T6:E15 • O Ser Consciente • A conquista do Self (Parte 01)
Neste episódio da série psicológica, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Marluce Renz iniciam a exploração da primeira parte do capítulo sete do livro "O Ser Consciente". Dividindo-o em três encontros, eles mergulham na provocação inicial de Joanna de Ângelis sobre a necessidade intrínseca da alma de se aventurar em uma jornada interna em busca do autoconhecimento. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #Self
Alô meus amigos meus irmãos que nos assistem aqui pelo canal da da mansão do caminho nós estamos mais uma vez reunidos estudando a série psicológica Joana De Angeles hoje o capítulo 7 é um capítulo importante que nós vamos dividir em três encontros hoje é o primeiro e estamos com a marl E a Cláudia para nos acompanhar nessa jornada profunda e rica que a benfeitora nos coloca bem-vinda Maru Cláudia tudo bem com vocês vamos então nos desafiarmos para esse início aí do Capítulo que é a conquista do selfie eh e a benfeitora ela é já é direta né No No início do do capítulo quando ela provoca Todos nós né da dessa necessidade inerente da Alma né de viajar para dentro esse processo de autodescobrimento é o convite e a provocação que ela começa a fazer no capítulo eu queria já começar por aí eh e ver com vocês que os pensam dessa desse primeiro movimento dela aqui no do capítulo eu acho que quer falar Claudia pode falar Ah tá bom o capítulo é é a conquista do selfie né já é um um um título assim bastante eh provocativo né E ela Traz essa viagem que para nós né para dentro de nós como uma necessidade essencial aqui e é interessante que a gente fala muito sobre isso né do nosso mundo interno de de viajar e tal e é Um Desafio e eu me lembrei de uma historinha que eu vi quando eu comecei a ler aqui a primeira frase me lembrei de uma historinha que diz que quando Deus criou o homem os anjos ficaram meio assim né Puxa vida mas então Deus criou um ser a imagem e semelhança dele como é que nós vamos nos diferenciar dos homens né E aí os anjos fizeram lá uma e decidiram então que tinham que tirar ou esconder alguma coisa dos atributos do homem né para eles não ficarem igual aos anjos e aí então que que vamos esconder dos homens né daí chegaram à conclusão que eles iam esconder a felicidade mas onde é que vamos esconder a felicidade aí um disse ah vamos esconder lá no lugar mais profundo do oceano ou na montanha mais alta que tem na terra aí o Anjo disse assim não Deus deu a inteligência para eles em algum
s esconder a felicidade aí um disse ah vamos esconder lá no lugar mais profundo do oceano ou na montanha mais alta que tem na terra aí o Anjo disse assim não Deus deu a inteligência para eles em algum momento eles vão chegar desses lugares né aí o outro disz não mas vamos botar lá no planeta mais distante que tiver aí outro disse não Deus deu a curiosidade Em algum momento eles vão viajar pelo espaço e tal aí o Anjo desmilinguido lá que tava Quietinho eu disse mas eu sei um lugar onde eles não vão achar vamos me esconder dentro deles mesmos que eles vão estar tão preocupados em buscar fora que eles não vão se dar conta que tá dentro e eu me lembrei dessa história quando ela fala dessa necessidade de de viajar para dentro porque fala dessa dificuldade né Eh da gente se descobrir como ela diz né E o mais importante a gente se desidentificar daquilo que tá oculto a nós né e e como é que a gente vai descobrir o que tá oculto Então realmente trata-se de uma conquista porque eu acho que é Um Desafio bem grande onde ela vai dizer depois que vai custar todo o nosso investimento né que historinha bonitinha essa né uma vez acho que eu já tinha ouvido mas foi tão bom você trazer de novo né tava lá esquecida acho que dentro de mim também viu marlu e é isso mesmo né quando quando ela começa aqui a benfeitora começa a falar né dessa necessidade de viajar para dentro né E nessa introdução do capítulo quando traz a conquista do self eh essa introdução ela fala da relação né então é isso é a relação do Ego com self que fica perdida né no meio que depois ela vai trazer os mecanismos de fuga né mecanismos de defesa e que vai ser do próximo Capítulo mas é justamente isso né essa falta de relação consigo mesmo né Eh é que vai fazendo essa essa não esse não encontro né Eh essa essa distância cada vez mais né quando a gente fala assim o homem perdeu o endereço da sua casa né porque ele pede realmente o endereço do self E aí não consegue encontrar esta felicidade que lhe falta né para o dia a dia para para para
do a gente fala assim o homem perdeu o endereço da sua casa né porque ele pede realmente o endereço do self E aí não consegue encontrar esta felicidade que lhe falta né para o dia a dia para para para vivenciar as coisas né de toda do dia a dia os enfrentamentos né sem essa tal felicidade que fica escondida né e a benfeitora vem falando das mágoas né que que nós já trouxemos lá atrás no outro Capítulo veio trazendo a o ressentimento né então ela vem falando de novo da mágua que é uma a a a mágua é uma mágua é uma água parada então não flui né então assim essa fluidez do Ego self precisa acontecer então ela vem trazendo algumas coisas aí autopiedade mágoa que a gente vai entrando em vai vai de né falando mais sobre isso mas eh para arrematar essa coisa da da relação tem esse parágrafo que ela diz assim não saber emos produzir o encontro então o relacionamento é mal sucedido então o relacionamento conosco com o outro que nos leva a relacionarmo-nos conosco mesmo né Então essa é uma questão da relação que não é não é fluida né Essa questão né Cláudia que tu coloca da relação é fundamental porque implica nessa relação hum nossa com o outro mas nossa também conosco mesmo porque eh de uma certa maneira o Jung vai também relacionar eh a vai entender né E essa dinâmica do Ego com self como um processo relacional então é bonito ela trazer a ideia da relação porque isso também implica nessa relação conosco mesmo e como é que o ego estabelece o contato com self vice-versa E aí eu acho que tem toda essa trajetória que ela começa a trazer né Se a gente for pegar assim no Livro dos Espíritos eh quando ele questiona né O que é o espírito né na questão 76 e os espíritos responde que são os seres Inteligentes da criação que povoou o universo né Eh então de uma certa maneira nós somos seres de consciência e inteligentes só que que esse processo né É um longo despertar né É um longo despertar que envolve eh um susto né Desse espírito que é o arquiteto de si mesmo do seu próprio destino e que aos
ciência e inteligentes só que que esse processo né É um longo despertar né É um longo despertar que envolve eh um susto né Desse espírito que é o arquiteto de si mesmo do seu próprio destino e que aos pouquinhos vai tomando consciência de uma vida exuberante né que se apresenta para ele movido muito por um impulso o impulso da natureza que nos ajuda a fazer essa primeira caminhada né de construção e exercício de autonomia né então é natural como juna coloca né que a gente tenha essa atitude retraída ainda limitada ainda pequena né ainda confusa em relação a nós mesmo e e muito voltado para fora né voltando para fora para para para essa Regência desse ego dessa consciência que tá se a ir mando conquistar o mundo conquistar a vida sobreviver né Ainda mais se a gente falar de um processo ainda que começa lá no no no na caminhada evolutiva desse homem que se ergue né E vai tendo que desbravar a natureza e fazendo movimento de relações de de comunidades primitivas que começam a ser agrupadas em favor da experiência da sua própria humanidade né E aí tem todo esse movimento que ela fala aqui desse raciocínio incompleto dessa dessa capacidade dele compreender ainda a vida quanto mais é ele mesmo que é o mistério né Nós somos um mistério para nós mesmos né Nós somos ainda universo dentro de nós é de uma infinidade abismal também assim como é o Cosmos com as estras no céu né então eh a gente tem esse essas esc todas que a gente vai aglutinando né E vai criando essas defesas como ela colou aqui né E esses esses estados emocionais onde ela reforça realmente esse padrão de mágoa né Desse e mágua fala de uma ferida né então a gente se sente muito facilmente ferido ameaçado e ficamos presos nisso E aí realmente começa a criar realmente eh essa dificuldade do que é realmente um encontro né que eu acho um grande barato desse desse Capítulo ess é justamente a gente quar o que que é um encontro e quão difícil é realizar esse encontro né acho que isso é um uma reflexão bem importante que ela tá
eu acho um grande barato desse desse Capítulo ess é justamente a gente quar o que que é um encontro e quão difícil é realizar esse encontro né acho que isso é um uma reflexão bem importante que ela tá fazendo aqui no início do capítulo é e voltando agora nessa primeira frase nesse primeiro parágrafo Ela diz que a gente precisa viajar para dentro paraa gente se se desidentificar daquilo que nos oculta aos outros e a nós próprios E aí me veio aquela imagem daquela daquele mármore onde o homem vai se lapidando e tirando né Essas cascas né que que que para que ele se desidentificar a essência dele né então me veio muito essa imagem e quando você leu assim né essa atitude defensiva por falta o falso apoio de raciocínios incompletos então quanto a gente pensa errado né quantoas nossas ideias ainda são equivocadas quanto a gente pensa errado e grandioso demais muitas vezes a respeito de nós porque aí ela diz aí ficamos com esse comportamento de autopiedade como se femos alimos né Mas por outro lado quanto que a gente não quanto a linguagem né voltando essa história da fluidez quanto a linguagem não é fluida né Eh nem na forma como a gente fala e nem na forma como a gente escuta né quanto ela não é fluida então é bem complicado né a comunicação Ela é complicada a gente vê se uma mensagem é escrita Ela é completamente diferente menagem falada porque ela não tem entonação e quem é que coloca entonação é quem tá lá do outro lado do WhatsApp então por aí a gente vê como os complexos atuam não é e de forma que a gente não consegue fazer essa fluidez então a gente nem eh não alcança o outro e o outro não nos alcança por falta esse falso apoio de raciocínios incompletos E aí é uma sucessão de equívocos né porque é é um cumulativo de falsas mensagens né mensagens que não foram decodificadas direito né E que vão realmente provocando esses nossos conflitos internos né E vai eh nos levando que ela diz resulta de Nossa Ótica errada equivocada a observar os fatos né Eh quando nós nos sentimos
direito né E que vão realmente provocando esses nossos conflitos internos né E vai eh nos levando que ela diz resulta de Nossa Ótica errada equivocada a observar os fatos né Eh quando nós nos sentimos desrespeitados pelo outro então precipitamos com coisas né mas quanto o outro também se precipita e a mensagem também é toda confusa né então a conquista do celf ela ela passa por isso né Eh por essa essa necessidade de de decodificar né essa mensagem para que a gente possa alcançar nós mesmos ao outro né a esse encontro que ela disse né e eu tava pensando né então se a conquista é é algo que vai demandar um um comprometimento nosso né a gente entrar nessa nesse nesse nesse movimento né então esses sustos ali que o Joel estava dizendo Claro vão nos desacomodado e a gente vai tendo que se comprometer com relação a encontrar eh a conquistar esse selfie né E aí pensando nessa pergunta né Mas afinal o que que é o encontro eu colocaria uma outra pergunta final quando a gente vai pro encontro Quem é que tá indo pro encontro né porque aí muitas vezes eh a gente desconhece isso que ela tá justamente né aquilo que tá oculto ao outro e a nós próprios Quantas coisas são ocultas desconhecidas de nós mesmos né tu falaste ali das né que hoje é muito comum assim esse essas dificuldades de comunicação dos encontros serem atravessados por várias questões né né e e quantas coisas que por exemplo a gente a pessoa escreve que hoje muita da comunicação é escrita não é mais falada né E aí a pessoa escreve com uma intenção com uma entonação e eu aquilo que tá oculto em mim vai ler com outra entonação e com outra e aciona em mim Várias Vários aspectos né que às vezes eu não me dou conta eu acho que aquilo ali que é que aquilo é que tá correto entre aspas né Então essa conquista do selfie passa por a gente começar também a a a a nos relacionarmos e entendermos todas essas instâncias nossas que vão se apresentando à medida que eu vou entrando em contato com meu mundo interno com o que eu tô sentindo que que
eçar também a a a a nos relacionarmos e entendermos todas essas instâncias nossas que vão se apresentando à medida que eu vou entrando em contato com meu mundo interno com o que eu tô sentindo que que essa pessoa acionou em mim né Por que que eu fiquei ressentida com que essa pessoa escreveu aquilo ali né Então a partir do Então realmente é um a a Joana fala da vista como essa meta primordial e que demanda um investimento do que nós temos de mais valioso né que é a gente chegar na gente mesmo e mas aí a gente percebe né marl que a gente não sabe nem o que é um encontro ainda né Não não sabemos fazer esse encontro e muito bem sabber de quem é que vai para esse encontro né Então realmente são são questões que passam batida ainda pra gente o homem é muito inconsciente né antes nó tinha na nossa fase animal nós tinam os instintos que regulavam a nossa vida então o o ser espiritual o princípio é jogado né que a vida é movimento né a Joana vai colocar muito isso né Que trabalho movimento é amor né então a vida é movimento então o espírito é jogado no movimento da Vida no primeiro momento ele é guiado por essa esse refinamento esse essa essa força organizadora do instinto né mas aos poucos a gente ganha consciência e começa subjetivar ou seja começa a criar um mundo interno aonde a gente vai começar a usar de intuições de criatividade dessa inteligência que começa a se interiorizar que começa a operar sobre a vida né E aí que começa a a complicação porque de uma certa maneira tu tá se descobrindo né E a gente vai tendo tendências comportamentos e necessidades específicas dessa jornada né que de uma certa forma vai gerar esse jogo complicado do viver né E que desse embate que eu preciso de uma certa maneira eh começar a cada vez mais despertar essa consciência que é justamente esse convite em algum momento da nossa caminhada evolutiva a gente vai ter que fazer ess esse esse movimento para dentro né para dentro para poder realmente atingir um outro patamar dessa caminhada evolutiva e esse movimento
mento da nossa caminhada evolutiva a gente vai ter que fazer ess esse esse movimento para dentro né para dentro para poder realmente atingir um outro patamar dessa caminhada evolutiva e esse movimento para dentro não não é fácil né porque como estão falando né a gente acaba se perdendo né em subjetividades em jogos interpretativos e iões limitadas né acreditando que aquilo é verdade não questionamos isso e de uma certa maneira fica paralisado em padrões em hábitos que são difíceis de serem irrompidos né E aí a essa movimento da dor né da evolução né A dor já faz a evolução a evolução anula progressivamente a dor para que o amor esse impulso fundamental da vida possa ser eh emergir em favor desse encontro profundo desse encontro que gera potência Divina né da da eterna reconstrução e desse Campo Maior da existência Onde o amor como fundamento de conservação coesão renovação começa a ocupar cada vez mais um espaço com integrante ativa na nossa existência né mas até chegar lá né né Vai uma caminhada grande né até chegar lá vai a gente vai passar por isso que ela traz né Eh ressentimentos temores autopiedade uma atitude defensiva né Eh uma presunção ela vai falar da precipitação de de um um um uma percepção de certo grau paranóica né de de uma percepção do outro né E ela vai falar aqui nessa nesse parágrafo né evitando abrir-nos a relação permanecemos suspeitos né como aquele animal que tá prestes a ser atacado né E a nossa estimulação é negativa porque o nosso olhar é negativo Então se ação e reação se o nosso olhar é negativo a reação é provoca uma resposta de rejeição então a a retroalimentação dessa linguagem dessa comunicação equivocada né dessa linguagem não fluida dessa relação que não acontece né então ela vai nos preparando para quando ela entrar nessa outra parte dos mecanismos de fuga né então ela vai essa essa entrada aqui dela ela vai nos preparando a tudo isso Hum então aí ela vai dizendo ao nos darmos a alguém com esse Ah sim aí ela vai falar como é que a gente pode fazer
fuga né então ela vai essa essa entrada aqui dela ela vai nos preparando a tudo isso Hum então aí ela vai dizendo ao nos darmos a alguém com esse Ah sim aí ela vai falar como é que a gente pode fazer diferente né ser nos doando porque quando a gente nos se dá para alguém né conhecido ou não a gente recebe uma parte né E se o outro não pôde nos dar aquilo ele não tava na possibilidade de nos dar a importância de nós termos dado porque aí é cada vez mais a gente se despindo desse animal instintual que tava a espreita né para defender-se mas é um longo caminho né gente é um longo caminho de encontro para isso né Eh aqui Claudinha Antes de tu chegar ali na doação né quando ela diz que a gente se evita abrir a relação na realidade a a gente então fiquei pensando né que nós temos poucos encontros realmente assim onde nos entregamos né porque muitas vezes senão na maioria da Às vezes a gente vai a gente se relaciona a gente vai para um encontro muito contaminado né com padrões com aquilo que tá dentro de mim né com conteúdos internos e aí eu vou ao encontro do outro o outro também tá contaminado pelo seus padrões e pelos seus conteúdos ali e aí às vezes são encontros eh muito desafiadores né coisas que eh que que vão cada vez mais aí a gente fica pensando nesses conte os né quantas máguas que ela fica falando ali ressentimentos autopiedade coisas que eu não vou elaborando porque eu não me conheço eu não tenho familiaridade comigo mesmo e aquilo vai eh eu vou eu vou deixando um espaço para que aquilo fique eh ocupando o meu mundo interno porque eu não tenho relação comigo também para não esa um pouquinho por que que eu tô com essa mágua tanto tempo né que ressentimento é esse Deixa eu entender o que tá acontecendo comigo como eu não tenho uma relação comigo mesmo eu acabo indo indo para encontro com o outro contaminado por isso e o outro tá vivendo os seus dramas os seus dilemas as mesmas coisas e aí às vezes são encontros que poderiam resultar em coisas maravilhosas se tornam
o para encontro com o outro contaminado por isso e o outro tá vivendo os seus dramas os seus dilemas as mesmas coisas e aí às vezes são encontros que poderiam resultar em coisas maravilhosas se tornam desastrosos né E aí como tu disse né Claudinho isso vai se retroalimentando e eu vou achando que todo um encontro é ruim com isso eu vou me fechando cada vez mais eu vou ficando cada vez mais em mim mesmo e o que era para ser uma oportunidade do outro ser um espelhamento para mim e dizer olha só Marcos olha para isso esse outro tá te provocando isso e eu acabo fechando cada vez mais produzindo menos encontros ou encontros mais ã frustrantes assim né então eu acho que realmente é um Desafio existencial imenso esse nosso ir ao encontro conosco mesmo né e com o outro é e isso é mais comum do que a gente imagina né gente impressionante né a gente realmente espera que o mundo nos compreenda que o mundo nos dê garantia então a gente fica inconscientemente fechado achando que isso é uma atitude de saúde de até de autoestima né mas na verdade é medo né o medo de se abrir o medo de se entregar o medo de ser humilde como a Joana coloca assim né dessa da quando a gente realmente nos colocamos de maneira sincera né paraa vida para alguém né e isso nos desvela com fidelidade Ou seja é uma resposta positiva né encontrar aquilo que que a CL estava falando dessa força defensiva né que se fecha eh e e gera né nessa atitude mais negativa e paranóica uma resposta cada vez mais de rejeição né E aí eu eu acho que o problema é o mundo né que o mundo que não não me compreende que o mundo que é ruim que o mundo que não é bom para ser vivido E aí eu vou reafirmando nessa retroalimentação que falavam essa imagem negativa né de solidão de amargura de mágua né e assim por diante e muitas vezes até reforçando um tipo de egoísmo Então eu tenho que pensar em mim eu tenho que fazer por mim então eu não vou cooperar eu não vou me abrir paraa vida e não vou me disponibilizar porque a a minha visão é
reforçando um tipo de egoísmo Então eu tenho que pensar em mim eu tenho que fazer por mim então eu não vou cooperar eu não vou me abrir paraa vida e não vou me disponibilizar porque a a minha visão é que o mundo não é disponível para mim na verdade é eu que criei armadilha da qual acabo eu construo a armadilha E caio nela né E aí eu ocupo a vida de estar naquele buraco né gente então essa então e tudo isso ela vai dizer que é fruta da nossa imaturidade psicológica como é que vocês veem isso quanto imaturo nós somos ainda né é quantas vezes a gente vai pra relação eh imaginando que o outro tem que atender a uma necessidade minha né eu não dou conta das minhas necessidades emocionais e projeto e espero do outro né aí o outro não me atende Como eu imaginei claro que isso é tudo inconsciente quer dizer nem tudo né Às vezes a gente sabe que tá se relacionando com alguém por interesse né aquela pessoa atende uma necessidade emocional mas isso fala do quanto eu não consigo dar conta de mim mesmo então eu espero que o outro tem né é a a nossa fome é muito grande né a fome é grande o mundo não vai satisfazer e a gente é que tem que cuidar da nossa própria nutrição Mas isso é um caminho árduo né e Marlus quando você tava trazendo assim que a gente não consegue nem se comunicar conosco me vê aquele gráfico Zinho de consciente consciente inconsciente inconsciente né que a gente conhece quer dizer quando duas pessoas estão falando elas estão falando consciente para consciente mas não é só isso né Elas estão falando uma com o inconsciente do outro a outra os inconscientes Estão se falando e nem a própria pessoa consegue falar entrar em contato com o seu próprio inconsciente então a comunicação realmente é bastante delicada né É muito difícil essa comunicação eh e e ela fala então da Conquista do self acho importante a gente poder clarear né porque aqui ela não conceitua o céu ela ela já afirma né faz uma afirmação a conquista do celf com todos os modos com todos seus atributos e
Conquista do self acho importante a gente poder clarear né porque aqui ela não conceitua o céu ela ela já afirma né faz uma afirmação a conquista do celf com todos os modos com todos seus atributos e possibilidades constitui a meta primordial da existência terrena em cuja busca devemos investir todo o potencial humano emocional moral e intelectual Olha só Então realmente ob io da nossa vida da qual ela ela ela ela coloca da importância de de investirmos a nossa energia Nossa libido a nossa potencial humano emocional moral intelectual é para pra conquista do self então o que que seria esse self que que é a conquista desse céu né importante a gente falar um pouquinho sobre isso alguém que trazer alguma ideia do que que é o self é o self o self junguiano é essa essa potência de criatividade né esse todo né isso que nos coloca centrados na vida e esse todo n Então essa é a é o self que precisamos conquistar a primeira metade da vida e um que já nos traz que o nosso ego circula em volta as coisas circulam em volta do Ego né mas na segunda metade da vida não a gente precisa circular em volta do self ou seja ser nutrido por todas essas potências criativas do self mas nós sabemos também que a Joana traz o self como espírito e e o espír totalidade do Jung também né É E com essa e e voltando né Para juntar os dois essa essa fagulha Divina né esse Divino né essa potência máxima nessa semente que tem dentro de nós né então conquistar eh ser um chegar perto disso né Desse Divino que tá dentro de nós é que a gente precisa com como ela diz com todos os seus atributos e possibilidades né então é isso né Eh eh conquistar e chegar bem próximo desse Divino né nos aproximarmos de Deus né porque temos a fagulha dele né na na frase seguinte dessa que você leu Gelson Ela traz né considerando-os em constante processo de crescimento que decorre das experiências vividas e dos conhecimentos aurid a nossa busca do ser espiritual que somos né eu eh torna-se imprescindível né Eu acho esse conceito
em constante processo de crescimento que decorre das experiências vividas e dos conhecimentos aurid a nossa busca do ser espiritual que somos né eu eh torna-se imprescindível né Eu acho esse conceito junguiano de self eh uma das coisas mais complexas da gente entender né quando a gente fala assim da totalidade da psique né o edinger ele ele se refere acho que no EGO e arquétipo o self como grande tesouro né É aquele tesouro que nos custa tudo pra gente descobrir né então falando daquilo que é mais essencial que é eh que é fundamental que que é tudo né E que quando ela diz assim desse ser espiritual né Eh realmente a gente está essa percepção essa consciência da de que somos seres espirituais Eu imagino que isso é de uma complexidade de uma profundidade que eu não sei se a gente consegue abarcar né então porque nós sabemos que nós somos espíritos Imortais né mas ter essa vivência essa consciência eí como tu tava dizendo né tomando sustos e se deparando com níveis de profundidade então eh é bem é bem complexo isso né Joana Aqui começa né nessa primeira noção de self né que o self tem essas duas noções né do ser espiritual da Essência né espiritual que cada um é enquanto realmente ser né não enquanto ente que o ente é é o ser existente né ou seja cada indivíduo é diferente entre si em razão do seu processo evolut com tendências comportamentos necessidade específica mas existe uma dimensão mais profunda que é o Eu superior né que corresponde ao self ao espírito né ou superconsciente né que Joana coloca também depois ela vai evoluir né Eh continuando amadurecendo essa de pode ser essa dimensão Divina que Cláudia Coloca aí né então o céo mesmo tempo é imagia a imagem Divina que a gente carrega enquanto centelha e marca da divindade em nós né que somos todos filhos de Deus e ao mesmo tempo é realmente esse ser espiritual e se e o ser espiritual carrega então o Divino né então é as duas coisas então de uma certa maneira realmente eh Há um há um desafio né que juna coloca da
o mesmo tempo é realmente esse ser espiritual e se e o ser espiritual carrega então o Divino né então é as duas coisas então de uma certa maneira realmente eh Há um há um desafio né que juna coloca da importância desse conhecimento do Espírito como realidade básica da existência né que e que faculta uma objetividade frente à vida né A partir de um de um campo daí de de percepção muito maior né onde desabrocham realmente os gêmeos da sabedoria e do amor que que tão em em em potencial dentro de nós né então de uma certa maneira o que que ela tá dizendo que essa descoberta da realidade espiritual alarga os horizontes existenciais né dando objetividade o sentido e dando funcionalidade né então e só que esse processo não é só uma compreensão racional como a marú disse né olha a gente sabe que a gente espírito não é um uma compreensão plena do que significa isso é um é uma é realmente uma vivência a partir desse lugar o que é muito difícil a gente sabe o que é o espírito mas a gente se comporta como ego a gente vive como ego a gente viga vive dentro dessa visão mais estreita e limitada então romper essa essa sedução da vida material e essa identidade pequena egóica que me constitui enquanto uma fantasia que me pertence nesse momento e eh ir para essa dimensão mais profunda não é tão fácil assim né É mas esses sustos que você Men né a gente tá falando tando do susto a gente tá trazendo susto toda hora né porque quando você fala isso eu penso assim precisa desse susto para ter o salto quântico né da gente sair de um lugar pequeno em um lugar um pouquinho maior do que aquele que a gente estava né então o ego precisa disso né ele precisa ser chacoalhado diante da vida né ser colocado em questão ele não é mais importante né e etc etc porque aí ela diz assim a seguir a vigilância em torno das armadilhas do Ego hábil disfarçador de propósitos constitui um motivo para superá-lo a fim de fruir mos Felicidade real então esses sustos são necessários porque a gente possa chacoalhar esse ego né que é um hábil
Ego hábil disfarçador de propósitos constitui um motivo para superá-lo a fim de fruir mos Felicidade real então esses sustos são necessários porque a gente possa chacoalhar esse ego né que é um hábil disfarçador de propósitos né porque na verdade ele quer ficar quietinho né no comodismo dele ele não quer promover esse salto quântico então é importante que a gente dê esses sustos né que a gente passe por essas situações eh desagradáveis né que a gente tenha que enfrentar coisas né que a gente tenha que eh se defrontar com né com situações complicadas para que a gente possa sair desse lugar pequeno né de vítima né de sofredor né E aí a gente vai dizendo pra gente menos bem menos quase nada né e todo mundo sofre vai adiante né então é importante porque aí a gente vai entrando em contato com esse ser espiritual que vocês trouxeram né porque Como como o Gelson disse a gente é muito Ego e pouco self né ao longo do dia a gente é é pouquíssimas vezes eu penso a gente entra em contato com eu sou um espírito Imortal Isso é só um uma poeira né diante da da vida que eu tô levando agora né das metas dos propósitos que propósitos eu o meu self precisa constelar nessa vida né então é isso acho que a gente muito muito pouco entra em contato com esse espírito Imortal que somos né mas O interessante é que para entrar em contato com esse espírito Imortal que somos a gente precisa dessa personalidade menor né então mas A grande questão é que essa personalidade menor esse ego ele se identifica muito com com a com o que é né e ele acha que ele é a realidade última n então é um jogo interessante esse né então por isso que eh não me lembro quem é que diz isso né que que cada um de nós é um grande universo né Nós somos um grande universo né só que para mim descobrir esse universo eu eu preciso dessa lente aqui então como é que eu olho pro que é maior que eu sem me perder mas ao mesmo tempo reconhecendo a minha pequenez né então é essa A grande questão e como nós estamos tão identificados até pela própria
ui então como é que eu olho pro que é maior que eu sem me perder mas ao mesmo tempo reconhecendo a minha pequenez né então é essa A grande questão e como nós estamos tão identificados até pela própria materialidade aqui eu me identifico tanto com essa Encarnação com ser Marluce né com ser mulher com que é que é que é que é todo um processo de desidentificação para chegar para poder contatar essa outra Instância por isso que é uma conquista eu acho que aqui né Joana eu fiquei muito com essa coisa da Conquista né aquilo que eu vou conquistar é onde eu tenho que empreender uma vontade uma energia e um investimento ali mesmo não é algo assim que vai acontecer sabe eu tô lá distraída E aí tá né não né Tem esse e eu queria trazer um pouquinho o Jung né porque eh para complementar toda essa riqueza que J nos oferece porque ele vai falar justamente desse encontro né no volume 91 né e 92 que é é eh os arquétipos do inconsciente coletivo e o ion ele vai se ocupar justamente da noção de self e ele vai fazer essa relação né que esse outro ser né que a gente desconhece que é o self é é é outra pessoa em nós mesmos diz o Jung né uma personalidade maior amadurecendo em nós e ele chama esse esse essa essa personalidade maior como o amigo interno da Alma então ele vai falando desse justment desse encontro dessa relação que vai aos pouquinhos sendo proporcionada e até forçada a acontecer ao longo da nossa existência né então ele diz que que que que que é por isso que temos conforto quando encontramos o amigo e o o companheiro detectado com No ritual da qual ele compara como Mitra e o Deu sol né ele faz compar do Dió também né de uma personagem que é mortal e outra Imortal né então e começando desse processo que é um convite né do self né desse amigo da alma de dizer olha eu cheguei eu cheguei para participar da vida né e e e essa e essa aproximação esse processo que na verdade é um processo de transformação eh para poder gerar uma integra ação né uma um um desse dois fazer um né ou seja
ei para participar da vida né e e e essa e essa aproximação esse processo que na verdade é um processo de transformação eh para poder gerar uma integra ação né uma um um desse dois fazer um né ou seja há um jogo de aproximação um do outro gera muitas vezes não um um belo encontro mas gera um estranhamento né e uma luta né então o ego não quer abrir mão desse lugar a a nossa consciência até sabe mas resiste né pois essa outra pessoa né esse ser de nós é estranho e misterioso e e e a gente não consegue se acostumar com essa ideia que a falou de sermos eh temos o Regente da nossa casa não é o ego Regente mas sim o self né E aí começa de Realmente esse Grande Desafio se se esse se essa presença do self dessa dimensão maior é considerado como um amigo ou como inimigo uma ameaça para o ego E aí o vai dizer se ele vai ser um amigo ou inimigo depende da atitude nossa né porque se a gente resiste a esse encontro a esse convite a gente vai criando uma tensão né uma tensão defensiva arraigada nessa imaturidade de autoafirmação e não de de de de de transformação porque o W vai dizer que todo o encontro toda a vivência do self é uma derrota para o ego né então e a gente vive como se fosse uma derrota e a gente não quer abrir mão desse controle egóico que dá uma falsa ideia de segurança e superioridade né e abrir mão para para o cefo se realizar em nós enquanto o nosso mito pessoal enquanto o nosso destino enquanto o nosso projeto reencarnatório a gente quer né a gente esquece o compromisso de lá porque o compromisso de lá é a voz do céu é a voz dessa dimensão espiritual que tem um compromisso isso aqui né que tem um um papel a desempenhar né e muitas vezes a gente esquece esquece e vamos brincar né com a vida aí e vamos fazer de conta que a vida é só para se divertir e e e vai a gente vai desgraçando a nossa vida do outro achando que a gente tá sendo feliz e E aí o cé vai ficando para trás a gente vai eh eh não ouvindo esse convite e gerando uma cisão conosco mesmo né que que acaba sendo perniciosa
nossa vida do outro achando que a gente tá sendo feliz e E aí o cé vai ficando para trás a gente vai eh eh não ouvindo esse convite e gerando uma cisão conosco mesmo né que que acaba sendo perniciosa né fiquei pensando tanto agora que vocês ficaram falando eu me lembrei daquela quando o Jung trouxe no livro vermelho aquele encontro com o gigante eu esqueci o nome do gigante eh e o gigante como tava doe is bar eu acho é isso is do bar ele tava tão adoecido né então esse caminho que a aí fiz um paralelo né esse caminho que a Joana vem trazendo que a partir do que você trouxe marlu você falou a gente é tão pequenininho mas se acha quer dizer eu fiquei pensando assim a gente primeiro se acha tão grande né E tem aquela inflação do Ego e e tão grande que não pode ser melindrado né então depois a gente encontra com esse gigante aí vai diminuindo ele diminuindo né o is do Barro ele vai diminu perdendo a força e a gente vai entrando então em contato com o nosso verdadeiro tamanho e aí quando a gente encontra o nosso verdadeiro tamanho que não é nem tão grande inflado como o selfie mas também não é tão peitinho porque a gente entrou nessa luta aí para descobrir o nosso caminho Aí sim a gente pode ir ao encontro do self como o Gelson nos trouxe agora né então fiquei fazendo essa viagem dentro de mim né E quanto que assim aí fiquei pensando Nossa acho que a Joana pensou isso tudo falou de um jeito assim diferente mas que eu consegui associar dessa maneira né esse encontro aí com o gigante para diminuir a gente e aí sim a gente se encontrar com esse verdadeiro gigante né que é o self que que que que nos habita né quem somos né esse espírito né E aí era né Cláudia Justamente a compreensão né ele o ego que é o verdadeiro e como diz UnG desespera somente pequeno vai ter noção da sua pequeneza justamente ao encontro com o céu né e o cé vai arrastar ele paraa sua dimensão pra sua pequeneza E é isso que o que que a gente não quer abrir mão a gente quer ficar com a ilusão que a gente é grande né E se a gente
ncontro com o céu né e o cé vai arrastar ele paraa sua dimensão pra sua pequeneza E é isso que o que que a gente não quer abrir mão a gente quer ficar com a ilusão que a gente é grande né E se a gente reconhecer que existe uma dimensão mais profunda mais essencial desse ser espiritual a gente vai ter que realmente dimensionar né a essa essa essa realidade pequena mesmo que fundamental como mar falou porque o ego é fundamental pro processo né mas eh a gente tem que ir pro tamanho da gente e descentralizar o ego para que essa dimensão do maior eh começa a teré a regência do da nossa vida então essas duas coisas é difícil reconhecer a nossa pequeneza e abrir mão do nosso controle é é que eu tava pensando agora né ouvindo vocês que é difícil pro ego AB mão do controle quando ele acha que ele tem que controlar tudo e que não tem uma Instância ou uma realidade maior que ele que no momento então Eh o que que o ego quer ele quer segurança então se eu quero segurança eu vou controlar vai ser do meu jeito vai ser como eu quero quando eu começo a entrar em contato com algo maior que eu e eu e estabeleço uma relação aí e percebo que posso confiar então naturalmente eu vou diminuindo esse esse meu tamanho né é Cláudia ao mesmo tempo que eu vou diminuindo esse meu tamanho eu vou ganhando força porque aí eu vou passar a confiar em algo que é maior que eu né que tem a ver daí com com esse nosso compromisso com a Encarnação com tudo que tá por trás disso né com aquilo que me cabe o que que me cabe aqui e que eu não estou sozinho porque essa dimensão do self do ser espiritual traz uma profundidade uma segurança e uma certeza de que que nós estamos ancorados em algo maior que nós entendemos que é essa lei amorosa que rege todo o universo então eu posso confiar em algo que tá além de mim e muitas vezes mesmo não sabendo para onde ir ainda o ego meio confuso no início ele começa a experimentar isso nessa relação e começa a poder confiar e com isso é que vai ampliando a sua forma de tá no né essa entrega né essa entrega
ara onde ir ainda o ego meio confuso no início ele começa a experimentar isso nessa relação e começa a poder confiar e com isso é que vai ampliando a sua forma de tá no né essa entrega né essa entrega que faz parte da confiança né fundamental para que a gente possa entender para onde a gente tem que seguir né e a imagem que me vem é aquela que quando o carro tá derrapando não adianta você ficar virando volante né Tem horas que você tem que parar e o carro vai se ajeita né então assim o self vai desculpe o self vai nos indicando o caminho desde que a gente também permita né faça essa entrega que a marlu disse né E aí a gente vai descobrindo aquilo que que J começou a falar né com objetivo da reencarnação que é a autoc conquista é conhecer-se n é é completar aquele pedacinho que a gente precisa fazer mesmo que seja difícil né mas eh faz parte né E aí a gente vai olha como ela diz sintetiza né ela diz a reencarnação tem como objetivo a autoc conquista que propcia a realização intelecto moral recomendada por Kardec como indispensável sabedoria que a aquisição do conhecimento com o amor a junção do conhecimento do intelecto nosso né da Sabedoria com esse amor mas antes ela fala que é preciso né e sair desse amor próprio e entrar no Auto amor né então eu eu não sei como Vocês entenderam mas eu entendi esse amor próprio como ligado ao orgulho do ego é ele que sabe e vincular né e e ao contrário substituir pelo auto amor que que seria esse auto amor profundo que ela diz né Essa profunda conexão então com tudo né com a divindade com o que é sagrado com aquilo que rege realmente tudo né Então sai de uma perspectiva eh micro né onde no no no amor próprio é mais ligado ao orgulho eu que sei tem que ser assim e vou pro pro alto amor profundo né Eh o pai sabe melhor que eu muitas vezes né então é isso essa imagem do carro que tu traz Então tá né Eu nesse eu entrego a isso porque eu tô conectada com isso é importante tudo isso né e eu me lembrei de Paulo né quando ele diz que se torna cativo né de de Cristo né E
o carro que tu traz Então tá né Eu nesse eu entrego a isso porque eu tô conectada com isso é importante tudo isso né e eu me lembrei de Paulo né quando ele diz que se torna cativo né de de Cristo né E então de uma certa maneira o ego tem que ficar cativo do self e e nesse movimento n onde ele se torna cativo ele essa subordinação eh consciente né voluntária do self né confinado na sua própria prisão ele vai encontrar uma fluidez maior da vida né então aquilo que que a falou na medida que eu me eu me diminuo eu ganhe força né porque eu eu sou transformado nessa dimensão maior daquela vivência transpessoal né ou seja aqui a a Joana já tá propondo né uma psicologia transpessoal ou seja para além do pessoal para além do da dimensão limitada da consciência egóica para uma relação de uma eh de uma intercambialidade de uma conexão mais profunda com a vida que entra como foi colocado aqui essa essa dimensão amorosa mais profunda não do ego egoísta fechado nele mesmo mas de um ao amor profundo que envolve essa relação com Deus com a natureza e com o próximo né e comigo mesmo nessa nessa consciência eh Divina que também me pertence enquanto filho de Deus então realmente aí a gente começa a ter essa abertura que dá um novo sentido né novo sentido né que que possibilita realmente aquilo que ela fala né a a a fluidez em favor de uma Felicidade real Então tudo isso eh se faz necessário e como ela coloca aqui se caso a gente não alcança isso de de um jeito ou de outro a gente tem que repetir as experiências né a gente vai ter que refazer mas muitas vezes agregando ainda mais compromisso ou tendo que pagar o preço das más escolhas mas a reencarnação é essa oportunidade abençoada de perdão que o pai nos oferece pra gente poder então retomar e refazer para Em algum momento encontrar se despertar e e e o caminho correto em favor dessa jornada da Alma né dessa Conquista maior e quando tu falaste do Paulo cativo né me veio a imagem da da da resignação né que é uma obediência mas é é mais voltada essa resignação assim
o em favor dessa jornada da Alma né dessa Conquista maior e quando tu falaste do Paulo cativo né me veio a imagem da da da resignação né que é uma obediência mas é é mais voltada essa resignação assim essa compreensão do coração mesmo né e Quantos processos na nossa vida se a gente conseguisse ter essa se o ego conseguisse ter essa postura de resignação amorosa seria mais fácil de passar né mas a gente fica Rebelde fica lutando fica brigando e aí não consegue entender essa lógica maior que tá que tá por trás então é é E aí ela fala do imperativo da dor né da importância da dor como um elemento realmente provocador da Alma né A dor como realmente despertando essa consciência Então ela fala né desse movimento que a gente não tem como evitar então a a a evolução existe ess caminhar para a lei né nessa eh sair do personalismo paraa Dimensão eh de uma consciência amorosa mas enquanto a gente não faz isso ela dis surge o imperativo da dor em lugar do amor expressão inevitável para o progresso constante dos estatutos divinos né então o amor como essa mola né essa força propulsora ou esse susto como está falando aqui também né Né Que pai arrancando a gente Dessa inconsciência e e e e despertando né ess Essa dimensão menor que insiste achar que sabe muito mas sabe nada né E a dor vai mostar puxa a dor tá mostrando que realmente eu não sei nada né que eu quero est quero ter o controle que eu me acho onipotente inflado achando que eu posso tudo ou que eu tô certo e aí vem a dor para não menos né olha melhor né Eh faz de outro jeito né que PR gente reencontrar daí o caminho do amor que a gente foi perdendo né ou não encontrou ainda não não não reconheceu ainda né porque a j vai falar em algum momento né Não lemb qual é a obra dela né que que o amor se expande como força cocriadora estimulando todas as expressões e formas de vida então de uma certa maneira encontrar o selfie é encontrar essa esse fio de sabedoria divina dentro da gente que se constitui Justamente na na força pulsante e viva
todas as expressões e formas de vida então de uma certa maneira encontrar o selfie é encontrar essa esse fio de sabedoria divina dentro da gente que se constitui Justamente na na força pulsante e viva do amor que é o hálito da vida que sustenta a vida e E então a gente começa a pensar a a a a a a nos corresponder a lidar com a vida a partir dessa Ótica mais mais profunda que é a ótica que é a lógica do amor então entrar na lógica do amor para mim é entrar de uma certa maneira também na dimensão do céu é e a Joana fala assim voltando um pouco né que tá ligado com o que a gente tá falando ela disse eh no meio do dessa introdução que todos nós mudamos né então o amor vai nos transformando né tanto e a gente muda Qual a todo momento às vezes a gente pensa de um jeito depois a gente vai e pensa de outro né então nós mudamos E ela diz assim a nossa contribuição à sociedade é preservar-lhe a saúde na forma do interr relacionamento pessoal educando os rudes e medicando os enfermos os antissociais educando os rudes nós mesmos né medicando os enfermos nós mesmos né antissociais nós mesmos para que a gente possa devolver a sociedade essa forma de amor que você trouxe né Gelson Esse Amor pleno né planificado sem limit sem fronteiras né então ainda estamos neste caminho difícil né mas estamos nesse caminho é que Francisco nos ajude também bante é eu queria Então resumir esse processo né desse desse desse processo da emergência do self ou a conquista do self como a a Joana nos coloca aqui no capítulo com uma uma um parágrafo do Jung justamente do volume 9 onde ele ele ele começa a pensar né qual é o papel da consciência Por que que existe a consciência né e a partir de algumas ideias do santoo de Loiola e fazer uma paráfrase uma uma releitura né onde ele coloca que a consciência do homem foi criada com a finalidade de um reconhecer que a sua existência provi de uma unidade superior que é o celf dois dedicar essa a essa fonte a devida e cuidadosa consideração três executar as ordens
em foi criada com a finalidade de um reconhecer que a sua existência provi de uma unidade superior que é o celf dois dedicar essa a essa fonte a devida e cuidadosa consideração três executar as ordens emanadas dessa fonte de forma inteligente e responsável não é de qualquer jeito de forma inteligente quatro por último proporcionando deste modo um grau ótimo de vida e de possibilidade de desenvolvimento a psique em sua totalidade Então acho que isso resume né Realmente Qual é o o a o papel né a razão objetivo da nossa existência da nossa encar ação né que a nossa consciência possa reconhecer que ela foi criada em favor de uma dimensão maior né seja Deus em nós seja Deus enquanto a força que nos ree e s sendo sendo essa essa conexão com a nossa essência né esse ser espiritual que somos né E poder realmente em reconhecendo isso criar um caminho de dedicação de cuidado a fim de executar aquilo que nos cabe porque cada um tem uma um uma tarefa a realizar né Por mais pequena que esteja por mais insignificante que parece ser mas não é ela o que cabe em nós e no nosso papel no drama da criação da qual a gente tá de uma certa maneira comprometidos antes de reencarnar e é para a partir disso poder realmente né sair daqui como vitoriosos em favor de um passo além da nossa jornada evolutiva por isso que é a conquista do Tesouro né é um tesouro muito valioso e que a gente não deveria a gente deveria levar muito a sério né não malbaratar isso assim com certeza gera compromisso para nós é bonito essa essa essa são são três páginas né mas de uma é de uma riqueza de uma profundidade muito grande né gente então não sei se vocêes querem trazer mais alguma coisa PR gente finalizar o nosso encontro de hoje fica então o convite né da gente poder meditar né e e dar continuidade ao capítulo Então no próximo encontro a gente vai pro segundo item do Capítulo que é justamente os mecanismos de fuga do Ego né poder entender dentro dessa dinâmica eh como é que a gente vai nessa nesse ego a meio Torto meio
ximo encontro a gente vai pro segundo item do Capítulo que é justamente os mecanismos de fuga do Ego né poder entender dentro dessa dinâmica eh como é que a gente vai nessa nesse ego a meio Torto meio desencontrado né criando né esquemas de fuga né paraa gente poder lidar com a realidade né então fica o convite para nós nos encontrarmos Então no próximo eh encontro Para justamente continuar o estudo do capítulo sete Obrigado a todos Muita paz que Jesus nos abençoe e até o próximo encontro
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