T5:E18 • Momentos de Consciência • Consciência e Alienações Mentais
No estudo do capítulo 18, intitulado "Consciência e Alienações Mentais", proposto pela autora espiritual Joanna de ngelis para explorar a relação entre esses dois elementos, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Marluce Renz abordam questões sensíveis, indagando sobre o que leva uma pessoa a alcançar estados de alienação mental, e como a consciência pode se desvincular desse processo. Neste capítulo, a autora explica como a consciência emerge gradualmente à medida que a razão se desenvolve, traçando um panorama de como encontramos mecanismos de fuga da consciência. Ela também enfatiza a importância de buscar significado nesse contexto. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #AlienaçõesMentais
Alô bem-vindo todos aqui nesse momento especial com jo deangeles estudando a série psicológica hoje em especial do livro momento de consciência o capítulo 18 consciência eações mentais aqui com a gente a Cláudia marl colaborando com esse capítulo tão né que é uma das questões delicadas nossas né O que que envolve a dor do sofrimento de uma pessoa que tá numa doença mental alienada o que que faz a pessoa chegar nessa condição né se a vida tá sempre percorrendo um caminho de e construir de jogar em favor da do instinto de sobrevivência mas chega um momento que de repente a pessoa sai fora né ou entra para dentro perde contato com a realidade né E aí é então joona propõe Esse estudo do Capítulo 18 que é justamente essa relação entre consciência e alienação mental então dando boas-vindas aí para Cláudia para Malú já vamos provocar elas como é que foi a leitura do Capítulo vamos ver como é que isso bateu em vocês como é que mobilizou Olá pessoal bom est aqui com vocês novamente nessa troca tão gostosa aí das nossas reflexões é esse capítulo me bate assim com como um certo lamento né Eh uma tristeza que eu sinto né e de como consciência pode se alienar né desse processo de desenvolvimento né de autoconhecimento de encontro com equilíbrio Então como o ser pode se apartar dele mesmo né da sua alma do seu espírito e E aí provoca essa alienação esse distanciamento né do da sua missão de rumar né ir a ir ao encontro da plenitude então é uma é é uma dor né a gente sente uma uma tristeza um compadecimento acho que a palavra é essa né um compadecimento de de dessa uma de uma interrupção desse processo né mas é lógico que há um sentido né que há um há uma causa nessa interrupção e a gente vai ver mais à frente mas essa consciência que se aut cobra e e portanto se ela sai de cena né ela sai de cena então é é é um compadecimento e ao mesmo tempo é um um alerta para o nosso caminho de não distanciamento de nós mesmos né do nosso sentido de vida da responsabilidade com a nossa vida com a nossa existência com
é um compadecimento e ao mesmo tempo é um um alerta para o nosso caminho de não distanciamento de nós mesmos né do nosso sentido de vida da responsabilidade com a nossa vida com a nossa existência com o percurso a responsabilidade com a reencarnação né então assim de pronto é isso que me bate né É de fato é um é um capítulo que mobiliza a gente né porque ela vai explicando aqui essa questão da consciência das da de como ela vai surgindo né esses lampejos que ela vai dizendo de discernimento que tem no início né né e e depois ela traz ali esse Panorama né à medida que a razão vai se desenvolvendo e como é que a gente pode com a razão ainda achar eh eh mecanismos de não sei se se evitar a ampliação da consciência mas de fugir da consciência então eu eu achei isso aqui muito interessante assim porque mas ao mesmo tempo Apesar desse compadecimento que tu traz Cláudia ela fala ali né que assim mesmo Com todas essas dificuldades existe esse movimento né paraa frente existe esse movimento que mesmo na doença mesmo na alienação mental mesmo na patologia aquilo existe um sentido de buscar algum significado e e e e achar né onde é que a coisa tá equivocada E qual é o rumo que a gente tem que voltar e fazer aquilo ali né Então é eu acho esse capítulo assim bem bem importante principalmente pelo momento que a gente tá vivendo né a gente onde a gente vê assim um aumento considerável né de de questões assim que envolvem transtornos mentais por exemplo é interessante que a j d essa perspectiva eh evolutiva né no no capítulo anterior ou nos anteriores também ela dá uma ideia de um processo acontecendo com o espírito que a gente vê realmente que a consciência né ela vai tomando dimensões diferentes em cada etapa do processo evolutivo Ela começa falando sobre isso né Eh que a consciência encontra-se em nós né em todos os estágios do nosso processo evolutivo então ela vai ganhando em complexidade vai ganhando em recurso vai ganhando em noção de se si mesma né E E aí vai desde um processo
contra-se em nós né em todos os estágios do nosso processo evolutivo então ela vai ganhando em complexidade vai ganhando em recurso vai ganhando em noção de se si mesma né E E aí vai desde um processo mais limitado dos impulsos imediatista até a percepção do ser que vai se ampliando para uma dimensão ética né que aí ela ent na dimensão ética a consciência ética tem essa consciência perceptiva tem essa consciência discriminadora e tem essa consciência ética que já envolve um nível de maturidade né de poder reconhecer o bem e o mal ou seja aquilo que joga em favor da vida aquilo que me engrandece aquilo que me noce aquilo que Coopera em favor do todo e aquilo que vai contra né o todo aquilo que me diminui aquilo que joga contra a vida então eu começo a perceber uma realidade que entra então valores valores na na minha dinâmica não só impulsos e reações mas valores e aí na ideia de consciência isso o Jung vai trabalhar de uma maneira muito interessante tem a noção de opostos então justamente ela começa a falar assim que que na medida que a gente começa a discernir começa a ocorrer conflitos e é bem isso que a não tem consciência não tem conflito né é interessante isso Puxa era tão bom quando não tinha consciência né Que nada doía nada pesava a gente começa ter consciência começa a ter conflito Olha só parece que uma contradição né agora que eu tenho consciência que eu não devia ter conflito porque eu tenho consciência e na verdade é um caminho necessário né dessa consciência que ainda não é plena mas que começa a justamente criar esse embate porque a consciência de zung ela é justamente movida por esse processo de diálogo entre os opostos sim ou não em cima ou embaixo caso eu compro uma bicicleta né quando a gente começa a questionar a vida né as opções quando a gente começa a ter essa complexidade de elementos no primeiro momento isso em vez de nos ajudar complica nossa vida né e fazer escolha complicado né então como diz a Jo aqui quando a as etapas primas aseri se vem mais significativ ou
ade de elementos no primeiro momento isso em vez de nos ajudar complica nossa vida né e fazer escolha complicado né então como diz a Jo aqui quando a as etapas primas aseri se vem mais significativ ou seja eu não tô apenas vivendo a vida eu tô encontrando significado da minha experiência e aí eu começo a compreender um sentido mais elevado que é esses valores que dá essa consciência ética e eu começo então a ter que me confrontar com essa consciência ética né entre esse ego que muitas vezes tá ainda condicionado por esses impulsos que tá movido pela astúcia e o intelecto então aqui ela coloca astúcia intelecto como oposto à razão n então a gente usa o intelecto é uma certa inteligência elementar né em outro entro da sée psicológica ela vai falar na astúcia como uma forma de eh pobreza racional astúcia como uma forma de inteligência pobre né o cara cara que acha que é astuto Ele acha que é inteligente não astúcia ela vai dizer que é um tipo de de cópia da realidade para se sair bem não é uma inteligência refinada uma referenta então a gente usa o intelecto de maneira astuta como uma cara se d bem assim Ah então sou astuto vou fazer que nem o cara né Ah vou fazer tal coisa vou mentir por quê Porque no fundo eu não me acredito não tô usando recursos mais elevados ainda então astúcia é um jogo ainda muito pobre desse mecanismo escapist aqui que ela coloca né E que de uma certa maneira vão eu quero ter o resultado sem pagar o preço E aí começa Justamente não só o conflito entre a minha relação com o mundo aí fora mas o conflito comigo mesmo entre esse lado astuto e essa consciência ética que já despertou né que já é a lei de Deus dentro de mim que sempre existiu mas que agora eu começo a reconhecer não tem como fugir dessa consciência maior n é aqui quando Kardec Pergunta Onde está escrita a lei de Deus na consciência do homem então essa consciência é começa a balizar e criar um processo de tensão comigo mesmo para que eu possa realmente me movimentar e construir daí um uma caminhada evolutiva como
s na consciência do homem então essa consciência é começa a balizar e criar um processo de tensão comigo mesmo para que eu possa realmente me movimentar e construir daí um uma caminhada evolutiva como conquista do me me PR natureza espiritual então todo esse movimento aí que tá que envolve esse conflito né é interessante esse exemplo que você deu o senso comum já conhece né caso eu compro uma bicicleta porque ele diz tudo sobre o comprometimento e responsabilidade né com com o próprio caminho né com as escolhas como você disse né então eu escolho avançar ou escolho paralisar e viver eh no terreno do prazer né aquele prazer fugidio que é uma das causas da alienação mental né André Luiz vem trazendo isso sobre o mau uso do né e e o comprometimento com a área genésica e com o corpo espiritual que é o pel espírito então isso fala muito desse comprometimento dessa responsabilidade né E aí eu tinha separado aqui uma fala para esse estudo e e Marlúcia bem bem tocou assim né bem puxou essa esse fio né que é do espírito Eusébio lá no mundo quando ele diz assim foi assim que atingimos a época moderna em que a loucura se generaliza e a harmonia mental do homem está a pique de sosso Então é assim que se encontra né o homem já dito lá eh pelo Espírito Eusébio né Então essa é a nova ameaça ao domicílio terrestre profundo desequilíbrio a desarmonia generalizada as molestas da alma e se inclui muitas Inclusive a esquizofrenia então Eh marlu se tocou bem né como o mundo atual eh tem funcionado infelizmente né e lógico a gente tá eh atravessando um período de transição que ainda vem bastante pela frente mas isso tudo vem revolvendo as nossas entranhas aquelas aquelas personalidades que Assumimos no Pass passado né E que vem Justamente esse conflito que você trouxe Gelson da da consciência do que fomos Como podemos estar como nos apresentamos né E nisso tudo vem o remorço vem a culpa né vem e vem isso vem enlouquecendo e também esse apartado de si mesmo que vão vai provocando eh potencializando essa
Como podemos estar como nos apresentamos né E nisso tudo vem o remorço vem a culpa né vem e vem isso vem enlouquecendo e também esse apartado de si mesmo que vão vai provocando eh potencializando essa distonia noss com o nosso espírito Eh aí né eu volto Nessi que o gels tava trazendo né Cláudia que a gente desenvolveu a razão e mas a gente usa essa razão esse intelecto essa astúcia por exemplo né para justificar atos nossos né então a gente justifica às vezes fazer algo que não é ético não mas assim eu dou os argumentos eh lógicos para aquilo e há uma desconexão daí entre aquilo que tá na consciência interna do self como árbitro árbitro interno como a Joana traz aqui e aquilo que eu fico justificando externamente Então eu fico justificando preconceitos barbares discriminações né com um discurso muito bonito muito lógico né só que desconectado dessa dessa consciência maior que tá dentro de nós e a aí e aí eu me lembrei que num determinado momento lá Kardec quando ele vai falar do conhecimento de de si mesmo né ele diz assim que muitas faltas que a gente comete passam despercebidas então eu tô achando assim que tá tudo certo porque eu tô com o argumento certinho lá não mas é mas não tem problema fazer isso porque esse é o melhor para todo mundo né excluir alguém excluir uma minoria ou a defendendo uma boa a causa né seja até religiosa Em Nome de Deus Eu me autorizo a fazer atrocidades então aparentemente do ponto de vista do Ego Tá OK mas aquilo vai gerando um conflito porque internamente tem essa consciência enquanto árbitro né Isso vai criando culpas que vão gerando repercussões a ponto de chegar muitas vezes nessas alienações mentais né E daí eu não sei o que que é pior né marl se é é essa perversão né a pessoa perversa que justifica que se identifica com esse comportamento sem culpa e acha que tá certa né E que promove daí coisas terríveis em nome de qualquer coisa né nessa astúcia nessa nessa identificação impulsiva ou alienação por culpa né porque tem tem dois tipos de de loucura
acha que tá certa né E que promove daí coisas terríveis em nome de qualquer coisa né nessa astúcia nessa nessa identificação impulsiva ou alienação por culpa né porque tem tem dois tipos de de loucura a aí né tem a loucura do perverso que enlouquece no sentido de Viver a Vida Sem consciência nenhuma fugindo da culpa fugindo da da da da da ética e tem aquele que esbarra na culpa depois e cai no processo de alienação porque não suporta né a O Confronto com essa verdade interna que ele em algum momento eh não quis se confrontar né Tem tem essas duas dimensões aí que eu não sei se toda pessoa perversa um dia vai chegar em algum momento nesse estágio de culpa como é que se dá esse processo aí né porque né Eu acho que a culpa é terrível eh est nesse confronto e a pessoa não conseguir se perdoar e não suportar O Confronto né com esse árbitro interno como de Joana De Angeles mas a perversão acho que é num nível ainda mais complicado né porque a pessoa nem consciência tomou ainda da sua realidade eu acho que a perversão tá alguns passos atrás né e ele ainda vai cair em si que é o que Joana nos fala muito de Cair Em Si né E aí realmente virar a culpa virar o remorço é o que se espera né em que algum que algum momento do caminho esse espírito cai em si e aí sim podem ter aqueles eh processos reencarnatório eh complicados né Fabrício lá nesse livro no Mundo Maior Que que André Luiz nos trouxe é um caso assim que ele vivia naquele dilema interno né imaginal ouvindo vozes dialogando né com todo aquele passado e ficava apartado ele aparecia né Eh às vezes quando era muito chamado o olhar vago fixava em alguma coisa e depois voltava né E aí o espírito caldear disse que ele ia ser retirado da vida porque ele tava danificando muitos órgãos perispirituais né orgânicos e perispirituais e causando muito mal a a dinâmica familiar e da mãe dele então ele não chega a enlouquecer mas veja ele tá nesse processo né de enlouquecimento mas ele já tá eh ele já passou por esse estágio penso eu
e causando muito mal a a dinâmica familiar e da mãe dele então ele não chega a enlouquecer mas veja ele tá nesse processo né de enlouquecimento mas ele já tá eh ele já passou por esse estágio penso eu né Gelson que ele não tá mais Sem consciência aquilo já tá pulsando dentro dele né mas ele não chega a enlouquecer é interessante que a Joana ela ela fala então que a consciência e eu tô chamando essa essa coisa como consciência ética é um um um um balizador né ela se encarrega estabelecer Então as diretrizes do que é É adequado inadequado né ou seja cham ISO de árbitro interno e que mas que varia conforme a Lucidez e do o estágio evolutivo de cada um então olha só então a própria noção ética ela muda então tem uma ética que não muda que é a verdade que a verdade ela é igual para todos ela é universal a lei Natura Mas a forma de compreender essa ética muda E aí ela fala de de de dela ser muito Severa às vezes e aí realmente não há compreensão e falta amor e e o amor é uma ética é uma forma de razão eh refinado né então eh e aí a gente tá nesse processo de autop punitivo né ou ao contrário essa ética pode ser muito complacente que também não não compreende as implicações sérias do do das consequências dos meus atos então eu e aí talvez eu cilo entre a culpa e a perversão quando a ética é muito assim não mas eu vou fazer porque não dá nada ou porque eu né eu tô precisando ou porque né eh e aí a pessoa realmente AF frocha né na sua compreensão ética ou quando ela Severa demais né exige né uma atitude que não é de não é de Deus né que que Deus é é pai é amoroso ele é eh compõe em favor de nós né não quer morte do pecador mas sim do pecado né mas a pessoa não consegue compreender isso né então eh eh Há essa confusão da gente né com com sobre essa Regência desse princípio ético que habita em nós né que e e e e o que que por onde passa isso será que é uma questão de caráter é uma questão de educação se aqui é uma questão de não saber refletir ainda essa lei Divina por imaturidade né O que que é esse remor
e o que que por onde passa isso será que é uma questão de caráter é uma questão de educação se aqui é uma questão de não saber refletir ainda essa lei Divina por imaturidade né O que que é esse remor que é essa culpa que a gente pode pensar em cima disso é é bem complexo isso né agora tá falando tava pensando assim porque então a princípio a culpa viria viria né como um mecanismo de dizer olha tem alguma coisa aí que deu que não tá de acordo com alguma lei Então vem essa culpa enquanto né um um um sinal de que erramos uma uma escolha vamos vamos refazer né então como um mecanismo de reparação assim de responsabilidade mas eh eu fiquei pensando eh que tem muitas culpas né Gelson que a gente acaba assimilando por exemplo eh que vem até pela própria religião né então eh doutrinas que vem com imposição onde trabalham as nossas inseguranças né então dão um roteiro de que você tem que fazer isso e não fizer isso né você é um pecador e aí vai lá pro inferno e tal e e e a pessoa exatamente por uma falta talvez de maturidade de consciência de de conseguir eh questionar isso né Ela acaba ficando presa em em valores em padrões né e não consegue se liberar e aquilo acaba regendo às vezes uma Encarnação inteira né então tem essa dimensão da culpa também né que tem a ver com tudo isso que vem inconsciente em nós também que a gente vai herdando e daquilo que vai sendo reforçado pelos padrões e culturais religiosos da época que a gente tá vivendo né então a questão da culpa eu acho que é uma questão crucial pra gente pensar na na nossa questão evolutiva é e ele ela fala Joana né Eh que a consciência enobrecida Olha só consciência enobrecida estabelece o programa de reparação então a reparação vem desse desse dessa consciência enobrecida que reconhece de um lado a justiça e de outro lado o amor né então há um equilíbrio entre a justiça e o amor né que então eu consigo de uma me movimentar Mas a consciência de culpa então a culpa é uma forma de consciência como tá falando n né é gerad de tormento
ntão há um equilíbrio entre a justiça e o amor né que então eu consigo de uma me movimentar Mas a consciência de culpa então a culpa é uma forma de consciência como tá falando n né é gerad de tormento quando é quea de de tormento né quando realmente eu me perco de Deus e me perco de mim eu acho que a isso começa e se me perder de mim de deusas se D justamente por uma imagem negativa seja pela culpa da própria sociedade da religião ou do próprios obsessores né que me perseguem reforçando a minha condição de eh de alguém que não tem chance mesmo que não não não né então eu tenho essa essa imagem do diabo né do demônio que a gente traz né que me persegue que vai então esse essa imag do diabo que tá muitas vezes em algumas doutrinas religiosas e é de uma certa maneira ela é transferida por nossos obsessores né porque eles de uma C maneira atuam como seres que que vão incutindo em nós algo terrível né e de uma certa maneira bate num lugar que é verdade eu fiz alguma coisa assim eu matei aquela pessoa eu transgredi eu desgrace a vida daquela família né então então de uma certa maneira essa lembrança ela é potencia alizada potencializada potencializada e eu não consigo suportar isso e acredito que eu sou também um ser terrível que não mereça o perdão né E aí entra uma outra coisa com a com a questão da culpa que é o medo o Manuel de Miranda ele vai dizer que a culpa e o medo é a porta da loucura porque daí esse medo vai falando a minha infantilização minha fragilidade né E aí eu vou dando espaço pro medo né eu vou me sentindo nesse lugar aí culpa e medo vai realmente gerar daí essas situações terríveis que vão desfalecendo o meu ser ou desestruturando a a a a minha condição me levando num processo de alienação mental né é eu acho que o o que a gente tá falando é sobre sobre a ética pessoal e a ética da lei de Deus né que são muito distantes quando a marl traz o coletivo o coletivo tem uma ética própria e a gente precisa identificar se essa ética tá relacionada com a nossa ética pessoal
e a ética da lei de Deus né que são muito distantes quando a marl traz o coletivo o coletivo tem uma ética própria e a gente precisa identificar se essa ética tá relacionada com a nossa ética pessoal porque a infantilidade como você trouxe a imaturidade faz com que as pessoas sigam essa ideia do coletivo né como se fosse a sua própria ética o seu próprio modo de de pensar e não é então a diferenciação desse coletivo requer maturidade né por isso que a Joana diz que a consciência é um parto dorido né então criar consciência dói quando a pessoa percebe que ela segui um coletivo e esse coletivo não representa a sua ética pessoal é sofrimento mesmo é dor mas é a partir dessa dor que ela vai imprimir um uma experiência construtiva porque as experiências é que movem né é que vão vão vão a impressão das da dos Sentimentos né das que estão envolvidos nas experiências é que vão eh nos movendo adiante Então eu acho que o que a gente tá falando é e cada vez mais um exercício da gente aproximar a nossa ética pessoal a ética da lei de Deus que é a éa da lei do amor né que é esse criador né pai absoluto né e que tem a consciência plena né Então esse é o grande exercício Então fatalmente a gente vai Vai tropeçar né cair se esborrachar muitas vezes no chão sai com o joelho ralado mas enfim as experiências são isso né até que é questão de suportar né quando fala da dor né quando eu não consigo suportar a dor quando eu consigo suportar a dor e bancar mim mesmo né de uma certa maneira alienação mental acho que vem desse lugar do insuportável né quando de uma certa maneira a vai falar certa maneira gerando né um umar anjo mental vai me despoten caliz então de uma certa maneira a gente pode dizer que a alienação é um tipo de fuga uhum porque se eu não acredito em mim eu não me perdoo ou não acho que eu consigo dar conta daquilo então eh a alienação Mental é uma forma de dizer eu fiz e eu não consigo encontrar uma saída nesse momento e eu não quero enxergar isso mas eu eu já enxerguei mas eu não queria enxergar
conta daquilo então eh a alienação Mental é uma forma de dizer eu fiz e eu não consigo encontrar uma saída nesse momento e eu não quero enxergar isso mas eu eu já enxerguei mas eu não queria enxergar isso como é que eu como é que eu eu eu lido com isso porque eu enxerguei e eu não dou conta disso e então e aí eu entro num processo realmente de disruptura de desagregação E aí eu vou para um lugar que é de não conseguir acreditar que eu posso conter isso queer isso ser responsável né puxa fiz pago em suaves prestações porque Deus é pai né e vou e vou buscando recurso para poder dar conta do meu passado né mas não né eu não vejo perspectiva nenhuma então eu não acredito indo no amor né não acredito ainda e não compreendo ainda nem que eu sou capaz e aí eu quero fugir e dizer assim não Deus é pai e me ajuda eu posso porque eu sou capaz né e eu abro mão desse lugar né Por algum motivo E aí realmente ela diz né que essa consciência culpada fal culta a instalação do Mal seja esse mal que vem de fora do obsessor ou esse mal que habita em mim que não permite reconhecer a a bondade e a poss de reparação ainda na minha vida e isso me lembra a fala de Jesus né que quem quiser me seguir tome a sua cruz né então no caminho de Jesus essa responsabilidade eh pela nossa existência né daí eu me lembrei agora da de Pedro né Cláudia assim quando ele nega Jesus ali olha a força a coragem que tem que ter né gente pra gente reconhecer bom eu errei eu me equivoquei errei feio aqui mas vamos lá né como é importante essa essa eu acho que essa é a grande questão estão desse Capítulo assim como é importante a gente trabalhar as nossas culpas a gente não ignorar isso a gente acolher isso entender Por que é tão difícil porque a gente pode est eh não trabalhando as culpas a gente tá preparando uma reencarnação futura né que pode vir com com com comprometimentos né então não fugir disso e a gente tem vários mecanismos de fuga da culpa né às vezes até a gente quer Eh não quer lidar com aquilo então eu
arnação futura né que pode vir com com com comprometimentos né então não fugir disso e a gente tem vários mecanismos de fuga da culpa né às vezes até a gente quer Eh não quer lidar com aquilo então eu vou lá e e assumo um monte de trabalho assumo um monte de responsabilidade né E fico no fazer fazer fazer porque eu não eu sinto que eu sou devedora de alguma coisa mas eu não sei muito bem o que fazer com isso então eu atuo né ou eu não quero me deparar sobre isso ou eu boto num cantinho e faz de conta que aquilo não tá ali né E aí eu tava vendo uma série assim bem singela essa semana e tinha um personagem que ele trabalhava pro governo e ele tinha a a tarefa de de eh transcrever as escutas que se botavam na casa das pessoas escutas que o governo fazia né e ele tinha que relatar isso depois EA para ele era um trabalho ele era obrigado a fazer aquilo mas quando ele começa a se dar conta que o que ele relatava e depois ele ficava sabendo aquilo as implicações que aquilo tinha na vida da pessoa ele começa a ser tomado de uma angústia muito grande grande e aí ele entra nesse conflito entre aquilo que era o dever dele fazer ele era obrigado a fazer aquilo né Mas as consequências que aquilo gerava então é essa luta dele com essa consciência né E como é que tu trabalha isso ele não podia mais ignorar que a a a que o a o trabalho dele tinha consequências sérias na vida das pessoas né então eu acho que essa grande questão aqui da gente olhar realmente paraas nossas culpas de uma forma amorosa né entendendo essa lógica mas eh se responsabilizar tomar a nossa cruz mesmo e dizer bom é aqui que eu tenho que olhar então né não posso ficar parado e preso aqui porque isso abre um campo também grande né obsessiv Uhum é interessante né porque ela vai colocar aqui uma achei muito muito uma forma muito rica né Muito profunda a a colocação de Joana quando ela coloca assim sendo o homem o autor da sua realidade moral olha só que profundidade que tá f o homem é autor da sua realidade moral e
orma muito rica né Muito profunda a a colocação de Joana quando ela coloca assim sendo o homem o autor da sua realidade moral olha só que profundidade que tá f o homem é autor da sua realidade moral e aí eu fiquei pensando autor em dois sentidos né no sentido da conduta que ele se permite diz Joana né E que vai ter que sofrer a consequência e a rade de moral enquanto maturidade também de enfrentar a si mesmo então a gente tem duas questões aí enquanto Essa realidade moral que é justamente aquele movimento da vida que depois que eu eu lancei eh o a ação ação vai ter vida própria né Qualquer atitude minha vai ter consequência e daí não tem como evitar mais a gente vai ter que olhar para isso e E assumir mas de moral também fala né da minha maneira de encarar isso e ela ela em seguida ela vai complementando quando delinque olha só escupe a fogo no seu arcabouço profundo os meios reparadores particularmente na área mental ou seja toda ação minha vai repercutir de uma maneira no meu íntimo no meu per espírito nessa consciência ética né então eu já fiz agora já fiz o leite derramou Tá feito não tem voltar atrás isso tá dentro de mim tá uma é uma marca é uma experiência tá aqui como registro da minha história iso tem consequências tem uma dimensão que pode ser mais grave ou menos grave tudo isso tá de uma certa maneira eh eh eh reconhecido por essa consciência ética aí ela diz ignorada a ação infeliz que a justiça humana não alcança a consciência que sabe olha só desarticula os complexos mecanismos da razão em desequilíbrio então eu eu eu realmente me divido então o espírito sabe mas eu enquanto ego ignoro então eu sei mas eu quero fugir então esse movimento de tensão n é entre a realidade que que eu não tem como fugir porque tem consequência e a incapacidade de reconhecer isso que é terrível nesse processo então fiz porque quilo Como dizia aquele política fiz então assume né assume chora esbraveja né mas reconhece né porque é o não reconhecimento a evasão do dessa verdade ela é muito mais danosa
rocesso então fiz porque quilo Como dizia aquele política fiz então assume né assume chora esbraveja né mas reconhece né porque é o não reconhecimento a evasão do dessa verdade ela é muito mais danosa para pro Espírito Por mais difícil que seja assumir e reconhecer é aceitar Nossa pequeneza aceita que tu é pequeno aceita que tu é limitado aceita que tu é torto e que na tua nesse jeito estranho de ser tu se perdeu Pois é e E aí eu Volto ao exemplo da Marluce de Pedro né porque Pedro viveu aquele pós aquela pós negação em culpa em culpa em culpa até que ele virou a chave e conseguiu se colocar verdadeiramente né na sua vida ali na sua missão e quando não consegue vai para erraticidade né E fica lá em remorço que é uma das grandes causas de enlouquecimento né porque fica lá ainda vibrando naquela naquela culpa né e vibrando no remorço de não ter agido de forma diferente e é isso que que Joana traz e que que Gelson trouxe também porque eh Gelson você trouxe uma questão da atualidade vamos dizer assim da vida atual onde há né um conflito né e Aceita que dói menos e faça e reverta a situação mas quando não acontece isso vai desencarna e aí sim danifica muito né o corpo pel espiritual e aí a Joana nos traz aqui um pouquinho antes do que você trouxe a questão da reparação e são as reencarnações expiatórias onde a pessoa vem realmente alienada para Que ela possa vivenciar aquele estado em que ela provocou muitas vezes em outras vidas nela mesma danificando seu corpo per espiritual e também outros né E os suicídios também quando ela danifica Então ela vem nessa reparação Então o que a gente vê é que a reparação ela é condição que não se eh não não se se foge dela né não há como fugir da reparação seja na vida atual reescrevendo uma história diferente né e tentando reparar com aquela pessoa ou com outros porque o amor cobre uma multidão de Pecados então a gente pode promover essa essa transformação na doação né nesse movimento de transformação cooperando sendo cocriadores do pai
a pessoa ou com outros porque o amor cobre uma multidão de Pecados então a gente pode promover essa essa transformação na doação né nesse movimento de transformação cooperando sendo cocriadores do pai nessa construção desse mundo diferente Ou então a gente a pessoa vem para essa vida impossibilitada do seu livre arbítrio porque danificou de uma forma ou de outra ela não tem como fugir né ela vai enfrentar aquele enclausuramento né porque o alienado mental guardadas as proporções da da alienação ele vive enclausurado dentro dele mesmo né Ele vive com os pensamentos fervilhantes muitas vezes desorganizados totalmente mas apartado do mundo real mas é a reparação não há como fugir tava dando uma olhadinha no James hollis ali nos Pantanais da Alma James hollis é um analista jiano né que ele trabalha muito a questão da culpa e ele fala muito da importância da gente trabalhar culpa no que ele chama dos três RS né então primeiro é o reconhecimento eu preciso reconhecer né sem o reconhecimento não é possível tu trabalhar a tua culpa né então esse eu me eu eu assumi a responsabilidade por aquilo mesmo né o segundo ele fala da recompensa né que para nós seria a reparação né então ele diz que muitas vezes a coisas que são feitas o ato que eu tive a consequência que eu não eu não vou conseguir desfazer aquilo mas vai ter alguma maneira de eu de eu de eu recompensar aquilo seja de uma maneira simbólica né ou nós pensando na no espiritismo né A a vida pela lei da Justiça ela vai trazer uma forma de eu reparar aquilo às vezes não vai ser na mesma Encarnação e às vezes a gente vai ter que ter paciência né E aí vem o que tu tava dizendo né às vezes numa outra Encarnação vem um adoecimento vem com uma expiação algo que que se impõe né enquanto desafio existencial e por e o outro R que ele fala da remissão que daí ele fala de arrependimento né que isso tá na alçada de Deus isso eu achei tão bonito ele dizer n então eu também preciso reconhecer quer mas me arrepender também né dizer não eu reconheço que que isso aqui e aí
e arrependimento né que isso tá na alçada de Deus isso eu achei tão bonito ele dizer n então eu também preciso reconhecer quer mas me arrepender também né dizer não eu reconheço que que isso aqui e aí buscar trabalhar essa questão do Perdão né que a gente fala né que a Joana fala do alto perdão e reconhecer que que sim nessa lógica amorosa né não teria sentido ficar preso nessa culpa o resto da minha existência porque o destino é aprendizado e e e Recomeço né é um ato de humildade né de aceitar que tu é pequeno e tu merece né a compaixão e o amor e o perdão né da de Deus e de ti mesmo aí a gente lembra do Filho Pródigo né aquele que retorna né ele cai em si ele se arrepende ele volta e o perdão né O pai tá ali pronto para receber Uhum E aí eu acho que tem uma diferença entre culpa e vergonha que eu acho interessante que a culpa é é é fruto de um ato né de um equívoco eu me equivo que eu sou culpado no sentido que eu sou responsável por isso n né E aí tem esses erros todos né reparação reconciliação responsabilidade Seja lá o que for né que envolve né Eh reconhecimento né Essas coisas todas e e e mas a a a a vergonha já é diferente a vergonha não é um ato é vergonha eu sou errado eu sou uma pessoa que não mereço eh qualquer valor porque na vergonha eh não é o ato que tá errado eu sou a pessoa equivocado então na vergonha eu me coloco nesse lugar de de de de não merecer realmente algo porque o que vem de mim é ruim eu sou todo estragado Daí eu fico na vergonha e eu acho que essa grande confusão seja pela autoestima baixa seja pelo orgulho também né que entra essa infantilidade que me impede então de ver um caminho né nessa história toda de solução né E aí eu vejo que quando a Joana fala assim no final aqui eu acho bem interessante ela disz alienação mental são pois a condenação de Deus parece forte isso Deus me condenando né A condenação de Deus aos pensamentos e atos incorretos da consciência primária equivocada olha só conção de Deus porque é a lei né é a lei dentro de nós mas aos pensamento e atos
Deus me condenando né A condenação de Deus aos pensamentos e atos incorretos da consciência primária equivocada olha só conção de Deus porque é a lei né é a lei dentro de nós mas aos pensamento e atos não a mim né É então de novo ao que eu fiz ao que eu pensei mas não que eu sou errado né então de novo diferença de culpa e vergonha Deus não tá me condenando a minha conando os meus atos e meus pensamentos né Por causa da minha cência equivocada ainda primária pouco elaborada então eu me perdi por o meu egoísmo pela minha maturidade pela minha ansiedade pela minha pouca experiência seja o que for né e e me responsabilizo Dante diante disso mas isso não impede de reconhecer o meu valor e a minha limitação e aceitar isso enquanto condição minha mas quando eu começo a me invalidar né e e ficar na vergonha daí realmente não tem chance né é bem importante isso mesmo né a vergonha tem a ver com com a nossa autoimagem né com aquilo que não o que eu fiz né mas aquilo que eu sou é bem profundo isso e eu só queria chamar atenção aqui que ela traz né antes do que tu Leste agora da da consciência lúcida e tranquila como terapeuta como terapeuta consciência lúcida e tranquila eu fiquei pensando tá como é que a gente pode desenvolver isso né daí ela tá trazendo ali né que é um a gente não se deve eh eh escusar ao trabalho hercúleo né de pacificar se usando a oração a meditação o autoconhecimento e as ações enobrecedor eu fiquei pensando nessa questão do autoconhecimento da gente começar a se perguntar né Eh Será que eu tenho espaço na minha vida assim para pensar sobre mim para pensar sobre os meus medos né como é que eu lido com os conflitos os conflitos que aparecem né Será que quando eu erro eu eu consigo me perdoar então acho que tem é uma postura assim cuidadosa com a gente mesmo né Eu sou muito rigoroso comigo eu fico passando a mão por cima daquilo que tá errado como é como é que eu vou agindo em relação essas coisas como é que é para mim reconhecer ali onde eu me atrapalho os meus defeitos né né Eu
comigo eu fico passando a mão por cima daquilo que tá errado como é como é que eu vou agindo em relação essas coisas como é que é para mim reconhecer ali onde eu me atrapalho os meus defeitos né né Eu tendo a fugir então eu acho que é esse essa consciência assim ela fala lúcida e tranquila né então fazer isso de uma forma natural né porque todos nós estamos na mesma no mesmo desafio existencial sim bem Bem lembrado Marlus Mas ela fala antes aqui da consciência equânime né então a equanimidade é essa justeza né esse equilíbrio que depois ela vai trazer como consciência lúcida né É É lidar justamente com esse equilíbrio interno nem nem se cobrar tanto nem nem eh se aquietar demais né Eh e eu vou acrescentar essa lista bacana que você colocou aí marlu né dessas questionamentos é será que eu tô de acordo com aquilo que eu vim fazer o que me causa insatisfação na vida né né O que que que que sentimento é esse de de confusão interna né de de insatisfação de de de de não aquieta que eu trago dentro de mim o que que ele tá querendo dizer né porque isso também faz parte né porque esse essa não aquieta essa essa esse incômodo exagerado esse esse essa falta de bem-estar também pode provocar um certo tipo de alienação mental né um transtorno né uma neurose mais grave né uma ansiedade elevada isso tudo vai caminhando para realmente o que a gente chama de esquizofrenia isso pode chegar lá então a responsabilidade com o nosso pensamento né com o a higiene mental né que a gente tanto ouve né a higiene mental eh os pensamentos que nos habitam né Eh as afli as angústias né e cuidando também do nosso corpo físico para que eh isso tudo reverbere nesse bem-estar que Justamente a gente vai alcançando esse equilíbrio né Desse pensar mas não pensar exagerado pessoas que ficam pensando o tempo todo a mente não para de funcionar não dá um descanso né e a pessoa diz assim eu queria desligar mas eu não consigo né então é cuidar para não chegar aí é e eu acho interessante tudo isso né Essa questão de que realmente a
de funcionar não dá um descanso né e a pessoa diz assim eu queria desligar mas eu não consigo né então é cuidar para não chegar aí é e eu acho interessante tudo isso né Essa questão de que realmente a tranquilidade e a Lucidez É oposto do desespero da alienação mental pessoa alienada el tá no desespero e não tá lúcida né Então realmente o contrário disso é tu buscar a Lucidez e a tranquilidade daí tu fala né Cláudia da equânimidade né que essa para ser equânime tu tem que buscar que coloca eh o bom pensamento e a reflexão então tu tem que sair desse desespero né que tu tá ali e e refletir Puxa mas o pai é amor ele é bom né A vida é e eh nos ensina a ser a ser a sermos bons uns com os outros né então tem alguma saída né tu começa a refletir daí começa realmente a me apaziguar encontrar esse caminho de pacificação e e me reconciliar comigo mesmo né porque esse processo todo dos rs aí né reconciliar o reconciliar aí é é uma uma coisa é um momento importante aí do do do processo e esse reconciliar envolve Justamente eu voltar essa Lucidez quer dizer p aí TD num Delírio onde não tem mais amor aonde não tem mais esperança aonde não eu me sinto infantil incapaz né de de acreditar em mim ou acreditar na força amorosa da vida de Deus né então eu me perdi feio né ou o meu orgulho que não quer enxergar o que eu fiz e quer fugir dessa realidade enfim eu vou criando esse processo todo que vai levando esse desarranjo então eu tenho que retomar né A minha caminhada rever a minha história e refletir de maneira que eu possa então a Jun contar novamente aquilo que realmente é o processo da vida que é baseado no perdão no amor na na transformação né de a gente pode retomar repetir a lição né e e e assim aprendendo pouco a pouco a nossa aquilo que a gente necessita e e isso que é difícil nessa hora a gente fica tão sozinho né a gente coloca tão solitário e e tão pesado né nesses momento eh que a gente é terrível com a gente mesmo né e é perigoso né porque se em si mesm mamento eh não nos leva a um bom lugar e
ão sozinho né a gente coloca tão solitário e e tão pesado né nesses momento eh que a gente é terrível com a gente mesmo né e é perigoso né porque se em si mesm mamento eh não nos leva a um bom lugar e aí me lembrei de do que nós nascemos para quê Nós nascemos para servir somos instrumentos de Deus né para o trabalho né para o amor né e as pessoas né esse esse relato todo que esse desenvolvimento nosso todo me faz pensar que as pessoas não olham para o lado elas ficam olhando só paraa sua vida e potencializando tudo aquilo que elas estão vivendo que se muda o referencial muda tudo né Às vezes acontece de um drama terrível na vida né ser atravessado por algum algum contecimento e a pessoa vai pensar caramba Isso é que é sofrimento não era aquele que eu estava né então esse ensimesmamento vai ganhando um um um uma uma grandeza perigosíssima né por isso que o trabalho nos salva né É E eu acho que tem uma coisa importante nisso tdo que reconhecer Como existe pontos frágeis dentro da gente como lá a gente quer ser muitoo forte e não aguenta e não reconhece o quanto tem ainda habita dentro de nós partes muito realmente limitadas fradis e vodal e como é importante tu poder reconhecer isso né aceitar que elas existem porque se tu puder aceitar e essa parte tua isso eh isso começa a ter lugar e espaço para poder ser reconhecido e encontrar a partir da vulnerabilidade também novos caminhos e potenciais não reconhecidos dentro de ti então eu vejo quanto a humildade aí é fundamental também nesse processo todo né pra gente poder fazer da vulnerabilidade a fragilidade não uma ameaça mas um caminho de possibilidade também de crescimento porque pela humildade né GS a gente Daí pode pedir ajuda né não só pro plano espiritual mas pros amigos que estão aqui também encarnados que cuidam E aí a gente vai vendo que aquilo que era terrível né é suportável né porque a gente não tá sozinho porque uma das questões da gente se sentir tão vulnerável é esse sentimento de que estamos sós só que na realidade nós não
que aquilo que era terrível né é suportável né porque a gente não tá sozinho porque uma das questões da gente se sentir tão vulnerável é esse sentimento de que estamos sós só que na realidade nós não estamos né então a gente se coloca né marl porque ela fala assim da meditação da oração do autoconhecimento tudo isso é relação relação comigo relação com Deus né ouvir Deus pedir E na verdade a a gente não não não não se permite isso né a gente acaba ficando nesse lugar de de se isolar mesmo né e perigosíssimo é e a gente complica a nossa vida né perigosíssimo OK então encerramos esse capítulo de consciência alienações mentais Capítulo 18 e convidamos para continuar conosco no próximo encontro capítulo 19 consciência e mediunidade um outro tema muito interessante que a benfeitora nos apresenta Obrigado Cláudia obrig mais momento especial junto à nossa querida Joana dees e que possamos continuar juntos nessa caminhada aí de descoberta e aprimoramento interno um abraço a todos
Vídeos relacionados
T7:E1 • Autodescobrimento • Prefácio
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Marluce Renz, Cláudia Semeghini
T4:E03 • Momentos de Saúde • Fenômenos renovadores
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Marluce Renz
T9:E6 • Vida: Desafios e Soluções • Fatores de insegurança (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Marluce Renz, Cláudia Semeghini
T9:E9 • Vida: Desafios e Soluções • Energia da vida (parte 2)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Marluce Renz, Cláudia Semeghini
T9:E15 • Vida: Desafios e Soluções • Descobrindo o inconsciente (parte 2)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Marluce Renz
T8:E14 • Desperte e seja feliz • Comportamento
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Marluce Renz
T3:E2 • Plenitude • Análise dos Sofrimentos
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Marluce Renz
T9:E1 • Vida: desafios e soluções • Prefácio e Vida (Parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Marluce Renz, Cláudia Semeghini