T3:E2 • Plenitude • Análise dos Sofrimentos

Mansão do Caminho 24/01/2025 (há 1 ano) 59:01 804 visualizações

Neste segundo episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Marluce Renz dão continuidade ao tema do último encontro, no qual a mentora Joanna de Ângelis apresenta o sofrimento. Neste novo capítulo, Joanna introduz e trabalha, de forma didática, as quatro verdades de Buda, como um convite a ampliarmos o nosso olhar sobre a dor moral, em seu significado real, além da sua função. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #AnálisedosSofrimento

Transcrição

bem-vindo meus irmãos é com Mita alegria que damos continuidade ao nosso estudo da série psicológica hoje trabalhando o Capítulo dois análise dos Sofrimentos do nosso livro de estudo atual que é o Plenitude Estamos aqui com a Cláudia semine e com a marl rein que vão colaborar conosco em relação a esse capítulo obrigado pela presença Cláudia Marluce e esse capítulo aí que o dois é um capítulo que ela começa então né já entrando um pouquinho na nossa discussão Nossa reflexão a trazer justamente uma uma continuidade do capítulo um onde ela apresenta o sofrimento né E que o homem se depare com essa realidade querendo superar o sofrio e no capítulo 2 então ela vai começar a fazer uma análise do sofrimento né ela ela cita Buda né que que que que para ele a função da vida justamente é Vitória sobre sofrimento e que ele mesmo tentou buscar isso de de várias maneiras em especial através do ascetismo da austeridade através de disciplinas rígidas mas não conseguiu né e depois saiu Man série foi meditar aonde ele se deparou com as questões do sofrimento e através de uma proposta nova conseguiu se iluminar e entender o quanto se tem que buscar um caminho razoável que chamou caminho do Meio para alcançar a paz né ou seja nem austeridade Cruel nem uma atitude displicente frente à realidade né então a gente começa com o capítulo de da sofrimento com essas ideias da Joana até ela introduzir as quatro nobes verdades de buda né que quando o Buda vai meditar ele vai se dar conta que o sofrimento existe Então a primeira grande verdade é existe o sofrimento liga que as pessoas ficam doentes que as pessoas desencarnam que há pobreza que há uma série de eh de situações geradora de Sofrimento então a segunda nobra verdade é justamente querer entender Quais são as origens do sofrimento que depois Joana vai trabalhar em especial o apego então o Buda chega a essa conclusão né então se se o sofrimento existe ele tem uma origem e também ele se dá conta que em algum momento o sofrimento cessa então a terceira Nobre

ar em especial o apego então o Buda chega a essa conclusão né então se se o sofrimento existe ele tem uma origem e também ele se dá conta que em algum momento o sofrimento cessa então a terceira Nobre verdade é a sensação do sofrimento uma hora o sofrimento tem que acabar e a a quarta NOB verdade então seria os caminhos para libertação do sofrimento que são os oito caminhos que Buda propõe da qual também a benfeitora vai trabalhar mais adiante nos seus capítulos né então ele ela começa Nessa proposta como é que vocês estão vendo aí ela iniciando esse capítulo trazendo justamente essas questões do sofrimento Cláudia maluci vamos ver o que que sentiram aí do capítulo Olá amigos é um prazer est aqui com vocês todas as vezes que nos encontramos e como você disse Gelson eh a benfeitora logo nos traz no início essa teoria do caminho do meio né a teoria do equilíbrio e eu fico pensando que tudo o que gera sofrimento todas essas especificidades que a benfeitora trouxe né e nos Capítulos a seguir que ela vai falando sobre as quatro nobres verdades eh tudo isso gira em torno do desequilíbrio né da do de sair desse caminho do Meio tão importante tão necessário para nós a nossa vida né então os excessos Assim como as faltas exageradas todo tudo gerando um sofrimento tudo gerando dor né e tudo gerando esse malestar em que o homem vive então é a primeira frase que me soa aqui da da benfeitora é esse equilíbrio que nós precisamos buscar na vida né sempre sempre um equilíbrio do fazer e do não fazer eh de de de de ter que escolher e não precisar escolher naquele momento né em positivos que a vida nos apresenta eh porque são testes né que nós vamos passando pelos testes da vida e a gente vai se experimentando e também aprendendo que não precisamos responder tudo né não precisamos dizer sim para tudo não precisamos dizer não para tudo então essa primeira frase que ela nos diz aqui né que esse caminho do Meio faz com que a gente alcance a paz para mim Eh é como ela introduz a benfeitora

m para tudo não precisamos dizer não para tudo então essa primeira frase que ela nos diz aqui né que esse caminho do Meio faz com que a gente alcance a paz para mim Eh é como ela introduz a benfeitora introduz esse capítulo onde ela vai falar da análise dos Sofrimentos né e trazer esses três tipos de Sofrimento que ela já vai trazer abrindo Capítulo né o sofrimento do sofrimento o sofrimento da impermanência e o sofrimento resultante dos condicionamentos então é interessante que a benfeitora ela pega uma palavra né uma Ela traz uma uma abertura eh que Buda nos fala do sofrimento e ela já amplifica e isso é só o começo né porque ela vai trazendo muitas outras coisas mas para mim essa palavra equilíbrio na vida é o que resume tudo o que se atravessa por conta disso Desse Sofrimento E aí depois a gente fala um pouco mais dos Sofrimentos né é eu particularmente adorei assim a forma como ela começa introduzindo esse capítulo onde ela traz uma fala do próprio Buda ali antes do inicinho onde ela vai eh referenciar né os fenômenos da vida podem ser comparados a um sonho a um fantasma a uma bolha a uma sombra a uma orvalhada cintilante ou a um raio luminoso e como tal deveriam ser contemplados então aqui eu já entendi senti um convite assim dela eh de ampliar a nossa forma de olhar e ela buscando outros conhecimentos né que fazem parte desse acervo da humanidade paraa gente entender algo que que nos toca todos que é o sofrimento e justamente Ela traz daí o budismo que vem trazer essa ideia de que sim existe o sofrimento né como o gel estava falando ali das nobres verdades mas eh que muito desse sofrimento tem a ver com esse apego com essa forma com que a gente encara a existência né E casualmente essa semana eu li uma frase do tagor eh pensando sobre esse nosso encontro ele diz né que nós interpretamos o mundo erroneamente e dizemos que ele nos engana então a forma como a gente olha e nós dentro da doutrina espírita falamos que nós somos espíritos Imortais que cada Encarnação é

que nós interpretamos o mundo erroneamente e dizemos que ele nos engana então a forma como a gente olha e nós dentro da doutrina espírita falamos que nós somos espíritos Imortais que cada Encarnação é uma experiência que a gente tá tendo ela também vai determinar a forma como a gente encara o sofrimento e aí como a Cláudia já falou ela ela é extremamente didática que eu achei Quando ela começa aal falar então desses três tipos de Sofrimento né Eu acho que eh esse capítulo Ele é bem bem profundo nesse sentido é é interessante isso tudo porque justamente no capítulo um ela vai colocar o quanto a o sofrimento é maior do ponto de vista moral né e intelectual porque uma questão é o sofrimento enquanto dor né aquilo que é imposto enquanto limitação enquanto constrangimento da vida enquanto questões que nos acontecem seja a nível orgânico ou do próprio movimento material que é a questão da dor outra outra questão é o sofrimento enquanto postura existencial por isso que na página 22 ela vai falar a semelhança do buril agindo sobre a pedra bruta e lapidando as doenças são mecanismos burilador para a alma despertar as suas potencialidades e brilhar além do vaso orgânico que a encarcera então de uma certa maneira a gente vê e ela vai colocar um pouquinho antes que a doença são inevitáveis na nossa existência humana né E que a ação da matéria sobre Espírito vai provocar de certa maneira algum tipo de constrangimento que gera sofrimento Então a gente tem aí duas grandes forças do universo uma é o amor né E outra é a dor né E então eh a gente tá analisando o quanto a dor tem uma função fundamental na economia e no desenvolvimento da vida e especialmente sobre o nosso psiquismo né porque sem essa dor sem esse sofrimento provocado pela matéria o espírito não progredira então por isso que a dor é a primeira coisa que de uma certa maneira eh desperta Nossa consciência né como um fato que provoca desafia o espírito né e de seja pela questão biológica seja pela choque das forças ambientais né e tudo isso que tá ligado

e uma certa maneira eh desperta Nossa consciência né como um fato que provoca desafia o espírito né e de seja pela questão biológica seja pela choque das forças ambientais né e tudo isso que tá ligado né de uma certa maneira a experiência dolorosas e e provocando o nosso âmago da Alma né e para que a alma se reconheça né e possa Como diz a Joana despertar o seu potencial que tá oculto e fazer brilhar a sua natureza né então a dor aí não é uma punição né mas S um mecanismo da vida serviço da própria vida né E aí de uma certa maneira a gente vai encontrar né E essa essa dor que não pode ser eliminada né então a dor não pode ser eliminada A vida vai ter isso que o budo falou né vai ter gente adoecendo vai ter gente passando fome vai ter gente vivendo Endo um clima terrível que impõe eh sofrimento pro nosso corpo e assim por diante Então ela é eh parte da Ordem do universo junto com o amor né e opera então né em favor dos processos da vida né E aí que entra deessa maneira essa questão eh da origem do sofrimento enquanto postura da gente né quando ela vai falar sobre as três formas diferentes de sofrimento a gente vê que ela não tá se atendo se atentando à dor não é a dor que ela tá analisando é como a gente vive a dor como é que a gente vive a realidade porque às vezes a realidade nem é dolorosa mas a gente sofre igual a gente sofre igual porque a gente queria ter mais dinheiro e não tem a gente queria ter mais prazer e não tem mas a gente gera sofrimento por um processo interno da gente e não tanto pela dor da da vida né E aí que ela começa então falar justamente dessas três condições aí que eh que se apresentam como tipos diferentes de sofrimento e ela começa a falar sobre o sofrimento do sofrimento que é o primeiro eh forma de Sofrimento né que é justamente as aflições que a gente gera a partir das situações desagradáveis das limitações das Dores e que a gente hav de lidar bem a gente não sabe lidar com isso a gente mistura isso com outras questões mal resolvidas da gente e a gente provoca

r das situações desagradáveis das limitações das Dores e que a gente hav de lidar bem a gente não sabe lidar com isso a gente mistura isso com outras questões mal resolvidas da gente e a gente provoca daí um volume de aflição de de destempero que de uma certa maneira eh gera mais sofrimento por isso que é o sofrimento do sofrimento que envolve a atitude e a capacidade Nossa do espír apagem interna de lidar e interpretar com a realidade vivida como é que vocês vê esse item aí da o sofrimento do sofrimento nesse item Ela traz o sofrimento dessa dor física que você tá dizendo né e também dos transtornos mentais psicológicos né e e é interessante porque assim aesar e a benfeitora nos traz isso né Apesar de que a medicina tá avançada né E vai no nos eh eh resgatando né de Dores né nos curando a possibilidade de nos curar o corpo físico ao mesmo tempo né como ela fala aqui multiplicam-se lamentavelmente os dúbios existenciais né comportamentais na área psicológica Então esse primeiro item que a benfeitora nos traz ela amplia sim essa geração do sofrimento pelo sofrimento né por essas crises existente sociais né E aí falando um pouquinho da dor eu tava lendo o livro transtornos psiquiátricos e obsessivos né de Divaldo né psicografia de Divaldo de de Manuel Filomeno de Miranda e fala que a dor é justamente um fenômeno natural como você disse né e é o mais vigoroso processo terapêutico para consciências equivocadas e teimosas né então nós né que persistimos naquele erro né persistimos em escolhas né então consciências teimosas né que vão e a cada vez numa mesma vida porque a gente não precisa pensar em várias vidas né Às vezes a gente prolonga o nosso olhar não numa mesma vida né aquelas pedras de tropeço que vão se apresentando sempre para que a gente possa viver reviver novamente aquilo e escapar daquilo né E que a dor tem a duração que a gente oferece Porque a partir do momento que a gente aprende que não é o aprendimos intelectual né é um aprendimos de integrar a experiência através desse

ar daquilo né E que a dor tem a duração que a gente oferece Porque a partir do momento que a gente aprende que não é o aprendimos intelectual né é um aprendimos de integrar a experiência através desse sofrimento que você trouxe né Gelson a partir do momento que a gente vai integrando a gente vai aquela aquela duração é aquilo que a gente tá dando e não pode mais mas esse essa então justamente essa geração do sofrimento pelo sofrimento que a benfeitora nos fala é justamente dessas fugas espetaculares que a gente ler sempre né nas palavras da benfeitora né fugas espetaculares através do sexo eh desvairado desequilibrado né Eh sem amor sem afeição maquinal né Eh que infelizmente eh Muitos vivem através das drogas né onde se escapa onde quer se apagar né aquela consciência que tá assim ó pul an né através do álcool que também é uma droga lícita mas é Então essas essas fugas espetaculares que vão fazendo com que o vão vão surgindo eh transtornos comportamentais transtornos psicológicos né E ampliando esses dramas existenciais eh par particulares né então ao invés da gente olhar da pessoa olhar para aquilo ela ela amortece a consciência então é a geração do sofrimento pelo sofrimento que Joana vai fazendo vai trazendo porque todas essas fugas espetaculares Elas têm uma consequência e elas vão gerar mais sofrimento ainda né então é ilusório achar que está se amortecendo que tá vivendo com prazer a vida mas está se vivendo sem a consciência desse despertar que é necessário né eh eu com relação ao sofrimento pelo sofrimento eu achei muito interessante ela fazer essa correlação da dor física que influencia no nosso estado emocional e do Nossa e da nossa dor emocional que influencia no nosso físico né o o Jung pontua essa relação e ele vai dizer né que um funcionamento inadequado da psique pode causar prejuízo ao corpo assim como uma doença né do corpo pode afetar a nossa alma então é esse sofrimento se por um lado o sofrimento é inerente à nossa condição humana então nós o nosso corpo vai adoecer não existe

o corpo assim como uma doença né do corpo pode afetar a nossa alma então é esse sofrimento se por um lado o sofrimento é inerente à nossa condição humana então nós o nosso corpo vai adoecer não existe como não adoecer da natureza do nosso corpo is né por outro lado a forma como eu encaro isso como eu percebo isso pode essa dor que pode ser uma dor física pode levar uma dor emocional porque eu não estou tendo condições de entender isso de lidar com isso isso eu achei muito interessante porque daí ela vai falar Eh eu achei linda essa passagem que tu Leste Gelson né dessa alma brilhar além do vaso orgânico que a encarcera e daí eu fiquei pensando que cada um de nós eu fiquei pensando nessa ideia do Limiar da dor a gente vê pessoas que T um Limiar da dor que suportam de uma forma assim tem um Limiar físico inclusive né suportam muitas dor outros nem tanto tem pessoas que passam por Sofrimentos físicos Dolorosos intensos mas isso pela realmente pela pela estrutura daquele espírito consegue Minimizar esse adoecimento emocional então Eh para mim essa essa parte que ela trabalha o sofrimento pelo sofrimento tem a ver com a forma como nós realmente entendemos a vida e aí que para mim faz todo sentido essa ideia eh da da do do apego né da da impermanência das das questões e aí quando eu não consigo entender essa dor que que me convoca né a entender a limitação do meu corpo né Essa dor eu fico pensando por exemplo diante de uma dor de uma doença crônica né O que que tá demandando para esse espírito tem esse Desafio o corpo tem a doença mas não aquele espírito né como ele vai lidar com isso então essa alma que tem eh que despertar essas virtudes porque a doença a dor ela não diz respeito só ao paciente que tá ali aí nós estamos falando de todo aquele contexto então eu posso est sofrendo ter uma dor emocional muito grande porque eu tô vendo um familiar ali tendo uma dor física tendo que passar por pela pela prova da doença né então eu achei extremamente profundo isso essa correlação entre dor física eem ional e

grande porque eu tô vendo um familiar ali tendo uma dor física tendo que passar por pela pela prova da doença né então eu achei extremamente profundo isso essa correlação entre dor física eem ional e emocional porque depois ela vai falar das contaminações dos vírus psíquicos né então o emocional trazendo o sofrimento físico do corpo também é ela ela coloca né uma luz que a dor mas cer o sentimento então Claro não só a dor física não só a doença a gente vê hoje a questão da pandemia né que gerou tanto desencarne Ger do sofrimento nas famílias que perder seus entes queridos as sequelas da do covid a questão de pessoas que perderam a a o emprego em função do contexto mundial que a pandemia trouxe Então tudo isso S questões dolorosas mesmo né mas a dor o que que vê que o que que faz a dor ela revela a alma revela o espírito né então a a dor vai vai convidar a gente a uma resposta né E qual é a resposta que eu vou dar de repente essa resposta vai vai revelar minha fragilidade vai revelar Minha revolta vai revelar a minha mágoa né E daí a gente começa a ver que quanto de uma certa maneira o sofrimento tem a ver justamente Como estão falando dessa postura o sofrimento sofrimento eu tô gerando sofrimento pela minha incapacidade de compreender pela minha incapacidade de confiar em mim pela minha incapacidade de poder eh reconhecer o meu a minha capacidade e minha força interna e assim por diante né E aí uma série de de questões aí tanto no nível físico mental vai se apresentando né como Revelação das nossas condições espirituais né frente a essas realidades que a vida impõe né E aí com certeza né existe esse sofrimento eh que é próprio daquilo que a gente cultiva Então ela a Joana vai colocar aqui que a conduta moral e mental dos homens quando eles cultivam então emoções negativas como irritação ódio ciúme rancor entre outras vai impregnando o organismo e vai criando também uma condição psíquica que nos eh impede de litar bem com a vida ou provoca mais sofrimento ainda seja pelo

omo irritação ódio ciúme rancor entre outras vai impregnando o organismo e vai criando também uma condição psíquica que nos eh impede de litar bem com a vida ou provoca mais sofrimento ainda seja pelo adoecimento maior do corpo mesmo né Como a marus falou o psiquismo gerando mais sofrimento ainda porque vai bloqueando os canais energéticos que porque vai gerando eh um uma sobrecarga nas engrenagens eh do corpo e ao mesmo tempo né é o nosso psiquismo impedindo a gente de lidar bem com a vida e provocando também do ponto de vista psicológico Sofrimentos que pod ser evitado se tivesse uma atitude mais adequado para lidar com aquela realidade né É aqui só para completar Claudinha já te di isso que o g está dizendo né ela tem a frase ali na página 24 né as tensões físicas mentais e emocionais são igualmente pensáveis pelas doenças sofrimento que gera sofrimento Olha só né tensão física mental e emocional e aí volta aquilo que tava comentando né Cláudio do caminho do meio do equilíbrio o quanto a gente vai ao extremo né do estés né da forma como a gente vive aí que ela vai dizer não adianta então a ciência ter evoluído um monte e tratado doenças se a forma como a gente vive também nos adoece eh eu eu me lembrei dessas doenças eu fiquei pensando na época de Jesus como que tratavam quem tinha lepra e olha quanto a ciência evoluiu E hoje é uma doença né que tem uma outra abordagem tem tratamento mas o quanto nós adoecemos já não pelas doenças físicas pela forma como a gente tá vivendo desculpa Claud não imagina foi ótimo né complementando e e ouvindo você eu fico pensando assim quando você diz né as doenças e a gente cansa de ler né que não são as doenças é o espírito que é doente né é ele que habita esse corpo né e a como ele vê é como ele enfrenta a vida é como ele se coloca né e é e é interessante Porque mesmo nós espíritos espíritas né Eh a gente vive o um automatismo também na vida né porque a vida também requer que a gente Siga e assim não dá para ficar parado refletindo o tempo todo né

ante Porque mesmo nós espíritos espíritas né Eh a gente vive o um automatismo também na vida né porque a vida também requer que a gente Siga e assim não dá para ficar parado refletindo o tempo todo né Isso aí é uma Utopia né Eh mas o quanto muitas vezes eu eu percebo esse distanciamento desse eterno desse mortal né Eh e se se a gente lógico como eu falei não dá para ficar sentado numa pedra pens Santo né eh mas eh se a gente a cada dificuldade que a vida nos trouxesse se a gente conseguisse ter esse lapso né de de luz e pensasse assim Opa eu sou um espírito Imortal o que é que isto tá querendo me apresentar me ensinar né O que isto tá provocando para que eu possa aprender que lição é essa né Então seria tão bom nãoé então assim como eu falei é uma Utopia a gente pensar nisso o tempo todo mas muitas vezes se distancia que aquilo que que que Marlúcia relembrou do equilíbrio e aí vai-se para um muitas pessoas pro materialismo né para o hedonismo o prazer pelo prazer que é o que a benfeitora nos traz o prazer gerando sofrimento né mas um prazer insaciável na busca p pelo prazer momentâneo que logo depois ele se esvazia porque eh Na verdade o que se busca é o preenchimento interno e esse preenchimento interno nunca vai nunca acontece porque não é com coisas que se preenche essa dor essa essa falta interior né Então aí ela vai trazendo isso O prazer que gera o sofrimento na busca insaciável do Prazer constitui um tormento que aflige sem compensação né então não há compensação por essa busca pelo prazer do Prazer pelo prazer né e é lógico que a gente tem pequenos Prazeres na vida né porque quando quando falamos isso né Eh eh podemos pensar Puxa mas né algumas coisas Lógico né E as coisas do mundo elas são apresentadas né a própria evolução da tecnologia E de tudo que que é oferecido mas eh a gente não tá na busca do prazer pelo prazer a gente usa com bom senso né com parcimônia com responsabilidade sabendo que aquilo também é perene né que aquilo é é transitório E aí ela já vai trazendo né

ente não tá na busca do prazer pelo prazer a gente usa com bom senso né com parcimônia com responsabilidade sabendo que aquilo também é perene né que aquilo é é transitório E aí ela já vai trazendo né se a gente puder já ir trazendo né antes disso ela vai falar da ilusão que é justamente essa ligação do prazer né que é o responsável por esse resultado que é a ilusão então a ilusão a fantasia né a falta de reflexão a falta de entendimento do que é que se busca né do que é que se busca se aquilo é o que você tá buscando ou aquilo é um representativo de algo maior que não se tem E aí ela vai entrando no sofrimento da impermanência que a gente já tocou um pouco né da vida que é que não é eterna né onde o indivíduo investe tantas possibilidades tanta energia né tanta fantasia tantas eh eh tantas eh eh Tantos momentos idealizando coisas eh e depois perde-se o sono muitas pessoas né que acumulam eh responsabilidades comprometimentos né financeiros e depois não conseguem cumprir perde-se o Sona por isso perde-se então como Marlus troue perde-se saúde perde esse equilíbrio é essa é uma questão importante que é o segundo tipo de sofrimento que ela cita né justamente sofrimento da permanência porque aí entra a questão do apego que para para Buda é uma das causas principais senão a principal que tudo é na verdade para Buda decorrente do apego o apego como a grande origem do sofrimento e esse apego tá justamente nessa questão ilusória do Ego se apropriar e se confundir com a matéria né aquil aquilo que é impermanente que é transitório que o mundo da matéria é transitório nosso eu não sou meu corpo meu corpo uma hora tá sadio outra hora tá doente meu corpo agora é belo de repente ele envelhece e vai definhando uma hora eu tenho dinheiro eu não tenho dinheiro ou seja a vida na sua forma de se apresentar ela é transitória e toda vez que eu me confundo e me identifico com que é transitório ou seja com aquilo que é impermanente eu Gero sofrimento eu quero ficar Belo e eh com corpo saradinho como se tivesse

é transitória e toda vez que eu me confundo e me identifico com que é transitório ou seja com aquilo que é impermanente eu Gero sofrimento eu quero ficar Belo e eh com corpo saradinho como se tivesse 20 anos a vida inteira não tem como né eu me apego a afetivamente a alguém aquela pessoa um dia vai desencarnar ou ela vai sair da minha vida porque aquilo é transitório não é transitório mas aquele vínculo enquanto aquela forma é transitória né e assim por diante então de uma certa maneira essa transitoriedade né acaba muitas vezes eh gerando esse essa identificação egóica e que aí gera todo esse sofrimento por isso que que que a Cláudia falou do o prazer que gera sofrimento que o prazer é passageiro né é o momento né E se eu fico preso na sensação e querer perpetuar algo que é transitório né em nome das minhas necessidades internas eu acabo ficando refém e gerando mais sofrimento que alegria em relação à aquela experiência ou aquela aquela busca que é por exemplo a questão do prazer então de uma certa maneira a o grande A grande questão aí é o que é essencial que são os valores do Espírito O que te leva né Eh paraa nossa vida pós desencarne e não aquilo que é transitório momentâneo e material e isso geralmente realmente né Eu acho que é um dos grandes geradores de Sofrimento para nós que é o sofrimento da impermanência é eu acho que aqui ela tá falando também dessa questão da nossa maturidade emocional né esses tempos eu me lembro de uma pessoa de uma amiga minha me dizendo assim Marluce eu tô muito jovem para envelhecer eu achei muito interessante ela dizer isso porque eh relutando em aceitar a que a vida tá mudando o corpo tá mudando tá entrando numa outra fase de vida né Então essa essa dificuldade que a gente tem também de encarar as dificuldades e eu acho que aqu Ela traz questões que eu achei muito fortes assim né quando ela fala do inoc cigarro do Prazer etílico das drogas ela vai falando sobre esses vícios sociais e Morais né que estão esol vidas e o quanto a gente por imaturidade às vezes

ito fortes assim né quando ela fala do inoc cigarro do Prazer etílico das drogas ela vai falando sobre esses vícios sociais e Morais né que estão esol vidas e o quanto a gente por imaturidade às vezes por dificuldade emocional de ldar com as demandas da vida né com o movimento natural da vida das mudanças de etapa a gente vai nesse pensamento muito infantil às vezes né não mas eu mereço vamos vamos né eu preciso disso eu e a gente não se dá conta nessa forma inconsciente matura que esse preço em algum momento vem né então o quanto fala às vezes da nossa inconsciência em relação a a a a Realmente a vida essa realidade do espírito que a Cláudia tava dizendo né então a gente vive assim né Tem a realidade concreta que se impõe porque afinal nós temos esse corpo nós temos essa Encarnação nós nós estamos aqui sim para viver tudo que a materialidade nos pede né mas ao mesmo tempo dentro disso né que o bua tava dizendo a gente não é desse mundo a gente tá nesse mundo e como é que a gente faz para lidar com esse conflito né então e aí tem essas fugas que a gente às vezes entra né ela vai falando né Eh imaginando que isso vai estimula alegria coragem realização como ela diz ali no na página 26 vitórias fugidias sobre os fortes conflitos psicológicos logo se convertendo em desgraças às vezes irremediáveis então às Pode terminar não eu ia falar dessa imaturidade emocional mesmo da dificuldade da gente lidar com uma realidade psíquica né é isso envolve tudo né marl ela fala dos papéis que são transitórios né nas fantasias que a gente assume né de acha que que é e que que a gente é invencível né então a gente vai criando essas ilusões pela nossa imaturidade e se apegando né a esses padrões seja dos papéis que são transitórios uma hora eu tô numa chefia numa hora eu tô numa postura subordinada ou numa fantasia que eu tenho de mim mesmo eu sou assim eu sou assado e na verdade eu não sou nem isso nem aquilo né E isso tudo de uma certa maneira em algum momento se desfaz e a questão o

bordinada ou numa fantasia que eu tenho de mim mesmo eu sou assim eu sou assado e na verdade eu não sou nem isso nem aquilo né E isso tudo de uma certa maneira em algum momento se desfaz e a questão o que que sobra disso os papéis somem aquela realidade que antes parecia verdadeira se desfaz aquele afeto que alguém tinha por mim não não não existe mais o corpo que antes era jovem Agora não é mais então a gente vê que que a questão da jovialidade por exemplo é uma questão de consciência e não de corpo e isso que a gente acaba eh não não se atendo porque é o trabalho da gente né o espírito jovial o espírito lúcido o espírito comprometido com os valores morais o espírito se se voltando para aqu para aquilo que é essencial e aquilo que realmente promove a minha evolução e não essas questões transitórias sejam do campo material enquanto eh realidade física o a estrutura que eu vivo o contexto que a vida me coloca o meu corpo seja a as fantasias emocionais que a gente cria e que também não consegue sustentar e que acaba muitas vezes eh depois gerando decepção e sofrimento porque a gente se apegou numa ideia ilusória que a gente alimentou durante muitas vezes uma vida inteira eh Marlúcio trouxe uma palavra é uma expressão eu mereço né E essa expressão é forte né porque porque ela pode ser dúbia né Por um lado realmente né a gente conquista né a gente luta a gente tem um crescimento né Eh também proveniente de outras vidas heranças né e a gente e e tá tudo aqui no mundo né que foi desenvolvido e colocado à nossa disposição para que a gente possa eh utilizar com bom senso né ajudar que isso também se desenvolva que a gente possa ser instrumento né de de de evolução também para outras pessoas de coisas enfim mas esse eu mereço que muitas pessoas utilizam né que Marlus trouxe né dessa falta de maturidade né Essa compensação né esse ego imaturo infantil que busca sempre o prazer a autoc compensação de coisas né é isso é que é muito perigoso né Essas comp Sensações e assim eh Outro dia eu escutei né O que se leva

mpensação né esse ego imaturo infantil que busca sempre o prazer a autoc compensação de coisas né é isso é que é muito perigoso né Essas comp Sensações e assim eh Outro dia eu escutei né O que se leva da vida né O que o que que a gente leva da vida é só o que a gente pode carregar então quando a gente ouve essa frase a gente pensa que todo o resto fica então o que é que a gente carrega né é o que vai dentro da gente né é são são e aquele acúmulo de alegrias de né de confraternizações de encontros aquelas experiências que tivemos é só o que a gente leva né E aí por que eu tô falando isso né a partir da fala de vocês que me provocou mas também a benfeitora nos coloca assim depois que que marl leu o engano de considerar-se Invencível superior né com desconhecimento de fragilidade ou seja um engano de de conhecer-se mortal nesta vida transitório nesta vida né então acha-se Invencível superior ileso a qualquer coisa e a puxada de tapete é grande né a puxada de tapete é muito grande e aí a a benfeitora nos fala o sofrimento portanto quando se tem dele consciência é facilmente evitável porque tudo tudo isso que a gente vem trazendo é é é vai promovendo reflexões né do de de toda uma trajetória de vida do que é que a gente conquistou das escolhas que a gente ainda tem pela frente né eh e e como ajustar Então essa maturidade psicológica emocional a um uma faixa etária né adequada né Para que não se viva inadequadamente para que não se faça escolhas inapropriadas não Se comprometa com com com situações compromissos empréstimos coisas que que a gente sabe que não vai dar conta né e isso vai gerar cada vez mais sofrimento e aí eu não sei se a gente já pode entrar na terceira parte né Gelson que é o o sofrimento resultante do condicionamento né claro Acho que sim Cláudia porque está falando Abarca também essa realidade de como a gente compreende a vida né das Fantasias muitas vezes baseado numa educação incorreta como a benfeitora coloca né Eh superstições engano valores que muitas vezes a gente

ambém essa realidade de como a gente compreende a vida né das Fantasias muitas vezes baseado numa educação incorreta como a benfeitora coloca né Eh superstições engano valores que muitas vezes a gente vai alimentando e que eh gera uma uma falta de compreensão da vida ou um foco equivocado em relação aos ao que é importante Então a gente vai criando realmente certos condicionamentos mentais né a partir da educação da assimilação da da do que a cultura impõe também seja daquelas ilusões ancestrais de uma família né olha só pode casar com gente que é assim que é assada ou eh da própria religião castradora e outros condicionamentos perturbadores que a juna coloca né que vai justamente gerando medos de doença da pobreza da solidão e a gente vai criando condicionamentos que acabam nos aprisionando limitando a nossa vida e impondo uma série de constrangimento que são gerador de Sofrimento eí realmente o quanto que a gente pode construir e sermos reféns desses condicionamentos que a gente vai assimilando como verdades né eh essa palavra J eu pensei muito sobre essa questão de ser refém e da gente às vezes fazer coisas de uma forma muito inconsciente porque a gente não quando ela falou aqui ó da contaminação psíquica e física derivada dos condicionamentos doentios dos grupos sociais e dos indivíduos promove Sofrimentos que poderiam ser evitados sabe o que que eu pensei aqui gente eu pensei na questão do nosso comportamento nas mías M sociais hoje né quantos dos nossos comportamentos fiquei pensando no bullying digital né Essas isso que vai se disseminando e que a gente faz simplesmente porque tá inconsciente não se dá conta não mas o outro compartilha eu também vou compartilhar o outro cancela não tem problema é a política agora é essa né então o quanto a gente é contaminado né porque a gente não tá ciente daquilo quando quando o médico vai fazer uma cirurgia Ele toma todos os cuidados para não ser contaminado e não contaminar o paciente né e o quanto nós Exatamente porque estamos eh

gente não tá ciente daquilo quando quando o médico vai fazer uma cirurgia Ele toma todos os cuidados para não ser contaminado e não contaminar o paciente né e o quanto nós Exatamente porque estamos eh condicionados né a gente eh eh não questiona está inconsciente nessa maturidade e aí vem esse sofrimento resultante do condicionamento aí ainda Vivemos num primitivismo né ainda somos primitivos muito primitivos né e a benfeitora nos fala assim do medo né em algum lugar ela ela nos traz o medo e eu já não sei mais onde uhum né mas ela ela fala do medo né o homem na terra vive so ação de medos né vários tipos de medo né Claudia Isso Exatamente é e esse medo né que faz com que esse animal primitivo né esse homem aí ainda arcaico né dentro de nós vá reagir né então é ação e reação sem essa consciência que a a a marlu trouxe agora né consciência de Atos consciência parar não precisa responder agora pensa reflete né deixa isso né volta depois né então ação e reação é é demasiado e e e ela fala e como Marlúcia já apresentou né esses agregados eu acho interessante né porque propiciam agregados físicos e mentais contaminados né o resultante desse condicionamento E aí gente ela vai nos falar desse coletivo né que contamina pelas ações irrefletidas pela escala de valores invertida né completamente invertida o que tem valor fica lá embaixo o que não tem valor vai para cima né E aí é o coletivo que que comanda são os grupos ela vai nos trazendo as festas ruidosas as companhias jovens e irresponsáveis as conversações chulas e é muito interessante porque assim é Sutil às vezes tá num grupo e alguém faz um comentário e uma outra pessoa ri é Sutil se a gente tiver consciente a gente pera lá eh Isso é isso é engraçado engado não é engraçado mas Vejam a contaminação é muito Sutil E aí a gente vai falar o que eu lembrei aqui das obsessões onde começam com uma sutileza devagarzinho não é e vão se acomodando vão impregnando né através da ressonância mental vibratória daquela outra pessoa do coletivo também né que

mbrei aqui das obsessões onde começam com uma sutileza devagarzinho não é e vão se acomodando vão impregnando né através da ressonância mental vibratória daquela outra pessoa do coletivo também né que tá sendo manobrado ali naquele momento então quando ela me fala isso eu me lembro logo dessas obsessões né E ela vai nos dizer assim a irradiação mórbida de uma pessoa enviando a outra energia negativa termina por contaminá-la e é exatamente isso são essas sutilezas né Eh inserindo pensamentos que não são nossos fazendo com que a gente sinta emoções que não são nossas é tudo muito Sutil né E aí nesse ess livro que eu que eu falei para vocês transtornos psiquiátricos e obsessões ele vai dizer que o campo das obsessões é uma grave parasitose é um vírus é um parasita que vai se impregnando de leve nessa contaminação psíquica que a benfeitora nos traz né e vai e e vai agredindo então aos poucos o campo físico orgânico não é pensamentos persecutor e a gente não vai se demorar nesse assunto Mas é interessante como ela fala desse condicionamento ela Traz essa contaminação e logo em seguida ela vai falar de algo importantíssimo que é a educação e a educação dentro da família a educação com os exemplos a forma de proceder né e a educação moral que muito faz falta hoje né e assim ainda se tem o pensamento que também é arcaico né porque vem lá de traz uma religião eh eh conturbada né de um jeito de trazer de que eh pensar em Deus rezar né falar e é e é atrasado isso é atrasado então ainda tem-se isso então como é importante essa educação familiar eh eh eh e a e a a autoridade moral que a gente vai conquistando de pouquinho em pouquinho na vida né E que vai vamos fazer então essa contaminação porque se a Joana traz uma contaminação a gente pode fazer outra né Essa contaminação saudável é isso que que tá falando Cláudia importante já como falou esse processo é inconsciente a gente vai automatizando né esse automatismo do condicionamento né quando gente é negativo sem saber a gente vai vivendo fantasias inconsciente

a importante já como falou esse processo é inconsciente a gente vai automatizando né esse automatismo do condicionamento né quando gente é negativo sem saber a gente vai vivendo fantasias inconsciente e olhando a vida com preconceito com negatividade com padrões infelizes e e e por isso que realmente né esse trabalho que tu tá trazendo de resgatar uma consciência dos valores éticos Morais mas para isso a gente tem que trazer um trabalho de discernimento porque às vezes a gente acha que é que tem uma lisura que tá se portanto bem mas internamente a gente está impregnado por esses condicionamentos automáticos então de um lado a não castração rígida de outro lado essa conscientização através dos valores éticos Morais Para justamente desenvolver a nossa própria responsabilidade perente a si mesmo né na capacidade de discernir essas coisas que se a gente não não refletir como a Cláudia falou né não parar não avaliar a gente muitas vezes não percebe Esses condicionamentos são tão impregnados na gente que aquilo é um ponto cego às vezes até os outros percebem na gente mas a gente não percebe em nós né E E então eh a gente vai criando um ambiente desfavorável E aí entra também as obsessões como a CL falou Sutil que reforça esse condicionamento porque eu já tô preso neles e é fácil então de estimular e reforçar aquilo que já em mim é algo presente e aí fica mais difícil ainda de eu superar esse sofrimento resultante do condicionamento um trabalho de consciência um trabalho de de eh de Despertar né para para para gente poder de alguma maneira ir construindo né Eh um um um outro a Joana Em outro momento D do capítulo vai falar dessa conduta moral e mental Nossa né que vai justamente cultivando essas vibrações negativas né E que a cura provém justamente da própria força da vida diz a benfeitora né quando a gente começa a canalisar ela corretamente E aí a gente vai vai vai en vez de gerar tensões físicas a gente vez de gerar conflitos a vez gerar condicionamentos a gente vai se libertando né gerando o quê

ente começa a canalisar ela corretamente E aí a gente vai vai vai en vez de gerar tensões físicas a gente vez de gerar conflitos a vez gerar condicionamentos a gente vai se libertando né gerando o quê paz harmonia serenidade né a e rompendo com esses padrões de medo né rompendo com as mágoas rompendo com o negativismo comprendo com a vitimização todos esses condicionamento que vem com ideias pessimistas crianças absurdas né ações que geram culpa ou sentimento de aprovação de vergonha que vão gerando desarmonias na vida da gente e criando esquemas destrutivos que vão consequentemente gerar uma série de Sofrimentos que podia ser evitados então a proposta da Jona deela é poder reconhecer as causas que envolvem a dinâm comportamento né e e propor uma se auto examinar cer Para que assim nesse processo de eh autodescobrimento do nosso ser a gente vai rompendo com esses vários tipos de Sofrimento que de uma certa maneira depende acima de tudo da nossa postura íntima né é eu acho que muita coisa a gente já identifica fora né Gelson Mas como tu disse é tão Sutil às vezes esses condicionamentos que é difícil a gente identificar na gente eu tava lendo um texto do do James hollis que é um analista junguiano americano e ele diz que ele recebeu um paciente Um homem de uns 50 anos e diz que ele falava nas sessões de toda a família dos problemas de todo mundo e aí num determinado momento ele pergunta pro rolis quantos o senhor acha que eu posso salvar da minha família aí o rolis responde para ele um e eu tô conversando com ele nesse momento então falando desse autodescobrimento né então Às vezes a gente até percebe esses padrões a gente tem uma certa crítica né pro comportamento da sociedade do grupo que a gente tá desses condicionamentos que a gente erda dos nossos ancestrais das nossas famílias dos grupos que a gente percebe mas eh difícil mesmo é a gente olhar pra gente mesmo né e perceber o quanto também nós estamos impregnados disso e é muito Sutil mesmo né Ah não eu falo que

sas famílias dos grupos que a gente percebe mas eh difícil mesmo é a gente olhar pra gente mesmo né e perceber o quanto também nós estamos impregnados disso e é muito Sutil mesmo né Ah não eu falo que todo mundo encaminha mensagem sem pensar mas a gente também faz isso né então esse esse olhar cuidadoso mesmo para nós eu acho que essa é a grande proposta da da benfeitora Pois é então a importância de a gente aceitar o convite da da benfeitora né já que Como ela mesmo coloca a gente é herdeiro da nossa própria consciência né E poder fazer um trabalho conosco mesmo né pra gente poder eh viver na dor sem gerar sofrimento e aos pouquinhos ir superando a dor em favor do amor né porque o amor é o grande elemento que vai tomar lugar à dor na medida que a gente fazer consciência e começar a construir a nossa própria caminhada por nós mesmos né expandindo a nossa vida e aí de uma certa maneira eh o amor acaba sendo o ento que vai solucionar qualquer tipo de dor e sofrimento em relação à própria vida não que a gente vai evitar a dor mas a gente vai construir um caminho de suportar de criar significado aonde a gente pode eh em em nome muitas vezes da dor até gerar um campo de alegria de de testemunho desse eh sofrimento amor desse sofrimento devoção desse sofrimento sacrifício que os espíritos de luz conseguem ter e consegue testemunhar para nós né a sua grandeza espiritual sem se preender no que é transitório e no limitado momento daquele sofrimento daquela dor porque a dimensão espiritual dele é muito maior né Abarca um Horizonte muito mais amplo e da qu ele tá vinculado por essos fios do amor que sustentam a vida dele e como diz o Jesus com ele o julga leve né então a vida se torna mais leve e mais e e profundamente eh bem vivida né E isso que é a proposta de poder viver bem a vida independente da face que ela nos nos apresenta sua face mais difícil desafiadora ou sua face convidativa e prazerosa porque as duas realidades pode provocar tanto crescimento e alegria espiritual como também dor e

da face que ela nos nos apresenta sua face mais difícil desafiadora ou sua face convidativa e prazerosa porque as duas realidades pode provocar tanto crescimento e alegria espiritual como também dor e sofrimento quando você falou da eh do apego me veio a palavra soltar e na vida a gente precisa soltar Inclusive essa esse essa percepção desse sofrimento né E aí como solta isso eu fiquei pensando a partir também do que você acabou de dizer né Eh a amplitude é de de outra ordem quando o espírito alcança a imortalidade né a a vida verdadeira e a gente vive só olhando por aquele buraquinho né como se a gente olhasse a vida tão restrito né então assim o soltar Talvez nos auxilie a ampliar né um pouco esse buraquinho né e da gente não se apegar nesse sofrimento eh eh em vão né suento que que que se demora né E que é é demasiado né E aí eu eu li uma frase também nesse livro que eu acabei de ler né Eh de eurípides Barsanulfo ao final ele diz assim é chegado o momento da sublime revolução interior numa psicofonia que ele tá fazendo ao final do livro né e do Sanatório Esperança né onde ele ele tem o trabalho na espiritualidade e é é é chegado esse momento né dessa revolução interior Nossa de todos nós né Para que eu fico pensando a gente vá contaminando cada vez mais de uma forma prazerosa né positiva né amorosa né E que esse amor Resgate todas essas dores né porque o que nós vemos nas nas mesas mediúnicas né que é é um retrato de toda a humanidade é como a queridas que precisam ser curadas com com o amor muito bem gente Exatamente isso é a proposta do nosso próximo capítulo que estaremos estudando que é sobre as origens do sofrimento enquanto de certa maneira essas emoções perturbadoras as cármicas e as condições internas estão na origem do sofrimento né E então que possamos junto com a benfeitora poder aprofundar esse tema tão essencial tão importante para todos nós né em favor desse homem integral desse homem espírito que é Claud já trazendo né que transcende os limites da consciência egóica do que é

rofundar esse tema tão essencial tão importante para todos nós né em favor desse homem integral desse homem espírito que é Claud já trazendo né que transcende os limites da consciência egóica do que é transitório e poder realmente conseguir transitar pela vida sem se perturbar tirando de cada momento melhor para si Então essa ideia e esse o convite que Joana deangel nos faz através desse livro A plenitude o nome do título é interessante Plenitude como a gente comentou no primeiro estudo do capítulo um né que é justamente o nosso futuro né mas isso tem que ser conquistado por nós né Isso é um caminho que cada um vai ter que construir para si mesmo a gente agradece a Cláudia e a marlu né E então até o próximo encontro com o capítulo 3 origens do sofrimento abraço a todos h

Vídeos relacionados