrimento é como o que o Gelson trouxe ainda tá naquele padrão antigo né de inflacionado né se sentindo especial né E aí Sente especial mas se coloca como vítima né ainda tá nesse lugar então é um longo caminho mesmo né a gente vê que é um longo caminho de de desvi andamento né de primeiro de aceitação né e achei tão bonito também quando o Gelson falou né todo mundo é especial né até anotei aqui né Eu sou digno especial né achei tão bonito isso né Então até a pessoa chegar a esse estágio de que ela é digna especial né é um um longo percurso né E aí eu me lembrei de que uma amiga Bet ela fala nós somos filhos de Deus e irmãos de Jesus gente então assim tem uma potência né nessa fala né paraa gente poder recuperar né Essa essa divindade que habita em nós né E e esse irmão que veio maior que veio nos trazer né essa notícia né de que nós nós somos filhos do pai né é interessante tudo isso porque ela tá realmente falando ainda do dessa mentalidade né dessa conduta infantil Ela diz que a gente é dominado ainda por essa conduta infantil que é um processo de pensamento né uma forma mental de viver a vida muito acomodada eh e e não responsável então ou é movido pelo medo ou movido pela voracidade infantil de querer tudo né então ela diz né que que envolve isso que que você tá falando que a m trouxe de outro fica eh na nessa mentalidade de ser merecedora eh de uma maneira pouco criteriosa ou do castigo então uma educação por prêmio né ah se tu se comportar tu vai ganhar o céu tu se comportar tu vai pro inferno e não uma mentalidade de discernimento de reflexão

maneira pouco criteriosa ou do castigo então uma educação por prêmio né ah se tu se comportar tu vai ganhar o céu tu se comportar tu vai pro inferno e não uma mentalidade de discernimento de reflexão de operacionalidade a partir de ti mesmo né nesse processo que envolve acerto e erro desafios e reconhecimento da nossa pequeneza descoberta de coisas importantes ou seja eh desse caminho realmente de viver a vida por inteiro que é o que o Jung propõe também né que de uma certa maneira um dos maiores pecados né é a medicar da própria vida a se abandonar né então a juna propõe de uma dessa maneira viver a vida por inteiro ou seja e e sair dessa visão infantil né de prêmios e castigos onde a resignação pode ser também uma armadilha né eu eu aceitar simplesmente como uma forma de não lutar então eu eu tenho que aceitar a vida tenho eu tenho que aceitar o que a vida impõe quanto desafio e às vezes até um sofrimento tenho né porque de uma certa maneira isso pode me pertencer enquanto à minha dinâmica Mas isso não quer dizer me acomodar e né ou seja aceitar não se revoltar mas não quer dizer que eu não posso mudar isso né então a proposta do Cristo né na na na na voz Divina que ele veio anunciar é justamente da Felicidade como a Joana várias vezes vem colocando e aqui ela também reforça né que o nosso caminho é de plenitude e de perfeição né e felicidade é é isso né só que isso é um processo de conquista mas é essa a proposta que Deus ser para nós e da qual Jesus veio nos nos trazer né as possibilidades então de uma certa maneira eh e eh eh eh eh esse autodescobrimento nos liberta dessas imagens equivocadas né a respeito da própria vida e que da nossa infantilidade a gente se agarra como forma de eh sustentar uma uma uma vida que na verdade é baseada ainda no medo n na insegurança e no desamor conosco M então Eh para mim essa proposta de autodescobrimento da benfeitora é um desvelar do que representa verdadeiramente ser e ser é justamente a possibilidade de poder compreender o que

o desamor conosco M então Eh para mim essa proposta de autodescobrimento da benfeitora é um desvelar do que representa verdadeiramente ser e ser é justamente a possibilidade de poder compreender o que seja verdadeiramente também amar então essas duas coisas vem junto né né É isso que eu entendo aí qu el quando ela propõe essa proposta de autodescobrimento aqui que é a proposta desse livro é que é muito forte em nós ainda né Essa Ideia se eu fizer tudo direitinho né Se fizer tudo direitinho então Eh eu não vou ser punido isso aí tá tá muito né porque eh é um caminho numa certa forma seguro né alguém me diz o que eu tenho que fazer o que eu não tenho que fazer então não eu em tese não corro o risco mas eu também não acabo não descobrindo o Quais são as minhas potencialidades Mas isso ainda é muito forte né porque quando ela propõe essa essa questão eh de amadurecimento desse eu profundo né Então ela tá dizendo olha vai para dentro de ti e vê e busca né se tu é filho de Deus e carrega todas essas potencialidades divinas né Eh Descobre isso só que pra gente descobrir isso a gente vai ter que sair de lugares de segurança né a gente vai errar vai levantar ela desz erra Faz de novo subi um degrau sobe mais um né Joana em vários momentos Ela traz isso assim né e muitas vezes a gente tem dificuldade de correr riscos né tem muito medo de errar só que acaba ficando daí naquele lugar ali onde a gente não avança muito também né E aí como já estava dizendo acaba não vivendo a vida por inteiro muitas vezes por medo né então é um P pede a complexidade da vida né marúcia porque a gente tem essa visão infantil que ainda tem lá tá lá no no princípio do Judaísmo e que o protestantismo também adotou e que se a gente for ter m a Deus e ter fé Deus vai nos dar saúde riqueza prosperidade então a a a uma vida Próspera rica ável é que a gente tem fé e Temer a Deus que essa essa visão aí que ela fala aqui né de recompensa né e e a resposta a Jó né justamente ela veem nos questionar isso né quando Jó ap ser

a Próspera rica ável é que a gente tem fé e Temer a Deus que essa essa visão aí que ela fala aqui né de recompensa né e e a resposta a Jó né justamente ela veem nos questionar isso né quando Jó ap ser tente a Deus ter fé Deus tira tudo dele né então como amar a Deus e reconhecer esse amor essa possibilidade quando a vida me tira tudo como compreender isso né e compreender que se tirar não é de uma certa maneira um castigo e nem um um desacordo de Deus contigo mas é Um Desafio necessário que Deus acredita em você e e quer que tu avance e supere aquela faixa evolutiva da Qual tu tá preso ainda né então de uma certa maneira a a gente vai resignificando a vida e e vendo nos Fatos e nas ocorrências uma dimensão muito mais profunda do que essa mentalidade infantil de eh castigo e recompensa da qual a gente tá preso ainda né e e mal acostumado né então Eh é aprender a lutar né a poder enxergar além do factual enxergar além do ilusório de poder realmente ser tocado profundamente pela vida e dizer o que que isso quer dizer para mim que que isso aponta que que isso vem trazer enquanto questões vitais fundamentais paraa minha vida nesse momento né O que que eu tenho que reconhecer aprender ou eh construir a partir desse Desafio ou seja né é uma proposta realmente de crescimento né de apostar que a gente pode de apostar que é possível e só para isso a gente tem que realmente se desacomodar e a nossa tendência é ficar acomodado ainda nesse lugar de querer ser conduzido né e e não realmente de fazer a caminhada e pagar o preço Pelas nossas escolhas e nossa pró experimentação humana que é fundamental para esse processo de autossuficiência de libertação e de conquista verdadeira de nós mesmos Então esta é a grande proposta da benfeitora né a partir deste livro né E ela vai dizer assim que eu achei bem bonito bonito aqui eh ela diz liberando-se das imagens errôneas a respeito da vida então Ou seja a gente eh sustenta e alimenta essas imagens errôneas da vida você deve assumir a realidade do processo da

ito bonito aqui eh ela diz liberando-se das imagens errôneas a respeito da vida então Ou seja a gente eh sustenta e alimenta essas imagens errôneas da vida você deve assumir a realidade do processo da evolução e vencer-se então o problema não é o mundo não são as dificuldades nem as facilidades somos nós né superando os fatores de perturbação e de destruição que nós acabamos gerando nós mesmos em função da nossa incapacidade de acreditar e de poder realmente assumir aquilo que nos pertence enquanto caminhando então n é e no final ela encerra né com uma atitude muito singela muito bonita né hum Achei lindo isso é quer falar um pouquinho sobre isso mar eh não eu achei tão lindo ela dizer né ali da da Ela diz que a contribuição singela mas e singela não tem nada né Gente olha a potência dessas imagens que ela traz uma fagulha pode atear um incêndio um faíco de luz abre brecha na treva uma gota de bálsamo suaviza aflição uma palavra sábia guia uma vida um gesto de amor inspira esperança e doa a paz então se nós estamos aqui ouvindo tudo isso e lendo isso e achando que é muito grande para nós ela tá nos dando uma dimensão bem bonita aqui né que o mínimo que a gente consegue o passo que a gente dá tem uma repercussão imensa né linda essa imagem aqui de um de um facíl de luz que no meio da treva representa muito né de uma palavra sábia então esses pequenos movimentos né pra gente não achar que isso aqui um empreendimento assim tão grande que não vou nem começar né não ao mas né Lu uma Faísca ela tem que encontar um ambiente favorável para poder gerar a combustão né então por isso que ela fala no final aqui né que essa e pequena contribuição é dirigida àqueles que sinceramente buscam Então é isso que a também tá dizendo Olha né Eh o pouco aparente que possa oferecer at pode ser muito se da parte de vocês do coração de cada um havia uma sinceridade de busca né tendo Jesus como modelo de terapeuta superior para os problemas do corpo da mente do Espírito ou seja não sou eu é a mensagem do Cristo né e eu

do coração de cada um havia uma sinceridade de busca né tendo Jesus como modelo de terapeuta superior para os problemas do corpo da mente do Espírito ou seja não sou eu é a mensagem do Cristo né e eu que tô fazendo é uma contribuição Mas é para aqueles que realmente tem a sinceridade de buscar então esse é o convite do autodescobrimento convite também de desse caminhar né Desse despertar sincero em relação à nossa atitude achei tão tão bonito essa esse final aqui no prefato dela e depois ela termina com a visão que ela acredita de nós né permanecemos confiantes nos resultados felizes né então é é essa aposta né na nossa potência nas nossas possibilidades né de ressurgir de Renascer a cada momento muito bonito mesmo com certeza né então a gente pode encerrar nosso bate-papo de hoje né dando uma ideia né Desse convid do que seja né o estudo dessa obra maravilhosa convidando a todos então para continuar o nosso estudo Justamente na próximo encontro onde vai começar no capítulo um o ser real é onde ela vai começar trazer n questões importantes a gente vai dividindo os capítulos conforme o conteúdo de cada capítulo Então esse capítulo a gente vai dividir em três encontros então e no próximo encontro a gente vai trabalhar a primeira parte do Capítulo que é complexidade da energia então a gente sugere que as pessoas já Leiam né que vão nos acompanhar já Leiam o capítulo para poder já refletir já elaborar similar E aí na nossa conversa poder de uma certa maneira ir agregando elementos em favor desse processo de esclarecimento e aproveitamento do que a benfeitora tem para nos oferecer nesse estudo maravilhoso alguma coisa mais Manú e Cláudia que queram colocar não tá certo então agradeço as duas por mais esse momento abençoado né agradecendo a benfeitor nos brindar com tamanhos riquezas de conhecimento né do esforço e do amor dela por nós em nome de Jesus nome de Francisco e faz reforçar o nosso convite de estarmos juntos continuando o estudo da série psicológica um grande abraço a

s de conhecimento né do esforço e do amor dela por nós em nome de Jesus nome de Francisco e faz reforçar o nosso convite de estarmos juntos continuando o estudo da série psicológica um grande abraço a todos e até o próximo encontro

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