T8:E14 • Desperte e seja feliz • Comportamento

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:00:43 120 visualizações

No décimo quarto episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Marluce Renz exploram o capítulo 14 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Comportamento". Um estudo essencial sobre como atitudes e escolhas refletem na jornada de autoconhecimento e evolução espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Alô, amigos. Nosso grande momento chegou. Bem-vindos a esse momento especial de mais um estudo da série psicológica Joana de Angeles. Momento rico que toca profundamente nossa alma, despertando-nos para essa consciência espiritual. Em busca da proposta do Cristo. Nós estamos estudando o livro Desperto e Seja Feliz. Hoje o capítulo 14, comportamento e conosco que a Cláudia Marluce para fazermos esse trio de e refletimos sobre esse capítulo. Então, bem-vindas também, gurias, para esse momento tão bonito, tão especial, como sempre. Nossa gratidão a todos que estão nos escutando. E esse é interessante esse capítulo, né? Porque ela apresenta um movimento, quando vê ela vai parar lá no corpo também, né? Então é interessante essa trajetória que ela vai fazendo aqui no capítulo, mas eu queria trazer primeiro antes de gente começar a aprofundar a mas a a partir da própria leitura, né, do do capítulo, eh o que que é o comportamento, né, que já que a Joana propõe o título do do reportamento, né, que que é um comportamento? Então, eu gostaria da gente poder começar trabalhando o conceito, né, de comportamento, eh, a partir das próprias ideias dela e da própria da proposta psicológica paraa gente poder depois ir aprofundando em relação ao ao material que ela nos nos traz, né? O que que vocês têm a dizer sobre a ideia de comportamento? Uma boa pergunta essa. Não fui pesquisar o conceito de comportamento, tá gente? Mas eh o que me marcou muito aqui é o comportamento como a nossa manifestação no mundo, né, de aspectos eh que dizem respeito ao nosso mundo íntimo, a nossa consciência, né? como a gente manifesta isso, porque é um assunto extremamente rico assim da gente pensar o comportamento, a gente vai aprofundar. Mas eu, a primeira frase que me chamou muito atenção, que eu gostei muito, foi quando ela começa ali antes do capítulo, né, a dizer que a conquista do ideal será lograda quando ser com letra maiúscula interior, né, ditoso, comande os equipamentos que eles estão à disposição,

foi quando ela começa ali antes do capítulo, né, a dizer que a conquista do ideal será lograda quando ser com letra maiúscula interior, né, ditoso, comande os equipamentos que eles estão à disposição, refletindo-se no indivíduo, né? Então o comportamento como esse reflexo, né, de algo que tá em nós, né, refletindo-se no indivíduo com um comportamento, daí que ela traz gentil sem afetação e nobre sem presunção, né? Então ela trazendo aqui essa manifestação enquanto gentileza, enquanto nobreza. Eu achei tão profundo e poético isso, né? esse como que a gente cuida do outro, se relaciona, outro se manifesta em nós, pelo nosso comportamento a partir do que tem dentro de nós, né? Então eu comecei a pensar o comportamento por aí, né? Isso. Obrigada, Marlúcio, por ter iniciado e eu também tô junto com você e que não fui pescusar essa pegadinha, né, do que significa a palavra em si, mas a gente vai aprendendo, né? E como você mesma disse, o comportamento revela quem nós somos, né? Aquilo que nós temos no nosso interior, né? As conquistas do selfie, né? do espírito ao longo de várias décadas e também revela as os distúrbios, os transtornos, né, aquelas neuroses, né, que que precisamos dar conta. Então, o comportamento ele ele revela esse todo, né, que há em nós, né? E eu concordo com você, né, com essa quando você eh nos traz essa primeira frase, né, e fala dessa beleza poética, né, e é até de uma docilidade, né, de uma sutileza, quando ela vai nos trazendo a palavra gentil, sem afetação, né, quer dizer, ela traz uma suavidade, né, Joana, traz uma suavidade, a necessidade de de nós revelarmos essa suavidade, né? né? E depois ela vai trabalhar que eh quem grita é quem não sabe quem é, né? Porque assim, aquele que sabe quem é não precisa gritar, não precisa desbravejar, né? Ele é sutil. E então é isso, né? E e ainda falando dessa primeira frase que você ressaltou, né? Logo no início, né? E é interessante como a Joana também nos captura com algumas expressões, né? Quando ela diz

util. E então é isso, né? E e ainda falando dessa primeira frase que você ressaltou, né? Logo no início, né? E é interessante como a Joana também nos captura com algumas expressões, né? Quando ela diz assim, a conquista do ideal, eu fiquei pensando o que é ideal, né? A conquista do ideal, pera aí, vou parar aí, né? E aí logo depois, lá na frente, quando ela vai vai eh eh no final do capítulo, ela vai dizer assim: "Para que o comportamento alcance o ponto ideal que faculta resultados felizes, isso lá no final." Então, aí eu lembrei de um ideal com outro ideal, né? que ela introduz o capítulo. E eu fiquei pensando, bom, então o ideal é é é é o meio pelo qual a gente se comporta e vive, se expressa para que a gente alcance essa felicidade, né? Resultados felizes que ela trouxe. E aí eu fiquei pensando, bom, mas então o ideal é essa conquista de si mesmo, né? Eh, que vai que vai eh representar um amadurecimento psicológico, né? nessa suavidade que ela nos traz, né, com a com as palavras dela, o comportamento gentil, sem afetação, nobre. Então essa esse amadurecimento psicológico que vai se rendo depositado, né, par e passo ao longo de todas as vidas no self, né, esse princípio inteligente do nosso espírito, ele vai revelando esse nosso amadurecimento psicológico, onde a gente começa a aprender a a beleza de ser sutil. E isso é um longo caminho, né? É bonito, mas é um um longo caminho, né? Se >> a gente pudesse fazer uma síntese a partir do que a benfeitura traz, das ideias de vocês, né? Porque ela ela começa o capítulo falando: "Exteroriza-se o mundo mental". Então, claro, a gente sabe que o mundo mental é esse ser eh interior que leram aqui no início, né? que agora el não tá usando de self ainda, né? Esse ser interior, essa dimensão do espírito imortal, nossa essência, né, também divina, né, que vai enquanto processo superando a si mesmo e a própria natureza dessa opos contra a natura, m contra natureza, né, para poder realmente chegar essa conquista ideal. Quando fala em conquista ideal,

que vai enquanto processo superando a si mesmo e a própria natureza dessa opos contra a natura, m contra natureza, né, para poder realmente chegar essa conquista ideal. Quando fala em conquista ideal, realmente é uma meta a ser atingida, né? Então o comportamento ele vai seorizar da mente e ela vai dizer assim: "No comportamento se manifesto a sua realidade intelecto moral e o seu correspondente nível de saúde física e mental. Então, eh, a gente pode dizer que o comportamento são todas reações, atitudes em relação ao nosso diálogo com o mundo, né, a nosso meio da qual a gente tá envolvido, ao meio ambiente, né, que envolve tanto o nosso organismo físico, eh, quanto a questão aqui psicológica num contexto histórico, né? Então, a gente é influenciado e pelo meio influenciamos o meio, né? A gente pode ter comportamentos individuais e comportamentos coletivos. Ou seja, a nossa mente, ela pode estar tomada por por eh um movimento que não é pessoal, influenciado por padrões e atitudes coletivas a ponto de eu me deixar levar por esse movimento coletivo e ter comportamentos coletivos. Quando eu abdico de mim mesmo ou me alio a outros, eu tenho comportamentos coletivos. quando tem um movimento que é próprio, né, e que fala da minha posição e a minha reação e atitude própria, eu tô falando do movimento individual. Então, dentro do que estão falando, né, que que reflete então a maturidade, reflete as conquistas da gente, reflete, né, os recursos internos, né, falaram tudo isso, né, que eu acho muito pertinente. A Juna em outro momento, ela vai dizer que o comportamento é o resultado do grau de consciência do indivíduo naquele momento. Naquele momento muda, né? nossa consciência muda. Então, nesse momento, eu tenho condições de ter um comportamento X em função do grau de consciência dentro desse contexto que tô vivendo. De repente tem alguma coisa que me perturba a consciência ou ativa em mim algo mal elaborado, o meu comportamento pode não ser mais adequado ou ou de uma certa maneira eh propício a esse

e tô vivendo. De repente tem alguma coisa que me perturba a consciência ou ativa em mim algo mal elaborado, o meu comportamento pode não ser mais adequado ou ou de uma certa maneira eh propício a esse contexto. Eu tenho um comportamento que reflete uma instabilidade ou uma uma perda de consciência a partir de uma emoção mal resolvida, de um conflito. Então, de uma certa forma, o comportamento muda, né, nesse jogo de afetações, onde eu afeto o mundo, o mundo me afeta e eu sou atravessado por vários fatores internos. Então, eu acho muito bonito essa essa visão de Joana quando ela ela refere que o comportamento é a síntese de um momento, é o resultado daquilo que eu posso dar e realizar e me e e exeriorizar, como ela diz aqui, a partir desse nível de consciência que eu tô vivendo e conquistei naquela determinada situação da minha vida. E por isso que ele é um processo aqui, se você falar desse desse início aqui do do material dela, um processo quando o ser interior, né, eh comanda já, né, supera a matéria nesta obra contra a natureza, supera a matéria, vence também a a a si mesmo e consegue organizar os elementos em favor desse homem pleno, né, que se torna gentil e sem afetação e nobre, como vocês colocaram aqui na a partir das palavras da benfeitora. Então, eu acho bem interessante tudo isso, porque a gente não para de pensar, né? A gente tá, como o comportamento é algo tão óbvio, a gente não para para pensar: "Puxa, mas o meu comportamento ele ele é o quê? Ele reflete o quê? O que que ele fala de mim? o que que ele ele expressa nesse momento da minha realidade enquanto a minha mente e que aí o espírito vai podendo eh alcançar e mobilizar e fazer o uso dos recursos que eu tenho, que a vida me coloca. Eu acho isso bem eh profundo, Jos, porque eu também pensei aqui quando eu tava lendo ela eh nesses em dois aspectos do comportamento, né? Eu me lembrei de quando a gente é criança e nos ensinam assim que a gente tem que ser bem comportado, né? Te comporta bem quando tu vai na casa de alguém, né? Então a

is aspectos do comportamento, né? Eu me lembrei de quando a gente é criança e nos ensinam assim que a gente tem que ser bem comportado, né? Te comporta bem quando tu vai na casa de alguém, né? Então a gente desde pequenininho vai aprendendo as regras sociais, tanto que às vezes a gente se comporta super bem fora e dentro de casa é um terror, né? E então existe esse nível, eu acho, de comportamento, eh, que é assim, a gente tem essa capacidade de muitas vezes inclusive eh refrear, frear impulsos nossos e tal, porque a gente tem condições de aprender, a gente aprende com o meio, a gente aprende as regras sociais, né? Então, nesse nível de comportamento, ele também tá refletindo uma consciência que a gente tem. A gente tem uma certa consciência de coletivo, né, de como conviver com as pessoas, né? Então, esse para mim, eu fiquei pensando em dois níveis de comportamento. Esse é um nível de comportamento que o ambiente nos influencia. Nosso comportamento muda dependendo da cultura que a gente tá. Tem coisas que eu posso me comportar de um jeito num país e não posso em outro, né? Assim como em ambientes sociais, eu não vou me comportar do mesmo jeito numa festa do que num velório. Então a gente vai aprendendo isso e isso fica, isso faz parte da nossa condição de esto, de se relacionar com o mundo, né? Enfim, mas o que a Joana tá propondo aqui, quando ela fala de refletir esse ser interior, ela tá falando daí, né, de um comportamento que vem já por um outro nível de consciência, onde a minha manifestação do mundo, como eu ajo, como eu penso, tá em acordo, tá, tá, tem coerência com o que eu sinto. Por isso que daí, né, Claudinha, eu acho que pode vir a gentileza, né, e a nobreza como uma uma manifestação do nível de cuidado que a gente tem com o outro. Então daí eu passo a cuidar, entre aspas, do outro, não porque me ensinaram, né, porque tu tem que ser bem comportada, não, porque aquilo tem coerência e sentido e encontra uma ressonância interna, né? Então eu isso com essa

dar, entre aspas, do outro, não porque me ensinaram, né, porque tu tem que ser bem comportada, não, porque aquilo tem coerência e sentido e encontra uma ressonância interna, né? Então eu isso com essa questão da educação e da experiência que ela fala ali, né? Então à medida que a gente vai se educando, não só porque alguém nos ensina as regras, mas a gente vai entendendo toda a dinâmica e a gente vai vivendo aquilo, isso, claro que vai alterando, né? Nos nos transformando, como tu tava dizendo, né? J >> é super interessante isso, Marlúci, né? E assim, quando você tava falando sobre os vários tipos, né, os dois tipos que você elencou de comportamento, eu fiquei pensando assim que até com pessoas a gente pode mudar, não necessariamente lugares, né? Se a gente tá em contato com uma pessoa mais calma, né, mais gentil, né, mais ponderada e tal, a gente vai se assemelha àela onda, né, que a pessoa transmite, né, se a gente tá num num ambiente mais agitado, as pessoas que falam mais alto e tal, você acaba saindo do seu tom e também se adequando, né, que é tão sutil a forma como o ambiente nos eh, molda, né? É, é muito interessante isso. E aí, tem tudo a ver mesmo com o que você trouxe da educação e da experiência, né? E inclusive quando ela fala lá embaixo, ninguém consegue identificar-se com a autoiluminação, não estando disposto ao esforço por educar-se, comportando com equilíbrio diante das circunstâncias que defronta no processo social, assim como nos fenômenos e ocorrências pessoais. Porque é esse é o ora e vigia, é estar alerta, né? Porque assim, eh é esse esforço, essa dedicação de de de desse dessa observação e de educar-se, independentemente se aquela pessoa tá assim assado, você tentar não entrar no padrão dela, né? Ou até aproveitar e entrar naquele padrão melhorado, né? que você tá tendo uma oportunidade rara, né, de estar, né, com uma pessoa mais equilibrada e a gente tem que aprender o tempo todo, né, mas ela traz esse esse esforço por educar-se. E aí a gente

, né? que você tá tendo uma oportunidade rara, né, de estar, né, com uma pessoa mais equilibrada e a gente tem que aprender o tempo todo, né, mas ela traz esse esse esforço por educar-se. E aí a gente lembra do atributo da vontade, né? Precisa ter uma vontade ativa, atuante, onde você se coloque eh em todo momento num campo de experimentação para melhor, porque todas as oportunidades são oportunidades nas circunstâncias, né? E aí, eh, já caminhando nesse sentido, né, de esforçar-se, né, nós pensamos como como você trouxe e também a gente pensa, então, então a nossa mente vai vibrar em que sintonia? Porque ela traz aqui nesse segundo eh parágrafo da introdução, a mente que capta o psiquismo superior e canaliza-o através do cérebro, vitalizando o organismo. Então, é através dessa conexão, desse ato de educar-se para vibrar numa onda mais generosa, mais doce, né, pacífica, é um exercício a todo momento. é que a gente vai conseguir se conectar a a nossa mente de espírito, né? Vai conseguir fazer e e essa conexão é muito desse self, né? O ego tem que ela, né? se conectar com o self para que ele vá se conectar com esse pquismo superior e aí sim a gente conseguir trazer vitalidade pro nosso organismo, porque aí a gente vai e vai se retroalimentando dessa situação eh eh de desfrutar, como ela disse, desfrutando de saúde plena, de bem-estar, não de tóxicos, né, como a gente a todo momento dessa psicófera ambiental, mas a gente se conectando ando com esse pensamento cósmico, né, que circula em todo o universo. é um grande exercício, né, de uma vontade ativa, de uma educação, de uma autoeducação, né, e até também de uma educação do outro, porque quando o outro eh avança um sinal, a gente tá ali para, ó, não contamina a minha onda não, porque eu tô fazendo um esforço danado para me manter nessa onda e tentar beber da do psiquismo cósmico. Então, vamos devagar com isso, né? Agora é interessante tudo isso. Isso me lembrou de Pedro, né, que quando Jesus pergunta quem sou eu, né? Quem sou eu?

sa onda e tentar beber da do psiquismo cósmico. Então, vamos devagar com isso, né? Agora é interessante tudo isso. Isso me lembrou de Pedro, né, que quando Jesus pergunta quem sou eu, né? Quem sou eu? Que sabe, né? E Pedro dá uma resposta muito adequada, que ele é filho de Deus e tá ali para promover, né, a verdade. Muito bem, Pedro, né? E ele continua conversando com os discípulos e e aí logo após ele fala do testemunho que ele tem que dar. E Pedro, não, meu meu meu mestre, eu eu não vou deixar que isso acontecer, eu morro por ti. E Jesus ralha com Pedro dizendo: "Pedro, vai, né?" Eh, e e mostra que Pedro foi inadequado, que que ele foi porta-voz também de espíritos eh eh contrários a à verdade, ao bem, né? Então eu vejo assim o quanto e esse essa questão do comportamento ela é dinâmica e tem várias facetas, como estão falando aqui, essa esse comportamento que se alia a a a ao psiquismo divino superior e que me sustenta e me dá condições e recursos para mim viver esse processo, eh, para e me sustentar a partir de algo de valor essencial, né? Porque se o processo começa na mente, o comportamento vai coagulando, né? Começa na mente como uma fantasia, como um sentimento, como um estado interno, né? Positivo, negativo, aquilo vai sendo nutrido, depois ganha lugar na fala, né? E a fala ganha lugar então numa ação, né? No comportamento enquanto, né? Então é um processo, né? E claro que nesse movimento todo, né, do do do desse se expressar no mundo, eh a gente não consegue sustentar eh esse esse comportamento se não for verdadeiro. até pode falsear o comportamento, por ter esse comportamento coletivo, né? Uma consciência coletiva que me obriga a me comportar bem, mesmo que a minha natureza não seja esta tão, né, adequada assim, mas eu consigo, né, e vou aprendendo, né, vou tendo que me disciplinar. Tão coletivo, disciplina como o coletivo também me pode me me deixar fora de mim, da minha da minha ética espiritual. e e me levar a comportamentos aberrantes, né, dependendo do do da psicologia de massa

coletivo, disciplina como o coletivo também me pode me me deixar fora de mim, da minha da minha ética espiritual. e e me levar a comportamentos aberrantes, né, dependendo do do da psicologia de massa que tá envolvido aí aquele jogo coletivo. né? tem uma parte do comportamento que é realmente o do equilíbrio, da ética, né, da minha postura interna, da minha do meu posicionamento, que é aquilo que realmente eu já conquistei enquanto valores espirituais e que vai muito além então da da do corpo social, da da do comportamento coletivo ou do coisa que pode ser falciado até por interesse, né? Pode ser um interesse escuso e fingir um um comportamento adequado, mas o meu comportamento verdadeiro é o do bandido, né? Ou do mal intencionado, perverso, que se esconde por trás de uma imagem. Então é muito complexo. Então, eh, o quanto eu tô realmente perdido de mim mesmo e dessa essência divina, né, da qual nós estamos mergulhados, como a prefeitora coloca aqui, né, no pensamento cósmico, né, e posso daí me sustentar nesse lugar, né, eh, e quanto muitas vezes eu me deixo levar e aí entra a questão que tu falaste, né, Cláudia da vontade, né, porque se eu me deixa eu levar por uma por um apetite eh, instintivo, digamos assim, eh fome, tecto, né? A gente pode culpar o corpo. Ah, não, mas não é o corpo, é tu é fraco ou se deixa levar por interesses que estão ligados à sensações que essas esses impulsos te trazem. Então vai ter sempre o espírito por trás, seja em função de vontade própria ou de ou de fraqueza ou fragilidade ou de interesse que vai refletir realmente ou o compromor da massa. Se eu não sei me deixar, se não consigo dar conta, né, da influência do mundo e me deixe levar pelo pelo jogo do mundo, né, perdendo a minha alma, né? Então eu tô mais comprometido com os valores coletivos, seja por que motivo for, do que com os valores realmente que eu acredito pudesse me nutrir ou não acredito ainda, não conquistei aquilo ainda. Então, de uma certa maneira tem sempre um jogo de

etivos, seja por que motivo for, do que com os valores realmente que eu acredito pudesse me nutrir ou não acredito ainda, não conquistei aquilo ainda. Então, de uma certa maneira tem sempre um jogo de tensão aí. que vai refletindo esse movimento nosso, né, de conquistas, de aprendizado, de conflito, de dúvidas, de coisas que já entende, mas não assimilou ainda e assim por diante. Então, é um jogo rico de movimentos, né, que que que estão presente nessa nesse campo que a gente chama de comportamento. Por isso que eu achei muito interessante ela falar da educação e da experiência, porque daí eu me lembrei da parábola de Jesus, do Bom Samaritano, quando perguntaram para Jesus: "Mas quem é o meu próximo?" E aí Jesus conta a história do homem que foi eh roubado, ferido. E aí passou um sacerdote, não fez nada, passou um levita, não fez nada. Que eram pessoas que tinham já a educação, o conhecimento de como deveria se comportar e não agiram. E aí passou um lá que não tinha nada disso, mas acolheu, deu dinheiro para que alguém cuidasse dele quando ele teve que ir embora, né? Então, eh essa questão do da educação e da experiência, do passar pela experiência, eh também passa, né? Eu acho que tu tá dizendo, de a gente que poder questionar o nosso comportamento, né? Porque às vezes é tão naturalizado, nós nos comportamos de uma maneira tão automática ou sempre é assim que a gente acaba não questionando isso, né? E e muitas vezes nos comportamos eh de forma que não fomos nós que decidimos se comportar assim, mas alguém decidiu por nós. Porque e aí eu me lembro do Jung dizendo, né, que tinham duas dois tipos de pessoas que buscavam ele para fazer a análise, é quem não se adaptava e quem se adaptava demais, né? Então não consegui achar um lugar, né? como eu me comporto aqui, não consigo interagir com as pessoas ou eu nem questiono, eu nem sei quem eu sou e aí eu passo a a fazer coisas que eu acho que ah, tá, não, mas as pessoas fazem assim, todo mundo faz isso, né? Só que no nível de consciência

m as pessoas ou eu nem questiono, eu nem sei quem eu sou e aí eu passo a a fazer coisas que eu acho que ah, tá, não, mas as pessoas fazem assim, todo mundo faz isso, né? Só que no nível de consciência que a gente tá, a gente não pode mais alegar isso, né? Porque independente de como a gente se comporta, o nosso comportamento ele tem uma consequência e nós somos responsáveis por isso, né? Então, mas eu acho que tudo passa assim, que muitas vezes nosso comportamento passa despercebido. A gente tende a não pensar muito sobre isso, a não ser que aquilo seja muito perturbador, né? E aí nos desacomode. >> É isso mesmo. Eh, e assim, quando você fala assim, o nosso comportamento passa desapercebido, é uma grande verdade e é um grande perigo. Porque assim, a partir do momento que isso passa despercebido, a gente vai entrando no que a Joana nos trouxe aqui, né, dessa complexidade das dessas realizações, porque são interação, mente, corpo espírito, matéria. Então, a partir do momento que a gente eh passa a viver no automatismo, né, sem uma reflexão, a gente eh vai eh perdendo essa a gente vai entrando nesse comportamento desapercebido e não vai entendendo, vai ficando cada vez mais distante a gente entender o quanto esses comportamentos vão influenciando, vão sendo influenciados pela mente, né, como Jelson trouxe. né, e vão influenciando as células, né, do nosso corpo. E aí esse pensamento danoso, raivoso, cheio de mágua, né, vingativo, eh esse esse esse pensamento eh eh instintual, né, isso tudo vai retroalimentando as nossas células como de uma forma danosa. São esses tóxicos que a a Joana falou no início, né? eh nessa eh psicosfera ambiental, todos esses tóxicos rondantes em torno de nós, eles vão nos contaminando. E aí ela diz: "O corpo reflete os comportamentos mentais. Foi bem que o Gelson trouxe, né, o pensamento e deposação. E ela coloca, desculpe, gente, eu fiz um ato falho. Não é comportamento, olha só, é componentes mentais. Eu já tô querendo juntar comportamentos mentais. Eu já

on trouxe, né, o pensamento e deposação. E ela coloca, desculpe, gente, eu fiz um ato falho. Não é comportamento, olha só, é componentes mentais. Eu já tô querendo juntar comportamentos mentais. Eu já achando que a Joana já tinha criado uma outra expressão mais, né? Mas olha, o corpo reflete esses componentes mentais, todos esses resíduos danosos ou não, né, que ficam pululando, né, circulando na nossa mente e vão nos perturbando. E aí é o que você acabou de ressaltar, né, Marl, a gravidade disso e a responsabilidade, né, eh, da gente ter com isso para que a gente possa então nos nutrir de coisas saudáveis, porque a gente vai estar levando isso para as nossas células, né? A gente vai estar alimentando elas de uma forma saudável. Então aí ela diz assim: "O corpo reflete e os tecidos celulares reagem, né? Quer dizer, eles são nutritos e reagem dessa forma, conforme as ondas mentais que os visitam, agredindo-os ou conciliando-os. Então, é muito sério isso, né? Eh, essas essa esse pensamento inapropriado, né? Com comportamentos também inadequados. é muito sério para o nosso corpo físico e nós sabemos que o nosso corpo físico é intermediário, o que nos propicia é estar nessa vida agora, né? E e aí eu não queria me adiantar muito, mas assim, ela logo traz que além de departamento muito complexo da organização física e psíquica, o cérebro é uma valiosa glândula e ela coloca e emálica, porque o cérebro não é uma glândula. Mas por que que ela coloca glândula aqui? É porque assim, ele não é necessariamente uma glândula fiquei pensando, mas é através dele que se é alimentadas, são alimentadas as glândulas, né, do nosso corpo. Então ele secreta pensamentos, ele secreta, né, ele decodifica coisas. É através do cérebro que é possibilitada toda essa essa movimentação do maquinário do nosso corpo, né? Então, eh, olha como a gente vai, eh, ela vai desdobrando isso em níveis cada vez mais profundos, né, da responsabilidade. Aí eu eu trago a palavra responsabilidade com os nossos comportamentos, né, com o

o, eh, olha como a gente vai, eh, ela vai desdobrando isso em níveis cada vez mais profundos, né, da responsabilidade. Aí eu eu trago a palavra responsabilidade com os nossos comportamentos, né, com o nosso pensamento. é uma coisa automática, né? Porque eh o o independente da gente tá consciente ou não desse processo, né? Ah, porque o que a alma precisa expressar é da alma, né? é da natureza do espírito realmente se reconhecer a partir de imagem que é o seu pensamento. E o pensamento ganha então vida enquanto forma, seja enquanto vibração, né, ondem ou quanto partícula, quanto enquanto forma mental. Então não tem como separar isso, porque ela fala, por isso que tu trouxe essa essa colocação da benfeitora que há uma interação mente e corpo que não tem como separar essa realidade, né, mediada pelo perespírito. Daí tem duas coisas aí que eu gostaria de salientar. Uma isso que a Cláudia tá falando, que o corpo fala, né? O corpo denuncia, o corpo reflete. O corpo é um espelho dessa mente e reflete a realidade do espírito, seja enquanto uma história que é contada e o corpo então conta uma história, né? Ou como de uma certa maneira na questão psicossomática, né? que o que a Jun tá fazendo aqui é uma aula de psicossomática, o quanto o corpo ele eh eh tem um um papel também regulador e como um amigo, né, como, né, que suporta e drena os processos do espírito. E aí não só existe a questão do do corpo que reflete a a desarticulação ou articulação do espírito enquanto saúde e doença, mas também tem tipos de padrões de consciência corporal, porque, né, tem pessoas que são muito corporais, por exemplo, tudo aparece num corpo. A gente sabe que a mediunidade é um padrão corporal também. Tem pessoas que tem são médios sensitivos, tem pessoas que não são médios sensitivos. Então existe também como se exess estilos de consciência corporais que tem formas de adoecimento próprio e e tem caminhos arquetipos, padrões também ligados aos ao centro de força, aos meridianos do corpo que a medicina

como se exess estilos de consciência corporais que tem formas de adoecimento próprio e e tem caminhos arquetipos, padrões também ligados aos ao centro de força, aos meridianos do corpo que a medicina chinesa estudou. Então existe também padrões universais que onde cada órgão tem uma função não só física, mas uma função também eh eh psicológica e emocional. Então essas coisas não estão separadas. Então, se eu tenho raiva, isso vai ter a ver com certa parte do meu do meu corpo. Então isso é de uma riqueza, né, gente, de uma complexidade, né, eh, que que de uma certa forma para mim tem duas questões que que que envolve esse intenção o corpo, o corpo como esse diálogo comigo mesmo, podendo então ser esse espelho do, né, e o corpo como alguém que eh que me acol Olhe, que me dá suporte de assim, nós temos uma frase em psicologia, né, que diz para que o para que a gente não enlouquece, o corpo enlouquece pra gente, né? Às vezes o corpo tem uma uma compensatória, né, de suportar, né, coisas que também são muito dolorosas, são muito difícil, escorpo o corpo, ele de uma certa maneira faz um papel de ancoragem ou de amortecimento dos processos internos da gente. Então, o corpo também é o lugar eh desse que me acolhe como uma casa, né, e me dá um suporte em relação a a aquilo que para mim também é insuportável. Então eu vejo muito esse lugar também abençoado do quanto o corpo é é algo que nos ajuda a nos manter eh eh não esquecido de nós e nos e suportando aquilo que para nós é difícil de lidar em algum momento que tá lá inconsciente. Então, eh, eu vejo aí uma sabedoria, né, do corpo, né, cada célula é uma consciência, mas é uma sabedoria do corpo também naquilo que a divina providência construiu para poder balizar a nosso processo reencarnatório. >> Que profundo isso, J. Que bonito isso, né, da do corpo como um amigo. E eu fico pensando como que a gente trata o nosso corpo, como é que a gente olha, né, pro nosso corpo, né, muitas vezes com o olhar um tanto frio, distante ou nem

isso, né, da do corpo como um amigo. E eu fico pensando como que a gente trata o nosso corpo, como é que a gente olha, né, pro nosso corpo, né, muitas vezes com o olhar um tanto frio, distante ou nem percebe, né, nem dá chance, né, do deixar o corpo demonstrar aquilo que nossa alma tá sentindo, né? E o quanto também eu fiquei pensando eh o nosso corpo que sentimos no corpo também influencia diretamente no nosso comportamento, né, como a gente se coloca ali, né, que eh ela fala ali depois, né, dessa questão de quando somos muito ansiosos ou a questões da da depressão, né, eh que vão produzindo a forma, né, então e esse esse corpo, né, que carece né, de todos esses eh essas substâncias reguladoras do humor e tal, vão trazendo, né, essa postura mais desanimada, mais sem energia e aí eu não vou botando todo o meu potencial que eu que eu teria condições, né? Então, realmente é muito complexa essa relação eh da mente, do corpo, do do nosso comportamento, né? Quantas vezes, né, gente, acontece às vezes de nos faltar alguma vitamina, alguma coisa, né? E o nosso corpo manifesta isso como não tenho vontade de fazer nada, né? Então já tem marcadores biológicos ali que dizem: "Olha, se você não tiver com o sistema equilibrado, isso vai afetar o teu comportamento e não tem energia para levantar de manhã, né?" Então, e às vezes a gente se relaciona com o corpo, não como esse amigo assim que a gente deveria cuidar com carinho, com cuidado, mas não, né? A gente às vezes bota aqueles ideais de perfeição, bota aquelas coisas assim, eh, muito extremas, né, e trata o corpo quase como uma máquina, né? Então, eu achei muito bonita e e e tocante essa forma da gente olhar o corpo também, né? >> E e me parece assim que esse corpo que a gente habita, ele não é o reflexo da mente atual. a J tá colocando quanto o a coisa é automática, né? e o corpo vai de uma certa maneira eh responder, né, as vibrações que a mente tá produzindo ali. E isso, né, que ela vai acumulando e com o tempo pode gerar doenças, né, se

o a coisa é automática, né? e o corpo vai de uma certa maneira eh responder, né, as vibrações que a mente tá produzindo ali. E isso, né, que ela vai acumulando e com o tempo pode gerar doenças, né, se acúmulo de vibrações, né, mas como tem um perespírito, que é um corpo anterior ao corpo físico, e esse corpo perespiritual tem a memória do espírito, já tem regiões de conflito, né? Esse corpo que a gente habita, ele tem uma predisposição. Então, eu posso ter, eu posso ser um corpo que não assimile vitaminas, por exemplo. Isso que tá falando, né? Não porque me falta vitamina, porque o meu corpo reflete uma realidade do meu passado. Então o corpo, de uma certa maneira, ele é uma forma também de me trazer consciência e ter que lidar com questões que são frutos do do dos meus comportamentos anteriores, né? Então, o corpo também impõe comportamento com seus limites, com o seu tipo de corpo. Eu tenho um limite corporal, eu tenho uma perna mais curta ou tenho uma deficiência eh visual ou tem um tipo metabólico que eu não consigo engordar ou que eu engordo muito rápido. Ou seja, existe também um certo eh movimento que acompanha todo um processo naquilo que é necessário e e de uma certa maneira se impõe eh e a a essa história que tá lá ligado ao meu perespírito, né? Então, isso eh torna mais complexo ainda todo esse processo. >> É, eh fiquei pensando nesse corpo amigo, né? E e o que a Marlúci trouxe assim de como que a gente ultrapassa os limites e aí e a gente se torna um tirano desse nosso próprio corpo, né? E aí tiranizar aquele instrumento mais importante que a gente tem, né, para poder resolver tudo é complicado, né? É como eh dizem matar a galinha, né? Que então como que vai ser, né? E aí eh entendo, né? Por isso que a Joana nos fala, né? Que o espírito conduz o corpo através de vibrações delicadas que sustentam as células conforme as ondas mentais que irradia, né? Então, conforme as ondas que a gente vai radiar, né? E aí ela traz dois exemplos, né? Pessoas eraveis, né?

és de vibrações delicadas que sustentam as células conforme as ondas mentais que irradia, né? Então, conforme as ondas que a gente vai radiar, né? E aí ela traz dois exemplos, né? Pessoas eraveis, né? Pessimistas, com azedume, elas vão produzir enzimas perniciosas, né? E pessoas, a ao contrário, que elaboram pensamentos otimistas, confiantes, alegres, solidários, estimulam um sistema psiconeuroimunológico, né? Por isso que assim, apesar da gente trazer registros, né, no perespírito, né, das nossas limitações, das dificuldades que passaremos, tudo, tudo também vai depender, né, eh, de como a gente vai lidar com isso, né? Eh, a Joana no ser consciente, ela diz assim: "Com o amadurecimento psicológico, as provas e sofrimentos passam a ter comportamento filosófico dignificante. Quer dizer, você muda o olhar para aquilo que você tá passando, né? E que são instrumentos de valorização da vida. Então elas deixam de ser castigo, punição. Então mesmo a gente trazendo, e aí é uma uma, né, uma reflexão, mesmo a gente trazendo tantos registros que a gente precisa ainda lidar, dar conta, né, o quanto é importante a gente olhar para essas dificuldades, né, como ela disse, com um comportamento filosófico dignificante, né? Quer dizer, aquilo faz sentido paraa nossa vida de espírito, né? eh passar por essas situações. E eu acho que é por isso que ela chega nessa frase, né? Para que o comportamento alcance o ponto ideal que faculta resultados felizes, né? Aquilo que nós trouxemos no início, é indispensável o cultivo dos pensamentos edificantes, propiciadores da disciplina interior, né? Que vão então exteriorizar em hábitos equilibrados, né? Então assim, é sempre um exercício, como eu falei, né, da gente se dedicar e e tentar olhar para esse corpo, como vocês trouxeram, né? O Joon trouxe muito bem essa imagem do corpo amigo, né? Que a gente não trate ele de uma forma tirânica, né? Eh, Marlúci trouxe, né? Avançando todos os sinais, né? De uma forma cega, né? E e é importante agora eh eh além disso,

a imagem do corpo amigo, né? Que a gente não trate ele de uma forma tirânica, né? Eh, Marlúci trouxe, né? Avançando todos os sinais, né? De uma forma cega, né? E e é importante agora eh eh além disso, tem aquelas pessoas que não conseguem conectar-se, né, e que muitas vezes, né, eu tinha um familiar que eu precisava decodificar o que ela tava sentindo. Então, é tão a quem ainda que a pessoa não conseguia administrar os próprios sintomas, né? Então eu tinha que decodificar para que ela então pudesse receber aquela informação e e se aquiietar. Isso de alguma forma deveria levar uma quietude para as células dela, né? Então o quanto é o caminho ainda é muito diverso, né, para todos nós, né? Tanto da gente perceber que tá tiranizando até o momento aqui que se cai numa exaustão, né? e quanto ainda é muito a quem para algumas outras pessoas, né? E aqui, Claudinha, quando tá valendo, né, esse parágrafo da do cultivo dos pensamentos edificantes, propiciadores da disciplina interior, eu me remeteu assim, gente, como é difícil a gente mudar um comportamento, né? Tem que ter muita disciplina às vezes, né? Tem comportamentos que são tão arraigados assim, né? que que não é uma coisa fácil, né? Tem que realmente ter ter todo um acionar a nossa vontade, me dizer: "Não, eu quero mudar, não quero mais reagir assim, né? Eu não quero mais ser essa pessoa que lá no trânsito alguém buzina para mim, eu já saio agredindo verbalmente, buzinando, né?" Então, mas eh, então ao mesmo tempo que nós muitas vezes não somos conscientes de como nós nos comportamos, né? Às vezes as pessoas nos dão o feedback, né? Puxa, tu te deu conta como tu reagiu ou como tu te comporta, né? E às vezes tem dificuldade de aceitar. Eh, então, por um lado, eh, eu acho que é interessante a gente, né, se pudesse ter essa consciência, como a gente tem pro corpo, né, Cláud, esse olhar pro corpo também, pro comportamento. Por outro lado, a gente precisa movimentar muita disciplina para mudar um comportamento, né? a já vista, por

cia, como a gente tem pro corpo, né, Cláud, esse olhar pro corpo também, pro comportamento. Por outro lado, a gente precisa movimentar muita disciplina para mudar um comportamento, né? a já vista, por exemplo, as pessoas que têm problema com consumo, né, de álcool, né, substância e tal, para mudar esse comportamento não é muito assim fácil, tem que acionar muito à vontade, porque daí já tem toda essa conexão também direto com o corpo, né, quer dizer, o corpo demandando algo, né? Então, eu achei muito interessante ali, porque a questão toda que ela traz ao longo do capítulo aqui é o equilíbrio, né? Como é que a gente chega num comportamento equilibrado? Como é que eu chego no equilíbrio, né? Nada em excesso, né? Eu eu me comportar eh ou, né? Eu não conseguir ter o comportamento adequado, seja porque eu não consigo me colocar ou porque eu me coloco demais, né? Então, como chegar nesse equilíbrio? E esse equilíbrio do comportamento, ele tá diretamente relacionado com o nosso equilíbrio interior, né? né? Então, a gente começa a poder administrar toda a conflitiva que a gente tem dentro de nós, né? E mudar o comportamento, né, Marus? Você disse, é muito difícil, né? Porque a gente entende aqui, mas a gente não mudou o padrão, né? Aquele movimento que faz com que a gente deixe de fazer de um jeito, faça de outro, né? Marta e Maria. Cláudio. >> Oi. >> Marta e Maria com Jesus. É isso. E eu vou eu trago assim para coisas simples, né? Por exemplo, tem que ir fazer exercício, né? Mas tem que ir aqui. Mas cadê as perninhas para irem num horário, né? Então esse não é, né? A gente pode colocar vários graus de de de necessidades de mudança, de comportamento, né? >> Temos que ser gentis. Interessante que essa questão do equilíbrio, ele ele ele eh tem uma noção importante que ela fala que mesmo são quando são vitimados por enfermidade, né? Eh, a gente tem uma atitude favorável à saúde. Então, eh, eh, porque não é, a gente não pode pensar que esse jogo corpo e mente, espírito, matéria

e mesmo são quando são vitimados por enfermidade, né? Eh, a gente tem uma atitude favorável à saúde. Então, eh, eh, porque não é, a gente não pode pensar que esse jogo corpo e mente, espírito, matéria seja tão mecanicista, né? é uma influência automática, mas quando a gente falou existe estruturas que são resultado de centenas de de anos e de várias encarnações que estão em jogo também, né? Então, sempre as pessoas questionam: "Ah, mas como é que tem gente muito ruim que é super saudável? Como é que tem gente boa que é enferma, né?" Então, claro, não é essa questão, porque isso tem história, até porque, né, o o Dival teve problema cardíaco, o Chico teve teve câncer, né? Quer dizer, e e a coisa é muito complexa, até porque muitas vezes essas pessoas que têm um compromisso coletivo, muitas vezes ela ela ela assume também a dor do mundo, né? queão eh eh projeto, há muito projeto de pensamento, né, com em relação a elas e muitas vezes elas sofrem também o desgaste e a pressão de uma realidade, né, que não envolve só a minha história pessoal, mas uma rede muito maior, né, de de de de questões que estão ali. Então, a gente não pode ser muito simplista. nesse processo todo, né? E e que de uma certa maneira que a Joana tá falando assim: "Olha, o que é importante é criar um corpo mental primeiro e manter esse corpo mental, né, em eh porque o Andr fala desse corpo mental que é que que é o primeiro dimensão do corpo, né? E esse corpo mental justamente é para mim a própria questão da fantasia, da imagem, né? Então, enquanto corpo mental eu eh eh como diz a Joana aqui, a mente e seiza o mundo mental, né? Ou seja, aspirações, desejos, anseios que se constituem enquanto imagens que compõe eh padrões que estão universais, né, de formas e vão começar a compor uma realidade pessoal, né? E aí, de uma certa maneira, né, nesse movimento todo, né, que que envolve eh um processo longo e, né, vai se construindo, né, e aí a gente vai ter realmente eh um uma dinâmica muito variada, né? Então, eh, o

e uma certa maneira, né, nesse movimento todo, né, que que envolve eh um processo longo e, né, vai se construindo, né, e aí a gente vai ter realmente eh um uma dinâmica muito variada, né? Então, eh, o que se quer que esse corpo mental permaneça sadi para que o comando do corpo físico seja um um comando favorável, saudável, mesmo que eu venho habitar um corpo limitado por n motivo, seja por missão, seja por questões cármicas, seja porque eu tô pagando o preço por estar aqui junto nesse momento histórico, né? voltada por por poluição, tá tal tal tal t tal. Então, eh a a questão dessa interação mente e corpo, ela é fundamental, ela é constante, mas o que J tá colocando que tudo começa a partir da nossa atitude interna. E aí entra o que que comentaram antes, o a vigilância, a postura, a tomada de consciência, a vibração positiva, né? e e a figura de Jesus como o nosso eh a nossa referência desse ideal, né, que é ali a já tá falando de um ideal, né, que vai ter vai produzir resultados felizes, mas não quer dizer que isso vai a gente vai ter o efeito disso agora, mas já tá vivendo nesse corpo feliz. Só ass feliz, não se manifestou ainda fisicamente, mas já tá ali enquanto um corpo mental e um corpo perespiritual que tá construindo a minha felicidade. >> Por isso que é o ideal, então, que ela fala, né? Bem importante mencionar isso, porque a gente tende mesmo a fazer essa relação direta, né? E porque por mais que a gente saiba que é espírito e que tem toda uma história, né? Eu acho que é difícil. Às vezes a gente tem esse pensamento mais complexo de que o meu corpo aqui é momentâneo e tá vivendo isso talvez circunstancialmente, né? Mas isso não define toda a a essência da gente, né? E aí eu fiquei pensando no comportamento, tá trazendo Jesus, né? Eh, esse pensando no equilíbrio, né? Quando Jesus diz, né? Não se turbe o vosso coração, né? Então, trazendo assim que se a gente tem eh tenta buscar esse equilíbrio interno, a possibilidade da gente eh manifestar no mundo um comportamento mais equilibrado, ela

o se turbe o vosso coração, né? Então, trazendo assim que se a gente tem eh tenta buscar esse equilíbrio interno, a possibilidade da gente eh manifestar no mundo um comportamento mais equilibrado, ela aumenta muito, né? Porque muitas vezes quando a gente é movido, como ela tá falando ali, né, por raiva, por sentimentos assim que a gente é muito reativo, a a possibilidade da gente se arrepender da forma como a gente se comporta é muito grande, né? quando que esse essa calma, tentar encontrar, né, uma calma, né, respirar, né, controlar, né, esse esse comportamento impulsivo principalmente, né, eh também eh é uma forma de da gente tomar as rédias mesmo, né, da da nossa dos nossos comportamentos da nossa vida, >> até porque a nossa realidade ela não é uma realidade integrada no mesmo eh condição vibratória e de consciência eh unificada, né? A gente tem realidades diversas. Eu conheço uma uma senhora que ela tem um pensamento muito valoroso, né, de prece, de buscar se alimentar de coisas boas, de poder promover ambientes favoráveis, né? Então, ela tem todo um esforço consciente de procurar se nutrir de coisas boas, de procurar se identificar com valores positivos e atitudes de comportamentos também adequados a isso. Mas o pano de fundo a mente dela é uma mente muito pessimista, muito negativa. Então, ela traz um histórico que isso talvez seja mais inconsciente agora. Ela não se der conta disso, mas tem uma mente que que é uma mente que que talvez por muitas encarnações nutri uma outra paisagem e que tá lá viva ainda. Então, porque se ela para de pensar nisso, de de vibrar positivamente, se ela pode se alimentar, né, naturalmente começa a vir fantasias destrutivas, negativas, né, eh, que ela afasta. Tanto vê aí é um jogo de tensão entre essa mente que agora eh constrói essa felicidade, né, que constrói a harmonia, que constrói saúde, mas tem uma mente e interna, né, uma outra parte da mente dela, uma outra paisagem, um outro mundo interno que tá recheado ainda de elementos, né,

ade, né, que constrói a harmonia, que constrói saúde, mas tem uma mente e interna, né, uma outra parte da mente dela, uma outra paisagem, um outro mundo interno que tá recheado ainda de elementos, né, negativos de um um jeito de funcionar que ainda não foi superado. Então, eh, quanto tempo vai vai levar para ela conquistar e internalizar verdadeiramente esse exercício que ela tá fazendo nessa vida? Então, é isso que a gente tem que considerar aqui nesse processo todo, né? >> É, pois é. Mudar esse padrão não é uma coisa fácil, né? Como a gente falou, né? E eu acho que assim, o que o que é valoroso é o esforço e vai se conquistando aquilo que se pode, né, como é é o ideal, né? É o ideal alcançável, mas não agora, né? Mas é um grande esforço pra gente ir construindo isso, né, a todo tempo, né? E eu gostei muito dessa expressão que ela ela falou quando ela cita Jesus, né? Ela diz que as lições dele são diretrizes de segurança que deixam irradiar-se em sucessivas ondas de amor, né? Então assim, eh eh a gente tem muitos mecanismos de auxílio para nós, mas a gente realmente esquece de lançar a mão, né? E um deles é a oração, né? Então assim, se a gente se comportou de forma indevida, né? Se aquele complexo surgiu autônomo, né? Gente, meu Deus, aquele monstro, eu faço sempre uma imagem assim da que sai aquele monstro pela boca e grita, grita, grita. Depois ele volta, diz: "Santo Deus, o que que foi isso?", né? Então, assim, mas se a gente já, né? Então eu acho que assim, eh eh olhar novamente para essa lição, né, genuína, né, de amor, de segurança, né, e deixar que a gente se primeiro se contamine disso, né, se contagie com esse amor para que a gente possa eh e aí ela aí vem a expressão que eu falei, né, nessa transação psicológica de alto nível com o próximo, né, que é é esse o ideal, né, que a gente primeiro tem essa transação conosco. né, com o nosso corpo, como nós já falamos aqui, né, de alto nível, né, e que a gente também possa de alto nível se relacionar com esse outro, que aí é

que a gente primeiro tem essa transação conosco. né, com o nosso corpo, como nós já falamos aqui, né, de alto nível, né, e que a gente também possa de alto nível se relacionar com esse outro, que aí é realmente a glória, né, é esse comportamento ideal que ela nos traz. >> É, eu fazer uma brincadeira com transação com transição também. A gente tem que ver que a gente está em transição, né? Tem processo entre um homem velho e homem novo, né? Então, a gente não é mais aquele homem antigo, mas também não conquistou essa consciência que já nos liberta daquela eh daquele daquela consciência de sono e nos traz um horizonte novo, mas que ainda não não foi efetivada plenamente por nós. Então, transação envolve processo de transição também. Nós estamos num processo de transformação até chegar a ser essas pessoas felizes. Um dia, graças a Deus, seremos todos, né? Independente da dor e da limitação que a vida possa nos impor, né, gente? Muito bem, nosso horário já tá finalizado, né? É um capítulo muito rico, com muitas questões, né? fica o convite da gente poder continuar refletindo sobre esse material e também já convidar a todos a continuar no próximo encontro com pro estudo capítulo 15 chamado sucesso e sucesso, ou seja, dois tipos de sucesso. Então vamos acompanhando a leitura, lendo em casa antes, podendo refletir para para depois nós aqui poder juntos pensarmos e ajudar, né, a aprofundar esse processo aí do material que a prefeitura nos oferece. Tá bom? Obrigado a todos. Que Jesus nos abençoe. Obrigado, Marlú, Cláudia. E até o próximo encontro. Ah.

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